You are on page 1of 28

Direito Processual Penal

Inquérito Policial, Desenvolvimento: diligências e providências, Do
juiz, do ministério público, do acusado e defensor, dos assistentes e
auxiliares da justiça
O Ministério Público, ao receber o inquérito policial, poderá, além de
oferecer denúncia ou promover o arquivamento, solicitar ao juiz a
devolução do inquérito á autoridade policial para novas diligências,
deade que imprescindíveis ao oferecimento da denúncia (CPP, art.
16).
A requisição de instauraçao de I.P pelo juiz fere o sistema acusatorio
vigente.
O indiciamento é o ato pelo qual há a atribuição da autoria de
infração penal durante a fase de investigação preliminar (inquérito
policial), Conforme entendimento dos tribunais superiores e da
doutrina majoritária, o indiciamento constitui ato privativo da
autoridade policial, por se tratar de "medida ínsita á fase
investigatória, por meio da qual o delegado de polícia externa o seu
convencimento sobre a autoria dos fatos apurados".

Obs.: A jurisprudência dos tribunais, inclusive, entende que após o
recebimento da denúncia, não pode o magistrado requisitar o formal
indiciamento do réu, por incompatibilidade com o sistema acusatório
imposto pela CF (STF informativo 717).
O prazo para o encerramento do inquérito policial é de:
* 10 dias, para indiciado preso;
* 30 dias, para o solto.
O erro se encontra no momento a partir do qual se inicia a contagem
do prazo: do dia da prisão em flagrante ou do dia em que se executar
a ordem de prisão (CPP, art. 10).

O item "E" está correto, pois trata do princípio da vedação a revisão
pro societate, adotado pela maioria da doutrina.

Ao MP é cabível proceder atos investigatórios, mas nunca a
presidência do IP, visto que é de competência única e exlusiva da
autoridade policial. Veja o entendimento do STJ:

PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. PODER
INVESTIGATÓRIO DO MINISTÉRIO PÚBLICO. LEGITIMIDADE.

I - O art. 557, § 1º-A, do CPC, permite ao relator dar provimento ao
recurso caso a decisão afronte a jurisprudência dominante nos
Tribunais Superiores, não importando em violação ao princípio da
colegialidade. Precedentes.
II - Na esteira de precedentes desta Corte, malgrado seja defeso ao
Ministério Público presidir o inquérito policial propriamente dito, não
lhe é vedado, como titular da ação penal, proceder a investigações. A
ordem jurídica, aliás, lhe confere tais poderes - art. 129, incisos VI e
VIII, da Constituição Federal, e art. 26 da Lei nº 8.625/1993.
(Precedentes).
Agravo regimental desprovido.
(AgRg no REsp 1319736/MG, Rel. Ministro FELIX FISCHER, QUINTA
TURMA, julgado em 05/03/2015, DJe 17/03/2015)

"Inquérito policial: arquivamento com base na atipicidade do
fato: eficácia de coisa julgada material. A decisão que
determina o arquivamento do inquérito policial, quando
fundado o pedido do Ministério Público em que o fato nele
apurado não constitui crime, mais que preclusão, produz coisa
julgada material, que -- ainda quando emanada a decisão de
juiz absolutamente incompetente --, impede a instauração de
processo que tenha por objeto o mesmo episódio. Precedentes:
HC 80.560, Primeira Turma, 20-2-2001, Pertence, RTJ 179/755; Inq
1.538, Plenário, 8-8-2001, Pertence, RTJ 178/1090; Inq 2.044-QO,
Plenário, 29-9-2004, Pertence, DJ de 28-10-2004; HC 75.907,
Primeira Turma, 11-11-1997, Pertence, DJ de 9-4-1999; HC 80.263,
Plenário, 20-2-2003, Galvão, RTJ 186/1040." (HC 83.346, rel. min.
Sepúlveda Pertence, julgamento em 17-5-2005, Primeira Turma, DJ
de 19-8-2005.) No mesmo sentido: Inq 2.934, rel. min. Dias Toffoli,
julgamento em 25-11-2011, Plenário, DJE de 22-2-2011; Inq 2.607-
QO, rel. min. Cármen Lúcia, julgamento em 26-6-2008, Plenário, DJE
de 12-9-2008; Pet 4.420, rel. min. Cezar Peluso, julgamento em 19-
12-2008, Plenário, DJE de 13-2-2009.

Súmula 524 do STF: Arquivado o inquérito policial, por despacho do
juiz, a requerimento do Promotor de Justiça, não pode a ação penal
ser iniciada, sem novas provas.

a) Ainda que o MP possua provas suficientes para instauração da ação
penal, o IP não poderá ser dispensado.

Errado. Nem ofende o princípio da ampla defesa. O inquérito policial é mero procedimento administrativo. ainda que seja emanada de juiz absolutamente incompetente.Errado. c) A elaboração de laudo pericial na fase do IP sem prévio oferecimento de quesitos pela defesa ofende o princípio da ampla defesa quando somente tenha sido dada oportunidade de manifestação e oferecimento de quesitos após sua juntada. podendo o MP oferecer a denúncia se obtiver provas suficientes para instaurar a ação. A autoridade policial NUNCA poderá arquivar o IP. e) Caso o MP requeira o arquivamento de IP com fundamento na atipicidade do fato.830/13. quando houver requerimento do MP. impedirá a instauração de processo que tenha por objeto o mesmo episódio. que é o dominus litis. uma vez que essa será diferida/postergada para o momento futuro da ação penal. logo. Errado. Concordando é arquivado. com sua concordância. que concorda ou não com o pedido. bem como assumir a presidência do IP.28 do CPP. Errado. por força da lei 12. a elaboração do laudo pericial em sede policial em nada prejudica o andamento da persecutio criminis. Somente o delegado de polícia tem o condão de presidir o IP. pode determinar a abertura de IPs. O pedido de arquivamento é feito do MP para o juiz. a decisão que determinar o arquivamento com base nesse fundamento. . não concordando segue-se o procedimento do art. d) O arquivamento do IP pode ser realizado pela autoridade policial. requisitar esclarecimentos e diligências investigatórias. O IP é dispensável. b) O MP.

A) ERRADA: Se houve o arquivamento. a pedido do MP. não recorrida. coisa julgada material.Certo. todavia. produz. não produzindo efeitos somente em relação a este. com relação ao que tenha recusado. não obstante a decisão de arquivamento tivesse sido prolatada pela justiça comum. Trancamento de Inquérito por Atipicidade e Coisa Julgada A decisão que determina o arquivamento do inquérito policial. 51.DESISTÊNCIA . sob o fundamento de que teriam surgido novas provas a justificar o recebimento da denúncia na Justiça Federal. Ou seja. o perdão não produzirá efeitos. AÇÃO PENAL PRIVADA .em decisão. Arquivado por determinação do Tribunal de Justiça estadual . a Turma entendeu que a instauração de ação penal pelo Ministério Público Federal. a pedido do Ministério Público. quando o arquivamento se dá por atipicidade da conduta ou extinção da punibilidade. . Art. nos termos do art. ainda que um deles tenha recusado. A ação penal.OPORTUNIDADE. Contudo. 29 do CPP. mesmo que venham a aparecer novas provas e ainda que o juiz seja inteiramente incompetente. violara a coisa julgada. mas legítima manifestação pela inviabilidade da ação penal." EM OUTRAS PALAVRAS (Mais compreensíveis): O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos. "O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos. isso significa que não houve inércia do MP. O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos. quando o fato nele apurado não constituir crime. Salientou que. impedindo ulterior instauração de processo que tenha por objeto o mesmo episódio. sem que produza. efeito em relação ao que o recusar. absolutamente incompetente para o caso. de forma que incabível é a ação penal privada subsidiária.PERDÃO . mais que preclusão. que analisara o mérito e concluíra pela atipicidade do fato -. A desistência da ação penal privada pode ocorrer a qualquer momento. mesmo que haja recusa de um deles. Opera-se a tipicidade material. portanto. ainda que a denúncia se baseie em novos elementos de prova. prossegue com relação a ele. CPP. somente surgindo óbice intransponível quando já existente decisão condenatória transitada em julgado. o IP não pode ser desarquivado.

093/MG. efeito em relação ao que o recusar. mostra-se desarrazoado admitir que a suspensão condicional do processo seja oferecida ao denunciado antes da análise de sua resposta à acusação. Ademais. Habeas corpus não conhecido. D) CORRETA: Item correto. ou de questões que possam ensejar a sua absolvição sumária sejam devidamente examinadas e refutadas pelo magistrado singular. QUINTA TURMA. em razão dos argumentos ali elencados. DJe 29/10/2013) C) ERRADA: O item está errado. pois a jurisprudência entende que a representação não exige qualquer rigor formal. bastando que evidencie. Não se pode exigir que o acusado aceite a suspensão condicional do processo antes mesmo que suas alegações de inépcia da denúncia. de forma clara. (HC 239. se acatadas. sem que produza. a intenção da vítima. seu titular. 4. pois em se tratando de ação penal privada. absolvição sumária. de sua resposta à acusação. ou seu representante. 51. Diante da possibilidade de absolvição sumária. pois esta é a expressa previsão contida no art. O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos. etc. julgado em 22/10/2013.). a ALTERNATIVA CORRETA É A LETRA D. poderá dela desistir enquanto não transitar em julgado a ação penal. Portanto. sobrevenha decisão mais favorável a ele (inépcia da denúncia. todavia. de falta de justa causa para a persecução penal. Vejamos: (…) 2. revela-se extremamente prejudicial ao réu o entendimento de que a suspensão condicional do processo deve ser ofertada antes mesmo do exame da sua resposta à acusação. o ofendido. de ver processada a ação penal. pois seria obrigado a decidir sobre a aceitação do benefício sem que a própria viabilidade da continuidade da ação penal seja verificada. 5. Ministro JORGE MUSSI.B) ERRADA: O STJ possui entendimento no sentido de que nada impede que o acusado postergue tal manifestação para após a apreciação. já que é possível que. pelo Juiz. 51 do CPP: Art. na qual pode veicular teses que. podem encerrar a ação penal. E) ERRADA: O item está errado. . Rel. Ordem concedida de ofício para determinar ao Juízo singular que analise as questões suscitadas pela defesa na resposta à acusação antes de propor ao paciente o benefício da suspensão condicional do processo. 3.

não havendo que se falar em contraditório e ampla defesa.ERRADA. O IP é inquisitivo. conforme art. já que é fase pré processual. ou ainda. sempre que servir de base a uma ou outra. na condição de presidente do inquérito policial. O IP é inquisitivo. d)Sendo a ampla defesa um direito constitucionalmente consagrado. nos termos do art.ERRADA. já que é fase pré processual.ERRADA. O MP é titular da ação penal pública. 129. apenas o querelante pode oferecer . o direito de queixa poderá ser exercido pelos familiares deles ou seja. ascendente. c)delegado de polícia. 17 do CPP "A autoridade policial não poderá mandar arquivar os autos de IP". a)O Ministério Público somente é titular das ações penais públicas incondicionadas.a)inquérito policial é imprescindível ao ajuizamento da ação penal.ERRADA. No caso de ação privada personalíssima. O IP é dispensável. O arquivamento do IP é ato privativo do juiz.ERRADA. o direito de oferecer queixa ou prosseguir na ação passará ao cônjuge. c) Em caso de crime de ação penal privada. seja condicionada à representação ou incondicionada. uma vez que nas ações condicionadas à representação cabe ao ofendido tomar todas as providências para a higidez do processo. o querelante poderá oferecer queixa-crime ao juiz competente. pode solicitar o arquivamento caso não vislumbre qualquer linha de investigação. inclusive daquele que acabou de ser preso. não havendo que se falar em contraditório e ampla defesa.ERRADA. 12 do CPP "O IP acompanhará a denúncia ou queixa. descendente ou irmão. mediante requerimento do MP. nos termos do art. caso o querelante morra. podendo fazê-lo por meio de advogado. agir em causa própria caso disponha de capacidade postulatória. b)No caso de ação penal privada personalíssima. 24 do CPP. caberá ao delegado de polícia velar pela preservação desse direito no inquérito policial. I da CF e art. b)caderno investigativo tem como característica marcante o contraditório.

será possível a retratação. desde que ela ocorra antes do recebimento da denúncia. A sucessão processual pelo CADI é cabível no caso de ação privada ou ação publica condicionada à representação. Devem ser observadas as hipóteses de reserva constitucional de jurisdição. Os atos investigatórios devem ser necessariamente documentados e praticados por membros do MP. e)De acordo com o CPP. investigações de natureza penal.queixa.ERRADA. Devem ser respeitadas as prerrogativas profissionais asseguradas por lei aos advogados. determinadas diligências somente podem ser autorizadas pelo Poder Judiciário nos casos em que a CF/88 assim exigir (ex: interceptação telefônica. nos crimes de ação penal pública condicionada à representação. A retratação é possível até o oferecimento da denúncia. quebra de sigilo bancário etc). por autoridade própria. A ação privada não é regida pelo princípio da indisponibilidade. e sim pela disponibilidade. .ERRADA. e não do recebimento A presidência do IP será da autoridade policial. mas ressaltou que essa investigação deverá respeitar alguns parâmetros que podem ser a seguir listados: Devem ser respeitados os direitos e garantias fundamentais dos investigados. a vítima de crime de ação penal privada não poderá dela dispor depois do oferecimento da peça acusatória (queixa-crime). ---> Delegado Civil ---> Delegado Federal O Ministério Público pode realizar diretamente a investigação de crimes? SIM! O STF reconheceu a legitimidade do Ministério Público para promover. A inércia ou abandono do processo pelo querelante acarreta a extinção da punibilidade pela perempção. ou seja. d)Em razão do princípio da indisponibilidade.

Norberto Cláudio Pâncaro. DJ 14. digam respeito ao exercício do direito de defesa”). à colheita de elementos de convicção para subsidiar a propositura de ação penal. A investigação deve ser realizada dentro de prazo razoável. (F) Tem-se admitido a propositura da ação penal privada subsidiária da pública. Então é essencial entender quando é que ocorre tal situação. Min.02. diretamente. o MP não foi inerte. o Ministério Público não poderá retomar a ação como parte principal.Deve ser assegurada a garantia prevista na Súmula vinculante 14 do STF (“É direito do defensor. o órgão ministerial possui legitimidade para proceder. em caso de arquivamento do inquérito policial. que afirma que a participação do membro do Ministério Público na fase investigatória criminal não acarreta o seu impedimento ou suspeição para o oferecimento da denúncia” (STJ. Ele pediu o arquivamento. não há que se falar em subsidiária da pública. que compete exclusivamente à autoridade policial. entendimento este contido no enunciado 234 da Súmula do Superior Tribunal de Justiça. no interesse do representado. de tal sorte que a realização de tais atos não afasta a legitimidade do Ministério Público para a propositura da ação penal. só lhe sendo vedada a presidência do inquérito. No caso em questão. Logo. 5ª Turma.580/RS. Jorge Mussi.2011). HC 125. A ação penal privada subsidiária da pública só poderá ser promovida quando houver INÉRCIA por parte do MP (Titular da ação penal pública). (F) Ajuizada a ação subsidiária. .” iBooks. ter acesso amplo aos elementos de prova que. Rel. PEDIR que o juiz arquive o inquérito ou dê baixa para complementação do inquérito. A inércia ocorre quando o MP no prazo de 5 dias (se o acusado preso) a 10 dias (se o acusado solto) não: Oferecer a denúncia. “Processo Penal Esquematizado. devolvendo-o para o delegado. já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária. amparado na jurisprudência do Pretório Excelso. Trecho de: AVENA. Os atos de investigação conduzidos pelo MP estão sujeitos ao permanente controle do Poder Judiciário “De acordo com entendimento consolidado na Quinta Turma deste Superior Tribunal de Justiça.

2 – Ação Penal Privada Personalíssima b. também. aditá-la ("melhorá-la") ou.2.1 – Ação Penal Privada Exclusiva b. Ele pode Repudiar a queixa- crime e oferecer uma denúncia substitutiva. quanto em crimes de ação penal pública condicionada à representação do ofendido.2) Ação Penal Pública Condicionada a. CPP) (V) Oferecida a queixa subsidiária.3 – Ação Penal Privada Subsidiária da Pública Hipótese de ARQUIVAMENTO IMPLÍCITO.2.1) Ação Penal Pública Plena ou Incondicionada a.2 – Ação Penal Pública Condicionada à Requisição do Ministro da Justiça. a. retomar a frente da ação (Art. (V) Admite-se a ação penal privada subsidiária da pública tanto em crimes de ação penal pública incondicionada. inciso LIX da Constituição Federal: “Será admitida ação privada nos crimes de ação pública.O MP continua sendo titular na ação. Quem é o titular da ação penal? ----> Ministério Público!!!!!! . pode. o Ministério Público poderá repudiá-la e oferecer denúncia substitutiva. em caso de negligência do querelante (polo ativo da ação). se esta não for intentada no prazo legal”. 29. a) Ação Penal Pública a. b) Ação Penal Privada b.1 – Ação Penal Pública Condicionada à Representação do Ofendido. No art. 5º.

ou ainda. existindo divergência entre o MP e a autoridade judicial. neste sentido. Obs.7: Arquivamento implícito: O arquivamento implícito é uma conceituação doutrinária e rechaçada pela legislação brasileira. sem justificar ou manifestar. CPP encaminhando os autos ao procurador geral. tampouco aplica o princípio da devolução (art. CPP). ================================================ =============================== O arquivamento indireto ocorre quando o MP entende que o juiz com o qual ele trabalha é incompetente. o Procurador Geral decidirá acerca do caso. e. no entanto. em fenômeno jurídico conhecido como arquivamento indireto.6: Arquivamento indireto: Segundo o Supremo quando o MP entende que não possui atribuição para agir deve requerer ao juiz a remessa do IP ao órgão competente se o juiz discordar por analogia deve invocar o art. 28. deixa de denunciar algum indiciado. ainda nesse contexto.Então. o magistrado não questiona essa conduta omissiva. o arquivamento implícito é o fenômeno no qual o MP deixa de mencionar na denúncia algum fato criminoso que estava contido no inquérito ou peça de informação. Esse arquivamento implícito poderá ocorrer sob dois aspectos: . Ocorre quando o promotor deixa de incluir na peça denunciatória algum dos indiciados elencados pela autoridade policial ou um fato investigado. Ou seja. sem se manifestar expressamente os motivos que o levaram a tal omissão. 28. qualquer motivação dessa decisão. Justificativa: É arquivamento implícito e não indireto. Obs. O arquivamento implícito ocorre quanto o MP deixa de incluir na denúnica algum fato investigado ou algum dos indiciados e o juiz recebe a denúncia.

quando assim entender. CPP remetendo os autos ao Procurador Geral por outro lado se o promotor deseja aditar (complementar) a denúncia é necessária que o aditamento esteja amparado por novas provas. não se admitindo retratação da retratação. Neste caso quando o juiz perceber a omissão deve invocar o art. Uma vez apresentada. Ressalta-se que com a combinação dos arts. 28. IX. e nela constatará o réu e as infrações que deseja que haja prosseguimento e solicitar o arquivamento em relação aos demais. o que corrobora com a inaplicabilidade do arquivamento implícito. não havendo a possibilidade de arquivamento implícito Segundo a doutrina devemos aplicar as regras do arquivamento expresso para reger as omissões do MP em se manifestar sobre todos os crimes (arquivamento implícito objetivo) ou sobre todos os criminosos (arquivamento implícito subjetivo) trazidos pelo IP. Súmula 234 STJ: A participação de membro do M. e utilizando-se ainda das técnicas de interpretação do sistema pátrio. A jurisprudência de maneira pacífica afirma que o arquivamento tem que ser sempre fundamentado.A). Calha enaltecer que o Ministério Público deverá oferecer denúncia. . Objetivo: se caracterizar quando a omissão diz respeito a fatos investigados.: O STF e STJ não adotam o instituto por ausência de previsão legal. Obs. como infrações penais ou qualificadoras. Subjetivo: ocorre quando houver omissão do MP em relação à inclusão de algum corréu na denúncia em questão B). 129 § 4º e 93. sob pena de nulidade. ambos da Constituição Federal vigente.P na fase investigatória criminal não acarreta seu impedimento ou suspeição para o oferecimento da denúncia. cumpre salientar que todas as decisões do membro do Parquet devem ser fundamentadas. a representação de crime de ação penal pública somente pode ser retirada antes do oferecimento da denúncia.

tem que ir até o final. deve apresentar a peça acusatória.... é o que prevalece!!! Quantas vezes pode ocorrer? Dentro do prazo decadencial. Conforme alguns comentários confusos. Obs3: a representação não se confunde com as mitigações do princípio da indisponibilidade da ação penal. havendo justa causa.. algumas Obs “catiguria” como diria o Prof Pablo: Obs: a representação é uma autorização do ofendido para que o titular da ação penal possa interpô-la. Obs2: e a ação penal pública incondicionada? O titular da ação não precisa de autorização. O ERRO: se admite a retratação da retratação enquanto não decair o direito do ofendido (prazo decadencial de 6 meses). Claro.. conforme o princípio da obrigatoriedade.. repetidas vezes!!! O que? Desde que não configure má-fé do ofendido. pra ajudar. na ação penal pública condicionada à representação.. A regra: o MP não pode desistir da peça acusatória depois de proposta. vide os artigos 102 do CP e 25 do CPP.. Galera.. .. mesmo que seja para requerer a absolvição do acusado... E..A primeira parte está correta..

através de advogado.099/95: transação penal. OBS: se na questão não especificar. 396) apenas ocorre durante a instrução judicial.Nestor Távora.(a questão deseja saber qual alternativa descreve aquilo que NÃO se inclui na dinâmica do inquérito policial.. art. basicamente. GABARITO: Letra "E" . de acordo com o Código de Processo Penal para Concursos . desde que não haja a conclusão do prazo decadencial (6 meses) ü Retratação da retratação 1ª corrente: a doutrina majoritária não admite. é possível a retratação da retratação.. numa nova representação. arts. Não há vedação a que isso ocorra. 229 e 230) também pode ser feita em juiízo ou na fase de investigação policial. coloque a 2ª corrente. se presente 2 requisitos: a) dentro do prazo decadencial. conforme dispõe o art. não na fase de inquérito. Camila B. de defesa preliminar por parte do indiciado (CPP. . este princípio sofre mitigações na 9.A apresentação.Contudo. pois a representação pode ser retirada (retratação) antes do oferecimento da denúncia. ALTERNATIVA "b": a acareação (CPP. 25 do CPP. pede-se a alternativa INCORRETA) .. 226 a 228) pode ser dar durante a fase de inquérito ou em juízo. que consistiria. b) deve ser antes do oferecimento da denuncia. portanto. a DOUTRINA MAJORITÁRIA admite a retratação da retratação da representação. 2ª corrente: A jurisprudência admite a retratação da retratação. art. ALTERNATIVA "a": o reconhecimento de pessoas e coisas (CPP. Contudo. tem gente fazendo confusão nesse ponto!! O item começa correto.

logo que tiver conhecimento da prática da infração penal.ex. que goza de independência funcional e. . autorização para o início da ação. findo esse prazo. pode a vítima optar por não ingressar com a ação penal. . em verdade.condicionada– é quando o oferecimento da denúncia depende da prévia existência de alguma condição (representação da vítima ou de seu representante legal ou requisição do Ministro da Justiça). o crime será de ação penal pública incondicionada. possui prazo de 5 dias para oferecer denúncia. através da denúncia. mas este somente poderá oferecer a denúncia se estiver presente à representação ou a requisição que constituem. vigora o princípio da obrigatoriedade (havendo indícios suficientes. . ao receber o IP que apura crime de ação pública. em caso de morte do ofendido antes do início da ação. mas dentro do prazo de 60 dias. por seu cônjuge. . se o indiciado está preso. uma vez que não será possível a substituição no pólo ativo. a existência da representação ou requisição não vincula o MP. no silêncio da lei. conforme previsto na Lei nº 7. quando menor ou incapaz. para evitar que aspectos de sua intimidade sejam discutidos em juízo). . ascendente. Privada – é de iniciativa do ofendido ou. se está solto. o oferecimento da denúncia independe de qualquer condição específica.a morte do ofendido implica extinção da punibilidade dos autores do crime. não poderá haver substituição para a sua propositura ou prosseguimento .ALTERNATIVA "c": a prisão temporária cabe somente na fase de inquérito policial. surge para o MP o dever de propor a ação). em caso de falecimento antes ou depois do início da ação. se a morte ocorre após o início da ação penal.personalíssima – a ação só pode ser intentada pela vítima e. e de 15 dias.exclusiva – a iniciativa incumbe à vítima ou a seu representante legal.incondicionada– é a regra. a titularidade da ação continua a ser do MP. 6º) DA AÇÃO PENAL: Pública – é de iniciativa exclusiva do MP. poderá deixar de oferecer a denúncia. esta poderá ser intentada. através da queixa-crime (o legislador atento ao fato de que determinados ilícitos atingem a intimidade das vítimas. ALTERNATIVA "d": deverá a autoridade policial. sem que o MP se tenha manifestado.subsidiária da pública – o MP. a representação será irretratável depois de oferecida a denúncia. dentro do prazo decadencial de 6 meses. surge para o ofendido o direito de oferecer queixa subsidiária em substituição à denúncia não apresentada pelo titular da ação . descendente ou irmão. art. assim. poderá também haver a substituição. deixa a critério destas o início da ação penal). após liberados pelos peritos criminais (CPP. de seu representante legal. vigora o princípio da oportunidade ou conveniência (ainda que existam provas cabais de autoria e materialidade. apreender os objetos que tiverem relação com o fato. promovendo o arquivamento do IP.: “adultério” .960/89.

nos crimes em que a ação pública depender de representação. 4º).INCORRETA: o inquérito. ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo (CPP. o inquérito policial poderá ser instaurado mediante requisição da autoridade judiciária ou do Ministério Público. seja de ação penal pública ou privada. ALTERNATIVA "d" . § 4º) Ação Penal Privada Subsidiária da Pública e não Ação penal popular A legitimidade para a ação privada subsidiária da pública é do OFENDIDO.ALTERNATIVA CORRETA: Letra "A". .INCORRETA: a autoridade policial (delegado polícia) não poderá mandar arquivar autos de inquérito (CPP. Apenas a autoridade judiciária poderá mandar arquivar o inquérito policial. 5º. art.INCORRETA: nos crimes de açao pública. 28). art. seus representantes legais ou seus sucessores. a requerimento do MP (CPP. art. ALTERNATIVA "b" . ALTERNATIVA "e" . II). O objetivo do inquérito policial é justamente a apuração das infrações penais e da sua autoria (CPP. poderá ser instalado para apuração de qualquer infração penal. A falta de suspeita ou de informação sobre a autoria do delito apenas reforça a necessidade de investigações pela polícia judiciária. ALTERNATIVA "c" . art.INCORRETA: pois o CPP não restringe a instauração do inquérito policial à apuração de crimes de ação pública. não poderá sem ela ser iniciado (CPP. 17). O inquérito policial. art. 5º.

Na ação privada subsidiária da pública a legitimidade não é de qualquer pessoa do povo. CP). Denunciar ou requerer diligências). § 4º. mas sim como pública (condicionada ou incondicionada).poder de punir pertencente ao estado 2. CP e 29. ingressem com a ação penal privada subsidiária da pública. não adota uma das três medidas que pode tomar mediante um Inquérito Policial relatado ou quaisquer peças de informação (Propor o arquivamento.Público . Não se manifestando (ficando inerte) nesse prazo. contudo o MP poderá aditar a queixa.. CPP c/c art. repudiá-la e oferecer . fazendo valer o poder punitivo do Estado em face do cometimento de uma infração penal.. Para isso o Ministério Público tem um prazo que varia em regra de 5 dias para réu preso a 15 dias para réu solto. CF) e ordinária (artigos 100. a lei não prevê a ação como privada. Titular da Ação Penal. 100..br/doutrinas/processo_penal/processo38.Autônomo .. LIX. ou seja. diversamente das ações penais privadas exclusivas. fica inerte. será admitida ação privada subsidiária.O erro da questão é justamente o de confundir esta ação com a ação penal popular.Conexo à pretenção punitiva De acordo com o próprio Guilherme de Souza Nucci.htm A ação penal é um direito. CPP)" http://www.desvinculado do direito material 5. " São aqueles casos em que..jurisite.aplicável quando se viola a norma penal 3. seu representante legal ou seus sucessores (art.com. abre-se a possibilidade para que o ofendido.Abstrato .palicável a todos em qualquer situação 4. § 3º. 31.Subjetivo . ação penal é o direito de pleitear ao Poder Judiciário a aplicação da lei penal ao caso concreto. 5 dias se o agente estiver preso ou 15 dias se o agente estiver solto. mas apenas do ofendido. Ocorre que o Ministério Público. Gabarito: A Se o MP (Ministério Público) não oferecer denúncia no prazo estabelecido por lei. 1. Isso tem previsão constitucional (artigo 5º.

negar. Incluir jurado na lista geral ou desta o excluir. Conceder. conceder liberdade provisória ou realizar a prisão em flagrante . 10. 11. no caso de negligência do querelante (vítima). Indeferir o pedido de reconhecimento da prescrição ou de outra causa extintiva da punibilidade 4. Julgar quebrada a fiança ou perdido o seu valor. 2. 6. cassar ou julgar inidônea a fiança. 5. Não receber a denúncia ou queixa. Decidir o incidente de falsidade.denúncia substitutiva. 7. a todo tempo. 12. Artigo 29 do Código Processo Penal Hipóteses de cabimento de RESE --> decisão que: 1. Decidir sobre a unificação das penas 9. 8. por outro modo. retomará a ação como parte principal. interpor recurso e. Denegar a apelação ou a julgar deserta. Decretar a prescrição ou julgar. intervir em todos os termos do processo. Impuser medida de segurança por transgressão de outra. Concluir pela incompetência do juízo. 4. extinta a punibilidade. Pronunciar o réu. fornecer elementos de prova. salvo a de suspeição. indeferir requerimento de prisão preventiva ou revogá- la. arbitrar. 3. Julgar procedentes as exceções.

cabe RESE de: II. que condenem/absolvam mediante.que obstem apelação e prisão provisória prevista no CPP. Decisões de natureza processual: . Não cabe (RESE): . Assim: Dentre outras hipóteses: I. de forma que . nos procedimentos ordinário e sumário.facilitou a memorização de quase todos os casos de sua admissão. . Conceder ou negar a ordem de habeas corpus Tentei sistematizar alguns (não todos) critérios de cabimento desse meio recursal.de sentenças de mérito estrito. declaração de (in)existência de (1) fato típico-ilícito-culpável E/OU (2) autoria do crime.acerca da fiança. que é julgada no tribunal). II.pelo menos para mim .II.13.de decisões proferidas em sede de execução penal. . estritamente.mnemônico: Não cabe RExe de mérito estrito.que acolham exceções (exceto de suspeição. . . ou seja. Decisões de natureza material: .I. II.

ensejando a renovação de todos os atos processuais praticados. a) Ocorrerá nulidade no caso de comparecimento de quinze jurados para constituição do júri. b) Não será declarada a nulidade de ato processual que não houver influído na apuração da verdade substancial ou na decisão da causa. 564. nos processos das contravenções penais.sentenças que extingam o processo em razão do reconhecimento de causas preliminar ou prejudicial homogênea ao mérito. ERRADA Art.se. d e e.decisão que indeferir pedido de reconhecimento de causa extintiva de punibilidade. 568.se não forem argüidas. 564. ERRADA O omissão de formalidade que constitua elemento essencial do ato é causa de nulidade relativa e poderá ser sanada. ainda que tacitamente. Ill. considerar-se-ão sanadas: I . segunda parte. III . e IV.por falta das fórmulas ou dos termos seguintes: i) a presença pelo menos de 15 jurados para a constituição do júri. da portaria ou do auto de prisão em flagrante. ERRADA Ocorrerá a nulidade no caso de comparecimento de menos de quinze jurados Art. 564. II . 566. 572. Não será declarada a nulidade de ato processual que não houver influído na apuração da verdade substancial ou na decisão da causa. 564. Art. tiver aceito os seus efeitos. As nulidades previstas no art. g e h. em tempo oportuno.decisão que conceda ou denegue habeas corpus. de acordo com o disposto no artigo anterior. mediante ratificação dos atos processuais. A nulidade ocorrerá nos seguintes casos: III . As omissões da denúncia ou da queixa. poderão ser supridas a todo o tempo. o ato tiver atingido o seu fim.se a parte. CERTA Art. .por omissão de formalidade que constitua elemento essencial do ato Art. e) A omissão de formalidade que constitua elemento essencial do ato é causa de nulidade absoluta e não poderá ser sanada. A nulidade por ilegitimidade do representante da parte poderá ser a todo tempo sanada. 569. e IV. ERRADA Art. Ill. As nulidades previstas no art. A nulidade ocorrerá nos seguintes casos: IV . Art. d) A nulidade por ilegitimidade do representante da parte não poderá ser sanada. praticado por outra forma. da representação. g e h. segunda parte. c) As omissões da denúncia ou da queixa poderão ser supridas a todo o tempo. antes da sentença final. ou. 572. .. até cinco dias antes da audiência de instrução designada. d e e. considerar-se-ão sanadas: .

9º do CPP. Assim..se a parte.INCORRETA: a autoridade policial deverá assegurar no inquérito o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da sociedade (CPP.INCORRETA: o art. ALTERNATIVA CORRETA: Letra "C". ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo (inciso II). tiver aceito os seus efeitos. temos que A omissão de formalidade que constitua elemento essencial do ato é causa de nulidade relativa e pode ser sanada se a parte. ALTERNATIVA "b" . É necessária a forma escrita em sua elaboração. art. 20). tiver aceito os seus efeitos.. ALTERNATIVA "d" . art. Portanto.INCORRETA: conforme art. A autoridade policial (delegado polícia) não poderá mandar arquivar autos de inquérito (CPP. o inquérito policial poderá ser instaurado também por requisição do MP. ALTERNATIVA "a" .) III . Fonte: Orlins Pinto Guimarães Junior . art. 11). todas as peças do inquérito policial deverão ser reduzidas a escrito ou datilografadas. ainda que tacitamente. 5º do CPP prescreve que o inquérito policial poderá ser iniciado de ofício (inciso I) ou mediante requisição da autoridade judiciária ou do MP. ALTERNATIVA "e" .INCORRETA: os instrumentos do crime e demais objetos que interessarem á prova obrigatoriamente acompanharão os autos de inquérito (CPP. (. ainda que tacitamente. 17).

60 do CPP "Nos casos em que somente se procede mediante queixa. retomar a ação como parte principal. considerar-se-á perempta a ação penal: I . a ação penal será pública. "Seja qual for o crime." e) ERRADA "De acordo com Art. será de 5 (cinco) dias. De acordo com Art. cabendo ao Ministério Público aditar a queixa. estando o réu preso. no caso de negligência do querelante. art. interpor recurso e. O CPP prescreve que o inquérito policial somente acompanhará a denúncia ou queixa quando servir de base a uma ou outra (CPP. se esta não for intentada no prazo legal. a todo tempo. . No último caso. depois de oferecida a denúncia. intervir em todos os termos do processo. 25 do CPP. Será admitida ação privada nos crimes de ação pública. iniciada esta. poderá ingressar com a ação penal." c) ERRADA. quando praticado em detrimento do patrimônio ou interesse da União. repudiá-la e oferecer DENÚNCIA SUBSTITUTIVA. poderá ser aditada pelo Ministério Público." d) ERRADA. o querelante deixar de promover o andamento do processo durante 30 dias seguidos. contado da data em que o órgão do Ministério Público receber os autos do inquérito policial.Gabarito: CORRETA. "A queixa." b) ERRADA.quando. 45 do CPP. O prazo para oferecimento da denúncia. 12). Revisando o Prazo ART 46. O inquérito policial não é obrigatório ou indispensável para a propositura da ação penal. ou o MP. contar-se-á o prazo da data em que o órgão do Ministério Público receber novamente os autos. fornecer elementos de prova. se houver devolução do inquérito à autoridade policial . ainda quando a ação penal for privativa do ofendido. Se o titular da ação penal (o ofendido. "O perdão poderá ser aceito por procurador com poderes especiais. na ação penal pública) possuir outros meios de comprovar a materialidade e os indícios de autoria da infração praticada." CPP ART 29. e de 15 (quinze) dias. De acordo com Art. De acordo com Art. "A representação será irretratável. a quem caberá intervir em todos os termos subseqüentes do processo. se o réu estiver solto ou afiançado. De acordo com Art. na ação penal privada. Estado e Município. a) CORRETA. 55 do CPP. 24. dispensando- se o inquérito. § 2º do CPP.

diz pra ela que só vai aceitar começar uma relAÇÃO com a seguinte CONDIÇÃO: que ela faça uma Legitimidade de partes Interesse de agir Possibilidade jurídica do pedido ATENÇAO! NAO confundir! Requisitos formais da peça acusatoria (denuncia. queixa crime) (art.classificaçao juridica do crime .II . saradão.de ofício CONDICIONADA . Art. I .mediante requisição da 1) autoridade judiciária ou do 2) Ministério Público.exposiçao do fato.interesse de agir . 5o Nos crimes de ação pública o INQUÉRITO POLICIAL será INICIADO: INCONDICONADA .de ofício CONDICIONADA . ou a requerimento do 3) ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo. ou a requerimento do 3) ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo. 5o Nos crimes de ação pública o INQUÉRITO POLICIAL será INICIADO: INCONDICONADA . mas você.Art. Ela se apaixona loucamente.qualificaçao do acusado para ser identificado .legitimaçao para agir .mediante requisição da 1) autoridade judiciária ou do 2) Ministério Público.41): .II .I .testemunhas (se necessario) Condiçoes para açao penal existir .possibilidade juridica do pedido . todas circunstancias . "Imagine que você esta procurando alguém pra namorar e conhece uma garota.

art. . a pedido. ATENÇÃO! Esses prazos poderão ser duplicados: Parágrafo único. se o indiciado estiver preso. contado o prazo. "O inquérito deverá terminar no prazo de 10 dias. 66. e de 90 (noventa) dias. quando se tratar de casos de alta complexidade ou houver pluralidade de indiciados REGRA GERAL: Art. CRIME CONTRA A ECONOMIA POPULAR . O prazo para conclusão do inquérito policial será de 15 (quinze dias). Título II.O inquérito policial.010/66 Art.521/51 Art. se o indiciado tiver sido preso em flagrante. em caso de necessidade. a partir do dia em que se executar a ordem de prisão. TRÁFICO DE DROGAS . Livro II. 66 da Lei nº 5. mediante fiança ou sem ela. 51 da Lei nº 11. o processo das contravenções e dos crimes contra a economia popular. podendo ser prorrogado por mais quinze dias. quando o indiciado estiver preso. nos termos do Capítulo V. 10. não submetidos ao julgamento pelo júri. da autoridade policial e deferido pelo Juiz a que competir o conhecimento do processo. O inquérito policial será concluído no prazo de 30 (trinta) dias. 51. do Código de Processo Penal. se o réu estiver preso. ouvido o Ministério Público. uma vez instaurado. se responder solto.343/06 Art. senão vejamos: JUSTIÇA FEDERAL . quando solto. ou de trinta dias. quando estiver solto. Terá forma sumária. mediante pedido justificado da autoridade de polícia judiciária.Lei nº 1.art. devidamente fundamentado. nesta hipótese. deve ser concluído no prazo de dez dias. 10." No entanto temos outros prazos. CPP. podendo esse prazo ser prorrogado. ou no prazo de 30 dias. Os prazos a que se refere este artigo podem ser duplicados pelo juiz. pela AUTORIDADE JUDICIAL (JUIZ). ou estiver preso preventivamente.

todavia. 2.o prazo pode ser duplicado. 49. § 1º.Deve a renúncia ocorrer antes do início da ação penal. 25. Por meio dela. Exceção: Lei Maria da Penha.A renúncia é ato unilateral. O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos. A renúncia ao exercício do direito de queixa. O PRAZO DO INQUÉRITO POLICIAL PODERÁ SER PRORROGADO. A renúncia consiste na manifestação de vontade do ofendido. do CP. a vítima desiste do direito de promover a ação penal privada. B) Tráfico de drogas . A representação será irretratável. Art. É dispensavél também. o indiciamento e o relatório. que tem por conteúdo a abdicação de seu direito de ação. SALVO: A) Justiça Federal . SE O INDICIADO OU SUSPEITO ESTIVER SOLTO. V. pois seus efeitos operam independentemente de qualquer manifestação de vontade do autor da infração. Art.pode ser prorrogado por igual prazo. a renúncia ao direito de queixa extingue a punibilidade. COMO REGRA. Os atos policiais (inquérito ou processo iniciado por portaria) deverão terminar no prazo de 10 (dez) dias. . ( Unilateral) Art. 107. 51.: 1. C) Prisão temporária em crime hediondo . 39 § 5 º O inquérito policial é dispensavél para a propositura da ação penal. a todos se estenderá. depois de oferecida a denúncia. em relação a um dos autores do crime. nos casos de ação privada.30 dias prorrogáveis por mais 30 ART . sem que produza. mas apenas uma irregularidade por parte da autoridade policial. efeito em relação ao que o recusar. CASO O INDICIADO ESTEJA PRESO. ( Bilateral Nos termos do art. NÃO PODERÁ SER PRORROGADO O PRAZO. não gerando nulidade. (estando preso ou solto) OBS.

e não de mera solicitação. nos crimes cometidos contra a honra do Presidente da República ou Chefe de Governo estrangeiro. do CPP.. Nas hipóteses em que o ofendido morre ou é declarado ausente. o inquérito policial é instaurado a partir do auto de prisão em flagrante. o requerimento conterá sempre que possível a narração do fato. d) Requisição do Ministério Público – Trata-se de ordem emitida pelo titular da ação penal. nos termos do § 1. ou ainda em crime cometido por estrangeiro contra brasileiro fora do Brasil.Art. se o ofendido não representou. não é possível a requisição do Ministério Público. salvo quando tais esclarecimentos dependerem de diligências que devem ser previamente requeridas no juízo criminal. .°. g) Auto de prisão em flagrante – Consoante o art. b) Requerimento da vítima – O ofendido solicita a instauração do inquérito policial. f) Requisição do Ministro da Justiça – Nas hipóteses em que a lei condiciona a propositura da ação penal à requisição do Ministro da Justiça. narrando o fato delitivo.°. ou os motivos de impossibilidade de o fazer. e) Requisição do Juiz – Este poderá ordenar a instauração do inquérito policial nas hipóteses de ação penal pública incondicionada e de ação penal pública condicionada em que o ofendido procedeu à representação. CONTINUA.°. 5. 5.°. Caso seja indeferido.° do art. ascendente. ou doente mental.° do art. com indicação de sua profissão e residência. do art. No crime de ação penal pública condicionada. como. não haverá possibilidade de outro recurso administrativo Formas de instauração do inquérito policial a) De ofício (ex officio) – Trata-se da instauração de ofício pela autoridade policial. por exemplo. Somente se admite nas hipóteses de ação penal pública incondicionada e de ação penal pública condicionada em que o ofendido procedeu à representação. Caso seja menor de 18 anos. devendo constar do instrumento do mandato o nome do querelante e a menção do fato criminoso. nos crimes em que a ação pública depender de representação. NOTE! De acordo com o disposto no § 2.°. 44. e a nomeação das testemunhas. não é possível a requisição do juiz. CONTINUAÇÃO. A queixa poderá ser dada por procurador com poderes especiais. descendente ou irmão. do CPP. Somente é cabível nas hipóteses de ação penal pública incondicionada... a individualização do indiciado ou seus sinais característicos e as razões de convicção ou de presunção de ser ele o autor da infração. com todas as circunstâncias. do CPP. No crime de ação penal pública condicionada. o direito de representação se transmite ao cônjuge. do CPP.CPP . do art. deve ser realizado pelo seu representante.°. do CPP: "O inquérito. 24. 5. não poderá sem ela ser iniciado". Nos termos do §1.. c) Representação da vítima – O ofendido deverá autorizar a instauração do inquérito policial nos delitos de ação penal pública condicionada à representação. mediante portaria. do indeferimento do requerimento do ofendido ou de quem legalmente orepresente cabe recurso para o chefe de polícia.8. nos termos do § 4. se o ofendido não representou.

ERRADO: a autoridade policial instaura o inquérito através de portaria e o encerra através de relatório (CPP. A noticia criminis de crime constitui mera comunicação á autoridade policial (delegado polícia) de cometimento de infração penal e não supre a necessidade de representação da vítima.5 dias.15 dias. § 1º). do CPP estabelece que o inquérito.ERRADO: todas as peças do inquérito policial deverão ser. ou não. OBS: não acho correto o termo "réu" já que ainda´não há processo. não poderá sem ela ser iniciado. art. art.ALTERNATIVA CORRETA: Letra "C". A notícia do crime pode ser feita por qualquer pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal em que caiba ação pública (CPP. que serão realizadas. 14). a autoridade policial (delegado polícia) deverá aguardar a representação da vítima para instaurar o inquérito policial. reduzidas a escrito ou datilografadas (CPP. num só processado. nos crimes em qua a ação pública depender de representação. 10. 5º. se o réu estiver preso . Item I . art. mas é o que está na lei . Como o art. se o réu estiver solto. a juízo da autoridade policial (CPP. Prazo para oferecimento da denúncia: . caso não tenha sido colhida a representação quando da lavratura do boletim de ocorrência. § 4º. Item III . § 3º). art 9º).CERTO: tanto o ofendido (ou seu representante legal) como o indiciado poderão requerer diligências. 5º. Item II .

se esta não for intentada no prazo legal. quando o réu estiver solto prazo este processual. Art.10. mediante fiança ou sem ela. já que envolve a liberdade ambulatorial do indivíduo. a autoridade policial somente poderá proceder a inquérito a requerimento de quem tenha qualidade para intentá- la.quando o réu estiver preso (em flagrante delito ou preventivamente). se o indiciado tiver sido preso em flagrante. Vamos comentários: O art. ou no prazo de 30 dias. O inquérito deverá terminar no prazo de 10 dias. d) Art. PRAZO PARA O OFERECIMENTO DA DENÚNCIA: . ou no prazo de 30 dias. mediante fiança ou sem ela. contado o prazo. a todo tempo. interpor recurso e. A autoridade policial não poderá mandar arquivar autos de inquérito. cabendo ao Ministério Público aditar a queixa. contado o prazo. O Ministério Público não poderá requerer a devolução do inquérito à autoridade policial. se o indiciado tiver sido preso em flagrante. nesta hipótese. retomar a ação como parte principal. a partir do dia em que se executar a ordem de prisão. intervir em todos os termos do processo. só do inquérito de per si. senão para novas diligências. fornecer elementos de prova.Art. O inquérito deverá terminar no prazo de 10 dias.RÉU SOLTO OU AFIANÇADO a) Art. O prazo não vai depender. nesta situação o prazo e de direito material.CONTADOS DA DATA EM QUE O MP RECEBER OS AUTOS DO INQUÉRITO POLICIAL 5 DIAS . b)§ 4o O inquérito. e)§ 5o Nos crimes de ação privada. 10. do CPP. imprescindíveis ao oferecimento da denúncia. elenca dois prazos diferenciados um de 10 dias . mas também da situação pela qual se encontra o indiciado REGRA: Discricionariedade quanto as diligências requeridas pelo ofendido Exceção: Delito não transeunte --> Obrigatório o corpo de delito . 10. repudiá-la e oferecer denúncia substitutiva. quando estiver solto. c) Correta! Art. caput. não poderá sem ela ser iniciado. RÉU PRESO 15 DIAS . E de 30 dias. nesta hipótese. quando estiver solto. a partir do dia em que se executar a ordem de prisão. ou estiver preso preventivamente. no caso de negligência do querelante. Será admitida ação privada nos crimes de ação pública. 16. 17. 29. ou estiver preso preventivamente. nos crimes em que a ação pública depender de representação.

. no caso de considerar improcedentes as razões invocadas. 28. fará remessa do inquérito ou peças de informação ao procurador-geral. ao qual só então estará o juiz obrigado a atender. requerer o arquivamento do inquérito policial ou de quaisquer peças de informação.Exceção (via de regra) --> Se a diligência for requisitada pelo Juiz/MP ---> Obrigatório o Delegado fazer. ao invés de apresentar a denúncia. designará outro órgão do Ministério Público para oferecê-la. . Art. ou insistirá no pedido de arquivamento. ado. . o juiz. Se o órgão do Ministério Público. e este oferecerá a denúncia.