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N-317 REV.

D 07 / 2010

CONTEC
Comissão de Normalização
Técnica Painel de Média Tensão - Centro de
Distribuição de Carga
SC-06
Eletricidade
2a Emenda

Esta é a 2a Emenda da PETROBRAS N-317 REV. D, que incorpora a 1a emenda, e se destina a
modificar o seu texto nas partes indicadas a seguir:

NOTA 1 As novas páginas com as alterações efetuadas estão colocadas nas posições
correspondentes.
NOTA 2 As páginas emendadas, com a indicação da data da emenda, estão colocadas no final da
norma, em ordem cronológica, e não devem ser utilizadas.

- Capítulo 2:
a
Exclusão da IEC 62271-200. (1 Emenda)

Exclusão da PETROBRAS N-1530. (2a Emenda)

Inclusão da PETROBRAS N-381. (2a Emenda)

- Itens 3.2, 3.3 e 3.4: (2a Emenda)

Alteração no texto.

- Inclusão dos itens 3.6, 3.7 e 3.8: (2a Emenda)

- Itens 4.1, 4.21, 4.8, 4.12, 4,17, 4.21: (2a Emenda)

Alteração no texto.

- Item 4.24: (1a Emenda e 2a Emenda)

Alteração no texto.

- Itens 4.26, 4.28, 4.29, 4.35, 4.41: (2a Emenda)

Alteração no texto.

- Capítulo 5: (2a Emenda)

Alteração no texto.

- Itens 5.1.4, 5.2.1, 5.4.2, 5.4.3: (2a Emenda)

Alteração no texto.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 2 páginas

N-317 REV. D 07 / 2010

2a Emenda

- Capítulo 6: (2a Emenda)

Alteração no texto.

- Item 8.4, alíneas h) e j): (2a Emenda)

Alteração no texto.

- Item 8.6, alínea b): (2a Emenda)

Alteração no texto.

- Anexo A: (2a Emenda)

Inclusão do Anexo.

_____________

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N-317 REV. D JUN / 2006

PAINEL DE MÉDIA TENSÃO - CENTRO DE
DISTRIBUIÇÃO DE CARGA

Especificação
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do
texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o
responsável pela adoção e aplicação dos seus itens.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que
deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
CONTEC eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve
Comissão de Normalização ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo
Técnica Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições
previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da
PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter
não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 06 CONTEC - Subcomissão Autora.

Eletricidade
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o
item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica.
As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO
S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução
para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa
autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação
pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades
cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de
Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade
industrial.”

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs
(formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e
as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a
revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para
ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em
conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas
Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 15 páginas, Índice de Revisões e GT

N-317 REV. D JUN / 2006

1 OBJETIVO

1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para aquisição de painel de média tensão, com
tensões nominais entre 1 kV e 52 kV, para distribuição de energia e controle de carga
elétrica em instalações da PETROBRAS.

1.2 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição.

1.3 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para a presente Norma.

PETROBRAS N-381 - Execução de Desenhos e Outros Documentos
Técnicos em Geral;
PETROBRAS N-898 - Símbolos Gráficos e Designações para Esquemas
Elétricos;
PETROBRAS N-1219 - Cores;
PETROBRAS N-1374 - Pintura de Plataforma Marítima de Exploração e de
Produção;
PETROBRAS N-1735 - Pintura de Máquinas, Equipamentos Elétricos e
Instrumentos;
PETROBRAS N-2779 - Relés Digitais de Proteção;
ABNT NBR IEC 62271-200 - Conjunto de Manobra e Controle de Alta Tensão em
Invólucro Metálico para Tensões Acima de 1 kV até
e Inclusive 52 kV;
IEC 60417-1 - Graphical Symbols for Use on Equipment -
Part 1: Overview and Application;
IEC 60470 - High-Voltage Alternating Current Contactors and
Contactor-Based Motor-Starters;
IEC 61000-5-2 - Electromagnetic Compatibility (EMC) - Part 5:
Installation and Mitigation Guidelines - Section 2:
Earthing and Cabling;
IEC 62271-105 - High-Voltage Switchgear and Controlgear - Part 105:
Alternating Current Switch-Fuse Combustions;
IEC TR 62063 - High-Voltage Switchgear and Controlgear - The Use
of Electronic and Associated Technologies in
Auxiliary Equipment of Switchgear and Controlgear;
ASTM F 1166 - Standard Practice for Human Engineering Design for
Marine Systems, Equipment and Facilities.

3 CONDIÇÕES GERAIS

3.1 Qualquer item não coberto suficientemente por normalização da ABNT deve atender às
normas internacionais IEC e ISO. A impossibilidade de atendimento de qualquer item deve
ser submetida a aprovação da PETROBRAS durante a fase de apresentação de propostas.

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N-317 REV. D JUN / 2006

3.2 As características específicas do painel de média tensão são as indicadas na Folha de
Dados padronizada do ANEXO A, a qual juntamente com esta Norma faz parte integrante da
Requisição de Material (RM).

3.3 Os itens em branco da Folha de Dados do ANEXO A devem ser preenchidos pelo
fornecedor que deve devolver à PETROBRAS, devidamente autenticada. O fornecedor é
responsável por todas as informações contidas na referida Folha de Dados do ANEXO A.

3.4 Quando houver divergências entre a Folha de Dados do ANEXO A e esta Norma,
prevalecem as informações contidas na primeira.

3.5 Qualquer alternativa apresentada pelo proponente deve ser explicitamente indicada em
sua proposta, em item próprio intitulado “DESVIOS”.

3.6 Cada uma das folhas que compõem a Folha de Dados do ANEXO A pode ser omitida
ou reproduzida mais de uma vez para compor o documento final, de acordo com as
necessidades do usuário. Caso necessário, usar folha adicional conforme modelo aplicável
do Anexo A da norma PETROBRAS N-381.

3.7 Devem ser preenchidos somente os itens aplicáveis a cada caso específico, ficando os
demais itens em branco.

3.8 O cabeçalho e o rodapé devem ser preenchidos de acordo com a norma PETROBRAS
N-381.

4 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS

4.1 O painel e seus componentes devem ser projetados e fabricados de acordo com as
recomendações contidas nas normas indicadas no Capítulo 2 desta Norma e na Folha de
Dados do ANEXO A. Deve possuir disponibilidade de intertravamento elétrico e interligação
de fiação entre suas unidades constituintes e previsão de intertravamento entre dispositivos
instalados remotamente.

4.2 O painel deve ser auto-suportável, construído em chapas de aço, os perfis estruturais
com bitola mínima de 2,6 mm, com possibilidade de ampliação em uma das extremidades.

4.2.1 O painel deve ser composto por seções verticais padronizadas e independentes, onde
são alojados os equipamentos. Todos os disjuntores e contatores de força devem ser em
construção do tipo extraível com rodas. A menos que indicado em contrário na Folha de
Dados do ANEXO A, o acesso traseiro deve ser através de porta com dobradiça. Cada
seção vertical deve ser subdividida, pelo menos, nos seguintes compartimentos segregados:

a) barramento;
b) equipamentos de manobra;
c) transformadores para instrumentos e terminais dos cabos de força;

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4. 4. controle e demais auxiliares em baixa tensão. As portas devem possuir continuidade elétrica com a estrutura do painel através de cordoalha flexível de cobre. energizadas.T.. e B.T. sinalização.3 Cada seção vertical deve possuir na sua parte frontal porta com dobradiça.2. N-317 REV. com o quadro em funcionamento.T. excitação (somente para seções de saída com contatores). D JUN / 2006 d) componentes de proteção. medição.2 Para facilidade de operação e manutenção do painel. 3-A . deve usar blindagem protetora. sem que haja riscos de o operador acessar partes de A.T. ligada à terra. de maneira a permitir o acesso às partes de B. a separação das partes da A.

8 O painel deve ser resistente à corrosão causada por umidade e atmosfera característica ao ambiente onde instalado. em alimentadores de motores. Cada régua de blocos terminais deve possuir terminais reservas para aplicação futura (20 % dos terminais existentes). 4. No estado “ligado” a porta do painel deve ficar impossibilitada de ser aberta. N-317 REV. controle e sinalização e do tipo “olhal” com bornes seccionáveis e alvéolos de prova para circuitos de correntes.5 mm2. A bitola mínima para circuitos secundários de transformadores de corrente deve ser 2. através de chave de aterramento. possibilitando o fechamento quando o dispositivo de manobra estiver na posição extraído e impedindo o fechamento quando o dispositivo de manobra estiver na posição inserido. Todos os contatores devem permitir a colocação de cadeado. D JUN / 2006 4.2 A extração do contator até a posição de teste e sua inserção somente podem ser executadas com o compartimento de carga devidamente desenergizado via dispositivo de seccionamento e aterramento.3. 4. As portas frontais do compartimento de força devem possuir intertravamento mecânico. conforme indicado na Folha de Dados do ANEXO A. No estado “ligado” a porta do painel deve ficar impossibilitada de ser aberta. bancos de capacitores e CCMs. 4. Essa chave deve ser intertravada mecanicamente com a posição do dispositivo de manobra.4 Toda porta provida de dobradiça deve ter dispositivo de travamento quando na posição aberta.9 Os condutores devem ser de cobre. evitando o fechamento do disjuntor secundário quando o primário estiver aterrado. 4. através de manivela.6 Deve ser previsto aterramento. travando-os no estado “desligado”. Para todos os circuitos de baixa tensão ligados ao painel devem ser previstos conectores adequados do tipo “não soldado”.5 Para painéis instalados em unidades marítimas flutuantes as portas frontais e traseiras devem ser providas de corrimãos de material isolante em toda a extensão do painel. Para alimentadores de transformadores deve ser prevista chave de aterramento quando houver intertravamento entre os disjuntores primário e secundário. 4. 4. temperatura de regime igual ou superior a 70 °C e bitola mínima 1.1 A extração do disjuntor até a posição de teste e sua inserção somente podem ser executadas com a porta fechada. 4 . travando os contatores no estado “desligado”. comando. 4. Os terminais devem ser do tipo “pino” para os circuitos de alimentação auxiliar.3. encordoados. A conexão deve ser feita de modo a não oferecer risco de dano aos condutores encordoados.7 Os atuadores elétricos do disjuntor ou contator devem ser acionados pelo lado de fora do painel e sem necessidade de abrir a porta do compartimento. de tal forma que só possam ser abertas quando o dispositivo de manobra estiver desligado e aterrado ou extraído e com o obturador fechado.5 mm2. Os cabos de controle de cada seção devem ser grupados em uma régua de blocos terminais e devidamente identificados. A abertura da porta deve ser possível somente nesta condição. O tratamento anticorrosivo deve estar conforme as prescrições da norma aplicável (normas PETROBRAS N-1374 ou N-1735) e a cor final de acabamento de acordo com o código 0065 (cinza claro) da norma PETROBRAS N-1219. Todos os disjuntores devem permitir a colocação de cadeado.

adequados para cabos de cobre nu.13 Os disjuntores de entrada e interligação devem ser localizados nas seções centrais do painel. conforme especificado na Folha de Dados do ANEXO A. 4. o compartimento de baixa tensão deve conter uma régua de blocos terminais ou uma barra de referencia eletrônica. bitola 70 mm2. c) sinais provenientes de transformadores para instrumentos.14 Todas as partes metálicas que compõem o painel. 4. devem ser ligadas ao barramento de terra do painel.11 Os cabos elétricos devem seguir por canaletas. porém no interior das canaletas não deve haver quaisquer rebarbas. 4. b) sinais analógicos de 4 mA a 20 mA. b) alimentação por meio de duto de barras: o painel deve possuir flange adequado à conexão dos dutos e conectores flexíveis para ligação das barras. 4. conforme definido na Folha de Dados do ANEXO A. 5 . 4. 4. encordoados. correndo por toda a sua extensão e fornecido com conectores do tipo “não soldado”.16 O aterramento e a equipotencialização dos terminais de referência eletrônica dos instrumentos e dispositivos eletrônicos inteligentes devem atender aos requisitos da norma IEC 61000-5-2.17 Os instrumentos e dispositivos eletrônicos inteligentes instalados nos compartimentos de baixa tensão de cada seção do painel devem ser interligados em rede de comunicação de dados serial através de sua porta RS 485 e cabo de rede EIA RS 485 ou em rede de comunicação de dados “Ethernet” utilizando cabo de fibra óptica (de cristal ou vidro multimodo com conectores padrão “ST”). D JUN / 2006 4.15 Quando forem previstos instrumentos e dispositivos eletrônicos inteligentes. isolada da estrutura. N-317 REV. sinais de RTD e mV. em cada uma das suas extremidades.10 Os cabos elétricos de cada compartimento de baixa tensão de uma seção do painel devem ter roteamento interno e réguas de blocos terminais segregados. Este barramento deve ficar na parte inferior interna do painel. de tampas removíveis para facilitar o acesso. salvo indicação em contrário. conforme requisitos de instalação da norma IEC 61000-5-2. obstáculos ou mesmo dispositivos de fixação que venham a causar risco à integridade do isolamento. sinais de transmissão de dados. de modo a possibilitar ampliação futura em ambos os lados. 4. não previstas para condução de corrente. Adicionalmente os cabos devem ter roteamento e réguas de blocos terminais segregados nos seguintes grupos: a) sinais de alimentação e controle em 125 Vcc e/ou 24 Vcc.12 Quanto à alimentação do painel. devem ser atendidos os seguintes requisitos: a) alimentação por meio de cabos deve ser efetuada pela parte inferior do painel.

4. com a capacidade de condução de corrente em regime permanente conforme especificado na Folha de Dados do ANEXO A. Todos os barramentos devem ser trifásicos. horizontal. conforme valores indicados na Folha de Dados do ANEXO A. de cobre eletrolítico. Esses resistores devem ser controlados automaticamente por meio de termostatos com faixa de graduação máxima em 60 °C. 4. isolados. conforme o item de classificação de arco interno especificado na norma ABNT NBR IEC 62271-200.21 O painel deve possuir um barramento principal. exceto nos pontos de ligação com as unidades adjacentes ou nos pontos de conexão com os dispositivos desligadores. empregando-se preferencialmente uma cor para cada fase. em 120 V ou 220 Vca com fonte de alimentação externa. 4. quando estes forem estanques). 4.24 A menos que indicado em contrário na Folha de Dados do ANEXO A. e as demais faces devem ter classificação para arco interno IAC ALR (faces lateral e traseira com categoria de acessibilidade restrita a pessoas autorizadas). Cada fase do barramento deve possuir uma identificação permanente. No circuito de cada resistor deve haver um disjuntor em caixa moldada com elementos termomagnéticos destinado à interrupção do circuito. 4. 4. 6 . No circuito de cada resistor deve haver um disjuntor com elementos termomagnéticos destinado à interrupção do circuito. O painel deve ser provido de tomada externa para energização dos circuitos de aquecimento durante o período de armazenamento. dimensionados de modo a suportar os esforços resultantes da corrente de curto-circuito. sendo aceitável LSC2B. As juntas devem ser recobertas por placas de isolamento fixadas às barras a fim de garantir um isolamento igual ao restante das barras. N-317 REV. Todos os compartimentos devem possuir barramentos completos.18 O painel deve possuir resistores de aquecimento (um para cada seção vertical ou compartimento. o painel deve ter classificação para arco interno mínima IAC BF (face frontal com categoria de acessibilidade a público geral). Os compartimentos com contatores devem ter classificação LSC2A. Os resistores devem ser controlados por um contato normalmente fechado do disjuntor ou contator. devendo estar de acordo com a norma IEC 62271-200.19 A tensão auxiliar de 120 V ou 220 Vca deve suprir os resistores de aquecimento dos motores. mesmo aqueles que forem deixados vazios. utilizado na manutenção desses instrumentos e dispositivos eletrônicos inteligentes.23 Os compartimentos com disjuntores devem ter classificação de categoria de perda de continuidade de serviço LSC2B-PM.20 Os compartimentos de baixa tensão de cada seção do painel com instrumentos e dispositivos eletrônicos inteligentes deve ter 1 tomada de serviço 2 P+T de 120 Vca para alimentação de fonte de suprimento elétrico de microcomputador tipo “Notebook” ou “Handheld”. D JUN / 2006 4.22 O isolamento deve envolver completamente cada barra. Todas as junções das barras devem ser revestidas de prata e colocadas de tal forma que garantam um perfeito alinhamento e contato de alta pressão.

4.80 m do piso.25 Quando não houver restrição por normas aplicáveis ao nível de tensão correspondente. suportes e peças de junção devem ser de material não higroscópico. isto é: a) sinalizadores dos disjuntores devem ficar no circuito de comando dos disjuntores. 4. o painel deve ser dotado com dispositivo de monitoração de arcos elétricos com esquema de atuação de forma a desenergizar o painel.27 O limite de elevação de temperatura para diferentes partes. deve possuir sinalizadores locais com diodos emissores de luz. 4.31 Os instrumentos de indicação e proteção que precisam ser lidos ou acessados pelo operador devem ficar.60 m acima do piso. a menos que indicado em contrário na Folha de Dados do ANEXO A. 4.26 Se indicado na Folha de Dados do ANEXO A.28 Os isolamentos das barras. no máximo. 4. dos relés de proteção e dos sinalizadores instalados nos compartimentos do painel elétrico devem ter intensidade de brilho conforme as recomendações para a iluminação de mostradores da norma ASTM F 1166 e suficiente contraste para assegurar que a informação requerida seja percebida pelo operador sob todas as condições esperadas de iluminação do ambiente. todos os compartimentos devem ser adequados para permitir inspeção por termografia de suas partes sob tensão. a 1. D JUN / 2006 4.8 m e 1. de acordo com a interpretação de teste de tipo de elevação de temperatura da norma IEC 62271-200. Os materiais devem ser selecionados para atender esse limite de elevação de temperatura. pode ser prevista a utilização de “visores especiais” que permitam a inspeção termográfica sem a parada prévia do equipamento ou a monitoração térmica embutida e continua com tecnologia de sensoriamento óptico-eletrônica de forma a não haver circuitos elétricos de baixa tensão nos compartimentos de média tensão. 7 . indicativos de energia disponível para circuito de abertura dos disjuntores. materiais e dielétricos do painel deve ser 50 K para uma temperatura ambiente não excedendo 40 ºC. Nos compartimentos dos disjuntores devem haver sinalizadores brancos. 4.30 Os sinalizadores devem ficar ligados ao circuito de controle do equipamento ao qual elas pertencem. Os atuadores para dispositivos de manobra de emergência devem ser acessíveis dentro de uma zona entre 0. b) sinalizadores das unidades de partida dos motores devem ficar no circuito de comando dos contatores.32 Os mostradores dos instrumentos de multimedição. 4.29 Cada compartimento. cor vermelha para equipamento ligado e cor verde para equipamento desligado assim como chaves e relés auxiliares para monitoração remota e controle supervisório. não inflamável e resistente à degradação devido a agentes poluidores descritos na Folha de Dados do ANEXO A. N-317 REV.

4. c) devem ser previstos circuitos de alimentação de corrente contínua exclusivos para cada disjuntor de alimentação de CCM. a menos que indicado em contrário na Folha de Dados do ANEXO A.34 Todos os equipamentos e dispositivos devem ser identificados internamente através de etiquetas ou plaquetas com denominação idêntica a denominação utilizada no diagrama funcional. 4. d) para os demais disjuntores das saídas de painéis de força que possuam disjuntor de interligação. externamente. na segunda linha (e terceira se necessário) deve ser colocada a função do equipamento. plaquetas de identificação de plástico preto e gravação em letras brancas. de acordo com critérios estabelecidos no projeto básico. 4. Nota: A menos que indicado em contrário nos esquemas funcionais. O fabricante deve instalar uma régua de blocos terminais a partir da qual deve executar a distribuição dentro do painel. Deve ser previsto alarme remoto e sinalização local. deve ser previsto um dispositivo de proteção seletiva para curto circuito. 4.35 Todo o sistema de controle e proteção dos disjuntores principais. deve ser em 125 V corrente contínua. N-317 REV. f) devem ser previstos circuitos exclusivos para alimentação dos relés de proteção de cada uma das barras A e B de cada painel.devem ser adotados. D JUN / 2006 4.36 Os painéis devem possuir supervisão das bobinas dos relés de bloqueio e das bobinas de abertura dos disjuntores. Na primeira linha deve ser colocado o número do equipamento. Os contatos para alarme remoto mencionados podem ser resumidos de outras formas. no mínimo.37 A menos que indicado em contrário pela PETROBRAS os diagramas de proteção devem ser implementados considerando seletividade lógica entre os relés de proteção associados às saídas e os relés de proteção associados a entrada e interligação. enviando alarmes para o sistema supervisório. Devem ser previstos 2 resumos de alarmes para os disjuntores de saída de uma mesma barra. através de lâmpadas brancas. b) devem ser previstos circuitos de alimentação de corrente contínua exclusivos para cada um dos disjuntores de entrada e de interligação de cada painel de força. para alimentação das cargas de corrente contínua dos painéis de média tensão .33 Todas as seções devem possuir. Nas seções reservas e vazias (instalação futura) as plaquetas devem ser fornecidas sem gravação. nas faces frontal e traseira. não devem ser misturadas em um mesmo circuito cargas da barra A com cargas da barra B do painel de força. 8 .8 kV. Esses dados são indicados no diagrama unifilar. à partir do painel de corrente contínua: a) devem ser previstos circuitos de alimentação de corrente contínua exclusivos para cada disjuntor de 13. Os contatos para alarme remoto devem ser individuais para os disjuntores de entrada e de interligação. e) devem ser previstos circuitos exclusivos para alimentação dos relés de proteção de cada entrada de painel e de cada interligação de barras. os seguintes critérios de segregação. Para cada circuito de proteção e/ou controle.centro de distribuição de carga . O suprimento de corrente contínua deve ser feito através dos circuitos indicados nos esquemas unifilar e funcional. sendo um para os disjuntores que alimentam transformadores e CCMs e outro para disjuntores que alimentam motores.

para facilidade de manutenção. g) número da Autorização de Fornecimento de Material (AFM). c) nome do empreendimento.). no mínimo.7.1. d) número do painel. avisos e alertas de perigos conforme requisitos para placas de identificação da norma ASTM F 1166 e símbolos da norma IEC 60417-1. além de suas placas de identificação principal e suplementar.43 Junto com o equipamento devem ser fornecidos um carrinho utilitário e ferramentas adequadas para retirada dos disjuntores e/ou contatores. os seguintes dados: a) PETRÓLEO BRASILEIRO S. 4. terminais e barramentos. 4.42 Deve ser previsto dispositivo para fixação e suporte dos cabos de entrada e saída. deve haver dispositivos de fixação para cabos singelos. bem como olhais para suspensão e movimentação. f) número do Pedido de Compra de Material (PCM).40 O painel elétrico. cuidados. .1 Os disjuntores de entrada e de interligação devem ser idênticos entre si e intercambiáveis. intercambiáveis. o número do contrato. de forma a evitar a circulação de correntes induzidas.38 O painel deve possuir furação para colocação de dispositivos destinados à fixação do painel à base. de material não magnético. quando solicitados na Folha de Dados do ANEXO A e a menos que indicado em contrário.39 O painel deve ser dotado de placa de identificação suplementar de material resistente à corrosão (alumínio. 5 DESCRIÇÃO DAS PARTES COMPONENTES Os equipamentos a seguir relacionados. deve ter seus compartimentos sinalizados com plaquetas textuais e gráficas de instruções. h) em alternativa às alíneas f) e g). b) nome do órgão da PETROBRAS. Os dispositivos devem ser fornecidos pelo fabricante do painel. 5. sendo aceitável que a corrente nominal dos disjuntores de saída seja inferior a corrente nominal dos disjuntores de entrada. “Lump Sum”.41 Quando indicada na Folha de Dados do ANEXO A. 9 .PETROBRAS.2 O mecanismo de abertura deve ser do tipo “abertura livre” e o de fechamento deve possuir dispositivo do tipo antibombeante (“anti-pumping”). aço inoxidável ou acrílico) contendo. 4.A. N-317 REV. Os disjuntores de saída devem ser idênticos entre si. 4. devem ser fornecidos de acordo com as especificações descritas nos itens 5.1 Disjuntores de Alta Tensão 5. nos casos de aquisição embutida em contrato do tipo preço global (“Turn Key”. 4. 5. e) número da RM. de forma a evitar esforços sobre os isoladores. saída de cabos pela parte superior e que não estejam contidos em eletrodutos.1 a 5. etc. D JUN / 2006 4.1.

de modo que a remoção dos fusíveis possa ser efetuada sem tensão em seus terminais.1. os terminais principais devem ser cobertos automaticamente por uma placa de obturação de material isolante.3.5 As unidades de partida com contatores. conforme indicado na Folha de Dados do ANEXO A.2. Os fusíveis devem estar integrados no conjunto extraível. emitido por laboratório oficial. com comando em corrente alternada. com terminais principais e auxiliares do tipo “encaixe”.1 As unidades de partida dos motores devem ser constituídas por contatores e/ou disjuntores.3.3 Para tensões nominais superiores a 13.2. de que os fusíveis são do tipo “limitador de corrente”. extraíveis.2 Os transformadores de corrente devem ser secos.2. 5. Os transformadores de controle devem ser protegidos por fusíveis no lado de alta tensão e por fusíveis ou disjuntores em caixa moldada no lado de baixa tensão. 5. Os circuitos de comando. esses devem ser fornecidos com fusíveis limitadores de corrente de capacidade adequada para dar o máximo de proteção e permitir a partida dos motores.1 Os transformadores de potencial e auxiliares devem ser secos. devem ser providas de transformadores de controle individuais.4 As bobinas dos contatores devem suportar uma queda de tensão de 30 % em relação à sua tensão nominal sem que haja desligamento de seus contatos principais. 5.2. N-317 REV. os contatos auxiliares e os das chaves comutadoras devem ser conectados à parte fixa com “plug”. 5.4 Os disjuntores devem ser do tipo indicado na Folha de Dados do ANEXO A. 5.8 kV deve haver redundância do circuito de abertura (com 2 bobinas de abertura com funcionamento totalmente independente). D JUN / 2006 5.2.6 É recomendável que o conjunto fusível e contator seja de um único fabricante.2. impedindo-se o acesso às partes com tensão. O fabricante deve providenciar meios que permitam a colocação do secundário dos transformadores de corrente em curto-circuito quando houver necessidade de retirada de sua carga. 5. 5. O sistema de abertura deve ser concebido de forma que tanto o comando manual e proteção elétrica atuem em ambas as bobinas.3 O fabricante deve fornecer atestado comprobatório.2 No caso de emprego de contatores. extraíveis e protegidos por fusíveis. Quando o disjuntor for extraído.1. 5. Todos os fusíveis devem ser instalados de tal forma que a remoção dos fusíveis somente seja possível com o equipamento desligado e sem tensão.2 Unidade de Partida dos Motores 5.3 Transformadores para Instrumentos e Transformadores Auxiliares 5. 10 . [Prática Recomendada] 5.

É possível ser utilizado produto equivalente.5 Relés Auxiliares e Relés de Bloqueio 5. desde que conduza a resultado igual.5. o valor medido da grandeza fique entre 50 % a 75 % da escala. N-317 REV. D JUN / 2006 5. devem ser do tipo rotativo. 5. com retorno por mola à posição neutra. 5. devendo ser fornecidos sem ônus adicional na sua versão mais completa.5. 5. controladores programáveis etc. com rearme manual.4 Instrumentos e Relés de Proteção 5.2 Quando solicitados instrumentos analógicos e/ou transdutores na Folha de Dados do ANEXO A. multimedidores. transdutores. 5.1 Todos os relés de proteção devem ser de um único fabricante e devem atender a norma PETROBRAS N-2779.2 As chaves de controle de disjuntores de UPMs devem ter apenas as posições “neutra” e “desliga”. a plena carga.4 Os softwares para configuração de relés digitais. “neutra” e “desliga”.4. devem fazer parte do escopo de fornecimento.4.4.6 Chaves de Controle e Botoeiras 5.1 Quando solicitados relés auxiliares ultra rápidos o tempo de atuação deve ser. As botoeiras devem ser operadas externamente sem necessidade de abertura da porta do compartimento e possuir dispositivo de travamento na posição “desliga”.6. Deve haver supervisão da bobina do relé de bloqueio para os modos de falha de bobina em curto-circuito e bobina aberta.1 As Unidades de Partidas de Motor (UPM) com contatores devem possuir unicamente uma botoeira com a função “desliga”. Os amperímetros para motores e bancos de capacitores devem ter escala de amortecimento. com tempo máximo de atuação de 12 ms. 4 ms. 1) Microsoft Windows® é o nome comercial de um produto da Microsoft Corporation.6. 5. a escala desses instrumentos e/ou transdutores deve ser selecionada de modo que.4. Os softwares devem ser compatíveis com o sistema operacional 1)Microsoft Windows®. os instrumentos de medição ou relés digitais de proteção com medição de energia ativa devem possibilitar parametrização para cálculo de demanda máxima integralizada em intervalos de 15 minutos sincronizados com sinal externo. 5.2 Quando solicitados relés de bloqueio. As botoeiras devem ser ligadas aos circuitos de comando dos contatores e/ou disjuntores sem relé de interposição.3 Quando solicitado na Folha de Dados do ANEXO A. As chaves de controle dos demais disjuntores devem ter 3 posições: “liga”. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. 5. 11 . no máximo.

f) número(s) do(s) painel(éis). kits de material higroscópico. as chaves de controle dos disjuntores (52CS.7 Capacitores de Potência 5.2 Cada volume deve apresentar as seguintes identificações: a) identificação da posição de armazenamento. [Prática Recomendada] 5. sinalizadores e todas as chaves de controle necessárias para a operação do painel (liga e desliga. e) número da RM.7.) devem ser instaladas unicamente no painel de controle.7. auxílio à partida e supressão de surtos atmosféricos e de manobra devem ser.3 Em caso de existência de painel de controle remoto. Nota: O painel de controle remoto consiste de um painel de baixa tensão com diagrama mímico. As embalagens devem proteger completamente todas as partes do seu conteúdo contra possíveis danos durante o transporte. N-317 REV. instalados fora do painel.1 Capacitores de potência para correção de fator de potência. b) identificação do órgão da PETROBRAS. 5. 69LR etc. 7. h) massa. j) número da AFM. nos casos de aquisição embutida em contrato do tipo preço global (“Turn Key”. Todas as sinalizações dos disjuntores devem existir também no painel de controle. para o transporte e o armazenamento.2 Capacitores instalados no interior do painel são aceitos desde que os certificados de ensaios de tipo apresentados na proposta contemplem os capacitores integrados ao painel. armazenagem. Este requisito não se aplica a capacitores para controle de TRV.). o número do contrato. d) identificação do empreendimento. i) número do PCM.). 12 . 6 INSPEÇÃO E ENSAIOS O painel e seus componentes devem ser inspecionados e ensaiados em conformidade com as normas listadas no Capítulo 2 desta Norma e a Folha de Dados do ANEXO A. com endereço do local de entrega. g) nome e endereço do fornecedor. k) em alternativa às alíneas i) e j).6.3 O compartimento de baixa tensão com instrumentos e dispositivos eletrônicos deve conter em seu interior. 43LB. embarque e desembarque.1 O painel deve ser acondicionado de forma adequada ao sistema de transporte previsto. paralelismo momentâneo etc. D JUN / 2006 5. 7. seleção local remota. c) identificação da unidade de negócio. “Lump Sum” etc. 7 EMBALAGEM E TRANSPORTE 7. preferencialmente.

). e) cotação de preços para assistência técnica à montagem do(s) painel(éis). h) em alternativa às alíneas f) e g). b) massa aproximada do painel. B e C. nos casos de aquisição embutida em contrato do tipo preço global (“Turn Key”. lateral e seção transversal do painel com dimensões aproximadas. i) plano de inspeção e testes. deve ser de acordo com a norma PETROBRAS N-898. f) número PCM. os seguintes: . c) identificação do empreendimento. o número do contrato. 13 . 8. quando existentes.ensaio de tensão suportável nominal de impulso atmosférico a seco. .1 A simbologia empregada na documentação a ser enviada pelo fabricante. desenhos e manuais exigidos devem ser elaborados em meio eletrônico (disco laser: CD. com discriminação por preços unitários. Os documentos “como comprado” e “como construído” fornecidos em meio eletrônico devem ser editáveis. para regimes de testes A. mostrando a localização de dispositivos de alívio de sobrepressão. incluindo. no mínimo. Notas: 1) Do lado direito. 8. necessárias para um período de operação de 2 anos. h) Folha de Dados do ANEXO A assinada com a identificação do responsável e com todos os campos preenchidos. 8. g) número da AFM. . as seguintes informações: a) identificação do órgão da PETROBRAS. 2) Os desenhos. conforme norma IEC 60470. D JUN / 2006 8 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA 8. conforme norma IEC 60470.ensaio de tensão suportável nominal à freqüência industrial.ensaios dielétricos incluindo painel e disjuntor. c) catálogos de todos os componentes do painel contendo todas as informações e características técnicas. j) cópias dos certificados dos ensaios de tipo assinalados na Folha de Dados do ANEXO A. b) identificação da unidade de negócio.4 Documentação mínima que deve ser enviada juntamente com a proposta para análise técnica: a) desenhos dimensionais das vistas frontal. f) cotação de preços para o estudo de coordenação e seletividade das proteções elétricas. próximo e acima do carimbo do fabricante deve ser deixado um retângulo de dimensões 15 cm x 4 cm para posterior preenchimento pela PETROBRAS. indicando as normas aplicáveis e os valores de aceitação. d) relação de peças sobressalentes. incluindo curva característica para a determinação da corrente de “take-over”. d) número da RM. “Lump Sum” etc. esquemas e diagramas devem ser elaborados no tamanho mínimo A3.2 Os documentos. g) certificado de ensaio de coordenação do contator com fusível.3 Todos os documentos devem ser elaborados de forma legível contendo. DVD) e também em meio impresso. no mínimo. em especial os esquemas unifilares e funcionais. e) número(s) do(s) painel(éis). N-317 REV.

. caso aplicável. mostrando claramente os bornes identificados. dimensões e tipo dos dispositivos de içamento e fixação do painel ao piso. . devem ser analisados os dispositivos de proteção colocados no primário e/ou secundário deste(s) transformador(es). com dimensões aproximadas. tabela de valores de ajuste dos diversos dispositivos usados na proteção e catálogos técnicos destes dispositivos. d) área livre para entrada e saída dos cabos. m) estudo de coordenação completo. curvas corrente x tempo em escala “log x log” (coordenogramas). c) locação. quando este(s) centro(s) for(em) interligado(s) no painel de média tensão através de transformador(es) abaixador(es) de tensão. . quando existente. 8.5 Documentos mínimos que devem ser enviados para aprovação: a) lista de documentos. Nota: Apenas são aceitos certificados de ensaios realizados em painéis idênticos aos painéis propostos. caso aplicável. quando isolados a gás ou vácuo. incluindo o detalhe do roteamento segregado dos cabos de baixa tensão. . .centro(s) de controle de motores e/ou centro(s) de distribuição de cargas. além dos elementos de energização e/ou proteção do(s) respectivo(s) centro(s). g) desenho dimensional das entradas por dutos de barra. 14 . quantidade de barras. N-317 REV. i) esquemas trifilares do(s) painel(eis). . quando existentes. k) declaração de garantia de disponibilidade de peças sobressalentes de acordo com item 9. D JUN / 2006 . incluindo o flange de conexão.ensaio do grau de proteção (grau IP). componentes internos e dimensões. ou seja. mesmas correntes. m) ensaios de estanqueidade para painéis isolados a gás e dispositivos de manobras. e) massa de cada volume a ser transportado.ensaio de elevação de temperatura incluindo barramentos e disjuntores.1. mostrando a localização de dispositivos de alívio de sobrepressão.motores alimentados pelo painel.este estudo se resume na apresentação de um relatório técnico com a filosofia de proteção adotada.ensaio de operação mecânica de dispositivos de manobra e partes extraíveis. f) massa total.fusíveis instalados nos primários dos transformadores. l) curvas de saturação dos transformadores de corrente.ensaio de corrente suportável nominal de curta duração e do valor de crista nominal da corrente suportável nos circuitos principais e de aterramento. centro de gravidade e valor da dissipação térmica do painel. h) esquemas unifilares do(s) painel(eis).ensaio de classificação de arco interno (classificação IAC). . .ensaio de capacidade de interrupção e estabelecimento de dispositivos de manobra. b) desenhos dimensionais das vistas e cortes. j) diagramas funcionais de cada unidade funcional. considerando o seguinte: . pelo fornecedor. tensões. l) desenhos dimensionais do compartimento de ligação ao duto de barras. .ensaios de compatibilidade eletromagnética (EMC) dos dispositivos eletrônicos. k) esquemas de fiação (interligação) indicando todas as réguas terminais. inclusive aquelas necessárias à interligação com outros equipamentos fora do fornecimento do fabricante.

9 GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA PÓS-VENDA 9. q) documentação de reles de proteção digitais.1 O fabricante deve garantir formalmente a disponibilidade de peças sobressalentes para qualquer componente do painel.2 O fabricante deve informar a relação de assistências técnicas credenciadas pelo fabricante. _____________ /ANEXO A 15 . p) lista de plaquetas de identificação e sinalização. j) cópia do certificado de calibração dos medidores de grandezas elétricas emitido por organismo acreditado pelo INMETRO. f) procedimentos para manutenção preventiva e corretiva do painel. no Brasil e na América do Sul. i) cópia dos certificados dos ensaios de tipo de acordo com item 8. quando existente. de conformidade com todos os requisitos da proposta original aprovados. n) instruções para transporte.6 Documentos que Devem ser Enviados Junto com o Painel Manual(ais) de montagem. bem como para todos os acessórios solicitados. bem como para todos os componentes e acessórios solicitados. com dimensões aproximadas. m) instruções para embalagem. operação. bem como as revisões que tenham sido feitas na especificação técnica por ocasião de esclarecimento técnico e/ou parecer técnico. içamento e desembalagem do painel. mostrando a localização de dispositivos de alívio de sobrepressão. 9. g) catálogos técnicos com todos os dados característicos dos acessórios solicitados “como construído”. d) procedimentos para montagem. e) procedimentos para operação. N-317 REV. por um período mínimo de 10 anos após a data da entrega. contendo. 8. incluindo o flange de conexão. bem como de qualquer elemento sobressalente. quando existentes. b) Folha de Dados do ANEXO A devidamente preenchida “como comprado” e/ou “como construído”. de acordo com a norma PETROBRAS N-2779. agrupados por unidade funcional. h) relatórios de todos os ensaios de rotina aos quais o painel foi submetido após a fabricação. l) curvas “corrente de curto-circuito” x “corrente de pico máxima de interrupção” dos fusíveis limitadores de corrente. D JUN / 2006 k) lista de todos os componentes e materiais aplicados. quando o transporte não for escopo do fabricante do painel. o) desenhos dimensionais do compartimento de ligação ao duto de barras. no mínimo. as seguintes informações: a) especificações técnicas para o painel. treinamento e manutenção do(s) painel(éis) e dos dispositivos auxiliares. c) procedimentos para armazenagem.4.

H DATA PROJETO EXECUÇÃO VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS. . DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS REV. D REV. Nº: FOLHA DE DADOS CLIENTE: FOLHA: de PROGRAMA: ÁREA: TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PN - ÍNDICE DE REVISÕES REV. 0 REV. A REV. B REV. E REV. G REV. F REV.FOLHA 01/17. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. D ANEXO A . C REV. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV.

FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV. x ALT. PERMANENTE (kA) BARRAMENTO TERRA RELAÇÃO X/R QUANTIDADE ATERRAMENTO DO SISTEMA MATERIAL COBRE ELETROLÍTICO 8 CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DO PAINEL CORRENTE NOMINAL (A) TENSÃO NOMINAL U r (kV) NÚMERO DE BARRAS POR FASE TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL À FREQÜÊNCIA DIMENSÃO DA SEÇÃO TRANSVERSAL (mm x mm) INDUSTRIAL U d (kV) CLASSIFICAÇÃO PARA ARCO INTERNO IAC BF-ALR TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL DE IMPULSO CORRENTE DE ARCO DE TESTE (kA) ATMOSFÉRICO U p (kV) DURAÇÃO DO TESTE DE ARCO (s) TENSÃO NOMINAL DO CIRCUITO AUXILIAR U a (V) DISPOSITIVO DE MONITORAÇÃO DE ARCO CORRENTE NOMINAL BARRAMENTO PRINCIPAL I r (A) TIPO DE DISPOSITIVO OPTICO CIRCUITO PRINCIPAL TERRA CLASSIFICAÇÃO DE CATEGORIA DE PERDA DE CONTINUIDADE CORRENTE SUPORTÁVEL NOMINAL DE DE SERVIÇO CURTA DURAÇÃO I k (kA) COMPARTIMENTOS COM DISJUNTOR LSC2B-PM DURAÇÃO NOMINAL CURTO-CIRCUITO t k (s) COMPARTIMENTOS COM CONTATOR E FUSÍVEL LSC2A-PI VALOR CRISTA CORRENTE SUPORTÁVEL CORRIMÃO NAS PORTAS TRASEIRA E FRONTAL NÃO NOMINAL DE CURTA DURAÇÃO I p (kA) ACESSO TRASEIRO CHAPA REMOVÍVEL 9 CARACTERÍSTICAS DE PROJETO E CONSTRUTIVAS PAINEL COM CONTROLADOR PROGRAMÁVEL NÃO GRAU DE PROTEÇÃO DO INVÓLUCRO IP . x PROF.) (m) BARRAMENTOS PRINCIPAIS 4 FABRICANTE QUANTIDADE 5 TIPO Nº SÉRIE MATERIAL COBRE ELETROLÍTICO 6 ANO DE FABRICAÇÃO ISOLAMENTO TERMOCONTRÁTIL 7 CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA ELÉTRICO SUPRIDOR GÁS DE ISOLAÇÃO(3) MASSA (kg) TENSÃO NOMINAL (kV) PRESSÃO NOMINAL DE ISOLAÇÃO p re (kgf/cm2)(3) FREQÜÊNCIA NOMINAL (Hz) PRESSÃO DE ALARME DE ISOLAÇÃO p ae (kgf/cm2)(3) NÚMERO DE FASES PRESSÃO MÍNIMA DE FUNCIONAMENTO p me (kgf/cm2)(3) (6) CORRENTE DE CURTO CIRCUITO IEC ANSI/IEEE CORRENTE NOMINAL (A) VALOR EFICAZ INICIAL SIMÉTRICO(1) (kA) NÚMERO DE BARRAS POR FASE VALOR DE CRISTA INSTANTÂNEO(2) (kA) DIMENSÃO DA SEÇÃO TRANSVERSAL (mm X mm) VALOR EFICAZ EM REG. AMBIENTE °C ALTITUDE (m) SAÍDA PARA CABOS DE CONTROLE INFERIOR PROXIMIDADE DO MAR NÃO POSSIBILIDADE DE INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA CONDIÇÕES ESPECIAIS ESPESSURA DOS PERFIS ESTRUTURAIS (mm) MASSA (kg) DIMENSÕES (LARG. D ANEXO A . ILUMINAÇÃO INTERNA AUXILIAR SIM TECNOLOGIA: AIS POTÊNCIA W TENSÃO V PADRÃO DE PINTURA(5) NORMA PETROBRAS N-1735 (TERRESTRE FONTE INTERNA AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.FOLHA 02/17. . FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PN - DOCUMENTAÇÃO ESTA FOLHA DE DADOS É COMPLETADA PELO SEGUINTE DOCUMENTO DE REFERÊNCIA: NORMA PETROBRAS N-317 SIM NORMA PETROBRAS N-319 NÃO 1 IDENTIFICAÇÃO PETROBRAS NÚMERO DE SEÇÕES DE ENTRADA 2 QUANTIDADE NÚMERO DE SEÇÕES DE INTERLIGAÇÃO 3 CARACTERÍSTICAS AMBIENTAIS NÚMERO DE SEÇÕES DE SAÍDA INSTALAÇÃO ABRIGADA SAÍDA PARA CABOS DE FORÇA INFERIOR MÁXIMA TEMP. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA NÃO GRAU DE PROTEÇÃO ENTRE COMPARTIMENTOS IP . Nº: REV.

4. FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PN - 10 SEÇÕES DE ENTRADA ESPECIFICAÇÕES GERAIS 10.2 TIPO: BARRA QUANTIDADE 10. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV.5. . (K) EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) (4) P CORRENTE SUPORTÁVEL NOMINAL DE CURTA EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) (4) M DURAÇÃO I k (kA) TENSÃO MÁXIMA (kV) DURAÇÃO NOMINAL CURTO-CIRCUITO t k (s) 10.4.5. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.7 RELÉ DE BLOQUEIO (FUNÇÃO ANSI 86) EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) FABRICANTE FINALIDADE (4) P M MODELO TENSÃO MÁXIMA (kV) AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.2 DIAGRAMAS EM ANEXO FABRICANTE UNIFILAR No MODELO / No CATÁLOGO o FUNCIONAL N RELAÇÃO NOMINAL 10.3 DISJUNTOR CORRENTE PRIMÁRIA NOMINAL (A) FABRICANTE EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) TIPO.2 TIPO: SECO QUANTIDADE TEMPO t ‘ PARA ATINGIR A TENSÃO u ' (s) FABRICANTE SEQÜÊNCIA DE OPERAÇÃO NOMINAL MODELO / No CATÁLOGO TENSÃO DE CONTROLE EXTERNA RELAÇÃO NOMINAL CARACTERÍSTICAS DE PROJETO E CONSTRUÇÃO TENSÃO PRIMÁRIA NOMINAL (kV) MECANISMO DE FECHAMENTO TENSÃO SECUNDÁRIA NOMINAL (kV) MOLA PRÉ-CARREGADA POR MOTOR ELÉTRICO CLASSE DE EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) CORRENTE (A) POTÊNCIA TÉRMICA NOMINAL (VA) DISPOSITIVO ANTIBOMBEANTE SIM FINALIDADE(4) P M A MECANISMO DE ABERTURA BOBINA DE DESLIGAMENTO TENSÃO MÁXIMA (kV) CORRENTE (A) 10.1 TIPO: BARRA QUANTIDADE CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO NOMINAL (kA) FABRICANTE 10. Nº: REV.5.4.1 SEÇÃO DE ENTRADA 10.5 TRANSFORMADORES DE POTENCIAL PARA INSTRUMENTOS CORRENTE DE ESTABELECIMENTO NOMINAL EM 10.3 TIPO: BARRA QUANTIDADE TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL À FREQÜÊNCIA NÚMERO NÚCLEOS(4) P M INDUSTRIAL DURANTE 1 min U d (kV) FABRICANTE TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL DE IMPULSO MODELO / No CATÁLOGO ATMOSFÉRICO U P (kV) RELAÇÃO NOMINAL(4) P M FREQÜÊNCIA NOMINAL f r (Hz) CORRENTE PRIMÁRIA NOMINAL (A) CORRENTE NOMINAL I r (A) ELEVAÇÃO TEMP.4 TRANSFORMADORES DE CORRENTE PARA INSTRUMENTOS NÍVEL DE ISOLAMENTO DA BASE (kV) / 10.1 TIPO: SECO QUANTIDADE CURTO-CIRCUITO I P (kA) FABRICANTE CORRENTE DE INTERRUPÇÃO NOMINAL EM MODELO / No CATÁLOGO CURTO-CIRCUITO I sc RELAÇÃO NOMINAL VALOR EFICAZ DA COMPONENTE ALTERNADA (kA) TENSÃO PRIMÁRIA NOMINAL (kV) PORCENTAGEM DE COMPONENTE CONTÍNUA (%) TENSÃO SECUNDÁRIA NOMINAL (kV) TENSÃO DE RESTABELECIMENTO TRANSITÓRIA (TRT) CLASSE DE EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) VALOR DE PICO DA TRT u C (kV) POTÊNCIA TÉRMICA NOMINAL (VA) TEMPO t 3 PARA ATINGIR A TENSÃO u C (s) FINALIDADE(4) P M A TEMPO DE RETARDO t d (s) TENSÃO MÁXIMA (kV) TENSÃO DE REFERÊNCIA PARA O RETARDO u’ (kV) 10.FOLHA 03/17.3 FUSÍVEIS DE MÉDIA TENSÃO QUANTIDADE TEMPO DE ABERTURA (CICLOS) FABRICANTE EXTRAÍVEL COM RODAS SIM MODELO / No CATÁLOGO CONTATOS AUXILIARES NA NF CORRENTE NOMINAL (A) 10. MODELO OU No CATÁLOGO FINALIDADE(4) P M CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS TENSÃO MÁXIMA (kV) TENSÃO NOMINAL U r (kV) 10. D ANEXO A .6 CHAVE DE CONTROLE PARA DISJUNTOR MODELO / No CATÁLOGO FABRICANTE RELAÇÃO NOMINAL MODELO CORRENTE PRIMÁRIA NOMINAL (A) 10.

13. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV. PERMANENTE (kA) RELAÇÃO X/R ATERRAMENTO DA FONTE: EM (A) 10.10 BOTÃO DE TESTE DE SINALIZADORES LOCALIZAÇÃO TEMPORIZAÇÃO NO DESLIGAMENTO 10. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. D ANEXO A .13 CONJUNTO DE DESUMIDIFICAÇÃO 10.2 TERMOSTATO DO RESISTOR DE AQUECIMENTO FABRICANTE MODELO FAIXA DE AJUSTE (°C) A AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.11 TIPO DE ALIMENTAÇÃO DA SEÇÃO QUANTIDADE POR FASE DIMENSÕES 10.13. Nº: REV.1 RELÉS AUXILIARES QUANTIDADE FABRICANTE MODELO TENSÃO NOMINAL DA BOBINA (V) CAPACIDADE DOS CONTATOS (A) EM V NÚMERO DE CONTATOS NA NF 10.12 CARACTERÍSTICAS DA FONTE DE SUPRIMENTO (VER NOTA 12) CORRENTE DE CURTO CIRCUITO IEC ANSI/IEEE VALOR EFICAZ INICIAL SIMÉTRICO (1) (kA) VALOR DE CRISTA INSTANTÂNEO (2) (kA) VALOR EFICAZ EM REG.2 RELÉS AUXILIARES QUANTIDADE FABRICANTE MODELO TENSÃO NOMINAL DA BOBINA (V) CAPACIDADE DOS CONTATOS (A) EM V NÚMERO DE CONTATOS NA NF 10.9.FOLHA 04/17.8 SINALIZADORES POTÊNCIA (W) MODELO 10. . FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PN - 10.9.1 RESISTOR DE AQUECIMENTO FABRICANTE MODELO TENSÃO NOMINAL (V) POTENCIA (W) ALIMENTAÇÃO EXTERNA 10.9.9 10.3 RELÉS AUXILIARES QUANTIDADE FABRICANTE MODELO TENSÃO NOMINAL DA BOBINA (V) CAPACIDADE DOS CONTATOS (A) EM V NÚMERO DE CONTATOS NA NF 10.

15 RELÉS E DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO FABRICANTE: MODELO: CARGA (VA): CIRCUITO DE CORRENTE: CIRCUITO DE TENSÃO: DISPLAY: NÚMERO DE LINHAS: NÚMERO DE CARACTERES POR LINHA: OUTRO: NÚMERO DE CONTATOS CONFIGURÁVEIS: ALARME: “TRIP”: PORTAS DE INTERFACE DE COMUNICAÇÃO FRONTAIS: QUANTIDADE: DESCRIÇÃO: PORTAS DE INTERFACE DE COMUNICAÇÃO TRASEIRAS: QUANTIDADE: DESCRIÇÃO: FUNÇÃO FUNÇÃO QUANT. ESCALA CARGA (VA) FABRICANTE MODELO FAMÍLIA DIMENSÃO INTERFACE FABRICANTE MODELO X X X X X X X X X X 10. D ANEXO A .10.FOLHA 05/17 AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. OBSERVAÇÃO QUANT. .14 INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO CHAVE SELETORA IDENTIFICAÇÃO FUNÇÃO QUANT. FOLHA DE DADOS ÁREA: FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO PN- CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV. OBSERVAÇÃO NÚMERO ANSI DESCRIÇÃO NÚMERO ANSI DESCRIÇÃO Nº REV.

3 DISJUNTOR VÁCUO CORRENTE PRIMÁRIA NOMINAL (A) FABRICANTE EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) o TIPO. D ANEXO A .1 SEÇÃO DE INTERLIGAÇÃO 11.7.7.5 RELÉ DE BLOQUEIO (FUNÇÃO ANSI 86) CORRENTE DE ESTABELECIMENTO NOMINAL EM FABRICANTE CURTO-CIRCUITO I P (kA) MODELO CORRENTE DE INTERRUPÇÃO NOMINAL EM 11.2 TIPO: BARRA QUANTIDADE 11. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV.4. Nº: REV. FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PN - 11 SEÇÕES DE INTERLIGAÇÃO ESPECIFICAÇÕES GERAIS 11.6 SINALIZADORES POTÊNCIA (W) CURTO-CIRCUITO I sc MODELO VALOR EFICAZ DA COMPONENTE ALTERNADA (kA) PORCENTAGEM DE COMPONENTE CONTÍNUA (%) TENSÃO DE RESTABELECIMENTO TRANSITÓRIA (TRT) VALOR DE PICO DA TRT u C (kV) TEMPO t 3 PARA ATINGIR A TENSÃO u C (s) 11.4.1 TIPO: BARRA QUANTIDADE TENSÃO NOMINAL DA BOBINA (V) FABRICANTE CAPACIDADE DOS CONTATOS (A) EM V MODELO / No CATÁLOGO NÚMERO DE CONTATOS NA NF RELAÇÃO NOMINAL 11.4. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.3 TIPO: BARRA QUANTIDADE TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL À FREQÜÊNCIA NÚMERO NÚCLEOS(4) P M INDUSTRIAL DURANTE 1 min U d (kV) FABRICANTE TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL DE IMPULSO MODELO / No CATÁLOGO ATMOSFÉRICO U P (kV) RELAÇÃO NOMINAL(4) P M FREQÜÊNCIA NOMINAL f r (Hz) CORRENTE PRIMÁRIA NOMINAL (A) CORRENTE NOMINAL I r (A) ELEVAÇÃO TEMP.7 11.3 RELÉS AUXILIARES CONTATOS AUXILIARES NA NF QUANTIDADE CONDIÇÃO NORMAL DE OPERAÇÃO ABERTO FABRICANTE 11.2 RELÉS AUXILIARES MOLA PRÉ-CARREGADA POR MOTOR ELÉTRICO QUANTIDADE CORRENTE (A) FABRICANTE DISPOSITIVO ANTIBOMBEANTE SIM MODELO MECANISMO DE ABERTURA BOBINA DE DESLIGAMENTO TENSÃO NOMINAL DA BOBINA (V) CORRENTE (A) CAPACIDADE DOS CONTATOS (A) EM V TEMPO DE ABERTURA (CICLOS) NÚMERO DE CONTATOS NA NF EXTRAÍVEL COM RODAS SIM 11. .7.2 DIAGRAMAS EM ANEXO FABRICANTE UNIFILAR No MODELO / No CATÁLOGO FUNCIONAL No RELAÇÃO NOMINAL 11.1 RELÉS AUXILIARES TEMPO DE RETARDO t d (s) QUANTIDADE TENSÃO DE REFERÊNCIA PARA O RETARDO u’ (kV) FABRICANTE TEMPO t ‘ PARA ATINGIR A TENSÃO u ' (s) MODELO SEQÜÊNCIA DE OPERAÇÃO NOMINAL TENSÃO NOMINAL DA BOBINA (V) TENSÃO DE CONTROLE EXTERNA CAPACIDADE DOS CONTATOS (A) EM V CARACTERÍSTICAS DE PROJETO E CONSTRUÇÃO NÚMERO DE CONTATOS NA NF MECANISMO DE FECHAMENTO 11.4 TRANSFORMADORES DE CORRENTE PARA INSTRUMENTOS MODELO 11.8 BOTÃO DE TESTE DE SINALIZADORES CORRENTE PRIMÁRIA NOMINAL (A) LOCALIZAÇÃO EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) TEMPORIZAÇÃO NO DESLIGAMENTO FINALIDADE(4) P M TENSÃO MÁXIMA (kV) AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.FOLHA 06/17. MODELO OU N CATÁLOGO FINALIDADE(4) P M CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS TENSÃO MÁXIMA (kV) TENSÃO NOMINAL U r (kV) 11. (K) EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) (4) P CORRENTE SUPORTÁVEL NOMINAL DE CURTA EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) (4) M DURAÇÃO I k (kA) TENSÃO MÁXIMA (kV) DURAÇÃO NOMINAL CURTO-CIRCUITO t k (s) 11.

1 RESISTOR DE AQUECIMENTO FABRICANTE MODELO TENSÃO NOMINAL (V) POTÊNCIA (W) ALIMENTAÇÃO EXTERNA 11.12 CHAVE 11. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.13 DESCRIÇÃO DOS INTERTRAVAMENTOS FABRICANTE MODELO 11.FOLHA 07/17.REMOTO / AUTOMÁTICO (69LR) FABRICANTE MODELO DESCRIÇÃO 11.10 CHAVE DE LOCAL . FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV. Nº: REV.9 CHAVE DE CONTROLE PARA DISJUNTOR (52CS) 11.15. .14 DESCRIÇÃO DA TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA 11.2 TERMOSTATO DO RESISTOR DE AQUECIMENTO FABRICANTE FABRICANTE MODELO MODELO DESCRIÇÃO FAIXA DE AJUSTE (°C) A AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.15.11 CHAVE DE SELEÇÃO DO DISJUNTOR (43LB) FABRICANTE MODELO 11.15 CONJUNTO DE DESUMIDIFICAÇÃO DESCRIÇÃO 11. D ANEXO A . FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PN - 11.

FOLHA 08/17. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. OBSERVAÇÃO QUANT. D ANEXO A . FOLHA DE DADOS ÁREA: FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO PN- CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV.11. . AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.16 RELÉS E DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO FABRICANTE: MODELO: CARGA (VA): CIRCUITO DE CORRENTE: CIRCUITO DE TENSÃO: DISPLAY: NÚMERO DE LINHAS: NÚMERO DE CARACTERES POR LINHA: OUTRO: NÚMERO DE CONTATOS CONFIGURÁVEIS: ALARME: “TRIP”: PORTAS DE INTERFACE DE COMUNICAÇÃO FRONTAIS: QUANTIDADE: DESCRIÇÃO: PORTAS DE INTERFACE DE COMUNICAÇÃO TRASEIRAS: QUANTIDADE: DESCRIÇÃO: FUNÇÃO FUNÇÃO QUANT. OBSERVAÇÃO NÚMERO ANSI DESCRIÇÃO NÚMERO ANSI DESCRIÇÃO Nº REV.

FOLHA 09/17.1 TIPO: BARRA QUANTIDADE MODELO FABRICANTE 12.4.3 TIPO: BARRA QUANTIDADE TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL À FREQÜÊNCIA NÚMERO NÚCLEOS(4) P M INDUSTRIAL DURANTE 1 min U d (kV) FABRICANTE TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL DE IMPULSO MODELO / No CATÁLOGO ATMOSFÉRICO U P (kV) RELAÇÃO NOMINAL(4) P M FREQÜÊNCIA NOMINAL f r (Hz) CORRENTE PRIMÁRIA NOMINAL (A) CORRENTE NOMINAL I r (A) ELEVAÇÃO TEMP. (K) EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) (4) P CORRENTE SUPORTÁVEL NOMINAL DE CURTA EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) (4) M DURAÇÃO I k (kA) TENSÃO MÁXIMA (kV) DURAÇÃO NOMINAL CURTO-CIRCUITO t k (s) EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) (4) M CORRENTE DE ESTABELECIMENTO NOMINAL EM TENSÃO MÁXIMA (kV) CURTO-CIRCUITO I P (kA) 12.4 TRANSFORMADORES DE CORRENTE PARA INSTRUMENTOS FABRICANTE 12.6 CHAVE DE CONTROLE PARA DISJUNTOR TEMPO DE ABERTURA (CICLOS) FABRICANTE EXTRAÍVEL COM RODAS SIM MODELO CONTATOS AUXILIARES NA NF 12. MODELO OU No CATÁLOGO FINALIDADE(4) P M CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS TENSÃO MÁXIMA (kV) TENSÃO NOMINAL U r (kV) 12. FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PN - 12 SEÇÕES DE SAÍDA ESPECIFICAÇÕES GERAIS 12. .5 TRANSFORMADORES DE POTENCIAL PARA INSTRUMENTOS CORRENTE DE INTERRUPÇÃO NOMINAL EM 12.5.8 SINALIZADORES POTÊNCIA (W) o MODELO / N CATÁLOGO MODELO RELAÇÃO NOMINAL CORRENTE PRIMÁRIA NOMINAL (A) EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) FINALIDADE(4) P M TENSÃO MÁXIMA (kV) AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.5.3 DISJUNTOR CORRENTE PRIMÁRIA NOMINAL (A) FABRICANTE EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) TIPO.2 DIAGRAMAS EM ANEXO FABRICANTE UNIFILAR No MODELO / No CATÁLOGO o FUNCIONAL N RELAÇÃO NOMINAL 12.7 RELÉ DE BLOQUEIO (FUNÇÃO ANSI 86) 12. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. Nº: REV.1 TIPO: SECO QUANTIDADE CURTO-CIRCUITO I sc FABRICANTE VALOR EFICAZ DA COMPONENTE ALTERNADA (kA) MODELO / No CATÁLOGO PORCENTAGEM DE COMPONENTE CONTÍNUA (%) RELAÇÃO NOMINAL TENSÃO DE RESTABELECIMENTO TRANSITÓRIA (TRT) TENSÃO PRIMÁRIA NOMINAL (kV) VALOR DE PICO DA TRT u C (kV) TENSÃO SECUNDÁRIA NOMINAL (kV) TEMPO t 3 PARA ATINGIR A TENSÃO u C (s) CLASSE DE EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) TEMPO DE RETARDO t d (s) POTÊNCIA TÉRMICA NOMINAL (VA) TENSÃO DE REFERÊNCIA PARA O RETARDO u’ (kV) FINALIDADE(4) P M A ‘ TEMPO t PARA ATINGIR A TENSÃO u ' (s) TENSÃO MÁXIMA (kV) SEQÜÊNCIA DE OPERAÇÃO NOMINAL 12. D ANEXO A .4.2 TIPO: BARRA QUANTIDADE 12.1 SEÇÃO DE SAÍDA 12.4.2 FUSÍVEIS DE MÉDIA TENSÃO QUANTIDADE TENSÃO DE CONTROLE EXTERNA FABRICANTE CARACTERÍSTICAS DE PROJETO E CONSTRUÇÃO MODELO / No CATÁLOGO MECANISMO DE FECHAMENTO CORRENTE NOMINAL (A) MOLA PRÉ-CARREGADA POR MOTOR ELÉTRICO TENSÃO PRIMÁRIA NOMINAL (kV) CORRENTE (A) TENSÃO SECUNDÁRIA NOMINAL (kV) DISPOSITIVO ANTIBOMBEANTE SIM NÍVEL DE ISOLAMENTO DA BASE (kV) / MECANISMO DE ABERTURA BOBINA DE DESLIGAMENTO CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO NOMINAL (kA) CORRENTE (A) 12. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV.

REGIME ºC CAPACIDADE DOS CONTATOS (A) EM V 12.14.9 12.2 TENSÃO DO CIRCUITO DOS ANUNCIADORES DE NÚMERO DE CONTATOS NA NF ALARME 12.9.FOLHA 10/17.14.9.2 RELÉS AUXILIARES QUANTIDADE FONTE INTERNA FABRICANTE 12.2 TERMOSTATO DO RESISTOR DE AQUECIMENTO FABRICANTE MODELO FAIXA DE AJUSTE (°C) A 12.11.14.1 RESISTOR DE AQUECIMENTO FABRICANTE MODELO TENSÃO NOMINAL (V) POTÊNCIA (W) ALIMENTAÇÃO EXTERNA 12.11 CONJUNTO DE DESUMIDIFICAÇÃO 12.1 RELÉS AUXILIARES 12.4 REGULADOR AUTOMÁTICO DE TENSÃO NÚMERO DE CONTATOS NA NF FABRICANTE 12. .9. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV.13 CHAVE DE ATERRAMENTO SIM FABRICANTE MODELO TENSÃO NOMINAL (V) CORRENTE NOMINAL (A) AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.14 MÓDULO DE CONTROLE E EXCITAÇÃO PARA QUANTIDADE MOTOR SÍNCRONO NÃO FABRICANTE 12.11. FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PN - 12.14.1 TENSÃO NOMINAL DO CIRCUITO AUXILIAR MODELO TENSÃO NOMINAL DA BOBINA (V) FONTE INTERNA CAPACIDADE DOS CONTATOS (A) EM V 12. Nº: REV.3 CONDUTORES MODELO TIPO DE ISOLAMENTO TENSÃO NOMINAL DA BOBINA (V) TEMP.3 RELÉS AUXILIARES MODELO QUANTIDADE TENSÃO CONSTANTE NÃO FABRICANTE CORRENTE CONSTANTE NÃO MODELO COS φ CONSTANTE SIM TENSÃO NOMINAL DA BOBINA (V) CAPACIDADE DOS CONTATOS (A) EM V NÚMERO DE CONTATOS NA NF 12.12 TIPO DE SAÍDA DA SEÇÃO CABOS TIPO DE CABO QUANTIDADE DE SAÍDAS POR FASE SEÇÃO NOMINAL DO CABO (mm2) 12.10 BOTÃO DE TESTE DE SINALIZADORES LOCALIZAÇÃO TEMPORIZAÇÃO NO DESLIGAMENTO 12. D ANEXO A .

FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO PN - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV.15 RELÉS E DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO FABRICANTE: MODELO: CARGA (VA): CIRCUITO DE CORRENTE: CIRCUITO DE TENSÃO: DISPLAY: NÚMERO DE LINHAS: NÚMERO DE CARACTERES POR LINHA: OUTRO: NÚMERO DE CONTATOS CONFIGURÁVEIS: ALARME: “TRIP”: PORTAS DE INTERFACE DE COMUNICAÇÃO FRONTAIS: QUANTIDADE: DESCRIÇÃO: PORTAS DE INTERFACE DE COMUNICAÇÃO TRASEIRAS: QUANTIDADE: DESCRIÇÃO: FUNÇÃO FUNÇÃO QUANT. . OBSERVAÇÃO QUANT.FOLHA 11/17 AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.14 INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO CHAVE SELETORA IDENTIFICAÇÃO FUNÇÃO QUANT. ESCALA CARGA (VA) FABRICANTE MODELO FAMÍLIA DIMENSÃO INTERFACE FABRICANTE MODELO X X X X X X X X X X 12.12. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. D ANEXO A . OBSERVAÇÃO NÚMERO ANSI DESCRIÇÃO NÚMERO ANSI DESCRIÇÃO Nº REV.

.5 TRANSFORMADOR DE POTENCIAL DE CONTROLE 13.4.2 TIPO: QUANTIDADE CORRENTE NOMINAL Ir (A) FABRICANTE CORRENTE OPERACIONAL NOMINAL I e (A) MODELO / No CATÁLOGO ELEVAÇÃO TEMP.4. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV.6 RELÉ DE BLOQUEIO (FUNÇÃO ANSI 86) SIM PERMANENTE (A) FABRICANTE TENSÃO MÍN. (K) TENSÃO PRIMÁRIA NOMINAL (kV) NÍVEL DE ISOLAMENTO DA BASE (kV) / TENSÃO SECUNDÁRIA NOMINAL (kV) CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO NOMINAL (kA) POTÊNCIA TÉRMICA NOMINAL (VA) I2 t (A2. DE FECHAMENTO (V) MODELO TENSÃO MÍN. (K) RELAÇÃO NOMINAL CATEGORIA DE UTILIZAÇÃO CORRENTE PRIMÁRIA NOMINAL (A) CORRENTE TÉRMICA NOMINAL I th (A) EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) ROBUSTEZ MECÂNICA (MILHÕES DE MANOBRAS) FINALIDADE(4) P M CORRENTE SUPORTÁVEL NOMINAL DE CURTA TENSÃO MÁXIMA (kV) DURAÇÃO I k (kA) 13.s) TENSÃO MÁXIMA (kV) CONTATOS AUXILIARES NA NF 13. Nº: REV.s ) MODELO CONTATOS AUXILIARES NA NF 13. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.3. MODELO OU No CATÁLOGO MODELO / No CATÁLOGO CORRENTE NOMINAL Ir (A) RELAÇÃO NOMINAL ELEVAÇÃO TEMP.3. D ANEXO A .3.3.1 SEÇÃO DE SAÍDA 13. DE ABERTURA (V) 13. DE FUNCIONAMENTO p me (kgf/cm2)(3) FABRICANTE TENSÃO DE CONTROLE U a 120 VCA INTERNA MODELO CORRENTE DE CONSUMO DA BOBINA NO FECHAMENTO (A) 13.2 CONTATOR 13.2 DIAGRAMAS EM ANEXO FABRICANTE UNIFILAR No MODELO / No CATÁLOGO FUNCIONAL No CORRENTE NOMINAL (A) 13.FOLHA 12/17.7 SINALIZADORES “LED” POTÊNCIA (W) I2 t (A2.3.1 TIPO: QUANTIDADE FABRICANTE FABRICANTE MODELO/No CATALOGO MODELO / No CATÁLOGO TENSÃO NOMINAL U r (kV) RELAÇÃO NOMINAL TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL A FREQÜÊNCIA CORRENTE PRIMÁRIA NOMINAL (A) INDUSTRIAL DURANTE 1 min U d (kV) EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL DE IMPULSO FINALIDADE(4) P M ATMOSFÉRICO U p (kV) TENSÃO MÁXIMA (kV) FREQÜÊNCIA NOMINAL f r (Hz) 13.CONTATOR NÍVEL DE ISOLAMENTO DA BASE (kV) / CARACTERÍSTICAS DE PROJETO E CONSTRUÇÃO CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO NOMINAL (kA) EXTRAÍVEL COM RODAS SIM 13.3 CONJUNTO FUSÍVEL .4 FUSÍVEL DE MÉDIA TENSÃO DE CONTROLE 13.1 FUSÍVEL DE MÉDIA TENSÃO . FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PN - 13 SEÇÕES DE SAÍDA ESPECIFICAÇÕES GERAIS 13.PRINCIPAL TIPO: SECO QUANTIDADE FABRICANTE FABRICANTE TIPO.3 TIPO: QUANTIDADE DURAÇÃO NOMINAL CURTO-CIRCUITO t k (s) NÚMERO NÚCLEOS(4) P M CORRENTE DE ESTABELECIMENTO NOMINAL EM FABRICANTE CURTO-CIRCUITO I P (kA) MODELO / No CATÁLOGO CORRENTE DE INTERRUPÇÃO NOMINAL EM RELAÇÃO NOMINAL(4) P M CURTO-CIRCUITO I sc CORRENTE PRIMÁRIA NOMINAL (A) VALOR EFICAZ DA COMPONENTE ALTERNADA (kA) EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) (4) P PORCENTAGEM DE COMPONENTE CONTÍNUA (%) EXATIDÃO E CARGA NOMINAL (ABNT) (4) M PRESSÃO NOMINAL DE ISOLAÇÃO p re (kgf/cm2) (3) TENSÃO MÁXIMA (kV) 2 (3) PRESSÃO DE ALARME DE ISOLAÇÃO p ae (kgf/cm ) 13.3 COORDENAÇÃO FUSÍVEL CONTATOR TIPO SEM DANOS AO CONTATOR AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.4 TRANSFORMADORES DE CORRENTE PARA INSTRUMENTOS 13.5 BOTOEIRA DESLIGA PRESSÃO MÍN.4.

FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV.3 RELÉS AUXILIARES 13.9 BOTÃO DE TESTE DE SINALIZADORES 13.10. Nº: REV. FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PN - 13.14.11 TIPO DE SAÍDA DA SEÇÃO CABOS TIPO DE CABO QUANTIDADE DE SAÍDAS POR FASE SEÇÃO NOMINAL DO CABO (mm2) 13.1 TENSÃO NOMINAL DO CIRCUITO AUXILIAR CAPACIDADE DOS CONTATOS (A) EM V NÚMERO DE CONTATOS NA NF FONTE 13.FOLHA 13/17.2 TERMOSTATO DO RESISTOR DE AQUECIMENTO FABRICANTE MODELO FAIXA DE AJUSTE (°C) A 13.13 MÓDULO ELETRÔNICO DE PARTIDA SUAVE NÃO QUANTIDADE FABRICANTE FABRICANTE MODELO MODELO TENSÃO NOMINAL (V) TENSÃO NOMINAL DA BOBINA (V) CORRENTE NOMINAL (A) CAPACIDADE DOS CONTATOS (A) EM V PORTA DE INTERFACE DE COMUNICAÇÃO SIM NÚMERO DE CONTATOS NA NF DESCRIÇÃO 13.8 13.8. REGIME ºC 13. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.14.14.8.2 RELÉS AUXILIARES CONTATOR DE BY-PASS NÃO QUANTIDADE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS DE TENSÃO FABRICANTE 13.1 RELÉS AUXILIARES 13.2 TENSÃO DO CIRCUITO DOS ANUNCIADORES DE QUANTIDADE ALARME FABRICANTE MODELO FONTE INTERNA TENSÃO NOMINAL DA BOBINA (V) 13.12 CHAVE DE ATERRAMENTO SIM FABRICANTE MODELO TENSÃO NOMINAL (V) CORRENTE NOMINAL (A) AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.10.3 CONDUTORES CAPACIDADE DOS CONTATOS (A) EM V TIPO DE ISOLAMENTO NÚMERO DE CONTATOS NA NF TEMP.14 MÓDULO DE CONTROLE E EXCITAÇÃO PARA MODELO MOTOR SÍNCRONO NÃO TENSÃO NOMINAL DA BOBINA (V) 13.8. D ANEXO A .1 RESISTOR DE AQUECIMENTO CORRENTE CONSTANTE NÃO FABRICANTE COS φ CONSTANTE SIM MODELO TENSÃO NOMINAL (V) POTÊNCIA (W) ALIMENTAÇÃO EXTERNA 13.4 REGULADOR AUTOMÁTICO DE TENSÃO LOCALIZAÇÃO FABRICANTE TEMPORIZAÇÃO NO DESLIGAMENTO MODELO 13.10 CONJUNTO DE DESUMIDIFICAÇÃO TENSÃO CONSTANTE NÃO 13. .14.

SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. OBSERVAÇÃO QUANT.13 INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO CHAVE SELETORA IDENTIFICAÇÃO FUNÇÃO QUANT.FOLHA 14/17 AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS. ESCALA CARGA (VA) FABRICANTE MODELO FAMÍLIA DIMENSÃO INTERFACE FABRICANTE MODELO X X X X X X X X X X 13. OBSERVAÇÃO NÚMERO ANSI DESCRIÇÃO NÚMERO ANSI DESCRIÇÃO Nº: REV. D ANEXO A .13. .14 RELÉS E DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO FABRICANTE: MODELO: CARGA (VA): CIRCUITO DE CORRENTE: CIRCUITO DE TENSÃO: DISPLAY: NÚMERO DE LINHAS: NÚMERO DE CARACTERES POR LINHA: OUTRO: NÚMERO DE CONTATOS CONFIGURÁVEIS: ALARME: “TRIP”: PORTAS DE INTERFACE DE COMUNICAÇÃO FRONTAIS: QUANTIDADE: DESCRIÇÃO: PORTAS DE INTERFACE DE COMUNICAÇÃO TRASEIRAS: QUANTIDADE: DESCRIÇÃO: FUNÇÃO FUNÇÃO QUANT. FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO PN - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV.

FOLHA 15/17 AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS. . D ANEXO A . EM FUNCIONAL NÚMERO UNIFILAR NÚMERO OBSERVAÇÕES kVA kW ROTOR DE SERV. CARGA TRAVADO Nº: REV. FATOR “TAG” FUNÇÃO PLENA ROTOR ACEL. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. CARGA TRAV. 14 LISTA DE CARGA DAS SEÇÕES DE SAÍDA POTÊNCIA CORRENTE (A) TEMPO (s) MAX. FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO PN - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV.

.1 ENTIDADES ABNT IEC 15. Nº: REV. PNEUMÁTICOS E HIDRÁULICOS ENSAIO APÓS MONTAGEM NO LOCAL DA INSTALAÇÃO MEDIÇÃO DAS CONDIÇÕES DO FLUIDO APÓS PREENCHIMENTO NO LOCAL DA INSTALAÇÃO AVALIAÇÃO DO ISOLAMENTO ATRAVÉS DE MEDIÇÃO DE DESCARGAS PARCIAIS MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA ÔHMICA DO CIRCUITO PRINCIPAL VERIFICAÇÃO DE ELEVAÇÃO DE TEMPERATURA SUPORTABILIDADE A CORRENTE DE CRISTA NOMINAL E A CORRENTE ADMISSÍVEL DE CURTA DURAÇÃO NOMINAL PARA OS CIRCUITOS PRINCIPAIS E DE ATERRAMENTO CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO E CAPACIDADE DE ESTABELECIMENTO DOS DISJUNTORES E CONTATORES DE FORÇA OPERAÇÃO SATISFATÓRIA DOS DISPOSITIVOS DE MANOBRA E PARTES EXTRAÍVEIS VERIFICAÇÃO DO GRAU DE PROTEÇÃO IP VERIFICAÇÃO DA PROTEÇÃO DE PESSOAS CONTRA EFEITOS ELÉTRICOS PERIGOSOS RESISTÊNCIA A PRESSÃO PARA COMPARTIMENTOS PREENCHIDOS COM GÁS VERIFICAÇÃO DE EFEITOS DE UM ARCO DEVIDO A UMA FALTA INTERNA COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA VERIFICAÇÃO DA PROTEÇÃO CONTRA EFEITOS DAS INTEMPÉRIES(9) VERIFICAÇÃO DA PROTEÇÃO CONTRA IMPACTO MECÂNICO VERIFICAÇÃO DE EFEITOS DEVIDO A POLUIÇÃO ARTIFICIAL DIELÉTRICO NOS CABOS DOS CIRCUITOS DE TESTE ENSAIO DE CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO DOS FUSÍVEIS DE FORÇA AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS.2 RELAÇÃO DE NORMAS ENTIDADE NORMA PARA PROJETO / FABRICAÇÃO NORMA PARA ENSAIO IEC 62271-200 62271-200 16 ENSAIOS 16. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.1 RELAÇÃO DE ENSAIOS (MARCAR ENSAIOS QUE DEVEM SER REALIZADOS) DESCRIÇÃO DO ENSAIO ROTINA TIPO ESPECIAIS (11) DIELÉTRICO NO CIRCUITO PRINCIPAL DIELÉTRICO NOS CIRCUITOS AUXILIARES E DE CONTROLE ENSAIO DE ESTANQUEIDADE VERIFICAÇÃO DE PROJETO E VISUAL ENSAIO DE OPERAÇÃO MECÂNICA ENSAIO DE DISPOSITIVOS AUXILIARES ELÉTRICOS. D ANEXO A . FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV.FOLHA 16/17. FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PN - 15 NORMALIZAÇÃO APLICÁVEL 15.

VALOR EFICAZ SIMÉTRICO INICIAL DA CORRENTE DE CURTO CIRCUITO. 5) EM CASO DE PINTURA PELO PADRÃO DO FABRICANTE.MEDIÇÃO. GIS .VALOR DE PICO MÁXIMO DA CORRENTE DE CURTO CIRCUITO. SEGUNDO IEC.12 SE REFEREM AS DADOS ESPECÍFICOS DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO CONECTADA À RESPECTIVA SEÇÃO DE ENTRADA. O PLANO DE PINTURA DEVE SER APROVADO PELA PETROBRAS. 7) QUANDO HOUVER PREVISÃO DE MEDIÇÃO DE DESCARGAS PARCIAIS NOS MOTORES. 9) SOMENTE PARA PAINÉIS INSTALADOS AO TEMPO. SEGUNDO ANSI/IEEE. AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS. 3) APLICÁVEL APENAS PARA BARRAMENTOS ISOLADOS A GÁS. INCLUINDO CONTRIBUIÇÕES DAS DEMAIS SEÇÕES DE ENTRADA E AS CONTRIBUIÇÕES DAS CARGAS ROTATIVAS.PROTEÇÃO. 10) AIS . 8) DEVEM FAZER PARTE DO ESCOPO DE FORNECIMENTO DO PAINEL. SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. SEGUNDO IEC.“GAS-INSULATED SUBSTATION”.FOLHA 17/17. 4) P . D ANEXO A . Nº: REV.“AIR-INSULATED SUBSTATION”.VALOR MÁXIMO INSTANTÂNEO DA CORRENTE DE CURTO CIRCUITO.AUXILIAR. DEVEM SER PREVISTOS CONJUNTOS DE SENSORES CAPACITIVOS DE 80 pF EM CADA SEMIBARRA. 11) INCLUEM ENSAIO DE TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL À FREQÜÊNCIA INDUSTRIAL E DE IMPULSO ATMOSFÉRICO A SECO. ISC CREST . SEGUNDO ANSI/IEEE. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-317 REV. A . O PAINEL E TODOS OS SEUS COMPONENTES DEVE SER PROJETADO E TESTADO PARA SUPORTAR OS ESFORÇOS TÉRMICOS E DINÂMICOS CORRESPONDENTES AOS PARÂMETROS ESPECIFICADOS NO ITEM 7 DO FORMULÁRIO DESTA NORMA. 12) OS PARÂMETROS INFORMADOS NO ITEM 10. VALOR EFICAZ SIMÉTRICO DA CORRENTE DE CURTO CIRCUITO TRIFÁSICO DE PRIMEIRO CICLO. 2) ip . . QUE CORRESPONDEM À CONDIÇÃO OPERACIONAL MAIS CRÍTICA. FOLHA DE DADOS FOLHA: de TÍTULO: PAINEL DE MÉDIA TENSÃO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PN - NOTAS: 1) I”K . 6) AS CORRENTES DE CURTO-CIRCUITO DA FONTE DE SUPRIMENTO SÃO AS MÁXIMAS CORRENTES CALCULADAS NO CIRCUITO (TRIFÁSICA OU FASE TERRA). CARRINHO UTILITÁRIO E FERRAMENTAS PARA INSERÇÃO E EXTRAÇÃO DOS DISPOSITIVOS DE MANOBRA. M .

N-317 REV. B e C Não existe índice de revisões. A. D Partes Atingidas Descrição da Alteração Todas Revisadas _____________ IR 1/1 . REV. D JUN / 2006 ÍNDICE DE REVISÕES REV.

N-317 REV.GT-06-12 Membros Nome Lotação Telefone Chave Almerio Feitosa ENGENHARIA/IETEG/ETEG/EN 819-3173 SG5Z Armando Bordignon ENGENHARIA/IETEG/ETEG/EN 819-3147 RP49 Epitacio Nascimento UN-RNCE/ST/EMI 834-3523 QNCL Fabio Papa ENGENHARIA/IETEG/ETEG/EN 819-3162 CSFV Marcelo Borges CENPES/EB/IP 812-4907 CSJP Oscar Felizzola ENGENHARIA/SL/NORTEC 819-3072 DPA6 Rodrigo Vinas REDUC/EM 813-4305 CSJT Secretário Técnico Patricia Gonzalez ENGENHARIA/SL/NORTEC 819-3096 ERXM _____________ . D JUN / 2006 GRUPO DE TRABALHO .

N-317 REV. A impossibilidade de atendimento de qualquer item deve ser submetida a aprovação da PETROBRAS durante a fase de apresentação de propostas. IEC 62271-105 . 52 kV. ASTM F 1166 .2 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição. 3 CONDIÇÕES GERAIS 3. 1. D JUN / 2006 1 OBJETIVO 1.Standard Practice for Human Engineering Design for Marine Systems.Section 2: Earthing and Cabling. com tensões nominais entre 1 kV e 52 kV.Pintura de Máquinas.Pintura de Plataforma Marítima de Exploração e de Produção.Electromagnetic Compatibility (EMC) . Metal-Enclosed Switchgear and Controlgear for Rated Voltages Above 1 kV and up to and incl.Relés Digitais de Proteção.Cores.Folha de Dados.3 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas. IEC TR 62063 . IEC 61000-5-2 .Part 105: Alternating Current Switch-Fuse Combustions. PETROBRAS N-1219 .Painel de Média Tensão .The Use of Electronic and Associated Technologies in Auxiliary Equipment of Switchgear and Controlgear. 2 . PETROBRAS N-1735 . 1.High-Voltage Alternating Current Contactors and Contactor-Based Motor-Starters. Equipment and Facilities. IEC 60417-1 . para distribuição de energia e controle de carga elétrica em instalações da PETROBRAS.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para aquisição de painel de média tensão.Centro de Distribuição de Carga .High-Voltage Switchgear and Controlgear . PETROBRAS N-2779 . IEC 60470 .A. Equipamentos Elétricos e Instrumentos.Part 5: Installation and Mitigation Guidelines . PETROBRAS N-898 . PETROBRAS N-1374 .High-Voltage Switchgear and Controlgear . 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para a presente Norma.Símbolos Gráficos e Designações para Esquemas Elétricos.Graphical Symbols for Use on Equipment - Part 1: Overview and Application.C. IEC 62271-200 . PETROBRAS N-1530 .1 Qualquer item não coberto suficientemente por normalização da ABNT deve atender às normas internacionais IEC e ISO.

conforme valores indicados na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. Todos os compartimentos devem possuir barramentos completos.22 O isolamento deve envolver completamente cada barra. dimensionados de modo a suportar os esforços resultantes da corrente de curto-circuito. No circuito de cada resistor deve haver um disjuntor com elementos termomagnéticos destinado à interrupção do circuito. 4. em 120 V ou 220 Vca com fonte de alimentação externa. mesmo aqueles que forem deixados vazios. Os resistores devem ser controlados por um contato normalmente fechado do disjuntor ou contator.19 A tensão auxiliar de 120 V ou 220 Vca deve suprir os resistores de aquecimento dos motores. quando estes forem estanques). utilizado na manutenção desses instrumentos e dispositivos eletrônicos inteligentes. 4. 4. Os compartimentos com contatores devem ter classificação LSC2A. isolados. No circuito de cada resistor deve haver um disjuntor em caixa moldada com elementos termomagnéticos destinado à interrupção do circuito.24 O painel deve ter classificação para arco interno mínima IAC BF (face frontal com categoria de acessibilidade a público geral). de cobre eletrolítico. N-317 REV. O painel deve ser provido de tomada externa para energização dos circuitos de aquecimento durante o período de armazenamento. 4.21 O painel deve possuir um barramento principal. horizontal.18 O painel deve possuir resistores de aquecimento (um para cada seção vertical ou compartimento. D JUN / 2006 4. exceto nos pontos de ligação com as unidades adjacentes ou nos pontos de conexão com os dispositivos desligadores. 4.23 Os compartimentos com disjuntores devem ter classificação de categoria de perda de continuidade de serviço LSC2B-PM. As juntas devem ser recobertas por placas de isolamento fixadas às barras a fim de garantir um isolamento igual ao restante das barras. A menos que indicado em contrário na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530 as demais faces devem ter classificação para arco interno IAC ALR (faces lateral e traseira com categoria de acessibilidade restrita a pessoas autorizadas). devendo estar de acordo com a norma IEC 62271-200. empregando-se preferencialmente uma cor para cada fase. com a capacidade de condução de corrente em regime permanente conforme especificado na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. 6 . Todas as junções das barras devem ser revestidas de prata e colocadas de tal forma que garantam um perfeito alinhamento e contato de alta pressão.20 Os compartimentos de baixa tensão de cada seção do painel com instrumentos e dispositivos eletrônicos inteligentes deve ter 1 tomada de serviço 2 P+T de 120 Vca para alimentação de fonte de suprimento elétrico de microcomputador tipo “Notebook” ou “Handheld”. sendo aceitável LSC2B. 4. Todos os barramentos devem ser trifásicos. Cada fase do barramento deve possuir uma identificação permanente. Esses resistores devem ser controlados automaticamente por meio de termostatos com faixa de graduação máxima em 60 °C.

Electromagnetic Compatibility (EMC) . 1.Pintura de Máquinas.High-Voltage Switchgear and Controlgear . PETROBRAS N-2779 . PETROBRAS N-898 . ASTM F 1166 .Painel de Média Tensão .High-Voltage Alternating Current Contactors and Contactor-Based Motor-Starters. Equipamentos Elétricos e Instrumentos. IEC 61000-5-2 .1 Qualquer item não coberto suficientemente por normalização da ABNT deve atender às normas internacionais IEC e ISO.Conjunto de Manobra e Controle de Alta Tensão em Invólucro Metálico para Tensões Acima de 1 kV até e Inclusive 52 kV. PETROBRAS N-1735 .Centro de Distribuição de Carga . 3 CONDIÇÕES GERAIS 3.Cores.Part 105: Alternating Current Switch-Fuse Combustions. 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para a presente Norma.Section 2: Earthing and Cabling. ABNT NBR IEC 62271-200 . PETROBRAS N-1530 .Pintura de Plataforma Marítima de Exploração e de Produção. IEC TR 62063 .The Use of Electronic and Associated Technologies in Auxiliary Equipment of Switchgear and Controlgear.Relés Digitais de Proteção.Graphical Symbols for Use on Equipment - Part 1: Overview and Application.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para aquisição de painel de média tensão. D JUN / 2006 1 OBJETIVO 1. IEC 60417-1 . IEC 60470 . IEC 62271-105 .2 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição. 1. N-317 REV. 2 .Símbolos Gráficos e Designações para Esquemas Elétricos. para distribuição de energia e controle de carga elétrica em instalações da PETROBRAS.High-Voltage Switchgear and Controlgear . com tensões nominais entre 1 kV e 52 kV.Standard Practice for Human Engineering Design for Marine Systems. PETROBRAS N-1219 .3 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.Folha de Dados. Equipment and Facilities. PETROBRAS N-1374 .Part 5: Installation and Mitigation Guidelines . A impossibilidade de atendimento de qualquer item deve ser submetida a aprovação da PETROBRAS durante a fase de apresentação de propostas.

T. 4. com o quadro em funcionamento. As portas devem possuir continuidade elétrica com a estrutura do painel através de cordoalha flexível de cobre. 4 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS 4.T. deve usar blindagem protetora. e B. sem que haja riscos de o operador acessar partes de A. com possibilidade de ampliação em uma das extremidades. 3. 4. O fornecedor é responsável por todas as informações contidas na referida Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. em item próprio intitulado “DESVIOS”. construído em chapas de aço. ligada à terra. devidamente autenticada. 4. excitação (somente para seções de saída com contatores). D JUN / 2006 3. c) transformadores para instrumentos e terminais dos cabos de força. A menos que indicado em contrário na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530.2 As características específicas do painel de média tensão são as indicadas na Folha de Dados padronizada pela norma PETROBRAS N-1530. nos seguintes compartimentos segregados: a) barramento. medição.6 mm.2.1 O painel e seus componentes devem ser projetados e fabricados de acordo com as recomendações contidas nas normas indicadas no Capítulo 2 desta Norma e na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. a qual juntamente com esta Norma faz parte integrante da Requisição de Material (RM). prevalecem as informações contidas na primeira. de maneira a permitir o acesso às partes de B. b) equipamentos de manobra.5 Qualquer alternativa apresentada pelo proponente deve ser explicitamente indicada em sua proposta.2. controle e demais auxiliares em baixa tensão. o acesso traseiro deve ser através de porta com dobradiça.3 Os itens em branco da Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530 devem ser preenchidos pelo fornecedor que deve devolver à PETROBRAS.2 O painel deve ser auto-suportável. pelo menos. N-317 REV.T. 3 . Cada seção vertical deve ser subdividida..2 Para facilidade de operação e manutenção do painel. onde são alojados os equipamentos.3 Cada seção vertical deve possuir na sua parte frontal porta com dobradiça. a separação das partes da A. d) componentes de proteção. os perfis estruturais com bitola mínima de 2.1 O painel deve ser composto por seções verticais padronizadas e independentes. Deve possuir disponibilidade de intertravamento elétrico e interligação de fiação entre suas unidades constituintes e previsão de intertravamento entre dispositivos instalados remotamente. Todos os disjuntores e contatores de força devem ser em construção do tipo extraível com rodas. 4. 3. energizadas. 3.T.4 Quando houver divergências entre a Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530 e esta Norma. sinalização.

Os terminais devem ser do tipo “pino” para os circuitos de alimentação auxiliar. encordoados.9 Os condutores devem ser de cobre. 4.7 Os atuadores elétricos do disjuntor ou contator devem ser acionados pelo lado de fora do painel e sem necessidade de abrir a porta do compartimento.5 mm2. A bitola mínima para circuitos secundários de transformadores de corrente deve ser 2. Para alimentadores de transformadores deve ser prevista chave de aterramento quando houver intertravamento entre os disjuntores primário e secundário. Todos os disjuntores devem permitir a colocação de cadeado.5 Para painéis instalados em unidades marítimas flutuantes as portas frontais e traseiras devem ser providas de corrimãos de material isolante em toda a extensão do painel. 4. 4 . comando. possibilitando o fechamento quando o dispositivo de manobra estiver na posição extraído e impedindo o fechamento quando o dispositivo de manobra estiver na posição inserido. O tratamento anticorrosivo deve estar conforme as prescrições da norma aplicável (normas PETROBRAS N-1374 ou N-1735) e a cor final de acabamento de acordo com o código 0065 (cinza claro) da norma PETROBRAS N-1219. Para todos os circuitos de baixa tensão ligados ao painel devem ser previstos conectores adequados do tipo “não soldado”. conforme indicado na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. evitando o fechamento do disjuntor secundário quando o primário estiver aterrado. 4.2 A extração do contator até a posição de teste e sua inserção somente podem ser executadas com o compartimento de carga devidamente desenergizado via dispositivo de seccionamento e aterramento. temperatura de regime igual ou superior a 70 °C e bitola mínima 1.4 Toda porta provida de dobradiça deve ter dispositivo de travamento quando na posição aberta. 4. travando os contatores no estado “desligado”.1 A extração do disjuntor até a posição de teste e sua inserção somente podem ser executadas com a porta fechada. Todos os contatores devem permitir a colocação de cadeado. controle e sinalização e do tipo “olhal” com bornes seccionáveis e alvéolos de prova para circuitos de correntes.5 mm2.3. A abertura da porta deve ser possível somente nesta condição. As portas frontais do compartimento de força devem possuir intertravamento mecânico. através de chave de aterramento. em alimentadores de motores. 4. travando-os no estado “desligado”. 4. Os cabos de controle de cada seção devem ser grupados em uma régua de blocos terminais e devidamente identificados. 4. através de manivela. bancos de capacitores e CCMs. A conexão deve ser feita de modo a não oferecer risco de dano aos condutores encordoados. Essa chave deve ser intertravada mecanicamente com a posição do dispositivo de manobra. No estado “ligado” a porta do painel deve ficar impossibilitada de ser aberta.8 O painel deve ser resistente à corrosão causada por umidade e atmosfera característica ao ambiente onde instalado.3. N-317 REV. Cada régua de blocos terminais deve possuir terminais reservas para aplicação futura (20 % dos terminais existentes). de tal forma que só possam ser abertas quando o dispositivo de manobra estiver desligado e aterrado ou extraído e com o obturador fechado.6 Deve ser previsto aterramento. No estado “ligado” a porta do painel deve ficar impossibilitada de ser aberta. D JUN / 2006 4.

conforme requisitos de instalação da norma IEC 61000-5-2. obstáculos ou mesmo dispositivos de fixação que venham a causar risco à integridade do isolamento.15 Quando forem previstos instrumentos e dispositivos eletrônicos inteligentes. bitola 70 mm2. sinais de transmissão de dados. adequados para cabos de cobre nu.11 Os cabos elétricos devem seguir por canaletas. sinais de RTD e mV. b) sinais analógicos de 4 mA a 20 mA. 5 . c) sinais provenientes de transformadores para instrumentos. N-317 REV. conforme especificado na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. Adicionalmente os cabos devem ter roteamento e réguas de blocos terminais segregados nos seguintes grupos: a) sinais de alimentação e controle em 125 Vcc e/ou 24 Vcc. devem ser ligadas ao barramento de terra do painel.14 Todas as partes metálicas que compõem o painel. porém no interior das canaletas não deve haver quaisquer rebarbas. correndo por toda a sua extensão e fornecido com conectores do tipo “não soldado”.12 Quanto à alimentação do painel. o compartimento de baixa tensão deve conter uma régua de blocos terminais ou uma barra de referencia eletrônica.10 Os cabos elétricos de cada compartimento de baixa tensão de uma seção do painel devem ter roteamento interno e réguas de blocos terminais segregados. Este barramento deve ficar na parte inferior interna do painel. 4.13 Os disjuntores de entrada e interligação devem ser localizados nas seções centrais do painel. 4. D JUN / 2006 4. devem ser atendidos os seguintes requisitos: a) alimentação por meio de cabos deve ser efetuada pela parte inferior do painel. 4. conforme definido na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. 4. em cada uma das suas extremidades.16 O aterramento e a equipotencialização dos terminais de referência eletrônica dos instrumentos e dispositivos eletrônicos inteligentes devem atender aos requisitos da norma IEC 61000-5-2. encordoados. de tampas removíveis para facilitar o acesso. salvo indicação em contrário. de modo a possibilitar ampliação futura em ambos os lados. b) alimentação por meio de duto de barras: o painel deve possuir flange adequado à conexão dos dutos e conectores flexíveis para ligação das barras. isolada da estrutura. 4. não previstas para condução de corrente. 4.17 Os instrumentos e dispositivos eletrônicos inteligentes instalados nos compartimentos de baixa tensão de cada seção do painel devem ser interligados em rede de comunicação de dados serial através de sua porta RS 485 e cabo de rede EIA RS 485 ou em rede de comunicação de dados “Ethernet” utilizando cabo de fibra óptica (de cristal ou vidro multimodo com conectores padrão “ST”). 4.

D JUN / 2006 4. 4. 6 . conforme o item de classificação de arco interno especificado na norma ABNT NBR IEC 62271-200. N-317 REV. 4. 4. 4.19 A tensão auxiliar de 120 V ou 220 Vca deve suprir os resistores de aquecimento dos motores. Esses resistores devem ser controlados automaticamente por meio de termostatos com faixa de graduação máxima em 60 °C. mesmo aqueles que forem deixados vazios. horizontal.21 O painel deve possuir um barramento principal. quando estes forem estanques). Os compartimentos com contatores devem ter classificação LSC2A. conforme valores indicados na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530.22 O isolamento deve envolver completamente cada barra.23 Os compartimentos com disjuntores devem ter classificação de categoria de perda de continuidade de serviço LSC2B-PM.24 A menos que indicado em contrário na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. dimensionados de modo a suportar os esforços resultantes da corrente de curto-circuito. Todos os compartimentos devem possuir barramentos completos. As juntas devem ser recobertas por placas de isolamento fixadas às barras a fim de garantir um isolamento igual ao restante das barras. Cada fase do barramento deve possuir uma identificação permanente. No circuito de cada resistor deve haver um disjuntor em caixa moldada com elementos termomagnéticos destinado à interrupção do circuito. sendo aceitável LSC2B. 4. com a capacidade de condução de corrente em regime permanente conforme especificado na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. de cobre eletrolítico. Todas as junções das barras devem ser revestidas de prata e colocadas de tal forma que garantam um perfeito alinhamento e contato de alta pressão. utilizado na manutenção desses instrumentos e dispositivos eletrônicos inteligentes.18 O painel deve possuir resistores de aquecimento (um para cada seção vertical ou compartimento.20 Os compartimentos de baixa tensão de cada seção do painel com instrumentos e dispositivos eletrônicos inteligentes deve ter 1 tomada de serviço 2 P+T de 120 Vca para alimentação de fonte de suprimento elétrico de microcomputador tipo “Notebook” ou “Handheld”. empregando-se preferencialmente uma cor para cada fase. Os resistores devem ser controlados por um contato normalmente fechado do disjuntor ou contator. o painel deve ter classificação para arco interno mínima IAC BF (face frontal com categoria de acessibilidade a público geral). Todos os barramentos devem ser trifásicos. em 120 V ou 220 Vca com fonte de alimentação externa. O painel deve ser provido de tomada externa para energização dos circuitos de aquecimento durante o período de armazenamento. e as demais faces devem ter classificação para arco interno IAC ALR (faces lateral e traseira com categoria de acessibilidade restrita a pessoas autorizadas). isolados. 4. No circuito de cada resistor deve haver um disjuntor com elementos termomagnéticos destinado à interrupção do circuito. exceto nos pontos de ligação com as unidades adjacentes ou nos pontos de conexão com os dispositivos desligadores. devendo estar de acordo com a norma IEC 62271-200.

o painel deve ser dotado com dispositivo de monitoração de arcos elétricos com esquema de atuação de forma a desenergizar o painel. 4.30 Os sinalizadores devem ficar ligados ao circuito de controle do equipamento ao qual elas pertencem. Os atuadores para dispositivos de manobra de emergência devem ser acessíveis dentro de uma zona entre 0. 4. 4.60 m acima do piso.27 O limite de elevação de temperatura para diferentes partes. 4. dos relés de proteção e dos sinalizadores instalados nos compartimentos do painel elétrico devem ter intensidade de brilho conforme as recomendações para a iluminação de mostradores da norma ASTM F 1166 e suficiente contraste para assegurar que a informação requerida seja percebida pelo operador sob todas as condições esperadas de iluminação do ambiente.29 Cada compartimento. indicativos de energia disponível para circuito de abertura dos disjuntores. não inflamável e resistente à degradação devido a agentes poluidores descritos na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. b) sinalizadores das unidades de partida dos motores devem ficar no circuito de comando dos contatores. 4. 7 .25 Quando não houver restrição por normas aplicáveis ao nível de tensão correspondente. todos os compartimentos devem ser adequados para permitir inspeção por termografia de suas partes sob tensão.32 Os mostradores dos instrumentos de multimedição.80 m do piso. 4.28 Os isolamentos das barras. cor vermelha para equipamento ligado e cor verde para equipamento desligado assim como chaves e relés auxiliares para monitoração remota e controle supervisório. materiais e dielétricos do painel deve ser 50 K para uma temperatura ambiente não excedendo 40 ºC. a menos que indicado em contrário na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530.26 Se indicado na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. N-317 REV. suportes e peças de junção devem ser de material não higroscópico.8 m e 1.31 Os instrumentos de indicação e proteção que precisam ser lidos ou acessados pelo operador devem ficar. isto é: a) sinalizadores dos disjuntores devem ficar no circuito de comando dos disjuntores. Nos compartimentos dos disjuntores devem haver sinalizadores brancos. D JUN / 2006 4. 4. a 1. pode ser prevista a utilização de “visores especiais” que permitam a inspeção termográfica sem a parada prévia do equipamento ou a monitoração térmica embutida e continua com tecnologia de sensoriamento óptico-eletrônica de forma a não haver circuitos elétricos de baixa tensão nos compartimentos de média tensão. Os materiais devem ser selecionados para atender esse limite de elevação de temperatura. no máximo. deve possuir sinalizadores locais com diodos emissores de luz. de acordo com a interpretação de teste de tipo de elevação de temperatura da norma IEC 62271-200.

O fabricante deve instalar uma régua de blocos terminais a partir da qual deve executar a distribuição dentro do painel. D JUN / 2006 4. d) para os demais disjuntores das saídas de painéis de força que possuam disjuntor de interligação.8 kV. deve ser previsto um dispositivo de proteção seletiva para curto circuito. Os contatos para alarme remoto devem ser individuais para os disjuntores de entrada e de interligação. os seguintes critérios de segregação. Nota: A menos que indicado em contrário nos esquemas funcionais. Deve ser previsto alarme remoto e sinalização local. Nas seções reservas e vazias (instalação futura) as plaquetas devem ser fornecidas sem gravação. enviando alarmes para o sistema supervisório. N-317 REV. plaquetas de identificação de plástico preto e gravação em letras brancas. b) devem ser previstos circuitos de alimentação de corrente contínua exclusivos para cada um dos disjuntores de entrada e de interligação de cada painel de força. Devem ser previstos 2 resumos de alarmes para os disjuntores de saída de uma mesma barra. através de lâmpadas brancas. 4.devem ser adotados. a menos que indicado em contrário na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. sendo um para os disjuntores que alimentam transformadores e CCMs e outro para disjuntores que alimentam motores. 4.33 Todas as seções devem possuir.35 Todo o sistema de controle e proteção dos disjuntores principais. O suprimento de corrente contínua deve ser feito através dos circuitos indicados nos esquemas unifilar e funcional. nas faces frontal e traseira. na segunda linha (e terceira se necessário) deve ser colocada a função do equipamento. deve ser em 125 V corrente contínua. não devem ser misturadas em um mesmo circuito cargas da barra A com cargas da barra B do painel de força. para alimentação das cargas de corrente contínua dos painéis de média tensão . 4. à partir do painel de corrente contínua: a) devem ser previstos circuitos de alimentação de corrente contínua exclusivos para cada disjuntor de 13. no mínimo. externamente. de acordo com critérios estabelecidos no projeto básico. Na primeira linha deve ser colocado o número do equipamento.37 A menos que indicado em contrário pela PETROBRAS os diagramas de proteção devem ser implementados considerando seletividade lógica entre os relés de proteção associados às saídas e os relés de proteção associados a entrada e interligação.centro de distribuição de carga . Esses dados são indicados no diagrama unifilar. Para cada circuito de proteção e/ou controle.36 Os painéis devem possuir supervisão das bobinas dos relés de bloqueio e das bobinas de abertura dos disjuntores. f) devem ser previstos circuitos exclusivos para alimentação dos relés de proteção de cada uma das barras A e B de cada painel. 8 . Os contatos para alarme remoto mencionados podem ser resumidos de outras formas. e) devem ser previstos circuitos exclusivos para alimentação dos relés de proteção de cada entrada de painel e de cada interligação de barras. c) devem ser previstos circuitos de alimentação de corrente contínua exclusivos para cada disjuntor de alimentação de CCM. 4.34 Todos os equipamentos e dispositivos devem ser identificados internamente através de etiquetas ou plaquetas com denominação idêntica a denominação utilizada no diagrama funcional.

intercambiáveis. cuidados. etc.1 Os disjuntores de entrada e de interligação devem ser idênticos entre si e intercambiáveis. 5.1 Disjuntores de Alta Tensão 5. de material não magnético. h) em alternativa às alíneas f) e g). d) número do painel.38 O painel deve possuir furação para colocação de dispositivos destinados à fixação do painel à base. devem ser fornecidos de acordo com as especificações descritas nos itens 5.A. 9 . terminais e barramentos. avisos e alertas de perigos conforme requisitos para placas de identificação da norma ASTM F 1166 e símbolos da norma IEC 60417-1. 5. para facilidade de manutenção. 4.1. saída de cabos pela parte superior e que não estejam contidos em eletrodutos. “Lump Sum”. quando solicitados na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530 e a menos que indicado em contrário. deve haver dispositivos de fixação para cabos singelos.1 a 5. de forma a evitar a circulação de correntes induzidas. f) número do Pedido de Compra de Material (PCM).7. deve ter seus compartimentos sinalizados com plaquetas textuais e gráficas de instruções. Os disjuntores de saída devem ser idênticos entre si. .42 Deve ser previsto dispositivo para fixação e suporte dos cabos de entrada e saída.). c) nome do empreendimento. N-317 REV. 5 DESCRIÇÃO DAS PARTES COMPONENTES Os equipamentos a seguir relacionados. no mínimo.43 Junto com o equipamento devem ser fornecidos um carrinho utilitário e ferramentas adequadas para retirada dos disjuntores e/ou contatores. 4. o número do contrato. 4. além de suas placas de identificação principal e suplementar.39 O painel deve ser dotado de placa de identificação suplementar de material resistente à corrosão (alumínio. g) número da Autorização de Fornecimento de Material (AFM).1. Os dispositivos devem ser fornecidos pelo fabricante do painel. sendo aceitável que a corrente nominal dos disjuntores de saída seja inferior a corrente nominal dos disjuntores de entrada. b) nome do órgão da PETROBRAS. 4. de forma a evitar esforços sobre os isoladores. bem como olhais para suspensão e movimentação. 4. e) número da RM. os seguintes dados: a) PETRÓLEO BRASILEIRO S. nos casos de aquisição embutida em contrato do tipo preço global (“Turn Key”.40 O painel elétrico.PETROBRAS.2 O mecanismo de abertura deve ser do tipo “abertura livre” e o de fechamento deve possuir dispositivo do tipo antibombeante (“anti-pumping”). D JUN / 2006 4.41 Quando indicada na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. aço inoxidável ou acrílico) contendo.

conforme indicado na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. 5.3 Transformadores para Instrumentos e Transformadores Auxiliares 5. os terminais principais devem ser cobertos automaticamente por uma placa de obturação de material isolante. N-317 REV. 5.2. [Prática Recomendada] 5. 5. 5.1. O fabricante deve providenciar meios que permitam a colocação do secundário dos transformadores de corrente em curto-circuito quando houver necessidade de retirada de sua carga.4 As bobinas dos contatores devem suportar uma queda de tensão de 30 % em relação à sua tensão nominal sem que haja desligamento de seus contatos principais.2. extraíveis. os contatos auxiliares e os das chaves comutadoras devem ser conectados à parte fixa com “plug”.3 Para tensões nominais superiores a 13.1 Os transformadores de potencial e auxiliares devem ser secos.5 As unidades de partida com contatores.8 kV deve haver redundância do circuito de abertura (com 2 bobinas de abertura com funcionamento totalmente independente). esses devem ser fornecidos com fusíveis limitadores de corrente de capacidade adequada para dar o máximo de proteção e permitir a partida dos motores.1. emitido por laboratório oficial. Os transformadores de controle devem ser protegidos por fusíveis no lado de alta tensão e por fusíveis ou disjuntores em caixa moldada no lado de baixa tensão. O sistema de abertura deve ser concebido de forma que tanto o comando manual e proteção elétrica atuem em ambas as bobinas. Quando o disjuntor for extraído.1 As unidades de partida dos motores devem ser constituídas por contatores e/ou disjuntores. Todos os fusíveis devem ser instalados de tal forma que a remoção dos fusíveis somente seja possível com o equipamento desligado e sem tensão. com comando em corrente alternada. impedindo-se o acesso às partes com tensão. 10 .2.4 Os disjuntores devem ser do tipo indicado na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530.2.2 Unidade de Partida dos Motores 5.3. Os fusíveis devem estar integrados no conjunto extraível.3 O fabricante deve fornecer atestado comprobatório.2 Os transformadores de corrente devem ser secos. Os circuitos de comando.3. 5. D JUN / 2006 5.2. 5. de modo que a remoção dos fusíveis possa ser efetuada sem tensão em seus terminais. devem ser providas de transformadores de controle individuais.2. 5. de que os fusíveis são do tipo “limitador de corrente”.2 No caso de emprego de contatores. extraíveis e protegidos por fusíveis. 5.6 É recomendável que o conjunto fusível e contator seja de um único fabricante. com terminais principais e auxiliares do tipo “encaixe”.

no máximo.3 Quando solicitado na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. N-317 REV. devem fazer parte do escopo de fornecimento.4. 5. 4 ms. 5. 5. As botoeiras devem ser ligadas aos circuitos de comando dos contatores e/ou disjuntores sem relé de interposição.2 As chaves de controle de disjuntores de UPMs devem ter apenas as posições “neutra” e “desliga”. 5. com rearme manual.4 Instrumentos e Relés de Proteção 5.4. Deve haver supervisão da bobina do relé de bloqueio para os modos de falha de bobina em curto-circuito e bobina aberta. os instrumentos de medição ou relés digitais de proteção com medição de energia ativa devem possibilitar parametrização para cálculo de demanda máxima integralizada em intervalos de 15 minutos sincronizados com sinal externo.6 Chaves de Controle e Botoeiras 5. a plena carga.6.4. D JUN / 2006 5. devendo ser fornecidos sem ônus adicional na sua versão mais completa. As chaves de controle dos demais disjuntores devem ter 3 posições: “liga”. 1) Microsoft Windows® é o nome comercial de um produto da Microsoft Corporation. controladores programáveis etc. Os amperímetros para motores e bancos de capacitores devem ter escala de amortecimento. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. transdutores.4 Os softwares para configuração de relés digitais.2 Quando solicitados relés de bloqueio. com tempo máximo de atuação de 12 ms. 5. As botoeiras devem ser operadas externamente sem necessidade de abertura da porta do compartimento e possuir dispositivo de travamento na posição “desliga”. “neutra” e “desliga”. a escala desses instrumentos e/ou transdutores deve ser selecionada de modo que. com retorno por mola à posição neutra. 5. multimedidores.1 As Unidades de Partidas de Motor (UPM) com contatores devem possuir unicamente uma botoeira com a função “desliga”. 5.1 Todos os relés de proteção devem ser de um único fabricante e devem atender a norma PETROBRAS N-2779. É possível ser utilizado produto equivalente.2 Quando solicitados instrumentos analógicos e/ou transdutores na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. Os softwares devem ser compatíveis com o sistema operacional 1)Microsoft Windows®.5.5. desde que conduza a resultado igual. o valor medido da grandeza fique entre 50 % a 75 % da escala. 11 . devem ser do tipo rotativo.4.1 Quando solicitados relés auxiliares ultra rápidos o tempo de atuação deve ser.6.5 Relés Auxiliares e Relés de Bloqueio 5.

b) identificação do órgão da PETROBRAS. N-317 REV.). seleção local remota. armazenagem. j) número da AFM. preferencialmente.2 Cada volume deve apresentar as seguintes identificações: a) identificação da posição de armazenamento. i) número do PCM. auxílio à partida e supressão de surtos atmosféricos e de manobra devem ser. instalados fora do painel. 5. k) em alternativa às alíneas i) e j). [Prática Recomendada] 5.7 Capacitores de Potência 5. 7. 6 INSPEÇÃO E ENSAIOS O painel e seus componentes devem ser inspecionados e ensaiados em conformidade com as normas listadas no Capítulo 2 desta Norma e a Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. Este requisito não se aplica a capacitores para controle de TRV. kits de material higroscópico. sinalizadores e todas as chaves de controle necessárias para a operação do painel (liga e desliga. 43LB. d) identificação do empreendimento.7.6. 7. o número do contrato.7. As embalagens devem proteger completamente todas as partes do seu conteúdo contra possíveis danos durante o transporte.3 O compartimento de baixa tensão com instrumentos e dispositivos eletrônicos deve conter em seu interior. D JUN / 2006 5. “Lump Sum” etc.) devem ser instaladas unicamente no painel de controle.3 Em caso de existência de painel de controle remoto. 12 . e) número da RM. as chaves de controle dos disjuntores (52CS. f) número(s) do(s) painel(éis).2 Capacitores instalados no interior do painel são aceitos desde que os certificados de ensaios de tipo apresentados na proposta contemplem os capacitores integrados ao painel.1 Capacitores de potência para correção de fator de potência.). g) nome e endereço do fornecedor. paralelismo momentâneo etc. Todas as sinalizações dos disjuntores devem existir também no painel de controle. h) massa. 69LR etc. nos casos de aquisição embutida em contrato do tipo preço global (“Turn Key”.1 O painel deve ser acondicionado de forma adequada ao sistema de transporte previsto. embarque e desembarque. c) identificação da unidade de negócio. 7 EMBALAGEM E TRANSPORTE 7. para o transporte e o armazenamento. com endereço do local de entrega. Nota: O painel de controle remoto consiste de um painel de baixa tensão com diagrama mímico.

os seguintes: .ensaio de tensão suportável nominal à freqüência industrial. g) número da AFM.1 A simbologia empregada na documentação a ser enviada pelo fabricante. 13 . 8. nos casos de aquisição embutida em contrato do tipo preço global (“Turn Key”. f) cotação de preços para o estudo de coordenação e seletividade das proteções elétricas. i) plano de inspeção e testes. conforme norma IEC 60470. b) identificação da unidade de negócio. c) identificação do empreendimento. 8.).3 Todos os documentos devem ser elaborados de forma legível contendo. no mínimo. mostrando a localização de dispositivos de alívio de sobrepressão. conforme norma IEC 60470. j) cópias dos certificados dos ensaios de tipo assinalados na Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530. “Lump Sum” etc. no mínimo. d) relação de peças sobressalentes. lateral e seção transversal do painel com dimensões aproximadas. h) Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530 assinada com a identificação do responsável e com todos os campos preenchidos.ensaio de tensão suportável nominal de impulso atmosférico a seco. 2) Os desenhos. c) catálogos de todos os componentes do painel contendo todas as informações e características técnicas. Os documentos “como comprado” e “como construído” fornecidos em meio eletrônico devem ser editáveis.2 Os documentos. N-317 REV. b) massa aproximada do painel. e) cotação de preços para assistência técnica à montagem do(s) painel(éis). d) número da RM. quando existentes. próximo e acima do carimbo do fabricante deve ser deixado um retângulo de dimensões 15 cm x 4 cm para posterior preenchimento pela PETROBRAS. o número do contrato. D JUN / 2006 8 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA 8. desenhos e manuais exigidos devem ser elaborados em meio eletrônico (disco laser: CD. para regimes de testes A. com discriminação por preços unitários. deve ser de acordo com a norma PETROBRAS N-898. B e C. e) número(s) do(s) painel(éis). DVD) e também em meio impresso. em especial os esquemas unifilares e funcionais. indicando as normas aplicáveis e os valores de aceitação. incluindo curva característica para a determinação da corrente de “take-over”.4 Documentação mínima que deve ser enviada juntamente com a proposta para análise técnica: a) desenhos dimensionais das vistas frontal. g) certificado de ensaio de coordenação do contator com fusível. necessárias para um período de operação de 2 anos. esquemas e diagramas devem ser elaborados no tamanho mínimo A3. h) em alternativa às alíneas f) e g). Notas: 1) Do lado direito. 8. as seguintes informações: a) identificação do órgão da PETROBRAS.ensaios dielétricos incluindo painel e disjuntor. . incluindo. . f) número PCM.

com dimensões aproximadas. mostrando a localização de dispositivos de alívio de sobrepressão. içamento e desembalagem do painel. g) catálogos técnicos com todos os dados característicos dos acessórios solicitados “como construído”. 8.4. t) documentação de reles de proteção digitais. de conformidade com todos os requisitos da proposta original aprovados. de acordo com a norma PETROBRAS N-2779. contendo. e) procedimentos para operação. no Brasil e na América do Sul. b) Folha de Dados da norma PETROBRAS N-1530 devidamente preenchida “como comprado” e/ou “como construído”. quando existente. D JUN / 2006 n) lista de todos os componentes e materiais aplicados. bem como as revisões que tenham sido feitas na especificação técnica por ocasião de esclarecimento técnico e/ou parecer técnico. N-317 REV. agrupados por unidade funcional. 9 GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA PÓS-VENDA 9. p) instruções para embalagem.6 Documentos que Devem ser Enviados Junto com o Painel Manual(ais) de montagem. q) instruções para transporte. r) desenhos dimensionais do compartimento de ligação ao duto de barras. bem como de qualquer elemento sobressalente. j) cópia do certificado de calibração dos medidores de grandezas elétricas emitido por organismo acreditado pelo INMETRO. operação. _____________ 15 . bem como para todos os componentes e acessórios solicitados. quando o transporte não for escopo do fabricante do painel. as seguintes informações: a) especificações técnicas para o painel. 9. c) procedimentos para armazenagem. o) curvas “corrente de curto-circuito” x “corrente de pico máxima de interrupção” dos fusíveis limitadores de corrente. d) procedimentos para montagem. f) procedimentos para manutenção preventiva e corretiva do painel. quando existentes. treinamento e manutenção do(s) painel(éis) e dos dispositivos auxiliares. incluindo o flange de conexão.2 O fabricante deve informar a relação de assistências técnicas credenciadas pelo fabricante. no mínimo. s) lista de plaquetas de identificação e sinalização. h) relatórios de todos os ensaios de rotina aos quais o painel foi submetido após a fabricação. bem como para todos os acessórios solicitados.1 O fabricante deve garantir formalmente a disponibilidade de peças sobressalentes para qualquer componente do painel. por um período mínimo de 10 anos após a data da entrega. i) cópia dos certificados dos ensaios de tipo de acordo com item 8.