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Plano de Trabalho

Laboratório Direito - (1 período)

Docentes responsáveis: ​Caio Gracco Dias; Camilo Zufelato, Nuno M. M. S. Coelho,
Fabiana Severi, Paulo Eduardo Alves da Silva.
Estagiária de iniciação à docência: ​Deíse Camargo Maito
Estagiário de iniciação à docência: ​Jesus Pacheco Simões

Tema Principal: ​O que é direito?

Objetivos

O Laboratório I pretende desenvolver atividades que favoreçam a compreensão e
aplicação dos princípios da investigação científica nos espaços de ensino/sala de aula,
bem como também favorecer uma articulação entre a reflexão teórica e a prática jurídicas.
As atividades previstas também buscam contribuir no processo de adaptação
dos/das estudantes, minimizando as possíveis dificuldades e apreensões quanto à forma
de estudar, de realizar leitura de trabalhos acadêmicos e técnicos, de produzir trabalhos
acadêmicos e de problematizar cientificamente o fenômeno jurídico.
Ainda, pretendem apresentar, por meio de vivências e práticas, noções gerais
sobre direito, sistema de justiça, separação entre os poderes, processo judicial, processo
legislativo, conflitos sociais, conflito jurídico, direitos humanos, pesquisa empírica em
direito e pluralismo jurídico.
Em diálogo com os objetivos do Projeto Político Pedagógico do curso de Direito da
FDRP, as atividades foram estruturadas de modo a favorecer, principalmente, o
desenvolvimento das seguintes competências e habilidades dos/das discentes:
a) Habilidade em criar e interpretar dados empíricos sobre o contexto regional e
nacional que permitam a formulação, a implementação e a avaliação de
políticas públicas;
b) Capacidade de reconhecer demandas de grupos de interesses, minorias,
questões socioambientais e de soberania, bem como de economia de mercado

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e suas inúmeras formas de relação com o Direito;
c) Valorização e respeito pela diversidade cultural e consolidação dos valores
democráticos e de direitos humanos.

Estratégias didático-pedagógicas

A equipe de docentes e estudantes em monitoria organizou as atividades em torno
de três eixos principais: a) visitas técnicas; b) oficina de leitura e metodologias e c)
estudos teóricos e práticas culturais. Em cada um desses eixos estão previstas atividades
no cronograma que serão realizadas de forma livre ou guiada/mediada.
O tema integrador das ações previstas em cada um desses eixos será a pergunta
“o que é direito?”. As vivências, leituras, visitas, debates, produções textuais buscarão
favorecer a compreensão crítica e interdisciplinar sobre o direito, em articulação com
conceitos como: acesso à justiça, desigualdades, discriminação, diferença, identidade,
diversidade e pluralismo.
Todas as atividades foram estruturadas de modo a gerar aprendizagens que
permitam aos/às discentes entregar um produto final, elaborado por grupos compostos
por 4 a 6 discentes, nas duas últimas semanas letivas, que de alguma forma responda a
pergunta guia (o que é direito?) ou que formule um campo de novas problemáticas
decorrentes das tentativas de se compreender o que seja o direito.
Esse produto pode ser, por exemplo, audiovisual, material didático, texto, dossiê,
palestra direcionada às ou aos usuários que usufruem/necessitam dos serviços visitados,
tendo como base as visitas-guia e os conhecimentos adquiridos nos três eixos de trabalho
da matéria.

Organização Didática

As atividades foram organizadas em torno de três eixos de trabalho, que possam
subsidiar a Turma a desenvolver os produtos finais:

1. Eixo Visitas técnicas (trabalho de campo).
Aqui estão previstos dois tipos de visitas a serem realizadas pela Turma: as visitas

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Após apresentação dos formulários de sistematização o grupo discente realizará as visitas livres. Ocupação Urbana e Cooperativa Mãos Dadas) com acompanhamento de docentes do Laboratório e pessoas facilitadoras do diálogo (representantes destas comunidades.guiadas e as visitas livres. Ministério Público etc. Defensoria Pública. incluindo novas pesquisas e novas visitas) e irão preparar o material didático final. colhendo os dados necessários para a produção do material final. O mesmo será finalizado pelos próprios grupos. Tribunais. Em um terceiro momento os grupos utilizarão os dados consolidados após as pesquisas e visitas realizadas (podendo modificar seus objetivos para adequação à realidade encontrada. A visita guiada será momento no qual os grupos verificarão a pertinência dos dados obtidos e do material pensado. docentes USP que realizam atividade de pesquisa/extensão junto a tais grupos etc. um formulário de sistematização para fornecer arcabouço metodológico para o que deve ser observado/destacado nos locais de visita livre e nos grupos com visitas guiadas. será elaborado. Proposta: A visita livre será feita de modo a responder como os serviços disponibilizados em tais locais são úteis/necessários/facilitados/dificultados aos grupos encontrados nas visitas guiadas. que visará à entrega à comunidade visitada. de acordo com a realidade vivenciada. em conjunto com os estudantes e em sala de aula. após pesquisa sobre os locais das visitas guiadas e pré-concepções de como o material elaborado poderia ser útil a tais comunidades.) e na Câmara dos Vereadores.). que poderá ou não ser modificado após tal encontro. Para isso. para apresentação. ● ​Momento 1 – Preparação ○ Divisão de grupos por tipo de material ○ Divisão de locais de visita guiada 3 . As visitas livres serão feitas em espaços físicos e prédios em que funcionam órgãos do sistema de justiça (Fórum. As visitas guiadas serão realizadas em grupos de discentes em três locais (Assentamento de Reforma Agrária. na qualidade de usuários de serviços dos locais visitados livremente e pelo seu contexto social.

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aulas. que lhes permitirão um melhor aproveitamento do tempo de estudo para as disciplinas do curso. simultaneamente. As atividades se darão na forma de oficinas em que essas técnicas serão discutidas e exercitadas pela turma. dinâmicas e apresentações culturais) que possam auxiliar na construção de bases teóricas e de saberes culturais que possam servir para a melhor compreensão sobre o que é direito. de modo que os/as discentes possam já aplicar tais conceitos nas visitas e observações a serem realizadas e na construção dos produtos a serem entregues ao final do semestre. discussões. em especial a pesquisa empírica. 3. 4 . ​Aqui foram estruturadas atividades (seminários. palestras. de modo a. Aqui serão realizadas atividades que possam favorecer a aproximação dos/das discentes com a leitura acadêmica e a melhoria das estratégias de leitura e estudo. ○ Formulário de sistematização ○ Pesquisa livre local de atuação e locais de visita ○ Fechamento do formulário básico pré-conceitual ● Momento 2 – Visitas e consolidação dos dados e objetivos ○ Visitas livres ○ Visitas guiadas ○ Consolidação do formulário ● Momento 3 – Produção e retorno ○ Nova realização de visitas e pesquisa (se necessário) ○ Produção do material final ○ Apresentação e avaliação ○ Retorno às comunidades com o produto final (se aprovado) 2. Eixo Oficina de leitura e de metodologias de investigação e aprendizado científico. Eixo Estudos teóricos e práticas culturais. fazer uma apresentação sobre noções gerais de pesquisa. em especial tendo como base textos sobre metodologia de pesquisa. Quer-se capacitar os/as discentes com técnicas e estratégias úteis para a leitura de textos acadêmicos. em uma abordagem interdisciplinar e crítica.

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como forma de averiguar o engajamento com as atividades desenvolvidas. adequada à mídia escolhida e ao público de destinação do produto Além dessa dimensão. bem como sua percepção pessoal dos ganhos e problemas derivados de sua participação nas atividades realizadas. o acompanhamento e a avaliação do Laboratório como um todo e de suas atividades isoladamente consideradas. Serão utilizados. o tempo nelas despendido. não menos. a partir de reuniões quinzenais entre os membros da equipe docente e os Estagiários de Docência. Eixo Visitas (trabalho de campo): Cada discente terá que realizar uma visita livre em cada um dos seguintes locais: Câmara Municipal e Órgão do sistema de justiça. Serão levados em consideração como critérios avaliativos: a) a adequação do trabalho apresentado à proposta b) a capacidade crítica revelada pelo trabalho c) o uso correto da linguagem. à luz do Projeto Político Pedagógico da FDRP. para o segundo oferecimento do Laboratório em 2018. como instrumentos de coleta de dados e informações (que serão debatidos em sala) o diário de campo e a observação participante. a avaliação do Laboratório também envolverá uma auto-avaliação feita pelos/as discentes. 5 .Proposta de avaliação A avaliação do desempenho discente nas atividades do Laboratório será feita com base no produto apresentado ao final do semestre. Finalmente. Descrição das atividades 1. quer-se identificar eventuais problemas a tempo de corrigi-los antes do final do semestre e acumular informações que servirão para a elaboração da proposta do Laboratório do segundo semestre. Com isso. e. serão feitos de forma continuada. reuniões essas que serão embasadas na apresentação e discussão de formulários de sistematização de atividade que devem ser preenchidos pelos ministrantes após cada encontro com as turmas.

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a observação participante e a entrevista semiestruturada. de modo a compreender como que o sistema de justiça e os órgãos públicos podem ser espaços de reivindicação de direitos dos grupos pesquisados e. sociais ou políticos com os quais já tenham alguma familiaridade. de registros audiovisuais aos escritos científicos. sobre técnicas de observação para uso nas visitas em campo. Elas apresentarão trabalhos de observação social e relatos de percepção feitos com base nessas observações e sob diferentes formatos. ao menos. a partir dele. Eixo Oficina de leitura e metodologias de investigação e aprendizado científico As turmas participarão de 2 (dois) encontros. produzir reflexões em torno da questão: o que é direito? Os dados coletados através do Formulário de Sistematização. UnB. alunos e alunas tenham percebido peculiaridades da observação de fenômenos jurídicos em relação à observação de fenômenos culturais. uma visita guiada em um dos seguintes locais: Assentamento de Reforma Agrária Mário Lago. qual a compreensão do “que é direito” para os alunos e alunas da matéria. Com isso. Espera-se que. o diário de campo. 2003). Em seguida. Serão utilizados. mediados por um docente e pelos estagiários de docência. Todo o material coletado será debatido em sala de modo a se buscar. no terceiro bloco de encontros. nas visitas livres e nas guiadas. finalmente. analisado e discutido o livro “Crime e Costume na Sociedade Selvagem”. fomentar a capacidade de perceção do direito em suas manifestações concretas. Além disso. que subsidiará a discussão. ao término das oficinas. cada discente terá que realizar. 6 . em 3 (três) encontros. pretende-se explorar a habilidade de observar e relatar e. Cooperativa Mãos Dadas e uma Ocupação Urbana (ainda a definir o local). 02/5 e 09/5) e um encontro final em 30/5 para avaliação da experiência das visitas de campo já realizadas. com isso. iniciando-se pela leitura e discussão de textos que descrevem as técnicas de leitura estrutural e de análise conceitual. como recursos para coleta de dados e informações. As oficinas sobre método de observação serão realizadas em um bloco de três encontros (25/4. analisados em conjunto e com o pesquisado livremente pelos grupos serão componentes do material final que será avaliado e entregue às comunidades visitadas (caso seja aprovado). 2. de Bronislaw Malinowski (ed. será lido.

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O foco dirige-se ao constitucionalismo democrático latinoamericano. Já o dia 25 será dedicado a um seminário sobre o tema. análise de artigos feitos a partir de cadernos de campo em pesquisa em direito. que será parte integrante da avaliação da atividade. marcado pelo pluralismo étnico. fazendo uma exposição inicial e indicando textos de leitura requerida para os encontros seguintes. a ser programado e organizado pelos próprios estudantes. protagonizem um evento 7 . O objetivo é que os próprios estudantes. a partir dos textos e dos debates. o Prof. As oficinas de método serão estruturadas nas seguintes atividade: conhecimento de experiência de observação do campo jurídico através de relato etnográfico. Elas visam problematizar a perspectiva ocidental-eurocêntrica do Direito. com apoio dos docentes do Laboratório. 18 e 25 de maio (atividade B). fará debate com docentes da FDRP sobre os modelo jurídico europeu e as alternativas anticoloniais de nosso tempo. No dia 18 o Prof. No dia 04. Nuno estará em sala de aula para compartilhar alguns fundamentos teóricos da discussão. preparando um evento para o dia 24 de maio. chamando a atenção para outras perspectivas culturais acerca dos critérios de instituição da convivência política. Também será discutido como organizar um seminário acadêmico. sobre o tema “O ‘pormenor’ do direito na literatura sobre o sertão: diálogos com o cordel e com a música caipira”. a atividade A consistirá em uma oficina ministrada pelo Prof. tarefa que os alunos deverão enfrentar. Eixo Estudos teóricos e práticas culturais O Eixo “Estudos teóricos e práticas culturais” compreenderá atividades nos dias 14 e 15 de abril (atividade A) e 4. da Universidade Federal de Minas Gerais. Nos dias 14 e 15 de abril. identitário e jurídico. da Universidade Federal da Bahia. Antonio Sá. Qual é a concepção de justiça e de direito que estes discursos veiculam? Qual o papel do direito na construção da identidade naquela cultura? Os dias 4. 18 e 25 serão dedicados à crítica do modelo homogeneizador característico do direito moderno e as alternativas que surgem na América Latina. 3. dinâmicas de observação e escuta em sala de aula. José Luiz Quadros Magalhães.qualificando-os para as oficinas de visitas de campo.

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Concepções sobre direito. Noções gerais sobre separação entre os poderes. etapas. 7. debatido nesta atividade B do Laboratório. logística. convites. etapas/fluxo do processo judicial. em perspectivas interdisciplinares e considerando os múltiplos pontos de vista de que os diferentes atores sociais enxergam o direito. Noções gerais sobre pesquisa empírica em direito e algumas abordagens metodológicas de natureza qualitativa: observação participante. processo legislativo. 4. sistema de justiça brasileiro. igualdade. diferença e justiça que possam subsidiar a problematização sobre o que é direito. método científico. Poder Legislativo. Conteúdos a serem abordados 1. ciência e espírito científico. Problematização filosófica e política sobre o sentido do Direito na cultura ocidental. emissão de certificados. Noções gerais sobre acesso à justiça. 6. discriminação. 5. tipos. Cronograma 6/3 7/3 9/3 RECEPÇÃO AOS RECEPÇÃO AOS RECEPÇÃO AOS CALOUROS – SEM CALOUROS – SEM CALOUROS – SEM ATIVIDADES ATIVIDADES ATIVIDADES 8 . tipos de pesquisa jurídica e metodologias de pesquisa em direito. projeto e relatório). Introdução ao estudo da elaboração de textos científicos e acadêmicos. registro e avaliação etc…) . etnografia e estudo de caso. orientação para apresentação pública de trabalhos de pesquisa. Conceitos gerais de: desigualdades.por eles concebido e executado desde a raiz até a execução (compreendendo planejamento. 2. 3.evento este que leve à comunidade externa a questão do pluralismo e da diversidade. divulgação. Introdução ao planejamento da pesquisa científica (finalidades. Noções gerais sobre escrita e organização de leitura/estudos acadêmico-científicas: tipos de conhecimento.

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GARCEZ 20/3 21/3 23/3 OFICINA DE LEITURA FORMAÇÃO PARA AS FORMAÇÃO PARA AS 1º ENCONTRO VISITAS VISITAS PROF. FABIANA PROF. CAIO GRACCO VISITAS . Nuno)* OFICINA)* observar no observar no anexo ao fim anexo ao fim deste deste documento ​– documento ​– Bibliografia Bibliografia para para estudo estudo 9 . CAIO GRACCO 3/4 4/4 6/4 OFICINA DE LEITURA OFICINA DE 3º ENCONTRO PREPARAÇÃO PARA PROF. CAMILO 27/03 28/3 30/3 FORMAÇÃO PARA AS OFICINA DE LEITURA VISITAS 2º ENCONTRO PROF. FABIANA PROF. 13/3 14/3 16/3 APRESENTAÇÃO DO LABORATÓRIO – TODOS OS DOCENTES PALESTRA PROF.DEÍSE E JESUS 10/4 11/4 13/4 SEMANA SANTA SEMANA SANTA SEMANA SANTA 17/4 18/4 20/4 “O ‘pormenor’ do direito “O ‘pormenor’ do direito na literatura sobre o na literatura sobre o sertão: diálogos com o sertão: diálogos com o cordel e com a música caipira” cordel e com a música (PALESTRA COM caipira” OFICINA) (PALESTRA COM (Supervisão Prof. CAIO GRACCO PROF.

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F. (obs: turmas no Anfiteatro) 8/5 9/5 11/5 OFICINA DE MÉTODOS VISITA – TURMA 1 2º ENCONTRO PROF. PAULO Fundamentos teóricos e Apresentação e debate indicações sobre a sobre observação e realização das atividades entrevistas a partir do dos dias 18 e 24 de maio. 2. p. 10 . PAULO Análise de relatos baseados em observação e entrevistas feitas em audiências judiciais e tribunais do júri. jul 2014. PROF.ALMEIDA. p.O FIM e o princípio. “Aspectos práticos da pesquisa empírica em direito: uma discussão a partir da experiência etnográfica no tribunal do júri”.GOMES. 25-39. Rio de Janeiro. vol. documentário: . (Prof. n. 24. 290-314. F. Nuno) Direção: Eduardo Coutinho. Revista Cadernos de Campo. Revista de Estudos Empíricos em Direito. 2005. CAIO GRACCO 1/5 2/5 4/5 FERIADO – DIA DO OFICINA DE MÉTODOS DIREITO E TRABALHO 1º ENCONTRO PLURALISMO. “Amizades muito hierárquicas: direitos e emoções nas relações entre domésticas e patroa”. A. n. São Paulo. 1. 24/4 25/4 27/4 OFICINA DE LEITURA (E MÉTODOS) 4º ENCONTRO PROF. M. . 2015.F. .

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F. 11 . Evento a ser planejado pelos alunos (Supervisão Prof. Nuno) 29/5 30/5 1/6 OFICINA DE MÉTODOS 3º ENCONTRO Apresentação oral preliminar de relatos baseados nas visitas. “Aspectos práticos da pesquisa empírica em direito: uma discussão a partir da experiência etnográfica no tribunal do júri”. n. 2. José Luiz Quadros de Magalhães (UFMG) (Supervisão Prof. Sete exposições de 5 minutos cada seguida de debates sobre como o "direito" se apresentou nessas observações. ​Revista de Estudos Empíricos em Direito​. p.F. vol. 5/6 6/6 8/6 12/6 13/6 15/6 ENCERRAMENTO FERIADO . 1. Expositores selecionados na aula. jul 2014.​CORPUS APRESENTAÇÃO DAS CHRISTI PRODUÇÕES Referências bibliográficas ALMEIDA. Dr. 25-39​. Nuno) 22/5 23/5 25/5 DIREITO E PLURALISMO. Debate com Prof. 15/5 16/5 18/5 VISITA – TURMA 2 VISITA – TURMA 3 DIREITO E PLURALISMO.

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A pesquisa social. Pedro. Steven. ​Jogo. Direção: Eduardo Coutinho." ​Revista Novos Estudos CEBRAP​. ​20​(1). 1982. José D'Assunção. 2015. 24.com/watch?v=_VQC51XZ5ow> PINKER. p. BECKER. n. pp.4. Ronaldo Porto. A. 2009. verão de 2005. São Paulo: FGV. São Paulo. C. março de 2007.BARROS. 2005. "A entrevista como método: Uma conversa com Eduardo Coutinho". 2010. diversidade. Diferença. ​Guia da escrita​. Rio de Janeiro. ed. janeiro-junho de 2006. ​O que é direito?​ São Paulo: Brasiliense. LYRA FILHO. O FIM e o princípio. Miracy Barbosa de Sousa. São Paulo: Contexto. 329-376. F. ​Cadernos pagu (26). MACEDO JR. GOMES. 11-36. ​Serviço Social & Realidade​. n. DEMO. Terceiro Nome. p. n. ​Crime e costume na sociedade selvagem (qualquer edição em português). L. 2012.345-366.. “Amizades muito hierárquicas: direitos e emoções nas relações entre domésticas e patroa”. P. LINS. livros e artigos. diferenciação. NOBRE. São Paulo. BRAH. MALINOWSKI. no. 2009. 2016. Belo Horizonte: Del Rey. ​Apontamentos sobre a pesquisa em direito no Brasil​. "O fim e o princípio: Entre o mundo e a cena. Igualdade. volume 11. Rio de Janeiro: Zahar. C. 125-138. 3. DIAS. ​(Re)pensando a pesquisa jurídica​: teoria e prática. Disponível em <https://www. ​Truques da escrita​: para começar e terminar teses.2. 12 . Revista Psicologia USP​. v. ​Cadernos Direito GV​. ritual e teatro: um estudo antropológico do Tribunal do Júri​. p.17. 290-314. 2015. Desigualdade e Diferença – rediscutindo três noções”. [​documentário​]. janeiro/março. v. ​Revista Cadernos de Campo​. 2008. Howard. Maria Tereza Fonseca. Bronisław. São Paulo: Ed. Franca.1. A. (2012).175. M.youtube. FROCHTENGARTEN. O Método de leitura estrutural. ​Análise Social (Revista do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa)​. GUSTIN. n. Fernando. Avtar. p. São Paulo. SCHRITZMEYER. Roberto.99 São Paulo July 2014. 3-41. Marcos. MESQUITA.

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______. ______. ed. p2005. GOMES. ​Jeito caipira​. p1997. ​Disputa de Bocage com um padre​. 2010. ​Apologia ao jumento​. João Guimarães. PAIXÃO. São Paulo: Luzeiro. Goiás: Anhanguera Discos.Elomar. Fortaleza: Tupynanquim Editora. VIANA. ​Grande sertão​: veredas. 2006. ROSA. 8 DVD. 2006. 14 . Rio de Janeiro: Globo Vídeo. Rio de Janeiro: Globo Vídeo. Rio de Janeiro: Globo Vídeo. SÉRGIO REIS. p1997. ​O pagador de promessas​. Produção Sistema Globo de Televisão. Composição de Geraldinho Nogueira. ​O causo do mutirão ou o Causo do Osso. ​O melhor do Globo Rural​: Renato Andrade. Rio de Janeiro: Som Livre. Dias. 74. p2003. 1 LP. Composição de Clementino e Luiz Gonzaga. ​O melhor do Globo Rural​: Um caso de traição. Rio de Janeiro/São Paulo: Record. Composição de Geraldinho Nogueira. 8 DVD. ALMIR SATER. 52. ​Travessia do Araguaia​. ed. ​Goiás: Anhanguera Discos. disco 5. p2005. disco 9. 1 LP. Manoel D’Almeida. 3 DVD. GERALDINHO. Composição de Gino e Rick. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. São Paulo: RCA Víctor. ______. p2006. São Paulo: Warner Music. Composição de Geraldinho Nogueira. RAMOS. ​Vidas secas​. p2005. GINO E GENO. GLOBO RURAL. ​O melhor do Globo Rural​: Aboio. Graciliano. disco 8. 2 CD’s. ​Goiás: Anhanguera Discos. Rio de Janeiro: Globo Vídeo. p1996. ​O causo do marimbondo​. LUIZ GONZAGA. p1997. 1 CD. Fernando. 1 CD. 1998. 8 DVD. Produção Sistema Globo de Televisão. ​Tropeiros​. 1978. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Antônio Klévisson. ​Lágrimas de uma sentenciada ou O triunfo do amor de Maribel e Tibério​. Produção Sistema Globo de Televisão. 2 CD’s. Composição de Décio dos Santos e Dino Franco. ​O causo da bicicleta. 1 CD. ______. p1967. ______. Produção Sistema Globo de Televisão.2 CD’s. FILHO.

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1980. ​O mineiro e o italiano. 1 78RPM. ​Derrota do Boi Palácio​. p1970. Composição de Raul Torres. ​O menino da porteira​. 1 CPS. ​História do vaqueiro Damião​. Composição de Tonico e Anacleto Rosa Jr. Composição de Dino Franco e Tião Carreiro. p1964. 1 CD. p1973. 1 CD. ​Cabocla Tereza​. p1974. Composição de Carreirinho e Zé Godoy. ​João Bobo​. p1951. ​A moda da mula preta​. São Paulo: Luzeiro. ​Boi de carro​. Composição de Teddy Vieira e Pereira. 1 78RPM. TIÃO CARREIRO E PARDINHO. ______. Composição de Luisinho e Teddy Vieira. 1 CD. 1 LP. ______. São Paulo: Columbia. São Paulo: Alvorada/Chantecler. ​Boiadeiro Punho de Aço​. p1973. ​São Paulo: Sertanejo/Chantecler. 1 LP. SILVA. Composição de Nelson Gomes e Teddy Vieira. ______. São Paulo: Warner Music. 15 . São Paulo: Alvorada/Chantecler. Minelvino Francisco. 1 LP. 1 LP. 1 CD. p1956. ______. p1975. TONICO E TINOCO. ______. São Paulo: Continental. 1 LP. p2000. Composição de José Morais e Zé Carreiro. Composição de João Pacífico e Raul Torres. São Paulo: Alvorada/Chantecler. ______. São Paulo: RCA Víctor. ​Exemplo de humildade​. 1 CD. São Paulo: Caboclo/Continental.SÉRGIO REIS.