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5.

Posibilidades de recuperación
En el estudio de los problemas de salinidad y drenaje de los valles de la Costa
Peruana, no solamente se evaluó el grado de tales problemas, sino que también
se consideró en forma preliminar la posibilidad de recuperar las áreas afecta-
das. Para ello se tuvo en consideración la serie de factores mencionados en el
Cap.3.2.3. Es así cÓmo se ha llegado a la conclusión resumida en el Cuadro 4 :
de la superficie afectada en la Costa, 102,360 ha, presentan problemas ligeros
de drenaje y/o salinidad.
Parte de los problemas ligeros se encuentran en áreas cultivadas con arroz,
generalmente con drenaje moderado, que causan un nivel freático elevado. Por
consiguiente sí se elimina el cultivo de arroz en éstas áreas es de esperarse
una disminuación o eliminación del problema de drenaje. CÓmo ejemplo considere-
mos el cas0 de los valles Jequetepeque y Camaná, si en ellos se limitará el
cultivo de arroz a las zonas con suelos de textura fina, el problema disminuirá
notablemente. Sin embargo para muchas zonas con problemas de salinidad y drenaje
el arroz es un cultivo que se adapta excelentemente. Por ejemplo en el valle
Tumbes con extensas áreas con el nivel freático elevado aun en la época seca
y suelo significativamente salino, los rendimientos de arroz son satisfactorios,
debido al clima y abundante agua de riego de buena calidad. La eliminación del
cultivo de arroz en el valle de Tumbes, contrariamente a lo que ocurrirá en
Jequetepeque y Camaná, no disminuiria los problemas de drenaje aunque si aumen-
taria los problemas de salinidad. Est0 se debe al relieve topográfico plano
y poca altura con respecto al nivel del mar.
En otras zonas el problema de drenaje actual es ligero porque no se está regando
intensivamente todo el área, por ejemplo si en el sector noroeste del valle
Chancay-La Leche se incrementara el área irrigada, se incrementaria el área
con problemas de drenaje. Otros casos con problemas ligeros no han sido clara-
mente establecidos porque existen otros factores de tipo climatológico, edafo-
1Ógico y tecnológico, más influentes en la producción.

En conclusión la mayoría de las zonas con problemas ligeros de salinidad y dre-
naje no urgen de medidas correctivas excepto en aquellos lugares donde se piensa
ampliar el área irrigada, por ejemplo donde se están desarrollando proyectos
integrales de riego tipo Chira-Piura, Chancay-La Leche, etc.
Los problemas moderados o fuertes de salinidad más no de drenaje se encuentran
en una superficie total de 19,385 ha. TeÓricamente éstas áreas pueden ser fácil-
mente recuperadas ya que sÓ10 se requiere incrementar la dotación de agua de riegc

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I S i n embargo en l a mayoría d e l o s v a l l e s de l a Costa Peruana donde s e ha en-

I c o n t r a d o é s t e t i p o d e problemas, l a d i s p o n i b i l i d a d d e agua es muy l i m i t a d a o
de mala c a l i d a d . Se ha estimado que Únicamente 7,000 h a con E s t e grado y t i p o
de problema s e p o d r í a r e c u p e r a r .

Las zonas con problemas moderados o f u e r t e s d e s a l i n i d a d y d r e n a j e cubren una
e x t e n s i ó n t o t a l de 133,485 h a . S i n embargo no t o d a é s t a á r e a s e r i a r e c u p e r a b l e .
Teniendo en c u e n t a l o s f a c t o r e s mencionados en e l Cap.3.2.3, se l l e g 6 a l a con-
c l u s i ó n que 90,306 ha s e r í a n r e c u p e r a b l e s con o b r a s d e d r e n a j e y l a v a d o de
s u e l o s . P a r a mayor s e g u r i d a d e s n e c e s a r i o e s t u d i a r e s t a s áreas más d e t a l l a d a -
mente. E l á r e a r e s t a n t e o s e a 43,179 h a e s c o n s i d e r a d a t é c n i c a y económicamente
d i f i c i l o no r e c u p e r a b l e .

En e l Cuadro 5 se resume p a r a cada v a l l e e l área t o t a l a f e c t a d a , e l área que
r e q u i e r e Únicamente l a v a d o y mejoramiento d e l r i e g o ( s u e l o s s a l i n o s ) , a l á r e a
con moderados a f u e r t e s problemas d e d r e n a j e y s a l i n i d a d con p o s i b i l i d a d e s de
ser r e c u p e r a d o s igualmente a q u e l l o s d i f i c i l m e n t e r e c u p e r a b l e s . Asimismo se
i n d i c a brevemente l o s p r i n c i p a l e s f a c t o r e s l i m i t a n t e s .

E s i m p o r t a n t e h a c e r n o t a r que Únicamente e n t r e l o s v a l l e s C h i r a , P i u r a y
Chancay-La Leche e x i s t e n m á s d e 40,000 ha d e t e r r e n o s con moderados a f u e r t e s
problemas d e d r e n a j e y s a l i n i d a d que p o d r í a n r e c u p e r a r s e mediante o b r a s de
d r e n a j e . E s t o s tres v a l l e s e s t á n ubicados a l n o r t e d e l PerÚ y e n e l l o s se
e s t á d e s a r r o l l a n d o p r o y e c t o s i n t e g r a l e s incluyendo o b r a s de d r e n a j e a n i v e l
de v a l l e , dejando e l d r e n a j e p a r c e l a r i o p a r a l a f a s e de d e s a r r o l l o a g r i c o l a .

O t r o s 6 v a l l e s donde a mediano p l a z o es p r o b a b l e e l i n i c i o d e o b r a s de d r e n a j e
son: N a l a , Cafiete, P i s c o , Camaná, Majes y Tambo. Son v a l l e s ubicados a l s u r
d e l PerÚ y l a s u p e r f i c i e t o t a l por r e c u p e r a r e s d e l o r d e n de 14,000 ha.

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CUADRO 5 : AREA AFECTADA+ CON PROBLEMAS DE DRENAJE Y SALINIDAD EN CADA UNO DE LOS VALLES DE LA COSTA PERUANA (ha)

Valle 1 2 3 4 5 6 7 8 9

Tumbes 12,226 8,540 1,339 7,201 4,250 2,951 evacuación, manglares
Chira 33,344 16,842 9,017 189 7,636 189 2,500 5,136 encauzamiento del rio
Piura 64,700 35,400 15,000 20,400 20,000 400
San Lorenzo 30,000 2,500 500 2,000 2,000
Chancay-La Leche 106,299 51,749 26,911 I66 24,672 116 20,000 4,672 suelos, evacuación
Jequetepeque 46,996 23,477 19,701 526 3,250 526 2,863 387 zonas aisladas, evacuacidn
zaiia 39,781 7,479 3,686 1,152 2,641 1,152 2,112 529 suelos, escasez de agua
Chicama 61,790 21,352 N.D. N.D. N.D. 9,836 11,516 escakez de agua,evacuaciÓn,suelos
Moche 13,040 419 N.D. N.D. N.D. 309 I IO zona arqueológica
Virú 12,181 2,850 2,460 390 390 escasez de agua, evacuación
Chao 10,313 5,245 1,960 3,285 escasez de agua
Santa-Lacramarca 17,447 2,228 461 1,767 702 1,065 urbanización, evacuacidn
Nepeña 12,179 4,947 3,162 1,785 ,491 294 evacuación, escasez de agua
Casma 15,173 4,306 2,732 1,574 ,000 574 evacuación, escasez de agua
Huarmey 2,839 1,055 645 410 210 200 escasez de agua, evacuación
Culebras 1,735 380 380 escasez de agua
Fortaleza,Supe y
Pativilca 24,260 4,007 N.D. N.D. N.D. ,68 I 2,326 evacuaciÓn,suelos,escasez de agua en Supe
Huaura 37,360 6,170 3,790 2,380 ,940 440 evacuación
Chancay-Huaral 22,600 3,736 1,970 1,766 1,721 45 evacuación, suelos
Mala 8,000 1,479 1,359 120 1,359 12 evacuación, suelos
Cañete 24,050 4,590 816 3,774 3,139 635 evacuación, inundación
Chincha 22,600 2,260 800 1,460 520 940 escasez de agua
Pisco 25,585 10,997 3,246 7,751 3,246 3,123 4,628 evacuación, suelos
Ica 32,680 2,570 1.195 1.000 375 1,000 250 125 evacuación, escasez de agua

(Cuadro 5 cont.)

Valle 1 2 3 4 5 6 7 8 9
~

Rio Grande 23,876 180 114 66 114 66 escasez de agua, evacuación
Acari 5,042 964 964 703 26 I zonas a i s l a d a s , e r o s i ó n
Yauca 1,536 968 210 706 52 52 escasez de agua
Chaparra 1,062 I10 1 IO escasez de agua
Atíco I40 6 6 escasez d e agua
Ocoña 782 389 370 19 19 evacuación, suelos
Majes 6,289 3,018 305 2,713 305 2,713 evacuación podria ser problemática
Camaná 6,003 4,347 2,027 13 2,307 13 1,400 907 evacuación, erosión
Sihuas 2,633 512 277 235 277 135 1 O0 evacuación
Vítor 5,562 1,130 25 1 879 251 529 350 zonas a i s l a d a s , e r o s i ó n
Tambo 10,200 4,711 4,71 I 2,557 2,154 evacuación, e r o s i ó n , suelos
Moquegua 2,589 289 244 45 244 45 evacuación, e r o s i ó n
Locumba 3,210 3,179 1,626 1,553 I84 1,369 escasez de agua, agua de r i e g o muy
s a l i n a , evacuación
Sama 2,896 2,896 1,144 1,452 1,027 425 escasez de agua, e r o s i ó n
Caplina-La Yarada 7,953 7,953 3,500 4,453 escasez de agua

superficie estudiada, aproximadamente e l área regable
área t o t a l afectada con problemas de drenaje y/o salinidad en diferentes grados
&rea afectada con ligeros problemas de drenaje y/o salinidad
área afectada con moderados a fuertes problemas de salinidad
área afectada con moderados a f u e r t e s problemas de drenaje y salinidad
área recuperable mediante lavado
área probablemente recuperable, requiere estudios más detallados
área dificilmente o no reaperable
factores principa2es que hacen d i f x c i 2 una recuperaeidn
t FuB d i s t i n t o e l material base sobre 2ocual ha sido determinado l a superficie del area afectada en cada valZe

W
LI

Gen. MIN.de Aguas e IrrigaciÓn. CORNEJO. Advances in Agronomy 16:139-179. Lacramarca y Nepeña (1972).22 del Servicio de Geologia y Mineria. MIN. Cuenca d e l rio Chancay-Huaral (1969). An international source book. (1960): Proyecto de drenaje Valle Rio Chancay en Lambayeque Min.Bibliografía ALLISON. Cuenca del rio Ica (1971). E. Cuenca de l o s ríos San Juan (Chincha y Topara.de Energia y Minas. Val1es:Bajo y Media Piura. BARANDIARAN.de Foment0 y Obras Públicas. GILBOA. CENDRET (1968): Estudio de las Caracteristicas hidrodinámicas de l o s suelos. (1969): Sinopsis de la geologia del PerÚ. (1971): El riego en el PerÚ. Well Association Vo1. Contribución al grupo de trabajo para "La evaluación y control de degradación de tierras en AmErica Latina". Cuenca del rio Grande (1971). Cuencas de l o s 36 . Direcc. 1970). Drainage and Salinity. Min. evaluación y uso racional de l o s recursos naturales de la costa. A.DE AGRICULTURA (1971): Memoria 1971 de la Zona Agraria 11. FAOIUNESCO (1973): Irrigation. Cuencas de l o s ríos Santa. Pativilca y Supe (1972). Y. Inf . Cuenca del rio Cañete (1969).DE AGRICULTURA (1971): Estudio semidetallado de suelos Proyecto Jeque- tepeque-Zaña .6. L. Cuencas de l o s rios Fortaleza. Bo1. (1971): Replenishment sources of the alluvial aquifers of the Peruvian coast. 1nf. IECO (1968): Rehabilitación del Valle Bajo Piura. MASSON. L. (1964): Salinity in relation to irrigation. PerÚ. FAO (1970): Reconocimiento sobre el uso de aguas y tierras para el desar- rollo de la cuenca del rio Huaura.E. Cuenca del rio Chicama (1973). C. ONERN (1969-1974): Inventario. Proyecto regional FAOIPNLJDRLA 701457 Publicado en Bol. Cuenca del rio Pisco (1971).(1973): EvaluaciÓn de la salinidad en el PerÚ.FAO/SF:88/PER 23.Técnico 26.9: 39-46. Cendret.Latino- americano sobre foment0 de tierras y aguas no. BELLIDO. Estudio de factibilidad.

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.

EXPERIMENTOS DE RECUPERACION DE SUELOS SALINO-SODICOS Area Piloto de Drenaje Chacupe .1 11.

.

2.1 Generalidades 49 3.2.4.4 Caracteristicas químicas del suelo 51 3.4 El comportamiento de los tubos y de los materiales filtroprotectores 62 6.4.3 El efecto del dren colector 60 6.2 Instalación del sistema de desagÜe 53 4.Contenido 1 INTRODUCCION 43 2 EL VALLE DEL RIO CHANCAY-LAMBAYEQUE 44 2.4.3 RecolecciÓn de datos hidrométricos 58 6 EVALUACION DEL SISTEMA DE DRENAJE 59 6.3 Instalación del sistema de riego 53 4.1 Lavado 56 5.2 Muestreo de suelos 57 5.4 Investigaciones y muestreos 57 5.3 Las características físicas del suelo 49 3.1 Instalación del sistema de drenaje 53 4.2 El balance de agua 72 7.2 El balance de agua en el barbecho de 1972 75 7.2.2.1 Generalidades 44 2.3 Lana de vidrio 68 6.4 Drenaje y salinidad 48 3 EL AREA PILOTO DE DRENAJE CHACUPE 49 3.4.2.2 El perfil del suelo 49 3.4.1 Paja de lino 67 6.2 Aspectos geológicos 45 2.2 Campañas de arroz 56 5.2 Paja de arroz 68 6.1 Líneas de investigación 57 5.3 Percolación e infiltración 76 7.5 Caracteristicas mineralógicas 52 4 DESARROLLO FISICO DEL AREA PILOTO DE DRENAJE 53 4.4.4 Resumen del balance de agua del experiment0 77 41 .2 Las actividades realizadas 53 4.2 FluctuaciÓn del nivel freático 60 6.3 Aspectos agrológicos 47 2.4 Preparación del terreno 55 5 LAVADO Y CAMF'ANAS AGRICOLAS 56 5.1 Generalidades 59 6.2.2.2.1 El balance de agua de la campaña de arroz 1971-1972 72 7.3 Campañas de invierno 57 5.4 Grava 69 7 DESALINIZACION Y DESODIFICACION 71 7.1 Generalidades 71 7.1 Generalidades 53 4.4.

MEDICION Y EVALUACION -93 9.4 Desodificación 82 7.1 Análisis quimicos 104 1.2 A partir de una evaluación del sistema de drenaje 97 9.2 Recomendaciones 103 ANEXO 1 ANALISIS QUIMICOS Y FISICOS 104 1. qulmicas 91 9 CARACTERISTICAS HIDRODINAMICAS DEL SUBSUELO.6 Desarrollo de las caracteristicas fisicas del suelo 86 7. 7.1 Resumen 101 10.1 Generalidades 93 9.5 AplicaciÓn de enmiendas quimicas 85 7.3.3.7 Comentario final sobre la recuperación 87 8 ALGUNOS DATOS SOBRE LOS COSTOS DE RECUPERACION 90 8.3 DesalinizaciÓn 78 7.3 Comentario final I O0 IO RESUMEN Y RECOMENDACIONES 101 10.1 A partir de mediciones de campo 94 9.2 Costos del sistema de drenaje 90 8.3.3 Costos del proces0 de lavado y aplicación de enmiendas .1 Generalidades 90 8.2 hálisis fisicos 105 ANEXO 2 PERFIL TIPICO DEL SUELO EN EL AREA PILOTO CHACUPE 107 ANEXO 3 CONCEPTOS EN DRENAJE DE TIERRAS AGRICOLAS 108 RELACION DE SIMBOLOS I I3 BIBLIOGRAFIA I 42 .2 La capa impermeable 93 9.3 La conductividad hidráulica 94 9.

se inició la campaña agrícola con el cultivo de arroz en el aso de 1971. la presente publicación tiene por objeto exponer los resultados obtenidos y las dificultades encontra- das. Si bien los suelos del área piloto. cerca de la ciudad de Chiclayo. ubicado en la parte baja del valle. Introducción El valle del rio Chancay-Lambayeque es uno de los principales valles bajo riego en la Costa Peruana. 43 . Después de un estudio de reconocimiento realizado a fines de 1969.un proyecto integral de desarrollo agrícola en el valle que incluye la regulación del sistema de riego. En este lote se instaló el área piloto de drenaje. Los principales culti- vos son: la caña de azúcar en la parte media del valle. El área bajo riego es aproximadamente 70. que inicialmente estaban salinizados en forma excesiva.el valle del rio Chancay-Lambayeque es muy importante para el agro peruano. métodos y costos de drenaje que sirvan posteriormente para desplegar un plan de recuperación de tierras degradadas por mal drenaje y salinidad a nivel del valle. . La economía en este valle depende básicamente de la agri- cultura. La realización de estas obras corresponde a la DirecciÓn Ejecutiva del Proyecto Tinajones (DEPTI). el arroz en la parte norte y nor-este y en el resto predominan los cultivos de alfalfa y hortalizas. Actualmente se está ejecutando.000 ha.1. Después de una etapa breve de lavado de suelos. La meta de tal área piloto debiera ser: establecer normas. habiéndose efectuado hasta la fecha 3 cam- pañas. se selectionó un lote en la zona de Chacupe. aÚn no se han recuperado por completo. Dos factores hicieron necesario la instalación de un Area Piloto de Drenaje y Salinidad: . obras de drenaje e incorporación de nuevas tierras para uso agrícola. Los problemas de salinidad y mal drenaje en este valle son considerables: el 25% del área cultivada está afectada en menor o mayor grado. los problemas de drenaje y salinidad en este valle son graves.

44 . VaZZe Chancay-La Leche. aproximadamente a 7 6 0 km al norte de Lima. El valle del rio Chancay. I Generalidades El valle del rio Chancay-La Leche se encuentra en el Departamente de Lambayeque. A lo largo del Pacific0 tiene una longitud de unos 46 km y en la dirección OSO-ENE tiene un ancho que varia entre ~ 20 a 36 km (ver Plano 1 ) . PZano 1.2.Lambayeque 2.

Al final del Pleistoceno hubo una emersión epirogénica regional (SALZGITTER. La pendiente es muy suave. 1956) . El origen de los sedimentos es mayormente fluviatil.2 Aspectos geológicos La historia geológica del valle es todavía poco conocida. está compuesto de estratos de sedimentos Plio-Pleistocénicos con una manta su- perficial del Holoceno. La tempe- ratura media diaria mensual es de 20 OC.s.1963) I dando origen a una erosión en la parte central del con0 de deyección.600 ha (PETERSEN.de 180 km hasta SU desembocadura en el Océano Pacifico.000 m. 45 . formando una especie de terraza costera.m. Una probable nueva emersiÓn epirogénica local ha recortado el amplio valle. El con0 de deyección se extiende de la Puntilla al Pacifico y tiene una longitud desde SU ápice hacia SU base en el mar de unos 50 km. las llanuras y el con0 de deyección. El con0 de deyección. El clima de la zona como en toda la Costa Peruana es sec0 y templado.n.El rio Chancay nace en algunas pequeñas lagunas a una altura de aproximadamente 4. Este Último es el sector más importante para la agricu1tura. descarga que se produce mayormente durante los meses de Enero hasta Abril. en promedio de 0. y tiene una longitud.2% aunque en algunas partes la superficie es casi horizontal o depresionada dando origin a áreas pantonosas. lo que discurre por el centro. Se puede diferenciar cuatro sectores a lo largo del rio: los sectores de la serranía. ha sido influenciada por la regresión del mar en el Último glacial del Pleistoceno. entre l o s que también hay sedimentos de menor importancia de origen lacustre o marino. la precipitación es menor que 50 mm y ocurre en los meses de Enero. 1963). a través de la cual el rio Chancay ha formado dos desembocaduras: una entre los pueblos de MonsefÚ y Puerto Et& y la otra al Oeste de la ciudad de Lambayeque (ver Plano 1 ) . además de ser causada por la emersión epirogénica.S~ superficie abarca unas 151. Esta ero- sión. En la Puntilla. Febrero y Marzo. con una descarga promedio anual de 22 millones de m3. que en SU parte central abarca un espesor superior a 200 m (SALZGITTER. Los estratos buzan suavemente hacia el Pacific0 con un declive algo superior al terreno. lo que discurre por la parte sur del con0 de deyección y el rio Lambayeque. el rio se bifurca en 2 ramales siendo el rio Reque. Tiene agua durante todo el año. 2. el desfiladero.

en el limite con el Pacific0 está la terraza . Además contiene carbonato de calcio en cantidades variables. por el lado este de la zona. limo. Es una faja con un ancho que varia de 3 a 5 km mar adentro cerca de los pueblos de Santa Rosa y Pimentel (ver Plano 1 ) .En la parte occidental. Los estratos de arcilla son frecuentemente compactos y poco permeables. Precisamente en ésta zona está ubicada el área piloto de drenaje Chacupe. Está compuesta de arena y piedras (canto rodado) en la capa superficial. 3 . . . Los estratos no se extienden mucho en el sentido horizontal y verticalmente tienen un espesor de 0. Aparentemente el material de esta manta ha sido depositado en forma de un flujo barroso. En algunos lugares existen lomas. compuestas de l o s materiales más antiguos. l o s estratos de arena (arena media) son muy permeables. en la zona de la Puntilla por el este y desde allí hacia la ciudad de Lambayque por el norte y el pueblo de Puerto Et& por el sur (ver Plano I ) está la parte central del con0 de deyección erosionado al final del Pleistoceno y posteriormente cubierto por los sedimentos recientes.En la parte septentrional. por el pueblo de FerreGafe (ver Plano 1 ) está el con0 de deyección no deformado por el Último ciclo de erosión al final del Pleistoceno.En el Holoceno sedimentos fluviales entre-mezclados con arenas eólicas han sido depositados en toda la parte central del con0 de deyección. La textura es variable encontrándose arcilla. La textura es de media a grue- sa. En la parte central. Esta zona se puede considerar como el valle actual del rio Chancay. Casi toda la zona es fisiográficamente una sola terraza aunque al rio Reque exi- sten terrazas jóvenes con diferencia en altura entre ellas de varios metros. costera. La textura también es muy variable. arena y piedras angulares o canto rodado.1 . Cerca las desemboca- duras del rio Reque y del rio Lambayeque. Esta capa tiene un espesor de 4-5 m en la parte oriental. Debajo de esta manta superficial se encuentra una capa con un espesor de 10 m o más de un material compact0 y casi impermeable. encima de una serie de sedimentos Pleistocénicos de origen fluvial 46 . En el sector del con0 de deyección se puede diferenciar varias zonas con una marcada diferencia en sedimentos: . entre-mezclado con material eólico. Los sedimentos recientes son muy estratificados y de origen fluvial entremezclados con areana eólica. El espesor de l o s sedimentos recientes varia entre menos de un metro hasta mbs de 12 m. se han formado extensos zonas de dunas actualmente estables en SU mayoria. Se pierde hacia el NE en el desierto de Sechura. reduciéndose hacia la occidental. En SU superficie hay una capa de sedimentos recientemente aporta- dos por algunas quebradas que entren en el área. 0 m.

La superficie bajo caña de azúcar es de unas 20. por l o tanto se está ejecutando el proyecto integral de Tinajones. Con las aguas del rio Reque se riega la parte meridional del valle.3 Aspectos agrológicos En el valle del rio Chancay existen actualmente 70. Tienen una altura de más de 50-150 m por encima del relieve del con0 de deyección y son compuestos de rocas igneas y sedimentarias del Mesozoico. Al presente se ha constru'ldo el reservorio de Tinajones con una capacidad de embalse de unos 300 millones de m 3 de agua además de obras de captación de las aguas del rio Chancay. Este proyecto tiene entre s u s objetivos la regularización de riego para unas 100. Como testigos de un relieve muy antiguo en el sector del con0 de deyec- ciÓn. También está por concluirse la derivación del rio Conchano perteneci- ente a la cuenca AmazÓnica. La ca6a de azúcar está cultivada en la parte central entre los ríos Lambayeque y Reque. Asimismo están proyectadas más derivaciones en esta region. existen algunos promontorios denominados "montes islas". Esto se obtendrá a través de la incorporación de nuevas fuentes de agua y almacenamiento. Existen algunas hondonadas de poca profundidad que se extienden en la dirección NE-SO.000 ha. La 47 . Parece que algunos de los ra- males pequeños del rio Chancay han tratado de erosionar una apertura hacia el mar en el momento de la emersión de esta franja litoral.000 ha bajo riego. arriba de la ciudad de Chiclayo y en una pequena extensión en la parte estrecha del valle al este de la Puntilla. ' El sistema de riego sin embargo es deficiente. Han sido llenados con sedimentos fluviales y arena eólica reci- entes. Estas hondonadas se angostan hacia el mar.. Los cultivos predominantes son la caña de azÚcar y el arroz. Están cerca de la ciudad de Chiclayo en la parte central y el extremo norte. y marino. El arroz está cultivado en las zonas adjacentes al pueblo de Ferreñafe y a la ciudad de Lambayeque y además en el valle estrecho al este de la Puntilla.000 ha con un rendimiento de 110-120 t/ha/año. . E l agua- del rio Chancay está repartida en tres ramales: l o s ríos Reque y Lambayeque y el canal Taymi. Dentro del valle propio se está construyendo un nuevo canal Taymi y se va a mejorar todo el sistema de distribución de riego. 2. Un sistema de drenaje también será instalado. aguas .. con el rio Lambayeque la parte central y con el canal Taymi la parte septentrio- na1 respectivamente.

E x i s t e n .o e s t e d e l v a l l e .4 Drenaje y s a l i n i d a d E l problema d e mal d r e n a j e y s a l i n i d a d es agudo. O t r o s c u l t i v o s como l a a l f a l f a y h o r t a l i z a s e s t h n c u l t i v a d o s e n e l extremo n o r t e . 7 % d e l área e s t u d i a d a . E l n i v e l f r e á t i c o se m a n t i e n e a una p r o f u n d i d a d de 1 . E n zonas con problemas i n c i p i e n t e s . 48 . l a r e c a r g a de agua h a c i a e l n i v e l f r e á t i c o es r e d u c i d a . Algunas á r e a s con f r u t a l e s e s t á n c u l t i v a d o s c e r c a a l pueblo d e Monsefú.400 kg/ha (campaca 1970/1971).e s t e d e l mismo v a l l e ( v e r P l a n o I ) .000 ha con un r e n d i m i e n t o de 4. 2. p o r l a e s c a s e z d e l agua de r i e g o . s u p e r f i c i e t o t a l b a j o a r r o z e s de aproximadamente 24. además problemas d e d r e n a j e y s a l i n i - dad i n c i p i e n t e s e n un 29% d e l á r e a .DE AGRICULTURA. l o s c u l t i v o s s o n de c o r t o p e r í o d o v e g e t a t i v o y muchas I áreas quedan en d e s c a n s o o son c u b i e r t a s p o r dunas. n o r . 5 a 2.0 m o sea suficientemente. S i n embargo. Debe s e r mencionado que l o s problemas de s a l i n i d a d y m a l d r e n a j e se e n c u e n t r a n mayormente en l a p a r t e b a j a d e l v a l l e r i o Chancay y e n l a zona d e l pueblo de F e r r e ñ a f e y d e l a c i u d a d de Lambayeque e n e l n o r t e y n o r . E s t o r e p r e s e n t a e l 2 2 . Una e v a l u a - ciÓn de l o s problemas d e d r e n a j e y s a l i n i d a d r e a l i z a d a p o r SUDRET (1974) e n e l v a l l e Chancay-La Leche i n d i c a que e l 25% d e l á r e a e s t u d i a d a e s t á a f e c t a d a p o r problemas d e d r e n a j e y s a l i n i d a d .profundo p a r a no p e n s a r e n un p r o c e s 0 d e s a l i n i z a c i ó n b a j o l a s c o n d i c i o n e s a c t u a l e s .e s t e y s u r . se puede suponer que un aumento e n l a d i s p o n i b i l i d a d de agua t r a e r á como c o n s e c u e n c i a mayores problemas de d r e n a j e y s a l i n i d a d . E n t o n c e s . 1972) s e d e s p r e n d e que unas 30.000 ha e s t á n a f e c t a d a s e n mayor o menor grado p o r s a l i n i d a d y s o d i f i - c a c i ó n . De un e s t u d i o d e s u e l o s e f e c - tuado e n e l v a l l e Chancay-La Leche (MIN.

franco arenosa. El área piloto de drenaje tiene una extensión de 36 ha. hortalizas y plantas forraje- ras. con una capa superficial predominante de textura arcillosa a franco arcillosa. Una capa de textura franco arcillosa a arcilla se presenta entre la superficie hasta una profundidad variable entre 60 y 150 cm. los suelos son muy estratificados.9 a 1. El 29% de la zona está sin cultivar y en el resto se cultivan arroz. franco limosa a franco arenosa. al sur de la ciudad de Chiclayo. Probablemente ha sido depositado como sedimentos de l o s riegos que se están efectuando desde hace siglos. Algunas datos texturales se presenta en el Cuadro 1 . La descripción de un perfil tipico se muestra en el Anexo 2. el 75% está afectado en mayor o menor grado de salinidad. La topografia de la zona. 3. se encuentran capas de textura franco. Sus suelos no habían sido cultivados por unos 25 años y SU superficie estaba parcialmente cubierta con una vegetación haloph9tica. en una zona con severos problemas de salinidad y mal drenaje. igual a la del área piloto. El mismo material se puede encontrar en otras partes del valle en la capa super- ficial.2 m. es plana con una pendiente de unos 0. Por debajo de ésta.5 m en el 82% del área.2% en la dirección nor-este a sur-oeste.500 ha). franco limosa o arena.1 Generalidades El área piloto de drenaje Chacupe está ubicado en la parte baja del valle del rio Chancay. El nivel freático se encontró a una profundidad variable entre 0. 3.3 Las caracteristicas físicas del suelo Las caracteristicas fisicas determinadas son la textura y la curve de retención de humedad. variando entre franco. 49 . En esta zona (3.3. Como ha sido expuesto anteriormente.2 El perfil del suelo Los suelos son de origen fluvial. El Area Piloto de Drenaje Chacupe 3. Por debajo de esta capa superficial la textura generalmente es mediana. Esta capa es bastante homogénea en sus caracteristicas físicas y químicas. El nivel freático en la época de barbecho está a una profundidad menor que 1.

0 .4 Fr 122-127 2.9 y 2. y de 12% para las capas más profundas hasta 90 cm de profundidad.6 47.2 30.8 A ’ %arena = loo%-(%A r c i l l a + % Limo) La determinación de la curva de retención de humedad (ver Anexo 1 ) en el suelo es de mucha importancia. textural 37-42 45.2 93.6 33. información valiosa para el riego y drenaje respectivamente.8 44. E l agua aprovechable para la planta es aquella retenida en el suelo entre la capacidad de campo y el punto de marchitez. A l contrario.2 29. la capacidad de campo es aproximadamente igual al volumen de agua retenida con valor pF = 2 . CUADRO 1. 50 . B3 35. de Profundidad Arcilla Limo Arena’ C1a s i f i c a c i ón perfil (cm) (%I ’ (%I (%) . E s un nivel bien determinado.0 39.2 Ar ~ 93-98 42.4 FrL 5-10 37. la capacidad de campo no corresponde a un nivel pF bien definido. en suelos de textura mediana y fina varia entre los valores pF de 1. En l o s suelos de textura gruesa.6 FrAr .0 4.2 24. o sea de 14% en volumen para la capa de O a 20 cm. RESULTADOS DE ALGUNOS ANALISIS TEXTURALES N r .0 FrAr 91-96 19. agua que no es dis- ponible para la planta.6 Ar B2 65-70 51.2 Ar 116-121 26.6 60. De esta figura se puede deducir que el suelo retiene una regular cantidad de agua disponible para la planta.2. .1. Proporciona información sobre el almacenamiento de agua en el suelo y sobre la porosidad drenable. .4 FrAr 37-42 66-71 31.0 13.8 9.8 35. Las curvas de retención de humedad para las diferentes capas se muestran en Fig.2 24. El punto de marchitez corresponde al valor pF de 4 . Se define como la cantidad de agua retenida en un suelo después que el flujo descendente de agua hacia el subsuelo llega a una magnitud des- preciable (normalmente ocurre 24 a 48 horas después de un riego).0 33. Cuando el suelo tenga menos agua retenida que corresponde al punto de marchitez. y se marchitará. E l suelo retiene mucha agua por encima del punto de marchitez. 2 . la planta no podrá absorber más agua del suelo.8 28.5.6 28. porque la mayoría de las plantas reac- cionan igual cuando el porcentaje de humedad del suelo es menor que corresponde a pF = 4.8 28.

4 (aproximadamente saturación de cam- po) y pF 2. o sea las capas donde normalmente fluctúa el nivel freático (mayor de 100 cm de profundidad).1. Se puede observar una porosidad efectiva de 10% en volumen. Fig.4 Caracteristicas químicas del suelo E l suelo es extremadamente salino-sódico. Se estima que valores superiores a 10% proporcionan excelentes condiciones para el desarrollo de la mayoria de los cultivos. medida .0. 51 . Curva de retencidn e/. valor que es válido para las capas mencionadas. en el extract0 de saturación (CE ) de 153 mhos/cm a 25 OC para la capa super- e ficial (O a IO cm). 4‘ \ 31) ~ \ \ A\ 20 - @ 0-20cm @ 20-90cm 10 . con una Conductividad Eléctrica. La porosidad drenable también es un valor importante para caracterizan el suelo desde el punto de vista de aeración del suelo. disminuyendo la salinidad con la profundidad. 4 40 . El valor del Porcentaje de Sodio Intercambiable (PSI) en la capa superficial es de 60. 3. De la Figura 1 se puede concluir que la aeración en la zona radi- cular (O a 60 cm de profundidad) no es favorable. Contiene carbonato de calcio y yeso. Este valor es determinado por la diferencia entre la retención de agua a pF 0.De los datos de pF de las capas m á s profundas se puede deducir un valor apro- ximado sobre la poros dad efectiva o drenable. 42 . DE AGUA EN VOLUMEN de agua. La Capacidad de Intercambio Catiónico en la capa superficial de textura fina es alrededor de 30 meqf100 g de sue per0 disminuye a mayor profundidad donde la textura es media. OMAYOR DElOOcm I 10 x) 30 40 j.

I 60 .8 7.9 4.1 I . diferentes puntos de muestreo. En l o que se refiere al P S I y al contenido de yeso.0 7.0 0.160 IO 5 6 IO 19' 50 ' Parcialmente (menos que 50%) la illita está constituida por interstratificaciones illita-montmorillonita Especial agradecimiento se debe aZ I n s t i t u t o de SueZos (STIBOKA) en Wageningen.20 116.7 20 .3 42.6 0. DATOS INICIALES PROMEDIO (n=36) Profundidad CEe (mnhos/cm PS' pH CaC03 Yeso RAS2 PSI3 CIC (cm) a 25 OC) 1:1 (%I (%) (meq/100 g ) o .5 0.3 200 .100 25. CUADRO 3 .9 4.IO 9 5 '6 15 35l 30 20 .9 51. EN PORCENTAJE DE LA FRACCION MINERAL Profundidad Fracción Feldespatos Quarzo Caoli.1 64 48 29.9 8.2 6. 52 .8 120 . La salinidad en la parte oeste del área piloto fué miis alta y en la parte este más baja que el promedio.IO 153.40 63.2 0.1 80 .3 ' Porcentaje de Saturación (PS) RelaciÓn de Adsorción de Sodio (RAS) El valor PSI ha sido deducido del valor RAS del extract0 de saturación segÚn RICHARDS (1954. ambos varPan mucho a muy corta distancia.6 38 35 29. Illita Montmo- (cm) amorfa de Na y Ca nita ril loni ta o .3 7.0 5.4 4.3 5.4 28 29 24. para la reulizaeidn de los analysis.2 6. presentados en e l Cuadro 3.8 55 44 30.0 0.7 102 60 30.6 48.4 52.6 40 .5 35 33 26.160 22.27) En el Cuadro 2 se da un resumen de los resultados de l o s análisis quimicos efec- tuados en l o s suelos de Chacupe.5 Características mineralógicas La composición mineralógica de la fracción menor de 2 micrones fué determinada' empleando el método descrito por ALEXIADES y JACKSON (1966). Son datos promedios per0 debe remarcarse que dentro del área piloto de drenaje Chacupe se observó mucha variación entre los .8 0. Fig.6 44.4 160 .6 88 57 29. Los resultados se muestran en el Cuadro 3 .0 46.6 8.2 5.60 37. CUADRO 2.6 7.5 I 8.200 18.40 8 5 . IO 12 29' 36 120 .9 5.1 8. CARACTERISTICAS QUIMICAS DEL SUELO.0 7. E s un método semi- quantitativo.120 24.9 1.80 29.0 0. HoZanda.6 100 .5 5. COMPOSICION MINERALOGICA DE LA FRACCION MENOR DE 2 MICRONES.5 55.2 8.240 19.2 45.2 29 30 21.2 48.6 46 40 28.3 43.4 0.2 IO .7 75 52 30. 3.

1 Generalidades A mediados de 1970 se i n i c i Ó e l d e s a r r o l l o f í s i c o d e l Area P i l o t o de D r e n a j e . Este Último . E s t o s d r e n e s desembocan en l a p a r t e o r i e n t a l d e l d r e n c o l e c t o r a n t e s excavado.3 I n s t a l a c i ó n d e l sistema d e r i e g o Se c o n s t r u y ó una e s t r u c t u r a d e c a p t a c i ó n e n e l c a n a l de r i e g o Chacupe. En l a p a r t e b a j a d e l d r e n c o l e c t o r (SO). 7 m y 2.9 m y e n 61 desembocan 20 d r e n e s s u b t e r r á n e o s i n s t a l a d o s e n t r e 1 . Estas aguas s o n conducidas h a c i a e l c o l e c t o r Pomalca.2. 4. En l a segunda e t a p a e l s i s t e m a d e desagÜe desemboca d i r e c t a m e n t e en e l c o l e c t o r Pomalca. e l c u a l 53 . 4.5 m d e l o n g i t u d por e l l a d o s u r y e s t e d e l a p r i m e r a e t a p a .0 m de p r o f u n d i d a d . La segunda e t a p a h a s i d o e j e c u t a d a en e l año 1972. es un d r e n poco profundo y forma p a r t e d e una r e d d e c o l e c t o r e s c o n s t r u i d o s en l a p a r t e b a j a d e l v a l l e p a r a evacuar l a s aguas s u p e r f i c i a l e s . En l a segunda e t a p a se i n s t a l a r o n 5 d r e n e s entubados.2.5 h a ) y l a segunda p a r t e en l a p a r t e e s t e (19. 4. H a s i d o e j e c u t a d o en dos e t a p a s ( v e r Plano 2 ) : l a p r i m e r a e t a p a en l a p a r t e o e s t e (17.2 h a ) .2 I n s t a l a c i ó n d e l sistema d e desagÜe En l a p r i m e r a e t a p a un sistema d e desagÜe h a s i d o i n s t a l a d o p a r a c a p t a r l a e s c o r r e n t i a s u p e r f i c i a l . se i n s t a l ó una e s t a c i Ó n de bombeo p a r a evacuar l a s aguas d e & t e h a c i a e l d r e n Pomalca.1 I n s t a l a c i ó n d e l sistema d e d r e n a j e En l a p r i m e r a e t a p a s e excavó un d r e n c o l e c t o r a b i e r t o d e 830. Tiene una profundidad promedio d e 2.2 Las a c t i v i d a d e s r e a l i z a d a s 4.2. 4.

Plano 2 . Area P i l o t o de Drenaje Chacupe. .

Entonces. 55 .4 Preparación del terreno El suelo ha sido subsolado y arado. Debido a la dureza del suelo. Posteriormente el terreno ha sido dividido en unidades de riego (pozas). el subsolado alcanzó una profundidad de solamente 0. Despu6s de la primera campaña de arroz se realizó una nueva nivelación. Aunque el suelo es duro y tiene baja velocidad de infiltración.08 m de profun- didad. existió el peligro que el suelo de relleno sea arrastrado llenando l o s drenes con sedimentos o destruyéndolos.4. El subsolado alcanzó una profundidad de 0. dejando el terreno en cada poza nivelado a cero. La nivelación ha sido ejecutado con mayor precisión y se dejÓ el terreno ni- velado a cero dentro de cada poza de riego antes de iniciar el lavado de suelos.2. el material de relleno en las zanjas ex- cavadas para la instalación de drenes de campo. Para evitar esto. Dentro de cada poza se ha nivelado el ter- reno a cero en la dirección este-oeste y con una ligera pendiente (casi igual a la pendiente natural) en la dirección norte-sur.5 m. estuvo mucho mls suelto y tuvo mayor velocidad de infiltración.18 m y la aradura hasta 0. ha sido necesario levantar bordos a l o s costados de l o s drenes instalados y mantenerlos intactos durante el primer año de recuperación. La preparación del terreno en la segunda etapa ha sido semejante al de la prime- ra. mediante la construcción de bordos.

9% de sal). 5.1 ha el arroz ha sido trans- plantado bajo condiciones climatológicas apropiadas y 2. estas variedades tienen un alto grado de tolerancia a sales. En la tercera campaña de arroz (1972-1973) se transplantó 2 variedades. IR8 y Naylamp.9 ha y el rendi- miento fué de 580 kg/ha. preparados por primera vez en el área piloto.5.de 1. Lavado y campañas agrícolas 5. Se aplicó una lá”ina. Se aplicó una 1á”ina de agua de aproximadamente 450 m. La CE medida en la capa superficial (O a 20 cm) era de 56 . fu6 reducida hasta un cuarto de la salinidad inicial (6. el transplante se realizó muy tarde desde el punto de vista de las condiciones climatológicas de la zona. Son las variedades IR5. En la segunda campaiia de arroz (1971-1972) se transplantó 3 variedades bajo con- diciones climatológicas más apropiadas. 1970).6% versus 1. Con un cultivo de arroz se mantiene permanente- mente una lámina de agua en la superficie del suelo y entonces el suelo está bajo un régimen de lavado continuo. SegÚn la experiencia de la region. Fueron IR8.2 Campañas de arroz Se consideró el arroz como el cultivo más indicado para ser implantado durante la recuperacidn (CENDRET.4 ha transplantadas fub de 4. Además. Minagra y Lambayeque. En el momento del transplante la capa de O a 20 tenia una CEe de 19 mhos/cm en pro- medio. las sales son disueltas y conducidas hacia el sistema de drenaje y posteriormente evacuadas por el colec- tor fuera del área. Para la primera campaña de arroz (1970-1971) se transplantó 3 variedades de arroz.930 mm en promedio. El lavado de la segunda etapa ha sido mucho más largo.1 Lavado El lavado de la primera etapa tuvo una duración de solamente 2 meses. La salinidad en la capa superficial de O a 20 cm fub reducida hasta un sexto de la salinidad inicial (5. Minagra y CEL 985. El agua al infiltrarse en el suelo percola a travds del perfil hacia el nivel freltico.5% versus 0. En 9. Esta pri- mera campaña no tuvo éxito debido al alto grado de salinidad: la CEe en la capa de O a 20 cm de profundidad era de 40 mmhosfcm a 25 OC en promedio en el momento de transplante.La salinidad en la capa superficial de O a 20 cm. Los almdcigos fueron. es decir 1 1 meses.850 kgfha muy SU- perior al promedio de la zona (unos 3.500 kg/ha).3 ha han sido trans- / plantadas tardíamente. El rendimiento de las 11. En SU paso. Se sembró 7.7% de sal).

se cosechó solamente 1.520 kg/ha. Dentro de esta linea de investigación también se ha evaluado las caracteristicas hídrodinámicas del subsuelo y calculado l o s costos de la instalación de un sis- tema de drenaje de campo.400 kg/ha y el rendi- miento del arroz transplantado tardíamente solamente 3. . sodificación y mal drenaje. 5.4 Investigaciones y muestreos 5. en la primera etapa se ha tomado muestras en l o s siguientes momentos: 57 . la cosecha se realizó tan tarde que fué necesario postergar el transplante de arroz un mes. El rendimiento ha sido muy bajo. Dentro de esta linea de investigación también se ha establecido un balance de agua con el propósito de calcular el consumo real del cultivo de arroz y el ingreso subterráneo de agua en la zona y evaluado algunos métodos de análisis de suelos (ver Anexo 1 ) .000 kg/ha.4. Aunque l o s cultivos de invierno escogidos son de corto period0 vegetativo. 5. Investigaciones en la recuperación de l o s suelos afectados por salinidad.4. 1970) . Este atraso trajo como consecuencia una reducción muy grande en el rendimiento del arroz en la campaña 1972-1973 (Cap.1 Líneas de investigación Como objetivo de estudio se planteó dos lineas de investigación (CENDRET. Investigaciones sobre el funcionamiento del sistema de drenaje y el com- portamiento de los materiales empleados tanto tubos como filtro-protectores.5.Tenía como propósito visualizar el estado de recuperación de los suelos. ' El rendimiento fub bajo.2).820 kg/ha. se notÓ un efecto marcado de la salini- dad en el suelo y además ciertos efectos de una aeración deficiente.16 mhos/cm en promedio. Este cultivo también ha sido afectado por efectos combinados de salinidad y mal aeración.2 Muestreo de suelos Para describir el proces0 de la desalinización y desodificación. En el invierno del aso de 1973 se sembró sorgo en una área pequeña.3 Campañas de invierno En el invierno (barbecho) del año de 1972 se sembró maiz y trigo en una super- ficie reducida. 5. El rendimiento promedio fué 5. Sin embargo. el rendimiento del arroz transplantado a tiempo fué de 6.

el cual está equipado con un limnigrafo e instalado en el tramo final del canal de desagüe. se instalaron piezómetros ubicados en baterias perpendiculares a las lineas de drenes. Con la misma finalidad y además para realizar un balance de agua. . En la segunda etapa las muestras fueron tomadas antes y durante el lavado hasta una profundidad de 100 cm.diariamente.antes de iniciar el lavado (hasta 240 cm de profundidad) . bombeada hacia el dren Pomalca. El agua del dren colector.3 Recolección de datos hidrométricos Para evaluar el funcionamiento del sistema de drenaje y el comportamiento de los materiales de drenaje (tubos y materiales filtroprotectores). Por el mismo aforador pasan tamb En las aguas de escorrentía super- ficial. y . 5. Cada semana o cada dos semanas se tomÓ una lectura del nivel de agua en los piezó- metros.4.fué medida mediante un aforador del tipo "garganta'cortada". se midió la descarga de los drenes de campo.antes y después de cada campaña de arroz (hasta 240 cm de profundidad).durante el lavado (hasta 100 cm de profundidad). Las muestras fueron analizadas según métodos conocidos (ver Anexo 1 ) . 58 .

El espaciamiento entre drenes de campo en la segunda etapa resultó de las ex- periencias obtenidas en la primera etapa. y de plástico corrugado con paja de arroz. El espaciamiento calculado posteriormente ha sido modificado por tener un niímero aconsejable de combinaciones tubo-filtroprotector para las investigaciones respectivas.20%. Tienen una profundidad de 2. tubos de arcilla con lana de vidrio tubos de arcilla con banda de lino tubos de arcilla con grava (en la segunda etapa) tubos de arcilla sin filtroprotector tubos de plástico lis0 con. En la-segunda etapa los drenes han sido instalados a una profundidad de 2. 59 . En la zona central de la pri- mera etapa se encontró una capa de arcilla poco permeable a 1. El agua captada por los drenes de campo es evacuada hacia el dren colector y luego es bombeada al dren Pomalca. 1 2 y 0. Para llegar al espaciamiento de drenes de 18 a 36 m en la primera etapa. Las siguientes combinaciones en materiales para tubos y filtroprotector fueron instaladas: tubos de arcilla con paja de arroz . se efec- tuÓ un cálculo empleando la fórmula de HOOGHOUDT (ver Anexo 3 ) . En total se instaló una longitud de 6.5 m y una profundidad promedio de 2.de un dren colector de una longi- tud de 830.1 Generalidades El sistema de drenaje (ver Plano 2) consiste. La pendiente de los drenes varia entre 0 .9 m y una serie de 25 drenes de campo. Los drenes de campo en la primera etapa tienen un espaciamiento entre ellos de 18 a 36 m.0 m y con espaciamientos variables entre 50 y 100 m. I La longitud de l o s drenes en la primera etapa varia entre 140 y 320 m y en la segunda etapa entre 300 y 395 m.lana de vidrio de plástico lis0 con banda de lino.100 m de drenes de campo en toda el área. ya que no con- viene instalar drenes dentro de una capa poco permeable. 6.0 y 1.7 m. Evaluación del sistema de drenaje 6.7 m de profundidad Por e s 0 se instal6 algunos drenes de campo a este profundidad.

donde el subsuelo hasta una profundidad de más de 4.2 m de profundidad. 7 m de profundidad. el nivel freático en la primera etapa fluctúa entre 1. Como materiales filtroprotectores fueron empleados la paja de arroz. ambos materiales importados. 4 a 1. el menor diámetro que son pro- ducidos en el PerÚ hasta el momento.el efecto del dren colector.0 m es arcilloso.2 Fluctuación del nivel freático Antes de la instalación del sistema de drenaje.9 y 1. que es abundante en la zona y la grava. El nivel freático en verano estaba aproximadamente 0. La menor profundidad se encuentra en la parte norte de la segunda etapa. Además se utilizó la banda de lino y la lana de vidrio.6 m de profundidad du- rante la campaña de arroz (verano). siguientes factores fueron considerados importantes: . 1 a 1. Con respecto a la evaluación del funcionamiento del sistema de drenaje. l o s .3 El efecto del dren colector El efecto del dren colector es notable. que'se encuentra en una cantera a una distancia de 40 km del área piloto.8 y 2. tres semanas después fluctúa entre 1 .0 m de profundidad en la época de barbecho (invierno) y 1. y .2 m menos profundo que en el invierno. el nivel freático fluctuaba a una profundidad de 1 . Des- pués de la instalación del sistema de drenaje (colector y drenes entubados de campo). Est0 fué deducido de la curva del perfil del nivel freático perpendicular al eje del colector en la segunda etapa.el nivel freático en la época de cultivo (arroz) y barbecho . La mayor profundidad se encuentra en la parte sur. el nivel freático en el Area Piloto Chacupe fluctuó entre 0. 6. antes 60 . donde l o s drenes entubados de campo son mds espaciados. generalmente el nivel freático se mantiene a menor profundidad: cinco semanas después del Gltimo riego.3 a '1.2 m. Los tubos de plástico (PVC) lis0 con diáme- tro de 50 y 70 mm y de plástico corrugado con diámetro de 65 mm fueron importa- dos. En la segunda etapa. 6. 3 y 1 . Durante la campaña de arroz el nivel freático está a una profundidad de 0 . donde el subsuelo es de textura media a gruesa.Los tubos de arcilla tienen un diámetro de 10 cm.6 m.el comportamiento de l o s tubos y de l o s materiales filtroprotectores.

1972). Debe ser anotado que el efecto del dren colector no es el mismo a lo largo de todo SU longitud.se ha deducido que el colector capta un volu- men de agua de 460 m3/dia en promedio ( 0 . En SU parte alta. Se hizo una comparación para 2 fechas distintas: una durante el barbecho y una durante la campaka de arroz. 6 4 l/seg por 100 m de colector) en la época de barbecho. CDMPARACION DE LA CAPTACION DE AGUA DIRECTAMENTE POR EL COLECTOR Y POR EL SISTEMA DE DRENES ENTUBADOS DE CAMPO Epoca Descarga sistema de Captación d e l c o l e c t o r drenes de campo (l/seg) (l/seg) Riego marzo de 1972 5.1 5.7 a 2. FrAr y Ar). se puede apreciar SU efecto cuando se hace una comparación de la descarga del sistema de bombeo con la descarge de l o s drenes de la primera-etapa. mientras en SU parte baja la textura de las capas atravesadas es de media a fina (ArL.1 . La diferencia entre l o s dos valores es el flujo de agua captado directamente por e l colector. en lugar de una red densa de drenes superficiales (1. Adem&.2).8 5.0 hasta 2. El radio de influ- encia del colector se estimó en 250 m desde SU eje. CUADRO 4. el colector atraviesa mayormente capas de textura mode- radamente gruesa y media (FrA y FrL). De un estudio detallado (ORE.de la instalación de l o s drenes de campo (CENDRET. 61 .8 veces la captación del sistema de drenes entubados de campo. Con la longitud del dren colector y la superficie drenada conocida. En SU parte alta el dren colector capta aproximadamente 1 l/seg por 100 m de dren mientras en SU parte baja unos 0.5 m) muy espaciados.4 l/seg por 100 m de dren co- lector.7. De lo anterior se puede concluir que sea más económico y efectivo ejecutar drenes profundos (2. la captación directa del colector varia entre 1. En general. Suponiendo que toda la descarga del colector en la época de barbecho es proveniente de la recarga subterránea (no riegan en la zona) y que esta recarga subterránea es del orden de I "/dia (Cap. el radio de influen- cia calculado es alrededor de 275 m.0 m). En el Cuadro 4 se resume esta influencia. 1971 b). si es que el dren profundo puede atravesar capas arenosas de alta conductividad hidráulica.3 Barbecho en setiembre de 1972 I . se llega a la con- clusión que el dren colector contribuye al drenaje de por lo menos 46 ha.

2). es aconsejable disesar el sistema de los drenes troncales. la contribución que tendrá el futuro sistema de colectores sobre el drenaje en la zona se puede estimar per0 no calcular con mucha exacti- tud. 1972): Ah = A\ + Ahv + Ahr + Ahe Ah = pérdida de carga hidráulica total (m) Ah = pérdida de carga hidráulica debida a la componente horizontal del flujo (m> Ahv= pérdida de carga hidráulica debida a la componente vertical del f ujo (d 62 . en los Últimos años se está dando importancia en la zona cercana al tubo. Cuando fracasa un sistema de drenaje.. Por esto.2. Entonces. el subsuelo en la zona del área piloto y en gran parte del valle es muy heterogéneo.4 E l comportamiento de los tubos y de los materiales filtroprotectores Un análisis del comportamiento de los tubos y de los materiales filtroprotectores comprende dos aspectos: . el efecto del mismo sobre la depresión del nivel. La necesidad de un sistema de drenes de campo debe ser evaluado también con fines de financiamiento del proyecto. el diseño de tal sistema debe ser considerado como tentativo. 6. La pérdida de carga hidráulica total originada por la resistencia al flujo de un sistema de drenaje de tubos está constituída por los siguientes componentes (FAO.Por conocido que sea el lugar donde se presenten las vetas arenosas y permeables en el subsuelo. la resistencia de entrada del material alrededor del tubo.de drenaje según normas bien establecidas. empleadas para calcular el espaciamiento entre las líneas de drenes (ver Anexo 3 ) . freático deberá ser evaluado y asi podrémos modificar el diseño tentativo del sistema de drenaje de campo empleando criterios m á s reales. La ubicación de los drenes colectores dependerá mayormente de la topo- grafia. colectores y drenes secundarios. En las fórmulas de drenaje. aun así no siempre sea posible proyectar el futuro sistema de drenaje en mencionadas vetas. muchas veces se debe a fallas en la vecinidad inmediata del dren.Como ya ha sido expuesto (Cap. y la . en forma definitiva. sedimentación dentro del tub0 y dislocación o rotura en la linea de tubos. se tiene en cuenta las caracteristicas hidro- dinámicas del perfil del suelo. Para evitar que el sistema de drenaje sea sobrediseñado. Durante la excavación de los drenes principales. En tales condiciones será dificil disesar un sistema. Sin embargo.

distribución que depende del tipo de tubo. son determinadas por las caracteristicas hidro- h V dinámicas del subsuelo. Ah en la Ec. En resumen entonces.(l). La pérdida de carga hidráulica debida a la componente horizontal y vertical del flujo. Ah y Ah en la Ec. Q = descarga de los drenes por unidad de longitud (m2/día) y w =. Y Ah = pérdida de carga hidrdulica debida a la resistencia de entrada del e agua en la zona inmediata al tub0 de drenaje y al tub0 mismo (m). Se supone que el dren es un "dren ideal".(l). la superficie total de las aperturas. En SU pase hacia estas aperturas el agua tiene que superar una resistencia extra que se llama "resistencia de entrada". la distribución de éstas a lo largo de la pared y la conductivi- dad hidráulica del material de rellen0 en la zanja (es decir en las inmediaciones del tubo). la pérdida de carga hidráulica debida a la resistencia de entra- da se define como: Ah = qLwe Ahe = Qwe donde q = la recarga (normativa) (m/día) L = espaciamiento entre drenes (m).resistencia de entrada sea mínimo. Las aperturas son distribuidas a lo largo de la pared. es decir la pared del dren tiene la misma conductividad hidrdulica que el suelo. Depende del diámetro del tubo. existen aperturas a través de laS. La pérdida de carga hidráulica debida a la componente radial del flujo. 63 .Cuales el agua entra al dren.la resistencia de entrada (día/m).Este material tiene doble función: facilitar el paso del agua al tub0 y evitar la entrada al mismo de materiales fi- nos. en la pared del tubo. también es determinada por las característi- cas del subsuelo y la geometría de la zanja donde se coloca el dren entubado. Ah pérdida de carga hidráulica debida a la componente radial del flujo = (m). Sin embargo. impermeable al agua. Para que 1a. Matemgticamente. es usual emplear un material permeable que está colocado alrededor del tubo. se define la resistencia de entrada como la opo- sición que ofrece el sistema filtroprotector al ingreso del flujo de agua por efecto de la convergencia de las líneas de flujo en las cercanías de la tubería de drenaje.

el valor Ah en la Ec. del eje del tubo. el cas0 de los tubos de arcilla-que tienen un diämetro interno de 10 cm. Las dos funciones parecen estar en contradicción: para facilitar el paso del agua al tubo. Por estas razones y también para evaluar la sedimentación (arenamiento) en l o s drenes. el material filtroprotector debe ser permeable. Muchas lecturas del nivel de agua en el tub0 de drenaje resultaron en valores negativos. La pérdida de carga hidráulica debido a la resistencia de entrada. Esta distancia equivale más o menos el limite exterior del material filtroprotector er. o sea como que estuviera el agua debajo del fondo del tubo.(3).(2) y Ec. Para evaluar la resistencia de entrada se debe contar con mediciones de descarga de drenes y de lecturas de piezómetros. expresados en m3/dia por la longitud del dren expresada en metros. limo) el material filtroprotector no debe ser muy permeable.se graficó tambidn el nivel del agua en los piezómetros a 10 cm del eje del tub0 de drenaje versus la descarga. Los piezómetros son instalados uno sobre el tub0 de drenaje (por medio de una perforación en la pared del tubo. l o s valores de tangente del alfa fueron determinados en la siguiente forma. el resultado será una relación lineal según la Ec. para medir el nivel de agua en ello) y el otro al costado del mismo. 1971 b). La descarga del dren por dia y por unidad de longitud se calcula dividiendo l o s datos de descarga. se incluirá además del material filtroprotector una parte del suelo de relleno. Arbitrariamente los piezómetros al costado del dren fueron instalados a una distancia de 10 cm del eje del tub0 de drenaje. Esto se debe a pequesos errores en la nivelación o hundimiento de los piezómetros después de SU instalación. en la misma figura. Plo'teando en escala simple la descarga Q versus la carga hidrzulica a 10 cm. versus la descarga. Se graficö el nivel del agua dentro del tub0 de drenaje con excepciön de valores negativos. asi se deduce el nombre filtroprotector. Sin embargo.(3) es la diferencia entre las lecturas de los piezómetros instalados sobre el tub0 de drenaje y a IO cm del eje del mismo. La resistencia de entrada es dada por la tangente del dngulo (Tg a) que forma la recta con la horizontal positiva. Ademss. las mediciones del nivel de agua en los piezómetros con una sonda acústica no son muy precisas. lo cual es imposible. en el cas0 de los drenes de plástico que tienen menor diámetro. En la práctica el cálculo mediante el método gráfico no es tan simple debido a muchas irregularidades en las mediciones sobre todo de las lecturas de los piezómetros (CENDRET.Entonces es un material que debe ser filtrante y además protector. sin embargo para evitar la entrada al tub0 de materiales finos (are- na fina. la sonda acústica puede bajar dentro del tubo. Con los datos de Ah y Q medidos es posible calcular gráficamente la resistencia de entrada. 64 .

O3 .I 7Oy 9" MES O A L COSTADO DEL DREN 4 O y 5'MES o1 - 3. DREN 1 S tgd': 0'5. 7 ' y 9"MES T T T T ' 65 .3 o1 ~ v v I X x xx tga 11.15 o 10 02- tgar ~1. I. OA- O O 03 - O O 02 - LEY EN DA v LECTURA PIEZOMETRC SOBRE EL DREN 4'y 5 ' MES o " . II x !I .I I . OD9 .

En el área piloto con excepción de la grava. Sin embargo. Este diferencia se debe al diámetro del tubo. un aumento abrupt0 en el nivel de agua en los piezómetros sobre el dren es una indicación de que el dren está arenado y obstruído. tg a') cor- responde a la resistencia de entrada. se ha graficado solamente los registros del primer período de medición por ser los niveles en el segundo perlodo igual en casi todos los casos. l o s demás materiales filtroprotectores empleados entonces no han funcionado bien. dispersión del suelo de relleno y la pene- tración de partículas finas dentro del filtroprotector. lo cual diÓ lugar al aumento de la re- 66 . que tienen mayor diámetro. En la Figura 2 y 3 puede apreciarse la determinación gráfica de la resistencia de entrada. Este material de relleno está constituído por suelo dispersado y poco permeable. en el dren 14s (ver Fig. el piezómetro está ubicado dentro del material de relleno. que tienen menor diámetro. se muestran en los Cuadros 5 y 6. aumento que se debe a una descomposición de los filtro- protectores de material orgánico. Se ve arenamiento en el dren en el período del quinto al séptimo mes después de SU instalación. Los resultados de las determinaciones de la resistencia de entrada y los signos de arenamiento.2).A través de los puntos ploteados de la primera relación se trazó una linea de la cual se obtuvo el valor tg ct' y en igual forma para la segunda relación. Este fenómeno se puede apbeciar por ejemplo en la Figura 4 . puede observarse además que la resistencia de entrada tiende a subir con el tiempo y que ésta es más alta en el cas0 de materiales filtro- protectores en combinación con tubos de plástico que combinado con tubos de arcilla. Se puede considerar la resistencia de entrada alta cuando tiene un valor mayor de 0. La diferencia de ambas relaciones (tg ct" . obte- niéndose el valor tg ct". Fueron ploteados los registros de dos períodos. Sin embargo. Empleando tubos de arcilla. debido a la alta cantidad del sodio intercambiable.5 día/m. Se puede observar que la resisten- cia de entrada no ha aumentado con el tiempo en el dren 1 S (ver Fig. Sin embargo. el piezómetro instalado a una distancia de 10 cm del eje del tub0 de drenaje está puesto exactamente al costado del material filtropro- tector.3) se puede notar un aumento marcado en la resistencia de entrada. con los tubos de plástico. el primer0 de ellos los regis- tros del cuarto y quinto mes después de la instalación del sistema de drenaje y el otro corresponde al septimo y noveno mes. En el Cuadro 5. Con respecto a los registros del nivel de agua en los piezómetros sobre el dren.

l a i n s t a l a c i ó n T i p o de m a t e r i a l T i p o de t u b 0 filtroprotector Arcil l a Plástico ~~ ~ Lana de v i d r i o 1.8 Paja de l i n o 2. En e l Cuadro 6 puede o b s e r v a r s e que l o s m a t e r i a l e s f i l t r o p r o t e c t o r e s d e j a n p a s a r c i e r t a c a n t i d a d de m a t e r i a l f i n o con excepción de l a l a n a de v i d r i o . 67 . s e coloca una banda b a j o y o t r a por encima de l a t u b e r i a .4.9 R e g i s t r o s d e l septimo y noveno mes después de l a i n s t a l a c i ó n T i p o de m a t e r i a l T i p o de t u b o filtroprotector Arci l l a P1á s t i c o Lana de v i d r i o 1.2 Sin f i l t r o p r o t e c t o r 6.s i s t e n c i a de e n t r a d a .1 P a j a de l i n o La p a j a de l i n o e s un r e s i d u o v e g e t a l que s e p r e s e n t a en bandas de 25 m de l a r g o por 15 cm de ancho y 2 cm de espesor. RESISTENCIA DE ENTRADA PROMEDIO (VALORES OE t g a) DE LAS DIFERENTES COMBINACIONES TUBO-FILTROPROTECTOR R e g i s t r o s d e l q u a r t o y q u i n t o mes después de .0 CUAORO 6.6 Grava 0.8 I .9 8. CUADRO 5.8 Paja de l i n o 2.o Grava 0. s e envuelve e l tub0 a n t e s de s e r colocado y s i e s tub0 de a r c i l l a . Los s e d i - mentos mayormente son de t e x t u r a f r a n c a .0 9 .3 8.7 Paja de arroz 0. PORCENTAJE DE LA TUBERIA CON SIGNOS DE ARENAMIENTO T i p o de m a t e r i a l T i p o de t u b 0 f i ltroprotector Arcil l a P l á s t i co Lana de vidrio O O Paja de arroz 30 50 Paja de l i n o 50 25 Grava 20 6.8 2.4 Sin f i l t r o p r o t e c t o r 16. E s t e m a t e r i a l puede s e r colocado s e g h e l caso: s i e s tub0 de p l á s t i c o . La banda de p a j a de l i n o e s un m a t e r i a l que s e emplea con mucho é x i t o en Holanda en Bdlgica.1 Paja de arroz 3.0 6.

La resistencia de entrada es alta y de las observaciones realizadas en las cali- catas se puede concluir que la paja de arroz se descompuso rápidamente y no actuö como material filtroprotector. El product0 fué importado con miras a una futura fabricaciön del material en el pais. La marcada diferencia entre la resistencia de entrada en tubos de arcilla y de plástico se debe.2 Paja de arroz Este es un material (rastrojo de arroz) que se encuentra en abundancia en la zona y a un costo mínimo.6. en consecuencia la sedimentaciön'en los tubos de arcilla fué más notoria. Dicho material es fácil de emplear. Puede ser colocado según el cas0 (ver Cap. 6. El suelo de relleno por tener un alto contenido de sodio intercambiable no tiene una estructura estable.5 cm de espesor. Por estar en forma suelta. como ha sido expuesto anteriormente. Por tener el tub0 de arcilla mayor diámetro. Dos años después de la instalaciön del sistema de drenaje. y así es transportado fácilmente por el agua que entra en la zona circundante al dren. 6. Esta diferencia se debe a un diámetro distinto de los tubos empleados y el relleno de suelo dispersado (ver Cap.4.4.6. parte de la superficie del tubo no ha sido cubierto por material filtroprotector.4.1.8 y 2. se abriö una calicata sobre los drenes y se observö que la paja de lino no sufriö cambios sustenciales. no hub0 efecto de compactaciön ni decomposiciön microbiana. Parte de este material se sedimenta dentro de la paja de lino y parte dentro del tubo.4). En Holanda.3 Lana de vidrio La lana de vidrio es un material sintético que para uso en drenaje se presenta en forma de bandas de 50 m de largo por 15 cm de ancho y 1. se lo puede acomodar alre- dedor de los tubos de drenaje. al incluirse en el cas0 de los tubos de plástico en la mediciön de la pérdida de la carga hidráulica una parte del relleno compuesto de suelo dispersado y poco permeable. que var'la entre 1.La resistencia de entrada encontrada para este material fué alta cuando se em- pleö con tubos de arcilla y muy alta con los tubos de plástico. El grado de sedimentación dentro de los tubos ha sido alto. La alta resistencia de entrada se explica por la obstrucciön paulatina del material filtroprotector con el suelo fino del relleno. también s e ha encontrado valores 68 .1). per0 debido a SU estructura fina posee una alta resistencia de entrada.

1972). Curva de' d i s t r i b u c i ó n granulome'trica de Za grava empleada como fi2tropro t e c tor. Con respecto a la distribución granulométrica requerida para la grava.altos. La distribución granulométrica de la grava empleada en el Area Piloto Chacupe se muestra en la Figura 5. Una guía para determinar el tamaño de las partículas de la grava empleada en el Area Piloto Chacupe ha sido la relación empirica que existe entre el tama6o de la grava empleada en filtros de pozos tubulares y la textura del subsuelo alrededor de estos (LUTHIN. 1 9 5 7 ) . debido a la gran variabilidad en la distribución granulométrica. por lo tanto las tuberias cubiertas con este material no han tenido una sedimentación notable. 69 . AREA PILOTO CHACUPE -.4.5. 6.5. ARClL* -+ MUY FlNA M E D I A GRUEI F1NA 1O0 ~ 90 - 20 10 - .4 Grava La grava es un material mineral que se encuentra en abundancia en todos l o s valles de la Costa Peruana. Sin embargo no siempre se puede emplear este material como filtroprotector.5 y 2.--- AREA PILOTO LA BOYA DIAMETRO D E PARTKULAS EN MIUMETROS Fig.no existen datos concretos.J . junta- mente con la distribución granulométrica de la grava empleada en el Area Piloto de Drenaje La Boya en el sur de PerÚ (CENDRET. No deja pasar el material fino del suelo de relleno. que fluctúan entre 0.

O5 dialm.5 m3/100 m de dren.12 dialm. indicando que la grava empleada en el Area Piloto de Chacupe es dema- siado gruesa. En el Area Piloto La Boya.0 m3/100 m de dren. 70 . Del Cuadro 6 puede concluirse que el grado de arenamiento para la grava es no- table.La grava es un material que da valores de baja resistencia de entrada aunque hay cierta tendencia de que se incremente un poco con el tiempo. per0 con un volumen de grava de 5. se puede deducir que material fino del rellen0 también se ha acumulado en la manta de grava contribuyendo al aumento de la resistencia de entrada. Con esta experiencia se decidió aplicar un volumen de 5 m3/100 m de dren en la segunda etapa del Area Piloto Chacupe. la resistencia de entra- da en promedio fué de 1 . Con un volumen de 2. solamente fué de 0. De los signos de arenamiento en las tuberías de drenaje del Area Piloto Chacupe. la resistencia de entrada resultó estar relacionada con el volumen de grava aplicada.

Para entender mejor el proceso de desalinización. entonces es necesario medir o calcular la cantidad de agua que se infiltra en el suelo y percola a través del perfil mismo. En la segunda etapa no se aplicó enmiendas químicas.1 Generalidades La recuperación de suelos salino-sódicos consiste en disminuir la concentración de sales y del sodio intercambiable a niveles que Sean tolerables por la mayoria de los cultivos. Si l o s análisis prueban que el calcio disponible en el suelo no es suficiente. La disminución de la concentración total de sales se realiza mediante un proceso de lavado y la reducción en el contenido de sodio intercam- biable mediante el reemplazo natural de este por el calcio presente en el suelo. el suelo se lava sola- mente por una fracción de la lámina de agua aplicada que logra infiltrarse. Cuando el origen de la sali- nización del suelo se debe a un nivel freático elevado. teniendo en cuenta la gran cantidad de sales que se había en el perfil del suelo. Desalinización y desodificación 7. Una disminución del contenido de sales en el suelo está relacionado muchas veces con la lámina del agua de riego aplicada. Sin embargo. El proceso de desalinización del suelo ha sido estudiado en forma detallada en una zona de la primera etapa del área piloto (ver Plano 2). Como cultivo que ayuda en la recuperación de los suelos se implantó el arroz. Con este fin se elaboró un balance de agua.7. antes de implantar el cultivo de arroz. no podrá efectuarse un mejoramiento eficiente del suelo. porque la aplicacio’n del agua solamente conseguirl disminuir temporalmente la concentración de sales en la capa superficial. es necesario una aplicación de enmiendas químicas. En la zona de estudios de desalinización y desodificación se aplicó en la pri- mera etapa 8 t/ha de yeso. el resto se pierde por evaporación o escorrentía superficial. 71 . Con respecto a la se- gunda etapa se asignó la desalinización en algunas pozas que presentaban dife- rencias marcadas en la textura de SU perfil. per0 no SU eliminación del perfil del suelo. Es por eso que se instaló el sistema de drenaje anteriormente descrito y posteriormente se realizó el lavado de suelos. el lavado de suelos ha sido m l s prolongado e intensivo en lo que se refiere al volumen de agua aplicado.En la segunda etapa.es necesario primeramente deprimirlo mediante la instalación de un sistema de drenaje. En cas0 contrario. El origen de la salinidad de los suelos del área piloto está ligado a un alto nivel freático. El período de lavado de la primera etapa fué muy breve.

El balance de agua durante el período de experimentación se dividió por etapas: . Los términos de la Ec.2 El balance de agua Para desarrollar un balance de agua es necesario delimitar la zona en estudio.7. el barbecho de 1971 1 9 8 días . Los valores de cada uno de 72 . = flujo subterráneo que ingresa al área Es = escorrentia superficial Et = evapotranspiración D = agua drenada por el sistema de drenaje. todos los términos deben ser calculados con relación a una misma superficie. y A = cambio de almacenamiento de agua en el suelo.2. y en el plano vertical. La equación para el balance de agua es: P + I + Fi = E s + E t + D + A (4) donde P = precipitación I = irrigación F. la tercera campaña 7 2 / 7 3 I16 días .la primera campasa 70171 144 dias .1 El balance de agua de la campaña de arroz 1 9 7 1 / 1 9 7 2 La segunda campaña de arroz se realizÓ entre el 26 de Diciembre de 1971 y el 2 0 de Mayo de 1972 y tuvo una duración de 147 dias.(4) pueden ser expresados en base a volumen (m3) o en base a una lámina de agua (mm). 7. el limite inferior está dado por el nivel de los drenes y el limite superior por el nivel del terreno. el barbecho de 1972 198 días . el barbecho de 1973 260 días Para dar un ejemplo del cálculo del balance de agua se escogió la segunda campa- ña 7 1 / 7 2 y el barbecho de 1972. cuando se expresan en base a una lá"ina. el lavado 6 1 días . la segunda campaña 7 1 / 7 2 147 días . el limite está dado por l o s extremos de las pozas de riego donde se efectuó el estudio de la desalinización (ver Plano 2 ) . En el plano horizontal.942 ha. Sin embargo. La superficie bruta del área en la cual ha sido desarrollado el balance de agua fué de 4.

es posible determinar el flujo subterráneo que ingresa al área mediante la preparación de hidrogramas de descarga. como sucede con otros cultivos diferentes al arroz o tambidn durante un proces0 de lavado intermitente. La aplicación de riego I.s de la capa superficial sumado al efecto de la evapo- ración. quedaba para construir la infraestructura de riego.8 ha. se ha supuesto que el flujo subterráneo que ingresó en la zona de estudio ha sido semejante al que ingresó en la segunda eta- pa en el mismo período. es el agua desalojada de las pozas de riego cuando la concentración de sales ha aumentado excesivamente. que es una lámina de 1.600 m3. Para el cas0 del lavado. fuh de unos 12. y y2 = 14. fud de una lámina de 74 mm. El flujo subterráneo F que ingresa al área es un factor que no se puede medir i’ directamente cuando el área está bajo riego permanente.9 ha. Sin embargo. ’ Corregido por e l e f e c t o d e l colector (OOSTERBAAN.100 m3. algunas hidrogramas han sido preparados por ALVA (1971). Bajo dichas condiciones es válida la siguiente ecuación: donde x 1 = el flujo subterráneo en l/seg que ingresa al área de estudio y) = la superficie del área de estudio x2 = el flujo subterráneo en l/seg que ingresó en la segunda etapa y2 = la superficie de la segunda etapa. Sin embargo.los tdrmixos de la Ec. x2 = 3. cuando el riego no es permanente sin0 intermi- tente. Por lo tanto.682 mm. Por ser las condiciones del sub- suelo similares en las dos etapas. 1975) 73 . como es el cas0 del cultivo de arroz. razon por la cual los terrenos no tuvieron riegos.600 m3. el volumen del flujo subterráneo.0 l/seg.(4) y SU determinación son presentadas a continuación. Durante la segunda campaña de arroz realizada en la primera etapa del Area Piloto Chacupe.0’ l/seg.7 mm/ dia. l o que corresponde a una lámina de 1. La precipitación P. La escorrentía superficial. ha sido de 83. Ee. el flujo subter- 1 ráneo que ingresó en el área de estudio x1 = 1. registrada en la Estación MeteorolÓgica de Lambayeque. Con los factores y = 4. se había concluido la instalación del sistema de drenaje en la segunda etapa. que ingresó al área de estudio durante la segunda cam- paca de arroz. Est0 es debido a la disolución de las sa1e. y representa un volumen de unos 3.

Durante la campaña de arroz el nivel freático ha subido 10. La evapotranspiración. se debe a un cambio en la profundidad de &te multiplicand0 por la porosidad drenable. igual a 1. 1975) en 24% de la cantidad evacuada por los drenes de campo y es equivalente a un volumen de 5. Solamente es importante cal- cularlo cuando el suelo es regado después de un tiempo largo sin cultivos. Por lo tanto el drenaje total es igual a 30. se obtiene un volumen de agua evapotranspirado de 58. El cambio de almacenamiento de agua en el suelo.(4) como Gnico desconocido.600 m3.180 oun durante 147 dras con una evapotranspiraci6n promedio de 8. ver Plano 2 ) y suma un volumen de 24.5 "/dia. o sea 11. El agua de drenaje. la Ec. se calculÓ con el balance de agua. Et. o sea de 1. o sea 3. El cambio en el almacenamiento de agua por debajo del nivel freático.en altura del nivel freático.000 m3.9 cm en promedio. La porosidad drenable ha sido estimada (ALVA. A. Fu6 estimada en 8% en volumen. El cambio del volumen de agua almacenado por encima del nivel freático fu6 considerado cero por ser el suelo regado fuertemente para la preparación del terreno antes del transplante.0 "/dia. lo que resulta en un volumen de agua almacenado de unos 400 m3. 1971) con el método de la descarga de drenes versus el cambio. Este valor es mayor que la evapotranspiración medida en el tanque "Clase A" que fub de 5 . Fu6 estimada (OOSTERBAAN. es el agua evacuada por los drenes entubados de campo (drenes 1 al 6 . Con fines explicativos se calculó éste término. cantidad des- conocida. que fué de 6. También se ha incluido en este término las pérdidas de agua por rotura de bordos de las pozas. 1967) a partir de datos climatológicos de la EstaciÓn Me- teorológica de Lambayque.2 mm/dfa.200 m3. 8 "/dia. Es también mayor que la evapotranspiración potencial calculada con la fórmula de > PENMAN (VAN BEERS. D.800 m3/ha.Esta prdctica se aplicÓ solamente durante las primeras semanas después del transplante del arroz.1 "/dia.800 m3. es la suma del cambio en el volumen de agua retenida en el suelo en la zona por encima del nivel freático (zona no saturada) y por debajo de éste (zona saturada).3 "/dia. 74 . Hay que agregar el agua evacuada directamente hacia el colector. Con los demás términos conocidos.300 m3. o sea 4. como fué el cas0 del período de lavado. ya que por SU magnitud con respecto a los demás térmi- nos del balance puede considerarse insignificante. El volumen total de agua perdida como escorrentía superficial fu6 de 10.

2 El balance de agua en el barbecho de 1972 Como inicio del barbecho de 1972 se ha considerado el 21 de Mayo y se terminÓ al iniciarse la campaña de 1972-1973.65 0.16 O .2.65 0. La aplicación de riego. lo que se estima en 1 4 % .68 0. por lo tanto la duración del barbecho durante el año 1972 ha sido de 198 días. En est0 Cuadro se puede ob- servar la descarga del sistema de drenaje entubado (drenes 1 al 6) en l/seg para el barbecho de 1972.80 Junio 1 . F. Con fines de comparacsn se ha dado tam- bidn datos de los drenes 1 al 6 para el barbecho de 1971.O8 0.64 Julio 0. datos obtenidos a 1 partir de los registros de la descarga del sistema de drenaje de la segunda etapa.60 Diciembre 0.900 m3. Los valores de cada uno de los términos del balance de agua y SU determinación es la siguiente.49 0.48 0. empleando Ec. 75 .20 0.67 El flujo subterráneo.1 "/dia. Esos datos son corregidos por el cambio en el almace- namiento del agua en la zona saturada. QUE INGRESA AL AREA DE ESTUDIO ( l / s e g ) Mes Lavado Barbecho Barbecho Barbecho de 1972 de 1970 de 1971 de 1972 a p a r t i r de l a 2da etapa Mayo 1. La precipitación.48 0.45 Octubre 0. ha sido de 17.. Esta cantidad de agua se aplicÓ mayormente en el Último mes de barbecho para remojar el suelo con fines de I preparación del terreno para la próxima campaña. registrada en la EstaciÓn Meteorológico de Lambayque fu6 cero. 7. I.61 Agosto 0.O3 1 . CUADRO 7. que ingresa al área de estudio se ha calculado a partir 1 de las escargas de los drenes de campo (Cuadro 7).39 0.52 Set iembr e 0.(5) y datos obtenidos durante el lavado (ALVA.40 Noviembre 0. FLUJD SUBTERRANEO H.11 0. 1971).51 0.900 m3.62 0. Est0 cor- responde a una lámina de 1.E1 transplante para esta campaña tuvo lugar el 5 de Diciembre. Tomando en cuenta el efecto del collector.42 0. P . Durante el barbecho normalmente I hay poca disponabilidad de agua para lavar el suelo. el volumen total de agua que ingresa subterráneamente al área es de 10.

en este cas0 la infiltración es mayor a la percolación. Durante el barbecho el volumen de agua retenido en el suelo en la zona no satu- rada ha disminuido gradualmente por efecto de la evaporación. se ha considerado que no hub0 cambio alguno en el almacenamiento del agua en la zona no saturada.200 m3. o sea una lámina de 237 mm en 198 días ( I . Sin embargo.de arroz) y al final del mismo se aplicó un riego pesado para la prepa- ración del terreno. suma un volumen de 15.942 ha-.7. bajo un régimen de riego intermitente. el drenaje total es igual a 17. La evapotranspiración. E. Bajo un rdgimen de riego permanente como ocurre durante el cultivo de arroz. 76 . Asi se llegó a un volumen de -200 m3.3 Percolación e infiltración El agua que se infiltra y luego percola a travhs del perfil de suelo hasta llegar al nivel freático. El cambio en el almacenamiento de agua en el suelo.El agua evacuada por los drenes entubados de campo. Por tal motivo.(4).debajo de este. como ha sido expuesto anteriormente (ver Cap. en este cas0 ha sido la suma de la evapotranspiración del cultivo de arroz en proceso de maduración y luego la evaporación del suelo en barbecho. de dos factores: el volumen de agua retenido en el suelo por encima del nivel freático y por. la parte del agua que se infiltra al suelo y que posterior- mente se pierde por evapotranspiración o que permanece almacenada en el suelo. consiste.300 m3. Sin embargo. se puede considerar la infiltración aproximadamente igual a la percolación. En total fué de 11. la infiltración y la perco- lación no son iguales. D. ha sido calculado con la Ec.E1 signo negativo significa que el suelo ha perdido agua porque el nivel freático bajó.2. Hay que agregar el agua evacuada directamente hacia el colector.2. 7.1). El cambio del volumen de agua almancenada por debajo del nivel freático ha sido calculado a partir del cambio en la altura del nivel freático multiplicado por la porosidad drenable. contribuye al movimiento de sales dentro del perfil más no al proceso de desa- linización.2 "/dia).700 m3 en 4.100 m3. Sin embargo. es lo que contribuye realmente al proceso de desalini- zación. al momento de inciarse el barbecho el suelo estaba recién regado (campaña an- terior. can- tidad que fué estimada para esta época en 14% del volumen de agua evacuado por los drenes 1 al 6 y equivale a un volumen de 2. Por lo tanto. A.

6 0.2 3 9 A (en 100 m3) en zona no saturada 62 O O O O O 0 E~ (en 100 m3) 93 330 72 583 117 569 326 E (en m) 188 668 146 1.2) o combinada Ec. volumen que corresponde a una lámina de agua percolada de 360 nun en 147 días. CUADRO 8.180 237 1.(4) 1970-71 de 1971 1971-72 de 1972 1972-73 de 1973 DuraciÓn (dias) 61 I44 I98 147 I98 I I6 260 P (en 100 m 3 ) O 25 O 36 O 20 0 I (en 100 m3) 22 1 577 145 8 31 179 886 438 F. para las diferentes campasas de arroz.8 4 . Para el barbecho de 1972 la percolación a ' través del perfil de suelo fué de 6.5 Percolación (en 100 m3) 64 209 73 I78 62 143 112 Percolación (en m) I30 423 I48 360 126 289 227 77 .800 m3. La percolación se puede calcular a partir de la siguiente ecuación: Perc = P + I . (en 100 m3) 39 139 I04 126 1 o9 92 134 (en 1 0 0 m3) 2 63 O 106 O 194 0 D (en 100 m') 97 345 I85 300 173 232 237 A (en 100 m3) en zona saturada 6 3 .7 8. + A (7) Para la campaña de arroz 1971-1972. elaborados en la forma expuesta.9 2.(4).2 9. Cap. las Lpocas de barbecho y el lavado.0 1.1 4. o sea una lámina de 126 mm. BALANCE DE AGUA (SUPERFICIE DE ESTUDIO DE 4. 7. F.4 Resumen del balance de agua del experiment0 Un resumen de los diferentes términos del balance de agua.151 660 Et (en "/dia) 3.942 h a ) Tërminos de Lavado Campaña Barbecho Campaña Barbecho Campaña Barbecho l a Ec.(4) y (6): Perc = D . Et (6) (ver explicación de términos: Ec. la percolación a través del perfil del suelo en total fué de 17. es presentado en Cuadro 8.2.7. E s .200 m 3 .

5 34. 60 42.1 40 .3 21.7 60 .5 160 -200 18.5 29.0 34.0 31. Los resultados se muestran en el Cuadro 9.5 31 . per0 aumenta en las capas más profundas.1' 20 .0 45. I 17.800 nun.2 40. es decir una lámina de 1.7 30.4 28. rápidamente disminuye la salinidad en las capas super- ficiales.4 24.O 29 .1 EO -100 30.9 12.2 35. De esta lámina ha percolado a través de perfil de suelo el 25%.6).5 22. La salinidad en el suelo ha sido medido en varios momentos durante el proceso de la desalinización. El estado inicial del suelo es el ejemplo típico de la salinizaci- ón a partir de un nivel freático a poca profundidad y bajo un régimen climato- 1Ógico Crido. 40 75. se e obtiene una visión más clara como se desarrolla el proceso de desalinización (ver Fig.800 m3 de agua (incluyendo la precipitación) en el área de estudio que representa una lámina total de 6. el bar- becho de 1973 inclusive. para la época mencionada.4 Valor que corresponde a l a capa entre O en 20 cm Graficando la salinidad del suelo por medio de la CE versus la profundidad.4 26.4 20.0 20.2 16. Al iniciarse el lavado.2 100 -120 26.2 22.0 27.o 22.7.3 30.7 120 -160 23. Antés-seg.4 19.6 17.7 16. EL DESARROLLO DE LA CE DEL EXTRACT0 OE SATURACION DESDE EL ESTADO INICIAL HASTA LA TERCERA CAMPANA DE ARROZ INCLUSIVE CEe (mmhos/cm a 25 OC) Profundidad Estado i n i c i a l Después Después p r i m .2 16.4 24. La salinidad a partir de la profundidad de 140 cm. En la Figura 7 se ha graficado la curva de desali- nización del suelo en forma fraccionada.IO 169. 80 33.1 19.0 22.6 15. Después de tres campañas de arroz.3 DesalinizaciÓn Durante el lavado seguido por tres campasas de arroz se ha aplicado un volumen total de 335.6 33.5 24.5 35. 20 130.9 29. El nivel de la salinidad a través de todo el perfil es muy alto.9 36.2 46.0 21.5 18.9 29. la capa con mayor concentración está a la profundidad entre 60 y 100 cm. es decir el descenso de la salinidad ocurrido en relación al que tenra en SU estado inicial versus la lámina de per- .8 42. Después del lavado la mayor concentración de sales se encontró en la capa entre 20 y 40 cm. casi no ha cambiado desde el inicio.1 54. Después t e r c .9 IO . Después seq. (cm) lavado campaña campana campaña campaña o .1 21.700 mm (ver Cuadro 8). CUAORO 9.4 200 -240 19.

I- 1-. initial Z’CAMPAÜA 3’CAMPAÑA C 3 C E e . Proces0 de desazinizacibn.60 cm --*-.-__ CHACUPE 0.. CEe E N M l L L l M H O S l C M a 25% o io zo 30 40 50 M 70 80 90 100 110 +zo im i40 i50 150 im LEYENDA .6.--.1-5-. REOUERIDO T O Z E U R 0...10 DUJAILAH a05 CHACUPE a04 TOZEUR 0-120 cm -.. -DUJAILAH 0 . 2000 2500 PERCOLACION ACUMULAOA EN mm.10 UTAH 0.... DESPUES DE LA 3O CAMPAÑAO E ARWZ 2401 I Fig. 1 C E e tinal CE.--UTNi O.-. 500 1000 1500 .6Ocm ----__--. 79 .6 0 Cm O . D E S P U E S DEL P E R I O W D E LAVACO DESPUES DE LA 1 0 CAMPGA O E ARROZ DESPUES DE LA zo CAMPAÑA DE ARROZ .-.. ESTADO INICIAL -..

valor que correspon- de a una CE de 8. cuando se seca el perfil. 1 9 7 0 ) . es decir desde el centro de los elementos estructurales hacia las grietas. Utah. segÚn RICHARDS. el suelo tenia grietas grandes entre los elementos estructurales.UU. 1 9 6 3 ) . La CE fluctuaba entre 5 0 y 100 mnhos/cm mientras que en Utah y Tozeur e entre 30 y 4 0 mhos/cm. Tratando de suelos pesados. y Tozeur. después del lavado inicial estas grietas habían desaparecido (el suelo contiene arcilla del tipo montmorillonitico) y una gran parte de la porosidad estuvo ocupado por poros muy finos a través de los cuales el paso de agua es muy lento y restringi- do. que determinó la velocidad del proceso de desalinización en el Area Piloto Chacupe fué la distribución. tamaño y tortuosidad de los poros. Con fines de comparación se ha incluido en la misma figura (Fig. por lo menos se requiere tres cam- pañas de arroz más. Para llegar a una percolación de 2 .7) las curvas de desalinización de algunos otros expe- rimentos en: Dujailah. la relación CEef/CEei (relación del va- lor final y inicial de la conductividad eléctrica medida en el extract0 de sa- turación) en la capa de O a 6 0 cm de profundidad será 0. Irak. donde evapora el agua. en un suelo FrL (REEVE.colación acumulada. 5 0 0 nun. EE. en un suelo FrA con alto contenido de yeso (UNESCO. disuelve más sales que cuando se aplica el mismo volumen de agua bajo un-régimen de riego permanente (inundación). dando orígen a un aumento en la con- 80 . 1 9 5 4 ) . esto se atribuye a la formación de grietas. Las sales probablemente son transportados con la humedad del suelo en sentido lateral (di- ferencia en potencial). en consecuencia la desalinización procedió lentemante (van ALPHEN..0 mnhos/cm. 5 0 0 nun. Se puede observar que la salinidad ha disminuido rápidamente durante el lavado. en un suelo FrL (DIELEMAN. Después de la percolación de 2 . Es conocido que un lavado bajo régimen de riego intermitente es más efectivo: un volumen de agua aplicada en forma intermitente y dejando secar el suelo entre las aplicaciones de agua de riego. Sin embargo. sorgo). Un factor importante. Sin embargo.10. Sin embargo es posible acelerar el proceso de desalinización cuando se intensifique el lavado durante el barbecho. Al iniciarse el lavado en Chacupe. Inicialmente la reducción de la salinidad es más pronunciada en los suelos de Chacupe y de Dujailah. En estos dos experimentos la salinidad inicial ha sido muy alta. Extrapolando la curva de desalinización en la Figura 7 es posible profetizar sobre el futuro desarrollo del proceso de desalinización en el Area Piloto Chacupe. Tunez. posteriormente durante las campañas de arroz la desalinización ha sido mucho más lenta. maíz. Este valor de CE todavía es tan elevado que será dudoso el éxito cuando se siembren cultivos de la zona (alfalfa. 1 9 7 5 ) .

Estado de recuperaeidn despue's de Za segunda camp&a de arroz... io03 ism 2000 2500 3003 m o m ESTADO I N I C I A L OESPUES DE L A 2 CAMPAÑA DE ARROZ 81 ..- DREN POMALCA - EYENDA I E CEcEN M M H O S I C M A25'C CAPA 0 .... L 9 - I 6 - 2 2 4 4 3 I OREN COLECTOR ---. meq/P meqlt 3000 zmo 2000 1500 1000 m o sa..2 0 c m 15 RAS EXTRACT0 DE SATURPSION C A P A 0 .2 0 c m AREAS TODAVIA M U I SALINAS AREAS T O D A V I A E N PELIGRO O 50 100 m DE S O D l F l C A C l O N Plano 3..

Cl-' y SOi2 disminuyó. el suelo además del yeso. per0 la reducción en la concentración del Na-ion y C1-ion fub mucho mls marcada. la relación de adsorción de sodio. Esto se debe parcialmente a una salinidad inicial menos elevada. En el Cuadro 9 se ha mostrado la CE promedio. Se decidió aplicar solamente 8 t/ha.4 Desodificación El suelo inicialmente fu6 muy salino y el contenido de sodio intercambiable muy elevado. sobre todo las que determinan la infiltración. El proceso de desodificación o sodificación puede analizarse con los siguientes datos : . Por tal motivo se ha aplicado yeso antes de iniciar el lavado. la 3 3 concentración del ani& HCO-' fué del orden de I a 2 meq/l en el estado inicial 3 y 2 a 4 meq/l después de la segunda campaña de arroz. Durante el proceso de desalinización la concentración de los iones Na". es decir el valor RAS. Existen zonas donde la recuperación ha sido más rápida (ver Plano 3). . sin embargo hay mucha variación 1 dentro de las muestras. En la Figura 8 puede observarse que inicialmente el catión y anión predominante son el Na y el C1. I 960) . la cantidad del Na intercambiable o el valor PSI. per0 también debe de haber tenido influencia las pequeñas diferencias en las caracteristicas físicas del suelo. 7. E1 anión CO3 no estuvo presente en el suelo. del extract0 de saturación. el arroz es resistente a un nivel elevado del Na intercambiable (PEARSON. durante los primeros años de la recuperación el cultivo sería arroz.el arroz no es sensible a los efectos negativos de una estructura dete- riorada del suelo. l o que fué incorporado en una capa superficial de 8 cm de profundidad. centración de sales. No se ha graficado la concentración -2 del HCO -ion y del CO -ion. En la siguiente aplicación el agua rápidamente se percolará por las ranuras disolviendo las sales (van ALPHEN. . tomando en cuenta que . contiene carbonato de calcio que aunque sea casi insoluble a largo plazo. a2 . 1 9 7 5 ) . en la zona de los estudios de la desalini- zación y desodificación. . El re- quirimiento de yeso ha sido estimado en 16 t/ha. y . Ca+2. ayudará a disminuir el nivel del sodio intercambiable.

. y++ = la fracción del catión divalente adsorbido. Se debe anotar que esta relación es precisa cuando g el PSI es menor a 5 0 . porque existe una relación entre la composición química de la solución del suelo y la del complejo de cambio.9) ligeramente distinta de la que encontró RICHARDS ( 1 9 5 4 ) . Experimentos de laboratorio en donde se ha equilibrado muestras de suelo de Chacupe con soluciones de diferentes valores de RAS. 83 . Una medición indirecto del grado de sodificación se hace con el valor RAS del extracto de saturación. el tipo de arcilla y la pre- g sencia de materia orgánica. el valor pH. Ca y Mg.3.01475. Para un sistema en donde intervienen en el proces0 de intercambio l o s cationes Na. con la Última podemos estimar la composición química del complejo de cambio y de esta manera la cantidad del sodio intercambiable. La teoría que describe la relación entre la composición química de la solución del suelo y la del complejo de adsorción es complicada. En el cas0 mencionado por RICHARDS ( 1 9 5 4 ) . y -2 -1 . g El factor K depende de los cationes en questión. Sin embargo en forma simple esta relación.L donde y+ = la fracción del catión monovalente adsorbido. RICHARDS ( 1 9 5 4 ) emplricamente encon- tró un valor de K = 0. per0 SU anllisis en suelos muy salinos es tan inexact0 que hace dudoso la interpretación de los datos (ver Anexo 1 ) .5) por lo que se puede suponer que la relación desarrollada por RICHARDS ( 1 9 5 4 ) no es válida para los suelos de Chacupe. Por ser la composición química de la solución del suelo semejante a la del extracto de saturación.el contenido de los aniones CO3 y/o HC03 en el extracto de saturación.Los suelos de Chacupe contienen además de la illita la montmorillonita (Cap. han revelado una relaciÓn RAS-PSI (ver Fig. c+ = la concentración en la solución del suelo del catión monovalente en la meq/l ++ c = la concentración en la solución del suelo del catión divalente en meq/l K = un constante de preferencia. El sodio intercambiable ha sido determinado directamente. el tipo de arcilla que predomina es la illita. para un sistema heterovalente está dada por la ecuación de GAPON: . per0 menos exacto cuando es mayor.

8 53 7.5 35 80 .5 17 7.0 48 7.7 30 7. Existe concordancia de los valores de pH encontrados y la ausencia del anión CO3 en el extracto de saturación. Durante la segunda y tercera campaña el valor RAS dis- minuyó gradualmente en todo el perfil del suelo.6 43 7.1 46 7.8 49 7.5 85 7.9 40 7. 84 .6 47 7. Re ZaciÓn RAS-PSI. (cm) campana campaña campaña PH RAS pH RAS pH RAS pH’ RAS o . 9. Además. SegGn la relación PSI-RAS establecida para l o s suelos de Chacupe (ver Fig. 80 8.7 38 7.9) el porcentaje del sodio intercambiable después de l a tercera campaña de a r r o z es de 20%. 10 7.Sin embargo.6 45 7.0 57 8.5.0 38 7.8 25 7. 100 8.7 35 7. como el pH y la concentración de los aniones HCO y CO3 en el extracto 3 muestran que el suelo está en un proceso de desodificaciÓn.8 52 7.9 29 7.9 35 7. o O 10 x) 30 40 50 RAS DEL EXTRACTO D E SATURACION F i g .20 cm de profundidad El valor de pH no ha cambiado: se mantiene alrededor de 7. I PSI 4 50 0 /cHL\wF€ k 30 20 ‘0 / . CUADRO 10.9 54 7. Tanto los valores RAS del extracto de satura- ciÓn.5 33 60 . Después la seq.240 8.4 29 200 .Los datos sobre el desarrollo del proceso de desodificación se muestra en el Cuadro 10 en el cual se puede observar que desde el inicio de la recuperación hasta la primera campaña de arroz inclusive.4 90 7.1 52 7.3 I3 IO .0 29 7.4 34 160 .pasta de saturacidn ‘ EZ valor corresponde a l a capa O .5 47 7.0 37 7. E s difícil prognosticar hasta que nivel se reducirá el P S I . El suelo todavía.9 30 7. el valor RAS del extracto de satu- ración se ha reducido significativamente en las capas superficiales y aumentó en las capas más profundas. 20 7.5 ‘ 39 IO0 -120 8.4 28 pH &terminado en 1a. VALORES OE L A RELACION DE ADSORCION OE SOD10 (RAS) EN E L EXTRACTO DE SATURACION Y E L pH ( 1 : l ) DURANTE EL PROCES0 DE D E S O D I F I C A C I O N Profundidad Estado inicial Después la prim.7 28 7.8 73 7.3 14’ - 20 40 7. la concentración del anión HCO está dentro de los limites 3 normales para un suelo cultivado. Después la ter.5 36 120 -160 7. el ritmo de este proceso tiende a disminuir.9 28 8.6 24 - 40 60 8.200 7.

000 m2). Adem& el yeso en la superficie es arrastrado por el frente de riego. desuniformizando la aplicación. 12 y 16 t/ha. contiene yeso’. Sin embargo. la solubilidad del yeso aumenta llegando a unos 100 meq/l. . Bajo condiciones normales el yeso es poco soluble.2 y 0.2.7 y 1. Los primeros resultados en la segunda etapa indican que el valor RAS tiende a su- bir ligeramente luego de una disminución inicial muy satisfactoria. entre 0. Como unidad de investigación de un tratamiento se tomó una poza de riego (1.la aplicación de yeso superficialmente no es recomendable debido a l o s fuertes vientos que se presentan durante el dia. Se aplicó el yeso en dosis de 4 . porque una cantidad considerable del yeso se precipitó en el fondo del canal de riego. la forma de aplicación que ha dado mejores resultados es la incorporación superficial del yeso ( 5 a IO cm de profundidad). Con respecto a la dosis de enmienda química aplicada se llegó a ningÚn resultado concreto.aparentemente. 8.corresponde más o menos con el momento en que el contenido inicial de yeso ha reducido a cero. . S i n embargo. siendo SU solubi- lidad aproximadamente 35 meq/l. La experiencia sobre el desarrollo de la desodificación en la segunda etapa es distinta.5 AplicaciÓn de enmiendas químicas En una parte del Area Piloto Chacupe se efectuó un experiment0 con enmiendas qufmicas aplicadas en diferentes dosis y métodos de distribución. 7. en presencia de NaC1. Este fenómeno del lavado del yeso fué notorio en la primera etapa. la aplicación de yeso en el agua de riego no es efectiva. a5 . 4 y 7 .El momento en que el valor RAS no disminuye más. dentro de cada tratamiento resultó muy Debe s e r anotado que 20s dntos de l o s análisis d e l yeso no son m y confiabZes (ver Anexo 1 ) . Además se aplicó azufre al suelo en 2 dosis: 0. distribuido sobre la superficie del suelo e incorporado su- perficialmente. Por tal motivo no se ha considerado necesario aplicar más yeso a otro mejorador químico.000 . 6 . Este aumento en la solubilidad podría implicar que parte del yeso es lavado hacia capas más profundas haciendo poco eficaz la aplicación del yeso. motivo por el cual en la segunda etapa se decidió no aplicar el yeso antes el inicio del lavado.4 t/ha.El pH se mantiene entre 7 . ocasionando pérdidas hasta 50% de la dosis aplicada al ser transportado fuera del campo. y como esta sal se presenta en los suelos del Area Piloto Chacupe en una concentración ele- vada. Con respecto al método de distribución se llegó a la conclusión que .6% en las capas de O a 60 cm de profundidad. Las formas de aplicación fueron: disuelto en el agua de riego.

1 Capa 20-90 cm Antes lavado 44.4 1.9 Después prim.20 cm y de 20 .4 24. con textura FrAr a Ar.4 40. la aplicación práctica de tales resultados en un proces0 de recuperación de suelos salino-sódicos es dudosa. RETENCION DE HUMEDAD EN % DE VOLUMEN ANTES DEL LAVADO Y DESPUES DE L A PRIMERA CAMPANA DE ARRO2 Profundidad y fecha de? PF muestreo 0. 20 cm Antes lavado 48. 90 cm aproximadamente.4 42.5 37.20 cm se en- contró una estructura moderada a fuertemente desarrollada. los resultados probablemente hubieran sido mls concluyentes Sin embargo.9 Después prim. 86 .3 2. campaña 44.6 Desarrollo de las caracteristicas físicas del suelo Las caracteristicas fisicas medidas en el .0 43.5 25.3 30.1 27.2 36. En el Cuadro 1 1 se muestran l o s valores promedios encontrados en las capas de O . Se tomaron muestras de pF al inicio del lavado y después de la primera campaña. Si se hubiera desarrollado l o s experimentos en pozas de 1 m2.7 3.1 29.6 47.2 44.4 4.9 44. campaña 44.9 43.0 39.0 1.3 44. 7.grande la variación en el grado de sodificación y el contenido de yeso inicial.kea de estudio son la retención de humedad (curva de pF) y la infiltración.2 27.5 38.1 43. variación que es muy comun en suelos salino-sódicos. debido a la gran variación en el contenido ini- cia1 de yeso y el sodio intercambiable.90 cm de profundidad una di- ferencia en el grado de estructuración de1. mientras que la estructura en la capa de 20 .7 40.2 39.2 Capa O .2 41.0 Se encontró entre las capas de O . En la capa de O . que representan las capas superfici- ales en los suelos de la zona.90 cm se presentó débilmente desarrollada o ma- cizo.2 35.suelo. . Ademls los resultados de los andlisis tanto del yeso como del sodio intercambi- able en suelos muys salinqs son inexactos (ver Anexo 1 ) .4 40.7 44.4 38.5 35.0 42.0 2.20 cm y de 20 . Por estas razones no ha sido posible interpretar los resultados del estudio de enmiendas quimicas. CUADRO 11.5 2.

5 Barbecho 1972 3. 20 cm y de 20 . indican que aÚn b días después de haberse infiltrado el agua de riego. La infiltración cuyos datos se muestran en el Cuadro 12. El suelo durante el barbecho está sec0 y agrietado.7 Comentario final sobre la recuperación En el Area Piloto Chacupe.7. 7. ha disminuido sustencialmente. 5 . Es posible aumentar el volumen de agua infiltrada cuando se aplica agua no solamente durante el cultivo de arroz en forma de inundación. la humedad encontrada en las capas mencionadas corresponde a un valor pF = 1 . Sin embargo después de la primera campaña aumentÓ la cantidad de agua retenida en los poros más finos en el rango de pF 3.En el Cuadro 1 1 se puede observar una tendencia de disminución del volumen total de los poros grandes (pF: 0. per0 durante el interval0 de un solo riego.5 Campaiia 1970171 2. El riego inter- mitente tiene una ventaja sobre el riego por inundación: la eficiencia de lavado 87 . Est0 implica que la aeración. No se puede notar una diferencia marcada en la infiltración media durante las tres campañas de arroz. considerado como un valor muy bajo para cualquier cultivo que no sea arroz. 2. tanto el proces0 de desalinización.en las campañas de arroz.de lavado es bastante reducida.7 Campaña 1971172 2. como la desodifi- cación se est& desarrollando lentamente. sin0 además durante el barbecho en riegos fuertes cada 6 a 8 semanas. CUADRO 12.3.90 cm de profundidad. La aeración en este cas0 fué menor a 1% del volumen. INFILTRACION EN "/dia Lavado 1970 4.4 .2.9 Campaña 1972113 2. La infiltración durante el lavado y los barbechos también se ha calculado mediante un balance de agua.9 Barbecho 1971 4. Es una indicación que la eficiencia. Pruebas de campo llevadas a cab0 durante el bar- becho. Est0 se debe principalmente a la baja infiltración y percolación.4 a 4. se ha determinado a partir del balance de agua (ver Cap.5 Se puede observar que la infiltración en el barbecho es algo más que durante las campañas de arroz. La cantidad total de agua disponible para la planta (ver difinición Cap.0) en las capas de O .1-4.3) no ha cambiado sustencialmente. cuando está a capacidad de campo.2). Estos Gltimos datos son menos exactos. o sea el agua no fácilmente disponible para la planta.

suelo pesado o parte del ago una escasez de agua. el yeso.500 nun. Sin embargo.e. El lavado de un suelo salino puede tardar mucho. Esta degradación probablemente se debe a un proceso físico-quí- mico que se desarrolla en el suelo.atractiva. la disponibilidad de agua. es necesario la aplicación de ciertas enmiendas químicas. Para evitar que parte del yeso aplicado se pierda hacia capas m á s profundas.se observa un cierto grado de degradación de la estruc- tura del suelo. E s un problema complejo. Para llegar a una recuperación completa existen dos alternativas: . la degradación de la estructura se debe también al manejo del suelo con el cultivo de arroz. una ap icación de yeso será conveniente entre 6 y 9 meses después del inicio del lavado La lámina de agua aplicada en esta fase inicial en el cas0 del Area Piloto Chacupe es en el orden de 1. se recomineda postergar SU aplica- ciÓn hasta que la salinidad (y el contenido de'NaC1) en la capa superfic al se haya reducido algo. en lo cual el sodio intercambiable es un factor importante. Bajo las condiciones del Area Piloto Chacupe. como en el cas0 de condiciones de salinidad excesiva. el clima. lavar el suelo hasta un nivel de salinidad tan bajo. Un cultivo muy apropiado para este fin es el arroz. aumenta la solubilidad del yeso. En presencia del NaCl en el suelo. De l o s resultados de los análisis químicos (ver los Cuadros 9 y IO) se puede con- cluir que los suelos del Area Piloto Chacupe están en proceso de desalinización y desodificación. pués depende de varios factores. Dentro de un proyecto de recuperación. el problema será determinar cual es el momento más apropriado para iniciar el cultivo de arroz o seguir lavando el suelo sin cultivo. En muchas circunstancias la segunda alternativa será la más. También hay que realizar ciertas prácticas agronómicas. desde el punto de vista de algunas caracterí- sticas físicas del suelo. entre ellos 1a. El clima en la zona de Chacupe permite el cultivo de arroz solamente en los meses de verano (Octubre-Mayo). Para eliminar el efecto del sodio en el complejo de cambio. p. un lavado inicial y luego implantar un cultivo que tolera una salinidad alta en combinación con una aplicación de agua en exces0 a la necesidad del cultivo. como el subsolado. que sea posible implantar una gran diversidad de cultivos. Durante esta época hay normalmente suficiente disponibi- 88 .del primer método es más alta. En la capa superficial. o . etc.salinidad del suelo.

lidad de agua. per0 ésta es escasa durante el resto del aso y no estará disponible con fines de lavado exclusivamente. lo que corresponde a una CE promedio en la capa O . 25 rmnhos/cm a 25 OC. 20 cm. 89 . hasta un nivel d e salinidad tal que el suelo permita el cultivo de arroz con una producción suficiente para tener ingresos minimos. de pro- fundidad de 20 . Esa producción para la zona de Chacupe es de unos 3.000 kgfha. Una solución a &te problema podria ser la- var el suelo cuando haya disponibilidad de agua.

Sin embargo. Los costos del sistema de drenaje de campo fueron analizados por CENDRET (1971a) y FAJARDO ( 1 9 7 3 ) .buzones etc El Area Piloto Chacupe tiene una pequeña extensión.2 Costos del sistema de drenaje Un sistema de drenaje está compuesto de los siguientes elementos: . En vista que el área piloto fub diseñado para investigaciones en drenaje y mejoramiento de suelos salino-sódicos. 2. Para la zona donde está ubicado el Area Piloto.8.50 90 . . costos del sistema de riego.176 (US$ 50) . 5. Este total se ha especificado en: . porque el agua puede ser evacuada por gravedad hacia el mar. 8. incluyendo colectores. material filtroprotector de 5 m3 de grava/100 m -de drenes S/. estructuras de de salida. puentes.constituído por drenes entubados. un sistema de drenaje de campo. colocación de 100 m de tubos de arcilla (d inte- rior 10 cm) y tapado de la zanja S/. no es posible dar costos reales sobre la construcción de un sistema de drenaje princi- pal. sea la remodelación del sistema actual o la construcción del nuevo sistema de riego. Se calculó para el Area Piloto Chacupe un costo total para la instalación de 100 metros de drenes entubados a una profundidad de 2 . 43.1 Generalidades Los costos de recuperación incluyen los siguientes aspectos: . un sistema de drenaje principal. costos de la preparación del terreno. 8 0 0 (US$ 18) . Algunos datos sobre os costos de recuperación 8. etc. se tratará solamente sobre los costos del sistema de drenaje. . para el drenaje de la zona no es necesario la construcción de la estructura mencionada.859 (US$ 66) ' US$ = S / . proceso de lavado y aplicación de enmiendas quimicas. estación de bombeo.costos del sistema de drenaje. etc. . en consecuencia.835 (US $ 1 3 4 ) ' . este costo será compuesto por costos de excavación de colectores y la construcción de obras de arte. replanteo y excavación de zanjas S/. y' . 0 m en S/.costos del proceso de lavado y aplicación de enmiendas químicas. Solamente con fines de investigaciones una estación de bombeo f u é construida en el Area Piloto Chacupe. 2.

e . 91 .e l l a v a d o s i n c u l t i v o s . l a a p l i c a c i ó n de m e j o r a d o r e s q u í m i c a s . Por t a l motivo e l c o s t o d e l l a v a d o f u é c a l - c u l a d o a p a r t i r d e l o s d a t o s de l a segunda e t a p a : f u é e n t o t a l S / . ademds j o r n a l e s y c o m b u s t i b l e p a r a e l f u n c i o n a m i e n t o d e l s i s t e m a d e bombeo. Después d e un c i e r t o tiempo d e l a v a d o e x i s t e n dos a l t e r n a t i v a s p a r a s e g u i r l a recuperación: . i m p l a n t a r un c u l t i v o que t o l e r a una s a l i n i d a d a l t a e n combinación con una a p l i c a c i ó n d e agua e n exces0 a l a n e c e s i d a d d e l c u l t i v o . se e n c u e n t r a c e r c a d e l l u g a r d e l p r o y e c t o d e d r e n a j e . y . donde l a evacuación d e l a s aguas d e d r e n a j e s e r d por g r a v e d a d . A v e c e s l a f d b r i c a que produce l o s t u b o s de d r e n a j e . h a s t a un n i v e l t o l e r a n t e p a r a e l a r r o z . se r e d u c i r d a S/. . .3 Costos d e l p r o c e s 0 d e l a v a d o y a p l i c a c i ó n d e enmiendas químicas Incluye l o s siguientes aspectos: . E l l a v a d o d e l s u e l o a n t e s d e i n i c i a r e l c u l t i v o d e a r r o z t u v o una d u r a c i ó n d e apenas 2 meses e n l a p r i m e r a e t a p a . 7 1 3 (US$ 108) p o r 100 m de d r e n e s i n s t a l a d o s a una p r o f u n d i d a d de 2 m y con 5 m 3 de g r a v a cada 100 m de d r e n como m a t e r i a l f i l t r o p r o t e c t o r . e n t o n c e s .E l c o s t o p a r a l a i n s t a l a c i ó n d e un s i s t e m a d e d r e n a j e de campo no es i g u a l p a r a t o d a l a C o s t a Peruana. se ha c a l c u l a d o un c o s t o d e S / . o . r e p a r a c i ó n d e bordos y l i m p i e z a d e d r e n e s .l a v a r e l s u e l o h a s t a l l e g a r a un n i v e l de s a l i n i d a d muy b a j o . 6. e n e l c a s 0 c o n t r a r i o hay que sumarle un c o s t o a d i t i o n a l a l p r e c i o d e l t u b o p r o p i o . En e l cas0 d e l a zona de Chacupe. e l l a v a d o con e l c u l t i v o d e a r r o z . En e l c a s 0 d e l Area P i l o t o de D r e n a j e l a Boya en e l v a l l e de Camand. 1.en e l s u r d e l P e r Ú . 8.50O/ha (US$ 1 0 4 / h a ) . e l subsolado.89O/ha (US$ 4 3 / h a ) . e l c o s t o de l a v a d o . d e b i d o a l t r a n s p o r t e . En v i s t a d e l b a j o r e n d i m i e n t o e n l a p r i m e r a campaña se d e c i d i ó l a v a r e l s u e l o e n l a segunda e t a p a por un tiempo mayor p a r a a s e g u r a r una p r o d u c c i ó n m á s a l t a . c o s t o que no se i n c l u y e e n e l cas0 de un sistema d e d r e n a j e p o r gravedad. 4 . Ademds l a g r a v a de buena g r a n u l o m e t r í a no se e n c u e n t r a d i s p o n i b l e en t o d o s l o s v a l l e s d e l a C o s t a .39O/ha (US$ 1 4 7 / h a ) . l a labranza d e l suelo para mejorar las c a r a c t e r í s t i c a s f í s i c a s d e l s u e l o . E l c o s t o d e l a o p e r a c i ó n d e l sistema de bombeo f u é de S/. Para e l Area P i l o t o Chacupe se ha e s c o g i d o l a Ú l t i m a a l t e r n a t i v a . p . Este c o s t o i n c l u y e j o r n a l e s p a r a e l r i e g o . d e b i d o a que e l c o s t o d e l a mano d e o b r a v a r i a d e una r e g i o n a o t r a . 4.

el transplante. labores culturales.22O/ha (US$ 235/ha). el mantenimiento del sistema de drenaje (en cas0 de contar con un sistema de drenaje por gravedad).7) en el cas0 de un sistema de drenaje por grave- dad.820 kg ha. 19.540lha (US$ 679lha).000 kg/ha (ver Cap 7. 92 . la cosecha. la preparación del terreno para el transplante. lo cual corresponde a una producción bruta de 5.E1 ingreso por la venta de la cosecha de arroz es de SI. Por lo tanto el ingreso unitario es de S I . benificios sociales al personal obrero y la dirección técnica asciende a S/. 10. 1973).32O/ha (US$ 444/ha). Comparando l o s análisis de costo de la campaña 1972/1973 y la campaña 19731 974 (prognóstico SUDRET. Los costos de todas la actividades incluyendo la prepazación de almáci- gos.Un análisis de los costos para la campaña 197211973 fué elaborado por SUDRET (1973). es posible deducir que un ingreso unitario nulo corresponde aproximadamente a una producción bruta de m o s 3. 29.

a una profundidad variable entre 6 y más de 13 m se encontró un material completamente distinto.10).1 Generalidades El objeto de un sistema de drenaje es proporcionar al suelo un horizonte sin ex- cesiva humedad que permita el desarrollo normal de las raices de. Este material es compacto y en algunas partes contiene carbonato de calcio fuertemente cementado en cantidades variables (desde menos de 1 % hasta más de 30%). puede ser consolidado también cuando se trata de sedimentos más antiguos. La conductividad de este material es baja y pruebas de campo han revelado un valor K promedio 93 . Caracteristicas hidrodinámicas del subsuelo. con lentes de textura fina. La extensión horizontal de estos estratos es limitado (ver Fig.2 La capa impermeable La capa impermeable es un estrato a través del cual el flujo de agua es muy re- stringido. de origen pleistocénico. tales como la profundidad de la capa impermeable y la conductividad hidráulica. En el Area Piloto. de textura arcillosa a una profundidad y espesor variable. Esto implica el conocimiento de los siguientes factores: . 1972) se ha encontrado estratos compactados y secos. La conductivi- dad hidráulica es muy baja. El material que constituye la capa impermeable es compacto o cementado. Medición y evaluación 9. las caracteristicas hidrodinhicas del subsuelo. 9. La textura normalmente es fina aunque no todos l o s sedimentos de textura fina son imper- meables. Una capa se considera impermeable cuando SU conduc- tividad hidráulica sea inferior a 10% de la conductividad hidrdulica de los estratos superiores.el exces0 de agua que debe ser evacuado. el material de la capa impermeable a h cuando está por debajo del nivel freático parece ser más sec0 que el material de las capas más superficiales.9.las plantas. tanto en la dirección vertical como en la horizontal. . Al realizarse perforaciones. Fr y FrArA con contenido variable de grava. Por debajo y por encima de estos estratos arcillosos se encuentran capas de textura media y gruesa. y . profundidad del nivel freático requerido por los cultivos que se piensan implantar. La textura predominante es FrA. En el estudio del subsuelo del Area Piloto Chacupe (ORE. Se presenta en toda la zona de Chacupe aunque no siempre a la misma profundidad: cerca del Area Piloto puede ser observado en algunas elevaciones por encima del piso actual del valle.

m. 94 . 9. ILRI.1 A partir de mediciones de campo Existen muchos mdtodos para medir la conductividad hidrlulica (CH o K) de un suelo. el Último estrato encontrado se ha considerado como la capa impermeable.Hay métodos para medir la CH en el laboratorio o en el campo.3. van SCHILFGAARDE.10. o en la zona saturada por debajo de éste.r. 0 a 4. que han sido desarrollados para diferentes condiciones. CENDRET. Sección transversal d e l subsuelo.5 m podrían tener un efecto en el funcionamiento del sistema de drenaje diseñado en tal forma que serl necesa- rio modificar posteriormente en algunas partes el sistema de drenaje propuesto. OE STE c _ ESTE m.3 La conductividad hidrlulica 9. los estratos de arcilla a una profundidad de 3 . aritmbtico de 0.2 mfdía. Asimismo es posible medir la CH de la zona no saturada. 1957. Con fines de diseño de un sistema de drenaje para la zona de Chacupe. AREA PILOTO OE DRENAJE 211 o 500 IO00 1600m LEYENOA 0 T E X T U R A MODERADAMENTE GRUESA A GRUESA TEXTURA FINA A MODERADAMENTE FINA SEDIMENT0 DEL PLEISTOCENO Fig.1973. Para tener una des- cripción completa de l o s diferentes métodos para SU determinación se puede referir a la literatura existente (LUTHIN. 1 9 7 4 ) . Con algunos métodos se determina la CH de un gran volumen de suelo mientras que con otros. este volumen es redu- cido. 1969. 22. Sin embargo.n. por encima del nivel freático.

Dentro de los limites del Area Piloto se efectuÓ 2 8 mediciones o sea una medición en cada 1. FRECUENCI A A. 1 9 7 3 ) . que se encontraba a una pro- fundidad variable de 0. 0 m de espesor. 1973. De esa figura se puede observar que en los alrede- dores del Area Piloto Chacupe se ha encontrado mayor cantidad de estratos areno- SOS con alto'valor K y también mls estratos asrcillosos con bajo valor K.5 a 1. 95 . Area P i l o t o Chacupe y alrededores. rápido. que lateralmente muchas veces no se extienden mls de 100-a 300 m. En los alrede- dores del Area Piloto también se ha determinado la CH en unos 8 8 puntos con una densidad de aproximadamente una medición cada 25 ha.en SU ejecución y apt0 para trabajos de rutina.1 a 3 . CENDRET. esta densidad de mediciones.2 ha. con capas de 0. Este método es conocido y ampliamente descrito en la literatura (van BEERS. FAO/UNESCO. Curva de distribucidn de las mediciones de l a conductividad hidráulica. 6 m. 1969. no implica que sea necesario ni recomendable en estudios de drenaje de mayor escala. Zl. en relación con los valores encontrados dentro del Area Piloto. 1963. Los va- lores de la CH encontrados son muy variables. ya que los suelos de la zona son muy estratificados. Es un método flcil.En el estudio del subsuelo del Area Piloto Chacupe ( y de l o s demás estudios en el PerÚ) se ha adoptado el método de agujero de barrena (auger hole) para deter- minar la CH. Se determina la CH por debajo del nivel frebtico. Se ha determinado la CH de los estratos confinados entre el nivel freltico. Sin embargo.? CHACUPE ALREDEDORES CHACUPE CONDUCTIVIOAD HIDRWLICA K EN m / d h F i g .8 m hasta una profundidad mlxima de 2 . I L R I . La distribución de la frecuencia acu- mulada de la conductividad hidráulica K para el Area Piloto y l o s alrededores se muestran en la Figura 1 1 .

2 mldia y para los alrededores 1. armónico y geométrico de las mediciones de la CH hechas en el Area Piloto Chacupe. CONDUCTIVIDAD HIDRAULICA SEGUN LA TEXTURA Textura C o n d u c t i v i d a d h i d r á u l i c a (m/día) c o e f i c i e n t e de promedio v a r i a c i ó n (%) Textura fina: (Ar. Los resultados se muestran en el Cuadro 14. LA CONDUCTIVIDAD HIDRAULICA ( m / d í a ) DEL AREA PILOT0 CHACUPE Promedi o Ecuación K K I + K2 + K3 . será inferior al promedio aritmético (flujq paralelo) y superior al promedio armónico (flujo de series). CUADRO 14.72 La media geométrica del valor K es muy parecida a la mediana (Kso). FrAmf y FKL) I .o0 59 Textura gruesa: (Am Y Ag) 4. X Kn) 0. E l valor K real ser6 igual o muy cerca de la media geométrica. En el Cuadro 13 se puede observar el promedio aritmético. Aritmético K = 1. la CH promedia aritmética es de 1. se ha agrupado las medicio- nes de la CH según la textura del subsuelo. El valor K real pubs.. Como ha sido explicado por BOUWER (1969). es dudoso si la CH promedia arit- mética es un valor que se puede usar en los cálculos de espaciamiento de drenes. x . CUADRO 13. En un medio heterogéneo tal como es el subsuelo en el Area Piloto y los alrede- dores. el flujo de agua se produce a travbs de capas diferentes en. Fueron eliminadas las mediciones en las cuales se encontró m6s de una sola capa textural. ArL.Para el subsuelo del Area Piloto.20 Armónico (l/KI + I/K2 + .75 49 96 . + l/Kn) n Geometrico K = /(KI x K2 X K .11).20 74 Textura media: (FrAf. el flujo de agua en un medio hetero- géneo sea una combinación de un flujo de tipo paralelo y de series..5 mldia... FrAr y FrArL) 0. Por encontrar- se en el subsuelo perfiles texturales muy variables. Fr.valores de K.18 n n K = 0. Sin embargo. que se ob- tiene de la distribución de la frecuencia acumulada (ver Fig. + Kn ...

menos la carga hidráulica . Cuando se determina la descarga q y la carga hidráulica Ah. es un factor conocido.6. medida a una distancia de 10 cm del eje del dren (Ah e’ Cap.4).4). será la diferencia de la carga hidrlulica medida en el punto en medio entre los drenes (Ah. pués. la variación es bastante.Se puede observar que aun cuando se agrupa las mendiciones de la CH segÚn clases texturales. ILRI. Este fenómeno ha sido observado por TALSMA y FLINT (1958) . es posible calcular el valor Kd. sea en barbecho o con el terreno culti- vado con arroz.2 A partir de una evaluación del sistema de drenaje Cuando existe un sistema de drenaje instalado. De la Ec. 9. Cap. Este cas0 sucede cuando se riega después de una época seca. 1969. Otro factor importante es la pérdida de carga hidráulica por la resistencia de entrada.8 Kd A h L . descontándose el efecto del flujo en estratos superiores al nivel de los drenes (ver Anexo 3). una de las cuales en SU forma simplificada es: 2 .6. 97 . que se llama la transmisividad de l o s estratos del acuífero por debajo del nivel de los drenes a través de l o s cuales fluye el agua hacia las tuberías. Por ser la Ec. (9) q Esta fué desarrollada por HOOGHOUDT (CENDRET. el espaciamiento entre drenes. El espaci- amiento de drenes es calculado mediante formulas de drenaje.(lO) una fórmula válida solamente en condiciones de flujo estacio- nario no se puede tomar los datos de q y Ah cuando el nivel freático está fluctu- ando.(9) se puede deducir las caracteristicas hidrodinámicas de los estratos por debajo del nivel de los drenes: Con un sistema de drenaje instalado. es posible evaluar las caracte- risticas hidrodinámicas del subsuelo por debajo del nivel freático. 1973) y se aplica para condiciones de flujo estacionario.3. cuando el nivel freático se man- tiene a un nivel más o menos constante. (L). cuyo efecto debe ser eliminado. porque no existe una relación estricta entre la carga hidráulica y la descarga. La carga hidráulica Ah empleada en la evaluación de la transmisividad. Por tal motivo se debe limitar a los datos de q y Ah.

9 2. el radio del dren entubado r y la profundidad de la capa impermeable por debajo del nivel de l o s drenes (D) (ver Anexo 3).0 2.5 m por debajo del nivel de l o s drenes) que se puede considerar como capa impermeable. En la parte del Area Piloto donde están ubicados los drenes 4 y 6.5 "/dia corresponde a una carga hidráulica de 0.2 0.2 1.5 m (o sea 2.2) y está a una profundidad de aproxima- damente 8 m por debajo del nivel de los drenes 4 y 6.9.9 I .0 0.69 22 4.1 - Fig. Para ambos casos el valor d se ha determinado con las tablas preparadas por VAN BEERS (1965) y luego se ha calculado el valor K.5 1.5 3.0 I .72 98 .35 m y para el dren 6 una descarga de 2.63 8.12.En estos drenes la pérdida de carga hidráulica por la resistencia de entrada no fué muy elevada y entonces ha sido posible medir la diferencia Ah-Ah con suficiente exactitud. se ha graficado la relación descarga-carga hidráulica (q versus Ah-Ah ) para dos lineas de drenes de tubos de arcilla.O5 8.42 6 2. un fenómeno en función del espaciamiento L entre dre- nes.0 5. Se puede deducir que para el dren 4 una descarga de 2.2 0. se encuentra una capa de arcilla compacta a una profundidad de 4.carga 1 2 3 a (mrnldía) hidráu l i c a . 0. valor que corresponde a la conductividad hidráulica de l o s estratos confinados entre aproximadamente 2 a 5 m de profundidad (ver Cuadro 15).2 0.5 1. El término "d" es la "profundidad del estrato equivalente".6 y 22) Dren D (m) d (m) Kd ( m 2 / d i a ) K 4 2.0 mm/día corresponde a una carga hidráulica de 0.4 4. ReZacidn descarga .0 2. En la Figura 12. CUADRO 15.9 2. LA CONDUCTIVIDAD HIDRAULICA K ( m / d i a ) OBTENIDA A PARTIR DE LA RELACION CARGA HIDRAULICA-DESCARGA (DRENES 4.9 1.8 4.24 10.15 m y conociendo el epsaciamiento de los drenes (L = 36 m) es posible calcular el valor Kd. Otro estrato que se encuentra por debajo de toda el área piloto es el material com- pacta de la época pleistocénica (Cap.

b. corresponde a la conductividad hidráulica de los estratos confinados entre 2 y 8 m de profundidad aproximadamente (ver Cuadro I S ) . . En el area Piloto existen drenes donde puede suponerse que la CH del subsuelo es muy reducida. Cuando se plotéa l o s valores q/Ah versus Ah. encontrándose Am-g.la intersección de la recta obtenida con el eje de las ordenadas es el término 8%d/L2 y la pendiente de la recta el término 4Ke/L2. 99 .13.Cn el efecto del flujo por encima de l o s drenes es minimo.El valor K calculado para este dren.5 lb Ah(m) Fig.de l o s drenes. DeterminaciÓn gráfica de l a conductividad hidráulica. 0. el subsuelo tiene una textura de FrAf y FrL y a lo largo del dren 22 la textura es más variable. mezclada con capas de FrL y FrArL.La misma evaluación se efectuó para el dren 22 en la segunda etapa. ecuación que representa una recta del tipo y = ax +. No se puede descartar entonces el flujo de agua encima del nivel de los drenes y la fórmula de drenaje para emplear (ver Anexo 3 ) en este cas0 será: 8%dAh 4KeAh2 q=-+- L2 L2 donde Kb = la conductividad hidráulica del horizonte bajo. y K = la conductividad hidráulica del horizonte encima de los drenes. A lo l a r g o de l o s drenes 4 y 6. donde tambi.

Además confirman que el pro- medio geométrico y la mediana del valor K. Sin embargo.En la Figura 13 se ha graficado los datos. 0 m de profundidad una capa de arcilla con lentes de textura Am y FrL y por debajo del nivel del dren se encontró solamente arcilla hasta una profundidad de más de 4 . El valor K promedio aritmdtico es el doble del K promedio geométrico.67 mfdía Estos valores se debe a que a lo largo del dren 24 se ha encontrado entre 1. son valores bastante reales que pueden ser usados con fines de diseño. Entonces. Est0 quiere decir que pequeñas diferencias en los valores de la CH cuando se emplean en las fórmulas de drenaje para calcular el espaciamiento entre drenes. K50. 9.obtenidos del dren 2 4 .02 m2fdía Ke = 0.2 y 2 . no son muy significativas. se puede calcular: Kbd = 0.3. una diferencia de 100% entre K promedio aritmdtico y K promedio geométrico ya está reducido a menos de 50%.queda por añadir que en las fórmulas de drenaje para calcular el espaciamiento entre drenes. el cual sobreestima la CH del subsuelo.3 Comentario final Los datos sobre la CH hallados con una evaluación del sistema de drenaje me- diante el método carga hidráulica-descarga corresponden bien con los valores K encontrados para las diferentes clases texturales. 0 m. Como el espaciamiento entre drenes L es conocido.q/Ah versus Ah-. 1O0 . la CH figura en forma de la razz cuadrada.

la desodificación se ha evaluado mediante el valor RAS del ex- tracto de saturación. una parte del yeso aplicado como mejorador qufmico en la primera etapa. 1 Resumen El suelo del Area Piloto Chacupe es de textura moderadamente fina a fina hasta una profundidad variable de 60 cm a mbs de 150 cm.2 mmhos/cm en las capas superficiales de O a IO y de 10 a 20 cm de profundidad. Inicialmente el suelo del Area Piloto Chacupe fué muy salino-sódico (ver Cap. con una evaluación de las curvas de retención de humedad se llegÓ a una conclusión opuesta: hay indicaciones de que la estructura del suelo está de- gradándose (ver Cap. 7.9 a 1.4). como la alfalfa y el maíz.6 y 7.3. indicación de la necesidad de aplicar yeso después de tal período de ldvado.7).2).2. se aumenta la solubilidad del yeso. Los valores RAS del extracto de saturación en las mismas capas fueron de 102 y 88.3. Se determinó una CE de 153.2 m (ver Cap. después de 9 meses de lavado aumento ligeramente el valor RAS del extracto de saturación. ha sido transportado hacia capas mbs profundas (ver Cap.4). Durante los primeros meses del Lavado efectuado en esta etapa.Se encuentra a una profundidad variable de 6 a más de 13 m (ver Cap. Por este motivo. El suelo del Area Piloto Chacupe. relación CE /CEei se ha reducido a O. El nivel freático se encon- trÓ a una profundidad variable entre 0. / 101 .2).3) Sin embargo. respectivamente. 17 (ver Cap. tanto la salinidad como el valor RAS decrecieron.7. Los análisis del contenido de yeso y del sodio intercambiable en suelos muy sa- 1 linos son inexactos. Sin em- bargo. Sin embargo. respectivamente. que e s la sal predominante en los suelos del área piloto.9.7. Este valor indica que la sodificación s e ha desarrollado satisfactoriamente en la primera etapa del área piloto (ver Cap. Est0 s e debe a que en presencia de NaC1.0 y de 116.2 y 9. haciendo dificil la utilización de sus resultados (ver hex0 1).2). se estima ef que por lo menos tres campa6as mbs de arroz Sean requeridos antes de que se pueda implantar otros cultivos conocidos en la zona. Después de una breve época de lavado seguido de tres campañas de arroz. Resumen y recomendaciones IO. Un sediment0 antiguo (pleistocénico) de origen aluvial probablemente se pueda considerar como la capa impermeable. la . 10.7. como en toda la zona de Chacupe. Durante el proces0 de lavado.4). es muy hete- rogéneo (ver los Cap. Gracias a esta experiencia no s e aplicó yeso antes del inicio del lavado en la segunda etapa del Area Piloto Chacupe.

porque se ha subestimado el efecto del dren colector y la profundidad de la capa impermeable.7. solamente la grava se comportó en forma adecuada (ver Cap. El promedio geométrico de las mediciones del valor K así como la mediana (K ) son valores reales para cuantificar la conductividad hidráulica de 50 subsuelos heterogéneos.820 kg/ha con una CE promedio de 16. El colector profundo excavado en el Area Piloto Chacupe tiene un gran efecto sobre la depresión del nivel freático. Como consecuencia.1 y 7.3). El suelo de rellen0 en la zanja donde se ha colocado el tub0 de drenaje.2).2. instalado en la primera etapa ha sido diseñado excesivamente denso. El sistema de drenaje de campo. 102 .El rendimiento de arroz en el Area Piloto Chacupe.7. el 25% se infiltró en el suelo (ver Cap.2. la resistencia de entrada aumenta con el tiempo (ver Cap.800 nun.0 nunhosfcm en la misma capa en el momento de transplante.4). paja de lino. inclusive la precipitación.1). en la segunda campaña. paja de arroz. La conductividad hidráulica fub medida con el método de Agujero de Barrena (auger hole method). Se elaboró un balance de agua a partir de la cual se 1legÓ a la conclusión de que el flujo subterráneo que ingresa al área (upward seepage) es del orden de 1 .7 "/dia (ver los Cap. lana de vidrio y grava. Durante la breve época de lavado y tres campasas de arroz se ha aplicado una lámina total de agua de 6. De los materiales filtroprotectores em- pleados. El alto rendimiento de la tercera campaña se debió también a las condiciones climáticas muy favorables. fué de 4.9.6 mmhos/cm en el momento del transplante. tiende a dispersarse por el efecto del alto contenido de sodio intercambiable.6.' Se llegó a esta conclusión comparando las mediciones de campo (con agujero de barrena) con la conductividad hidráulica evaluada a partir de datos sobre la descarga de l o s drenes (4) y la altura del nivel freático entre Ms drenes sobre el nivel de estos (Ah) (ver Cap. 1 a 1.4).7.6. La evapotranspiración calculada me- diante el balance de agua fué mucho mayor que la evaporación medida en un tanque "Clase A" o a la evapotranspiración potencial calculada según la fórmula de PENMAN (ver Cap. Sin embargo.3). Con respecto al comportamiento de los tubos y de los materiales filtroprotectores se llegó a la conclusión que tanto los tubos de plástico (lis0 y corrugado) como los de arcilla se han comportado bien.2.850 kg/ha con una CE promedio en la capa superficial (0-20 cm) de 18. En la tercera 'campaña se logró un ren- dimiento de 5. por la heterogeneidad del subsuelo en gran parte del valle será difícil estimar el efecto de un sistema de colectores propuesto en un diseño sobre la depresión del nivel freático en la zona (ver Cap. De esta lámina.6.3).

Durante '1 ' 1 la excavación de los drenes principales. es aconsejable diseñar Únicamente el sistema de los drenes troncales. colectores y drenes s e - cundarios en forma definitiva.4).3).9. La necesidad de un sistema de drenajes de campo debe ser evaluado también con fines del financiamiento del proyecto. Sin I embargo. 1 Será recomendable poner un material filtroprotector sobre la linea de tubos de drenaje.7). el efecto del mismo sobre la depresión del nivel freltico deberá ser evaluado. La sodificación o la desodificación podría ser evaluado con el valor RAS. A partir de ese grado de salinidad se puede implantar arroz. este período serd entre 6 y 9 meses (Cap. se puede postergar la aplicación de esta en- mienda química hasta un cierto período después del inicio del lavado.7.7. 2 Recomendaciones En suelos muy salinos serd recomendable iniciar la recuperación con un lavado hasta que la CE en la capa superficial (0-20 cm) sea aproximadamente de 20 mhos/cm. 6.4. El yeso aplicado como enmienda química debe ser incorporado a rastra a una pro- fundidad de 5 a 10 cm. Para cuantificar la conductividad hidrlulica de subsuelos heterogéneos.7) . De l o s diferentes materiales empleados se llegó a la conclusión que la grava se comporta en forma adecuada. Deberd ser aplicado en una cantidad de 5 m3/100 m de drenes y no debe ser muy gruesa en cuanto a SU tamaño (Cap. debido a que el análisis del sodio intercambiable en suelos salinos es muy inexact0 (Anexo 1 ) Para evitar que el sistema de drenaje sea excesivamente denso.\O. continu- ándose la recuperación paralela a una actividad agrícola rentable (Cap. Asimismo será posible modificar el diseño tentativo del sistema del drenaje de campo empleando criterios reales. 103 . es aconsejable tomar el promedio geomdtrico o la mediana de las mediciones K 50 (Cap. pH y el contenido de aniones CO3 o HC03 en el extract0 de saturación. Para las condiciones de los suelos del Area Piloto Chacupe. Para evitar una pérdida de yeso por lavado hacia capas mls profundas en suelos salinos donde predomina el NaC1. el diseño de tal sistema debe ser considerado como tentativo.

que son extremamente salinos y 104 . Aunque los mdtodos escogidos son comunes. Análisis químicos y fisicos 1. igual que el valor pH. . 10a y Ila). La presencia del yeso y del carbonato 3 de calcio es de importancia en suelos salino-sódicos. Los métodos empleados para los análisis fueron los siguientes: . determinaciones del Ca + Mg y Na solubles proporcionan una forma indirecta para estimar el grado de sodificación. 1954: método 7. Las I . el carbonato de calcio fu6 determinado con un método volumétrico (HOFSTEE. La CE del extracto de saturación define indirectamente la salinidad total en el suelo y conjuntamente con la capacidad de intercambio catiónico y el sodio inter- cambiable se obtiene información directa sobre el grado de sodificación. 1965). aniones solubles (menos el sulfato) en el extracto de saturación (RICHARDS. 1954: métodos 12 y 1 3 ) . Anexo 1. PH 9 cationes y aniones solubles. En el análisis de los suelos del Area Piloto Chacupe.1 hálisis químicos Para caracterizar los suelos salino-sódicos se ha realizado los siguientes análisis : CE del extracto de saturación. . . el yeso por el método de dilución (RICHARDS. y . sodio intercambiable. 1966). . carbonato de calcio. .1954: método 3a). 1954: método 22c). salinidad total mediante la CE del extracto de saturación (RICHARDS. porque calcio al solubili- zarse desplaza al sodio del complejo de intercambio. capacidad de intercambio catiónico CIC. y yeso. el sodio intercambiable y la capacidad de intercambio catiónico se ha determinado en acetato de amónio en pH 7. sulfato soluble fué determinado mediante titulación con bencidina (HOFSTEE. 1966) o calculado de la diferencia entre la suma de los cationes y aniones. Se midió el volumen de CO2 liberado por la reacción del ácido clorhidrico con el carbonato de calcio. cationes solubles en el extracto de saturación (RICHARDS. utilizando la técnica de percolación en la obtención del extracto amÓnico (BLACK. la presencia del anión CO y abundancia del anión HC03 soluble. todavía existen ciertas dudas sobre los resultados obtenidos cuando se trata de análisis de suelos muy salinos.0.

la determinación del yeso en suelos muy salinos es problemático. . y el con- tenido determinado asi resulta más alto que lo real. empleando el método 22b (RICHARDS.9). previa a la ex- tracción de los cationes intercambiables con el acetato de amónio.4 Aunque existen ciertas dudas con respecto a los-resultados del contenido de yeso en suelos muy salinos. Sin embargo. La relaci6n RAS-PSI encontrada por RICHARDS (1954) no es exactamente igual a la relación encontrada para los suelos de Chacupe y probablamente tampoco en otras partes de la Costa Peruana. equilibran- do el suelo con soluciones de diferente valor RAS para determinar poste- riormente el valor P S I (Cap. ya que la composición mineralógica es distinta. se ha adopta- do el método 22c. efectivamente es mayor que la concentración real. la determinación de la CIC y del sodio intercambiable en suelos muy sali- nos no es exacto. en la preparación del extracto de saturación de los suelos de las capas 'superficiales 'se ha observado que al obtenerse el extracto. vista la inexactitud en la determinación del contenido del sodio inter- cambiable en suelos muy salinos.con alto grado de sodificación. se ha observado que ciertas muestras retienen. en los andlisis de las sales solubles en el extracto de saturación de suelos muy salinos está incluzdo un error que se debe al fenómeno de la adsorción negativa (BOWER & HATCHER. 1. El carbona- to de calcio y la materia orgánica no fueron eliminadas. Fig. . este se puede estimar cuando la rela- ciÓn RAS-PSI es conocida. algunas veces las sales se precipitan en el recipiente. los problemas encontrados fueron los siguientes: -. La textura fué determinada con el método de hidrómetro (ASTM. Para l o s suelos de Chacupe se encontró una concentración en el extracto de saturación hasta 25% más alta que la conc. e s eliminar todos los cationes solubles. .Empleando el método 22b de RICHARDS (1954). 1962). 1961).entración real. aun después de un lavado intensivo. una parte del sodio soluble que posteriormente es determinado como sodio intercambiable.7. Sin embargo es difícil estandarizar este lavado. . La CE de estos extractos fué mds alto que 200 mhos/cm.2 Análisis fisicos ' Para la caracterización fisica del suelo se ha determinado la textura y la curva de retención de humedad. aunque los resultados requieren de una interpretación con mucha precaución. La última se puede obtener mediante un lavado intensivo. por ser mds conveniente en los andlisis de rutina. aparte de la precipitación del yeso con acetona.4. Debido a este fenómeno el contenido de aniones y cationes solubles determinado en el extracto de saturación. Sin embargo para elimi- nar el efecto de las sales solubles ha sido necesario lavar las muestras que 105 . dado el fenómeno de la adsorción negativa (BOWER & HATCHER. El método propuesto por RICHARDS (1954: método 20a) para determinar el sodio intercambiable en suelos muy salinos tampoco dará resultados exactos. 1962). el yeso determinado con el método 22c tampoco dará resultados exactos. La finalidad del lavado con alcohol. 1954). se precipita también una parte del MgSO y Na2S04. Por este motivo se ha determinado la relación mencionada para los suelos de Chacupe.

la estructura del suelo ya no es un factor importante y se puede utilizar muestras alteradas.0). 106 .00 cm de agua. la succión aplicada a la arena se transmite a través de esta a las muestras de suelo.7) el agua está retenida en poros dentro de los agregados y entre éstos. Sin embargo. El volumen de agua retenida en los suelos se presenta en forma de curvas de retención de humedad o. Esta matriz de arena queda saturada hasta una succión de más de 1.curvas de p F . entonces.2. Cuando el suelo tiene un alto con- tenido de sales la dispersión no será completa. la retención de agua se determine en muestras de suelo no alteradas. Para medir la retención de agua a mayor succión.7 (501 cm de succión de agua). Con baja succión (hasta pF = 2. las muestras de suelo son colo- cadas por encima de una matriz de arena muy fina y kaolin (caja de kaolin). El método empleado para determinar la curva de retención de humedad fub desar- rollado por STAKMAN (1969). a una succión mayor de 130 cm de agua. la arena muy fina pierde el agua y por lo tanto el contact0 con las muestras de suelo colocadas por encima de la matriz de arena.tenían una CE mayor a IO nnnhos/cm a 25 OC. Para la determinación de la retención de humedad a valores de pF mayores de pF 3. resultando en un porcentaje de limo demasiado alto y un porcentaje bajo de arcilla (VASCONCELLOS.4 a 4. Con la caja de kaolin se ha determinado la retención de agua hasta un valor pF igual a 2. Consiste de un cuerpo de arena muy fina mezclada con kaolin en las láminas superficiales y con una manta de kaolin en la superficie. A alta succión. 1971). La metodología de determinación fué la siguiente: Las muestras de suelo saturado son colocadas por encima de una matriz de arena muy fina (caja de arena). es necesario someter las muestras a presión. Entonces. Est0 se realiza con un aparato denominado membrana de presión. Por lo tanto. Esta matriz arena- kaolin retiene el agua y se queda saturada hasta una succión de 800 cm de agua aproximadamente. El valor pF es el logaritmo de la succión (o presión) aplicado en cm de altura de agua bajo el dual el suelo retiene un determinado contenido de agua (succión de 100 cm corresponde al valor pF=2. entonces. la estructura del suelo juega un papel importante. el agua está retenida en los poros de pequeño dihetro. El agua en el suelo está retenida en poros de diámetros muy diferente.

IO YR 3/1 (húmedo). IO YR 3/2 (húmedo). con estructura blocosa subangular gruesa débil con concreciones de cal. IO YR 4/2 (húmedo). peliculas de arcilla. Inicialmente el suelo no tenia estructura en el horizonte superficial. I O YR 3/2 (húmedo) . con estructura blocosa subangular gruesa moderada. moteaduras de cal. 107 . al ser regado. 86 Franco Arcillo Limoso. ligeramente duro (seco).70 Arcilla. difuso y ondulado sobre 86 . moteaduras de fierro. desgre- gando en blocosa subangular fina moderada. I O YR 3/2 (húmedo). sin estructura (grano simple). 30 Franco Arcilloso. Perfï1 típico del suelo en el Area Piloto Chacupe Profundidad (cm) DescripciÓn O . 15 Franco Arcilloso. firme (húmedo). se forman ranuras que tienen de 1 a 2 cm de ancho y más de 30 a 50 cm de profun- didad. Anexo 2. con estructura * prismática media moderada desgregándose en blocosa angular y subangular media moderada. difuso y ondulado sobre 70 . duro (seco). difuso y ondulado sobre 30 . Poste- riomente. firme (húmedo) . Concreciones de cal y moteaduras de cal. moteaduras de fierro. 6 Polvo seco. con estructura blocosa subangular gruesa débil con concre- ciones de cal. 130 Franco. firme (húmedo). difuso y ondulado sobre 15 . concreciones de cal.100 Franco Arcilloso. moteaduras de fierro. con estructura blocosa angular y subangular media moderada. se transformó en una masa densa en que al secarse. abrupt0 y ondulado sobre 6 . difuso y ondulado sobre I 100 . friable (húmedo) sin estructura (migajosa). 10 YR 3/1 (húmedo). cristales de sal.

pues simplificaciones han sido introducidos. o la recarga) como constante en intensi- dad y. tanto de drenes entubados como abiertos. en SU forma más simple: 8KdAh q=. con excepción de sistemas que sirvan zonas de pequeña extensión y/o aisladas. Anexo 3. . otras el flujo. y . para asegurar el buen desarrollo de los cultivos en la ipoca vegetativa. generalmente logramos el removi- miento del exceso de agua en el perfil del suelo. Para mayor información se puede referir a LUTHIN (1957). En el diseño de un sistema de drenaje. Con la instalación de un sistema de drenaje. Esas ecuaciones son difíciles para solucionar.. ILRI (1973) y van SCHILFGAARDE (1974). para tener el suelo en buenas condiciones para SU preparación. CENDRET (1969). En el cas0 del flujo estacionario tenemos la descarga (el exceso de agua en el perfil del suelo que debe ser removido. Para el diseño de tal sistema existe una serie de fórmulas que para saberlas aplicar requieren un conocimiento básico del flujo de agua subterráneo y además un conocimiento de todo l o s factores que determinan el exceso de agua en el suelo. Algunas fórmulas describen el flujo estacionario.duraciÓn. la relación agua-suelo-planta. las caracteristicas hidro- dinámicas del subsuelo. la distancia entre drenes es de mucha import- I tancia. Las tres funciones principales de un sistema de drenaje subterráneo. segÚn van BEERS (1966) son drenar el suelo . En forma combinada se las conoce como las ecuaciones de LAPLACE.no-estacionario. para controlar la salinidad del suelo. ya que determina a grandes rasgos las inversiones necesarias. Existen fórmulas para determinar la distancia entre drenes (asimismo llamado espacia- miento). Conceptos de drenaje de tierras agrícolas Drenaje es el removimiento del exceso de agua que se encuentra sobre el terreno (drenaje superficial) y/o en el perfil del suelo (drenaje subterráneo) . El regimen de flujo de agua subterráneo es determinado por la ley de DARCY (que describe el movimiento de agua en el suelo en condiciones saturadas) y la ecuación de continuidad. En este anexo se ha tratado solamente en breve los princípios de drenaje sub- terráneo. (13) L2 . etc. Para tales condiciones la fórmula mbs conocida y más práctica es la llamada fórmula de HOOGHOUDT.

La conductividad hidráulica K es una caracteristica del suelo indicando la fa- cilidad o dificultad conque el agua puede fluir a través del suelo por debajo del nivel freático (zona saturada). puesto que la pro- fundidad equivalente. cada uno con una conductivi- dad hidráulica diferente: 8%dAh + 4Kehh2 4= (14) L2 1 o9 . En un suelo isótropo. La ”profundidad equivalente” d es un factor que depende de la profundidad de la capa impermeable (definición de la capa impermeable. -1 K = la conductividad hidráulica (LT >. y L = el espaciamiento entre los drenes (Ll. de- bajo del nivel de los drenes. HOOGHOUDT ha desarrollado también una fórmula práctica para computar el espa- ciamiento en un perfil de suelo de dos horizontes. El exces0 de agua que haya que remover del perfil determina la descarga q. tenemos que cal- cular L por tanteos. y . el radio del dren entubado o el perimetro mojado del dren abierto y el espaciamiento de los drenes. El espaciamiento de los drenes L es el factor desconocido. d.9. depende de la profundidad de los drenes y los requierimientos de los cultivos con respecto al grado de aeración en el sistema radicular y la profundidad del mismo. entre otros depende del espaciamiento. la conductividad hidráulica es la misma en todas las direcciones. de la recarga de agua en zonas bajas como consecuencia de pérdidas de agua de riego en zonas altas adyacentes. sin embargo en suelo hetero- g6neo (por ejemplo estratificados) cada capa o horizonte tiene una conductividad hidráulica distinta.donde -1 q = la descarga de los drenes por unidad de área (LT ). d = la profundidad equivalente (L). la carga hidrdulica Ah. . La elevación del nivel freático con respecto al nivel de los drenes en medio de ellos. véase Cap.2) po.del agua de riego no retenida en el perfil del suelo. Ah = la elevación del nivel freático con respecto al nivel de los drenes en medio de ellos (L). Proviene . del surplús de la precipitación sobre la evapotranspiración.

E n el cas0 de flujo no-estacionario tenemos la descarga (o recarga) como va- riable en intensidad y duración. información que muchas veces no existe. Más fórmulas para el cálculo del espaciamiento para el cas0 de flujo estacionario han sido desarrollado por KIRKHAM. Este_fÓrmula tiene como limitación que SU aplicación es válida solamente en el cas0 con los drenes instalados en el límite de los dos horizontes. información más detallada es requerida sobre por ejemplo la relacidn agua- suelo-planta. Sin embargo. Lo importante en aplicar fórmulas de drenaje está en conocer bien todos los fac- tores que determinan el espaciamiento entre drenes. En la práctica.la recarga que proviene de las pérdidas por percolación del agua de riego en el campo y es determinada por la eficiencia de aplicación. DAGAN y ERNST. la recarga que proviene de pérdidas en el sistema de conducción y distri- bución de las aguas de riego y es determinada por la eficiencia de conducción. La conductividad hidráulica y la profundidad de la capa impermeable son carac- teristicas del subsuelo. Además para apli- carlas. La primera se puede medir: existen un multiple de mé- todos para tal fin. InformaciÓn sobre la descarga se puede obtener mediante un balance d e agua. Por tal motivo hay que aplicar las fÓrmulas no-estacionarias para el cálculo del espaciamiento de drenes.donde Kb = la conductividad hidráulica del horizonte bajo de los drenes. 1 IO . Mencionadas fórmulas por las razones expuestas. y K = la conductividad hidráulica del horizonte encima de l o s drenes. varios factores determinan la descarga: . son fórmulas mucho más complicadas que las del cas0 estacionario. La carga hidráulica Ah y la descarga q muchas veces son llamados " l o s criterios de drenaje". tanto la recarga por el surplús de la precipitación sobre la evapotranspiración como la recarga por riego (riego intermitente) nunca son constantes en intensidad y duración. La capa impermeable se puede localizar mediante perforaciones profundas en combinación con información geológica y geomorfológica. En climas áridas. no son muy usadas en la prbctica. Para calcular el espaciamiento de drenes en &te cas0 disponemos de soluciones como las fórmulas de GLOVER-DUMM y KRAYENHOFF van de LEUR-MAASLAND. .

por ejemplo un dia ( o más) al aso. y . Sin embargo.5 m. sino es influenciado entre otros por la recarga. que a SU vez es determinada por la topografia y las posibilidades de evacuación de las aguas de drenaje hacia el mar. distribución. Holanda. La carga hidráulica tampoco se puede determinar con mucho exactitud. En varios paises donde el drenaje ya es un práctica común. sea el tubo. la recarga del agua de lavado. ést0 implica una carga hidráulica Ah de 0. etc. El problema entonces es tomar como criterio un nivel promedio o un nivel freático que no se mantiene más que determinado tiempo dentro de la zona radicular. la recarga de agua que proviene subterráneamente de pérdidas en aplicación. rio o canal. Por ejemplo en Holanda. como EEUU. sea el nivel del agua en el dren abierto. o el promedio de los surplús máximos. necesaria para mantener un buen balance En climas húmedos el surplús de la precipitación sobre la evapotranspiración de- termina la recarga. Depende de la resistencia que tenga determinado cultivo al agua excesiva en la zona radicular. Podamos tomar el promedio de los surplús anuales registrados durante determinado número de años. El problema está en escoger un criterio.5 m.0 m. Para adoptar un cierto valor. se aplica en tierras agricolas muchas veces una descarga de 7 "/dia con una profundidad del nivel freático a 0. se ha desarrollado criterios que funcionan bien en la prác- tica. Con los drenes instalados a una profundidad de aproximadamente 1. o sea un determinado valor del surplÚs que sea representativo para cierto periodo sin encontrarnos en ese período con una capacidad de descarga deficiente del sistema de drenaje diseñado. de las aguas de riego en zonas altas. Normalmente ex- presamos el criterio en una frecuencia de occurrencia. conducción. Determinar la profundidad del nivel freático requerida para cierto cultivo o serie de cultivos no es tan fácil. ambos factores varian con el tiempo en duración y intensidad. resultado de cálculos estadisticos. Además depende de la profundidad de los drenes. Inglaterra o Iraq. los criterios mencionados para tierras agricolas en Holanda aplicados en fórmulas de drenaje 111 . o el promedio de los surplús mensuales. o un valor mayor que todos aquellos mencionados antes. un pais húmedo y templado. Sin embargo. necesitamos expertencia de campo con respecto a lo que pueda resistir cada cul- tivo en cuanto a mal aeración en la zona radicular.I - de sales. El nivel freático no se mantine a una pro- fundidad constante.

es una situación que ocurre con una frecuencia de 1 a 2 veces al a60 (WESSELING. del suelo y económicas.5 "/dia y la profundidad promedio del nivel freático entre 1. 1969). En diferentes proyectos de riego en Iraq. 1-12 .5 m por debajo del nivel del terreno. Para expresar la meta de un sistema futuro de drenaje en un solo valor (por ejem- plo Ahlq). como la eficiencia de apli- cación y distribución de las aguas de riego. agronómicas. A l con- trario.para el cas0 de flujo estacionario no refleja la situación promedio. Estos criterios dependen de las condiciones hidrológicas. Las interrelaciones entre éstas condiciones son muy complicadas. En l o s diferentes proyectos la descarga promedio varia entre 1 y 2. un pais con un clima cálido y seco. En promedio el nivel fredtico se mantiene mucho mds profundo y la recarga es menor. aunque éste intento debe ser fundado en conocimiento empírico y razonamientos teóricos. l o s criterios aplicados dependen de varios factores. la salinidad del suelo y del agua freática y las caracteristicas fisicas del suelo. debemos considerar un criterio de drenaje nada más que un intento. En resumen se puede decir que para el diseño de un sistema de drenaje dispone- mos de varias fórmulas que deben ser alimentados con criterios de drenaje.0 y 1.

Relación de símbolos dimensiones
PS Porcentaje de Saturación ( X )
Conductividad ElSctrica medida en el extract0 de satu-
CEe
ración (mhosfcm a 25 OC)
PSI Porcentaje de Sodio Intercambiable (%)
CIC Capacidad de Intercambio Catiónico (meq/100 g de suelo)
RAS RelaciÓn de Adsorción de Sodio
PH Logaritmo negativo de la concentración del H+-iÓn
PF Logaritmo de la succión de la humedad de suelo

Y+ Concentración del catidn monovalente adsorbido
Y++ Concentración del catión divalente adsorbido .
+
C Concentración del catión monovalente soluble
9+
Concentración del catión divalente soluble
O
K Constante de preferencia en la ecuación de GAPON
g

4 La recarga o descarga
Q La descarga de los drenes por unidad de longitud
L La distancia entre los drenes, espaciamiento
w La resistencia de entrada
Ah La pérdida de la carga hidráulica total

Ahh La pdrdida de la carga hidráulica debida a la componente
horizontal del flujo

AhV
La pérdida de la carga hidráulica debida a la componente
vertical del flujo
La pdrdida de la carga hidráulica debida a la componente
Ahr
radial del flujo
' Ahe La pérdida de la carga hidráulica debida a la resistencia
de entrada de agua en la zona inmediata al tub0 de drenaje
y al tub0 mismo
CH Conductividad hidráulica del suelo
K Conductividad hidráulica del suelo

P Precipitación
I Irrigación, aplicación de agua
F. Flujo subterráneo que ingresa al área
Escorrentía superficial
ES
Evapotranspiración
Et
D El agua drenada del suelo por el sistema de drenaje
A' El cambio en el almacenamiento de agua en el suelo
Perc El agua percolada a traves del perfil del suelo hacia el
agua subterránea
Inf El agua infiltrada en el suelo

113

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