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MODULFORM

MODULFORM

Gestão Orçamental
Guia do Formador

COMUNIDADE EUROPEIA
Fundo Social Europeu

IEFP · ISQ

Colecção MODULFORM - Formação Modular

Título Gestão Orçamental

Suporte Didáctico Guia do Formador

Coordenação Técnico-Pedagógica IEFP - Instituto do Emprego e Formação Profissional
Departamento de Formação Profissional
Direcção de Serviços de Recursos Formativos

Apoio Técnico-Pedagógico CENFIM - Centro de Formação Profissional da Indústria
Metalúrgica e Metalomecânica

Coordenação do Projecto ISQ - Instituto de Soldadura e Qualidade
Direcção de Formação

Autor Azevedo Rodrigues

Capa SAF - Sistemas Avançados de Formação, SA

Maquetagem e Fotocomposição ISQ / André Braga

Revisão OMNIBUS, LDA

Montagem BRITOGRÁFICA, LDA

Impressão e Acabamento BRITOGRÁFICA, LDA

Propriedade Instituto do Emprego e Formação Profissional
Av. José Malhoa, 11 1099 - 018 Lisboa

1.ª Edição Portugal, Lisboa, Novembro de 2004

Tiragem 100 Exemplares

Depósito Legal

ISBN

Copyright, 2004
Todos os direitos reservados
IEFP

Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma ou processo
sem o consentimento prévio, por escrito, do IEFP
Fr.O.03

Gestão Orçamental
Guia do Formador

IEFP · ISQ Índice Geral

ÍNDICE GERAL

A - APRESENTAÇÃO GLOBAL DO MÓDULO

• Objectivos globais AGM.1
• Conhecimento prévios AGM.1
• Campo de aplicação AGM.1
• Perfil do formador AGM.2
• Plano do módulo AGM.3
• Metodologia recomendada AGM.6
• Recursos didáticos AGM.6
• Bibliografia AGM.7

B - EXPLORAÇÃO PEDAGÓGICA DAS UNIDADES
TEMÁTICAS

I. ORÇAMENTO: UM INSTRUMENTO DE GESTÃO

• Resumo do tema I.1
• Plano das sessões I.2
• Actividades/ Avaliação I.3
• Apresentação das transparências propostas para
utilização I.4

II. PROCESSO ORÇAMENTAL

• Resumo do tema II.1
• Plano das sessões II.2
• Actividades/ Avaliação II.4
• Apresentação das transparências propostas para
utilização II.30
Fr.O.03

Gestão Orçamental IG . 1
Guia do Formador

TRANSPARÊNCIAS Fr. CENTROS DE RESPONSABILIDADE • Resumo do tema III.AVALIAÇÃO PRÉ .1 • Plano das sessões IV.TESTE TESTE RESOLUÇÃO DO PRÉ .Índice Geral IEFP · ISQ III.11 IV. 2 Gestão Orçamental Guia do Formador .3 • Apresentação das transparências de propostas para utilização III.TESTE RESOLUÇÃO DO TESTE ANEXO .O. CONTROLO ORÇAMENTAL • Resumo do tema IV.9 C .1 • Plano das sessões III.3 • Apresentação das transparências propostas para utilização IV.03 IG .2 • Actividades/ Avaliação IV.2 • Actividades/ Avaliação III.

T.Apresentação Global do Módulo Fr.Apresentação Global do Módulo A .06 Gestão Orçamental Guia do Formador . IEFP · ISQ A .

CAMPO DE APLICAÇÃO O Módulo de Gestão Orçamental versa diversos assuntos ao nível dos Orça- mentos.03 Gestão Orçamental AGM . os formandos deverão estar aptos a: • Proporcionar aos formandos o conhecimento da técnica e da metodologia da orçamentação. 1 Guia do Formador . Dirige-se especialmente a formandos que ocupem ou pretendam vir a ocupar posições de coordenação ou chefia com responsabilida- des de controlo financeiro. o orçamento por cada centro de responsabilidade e a sua consolidação final. sua elaboração e controlo. com aplicação prática ao nível da indústria ou na área dos serviços. bem como as demonstrações financeiras previsionais. Fr. • Habilitar os formandos a elaborar.C. em qualquer contexto organizacional. IEFP · ISQ Apresentação Global do Módulo OBJECTIVOS GLOBAIS No final deste módulo. CONHECIMENTOS PRÉVIOS Módulo(s) Módulo(s) Saberes prévios Saberes desejáveis obrigatório(s) aconselhado(s) Matemática aplicada Conhecimentos de base para aplicação às tarefas profissionais identificadas.

por – Experiência de formação. Competência Pedagógica Aquisição Domínio de conhecimentos. de aquisição e integração. 2 Gestão Orçamental Guia do Formador . comportamentos. Contabi- deverá possuir no mínimo 2 a 3 lidade ou Economia. de saberes gerais e saberes técnicos – Experiência Profissional (práticos e teóricos) e de (minimo 3 anos).Apresentação Global do Módulo IEFP · ISQ PERFIL DO FORMADOR Competência Técnica Aquisição Dado o cariz essencialmente – Formação académica ao nível da prático deste módulo. Será ainda importante o seu domínio das áreas matemáticas.03 AGM . contabilís- ticas e fiscais. – Curso de formação pedagógica técnicas e atitudes facilitadoras de formadores. o formador licenciatura em Gestão. Fr.O. anos de experiência profissional nas áreas financeira e/ou - contabilística. parte dos formandos.

custos. 3 Guia do Formador . a sua utilidade e as condições necessárias para que tal se efectue com sucesso. Processo orçamental • Demonstrar porque o orçamento não constitui uma 16h00 mera previsão de números no futuro próximo (curto prazo).C. • Clarificar o conceito de orçamento e o seu papel como instrumento de gestão. IEFP · ISQ Apresentação Global do Módulo PLANO DO MÓDULO Unidades Temáticas Objectivos Duração Indicativa (horas) I. investimentos). Fr. A cultura de gestão constitui o elemento determinante neste domínio.03 Gestão Orçamental AGM . o encadeamento lógico na elaboração dos orçamentos. • Explicitar como o orçamento constitui um instrumento de tradução financeira de objectivos (resultados) e dos programas de acção (meios e formas como aqueles se irão realizar). II. • Definir a sequência orçamental. • Apresentar a técnica de orçamentação das principais rúbricas da actividade empresarial (proveitos. • Justificar porque a atitude e comportamento dos gestores constituem factores-chave de sucesso no processo orçamental. • Identificar os principais factores de interesse do planeamento. O Orçamento: instru. • Apresentar as principais dificuldades no processo orçamental e os obstáculos que se podem apresentar. • Dar a conhecer a articulação entre a realidade económica (orçamento dos resultados) a realidade financeira (orçamento dos activos e passivos - aplicações e origens de fundos) e a realidade monetária (orçamento de tesouraria e financeiro). • Explicar porque o orçamento faz parte integrante 4h00 mento de gestão do processo de planeamento das organizações. ou seja.

• Demonstrar como a estrutura em centros de responsabilidade constitui um elemento de motivação dos gestores e de adequação da sua prática à estratégia da empresa. mas como fazendo parte de um todo.O. • Definir o conceito de preços de transferência interna. • Exemplificar como se elaboram as demonstrações financeiras previsionais (demonstração dos resultados. III. isto é. Fr. o seu papel e interesse em estruturas organizativas em centros de responsabilidade.Apresentação Global do Módulo IEFP · ISQ Unidades Temáticas Objectivos Duração Indicativa (horas) • Poder dar ênfase ao facto de. • Definir critérios financeiros de avaliação do desempenho. 4 Gestão Orçamental Guia do Formador . assim. • Distinguir os vários tipos de centros de responsabilidade. tendo em conta a natureza do centro de responsabilidade. • Identificar os sistemas de apuramento dos resultados dos centros de responsabilidade. balanço e tesouraria). Explicita-se. as três realidades referidas no ponto anterior. tendo em conta o impacto económico-financeiro das decisões dos gestores.03 AGM . • Identificar os critérios que devem ser utilizados para cálculo dos preços de transferência interna. Centros de • Explicar o conceito de centro de responsabilidade 6h00 responsabilidade e identificar as condições que estão subjacentes à sua definição. • Identificar as características fundamentais dos critérios financeiros de avaliação do desempenho dos gestores. uma contabilidade de responsabilidades. não poderem ser consideradas independentes. o princípio da convergência dos objectivos.

Tudo o que é previsto deverá ser posteriormente acompanhado. Para essa responsabilização será capaz de efectuar o diagnóstico dos desvios pelas suas causas. Total de horas: 34h00 Fr. produtos. serviços. Controlo Orçamental • Explicar porque o processo orçamental seria 8h00 incompleto e pouco actuante se não se efectuasse o posterior acompanhamento dos desvios. 5 Guia do Formador .. bem como estudar o seu conteúdo e frequência. etc.03 Gestão Orçamental AGM . actividades. • Demonstrar como uma correcta atribuição de responsabilidades nos desvios verificados é condição fundamental para que as acções correctivas sejam coerentes e realistas. • Explicar que a análise de desvios só é verdadeiramente útil quando se proceder à sua decomposição por causa e por responsável. Sendo elementos para utilização pelos gestores. IEFP · ISQ Apresentação Global do Módulo Unidades Temáticas Objectivos Duração Indicativa (horas) IV. • Descrever uma metodologia por forma a que. duma maneira simples.C. • Explicitar porque a análise de desvios constitui uma ferramenta fundamental para a avaliação dos desempenhos dos festores e apoio à tomada de decisão. deverão ser construídos em função das suas responsa- bilidades. • Elaborar relatórios de controlo orçamental. se identifiquem as várias causas dos desvios.

para o controlo orçamental e para os centros de responsabilidade. condição essencial para a apreensão dos conceitos e das metodologias com a profundidade necessária. • Quadro tradicional ou “flip-chart”. 6 Gestão Orçamental Guia do Formador . • Retroprojector com lâmpada sobressalente. No fim de cada sessão. não individualmente. A resolução dos casos. Os exercícios devem ser resolvidos pelos formandos. deve ser apresentada por uma das equipas de formandos. que nomeará um porta-voz para apresentar e defender a solução preconizada. quer com recurso a micro-computadores. No fim de cada um dos três grandes temas (Unidades Temáticas II a IV do manual do Formando) será reservada uma sessão (1 hora) para conclusões e síntese fina dos assuntos tratados. quando seja analisada em conjunto. Fr. • Software de apoio . RECURSOS DIDÁCTICOS Material didáctico • Transparências.O. • Folhas em acetato livres e canetas para a sua escrita.GESMAT. Os formandos deverão desenvolver desde a base os programas específicos para elaboração dos orçamentos e sua articulação.03 AGM . Equipamento • Um microcomputador por cada equipa de formandos (dois ou três elementos). identificando os pontos-chave a serem retidos. • Uma placa de projecção de ecrâns de computador (“data-show”). mas em equipas de dois ou três elementos. sempre que se justifique. As sessões compreenderão a exposição da matéria de acordo com o manual do formando e a resolução de casos práticos quer manualmente. deverá ser apresentada uma síntese do trabalho programado para a sessão seguinte.Apresentação Global do Módulo IEFP · ISQ METODOLOGIA RECOMENDADA No início de cada tema deverá efectuar-se uma exposição genérica de todos os pontos do tema. dos seus objectivos e dos resultados esperados.

1991.. Paris: Flammarion. 7 Guia do Formador . Ill. 1988.C. R.A. Fr. H. V..C. Le Controlleur de Gestion.N. 5ª Ed. CHEZ. M. 2ª Ed. 1983.Ardoin. MARGERIN.C. Lisboa. J.Bedford.. CIFAG.ao Serviço da Estratégia e dos Gestores.Económica. Homewood. C. O Controlo de Gestão . Controle Orçamental na Empresa. 1979. JORDAN.. GERVAIS. Ed. Pierre.. J. Lisboa. H.L.: Irwin. 1993. 1993. Contrôle de Gestion et Planification de l´Énterprise. and N. A Gestão Orçamental . et J. Lisboa: Edições Prisma. e J. 5ª Ed. JORDAN. A gestão Financeira das Empresas. 1982. 6ª Ed. PEREIRA.Como torná-la um utensílio de gestão.Franco Contabilidade Analítica.Rodrigues.. 2ª Ed. Autores.Neves.03 Gestão Orçamental AGM . J. 2ª Ed. Lisboa. R. Lisboa. Paris. IEFP · ISQ Apresentação Global do Módulo BIBLIOGRAFIA ANTHONY. Pórtico. 1978..Dearden. CONSO. Rés Editora. Ed. Management Control Systems..

Exploração Pedagógica das Unidades Temáticas Fr. IEFP · ISQ B .Explor ação P Exploração eda Peda gógica das Unidades Temáticas edagógica B .T.06 Gestão Orçamental Guia do Formador .

T.01 Gestão Orçamental Guia do Formador .06 Ut. IEFP · ISQ Orçamento: Um Instrumento de Gestão Orçamento: Um Instrumento de Gestão Fr.

consequentemente. é o próprio processo de gestão que poderá dificultar o envolvimento dos gestores no processo previsional. Fr. Compete ao sistema de controlo de gestão a adopção e implementação de medidas e técnicas conducentes a uma progressiva redução das dificuldades encontradas e geradoras de um estado de espírito positivo dos gestores perante o processo orçamental.O. a elaboração dos orçamentos não constitui uma tarefa muito facilitada. a motivação e o envolvimento dos gestores é uma condição indispensável para que o processo provisional se efectue com algum êxito. Por esse motivo. outras alteram-se com grande facilidade. Orçamentar numa economia aberta em que a mudança é contínua. os da empresa. Entre estas medidas destacamos o manual de orçamentação como principal documento de referência e de apoio à gestão orçamental. os objectivos de cada gestor e os seus meios de acção. sem que motive os gestores a melhorarem continuamente os seus resultados e. da legislação.03 UT. exige uma grande atenção dos gestores e uma constante actualização das informações de suporte. Outras vezes. das relações internacionais. IEFP · ISQ Orçamento: Um Instrumento de Gestão RESUMO Embora de reconhecido interesse para a gestão. 1 Guia do Formador . Basta olharmos para a constante alteração no mundo da tecnologia. o processo orçamental resumir-se-á a uma mera compilação de números e de estatísticas. Muitas das variáveis são bastantes imprevisíveis. etc. Sem estes elementos-chave.01 Gestão Orçamental I . se quiserem reflectir. duma forma adequada.

1.1 O orçamento: um • Apresentação do tema. I. I.3. Total: 4h00 Fr. 2 Gestão Orçamental Guia do Formador .4.03 UT. e I.4 Exercícios/ síntese • Proceder à resolução das Actividades / Avaliação. 1h30 • Identificar os pontos-chave a serem retidos. • Transparências I. e I. • Identificar exemplos de diversas dificuldades de fundo que podem surgir num processo orçamental. 1h00 instrumento de I.O. I.1 planeamento • Transparências I.2.Orçamento: Um Instrumento de Gestão IEFP · ISQ PLANO DE SESSÃO Duração Metodologia Meios Conteúdo indicativa de desenvolvimento didácticos (horas) I.2 O papel do • Descrever o papel do orçamento e identificar as 1h00 orçamento dificuldades do processo orçamental.3 Dificuldades do • Identificar exemplos de diversas dificuldades de 30min processo orçamental forma que podem surgir num processo orçamental.01 I .

Escolher políticas. IEFP · ISQ Orçamento: Um Instrumento de Gestão ACTIVIDADES / AVALIAÇÃO Efectue um pequeno relatório.Objectivos da actividade: identificá-los. Poderá para o efeito. razão de ser da entidade quantificáveis que se humanos. .. partindo do pressuposto que pretendiam constituir e gerir uma entidade que se dedicasse a : Actividade de Formação Profissional pelo que deverão ser confrontados perante: 1. estruturar uma ficha-síntese. . Fr. e do que pretende realizar. 2.O. pretendem obter.Meios de acção para realizar os objectivos: identificá-los.03 UT. Necessidade de planeamento.Condições de sucesso: .Qual o interesse.01 Gestão Orçamental I . etc que se consideram necessários. 3 Guia do Formador . cujo modelo poderia ser: Planeamento do Centro de Formação "Forma" Missão Objectivos da actividade Meios de Acção Pequena descrição da Identificar os resultados Definir os meios materiais. organizacionais. financeiros. etc. ter ideias. nomeadamente: .

01 I . 4 Gestão Orçamental Guia do Formador .O.1 Instalações Auxiliares Fabris IV.4 Fr.Orçamento: Um Instrumento de Gestão IEFP · ISQ APRESENTAÇÃO DAS TRANSPARÊNCIAS PROPOSTAS PARA UTILIZAÇÃO Qual o interesse do planeamento Condições de sucesso do planeamento Gestão Orçamental IV.3 Gestão Orçamental IV.2 Dificuldades de forma Dificuldades de fundo Instalações Auxiliares Fabris IV.03 UT.

06 Ut.T. IEFP · ISQ Processo Orçamental Processo Orçamental Fr.02 Gestão Orçamental Guia do Formador .

IEFP · ISQ Processo Orçamental RESUMO O processo orçamental prende-se sobretudo com os aspectos mais técnicos deste instrumento de gestão. Fr. Todos os orçamentos anteriores contribuem para a posterior elaboração das demonstrações financeiras previsionais: demonstrações dos resultados e balanço. Existe uma sequência lógica na elaboração dos orçamentos. Caso tal coerência não se verifique. como elementos que fecham o ciclo da orçamentação e testam a coerência financeira dos programas apresentados. Desdobra-se em vários programas e suborçamentos. a sequência orçamental passa por fases que se podem considerar um pouco estandardizadas: • Orçamento de exploração (operacional) onde se estimam todos os proveitos e custos relacionados com a actividade primária da empresa. necessários para determinar os meios líquidos com que a empresa prevê contar no período orçamental.02 Gestão Orçamental II . 1 Guia do Formador . se tenha de proceder a cortes indiscriminados em alguns elementos ou à criação de “almofadas orçamentais”. de acordo com a dimensão.O. para tal. há que voltar a analisar os objectivos e os planos de acção.03 Ut. • Orçamento de tesouraria e financeiro. até que o equilíbrio seja conseguido sem que. • Orçamento de investimentos que traduz financeiramente as opções da empresa em termos de activos fixos (aquisições e alienações). sem que tal se apresente de forma rígida para as empresas. Contudo. características e sistema de gestão de cada empresa. Cada qual deve adoptar aquela que mais se adeque à sua actividade e à cultura de gestão dos seus responsáveis.

• Apresentação de exemplos de investimentos estratégicos e investimentos correntes.03 Ut..O.3. • Apresentação do módulo.1 Orçamentar. • Utilizar a empresa VESTEBEM e acompanhar os vários grupos nos seus trabalhos.2 Sequência • Explicar a ligação lógica entre os orçamentos e 9h00 orçamental sequência de execução. aproveitando a solução de cada grupo de trabalho. • Transparência II. • Apresentar e discutir cada orçamento da empresa VESTEBEM em sala. 1h00 gerir numa lógica de futuro • Transparências II.Processo Orçamental IEFP · ISQ PLANO DE SESSÃO Duração Metodologia Meios Conteúdo indicativa de desenvolvimento didácticos (horas) II. aproveitando a solução de cada grupo de trabalho.1. e II. • Exposição teórica sobre cada um dos programas e orçamentos. • Apresentar e discutir cada orçamento da empresa VESTEBEM em sala. 2 Gestão Orçamental Guia do Formador . Fr. • Utilizar a empresa VESTEBEM para elaboração dos orçamentos de tesouraria e financeiro e acompanhar os vários grupos nos seus trabalhos. • Elaborar o orçamento de exploração da empresa VESTEBEM e acompanhar os vários grupos nos seus trabalhos. • Verificação da resolução do exemplo da empresa XIS (manual do formando). de acordo com a sequência apresentada no manual do formando.02 II .2. II. • Verificação da resolução do exemplo do orçamento do pessoal (manual do formando).

IEFP · ISQ Processo Orçamental Duração Metodologia Meios Conteúdo indicativa de desenvolvimento didácticos (horas) II. II. aproveitando a solução de cada grupo de trabalho.02 Gestão Orçamental II .3 Demonstrações • Apresentação do Tema.03 Ut. 3 Guia do Formador . 4h00 • Identificar os pontos-chave a serem retidos.4 Exercícios/ síntese • Proceder à resolução das Actividades / Avaliação. • Apresentar e discutir cada orçamento da empresa VESTEBEM em sala.O. 2h00 financeiras provisórias • Utilizar a empresa VESTEBEM para elaboração dos orçamentos de tesouraria e financeiro e acompanhar os vários grupos nos seus trabalhos. Total: 16h00 Fr.

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO Do ponto de vista organizacional a empresa tem se apresentado bastante centralizada. porquanto os restantes têm estado afastados. é uma empresa com sede ao sul de Lisboa. tem se diferenciado apenas o sector fabril e o serviço administrativo (escritório). nunca foi implementado qualquer sistema de contabilidade analítica). com um capital social de 150. É o elemento de ligação entre a Vestebem e o Gabinete especializado que processa a sua contabilidade (os serviços de contabilidade têm sido subcontratados no exterior.03 Ut.000 euros. qualquer organigrama para a empresa. Elabora também o plano de pagamentos a fornecedores e controla a cobrança dos clientes. Até ao momento. pelo que a sua actuação tem sido mais a nível comercial e. Nunca foi elaborado.O. quer do sector fabril. face ao forte crescimento do volume de negócios a que tem também estado associada uma política de investimento quer em novas instalações. que se dedica à confecção de vestuário para o frio. incluindo o controlo de todas obrigações fiscais. pese embora uma atribuição clara de tarefas e funções.APRESENTAÇÃO A Vestebem. B . quer do sector não fabril. sócio B detém uma quota de 30% e o sócio C detém os restantes 35%. da empresa. porquanto é à Direcção Geral que reportam todas as pessoas. Lda. no mercado externo que constitui o principal destino dos produtos da Vestebem. No serviço administrativo existem 4 efectivos que repartem entre si as principais funções deste serviço de apoio. mas não existe qualquer definição formal de responsabilidades. No entanto. Fr. Tal facto tem originado uma crescente dificuldade na condução dos negócios da empresa e a um progressivo afastamento dos novos métodos de gestão.Processo Orçamental IEFP · ISQ ACTIVIDADES / AVALIAÇÃO 0 CASO VESTEBEM 45 15 30 A . Juridicamente. nem mesmo pensado. geograficamente. é uma sociedade por quotas. repartidos pelos sócios em partes desiguais: sócio A tem uma quota de 35%. Um encarrega se da organização documental e do controlo dos movimentos de tesouraria.02 II . A gerência dos negócios correntes da empresa tem estado concentrada no sócio B. em particular. quer em novos equipamentos. 4 Gestão Orçamental Guia do Formador .

Recolhe também os elementos necessários ao preenchimento de inquéritos e estatísticas. um mecânico. um operador de máquinas.. Prevê-se admitir mais 4 pessoas . registo do nível de actividade... assegura também a distribuição local dos produtos.. O sector de produção emprega cerca de 42 pessoas. Entendemos por distribuição local.....03 Ut.... quatro acabadoras. Procede à emissão das facturas e guias de remessa e outros documentos com a clientela.5% Fr.... da seguinte forma: MODELO % das Vendas totais Macaco . No ponto D . 17.... 5 Guia do Formador . Embora as fases de produção possam ser claramente definidas. à semelhança da contabilidade.....02 Gestão Orçamental II . a estrutura organizacional nunca as reflectiu..... vinte e duas costureiras. de modo a compensar no futuro as saídas pir reforma.. quer ainda para a BANCA ou outras instituições. 19% Blusão .... Estas. são processadas no exterior. o peso relativo de cada modelo tem se repartido... em média. Um terceiro assegura o secretariado da gerência e dos assuntos administrativos e de relações com o estrangeiro... C .. De facto. duas auxiliares de limpeza e cinco auxiliares de movimentação interna. dois cortadores....PRODUTOS A Vestebem fabrica uma gama de 14 modelos de vestuário para o frio. nomeadamente controlo de faltas..Produção aprofundaremos estes aspectos. quer para o distribuidor da zona norte do país............. IEFP · ISQ Processo Orçamental Um segundo tem a seu cargo todo o aspecto processual das compras no estrangeiro (o grosso das matérias primas consumidas são de origem externa) e das exportações (três quartos da produção da Vestebem destina se ao mercado externo).. três embaladoras... apenas 5 modelos ultrapassam 85% das vendas globais da empresa. a colocação dos produtos no local de embarque quer para o estrangeiro. Por último.O. quer para o INE. De toda esta gama... aprendizes . 28% Casaco .. um ajudante de corte.. Para além destas funções. quer para a respectiva ASSOCIAÇÃO PATRONAL... havendo um chefe de linha.. o quarto elemento tem a seu cargo a gestão corrente do pessoal... bem assim como todos os elementos necessários ao processamento mensal das remunerações..

.... Por último.O. especialmente a GNR... quer para o mercado português. Os produtos têm marca registada. são detectados muitos tempos mortos e nem sempre a movimentação das matérias e dos produtos é a mais adequada.. ao mercado externo.. O produto é utilizado fundamentalmente como vestuário para o frio. sendo aplicados os moldes em face de cada modelo.. armazenagem e consequentes encargos financeiros. 10% Como já foi referido.. Aliás. Todas as operações de fabrico estão estandardizadas. Internamente. trata se duma gama de produtos com procura bastante desigual ao longo do ano...02 II . até ao momento a utilização tem estado no ordem dos 60% da capacidade instalada. O principal componente do produto é o tecido de fora que é uma matéria prima importada dum país do norte da Europa. consiste nas seguintes fases: 1.na época alta .. 6 Gestão Orçamental Guia do Formador . serviço subcontratado no exterior... porquanto adquiriu o direito de fabricar em exclusivo os referidos modelos. COSTURA: Corresponde à fase mais longa do processo.. 12. sendo .. Por esse motivo estão definidos royalties em função do volume de vendas. Preocupações com o nível de qualidade desta matéria têm levado a empresa a concentrar o seu abastecimento num só fornecedor... mas poderá ter aplicações no domínio da indústria do frio (fatos de protecção). o que levanta problemas ao nível da produção. é a que ocupa o maior volume de efectivos. quer para o europeu. De facto.. a produção destina se. ainda não foi possível utilizar a capacidade máxima instalada.. o "layout "será um dos aspectos fabris com que a Vestebem se deverá preocupar... D ..Processo Orçamental IEFP · ISQ Calças . O processo de fabrico da empresa inicia se com o acolchoamento do tecido de fora com o forro. na sua maioria..5% Gabardina . tendo se instituído um sistema de prémios de acordo com o grau de realização desses tempos.. Nesta fase estima se que os desperdícios se situem na ordem dos 8 a 10%. No mercado interno têm também sido utilizados como fatos de trabalho pelas forças militarizadas.. Muitas das operações exigem um elevado grau de especialização das costureiras.. Nesta fase. pelo que a sua cópia poderá estar sujeita a processos-crime a instaurar pela empresa. com tempos de produção cronometrados..a quase totalidade dos lotes de fabrico determinados pelas encomendas dos clientes....PRODUÇÃO Dado a empresa ter mudado muito recentemente de instalações. Fr.. 2.. CORTE: O tecido (acolchoado) é estendido em mesas de corte......03 Ut.

produzir com elevada qualidade tem sido um dos lemas da empresa. a sua inexistência tem resultado do próprio regime de fabrico e das limitações de capacidade. desde o tirar linhas passando pela colocação de fechos. O nível de rejeições tem sido muito baixo.5 euros/hora).O. especialmente os modelos mais procurados ou que ocupem maior tempo de produção. uma terceira. a médio prazo. Não existe qualquer gabinete de estudos nem de planeamento. após a tiragem das linhas. mas espera se. colocados em sa- cos plásticos e armazenados até à sua expedição. Fr. À semelhança das fases anteriores. EMBALAGEM: Fase em que os produtos são dobrados. vai se produzindo para "stock". 4. antes de se proceder à embalagem. botões. No presente a preocupação é estabilizar os investimentos efectuados e avaliar a nova capacidade de resposta às solicitações do mercado. Não houve ainda qualquer opção pelas novas tecnologias (nomeadamente ao nível do corte).02 Gestão Orçamental II . como também fornecer este serviço a outras empresas da região. estuda se a hipótese de vir a ser adquirida uma máquina de acolchoar.03 Ut. Quanto ao planeamento da produção. ACABAMENTO: Engloba todas as operações relacionadas com o acaba- mento do produto. No que respeita aos equipamentos. No período de grande procura (Outubro a Fevereiro) vai se produzir para satisfazer directamente as encomendas de cada cliente. O desenvolvimento de novos produtos é efectuado pela empresa concessionária dos direitos de produção (trata se duma empresa situada no estrangeiro e detida pelos sócios maioritários da Vestebem). No que concerne aos investimentos para 2005. De facto. 7 Guia do Formador . introduzir novos métodos de produção. Um dos factores de sucesso tem sido a qualidade. no restante período. O custos dos investimento constam dos dados específicos para orçamentação Recentemente. a empresa tem investido fundamentalmente em máquinas de costura. estão definidos tempos padrão para cada uma das tarefas desta fase. para além da satisfação pontual de cada encomenda. O tempo de embalagem de cada modelo está também cronometrado. uma segunda. o que permitiria à Vestebem não apenas poupar nos trabalhos deste género subcontratados ao exterior. IEFP · ISQ Processo Orçamental 3. mas também para que seja possível a realização duma manutenção preventiva. nunca tendo ultrapassado 1% do volume da produção. e. O controlo de qualidade é efectuado em três fases: uma primeira é a própria costureira na execução da sua tarefa. a empresa admitiu um mecânico não só para evitar o elevado preço horário que tinha de suportar sempre que recorresse ao exterior (17. até ao controlo final do produto.

EUROPA DE LESTE e ORIENTE. Contudo. Kuwait e Israel. Quanto ao mercado externo. não se efectuou até ao momento qualquer estudo de mercado. EUROPA DO SUL.O. Em Portugal existem dois. mas pouco se sabe das suas potencialidades. a Suécia. Nos últimos meses tem emergido a possibilidade de um grande mercado em Espanha.G. onde os principais clientes se situam ao nível da Jugoslávia.03 Ut. Bélgica e Alemanha.02 II . A posição no mercado interno é muito forte. quer também no continente Sul Americano. EUROPA CENTRAL. Fr. Estima se que a empresa detenha uma quota superior a 70%. visto as despesas com publicidade dizerem respeito apenas ao mercado interno.M. na medida em que as mesmas são fornecidas por um distribuidor local que tem vindo a procurar obter condições comerciais vantajosas. enquanto que pelas vendas externas são os sócios maioritários M. 8 Gestão Orçamental Guia do Formador . mas com um nível de qualidade do produto muito inferior. que lhe poderá absorver cerca de 50% das actuais vendas da Vestebem. que engloba a Irlanda. a Inglaterra. sendo a Espanha e a Itália os principais clientes.B e M. Por sua vez. a Islândia e outros países do Norte Europeu. A empresa tem vindo a investir fortemente em promoção. No entanto. com um distribuidor em cada país: EUROPA DO NORTE. não tem sido muito estudado o segmento de mercado: indústria do frio. um para a zona Norte e um outro para a zona Centro/ Sul. situando se os principais clientes em França.Processo Orçamental IEFP · ISQ E . pelo que esta posição resulta duma mera percepção da empresa. Na realidade. Para além destes mercados. Contudo. o responsável pelas vendas internas é o sócio minoritário M.COMERCIAL As vendas da Vestebem são asseguradas por distribuidores não exclusivos. Limitações de capacidade de produção não têm permitido estudar com maior profundidade as capacidades de penetração nestes mercados. A responsabilidade comercial não está concentrada no mesmo elemento da Direcção Geral da Vestebem. o desconhecimento da concorrência e das potencialidades do mercado é grande. não se dispõe de grande segurança quanto a este tipo de informações. . De facto. apenas se identifica um forte concorrente num país da Europa Central. no estrangeiro são cobertos os seguintes mercados. existem oportunidades a serem estudadas quer noutros países do Médio Oriente. porquanto o único concorrente conhecido é um ex distribuidor.

FINANCEIRA A quase totalidade do investimento foi coberta por fundos próprios.000 euros. Relativamente a estes últimos. A empresa tem utilizado frequentemente o descoberto bancário. no início de cada ano. Em média. 9 Guia do Formador . Tratou se duma decisão estratégica da empresa. Fr. Destes são consideradas ( para efeitos contabilísticos )de longo prazo 125. tem ultrapassado os três meses de crédito. Também. que são os valores considerados aceitáveis pela Direcção. baseado em contas correntes caucionadas em vários Bancos. têm se conseguido muito boas condições. o prazo médio tem ultrapassado os três meses. nada tendo a ver com relações bancárias. O prazo de pagamento concedido aos clientes é de 60 dias. F . havendo alguns clientes marcadamente crónicos. IEFP · ISQ Processo Orçamental A empresa tem apostado na qualidade do produto e no cumprimento dos prazos de entrega. para os meses de maior afluxo de pedidos. Tem se procurado que as necessidades financeiras para cobertura do "stock" médio não ultrapassem 15 dias de vendas para os produtos acabados e 30 dias de consumos para as matérias primas. O sistema de facturação (muitas das facturas ainda são elaboradas manualmente e as que são tratadas informaticamente säo-no no exterior ). face à inflação dos respectivos países. Também o sistema de facturação e os controlos manuais das dívidas de clientes não têm permitido realizar estas tarefas com maior eficácia. O objectivo de conseguir um taxa de rendibilidade dos capitais próprios de 25% tem orientado a empresa para uma maior atenção no acompanhamento da produtividade. utilização de capacidade e custos. mesmo com o principal fornecedor de matérias primas no estrangeiro. prazos de entrega. especialmente no mercado externo. os Bancos com que a empresa trabalha têm mostrado grande abertura perante necessidades de financiamento.03 Ut. até ao montante de 250. Neste domínio.02 Gestão Orçamental II . características. e a deficiente gestão de existências (especialmente de matérias primas) não se têm mostrado adequados para a procura da imagem pela empresa. Os preços de venda são ajustados anualmente. Contudo. em particular. Quanto aos pagamentos a fornecedores. para apreciar as suas críticas e sugestões em termos de qualidade do produto.000 euros. uma vez por ano. tem havido uma cada vez maior resistência dos distribuidores internacionais às taxas de ajustamento. e auscultar as expectativas quanto ao volume de negócios para o ano seguinte e. etc. promove um encontro com todos os seus distribuidores. como forma mais eficaz de penetração e manutenção da sua clientela.O. procurando acompanhar a taxa média de inflação. mas verifica se não terem vindo a ser cumpridos. especialmente pelos clientes estrangeiros.000 euros sendo de curto prazo a diferença isto é 125.

Durante o mês de Agosto a empresa encerra as suas instalações. muito baixo. mas por candidatos sem qualquer nível de qualificação. As condições de cobrança encontram se definidas no plano comercial. por outro. Trata se dum aspecto a ter em conta. pago 45 dias após o fecho de cada mês e com reembolsos a 90 dias. mas existe um conjunto de incentivos e subsídios que poderão permitir ao pessoal fabril acrescê lo numa percentagem que poderá ir até aos 45% daquele. terá provocado algumas dificuldades de relacionamento entre H . Pensa se a breve prazo lançar uma destas acções apoiadas pelo IEFP. A grande maioria de mão de obra é feminina. O nível remunerativo é relativamente baixo em termos de salários base. Aliás. rejuvenesce a população activa da empresa. ficando todos os serviços sem qualquer actividade. até que alcancem um bom nível de desempenho. não se tendo até ao momento promovido quaisquer acções de formação profissional ou escolar. Por um lado. Os trabalhadores são remunerados numa base de 14 meses/ano. situando se na ordem dos 15%.03 Ut. provoca problemas na produção face à inexperiência dos novos elementos. O regime de IVA é geral. O absentismo é relativamente alto. todos os trabalhadores reportam directamente à Direcção Geral. contribuindo para as elevadas taxas de absentismo.02 II . As vendas internas estão sujeitas a IVA à taxa normal de 19%. por produto e em número de unidades. Existe muita procura de emprego. No local não é difícil o recrutamento de mão de obra em termos de quantidade.Dados específicos para a orçamentação 1. 5. O nível escolar dos trabalhadores da empresa é. o que foi agravado pela recente mudança das instalações. Fr. 2. torna se necessário um período relativamente longo de aprendizagem.O. sendo o subsídio de férias processado e pago no mês de Julho e o subsídio de natal no mês de Dezembro. 4. relativas ao último triénio 2002 . Em anexo indicam se as vendas reais trimestrais. em média.Processo Orçamental IEFP · ISQ G . sob pena de se multiplicarem as ineficiências ao nível da produção. A instituição de prémios de actividade.2004. 3. mas. que permitirá melhorar o nível de conhecimentos dos novos recrutamentos da Vestebem Lda.PESSOAL Nos últimos dois anos tem se verificado uma grande mobilidade do pessoal. 10 Gestão Orçamental Guia do Formador . embora tivesse melhorado o nível de produtividade (subiu de cerca de 55% para 75% a 80%). com periodicidade mensal. mas já o é em termos de qualificação profissional. Como se referiu.

9. devendo ser entregue nos cofres do Estado até ao dia 20 do mês seguinte em que é deduzido). A taxa de impostos sobre lucros é de 30% 12.02 Gestão Orçamental II . A taxa média de IRS em vigor na empresa é de 10%....... Os royalties são processados e pagos no final de cada mês. Os seguros de pessoal ascendem a cerca de 4..O.......... Os investimentos serão pagos só em 2006....... medicina no trabalho ........ 11.000 euros é classificado como longo prazo o restante é classificado como curto prazo. nacionais 60 dias….....15 dias Stock de matérias primas... 11 Guia do Formador . O contrato de publicidade é anual mas pago mensalmente. Empresa Veste Bem Orçamento 2005 Estatísticas de Vendas (UN) Fr....... As compras de matérias primas e subsidiárias e de imobilizados estão su- jeitas à taxa normal de IVA..5% sobre os vencimentos base para efeitos de diversos benefícios sociais como cantina. O equilíbrio do Balanço é efectuado através de um descoberto flutuante que paga juros anuais à taxa de 6% ........... IEFP · ISQ Processo Orçamental 6. Sabe se que não é dedutível o IVA correspondente às deslocações e estadas.5% da massa salarial e são pagos mensalmente. 7.serviços sociais e outros. prevê se uma repartição uniforme longo dos 12 meses.. no mês seguinte ao que respeitam.. externos 90 dias Pagamento a fornecedores..... É deduzido IRC à taxa de 15% (rendimentos de pessoas colectivas não residentes).....03 Ut... ficando classificados em outros credores.90 dias Stock de produtos acabados..... O valor de 125. 10.... Os encargos sociais e os restantes impostos são liquidados e pagos de acordo com as disposições legais.... Existem ainda custos diversos com o pessoal de cerca de 9. Quanto às restantes despesas não dependentes das vendas...... Resumo sobre Prazos para orçamento 2005 Recebimento de Clientes......30 dias 13..... Esta é uma classificação contabilistica pois para efeitos de cálculo de juros deve-se considerar em conjunto. seguros e royalties 8.

12 Gestão Orçamental Guia do Formador .000 Total 13.500 Real 2003 1º trim 2ºtrim 3ºtrim 4ºtrim Totais Macaco 875 875 583 1.400 Estimativa 2004 1º trim 2ºtrim 3ºtrim 4ºtrim Totais Macaco 725 725 483 967 2.000 2.250 2.500 Blusão 1.500 Outros 240 60 0 900 1.200 180 120 1.000 2.000 Outros 500 250 250 500 1.500 Gabardina 200 50 0 750 1.000 Gabardina 250 250 250 750 1.400 Outros 333 167 167 333 1.02 II .Processo Orçamental IEFP · ISQ Real 2002 1º trim 2ºtrim 3ºtrim 4ºtrim Totais Macaco 750 750 500 1.500 Total 11.000 Blusão 1.500 Casaco 625 375 250 1.O.000 3.200 Total 12.000 Calças 800 120 80 1.000 3.250 2.167 3.03 Ut.000 2.900 Casaco 475 285 190 950 1.500 3.500 Calças 250 250 250 750 1.900 Blusão 750 750 500 1.500 Fr.000 Calças 333 333 333 1.000 150 100 1.050 1.000 Casaco 500 300 200 1.000 Gabardina 280 70 0 1.

Mar.O.00% 11. 13 Guia do Formador . Mai.000 200.030 1. Vendas iva 19% 70.93% Blusão 100 90 175 180 185 200 1.272 12.00% 0.00% Exportação 90.00% 15.11% Casaco 100 100 190 210 200 220 1. Macaco 280 285 277 300 350 Casaco 190 195 195 200 100 Blusão 175 170 180 190 100 Calças 125 130 122 145 140 Gabardina 100 110 99 50 50 Outros 130 140 150 70 80 Total 1. Ago.02 Gestão Orçamental II .960 .000 100.000 1.03 Ut. Mai.00% 0.386 197. Jul. Para balanço Saldo inicial 200.822 28.745 17.000 8.871 73.85% Total 760 710 0 955 940 935 910 10.624 49.290 12.05% Outros 100 100 130 130 130 130 1.735 72. Set. Abr.038 Nacional 14. Mar.00% 9.276 72. TOTAL % média Macaco 300 250 250 200 200 130 2. Abr. Out. Fev.38% Calças 110 120 100 100 90 90 1.00% 85.606 208.009 10.00% 10.00% 90.00% 88.442 Recebimentos 100.049 71.00% 11% Exportação 86. Dez.868 Fr.000 170. IEFP · ISQ Processo Orçamental Unidades Jan.00% 4.00% 12.00% 95. Nov.00% 89.00% Unidades Jun.00% 89% Saldo clientes Jan.00% 91.00% 87. Fev.67% Gabardina 50 50 110 120 130 140 1.023 955 820 Nacional 10.00% 5.00% 94.00% 13.00% 85.900 18.056 61.871 144.00% 15.

Dez.027 209. Total Exist. Mar. Final 85 90 95 50 50 45 0 88 90 93 100 88 88 Fr. Jul.03 Ut. Final 143 139 150 175 125 125 0 125 100 100 65 140 140 Casaco Jan.997 0 69. Final 98 100 100 50 50 50 0 95 105 100 110 95 95 Blusão Jan. Jul.167 693. Abr.198 84.675 710.484 49. Abr.745 1. Agosto Set. Maio Jun. Dez.745 Exist.878 76. Macaco Jan.095 . Abr. Dez. Fev.120 69.236 Programa de Produção e stocks de P. Total Exist.822 Exist. Total Para balanço Saldo inicial 140. Maio Jun. Out. A.641 47. Nov. Inicial 95 98 98 100 50 50 50 0 95 105 100 110 95 Produção 193 198 198 150 100 100 50 95 200 205 210 205 1. Mar.785 200.224 44. Vendas iva 19% 47. Out.822 Vendas 280 285 277 300 350 300 250 0 250 200 200 130 2.369 37. Para balanço Saldo inicial 175. Inicial 88 85 90 95 50 50 45 0 88 90 93 100 88 Produção 173 175 185 145 100 95 45 88 178 183 193 188 1.O. Jul. Fev. Inicial 140 143 139 150 175 150 125 0 125 100 100 65 140 Produção 283 281 289 325 325 275 125 125 225 200 165 205 2.02 II . Maio Jun. Out.745 Vendas 175 170 180 190 100 100 90 0 175 180 185 200 1. Agosto Set.188 Saldo clientes Nov. Nov. Total Exist. Agosto Set.908 70.685 134.900 Exist.534 149.557 107.120 Recebimentos 73. Mar. 14 Gestão Orçamental Guia do Formador . Set.073 60. Ago. Jul. Dez.900 Vendas 190 195 195 200 100 100 100 0 190 210 200 220 1.Processo Orçamental IEFP · ISQ Saldo clientes Jun.528 Recebimentos 4. Out. Nov. Fev.000 Média 712.762 Vendas iva 19% 73.

Maio Jun.00% 5.00% 1.00 10.00% 10. Final 55 50 25 25 25 25 0 55 60 65 70 50 50 Outros Jan. Out.50 Tecidos acessórios % unidade final 0.00% Tecidos acessórios % unidade final 1. Out.00% 2.272 Exist. Dez.00% 10. Maio Jun. Jul.03 Ut. Dez.00% 1.00% 2. Agosto Set. Dez.00 0.00 0. Total Exist. Maio Jun. Mar.50% 5. Fev. Final 65 61 73 70 55 60 0 50 50 45 45 63 63 Gabardina Jan. Total Exist.00% Acessórios % unidade final 2.50% 1.25 5.00% 5. Agosto Set.50% 2. Abr. Mar. Jul.50 Fr. Total Exist. Fev. Final 55 50 25 25 25 25 0 65 65 65 65 65 65 Componentes Coeficientes Macaco Casaco Blusão Calças Gabardina Outros incorporação Tecido principal % unidade final 5. Inicial 63 65 61 73 70 55 60 0 50 50 45 45 63 Produção 128 126 134 143 125 115 60 50 100 95 90 108 1. 15 Guia do Formador . Abr.00 0.009 Exist. Abr. IEFP · ISQ Processo Orçamental Calças Jan. Mar.25 2.00% 1.50 20. Out.009 Vendas 100 110 99 50 50 50 50 0 110 120 130 140 1. Inicial 50 55 50 25 25 25 25 0 55 60 65 70 50 Produção 105 105 75 50 50 50 25 55 115 125 135 120 1.00 2. Nov.290 Vendas 100 110 99 50 50 50 50 0 130 130 130 130 1.00% 5.50 Acessórios % unidade final 0.50 2. Inicial 50 55 50 25 25 25 25 0 65 65 65 65 65 Produção 105 105 75 50 50 50 25 65 130 130 130 130 1.272 Vendas 125 130 122 145 140 110 120 0 100 100 90 90 1. Nov.00 2.290 Exist.70 1.02 Gestão Orçamental II .O. Jul.50 10. Fev. Agosto Set.00% 10.00% Componentes Coeficientes Macaco Casaco Blusão Calças Gabardina Outros de custo Tecido principal % unidade final 1.35 1. Nov.00% 1.75 5.50 0.

1 4.3 6.5 2656. Jul.3 6.4 Exist.8 2.8 1.3 2800.0 1400.0 1251.8 1460.5 3.984.0 2240.3 Compras 2496.043.Processo Orçamental IEFP · ISQ Programa de Compras e stocks de M. Nov.P Tecido Jan.5 2800.5 2656.8 2671.4 5.0 680.0 1400.0 2000.0 23964. Maio Jun.1 5.956.693.6 1748.5 1181. Abr.043.312.5 2656.0 24446.3 Compras 6.1 Compras 6.8 1460.0 2000.8 2.0 Tecido Set.5 2656. Out.1 4.0 2482.0 1400. Out. Inicial 2560.3 3.3 Consumo 2496.0 2240.0 Tecidos Jan.1 Compras 2671.3 5.8 1460.5 2671.03 Ut.3 2800.0 1400.0 1251.984.0 1251.606.3 3.984. Agosto principal Exist.5 2800.0 1251.0 680.5 3.312.5 2800.262.956.956.5 2656.5 1155.02 II .441.0 2000.8 Tecido Set. Total principal Exist.5 2656.606.8 1. Mar.6 1748.6 1748.1 2496.606. Total principal Exist.3 2800.3 2800. Agosto Compras 2482.468.8 1460.0 2240.5 3.043.3 2800. Final 5. Final 2671. Dez. Inicial 2482.0 2671.0 1251.1 4. Inicial 5.8 2.1 4.441.4 Exist.3 Consumo 6.693.0 24446.3 2560.6 1748.5 11024.O.0 2000.0 2671. Agosto acessórios Exist.312. Total Compras 1117.0 5.938.0 2240. Mar.5 11024.8 1460.043. Mar.0 2482. Dez.0 1400.8 Consumo 5.308.3 Exist.8 1460.3 5.468.5 1155.8 2671. Fev.262. Abr.1 2496.614. Nov.6 1748. Fev.0 1251. Final 2496.3 3.0 1400.0 2000.3 2560.0 2000.0 2240.0 680.8 2.2 Consumo 1117.1 2496.3 Exist. Fev.3 2560.956.693.3 5.0 Acessórios Jan.468. Maio Jun. Out.8 1.441.5 2656.5 3.5 2656.3 3. Dez.0 2240. Jul.606.0 680.0 Set. Abr.2 Fr. Inicial 6.0 680. 16 Gestão Orçamental Guia do Formador .8 1. Final 6.693.0 680.6 1748. Maio Jun.468.441. Nov.312.3 Consumo 2560.0 Consumo 2482.0 23964.3 1181. Jul.3 2800.

771 99.531 Agost. Fev.869 25.000 30.353 28.222 8.296 Pagamentos 10.723 32. Out.025 Compras 10. Abril Maio Jun.507 20.051 10.680 6.908 30.353 28.033 23.445 7.908 30.799 30. Tecido principal 6614 5441 4313 3606 3469 1694 2956 Tecido acessórios 2496 2241 1749 1460 1400 680 1251 Acessórios 1112 1124 1081 873 696 666 324 Total 10.869 25.743 10.153 10.296 4. Maio Jun.783 Compras 6.743 10.908 9.641 14.459 10. Total Total Saldo inicial 15.142 5.O.033 23.382 5.025 15.771 11. Dez. Jul.090 9. Març.641 Fornecedores Jul.723 32.000 4.000 10. Dez.908 9. Saldo inicial 30.939 5.000 10.345 31.802 31.783 Saldo final Fr. Mar.382 5.963 3. Total Total Tecido principal 6044 6263 6514 6253 6000 59166 Tecido acessórios 2560 2671 2801 2656 2000 23964 Acessórios 549 1118 1145 1182 1156 11024 9.783 31. Agost. 17 Guia do Formador . Nov.03 Ut. Dias Politica de stocks Tecido Principal 90 30 dias consumo Tecido acessório 30 30 dias consumo Acessórios 30 stock zero Euros a comprar Jan. IEFP · ISQ Processo Orçamental Orçamento de Compras Matérias Prazo Pag.819 9.090 17. Set.040 4.345 31.02 Gestão Orçamental II .154 Total Fornecedores Jan.090 17.000 30.019 Pagamentos 14. Fev.000 10.799 31.680 Saldo final 30.831 9.565 3.209 10. Nov.755 100.963 3. Abr.154 94.831 9.806 7. Set.445 7.156 94.507 20. Out.

Administrat 14.750 Total estimado 172.O.02 II .0000 Meses Pagos 14.750 Acabamento 10.000 20 6.00% Meses do Ano 12.50% Taxa Social 11.000 No quadro seguinte.000 248.0000 Dados sobre Valores do ImobilIizado em 2004 Equipamento Vida Econ.000 10 8.800 Acabamento 20.000 20 1.03 Ut.000 Total 50.000 Costura 30.300 D.Geral 8. Outros Vida Econ. Básico Corte 10.000 25 880 Serv.000 17.000 8 36.000 5.000 10 10.000 8 12. 18 Gestão Orçamental Guia do Formador .400 Costura 40.000 8 3.000 76.480 TOTAL 122. Amortizações Básico Corte 20.000 20 1. Fr.00% IRS 10.00% Diversos 3.000 10 2.500 Embalagem 10.000 25 1.00% Seguro Acidentes 2.000 10 1.850 Oficinas 10. Patronal Trabalhadores Taxa Social 24.000 10 6.000 76.000 10 2.000 10 1.000 20 2.000 20 2.Processo Orçamental IEFP · ISQ Tabela de percentagens a pagar Ent.210 Investimentos para 2005 Equipamento Vida Econ. estão representados os orçamentos de custos para 2005.

743 Total industriais 433.000 3.03 Ut.Geral Total IEFP · ISQ Guia do Formador Orden.000 113.O.710 Subcontratos 50.167 25.000 25.000 500 4.146 42.167 833 5.033 Energia Eléctrica 5.000 Conservação e Reparação 1.550 3.000 2.321 9.000 3.02 Informação base (em euros) Efectivos por centro de custo 5 30 5 5 1 4 3 53 Corte Costura Acabamento Embalagem Oficinas Serv.000 3.000 5.167 4.000 4.000 1.000 280.960 TOTAL 48.000 5.000 25.480 22.850 1.333 46.000 2.710 Royalties 15.875 7.000 5.000 Seguros 0 0 0 0 1.000 Água 1.Adm.703 Gestão Orçamental II .902 Total administrativos e comerciais 140.271 40.000 1.000 53.000 5.000 10.000 30.575 5.717 80.000 3.000 Comissões 5.000 Deslocações 0 0 0 0 50 300 10.500 Publicidade 5.500 1.500 Combustíveis 500 500 500 500 50 300 300 2.650 Comunicação 0 0 0 0 0 2.675 43.000 Honorários 6.000 500 0 1. D.805 47.703 574.000 5.350 Material escritório 1.400 10.429 8.802 574.000 Amortizações 3.671 291./Salários (Sub./Salários (base) 25.000 150. e com.000 Publicidade 5.000 Transportes Mercadorias 3.férias e Natal) 4.000 20.997 536.250 875 875 175 1.050 700 9. 19 Processo Orçamental .000 3.500 583 583 117 700 467 6.033 Seguro Acidentes 583 3. Fr.964 92.000 6.533 Outros custos com pessoal 875 5.000 500 200 10 7.146 7.300 880 1.000 0 15.146 1.000 4.000 Orden.800 423.667 Encargos Sociais 7.

e com.Geral Total Processo Orçamental Custos que não deduzem Royalties 0 0 0 0 0 15.000 e Encargos Recapitulação 48.500 2.710 Serviços externos Amortizações 3.000 0 0 0 500 0 0 1.000 3.480 22.000 Taxa a 5% Água 1.771 226.300 113.000 0 15.964 92.771 7.671 291.000 0 15.03 Ut.675 43.000 700 1.350 Gestão Orçamental Seguros 0 0 0 0 0 1.600 16.997 574.802 Guia do Formador IEFP · ISQ Fr.500 54.217 423.110 31.703 Total industriais 433.500 Tecido principal não paga iva Resumo Custos com o Pessoal 37.02 . II .625 37.771 37.Adm.033 Fornecimentos e 7.000 4.850 1.500 1.902 Total adminstrativos e comerciais 140.000 10.271 40.321 9.O.400 10.550 3.000 Deslocações 0 0 0 0 50 300 10. 20 Nota para IVA: Corte Costura Acabamento Embalagem Oficinas Serv.300 880 1.325 30.805 47.960 Outras Despesas 0 0 0 0 0 15.554 45. D.

090 645 24.390 56.745 1.085 43.541 7.446 Acessórios 988 2.265 5.217 6.643 Fr.00% 13.598 7.03 Ut.818 33.929 5.180 3.2 7.375 4.363 636 2.725 Outros 93.2 105.3 118.530 5.474 Tecidos acessórios 1. Macaco 41.726 30.267 10.0 8.908 137.4 Orçamento de Stocks de Produto Acabado Custo uni.00% 100.00% Custo transformação 108.900 1.336 Calças 108.450 3.944 Tecido principal 4.265 Blusão 118.725 636 10.079 10.902 Corte 12168 9734 8274 7301 4867 6327 48671 Costura 72919 58335 49585 43751 29168 37918 291675 Acabamento 10818 8654 7356 6491 4327 5625 43271 Embalagem 10080 8064 6855 6048 4032 5242 40321 Oficinas 2491 1993 1694 1495 996 1295 9964 433.3 10. Prod.250 30.515 93.990 47.030 6.475 86.068 206.633 42.272 1.00% 10. Mar.712 6.2 149.6 10.186 7.738 4.672 4.902 14.376 3.975 2.939 9.290 Custo por unidade equivalente 41.672 Total 47.0 93.225 58.538 4.571 5.671 11.842 7.725 3.009 1. Maio Jun.902 Total 116.00% 15.763 65.4 6.725 3.407 433.822 1.02 Gestão Orçamental II .180 20.949 6.929 5.288 4.024 % 25.846 Produção equivalente 2.549 527.2 5.452 32.186 5. Abr.00% 17.360 120.375 8.265 5.6 108.377 200.271 3.O.267 10.155 Casaco 105.490 Gabardine 149.725 3. IEFP · ISQ Processo Orçamental Orçamento dos Custos de Produção Secções Macaco Casaco Blusão Calças Gabardine Outros Total Matérias Primas 7.445 31.500 17.264 5. Equivalente Jan. Fev.196 7.580 150. 21 Guia do Formador .018 645 11.877 5.009 3.00% 20.780 73.

074 6. Externos-água 6 6 6 6 6 6 75 Outros 1.493 46. Out.556 1.867 4.374 1.056 10.4 0 6.112 -2955 -2.437 -4.583 10.6 0 10. Out.648 IVA DEDUTIVEL Forn.553 23.321 -4.125 13. Mar.437 Mapa de controlo de IVA Jan.192 1.003 Blusão 118. Set.375 Calças 108.2 0 5.857 Jul.857 10.960 -6.686 10.124 2.074 Total 0 45.378 2.408 4. Dez Total Controlo IVA Líquido (sobre vendas) 1.Processo Orçamental IEFP · ISQ Custo uni.556 1. IVA Líquido (sobre vendas) 1.146 Saldo para balanço -2.549 1.124 4.451 Outros 93. Externos-água 6 6 6 6 6 6 Outros 1.556 1.556 1.773 Casaco 105. Nov.681 5.549 1549 1549 1.105 -4.03 Ut.618 -1. Serv.549 18. Equivalente Jul.155 4. Agost.549 1.549 1.766 -907 -31 Recebimento 60 dias após 45 dias -882 -625 -762 -588 -608 -2.275 46.3 0 10.549 1.224 IVA Dedutível Existências Tecidos acessórios 474 426 332 277 266 129 Acessórios 211 214 205 166 132 127 686 639 538 443 398 256 IVA DEDUTIVEL Forn.024 299 591 720 750 729 600 6.549 1.605 -2.556 1.247 0 658 540 1.668 -11538 IVA a pagar (recuperar) -608 -2.003 11.964 Acessórios 62 104 212 218 224 220 2.549 1.778 72.212 46. Macaco 41.431 7.196 8.321 1.211 1.321 Fr. Abril Maio Jun.02 II .549 1.146 -1.375 10.556 18.968 11.487 -3.760 Gabardine 149. Dez.556 IVA a pagar (recuperar) -920 -685 -882 -625 -762 -588 Recebimento 60 dias após 45 dias 0 0 -920 -685 Saldo para balanço -920 -1.095 11.583 -4.556 1.556 1.867 6.510 1.2 0 5.556 1.249 47.941 9. Prod.556 1.138 -6. 22 Gestão Orçamental Guia do Formador .074 6.556 1.593 1.O. Serv. Fev. Set.074 6. Nov.408 5. Agost.516 IVA Dedutível Existências Tecidos acessórios 238 486 508 532 505 380 4.530 11.549 1.671 10.0 0 8.074 6.

567 2.567 2.000 8.5%) 817 817 817 817 9. IEFP · ISQ Processo Orçamental Mapa de controlo da Segurança Social Processamento Jan.717 11.333 46.283 8.333 23.283 8.667 326.000 Pag.03 Ut.567 2.+ Salários 23.717 5.011 34. Out.283 8.544 28.717 5.033 406.717 Seguro (4.O.283 14.533 Diversos 817 817 817 817 9.283 8.567 2.567 Empresa (24. Agosto Orden.333 46.900 18. Dez.800 Total 28.011 Saldo final do mês conta 245 8.567 2.544 50.544 28.367 18.333 Pessoal (11%) 2.734 Pag.433 80.283 8.567 30.544 28. Fev.283 8.533 Diversos (9. Agosto Ordenados Líquidos 18.667 Pessoal (11%) 2. Abr.333 23.283 conta 26 544 544 544 544 544 544 544 544 Processamento Set. Seg.5%) 5.283 14. Seg.283 96.900 18.900 18.567 2.567 2.544 28.333 23. Maio Jun. Dez. Nov.261 Saldo final do mês conta 245 8. Mar. Maio Jun.800 Empresa (24. Total Ordenados Líquidos 18. Jul.283 8.900 40.900 40.567 2.5%) 5. Mar.283 8.433 5.283 8.333 23.544 50. Abr.261 28.667 23.283 8.5%) 544 544 544 544 6. Jul.717 5.900 18.900 18.900 18.333 23. Nov.333 23.567 2.02 Gestão Orçamental II .283 14.900 18.5%) 544 544 544 544 544 544 544 544 Diversos (9.333 23.717 5. 23 Guia do Formador .283 8. Total Orden.+ Salários 23.717 5.567 2.5%) 817 817 817 817 817 817 817 817 Processamento Set.000 Seguro 544 544 544 544 544 544 544 544 Diversos 817 817 817 817 817 817 817 817 Total 20.283 8. Social 8.283 8.283 8.283 8.717 11.544 28.717 5.800 Mapa de controlo de Pagamentos de Ordenados Líquidos Processamento Jan.000 conta 26 544 544 544 544 Fr.544 28.833 Seguro 544 544 544 544 6. Fev.700 Seguro (4. Out.717 5.367 269. Social 8.

921 o ano ant) Set.167 493. Agosto Ano anterior 100.016 Recebimentos Set.000 0 0 0 -920 -685 -882 -625 Total 105.276 72.054 2. Pessoal (8%) 1.054 2.921 Valor pago (jan. Agosto Pessoal (8%) 1.120 69.054 2. Mar. Fev.054 Valor pago (jan.948 72.049 71.019 Fr.054 2.276 72.Processo Orçamental IEFP · ISQ Mapa de controlo do IRS Jan. Dez.867 1.000 8. Nov.369 4.217 Total 46.641 Reembolsos IVA 5.054 3.03 Ut.000 Royalties (15%) 188 188 188 188 Saldo IRS a pagar 2.133 409.484 49.867 1. Jul.054 2.000 Ano actual 8. é 2.921 2.528 217.054 3.054 3.054 2.868 73.512 67.733 26.292 Reembolsos IVA -762 -762 -608 -2.054 2. Maio Jun.049 70.867 Royalties (15%) 188 188 188 188 188 188 188 188 Saldo IRS a pagar 2.607 46.073 60.607 3.000 100.054 2.867 1. Total Total c/ IVA Dif.054 o ano ant) Orçamento de Tesouraria OK Recebimentos Jan.867 1.054 2.054 2. Abr.867 3. Dez. é 2.054 2.054 2. Ano anterior 200.O. Fev.146 -7. Nov.034 14. Out.000 Ano actual 47.867 1.054 2. Jul.369 47.236 710.021 691.867 1.054 2. Maio Jun.867 1.867 3. Abr.000 100.602 49. 24 Gestão Orçamental Guia do Formador .387 59. Mar. Out.733 1.02 II .

-IRC 3.641 71.155 8.544 28.770 49.178 23. Maio Jun. FSE c/ IVA 8. Jul.571 -5855 Saldo Tesouraria Acumulado 46.000 10.446 2. FSE c/ IVA 8.860ok Pag.817 20.000 Ano ant.676 0 19.921 Pag.000 10.000 10.295 Juros Recebidos Total 46. público 15. Fev.054 2.446 2.676 43. FSE s/ IVA 2.555 -6.178 23.000 10.500ok Pag.771 99.155 8. 25 Guia do Formador .024 44. (+) 46.446 29. Agosto Pagamentos Salá.987 51. Total Total c/IVA Dif. Mar.092 Saldo Tesouraria 1.03 Ut.054 2.446 2.019 Pagamentos água 125 125 125 125 1.155 8.463 Pag.636 115. Abr.295 Fr. Abr.068 73.155 51.580 92.446 2.155 8.593 Set.469 37.382 5.446 2.000 10. Agosto Disponib. 43.173 54. público 15.261 28.000 407.446 2.+SS+outros 20.000 Total 58.383 -9. Pagamentos Salá.927 Orçamento Financeiro Origem dos fundos Jan. Nov.054 3.155 8.054 2.817 20.324 52.383 9.871 Saldo Tesouraria 46.446 2.155 97.446 2.446 Ano ant. líq.019 105.-IRC Total 44.544 28.676 -43.555 -47.013 48.054 2.544 28.446 2.350ok Ano ant.544 28.000 10.O.013 48.054 24. a fornecedores 10.054 2.000 10.02 Gestão Orçamental II .363 1.448 99.011 34.544 28.004 69.542 37.987 -9.048 19.458 91.+SS+outros 28.011 382.970 6.155 8. Jul. Dez.054 2.620 46. FSE s/ IVA 2.054 2.013 48.544 50.178 23. IEFP · ISQ Processo Orçamental Jan.671 Pagamento IRS 2.000 Ano ant.-Sec.446 2.155 8.-Sec. Iniciais 0 0 0 0 0 0 0 0 Saldo Tesour.562 653.000 10.232 50.324 51.622 19.544 50. Fev.927 Saldo Tesouraria Acumulado 101.261 Pagamento IRS 0 2. a fornecedores 10. líq.963 Pagamentos água 125 125 125 125 125 125 125 125 Pag.054 2.155 8.970 6.000 6.155 8.383 0 0 Emprést.817 20.544 28. Mar. Out.689 51.155 Pag. Maio Jun.622 9. Contrat.155 8.013 94.

182 19. Emprést. Juros cp 0 0 0 0 0 Curto Prazo Longo Prazo 9. Mar.555 47.535 156.178 23. Investimento 0 0 0 0 Reemb.542 122. Emprést.174 7.048 9. (+) 1. Juros Ip 818 585 574 635 538 432 399 440 Pag.987 10. Dez.02 II . (-) 46. Out.173 7.675 43.555 6. Iniciais 0 0 0 0 Saldo Tesour. 0 0 Longo Prazo 45.970 6.Processo Orçamental IEFP · ISQ Origem dos fundos Set.987 0 0 0 160. Maio Disponib. Nov. Agosto Investimento 0 0 0 0 0 0 0 0 Reemb.987 10.387 Juros Recebidos Total 1.295 Aplicação de fundos Set. Longo Prazo 1.855 Saldo Tesour.012 48. Abr.028 48.126 Saldo Tesour. Fev. Contrat.299 125.03 Ut. Jul.640 22.090 19. Out.028 48.721 Pag.592 Curto Prazo Pag.054 Emprést.951 Curto Prazo Pag.173 7. Dez. (-) 1.622 19.O.299 Fr.194 48.028 48. Maio Jun. Juros Ip 452 473 618 757 6. Juros cp 0 0 0 0 0 0 0 0 Curto Prazo Longo Prazo 0 0 43. 10.817 20. Nov.383 9.299 Aplicação de fundos Jan. 26 Gestão Orçamental Guia do Formador .571 5.

028 -48.30 6. Out.03 Ut.426 97.786 74.987 136.02 Gestão Orçamental II .997 140.535 -10.O.299 31.767 155.622 19.608 117. a Impostos 15.101 89. Agosto Set.594 147.271 141. 27 Guia do Formador .721 Custos Financeiros cp 0 Resultados Correntes 22.427 97.846 Resultado Industrial 170.564 99. Nov.961 Fr.099 89.801 Imposto sobre rendimento 0.271 84.986 136.523 Custos Financeiros Ip 6. Mar.195 48. IEFP · ISQ Processo Orçamental Jan. Dez Endividamento do mês -9970 -6295 1.640 22. Fev.076 92.174 -7.766 155.206ok 84.805 Custos Direcção Geral 47.609 117.592 147.802 Resultados Operacionais 29.836 Total 0. Comerciais 92.840 Result.090 -43.066 155.806 91.834 Endividamento acumulado 186.182 19.324 Custos Administ.170 Custo das Vendas 527.951 141.566 99.077 92.060 Jul.804 91. Abril Maio Junho Endividamento do mês 45.065 Total 0.060 endividamento final Demonstração de Resultados Previsionais-Industriais Ano Vendas 698.065 Endividamento acumulado 186.787 74.

Processo Orçamental IEFP · ISQ

Demonstração de Resultados Previsionais-Poc

Vendas 698.170
Existências iniciais
Compras
Existências finais
CEVMC 93.444
Variação de produção 0
Margem bruta 604.226
Custos com o pessoal 423.033
Fornecimentos e servições externos 113.710
Amortizações 22.960
Outras despesas e encargos 15.000
Custos operacionais 574.703
Resultados operacionais 29.523
Custos financeiros Ip 6.721
Custos financeiros 0
Resultados correntes 22.801 6.840
Imposto sobre redimento 0,30 6.840
Result. a. impostos 15.961

Balanço Previsional-Poc

Final Dezembro de n -1 Ano 2005
Activo Imobilizado 180.790 207.830
Equipamento Básico+outros 198.000 248.000
Amortizações -17.210 -40.170
0 0
Activo Circulante

Existências
Matérias Primas Sub. e de Cons. 7.790 8.000
Produtos Acabados 46.437 46.437
Dividas de Terceiros Curto Prazo
Clientes 200.000 217.292
IVA 5.000 4.321
Conta de Controlo com Orç. Tes.
Depósitos Bancários e Caixa 5.000 5.000
Total Activo 445.017 488.881
Fr.O.03 Ut.02

II . 28 Gestão Orçamental
Guia do Formador

IEFP · ISQ Processo Orçamental

Final Dezembro de n -1 Ano 2005
Capital Próprio 210.746 226.707
Capital social 200.000 200.000
Reservas (2004) 10.746
Resultados 10.746 15.961

Emprestimos bancário mip 125.000 125.000
Dividas a terceiros - Curto prazo 109.271 137.174
Fornecedor 30.000 31.783
Credores por imobilizado 50.000
Empréstimos bancários 61.271 30.085
Sector Público Estatal 15.000 18.465
IRC a pagar 3.000 6.840
Total Cap. Próprio + Passivo 445.017 488.881
Controlo 186.271 155.066
Endividamento pelo Orç. Fin. 155.066
Diferença por arredondamentos 19
Fr.O.03 Ut.02

Gestão Orçamental II . 29
Guia do Formador

Processo Orçamental IEFP · ISQ

APRESENTAÇÃO DAS TRANSPARÊNCIAS
PROPOSTAS PARA UTILIZAÇÃO

Orçamentar: gerir numa lógica de futuro Representação esquemática do processo
orçamental

Gestão Orçamental II.1 Gestão Orçamental II.2

Sequência orçamental

Gestão Orçamental II.3

Fr.O.03 Ut.02

II . 30 Gestão Orçamental
Guia do Formador

06 Ut. IEFP · ISQ Centros de Responsabilidade Centros de Responsabilidade Fr.T.03 Gestão Orçamental Guia do Formador .

O sistema de preços internos. para além de ajudar a uma mais correcta e adequada avaliação do desempenho dos gestores. 1 Guia do Formador . podendo ser comparados a “pequenas empresas” dentro da própria empresa. Fr. os problemas técnicos de avaliação e medida do desempenho não estão totalmente resolvidos. um processo de descentralização de delegação de autoridade com segurança ao nível do acompanhamento dos respectivos desempenhos. incentivando-os e motivando-os para a sua realização. permite proporcionar informações fundamentais sobre a “performance” de cada centro e da empresa no seu todo. pelo que cada vez mais se deverão integrar na avaliação dos desempenhos critérios de natureza não financeira. No entanto. dado que nem o resultado residual nem o ROI respondem integralmente a todas as questões. proporcionando aos gestores uma visão mais globalizante das suas actividades e do impacte das suas decisões. desde que tais sejam fixados com base em critérios de justo valor dos bens e serviços transaccionados internamente. IEFP · ISQ Centros de Responsabilidade RESUMO Os centros de responsabilidade podem constituir um instrumento importante nas atitudes de gestão dos responsáveis para o cumprimento dos objectivos da empresa.03 Gestão Orçamental III . também. Os centros de investimento são a forma mais evoluída dos centros de responsabilidade. Constituem.O.03 UT.

3 Preços de • Exposição teórica.Centros de Responsabilidade IEFP · ISQ PLANO DE SESSÃO Duração Metodologia Meios Conteúdo indicativa de desenvolvimento didácticos (horas) III.1 Conceito e tipos • Apresentação do tema. 3h30 • Identificar os pontos-chave a serem retidos.03 UT. 2 Gestão Orçamental Guia do Formador . Total: 6h00 Fr. 30min • Transparências III.2 Critérios financeiros • Acompanhamento da solução do exemplo XIS 1h00 de desempenho apresentado no manual do formando.5.4. 1h00 transferência interna • Acompanhamento da solução dos casos dos centros A e B apresentados no manual do formando.03 III . III.O. III. a III. • Transparência III.1. III.4 Exercícios/ síntese • Proceder à reolução das Actividades / Avaliação.

IND. O seu orçamento de Junho previa fabricar 9. A divisão comercial é responsável pela negociação das condições de venda. A negociação de condições de pagamento a fornecedores é da competência do departamento financeiro.Parte A A Plastex é uma empresa que se dedica ao fabrico e venda de materiais em plástico. contudo. o crédito de clientes totalizava 292. IEFP · ISQ Centros de Responsabilidade ACTIVIDADES / AVALIAÇÃO Caso Plastex . incluindo as financeiras. IND. no fim de Junho os "stocks" totalizavam 62. No final de Junho. Não há "stocks" de produtos acabados ou em curso. 3 Guia do Formador . mas com uma sede e serviços centrais. organizada em várias fábricas. o sistema de informação e controlo de gestão não tem ajudado a sanar as divergências entre o vice-presidente para a divisão industrial e o vice presidente para a divisão comercial. Rubricas Previsão Real Previsão Real Vendas de produtos 0 0 120 000 125 000 Custo matérias consumidas 236929 251893 Custos com o pessoal 104748 107740 37909 40901 Fornecimentos serviços externos 31923 26935 32422 35415 Amortizações de moldes (25% / ano) 6235 6235 0 2494 Amortizações equipam. os elementos contabilísticos consolidados nas duas divisões. IND. por se tratar de fabrico por encomendas directas. As vendas são constantes durante os 12 meses do ano e o prazo negociado é de 60 dias. relativos às operações desse mês. (20% / ano) 14964 14715 2494 2494 Outros custos operacionais 3741 1995 5986 4489 Custos indirectos imputados 42398 45889 10974 11971 Resultados do Centro em euros .440937 . as informações proporcionadas agravam as relações internas quando se trata de avaliar o desempenho dos responsáveis das divisões e dos departamentos. o qual é bastante linear ao longo do ano.455402 89784 97764 A divisão industrial é responsável pelos aprovisionamentos de matérias que devem corresponder a um mês de consumo.000 euros (as vendas de Maio foram equivalentes às de Junho).03 UT. Fr.O. No passado mês de Junho. foram os seguintes: DIV. Até ao momento.03 Gestão Orçamental III . Por vezes. para o que foram estimadas as despesas directas apresentadas no quadro.400 unidades de P1.500 euros.

O facto de as amortizações dos moldes serem contabilizadas como custo dos departamentos industriais tem originado reacções dos seus gestores (alegam que não os compraram). o que é contraposto pelos gestores comerciais porque defende que "já que o utiliza deverá suportar o correspondente custo". Numa das últimas reuniões de controlo de gestão. em termos líquidos. 4 Gestão Orçamental Guia do Formador .000 euros para uma previsão total de produção.03 UT.03 III . Os centros de responsabilidade actuais deveriam ser subdivididos em centros de menor dimensão de modo a possibilitar uma atribuição de responsabilidades mais ajustada com as funções que na realidade estão a desempenhar. os quais dependem da sua estimativa de vendas do produto para que é adquirido.000 euros". de 300. num total de 10. b) Analise criticamente o sistema de preços internos Análise crítica do sistema de preços internos Não existe sistema de preços internos O sistema que vai ser proposto iráconsiderar o efeito financeiro da utilização do capitala transferencia dos produtos do sector produtivo para o comercial. ao ouvir do director financeiro que o capital para a empresa custava na ordem dos 24%%. Fr. retorquiu que "a produção está ainda subvalorizada. Pede-se que: a) Analise criticamente a estrutura em centros de responsabilidade Análise crítica da estrutura de centros de responsabilidade. na medida em que lhe é atribuído apenas o custo das amortizações e não o custo financeiro do investimento em moldes que. pro- ceda à sua reformulação nos termos que julgar mais adequados.000 unidades. O problema dos moldes é ilustrativo da análise crítica efectuada. c) Caso não concorde com a forma da informação financeira apresentada. No mês de Junho.000 unidades desse produto P1. rondam os 240. fabricou-se apenas o produto P1. justificando as opções e os valores que venha a apresentar.O. durante a sua vida útil.Centros de Responsabilidade IEFP · ISQ Também é responsável pela escolha e compra dos moldes. tendo-se utilizado o respectivo molde que havia sido adquirido por 60.

600 Fornecimento e serviços 6.050 1.2 Actividade 9. Junho Euros Industria Moldes Moldes Unidades Unidades Custo por Unidade 9.250 10.950 1.500 50.000 Resultado do centro 6.000 21.000 Outros custos operacionais 750 400 Custos directos imputados 8.250 10.250 2.250 2.500 Custo com o pessoal 21.600 Fornecimento e serviços 6.000 2. IEFP · ISQ Centros de Responsabilidade Reformulação do sistema de preços internos.250 2.150 90.850 0 0 0 Fr.000 6.000 Outros custos operacionais 750 400 Custos directos imputados 8.400 10.000 90.200 Total 87.250 2.2 Actividade 9. O resultado final da empresa será a consolidação dos resultados dos 3 centros.400 5.000 21.250 2.500 Custo com o pessoal 21.250 2.000 Previsão Real Previsão Real Vendas de Produtos Cedências internas 87.000 6.500 9.000 Previsão Real Previsão Real Vendas de Produtos Cedências internas 94. Junho Industria Moldes Moldes Unidades Unidades Custo por Unidade 10 10 0.050 1.271277 9.03 UT.500 9. É ainda possivel fixar margem de contribuição internas para melhor avaliar o desempenho dos centros industria e moldes da forma seguinte.500 50.400 Amortizações de equipamento 3.000 2.050 1.150 90.950 1.400 5.005 0.O.150 90.000 Resultado do centro 0 0 0 0 Conclusão: Com uma apresentação de resultados deste tipo é possivel estabelecer uma completa separação das responsabilidades.200 Total 87.03 Gestão Orçamental III . 5 Guia do Formador .000 Total Custo matérias consumidas 47.400 10.050 1.2 0.2 0.000 Total Custo matérias consumidas 47.400 Amortizações de equipamento 3.

03 III .).. gozando de grande autonomia de gestão no que concerne à produção e comercialização dos respectivos produtos. (Hh) 32 Produto: Qualidade: Tabuleiro SRSR Código 100 Matérias (p/ cada 100) Quant.Centros de Responsabilidade IEFP · ISQ fixando preços internos deste modo chegamos à conclusão que : • o centro de produção teve melhor resultado que o orçamento. de acordo com os elementos seguintes: BASES PARA O CUSTEIO DOS PRODUTOS Produto: Qualidade: Tabuleiro SRSR Código 100 Matérias (p/ cada 100) Quant. (Hh) 38 Fr. • o centro comercial ao preço do orçamento teve pior desempenho. SAN (Kgs) 420 Máquina (Hm) 35 Material embalagem (un) 110 Operadores de maq. 6 Gestão Orçamental Guia do Formador . Caso Plastex .Parte B Considere que a Plastex efectua a produção em 3 centros fabris que reportam directamente ao vice-presidente para a área industrial.O. SAN (Kgs) 310 Máquina (Hm) 30 Material embalagem (un) 110 Operadores de maq. Injecção (p/ cada 100) Quant. O centro B produz e vende materiais em plástico quer para o centro C.03 UT. quer para clientes externos (os quais apresentavam no início do mês de Janeiro uma dívida de . Injecção (p/ cada 100) Quant. tendo no mês de Janeiro produzido e vendido tabuleiros do tipo SRSR e XPTO (este último programado e vendido na sua totalidade ao centro C).

estando no 2. tendo em conta que os custos operacionais do centro. 7 Guia do Formador . Os reais são os mesmos que os previstos.000 e 32.000 euros.000. O custo de capital é de 18% ao ano. No tabuleiro SRSR 22420 menda. promoção.º ano de laboração. O centro não prevê nem efectua produ.35 Produções Unidades Produções Unidades Tabuleiro SRSR 4800 Tabuleiro SRSR 6200 Tabuleiro XPTO 7200 Tabuleiro XPTO 6400 Observações: Consumo de matérias 1.) rondam os 10% do preço de venda.20 SAN (kg) 1.25 Material embalagem (un) 0.03 UT.03 Gestão Orçamental III . pede-se para: Determinar o desvio na margem de contribuição do mês de Janeiro do Centro B. respectivamente. amortizável à taxa anual de 25%. que os encargos comerciais de venda (comissões a agentes.40 Material embalagem (un) 0. IEFP · ISQ Centros de Responsabilidade VALORES RELATIVOS AO MÊS Orçamento Real Preços das matérias Euro Preços das matérias Euro SAN (kg) 1. orçamentados e reais. No tabuleiro XPTO 27200 2. etc. Fr. calculado com base na ficha técnica do produto. mas apenas por enco. serviços de venda.000 euros. que o crédito a clientes é de 60 dias. foram de 28. Material de embalagem Unidades 3. Os mobilizados são amortizados pelas No material SRSR 7100 quotas constantes e operam em média No material XPTO 7200 durante 10 meses / ano.O. San Kgs ções para stock. que o custo hora-máquina é de 20 euros e hora homem de 6 contos e que o imobilizado bruto estimado é de 3. Actividades desenvolvida: Máquinas: HM No tabuleiro SRSR 1720 No tabuleiro XPTO 2360 HOmens: Hh No tabuleiro SRSR 1920 No tabuleiro XPTO 2530 Custo efectivo com pessoal: No tabuleiro SRSR 12600 No tabuleiro XPTO 15150 Sabendo que o centro B estabelece uma margem de comercialização de 50% sobre o custo standard directo. comuns aos produtos.

4 3.208 Fr.848 62.72 Embalagem Kg 1.375 2700 Transformação Injecção Máquina 2520 20 50400 2360 18.4 0.168 7200 0.2 1. 8 Gestão Orçamental Guia do Formador .2 5.1 0.44 Transformação Injecção Máquina hm 0.120 6400 24.Centros de Responsabilidade IEFP · ISQ Cálculo do custo padrão dos tabuleiros Tabuleiro SRSR Matéria Unidades Qualidade Custo Custo San Kg 3.04 Embalagem Kg 1.440 Tabuleiro XPTO 7200 24. Real Quant. Custo Valor Quant.2 36.232 Matérias para xpto San 30240 1.4 0.03 UT.38 6 2.288 27200 1. Orç.440 Custos 106.03 III .1 0.28 Nota: Os custos operacionais dos centros comuns aos produtos não foram utilizados por não serem relevantes na análise deste tipo.6 177.35 20 7 Operadores hh 0.3 20 6 Operadores hh 0.272 95.988142 15150 Margem de contribuição 70.92 Tabuleiro XPTO Materias Unidades San Kg 4.O.44 Transformação Injecção Máquina hm 0.32 6 1.38235 43382 Operadores 2736 6 16416 2530 5.2 3. Custo Valor Produção 177.1 1.6 157.120 157.25 34000 Embalagem 7920 0.

000.03 Gestão Orçamental III . e Comerciais D. de proveitos e de investimento.O. A empresa Vestebem está organizada do seguinte modo: Apesar de se poder considerarem os seguintes centros de responsabilidade Corte Costura Acabamento Embalagem Oficinas Serv. Critérios financeiros de avaliação do desempenho. 2.000 25% valor ano 750000 valor mês 10 75000 horas 1720 2360 4080 31617.Geral Existe alguma centralização pois todos os centros reportam à Direcção Geral É por isso uma estrutura simples onde existe apenas um nível hierárquico. Os centros de responsabilidade existentes são só centros de custo. 9 Guia do Formador .3529 Utilizando o caso VESTEBEM apresentado na unidade temática 2.Adm. Estrutura organizacional em centros de responsabilidade.03 UT. descreva: 1.38235 43382. IEFP · ISQ Centros de Responsabilidade Máquinas Cálculo custo hora real Investimento 3. Os critérios financeiros de avaliação do desempenho a utilizar são:: CUSTOS Segundo este critério o centro de responsabilidade são avaliados face ao valor orçamentado dos respectivos custos Fr.6471 custo horas 18. Não está previsto centros de resultados.

802 574. e comer.Centros de Responsabilidade IEFP · ISQ 3.480 22. n.000 113.0642 19.a.671 291.03 III . 10 Gestão Orçamental Guia do Formador .000 12.350 1.964 47.000 Conservação e Reparação 3.033 406.000 500 500 4.9168 3.050 Energia eléctrica 175 700 9.146 8.000 5.000 Royalties 3.) 5. Oficinas Serv.700 583 3.550 3.167 25.57861376 por unidade equivalente Como se trata de um centro de custo onde são acabadas peças de vestuário de dimensões e tipos diferentes.148 5000 500 Custo por uni.000 Deslocações 5.500 Publicidade 5.429 5.000 4.000 500 200 10 7.9280 a estes preços os volumes são transferidos de centro para centro ( multiplica- se preço por quantidade) 31.000 5.300 1.000 Água 6.000 100.271 40.146 42.000 2.000 3. Geral Total e com.000 4.000 0 0 0 50 300 Material escritório 50 10.000 0 0 0 1.500 1.533 875 5.000 4.675 92. Fér.000 3.000 25. Dadas as características da estrutura organizacional e sua organização em centros de responsabilidade o sistema de preços interno deve basear-se no seguinte modelo: Actividades M2 M2 Unidade Horas Horas n.000 30.743 Total admin. equiv.000 6.033 Subcontratos 5.850 880 Total 1. Equivalente Corte Costura Acaba. D.703 574.000 Orde. Orde.a.703 Volume 100.667 7.O.000 1.146 7.167 833 3.000 1.717 80./Salários (base) 25. 0. 433.500 500 500 500 50 300 Comunicação 50 300 2.400 10.875 7. é necessário estabelecer coeficientes de equivalência para proceder ao cálculo dos preços internos.000 500 0 Combustíveis 500 1.333 46.000 2.902 140. Adm.000 280.805 Total industrial 43.997 536. Fr.000 Seguros 0 0 3.000 3.000 Publicidade 1. Sistema de preços internos e cálculo do seu valor. Embal.000 1./ Salários (Sub.000 25.710 15.800 423.960 48.000 150.000 Amortizações 0 15.321 9.5620 8.000 Honorários 53.4867 2.575 Seguro acidentes 1.03 UT.000 Transportes mercadorias 5.500 583 700 Outros custos com pessoal 583 117 467 6.250 875 875 1.000 Comissões 5.710 50.000 20.000 5.167 5.650 0 0 0 2.000 10.000 Encargos sociais 4.

O.4 Critérios financeiros de avaliação dos desempenhos Gestão Orçamental III.03 Gestão Orçamental III . 11 Guia do Formador . IEFP · ISQ Centros de Responsabilidade APRESENTAÇÃO DAS TRANSPARÊNCIAS PROPOSTAS PARA UTILIZAÇÃO Tipos de centros de responsabilidade Centros de custo Gestão Orçamental III.03 UT.5 Fr.1 Gestão Orçamental III.2 Representação esquemática de um Representação esquemática de um centro de resultados centro de investimentos Gestão Orçamental III.3 Gestão Orçamental III.

04 Gestão Orçamental Guia do Formador .T.06 Ut. IEFP · ISQ Controlo Orçamental Controlo Orçamental Fr.

entre as quais se destacam o volume. etc. não podemos deixar de reconhecer algumas limitações como verdadeiro instrumento de gestão. o mix. actividades. mercados. interessa saber qual o gestor que deve agir por forma a minimizar no futuro os desvios desfavoráveis. nomeadamente na escolha de acções correctivas decorrentes da análise de desvios. são alguns dos factores responsáveis pela sua fraqueza.O. o preço. clientes. O seu carácter muito financeiro. Por último. 1 Guia do Formador .04 Gestão Orçamental IV . por forma a conhecer quem é que deve tomar acções correctivas. por forma a que sejam fácil e rapidamente utilizáveis pelos gestores. compete aos sistemas de controlo de gestão organizar os relatórios de desvios. o atraso com que muitas vezes são elaborados e a crescente instabilidade do ambiente externo. em simultâneo. Conhecer as causas significa conhecer a sua origem. Fr. Mas. logo. assim. o mercado. para reduzir o risco na tomada de decisão.). Mais do que propriamente atribuir responsabilidades. pese a importância da análise de desvios. c) Os responsáveis. o câmbio. Contudo. Constitui. mas também. instrumentos que permitam mais tarde acompanhar o grau de realização das previsões efectuadas. b) Os elementos em que se verificaram os desvios (produtos. de melhoria das decisões futuras. dispor de elementos sobre os quais se deve actuar.03 Ut. O controlo orçamental tem sido um desses instrumentos mais privilegiados. sem o que a sua utilidade será pouco reconhecida. a sua total dependência do sistema contabilístico- orçamental. um importante instrumento de apoio à tomada de decisão. a eficiência (ou produtividade). A análise de desvios deve ser considerada como um meio não apenas de acompanhamento dos factos passados e sua confrontação com as estimativas dos gestores. IEFP · ISQ Controlo Orçamental RESUMO O processo previsional constituirá um verdadeiro instrumento de gestão com interesse para a empresa e para os gestores. e sobretudo. Tais relatórios deverão contemplar um elevado grau de personalização com as responsabilidades de cada gestor. se forem organizados. torna-se necessário identificar: a) As verdadeiras causas dos desvios verificados.

1 Conceito e • Apresentação do tema. • Transparências IV.2 Análise dos desvios • Acompanhamento da solução do exemplo IES 2h00 pelas suas causas apresentado no manual do formando.Controlo Orçamental IEFP · ISQ PLANO DE SESSÃO Duração Metodologia Meios Conteúdo indicativa de desenvolvimento didácticos (horas) IV. a IV. 1h00 características • Transparência IV. Total: 8h00 Fr.4 Relatórios de • Exposição teórica sobre o tipo.5 Exercícios/ Síntese • Proceder à resolução das Actividades / Avaliação. conteúdo. IV.O. 2 Gestão Orçamental Guia do Formador . 30 min controlo frequência e estrutura dos relatórios do controlo orçamental.03 Ut.1.2. 4h00 • Identificar os pontos-chave a serem retidos.04 IV . IV. IV. IV.6.3 Limitações do • Exposição teórica sobre a limitação do controlo 30min controlo orçamental orçamental e apresentação das formas de minimizar essas limitações.

H/H Padrão Orçamento Custo Orç. uma folha de cálculo para modelizar o apuramento dos desvios. num regime de produção por encomenda. por causa. para o que implementa sistemas de informação prospectivos e integrados. apresentada na unidade temática III . disponha das seguintes informações relativas ao mês de Fev.5 C2 6. para o efeito. bem como a sua interpretação. sendo portadora de muita experiência e “know-how” neste negócio.2 4000 9 Orçamento H/Homem Custo c/ produzidas trabalhadas pessoal (cts) 5 390 31 262 49 850 4 410 27 785 48 580 Sabendo que sobre os custos de mão-de-obra são imputados custos comuns a uma taxa de 20% e que os custos comuns foram de 21 540 contos. IEFP · ISQ Controlo Orçamental ACTIVIDADES / AVALIAÇÃO A Cabom é uma empresa que se dedica à produção e comercialização de cabos para fins industriais.Centros de Responsabilidade. a empresa fabrica e vende vários tipos de cabos. A empresa procura atingir desempenhos interessantes através da descentralização de actividades e delegação de responsabilidades por unidade de negócio. Fr. A racionalização de custos leva a que a Administração se preocupe com a estrutura dos custos e. procure identificar os desvios ocorridos. por unidade por unidade da H/H C1 6 6000 7. em particular.O./92: CUSTOS DO PESSOAL DIRECTO EM FEV. De entre os vários subsistemas de informação para a gestão. dos comuns e do pessoal.03 Ut. destacamos os relativos à programação e acompanhamento das actividades empresariais numa perpectiva de melhoria contínua na utilização dos recursos e factores produtivos.04 Gestão Orçamental IV . Prod. 1992 Cat. Desenvolva. Em termos de categorias de produtos.Parte B. visando a tomada de decisão oportuna. Utilize o caso Plastex . Na Fábrica Nova. Identifique os desvios por causa nos vários elementos que compõem a margem de contribuição do Centro B. 3 Guia do Formador .

das Quantid.4572 0 0 0 0.0 0 0 0 0. Prod. gera desvios sobre custos indirectos que se lilitam a ser função do volume.2 4000 9 Quant. visto que.22878.5 C2 6.883769 242900 Orçamento Flexível 1 © (d) = ©-(a) Quant Custo Valor Desvio volume Real Orç (e Mix real) 32340 7. Orçamento Real Quant.Controlo Orçamental IEFP · ISQ Caso Carbom Cat.707174 249250 C2 24800 9 223200 27342 8.0 . Custo Valor Quant. Prod. HH Trabalhadas Custos c/ pessoal 5390 31262 249250 4410 27785 242900 Pode se irrelevante em termos do exercício.03 Ut.O. Orç. Custo Valor C1 36000 7.0 Fr. da HH C1 6 6000 7. Custo Orç.5 242550 27450.0 .0 27342 9 246078 22878.04 IV .5 270000 32340 7. 4 Gestão Orçamental Guia do Formador . HH padrão p/ unid. Não se consideram os custos comuns de 107700 euros.

0 Orçamento Flexível 2 (g) (h) = (g)-(e) Quant Custo Valor Desvio Real Orç (e Mix real) 32340 7.04 Gestão Orçamental IV . 5 Guia do Formador .0 Fr.0 3522 -1050 0 0 0 0 0 0 0 0 3178.0 -3178.0 6700.707174 249250.0 27342 8. IEFP · ISQ Controlo Orçamental Orçamento Flexível 2 (e) (f) = ©-(e) Quant Custo Valor Desvio Real Orç (e Mix real) 32340 7.03 Ut.5 242550 0 27342 9 246078 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0.O.883769 242900.

No entanto o que vai suceder é que o desvio de volume vai ser agregado com o de mix.6 Tabuleiro SRSR 4800 20.Controlo Orçamental IEFP · ISQ Plastex.38235 31617.25 28025 Embalagem 5280 0.5 Fr.375 2662.4 2112 7100 0.5 favorável é justificado por: Orç Real (a) (b) Quant Custo Valor Quant Custo Valor Produções 96640 124826.65 Operadores 1536 6 9216 1920 6.5625 12600 Margem de contribição 38656 49921.6 Custos 57984 74905.13333 124826.03 Ut. 6 Gestão Orçamental Guia do Formador .O.13333 96640 6200 20. Comparações de Orçamento Real para o mês de Janeiro SRSR: Para este produto o desvio total na margem de 11265.5 Transformação Injecção Máquina 1440 20 28800 1720 18.04 IV .15 Matérias para SRSR San 14880 1. Para perceber melhor o exercício calculamos primeiro todos os desvios em separado.Cálculo dos Desvios Nota: Os exemplos apresentados na componente teórica do manual dizem respeito ao cálculo de 3 orçamentos flexíveis: Orçamento flexível nº1 Ajustado ao volume Orçamento flexível nº 2 Ajustado ao volume e mix Orçamento flexível nº 3 Ajustado ao volume e mix e preço Antes de calcular os desvios analisa-se primeiro o problema. Só fará sentido calcular o desvio de mix nas produções considerando todo o centro.2 17856 22420 1.

4 2840 0 1720 20 34400 0 1920 6 11520 0 0. 7 Guia do Formador .0 1920 6 11520 2.0 22420 1.600.13333 124826. IEFP · ISQ Controlo Orçamental Orçamento Flexível 1 © (d) = © .(a) Quant Custo Valor Desvio volume Real Orç (e Mix orç) 28.186.04 Gestão Orçamental IV .7 17.0 Fr.O.03 Ut.680.7 0 22420 1.4 2840 728.0 7100 0.7 6200 20.0 1720 20 34400 5.7 Orçamento Flexível 2 (e) (f) = ©-(e) Quant Custo Valor Desvio Real Orç (e Mix real) 6200 20.7 28.048.13333 124826.304.2 26904 9.2 26904 0 7100 0.186.506.0 10.

8 Gestão Orçamental Guia do Formador .6 157440 Custos 106272 51850 Matérias para XPTO 30240 1.13333 124826.5 favorável é justificado pelo desvio de volume 10.25 34000 San 7920 0.03 Ut.O.375 2662.7 e desvio de preço 758.5 0 1720 18.9 com um total de 11265.38235 31617. Custo Valor Quant.Controlo Orçamental IEFP · ISQ Orçamento Flexível 3 (g) (h) = (g)-(e) Quant Custo Valor Desvio Real Orç (e Mix real) 6200 20.5625 12600 0 758.0 22420 1.4 3168 7200 0.5. Comparações do orçamento real para o mês de Janeiro XPTO Orçamento Real Quant.375 2700 Embalagem Transformação Injecção 2520 20 50400 2360 0 0 Operadores 2736 6 16416 2530 5988142 15150 70848 105590 Fr.04 IV .758.6 0 .2 36288 27200 1. Custo Valor Produções 177120 157440 Tabuleiro XPTO 7200 24.506.0 Para este produto o desvio total na margem de 11265.65 0 1920 6.6 177120 6400 24.25 28025 0 7100 0.

9 Guia do Formador .3 Gestão Orçamental IV.O.04 Gestão Orçamental IV .2 Diagnóstico dos desvios no processo de Esquema do desvio de volume controlo orçamental Instalações Auxiliares Fabris IV.6 Fr.4 Análise do desvio de Mix Análise do desvio de preço Gestão Orçamental II.1 Instalações Auxiliares Fabris IV.03 Ut.5 Gestão Orçamental II. IEFP · ISQ Controlo Orçamental APRESENTAÇÃO DAS TRANSPARÊNCIAS PROPOSTAS PARA UTILIZAÇÃO Conceito e características do controlo Planeamento e controlo orçamental orçamental Gestão Orçamental IV.

Avaliação C . IEFP · ISQ C .T.Avaliação Fr.06 Gestão Orçamental Guia do Formador .

IEFP · ISQ Testes Testes Fr.06 Gestão Orçamental Guia do Formador .T.

b) Algo que acontecerá no futuro. Perante uma decisão que envolva a afectação de recursos humanos que aspectos devem ser tidos em consideração? a) Só os referentes à motivação b) Só os referentes aos aspectos financeiros c) Aqueles que os dirigentes considerem melhor defender os interesses da organização desde que exista uma harmonia d) Nenhum dos indicados . Bastante inferior b) Não . Justifique 2. 1. Será que a vida das organizações seria qualitativamente inferior se os seus dirigentes não utilizassem orçamen- tos ? a) Sim . Fr. Pois a intuição é suficiente para gerir c) Talvez.11 Gestão Orçamental 1/3 Guia do Formador . IEFP · ISQ Pré-Teste Formador: Data: Classificação: Local: Rubrica: Pré-Teste: Gestão Orçamental Nome: (Maiúsculas) Obs: Assinale a resposta correcta. Justifique. c) Nenhuma das duas anteriores. Justifique 3.T2. Pois é de certa forma difícil governar uma organização sem ferramentas de gestão apropriadas d) Nenhuma das anteriores. Um orçamento tem a ver com: a) Algo que aconteceu no passado.

Perante a decisão de adquirir computador qual deve ser o critério preponderante a utilizar por uma organização: a) Sem dúvida adquirir o último modelo que é o que tem mais publicidade b) Adquirir aquele cuja relação preço .4 ) x (1. a) (Custo Aluguer por m2 x nº de m2 ) / nº de cargas anuais b) (Custo Aluguer por m2 x nº de m2 ) x ( nº de cargas anuais /2) c) (Custo Aluguer por m2 x nº de m2 ) + ( nº de cargas anuais x nº de m2) d) Nenhuma das anteriores .T2. a) 10 euros b) 5 euros c) 15 euros d) Nenhuma das anteriores. No entanto está perante um dilema que é o facto do referido armazém ter um custo de aluguer por m2 superior em 40% ao actual . Justifique.5 x nº de cargas anuais ) c) (Custo Aluguer por m2 x nº de m2 )/50x100 + ( nº de cargas anuais x nº de m2)/40x100 d) Nenhuma das anteriores . a) (0. Pré-Teste IEFP · ISQ 4. De quanto deve o custo do produto baixar de modo a que a margem aumente 100%. Justifique 6.4 x Custo Aluguer por m2 x nº de m2 ) / nº de cargas anuaisx 0.O espaço de armazenagem é o mesmo mas a rotação do stock isto é o número de cargas que podem ser efectuadas anualmente é superior em 50%. 7.5 b) (Custo Aluguer por m2 x nº de m2 x 1. Em relação à empresa da questão anterior indique a equação que melhor reflecte a situação após a assinatura do contrato. Fr. Uma empresa está a pensar assinar um contrato que prevê a transferência dos seus armazéns para outra localidade para efeitos de estar mais próxima da rede ferroviária. isto é antes de assinar o contrato.11 2/3 Gestão Orçamental Guia do Formador .qualidade seja mais vantajosa c) Adquirir aquele cuja expectativa de serviço seja melhor em função dos objectivos definidos pela organização 5. Qual a igualdade que melhor reflecte o custo por carga actual . Justifique. Se um produto tiver um preço de venda de 100 euros e sua a margem de lucro desejada for de 5% .

IEFP · ISQ Pré-Teste 8.T2. a) Verdadeiro b) Falso Fr. a) Verdadeiro b) Falso 10.11 Gestão Orçamental 3/3 Guia do Formador . Objectivos fáceis de alcançar sem muito esforço são a melhor forma de motivar uma equipa. a) Verdadeiro b) Falso 9. Uma meta (record desportivo. desempenho de um profissional ) em qualquer actividade humana deve estar sempre sujeita a melhorias qualitativas e quantitativas. resultados de uma empresa. Numa organização deve-se dar prioridade às decisões sobre o curto prazo (horizonte de um ano) em detrimento daquelas que visam o longo prazo ( horizonte a mais de um ano).

T2. 2.Orçamento de Vendas . 1.2º Orçamento de Investimento .Outros orçamentos .Orçamento de Vendas . A melhor sequência orçamental é a seguinte: a) 1º Orçamento de Exploração .3º Orçamento de tesouraria e financeiro b) 1º Orçamento de Exploração .3º Orçamento de tesouraria e financeiro Fr.10 Gestão Orçamental 1/4 Guia do Formador . a) Um orçamento corresponde à tradução financeira de previsões sobre o eventual comportamento da empresa no futuro que se podem traduzir matematicamente.2º Orçamento de Investimento .Outros orçamentos . b) O orçamento corresponde à tradução financeira dos objectivos e dos planos de acção a curto prazo (pro- gramas) c) O orçamento corresponde à simulação do modelo matemático que está construído para a empresa e basea- do nos seus processos de produção.Orçamento de Produção . IEFP · ISQ Teste Formador: Data: Classificação: Local: Rubrica: Teste de: Gestão Orçamental Nome: (Maiúsculas) Das seguintes questões assinale a opção corrrecta. De entre as seguintes definições de orçamento indique a que melhor traduz o seu enquadramento numa em- presa.Orçamento de Produção .

000 6. decorrem do modelo ma- temático escolhido pela empresa.000 2.000 10.000 Fr. Mix e Preço e Eficiência c) Eficácia e Eficiência As questões que se seguem são de desenvolvimento 6.000 12. c) Representam em quantidades e valor as projecções financeiras e os pressupostos orçamentais. b) Representam a consolidação de todos os orçamentos anteriormente efectuados. Num sistema orçamental os desvios típicos são os seguintes: a) Preço e Quantidade b) Volume.000 3. A Demonstração de Resultados Previsionais e o Balanço Previsional : a) São meros mapas resumo dos mapas do orçamento ( para efeitos estatísticos) .000 11.Orçamento de Vendas .T2. Centros Geográficos e Centros de Projectos c) Centros de Actividade e Centros de Desempenho 5. Fev.Orçamento de Produção . Março Abril Maio Junho Vendas 10. Centros de Resultados e Centros de Investimentos b) Centros Funcionais. 4.Outros orçamentos 3.000 10.000 Compras 5.000 5.000 euros todos os meses para pagamento de outras despesas: Jan.000 12. Teste IEFP · ISQ c) 1º Orçamento de Investimento 2º Orçamento de tesouraria e financeiro 3º Orçamento de Exploração . Verifique os dados abaixo indicados referentes ao orçamento de uma empresa industrial: Se a empresa receber dos Clientes a 60 dias e pagar aos fornecedores a 30 dias qual a decisão a tomar considerando que a mesma necessita de ter 5.10 2/4 Gestão Orçamental Guia do Formador . Os centros de responsabilidade podem classificar-se em: a) Centros de Custo.000 15. Permitem verificar se os re- sultados estão de acordo com as expectativas e se a situação está ou não equilibrada.

8% Comente a solução obtida.000 euros Fornecedores…………………………………….000 euros Imobilizados líquidos………………………….000 euros Clientes……………………………………….25 unidades do componente C para cada unidade final do produto. 9.a. 80... 60.) p/ unidade 8..200. Por cada unidade final do produto são necessárias 3 unidades do componente A..100.25 n. IEFP · ISQ Teste 7. Assim por cada quilo de componentes incorporada no produto final são necessários dois quilos da matéria prima .000 euros Existências……………………………………….000 euros Custos directos do Centro…………………….. O componente B contribui com 6 unidades para cada unidade final do produto..T2.5 (eur. 500. Preço de compra 3 5 2.000 euros Custo médio do capital ………….. São necessárias 0.5 0. A tabela de correspondência componentes-quilos e os custos é a seguinte: A B C Cada unidade pesa 0.. Em relação a uma empresa industrial pede-se para: Calcular a) Custo padrão do produto X b) Margem de Contribuição do Orçamento e do Real referente ao ano de 2005 Calculo do custo padrão do produto Fr. Em relação ao seguinte centro de resultados calcule a Margem de Contribuição Residual Proveitos directos do Centro………………….. Calcule as necessidades de materiais e o custo referentes ao seguinte produto industrial: O produto é formado por três componentes e uma matéria prima.…150. A matéria prima necessária depende da incorporação de componentes.10 Gestão Orçamental 3/4 Guia do Formador .

000 unidades A empresa aplica 50% sobre o custo padrão da produto X para efeitos da sua transferência para as outras secções.5 40 Operadores hh 2 10 Outras informações: Produção para o orçamento 2005……… 5..000 unidades Produção efectiva em 2005…………….10 4/4 Gestão Orçamental Guia do Formador . calcule todos os desvios possíveis de modo a explicar o desvio encontrado na margem de contribuição.4.T2. Teste IEFP · ISQ Produto x Matérias Unidade Quantidade Custo A Kg 2 5 B Kg 3 7 Transformação Operação 1 hm 0. Pretende-se que em relação à questão 4. Fr.000 3.000 45 10.5 B 16.600 2. Custos e consumos reais Matérias Quantidade Custo A 12.000 11 Operação 1 13.1 Operadores 11.

T. IEFP · ISQ R esolução dos Testes Resolução dos Testes Fr.06 Gestão Orçamental Guia do Formador .

c) Nenhuma das duas anteriores. Justifique 2. IEFP · ISQ Resolução do Pré-Teste Formador: Data: Classificação: Local: Rubrica: Resolução do Pré-Teste: Gestão Orçamental Nome: (Maiúsculas) Obs: Assinale a resposta correcta.11 Gestão Orçamental 1/3 Guia do Formador .T2. Será que a vida das organizações seria qualitativamente inferior se os seus dirigentes não utilizassem orçamen- tos ? a) Sim . Bastante inferior b) Não . Justifique. Perante uma decisão que envolva a afectação de recursos humanos que aspectos devem ser tidos em consideração? a) Só os referentes à motivação b) Só os referentes aos aspectos financeiros c) Aqueles que os dirigentes considerem melhor defender os interesses da organização desde que exista uma harmonia d) Nenhum dos indicados . Pois a intuição é suficiente para gerir c) Talvez. b) Algo que acontecerá no futuro. Justifique 3. Pois é de certa forma difícil governar uma organização sem ferramentas de gestão apropriadas d) Nenhuma das anteriores. Fr. 1. Um orçamento tem a ver com: a) Algo que aconteceu no passado.

Justifique 6. Fr.O espaço de armazenagem é o mesmo mas a rotação do stock isto é o número de cargas que podem ser efectuadas anualmente é superior em 50%.T2. Justifique.4 ) x (1.11 2/3 Gestão Orçamental Guia do Formador . a) (Custo Aluguer por m2 x nº de m2 ) / nº de cargas anuais b) (Custo Aluguer por m2 x nº de m2 ) x ( nº de cargas anuais /2) c) (Custo Aluguer por m2 x nº de m2 ) + ( nº de cargas anuais x nº de m2) d) Nenhuma das anteriores .5 b) (Custo Aluguer por m2 x nº de m2 x 1. De quanto deve o custo do produto baixar de modo a que a margem aumente 100%. Perante a decisão de adquirir computador qual deve ser o critério preponderante a utilizar por uma organização: a) Sem dúvida adquirir o último modelo que é o que tem mais publicidade b) Adquirir aquele cuja relação preço . Justifique. 7. a) (0.qualidade seja mais vantajosa c) Adquirir aquele cuja expectativa de serviço seja melhor em função dos objectivos definidos pela organização 5. Uma empresa está a pensar assinar um contrato que prevê a transferência dos seus armazéns para outra localidade para efeitos de estar mais próxima da rede ferroviária.5 x nº de cargas anuais ) c) (Custo Aluguer por m2 x nº de m2 )/50x100 + ( nº de cargas anuais x nº de m2)/40x100 d) Nenhuma das anteriores . isto é antes de assinar o contrato.4 x Custo Aluguer por m2 x nº de m2 ) / nº de cargas anuaisx 0. Em relação à empresa da questão anterior indique a equação que melhor reflecte a situação após a assinatura do contrato. Qual a igualdade que melhor reflecte o custo por carga actual . a) 10 euros b) 5 euros c) 15 euros d) Nenhuma das anteriores. Se um produto tiver um preço de venda de 100 euros e sua a margem de lucro desejada for de 5% . Resolução do Pré-Teste IEFP · ISQ 4. No entanto está perante um dilema que é o facto do referido armazém ter um custo de aluguer por m2 superior em 40% ao actual .

a) Verdadeiro b) Falso 10. Objectivos fáceis de alcançar sem muito esforço são a melhor forma de motivar uma equipa. a) Verdadeiro b) Falso 9.11 Gestão Orçamental 3/3 Guia do Formador . a) Verdadeiro b) Falso Fr. IEFP · ISQ Resolução do Pré-Teste 8. Numa organização deve-se dar prioridade às decisões sobre o curto prazo (horizonte de um ano) em detrimento daquelas que visam o longo prazo ( horizonte a mais de um ano). Uma meta (record desportivo. resultados de uma empresa.T2. desempenho de um profissional ) em qualquer actividade humana deve estar sempre sujeita a melhorias qualitativas e quantitativas.

2º Orçamento de Investimento . 2.T2.Orçamento de Vendas .Outros orçamentos . b) O orçamento corresponde à tradução financeira dos objectivos e dos planos de acção a curto prazo (pro- gramas) c) O orçamento corresponde à simulação do modelo matemático que está construído para a empresa e basea- do nos seus processos de produção. A melhor sequência orçamental é a seguinte: a) 1º Orçamento de Exploração .Orçamento de Produção .3º Orçamento de tesouraria e financeiro Fr. IEFP · ISQ Resolução do Teste Formador: Data: Classificação: Local: Rubrica: Resolução do Teste de: Gestão Orçamental Nome: (Maiúsculas) Das seguintes questões assinale a opção corrrecta.Outros orçamentos .Orçamento de Produção .2º Orçamento de Investimento . 1.Orçamento de Vendas .10 Gestão Orçamental 1/9 Guia do Formador . a) Um orçamento corresponde à tradução financeira de previsões sobre o eventual comportamento da empresa no futuro que se podem traduzir matematicamente.3º Orçamento de tesouraria e financeiro b) 1º Orçamento de Exploração . De entre as seguintes definições de orçamento indique a que melhor traduz o seu enquadramento numa em- presa.

Fev.Orçamento de Vendas . 4.000 3.000 10. Mix e Preço e Eficiência c) Eficácia e Eficiência As questões que se seguem são de desenvolvimento 6.Orçamento de Produção .Outros orçamentos 3. Março Abril Maio Junho Vendas 10. Permitem verificar se os re- sultados estão de acordo com as expectativas e se a situação está ou não equilibrada. Centros Geográficos e Centros de Projectos c) Centros de Actividade e Centros de Desempenho 5. Os centros de responsabilidade podem classificar-se em: a) Centros de Custo. b) Representam a consolidação de todos os orçamentos anteriormente efectuados.000 5. Resolução do Teste IEFP · ISQ c) 1º Orçamento de Investimento 2º Orçamento de tesouraria e financeiro 3º Orçamento de Exploração .000 Compras 5.000 11.000 12.T2.000 euros todos os meses para pagamento de outras despesas: Jan.000 12.000 10. A Demonstração de Resultados Previsionais e o Balanço Previsional : a) São meros mapas resumo dos mapas do orçamento ( para efeitos estatísticos) . c) Representam em quantidades e valor as projecções financeiras e os pressupostos orçamentais.10 2/9 Gestão Orçamental Guia do Formador .000 2.000 Fr. Centros de Resultados e Centros de Investimentos b) Centros Funcionais. Verifique os dados abaixo indicados referentes ao orçamento de uma empresa industrial: Se a empresa receber dos Clientes a 60 dias e pagar aos fornecedores a 30 dias qual a decisão a tomar considerando que a mesma necessita de ter 5. Num sistema orçamental os desvios típicos são os seguintes: a) Preço e Quantidade b) Volume.000 6.000 15. decorrem do modelo ma- temático escolhido pela empresa.

500 Compras média 6 meses 6.167 -13.000 11.9.T2.000 3.000 12.000 11.000 6.500 10.000 10.000 -5. Março Abril Maio Junho Vendas 10.20.500 60 10.000 3.000 -16.000 -1.000 -11.000 Com base neste método pode-se considerar que bastaria negociar com um banco uma linha de crédito de pelo menos 21.000 3. Dias 1º mês 2º mês 3º mês Vendas média 6 meses 10.000 euros de modo a poder fazer face ao máximo saldo de tesouraria atingido.333 .833 a fórmula geral das necessidades de tesouraria será: Necessidades = -11.000 -13. IEFP · ISQ Resolução do Teste Jan.163 .10 Gestão Orçamental 3/9 Guia do Formador .333 6.000 5.000 38.333 Despesas necessárias 5.000 5.30 dias 5.000 30 5.333 -833 -833 -833 -11.000 Despesas -5.333 6.000 4.000 Necessidades -10.833 x n -11.000 -21.333 . Podemos também considerar o seguinte: converter as despesas em dias.496 n = número de meses Fr.333 -12.000 6.000 0 8.000 média -5.000 -5.000 5.000 63.333 6.000 12.000 Necessidades acumuladas -15.000 -5.000 Pagamentos .000 10.000 15.000 12.000 Recebimentos .000 15.333 30 6.000 -16. Fev.000 0 -5.000 -5.000 Compras 5.60 dias 10.000 12.000 -18.000 5.000 10.000 5.000 2.000 -3.500 10.

25 n.10 4/9 Gestão Orçamental Guia do Formador .a. O componente B contribui com 6 unidades para cada unidade final do produto.) p/ unidade Fr.000x2x365 58 60 88 28 vendas anuais 126. A matéria prima necessária depende da incorporação de componentes. Assim por cada quilo de componentes incorporada no produto final são necessários dois quilos da matéria prima . Por cada unidade final do produto são necessárias 3 unidades do componente A. Preço de compra 3 5 2.712 pagamentos em dias 23. recebimentos 60 pagamentos 30 despesas 5.828 necessidades em dias 3116 7.25 unidades do componente C para cada unidade final do produto.5 0.000 / 63.000 média recebimentos em dias 20. A tabela de correspondência componentes-quilos e os custos é a seguinte: A B C Cada unidade pesa 0. Resolução do Teste IEFP · ISQ Podemos também considerar as necessidades em dias de vendas.T2.5 (eur. São necessárias 0. Calcule as necessidades de materiais e o custo referentes ao seguinte produto industrial: O produto é formado por três componentes e uma matéria prima.

5 custo final quilos para matéria prima 1.000 Activo económico 650.000 euros Existências……………………………………….5 1.5 18.…150.100.5 40. Margem do centro Proveitos 100.600 O resultado do centro é superior ao custo pago pela utilização do capital empregue no mesmo.10 Gestão Orçamental 5/9 Guia do Formador ...5 0. Em relação ao seguinte centro de resultados calcule a Margem de Contribuição Residual Proveitos directos do Centro…………………. 8% Comente a solução obtida.000 euros Fornecedores…………………………………….000 euros Custos directos do Centro…………………….25 peso 0..75 59..75 3.T2.25 3 custo 3 5 6 custo matéria custo componentes 9 30 1.5 0.000 euros Imobilizados líquidos…………………………. 60. 500. Fr. IEFP · ISQ Resolução do Teste componentes A B C necessidades 3 6 0.200..000 370.000 passivos 8% 29.000 Custos 60...000 40.000 euros Clientes……………………………………….25 8.000 activos 280.000 euros Custo médio do capital …………...75 2 2. 80.

5 40 Operadores hh 2 10 Calculo do custo padrão do produto Outras informações: Produção para o orçamento 2005……… 5.10 6/9 Gestão Orçamental Guia do Formador ..1 Operadores 11.000 unidades A empresa aplica 50% sobre o custo padrão da produto X para efeitos da sua transferência para as outras secções.000 11 Operação 1 13.000 unidades Produção efectiva em 2005…………….5 B 16.T2. Custos e consumos reais Matérias Quantidade Custo A 12.600 2.4. Em relação a uma empresa industrial pede-se para: Calcular a) Custo padrão do produto X b) Margem de Contribuição do Orçamento e do Real referente ao ano de 2005 Produto x Matérias Unidade Quantidade Custo A Kg 2 5 B Kg 3 7 Transformação Operação 1 hm 0.000 3.000 45 Fr. Resolução do Teste IEFP · ISQ 9.

000 335.400 10.500 40 100.1 49.000 12.000 10 100.000 2 20. Nota: Os exemplos apresentados na componente teórica do manual dizem respeito ao cálculo de 3 orçamentos flexiveis: Orçamento flexível nº 1 Ajustado ao volume Orçamento flexível nº 2 Ajustado ao volume e mix Orçamento flexível nº 3 Ajustado ao volume e mix e preço Fr.000 Margem de contribuição 267. Real Quant. IEFP · ISQ Resolução do Teste Orç.10 Gestão Orçamental 7/9 Guia do Formador .500 90. calcule todos os desvios possíveis de modo a explicar o desvio encontrado na margem de contribuição.000 45 135.600 Matérias A 10.500 4. Custo Valor Produções 532.000 106.5 532.000 106.000 11.000 3.5 426.500 426.000 Custos 265.000 B 15.5 30.000 3.T2.000 3 45.600 Transformação Operação 1 2. Pretende-se que em relação à questão 4.000 Operadores 10.000 2.000 11 121. Custo Valor Quant.000 16.000 Produto X 5.

000 3.0 Margem de contribuição -143.500. Custo Valor Quant.000.100 Orçamento flexível 1 © (d) = © (a) Quant.000 3 48.1 49.000 10 110.000 Produto X 5.000 106.500 4.000 11.000.600 Transformação Operação 1 2.000 3 45.500.000 Margem de contribuição 267.0 Transformação Operação 1 3.000 2.5 426.000 45 135.500 90.000.000 B 15.000 20.5 30. Valor Desvio do produto Produções (e Mix orç.0 B 16.0 Operadores 11.000 335.0 Produto X 4.000 2 20.500.5 532.000 -106.000 106.T2.0 Matérias A 12.000.500 426. real Custo orç.10 8/9 Gestão Orçamental Guia do Formador .5 426.000 4.0 Custos 37.000 10 100.) -106.000 Custos 265.Resolução do Teste IEFP · ISQ Comparações Orçamento real para o ano de 2005 produto A Orç. Custo Valor Produções 532.0 Fr.000 40 120.400 -177.000 106.000 3. Real Quant.000 2 24.000 3.500 40 100.000 16.000 12.600 Matérias A 10.000 11 121.000.000 Operadores 10.000 10.

000 11 121.) 0.000 0 Custos Matérias A 12.000 3 48.000 0 B 16.600 Transformação Operação 1 3. Valor Desvio do produto Produções (e Mix orç.000 106. Fr.T2.600.10 Gestão Orçamental 9/9 Guia do Formador .0 Produto X 4. real Custo orç.100 desfavorável é justificado por um desvio de volume de -143.000 10 110. IEFP · ISQ Resolução do Teste Orçamento flexível 2 (e) (f) = ©−(e) Quant.5 30.0 Matérias A 12.000 0 Margem de contribuição 0.1 49.000 0 Transformação Operação 1 3.000 40 120.5 426.600 1.) Produto X 4.000 B 16.0 e um desvio de preço -33.600.0 Orçamento flexível 3 (g) (h) = (g)−(e) Quant.000 45 135.000 0 Operadores 11. real Custo orç.000 2.100.600.000 Operadores 11.5 426.000 3.000 2 24.0 Para este produto o desvio total na margem de -177.000 15.000 Margem de contribuição -33.500. Valor Desvio do produto Produções (e Mix orç.000.0 0 Custos 33.000 6.000 11.0 totalizando -177.000 106.

IEFP · ISQ Anexo I .Transparências Nota: Os acetatos só deverão ser utilizados para fotocopiar as transparências e não para imprimir os slides disponíveis em formato PowerPoint.T.06 Gestão Orçamental Guia do Formador . Fr.

Qual o interesse do planeamento Analisar e gerir a mudança Traçar as vias de um desenvolvimento coerente Permitir a integração da empresa Melhorar os resultados da empresa Constituir um instrumento de aprendizagem da gestão Gestão Orçamental I. 1 .

2 .Condições de sucesso do planeamento Face à importância do processo previsional no âmbito das actividades de gestão. Constituem principais condições de sucesso do processo previsional: Vontade e empenhamento da Direcção-Geral Maturidade dos responsáveis em termos de gestão A dimensão da empresa A natureza das actividades A existência de um plano de incentivos Gestão Orçamental I. expresso pela sua efi- cácia nos resultados e pela motivação dos gestores em se envolverem nos actos de gestão. deverão criar-se condições na empresa para que este seja assegurado de modo a garantir o seu sucesso.

b) Formulários. c) Processos e procedimentos. As mais frequentes são: a) Calendário. Dificuldades de forma Trata-se de dificuldades do foro técnico que podem ser ultrapassadas por uma melhoria de organização orçamental e da respectiva coordenação. Gestão Orçamental I. 3 .

pois resultam. na sua maioria. podemos destacar: Ausência de objectivos. Gestão Orçamental I. Entre elas. Ausência de planos de acção. Cortes indiscriminados nos orçamentos. Excesso de detalhe. “Almofadas” orçamentais. de vícios e hábitos enraizados nos processos de trabalho. Dificuldades de fundo As dificuldades de fundo são bastante mais difíceis de ultrapassar do que as de forma. 4 .

Definição dos programas.Orçamentar: gerir numa lógica de futuro Um acompanhamento activo das actividades e das decisões pressupõe a existência de previsões e orçamentos. A fixação dos objectivos. Gestão Orçamental II. A tradução financeira. O prognóstico. entendidos estes como a ava- liação e a preparação do futuro. 1 .

2 .Representação esquemática do processo orçamental Objectivos Planos de acção Tradução financeira Resultados de Programas de Resultados • Proveitos • Quota de mercado • Meios • Custos • Volume de negócios • Políticas Balanço • Activos • Lucros • Ideias • Passivos • Qualidade Tesouraria • Recebimentos • Pagamentos Gestão Orçamental II.

Representação esquemática do processo orçamental Em termos sequênciais. 3 . Gestão Orçamental II. c) Orçamento de tesouraria e financeiro. a elaboração dos orçamentos pode sintetizar-se em: a) Orçamento de exploração: b) Orçamento do investimento.

Tipos de centros de responsabilidade Tipos de Centros de Responsabilidade Centros de Custo Centros de Resultados Centros de Investimento Gestão Orçamental III. 1 .

Centros de custo Em esquema. orçamentar um centro de custos significa: Meios/recursos Tradução financeira Centro • mão de obra de • matérias • custos Custos • serviços • impostos e taxas Gestão Orçamental III. 2 .

Representação esquemática de um centro de
resultados

Em esquema, orçamentar um centro de resultados pressupõe:

Recursos Centro Resultados

Consumos Produção Vendas
• Mão de obra
P. Serviços
• Matérias
Tradução Financeira
• Serviços
Custos Proveitos

Gestão Orçamental III. 3

Representação esquemática de um centro de
investimentos
Em esquema, orçamentar um centro de custos significa:

Recursos Centro de Investimentos • Produtos

• mão de obra • Serviços
Tradução Financeira
• matérias

• serviços Resultados Proveitos
Custos
• equipamentos

• créditos Balanço Activos
Passivos
• outros activos

• outros passivos

Gestão Orçamental III. 4

Critérios financeiros de avaliação dos
desempenhos

A definição de Centros de Responsabilidade constitui um meio para uma adequação
da estrutura à estratégia da organização. Também a fixação de objectivos só terá
sentido se, posteriormente, for avaliado o seu grau de realização

Desta forma, para que os responsáveis operacionais apliquem a filosofia de gestão
tal como temos vindo a defender, torna-se necessário:

Conhecer, antecipadamente, de que forma vai ser medida a sua actividade,
isto é, “orçamentar” os resultados esperados do exercício da sua autoridade;

Dispor, atempadamente, das informações necessárias que lhe permitam an-
tecipar decisões no sentido de atingir ou melhorar essa medida;

Conhecer, rapidamente, o impacte das suas decisões sobre o grau de reali-
zação dos seus objectivos.

Gestão Orçamental III. 5

Características A comparação entre as realizações e os orçamentos. Gestão Orçamental IV. e. a explicação dos desvios e as acções correctivas. não constitui um fim em si. 1 . por outro. Para responder a estas exigências. mas um meio para avaliar desempenhos e apoiar a tomada de decisão de medidas correctivas. Apresentar um conjunto de características das quais destacamos: a decompo- sição por causas. por um lado. evidenciando os desvios. o controlo orçamental deve. a reprevisão anual. Conceito e características do controlo orçamental Conceito O controlo orçamental constitui um instrumento de acompanhamento dos Objectivos e dos meios definidos no orçamento. assumindo um papel muito activo no processo da gestão orçamental e de responsabilização. ser rápido e equitativo.

Planeamento e controlo orçamental Gestão Orçamental IV. 2 .

Diagnóstico dos desvios no processo de controlo orçamental Orçamento Meio Exógenos Ambiente Comparação Desvios Alheios ao gestor Endógenos Resp. 3 . Do gestor Realizações Impacto Acções Correctivas Gestão Orçamental IV.

º1 = Vr Ms Ps Es Vr -Volume real Vs – Volume standard Es – Eficiência standard Ms – Mix standard Ps – Preço standard Gestão Orçamental IV.Esquema do desvio de volume Orçamento = Vs X Ms X Ps X Es Inicial Orçamento X X X Flexível N. 4 .

5 .º1 = Vr Ms Ps Es Orçamento X X X Flexível N. Análise do desvio de Mix Orçamento X X X Flexível N.º2 = Vr Mr Ps Es Gestão Orçamental IV.

º3 = Vr Mr Pr Es Realizações = Vr X Mr X Pr X Er Gestão Orçamental IV.º2 = Vr Mr Ps Es Orçamento X X X Flexível N.º3 = Vr Mr Pr Es Decomposição do desvio de eficiência Orçamento X X X Flexível N. 6 . Análise do desvio de preço Orçamento X X X Flexível N.