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NORMA DISCINI DE CAMPOS

MEMORIAL

Memorial da formação científica e das atividades de
Norma Discini de Campos, apresentado como parte dos
requisitos do Concurso de Livre-Docência junto ao
Departamento de Linguística da Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas da Universidade de São
Paulo.

SÃO PAULO
2013

NORMA DISCINI DE CAMPOS

MEMORIAL

Memorial da formação científica e das atividades de
Norma Discini de Campos, apresentado como parte dos
requisitos do Concurso de Livre-Docência junto ao
Departamento de Linguística da Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas da Universidade de São
Paulo.

SÃO PAULO
2013

Ah, homens de pensamento
Não sabereis nunca o quanto
Aquele humilde operário
Soube naquele momento!
Naquela casa vazia
Que ele mesmo levantara
Um mundo novo nascia
De que sequer suspeitava.
O operário emocionado
Olhou sua própria mão
Sua rude mão de operário
De operário em construção
E olhando bem para ela
Teve um segundo a impressão
De que não havia no mundo
Coisa que fosse mais bela.

Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário.
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão
Pois além do que sabia
– Exercer a profissão –
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:
A dimensão da poesia.

Vinicius de Moraes. Poesia Completa e Prosa. Rio
de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1986, p. 294 –
295.

.....................................................................................................5 Atuação profissional .................................. SUMÁRIO Dados pessoais ....................................17 1...21 1.........................11 Participação em eventos científicos ......7 1 ATIVIDADES ANTERIORES AO INGRESSO NO MESTRADO (Da formação escolar básica até o ano de 1986...........................................33 2..........45 2...............................................1 Considerações gerais ....................................................................................15 1.................................................................................7 Apresentação de trabalho.....3 Formação complementar.................16 1........6 Produção bibliográfica ....................40 2.........................................................8 Produção artística/ cultural ............10 Bancas .........................9 Demais tipos de produção técnica ..32 2...................................8 Produção técnica .2 Formação escolar e acadêmica/ títulos .........................................................24 2.................13 1..............................................................................................................................................................................................................................................9 1.................................................22 1...............................................................................................................................24 2...............................................................................................................................................................................................................................................................................................49 2.............................................................................9 Participação em eventos científicos ...........22 2 ATIVIDADES A PARTIR DO INGRESSO NO MESTRADO (1986) ATÉ O CONCURSO PARA PROFESSOR DOUTOR JUNTO AO DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA DA FACULDADE DE FILOSOFIA......7 Outras produções bibliográficas ............31 2..........................................30 2...........4 Aprovação em concurso público .........4 Aprovação em concurso ............................ LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO................................12 1.............................................................................................................................51 ................................................1 Considerações gerais ................................6 Produção bibliográfica ....3 Formação complementar .................................2 Formação acadêmica/ titulação ......46 2.................. data de ingresso no curso de pós graduação) 1....... CONSUMADO EM 03 DE FEVEREIRO 2003 2....6 0 SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO MEMORIAL .........5 Atuação profissional .......................................

........................................................................................................................................... 99 3......................................................................................................................7 Demais tipos de produção técnica .58 3.....8 Bancas .......................................................................................................... LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (de 03 de fevereiro de 2003 até a presente data) 3.............................................................................................................1 Considerações gerais ................... 126 ....2 Atuação profissional .............12 Orientações concluídas .........................52 2.............6 Produção técnica .....................................5 Outras produções bibliográficas .................................................................................... 105 3....9 Participação em eventos científicos ...... 120 3...........................................................................................................................................55 3 ATIVIDADES COMO PROFESSOR DOUTOR EM REGIME DE DEDICAÇÃO INTEGRAL À DOCÊNCIA E À PESQUISA (RDIDP) JUNTO AO DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA DA FACULDADE DE FILOSOFIA.........................................................................................12 Participação em grupos de trabalho e de pesquisa ..................................10 Orientações ...61 3....82 3......................60 3.................. 99 3....................................2.......4 Apresentação de trabalho............................125 Palavras finais ........13 Participação em grupos de trabalho e de pesquisa ................................................................................................................... 125 3.......................................................................................11 Bolsas e auxílios ....... 103 3............................................3 Produção bibliográfica ..... 118 3........

mãe de Douglas e de Raquel. . nascida aos 4 dias de novembro de 1945. 6 Dados pessoais: NORMA DISCINI DE CAMPOS. em Laranjal Paulista. São Paulo. filha de Nicola Discini e de Gersina Luvizotto Discini.

Caixa 3 (Doc. a segunda. na verdade. 7 0. Cada uma das partes é introduzida pela seção intitulada Considerações Gerais. ser resumidas em apenas duas: antes e depois do ingresso na Universidade de São Paulo como pós-graduanda de mestrado. Foram indistintamente designados documentos: a) certificados. declarações. e estão distribuídos em quatro caixas: Caixa 1 (Doc. que reúne. SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO MEMORIAL O memorial organiza-se em três partes. estende-se até a data do concurso prestado para professor doutor junto ao Departamento de Linguística. que reúne material obtido após a finalização da organização das caixas. Entretanto. do nº1 ao nº 670. o período vinculado à USP foi bipartido em duas fases: a primeira. 3. temos um memorial com três partes: 1-Atividades anteriores ao ingresso no mestrado (Da formação escolar básica até o ano de 1986. 2-Atividades a partir do ingresso no mestrado (1986) até o concurso prestado para professor doutor junto ao Departamento de Linguística da FFLCH-USP (03 de fevereiro 2003). Segue essas considerações a apresentação sumarizada do conjunto das atividades desenvolvidas. junto ao Departamento de Linguística. delimitadas pelas etapas recortadas da vida da memorialista. 573 ao 670). O último passo da marcha memorialista está expresso nas Palavras Finais. 182 ao 511). distribuem-se em ordem numérica crescente. aos comentários a respeito das atividades realizadas. artigos em periódicos e exemplares de publicações afins. entre outros itens relativos a trabalhos levados a efeito no período assinalado. até a presente data. Os primeiros estão organizados em pastas (de nº 1 ao nº 17) que. que se sucedem cronologicamente e que. Caixa 2 (Doc. sejam as da docência. pelas . da contratação pela USP. atestados e outros afins. capítulos de livros. cujo ponto de partida é o ingresso no curso de pós-graduação. sejam as de pesquisa. correspondente às atividades de professor doutor em regime de dedicação integral à docência e à pesquisa (RDIDP) estende-se. Os documentos que acompanham o Memorial estão postos em sequência. Caixa 4 (Doc. ano de ingresso na pós- graduação). emparelhadas ambas à citação das produções bibliográficas. 1 ao 181). b) livros. 512 ao 572). Por conseguinte. para a elucidação das informações. assim como os exemplares das publicações.Atividades como professor doutor junto ao Departamento de Linguística da FFLCH-USP (de 03 de fevereiro de 2003 até a presente data). poderiam. reflexões sobre fatos vividos concernentes a elas e ao período que as encerra. Na Caixa 4 o último documento (de nº 670) é seguido por um envelope intitulado Extra.

8 caixas. acompanha a caixa correspondente. O mapa da organização dos documentos radica-se na ordem crescente deles e. . impresso.

do ato de responder a esse tipo de convocação feita pela situação de concurso. Ao olhar hoje para esse lugar de dor deflagrada. logo de partida: Dói construir a memória. Sobrevém de lá a deliciosa fusão com a poesia. já que em ambos habita a luz. vejo que. emerge alguma impaciência decorrente. entre outros. como indiretamente pede o gênero. o perigo de ter o olhar bebido pela tristeza das sombras renegadas. se eu lembrar que. quer como presença. cidade pequena. ou melhor. passei minha infância e adolescência em Laranjal Paulista. que falar de escuros é também falar de clarões. com algum estranhamento por ter de voltar no tempo a fim de dar testemunho com ares de institucionalidade daquilo que vivi. quem sabe. para terreno batido e claro. se volto a pôr-me a nu. fiz meu memorial por ocasião do concurso prestado para provimento do cargo de Professor Doutor. a menina passou a ser conhecida como a . Se se foge. onde fiz o primário e o ginásio. No mais. a história não mudou. Bamboleante. com olhos pingando apenas o agora do agora. então. 9 1. Estouram borbotões de toda espécie de água das barrancas mais ensombreadas pela vegetação trançada do tempo. há. recuemos. Avancemos. afirmei. um de madeira e outro de lata. da velhice em que já estou instalada. aliás. fui para a escola pública. Eram poesias a ser declamadas por mim no pátio. Vem de então. por certo. É bom lembrar. a melodia dos poemas de Olavo Bilac. em que se guardavam lápis. ATIVIDADES ANTERIORES AO MESTRADO (Da formação escolar básica até o ano de 1986. quer como ausência. caneta e borracha. direi onde nasci e como vivi.1 Considerações gerais Quando. já que era única filha. como filha de um ferreiro e de uma costureira. nas salas de aula e na escadaria de acesso à porta principal da escola. Mas. Falando como se deve. Dói crer que é possível fazê-lo. embora eu pouco entendesse dos poemas parnasianos entregues a mim para memorização e apresentação em público. com o cheiro e o tato de dois estojos. data de ingresso na pós-graduação) 1. ou da sensação de premência para fruir os minutos todos que restam da vida em sobrevoos de criação. não necessariamente engessados por coerções de um gênero institucional. de economia predominantemente agrária. Habituada ao diálogo com meus próprios devaneios. entretanto. Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. há dez anos. a convite de minhas professoras. junto ao Departamento de Linguística da Faculdade de Filosofia. Há ameaça de inundação pela escuridão aquosa. é. agora. em segredo.

O pano era para não incomodar as parceiras. a menina prosseguia a passos incertos no sentido exato das coisas. com moradia na casa de uma tia. com braços cobertos por luvas longas compradas em São Paulo e vestido feito pela mãe. Onde morar? Retorna para o interior. esta que vinha. Queria o curso clássico. o bem sempre considerado precioso. a menina conheceu um sitiante da região de Tietê e inventou o amor. Literatura. de sobressaia plissada. como a mais próxima: a da poesia. Foi então que. contígua à cama. entretanto. já que a professora não escondia uma atitude espírita doutrinária. segunda mãe. Poesias voltavam a ser declamadas em público. Mas quase. Eram tempos sem televisão. Desponta dessa época a Professora Sara Bonilha. os pais alugaram um quartinho de pensão. transferindo-se para o último ano do chamado Curso Normal. depois. Francês. Mas havia outras. Colégio Presidente Roosevelt: belas aulas e. nem computador. a notícia: a tia teria de mudar-se da capital. Por falta de tal curso em Laranjal ou em cidade próxima. aos borbotões. com encontros e desencontros. Mostrava-se a vida fora dos laranjais. próximo à estação ferroviária. Com planos de casamento. Jogava luz nos textos de filosofia que então descobria no curso clássico. a fim de terminar o curso clássico em escola pública. futura mãe de muitos filhos e . da região. oferecida ao primeiro classificado no curso. foi para Tietê estudar. De repente se desestabilizaram os planos casamenteiros. sempre esteve segura da companhia que acreditou. da Estrada de Ferro Sorocabana. No final do primeiro ano. recobertos pelo inegável bem-estar sentido no trabalho escolar. De oradora da turma dos formandos da chamada 4ª série do Ginásio. tinha de prosseguir no mundo das Letras. interiormente. Lá. passou a estudar em São Paulo. porque vinha de uma adaptação. já que por lá não havia o clássico. segundo os quais a jovem se tornaria dona de casa em altos montanhosos diante de um lago. que precisavam repousar. quando anoitecia. com dezesseis anos. em que tal curso existia: Sorocaba. entre as mais amadas: Língua Portuguesa. das poesias mesmas. 10 declamadora da cidade e. no pequeno espaço dividido num quartinho com duas outras pensionistas. se estava deitada em sua cama. com seus saraus lítero-musicais. Para a filha morar. para que os pré-requisitos das matérias pedagógicas fossem supridos. Não ganhou a chamada "cadeira-prêmio". de Língua Portuguesa. para o baile de formatura. Venceu provas num processo de adaptação rigoroso. as poesias continuavam a orientar a busca de algum sentido para a vida. Incorporadas. terminado o segundo ano clássico. se. cobria com pano grosso a cabeça e o pequeno abajur de luz acesa. poeta da região. em definitivo. na cidade mais próxima de Laranjal. as de Cornélio Pires. Latim. Mas. agora as psicografadas por Chico Xavier. a menina saltou para o colegial.

Poderíamos encerrar estas Considerações Gerais. tal como especificado na segunda parte do memorial. Refiro-me a novos palcos. como está registrado em . se houve. a última. Viajava diariamente para Botucatu. 11 professora primária. Convidada por Anna Hilda Ferreira Barbieri e Nilce Gadelha de Almeida Rodrigues Alves. minha professora. Em 1964. quando nada havia que a fizesse chegar para as primeiras aulas da manhã. anos após. com textos. por representantes da comunidade. editadas pela Editora do Brasil S/A. compondo um bloco em cujos interstícios corria a seiva. um para cada série do antigo curso ginasial. Paulo. Cumpre juntar às duas faces uma terceira. em seguida. por alguns tempos. isso. um e outro eram tão intensos quanto contraditórios: o anseio pelo recolhimento que viabiliza estudos. no primeiro ano da faculdade. quatro volumes. têm apresentação detalhada no item Produção bibliográfica. a necessidade de contínua exposição. foi devido à concomitância de um anseio e de uma necessidade. de trem. Essas duas faces colaram-se uma à outra desde então. ia à faculdade no baú do furgão de entrega do jornal Folha de S. com manutenção da dinâmica de coautoria. duas professoras de Português do Colégio Estadual "Cesário Carlos de Almeida". com dezoito anos recém-completos. assim. baseados em declamação de poemas e interpretações de canções. por alunos e por mim. promovidos por companheiros professores. devido a desarranjos na vida do seu então noivo. poesias e músicas de autores laranjalenses". uma carreira que dura décadas. já se esboçava o sujeito curioso para investigar questões de linguagem e afeiçoado a ensinar: o pesquisador e o professor. casou-se com ele mesmo e. que durante os anos de 1969 e 1970 "ensaiou e encenou um show lítero- musical. que nutria o todo. sabendo que as três compõem apenas uma. Não eram aqueles espetáculos então realizados nas escolas. devido a atividades administrativas assumidas junto à Secretaria da Educação (SP). OTAL. de ônibus ou. uma média de quarenta e quatro semanais. Falo da escritora. Todas essas obras. publiquei uma coleção de livro didático de língua portuguesa. Após tê-lo amparado nos infortúnios. A pena daí advinda. padrão de trabalho docente daqueles tempos. Antes. escrevi a terceira coleção. é bom confessar que. então em coautoria com Lídio Tesoto. Eram os palcos da Organização de Teatro Amador Laranjalense. e talvez constrangida com a aparente insignificância do fato. devido à sobrecarga de aulas ministradas. porém. de Laranjal Paulista. inaugurando. não montados como atividade escolar. tinha começado a lecionar. escrevi a segunda. prática que nunca mais abandonaria. reatou o antigo propósito: fazer o curso de Letras. 1988 e 1989). pisei os palcos do teatro. A partir de 1965. Depois da primeira obra. tendo sido. a não ser por um período de três anos (1987.

2. dediquei-me às atividades de docência. "O espetáculo foi encenado nas cidades de Laranjal Paulista. denominado Conheça-se. ainda que atabalhoadamente. no Largo do Arouche. em Laranjal Paulista. 12 carta do então presidente da organização (Doc. foi gratuito. direi com Manuel Bandeira: Criou-me desde eu menina. São Paulo.) O espetáculo. e o ginasial na Escola "Cesário Carlos de Almeida". um canto meu a me esperar. enquanto práxis enunciativa ou ir-e-vir do sujeito entre o texto e o mundo.2 Formação escolar e acadêmica / títulos 1. Findei o ensino médio com o diploma de professora. o campo de prioridades para meus anseios em relação aos estudos da linguagem: o sentido dos textos. até o ingresso no curso de pós-graduação.1 Primário e secundário Fiz o curso primário no Grupo Escolar "Quinzinho do Amaral". como eu diria então. Passo agora à apresentação dos cursos feitos nesse período e das escolas em que lecionei. Era a tenda mais solta nos ares que se possa imaginar. ao lado da Secretaria da Educação. de 1957 a 1960. o evento foi aprovado pela censura federal e. Esse acontecimento. 1. O que valia mesmo era haver então. o sentido dos textos. que verdadeiramente divide as águas. testemunha certa tendência minha para ir meio à margem das linhas do trem. instituição em que viria a trabalhar.. de pesquisa e às publicações. sem que se perdesse o olhar sobre a relação ensino-aprendizagem. Na primeira parte deste memorial procuro. até o marco divisor. que acrescenta: "Contra todas as dificuldades da época. havia sido escrito e dirigido por Ruggero Zalla Filho". Passo também à descrição dos livros que escrevi. com excelente repercussão". (. Mas era uma tenda. portanto. diz o documento. reconstruir um dos percursos de minha vida. uma "kitchenette" adquirida com os primeiros direitos autorais. no ano de 1986. a fim de quixotescamente matricular-me no mestrado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo: o traço quixotesco se justificará na segunda parte do memorial. que foi a vinda a São Paulo. sem nenhuma ajuda dos órgãos municipais. Conforme essa orientação e interesse. Conchas e Jumirim. enquanto incorporação do sujeito-no-mundo.. / Ser artista não pude. concedido pelo Instituto de . / sou semioticista / menor. de 1953 a 1956. / perdoai. Parece-me que se evidencia o fato de que se projetava. / para artista meu pai. cujo fôlego aparentemente é tão fraco para um memorial acadêmico. como poderia ser lembrado hoje. Se puder brincar. 6).

27 (Doc. Ciências e Letras de Botucatu. na Faculdade de Filosofia. 11). 1. nos dias 27 e 28 de outubro de 1967.2 Fiz o curso de especialização em língua inglesa. Raul Castagnino. 1). tendo como respaldo teórico Dámaso Alonso. Dr.3 Formação complementar 1. Ciências e Letras de Botucatu. ministrado pelo professor Dr. SP. Ciências e Letras de Itapeteninga. 10).1 Fiz o curso de especialização em Análise Semântica Sincrônica." de Tietê. 1. Fiz o curso de Pedagogia (Complementação Pedagógica para Licenciados - Habilitações: Magistério e Administração . com média global de 9. que me iniciaram na análise dos textos.2. (licenciatura em Português e Inglês). José Carlos Garbuglio.3. entre outros. Dra. 13 Educação "Plínio Rodrigues de Morais.5 (Doc. 1.2. Desse curso. Cília Coelho Pereira Leite (Madre Olívia).2 Curso de Literatura Portuguesa. dirigido pela Profa.3. no ano de 1963.1 Curso teórico de Literatura Brasileira "de Graciliano a Guimarães Rosa". ministradas pelo professor João José Kury. 13). 30). Benedito Nunes. desenvolvido durante o ano de 1973. com o total de 240 horas-aula. Wolfang Kayser.3. realizado no ano letivo de 1974. Leo Sptizer. SP.2. média de aprovação dez (Doc. 4). Fernando Mendonça. 1. ministrado pelo Prof. no mínimo 300 horas de estudo e atividades práticas). marcaram minha trajetória as aulas de Teoria Literária. na Faculdade de Ciências e Letras de Avaré.2. no período de 1972 a 1973 (Doc.3. média global obtida 8. 31).3 Especialização 1. com a duração de um ano (60 horas de aula com. em outubro de 1966 (Doc. .I e II Graus) na Faculdade de Filosofia. na Faculdade de Filosofia. Ciências e Letras de Botucatu (Doc.2 Superior Fiz o curso de Letras na Faculdade de Filosofia. 1. no período de 1965 a 1968 (Doc.

Cília Coelho Pereira Leite (Madre Olívia) sob a responsabilidade do Centro de Pesquisas Linguísticas para estudos de Português (nota: 9. 02. 36). 33). . 37).3 Curso de Poesia: "do classicismo (Camões) ao contemporâneo João Cabral de Melo Neto". nos dias 2. junto à Delegacia do Ensino Secundário e Normal de Botucatu no período de 10 a 13 de fevereiro de 1971. 16. 06. Yara F. Nelly Novaes Coelho.3. desenvolvido presencialmente e. 26 e 27 de novembro de 1968.8 (Doc.0) (Doc.3. início no dia 14 de julho de 1972 e término no dia 30 de dezembro de 1972. ministrado por Cília Coelho Pereira Leite (Madre Olívia). com metodologia de estudos por correspondência. abrangendo um total de 32 horas. 1. 1. Ciências e Letras de Botucatu (Doc.3.3. 35).3. Dra. no qual tive aproveitamento dez e frequência 100% (Doc. 23 e 30 de outubro e 06 de novembro de 1971.8 Curso de Extensão Universitária "Aperfeiçoamento em Língua e Literatura". 34). promovido pela Sociedade de Amigos Sedes Sapientae da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Fernando Manuel de Mendonça. 7). na Faculdade de Filosofia. 3 e 4 de julho de 1971. com duração de quatro meses (oitenta horas). realizado no período de 29 de junho a 2 de julho de 1970 (duração de trinta horas.3. da Silveira. promovido pelo Centro de Pesquisas Linguísticas para Estudos do Português. 1. Ataliba de Castilho. Leonor Lopes Fávero. 1. em paralelo.5 Seminário sobre Planejamento Educacional realizado em Botucatu. nos dias 18 e 25 de setembro.3. promovido pelo Centro de Pesquisas Linguísticas para estudos de Português. ministrado na Faculdade de Ciências e Letras de Avaré. nota de aprovação 9. ministrado em 30 horas-aula pela Profa. ministrado pela Profa. 1. 14 1. sob coordenação da Profa.4 Curso de Técnicas de Comunicação Aplicadas ao Ensino promovido pela 8ª Inspetoria do Ensino Secundário e Normal. Regina Célia P.9 Curso de Extensão Universitária: Análise semântica aplicada ao ensino da nossa língua materna. Vieira. num total de trinta horas (Doc. Alfredo Bosi. no período de 25. em colaboração com a Sociedade dos Amigos Sedes Sapientae da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.6 Curso "Português para jovens professores". Rolando Morel Pinto e Aniceta da Nasaré Gonçalves Mendes de Mendonça.7 Curso de extensão universitária e atualização de conhecimentos: Nova Semântica. 32). Cília Coelho Pereira Leite (Madre Olívia). Dra. ministrado pelos Professores: Izidoro Blikstein. 1. nota de aproveitamento dez) na 8ª Inspetoria Regional do Ensino Secundário e Normal de Botucatu (Doc. de 26 a 29 de janeiro de 1971 (trinta horas) na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Doc.

sempre soube terem sido falhos os planejamentos de tal curso e precário o trato com a bibliografia já na organização da disciplina. num total de quarenta horas (Doc. em parceria com a professora Ana Hilda Ferreira Barbiéri todos os itens do concurso realizado por volta de 1973. dando prioridade aos estudos de Linguística (Doc. no período de 7 a 11 de novembro de 1977. reprovados. 1. em 1968. com famoso alto nível de exigência.3. para os quais. para provimento de cargo de professor efetivo de Português.Português Tendo recebido a habilitação do curso de Letras. 15 1.5ª a 8ª séries . em especial. 39). como professora de Português e Inglês. Não deixávamos. Na primeira prova. A cadeira de professor efetivo era um fetiche. São Paulo. entre cujas obras mais trabalhadas se destacavam Problemas de linguística descritiva. Passei a estudar obsessivamente. firmamos os pré-requisitos na área. História e estrutura da língua portuguesa. enquanto também nos preparávamos para a .4 Aprovação em concurso público 1. 1.3. 12). 1. Como o concurso posterior ao da “bomba” foi realizado apenas em meados de 1976. Joaquim Mattoso Câmara Jr. entre outros autores. durante três anos. Professores contratados pela Consolidação das Leis do Trabalho. com discussões acerca dos estudos críticos desenvolvidos por Afrânio Coutinho e de Antonio Candido.11 Curso de treinamento em guias curriculares no período de 16 a 20 de fevereiro de 1976.1 Cargo de Professor III . minha amiga e eu. que reunia pontos e bibliografia. edital competente. de buscar visão mais acurada em relação à literatura brasileira.4. eu fui reprovada. como eu. 40). Era então época dos concursos de ingresso para o exercício do magistério nas escolas públicas. publicava-se. realizado na IV Divisão Regional de Educação de Sorocaba (Doc. concomitantemente. tipo-teste e com muitas perguntas de Linguística.. no Diário Oficial. sempre soube ser insuficiente minha formação teórica principalmente em Linguística. Estrutura da língua portuguesa. fossem substituídos por um concursado que se instalasse com sua “cadeira” no lugar do celetista. Revendo Saussure e estudando.10 Curso de treinamento em guias curriculares no período de 11 a 16 de março de 1974. realizado no Departamento de Recursos Humanos da Secretaria do Estado da Educação.12 Curso de Atualização: "Língua Portuguesa .3. se. poderiam "ficar na rua". com tarefas a ser cumpridas. realizado na IV Divisão Regional de Educação de Sorocaba (Doc. CLT. três noites por semana.1º grau”. reunimo-nos. 38).

desse concurso. ensino fundamental e médio. em contraposição com as quarenta aulas. nos primeiros meses. 2). . em termos de segurança. prova de língua portuguesa e literaturas. 16 prova de matérias pedagógicas. 14): prova de matérias pedagógicas. Eram escolas que ofereciam cargos a ser preenchidos por professor que ministrasse vinte aulas. 21). acumulavam-se. de 1º de abril de 1964 a 12 de agosto de 1969 (Doc. Esse sentimento atenuava as angústias decorrentes das contradições e das dificuldades de viver num tempo de boca obrigatoriamente fechada. Não usufruí. SP. levantava-se a hipótese de que dois cargos efetivos com jornada parcial ofereciam mais garantia do que apenas um. prova teórico-dissertativa. as de Francês. Fui aprovada nas três provas do concurso (Doc. sem interrupção de exercício. devido à proliferação espantosa de escolas que expandiam o ensino fundamental até a oitava série.5.5 Atuação profissional Fui professora da rede de ensino oficial do Estado de São Paulo. isso representava vitória sobre leões prestes a atacar. 1. estudando os desdobramentos da lei de ensino 5692/71 e as teorias educacionais subsidiárias.1 Escola Municipal "João Salto". a dita jornada integral.4. Era preciso conhecer as leis que regiam o ensino de então. Naquelas circunstâncias. o resíduo é de uma sintonia entre o movimento dos corpos. para que não faltassem aulas. Preferi permanecer como professora efetiva de Português em jornada integral. a dos meus pais e a de meu filho: o pão não podia faltar. tendo tal concurso homologação publicada no Diário Oficial do Estado no dia 28 de junho de 1980 (Doc. de 1964 a 1986.Inglês Prestei também o concurso público de provas e títulos para provimento de cargo de Professor III (de ensino fundamental e médio) de Inglês. 1. do que decorria a alegria com exercício do magistério.2 Cargo de Professor III . 1. no meu caso. Às aulas de Português. em jornada integral. em se tratando da ameaça à sobrevivência. Da experiência da prática docente relativa a essas duas décadas e dois anos. correspondente aos anos da Ditadura Militar. Laranjal Paulista. sem exagero. Passo a citar as escolas em que lecionei nesse período. dadas na continuidade do período. as de Inglês e. Havia verdadeiramente ameaça de redução de aulas para o professor. a dita jornada parcial. entretanto. Na época. de aluno e de professor. nos primeiros anos. porque não assumi a cadeira que me foi oferecida.

seção de . identificar a tonicidade e atonicidade das sílabas e acentuação gráfica. pontuar adequadamente as frases. de fevereiro de 1973 a fevereiro de 1974 (Doc. de Língua Portuguesa. São Paulo.5 Escola Estadual de Primeiro Grau "Profa. III . 7ª. do que se passou a chamar posteriormente ensino fundamental. e do que se chama técnica de comunicação. 6ª.5. destinada a alunos. por sua vez. bem como para a tipologia textual voltada para a narração.4 Unidade Integrada de 1º Grau "Profa. II .Estudo da língua. Cada volume divide-se em treze unidades. 15). durante esse período. de Tietê. 1. de Pereiras. 1. de julho de 1977 a dezembro de 1980 (Doc. como critério de organização especulativa: na primeira seção. 1. tal como preceitua a gramática normativa. escolhidos de acordo com os supostos interesses do leitor-alvo.5. São Paulo: Editora do Brasil S/A. Os textos. SP. apresentam.Texto / Análise de texto. sintaxe e fonologia. 1. já que eram voltadas para a produção de livros didáticos de língua portuguesa. A obra é didática. 6ª. organizando elementos linguísticos em novos esquemas de comunicação (Doc.2 Colégio Estadual Cesário Carlos de Almeida". de 1º março de 1966 a 24 de julho de 1986. 4 volumes: 5ª. firmar o entendimento sobre questões básicas de morfologia. do entendimento de texto.1 Português: tempo de comunicação. A seção Estudo da língua.5. Coautoria com Ana Barbieri e Nilce Gadelha. 7ª e 8ª séries. 1º de março de 1969 a fevereiro de 1973 (Doc. excetuados os períodos de 1977 a 1980 (Doc. 175. 17 1. SP. Carlina Alves de Lima". 3). firmar automatismos na resolução de exercícios estruturais e de transformação de frases. seção esta orientada para a estrutura do texto como gênero. descrição e dissertação.6 Produção bibliográfica 1.Atividades.6. 1981. SP. 5ª. Passamos a verificar como.5. 8ª série do ensino do 1º grau (Doc. Na seção Atividades pretende-se que o aluno seja capacitado a criar textos escritos de acordo com as estruturas trabalhadas na lição e a expressar-se oralmente. constituída cada qual por três seções: I . de Laranjal Paulista. 175).3 Colégio Estadual "Vereador Egildo Paschoalucci". a exploração do vocabulário. minhas investigações sobre questões de linguagem e minha produção de conhecimento desenvolviam-se. 9). procura levar o aluno a: grafar corretamente as palavras. SP.8). Isabel Vieira de Serpa e Paiva".

18 Planejamento.175). depois de ter eliminado as lombadas e os buracos. Sucedem a tais atividades momentos de "contar histórias". Não é dessa maneira que se alongam as lembranças no bafo de um memorial acadêmico? Não custa lembrar Aldrovando Cantagalo. 4). aliás. o item específico voltado para a Expressão oral. reescrevendo a frase correta: . convergente. quero ver ela. o desconhecimento em relação à importância do uso como constituinte da própria língua. para higienizá-las. para projetos de defesa da língua que circulavam então com forte acento de sentido – tudo isso provocaria desejos de anular tal experiência. que tanto sofria com as 1 LOBATO. com proposta que me constrange. ainda. aqui registrada a título de confissão pública de engano cometido: Observe os seguintes casos: O pai: . seguida vez ou outra de orientação para dramatização de fábulas e de peças teatrais. avalio hoje como inadequadamente censoras atitudes como a registrada na página 78 do volume da 5ª série. quero vê-la. A resposta do menino registra uma construção descuidada. Monteiro. como apresentação de entrevistas e de jograis. Corrija a resposta do menino. esta que se restringe predominantemente a atividades de leitura em voz alta. o perigo do preconceito implícito em relação aos diferentes falantes. Aldrovando. São Paulo: Brasiliense.78-89. Luis de Sousa". p. da linguagem popular e de acordo com a idade do menino. Na página 61 do volume recém-citado (Doc. de Monteiro Lobato. É com pesar que observo a "mão pesada" no trato com as variantes linguísticas. aliás. enfim. O mau jeito no trato com a língua em uso. Negrinha. sobre a qual se apoia a coleção. Exige-se no exercício da expressão oral o emprego da linguagem figurada trabalhada no conteúdo da lição. o não aprofundamento do debate em relação à legitimidade das variantes. p.1 "A língua lusa era-lhe um tabu sagrado que atingira a perfeição com Fr. 1971. diz Lobato. Mas deve ser comum aos memorialistas de um gênero como este a tentação para aplainar as estradas dos vividos. Nestes últimos. É um exercício sobre o emprego do pronome.Sim. o protagonista do conto O colocador de pronomes. a concepção equivocada de língua. inserida na seção Atividades. há um estudo que espelha tal procedimento. .Você quer ver sua mãe? O menino: . O estudo do texto se concentrava em questões de interpretação do que era dito. Há.Sim.

da ditadura militar. que um dia viria a expirar. 1983 (Doc. nem do próprio livro.6. Luis de Sousa.2 Língua nacional. às chamadas comemorações previstas no calendário (Doc. Tomando para exemplo um volume da 5ª série. Para finalizar os comentários sobre Português: tempo de comunicação. como prática registrada em livros didáticos. 19 incorreções dos falantes. lá estava o hediondo relevo da dedicatória. no reino das fadas e bruxas. propostos pelo Ministério da Educação e Cultura. 6ª. e a outras áreas. autoestima e autoafirmação. 7ª." Trazendo no rosto "uma estranha marca de dor . Planejamento. que se estruturam a partir de centros de interesse". no pé da poesia. como: o poder opressor versus a liberdade individual. Ao receber "carroçadas" dos exemplares. Se há dez anos. A história do ensino da língua portuguesa. no último memorial. pois não vejo culpa. 8ª séries. 175. Registro também a preocupação com o entrosamento em relação à área Comunicação e expressão. registro uma curiosidade: no referido Planejamento anexo a cada livro. escreve um livro para ajudá-los. já que o livro anteriormente citado ainda estava em circulação. 147). 1. exemplificam-se os tais centros de interesse. como está na apresentação. destinada ao ensino de Língua Portuguesa compõe-se de 4 volumes. 5). no item Estratégia. "Naquele. nem das autoras do livro comentado. observa-se a preocupação com a articulação das aulas de Português em relação às atividades do Centro Cívico. com o pseudônimo de André Costa Cavalcanti. numa atitude preliminar àquela cobrada hoje pelos Parâmetros Curriculares Nacionais.” – hoje discordo da asserção feita sobre a piedade de si. p. cuja dedicatória impressa era a Fr. Essa obra. está estampada nos ensaios e erros. eu afirmei.dor gramatical inda não descrita nos livros de patologia" morre e se torna "o primeiro santo da gramática". Coautoria com Anna Hilda Barbiéri e Nilce Gadelha. consequentemente. como em todos os exemplares da edição. abre o primeiro volume e o que vê? À memória daquele QUE SABE-ME as dores". nesse mesmo contexto: “É bom verificar que validar a própria história não deixa de ser exercício de autopiedade. Para quem quer fazer um memorial é bom lembrar Aldrovando Cantagalo. Cada volume por sua vez compõe-se de "doze unidades e 24 lições. Representava-se assim a voz da lei 5692/71 e. São Paulo: Editora do Brasil S/A. cada qual para uma série do ensino fundamental: 5ª. do outro lado do paraíso. O pseudônimo foi sugerido pela Editora. O .

Apesar do título. 20 chamado centro de interesse motiva a escolha dos textos e análise desenvolvida a partir deles. é antecedida pelo estudo da gramática. quando morre? Isso permite a um menino do povo chegar a ser rei? O rei mandava todos calarem a boca. para o que há documento comprovatório da autoria (Doc. A chamada unidade contém estudo de dois textos-base. apoiadas no texto-base O reizinho mandão. Por fim. porque tinha medo de que dissessem que ele estava fazendo bobagens. às vezes. de modo a depararmo-nos com um aluno exposto a questões como as que seguem registradas. que desenvolve reflexões sobre a estrutura textual. Nesse período também me . acaba esta coleção por configurar-se como um trabalho que chega a tangenciar questões relativas ao uso do nosso idioma. do primeiro. O estudo gramatical contempla trabalhos com fonologia. Por último. se parecem com o Reizinho Mandão? Por quê? A dita vivência. Tempo de comunicação. aparecem os exercícios de ortografia. já que o outro livro. fundamentando as atividades de redação que encerram cada unidade. Língua nacional. de Ruth Rocha. no sentido de viabilizar um lugar para o próprio aluno. ou seja. por meio de descrições de fatos da gramática da frase e busca de fixação da metalinguagem. A investigação gramatical é desvinculada do texto. articulada às tipologias textuais estudadas. não poderia permanecer concomitante e com a mesma autoria no mercado. Você aguenta ouvir alguém lhe dizer que está errado? Por quê? Seus pais e professores. que se afirma como trazendo a vida para o texto. que parece impor como exclusivo um olhar homogeneizador sobre a língua. do segundo depreende-se a chamada vivência. Em seguida vem a prática denominada De redação. É justo pai rei deixar o filho rei. que constitui a segunda lição de cada unidade. entre o livro e a vida. que ocorre em cada primeira lição da mesma unidade. Trata-se de enfatizar as percepções de mundo construídas pelo texto. na época obra recém-lançada. morfologia e sintaxe. 12 e 18: O rei morreu e seu filho virou rei. Entretanto isso acontece dominantemente dentro dos limites da prescrição e da normatividade. depreendem-se o estudo do vocabulário e a dita composição. a pedido da editora. bem como aos centros de interesse desenvolvidos. fica ratificado que a coleção foi escrita sob o pseudônimo de André Costa Cavalcanti. levando o texto para a vida e que pretende constituir a incorporação do texto como acontecimento ou experiência na vida dos alunos. do volume destinado à 5ª série. p. 147). restringe-se à unidade frasal.

177). Redação. da Coleção Paradidática Reflexão e Vida. Trata-se de gênero vulnerável à demanda. estudo do texto.5 Texto e contexto. junto ao estilo do gênero. os quais compunham a coleção Reflexão e vida. 21 dediquei à produção de livros então reconhecidos como paradidáticos infanto-juvenis. São Paulo: Editora do Brasil S/A. até os dias de hoje. por uma média de dez anos. procedi à estruturação. temos mais uma coleção: 1. Tal coleção. Essa coleção didática para o ensino de língua portuguesa no nível fundamental. dividida cada qual em Texto. Coautoria com Lídio Tesoto. sistematização e revisão de obras da ficção chamada infanto-juvenil. acaba por constituir. atividade esta que nunca foi extinta. ascensão. 7ª e 8ª séries. ascensão e queda. 176). livros que. 6ª. São Paulo: Editora do Brasil S/A. Fazem parte da trajetória do gênero livro didático as fases de: advento. 1. Estudos de gramática. 178). São Paulo: Editora do Brasil S/A. ou seja.6. em função do mercado.6. apesar de trabalhar com a gramática desvinculada do texto. foi a que alcançou mais leitores no Brasil e a que mais perdurou adoção junto às escolas. 1985 (Doc. o que torna o gênero suscetível de dobrar-se a políticas educacionais e de mercado. 8ª séries do ensino fundamental (Doc. que era identificada por meio da catalogação de literatura infanto-juvenil. tem o mérito de construir o contexto a partir do texto justamente no estudo que faz do texto. execução de fichas de leitura.6. devido à dependência absoluta em relação aos movimentos do consumo.4 A vida é isso aí. 4 volumes: 5ª. 1986. e pela mesma Editora. 6ª. à moda de uma novela. que correm ao sabor dos eventos. declínio. da Editora .7 Outras produções bibliográficas: fichas de leitura Dando continuidade à coautoria da primeira obra didática referida.3 O terceiro homem. estágio de "platô". 5ª. a pressão exercida pelo traço de venalidade obrigatória. 1985 (Doc. 7ª. Cada volume da coleção possui vinte lições curtas. 1. Uma produção fadada à periodicidade de nascimento. eram destinados aos alunos e distribuídos nas escolas. 1. De volta aos livros didáticos. Escrevi dois livros desse tipo. com o objetivo de incentivar o gosto pela leitura.

1 Corações de pedra. 669) 1. 1. O texto na vida. que se apresentava como A vida no texto..7.7. O guarda-noturno. M.8. W. J. 633) 1.5 Por uma semente de paz. patrocinado pela IV Divisão Regional de Educação de Sorocaba.. N.3 No ano passado. Conheça-se. Seguem os títulos dos livros trabalhados. chamada Vivência. cenas e enredo da obra eram analisados. de. GONÇALVES. 1. 668) 1.7. em que personagens. no período de 13 a 17 de dezembro de 1971 (Doc. DISCINI. MARTINS. Tal seção era seguida de outra.9.7. de Lannoy Dorin: 1985 (Doc. Teatral (Doc. S. 634) Tais fichas de leitura compunham-se de Interpretação. H. 1. de Ganymédes José: 1985 (Doc..8 Produção artística/ cultural 1... a identificação do narrador. o reconhecimento dos gêneros conto/romance.7. 667) 1. Lannoy Dorin: 1985 (Doc.9 Participação em eventos científicos Participei das reuniões científicas.1 Seminário de Estudos e Difusão da Lei 5692/71. de Cleonice Orlandi de Lima: 1985 (Doc. de Ganymédes José: 1985 (Doc. Norma. Buscava-se na investigação promovida: a articulação entre os temas subjacentes ao narrado. a partir da obra lida.6).1 ZALLA FILHO. 1.7.7 Sem olhar para trás.6 Uma leve esperança..2.7.1) deste memorial. procurava-se praticar algum julgamento sobre o mundo. BRANQUINHO. 666) 1. a relação espaço/tempo. A peça teatral “Conheça-se” foi comentada nas Considerações Gerais (item 1. 665) 1. de Lannoy Dorin: 1985 (Doc. LEITE. BETTI. Nesta seção. CATTANI. que seguem identificadas em ordem cronológica. trabalho destinado a leitores da 5ª à 8ª séries do chamado ensino de 1º Grau. R. 1969.4 As regras do jogo. T. C. ALVES. o clímax do narrado. . 73). Seguia o chamado Glossário. 22 do Brasil. de Lannoy Dorin: 1985 (Doc.

. 23 1.2 IV Seminário Latino Americano de Literatura Infantil e Juvenil promovido pela 8ª Bienal Internacional do Livro.9. no período de 13 a 17 de agosto de 1984 (Doc. 74).

afirmo que muitas das outras metas que tomavam lugar nas minhas experiências chegaram a compor uma antimeta em relação aos estudos de pós-graduação: era . no qual era assimilado um querer inesgotavelmente sôfrego. para. que sustentava o próprio não poder. por conta exatamente da percepção de ausência de limites. na PUC. Falando. já que o filho se aboletara lá mesmo e de lá não queria sair. tentar fazer o mestrado em língua portuguesa. escrever. assim. Entre os avanços. para depois trazer a filha. Valia a vontade de ser alegre. Se rabiscos faziam sombra aqui e lá. frentes cuja conciliação não era tão difícil. entretanto. precedida pela separação conjugal. instituição a que me familiarizara pela participação nos cursos de extensão e especialização.1 Primeiro tempo Em dezembro de 1985. 24 2.2.1 Do mestrado O ingresso no mestrado divide-se em dois tempos. CONSUMADO EM 03 DE FEVEREIRO DE 2003 2. LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. trabalhar. do elenco de atividades desenvolvidas no período anterior. em São Paulo.1 Considerações gerais Parece que. emerge um sujeito inquieto a ponto de arranhar-se nas insistentes investidas das adversidades da vida. saí de Laranjal Paulista. ausência sentida como falta. Mas parece também que esse sujeito criava para si um simulacro: um simulacro. 2. a competência para agir na própria adversidade. o que não impede que se delineie inevitavelmente também alguma inclinação obsessiva. tamanho foi seu impacto em minha vida. está a vinda a São Paulo.1. Vim para estudar. era.2 Formação acadêmica / titulação 2. 2. Assim era dada a conhecer a esperança fantasiosa de todo retirante: placa de luz com rabiscos negros. com ancoradouro na vida mais livre. renovando. namorar. entre outras metas. entretanto. ATIVIDADES A PARTIR DO INGRESSO NO MESTRADO (1986) ATÉ O CONCURSO PARA PROFESSOR DOUTOR JUNTO AO DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA DA FACULDADE DE FILOSOFIA.2. para além do que deve ser dito. Vim sozinha.

Trabalhava. há dez anos eu tomava esta posição. onde estava o amigo de infância. dos boleros e dos afagos que nascem dos boleros nas noites que passaram a existir em minha vida. aliás. Voltando à luz do dia. Hoje discordo do tom trágico. que me acolheu e me encaminhou a uma entrevista com a diretora geral. Ana Rosa Macedo Zironda. Prefiro brincar. Em fevereiro de 1986. como o poeta "não temo contrastes. Fiquei na capital. Deixei também de querer justificar meus passos. no agora da enunciação e no hoje deste novo memorial. dos leitores dos meus livros. em conto de Guimarães Rosa. do chá-chá-chá e do samba. Teria sido minha escolha. consegui a função de membro de um dos grupos de trabalho da instituição referida. então. matriculei-me no mestrado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Sobre essa minha vinda a São Paulo. diria Dito a Miguilim. nem mudanças"? Mas sempre os temi! Mas sempre os desejei! Firmados os paradoxos. dos familiares. chamando “tempos de aldeia” o passado largado para trás: Em tempos de aldeia. não há agulha nem alfinete. perdido o lenho"? Poderia responder. para usar expressão própria da região.” Mas. tal como registrara Bocage. familiarizei-me pouco a pouco com o non- sens. Quando fiz o memorial que agora completa dez anos. em meio a contínuas demonstrações de afeto dos alunos. sinto uma velha agulha no lugar do alfinete. está bem feito”. mais ocupada em costurar o vai-e-vém das auroras. 25 a explosão tardia da rumba. Profa. seriam suportáveis as dores das distâncias em relação ao que fora largado lá longe? Essa pergunta. assim comentei esses tempos dos quais sobressaía a dor de não poder retornar a Laranjal: “Hoje. concomitantemente ao mestrado. passar a nadar "em bravo mar. eu "nadava rio-abaixo". se essa pergunta volta. dos ex-alunos. parece que. Aprovada na seleção feita internamente nesse Órgão. “Se está feito. declaro que. gosto de brincar com essas e outras mudanças e quero mudar muito até que chegue a hora do enrijecimento final. alfinetou- me dias e noites por muito tempo. tentava um trabalho junto à Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Por que não me mantinha eu no ofício de professora de Língua Portuguesa? Eu não poderia entrar em remoção. na capital. como professora efetiva com cargo lotado em Laranjal Paulista: se o fizesse. agulha com linha. no Departamento de Recursos Humanos (DRHU). Aqui. Prof. após ter participado de exame de seleção e ter sido aprovada. Ademar Scudeler. não poderia voltar atrás. dos amigos de trabalho. dez anos após o primeiro memorial. . Estou mais pacificada de dores e de ressentimentos. mais especificamente no Centro de Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos (CTDRHU).

os quais eram desdobrados em debates na sala. Leonor Lopes Fávero. José Luiz Fiorin. Leonor Lopes Fávero. Maria Cecília de Souza e Silva. na quarta. Semântica do Português (ano de 1987: 1º semestre). Sintaxe do Português I (ano de 1986: 2º semestre). ensinando uma teoria do texto de maneira simples e grandiosa. e frequência por volta de 100%. redefinido por um novo ponto de vista sobre o mundo. 16).1. aliás. e da relação enunciado/enunciação. Cursei as disciplinas de: Análise Crítica da Gramática I (ano de 1986: 1º semestre). entre elas. Lançavam-se âncoras para uma nova história. Com monografias avaliadas por meio de notas que variaram entre 8. na segunda. como costumava enfatizar. lá e aqui. sugeriu que eu fizesse a tal disciplina na Universidade de São Paulo. o que foi correlato à propagação ascendente do inteligível na percepção do mundo. a falar em intertextualidade comigo. Aí se deu o “acontecimento extraordinário”. Minha alma e meu corpo passaram a ser provocados pela premência de discussões a respeito de novas questões teóricas e metodológicas a respeito da análise dos textos e. Fundamentos de Linguística do Texto (ano de 1986: 2º semestre). na quinta. Dr. com aquilo que ele tem de arroubo sensível. no segundo semestre de 1988. na terceira. e tendo sido cotada para minha orientadora na PUC.5 e dez.2. O sentido do . Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (Departamento de Linguística). para fechar o quadro dos créditos do mestrado na PUC. exigindo relatórios semanais de recuperação minuciosa da teoria trabalhada. a problematização feita do sujeito discursivo. fazia o professor abrirem-se as águas de qualquer história: antes e depois. A Profa. começo a cursar a disciplina Teoria da Análise do Discurso: Contribuição da Semiótica Soviética. Estilística do Português (ano de 1988: 2º semestre) (Doc.2 Segundo tempo Nos primeiros dias letivos do primeiro semestre de 1989. Fazendo crer que "pós-graduação é projeto de vida". que poderia ser feita fora da instituição. Era chegada a hora de um novo disciplinamento interior. Ataliba de Castilho. no programa de Língua Portuguesa. Eram firmadas novas bases do meu pensamento. junto ao Serviço de Pós-Graduação da Faculdade de Filosofia. na primeira das disciplinas aqui citadas. a primeira. Problemas de Descrição do Português Oral (ano de 1987: 2º semestre). estava eu prestes a concluir. 2. Faltava-me cumprir apenas os créditos correspondentes a mais uma disciplina. estando de partida para a Universidade de São Paulo. ministrado pelo Prof. o meu mestrado. em moldes nunca antes vistos por mim. Dessa época despontam professores a quem devo a projeção de um olhar mais acurado sobre fenômenos linguísticos e discursivos: Ana Maria Cintra. Cília Coelho Pereira Leite (Madre Olívia). 26 no CTDRHU e cumpria os créditos na PUC/SP.

sustentava-se agora em um querer. Semântica: as teorias estruturais- funcionais e a teoria gerativa. apenas modelos analíticos pré-estruturais. Desde que pusera os pés na cidade de São Paulo. em estudos prévios a respeito do significado. submeti-me a uma prova escrita e a uma entrevista como seleção. 2. Teoria semiótica e canção popular brasileira. fiz os cursos de: 1. perfume encorpado no desejo de manter a cor branca do avental. firmando conceitos de estruturação do plano do conteúdo e do plano da expressão dos textos e tendo sido apresentada ao princípio da . Tipologia do discurso. A análise do discurso. por exemplo. Se puder falar entre as nuvens transpassadas de sol. bem como nas projeções do sujeito da enunciação. matriculei-me e firmei meu lugar sob orientação do Professor José Luiz Fiorin. Percebia-me admitida verdadeiramente no âmbito das ciências da linguagem na medida em que aprofundava as bases teóricas da Linguística. com os professores. já famoso pelo rigor com que tratava o trabalho acadêmico. recuperado da história antiga. Diana Luz Pessoa de Barros. 24). do qual ficara o perfume de coisa leve. o caminho que é mobilizador dos passos. semióticas. Vestia outra vez o avental branco com a sigla QA. Na Semântica. 27 dever. Quinzinho do Amaral. juntamente com as questões discursivas e. que se transformou no ingresso no curso de mestrado na USP. Hjelmslev e o isomorfismo entre o plano de conteúdo e o de expressão. selava o contrato fundado no dever e no crer: era mútua a confiança. com a Profa. passei a estudar. Beth Brait. com a Profa. como orientanda do Prof. José Luiz Fiorin. a do medo e a da coragem. 4. por fim. como o proposto por Ogden e Richards. eu andava mesmo necessitada das estabilizações oferecidas pelos limites. novo. que costumam cercar grandes encontros. Partilhavam-se valores afins. com o Prof. A literatura infanto- juvenil contemporânea (do período pós-lobatiano à atualidade). Assimilava. As estruturas narrativa e discursiva. desenvolvi um olhar interpretativo. mais convergente do que nunca com minha identidade. 3. respaldada pelo rigor aliado à sabedoria. apoiado em níveis de descrição do sentido do texto. disciplina em que eu atingira. obtendo nível A em todos eles (Doc. Na Análise do Discurso. uniforme escolar usado por mim na entrada para escola. por não promover a oclusão numa única trilha. A imagem daquele professor. O passado tomava corpo no presente. direi que chegara àquele caminho que abrange trilhas contrárias: a do peso e a da leveza. Luiz Tatit. Na Teoria Semiótica e canção popular brasileira. um modo de presença no mundo. abandonei todos os créditos feitos anteriormente no curso de pós-graduação da PUC. o perfume que abria portas para sonhos bons. Formalizada a situação acadêmica. Para isso. Fui aprovada. nesse “acontecimento extraordinário”. Antes de ser definitivamente aceita no mestrado junto ao Departamento de Linguística.

fui considerada aprovada com distinção e louvor (Doc. Beth Brait e Corcovado . para além desse fato. Afastei-me da pós-graduação. A monografia de cada curso foi transformada em apresentações feitas em encontros científicos. Preferiria saltar o "val" da doença que me distanciou por um ano do mestrado. desenvolvi a análise das tendências relativas às décadas contemporâneas.uma leitura semiótica. página 266. Todos os cursos subsidiaram capítulos da minha dissertação. No dia 24 de novembro de 1995 apresentei minha dissertação. assimilei o modelo descritivo proposto pelo professor para a canção popular brasileira. correspondente ao curso ministrado pelo Prof. juntamente com o orientador José Luiz Fiorin. sem. p. à vista desse resultado. que resultou em um livro com duas edições. Luiz Tatit. porém. abandonar trabalhos mais leves que a redação da dissertação: o velho cotidiano da docência e a produção de mais uma obra didática de língua portuguesa. como é o caso de Paródia. não acrescentavam cangalha aos pesares. depois colegas. Mas que seja ultrapassado também com o verbo. Tendo firmado a docência no curso superior. Diana. toda a produção intelectual de Fiorin. 23).2. O olhar desenvolvido por esses professores. partindo da leitura de um panorama histórico. A essa epígrafe seguem outras citações extraídas da mesma obra. tendo também firmado a percepção de uma 2 Guimarães Rosa: Grande sertão: veredas. . desde então não mais deixou de alavancar minha pesquisa. Comentários sobre a dissertação. 2. A média obtida na defesa foi dez e. a intertextualidade do riso. 267. o que já se tinha iniciado logo nos primeiros meses do meu trabalho junto à Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Centro de Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos) – tempos do Largo do Arouche – como costumo rememorar. correspondente ao curso ministrado pela Profa. como familiarmente são chamados. mas. constam do item Produção Bibliográfica. Na Literatura infanto-juvenil. enquanto fazia uma quimioterapia acidentada. Beth e Tatit. Guimarães Rosa2 Concluí o mestrado. passaram a iluminar continuamente a busca do sentido de tudo o que parece que há no meu horizonte de investigações científicas.1 Do doutorado Os companheiros por conta à-toa riam. A vida costuma rebentar em milhares de estrelinhas. Intertextualidade e conto maravilhoso. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora:1970. para uma banca composta pelos professores-doutores: Lúcia Teixeira e Elisabeth Brait. 28 tensividade. Novo texto e contexto.

hoje. instituído no fluxo da foria. que é como tantas vezes se oferece o cotidiano” – disse eu há dez anos. Como repensar o estilo a partir de tais máximas? O que é o estilo: um desvio da norma. Por meio do exame feito da arquitetura dos simulacros. Encerrei o curso com o nível obtido A por conta de uma monografia que se chamou O fato de estilo. Hjelmslev. no curso. na retomada feita de Aristóteles. passarão dos distúrbios". procurava.1. considerada o grau zero da expressão? O a-mais acrescentado à ordinariedade do dito. O estilo são dois homens. firmavam para mim novos alicerces para entender o que era estar na USP. em que se reconstruíram os mecanismos discursivos para a construção da ironia.2. disse Bakhtin. como do sujeito que sente. Reis. entender tanto os mecanismos de sensibilização do discurso. 29 residência fixada na cidade de São Paulo. Ignácio Assis Silva. A profundidade e a segurança teórica vindas do professor. Obtive nível A de aproveitamento (Doc. com a presença do saudoso amigo Prof. tendo ainda assimilado a precária condição humana – disse eu outrora (tendo criado juízo para respeitar minha pessoa – digo-o hoje). bordada em bastidor’. Caeiro. fortaleci-me a ponto de inaugurar um tempo longe do "urubu. Maria Adélia Ferreira Mauro valeu pela recuperação da retórica antiga. sabendo o que queria: entender estilos semioticamente. juntamente com a amizade dedicada aos alunos. sem deixar de buscar o além do mesmo percurso por meio dos estudos dedicados ao semi-simbolismo. mas também a revisão do percurso gerativo.2.2 A tese O estilo é o homem. a partir do exame das chamadas precondições de geração do sentido. disse Buffon. bem como pelas reflexões sobre a nova retórica.1 Os cursos Com o privilégio de poder manter a orientação do Professor José Luiz Fiorin. 2. “Sentia-me um pouco mais à vontade na ‘guerra fina caprichada. a quantificação atenuadora: um pouco mais à vontade. Hoje estou bem mais à vontade. Envelheço brava nessa guerra. Encerrei o curso mediante apresentação de análise de crônicas de Carlos Heitor Cony. 2. Pragmática: argumentação e discurso. 27). cursei Tópicos de semiótica: Brøndal. Tais estudos subsidiaram a introdução da minha tese. No primeiro semestre do ano de 1997. de Perelmann e Olbrechts-Tyteca. O outro curso. Greimas.2. dei entrada no doutorado. ministrado no semestre subsequente pela Profa. desafio nascido da leitura contínua dos heterônimos pessoanos: Campos. disciplina que me possibilitou não só aprofundar as reflexões a respeito do estilo sob a visada linguístico-imanentista. vinculadas a um aquém desse percurso. Dessa afirmação somente corrijo. do qual se .

que ocorreu no dia 3 de agosto de 2001. então localizada no Largo do Arouche. Fui aprovada com distinção e louvor. a exemplo de construções sintáticas não usuais. 2.3 Formação complementar 2. Proponho desde então uma Estilística Discursiva. inovando-a. privilégio da intuição do autor.3. Depois de alguns meses. com nota de aproveitamento dez e frequência 100% (Doc. com a orientação do Prof. a princípio. 1º módulo. os quais supostamente se apartam de uma norma. Começamos pela chamada formação complementar. realizado no Departamento de Recursos Humanos (DRHU) no . realizado no Departamento de Recursos Humanos (DRHU) no período de 9 a 12 de maio de 1988.2 Curso de extensão cultural sobre formação de monitoria Dimensões do educador dirigente. e que constituem os trabalhos encerrados nesse período: a segunda parte do memorial. são trabalhos concomitantes ao curso de mestrado. estendida entre os anos de 1986 e 2003. expressões não estilísticas? A arte de bem escrever? Então o discurso do feirante a propagar o produto a ser vendido não tem estilo? Para responder a essas questões. 41). Elisabeth Brait e Diana Luz Pessoa de Barros e presidida por José Luiz Fiorin. aquela que vê o estilo como criação linguística individual. A comissão examinadora para a defesa. Em termos acadêmicos. por isso incluída no que nomeio tempos do Arouche. que se opõe à Estilística do indivíduo ou genética. ou de escolhas lexicais singulares – a estilística dos desvios. 2º e 3º módulos. a tese foi indicada por meu orientador para concorrer ao prêmio ANPOLL 2002 (Doc. 2. 30 depreendem expressões estilísticas vs.3. Segue agora o elenco de atividades que antecedem o evento da tese. Afasto-me da estilística que identifica o estilo como o encontro intermediado por marcas estilísticas reconhecíveis.1 Curso de extensão cultural sobre formação de monitoria Dimensões do educador dirigente. Lúcia Teixeira de Siqueira e Oliveira. foi constituída pelos professores: Luiz Gonzaga Marchezan. concernente a minha atividade junto à Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. A tese foi indicada para publicação e incorporada ao banco da Biblioteca Digital da Universidade de São Paulo (Doc. esta que se realizaria na confluência com a intuição do leitor (a estilística que propaga o dom especial para uma leitura de descobertas). José Luiz Fiorin. meu orientador. 26). 111). falei sobre estilo na tese intitulada Estilo e semiótica.

46).4 Curso O ensino de leitura na escola. ministrado pela Profa. no XII Instituto de verão da ABRALIN. 4. 43). Sem vocação para o cargo. O cargo seria por pouco tempo. 2. Cosete Ramos.3. com duração de duas horas. 42). Dra.5 Curso Tópicos de análise do discurso: heterogeneidade discursiva. num total de seis horas. 5 de fevereiro de 1993 (Doc.3 Curso Escola pública: organização.3. com nota de aproveitamento dez e frequência 100% (Doc. ministrado pelo Prof.6 Curso de treinamento de capacitação A escola de qualidade total. 2.4 Aprovação em concurso público Servindo-me de um direito dado pela legislação da época. 2. no período de 16 a 19 de julho de 1990. prestei concurso público de provas e títulos para provimento de cargo de diretor de escola.3. advinda da iniciação antecipada na carreira do magistério. nos dias 26. com média de aproveitamento dez e 100% de frequência (Doc.3. A diretora do DRHU convocou-me. estando no trato com a direção devido às atividades desenvolvidas no DRHU. para permanecer na função designada anteriormente. Ataliba Castilho (Doc. que permitia ao licenciado em Pedagogia prestar concurso para o cargo de diretor de escola. realizado no período de 3 de setembro de 1992. 44). Dr. realizado pela Secretaria do Estado da Educação e pela Divisão Regional de Ensino da cidade de Ribeirão Preto. promovido pela Câmara Brasileira do Livro e pela XII Bienal Internacional do Livro (Doc. participação e questões de legislação de pessoal. 31 período de 8 a 10 de outubro de 1988 e no dia 13 de outubro de 1988. Sindicato dos Professores de São Paulo. fui aprovada e classificada no 24º lugar na delegacia de ensino de minha opção (Doc. promovido pelo SINPRO-SP. já que estava prestes a atingir uma aposentadoria considerada precoce. 2.7 Curso A língua falada no ensino de Português. . decidi arriscar o que para mim significaria um pequeno aumento no salário. ministrado pelos professores Eni Pulcinelli Orlandi e José Luiz Fiorin. no dia 27 de janeiro de 1998.3. realizado no dia 26 de agosto de 1999. o qual passara a ser cada vez mais exíguo. 45). 2. 47). promovido pela Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN). 18). logo após a posse. com carga horária de 7 horas. no Instituto Presbiteriano Mackenzie (Doc. 2. 27. 28. 2. 29 de janeiro e 1.

à medida que se transformava o sujeito nelas implícito. A escola ainda funcionava no bairro paulistano do Brás. quando me aposentei da rede pública. do Departamento de Recursos Humanos (DRHU). 2. a) FIEO (Doc. pode ser mantida. Tal lacuna representou ameaça de perda de prumo. produtora de textos para preparo de monitoria. A partir de 1º de março de 1990 reatava as atividades docentes para nunca mais parar. como segue especificado no relato.17). escora e. Certa predisposição à escuta. b) Universidade Presbiteriana Mackenzie (Doc.2 A passagem pelo DRHU deixou-me sem a cotidianidade do magistério durante os anos de 1987. também. 1988 e 1989. 2. como se vê. entendido este como esteio. agente de desdobramento e realização de cursos de treinamento para diretores de escola ingressantes na rede oficial (Doc. 22). 22) . siso. contribuíram para a adequação do tom no contato com novos alunos. 20) Dei aulas na Faculdade de Letras da Fundação Instituto de Ensino para Osasco (FIEO) no período de 1º de março de 1990 a 31 de janeiro de 1994. redatora e revisora de informações e ofícios de rotina.5. 2. mas desde 1990 já havia ingressado na rede particular de ensino superior da cidade de São Paulo. situação em que atuei como: coordenadora e revisora na elaboração de manuais. 32 Fiquei no DRHU até 1991.5. no período de 24 de julho de 1986 a primeiro de julho de 1991 (Doc. As disciplinas foram: Língua Portuguesa e Linguística. aliada a certa tendência que leva a conhecer coisas novas.5 Atuação profissional 2.5.5. No início do ano de 1992.1Concomitantemente ao mestrado na PUC fui Membro do Centro de Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos. ingressei no Mackenzie. da Secretaria do Estado da Educação (SP). 19). em situação de enfrentamento com o desconhecido.3 Ensino médio No período que se estende de fevereiro de 1992 até o primeiro semestre de 1999 ministrei aulas de Língua Portuguesa no ensino médio do Instituto Presbiteriano Mackenzie (Doc. As atividades docentes tiveram o próprio desenho transformado. Alguma harmonia. 2.4 Ensino Superior: Graduação Passei a ministrar aulas no curso superior.

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No período que se estende de 1999 até 2002, exerci a docência na Faculdade de Letras
da Universidade Presbiteriana Mackenzie, nas disciplinas ora citadas que, com exceção da
primeira da lista, ministrada apenas no primeiro ano, perduraram até 2002: Metodologia
Científica II; Língua Portuguesa, Produção e Revisão de Textos; Linguística II e III;
Estilística II.

c) Fundação de Rotarianos de São Paulo (Doc. 28)
Na Faculdade de Comunicação dessa instituição, lecionei Língua Portuguesa e
Linguística no período de 1º de fevereiro de 2000 a 20 de dezembro de 2001. Pedi demissão
em virtude da sobrecarga de trabalho, visto que passara a acumular três instituições:
Mackenzie; Fundação dos Rotarianos, e Metodista, como segue o registro.

2.5.5 Pós-graduação: especialização
a) Universidade Metodista de São Paulo- Campus São Bernardo do Campo
Ministrei aulas na disciplina Análise do discurso, no Curso de Especialização em
Português: Língua e Literatura, com carga horária de 32 horas-aula, no período de 15 de
outubro de 2001 a 3 de novembro de 2001 (Doc. 59).
Ministrei aulas na disciplina Língua Portuguesa em Perspectiva Didática, no curso de
Especialização em Português: Língua e Literatura, com carga horária de 16horas-aula, no
período de 22 de abril de 2002 a 20 de maio de 2002 (Doc. 58).
Passamos a observar as atividades relativas a minha pesquisa, tal como vinculadas a
publicações levadas a cabo nesse período.

2.6 Produção bibliográfica

2.6.1 Artigos completos publicados em periódicos
2.6.1.1 O editorial jornalístico. Revista Videre Futura ano 1, nº 1, Tomo. São Paulo:
Faculdades Integradas Rio Branco, 2000, p.57-66 (Doc. 157).
A partir da análise de um editorial jornalístico, foram observados procedimentos
discursivos, na medida em que definem a funcionalidade de fatos gramaticais, bem como
compõem a cena genérica articulada ao estilo autoral. O artigo foi fruto da comunicação
intitulada Jornal: simulacros, realizada no VI Colóquio do Centro de Pesquisas
Sociossemióticas, PUC-SP; USP-FFLCH; CNRS., e foi publicado, numa primeira versão, no
caderno desse evento, como poderá ser visto logo mais em 2.6.3.5.

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2.6.1.2 Dialogismo. Revista Videre Futura ano 1, nº 2, Tomo. São Paulo: Faculdades
Integradas Rio Branco, 2001, p.29-34 (Doc. 160).
Considerações sobre o dialogismo apoiam-se na leitura feita de duas tiras de história
em quadrinhos que humoristicamente recuperam o signo como arena de conflito: La vie en
rose, de Adão Iturrusgarai e Os pescoçudos, de Caco Galhardo.

2.6.2 Livros publicados
2.6.2.1 Novo texto e contexto. Coautoria: Lídio Tesoto. São Paulo: Editora do Brasil
S/A, 1994 (4 volumes) (Doc. 179)
Esta obra didática de língua portuguesa, destinada a alunos de 5ª a 8ª séries do ensino
fundamental, apresenta-se sob a epígrafe que a define: O senhor escute, mas escute mais do que
estou dizendo - Guimarães Rosa. Trata-se de livros que, ao colocar como primeiro objetivo a
construção de um sujeito competente para escrever e ler, o que supõe autonomia para tanto,
tentam fazer o aluno realizar a empreitada a contento. Tais livros baseiam-se mais firmemente
que os anteriores, no pressuposto de que o bom desempenho para leitura e escrita dependem da
explicitação dos mecanismos de produção de sentido do texto. Resultado de pesquisas pouco
mais amadurecidas, bem como da prática de anos, tanto em sala de aula como da própria
produção de livro didático, a coleção apresenta, no estudo dos textos, imagem relativamente
diferenciada, num cotejo com as duas primeiras coleções, e imagem um tanto aproximada em
relação a Texto e contexto.
Com tiragem de grande alcance nacional e considerável duração "de vida" para o
gênero, uma média de seis anos, a obra divide-se em duas partes: numa delas, condensada no
final de cada volume, trabalha-se o sistema linguístico, num movimento de elucidação voltado
para questões da gramática normativa. Tal parte permite ao professor e ao aluno certa liberdade
de movimento e apresenta correção e clareza nos conceitos trabalhados, sem o que não teria
obtido aprovação do Ministério de Educação e Cultura, no primeiro ano em que tal órgão saiu
em campo aprovando ou reprovando livros didáticos. Essa avaliação foi publicada no chamado
Guia de livros didáticos PNLD 1999, sob aval do MEC/ Universidade Federal de Pernambuco:
Brasília, 1998 (Doc. 154).
A coleção apresenta, entretanto, reflexão gramatical mais voltada para a metalinguagem.
Acaba por tratar o ensino gramatical como algo desarticulado das práticas de linguagem,
resultando num trabalho predominantemente descontextualizado e confirmando aquela imagem
dos estudos gramaticais desenvolvida nos livros anteriores: a de um conteúdo estritamente
escolar, com o ranço de conhecimento obrigatório. Mantém-se a fidelidade à mesma

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organização de conteúdos dos livros anteriores, em reprodução da sequência metodológica no
trato com os fenômenos gramaticais: definição, classificação e exercícios. O MEC, aliás, após
afirmar que "é elogiável a seleção de textos literários pela qualidade e adequação (ao leitor)" e
que "é digna de registro a posição assumida pelos autores em relação à variação linguística",
bem como que "a intertextualidade presente na seleção dos textos é bem explorada", alerta para
o "isolamento do item denominado Gramática dos demais conhecimentos e atividades contidos
no livro", bem como para "certa diretividade nas atividades de compreensão do texto" (Doc.
154, p. 69-70).
É verdadeiramente no trabalho com os textos que aí se resguarda o novo. Alguns textos
foram tomados do antigo Texto e contexto por sugestão da editora, na tentativa de manutenção
de continuidade entre as coleções. Essa obra, segmentada em lições, assim se constitui em cada
uma delas: texto; estudo do texto; tecendo o texto; texto complementar; produção do texto.
Buscando a relação do dito com os implícitos, o que expande a epígrafe referida, o livro procura
analisar os mecanismos de construção dos textos, de maneira a preparar o aluno para a produção
textual.

2.6.2.2 Leitura do mundo. Coautoria: Lúcia Teixeira. São Paulo: Editora do Brasil,
1999 - 4 volumes (Doc. 181)
Organizei nova coautoria para um novo projeto de livro didático, agora com Lúcia
Teixeira, da Universidade Federal Fluminense - RJ. Companheira desde o curso ministrado
pelo Prof. Fiorin na minha chegada ao mestrado na USP, membro da banca julgadora da
minha dissertação e, posteriormente, da minha tese, Lúcia, juntou-se a mim no labor da
escritora de livro didático de língua portuguesa.
Avaliações publicadas, feitas pelo MEC, falarão da obra logo adiante. Antecipo que
cada volume foi organizado em unidades, "que desenvolvem temas relacionados ao cotidiano.
[...] Tais temas [...] apontam para diferentes gêneros do discurso, já que os textos remetem a
variadas situações de produção, demonstrando as muitas possibilidades de construção do
sentido" (Doc. 181, p. 3).
Simultânea ao lançamento ocorreu a avaliação de livros didáticos feita pelo Ministério
de Educação e Cultura, instituída para livros de 5ª a 8ª séries desde o ano de 1999. A partir de
então a avaliação passava a apoiar-se nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). O
chamado Plano Nacional do Livro Didático, PNLD, programa que avalia o livro para orientar
adoções junto aos professores e para orientar aquisições a ser feitas pelo governo federal,
subsidiadas pelo FNDE, Fundo Nacional de Educação, passou a expressar-se por meio de

para os recomendados.) O trabalho de leitura que se exerce sobre esse material textual é bastante rico e se baseia numa abordagem discursivo-enunciativa.seja por meio de introduções aos textos.PNLD 2002. textos não-verbais. p. duas. uma.. 170. USP. de maneira intertextual. seja nas próprias atividades de leitura. são também trabalhados. 170): Esta coleção apresenta uma proposta de trabalho com a Língua Portuguesa capaz de viabilizar a formação de leitores críticos e um ensino de gramática diferenciado. dizem os pareceristas. a generalização. principalmente no que diz respeito à consideração do contexto de produção dos textos. os textos selecionados e o trabalho com leitura. para os recomendados com ressalvas. "Sempre que possível". Outro aspecto bastante positivo do trabalho com leitura é a exploração de processos estéticos. Transcrevo fragmento da abertura da avaliação de Leitura do mundo. a comparação. O material textual selecionado é de qualidade considerável e recobre uma gama bastante diversificada de gêneros. 170. que é bastante frequente nos volumes e que destaca esse material no conjunto didático editorial atual (Doc. UFPE. 36 “estrelas”. em 2001. entre outras. os "conteúdos morfossintáticos" buscam "referir-se aos textos e aos conhecimentos discursivos e textuais trabalhados na . No que diz respeito à seleção textual. de modo adequado.. nas diversas seções que trabalham com o texto. 59). Exceto nos casos dos trabalhos propostos para os poemas. (. baseado no papel de formas linguísticas na construção do sentido dos textos. nenhuma para os excluídos. Cito ainda outro trecho de tal avaliação: Destacam-se. encontram-se textos verbais e não-verbais de qualidade e em grande número. Passou a haver equivalência das recomendações com as estrelas: três estrelas para os recomendados com distinção. na coleção. para a ampliação do domínio da língua pelo aluno (Doc. o parecer do MEC enfatiza a "efetiva exploração da intertextualidade". Além disso. A abordagem dos conhecimentos linguísticos se faz pela exploração de aspectos tanto semânticos e discursivos quanto formais. p. publicado sob aval do MEC. estilísticos e relativos a tipos e gêneros de textos. a inferência. em coedição com a UFMG. há exploração de variadas estratégias de leitura: a localização e a cópia de informação. à intertextualidade e aos textos não-verbais. Brasília. nesse material. para ressaltar o "trabalho com a construção dos conhecimentos linguísticos". UNESP (Doc. De modo geral. que consta do Guia de livros didáticos . à exploração de estratégias diversificadas de leitura e ao tratamento dado aos recursos linguísticos relativos a tipos e gêneros de textos. Contribui. há uma preocupação consistente em situar o texto em seu contexto de produção . Fazendo restrições pontuais quanto à "produção de textos" que "não recebe um tratamento tão cuidadoso". O MEC concedeu a esta coleção o máximo obtido até então por todas as coleções de língua portuguesa: duas estrelas. 60). O trabalho com leitura colabora para a (re)construção de sentidos pelo aluno.

que é retomado por: Chapeuzinho Amarelo. na relação de contrariedade e que instaura a subversão dada pela paródia. a voz do outro no objeto construído. mostrada mas não demarcada no discurso da variante. o sujeito da enunciação foi flagrado ao buscar o texto-base para construir o objeto-enunciado e ao transformar tal objeto no lugar de investimentos de valores. na relação de complementaridade e que instaura. de Alberto Berquó. A construção do discurso intertextual confirmou uma práxis enunciativa desvelada. 170. da palavra do outro. paráfrase. 2.1 (Trabalho apresentado no XXXIX seminário em Franca/SP). estilização e paráfrase às relações constituintes do quadrado semiótico representativo da construção do sentido no nível profundo do percurso gerativo do sentido. 37 unidade". o sujeito se constrói como agente da História e ao mesmo tempo confirma-se como produto dela. 1992. de Olavo Bilac. Chapeuzinho Vermelho e o lobo torturador.6.180). na relação de contraditoriedade e que instaura a negação pela polêmica. Partindo do princípio de que intertextualidade é a retomada consciente. 532-539 (Doc. aquele. de Perrault. intencional. captando-o ou subvertendo-o. Esta obra teve sua primeira edição em 2002 e uma segunda edição em 2004. Ao fazer isso. para a construção de um leitor crítico”. a paráfrase.6. O artigo junta o poema-paródia. juntamente com o reconhecimento feito dos meandros da captação ou da subversão desse outro. polêmica. FFLCH/USP - Linguística: 2002 [Dissertação de mestrado] (Doc. de Guimarães Rosa.3 Intertextualidade e conto maravilhoso.1 Paródia . ao mostrar. na intertextualidade. Virgens mortas. capaz de detectar os movimentos linguístico-discursivos responsáveis pela construção dos sentidos do texto e assim.6.3. o enunciado da variante. p. este. Crioilas mortas. 2. (Doc. de Grimm. XXI Anais de seminários do GEL v. Assim. p. Jaú. de Furnandes Albaralhão. Nessa apropriação de um enunciado para a construção de outro. Tomei para análise Chapeuzinho Vermelho. Acrescentam que "essas qualidades da coleção contribuem apropriadamente para a formação do leitor proficiente. de Chico Buarque. como o texto de fundação. ao texto- base da relação intertextual. Fita verde no cabelo. propus uma homologação da paródia. 60-61). Na variante intertextual são . a enunciação tenta o enunciatário para o prazer de partilhar a descoberta e o reconhecimento desse outro.2.a intertextualidade do riso. a estilização. sem demarcações explícitas. São Paulo: Humanitas. e Chapeuzinho Vermelho. 148).3 Trabalhos completos publicados em anais de congressos 2.

foi reconstruído o caráter afim.158). na medida em que é construída a bivocalidade do texto parodístico. CNRS. 639-645 (Doc. XXII Anais do Seminário do GEL v. Senhorita Vermelho. 2. procurei examinar as estruturas actanciais da enunciação.3. III ENAPOL . 2000. Para tanto. p.5 Jornal: simulacros. Paulo.162). USP-FFLCH. 1999. SP). PUC-SP.3. PUC-SP. 1993. 57-66 (Doc. 2.2 Chapeuzinho vermelho: a sanção com humor. 255-262 (Doc.4 Estilo e simulacro: a heteronímia pessoana.6. número 1. p. Ao analisar os textos Chapeuzinho vermelho.6.3. CNRS. 2. Primeiras páginas de jornais da imprensa dita séria. CNRS. Chapeuzinho Amarelo. 2001. entre ambas.3. foram confrontadas com as da imprensa dita sensacionalista. 2000. 38 analisados os efeitos de rebaixamento. (Trabalho apresentado no XL Seminário do em Jaú.157). .. de Chico Buarque. A partir da análise de um editorial jornalístico.3. USP-FFLCH. 25-42 (Doc. mas não idêntico. Ano 1. PUC-SP. 43-55 (Doc. VII Caderno de Discussão do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. p. USP-FFLCH. na medida em que a figura actorial interessa como imagem-fim projetada pelo enunciado.6. examina odes de Ricardo Reis.3 Um olhar semiótico sobre o jornal. O artigo propõe que Pessoa só é um fingidor porque encena a práxis enunciativa relativa à construção de estilos. Basicamente o mesmo artigo foi publicado na revista Videre Futura.161). p. bem como vinculados às coerções do gênero. de modo a se identificarem os mecanismos de construção da paráfrase de estilo. 2.Encontro dos Alunos da Pós-Graduação em Linguística da Universidade de São Paulo. vistos como resíduo do que é concebido como carnavalesco pelos estudos bakhtinianos.6. jornais representados por Folha de S. 153-162 (Doc. 1. Caderno de discussão do VI Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. de Perrault. Ribeirão Preto. tal como discursivizadas no fazer intertextual. 2. 151).6 Duas "Caras": uma paráfrase de estilo. Paulo e O Estado de S. 2001. de Pedro Bandeira.6. p. foram observados procedimentos discursivos como fundamento de procedimentos gramaticais. representado por Notícias Populares. para que se depreendesse o estilo do jornal. Tomando para análise a revista brasileira e a argentina Caras. das Faculdades Domus. Caderno de Discussão do V Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. p. 156).

6. 24 (Doc. 424 (Doc. em São Paulo.1 Enunciação e intertextualidade: Bossa-nova e samba-canção: o dialogismo intertextual. 1999 (Doc.7 O diálogo entre textos: intertextualidade.4.7 Sobre o Estilo nos Jornais: Notas Esparsas. p. V Congresso Brasileiro de Semiótica. Programação e Resumos. 173).4 A estilização a serviço do conceito de estilo.6. o sujeito da enunciação.3. 163). III Encontro dos alunos da pós-graduação em Linguística da Universidade de São Paulo.6. 152).2 Estilo e semiótica. Faculdade de Belas Artes.4. 1999.4.6. São Paulo. São Paulo. I Encontro dos alunos da pós- graduação em Linguística da Universidade de São Paulo. v.4. Considerando o jornal como uma totalidade de discursos. p. 2001.3 Estilo: desvio ou totalidade? Resumos e programa.6 Revista Caras: um modo de presença. Caderno de Discussão do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. 44-45 (Doc.6. foram analisados editoriais da Folha de S. da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Caderno de resumos. 39 2. Encontro de Educadores do Mackenzie .4. Resumos e programa. p. contemplados entre si e na relação estabelecida com outros textos que os circundavam na formatação da página impressa.INPLA. por meio da observação feita das relações estabelecidas na construção do sentido. p. 2. 2002. Resumos e programa. 2001.EDUMACK. 166). 253-274. Para tanto.4. 1992.6. realização do LAEL - Programa de Pós-graduação em Linguística e Ensino de língua.5 Estilo e simulacro: a heteronímia pessoana. 150). (Doc. 2. em São Paulo. 17 (Doc. 2. 2. Anais da 44ª Reunião Anual da SBPC. p. 1998.76 (Doc. 9º Encontro do Intercâmbio de Pesquisa em Linguística Aplicada .6. em São Paulo. 2. em São Paulo. 2000.1. 159). p. 2.4 Resumos publicados em anais de congressos 2.4. em São Paulo. 155). 2. p. o conjunto de mais de um texto que supõe uma unidade de sentido. Paulo e de O Estado de São Paulo. II Encontro dos alunos da pós-graduação em Linguística da Universidade de São Paulo. foi depreendido um modo de presença do eu pressuposto à totalidade enunciada.6. Universidade de São Paulo.6. 153). . 53 (Doc. Caderno de Resumos.

12 Análise de um estilo: um jeito Garfield de ser no mundo. 2. 2.2 XL Seminário de Linguística do GEL. 6 (Doc. p. apresentei a comunicação: Chapeuzinho vermelho: a sanção com humor.4. 164). p. 2. 55. Resumos. Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF. 172). 2001. GEL.7 Apresentações de trabalho 2. 169). Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais -. p. realizado na UNIFRAN. 2002. Programa e Resumos.UFMG. p. 80). em Franca.6. 2. 50º Seminário do Grupo de Estudos Linguísticos. 9º Congresso Brasileiro de Língua Portuguesa. 40 2. em São Paulo.54 (Doc. Nesse evento apresentei o trabalho já mencionado nas publicações. 2002. em Jaú.6.4.a intertextualidade do riso". 2002. em São Paulo. I Congresso Internacional Todas as letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.4. 114 (Doc.4. item 2. do Instituto de Pesquisas Linguísticas "Sedes Sapientae" para Estudos do Português da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Caderno de resumos. 5 e 6 de junho de 1992 (Doc.3.13 Mídia: fatos gramaticais e efeito de sentido.6. nos dias 7 e 8 de junho de 1991 (Doc. 2. 2.3.9 Éthos e mídia. Raul Bauab".6. 29 (Doc. p.11 Intertextualidade e estilo: a estilização. 81). V.4. na UFMG. . 2002.1 XXXIX Seminário de Linguística do GEL. XVII Encontro Nacional da ANPOLL. 2. na Faculdade de Filosofia. "Paródia . Gramado.4.6. Programa e Resumos.6.1.8 Análise sintática e análise do discurso. 2002.6. nos dias 4.2. 165).1. SP. 167). em São Paulo.6. (Doc.7. promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais .7. Programa e resumos. comentada em 2. realizado na Fundação Educacional "Dr. 168).10 Estilo e Semiótica. p. VIII Congresso Internacional da Associação Brasileira de Literatura Comparada . XV Instituto Brasileiro de Linguística da ABRALIN. Boletim Informativo nº 31. na Universidade Federal do Ceará. Nessa ocasião. 2001.ABRALIC -. Minas Gerais. 140 (Doc.

82). Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Enunciação e intertextualidade (Bossa-nova e samba-canção: o dialogismo intertextual).6 I ENAPOL . Greimas à análise do discurso de D. .8 9º Intercâmbio de Pesquisas em Linguística Aplicada (9º Inpla). no dia 28 de outubro de 1993 (Doc. elegendo para tanto dois poemas de Carlos Drummond de Andrade: Os ombros suportam o mundo e Consolo na praia.3 44ª Reunião Anual da SBPC. 10.Mackenzie .como fazer a melhor opção. em articulação com: USP/ FFLCH e CNRS. para o que transita da semiótica de A.7. já relatado no item Publicações. na Escola Americana e Colégio Mackenzie. 2. Nesse evento apresentei o trabalho "Um olhar semiótico sobre o jornal". Em sessão de comunicação coordenada intitulada Questões de Enunciação (Doc. realizado no período de 30 de abril a 2 de maio de 1999. O estilo. Intertextualidade e conto maravilhoso e participei do debate subsequente.3. visto como um fenômeno da expressão mais conteúdo. 48).95). 83).7. e como um efeito de sentido reconhecido pelo leitor. 41 2. realizado nos dias 1. 2.4 Palestra: Informação sobre os cursos de 2º Grau . na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. já mencionada nas publicações. Foi apresentada a comunicação A estilização a serviço do conceito de estilo. com 6 horas de duração. Apresentei o trabalho Estilo e semiótica (Doc. no dia 4 de dezembro de 1998 (Doc. item 2. realizado na Faculdade de Filosofia. 2. Apresentei minha dissertação de mestrado.7. 91).1.6. 88). 89). Na ocasião.4. traz à baila o conceito de estilo. 2. de 12 a 17 de julho de 1992 (Doc.Encontro de alunos da pós-graduação em Linguística da Universidade de São Paulo.6. Maingueneau.7. realizado pela PUC/SP. para alunos do 2º Grau.7.5 IV Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. J. realizada na Universidade de São Paulo. 2 e 3 de dezembro de 1999. 82).7 V Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. foi descrito a partir de um gênero intertextual. no auditório da COGEAE da PUC-SP (Doc.7. apresentei a comunicação. A comunicação. a estilização.3. 11 e 12 de novembro de 1998. em 2. nos dias 9. 2. discorri sobre a trajetória do profissional das letras. dentro do Simpósio A intertextualidade e o ensino da leitura (Doc. indicada para publicação (Doc.

em 2. apresentei um trabalho em que foram cotejados os jornais Folha e Estadão. 97). Nesse evento apresentei o trabalho "Jornal: Simulacros".3. que parodia Caras. Letras e Educação da Universidade Presbiteriana Mackenzie. No primeiro. para depois tratar das implicações da teoria na depreensão do sentido em variantes intertextuais. no auditório da COGEAE. para tanto. no auditório da PUC-SP. foi depreendido um sujeito potencializado enquanto repertório de figuras e temas. 98). 2. (Doc. promovido pelo Curso de Pós-Graduação em Linguística. já relatado no item Produção bibliográfica. nos dias 8.7. 2. participei com a comunicação Estilo: desvio ou totalidade? em que debati a paródia de estilo. das 9h às 19h. 94). 2. .Encontro dos alunos da Pós-Graduação em Linguística da Universidade de São Paulo. da PUC-SP. realizado de 28 a 30 de setembro de 1999 (Doc.12 VI Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas.4. Área de Concentração em Semiótica e Linguística Geral.10 VII Encontro de Tradução do Curso de Letras-Tradutor da Faculdade de Filosofia. e enquanto um modo mais inquieto de ser.Encontro dos alunos da Pós-Graduação em Linguística da Universidade de São Paulo.5. ao confrontar os mecanismos de construção da revista Bundas. comentado no item Produção bibliográfica. Nesse evento. 13 e 14 de dezembro de 2000.6. 10. em articulação com a USP: FFLCH e CNRS (Doc. 11 e 12 de novembro de 1999 (Doc. 96). Área de Concentração em Semiótica e Linguística Geral. de 4 a 8 de dezembro de 2000 (Doc.6. foi demonstrado como contribui a conjunção retensiva com o objeto. já que a figura do ator da enunciação foi descrita como a do participante e não a do expectador do jogo político. 9. promovido pelo Curso de Pós-Graduação em Linguística.7.9 II ENAPOL .11 VII Jornada do Centro de Pesquisas Sociossemióticas . em 2.Semiótica e mídia - realizada no dia 25 de agosto de 2000.7. Do segundo jornal. realizado nos dias 12.7. Nesse evento. observaram-se as vozes entrecruzadas por aquilo que se denominou um eco de carnavalização nas charges. 93). discorri inicialmente sobre os fundamentos semióticos para a reconstrução do sentido dos textos.3. realizado na FFLCH.13 III ENAPOL . gênero que aí circunda os editoriais. Nesse evento. 42 2. Com a palestra Intertextualidade. apresentei o trabalho "Estilo e simulacro: a heteronímia pessoana". 2.7. realizado na FFLCH.

esta que supõe um ir e vir de um sujeito entre discursos e a cultura que o atravessa. d) E. 117 / Doc. Foi assim examinada a junção tímica num corpo que sente.F "Luigi Luvizotto". falei sobre simulacro e paixão. Refleti sobre o simulacro como objeto imaginário. c) Diretoria de Ensino . sem que estas dimensões sejam vistas como algo do exterior que invade o interior de qualquer texto. nessa ocasião. Na última participação citada.SP.15 XVII Encontro Nacional da ANPOLL. 115).14 Palestras sobre o tema Língua portuguesa no ensino fundamental Convidada como autora de livros didáticos fiz palestras junto a Diretorias Regionais do Ensino do Estado de São Paulo. 43 2. 99 e 106): a) Diretoria de Ensino Norte 1 .7.Região Leste 3 . em que apresentei a comunicação intitulada Simulacro: uma análise de dois heterônimos pessoanos (Doc.16 50º Seminário do Grupo de Estudos Linguísticos do Estado de São Paulo - GEL.São Paulo. Na medida em que texto e discurso foram considerados na relação com o sujeito da enunciação. 2. a partir do interior do texto. apresentei dois trabalhos: a) um. em Gramado / RS. Coordenei a comunicação intitulada Semiótica sincrética. b) Diretoria de Ensino . em que apresentei o trabalho "Um jeito Garfield de ser no mundo".SP. foi reconstruído o simulacro passional do ator do . 114). Procurei.E. nos dias 23. em que apresentei minha tese de doutorado – Estilo e semiótica (Doc.7. depreender sentidos articulados com o meio social e com a História. Letras e Ciências Humanas da USP. passando às considerações sobre a figura do ator que se fundamenta não apenas na permanência formal concentrada no fato de estilo. 116). no GT de Análise do Discurso. no dia 19 de setembro de 2001. realizado nos dias 24 a 28 de junho de 2002. que passam a ser citados (Docs. mas também na convocação enunciativa. 24 e 25 de maio de 2002 (Doc.Região de Barretos . Nesse evento.7. b) outro no âmbito do GT de Semiótica. no dia 5 de outubro de 2001. no dia 24 de agosto de 2001. de Cerquilho . SP. instigar os professores a desenvolver uma prática que acolhe uma leitura não circunscrita ao dito. SP. 2. As palestras realizaram-se em escolas e auditórios das Diretorias de Ensino. realizado na Faculdade de Filosofia. A ênfase era o debate acerca de como é possível.São Paulo. no dia 14 de setembro de 2001.M.

segundo o sincretismo promovido pela fusão. A comunicação teve o título de Intertextualidade e estilo: a estilização.7. . cultural e midiático. 2. Observei como e por que o leitor se traveste de outro. 173).19 Ciclo de Formação: palestras e mesas redondas do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. realizado de 23 a 26 de julho de 2002. concomitantemente. Nesse evento fiz uma comunicação dentro do Simpósio A obra literária face aos mercados . 44 enunciado e. permanecendo ele mesmo na sombra e no silêncio.20 VII Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas.7. As reflexões desenvolvidas no simpósio apoiaram- se no problema da recepção da obra literária.3.6. no dia 26 de setembro de 2001 (Doc. Nesse ciclo problematizei questões de enunciação na mídia jornalística e nos seus diferentes gêneros. MG. entendida como a teoria que procura descrever a geração do sentido nos textos. o do ator da enunciação. (Doc.21 Palestra dada no curso de pós-graduação em Comunicação e Letras. da PUC-SP com a apresentação do trabalho "Sobre o estudo nos jornais: notas esparsas" comentado no item Produção bibliográfica. realizado no dia 22 de outubro de 2002.6.17 VIII Congresso Internacional da Associação Brasileira de Literatura Comparada . 112).7. Apresentei o trabalho Duas "Caras": uma paráfrase de estilo já comentado no item Produção bibliográfica.18 III Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas.editorial. realizado nos dias 12. b) a concepção que se tem do plano do conteúdo sob o modelo do percurso gerativo do sentido. CNRS. Nesse evento. c) a timia fundamental e a fundamentação axiológica das figuras.ABRALIC. em Belo Horizonte. discorri sobre: a) a semiótica de base greimasiana.7. realizado nos dias 11. 12 e13 de dezembro de 2002. da Universidade Presbiteriana Mackenzie. enquanto participa de movimentos de estilização de um estilo na cumplicidade com o autor estilizador. em 2. 2. 125). 2. com a palestra “Simulacros e Enunciação” (Doc. pela PUC-SP. 2. no auditório da COGEAE. entre o verbal e o visual. 606). em princípio desbastando-os da manifestação para examinar o plano do conteúdo. o que ressaltou um mundo às avessas tal como é processado na tira de humor. em 2.7 (Doc. USP-FFLCH.6. 13 e 14 de dezembro de 2001. (Doc.3.7. 101). no plano da expressão. 2.

etc. 102).3 54ª Reunião Anual da SBPC realizada na Universidade Federal de Goiás.1. 71). sobre o tema "Gramática.1 Revista Todas as letras.22 Ciclo de Exercícios de Semiótica do texto.8. no dia 24 de setembro de 2001 (Doc. com a participação do Prof.8 Produção técnica 2.1 Trabalhos técnicos (membro de comissão editorial. apresentei e debati minha tese de doutorado. CNRS.23 V Congresso Brasileiro de Semiótica. 110). Na ocasião. Foi tomada para análise a revista Caras. 64) 2. Goiânia/ GO. da TV MACK (Doc.8. realizado na Faculdade de Belas Artes de São Paulo. promovido pelo Centro de Pesquisas Sociossemióticas: PUC-SP. 2. Argumentação e Discurso".) 2.8.7. maio de 2002 (Doc. Nesse evento apresentei e debati minha tese de doutorado. 2. na Faculdade de Filosofia.1 Programa Todas as Letras. Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (Doc. realizado no dia 26 de outubro de 2001.2 Programas e comentários na mídia 2. membro de comitê de pareceristas.2. segundo o qual partimos do estilo para depreendermos o sujeito. 45 2. Participei como mediadora desse programa televisivo.8. evento realizado no decorrer do mês de setembro de 2000. Fiz uma comunicação em que demonstrei o método de análise estilística.7.7.24 I Encontro dos Alunos de Pós-Graduação em Semiótica da USP. 69). de nº 419. 2.8. julho de 2002 (Doc. no período de 19 a 22 de setembro de 2001 (Doc.8. 103). 2. julho de 2002 (Doc.2 III Encontro de Iniciação Científica e IV Mostra de Pós-Graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie. . 60).1. Semiótica e representação. Antonio Suarez de Abreu. da Universidade Presbiteriana Mackenzie.1. 2. USP-FFLCH. nº 4 (2002).

de David. perfazendo um total de 24 horas/ aula. para exame do estilo neoclássico. e de Steenwyck. em outro momento do curso. para a reconstrução das vozes em diálogo interdiscursivo. promovido pelo Centro de Pesquisas Sociossemióticas (PUC-SP. junto à Universidade Presbiteriana Mackenzie (Doc. comparada com as retomadas intertextuais feitas por Monteiro Lobato e Ferreira Gullar. Também foi cotejado um fragmento das Liras. Antonio Candido. apoiado na fábula A cigarra e a formiga. para exame do estilo barroco. 2. na PUC/SP. Campus Monte Alegre.3 Curso: Tópicos de semiótica discursiva. como desdobramento do que já havia sido lançado em ano anterior. por meio de um trabalho junto a 17 bibliotecas. de difusão cultural. Entre estes. orientou-se por um de programa de leitura de sete semanas desenvolvido em entidades de bairro da cidade de São Paulo. distribuiu-se em duas partes: na primeira. Tendo como objetivo oferecer subsídios metodológicos para uma leitura discursiva de textos consultados nas bibliotecas. foi observada a convergência temático-ideológica nos discursos da literatura e da pintura. Esse curso. de junho a novembro de 1992 (Doc. 149). explorou a coesão entre os níveis do percurso gerativo para a reconstrução do sentido. de Tomás Antônio Gonzaga e a pintura O juramento dos Horácios. de extensão universitária. 46 2. eram cotejadas histórias em quadrinhos com poemas. de extensão universitária.9.9. apareciam Desenganos da vida humana metaforicamente e Discreta e formosíssima Maria. Esse curso. procurarmos desenvolvolver como prioridade a formação do leitor. Esses textos eram cotejados com as pinturas: de Rubens. . USP-FFLCH. de La Fontaine. por meio da leitura de textos como sonetos de Gregório de Matos. bem como observou os mecanismos narrativos e discursivos na retomada intertextual. reuni-me a professores da Área de Letras da Universidade de São Paulo. 90). Esse curso. perfazendo um total de 10 horas-aula (Doc. para. durante os meses de novembro de 1998 e 1999. 2. 53). A consultoria geral era do Prof.9 Demais tipos de produção técnica 2. As vaidades da vida humana. Sansão e Dalila.1 Curso: Projeto "Gostar de ler" da Secretaria Municipal de Cultura. para os alunos do primeiro semestre da Universidade Aberta do Tempo Útil (UATU). Coube-me a Biblioteca Aureliano Leite. CNRS) nos dias 9 e 10 de abril de 1999.2 Curso Estilo: mídia e literatura. como convidados.9.

Nelly Medeiros de Carvalho. 2. realizado nos dias 24 e 25 de abril de 2000. no I Congresso Internacional Todas as Letras . observei como se reconstrói o efeito de sentido de moralização da fábula.9. no dia 9 de outubro 2001 (Doc. 2. 2. Tomei para exame La cigale et la fourmi. proferida pelo Prof. Dr. no período da manhã (Doc. desenvolveu primeiramente discussões a respeito do que é semiótica. 47 2. da França do século XVIII. 49). CNRS (Doc. na PUC-SP.9.7 Introduzi e mediei a palestra O ensino de língua portuguesa. Para demonstrar como e por que a semiótica se constitui por meio de uma análise imanente. Dra. ministrado como módulo do Curso de Extensão intitulado Comunicação: lendo o mundo. no dia 9 de outubro 2001 (Doc. realizado nos dias 1. Letras e Educação. durante o mês de fevereiro de 1999 (Doc.4 Curso Linguagem da mídia/ linguagem jornalística. 95). 2 e 3 de dezembro de 1999.9.Língua e Literatura. em articulação com a USP: FFLCH.6 Minicurso "Introdução à semiótica discursiva". realizada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. de La Fontaine. século XX. 2. proferida pela Profa.9. realizado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Monteiro Lobato e Ferreira Gullar. 54 e Doc. no I Congresso Internacional Todas as Letras . Brasil.9. ao cotejar. Portugal.Língua e Literatura. em evento realizado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. 10 e 11 de outubro de 2001.Língua e Literatura realizado nos dias 9. ao propor uma leitura semiótica de jornais.9. Depois buscou viabilizar a depreensão do sentido das linguagens em sincretismo. 2. na Universidade Presbiteriana Mackenzie.9 Introduzi e mediei a palestra A Semiótica: aquém e além da linguística.8 Introduzi e mediei a palestra Homem e mulher como verbetes de dicionário. Minha participação foi como animadora da sessão de trabalho intitulada “Contrato Fiduciário: por uma visada tensivizante”. nas primeiras páginas.51). da Universidade Presbiteriana Mackenzie. discursiva e interdiscursiva dos textos. Esse curso. Dra. José Luiz Fiorin. proferida pela Profa. fotografias com manchetes e lides.10 Ministrei o minicurso Análise sintática e análise do discurso. no dia 8 de outubro de 2001(Doc. no auditório da COGEAE da PUC-SP (Doc. século XVIII. . e as traduções feitas por Bocage. 107). junto à Faculdade de Filosofia.5 V Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. 108). estrutural. 107). no I Congresso Internacional Todas as Letras . Lúcia Santaella Braga.9. 2.

tentei promover uma reflexão em que se apresentavam.13 Participação como ministrante da oficina desenvolvida junto ao EDUMACK - Encontro de Educadores. 607). 2.9.9.9. no dia 6 de outubro de 2001. USP-FFLCH.12 Animadora de sessão de trabalho. para depreender uma voz. p.11 Animadora da sessão de trabalho "Contrato nas mídias".9. Foram trabalhados os itens: voz como ponto de vista que constrói o mundo. no período da tarde (Doc.9. um corpo. USP-FFLCH. 48 165. em que. 2. como vizinhanças de interesse teórico e metodológico. CNRS. na III Jornada Internacional de Semiótica e Crítica das Práticas Midiáticas. no VII Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. polêmica constitutiva do discurso. Ministrei o mesmo curso com pequenas variações para outra clientela. à Semiótica. 165.104). nos dias 23 e 24 de setembro de 2002 (Doc.14 9º Congresso Brasileiro de Língua Portuguesa do IP. Nessa ocasião uma oficina foi desenvolvida sob o tema "O diálogo entre textos: intertextualidade". 2. observado por meio da gramática da frase e também por meio da funcionalidade dessa gramática em relação ao discurso.15 Animadora no seminário “O sensível nas mídias e nas artes”. CNRS. realizado em São Paulo (SP) de 1º a 3 de maio de 2002 (Doc. CNRS. 113). 29). 33). p. realizado nos dias 12. 2. com carga horária de 4 horas (Doc. 13 e 14 de dezembro de 2001. realizado no dia 6 de outubro de 2001. 2. 105). os estudos relativos: à gramática da língua. mediante a análise de editoriais jornalísticos. no Instituto Presbiteriano Mackenzie-Escola Americana e Colégio Mackenzie. realizado pelo Centro de Pesquisas Sociossemióticas da PUC-SP. . USP-FFLCH. Tomei como ponto de partida o enunciado. Desenvolvi o curso de curta-duração Mídia: fatos gramaticais e efeito de sentido. (Doc. à Análise do Discurso.PUC/SP. 121). realizada pelo Centro de Pesquisas Sociossemióticas da PUC- SP. pela PUC-SP. no dia 28 de agosto de 2001 (Doc. um caráter do ator da enunciação. intertextualidade e imitação.

10.10 Bancas 2. Do manifesto surrealista à sua performance e sanção – questões de um contrato comunicacional.1. 21 de outubro de 2002. 10 de dezembro de 2002. Letras e Ciências Humanas. Faculdade de Filosofia. Área de concentração: Comunicação e semiótica. Universidade Federal Fluminense. Objeto noticioso sincrético: modos de presença da imagem na enunciação da mídia jornalística impressa. Área de concentração: Comunicação e Artes. (Doc. Área de concentração: Língua Portuguesa. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.1 Participação em bancas de trabalhos de conclusão 2. 128). 12 de abril de 2002 (Doc. Questões de tradução à luz da Análise do Discurso. 126). da Universidade de São Paulo. c) Isaac Antônio Camargo. no dia 06 de novembro de 2002. (Doc. 26 de abril de 2002 (Doc. 132). Do jubileu da luz à poeira do asfalto: glória e decadência dos Salões Nacionais (1894-1931) – uma análise semiótica. c) Gisela Porto Benatti. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Área de concentração: Estudos da Linguagem. Oswald de Andrade crítico de arte. Universidade Federal Fluminense. 130). A trajetória da ilustração do livro infantil no Brasil à luz da semiótica discursiva.1 Mestrado a) Daniele Santana Sally. Área de concentração: Comunicação e semiótica. b) Karla Cristina de Araújo Faria. 16 de dezembro de 2002. 49 2. d) Ana Lúcia de Oliveira Brandão. (Doc. 132). da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Universidade Presbiteriana Mackenzie. 129). Área de Comunicação e Semiótica.10. b) Marilei Jorge.2 Teses de doutorado a) Luiz Carlos Migliozzi Ferreira de Mello. 127).10. Universidade Presbiteriana Mackenzie. Área de concentração: Comunicação de Letras. 2. (Doc. 12 de julho de 2002 (Doc. . Área de concentração: Linguística: Semiótica e Linguística Geral. A mortificação do Ser: uma investigação das paixões no universo escolar. O lugar da argumentação na escrita infantil – Análise discursiva e proposta metodológica. 133). d) Isabel Cristina Michelan de Azevedo.1. 4 de março de 2002 (Doc.

2. Dr.2. no dia 19 de dezembro de 2001. da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.4 Qualificação de doutorado a) Isaac Antonio Camargo. (Doc. (Doc.2.1.1 Banca examinadora para seleção de professor. 2.2 Participação em bancas de comissões julgadoras 2. (Doc.1 Concurso público Fui membro suplente da banca que julgou o Concurso para Professor Doutor da Faculdade de Filosofia. 141). 2. da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.2. Universidade de São Paulo.10. Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. (Doc. A trajetória da ilustração do livro infantil no Brasil à luz da semiótica discursiva. no dia 17 de dezembro de 2002. da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Participei como membro efetivo da Banca para Seleção de Professor de Língua Portuguesa da Faculdade de Filosofia. Do manifesto surrealista à sua performance e sanção – questões de um contrato comunicacional. Área de concentração: Comunicação e semiótica. 142).10. com os trabalhos realizados no período de 11 a 13 de março de 2002 (Doc. Cartas chilenas: denúncia e convocação. 56). Área de concentração: Comunicação e semiótica. b) Ana Lúcia de Oliveira Brandão. . no dia 6 de dezembro de 2002. 19 de dezembro de 2001. (Doc. c) Maria Madalena Covre da Silva. Objeto noticioso sincrético: modos de presença da imagem na enunciação da mídia jornalística impressa.10.3 Qualificação de mestrado a) Gisela Porto Benatti.1. 50 e) Ricardo Nogueira de Castro Monteiro. 140).10. 143). b) Cristina de Sousa Moraes de Jesus.2 Outras participações 2. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. do candidato Prof.2.10. Antônio Serafim Pietroforte. 139). Área de concentração: Semiótica e Linguística Geral. 2. 20 de setembro de 2001. (Doc. 16 de dezembro de 2002. Área de Comunicação e Semiótica. 134).10. Memória das ruínas de Creta. Área de Comunicação e Semiótica. O sentido na música: semiotização de estruturas paradigmáticas e sintagmáticas na geração de sentido musical. Área de Comunicação e Semiótica.

2. 76). Temário: A caminho da gramática do texto (Doc. 75). nos dias 27 e 28 de outubro de 1989 (Doc.2. A partir do primeiro semestre do ano de 1996.3 XXXIV Seminário do Grupo de Estudos Linguísticos do Estado de São Paulo.4 Seminários da 4ª Bienal Nestlé de Literatura Brasileira realizados no período de 4 a 8 de julho de 1988. (Doc. 2002. 57). nos dias 6 e 7 de novembro de 1987 (Doc. realizado na Faculdade de Filosofia. na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. 2.11. 2.6 Colóquio Unidade e pluralidade em torno da obra de Algirdas Julien Greimas realizado de 31 de agosto a 2 de setembro de 1994. USP. no Centro de Convenções Rebouças. promovido pela Câmara Brasileira do Livro e vinculado à 9ª Bienal Internacional do Livro. promovido pelo Instituto de Pesquisas Linguísticas Sedes Sapientae para estudos de português e o pós-graduação de língua portuguesa da PUC/SP. 2. no primeiro semestre de 2001. SP.2 V Seminário Latino-Americano de Literatura Infantil e Juvenil.10. 84). sem ter sofrido interrupção (Doc. 78).11.11. Pós-graduação em Linguística (Doc. passei a elaborar provas de Língua Portuguesa e de Redação para os concursos vestibulares da Universidade Presbiteriana Mackenzie.1 5º Congresso Brasileiro da Língua Portuguesa. realizado de 24 a 26 de maio de 1986. 79).2. Lorena.11 Participação em eventos científicos 2. (Doc. 62) 2. 2. 2. promovido pela Fundação Nestlé de Cultura (Doc.2. Ciências e Letras da Unisantos. Universidade Federal de Goiás.2 Integrante do Comitê de Análise dos resumos de trabalhos – SBPC.3 Participação em banca de vestibular.11.] 2. 77).11.2. . 64).10. Escola de Comunicação e Artes e FFLCH.5 XXXVII Seminário do Grupo de Estudos Linguísticos do Estado de São Paulo realizado nas Faculdades Integradas Teresa D´Ávila.11. promovido pela PUC-SP. 51 Letras e Educação da Universidade Presbiteriana Mackenzie. SP. realizado no período de 18 a 22 de agosto de 1986 (Doc. atividade que perdurou até 2002.

indicando novas e mais variadas possibilidades de interlocução dentro da docência. na Universidade Presbiteriana Mackenzie. 52 2.11. 87). no auditório COGEAE da PUC-SP (Doc.7 Jornada I: Semiótica. FFLCH- USP. TGI. 2. consta de uma monografia como validação do próprio curso. realizado no Instituto de Biocências. CNRS.11 III Jornada Internacional do Centro de Pesquisas Sociossemióticas .Paris e realizada nos dias 8 e 9 de agosto de 2002. e realizada nos dias 16 e 17 de maio de 1997.Semiótica e mídia . promovido pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. O aluno. CNRS. 2. Desenvolvido durante um ano e meio e em organização semestral. nos dias 25. 92).11.realizado nos dias 28 e 29 de agosto de 2001 e promovido pela PUC-SP. 2. 26 e 27 de junho de 1998 (Doc.12. 135 e 136). FFLCH-USP. no auditório COGEAE da PUC-SP (Doc. nos dias 28 e 29 de agosto de 2001.11.10 II Encontro sobre Psicologia clínica. participa de uma apresentação oral realizada em sessão pública. realizado entre os dias 10 e 31 de outubro de 1998. realizado nos dias 13.1 Trabalho de conclusão de curso de graduação (Docs.Paris. na PUCOGEAE. USP.118). Letras e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista. num total de 16 horas (Doc. 14 e 15 de maio de 1999 (Doc. Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.12 VII Jornada do Centro de Pesquisas Sociossemióticas “Semiótica Sincrética” promovida pela PUC-SP. não só quanto aos recursos adquiridos para proceder .11. 100). 2.11. 85). O trabalho de graduação interdisciplinar. 86). Orientar iniciação científica passou tanto a legitimar como a expandir minha própria pesquisa.12 Orientações concluídas 2. 2.9 Seminário Acadêmico As várias vozes de Fernando Pessoa promovido pelo Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia.8 XLVI Seminário do Grupo de Estudos Linguísticos do Estado de São Paulo - GEL. para expor e defender as próprias ideias. ao qual é atribuída nota de zero a dez. 2. CNRS. ensino e aprendizagem promovida pelo Centro de Pesquisas Sociossemióticas: PUC-SP.11. num total de quinze horas-atividades (Doc. além de entregar o trabalho escrito. o trabalho acabava por demonstrar a evolução do aluno.

(Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. A instituição familiar em “Reinações de Narizinho”. c) Mônica da Silva Costa. 2000. instrumentalizado para atingir os fins propostos. f) Ana Lúcia de Moraes Leitão. . (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. h) Gislaine Daniela Mendes dos Santos. Trabalho de Conclusão de Curso. Trabalho de Conclusão de Curso. Trabalho de Conclusão de Curso. 2000. A retórica de “O navio negreiro”. 53 adequadamente às coerções de textualização do gênero acadêmico. não sem antes desenvolver um capítulo de pressupostos teóricos. Passo a citar as orientações de TGI realizadas por mim. 120f. O aluno. como orientadora. a) Caroline Shizue Kono. 2001. 2000. 2000. 120f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. 120f. g) Gilvera de Oliveira Galvão. d) Tatiana Fernandes de Camargo. Trabalho de Conclusão de Curso. Trabalho de Conclusão de Curso. Literatura infanto-juvenil – Ziraldo. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. 120f. 120f. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. Análise da parábola do filho pródigo. 2001. Cornélio Pires: folclore e humor. a semiótica. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. b) Kelly Cristina Trevizan. Trabalho de Conclusão de Curso. Trabalho de Conclusão de Curso. 120f. e) Zilmar Heringer Nogueira. Fernando Gonsales e Miguel Paiva: um diálogo via quadrinhos. 120f. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. de Castro Alves. 2000. mas também quanto aos fundamentos da teoria eleita como orientação do pensamento – no meu caso. passava a reconstruir os efeitos de sentido dos textos escolhidos para análise. 2001. 120f. Uma voz ideológica na obra de Vinícius de Moraes. Ironia e ideologia nas histórias em quadrinhos de Maurício de Sousa.

120f. 2001. 2002. n) Tatiana Crispim Araújo. Análise semiótica de propagandas na mídia impressa. 2001. 2001. 54 i) Karina Sermenho Carvalho. q) Andréa Rodrigues de Miranda. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. Um comercial de TV: análise semiótica. . l) Maria Creuza de Paulo. r) André Luís Futata. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. j) Lucia Shiraishi. Trabalho de Conclusão de Curso. O "retrato" da enunciação nas primeiras páginas de um jornal. Publicidade na internet através dos banners. Trabalho de Conclusão de Curso. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. Trabalho de Conclusão de Curso. 2002. 120f. m) Sandra Regina Lopes Ruiz. Uma análise semiótica de charges políticas. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. O éthos no discurso político da ditadura militar. Trabalho de Conclusão de Curso. Outdoor: a arte de seduzir. 120f. Trabalho de Conclusão de Curso. Trabalho de Conclusão de Curso. o) Vanessa Cecília Martins. 2001. Trabalho de Conclusão de Curso. p) Vinícius Cardoso Cardonna. k) Maria Carolina Bergocce. 2001. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. 120f. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. O desenho animado “Caverna do Dragão” e os mecanismos ideológicos na construção dos personagens. 2001. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. 2001. Rugrats: análise semiótica de um desenho animado. Propaganda de Bom-Bril: uma análise discursiva. 2001. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie.

u) Luciana Lorandi.13 Participação em grupos de trabalho e de pesquisa Na época aqui encerrada o contato com outros pesquisadores em trabalho de grupo fez. b) Discurso e persuasão na cena político-partidária em época de campanha eleitoral – Orientanda: Márcia Plana. Trabalho de Conclusão de Curso. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. Jornalismo besteirol. clarear perspectivas e. Trabalho de Conclusão de Curso. por meio dos debates promovidos. 2002. O mundo (re)construído por Legião Urbana. Trabalho de Conclusão de Curso. 2002. tive sob minha responsabilidade as seguintes orientações de monografia: a) Dialogismo em contos literários: o jogo dos implícitos – Orientanda: Cleonice Men.12. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. 137) Na qualidade de componente do corpo docente do Curso de Pós-Graduação lato sensu: Português: Língua e Literatura.2 Pesquisa em nível de pós-graduação lato sensu (Doc. Trabalho de Conclusão de Curso. c) Da (in)transitividade dos verbos como efeito de sentido – Orientanda: Elaine Solange Santana. 55 s) Bianca Zanatta. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. “Pokémon”: o lúdico e o ideológico. 2002. t) Carolina Canedo Vicari. (Graduação em Letras – Tradutor e Intérprete) – Universidade Presbiteriana Mackenzie. de Chico Buarque. pela proximidade com os . O dito e o dizer em Construção. 2002. v) Renata Souza Meira. A construção da ironia nos textos de Luís Fernando Veríssimo e de Carlos Heitor Cony. 2002. da Área de Letras da Faculdade de Educação e Letras da Universidade Metodista de São Paulo. w) Ricardo Medeiros Pierocini. 2. 2.

Esse grupo liderado por mim apresentava como área predominante Linguística e tinha lotação institucional no Mackenzie. firmar a percepção de pertencimento a grupos reunidos em torno de questões da semiótica. 55). em aluna. b) Atelier Contrato fiduciário. Esse grupo está registrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do Brasil - CNPQ. bem elaborei como material teórico com a finalidade de discutir parâmetros apoiados na linguística geral e na semiótica. 2. palestras. da Universidade Presbiteriana Mackenzie. 50 e 52). Plataforma Lattes. c) Atelier Continuidade e ritmo sob coordenação do Prof. do qual comecei a participar efetivamente no primeiro semestre de 2002.3. Departamento de Letras e Línguas Estrangeiras. 2. Plataforma Lattes. sem abandonar tarefas direcionadas. a professora.13.GesUsp sob coordenação do Prof. revertia. Élida Jacomini Nunes. 2. Este último grupo. aulas.CNPQ. junto à Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística.13. orientações bibliográficas. 56 colegas. PUC-SP.3. Elaine Cristina do Prado Santos.13. Luiz Tatit e Ivã Lopes. 2. viabilizava. Envolvia como pesquisadores os professores: Dina Maria Martins Ferreira. 61). do Departamento de Letras e Línguas Estrangeiras.13.13. Neusa Maria de Oliveira . 65).2 Participei do Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil . USP. Para essa coordenação organizei reuniões de professores de Língua Portuguesa e Linguística do Departamento. para a sorte desta. CNRS: a) Atelier Mídia e paixão. Waldir Beividas. sob a denominação de Semiótica: modelos teóricos e descritivos. organização de eventos científicos. Luiz Tatit. conversa amiga e. (Doc. 68). 63). de setembro de 1999 a junho de 2001 (Doc. b) Grupo de estudos semióticos da USP . USP. junto ao Centro de Pesquisas Sociossemióticas.1 Grupos de trabalho: vinculado à PUC-SP. por meio do grupo denominado A construção do sentido: da subjetivização da linguagem (Doc.3 Coordenação de grupos de trabalhos e de pesquisa 2.1 Coordenei o Núcleo de Estudos e Reflexão para o Ensino de Língua Portuguesa. nas reuniões semanais promovidas na sala 264 do Prédio das Letras da USP. CNRS (Doc.2 Outros grupos de trabalho a) Grupo Semiótica: corpo e imaginário sob coordenação do Prof. Seguem os grupos dos quais participei. ao longo do ano de 2001 (Doc. Marilei Jorge. ao longo dos anos de 1999 e 2000 (Doc. Luiz Camilo Lafalce.

57 Bastos. Vera Lucia Consoni Busquets. que apresentava como objetivo aprofundar um olhar descritivo sobre a língua e um olhar discursivo sobre o texto. d) percurso gerativo do sentido: confluência da semiótica com a análise do discurso. Vagner Barbosa. estão: Selma Rizério Betaressi. O grupo. Talita Helena Sousa Rizzo. Regina Helena Pires de Brito. organizava-se sob as linhas de pesquisa que seguem citadas: a) a língua em uso: variações linguísticas. Como pesquisadores estudantes. b) argumentação e construção de imagem. . c) dialogismo: polêmica de vozes.

Autoria – língua. Se alguns resultados foram obtidos. do que decorre o teor das atividades desenvolvidas. de 2004. Junto às áreas de atuação de nosso Departamento. Encorajada pela perspectiva oferecida pela USP. e pelo Departamento de Linguística. não rígido. que se chama poesia. já desenvolvi e encerrei dois projetos: Estilo e Aspecto (de 2007 a 2012). no que diz respeito à docência e à pesquisa levadas a efeito nesse período. de 2005. Semiótica e Bakhtin (a partir de 2009). fase em que percebo ter-me aprumado: corpo altivo. 58 3. porém. no segundo semestre de 2011. o que passou a definir com certa heterogeneidade meu quadro de orientandos. O tom dado pelo teor das disciplinas está refletido nos meus projetos de pesquisa. além do gosto pela produção científica. No mesmo ano (de 2009). o que cobrou. mantive o olhar nas cercanias com a análise do discurso e com a filosofia bakhtiniana da linguagem. Beth Brait a disciplina Bakhtin e o Círculo: Dialogismo e Polifonia – FLL5086-1. incorporei definitivamente o interesse em relação a questões da linguagem. em 2009 desenvolvi atividade peculiar: dividi. a disciplina FLL5088- 1. Gênero e Éthos. de fora da FFLCH e da USP. dividi com a Profa. passo a enumerá-los. Essa disciplina segue em curso no primeiro semestre de 2013. desenvolvo estes dois novos projetos. passei a trabalhar impregnada por novos ares. que ministrei no segundo semestre de 2003. No programa de pós-graduação. o compromisso institucional . Do lugar da linguística e da semiótica. que então eu supervisionava num pós-doutoramento. mas também aquela vinda de fora do Departamento. entre as quais destaco a docência. com a Profa. A carnavalização como categoria analítica dos textos (de 2005 a 2009). Sem deixar de lado o néctar de cada instante. de 2006 e de 2007. Essas disciplinas atendiam não só à demanda dos pesquisadores ligados ao Departamento de Linguística. além da disciplina Tópicos da Teoria da Enunciação – FLL5710-3. ATIVIDADES COMO PROFESSOR DOUTOR EM REGIME DE DEDICAÇÃO INTEGRAL À DOCÊNCIA E À PESQUISA (RDIDP) JUNTO AO DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA DA FACULDADE DE FILOSOFIA. pela FFLCH. LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (De 03 de fevereiro de 2003 até a presente data) 3. cujo conteúdo e objetivos está em continuidade com aqueles: Para uma Estilística Discursiva (a partir de 2012). Ainda ministrei no programa de pós-graduação a disciplina A semiótica no limiar – FLL5099-1. Atualmente.1 Considerações gerais Estamos na última parte do memorial. Luciana Salazar Salgado.

concluí dez orientações de mestrado e quatro de doutorado. alguns já estão no mestrado comigo. e sempre com o compromisso de tentar manter a sólida tradição da área de estudos do texto e do discurso do Departamento de Linguística. UniCor. que não deram continuidade no doutorado sob minha orientação. com exceção do segundo semestre de 2008. ao longo da iniciação científica. algumas já se tornaram professoras efetivas em universidades. ao longo de duas gestões passei. como Cleonice Men da Silva Ramos. quando estive em gozo da licença prêmio. Concluídas algumas orientações de mestrado. Entre os alunos de iniciação científica. Ainda. a quase maior parte. tendo cadastrado a disciplina Tópicos da Teoria da Enunciação no programa de pós-graduação. 59 relativo a atividades administrativas. Tem sido . outra encontra-se na França neste momento: Eliane Soares de Lima – todas na coorientação com o Prof. e Daniervelin Renata Marques Pereira em finalização de tese. Destas não me furtei: na condição de vice-coordenadora de pós-graduação. tanto daqueles como destes. como Marcos Rogério Martins Costa que. por conta dos afastamentos obtidos pela então coordenadora. com bolsas CNPq. Nesses dez anos cumpri regularmente a docência também em nível de graduação. passei a orientar doutorandos. sempre acolheu minhas solicitações para atender nossas alunas e tem sido parceiro solícito junto elas. Denis Bertrand que. Minas Gerais). Desse modo essas moças puderam desenvolver uma participação ativa em seminários e outros eventos científicos nesse programa com bolsa no exterior. por aprovação em concurso. CAPES/ PROEX e FAPESP. entre minhas orientandas de doutorado com teses recém-defendidas. Profa. duas desenvolveram e já encerraram o processo de doutorado-sanduíche junto à Universidade Paris 8: Mariana Luz Pessoa de Barros com tese defendida. ficou a maior parte com bolsa FAPESP. ao longo de determinados períodos. sem descuidar da iniciação científica. Já de partida (maio de 2003). a exercer a função de Coordenadora. de cuja banca de defesa de doutorado eu participei conforme fica especificado logo mais. Alguns mestrandos. Participei como membro titular (nessa época da vice- coordenação) de todas as reuniões da CPG (Comissão de Pós-Graduação). da Universidade Paris 8. Ana Müller. De minhas doutorandas. já defenderam tese em outros departamentos. como Beatriz Gaydeczka (Instituto de Ciências Tecnológicas e Exatas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro) e Sueli Ramos (Professora Adjunta do Programa de Mestrado em Letras da Universidade Vale do Rio Verde. Ao longo de todos os semestres ministrei aulas de Elementos de Linguística I e II no curso de graduação. Três Corações. e tendo começado a oferecê-la no segundo semestre do mesmo ano. iniciei o processo de orientação de candidatos a mestrado. Nesses dez anos de Departamento. enquanto tenho levado a efeito orientações juntamente com outras atividades acadêmicas.

Eliane Soares de Lima. acaba por robustecê-las. O projeto foi aprovado em março de 2009. com exceção do 2º semestre de 2008.2 Atuação profissional 3.1 Atividades docentes . de curta duração e afins. Como já disse. já que de 2008 até 2010. de difusão cultural.2. o que me afastou de São Paulo e da comunicação on-line por algumas semanas (justamente na ocasião da renovação da bolsa. foi submetido à avaliação do CNPQ a fim de concorrer à bolsa de produtividade. eu. e desconhecendo. 3. Nesses dez anos também participei de eventos científicos e. também dei aulas de Teoria e Análise de Textos: Análise do Discurso (FLL0430) como disciplina optativa. Elementos de Linguística II (FLL0434). que ministrei regularmente. Desses movimentos resultou certo amadurecimento de meu projeto geral de pesquisa que.2. que define meu interesse em trabalhar com a difusão do pensamento científico. mantém-se como bolsista FAPESP.Universidade de São Paulo 3. público que deseja acercar- se de um método semiótico de análise e produção de texto. Segue a sequência dos itens que detalham as informações emitidas. o critério que estipula uma nova inscrição no processo.1 Graduação Juntamente com as disciplinas de Elementos de Linguística I (FLL0433). devido a turbulências advindas da doença e morte de minha mãe. não propriamente uma renovação da bolsa). em que não ministrei disciplina alguma por estar em gozo de licença-prêmio. 60 contínuo meu intercâmbio com a FAPESP. longe de contradizer o terreno das interrogações teóricas. e minha orientanda de doutorado.1. . o pós-doutorado efetuado sob minha supervisão desenvolveu-se por meio de projeto aprovado pela FAPESP. Parece-me que essa frente de trabalho. seja aquele voltado para o público autodidata do ensino superior. Disso decorre ainda o gosto por ministrar cursos de extensão universitária. juntamente com as aulas ministradas. foi ininterrupta minha atuação na graduação. sem descuidar da publicação de livros didáticos. ao longo de 2008. sejam aqueles de língua portuguesa para o ensino fundamental. Mas. obrigatórias para os alunos ingressantes nas Letras. deixei de enviar no prazo o relatório para a (re)inscrição e perdi o benefício. fiz a obra A comunicação nos textos.

USP. Tópicos da Teoria da Enunciação (FLL 5710).1 Questões de estilo: dialogismo e imanência discursiva.1 Artigos completos publicados em periódicos 3. p.2. 3. 61 3. 3.2. 2003. 9. 2007.2. CNRS.2.1 Vice-coordenação do curso de pós-graduação.2.2 Vice-coordenação do curso de pós-graduação.2.2. Seguem citadas as publicações relativas a este período.2 Atividades administrativas . 3. 3. 2004 e 2005.2. (Doc. 2011. de lá para cá lecionei quatro disciplinas no curso de pós-graduação: em 2003.Universidade de São Paulo 3. 2009 (duas disciplinas). 2007. até outubro de 2007. de 2005 até setembro de 2007.2. nos anos de 2005. em exercício. como já antecipado em nosso relato.3. de novembro de 2012 até a presente data.1. ao longo do primeiro semestre de 2006.2. o artigo procura recuperar debate viabilizado pela XI Conferência Internacional . 3. 2008. 2005.2. 2004.2 Pós-Graduação No dia 03 de maio de 2003.3 Componente da comissão para redação de relatório de avaliação institucional.1. 2013 (em curso). Caderno de Discussão do Centro de Pesquisas Sociossemióticas.3 Produção bibliográfica 3. 3. v.4 Componente da comissão de publicações on-line. dois meses após meu ingresso.2. 530) Confirmando as possibilidades de colocação da semiótica numa concepção dialógica da linguagem.3.2.1. José Luiz Fiorin e. 3. 2006.7 Membro suplente no Conselho do Departamento de Linguística. 425-439. que era ministrada pelo Prof. PUC-SP.5 Componente da comissão de estudos e aplicação da verba PROEX. 3. 2004 e 2005. 2003. item 3.6 Membro titular da comissão de pós-graduação.2. 2006.2.2. o Departamento credenciou sob minha responsabilidade a disciplina de pós.

Nesse texto mantive o exame da constituição do sujeito. evento que ocorreu em Curitiba. nº 5. manchetes. 533) Consolidando a ideia de que o jornal é uma totalidade. o sujeito compactado e tenso. o sujeito cognitivo que é instalado pelo enunciador no enunciado. cá.1. 3.3. ou seja. 2004. Lá. Procurei encaminhar as reflexões em torno do observador visto como o sujeito dado em consonância com o objeto observado. .Revista Transdisciplinar de Comunicação. 1.2 Jornal: um modo de presença. 32ª Revista de Estudos Linguísticos. (Doc. fotos e legendas.3. v. Emparelhado ao narrador. ora no modo do fracionamento. 3. São Paulo: FFLCH-USP. (Doc. ora no modo da indivisão.4 Ator e aspecto. o sujeito difuso.1. abril. os gêneros editorial e charge e. enquanto o ator se apresenta. O trabalho desenvolve uma réplica a determinado pensamento publicado em resumo e apresentado em comunicação no referido congresso. considerei o observador: não apenas o observador social.3 Análise de um estilo: um jeito Garfield de ser no mundo. naquelas. Caderno de Discussão do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. a partir da leitura feia de primeiras páginas e da chamada página de opinião. Revista Galáxia . 50º Seminário do GEL. Enfatizando a natureza de qualquer texto como estrutura e como acontecimento. 109-127. p. 3. 2003. da PUC-SP. (Doc. Semiótica e Cultura do Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica. enquanto no enunciado oferece indicações da construção desse mesmo corpo. discorri sobre o ator da enunciação conforme o exame feito de um modo recorrente de valorizar valores. foi depreendido um modo de presença da enunciação.1. 62 sobre Bakhtin. a qual supõe uma unidade de sentido de modo a apresentar o todo em cada parte.3. cotejados. 523’). correspondente à diminuição de tensões. 531).1. nesta última. atentando para o narrador. ressaltando o sujeito enunciador como determinado antropônimo e como determinado éthos que toma corpo. enquanto esse actante se cumpre nas funções do dizer e do relatar. fazendo alusão de que estivéssemos a serviço da “fetichização do texto”. PUC – SP. articulados a crenças e contradições sociais. 2003. O autor da comunicação e do resumo atribui aos “herdeiros de Saussure” a pecha de “representantes de um neoplatonismo contemporâneo”. Esse estudo procurou demonstrar como é construído o estilo das tiras jornalísticas de Garfield. para que se depreendesse o ângulo de visão que diferencia a Folha de O Estado. v. a si e ao mundo. tal como previsto no nível discursivo.

UNICAMP. v.3. Examinou-se por fim a passagem da substância verbal para a gestualidade em transposição sinestésica e entendendo a sinestesia como o cruzamento de sensações. 522). enquanto determinada iconografia. Estudos Linguísticos XXXIII.1. Intertextualidade e Regimes de Presença. 540).3. p. firmando o semi-simbolismo e fazendo o leitor dançar uma valsa. Campinas. No artigo considerei o estilo como regime de presença de acordo com as noções de interdiscursividade e de intertextualidade. no poema “A valsa”. que alimenta a desconfiança. Caderno de discussão do Centro de Pesquisas Sociossemióticas.1. no plano da expressão.1. 16. examinaram-se. .3. n. Todas as Letras: Revista de Língua e Literatura/ Universidade Presbiteriana Mackenzie. Considerando o texto na relação entre expressão e conteúdo.5 Interdiscursividade. Observou-se então como e por que as reiterações de um modo de dizer reafirmam.7 A recriação do sentido no plano da expressão. A reconstrução do corpo do ator da enunciação. de Casimiro de Abreu. analisado como fato que emerge de relações semi-simbólicas. foram observadas as homologações de categorias do plano da expressão com categorias do plano do conteúdo para que se obtivesse o efeito de sentido de individualidade. 2004 (Doc.8 Das vicissitudes do sujeito. 2004 (Doc. foi recuperado o conceito de figuratividade como condição para a iconização e como produtora do nível profundo do discurso e ainda como produzida por ele. enquanto. bem como à questão da heterogeneidade mostrada entre textos. (Doc. São Paulo: Editora Mackenzie. para o que tomei como ponto de partida o dialogismo debatido como o “funcionamento real da linguagem”. acabou por confirmar a importância do plano da expressão de textos de tal gênero na descrição do estilo.3. que alimenta o ciúme. uma circularidade passional. v. para a incorporação do sujeito da enunciação. Ano 7. mecanismos segundo os quais o plano da expressão recria em si mesmo elementos do plano do conteúdo. para figurativizar o fracasso do sujeito que observa e relata a dança da amada com outro. 2005 (Doc. O sujeito. 2004. ciúme. 2 (2005). 1. 549). que implica o éthos de um jornal. Examinando o sujeito depreensível do processo de leitura. Gragoatá – Revista do Instituto de Letras da UFF. 63 3. determinada no poema por meio da sequência passional: desconfiança. PUC – SP. cruzamento este dado linguageiramente. deu-se por meio do apoio em fatos da gramática da frase. 209-227. 523).6 O sujeito no jornal. 3. 3.1. 3. Niterói. Cheguei à questão da heterogeneidade constitutiva do discurso.

2005. Em sequência debati a semiótica de Algirdas Julien Greimas. trabalhamos com o conto Atrás da catedral de Ruão. Esse artigo. Cadernos de Semiótica Aplicada. Raquel Discini). 1. ao tempo de docência desenvolvida no Mackenzie. (Doc. v.3. O discurso jornalístico foi contemplado por meio da análise de uma série de gêneros como artigos. que priorizaram as relações semânticas estabelecidas ao longo do percurso gerativo do sentido. Anais do VI Congresso Brasileiro de história da educação. no item Volteios. Caderno de discussão do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. CASA. No que diz respeito à literatura. 527’). v. seja no Ensino Médio. . que junta o melódico e o verbal para produzir mundos significantes. 608). No artigo analisamos a modinha contemplada como enunciado sincrético e enquanto remete a uma enunciação sincrética. Uberlândia. com diagramação e arte final aperfeiçoadas. Ao abrir-se por meio de um tom de teor autobiográfico. Artigo em coautoria com CAMPOS. escrito entre os anos de 1927 e 1944. materializados em gêneros diversos. 2006 (Meio de divulgação digital. o literário e o jornalístico. 552). 1. 3. PUC – SP. DIETRICH. reportagens e propagandas publicadas na imprensa do interior do Estado de São Paulo. O objetivo principal foi compreender como a imagem da mulher – e mais especificamente da mulher professora – é construída nesses dois tipos de discursos. 64 No artigo desenvolvi a noção de estilo na configuração de um sujeito heterogeneamente constituído.11 A polêmica em torno da imagem da mulher: um confronto entre discursos e gêneros. seja na Faculdade de Letras. Uberlândia.1. o literário e o jornalístico. (Em coautoria com LOPES. (Doc. Intertextualidade e Regimes de Presença. Foram examinados dois discursos. In: VI Congresso Brasileiro de história da educação. que é retomada de outro anteriormente citado.10 Hei de amar-te até morrer! Apontamentos sobre a modinha.9 Interdiscursividade. de Mário de Andrade. 2006. Ivã Carlos.3. o que corresponde ao sujeito dialógico e sustenta a máxima de que “O estilo são dois homens”. notas de canto de página. 3. para o que tomei gêneros como charge e reportagem a fim de concretizar as reflexões. 3. o texto remete. 2005.1. Peter (Doc. para o que apontei para a condição de responsividade de meu discurso. mais especificamente nos matutinos da região conhecida genericamente como Alta Araraquarense durante aquelas mesmas décadas nas quais se insere o conto. teve uma nova publicação em outro caderno de CPS (Centro de Pesquisas Sociossemióticas).1.3.

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3.3.1.12 Ator, Aspecto, Estilo. 53o. Seminário do GEL - UFSCAR, São Carlos, 2005.
Estudos Linguísticos XXXV , 2006. (Meio de divulgação digital). (Doc. 548).
No artigo procurei dar prosseguimento à operacionalização da noção de sujeito como
simulacro discursivo e cotejado na relação expressão/ conteúdo dos textos. O aspecto,
categoria tradicionalmente examinada nos verbos, passou a ser debatido a fim de
operacionalizarmos a noção de estilo como éthos e de éthos como ator da enunciação (um
sujeito pressuposto a determinada totalidade de discursos).

3.3.1.13 Estilística discursiva: modos de presença do sujeito. Desenredo, PPGL/UPF,
v.3, p.202 - 212, 2007 (Doc. 609).
Esse trabalho decorreu de um curso de extensão ministrado na Universidade de Passo
Fundo, Rio Grande do Sul. Foram descritos mecanismos de construção do sentido
concernentes à relação gênero e estilo, bem como concernentes à esfera literária de
comunicação, para o que foram considerados fatos gramaticais na funcionalidade discursiva
constituinte de uma “semântica global”, a fim de que se contemplassem estilos de gênero e de
autor.

3.3.1.14 Breve olhar sobre Bandeira. Todas as Letras, São Paulo, v.9, p.51 - 60, 2007.
(Doc. 553).
A partir do exame de poemas de Bandeira, ditos “versos de circunstância”, foram
descritos mecanismos discursivos que remetem à imagem do sujeito enunciador, como o
bardo que, entregue à palavra poética, traz concomitantemente à luz uma “lírica coloquial”
que, como efeito, parece ser declinante da poesia e tendente à prosa.

3.3.1.15 A imagem da mulher na literatura e no jornal das primeiras décadas do Século
XX: questões de discurso e gênero. Cadernos de História da Educação (UFU. Impresso.
Artigo com coautoria de CAMPOS, Raquel Discini), v.8, p. 443-458, 2009. (Doc. 610).
Esse artigo retoma, com aprofundamentos de ideias e com algum refinamento de
análise, o trabalho anteriormente citado, que tinha sido publicado em anais de congresso.

3.3.1.16 Semiótica: da imanência à transcendência (questões sobre o estilo). Alfa:
Revista de Linguística (UNESP. São José do Rio Preto. Online), v. 53, p. 595-617, 2009.
(Doc. 561).
No artigo procurei trazer à luz a conexão entre a tradição dos estudos linguísticos
representada por Saussure e Hjelmslev e a filosofia da linguagem, tal como proposta por
Bakhtin, para que fosse entendido o lugar da semiótica junto a esses pensadores. Tentei

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demonstrar como, para quem analisa o discurso sob a perspectiva da semiótica, são permitidos
tais alargamentos, tributários da natureza interdisciplinar da teoria.

3.3.1.17 Da presença sensível. CASA (Araraquara), v.8, p. 1-28, 2010. (Doc. 563).
Sob o olhar analítico orientado pelo memorial acadêmico para obtenção do título de
livre docente, de autoria de Ignácio Assis Silva, as reflexões desenvolvidas procuraram trazer
à luz a questão da presença sensível relativa ao sujeito afetado pelo mundo, este que aparece
ao sujeito como acontecimento, na medida em que o mesmo sujeito, dado na intersecção entre
o inteligível e o sensível, mediante um grau menor de tonicidade da própria voz pode ter a
tensão interna diminuída a tal ponto de, da distensão, atingir o desligamento de si. O trabalho
foi decorrente de uma palestra proferida por mim em evento em homenagem ao finado Prof.
Ignacio Assis Silva, realizado pela UNESP de Araraquara. Fiz com gosto essa homenagem,
que reuniu, à remissão feita aos textos científicos do professor, a análise do seu memorial:
com o professor, debati questões sobre o que é o sensível para a semiótica, seja como sua
aluna de pós, seja como participante do grupo CASA. O grupo se reunia aos sábados, na
UNESP de Araraquara, compromisso ao qual não me furtei. Não havia cansaço, tamanha era a
alegria de interagir com os pares. Fazer esse artigo fez-me reviver essa experiência.

3.3.1.18 Uma estética, uma ética. Língua e Literatura (USP), v. 28, p. 139-170, 2011.
(Doc. 585).
No artigo trabalhei na interface do saber linguístico-literário e, dentro da linguística, o
fundamento teórico e metodológico trazido à tona veio fortalecido pela base greimasiana da
semiótica, respeitados os desdobramentos contemporâneos próprios a um ponto de vista
tensivo. A partir de uma análise que reconstruiu o sentido no plano do conteúdo dos textos e
observou as relações estabelecidas com o plano da expressão, foram cotejados um poema e
um quadro barrocos com vistas a identificar o sujeito depreensível de uma totalidade
discursiva.

3.3.1.19 Para o estilo de um gênero. Bakhtiniana: Revista de Estudos do Discurso, v.
7, p. 75-94, 2012. (Doc. 611).
Procurando a experiência do encontro entre uma estilística discursiva e o pensamento
de Bakhtin e do Círculo, investiguei procedimentos que respaldam a emergência do estilo de
um gênero do discurso religioso, a hagiografia. A partir do lugar teórico e metodológico
oferecido pelos estudos do discurso, amparei-me no pensamento bakhtiniano, em especial
quanto à noção de exotopia, a qual coloca o autor como um correlato do “herói”. Assim
problematizei o conceito de estilo do gênero. Estabilidades fundadas em movimentos

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reguladores de determinada arquitetônica genérica comprovaram-se como meio de radicar
uma totalidade discursiva, aberta, porém, à contingência e à eventicidade do ato de enunciar.

3.3.1.20 Retórica: entre língua e discurso. GEL, nº 42. (Doc. 630; artigo no prelo)
Procurei desenvolver o exame de mecanismos de construção do sentido que,
organizados segundo esferas de comunicação e gêneros discursivos distintos (literatura, de um
lado; jornal, de outro), remetem a diferentes modos de dizer, não alijados da função discursiva
de figuras retóricas. Nessa direção, ao procurar descrever como e por que o enunciado funda
um modo próprio de ser do sujeito no mundo, instituí a noção de um corpo esboçado
conforme vetores estilísticos.

3.3.2 Livros publicados
3.3.2.1 O estilo nos textos. São Paulo: Editora Contexto. v. 1. 344 p., 2003. (Doc. 565)
Na obra (transformação da tese de doutorado), publicada no ano de 2003 e levada à
segunda edição no ano de 2004, reflexões sobre o estilo na perspectiva discursiva foram
desenvolvidas com vistas à plena integração da noção de estilo às teorias do discurso.
3.3.2.2 Intertextualidade e conto maravilhoso. 2 ed. Humanitas: São Paulo. v.1. 293p.
(Doc. 568).
A obra, já comentada na segunda parte deste memorial, teve sua 2ª edição publicada
em 2004.

3.3.2.3 A comunicação nos textos. 1 ed., 1ª reimpressão - São Paulo: Contexto, 2007,
v.1. p. 414. (Doc. 588).
Com esse livro cumpri antiga meta de criar uma obra que se apresentasse como livro
didático e se destinasse aos não iniciados nos estudos do discurso. A obra, que tem como
objetivo descrever e levar o leitor a descrever mecanismos de construção dos textos,
examinados para além da aparência e como construção linguageira do mundo, procedeu à
descrição de um corpus variado, que incluiu discursos: publicitário, religioso; jornalístico,
entre outros. O conteúdo volta-se para a: leitura de textos, como prática da teoria
contemplada; organização de noções teóricas básicas, o que encontra lugar na seção designada
pelo tópico teórico de fundo; produção escrita. Essa obra, após o lançamento em 2007, teve
nova edição e também reimpressão em mais dois momentos: no ano de 2010 e no ano de
2012.

3.3.2.4 Leitura do Mundo. 2 ed. São Paulo: Editora do Brasil: 2006, em 4 volumes
(Em coautoria com Lúcia Teixeira) (Doc. 631)

579). 3. 574). e todos juntam montam o que se chama coleção didática.9 Novo passaporte para a língua portuguesa – 6º ano. v.5ª série. v.2. 352 (Em coautoria com Lúcia Teixeira) (Doc. 2007.8 Passaporte para a língua portuguesa . 3.1. p.3.1.3. 312 (Em coautoria com Lúcia Teixeira Siqueira (Doc. 2009. . p. São Paulo: Editora do Brasil. Feita em coautoria com Lucia Teixeira.5 Passaporte para a língua portuguesa .3. a coleção é organizada conforme dinâmica que incorpora a teoria semiótica para o tratamento dos textos verbais. 68 A coleção didática de língua portuguesa.8ª série. p. 328 (Em coautoria com Lúcia Teixeira) (Doc. 3.2.7 e 3. 574). 307 (Em coautoria com Lúcia Teixeira Siqueira) (Doc. o que significou a experiência de.12 Novo passaporte para a língua portuguesa – 9º ano. 579).3. em 4 volumes.1. São Paulo: Editora do Brasil. 2009. a partir de um corpus variado.1. 3. p. São Paulo: Editora do Brasil.11 Novo passaporte para a língua portuguesa – 8º ano.2. v. Procuramos apresentar a gramática da língua na conexão com a retórica da própria língua.6 Passaporte para a língua portuguesa . p.2.3.8. São Paulo: Editora do Brasil. Foi feita em coautoria com Lucia Teixeira e aprovada pelo Plano Nacional do Livro Didático (PNLD).2. Os quatro últimos livros citados correspondem à segunda edição dos livros comentados anteriormente em 3. São Paulo: Editora do Brasil. 302 (Em coautoria com Lúcia Teixeira) (Doc.1.2. 2007.3.7 Passaporte para a língua portuguesa . 3. p. 3. Cada volume possui aproximadamente 300 páginas. 574). São Paulo: Editora do Brasil.6ª série. 2007.2. 3. 579). 321(Em coautoria com Lúcia Teixeira Siqueira) (Doc.7ª série. Enquanto isso. 2009.3. p.1. 3.3.3.10 Novo passaporte para a língua portuguesa – 7º ano.5. alcançou uma segunda edição e uma primeira reimpressão em 2006.3. 3. contemplamos a noção de gênero do discurso para a produção dos textos. 2007. p.3. v.1. visuais e verbo-visuais.2. 579). São Paulo: Editora do Brasil. Os quatro livros que acabamos de citar são obras didáticas voltadas para o ensino da língua portuguesa no nível fundamental. tendo sido distribuída no Brasil pelo Ministério de Educação e Cultura. v.2. São Paulo: Editora do Brasil.2. 2009.2.6. v. 304 (Em coautoria com Lúcia Teixeira) (Doc. 350 (Em coautoria com Lúcia Teixeira) (Doc. tentar trazer à luz a funcionalidade discursiva dos fatos gramaticais.1. v. v. 3. 574).2.3.

2010. p. 2 ed. com vistas à operacionalização de noções concernentes à fonologia. teve sua 2ª edição publicada em 2010 e uma reimpressão em 2012. v. em 3. ed. teve sua 2ª edição publicada em 2009. 2.414.2. conforme o modelo analítico oferecido pela teoria semiótica.2.2.2. v. 589) 3. c) os movimentos de construção do sentido. ed. São Paulo: Editora do Brasil S/A.16 Perspectiva língua portuguesa – 7º ano.15 Perspectiva língua portuguesa – 6º ano. para o que alguns pontos básicos foram aprofundados: a) a retórica da língua para o trabalho da gramática.1.3. b) o “primado do interdiscurso” como constituição da polêmica discursiva. 2. 2012. 3.344 (Doc. 2012.17 Perspectiva língua portuguesa – 8º ano.3.3.3. para que se vivenciasse a autonomia da leitura e da produção de texto com ênfase nas coerções do gênero do discurso e nas formações discursivas. 393 (Em coautoria com Lucia Teixeira) (Doc. 400 (Em coautoria com Lucia Teixeira) (Doc.14 A comunicação nos textos. 588) A obra. p. 2 ed. p. visuais. v. v. v. foram produzidos com vistas a refinar o que a equipe autoral tinha feito ao longo dos anos. mas também o plano da expressão nas manifestações verbais. 393 (Em coautoria com Lucia Teixeira) (Doc. p. 589). bem como ao léxico e à semântica. em 3. verbo-visuais ou sincréticas. A obra. 2009. à sintaxe. São Paulo: Editora do Brasil S/A. 69 3. São Paulo: Contexto. 397 (Em coautoria com Lucia Teixeira) (Doc. que já comentada anteriormente. p. ed. na medida em que. 2012.13 O estilo nos textos. 580). (Doc. destinados ao ensino da língua portuguesa no nível fundamental.2.3.18 Perspectiva língua portuguesa – 9º ano. 3. . São Paulo: Editora Contexto. ed.1. 2.2.1.1. contemplam não só o plano do conteúdo dos textos. São Paulo: Editora do Brasil S/A. v. Estes últimos quatro livros. na leitura e produção de texto. 1. 2.3.2.3.3. 589) 3.1. que já foi comentada anteriormente.1. à morfologia. São Paulo: Editora do Brasil S/A. p.3. 2012. c) o diálogo entre textos verbais e visuais como um poema e uma pintura. 589).2. 3.

v. In: Ivã Carlos Lopes. Rabelais e Dostoiévski. Desse modo o estilo. 2006. realçado como fato diferencial a partir do exame feito do interior dos próprios textos. 70 3. Tomando como base os pressupostos teóricos da semiótica de raiz greimasiana. também veio à luz como um fato formal. São Paulo: Contexto. p. 567).1 A imagem do enunciador na mídia.3. com atenção especial ao dialogismo constitutivo da própria linguagem tal como apresentado por Mikhail Bakhtin. o complemento predicativo. conforme a carnavalização genuína da praça pública. que o diálogo entre textos diz respeito à própria constituição do estilo.3.) Bakhtin: outros conceitos-chave.3. In: Neusa Barbosa Bastos (Org.3. este. A obra de cada um daqueles clássicos.3. procurei comprovar. Tomando para observação os fatos da gramática da frase.1. 133-141 (Doc. O trabalho fez o cotejo de um poema com uma tira de história em quadrinhos. p. da análise do discurso de linha francesa.3 Carnavalização. Procurei rastrear o que pensa o filósofo russo sobre a carnavalização e. no riso de tom baixo. 572). a desinência número-pessoal e modo-temporal dos verbos. São Paulo: PUC-SP. . 3. 2005. v. por meio da análise do corpus selecionado. na incorporação feita de formações sociais que confrontam a autoridade arbitrária. fundado no inacabamento próprio à polifonia. considerada cada qual uma resposta às transformações sociais e históricas. tentei incorporar tais princípios na análise de textos da literatura brasileira.1. enquanto. 1ed. Nesse capítulo tentei desenvolver reflexões sobre a noção bakhtiniana de Carnavalização. 53-93 (Doc. confirmou o discurso como história e a história como semântica: que o diga o topos burguês. diferentes modos de presença: diferentes estilos. por meio da análise depreenderam-se diferentes modos de dizer. O texto procurou enfeixar o romance.).3. que se estende da Idade Média ao Renascimento. v. principalmente na senda de Dominique Maingueneau.1.3. 570).) Semiótica: objetos e práticas. p. In: Elizabeth Brait (Org. Nilton Hernandes (Org.3 Capítulos de livros publicados 3. como: o encadeamento de orações subordinadas em período composto. tal como trabalhado pelas mãos de Rabelais e de Dostoiévski: aquele. Procurei discutir a funcionalidade discursiva dos fatos relativos à gramática da língua. Língua Portuguesa em calidoscópio. diferentes efeitos de sujeito. Poema e tira de HQs demonstraram perspectivas discursivas afins. discorri sobre os efeitos de distanciamento e de aproximação do enunciador do jornal em função do modo próprio de utilização do gênero editorial. sala de visita. 2004. São Paulo: Contexto. e da filosofia da linguagem. 3. num segundo momento.2 HQs e poema: diálogo entre textos. 261-283 (Doc.

“Adormecida”. 571). A análise comprovou que tais mecanismos contribuem para a construção da imagem de quem diz. Entretanto.3. São Paulo: EDUC. nos poemas de Castro Alves. a escolha lexical. de Teresa e da Adormecida. das categorias de pessoa. determinado éthos. Do gênero provérbios. 71 concretizado em O Idiota.3. procurei destacar regras que sustentam o plano de expressão e o plano de conteúdo dos textos encerrados pela totalidade.). descrevi as relações de sentido organizadas recorrentemente segundo determinada tematização e figurativização. para o que tentei contemplar. adentrei a questão da imitação. por meio do “ar” de inquestionabilidade não só do ator do enunciado. 33-54 (Doc. A partir daí demonstrei como se firma.1. no enunciado. tempo e espaço. Em sequência. para o que privilegiei a paródia feita de poemas de Castro Alves por Manuel Bandeira. tom de voz e caráter de um sujeito. junto à textualização. apanhados dos tempos da sátira menipéia de Luciano. In: Neusa Barbosa Bastos (Org. ficou a noção do limiar como elemento constituinte da carnavalização. 3. SALGADO. constituinte das contradições internas do herói dostoievskiano.3. Junto ao nível discursivo. v. mas também por meio do fazer próprio ao narrador de cada um dos textos: o narrador. Éthos discursivo. anteriormente a isso.5 Éthos e estilo. observei como se constrói uma totalidade: inicialmente o corpo de um Castro Alves que faz poemas de amor: “O ‘adeus’ de Teresa”. passei a examinar mecanismos de imitação de um estilo por outro. fui para um poema que versa sobre a temática social: “O navio negreiro”. In: MOTTA. Nesse ponto. Ficou. as rimas e os mecanismos linguísticos empregados para a coesão textual. p.4 Provérbios: gênero e estilo. como território de experiências do “inferno carnavalesco”. .). 3. antes da imitação. a constatação de que a carnavalização é categoria que pode ser depreendida de textos de qualquer época. dada pelo modo de dizer: o estilo – do gênero.3. de Dostoiévski. Luciana (Org. depreendidos todos de uma totalidade discursiva. Língua Portuguesa: reflexões lusófonas. 2008. Partindo da discussão a respeito do princípio de que tudo tem estilo e operando com a noção de éthos como corpo. 157-167 (Doc. apontou para a sala de visitas como espaço que radica resíduos do gênero cômico-sério. Ao fim do capítulo. 575). São Paulo: Contexto. 2006. voz. p. enquanto examinei a reiteração de meios de instalação. a organização sintática da frase. Ana Raquel. Esse “inferno carnavalesco”. em convergência com a imagem do enunciador abstraído da totalidade.

). ocasião em que discuti diferenças entre o estilo da tira humorística e da novela gráfica – ambas de HQs.1. Problematizando a noção de gênero. TEIXEIRA. 2010. Mecanismos de textualização foram contemplados. de outro. para um efeito de inacabamento. 3.3.7 Bakhtin: Contribuições para uma estilística discursiva. na medida em que ela atravessa o meu dizer e para que o estilo fosse contemplado na movimentação de uma paródia de gênero. 115-148 (Doc. 72 3.3. ed.1. p. de um lado. Comentei como a história em quadrinhos é estabilizada por meio de mecanismos próprios à sintaxe e à semântica discursivas. 1. Ana Cláudia de. . São Paulo: EDUC.). para o que foi trazida à luz a novela gráfica Spirit. In: PAULA. Spirit sobressaiu como um sujeito de mérito. manifestado sincreticamente. Cheguei a formalizar estratégias de sincretização: a) estratégia contratual. São Paulo: Mercado de Letras. devido à ultrapassagem feita das frágeis fronteiras do enunciado concreto: a receita culinária. isto é. 185-214 (Doc.3. Neusa Barbosa (Org. para as tiras e as novelas gráficas. para um efeito de acabamento. São Paulo: Estação das Letras e Cores. 1. fato que ocorre entre discursos.8 Discurso. da temática e do estilo. v. v. o gênero projeta constâncias fundadas na forma da expressão verbo-visual. ed.3. passei a descrever a composição.6 História em quadrinhos: um enunciado sincrético. 583).). de Eisner. as quais reverberam em movimentos de construção do sentido no plano do conteúdo dos textos. 576). Língua Portuguesa: cultura e identidade nacional. pela fusão do verbal com o visual. da qual veio à luz a imitação promovida da composição. STAFUZZA. a temática e o estilo das HQs (história em quadrinhos) como um enunciado sincrético. p. como invariantes destruídas e renovadas. na medida em que. em que verbal e visual se reproduzem mutuamente. Discuti aí o dialogismo como fato interdiscursivo. 209-223 (Doc. 2009. o anúncio publicitário que promove a subversão parodística. Círculo de Bakhtin: Teoria inclassificável. In: OLIVEIRA. Grenissa (Orgs. 582). b) estratégia polêmica.3. a partir do que aprofundei a discussão sobre a pluralidade de linguagens na manifestação da HQs. enquanto discuti a existência modal do próprio herói da épica quadrinista. 1. In: BASTOS. Lúcia (Orgs. gênero e estilo. Luciane de. 2010. em que verbal e visual mantêm-se confrontados. para que fosse discutida a relação entre uso linguístico e estilo de gênero.3. A partir daí enfatizei mecanismos de textualização. 3. isto é. para que o contexto se confirmasse como a palavra do outro. Linguagens na comunicação: desenvolvimentos da semiótica sincrética. v. p.

v. Para isso. fomos remetidos para duas acepções da noção de discurso: a) esfera de comunicação. as reflexões saltaram para a consideração feita de gêneros jornalísticos. 2011. Esses princípios foram incorporados de um estudo feito por Fiorin: “O contrato de veridicção no romance” (2003). além de descrever como se constrói o ponto de vista daquele que narra e avalia o mundo como objeto.584). na medida em que supõem a consciência dos limites das possibilidades relativas à existência. contemplada enquanto se enuncia.). A abordagem dos afetos na semiótica. p. Pensando em finitude e finito não só como atributos necessários à condição humana. 1. dos quais foi ressaltada a crônica. o que remete a distintos contratos de veridicção.3. para que o sujeito fosse confirmado como modo de presença. MARCHEZAN. 115-140 (Doc. num primeiro momento. Procurei então fechar as reflexões. In: LOPES. Assim. as quais invadem o observador segundo o ritmo concernente a determinado campo perceptivo. mas também como indicativos dessa condição. In: CORTINA. mas também o sujeito como campo sensível. o observador deixou de ser considerado tão somente como actante circunscrito a um fazer cognitivo. BAQUIÃO. Procurei então denunciar. procurei investigar como a semiótica contempla as propriedades do objeto. ed. como um gênero híbrido ou de fronteira. Pretendi aí salientar não só o sujeito dado no nível discursivo. Dayane Celestino de (Orgs. tido como base para o relato feito pelo narrador. procurou identificar diferenças suscetíveis de ser detectadas no gênero regulamento: foi feita a análise de alguns exemplares do regulamento condominial e. levei em conta a existência de distintos tipos de acordo. b) enunciação. cotejando a crônica com os outros gêneros jornalísticos vistos. foi feita a comparação entre aquele regulamento e outro. os quais remetiam a determinada totalidade . para concluir o debate feito sobre o estilo. v. Num segundo momento. Semiótica da Poesia – Exercícios Práticos.3. O trabalho. São Carlos: Pedro e João EDITORES. fiz um cotejo geral com todos os gêneros trazidos à luz. no que diz respeito a diferentes modos de representação da realidade. Por fim. Renata Coelho (Org. Ivã Carlos e ALMEIDA. 1. 587). p.9 Um algoritmo da percepção: o sujeito do afeto. estabelecidos entre enunciador e enunciatário. emparelhado a um narrador não restrito à função do relato. 1. representativo da instituição escolar. São Paulo: AnnaBlume.3.10 Cecília Meireles e a Percepção da Finitude. Para isso. um observador com função própria. ed. observei como Cecília Meireles interpreta tal noção e como opera com ela em alguns poemas. 147-170 (Doc. o que supôs atentar para o enunciador como sujeito da percepção. Rubens César. 3. 3. 2011. 73 Ao interpelar o estilo como noção concernente ao gênero e ao autor. Arnaldo. depois. 1.3.).

FULANETI. 3. aquele que deliberadamente mostra o outro no um. retórica. Enfatizei o dialogismo mostrado. Oriana de Nadai (Orgs. recursos como o uso discursivo da figura retórica.3. o que permitiu investigar o efeito de humor numa perspectiva dialógica. A partir do dialogismo constitutivo da linguagem e do sujeito. realçam a intersubjetividade no enunciado. como voz. o estilo foi interpelado. éthos – postos “em cena”. mas como organização que reúne estrutura e acontecimento: naquela. Alexandre Marcelo. Na paródia.3. 74 relativa à obra poética considerada.). pensada como eternidade. 3. permeando ambas as dimensões. Como imagem de um enunciador depreendida da descrição feita de mecanismos de construção do sentido dos textos constituintes de uma totalidade. In: BUENO. Essa voz remeteu a determinado estilo de viver a experiência da morte. 632. caráter. capítulo no prelo). Linguagem e política. como se dá. Foi constatado que um estilo pode imitar e subverter o outro. da alocução e da deprecação.3. (Doc.13 Política e poética em José de Alencar.12 O Estilo: um dialogismo mostrado.3. 2012. discurso. ao convocar um interlocutor. firmado como fé contrária. Ester Myriam Rojas [Orgs. o eu e o outro apareceram por meio de complementaridades de relações. por isso. pressupôs-se o outro. Para investigar como se constroem estilos. a incorporação feita da apóstrofe. São Carlos: Pedro & João Editores. 664). Disso resultou o confronto entre duplas leituras num único enunciado.3. mostrar seu direito e seu avesso. neste. enquanto recorrências de um modo de dizer.]. as estabilidades. In: Osório. corpo. 3.3. Mackenzie (Doc. Assim a paródia e a estilização foram cotejadas com o estilo de referência. In: Língua e Linguística. figuras que. foi legitimado o primeiro. em determinada totalidade discursiva. . não pensadas como soma de atos enunciativos. Plantou-se como desafio a descrição de recursos segundo os quais poderia ser consolidada nos textos a voz enunciativa que confirma ou rejeita a imagem do homem obstaculizado na tentativa de atingir a própria infinitude. ISBN 978-85-7993-129-1.11 Estilo. procurei constatar que um estilo pode construir-se sobre outro e. Na estilização. A poética sociológica do Círculo de Bakhtin e os estudos culturais. 156p. com traços de um caráter subvertido. para que se consolidasse o movimento entre um éthos e outro. 629). Entre o estilizado e o estilizador. São Paulo: Contexto (No prelo – Doc. as contingências e. interrogamos. Daqui foi deduzido o estilo à maneira de.

na medida em que as cartas e.3. Fontanille. 3. In: FIORIN. procurei descrever procedimentos discursivos que remetem ao sujeito-no- mundo. A metalinguagem científica aliviada em função do objetivo estabelecido pela obra (de difusão do conhecimento) não impediu que o trabalho incitasse a pensar em novas questões dentro das inquietações teóricas relativas ao uso linguístico e ao discurso.3. Passando pelo pensamento de Saussure e de Benveniste. adentramos na outra vertente de análise do uso. 3. 05 de setembro de 2003. Para isso. tomei como ponto de partida cartas de José de Alencar a D. reportagens. diante do que ocorre no jardim que circunda a igreja matriz da minha cidade natal. 3. estavam. ao problematizarmos o discurso como objeto teórico da linguística. partindo de reflexões sobre a relação entre a estrutura da linguagem e seu uso. p. Os meios de construção do sentido em situação discursiva foram concretizados com a apresentação de análises variadas. como textos sob a mesma assinatura autoral. peça de teatro e romance.4. Essa é uma crônica que discorre sobre a percepção relativa a uma festa de Corpus Christi. José Luiz.) Linguística. Laranjal Paulista. p.3. logo em seguida. Laranjal Paulista.3. Ano XXVII. escritas entre 1867 e 1868 sob o pseudônimo de Erasmo contra a abolição da escravatura no Brasil. Courtés. Laranjal Paulista. Essa é uma crônica circunstancial relativa à perda por morte de um amigo querido. In: O Alerta. todos relacionados ao sujeito e às visadas deste.3. 3. 3 (Doc. visadas advindas da percepção sensível e do julgamento ético.3. após breve alusão à pragmática.2 De singelezas.3 Florinda e Hélio. ainda. 3. Procurando identificar o lugar ocupado por Alencar nos tempos do Brasil imperial. chegamos à semiótica francesa. entre outros. Edição nº 735. realçamos a importância de um olhar que contempla o sentido em situação. José Luiz (Org. 511). o que é isso? São Paulo: Contexto (No prelo) (Doc. O Alerta. Extra).4. Extra). crônicas políticas e. 75 Para minhas reflexões. . até de letra de canções e segmentos de romances.14 Uso Linguístico. 11 maio 2012 (Doc. Pedro II. 144).4 Textos em jornais de notícias / revistas 3. In: O Alerta. Zilberberg e Landowski. Nesse trabalho. permeando nossas reflexões com o pensamento de Greimas. Em coautoria com FIORIN. poemas. (Doc. 29 de junho de 2007.4.2. feitas de filmes.1 Carta aberta para Ademar Scudeler. p.

XXXIII Anais do Seminário do Gel – Revista Estudos Linguísticos. ainda que esse “homem” seja depreendido de um poema e de um quadro. Refleti também . já que foi base para a produção do capítulo de livro lá citado. v. O trabalho levou a contemplar. In: III Congresso Internacional da ABRALIN. I Congresso Internacional da Associação Brasileira de Estudos Semióticos. 3. p. tenso e inquieto) na confirmação do simulacro passional dado por um referente interno. 3. 76 O texto faz uma homenagem à Florinda Abud. minha professora de jardim de infância. p.3. a fim de identificar o sujeito depreensível de uma totalidade discursiva.3. a partir do exame feito do modo de dizer. 244-250 (Doc. 522). vistos como totalidade e unidade. 520 e 544) Do cotejo entre odes de Ricardo Reis e de Horácio. (Docs. V. 2003. do menos e do mais sereno (ou. 3. In: XI Conferência Internacional sobre Bakhtin. p. In: 51o. foi interpelada a máxima segundo a qual o estilo é o homem.3.5 Trabalhos completos publicados em anais de congressos 3.5. Seminário do GEL. 2003. por ocasião da celebração naquele mês de maio dos 50 anos de casamento com Hélio Battaglini. por meio da depreensão de vozes em polêmica.5. Percepção e sentido: tendências atuais dos estudos semióticos. UNESP. procurei descrever como emergem diferentes sujeitos. contrariamente.1 Ricardo Reis: um polemizador de Horácio. Rio de Janeiro. foram cotejados um poema e um quadro barrocos. 2004. 2004.3. que viabiliza a criação de novos conteúdos no plano da expressão dos textos.3. visto cada qual como efeito de sentido do próprio discurso.3.5. construído no discurso. 519).5. foi reconstruído o diálogo constitutivo do discurso e. Taubaté. Araraquara. Refleti nessa ocasião sobre o sistema semi-simbólico.3 Literatura e artes plásticas. 2004.4 A recriação do sentido no plano da expressão.12.2 Estilo: dialogismo mostrado. 698-708. 2003 (Doc. a imagem do menos e do mais desejoso. 2003. 1- 6 (Doc.3. Curitiba. 3. Assim sendo. 521) O trabalho foi comentado anteriormente. Anais do III Congresso Internacional da ABRALIN. No artigo foram postos em análise mecanismos que dizem respeito à discursivização e à textualização da função poética. no item 3. Proceedings of the Eleventh International Bakhtin Conference. 1. A partir de uma análise que reconstrói o sentido do plano do conteúdo dos textos e observa as relações com o plano de expressão. 1.

avessa a resumos e paráfrases. Para discorrer sobre a intertextualidade.6 Interdiscursividade. como itinerário da percepção de determinada totalidade discursiva. comprovou-se como o que não pode ter uma descrição restrita ao plano da expressão. supondo o diálogo intencionalmente acionado e mostrado entre textos. Caderno de Discussão do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. nas construções intertextuais. Enfatizei. que acaba por investir os textos com duplo acento de voz: o acento da voz imitante e o outro. 2005. falando em intertextualidade. 524). tendo como pressuposto o ato de ver e de perceber o mundo. da voz imitada.3. São Paulo. falei então de relação dialógica de deliberada amostragem do outro. 527’). 2006 (Doc. 3. .3. p. Depois. O texto foi decisivo para minhas reflexões sobre estilo. o menos do menos. 2006. mas não a polifonia. 3. 2005. p. procurei alertar para o fato de que imitar um texto para captá-lo ou subvertê-lo resume todo o movimento intertextual. (Doc. São Paulo. 1-27.5. 2005. 527). 2005.5. pude comprovar que o modo de presença do ator pode ser cotejado segundo gradações estabelecidas pelo olhar do observador. o menos do mais. por fim. pois toquei em dominâncias na construção do efeito de sujeito. como e por que se processa o paralelismo próprio ao fazer poético. vinculada a um ineditismo do dizer tal como compete ao estético.7 História em quadrinhos: um enunciado sincrético. Pude operacionalizar a ideia de um aplacamento das descontinuidades.5 Identidade e Modo de Presença. II Congresso Internacional da ABES/ VII Congresso Brasileiro de Semiótica. por meio da observação das gradações.3. Anais do II Congresso Internacional da ABES.5. dada no plano do conteúdo e reforçada no plano da expressão. 77 sobre a conotação e a intangibilidade da palavra poética. Intertextualidade e Regimes de presença. Logo. A partir daí. Falei de uma heterogeneidade mostrada. 1-9 (Doc. o que mobiliza sentidos semi-motivados e o que categoriza a realidade por meio da surpresa do que é dito. In: XI Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. o mais do menos. paralelismo que supõe o derramamento paradigmático sobre o eixo da sintagmática textual. In XI Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. 3. Inicialmente remeti à interdiscursividade como equivalente ao dialogismo constitutivo do enunciado e da enunciação. não restrito à manifestação dos textos. debati como se configura a bivocalidade. falando em gradações: o mais do mais. a intertextualidade. PUC – SP. Caderno de Discussão do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. Visando ao sujeito.

nos textos. p. O enunciado e. diminuindo as tensões. ao arquitetar. Vitória. 97). p. enquanto a multiplicação dos objetos. Foi destacado o fato de que. conjuga-se facilmente com o desapego”. o efeito de suspense. a modalização existencial do sujeito. no qual detetives espertos não deixam de ostentar super-saberes. para o que confirmei que “a paixão dirigida por uma tensão máxima indivisa elege um objeto exclusivo. com apoio em Greimas (1983. v. Iniciando pela temática. 34). identifiquei a temática. firma um espaço do alhures. 2008. Belo Horizonte. como respaldo para “estados de alma”. ainda. a forma composicional e o estilo. como é o caso de Spirit. foram descritos na medida em que se apresentam como responsivos e dialógicos. Acabei por cotejar Ricardo Reis e Horácio.5. 3. A HQs foi descrita enquanto.3. (Doc. 2007.. Na sequência.3. consequentemente. Falei então sobre o sujeito passional. O sujeito. Pode fazer isso a fim de criticar costumes. se o centro enunciativo de uma totalidade se constitui pelo não-centro. 528). é possível confirmar o estilo como fato diferencial. a que se emparelha o protocolo implícito da introdução do narrado: Era uma vez. Ao fazê-lo. observei que a HQs narra ficcionalmente fatos da cotidianidade. enquanto o objeto de valor se mostrava modalizado.. como foi dito por Fontanille e Zilberberg (2001. como é o caso das tiras jornalísticas. III Congresso Internacional de Semiótica. In: III Congresso Internacional de Semiótica.5. Pode fazer isso. o que sustenta os super-poderes de um Super-Homem.9 Paixão e éthos. que é a esfera de sentido de que trata o gênero.1. Anais do III Simpósio Internacional . o enunciador. cujas figuras visuais garantem o detalhamento topológico. discorrendo sobre uma disjunção mais desejada ou menos. 78 Debati a História em Quadrinhos (HQs) como gênero discursivo. posta em discurso por meio de cenas que se desenrolam predominantemente em espaço urbano. estética. ética. éthos e argumentação. foram descritos recursos que indicavam. sem abandonar o efeito de humor. conforme prevê o pensamento bakhtiniano. 2007. contemplados ambos em sua historicidade discursiva. em narrativas policialescas. 3. para o que podemos encontrar respaldo na noção de campo de presença. como previu o mesmo Greimas. pode também fazer isso a fim de apresentar aventuras protagonizadas por heróis de competência sobrehumana. In: III Simpósio Internacional sobre análise do discurso: emoções.8 Estilo. trazida pelo ponto de vista tensivo dos estudos semióticos. o que concerne ao exame feito das relações de conjunção e disjunção como desejáveis e indesejáveis. então descrito de acordo com indicações que remetiam à intensidade do sentir foi trazido à luz como síntese perceptiva subjacente a uma totalidade de textos.

1. foram observados diferentes modos de presença. II Congresso da história do livro e da leitura no Brasil.6 Resumos publicados em anais de congressos 3. (Doc. ou o éthos. Depois. inquieto. 3.1. 335. Percepção e Sentido: Tendências atuais dos estudos semióticos. Caderno de Resumos.2 Literatura e artes plásticas. reunidos conforme “estados de alma” afins. In: 14º COLE – Congresso de Leitura do Brasil (25 anos). 182 (Doc. v. v.6.3 A recriação do sentido no plano da expressão.3. A partir da consideração feita de totalidades discursivas postas em confronto. para que se depreendesse a imagem do enunciador pressuposto. 520). Rio de Janeiro.3. estado fundante das paixões referidas. de Dom Casmurro. 2004. de Gonçalves Dias. tal como configurado por meio do ator Bentinho. éthos e argumentação. 2003. v. como em Marabá. O sujeito do afeto pôde então ser recuperado a partir dos textos. p. outros. In: I Congresso Internacional da Associação Brasileira de Estudos Semióticos. constatei diferentes graus do apego. o que remeteu a diferentes estilos de ser ciumento. 2003. Para tais fins. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais. 96 (Doc. (Doc. delírio.3. 2003. 79 sobre análise do discurso: emoções. para que singularidades da percepção radicassem singularidades estilísticas. 535). 529).6. 2003.3. p.3. enfim. Anais do III Congresso Internacional da ABRALIN.6. p. Campinas.1 – 9. p. de outro lado. 1. .4 Ricardo Reis: um polemizador de Horácio. 534). 512). Caderno de Resumos do 51º Seminário do GEL – Programa de Linguística Aplicada do Departamento de Ciências Sociais e Letras da Universidade de Taubaté (UNITAU). com o sujeito insatisfeito. foi cotejado o ciumento advindo do poema “Amor. 3. 2008. Ao tomar discursos que criam a ilusão de representação acabada da realidade e. do mesmo poeta. Araraquara: Gráfica UNESP. atenuado para resignado. engano”. 1 (Doc. Programação geral e caderno de resumos. 3. Araraquara. por meio de uma exposição apoiada em princípios teóricos e metodológicos que se afastam do psicologismo e colocam o texto no lugar de onde ele veio: o discurso. 2003. enquanto se promovia a análise dos mecanismos de construção dos efeitos passionais referidos. 3. desconfiado. materializados por enunciados que põem em crise o próprio ato de enunciar. Associação de Leitura do Brasil. foi trazido o ciumento de Machado de Assis. v. a que se juntou ainda o exame feito de outros poemas do mesmo autor. III.1 Da intertextualidade na mídia.6. decepcionado. p. As paixões foram aí pensadas enquanto se vinculam a um abalo fiduciário.

São Paulo.6. In: 8ème Congrès de l´Association Internationale de Sémiotique. São Paulo. Boletim Informativo.3. Peter) (Doc. 3.11 Discurso de autoajuda: enunciação e ideologia.5 Estilo: o eu e outro. v. In: 14º InPLA. 2005.3. v. 532). INPLA – Linguagem: Desafios e Posicionamentos. São Paulo. Maceió.6. São Carlos. 2003.6.6. 3.7 Style and éthos. 3.unb.3. IV Congresso Internacional da ABRALIN. v.6.102 (Com AMSTADEN. (Doc. 3.8 A funcionalidade discursiva dos fatos da gramática. p. 2004. 2005. 1 (Doc.3.3. Comunicação coordenada: Semiótica: significação e modos de presença. 80 3. (Doc.6. (Doc.9 O estilo nos textos: de gêneros e estilos.6. 538).10 Tensividade e sujeito: canções e poemas.br/ abralin/encontro/congresso.1. Caderno de Resumos.16 Polifonia e carnavalização em Guimarães Rosa In: XXI Encontro Nacional da ANPOLL. 3. 84 (Doc. IN: 15o. Simpósio de Iniciação Científica – SIICUSP. Resumos e Programação.3. 514).3. 163-164 (Doc. 2004. 15o. INPLA.14 Diário e carta: questões de gênero e de estilo. 2006 (Doc.6 Estilo: dialogismo mostrado.1. 2005. v.32. São Paulo. v. Ivã Carlos e DIETRICH. v. 2004. In: II Congresso Internacional da ABES. p. (Com LOPES. Resumos do 53o. São Paulo. Aspecto. (Doc. 536).6. In: 13o. p. 2005. 464. 2004. 3. 3. 513). Seminário do GEL. Caderno de Resumos. 2005. Lílian Gobby).15 Ator. In: FAPS (Fórum de Atualização em Pesquisas Semióticas – USP). p. conotação. 3. Resumos e Programação. Seminário do GEL. v. . Brasília.1.6.6.6. Resumos do XXI Encontro Nacional da ANPOLL. 3. 550). p. p. 2006. 525).1. 2005. 526).3.12 Identidade e modo de presença. v. v. Les signes du monde – interculturalité & globalisation. 3. 539). p. 545). 2004.3. 2005. 639). Coordenação: Lúcia Teixeira (UFF). Curitiba.1. Estilo. 10º Congresso Brasileiro de Língua Portuguesa.1. 2005.3. 26-27 (Doc. XIX ENANPOLL. 158 (Doc. In: XI Conferência Internacional sobre Bakhtin. gênero. São Paulo. 541). In: 53o.1. IPE/PUC. 2005. 244-250 (Doc. disponível em: http://www.13Denotação.6.1.3. 3. Université Lyon 2. p.3.

3. 2009.26 Semiótica.6. 2009.6. literatura e pintura.3.3. São Paulo. v.3. v. 552). In: VI Congresso Brasileiro de história da educação. 2009. 2008.25 Questões de textualização. (Doc. São José do Rio Preto - SP. São Paulo. In: 17º. p. 2011. In: III Seminário de Semiótica na USP. 2009. Caderno de Resumos do 54º Seminário do GEL. 2 (Doc.6. 515). (Doc. 3.3. Caderno de Resumos do XXIII Encontro Nacional da ANPOLL. Acesso em: 06 jan. 129 (com CAMPOS. 2006. 516). 559). Goiânia. São Paulo: Universidade Cruzeiro do Sul. 555). Anais do IV Seminário Internacional de Linguística. 3.3.anpoll. Belo Horizonte. p. estética e ética.20 O crer e o ser como fundamento do simulacro discursivo In: 16º InPLA. In: III Seminário Internacional de Linguística: Texto. 17o. Programação do 56o. Programação e Resumos do III Seminário de Semiótica na USP. 560). 2006. 2007. Percursos e desafios da pesquisa e do ensino de história da educação. 3.6. Uberlândia.CD). In: 56o.3.19 Estilo.6.1.22 Paixão e éthos. 82 (Doc.17A polêmica em torno da imagem da mulher: um confronto entre discursos e gêneros. 2008.23 O ator polifônico. 2006.6.org.67-68. v. p. v. 22 (Doc. 554). Estética In: III Congresso Internacional de Semiótica. 2011. Seminário do GEL. 564). 2009. (Doc.org. Caderno de atividades e resumos: III Seminário Internacional de Linguística. 3.6.6. 174 (Doc. Araraquara.br/ ?simposio=33-08>. 3.18 O estilo como aspectualização In: 54º Seminário do GEL.01.6. Seminário do GEL.1 (Doc. Caderno de Resumos. In: III Simpósio Internacional sobre Análise do Discurso. In: IV Seminário Internacional de Linguística.br/eventos/enanpoll2008/admin/exibe_resumo. 2009. Dimensões e Desafios da Linguística Aplicada. 3.3. São Paulo. .24 Discurso. v. 2008. 3.21 Um algoritmo da percepção: o sujeito do afeto In: XXIII Encontro Nacional da ANPOLL. v. 558). 528 . Caderno de Resumos do III Simpósio Internacional sobre Análise do Discurso. Ética. 2006. Disponível em: <http://www. Raquel Discini) (Doc. 7 (Doc.27 O estilo de um gênero: hagiografia. php?CodResumo=123>. INPLA – Perspectivas. 2007. Caderno de Resumos. p. 2008. 2007.3. 2009. p.6.1.557) 3.1. 81 3.6.3.3. p. São Paulo. São Paulo. Disponível em: <http://www. 2008. 2008. p.gel. InPLA. Acesso em: 06 jan. (Doc.1. 3.3. 2007. Vitória. discurso e ensino.

já comentado na seção intitulada Produção Bibliográfica. São Paulo.6. 258).4 Apresentação de trabalho 3. concomitantemente. 2012. 2011. já comentada na seção intitulada Produção Bibliográfica. 3. 2012. 1. em 3. foram debatidos mecanismos da construção do sentido que recuperam fatos sintáticos da língua e. Araraquara. v. 3. Nesse fórum fiz a palestra Estilo: o eu e o outro. o que significa que o eu é constitutivamente dialógico.FFLCH. Além disso. (Doc.3. In: Seminário Semiótica e Espaço Urbano: Paisagens da Metrópole.28 Paisagens dos limiares da metrópole.2 XI Conferência Internacional sobre Bakhtin. apoiei-me no princípio de que o eu se constitui pelo outro. UNESP. 82 3.1 IX Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. 612). 507).1. FAPS. Programa de Pós-Graduação em Letras. Nesse seminário apresentei a comunicação Semiótica e funcionalidade da gramática. Nesse colóquio apresentei o trabalho Questões de estilo: dialogismo e imanência discursiva. p. A partir da noção semiótica de textualização.6. 2003 (Doc.4. para respaldar o efeito de individualidade constitui-se também como fato diferencial.3. 253).12. Foram discutidas recorrências de um modo de dizer.1. Centro de Pesquisas Sociossemióticas (CPS). . PUC-SP.29 Retórica: entre língua e discurso. 3.3 Fórum de Atualização em Pesquisas Semióticas.USP. depreendido da imanência de uma totalidade de discursos. com apoio no princípio de que o estilo é o homem. In: 60º Seminário do GEL. 2003 (Doc. 250. Programação do 60º Seminário do GEL. 10 (Doc. UFPR. 2003. 2003 (Doc.5 III Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa.3. fundamentadas num fato formal que. o que supõe a relação do estilo com o seu exterior. Apresentei reflexões sobre estilo.3. 3. 1 (Doc.4. contribuem para a construção de efeitos de sentido. em 3.3. 255). 259). 3.4.4. 3.4 Seminário: Semiótica e outras práticas. Curitiba. 521 e 536). v. 2003 (Doc. Nessa conferência fiz a seguinte comunicação em mesa redonda: Estilo: dialogismo mostrado.4. 254 e Doc.

Centro de Pesquisas Sociossemióti- cas (CPS) PUC-SP. Araraquara. intertextualidade e interdiscursividade. No seminário apresentei o trabalho intitulado A recriação do sentido no plano da expressão. Universidade de Taubaté. 3.4. . 2003 (Doc.4. remetendo ao ator da enunciação. 3.7. 3. na medida em que subjaz a uma totalidade de enunciados. 635). 270). vinculadas a “estados de alma” foi trazida à tona. A apresentação foi feita na comunicação coordenada: Sentido: expressão e conteúdo. foi debatido conforme é suscetível de discursivizar-se em gêneros da mídia impressa. 2003 (Doc.4. a palestra Enunciação e simulacros. Apresentei a comunicação Interdiscursividade e intertextualidade.3.5. Animação: José Luiz Fiorin. 3.4. 246). enquanto cria contratos de confiança e crises fiduciárias. O sujeito no discurso. e também apresentei a palestra O sujeito no discurso. Nessa apresentação as reflexões sobre os conceitos de interdiscursividade e intertextualidade foram tecidas com base na semiótica greimasiana e nos estudos bakhtinianos. (Doc.9 III Congresso Internacional da ABRALIN. 30 de agosto de 2004.3. em 3. 252).11 Jornada: Sociossemiótica. Nesse colóquio apresentei a comunicação Ator e aspecto. 248). 3.5.8 NUPLIN. Centro de Pesquisas Sociossemióticas (CPS) PUC-SP. 2003 (Doc. 13 de setembro de 2004. PUC-SP.4.7 I Congresso Internacional da Associação Brasileira de Estudos Semióticos. maio de 2003 (Doc. 3. Nesse congresso apresentei o trabalho Literatura e artes plásticas.4. das 14h às 18h (Doc. comentado em 3. 3. já comentado anteriormente. A questão do simulacro intersubjetivo. em mesa- redonda. Apresentei para o grupo de pesquisa Língua.1.3. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.1.3.1. 83 Nesse seminário fui debatedora da apresentação de trabalho Os fatos da linguagem. 19 de novembro de 2004 (Doc. comentado em 3. esse conjunto heteróclito.6 51º Seminário do GEL. 247). Nesse congresso apresentei a comunicação Ricardo Reis: um polemizador de Horácio.3. 268).4.10 X Colóquio do CPS. das 14h às 18h. na temática de amenidades. comentado em 3.12 Jornada: Sociossemiótica e mídia impressa. Imaginário e Narratividade (NUPLIN) da PUC-SP.4. UNESP.

Ministrei aí a oficina O estilo nos textos: de gêneros e estilos. bem como no processamento da linearização textual constituiu o núcleo do trabalho. Isso se deu na medida em que textos da mídia impressa (gênero reportagem) foram vistos como um discurso que. Universidade Presbiteriana Mackenzie. IP-PUC-SP. A minha apresentação teve a animação de Diana Luz Pessoa de Barros. interlocutor. O semi-simbolismo em textos poéticos foi trazido à luz.10) a comunicação Tensividade e sujeito: canção e poema. Mostrar como e por que um texto recupera outro e permite o reconhecimento do outro. 266). Apresentei a palestra Dialogismo e intertextualidade. figurativização. Imaginário e Narratividade. Os gêneros.14 XIX ENANPOLL.3. a função discursiva de fatos gramaticais foi interpelada na criação da imagem de quem diz dada por um modo peculiar de dizer. 84 Nessa jornada apresentei a palestra Polifonia. o mundo de modo mais impactante e acelerado.16 10º Congresso Brasileiro de Língua Portuguesa. em 3. com quem elaborei o texto. A partir da análise comparativa entre uma canção e um poema radicados ambos em temas afins. como feixes de regras do dizer e do dito. embora delegue vozes aos entrevistados. paralelamente. 2004 (Docs. conforme comentado anteriormente.4. depreendidos das situações de comunicação observadas enquanto .4. ou menos. 3. representada pelos colegas. conforme mecanismos sintáticos auxiliares da constituição de “consciências equipolentes”. Apresentei para o Núcleo de Pesquisa (NUPLIN) o seminário O uso da língua na criação de simulacros. 3. 3. 265). 2004 (Doc. PUC-SP. 263 e 538). Ivã Carlos Lopes. Nesse encontro apresentamos. não constitui o limiar necessário para radicar fatos concernentes à polifonia. vista enquanto borra os limites entre as instâncias enunciativas de enunciador. 267). procuramos observar como percepções reconstroem. Peter Dietrich e eu (no caso.4.1. nos mecanismos de tematização. 3. na relação de intersubjetividade estabelecida no enunciado e do enunciado com a enunciação. no âmbito da tensividade. UFAL. ANPOLL. que veio posteriormente à luz em publicação. enquanto se observava a exacerbação da função poética da linguagem. 2004 (Doc.4. 2004 (Doc. Organizei os encontros por meio do trato dado em relação ao conceito de gênero discursivo. Foi apresentada e debatida a noção bakhtiniana de polifonia.15 Núcleo de Pesquisa (NUPLIN) – Língua.13 Programa de Pós-Graduação em Letras. narrador. Maceió.

Nesse seminário fiz a comunicação na mesa-redonda Práxis enunciativa e semiótica.4. Nesse colóquio apresentei o trabalho Interdiscursividade e intertextualidade e Regimes de Presença. e o gênero ensaístico. 2005 (Doc. USP – SP. gênero. 277). 3. por meio da análise de artigos jornalísticos publicados na seção “Tendências e Debates” do jornal Folha de S.3. Nesse seminário apresentei a comunicação Ator. Para isso. mas também façam crer e façam fazer. comentado em 3.4. 85 semântica discursiva. comentado em 3.3.20 I Seminário de Semiótica da USP. Universidade Federal de São Carlos.18 13o.4. enunciação e presença”.3.17 V Semana de Comunicação de Catanduva (SECOM). PUC – SP. no simpósio “Semiótica. comprovaram-se como meios de projeção de lugares enunciativos. PUC-SP.1. Coordenei a apresentação de trabalhos Semiótica e relações interativas.5. 2005 (Doc.4. Foi então descrito o gênero epistolar. 2004 (Doc. 3.23 15o. Apresentei a conferência Jornais e revistas: a construção do éthos. 3.5. por meio da análise de cartas de amor.21 II Congresso Internacional da ABES/ VII Congresso Brasileiro de Semiótica. 281). A autoridade do enunciador. foi visto como os gêneros contribuem para que discursos não apenas façam saber. São Paulo (Doc. mediante análises promovidas. e vistos como padronizados pela recorrência de uso linguístico. 3. comentado em 3. Nesse congresso apresentei o trabalho Identidade e Modo de Presença. Aspecto. FAFICA.4. InPLA.22 53o. 273).4. Estilo. conotação. Simpósio de Iniciação Científica da USP – SIICUSP. artigo de opinião e editorial foi discutida para que se polemizasse a construção discursiva do éthos. 636).4. Seminário do GEL. 279 e 279’).1. Entendendo a práxis como o ir e vir do sujeito entre texto e mundo.19 XI Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. Paulo.12. 2005. como reportagem. mas que firmam uma posição crítica diante dos costumes e da política: a charge. no . depreendida de gêneros midiáticos distintos. 2005 (Doc. 2005 (Doc. 3. Nesse congresso apresentei a comunicação Denotação. 3. 2005 (Doc. 280). foi comentado como um sistema de ideais e aspirações respalda textos que aparentemente são humorísticos. 3. 264).5.

2005 (Doc. Universidade Federal Fluminense. a partir do modo de utilização do mesmo gênero.4. mas também sobre o espaço e principalmente sobre o ator. entre os mecanismos de construção de gêneros da mídia impressa e de gêneros de divulgação científica. 274).26 I Encontro do GT de Semiótica da ANPOLL. 276). enquanto actante que ampara a construção do ator na esfera jornalística da comunicação. Depois. o emprego da metáfora e da metonímia e sua função argumentativa. Para isso foi debatido o conceito semiótico de observador. 3. Foram aí lançadas bases para a noção de aspecto. Foi então cotejado o diário de Sylvia Plath com o de Anne Frank e. que compõem o ator da enunciação. Para a comunicação. 2005 (Doc. 2005 (Doc.4. atores diferentes. Para isso.27 NUPLIN. na tentativa de observar como e por que é possível depreender. 3. problematizei o princípio de que a conotação é um conjunto de traços semânticos que se sobrepõem aos traços denotativos. 271). Foram levantadas as coerções de cada um desses gêneros. aquelas de Clarice . Universidade de Brasília.28 IV Congresso Internacional da ABRALIN. Nessa jornada coordenei e debati o trabalho Textos Sincrético-visuais. 275). Nesse encontro apresentei a palestra Semiótica e discurso jornalístico. foram observados. Apresentei a palestra A estilística e a criação dos papéis temáticos e actanciais no discurso para o grupo de pesquisa NUPLIN – PUC-SP. Apresentei a comunicação – Diário e Carta: questões de gênero e estilo. Universidade Federal Fluminense.24 IX Jornada do Centro de Pesquisas Sociossemióticas: Semiótica Sincrética III. Nessa jornada coordenei e debati o trabalho Questões teóricas sobre sincretismo. 2005 (Doc. Esse foi o teor do trabalho debatido.25 IX Jornada do Centro de Pesquisas Sociossemióticas: Semiótica Sincrética III. 2005 (Doc. entre as cartas. 3. PUC – SP. 86 simpósio Semiótica aplicada: práticas descritivas.4. Foi discutido como a formulação actancial de temas funda os papéis temáticos. 272). quanto à discursivização da categoria de pessoa. na sessão coordenada “Semiótica: significação e modos de presença”.4. 3. na medida em que incide não só sobre o tempo. considerado segundo a totalidade de seus enunciados: o próprio estilo. 3. Universidade Federal Fluminense.4. foi discutida a aspectualização do sujeito.

3. 637). apresentei o trabalho O estilo como aspectualização do sujeito. Nesse colóquio apresentei a comunicação História em quadrinhos: um enunciado sincrético.30 54o. a comunicação A polêmica em torno da imagem da mulher: um confronto entre discursos e gêneros. 3. que. portanto. busquei a semantização do sujeito da enunciação. PUC – SP. 291).1. sujeito cognitivo e. 3. nessa apresentação debati princípios teóricos e práticas analíticas que dizem respeito ao universo midiático dado como construção de sentido.5. 670). Vladimir Illitch Ulianov (Lenine) para a mãe. na relevância do inteligível. desde sua fundação. como sob a ação de um actante-narrador que. o que cobrou exame do ator como aspecto. Integrando a mesa redonda intitulada A semiótica e a aspectualidade do discurso. Deduziu-se que o modo de presença do ator pode ser cotejado segundo gradações estabelecidas entre uma tonicidade impactante.31 Panorama dos estudos semióticos da mídia impressa. entre outros. Seminário do GEL. examinado como aspectualizado. ao cumprir-se nas funções de dizer e relatar firma-se como actante da enunciação enunciada.4. Consolidando a tradição de pesquisas semióticas no Centro de Pesquisas Sociossemióticas. PUC – SP. UNESP. 2006 (Doc. em que predomina o estado das coisas. comentada em 3. sujeito da percepção. mas também o exame do sincretismo e a incorporação de princípios decorrentes dos estudos de semiótica plástica.4. Uberlândia. Visando à maior integração da concepção de estilo aos estudos do texto e do discurso. 3. foi contemplada a emergência de diferentes estilos. 283). 3. 2006 (Doc. Apresentação de conferência na Jornada II Semiótica e Mídia Impressa. com Raquel Discini Campos. 2006 (Doc. Nesse congresso apresentei. e a extensidade da percepção. bem como visando à maior operacionalização dessa noção. em que oscilam estados de alma na intensidade de uma percepção pouco difusa.29 XII Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. 87 Lispector para Fernando Sabino e aquelas do revolucionário e estadista russo.11. como feixe de estratégias enunciativas marcadas culturalmente. trabalho comentado em 3.4. foi entendido tanto sob a ação de um actante-observador.4.7. tomam como objeto. A partir do mesmo gênero. .1. o que supõe não apenas o cotejo entre os níveis do plano do conteúdo dos textos.32 VI Congresso Brasileiro de história da educação. a mídia impressa. 2006 (Doc. Araraquara. O ator da enunciação.

34 Jornada de Estudos Semióticos da Mídia Impressa. discuti sua estabilidade.33 Ciclo de Palestras Fala. Também refleti sobre a questão da intencionalidade discursiva nos enunciados que compõem o gênero. 288). proposta por Bakhtin (1981) foram examinados. foram vistas capas de jornais e revistas. 3. Depois discuti a instabilidade genérica. A partir da consideração da prática docente como um discurso em ato. Emparelhada com a polifonia. do lado dos gêneros engessados. PUC – SP. que supõe contratos de confiança e rupturas de contratos entre o destinador e o destinatário. a temática e o estilo. . 2006 (Doc. Na palestra discuti o conceito de gênero segundo a composição. notícias e reportagens. Nesse encontro apresentei a comunicação Polifonia e carnavalização em Guimarães Rosa. 285). para a Serra-dos-Gerais.4. 3. A partir da noção de polifonia. Bienal Internacional do Livro. São Paulo. foi considerada a noção de carnavalização. 290). 2006 (Doc. Foi interpelado se seria possível que a praça pública do contexto de François Rabelais fosse transposta. USP. 88 3.SP. certamente com alguma degeneração. 2006 (Doc. vinculada a expectativas de leitura.4. tal como explicada pelo teórico russo.35 XXI Encontro Nacional da ANPOLL. que é aí tratada peculiarmente. bulas de remédios. Uma estória de amor. como uma notícia do Caderno Cotidiano (Folha de S. Nesse ciclo proferi a palestra O sujeito no discurso: manipulação e crenças. numa tentativa de comprovação de que a carnavalização é categoria que pode ser depreendida e analisada nos textos de qualquer época. na sequência. por exemplo. 3. estes últimos gêneros cotejados segundo o caderno em que ocorrem nos jornais. Nessa jornada apresentei a palestra Gêneros e Formatos na mídia impressa. PUC – SP. do lado dos gêneros com maior flexibilidade. sujeitos em correlação no cotidiano de sala de aula (professor e aluno) foram discutidos meios que viabilizam essa prática para que ela potencialize a polêmica e se afaste do tom monológico e autoritário. Para tanto foram analisadas páginas da lista telefônica. Para isso. foram analisados textos relativos a distintas esferas da comunicação e relativos a distintos gêneros que nelas circulam. mecanismos de construção de sentido de um conto de Guimarães Rosa. com base no quadro teórico oferecido pela semiótica e pela análise do discurso.4. Professor realizado na 19o. no Centro de Pesquisas Sociossemióticas (CPS).4. 289). 2006 (Doc. Paulo).36 Os caminhos da pesquisa na linguística: da graduação à pós-graduação – palestra apresentada no IX Encontro dos Alunos de Pós-graduação em linguística da Universidade de São Paulo – ENAPOL.

37 FAPS . São Paulo. que fundam paródias também em diferentes esferas. Foram aí enfatizadas as combinações modais. São Paulo. a partir da dimensão dos estudos do texto e do discurso. Universidade Federal de Minas Gerais.8.Fórum de atualização em Pesquisas Semióticas. PUC-SP. 2007 (Doc. 2007 (Doc.4. 297). . Ética.4.38 Jornada: Semiótica Sincrética IV (Apresentação de Trabalho / conferência ou palestra). Foram também descritos mecanismos de construção das categorias discursivas de pessoa. conforme uma semântica discursiva. para uma única forma do plano do conteúdo. na medida em que são preenchidos. No fórum apresentei a palestra Éthos e estilo: captação e subversão.40 16º InPLA. Nesse congresso foi feita a apresentação da comunicação O crer e o ser como fundamento do simulacro discursivo. foram debatidos. o espaço e a pessoa. para o que tomei como base a própria semiótica. 2007 (Doc. 294). na medida em que. bem como mecanismos de subversão do já-dito. 489. que reúne distintas substâncias no plano da expressão dos textos. o tempo. conforme as quais um sujeito assume um credo sobremodalizador do dever-ser e do poder-ser. éthos e argumentação. 2007 (Doc. Mecanismos intertextuais de captação. 529 e 638). 3. In: PUC-SP. 2008 (Docs. Vitória.5.4.3. comentada em 3.4. para que viesse à luz um sujeito centrado. 3. foram debatidas: a imanência transcendente a todo e qualquer texto. Estética. A questão do sincretismo. procurei trazer à luz o vínculo entre a linguística e a semiótica. foi debatida na medida em que funda procedimentos enunciativos sincréticos. 3. 89 Atentando para as especificidades da pesquisa relativa à linguística. FFLCH/USP. na medida em que se constitui pelo não-centro. 3. 292). temática e figurativamente. a constituição dialógica do signo e do sujeito. Nesse congresso apresentei a comunicação Estilo. 295). que fundam estilizações em diferentes esferas da comunicação.4. São Paulo. Belo Horizonte. tempo e espaço.39 III Congresso Internacional de Semiótica. da graduação à pós-graduação. Universidade Federal do Espírito Santo.41 III Simpósio Internacional sobre análise do discurso: emoções. 3.

como: paisagens e espaço (aparente homogeneidade e contradições imanentes). mas também sobre ética. enfim. tal como pensada a partir de Saussure. os efeitos de sentido conectados com uma intencionalidade comunicativa. Enquanto isso. 2008 (Doc. procurei discutir a questão da textualização. Esse trabalho já foi comentado em 3. decepcionado. desconfiado. postos em confronto.4. 301). reunidos sob temáticas afins. Teresina/Piauí.Instituto de Letras da Universidade Federal Fluminense. remetiam a distintas concepções do próprio espaço (livros e revistas de divulgação científica e contos da literatura brasileira modernista). para a primeira temática. 304).4. o que oferece subsídios para o estudo dos gêneros. tal como anunciado segundo as movimentações discursivas próprias à intertextualidade. Nesse ponto a noção bakhtiniana de uma língua em situação concreta de comunicação.5. 305). privilegiei a paródia de gênero: paródias de pinturas clássicas. que foi o objetivo traçado em função da apresentação.43 Encontro dos Professores de Português. relações familiares (aparente harmonia e desencontros implícitos).9. inquieto.44 VI Seminário de Estudos Linguísticos do Programa de Pós-Graduação em Letras.3. 3. para que se problematizasse o ensino da gramática em si. que remete a diferentes estilos de ser ciumento. Na apresentação. 2008 (Doc. apresentando o trabalho Paixão e éthos. Para a identificação do estilo do gênero. A partir daí foram confrontados textos de revistas de amenidades com textos de literatura. 3. debati como o gênero sempre é e nunca é o mesmo. Nesse seminário apresentei a conferência Discurso e gênero: o enunciado concreto. Niterói/ Rio de Janeiro. enquanto recupera a função discursiva dos fatos gramaticais. foi trazida à luz. Os distintos gêneros e suas coerções foram exemplificados para que se atingissem. Com vistas a interpelar o ensino da língua portuguesa no nível fundamental de ensino. 90 Nesse simpósio participei do seminário temático Sobre a paixão.4. Foi aí debatida a intersecção entre a linguística. Nesse encontro apresentei a palestra Gêneros Textuais: Gramática e Produção de Textos. Nesse encontro proferi a palestra Significação: uma construção do sentido na literatura e na esfera cotidiana de comunicação. outros. foram privilegiados gêneros que. refleti sobre o abalo fiduciário. Para a segunda temática foram privilegiados gêneros confessionais como o diário intimo. a fim de “vender” determinado produto. no debate. 2008 (Doc. . 3. e o ensino de língua portuguesa nas escolas de nível fundamental. UFF . Rio de Janeiro. viradas pelo avesso na subversão que provoca o humor.42 Encontro de professores de Português.

São José do Rio Preto – SP.Campus II Goiânia. 558). foram cotejados dois sujeitos vistos sob o simulacro do ciumento: um.45 56o. e esta decorre de uma carnavalização “obscurecida” pelo inferno da culpa. A partir daí debati recursos discursivos segundo os quais esse sujeito apresenta-se vinculado com o limiar: da vida e da morte. Nesse seminário apresentei a comunicação O ator polifônico. 2008 (Doc.4.Faculdade de Letras . A partir daí foi debatida a polifonia do herói dostoievskiano. de Dostoiévski (2003). do céu e do inferno. não segundo o limiar. como enunciado em texto de Gonçalves Dias. Seminário do GEL. na medida em que aquele está radicado num limiar que sustenta uma carnavalização “iluminada”. pensei em expedientes discursivos e elementos tensivos. São Paulo. são definidos segundo o limite.4. Abrindo a fala mediante a problematização da noção de um sujeito autocentrado. contrariamente a esse par. segundo os quais se constrói a identidade de Míckhin. a mulher amada. 303). seja em relação a Nastácia Filíppovna. seja em relação a outros personagens que. Nessa comunicação. outro. 3. enquanto buscava o estilo do príncipe Idiota. da glória e da desgraça.Universidade Paulista. UFG . Ainda.47 XXIII Encontro Nacional da ANPOLL. pensando a noção de estilo segundo a perspectiva oferecida por uma estilística discursiva. 3. 300). Cada sujeito remeteu a um modo próprio de estabelecer a relação entre o sensível e o inteligível.4. Considerei a análise feita por Bakhtin (1981). Por meio do exame de articulações regradas da tensividade. obtivemos . na tentativa de elucidá-los. a partir das categorias analíticas trazidas à luz pelo teórico russo. voltada para o dialogismo constitutivo do signo e da linguagem. o Príncipe Idiota. 2008 (Doc.46 Os desdobramentos do eu: o duplo na literatura e em outras manifestações culturais da contemporaneidade. UNIP . Nesse encontro apresentei a comunicação Um algoritmo da percepção: o sujeito do afeto. foi trazida à luz a base do pensamento bakhtiniano. como enunciado em texto de Machado de Assis. o que fazia parte do simpósio Semiótica e retórica: questões de presença. Procurei semiotizar esses princípios. do romance O Idiota. 2008 (Doc. em especial centrada na figura de O Idiota e de Natascha Filíppovna. 91 3. em que se apresenta o príncipe Míchkin como um sujeito polifônico e consequentemente carnavalizado: um ator construído segundo o efeito de inacabamento da própria personalidade. Universidade Presbiteriana Mackenzie. Nesse evento fiz a apresentação da palestra Dialogismo: o sujeito entre o limiar e o limite.

50 III Seminário de Semiótica da USP. como expressão de um estado que. criando um sujeito sereno. que vai ao encontro da retórica discursiva – é o que se procurou debater.4.3. Proferi a palestra Sujeito e Percepção: para uma estilística discursiva. 2009 (Doc.49 Encontro Intermediário do Grupo de Trabalho em Semiótica da ANPOLL. Nesse encontro proferi a palestra Rotina e acontecimento: a paixão da serenidade. ou ainda escolhas feitas em relação à dominância de parataxe ou da hipotaxe na organização do período composto remeteram a uma retórica da língua. Acolhidas as noções hjelmslevianas de forma e substância para os planos da expressão e do conteúdo dos textos. Nesse seminário apresentei a palestra Semiótica: da imanência à transcendência (Questões sobre o estilo). depreendi. 2009 (Doc. comentada em 3. diferentemente do horóscopo. do primeiro. Nesse seminário apresentei a conferência Questões de textualização. 3. 2009 (Doc. 314).4. 2009 (Doc. Bauru. UNESP. 313). concebida de modo análogo àquele apresentado por uma gramática tensiva que pensa a relação do sensível com o inteligível. ou a opção por este e não aquele morfema sufixal para uma derivação nominal.48 Seminário Anual do Grupo de Estudos Semióticos em Comunicação (GESCom).4. não apresenta meta prioritária a cumprir. do segundo. 315). num atrelamento da problemática da presença à da enunciação. procurei aprofundar o debate sobre o estilo como efeito de individualidade.4. aos quais se pressupõe necessariamente a instância da enunciação. depreendi a serenidade. tais como a opção por esta e não aquela forma de voz passiva.16. a rotina da percepção. 310).1. 92 o sujeito como percepção e fidúcia. estes que passam a ser considerados como enunciados. Escolhas feitas pelo sujeito em relação a recursos oferecidos pela língua. porque assim o deve ser (sujeito confirmado como deôntico). . cujo fim persuasivo se sobrepõe a tudo o que é dito.51 Centro de Pesquisas Sociossemióticas . 3. Debatendo a noção de percepção. conotado poeticamente. que as põem em discurso. foram examinados movimentos segundo os quais emerge a textualização dos textos verbais. como ética e estética.PUC. Assim remeti ao exame feito do encontro das virtualidades da língua com o ato enunciativo. 3. Num cotejo entre o gênero horóscopo e poemas de Ricardo Reis. 3.

cenografia. 309). A materialidade de traços. 2009 (Doc. seja verbal. observada na relação estabelecida com os recursos linguísticos. “Éthos. . enquanto se assenta nos pilares de uma temática.4. a cena narrada. incorporação” (In: AMOSSY.55 17º InPLA – Intercâmbio de Pesquisas em Linguística Aplicada. no quadro a luz incidia intensa sobre o dorso de Sansão e sobre o tronco de Dalila. UNESP. pernas. Contemplar esses tópicos. 3. O centro discursivo de determinada totalidade estilística. Mediante a relação de implicação do todo nas partes. para que o corpo se radicasse tanto mais na inquietude. apontou para elipses e para hipotaxes verbo-visuais que confirmaram a estética da fugacidade. Apresentei a conferência Semiótica e Análise do Discurso. 2009 (Doc.4. 93 3. discurso e ensino. pôde ser verificado no cotejo de um poema e um quadro barrocos: o poema. observando as vizinhanças entre semiótica e análise do discurso. 307). quanto mais se diluíam os contornos entre as figuras do quadro e entre os versos das estrofes. obtivemos. quanto mais se mantinham em recesso os ideais da outra estética. as noções de “cena enunciativa” e “cena genérica” fez render análises e discussões. 2005). o quadro. de Gregório de Matos Guerra. avessa a tal concentração e velocidade: a estética clássica. 308). enquanto incorporamos. constituído somente na relação com o não-centro.52 Programa de Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa da Faculdade de Ciências e Letras. Sansão e Dalila. por meio da análise.4. o que faz aproximarem-se a semiótica e a análise do discurso. Se toda estética é uma ética.54 III Seminário Internacional de Linguística: Texto. a metonímia relançou. cores e formas. Procurei observar como. 3. Ruth. Buscando a Cristo. de uma composição e de um estilo. seja plasticamente. org.53 I EPED (Encontro de Pós-Graduandos em Estudos Discursivos da USP). 3. 2009 (Doc. de Rubens. 312). tão mais mobilizado. Câmpus Araraquara. o éthos do ímpeto. na dimensão das contiguidades. do estudo de Maingueneau. Enquanto o olhar do poeta percorria com sofreguidão braços.4. PUC-SP. por meio de uma imanência discursiva. foi debatida para que se pensasse no encontro do estilo autoral com o estilo dos gêneros. Imagens de si no discurso. 2009 (Doc. Assim foi contemplado o discurso como lugar de posicionamento social de um ato na responsabilidade de enunciar que supõe a “responsividade” ao outro. A noção bakhtiniana de gênero. Apresentei a palestra Questões de Estilo e Gênero. olhos e mãos do Cristo crucificado. é recuperada a transcendência social. Universidade Cruzeiro do Sul.

.4. Nesse seminário apresentei a comunicação Da presença sensível. e a pintura. da Universidade de São Paulo (1997: 56-86). 94 Aí apresentei o trabalho intitulado Semiótica. Nessa jornada apresentei a comunicação Estilo e paixão: entre a literatura e a mídia. Esses movimentos foram cotejados com outros.57 Seminário de Semiótica Ignacio Vive: 10 anos de Grupo Casa. examinado enquanto o sensível rege o inteligível: o sujeito descrito como aquele que se deixa afetar de modo peculiar pelas paixões concernentes ao existir. 2010 (Doc. 319). 2010 (Doc. para o que debati a consciência de um ator necessariamente inacabado. remeteu ao éthos do barroco. 3. Atrás da Catedral de Ruão.58 Centro de Pesquisas Sociossemióticas – PUC. respaldou a descrição de gêneros autobiográficos como o diário e a carta. para esta. 321). literatura e pintura. UNESP. Para isso. Franca. O estilo.17.4.4. relativos a textos midiáticos. Por meio da análise de poemas de Gregório de Mattos Guerra. 3. para os estudos da linguagem. foi interrogado como é construído o sujeito.56 VI Jornada de Língua e Literatura: construindo conhecimentos. aqui privilegiada a situação pública de comunicação. Proferi a palestra O estilo do gênero. 226). 320). Procurei.4. o ator da enunciação. por sua vez. responder ao que foi proposto por Aguinaldo José Gonçalves em artigo publicado na revista Literatura e sociedade. 2010 (Doc.3. Uni-FACEF. de Rubens. Nesse texto. Para aquele. o que é pressuposto à figuratividade barroca. descrever “relações homológicas” entre a literatura e as artes plásticas com apoio nas “similaridades estruturais” entre elas. A partir do conto de Mário de Andrade. Pensado como fundamento de um estilo de época. observei a possibilidade de construção de um olhar “exotópico”.1. como a carta do Presidente Getúlio Vargas dirigida à Nação pouco antes de o presidente suicidar-se. o autor afirma que é preciso. pressuposto à totalidade discursiva cotejada. como “expressividade típica de um gênero”. por fim. 3. em trabalho comentado em 3. na Sessão de Comunicação Coordenada. fundante do estético. Semiótica e Literatura. 2010 (Doc.59 Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. foi considerado um modo característico de crivar tempo e espaço profundos na reorganização do mundo segundo certo campo perceptivo. 3. Araraquara. procurei trazer à luz distinções entre diário íntimo e diário de viagem. distinções entre carta íntima e carta pública.

Observados. Refleti sobre os sujeitos envolvidos: o sujeito escolar. procurei refletir sobre a conexão entre a tradição dos estudos linguísticos representada por Saussure e Hjelmslev e a filosofia da linguagem. Jacopo de Varazze.62 XIV Encontro dos Alunos de Pós-Graduação em Linguística da USP - ENAPOL. entre outras. como a teoria da significação que cuida do exame dos mecanismos de construção do sentido dos textos.60 IV Seminário Internacional de Linguística da Universidade Cruzeiro do Sul. Procurei então descrever semioticamente como foi construída a vida de Santa Maria Egipcíaca. 3. 2011 (Doc. e observados segundo o posicionamento. 2011 (Doc. tais textos. 3. parâmetros curriculares nacionais. tal como proposta por Bakhtin. Ao proferir a palestra O interesse da linguística pela escola. . Para a comunicação. escrito no século XIII. do sujeito enunciador. Coordenei a apresentação de trabalho na mesa Análise do Discurso / Tradições Discursivas. Priorizados os parâmetros oferecidos pela semiótica greimasiana. 329). que viveu entre 1229 e 1298. Após tais considerações.61 19º Simpósio de Iniciação Científica da USP – SIICUSP. desenvolvi reflexões sobre esse tema. observando a relação entre os planos da expressão e do conteúdo. constitutivos da Legenda Áurea. estilo e subjetividade. e o sujeito institucional. provido do status daquele que organiza e aplica políticas educacionais para a nação – o Ministério de Educação e Cultura. na medida em que ela silencia os “baixos corporais” como diz Bakhtin (1987). remeti à cultura oficial da Idade Média.4.4. discorri sobre o ensino de Língua Portuguesa (tripartido historicamente nas escolas entre estudo da língua. bipartido em professor e aluno do 1º e 2º graus. documento sobre o cristianismo medieval.4. investiguei o estilo de um gênero do discurso religioso. 95 Ministrei uma aula magna intitulada Discurso. cuidei em especial da noção de discurso e de gênero discursivo. Nesse seminário apresentei a comunicação O estilo de um gênero: hagiografia. leitura e produção do texto). o PNLD. 330). segundo sua função semiótica. no mundo. Mais especificamente. hagiografia. 2011 (Doc. 327). de autoria de um arcebispo de Gênova. Plano Nacional do Livro Didático. vida dos santos. 3. entre cujas ações se encontram os PCNs. Minha investigação tomou como base um dos 170 relatos de vidas de santos. para que fosse entendido o lugar da semiótica junto a esses pensadores. Nessa aula. Examinei como esse ensino passa contínua e simultaneamente por distintas orientações de política educacional e de interesse mercadológico das editoras. que era compatível com a inclinação teórico-metodológica adotada para todo o evento.

65 18º InPLA – Intercâmbio de Pesquisas em Linguística Aplicada. 328). sujeito e autoria: investigações sob a égide de Bakhtin. 2011 (Doc. Para tanto. 326). Nesse seminário apresentei a palestra Questões de gênero e de estilo. é concebido como efeito de sentido. na medida em que tais práticas são pensadas como discursivas. Desse modo. 2011 (Doc. o estilo do gênero e o estilo autoral: aquele. o éthos ou estilo autoral. debati a noção de discurso da vida e de discurso da arte. 3. Nesse congresso apresentei o trabalho Éthos e sensibilidade na sessão coordenada: Sobre autoria. 3. vai ao encontro da voz autoral. embora esta se organize segundo a incidência de diferentes gêneros. ao refletir sobre a postura ética nas práticas sociais. na medida . saltei para o entendimento do conceito de estilo. um para o outro. fazendo conexão com a noção bakhtiniana de exotopia. Adentrei o campo do discurso. de modo a não se confundirem as funções de estilo autoral e de estilo de um gênero e de modo a este ser instrumento daquele. ou de que temos acesso direto a ela: um papel também desempenhado enquanto nós nos afastamos de um ponto de vista normativo e incorporamos um ponto de vista descritivo sobre o estudo das línguas. apoiado em determinada composição e temática. com apoio em Mikhail Bakhtin e no pensamento mantido pelo Círculo de pensadores do qual Bakhtin fez parte.63 IV Seminário de Semiótica da USP. uma peça teatral e um exemplar de hagiografia. enquanto se permite que seja questionada a crença de que a realidade existe tal como é. A partir daí. 96 refleti sobre o papel desempenhado pela linguística. 3.4.64 I Simpósio Internacional de Estudos Discursivos – SIED. enquanto analisei cartas políticas. Concluí que é possível depreender um éthos do enunciador de determinada totalidade. Procurei debater as circunstâncias sob as quais percepção é considerada uma semiose e a imagem de quem diz dada pelo modo de dizer. Examinei como o estilo do gênero oferece o tom a ser acolhido pela voz autoral na íntegra ou parcialmente. fiz reflexões sobre o estilo segundo uma estilística discursiva. Refleti sobre como costumam confluir. Nesse simpósio apresentei a conferência de encerramento Estilo. Debati como o sujeito do estilo permanece no limiar da cena genérica. 627). para que tenhamos o acontecimento discursivo. por sua vez calcados em diferentes esferas de comunicação. UNESP. identidade e identificação. Nessa conferência.4. 2011 (Doc. remetendo à noção de sujeito dado numa totalidade enunciada concernente ao gênero e ao autor.4. as coerções do gênero foram investigadas.

parti do éthos da retórica aristotélica. torná-la impregnada de certa modulação da presença – tanto em benefício da cena genérica. remete a um lógos com função distinta daquela exercida na arte de persuadir. o lógos. Para a apresentação. realizado nos dias 22. considerado o todo que subjaz às partes e contempladas as funções desempenhadas pela parte no todo. Assim cada enunciado pôde ser visto enquanto subsidia o todo conotado que. funda vetores que direcionam o estilo na constituição de um corpo. este.66 60º Seminário do GEL. 626). aquele. pude descrever o estilo. palpita de contradições sociais. O segundo perfil do éthos trazido à luz articula-se à presença sensível. bem como por meio da conotação que a constitui necessariamente. . conforme coisa do mundo pode imantar sensivelmente a palavra. Também participei do mesmo congresso. realizado nos dias 22. conotação e estilo.4. Procurei demonstrar como. Discuti como o gênero discursivo. 23 e 24 de agosto de 2012 – participação em mesa temática (Doc. isto é. na medida em que toma posição e firma-se como responsivo ao outro. uma percepção inclinada a distintas direções do olhar. 97 em que orientam a voz autoral e na medida em que esta se constitui responsivamente em relação àquela.68 Congresso Nacional Mackenzie Letras em Rede: Linguagens e Saberes. concernente à sintaxe. Também depreensível das indicações dadas por uma enunciação que se enuncia. São Paulo. na relação entre a língua. articulando papéis temáticos para o ator. comunicação em simpósio (Doc 623) Nesse congresso apresentei a comunicação Fala. 2012. a fim de pensar num éthos dado sob mais de um perfil. Nesse seminário apresentei a palestra Retórica: entre língua e discurso. Foi então discutido como o lógos pode remeter a um modo próprio de interação afetiva do sujeito com os acontecimentos do mundo. como em benefício da consolidação da voz autoral. 3. Realcei o perfil judicativo que. (Doc. A fala concebida como discurso foi debatida enquanto se organiza sistematicamente segundo as categorias de pessoa.4. o sujeito habitante do interdiscurso. atrelado ao éthos aristotélico. na mesa redonda Três Perspectivas em Análise do Discurso. Partindo de tais princípios. por meio das quais a enunciação se enuncia. nesse âmbito. concernente à semântica. expressando. discurso e estilo. semantiza-se no discurso por meio de um papel temático relativo a um sujeito propenso a valorizar ideologicamente valores segundo inclinação própria. 3. ao compor a mesa temática Relações entre linguagens: análise de fenômenos linguísticos em perspectivas textual-discursivas. 23 e 24 de agosto de 2012.5. 624).67 Congresso Nacional Mackenzie Letras em Rede: Linguagens e Saberes. na arquitetônica discursiva. tempo e espaço. embebido por valores sociais entrecruzados. 3.

FAPESP.6. 100 Anos da Paróquia de São João Batista de Laranjal Paulista (1900-2000).1 Parecerista ad hoc da Revista do GEL. Niterói: EdUFF. . 3.5 Outras produções bibliográficas 3.6. 641). Barueri. 2003 (Doc. 185). 640). 249). In: Luciana Salazar Salgado. mecanismos que. 98 Desenvolvi minha fala com vistas a operacionalizar o conceito de estilo. 171). 3. 3.6. 2003 (Doc. 2004. 2008 (Doc.6. p. 2011 (Doc. o uso feito de um termo sintático como o vocativo pode orientar a obtenção de um éthos. (Doc. entre imprecações e deprecações.1 Trabalhos técnicos 3.5. 3.1. para o que tomei dados linguísticos que se estabelecem segundo funções discursivas próprias à totalidade estilística que os acolhe.6 Produção técnica 3.3 Parecerista da 56ª Reunião Anual da SBPC. outro é relativo à duração (breve ou longa) e ao espaço (concentrado ou difuso) das coisas percebidas.5.5. In: Regina Souza Gomes. em se tratando de estilo autoral. 234-236 (Doc. Um é relativo ao impacto dos afetos e à tonicidade da própria presença. 183). 2004 (Doc. 145). Relações entre linguagens no jornal: fotografia e narrativa verbal.5. 3.3Apresentação (orelha). São Paulo: Prol Editora.4 Posfácio. Ritos Genéticos Editoriais. 2004. remeteram a um éthos instalado na correlação entre dois eixos concernentes à percepção sensível do sujeito-no-mundo. cujo representante é Tarciso Alberto Barbieri.1. 3. anunciando um tom próprio de voz no chamamento dirigido a um interlocutor. Foram descritos. 3.1 Prefácio do Livro III.2 Prefácio do livro intitulado A história de Laranjal Paulista. organizado pela Comissão do “Livro dos Cem anos da Paróquia de São João do Laranjal”. São Paulo: Annablume.2 Membro da comissão de avaliação dos trabalhos submetidos à 55ª Reunião Anual da SBPC.1. Foi examinado como. viabilizados pelo uso do vocativo.

5 Parecerista da Associação Editorial Humanitas. 645). 190 e 642). publicada pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem (LAEL). 643). 190). vinculado ao Centro de Pesquisas Sociossemióticas – PUC/ SP: COS – USP: FFLCH – CNRS: FNSP.6. de 2008 até a presente data.6. 197).10 Parecerista do VIII Encontro dos Alunos de Pós-graduação em Linguística da Universidade de São Paulo. 3.6. do Citrat/ FFLCH – USP. 2008 (Doc.1. VIII ENAPOL. 193).6. 2006 (Doc. 2008 (Doc. 195). 2005 (Doc.17 Parecerista ad hoc da Revista CASA. 194). 207). 192).6. 3. disponível em: http://revistas.4 Parecerista como Professora Participante do Centro de Pesquisas Sociossemióticas – PUC/ SP: COS – USP: FFLCH – CNRS: FNSP.6. Universidade de São Paulo. 2006 3.php/galaxia/about/editorialTeam (Doc.19 Parecerista ad hoc da Revista do GEL.1.11 Parecerista ad hoc da Revista Estudos Linguísticos. 206).1.br/index.1.18 Parecerista ad hoc da Revista CASA.1. 2006 (Doc.1. 193).12 Parecerista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.9 Membro do Conselho Editorial da Revista Intercâmbio. 3. 3. 3. . 3. 186.6. 3.1.1.6.pucsp.6.14 Parecerista ad hoc da Revista Intercâmbio.20 Parecerista ad hoc do Comitê Científico da Revista Galáxia.6.6. 2006 (Doc.7 Membro da Comissão de Bolsas de Pós/USP/FFLCH/DL.16 Membro do Conselho Cientifíco da Revista Galáxia. 188).1. 2005 (Docs. 2007 (Doc. 3. 3.6.1.1. 2006 (Doc. 2006 (Doc. 613). 99 3. 2006 (Doc. 2005 (Doc. 644).1. 3.1.6 Pesquisadora e coordenadora do Atelier Semiótica e textos de comunicação. 3. 2006 (Doc.15 Parecerista ad hoc da Revista TradTerm. FAPESP.6.6. 191).1. 3.6.6. 3.6.1. de 2006 até a presente data (Doc.1.1.8 Membro do Conselho Científico da Revista Galáxia. 3.13 Parecerista do CNPQ. 3. 2007 (Doc.

212).35 Membro do Comitê Científico da ABRALIN . 3.1.1.32 Parecerista ad hoc da Revista Estudos Semióticos.28 Parecerista ad hoc da Revista CASA.6. 3.37 Membro do Comitê Científico do II EPED . 223).21 Parecerista dos Anais do X Encontro dos Alunos de Pós-graduação em Linguística da Universidade de São Paulo.6. 3. 2009 (Doc.1. 216).31 Membro do Conselho Editorial da Revista Estudos Linguísticos.6.1.Parecerista ad hoc. 3.22 Parecerista ad hoc da Comissão Científica do 56o. 2010 (Doc. 219).1.1. 213). X ENAPOL.6. 2009 (Doc.29 Parecerista dos Anais do XI Encontro dos Alunos de Pós-graduação em Linguística da Universidade de São Paulo.1.Parecerista ad hoc. 3. 236).24 Parecerista ad hoc do Periódico: Estudos Semióticos.1. 231). 2010 (Doc.25 Parecerista ad hoc da Revista Estudos Linguísticos.6.1. XI ENAPOL.6.6.6.39 Parecerista ad hoc da Revista TradTerm.27 Parecerista ad hoc dos Anais do I EPED.1. 2008 (Doc. 3. 2009 (Doc. 2009/2010 (Doc. 2008 (Doc. Seminário do GEL – Parecerista ad hoc.1.1. 202).6. do Citrat/ FFLCH – USP.33 Membro da Comissão Científica do 57º. 3. 218).23 Parecerista ad hoc da Alfa: Revista de Linguística. 3.6.6. 3. 3.1. 2009 (Doc.6.Parecerista ad hoc. 204). 220). . 2009 (Doc. 2009 (Doc. 224). 229).6. 3.6. 2009 (Doc.40 Parecerista ad hoc da Revista CASA. 3.34 Parecerista ad hoc da Revista Galáxia. 201).1. 3. 2008 (Doc. 3. 2008 (Doc.1. 491). 214). 2010 (Doc.6.1. 2010 (Doc. 234). 100 3.1.36 Parecerista ad hoc da Revista Estudos Linguísticos. 2009 (Doc.6. 3. Seminário do GEL.1. 211).6. 3. 3.6.6. 209). 3.1.26 Parecerista do CNPq. 2009 (Doc. 2008/2009 (Doc.38 Membro do Comitê Científico da ABRALIN .

2. 264).6. 2010 (Doc.49 Parecerista ad hoc da Revista Estudos Semióticos. 3.6. 586) 3. 2012 (Doc. 3.1. 2010 (Doc.6.6. Revista de Estudos do Discurso.6. 101 3.6.46 Membro do Conselho Editorial da Revista Práticas Discursivas Amazônicas. 2011 (Doc. 2004 (Boletim Informativo) (Doc. 3.6.1. 2012 (Doc. 3.47 Membro do Comitê Científico do periódico Estudos Semióticos – Parecerista ad hoc. desde 2010 até a presente data. São Paulo: Cultura Acadêmica. 237 e 239). 3.6.42 Parecerista ad hoc da Bakhtiniana.6.1. 646). Revista de Estudos do Discurso.Periódico: Práticas Discursivas Amazônicas.2 Programas e comentários na mídia 3.1.1.41 Parecerista ad hoc da Revista Estudos Semióticos. 3. desde 2011 até a presente data (Doc. 3. (Doc. 243). 2011 (Doc. (Doc. 615).1 Jornais e revistas: a construção do éthos. 613). 238). 2011 (Doc.43 Membro do Conselho Consultivo – Cadernos de Pesquisa do CDHIS – Revista do Centro de Documentação e Pesquisa em História (Docs. 227).1.1.51 Membro do Corpo Editorial . 614). 2012 (Org.). 663). Jean Cristtus et al.44 Parecerista ad hoc da Revista Galáxia.1. 586 e 628). Catanduva: IMES-FAFICA – Entrevista concedida ao jornal do Instituto Municipal de Ensino Superior de Catanduva. . PORTELLA.54 Membro do Conselho Editorial do livro Semiótica: identidade e diálogos. 2011 (Doc.6.6.53 Membro do Conselho Editorial da Revista CASA (Doc.1. 517).45 Parecerista ad hoc da Bakhtiniana. 3.52 Membro do Corpo Editorial . 3.Periódico: Cadernos de Pesquisa CDHS (UFU).1. 235. 3.1.1. 517). 2012 (Doc. 228).48 Parecerista ad hoc da FAPESP.1. 3. 3.6.6.1.6. 3.6.50 Parecerista ad hoc da Revista Galáxia.6.

102

3.6.2.2 O poder da mídia impressa. Catanduva: IMES-FAFICA, 2004. Comentário
sobre conferência realizada por mim na Semana de Comunicação – SECOM – do IMES –
FAFICA (Instituto Municipal de Ensino Superior de Catanduva), feito em Boletim
Informativo, do mesmo IMES-FAFICA, com tópicos de definição da teoria semiótica e de
minha pesquisa sobre o estilo, fornecidos à moda depoimento. (Doc. 542).

3.6.2.3 Linguagem e dialogismo, 2011 (Programa TV) (Doc. 240).

3.6.2.4 Ciências da Linguagem, 2011 (Programa de TV) (Doc. 240).

3.6.2.5 Gêneros do Discurso, 2011 (Programa de TV) (Doc. 240).
Os itens 3.6.2.3, 3.6.2.4 e 3.6.2.5 foram programas com fins didáticos concedidos à
T.V. Cultura.

3.7 Demais tipos de produção técnica

3.7.1 Introdução à Linguística. Objetos teóricos. Curso de curta duração, ministrado
na FFLCH-USP, com SCHER, Ana Paula; BARROS, Diana Luz Pessoa de; NEGRÃO,
Esmeralda Vailati; VIOTTI, Evani de Carvalho; FIORIN, José Luiz; TATIT, Luiz Augusto
Moraes; SOUZA, Paulo Chagas de; SANTOS, Raquel Santana; MENDES, Ronald Beline,
2003 (Doc. 184).

3.7.2 Tópicos de Semiótica Discursiva I. Minicurso ministrado no Centro de Pesquisas
Sociossemióticas da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, no dia 03 de junho de
2003, das 12h às 17h (05horas/aula – Doc. 182).

3.7.3 Introdução à Análise Semiótica do Discurso. Curso de difusão ministrado na
FFLCH – USP, com LOPES, Ivã Carlos; PIETROFORTE, Antônio Vicente Seraphim;
LOPES, Marcos; HERNANDES, Nilton; DIETRICH, Peter, 2005, no período de 07 de abril a
23 de junho de 2005, com carga horária de 30h (Doc. 189).

3.7.4 Texto e discurso: fundamentos teóricos e procedimentos analíticos. Minicurso
ministrado no Instituto de Letras da Universidade Federal Fluminense, nos dias 28, 29 e 30 de
setembro de 2005, das 14h às 17h (03 horas/aula – Doc. 187).

3.7.5 Ciclo de Formação em Sociossemiótica. Minicurso ministrado na
PUC/COGEAE da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, nos dias 21, 22 e 23 de
junho de 2005, das 18h às 22 h (04 horas/aula – Doc. 186).

103

3.7.6 Pesquisas em desenvolvimento na USP (Coordenação de Mesa Redonda).
Jornada II Semiótica e Mídia Impressa. PUC – SP, 2006 (Doc. 647).

3.7.7 Como usar nossa língua: poética ou gramática (Mesa Redonda). Espaço
Universitário da 19o. Bienal Internacional do Livro. São Paulo, 2006 (Doc. 286).

3.7.8 Semiótica das paixões. Abordagem narrativa e discursiva (Curso de curta
duração ministrado / Extensão). Minicurso ministrado com BEIVIDAS, Waldir; LOPES, Ivã
Carlos; PIETROFORTE, Antonio Vicente Seraphim & TAILLE, Elizabeth Harkot de La na
FFLCH-USP, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São
Paulo, em 2007, com carga-horária de 3 horas (Doc. 648).

3.7.9 O ator da enunciação: a semantização das categorias de pessoa, tempo e espaço
do discurso – Curso de curta duração ministrado no Centro de Pesquisas Sociossemióticas,
PUC-SP, em 2008, com carga horária de 12 horas (Doc. 200).

3.7.10 Tópicos de estilística discursiva: a descrição do estilo como éthos, voz, tom de
voz e caráter Curso de curta duração ministrado na UFP - Universidade Federal de Passo
Fundo, em 2007, com carga-horária de 12 horas (Doc. 198).

3.7.11 Introdução à análise semiótica do discurso Curso de curta duração ministrado
na FFLCH-USP, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São
Paulo, em 2007, com carga-horária de 30 horas (Doc. 199).

3.7.12 Análise do Preâmbulo da Constituição da república de 1988 sob enfoque da
semiótica Curso de curta duração ministrado no IBET – Instituto Brasileiro de Estudos
Tributários, São Paulo, 13 de junho de 2008 (Doc. 302).

3.7.13 Elementos de Semiótica tensiva - O Sujeito: percepção e fidúcia (um
atrelamento da problemática da presença à da enunciação) Curso de difusão ministrado na
FFLCH-USP, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São
Paulo, no período de 08 de abril a 20 de maio de 2008 (Doc. 208).

3.7.14 Estilo e discurso Curso de curta duração ministrado no 12o. Congresso
Brasileiro de Língua Portuguesa e 3o. Congresso de Lusofonia do IP-PUC/SP, IP-PUC/SP,
Instituto de Pesquisas Linguísticas, no período de 01 a 3 de maio de 2008 (Doc. 205).

3.7.15 Semântica enunciativa-discursiva na perspectiva Bakhtiniana Organização do
Minicurso, com SILVA, S.M.R & BEIVIDAS, Waldir, ministrado pela Profa. Dra. Maria
Cristina Hennes Sampaio na FFLCH-USP, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências

104

Humanas da Universidade de São Paulo, no período de 07 a 11 de abril de 2008, com a carga-
horária de 15hs (Doc. 203).

3.7.16 Da retórica da língua para éthos discursivo Curso de curta duração ministrado
no 13º Congresso Brasileiro de Língua Portuguesa e 4º Congresso Internacional de Lusofonia
do IP-PUC/SP, PUC/SP, 2010 (Doc.230).

3.7.17 Ferramentas para Análise de Textos no Ensino Fundamental (Terceiro e
Quarto Ciclos) Curso de curta duração ministrado na Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, 2011 (Doc. 649).

3.7.18 A Linguagem Humana: do Mito à Ciência. Curso de difusão cultural ministrado
sob a coordenação de FIORIN, José Luiz, juntamente com a participação de: NEGRÃO,
Esmeralda Vailati; VIOTTI, Evani de Carvalho; MENDES, Ronald Beline. Maria Antonia -
Centro Universitário da USP; realizado nos dias 13, 20 e 27/03 e 10, 17 e 24/04/2012, com
carga-horária de 12hs (Doc. 245).

3.8 Bancas

3.8.1 Participação em bancas de trabalho de conclusão
3.8.1.1 Mestrado
a) Adriana Lins Precioso. Invisibilidade e invenção: a poética das cidades de Ítalo
Calvino e Ferreira Gullar. Mestrado em Letras, São José do Rio Preto, Universidade Estadual
Paulista Júlio de Mesquita Filho, ano: 2003 (Doc. 331).

b) Odair José Moreira da Silva. A manifestação de Cronos em 35 mm. O tempo no
cinema. Mestrado em Linguística e Semiótica, FFLCH, Universidade de São Paulo, ano: 2004
(Doc. 334).

c) Ligia de Oliveira Sales. A identidade da marca Lino Villaventura na moda
brasileira. Mestrado em Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, ano: 2004
(Doc. 333).

d) Roseli Novak. A canção e a criança em canções infantis de produção fonográfica.
Mestrado em Semiótica e Linguística Geral, Universidade de São Paulo, ano: 2005 (Doc.
339).

Universidade de São Paulo. ano: 2005 (Doc. (Doc. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. f) José Carlos Jadon. ano: 2005 (Doc. Fragmentos epistolares de um discurso amoroso: elementos para uma análise semiótica do gênero carta de amor. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. Universidade de São Paulo. n) Rodrigo Luvizotto. ano: 2007 (Doc. ano: 2006 (Doc. h) Assunção Aparecida Laia Cristóvão. 358). ano: 2005 (Doc. Mestrado em Letras. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. 336). j) Murilo Scoz. Mestrado em Letras. k) Cleonice Men da Silva Ramos. ano: 2007. 349). Uma Análise Semiótica do Discurso Televisivo da Igreja Universal do reino de Deus. Mestrado em Letras. Entre paradigmas e ameaças. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. 335). ano: 2006 (Doc. Os diários de Langsdorff: o éthos do cientista viajante. . Análise Semiótica da Imagem da Mulher e do Homem em anúncios publicitários de mídia impressa. Universidade Estadual Paulista. Universidade Presbiteriana Mackenzie. O discurso de divulgação religiosa materializado por meio de diferentes gêneros: dois ethé. duas construções do Céu e da Terra. m) Sueli Maria Ramos da Silva. Análise dos discursos do cooperativismo oficial e da economia solidária. Universidade de São Paulo. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. 340). 338). Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. 345). ano: 2005 (Doc. 105 e) Paulo César de Carvalho. A arquitetura das memórias: um estudo do tempo no discurso autobiográfico. Explícitos engodos: desejos e erotismo na ausência do corpo. g) Oriana de Nadai Fulaneti. Universidade de São Paulo. Mestrado em Letras (Linguística e Língua Portuguesa). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. O projeto editorial da Folha de S. i) Karina Sermenho Carvalho. 354). l) Mariana Luz Pessoa de Barros. ano: 2006 (Doc. Universidade Presbiteriana Mackenzie. ano: 2005 (Doc. 341). Éthos da revista Exame e labirintos dos gêneros constituintes. 337). Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. Paulo sob a perspectiva do círculo de Bakthin.

ano: 2007 (Doc. Mestrado em Letras. ano: 2007 (Doc. Mestrado em Língua e Literatura Francesa. A fotografia em David Lachapelle. u) Maria Tereza Guimarães Côrtes Elias. ano: 2008 (Doc. 381). ano: 2007 (Doc. Mestrado em Comunicação e Semiótica. Auto dos Anfitriões e o Homem Duplicado: diferentemente iguais. A depreensão do éthos e do páthos em enunciados de redação de vestibular. Universidade de São Paulo. Universidade Presbiteriana Mackenzie. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. O jornal Estado de São Paulo e a revista Veja após o ato institucional no. s) Margarete Aparecida Ticianel. ano: 2009 (Doc. O diálogo entre os quadrinhos do Superman e do Overman. v) Taís Pereira. . Mestrado em Letras. Universidade Presbiteriana Mackenzie. 368). 106 o) Leandro de Oliveira Neris. Universidade de São Paulo. ano: 2008 (Doc. ano: 2008 (Doc. ano: 2007 (Doc. t) Rita de Cássia Antonia Nespoli Ramos. 359). Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. 353). Universidade de São Paulo. Mestrado em Letras. p) Ana Cristina Bornhausen Cardoso. Estudo das relações enunciativas do editorial da revista Graça: Show da Fé da Igreja Internacional da Graça de Deus. w) Eli Fernandes de Souza. 357). Universidade de São Paulo. Os provérbios utilizados como forma de argumentação nas crônicas de arte. x) Daniela Nery Bracchi. 369). r) Luciana Adayr Arruda Migliaccio. Leituras escolares de um texto literário: a relação éthos/páthos no discurso. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. Universidade Presbiteriana Mackenzie. q) Silvana Perrella Brito. Uma Reeleitura da História por Meio da Análise das Charges no Governo Militar. 372). Universidade de São Paulo. Diferentes imagens de enunciatário em anúncios de lingerie. Mestrado em Letras. 364). Universidade Presbiteriana Mackenzie. 5: análise semiótica do discurso jornalístico de resistência. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2008 (Doc. ano: 2008 (Doc 367). Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. 360).

O conceito de língua/linguagem em 1984 de Orwell. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. 375). Pontifícia Universi- dade Católica de São Paulo. Mestrado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem. Pontifícia Universi- dade Católica de São Paulo. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. Mestrado em Letras. 107 y) Fernanda Isabel Bitazi. Universidade Presbiteriana Mackenzie. Revista Gula: a formação do gosto na construção discursiva. Relações dialógicas entre o Texto Verbal e a Obra Pictórica. g’) Mara Jane de Sousa Maia. 374). a’) Marcelino Donizeti de Oliveria Galdino. 371). b’) Sílvia Maria Gomes da Conceição Nasser. A (des)construção pela ironia: vozes veladas e desveladas nas narrativas curtas de Moacyr Scliar. A dúvida em Machado de Assis: uma gramática da possibilidade. Universidade de São Paulo. ano: 2010 (Doc. 382). ano: 2009 (Doc. f’) Luciana Soman Moraes. 377). Mestrado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem. e’) Eliane Soares de Lima. ano: 2008 (Doc. ano: 2009 (Doc. Mestrado em Letras. 365). 383). 650). Suplementos infantis de jornais: uma análise semiótica do gênero reportagem. ano: 2009 (Doc. 394). Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. Mestrado em Letras. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2011 (Doc. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2009 (Doc. ano: 2011 (Doc. ano: 2010 (Doc. Universidade de São Paulo. c’) Berenice Martins Baeder. Psicoterapia: possibilidades de depreensão da imagem do sujeito discursivo. Universidade Federal Fluminense (Doc. Universidade de São Paulo. O leitor de contos de Machado de Assis. Entre enunciador e enunciatário: um estudo sobre a compaixão. Mestrado em Letras. Tecendo o estético e o sensível através do bordado na literatura infantil brasileira. 378). d’) Luizete Adelaide da Pena de Sousa. h’) Rodrigo Fernando de Assis dos Santos. Universidade de São Paulo. z) Ana Beatriz Bueno Ferraz Costa. .

Mestrado Estudo dos Meios e da Produção Mediática. Discurso da publicidade: argumentação e retórica. Universidade Presbiteriana Mackenzie. ano: 2012 (Doc. k’) Esther Anholeto. 348). m’) Julia Lourenço Costa. Universidade de São Paulo. Integração e sincretismo: relações entre linguagem verbal e fotográfica no jornal. ano: 2011 (Doc. O Percurso do discurso dos Livros Didáticos: Considerações Acerca de Apresentação. ano: 2004 (Doc. Autoria e práticas de textualização. 652). 332). Mestrado em Letras.2 Doutorado a) Regina Souza Gomes. 388). ano: 2011 (Doc. Universidade de São Paulo. ano: 2006 (Doc. ano: 2006 (Doc. Mestrado em Letras. e) Luciana Salazar Salgado.8. 363). ano: 2012 (Doc. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestrado em Letras. Ritos genéticos no mercado editorial. . d) Maria Auxiliadora Brito Silva. l’) Pedro Paulo Bogossian. c) Mônica Eboli de Nigris. Universidade de São Paulo. Doutorado em Letras. A música no teatro: o sentido do jogo na comédia musical. Deglutição cultural: riso e riso reduzido no Brasil da última década do século XX. ano: 2007 (Doc. 390). Universidade Estadual Paulista. 351). A fórmula desenvolvimento sustentável na perspectiva da Semiótica. 391). Universidade Federal Fluminense. Produção de sentido em programas e tevê: representações femininas e modelos de consumo. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2011 (Doc. ano: 2006 (Doc. b) Vanda Bartalini Barufaldi. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. 108 i’) Bibiana Stohler Sabença de Almeida.1. j’) Etienne Fantini de Almeida. 3. 344). Universidade Estadual de Campinas. 651). A Terra (des)construída na mídia impressa do Pontal do Paranapanema. Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa. Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestrado em Linguística. O enunciatário refletido no espelho: um estudo semiótico no texto publicitário. Universidade de São Paulo.

A enunciação do discurso religioso. j) Márcio Luiz Gusmão Coelho. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. Sucesso e Salvação: estudos semióticos comparativos entre os discursos televisivos das Igrejas Universal do Reino de Deus e Católica Apostólica Romana no Brasil. Da indissociabilidade entre o ensino de língua e de literatura: uma proposta para o ensino do italiano como língua estrangeira em cursos de letras. 361). 366). Doutorado em Linguística. 355). g) Marcia Regina Curado Pereira Mariano. As manifestações do fantástico. Doutorado em Linguística. ano: 2009 (Doc. h) Eduardo Calbucci. Doutorado em Linguística. ano: 2008 (Doc. Universidade de São Paulo.imaginário e as instabilidades do sentido na poética de Henri Michaux: uma abordagem semiótica. 380). 356). n) Débora Raquel Massmann Eleodoro. ano: 2009 (Doc. ano: 2007 (Doc. 376). l) Andréa Perazzo Barbosa Souto. O arranjo como elemento orgânico ligado à canção popular brasileira: uma proposta de análise semiótica. Universidade de São Paulo. Um estudo das avaliações no ensino superior. Doutorado em Filologia e Língua Portuguesa. Doutorado em língua e literatura francesa. . Universidade de São Paulo. ano: 2009 (Doc. ano: 2007 (Doc. As figuras de argumentação como estratégias discursivas. k) Heitor Bittencourt Filho. A construção do ator da enunciação em romances com narrador-personagem: a experiência machadiana em Memórias póstumas de Brás Cubas. Doutorado em Linguística. 362). m) José Carlos Jadon. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. i) Marilda Franco de Moura Vasconcelos. Universidade de São Paulo. ano: 2007 (Doc. ano: 2007 (Doc. os movimentos do real . 109 f) Elisabetta Santoro. Doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem. Leitura / análise do texto grego da Epístola de Tiago. Publicidade ação. ano: 2007 (Doc. paixão e cognição. 352). Línguas-cultura e retórica: Análise comparada das produções dissertativo-argumentativas em língua francesa e língua portuguesa na esfera escolar. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. 379). Pontifícia Universidade Católi- ca de São Paulo.

O suplício na espera dilatada: a construção do gênero suspense no cinema. Homossexualidade. Sílvio Santos vem aí – Programa de Auditório do SBT numa perspectiva semiótica. 387). Doutorado em Letras. Universidade de São Paulo. Samuel Beckett: do Figurativo ao Figural. ano: 2009 (Doc. intolerância –análise semi- ótica de depoimentos. u) Odair José Moreira da Silva. ano: 2009 (Doc. w) Cleonice Men da Silva Ramos. v) Paulo Sérgio de Proença. t) Mariana Luz Pessoa de Barros. 110 o) Andrea Perazzo Barbosa Souto. Doutorado em Filologia e Língua Portuguesa. p) Sílvia Maria de Sousa. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. Entre o sensível e o inteligível. 386). Universidade de São Paulo. 617). Representações discursivas do imigrante no Brasil a partir de 1945. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2010 (Doc. 389). preconceito. O discurso da memória. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2011 (Doc. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. 376). 616). x) Beatriz Gaydeczka. Universidade de São Paulo. Sob o signo de Caim: o uso da Bíblia por Machado de Assis. s) Alexandre Marcelo Bueno. 393). Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. Universidade de São Paulo. 618). Doutorado em Letras. A oralidade como estratégia enunciativa no jornal on-line. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2010 (Doc. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2011 (Doc. r) Luciana Maria Crestani. 370). q) Edith Lopes Modesto. Universidade de São Paulo. Revistas impressas do mundo dos negócios: retórica e semiótica em entrelaçamentos discursivos. ano: 2012 (Doc. ano: 2011 (Doc. Universidade Presbiteriana Mackenzie. 384). . ano: 2012 (Doc. ano 2012 (Doc. 392). Henri Michaux: a construção de um estilo nas instabilidades do sentido entre o real e o não-real. y) Elias Simão Merçon. ano: 2011 (Doc. Questões de estilo e de gênero: um estudo sobre enunciados memorialistas da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. Universidade Federal Fluminense.

e) Odair José Moreira da Silva. 398).8. ano: 2004 (Doc. Análise do espaço discursivo do cooperativismo brasileiro.M Manifesto. Teoria Semiótica aplicada à tradução S. Mestrando em Semiótica e Linguística geral. O tempo no discurso. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Universidade de São Paulo. Capa opinativa: um estudo sobre a parcialidade na voz das revistas Veja. c) Roseli Novak. 401). .409). ano: 2003 (Doc. Mestrando em Semiótica e Linguística geral. ano: 2004 (Doc.suplente). ano: 2005 (Doc. Cinema e Semiótica. 3. Mestrando em Semiótica. 396 . 407). Análise semiótica da imagem da mulher e do homem em anúncios publicitários da mídia impressa. Isto É e Época. Análise semiótica de canções infantis: uma ponte entre a canção e a criança.8.U. Universidade Presbiteriana Mackenzie. g) Tarsila Lemos Borges.C. Discurso da publicidade: argumentação e retórica. ano: 2005 (Doc.2. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. A identidade da marca Lino Villaventura na moda brasileira. 399). Universidade de São Paulo. i) Mariana Luz Pessoa de Barros. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2004 (Doc. Mestrando em Semiótica e Linguística geral. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2003 (Doc. ano: 2005 (Doc. Mestrando em Letras. f) Karina Sarmenho Carvalho.2 Qualificações de trabalho 3. 402). 111 z) Sueli Maria Ramos da Silva. h) Wallace Ricardo Magri. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. b) Lígia de Oliveira Sales. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. Universidade de São Paulo. Universidade Presbiteriana Mackenzie. Interdiscursividade do Código Civil Brasileiro de 1916 com o Código Brasileiro de 2002. d) Oriana de Nadai Fulaneti. 400).1 Mestrado a) Simone Cecília Pelegrini da Silva. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. 395). 406). Mestrando em Letras. ano: 2004 (Doc. ano: 2012 (Doc.

ano: 2007 (Doc. Uma releitura da história através das charges no governo militar. Universidade de São Paulo. Mestrando em Letras. Eco de Vozes Sociais. 112 j) Paulo César Carvalho. l) Ana Cristina Bornhausen Cardoso. O discurso midiático da época da ditadura militar no Brasil. 655). Universidade Presbiteriana Mackenzie. ano: 2005 (Doc. r) Margarete Aparecida Ticianel. q) Sueli Maria Ramos da Silva. “Páthos” em anúncios de lingerie: paixões de consumo através dos tempos. k) José Carlos Jadon. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2006 (Doc. 654). Mestrando em Letras. A Questão do Timor-Leste no Espaço Público: A voz do Bartoon. s) Leandro de Oliveira Neris. 417). 414). Universidade de São Paulo. Uma análise do discurso de programas de televisão produzidos pela Igreja Universal do Reino de Deus. Universidade de São Paulo. . Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. t) Márcia Maria Sant’Ana. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. Mestrando em Letras. 418). m) Márcia Camargo Ito. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. O discurso de “Divulgação Religiosa”. ano: 2006 (Doc. 416). 415). p) Rodrigo Luvizotto. 653). materializado por meio de diferentes gêneros: dois ethé. ano: 2006 (Doc. ano: 2006 (Doc. ano: 2006 (Doc. ano: 2006 (Doc. Os diários de Langsdorff: o éthos do cientista viajante. Universidade Presbiteriana Mackenzie. Universidade de São Paulo. sob o ponto de vista da semiótica de linha francesa. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. Universidade Presbiteriana Mackenzie. ano: 2005 (Doc. O gênero epistolar: um estudo semiótico das cartas de amor. Escrituras de Drummond: “Arte em exposição”. Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestrando em Letras. O Alienista. 413). 412). n) Gisele Calgaro. duas construções do céu e da terra. ano: 2006 (Doc. o) Luciana Adayr Arruda Migliaccio. Universidade de São Paulo. ano: 2006 (Doc. 404). Leituras escolares de um texto literário: relação éthos/páthos no discurso.

Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. c’) Carolina Linderberg Lemos. O sincretismo em anúncios publicitários: contribuições teórico-analíticas de uma semiótica tensiva. O diálogo entre os quadrinhos do Superman e do Overman. ano: 2007 (Doc. 429). Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. Universidade de São Paulo. Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2007 (Doc. Mestrando em Letras. A depreensão do éthos e do páthos em enunciados de redação de vestibular. 427). A (des)construção da ironia: vozes veladas e desveladas nas narrativas curtas de Moacyr Scliar. v) Andressa Cristinne Arrelias Costa. w) Cleonice Men da Silva Ramos. A Dúvida em Machado de Assis: uma Gramática da possibilidade. Formas e funções do discurso indireto no alemão e no português: um estudo constrativo português. ano: 2007 (Doc. 423). y) Fernanda Isabel Bitazi. Universidade Presbiteriana Mackenzie. 425). Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. 419). b’) Rita de Cássia Antonia Nespoli Ramos. 420). Universidade Presbiteriana Mackenzie. ano: 2007 (Doc. . Mestrando em Linguística. Universidade de São Paulo. 431). x) Maria Tereza Guimarães Côrtes Elias. Mestrando em Letras. z) Taís Pereira. ano: 2007 (Doc. Universidade de São Paulo. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2007 (Doc. Mestrando em Letras. Os provérbios franceses utilizados como forma de argumentação nas crônicas de arte. ano: 2007 (Doc. Mestrando em Letras. A Relação Enunciador Enunciatário e o Contrato Fiduciário no Editorial da Revista Graça Show da Fé da Igreja Internacional da Graça de Deus. 434). Mestrando em Língua e Literatura Alemã. Dilbert e a revista EXAME: (in)compatibilidade de modos de presença. 113 u) Silvana Perella Brito. d’) Marcelino Donizeti de Oliveira Galdino. Universidade Presbiteriana Mackenzie. a’) Berenice Martins Baeder. Relações dialógicas entre Texto Verbal e Obra Pictórica. 426). 424). ano: 2009 (Doc. Universidade de São Paulo. ano: 2008 (Doc. ano: 2008 (Doc.

ano: 2009 (Doc. O fazer missivo: desdobramentos teóricos e modos de aplicação. n’) Julia Lourenço Costa. 438). Mestrando em Letras. h’) Luciana Soman Moraes. 452). m’) Diogo Basei Garcia. Produção de sentido em programas de tevê: Representações femininas e práticas de consumo. Leitores autorais. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. ano: 2009 (Doc. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. Tecendo a estética e o sensível através do bordado na literatura infantil brasileira. ano: 2010 (Doc. 114 e’) Mara Jane Sousa Maia. Universidade de São Paulo. l’) Ester Anholeto. Mestrando em Teoria e Pesquisa de Comunicação. k’) Rodrigo Fernando Assis dos Santos. Universidade Presbiteriana Mackenzie. i’) Eliane Soares de Lima. Psicoterapia: possibilidades de depreensão da imagem do sujeito discursivo. 447). g’) Camila dos Santos Ribeiro. Universidade de São Paulo. Mestrando em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. 436). . A semiótica na análise de poemas de Paulo Henriques Britto. Discurso e mídia: uma leitura discursiva da fórmula desenvolvimento sustentável. Universidade de São Paulo. 451). ano: 2009 (Doc. Mestrando em Educação. 619). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. ano: 2009 (Doc. 650). 444). ano: 2011 (Doc. O Conceito de Língua/Linguagem em 1984 de Orwell. f’) Dayane Celestino de Almeida. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. j’) Bibiana Stohler Sabença de Almeida. ano: 2011 (Doc. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. Universidade de São Paulo. sujeitos polifônicos: o trabalho docente numa perspectiva bakhtiniana. 2012 (Doc. Universidade de São Paulo. Mestrando em Semiótica e Linguística Geral. A argumentação no discurso intermidiático da publicidade: um estudo da retórica. 439). Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. ano: 2009 (Doc. 453). 2010. ano: 2011 (Doc. Entre enunciador e enunciatário: um estudo do estado de alma da compaixão.

ano: 2005 (Doc. Universidade Estadual de Campinas. O narratário no espelho. Ritos genéticos no mercado editorial. De Liter. FFLCH. ano: 2005 (Doc. Doutorando em Filologia e Língua Portuguesa.2 Doutorado a) Renata Ciampone Mancini. 411). Mestrando em Ciências da Comunicação. 403). Universidade de São Paulo. 405).8. Retórica e Semiótica: uso de figuras da argumentação em textos de avaliação escolar. ano: 2005 (Doc. ano: 2003. Universidade de São Paulo. Doutorando em Linguística e Semiótica. 2012 (Suplente . Glossemática em Hjelmslev e na música. ano: 2005 (Doc. g) Vanda Bartalini Baruffaldi. 3.Doc. 397). Doutorando em Semiótica e Linguística Geral. Doutorando em Linguística. ano: 2008 (Doc. . Doutorando em Linguística e Semiótica. 422). 428). Autoria e práticas de textualização. Doutorando em Linguística. ano: 2005 (Doc. 115 o’) Cinira Baader. ano: 2007 (Doc. 410) f) Márcia Regina Pereira Curado Mariano. EATERTAINMENT: ALIMENTAÇÃO OU DIVERSÃO: A divertida expressividade das marcas no contexto contemporâneo da Publicidade de Alimentos Infantis. c) Eduardo Calbucci. Universidade de São Paulo. 656). A retórica da carta bíblica de Tiago. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. ano: 2004. de Língua Portuguesa). i) Elisabetta Santoro. A influência da pregação de TV na mobilidade religiosa no Brasil: estudo semiótico dos discursos televisivos das Igrejas Católica e Universal do Reino de Deus. Doutorando em Linguística e Semiótica. d) José Roberto do Carmo Júnior. 621). Dialogismo e riso grotesco em filme e romance. Literatura e Semiótica no ensino universitário do italiano como língua estrangeira. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. Doutorando em Semiótica e Linguística Geral. h) Luciana Salazar Salgado. Doutorando em Letras (Est. j) José Carlos Jadon. Universidade de São Paulo. Tensividade e semiótica. Universidade de São Paulo. (Doc. 408). b) Mônica Éboli de Nigris. e) Heitor Bittencourt Filho. Enunciação em Machado de Assis. Comp. (Doc.2. Doutorando em Linguística. 421). ano: 2007 (Doc.

n) Edith Lopes Modesto dos Santos. ano: 2010 (Doc. 448). 435). 433). Universidade de São Paulo. ano: 2009 (Doc. . Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. Doutorando em Semiótica e Linguística Geral. Universidade Estadual de Londrina. Doutorando em Letras. As paixões da rejeição e da aceitação no discurso da intolerância em relação ao tema da homossexualidade. o) Odair Moreira da Silva. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. 450). Doutorando em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem. Doutorando em Semiótica e Linguística Geral. Doutorando em Linguística. Universidade de São Paulo. ano: 2009 (Doc. 446). Semiótica da filme: imagem. 116 k) Ana Raquel Motta de Souza. Doutorando em Comunicação e tica e Arte. 441). Modos de argumentar em revistas impressas no mundo dos negócios. Questões de estilo e de gênero do discurso memorialista. l) Anderson Salvaterra Magalhães. Palavras e imagens da terra sem males: representações sobre o mito de origem Guarani Nhandeva. Discurso de divulgação religiosa: a perspectiva semiótica e retórica. ano: 2009 (Doc. ano: 2010 (Doc. Doutorando em Letras. r) Cleonice Men da Silva Ramos. Universidade Estadual de Campinas. Doutorando em Semiótica e Linguística Geral. Samuel Becket: do figurativo ao figural. 449). p) Luciana Maria Crestani. 443). ano: 2010 (Doc. ano: 2009 (Doc. Universidade Presbiteriana Mackenzie. Heterogeneidade e aforização nos Racionais MCs. m) Mariana Luz Pessoa de Barros. A oralidade como marca enunciativa em textos jornalísticos: o caso do Jornal On-Line. Doutorando em Semiótica e Linguística Geral. u) Sueli Maria Ramos da Silva. Universidade de São Paulo. 440). ano: 2009 (Doc. Universidade de São Paulo. Doutorando em Filologia e Língua Portuguesa. montagem e gênero. s) Beatriz Gaydeczka. Memória e linguagem: um estudo do contrato de veridicção e da construção dos gêneros autobiográficos. t) Francisco Elias Merçon. ano: 2010 (Doc. Universidade de São Paulo. ano: 2009 (Doc. ano: 2008 (Doc. Uma perspectiva dialógica dos processos de subjetivação em reportagens premiadas: a questão da Ética. q) Sheilla Patrícia Dias de Souza. 445). 437). Doutorando em Semiótica e Linguística Geral.

3.3 Participação em bancas de comissões julgadoras 3. 262).2 I Encontro para Integração dos Novos Docentes da Universidade de São Paulo. 2003. (Participações em eventos/Outra – Doc. (Participações em eventos/Outra – Doc. 260). 2011 (Doc. 3. Universidade Federal de São Paulo – campus Guarulhos (Doc.8. 2009.1 Professor titular a) Membro da Comissão Julgadora do concurso para provimento do cargo de Professor Doutor do Departamento de Linguística. 2003. 3. Animadora.9. Área de Teoria e Análise Semiótica do Texto.1 11º Simpósio de Iniciação Científica da USP .4 IX Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. 2003. (Participações em eventos/Simpósio – Docs. 2003.9.SIICUSP. 658).9. (Participações em eventos/Encontro – Doc.9.2 Concurso público a) Membro da Banca Examinadora do Concurso de Professor Adjunto do Departamento de Linguística. 2006. Comentadora. 3. Entre compaixão e piedade: modulações tensivas. Semiótica e ensino: ajustamentos sensíveis em ambiente digital. Universidade de São Paulo. 3.6 12o. 256 e 257). 261). 373). Universidade de São Paulo. 251).3 IX Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. Doutorando em Semiótica e Linguística Geral.8. Universidade de São Paulo. . (Participações em eventos/Simpósio – Doc. w) Eliane Soares de Lima. Semiótica e Análise do Discurso.5 Curso de Pós-Graduação: Tópicos de Semiótica Tensiva.8. (Participações em eventos/Outra – Doc.9. 3. Doutorando em Semiótica e Linguística Geral.3.12o. 620). SIICUSP. 117 v) Daniervelin Renata Marques Pereira.9 Participação em eventos científicos 3. 2003. ano: 2011 (Doc. SIICUSP: 12 Simpósio Internacional de IC da USP.9. 3. 2004. 3. 454). 3.

9 IV MiniEnapol de Semiótica.usp.9. Coordenação e debate das Palestras "Questões Teóricas". 2007.VI MiniEnapol de Semiótica. 3.9. (Participações em eventos/Congresso – Doc.Temas de semiótica e linguística. 305).16 VI MiniEnapol de Semiótica.9. SIICUSP . 284).9. 3. 269). 280).Encontro dos alunos de pós-graduação em Linguística da USP.7 X Colóquio do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. 2005. 657). 473).12 IX ENAPOL . (Participações em eventos/Encontro – Doc. 2005. SIICUSP .9. SIICUSP.9.11 IX Jornada do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. (Participações em eventos/Encontro – Doc.9. 293). 3. SIICUSP . 2006.15 X ENAPOL .Encontro dos alunos de pós-graduação em Linguística da USP. 2007. 2007. (Participações em eventos/Seminário – Doc.9. (Participações em eventos/Outra – Doc.9. 3.Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP.108 - Modalidades.Encontro dos alunos de pós-graduação em Linguística da USP. (Participações em eventos/Congresso – Doc. 298). Interação e Variação. 3. (Participações em eventos/Outra – Doc. 3. 299). (Participações em eventos/Simpósio – Doc. 2004. 3.14o. Comentadora. 2006. 3. 274). 474). (Participações em eventos/Simpósio – Doc. (Participações em eventos/Congresso – Doc.10 13o. 296). 2006.Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP. . Debatedora da Mesa: Audiovisual. 3.9. (Participações em eventos/Congresso – Doc. (Participações em eventos/Congresso – Doc.br/dl/semiotica/. 3. 3. 2007.Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP. 118 3.13 VI Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação.fflch.8 VIII ENAPOL .9.20 Encontro de Educadores 'Ensinar aprendendo'.9.9.17 II Seminário de Semiótica da USP.9. 287). 2005. 3. (Participações em eventos/Seminário – Doc. 657).21 VI Seminário de Estudos Linguísticos do Programa de Pós-Graduação. http://www.Encontro de Pós-Graduandos da Universidade de São Paulo. 289).9.19 II EPOG . 2007. Mesa 16 . 2007. (Participações em eventos/Congresso – Doc. (Participações em eventos/Simpósio – Doc. 3.14 14o.18 15o. 2005. 3. 2008.

10 Orientações 3. 324). 306).1 Dissertação de mestrado a) Marcos Rogério Martins Costa. 325).9. I Seminário de Linguística. (Participações em eventos/Congresso – Doc. (Participações em eventos/Encontro – Doc.28 IV EPOG: Encontro de Pós-Graduandos da FFLCH-USP. (Participações em eventos/Outra – Doc.9.Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP.10.9. 2008. 2009. 3. 2010. 2009. 3. 119 3. Semiótica e Análise da Literatura. (Participações em eventos/Simpósio – Doc. (Participações em eventos/Encontro – Doc.22 I Simpósio de Poesia Contemporânea.Encontro de Pós-Graduandos da Faculdade de Filosofia.9. 311). 2008. leitura. Semiótica.9. 3.29 V EPOG .24 Jornada Merleau-Ponty e o Grande Racionalismo. história e filosofia.10. Semiótica e polifonia: um estudo sobre a obra romanesca de Fiódor Dostoiévski.25 XII ENAPOL (Encontro dos Alunos de Pós-graduação em Linguística da Universidade de São Paulo): Linguística Contemporânea: Desafios e Tendências. . 3.23 XXIII Encontro Nacional da Anpoll.9. 2009. SIICUSP . filosofia e literatura.27 17o. 2011. 2009. 3. Sons e tons: música. Vozes Femininas.9. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.1. 317). Psicanálise.9.9. (Participações em eventos/Outra – Doc. GT Semiótica.26 VIII mini-ENAPOL de Semiótica. 2008. (Participações em eventos/Encontro – Doc. 494). Letras e Ciências Humanas. 493).1 Orientações e supervisões em andamento 3. 3. 316). 3. (Participações em eventos/Congresso – Doc. 3. Início: 2013. 499). Debatedora da Mesa Redonda: Desenvolvimentos atuais em Semiótica. (Orientador). Dissertação (Mestrado em Linguística) - Universidade de São Paulo. 3. retórica. (Participações em eventos/Simpósio – Doc.30 Ciclo de conferências Fenomenologia e linguagem: uma abordagem genética.

Banca examinadora: Campos. (Orientador). Universidade de São Paulo.Universidade de São Paulo. Iniciação científica (Graduando em Letras) .Universidade de São Paulo.. 2007. Oliveira. O discurso de divulgação religiosa materializado por meio de diferentes gêneros: dois ethé. Universidade de São Paulo. c) Camila dos Santos Ribeiro. d) Julia Lourenço Costa.Universidade de São Paulo. (Orientador).". Início: 2012. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.10. Norma Discini de (Presidente). Mestrado em Semiótica e Linguística Geral.10.2. Éthos da Revista Exame e labirintos de gêneros constituintes. b) Eliane Soares de Lima. Início: 2013. Figuras da sustentabilidade: movimentos de expansão e condensação semiótica. Início: 2010. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. 2006. duas construções do Céu e da Terra.Universidade de São Paulo. um diálogo e a semiótica.2 Teses de doutorado a) Daniervelin Renata M. 120 3.. Início: 2012. Norma Discini de (Presidente). Do conto à TV: uma análise semiótica da gradação de presença autoral em "A Vida Como Ela É. Zilberberguiando o estilo: por uma estilística tensiva.Universidade de São Paulo. Fiorin. Lúcia Teixeira de Siqueira e (Doc. b) Tarcísio Antonio Dias. Tese (Doutorado em Linguística) . b) Sueli Maria Ramos da Silva. 660). 3.Universidade de São Paulo. Iniciação científica (Graduando em Letras) . Tese (Doutorado em Linguística) .10. de Nelson Rodrigues. Entre compaixão e piedade: modulações tensivas.2 Orientações e supervisões concluídas 3.3 Iniciação científica a) Lucas Bento Pugliesi. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Tese (Doutorado em Linguística) . 620). Início: 2013.1 Dissertação de mestrado a) Cleonice Men da Silva Ramos. (Orientador – Doc. Lúcia Teixeira de Siqueira e (Doc. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. Pereira. Diana Luz Pessoa de.10.1. Barros. (Orientador). Início: 2010. Semiótica e ensino: ajustamentos sensíveis em gêneros digitais. Banca examinadora: Campos. . (Orientador – Doc. Tese (Doutorado em Linguística) . 358). José Luiz. Oliveira. 3.1. (Orientador). 454). Mário de Andrade e Dostoiévski.

2008. Banca examinadora: Campos. 2007. Ivã Carlos (Doc. Lopes. Norma Discini de (Presidente).Universidade de São Paulo. Renata Maria Facuri Coelho. Banca examinadora: . Banca examinadora: Campos. Fiorin. Norma Discini de (Presidente). a relação éthos/páthos no discurso. Maria de Lourdes Ortiz Gandini. Título: Os diários de Langsdorff: o éthos do cientista viajante. Norma Discini de (Presidente). Banca examinadora: Campos. Universidade de São Paulo. Dissertação (Mestrado em Linguística) . Psicoterapia: possibilidades de depreensão da imagem do sujeito discursivo. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. g) Rita Antonia de Cássia Nespoli Ramos. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. 2013. Universidade de São Paulo. José Luiz. 2007. Maria de Lourdes Ortiz Gandini. Banca examinadora: Campos. f) Margarete Aparecida Ticianel. 369). As relações entre éthos e páthos em redações de vestibulandos. j) Julia Lourenço Costa. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. Baldan. Luiz Augusto de Moraes (Doc. Universidade de São Paulo. Banca examinadora: Campos. Possenti. Ivã Carlos (Doc. h) Eliane Soares de Lima. 357). Kati Eliana. 2010. Ivã Carlos (Doc. 2010. 2007. Tatit. 353). Norma Discini de (Presidente). 383). Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. Cortina. 354). 364). Lopes. Lopes. Norma Discini de (Presidente). Entre enunciador e enunciatário: um estudo do estado de alma da compaixão. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. e) Luciana Arruda Migliaccio. i) Luciana Soman Moraes. Lineide do Lago Salvador. Paulo' e a revista 'Veja' após o Ato Institucional no. Diferentes imagens de enunciatário em anúncios de lingerie. Universidade de São Paulo. Norma Discini de (Presidente). Marchezan. 650). Arnaldo (Doc. Baldan. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. Tatit. Caetano. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. 5: análise semiótica do discurso jornalístico de resistência. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. Banca examinadora: Campos. 121 c) Leandro de Oliveira Neris. Mosca. Norma Discini de (Presidente). Cortina. 2009. Luiz Augusto de Moraes (Doc. Banca examinadora: Campos. A fórmula "desenvolvimento sustentável" na perspectiva semiótica. d) Rodrigo Luvizotto. Arnaldo. Sírio (Doc. Leituras escolares de um texto literário. Mestrado em Semiótica e Linguística Geral. O jornal 'O Estado de S.

Universidade de São Paulo. 619). 2011. Norma Discini de (Presidente). 661). Banca examinadora: Campos.2 Tese de doutorado a) Mariana Luz Pessoa de Barros. Ivã Carlos. O discurso da memória. Jean Cristtus. 3. Maria de Lourdes Ortiz Gandini. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. 385). Banca examinadora: Campos. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Blikstein. Cortina. Luiz Augusto de Moraes (Doc.Universidade de São Paulo. Waldir. Harkot-de-la-Taille. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. Lopes. Arnaldo. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. b) Odair José Moreira da Silva. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Cortina. Norma Discini de (Presidente). Loredana. Discurso da divulgação religiosa: semiótica e retórica. Beividas. Norma Discini de (Presidente). . Tatit. Elizabeth (Doc. Salgado. 3. Limoli. c) Beatriz Gaydeczka. Harkot-de-la-Taille. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. O suplício na espera dilatada: a construção do gênero suspense no cinema. Roberto Franco (Doc. José Luiz.3 Supervisão de pós-doutorado a) Luciana Salazar Salgado. Questões de estilo e de gênero: um estudo sobre os enunciados memorialistas da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. Adail Ubirajara. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. Universidade de São Paulo. Baldan. Doutorado em Semiótica e Linguística Geral. 2012. Arnaldo. Fiorin. Norma Discini de (Presidente). Portela. Sírio (Doc. Universidade de São Paulo.10. Izidoro (Doc. Formação de leitores e de leituras. Banca examinadora: Campos. Universidade de São Paulo. 387). Oliveira. Possenti. Sobral. Moreira. Entre o sensível e o inteligível. José Luiz. Norma Discini de (Presidente). d) Sueli Maria Ramos da Silva. Banca examinadora: Campos. 122 Campos. Supervisão de Pós-doutorado . Lúcia Teixeira Siqueira e. 2009. 2012. Fiorin. 617).10.2. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Doc. 392). Elizabeth. Luciana Salazar. 2011.

Iniciação científica. 2010. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Doc. Universidade de São Paulo. Lendas e mitos indígenas: interdiscursividade e intertextualidade. Graduação em Letras. Graduação em Letras. Iniciação científica. Graduação em Letras. 2007. 2012. 2006. Intertextualidade e Polifonia: O percurso semiótico do homem comum em Dostoiévski. 2003.4 Iniciação científica a) Cláudia Roberta de Oliveira Silva. e) Luiz Coppi. 2013. Iniciação científica. 662).10. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Doc. 659). Graduação em Letras. A construção do riso no jornalismo besteirol. Iniciação científica. Graduação em Letras. Graduação em Letras. Universidade de São Paulo (Doc. 659). 2009. Graduação em Letras. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Doc. h) Daniel Abrão de Oliveira Silva. 662). 662). Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Doc. Graduação em Letras. Crime e Castigo. 2009. Graduação . g) Rafael Falcón. Universidade de São Paulo. 2004. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Doc. Universidade de São Paulo (Doc. Iniciação científica. Discurso de autoajuda na obra de Paulo Coelho. Iniciação científica. c) Lílian Gobby Amstalden. 662). d) Danilo Serpa. Universidade de São Paulo (Doc. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Doc. j) Lara Maria Arrigoni Manesco. 2013. O éthos das catilinárias. Iniciação científica. Romance e Cinema: Possibilidade de Análise Semiótica. f) Aline Denise Argentina. de Dostoiévski. Iniciação científica. Manipulação e gênero. Graduação em Letras. Graduação em Letras. Universidade de São Paulo. Chihiro – a heroína mítica sob o olhar da semiótica. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Doc. 123 3. Iniciação científica. Universidade de São Paulo. 662). 662). Universidade de São Paulo. k) Marcos Rogério Martins Costa. b) Rodrigo Sant´Ana Brucoli. Título: Mecanismos de construção da polifonia na obra “O jogador”. 662). i) Jéssica Zaiba Curuchi. 662). Universidade de São Paulo. Iniciação científica. de Fiódor Dostoiévski: uma análise semiótica do conceito bakhtiniano de polifonia. 2009. Novela e estilo autoral: uma perspectiva semiótica. Iniciação científica. Universidade de São Paulo.

3. Auxílio Projeto Individual de Pesquisa – APQ.12. Processo: 305191/2008-0. Disponível em: <http://www. Projeto: Para uma estilística discursiva. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Doc.12. .html>. 124 em Letras. 2013. intitulado "Semiótica: modelos teóricos e descritivos". 622).11 Bolsas e auxílios 3.br/cps/pt-br/apresentacao/quatro.jsp?grupo=00678014PW60AH>.1 Membro da Direção do Centro de Pesquisas Sociossemióticas da PUC-SP. 2013.2 Membro do Comitê Científico do Grupo de Estudos Semióticos da USP (Gesusp). 3.12 Participação em grupos de trabalho e de pesquisa 3.pucsp. Disponível em: <http://dgp.1 CNPq – Bolsas no País/ Produtividade em Pesquisa – PQ – 2008.br/buscaoperacional/detalhegrupo.11. Universidade de São Paulo. cnpq. 3. Acesso em: 06 de mar. Acesso em: 06 de mar.

tal como sustentado na figura do sujeito que. o que permite apontar para algumas percepções a respeito do ato. o agora estampado na capa com o registro do ano em que o texto vem a público. como quer o poeta. Fazer um memorial é olhar para a construção que cresceu no corpo-a-corpo com o operário. 125 Palavras finais Para que fosse possível enxergar cada coisa em seu tempo. a partir de determinado ponto no passado. . de modo a depararmo-nos com o corpo transformado do trabalhador em ato. ajudou a fazer: Banco. janela/ Casa. conforme um todo acabado que. parede. Fazer um memorial é cumprir-se no instante solitário do olhar que se lança não só para a trajetória de uma vida acadêmica. uma casa vazia. enxerga. embora a percepção acuse que de tudo resta uma casa inacabada. Fazer um memorial é olhar para a própria mão. agora que ele se encerra. o que essa mão construiu. com um gesto e outro. ao cortar o pão. caldeirão/ Vidro. que é alguém que. foi desacelerado o olhar e atenuada a impaciência demonstrada no início da elaboração deste texto. nação! Fazer um memorial é trazer à luz o princípio que define o labor da docência e da pesquisa. ou. encerra-se em outro ponto: a data cunhada como o agora do ato de narrar as memórias. enquanto se recupera. de repente. de um modo ou de outro. Tal como o Operário em Construção. passo a passo. à mesa. na sua faina diária: Cresceu em alto e profundo/ Em largo e no coração/ E como tudo que cresce/ Ele não cresceu em vão. por procurar bem exercer a profissão. o humilde operário descobre-se. passa a enxergar o fato extraordinário: Mas ele desconhecia Esse fato extraordinário: Que o operário faz a coisa E a coisa faz o operário. de Vinicius de Moraes. cidade. no poema de Vinicius.