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A Interpretação Musical

1. Especialização radical dos papéis de compositor e intérprete
a. Vantagens e desvantagens?
i. Proximidade da ideia do compositor
b. Colaboração entre compositor e intérprete nos dias de
hoje. Vocês, como intérpretes ou compositores, qual o
valor dessa troca? Como iniciar um trabalho deste tipo?
Qual a importância do intérprete para a expansão do
repertório?
2. O respeito ao texto musical
a. Este distanciamento levou os compositores a serem mais
cuidadosos com suas indicações de dinâmica, fraseado,
agógica, articulação, etc... O intérprete deve seguir
rigorosamente todas as anotações encontradas na
partitura? Ou existe uma liberdade interpretativa? Qual o
limite desta liberdade? O intérprete deve sempre ser
guiado pelo texto musical? Ou ele é livre para definir qual
as ideias musicais mais adequadas para um determinado
trecho?
3. Qual a relação entre análise musical e interpretação?
a. A interpretação deve ser guiada por decisões analíticas?
Ou a prática interpretativa se define pela subjetividade,
pela liberdade de expressão, pela intuição? Ou seria pela
convenção?
b. Existe alguma explicação precisa por trás dessa
subjetividade ou destas ditas convenções interpretativas
(intuição)?
c. Existe certo e errado no campo da interpretação?
d. Qual o papel desempenhado pela expectativa do ouvinte?
O intérprete deve levá-la em consideração?
e. O problema de lidar com um número muito grande de
variáveis.
f. A dificuldade de medição
g. Um vocabulário subjetivo baseado em analogias e
metáforas que sugere, mas nunca define.
h. Interpretação da música contemporânea – Quais são as
convenções? Onde foi parar a intuição? O que fazer agora?
i. Interpretação da música popular
4. O método pedagógico de Walter Bianchi (classificação numérica)
a. Alguém já conhecia?
b. Quais as suas impressões?
c. Vocês o veem como um método mais preciso? Importante?
Necessário?
d. Apesar do uso de uma ferramenta um pouco mais precisa,
a maior parte das escolhas interpretativas ainda são

Direção i. Simples vs. harmônicas. Este deve realmente ser considerado um método? Ou uma metodologia. Uma melodia repetida um tom mais acima – mais forte f. À que nível de aluno o método se adequaria melhor? c. Você utilizaria este método com crianças? Para o ensino da interpretação? Esta não se tornaria uma prática demasiadamente mecânica? d. O método pode então ser considerado como mais preciso musicalmente? Ou apenas nos auxilia com gradações de crescendo e decrescendo? e. Caráter b. Melodias ascendente – crescendo ii. Relaçōes diretas i. Hierarquia d. A análise pode ser muito restritiva? c. 23). Ponto culminante ii. Impulso e repouso/tensão e relaxamento i. como proposto no título? 5. (articulação/agrupamento) e. O método restringe a riqueza interpretativa? b. Dissonância e consonância c. 7. Complexo h. go to the beat. Go to the beat. retórica. 19) Correta execução (p. etc. aleatórias ou baseadas em convenções/clichés.Existe o certo e o errado no campo da interpretação? . O método como ferramenta pedagógica a. Você acredita que o método resolveria o problema da falta de expressividade em um aluno de nível médio ou avançado? 6. não só interpretativas. mas também formais. Conceitos para discussão a. Existe então a necessidade do uso de um vocabulário rico em analogias e metáforas (subjetivo) aliado ao conhecimento das normas e convenções de cada estilo. . O problema da originalidade Trechos A interpretação musical atua na zona híbrida do racional e do intuitivo (p. Expressividade a. .. Quão efetivo seria este método se utilizado como ferramenta pedagógica? b. Prática mecânica vs.. Conceito de variação g.

” (p. interessante. Na verdade. 46) – Quão positivo isso é? O conceito de direção não seria mais apropriado? “Você tem que saber como as regras de interpretação funcionam” (p. (p. “Devo conhecer as regras de análise para saber o que as obras tem de diferente” (p. 44) – Discutir a interpretação Bianchi – “Eu não sigo uma bibliografia muito grande. a minha metodologia é mais uma pesquisa sonora do que propriamente uma metodologia. 46) Independentemente da dinâmica indicada na partitura. 26) . 2 (p. 49) – Exatamente! Conhecer as convenções e demonstrar através da performance as “deformações” estilísticas.O segredo da boa interpretação é trabalhar bem a melodia – só a melodia??? Sempre a melodia??? Ex. 48) – Intuição/convenções! Devemos sempre segui-las? – Continuar lendo o parágrafo. 13 (p. Performance e interpretação musical (Sonia Albano de Lima) .Porque estas notas devem ser apoiadas? Ex. Bianchi realiza uma graduação sonora para cada nota.