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Resolução do Teste modelo Junho 2008 GRUPO 1 1.

As três proposições são falsas porque: não dando qualquer informação sobre as imagens dos termos intermédios. 1.2 por exemplo, a função exponencial é estritamente crescente e não tem zeros. 1.3 se
5 5

1.1 a taxa de variação media apenas compara os valores nos extremos do intervalo

w = z1 ⇔ w = z15 ⇔ w = cis ( 5α )

e o que é impossível.

w = z 2 ⇔ w = z 2 5 ⇔ w = cis ( 5α + 5π ) ⇔ w = −cis ( 5α )

2

P ( A) =

2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 × × × × × × × × × × × = 11 Opção A 2 2 2 2 2  2 2 2 2 2  2 2   2
faces  triangulares faces  quadrangulares

3

N = 9 × 8 × 1 = 72 Opção C
( 2x +1)
x

4

3⎞ 3⎞ ⎛ ⎛ lim ( 2x + 1) × ln ⎜ 1 − ⎟ = ( ∞ × 0 ) = lim ln ⎜ 1 − ⎟ x→+∞ x→+∞ ⎝ ⎝ x⎠ x⎠

( 2x +1)

⎡ 3⎞ ⎤ ⎛ = ln ⎢ lim ⎜ 1 − ⎟ ⎥ x⎠ ⎦ ⎢ x→+∞ ⎝ ⎥ ⎣
x

x→+∞

lim

=

ln e −3

(( ) ) = ln (e
2

−6

) = −6

Opção B

5

⎛ π⎞ z = 2cis ⎜ − ⎟ ⇔ z = −2i ⎝ 2⎠

z + z = −2i + 2i = 0 z − z = −2i − 2i = 4i z 2 = ( −2i) = −4
2

Opção A

iz = i ( −2i) = 2
6

g ( 3) = f ( 3) = 5

g′ ( 3) = f ′ ( 3) = −2

⎛ f ⎞′ f ′ ( 3) × g ( 3) − f ( 3) × g′ ( 3) −2 × 5 − 5 × ( −2 ) = =0 ⎜ g ⎟ ( 3) = ⎝ ⎠ 25 (g ( 3))2

Opção C

GRUPO 2 1 Se 1 + z1 + z 2 + z 3 + ............................................. + z 598 + z 599 = 
⎛ π⎞ soma   dos  600   primeiros  termos  ( 500 − 0 +1)   da   progressão  geométrica   em   que   u1 =1  e   r = cis ⎜ − ⎟ ⎝ 3⎠

⎛ ⎛ π⎞⎞ 1 − ⎜ cis ⎜ − ⎟ ⎟ ⎝ ⎝ 3⎠⎠ 1× ⎛ π⎞ 1 − cis ⎜ − ⎟ ⎝ 3⎠
z1 = z 2 = 4

600

=

1 − cis ( −200π ) 1−1 = =0 ⎛ π⎞ ⎛ π⎞ 1 − cis ⎜ − ⎟ 1 − cis ⎜ − ⎟ ⎝ 3⎠ ⎝ 3⎠

2

2.1. Ponto A tem coordenadas

(x0 , 2) ,

logo

x 0 2 + 2 2 = 4 e A 2 3, 2

(

)

e

⎛ π⎞ ⎛ π⎞ B 2 3, −2 . Então z1 = 2 3 + 2i = 4cis ⎜ ⎟ e z 2 = 2 3 − 2i = 4cis ⎜ − ⎟ ⎝ 6⎠ ⎝ 6⎠

(

)

2π π ⎛ π ⎞ = − ⎜ − ⎟ ⇔ n = 6 . Então 2.2. n 6 ⎝ 6⎠
⇔ w = 4096 cis ( π ) ⇔ w = −4096
2.3. −

6

⎛ ⎛ π⎞⎞ w = z1 ⇔ w = ⎜ 4cis ⎜ ⎟ ⎟ ⎝ 6⎠⎠ ⎝

6

π π ≤ arg ( z ) ≤   ∧  Re ( z ) ≤ 2 3 6 6

3. 3.1Como f é contínua em  o seu gráfico não admite assíntotas verticais. Como lim f ( x ) = 2 a recta y = 2 é assíntota horizontal quando x → −∞
x→−∞

Como lim f ( x ) = 2 e f é ímpar então lim f ( x ) = −2 e a recta y = −2 é assíntota
x→−∞ x→+∞

horizontal quando x → +∞ 3.2.1. Como f ′ ( x ) < 0 e f ( 0 ) = 0 então a função f é positiva em

−

e negativa em

+ .
Dg = {x ∈D f : f ( x ) > 0} =  −

3.2.2.

x→0 −

lim g ( x ) = lim− ⎡ ln ( f ( x )) ⎤ = ln ⎡ lim− f ( x ) ⎤ = ln 0 + = −∞ . Como g é a ⎣ ⎦ ⎢ ⎥ ⎣ x→0 ⎦ x→0

( )

composta de duas funções contínuas, a exponencial e a função f, é contínua. Então a única assíntota vertical ao gráfico de g é o eixo Ox.
x→−∞

lim g ( x ) = lim ⎡ ln ( f ( x )) ⎤ = ln ⎡ lim ( f ( x )) ⎤ = ln 2 . Como a função g não está ⎦ ⎣ x→−∞ ⎦ x→−∞ ⎣
f′ (x) . Como f ( x ) > 0 em  −  e  f ′ ( x ) < 0 em  então f (x)

definida em +∞ , a recta y = ln 2 é a única assíntota horizontal ao gráfico de g. 3.2.3. g′ ( x ) = ⎡ ln ( f ( x )) ⎤′ = ⎣ ⎦
g′ ( x ) < 0, ∀x ∈ −

e g é decrescente no seu domínio e o seu contradomínio é
x→−∞ x→0

]−∞, ln 2[ .

Como g é contínua no seu domínio e como lim g ( x ) × lim− g ( x ) < 0

então, pelo Teorema de Bolzano ∃c ∈ − : g ( c ) = 0 4.

h (x) − h (0) = lim 4.1. h′ ( 0 ) = lim x→0 x→0 x−0

sen ( 2x ) −0 sen ( 2x ) 2 = lim =1 2x→0 x 2x  
l .  notável

4.2. Para ser paralela à bissectriz dos quadrantes pares terá de ter m = −1 logo os pontos pedidos são aqueles cujas abcissas verificam a condição h′ ( x ) = −1 . Ora
h′ ( x ) = 2 cos ( 2x ) = cos ( 2x ) e então 2

cos ( 2x ) = −1 ⇔ 2x = −π + 2kπ ⇔ x = −

π + kπ, k ∈ 2

π ⎛ π ⎞ ⎛ π⎞ Se k = 0, x = −  e P ⎜ − , 0 ⎟ , pois h ⎜ − ⎟ = 0 ⎝ 2 ⎠ ⎝ 2⎠ 2 Se k = 1, x = π ⎛π ⎞ ⎛ π⎞  e Q ⎜ , 0 ⎟ , pois h ⎜ ⎟ = 0 ⎝2 ⎠ ⎝ 2⎠ 2

AC AB ⇔ AC = 2sen α ; cos α = ⇔ AB = 2 cos α BC BC O triangulo [ ABC ] é rectângulo em A pois está inscrito numa semicircunferência. Logo 2 × senα × 2 × cosα  A Δ [ ABC] = ⇔ A Δ [ ABC] = 2 × senα × cosα ⇔ A Δ [ ABC] = sen ( 2α ) 2 Seja P o pé da perpendicular baixada de A para [ BC ]  AOC = 2α (se a amplitude do ângulo inscrito no arco AC é α então a amplitude do ângulo ao centro correspondente ao mesmo arco é 2α .
4.3.1. sen α =

AP ⇔ AP = sen ( 2α ) OA 1 × sen ( 2α ) sen ( 2α ) OC × AP Como A Δ [OAC] = então A Δ [OAC] = ⇔ A Δ [OAC] = 2 2 2 sen ( 2α ) sen ( 2α ) Então A Δ [OAB] = A Δ [ ABC] − A Δ [ AOC] = sen ( 2α ) − = 2 2 sen ( 2α ) 1 π 4.3.2. 0 < α < ⇔ 0 < 2α < π . Então 0 < sen ( 2α ) ≤ 1 ⇔ 0 < ≤ . 2 2 2 1 π A área máxima, , atinge-se quando x = , pois 2 4 sen ( 2α ) 1 π ⎤ π⎡ = ⇔ sen ( 2α ) = 1 ⇔ α = + kπ, k ∈ ( em ⎥ 0, ⎢ a única solução é 2 2 4 ⎦ 2⎣ π x= ) 4 4.3.3. lim+ h ( α ) = 0 - quando α → 0 + , o ponto A aproxima-se de C e no caso limite sen ( 2α ) =
degenera no segmento [ BC ] , logo a área é zero
α→0

⎛ π⎞ lim − h ( α ) = 0 - quando α → ⎜ ⎟ , o ponto A aproxima-se de B e no caso limite ⎝ 2⎠ ⎛ π⎞ α→
degenera no segmento [ BC ] , logo a área é zero sen ( 2α ) π 1 4.3.4. h ( α ) < × π × 12 ⇔ − < 0 ⇔ 3sen ( 2α ) − π < 0 6 2 6 Problema: 3sen ( 2α ) − π < 0 Gráfico: Função: y = 3sen ( 2x ) − π
⎜ ⎟ ⎝ 2⎠

⎡ π⎤ Janela: ⎢ 0, ⎥ × [ −5,1] ⎣ 2⎦ Ferramenta: zeros e máximo Conclusão: Como pela observação do gráfico se verifica que ela não tem zeros ( o máximo é -0,14) pode-se concluir que qualquer que seja a amplitude do ângulo ABC a área do triangulo é sempre inferior à sexta parte da área do círculo.
5. lim
x→0

x f (x ) e
−3x

x × (−3) = lim −3x × x→0 e − 1  −1
lim notável

x→ 0

lim f ( x ) = f ( 0) , pois f é contínua

f ( x) lim x→0 −3    

= 1×

f (0) −3

=−

f (0) 3

−3 ≤ f (0) ≤ 2 ⇒ 0 ≤ f (0) ≤ 3 ⇔ 0 ≥ −
6. Sejam I e P os acontecimentos I : está infectado P : o teste dá positivo

f (0) 3

f (0) 3 ⇔ −1 ≤ − ≤0 −3 3

P → P(I ∩ P) = P(I) × P(P | I) = 0,05 × 0,99 = 0,0495 I

P → P I ∩ P = P(I) × P P | I = 0,05 × 0,01 = 0,0005  
falso negativo

(

)

( )

P → P I ∩ P = P I × P P | I = 0,95 × 0,02 = 0,019   
falsos positivos

( (

) ()

( )

I

P → P I ∩ P = P I × P P | I = 0,95 × 0,98 = 0,931
a) P(P) = 0,0495 + 0,019 = 0,0685 . O teste dá positivo em aproximadamente 6% dos casos. b) P(falhar) = 0,0005 + 0,019 = 0,0195. O teste falha em aproximadamente 2% dos casos

) () ( )

⎛ 1⎞ 7. Estamos perante uma distribuição binomial Bi ⎜ 4, ⎟ ⎝ 6⎠
25 ⎛ 1⎞ ⎛ 5⎞ 7.1. P ( X = 2 ) = 4 C2 ⎜ ⎟ × ⎜ ⎟ = ⎝ 6⎠ ⎝ 6⎠ 216 625 671 ⎛ 1⎞ ⎛ 5⎞ = 7.2. P ( X > 1) = 1 − P ( X = 0 ) = 1 − 4 C0 ⎜ ⎟ × ⎜ ⎟ = 1 − ⎝ 6⎠ ⎝ 6⎠ 1296 1296
0 4 2 2

1 2 1 5 5 =  e σ = 4 × × = 6 3 6 6 3 7.4. A tabela de distribuição de probabilidade da variável Y: valor saído num lançamento 1 2 xi 1 1 P (X = x i ) 2 3
7.3. Como é binomial µ = 4 × O valor médio desta distribuição é µ = 1×

3 1 6

1 1 1 5 + 2 × + 3 × = . Ao fim de 106 2 3 6 3 5 tiragens o valor esperado para a soma será 10 6 × ≈ 1 666 667 . 3

)) ( ) Como P ( A ∪ B) − P ( A ∩ B) = P ( A ∩ B) + P ( A ∩ B) vem que
8. P A ∪ B = 0, 7 ⇔ P A ∪ B = 0, 3 ⇔ P A ∩ B = 0, 3 .

(

)

((

0, 7 − P ( A ∩ B) = 0, 2 + 0, 3 ⇔ P ( A ∩ B) = 0, 2

Como P ( A ) = P A ∩ B + P ( A ∩ B) vem que P ( A ) = 0, 3 + 0, 2 = 0, 5

(

)

Como P ( B) = P A ∩ B + P ( A ∩ B) vem que P ( B) = 0, 2 + 0, 2 = 0, 4

Então P ( A ) × P ( B) = 0, 5 × 0, 4 = 0, 2 = P ( A ∩ B) e os acontecimentos A e B são independentes. 8. Como na fotografia tem de ficar sempre uma rapariga, teremos de ao numero total de subconjuntos de três jovens escolhidos entre os quinze ( 15 C 3 ) retirar os grupos formados por três dos 6 rapazes ( 6 C 3 )- Assim 15 C 3 − 6 C 3 representa o numero de subconjuntos de três jovens que tem pelo menos uma rapariga. Depois de escolhido o grupo de jovens para cada uma das fotografias estes ainda podem formar P3 = 3! = 6 sequências diferentes no banco.

(

)