Resumo – Micologia – P1

Fungos x Meio Ambiente
1) SAPRÓBIOS: contribuem para reciclagem da matéria orgânica, ou seja, permitem que os
nutrientes que resultam da decomposição do substrato voltem a estar disponíveis para
o meio; água, solo, vegetais em decomposição, flora normal.
2) SIMBIÓTICOS: benefício mútuo. Ex: micorrizas e líquens.
3) PARASITAS: ocasionam micoses em seres humanos, animais, vegetais.

Fungos x Doenças
1) Alergia: Não propriamente ao fungo, mas a qualquer componente ou produto do
metabolismo do mesmo.

2) Micetismo: envenenamento por ingestão de cogumelos;
Amanita phalloides (chapéu da morte);
Amanita muscaria (produz efeitos semelhantes ao LSD -> Danos ao SNC).

3) Micotoxicose: Intoxicação causada por ingestão de alimentos contaminados com
micotoxinas - doenças veiculadas por alimentos (DVA).

*micotoxinas: metabólitos secundários produzidos por fungos que causam efeitos
tóxicos. Algumas micotoxinas podem ser hepatocarcinogênicas, teratogênicas e
mutagênicas. Aspergillus, Penicillium e Fusarium.

4) Micoses: infecções causadas por fungos.

Micoses
Inalamos fungos constantemente, contudo a infecção não ocorre porque somos
imunocompetentes. Pessoas imunocomprometidas têm mais chances de seres
afetadas. Além disso, a proteção mais eficaz dos mamíferos (incluindo os seres
humanos) contra os fungos é a temperatura corporal (~37°C). Apenas os fungos
termotolerantes conseguem se desenvolver e crescer nessa faixa de temperatura.

Outro fator que facilita a infecção por fungos é a antibiótico terapia prolongada, a qual
causa diminuição da população de bactérias presentes na microbiota, aumentando,
assim, a população de fungos. Ocorre um desequilíbrio na competição fungos x
bactérias.

Tipos de micose:

1) Micose superficial: A penetração do fungo se dá por contato direto originando,
posteriormente, uma lesão superficial. Tais fungos alimentam-se de lipídeos existentes
na pele e cabelos e geralmente são comensais e dificilmente causam complicações
maiores. Isto é, não se aprofundam no organismo, apenas se aproveitam dos nutrientes.
Colonizam a camada externa morta da pele e dos cabelos.
Trichosporon, Exophiala, Malassezia, Piedraia.

2) Micose cutânea: A infecção se dá através do contato com indivíduos, animais ou solo
contaminados. Tais fungos produzem queratinases, destruindo a barreira de queratina

Geofilicos: transmissão meia ambiente-homem. 4) Micose sistêmica: Acomete órgãos internos e a penetração se dá por inalação principalmente. assim. Histoplasma. Phialophora. Candida. O gráfico ao Benefício abaixo relaciona a resposta do hospedeiro com o Dano/Benefício causado pelo fungo. Mucor. Pseudallescheria. Produzem enzimas extracelulares. Aspergillus. A partir do pulmão. A área atingida por tal afecção é a camada córnea da pele. 5) Oportunistas: Está relacionado principalmente a indivíduos imunocomprometidos. músculos e tecido conjuntivo. facilitando a absorção das mesmas pelo microrganismo. Xylohypha. Paracoccidioides. Zoofilicos: transmissão animais-homem. Afetam principalmente os ossos. 3) Micose subcutânea: A via de penetração é um micro traumatismo. principalmente pulmonar. sistema linfático e circulatório. o fungo alcança a corrente sanguínea/ linfática. Epidermophyton. Blastomyces. as quais degradam grandes moléculas. Trichosporon. além de uma maquinaria metabólica necessária para converter . Os fungos possuem um mecanismo de uptake necessário para transportar pequenas moléculas para a célula. A resposta inflamatória se dá por granulomas. unha e cabelos. os sintomas inflamatórios. consequentemente. Coccidioides. A infecção ocorre devido a falha no sistema imune e pode se enquadrar em qualquer um dos tipos enumerados acima. Sporothrix. No zoofilico e geofilico os fungos são mais estranhos ao homem. Rhizopus. uma lesão e/ou vermelhidão radial. Afetam qualquer tecido. geralmente. Exophiala. como as depolimerases. dos sintomas dependem da resposta imune do hospedeiro. Fraca Forte Resposta do Hospedeiro Fisiologia e Metabolismo dos Fungos i. Colonizam porções queratinizadas de pele. necessitam de compostos pré- formados como fonte de energia. para alimentar-se. Fonsecaea. aumentando. portanto. espalhando-se pelo organismo. Microsporum. Nutrição: são microrganismos heterótrofos e. Wangiella. No local de contato aparece. Dano Limiar da doença O desenvolvimento da doença e. Cladosporium. Antropofilicos: transmissão homem-homem.

Ciclo de Krebs. hormônios e micotoxinas. Os meios de cultura podem ser adquiridos comercialmente ou feitos no próprio laboratório.Fosforilação Oxidativa. gerenciamento de estresse abiótico.Fermentação. -Potato dextrose agar. Metabolismo primário: . iii. . crescimento e desenvolvimento morfológico e reprodutivo do fungo.Pentoses Fosfato (PP). . Podem ser acrescidos ou não de ágar. ii. Alguns exemplos de meio de cultura: -Sabouraud dextrose agar. É fundamental que os meios sejam ricos em carbono e com pH controlados. -Malt extract.5.0 a 6. por volta de 6. -Czapek (Dox) agar. Esses metabólitos tendem a ser produzidos no fim da fase exponencial de crescimento de uma cultura ou quando o crescimento é limitado pelo substrato. Meios de Cultura Os fungos podem crescer tanto em meio líquido como sólido. Produzem -se a . . Metabolismo secundário: refere-se a reações metabólicas cujos produtos podem estar ou não diretamente envolvidos na obtenção de nutrientes. Ex: antibióticos. essas moléculas em energia celular em blocos construtores para o crescimento e desenvolvimento.

termofílicos (temp. Citologia Fúngica . moderada – 10-40°C). Vivem em meios aquáticos.Unicelulares (leveduras) ou pluricelulares (filamentosas).Giberelinas – hormônios de plantas. 3.termotolerantes (suportam temp. . . Fatores que influenciam o crescimento: 1. . 5.Pigmentos carotenóides -proteção celular contra peróxido de hidrogênio e superóxido. Poucos são basófilos.Penicilinas.Água: filmes de água são exigidos para difusão de enzimas e nutrientes. . mas ciclos de claro e escuro podem induzir a esporulação.anaeróbios obrigatórios (raros). ambientes úmidos ou ambientes relativamente secos. . . .Luminosidade: Muitos fungos não necessitam de luz. .Griseofulvina.Aeração: .Cefalosporinas.Concentração de íons H+: Os fungos alteram o pH do meio onde crescem.Produtores de esporos. . Habitat Os fungos crescem em todos os climas da Terra.Aflatoxinas – problemas hepáticos e câncer.Eucariotos. portanto sua produção tende a ser gênero-.psicrofílicos (temp. espécie- ou mesmo cepa-específica.microaerofílicos. . partir de metabólitos intermediários comuns. . A maioria desses microrganismos crescem em meio ligeiramente ácido. sendo acidófilos ou ácido-tolerantes. baixa . mas por vias enzimáticas especiais codificadas por genes específicos e. Alguns metabólitos secundários: . 4.Reino Fungi. .fermentadores.aeróbios. .Alcalóides do ergot – convulsões e gangrena/tratamentos de enxaqueca e no controle de hemorragias durante o parto.Temperatura: . . elevada – 12-52°C). .mesofílicos (temp. . . elevada – 40-50°C).4-16°C). 2.Ciclosporina A – imunodepressor utilizado após transplante de órgãos.

O mecanismo se dá pela inibição da 14-α-demetilase. As beta- glucanas estão associadas à infecção fúngica. lipídios e outras moléculas orgânicas. envolvida com modulação da resposta imune. Não ocorre reserva de amido. glicoproteínas e beta-glucanas. .Componentes celulares: Os fungos possuem as mesmas organelas que as demais células animais com exceção de alguns componentes facultativos e especiais.Núcleo: apresentam menor núcleo e menor quantidade de DNA comparado a célula animal. a rigidez e a integridade estrutural da célula. desde diferenças estruturais entre as diferentes espécies. Componentes Especiais: . Também bloqueia o ingresso de moléculas tóxicas e protege contra injúrias mecânicas.Vacúolo: reserva de material energético como dissacarídeos. causando depleção do ergosterol da membrana celular e. Ocorre grande variação na composição química das células fúngicas. além de conferir rigidez à mesma. . . constituição da membrana e crescimento celular. reservado em um plasmídeo. Ocorre o acúmulo de pequenas vesículas ligadas à membrana. consequente alteração na permeabilidade da membrana e inibição do crescimento fúngico. ergosterol e glicoproteínas. bem como se autotransferir para outra célula. .Plasmídeo: a célula fúngica também possui material genético disperso no citoplasma. . penetração e proliferação na célula do hospedeiro). A maioria dos fungos possui a parede celular constituída de quitina.Complexo de Golgi.Mitocôndria: dependendo do gênero e espécie pode haver uma única mitocôndria grande ou múltiplas mitocôndrias. As glicoproteínas estão envolvidas nos processos de reconhecimento celular (adesão (adesinas). participam no metabolismo secundário. Modelo Mosaico fluido. Os componentes comuns são: . Alguns fungos aquáticos contém celulose na estrutura da parede celular. A quitina têm função estrutural e manutenção da integridade celular.Parede celular determina a forma. Alguns fungos podem ser multinucleados. como também dentro da mesma espécie. .Retículo Endoplasmático Liso e Rugoso.Ribossomos. . os quais podem se autoduplicar de modo independente dentro da célula. . Itraconazol. protegem contra temperaturas extremas. Alguns antifúngicos agem inibindo a síntese de ergosterol (derivados azólicos).Corpo apical (Spitzenkörper): Estrutura associada ao crescimento da extremidade da hifa. previnem a desidratação dos esporos. proteínas. Tais vesículas apresentam tamanhos variados e têm como conteúdo proteínas. . Ex: Cetoconazol.Membrana Citoplasmática: dupla camada de fosfolipídeos. polissacarídeos (glicogênio) e lipídeos (fonte de carbono). Portanto.

que são pequenas estruturas protéicas e esféricas que isolam lesões da célula filamentosa e preservam a integridade estrutural do micélio. Esses doliporos interconectam os compartimentos através do citoplasma e permitem a passagem de organelas. As hifas septadas podem apresentar poros simples. Na presença de septos as hifas são classificadas como septadas ou apocíticas. Morfologia Fúngica A maioria dos fungos têm como estrutura primária a forma filamentosa. incluíndo núcleos. aquecimento. o que permite a continuidade do citoplasma.Fungos filamentosos: as hifas desses fungos podem ser classificadas quanto a presença ou ausência de septo (projeções da parede celular que divide transversalmente a hifa). agentes antioxidantes e antifúngicos. isso confere uma textura mucóide a colônia. .Componentes Facultativos: .Cápsula. isto é. de paredes paralelas. Existem hifas especializadas que assumem diversas formas (espiral. é produzido por alguns fungos chamados demáceos. . A melanina pode ser granular ou fibrilar e se formar em vacúolos citoplasmáticos (melanossomos) e depois ser excretadas para parede celular. Esse pigmento confere proteção contra raios UV. habilidade que determinados fungos apresentam em mudar morfológica e fisiologicamente em resposta a mudanças ambientais (PARASITISMO). Nesses poros simples pode haver corpúsculos de Woronin.Pigmento Melanina. Também pode conter doliporo nos septos. É desconhecida a função biológica dessas estruturas. ramificado ou não. Há também outros pigmentos. os compartimentos não são completamente fechados. como os carotenóides. Eles fecham os poros entre as células. * HIFA: filamento tubular. que estão ligados a parede (secretados ou na forma de grânulos). candelabro etc) e auxiliam na identificação de diversas espécies fúngicas. é mucopolissacarídica (GlucuronoXiloManana = GXM). sendo alguns destes dimórficos. Geralmente são polifenólicos e conferem diferentes cores as culturas. Unidade estrutural dos fungos filamentosos. raquete. na ausência são classificadas como asseptadas ou cenociticas. . degradação enzimática. isto é.

ramificada ou não.O micélio (conjunto de hifas) pode se formar atráves de anastomose. (2) Micélio Reprodutivo ou Aéreo: sustentação da estrutura reprodutiva. . conhece-se somente a reprodução assexuada. ex: Scedosporium apiospermum. O dimorfismo tem significado importante para a termotolerância. a sua mudança de forma permite uma grande variação de temperatura. ou seja. Exemplo de alguns fungos dimórficos: Sporothrix schenckii. Não há absorção de nutrientes. .Dimorfismo: mudança morfológica induzida por alterações de temperatura. pH. (2) Micélio Reprodutivo ou Aéreo. *Rizóide: hifa especializada em forma de raiz comum em alguns zigomicetos. * Teleomorfo/perfeito: forma sexuada do fungo. o esporo desenvolve-se na superfície foliar. através dos quais retira o alimento de que necessita dos citoplasmas vegetais. Em outros. (1) Micélio Vegetativo ou Nutritivo: tem como função a fixação e nutrição. * Haustório: hifa especializada. sexuada e assexuada. que penetra e extrai compostos orgânicos das células vivas de outros organismos. ex: Pseudallescheria boydii. Por exemplo. * Anamorfo/imperfeito: forma assexuada do fungo. *Apressório: Estrutura especializada formada pelo inchaço da hifa utilizada para fixação do fungo a superfície da célula hospedeira. penetrando pelo estoma e formando haustórios. união ou fusão de hipas por pareamento. fatores nutricionais e condições de aeração. Penicillium marneffei e Fonsecaea pedrosoi. em fungos parasitas de plantas. Há dois tipos de micélio: (1) Micélio Vegetativo ou Nutritivo. Forma Filamentosa <<>> Forma Levedura Saprofítico <<>> Parasítico Reprodução Fúngica Alguns fungos apresentam duas formas de reprodução conhecidas.

-Esporos Assexuados A reprodução assexuada é realizada por todos os fungos. (ii) ARTROCONÍDIOS (Artrosporos): Formados por fragmentação das hifas. Classificação quanto a Conidiogênese: (i) Blástica: conídio é formado a partir de um pequeno ponto da célula conidiogênica. uma vez que os esporos dos fungos assexuados são bastante diferentes entre si e também porque existem pouquíssimos fungos cuja reprodução é sexuada. (1) Exógenos: Conídeos são propágulos fúngicos resultantes de mitose celular (sem variabilidade genética) produzidos por células conidiogênicas. os fungos realizam apenas reprodução assexuada.Os esporos podem ser classificados em ESPOROS EXÓGENOS e ENDÓGENOS. A. . *Conidióforo: estrutura que suporta uma ou mais células conidiogênicas. quando estão causando a micose. através dos esporos sexuais pode ser feita a classificação em assexuado ou sexuado. Enquanto os esporos assexuais determinam a identificação fúngica. Os blastoconídios podem permanecer ligados à célula-mãe formando cadeias (pseudo-hifas). Isto é. as estruturas envolvidas são haploides e a reprodução ocorre através de conídios. B. Geralmente. Cada fragmento se desenvolve em um novo indivíduo (células autônomas). (ii) Tálica: toda a célula conidiogênica é transformada em um ou mais conídios. de esporangiosporos (zigomicetos) ou pelo restabelecimento do micélio por um pedaço de hifa. os esporos sexuais identificam a classificação fúngica. Classificação quanto ao tipo de esporo: (i) BLASTOCONÍDIOS (blastosporos): derivam por gemulação ou brotamento da célula-mãe. A partir dessa primeira classificação pode-se identificar o tipo de fungo. Cada fungo apresenta um ou mais tipos de conídeos. Em geral. não havendo produção de recombinantes. ou ainda em ESPOROS ASSEXUADOS e SEXUADOS.

Classificação quanto ao tipo de corpo de frutificação: (i) Esporóforo Simples: Esporangióforos e conidióforos. com células conidiogênicas laterais e apicais. Classificação quanto ao tipo de conidióforo: (i) Cladospório: conidióforo semelhante a um ramo lateral de hifa. (ii) Microconídio: o conídio de menor tamanho formado por um fungo. (iv) Aspergilo: conidióforo se inicia de uma célula da hifa e termina numa vesícula. D. água. (iii) CLAMIDOCONÍDIOS (clamidosporos): Entumescimento do ápice da hifa. Presença de envoltório externo. E. . ACÉRVULOS: corpos de frutificação que apresentam estruturas achatadas em forma de pires. com células que dão origem a conídios que formam cadeias. PICNÍDIOS: corpos de frutificação cujo interior contém os conidióforos e seus conídios (picnidioconídios). (ii) Esporóforo Composto: Ex: Picnídios e acérvulos (alguns fungos). São estruturas globosas e ostioladas (pequena abertura). de onde saem as fiálides. C. (2) Endógenos: Esporangiosporo (células esporogênicas). (ii) Rinocladiela: conidióforo semelhante a um ramo lateral de hifa. que formam cadeias. curtas ou longas. como escassez de nutrientes. temperatura elevada. que dão origem aos conídios. Estão associadas a resistência de condições ambientais adversas. (iii) Acremônio: conidióforo afilado para o ápice. de onde surgem conídios que ficam aglomerados por uma substância glutinosa. Classificação quanto ao tipo de conídeos: (i) Macroconídio: o conídio de maior tamanho formado por um fungo. Célula arredondada de volume aumentado com duplas paredes espessas.

porém. (ii) Classificação Ascomycota. as quais possuem forma de saco. Esse é o principal critério taxonômico na classificação dos fungos. . Os fungos sexuados podem ser classificados em: (i) Fungos homotálicos: não possuem tipos sexuais distintos  autofecundação. Nesses esporos sexuados.Esporos do tipo ZIGOSPOROS. por exemplo. o núcleo haplóide de uma célula doadora funde-se com o núcleo haplóide de uma célula receptora. Ou seja. + ou -.Esporos do tipo ASCÓSPOROS se formam no interior de estruturas chamadas ASCOS. acredita-se que.Esporos Sexuados (Olhar os esquemas de reprodução de cada filo abaixo nos slides) Esse tipo de reprodução não é conhecida em todos os fungos. Esse filo reproduz-se tanto sexuada (ocorrência de órgãos sexuais especializados. (1) Endógenos: (i) Classificação Zygomycota. todos os fungos a realizem. Localizam-se no ápice de uma célula chamada BASÍDIO. formando um zigoto. Esses ascos possuem diversas classificações de acordo com seu formato. (ii) Fungos heterotálicos: possuem tipos sexuais distintos: tipos de conjugação a ou . camuflam o fungo. . (2) Exógenos: (i) Classificação Basidiomycota. . .Termotolerânica.Parede Celular/Cápsula com melanina e alfa-glucanas. Fatores de Virulência . .Esporos do tipo BASIDIOSPOROS.formação de ascósporos) como assexuadamente (brotamento em leveduras ou formação de conídeos). . . em algum momento. o mesmo não é reconhecido pelo sistema imune. os Zigosporângios. Localizam-se no interior de células especializadas.Adesinas etc.