AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável

E. SISTEMA DE OPERAÇÃO DO PLC

E.1 CICLO DE EXECUÇÃO DO PLC (Scan)

• Fluxograma : válido para maioria dos PLCs atuais

PROF. EDUARDO ROCHA LOURES 21 Laboratório de Automação e Sistemas

na energização • Ciclo de varredura .fluxograma anterior • Modos de operação das CPUs • Programação (Program ou PGM):  Não executa o programa de aplicação  Não atualiza os pontos de saída  Alteração/transferência do programa de aplicação • Execução (RUN):  Executa o programa de aplicação  Atualiza os pontos de saída • CICLO RESUMIDO de Execução do PLC PROF. EDUARDO ROCHA LOURES 22 Laboratório de Automação e Sistemas .scan : ciclo de execução do PLC desde a "atualização das entradas" .AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável • Segmentos "Inicialização de Hardware" e "Verificação da Configuração de I/O" são executados apenas 1 vez .

2 Atualização da Entradas .Leitura das Entradas • CPU .AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável E.armazena na Tabela de Imagem .em 1 bit de uma word • Esta tabela é acessada pela CPU durante a execução do Programa de Aplicação • A verificação no status da entrada só pode ser verificada no próximo scan.leitura de todos os pontos de entrada .menor que o scan do PLC (<ms) • Instruções imediatas aumentam o Scan Time da CPU .acessam imediatamente os pontos de I/O no momento que são executadas .aplicações de tempo de resposta críticos .os módulos de I/O são acessados a cada execução de uma Instrução Imediata PROF. caso a condição de entrada mude durante a execução do programa • Instruções imediatas . EDUARDO ROCHA LOURES 23 Laboratório de Automação e Sistemas .

EDUARDO ROCHA LOURES 24 Laboratório de Automação e Sistemas .AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável E.escrita das saídas • Execução da Lógica de Controle da aplicação PROF.4 Atualização das Saídas .3 Execução do Programa de Aplicação • Execução da Lógica de Controle da aplicação • CPU inicia a partir do primeiro rung (sintaxe .ladder) da esquerda para direita e de cima para baixo E.

scan máx e mínimos • Scan Time e Watchdog Timer são reinicializados em cada scan • Todos os erros (Fatais ou Não Fatais) são indicados por flags • Em alguns casos por LEDs externos (parte frontal CPU e Módulos de I/O) • Algumas CPUs dispõem também de variável . EDUARDO ROCHA LOURES 25 Laboratório de Automação e Sistemas .para armazenamento do Código de Erro ocorrido durante a execução do último scan PROF.AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável E.5 Realização de Diagnósticos • A CPU realiza todos os diagnósticos do sistema. desde o início (Atualização das Entradas) até o término do ciclo (Atualização das Saídas) • Watchdog Timer: armazena o tempo máximo permitido para execução de cada scan (definido pelo usuário). • Se este tempo for excedido (Erro Fatal) -> a CPU é forçada ao modo de Programação e todas as saídas são desligadas • Caso contrário -> o valor do Scan Time é armazenado em variável apropriada para realização de estatísticas . alguns mais importantes: • Cálculo do Scan Time • Atualizar relés especiais correspondentes • Controle do Watchdog Timer • Scan Time : tempo consumido pela CPU para realizar todas as tarefas em um scan.

6 Consideração sobre Scan Time • Fatores que influenciam diretamente sobre o Scan Time:  Quantidade de módulos e pontos de entrada ("Atualização das entradas")  Conexão de Dispositivo(s) Periférico(s) ("Atendimento a Serviço Periférico")  Tamanho do Programa de Aplicação e Tipo das Instruções utilizadas ("Execução do Programa de Aplicação")  Quantidade de módulos e pontos de saída ("Atualização das Saídas") • O Scan Time influencia:  O Tempo de Resposta de I/O • Fatores de Influência no Tempo de Resposta de I/O:  O ponto (segmento) do scan que houve alteração do Ponto de Entrada  O Tempo de resposta do módulo de entrada (0->1 e 1->0)  O Tempo de resposta do módulo de saída (0->1 e 1->0) • Tempo de Resposta de I/O Mínimo: PROF.AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável E. EDUARDO ROCHA LOURES 26 Laboratório de Automação e Sistemas .

mais rápidos  Instruções Imediatas de Entrada e de Saída: PROF.diminuindo o Scan Time  Módulo de I/O com Tempo de Respostas Menores .AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável • Tempo de Resposta de I/O Máximo: • Tentativas para melhora do Tempo de Resposta de I/O:  Instruções com Tempo de Execução Menores . EDUARDO ROCHA LOURES 27 Laboratório de Automação e Sistemas .

Ladder Diagram) ou Diagrama de Contatos  Lista de Instruções (IL . PROGRAMAÇÃO DE PLCs F.Sequential Function Chart)  Atualmente são encontrados PLCs com programação em C e Basic • Classificação das linguagens de programação PROF.AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável F.Structured Text)  Diagrama de Blocos (FBD . EDUARDO ROCHA LOURES 28 Laboratório de Automação e Sistemas .Function Block Diagram)  Diagrama Funcional Sequencial (SFC .1 LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO • A norma IEC 61131-3 trata sobre: Modelo de Programação e de Software (Linguagens de Programação) • As linguagens mais comuns são:  Ladder (LD .Instruction List)  Texto Estruturado (ST .

EDUARDO ROCHA LOURES 29 Laboratório de Automação e Sistemas . condições) e transistions (transições. eventos)  Baseada nas Redes de Petri .AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável • Linguagens textuais • Linguagens gráficas  Fluxograma: adequado para controles puramente sequenciais  SFC (Sequential Flow Chart):  Descrição adequada para controle de eventos sequenciais - SED (Sistemas de Eventos Discretos)  Caracterizado por steps (passo.técnicas para representação efetiva das especificações de funcionamento de sistemas. PROF.  A ser estudado individualmente futuramente.

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável PROF. EDUARDO ROCHA LOURES 30 Laboratório de Automação e Sistemas .

tenta aproximar a representação dos esquemas elétricos .1 LINGUAGEM LADDER (LD . EDUARDO ROCHA LOURES 31 Laboratório de Automação e Sistemas .Ladder Diagram) • Primeira linguagem criada para programação de PLCs .contatos e bobinas . • Possui regras para posicionar e conectar elementos como contatos e bobinas.AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável F.relés.1. • Estrutura simples: PROF.

EDUARDO ROCHA LOURES 32 Laboratório de Automação e Sistemas .AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável • Regulamenta o fluxo e o processamento de sinais PROF.

EDUARDO ROCHA LOURES 33 Laboratório de Automação e Sistemas .AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável • Elementos básicos:  Contato  Bobina PROF.

EDUARDO ROCHA LOURES 34 Laboratório de Automação e Sistemas .AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável PROF.

EDUARDO ROCHA LOURES 35 Laboratório de Automação e Sistemas .AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável  Temporizador PROF.

2 DIAGRAMA FUNCIONAL SEQUENCIAL (SFC .1.Sequential Function Chart) • Material (apostila) fornecido a parte. EDUARDO ROCHA LOURES 36 Laboratório de Automação e Sistemas .AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Controlador Lógico Programável • Exemplos:  Implementar exemplos de representação em ladder F. PROF.