Capítulo 6

ANÁLISE DE SISTEMAS COMPLEXOS

CONCEITOS APRESENTADOS NESTE CAPÍTULO
Este capítulo retoma e aprofunda os assuntos tratados no Capítulo 5, apre-
sentando a análise de sistemas complexos. Quatro procedimentos de análise são de-
talhados: o método da decomposição, o método do tie set e do cut set, o método da
tabela booleana e o método da tabela de redução. Uma lista de exercícios é apresen-
tada ao final do capítulo.

6.1. INTRODUÇÃO
Arranjos estruturais podem ser simples ou complexos, dependendo do grau
de dificuldade para determinação de suas expressões de confiabilidade.
Sistemas simples incluem arranjos em série, paralelo, combinações série-pa-
ralelo e paralelo-série, e arranjos do tipo k-em-n. As expressões de confiabilidade
desses sistemas são facilmente deriváveis a partir das leis básicas da probabilidade.
Em um sistema em série de n componentes, por exemplo, a operação do sistema está
condicionada à operação simultânea de todos os seus componentes; ou seja, a falha
de qualquer componente resulta na falha do sistema. A expressão de confiabilidade
para um sistema pode ser assim obtida:
Rs = P (x1 ∩ x2 ∩ ... ∩ xn) (6.1)
onde P (xi) é a probabilidade de sucesso na operação do i-ésimo componente, repre-
sentado pelo evento xi. Supondo componentes com modos de falha independentes
entre si, obtém-se a expressão usual para a confiabilidade de um sistema em série:
n
Rs = P (x1) ×...× P (xn) = ∏ Ri
i=1
(6.2)

qualquer direção de ligação entre os dois componentes é válida. Sistemas complexos podem ser unidirecionados ou bidirecionados. apresentam-se os métodos mais usuais para determinação da expressão de confiabi- lidade de sistemas complexos. 6. usando a seguinte expressão: .88 Flavio Fogliatto e José Luis Duarte Ribeiro | Confiabilidade e Manutenção Industrial ELSEVIER Demais sistemas simples têm suas expressões de confiabilidade determinadas de forma análoga às apresentadas no Capítulo 5. 6. em que todos os caminhos são direcionados da esquerda para a direita. ou decomposição pivotal. A confiabilidade do sistema será. parale- lo-série. Na sequência. (iii) método da tabela booleana. paralelo. Nas seções que se seguem. x. MÉTODO DA DECOMPOSIÇÃO O método da decomposição. expressa em termos do componente-chave. é implementado iden- tificando-se um componente-chave. e (iv) método da redução. série-paralelo ou k-em-n). para tanto. no segundo caso. que corte diversos caminhos do sistema. Redes de computadores e sistemas urbanos de distribuição de energia e água são exemplos desses sistemas. então.1.1: Diagrama de blocos de um sistema complexo. MÉTODOS PARA DETERMINAÇÃO DA CONFIABILIDADE DE SISTEMAS COMPLEXOS Sistema complexos são aqueles que não podem ser modelados (ou são de modelagem difícil) como combinações de sistemas simples (série.1. a utilização de métodos especiais. a natureza das interconexões entre componentes não permite uma determinação direta e generalizável de sua expressão de confiabi- lidade. sendo necessário. Em um sistema complexo.2. quatro métodos para a determinação da confiabilidade de sistemas complexos são apresentados: (i) método da decomposição. B C A D Figura 6. (ii) métodos tie set e cut set. No primeiro caso. como exemplificado na Figura 6.2. o caminho que liga um componente a outro é unidirecional.

Sendo assim. havendo uma conexão direta entre o início do sistema e os componentes C e D. de qualquer forma. o melhor componente-chave é aquele que promove uma única decomposição no sistema. o caminho que passa por B levando a C jamais será utilizado. os caminhos que utilizam o com- ponente A não estão mais disponíveis. Uma escolha equivocada de componente- chave levará a subsistemas ainda complexos. já que. o componente B passa a ser desnecessário para a operação do sistema.2(a). EXEMPLO DE FIXAÇÃO 6.1 Considere o sistema na Figura 6. Trata-se claramente de um sistema com- plexo. tal que P(x) = 1 – P(x). e o sistema é reduzido ao subsistema paralelo- série da Figura 6.5) . dado que o componente x está em um estado não-operante (correspondendo ao evento x). É importante observar que a aplicação reiterada do método pode ser necessária.4) No caso de A estar no estado não-operante.2(b). com expressões de confiabilidade conhecidas. A escolha do componente-chave influencia diretamente os cálculos associados às probabilidades na Equação (6.1. Capítulo 6 | Análise de Sistemas Complexos 89 Rs = P [sistema operacional|x]P(x) + P [sistema operacional|x]P(x) (6. inicialmente. que demandarão a aplicação reiterada do método. Nesse caso. dado que o componente x está em um estado operante.3). a situação em que A está no estado operante.3) onde P [sistema operacional|x] designa a probabilidade de o sistema estar operante. A expressão para a confiabilidade desse subsistema é: P [sistema operacional |A) = P(C) + P(D) – P(C)P(D) (6. Considere A como o componente-chave e determine a expressão de confiabilidade do sistema através do método da decomposição. com expressão de confiabilidade dada por: P [sistema operacional |A) = P(B)P(C) + P(D) – P(B)P(C)P(D) (6. P(x) corresponde à confiabilidade do componente x no momento da análise. em sistemas de alta complexidade. P [sistema operacional|x] = probabilidade do sistema não operante. Solução: Considere. Deve-se preferencialmente visualizar um compo- nente condicionante que reduza o sistema complexo a dois subsistemas simples. já que é impossível analisá-lo usando as expressões de confiabilidade para sistemas simples. O resultado é um arranjo paralelo puro representado no diagrama de blocos da Figura 6.

Substituindo-se as Equações (6. sendo assim. para que o mesmo possa ser considerado um tie set mínimo é preciso que a falha de qualquer um de seus componentes resulte na falha do sistema. no caso de qualquer componente do tie set falhar. D} não está listado entre os tie sets mínimos. No caso do tie set {A.2: Diagrama de blocos do sistema quando (a) A está operante e (b) A está não-operante. Simulando um cenário em que somente os componentes no tie set estão operantes no sistema. é constituído dos tie sets mínimos {B. Tie sets mínimos representam caminhos mínimos de operação do sistema. é preciso simular um cenário no qual só os componentes no tie set estão operantes no sistema e.6) 6. MÉTODOS DO TIE SET E CUT SET O segundo método para determinação da confiabilidade de um sistema com- plexo é baseado nos conceitos de tie set e cut set. É por essa razão que o tie set {A. C}.90 Flavio Fogliatto e José Luis Duarte Ribeiro | Confiabilidade e Manutenção Industrial ELSEVIER C B C D D (a) (b) Figura 6. D} isso não ocorre.4) e (6. Um tie set é um conjunto de componentes que estabelece um caminho que assegura a operação do sistema. Para identificá-los. D}. por exemplo. Considere o tie set {A.1. {A. o sistema falha como um todo.2.5) na Equação (6.2. Um tie set pode estar contido em outro. no sistema da Figura 6. para fins de análise de confiabilidade é necessário determinar os tie sets mínimos.3) tem-se como resul- tado a seguinte expressão para a confiabilidade do sistema: Rs = [P(C) + P(D) – P(C)P(D)]P(A) + [P(B)P(C) + P(D) – P(B)P(C)P(D)][1 – P(A)] (6. . o sistema continua operante através do componente D. pois se A falhar.1. A confiabilidade de um sistema qualquer é dada pela união de todos os seus tie sets mínimos. O sistema na Figura 6. que não contêm nenhum outro tie set dentro de si. C} e {D}.

2 Considere o sistema complexo na Figura 6. B. isto é: Rs = P(AE ∪ DC ∪ ABC) = P(AE) + P(DC) + P(ABC) – P(AEDC) – P(AEBC) – P(DCAB) + P(AEDCB) (6. por exemplo. T3 = ABC (6. o sistema continua não-operante. Um cut set é mínimo quando qualquer componente do cut set volta a operar.7) A confiabilidade do sistema é dada pela união de todos os tie sets mínimos. Capítulo 6 | Análise de Sistemas Complexos 91 Um cut set é um conjunto de componentes que. os demais com- ponentes do sistema são considerados como operantes. T2 = DC. A não-confiabilidade de um sistema é dada pela probabilidade de que ao menos um cut set mínimo ocorra. fazendo o sistema também voltar a operar.1. Os métodos de tie set e cut set para determinação da confiabilidade de sistemas complexos são ilustrados no exemplo a seguir. interrompe todas as conexões entre os pontos extremos inicial e final do sistema.9) . C. Para identificar um cut set mínimo. Um cut set mínimo é aquele que não contém nenhum outro cut set dentro de si. A.8) E A B C D Figura 6. já que se o compo- nente C voltar a operar. D} e {C. O sistema na Figura 6. D} não é mínimo. EXEMPLO DE FIXAÇÃO 6.8) se reduz a: RS = 2R2 + R3 – 3R4 + R5 (6. D}. a Equação (6. Os tie sets mínimos do sistema são: T1 = AE. deve-se simular um cenário em que so- mente os componentes que integram o cut set não estão operantes. proposto por Elsayed (1996). É por essa razão que o cut set {A.3. Considerando componentes idênticos e independentes com confiabilidade R. possui dois cut sets mínimos: {B. uma vez removidos do siste- ma.3: Exemplo de sistema complexo.

uma combinação ⎧⎛ 5 ⎞ ⎫ corresponde à situação em que todos os componentes estão operantes ⎨⎜ ⎟ = 1⎬ . O número total de combinações a serem analisadas em uma tabela boolea- na de verdades depende do número de componentes no sistema.10) A confiabilidade do sistema é dada pelo complemento da união dos cut sets mínimos. chega-se à expressão para a confiabilidade do sistema: RS = 2R2 + R3 – 3R4 + R5 (6.3 são: C1 = AD . Em outras palavras. ⎩⎝ 1 ⎠ ⎭ Apesar de ser um método de baixa complexidade matemática. C3 = AC e C4 = BED (6. Em seguida. MÉTODO DA TABELA BOOLEANA O presente método inicia com a construção de uma tabela booleana de ver- dades para o sistema.11) Considerando componentes independentes e idênticos com confiabilidade R. consideram-se situações em que um componente falha de cada vez. C2 = EC . Os cut sets mínimos do sistema na Figura 6. e assim por diante.3. Dessas. todos os componentes são considerados como inicialmente funcionando.9). que podem estar em um estado operante ou não-operante. Para tanto. dois componentes falham de cada vez.2. a utilização prá- tica do método da tabela booleana pode ser bastante trabalhosa para sistemas com um grande número de componentes. ⎩⎝ 0 ⎠ ⎭ cinco combinações correspondem a situações em que apenas um componente falha ⎧⎛ 5 ⎞ ⎫ ⎨⎜ ⎟ = 5⎬ . lembrando que P(x ) = 1 – P(x) e substituindo esses resultados na Equação (6. enumeram-se todas as combinações de estados (operante/não-operante) que os componentes do sistema podem assumir.11). e assim por diante. 6.92 Flavio Fogliatto e José Luis Duarte Ribeiro | Confiabilidade e Manutenção Industrial ELSEVIER O mesmo resultado pode ser obtido através do método do cut set. A confiabilidade do sistema é dada pela união de todas as combinações que têm como resultado a operação do sistema. . como exemplificado a seguir. Os cálculos podem ser implementados em uma planilha de cálculos. em um sistema com cinco componentes. isto é: RS = 1 − P ( AD ∪ EC ∪ AC ∪ BED ) (6. o número de combinações será 25 = 32. Por exemplo.12) idêntica àquela dada na Equação (6.

1 e determine a sua expressão de confiabilidade utilizando o método da tabela booleana. A confiabilidade do sistema. Das 16 combinações. a mesma representação é adotada para os estados do sistema. é dada por: Rs = R4 + 4R3 (1 – R) + 5R2 (1 – R)2 + R (1 – R)3 (6.1: Tabela parcial de verdades booleanas para o exemplo na Figura 6.1.3 Considere novamente o sistema complexo na Figura 6. mediante suposição de componentes com modos de falha independentes. A tabela booleana completa para o exemplo contém 24 = 16 combinações de estados para os componentes. 11 correspondem a situações em que o sistema está operante. supondo componentes idênticos com confiabili- dade R. são apre- sentadas as probabilidades correspondentes às combinações. Solução: Os estados operante e não-operante de cada componente são representados por 1 e 0 na Tabela 6. na Tabela 6. A confiabilidade do sistema é dada pela probabilidade da união dos eventos correspondentes a essas combinações.1.13) A B C D Sistema Probabilidade 1 1 1 1 1 P(A)P(B)P(C)P(D) 0 1 1 1 1 [1-P(A)]P(B)P(C)P(D) 1 0 1 1 1 P(A)[1-P(B)]P(C)P(D) 1 1 0 1 1 P(A)P(B)[1-P(C)]P(D) 1 1 1 0 1 P(A)P(B)P(C)[1-P(D)] 0 0 1 1 1 [1-P(A)][1-P(B)]P(C)P(D) 0 1 0 1 1 [1-P(A)]P(B)[1-P(C)]P(D) 0 1 1 0 1 [1-P(A)]P(B)P(C)[1-P(D)] 1 0 0 1 1 P(A)[1-P(B)][1-P(C)]P(D) 1 0 1 0 1 P(A)[1-P(B)]P(C)[1-P(D)] 1 1 0 0 0 P(A)P(B)[1-P(C)][1-P(D)] 1 0 0 0 0 P(A)[1-P(B)][1-P(C)][1-P(D)] 0 1 0 0 0 [1-P(A)]P(B)[1-P(C)][1-P(D)] 0 0 1 0 0 [1-P(A)][1-P(B)]P(C)[1-P(D)] 0 0 0 1 1 [1-P(A)][1-P(B)][1-P(C)]P(D) 0 0 0 0 0 [1-P(A)][1-P(B)][1-P(C)][1-P(D)] Tabela 6. Capítulo 6 | Análise de Sistemas Complexos 93 EXEMPLO DE FIXAÇÃO 6. .1.

está invertida.2. A mesma lógica de análise é utili- zada na coluna 2. . essas combinações são listadas na coluna 1 da Tabela 6. resultando nas combinações indicadas na coluna 3. Solução: Existem 15 combinações que resultam em sucesso na operação do sistema.4 Considere novamente o sistema complexo na Figura 6.2. As combinações resultantes na coluna 2 são então comparadas aos pares con- forme descrito anteriormente. Elabora-se a tabela booleana de verdades para o sistema listando todas as se- gundas combinações de estado dos componentes do sistema. em busca de combinações que difiram pela inversão de uma das letras que designam o estado dos componentes (por exemplo. As duas primeiras linhas da tabela. listando os resultados na coluna 2 da tabela.4. O procedimento continua até que nenhuma comparação de combinações apresente inversão de uma das letras. denominada tabela de redução. Todas as combinações que resultam no estado operacional do sistema são então comparadas entre si aos pares.3 e determine a sua expressão de confiabilidade utilizando o método da tabela de redução. As linhas da tabela são examinadas em busca de combinações que resultem em sucesso na operação do sis- tema (ou seja. conforme descrito a seguir. A ordem em que pares de combi- nações são analisadas em qualquer etapa do método da tabela de redução não altera os resultados obtidos. calcula-se o produto dos termos (no caso do exemplo anterior. Para essas combinações. MÉTODO DA TABELA DE REDUÇÃO O método da tabela redução usa como ponto de partida o método da tabela booleana de verdades do sistema. Tais combinações são listadas na coluna 1 de uma nova tabela.94 Flavio Fogliatto e José Luis Duarte Ribeiro | Confiabilidade e Manutenção Industrial ELSEVIER 6. o produto das duas combinações vem indicado na coluna 2 da tabela. exceto por uma única letra invertida. EXEMPLO DE FIXAÇÃO 6. ABC × ABC = AB). gerando combinações que serão escritas na coluna 3 da tabela. corres- pondendo a um dos componentes do sistema. sistema em estado operante). apresentam combinações em que apenas uma letra. combinações ABC e ABC). por exemplo. A confiabilidade do sistema será dada pela união de todas as combinações não incluídas nos pares para os quais as combinações são idênticas.

.2: Tabela de redução para o exemplo na Figura 6. Capítulo 6 | Análise de Sistemas Complexos 95 As combinações na coluna 3 da Tabela 6. quando comparadas aos pares.2 não resultam em nenhuma combi- nação com apenas uma letra invertida. com confiabilidade R. assim.14) Considerando componentes independentes e idênticos.14) resultam na seguinte expressão: RS = R3 (1 – R)2 + R3 (1 – R) + R3 + R2 (1 – R) + R2 (1 – R) (6.3. Essa coluna é.15) Combinando os termos obtém-se como resultado a Equação (6. As cinco combinações não incluídas em agrupamentos de combinações dife- rindo por uma única letra são somadas no cálculo da confiabilidade do sistema: RS = P(ABCDE + ABCD + ABC + ACE + ACD) (6. as probabilidades na Equação (6. Coluna 1 Coluna 2 Coluna 3 Estados funcionais do sistema ABCDE ABCD ABCDE ABC ABCDE ABCD ABCDE ABCDE ABCE ACE ABCDE ABCDE ABCD ABCDE ABCDE ABCDE ABCE ABCDE ABCDE ABCD ABCDE ACD ABCDE ABCD ABCDE Tabela 6. a última coluna da tabela.12).

Para resolvê-la utilize o método do cut set.6 utilizando o método do tie set. B D A C E Figura 6. sabendo que a confiabilidade de cada componente é igual a 0.935. A B C D E Figura 6. sabendo que a confiabilidade dos componentes é 0. A F D B G E C H Figura 6.4: Diagrama de blocos do sistema.97.5. 3) Encontre a confiabilidade do sistema complexo representado na Figura 6.7 sejam: A=B=C = 0. 4) Calcule o diagrama do exercício anterior utilizando o método do cut set. 2) Determine os tie sets e cut sets mínimos do sistema representado na Figura 6. 5) Calcule a confiabilidade do sistema representado no diagrama da Figura 6. 6) Suponha que as confiabilidades dos componentes do diagrama na Figura 6. Encontre a confiabilidade do sistema utilizando o método do tie set. A C D F B E G Figura 6.4.96 Flavio Fogliatto e José Luis Duarte Ribeiro | Confiabilidade e Manutenção Industrial ELSEVIER QUESTÕES 1) Determine os tie sets e cut sets mínimos do sistema representado na Figura 6.5: Diagrama de blocos do sistema.95.6: Diagrama de blocos do sistema. .7.7: Diagrama de blocos do sistema.92 e D=E = 0.

8) Um sistema produtivo de uma empresa apresenta a configuração dada na Figura 6.10: Diagrama de blocos do sistema.98 0.9 Figura 6. A C B D Figura 6.96) Figura 6. 0.11: Diagrama de blocos do sistema. Calcule a confiabilidade do sistema sabendo que ele necessita de apenas uma linha operante.9 0.96 0. para estar operante.11.95. encontre a confiabilidade do sistema repre- sentado pelo diagrama a seguir. A confiabilidade de cada componente é 0.95) C (0. Suponha que todos os componentes tenham uma confiabilidade de 0. 9) Resolva o exercício anterior através do método da tabela de redução. C A D B E Figura 6. D (0. 10) Um sistema de uma planta produtiva apresenta a configuração na Figura 6. utilizando como componente-chave a célula destacada. calcule a confiabilidade do sistema. encontre a confiabilidade total do sistema.10. Capítulo 6 | Análise de Sistemas Complexos 97 7) Através do método da decomposição. .8: Diagrama de blocos do sistema.9: Diagrama de blocos do sistema. Utilizando o método da tabela booleana.92) E (0.9.89.9) A (0. 11) Um sistema produtivo é composto por três linhas em paralelo como representado na Figura 6. Através do método da decomposição.7) B (0.82 0.98 0.

utilize B como componente-chave.14. Sabendo que essa peça é reposta em caso de falha e que o custo de reposição é de $40.14: Diagrama de blocos do sistema.90 0. 15) Considerando o sistema apresentado na Figura 6. O diagrama na Figura 6. Cada peça que necessita de reparo representa uma despesa de $25. utilize a tabela booleana para o cálculo. Considere que a confiabilidade dos componentes seja igual a 0.95 Figura 6. A D B C E 0. Sabendo que R = 0.00 por peça.00 por peça pro- duzida. Os componentes dessa peça estão representados no esquema na Figura 6.94 0. utilize o método da decomposição para determinar sua confiabilidade.00 para a fábrica. 13) Uma empresa deseja estimar seus gastos em manutenção de uma determinada peça.15: Diagrama de blocos genérico (acima) e especificando confiabilidades (abaixo) do sistema. .85.12: Diagrama de blocos do sistema. estime o gasto dessa empresa a cada 1.98 Flavio Fogliatto e José Luis Duarte Ribeiro | Confiabilidade e Manutenção Industrial ELSEVIER 12) Calcule a confiabilidade de um sistema constituído por quatro componentes de con- fiabilidade R distribuídos conforme o esquema na Figura 6.93 0.12.13: Diagrama de blocos do sistema.89 A 0. Para tanto.95 0.000 unidades. 14) Uma fábrica deseja obter um gasto com garantia de no máximo $1.13 indica os componentes da peça. A B C D Figura 6.90 0. Qual deve ser a mínima confiabilidade do componente A para que os gastos com manutenção não ultrapassem o estimado pela empresa? 0.80.15.85 0. A C E B D Figura 6.94 Figura 6.

. 18) Utilize o método da tabela booleana para obter a confiabilidade do sistema na Figura 6.16: Diagrama de blocos genérico (acima) e especificando confiabilidades (abaixo) do sistema.95 0.95 0.17: Diagrama de blocos do sistema.90 Figura 6.17 utilizando o método tie set. Qual a confiabilidade do sistema. 17) Calcule a confiabilidade do sistema apresentado na Figura 6.90 0.90 0.90 0. 0.18.95 0. escolhendo-se A como componente-chave? A C B D 0. Capítulo 6 | Análise de Sistemas Complexos 99 16) Um sistema complexo tem configuração de acordo com o diagrama de blocos da Figura 6.90 0.90 0.18: Diagrama de blocos do sistema.16.90 0.90 0.90 0. 0.90 Figura 6.95 Figura 6.