MINISTÉRIO DA DEFESA

COMANDO DA AERONÁUTICA

INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE
ACIDENTES AERONÁUTICOS
ICA 3-15

ATENDIMENTO AO SIPAER EM ATIVIDADE DE
PESQUISA NO DCTA

2015

MINISTÉRIO DA DEFESA
COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AEROESPACIAL

INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE
ACIDENTES AERONÁUTICOS
ICA 3-15

ATENDIMENTO AO SIPAER EM ATIVIDADE DE
PESQUISA NO DCTA

2015

MINISTÉRIO DA DEFESA
COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AEROESPACIAL

PORTARIA DCTA Nº 36/DPAA, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015.

Aprova a Instrução que dispõe sobre o
atendimento ao SIPAER em atividade de
pesquisa no DCTA.

O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E
TECNOLOGIA AEROESPACIAL, de acordo com o previsto no inciso IV do art. 10 do
Regulamento do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, aprovado pela Portaria
nº 26/GC3, de 15 de janeiro de 2010, resolve:

Art. 1º Aprovar a edição da ICA 3-15 “Atendimento ao SIPAER em Atividade
de Pesquisa no DCTA”, que com esta baixa.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 3º Revoga-se a Portaria CTA nº 72, de 20 de junho de 2007, publicada no
BCA n° 133, de 12 de julho de 2007.

Ten Brig Ar ALVANI ADÃO DA SILVA
Diretor-Geral do DCTA

(Publicada no BCA n° 041, de 4 de março de 2015)

....... 27 6 DISPOSIÇÕES GERAIS ..2 ESTRUTURA FUNCIONAL E ADMINISTRATIVA SIMPLIFICADA DO DCTA E DE SEUS INSTITUTOS PARA ATENDIMENTO DE ATIVIDADE DE PESQUISA AO SIPAER ...............ICA 3-15/2015 SUMÁRIO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ......... 30 7..... 30 7.......................... 33 ..................................................................................................................................................................1 GERENCIAMENTO DO CONTATO PRÉVIO E DAS SOLICITAÇÕES ............. 25 4........... 7 1....................................................................4 TRÂMITE DO RELATÓRIO TÉCNICO (RT) ........... IDENTIFICAÇÃO.................................................................. 29 6........ 30 REFERÊNCIAS .......................................................................................................... CENIPA 22............... 19 3.. ARMAZENAMENTO...................................................................................2 DO COORDENADOR DO PROCESSO (DPAA DO DCTA) ..1 ESTRUTURA BÁSICA CONSTITUTIVA DO SIPAER ........................................................................................................ RECEBIMENTO......................................2 DOS CUSTOS DO EXAME/ANÁLISE DE MATERIAL AERONÁUTICO ............................ 7 1.... 23 4........................................ 26 5 EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS DE ATIVIDADE DE PESQUISA ................... 14 2...............................................................................................1 FINALIDADE ........................... 24 4................ 31 Anexo A – Ficha de contato prévio...................3 DOS EXECUTANTES DO SERVIÇO (DIVISÕES E LABORATÓRIOS DOS INSTITUTOS DO DCTA) ....................... 14 2.......................................................................................3 FLUXOGRAMA OPERACIONAL DE ATENDIMENTO DAS ATIVIDADES DE PESQUISA AO SIPAER ......................... 19 3...................................................................................................................... 29 7 DISPOSIÇÕES FINAIS ..............................................................................................................................1 DO ÓRGÃO INVESTIGADOR SOLICITANTE (CENIPA............................ CENIPA 23 e fita adesiva para lacre de embalagens .................3 ROTINA DE EXECUÇÃO..................................................................................2 PÁGINA DA DPAA NA INTRAER PARA CONSULTA AOS PROCESSOS ........ 13 2 ESTRUTURA DO DCTA PARA O ATENDIMENTO ......................... 32 Anexo B – Etiquetas de identificação do SIPAER: CENIPA 21......................................................... 21 4 COORDENAÇÃO DAS SOLICITAÇÕES DO SERVIÇO DE ATIVIDADE DE PESQUISA ................. PRAZO E SOLICITAÇÃO DE PRIORIDADE ..................................... 16 3 ATRIBUIÇÕES ............................................................................... 19 3.......2 CONCEITUAÇÃO...............2 SUBSTITUIÇÃO ................................3 ÂMBITO .................................................................................... 23 4...........1 GUARDA E PRESERVAÇÃO DO MATERIAL AERONÁUTICO .............................3 CASOS NÃO PREVISTOS .......... MANUSEIO E RETORNO DO MATERIAL AERONÁUTICO ..................... 29 6................................................. 30 7................................... SERIPA E PAMA) ......................................................2 REMESSA....3 DO ARQUIVAMENTO FINAL DOS PROCESSOS PARA EXAME/ANÁLISE DE MATERIAL AERONÁUTICO . 7 1........................................................1 ATUALIZAÇÃO ... 14 2............ 27 5.... 27 5.............................................................................1 ENVOLVIMENTO DO PESSOAL DO DCTA COM ATIVIDADES DECORRENTE DAS SOLICITAÇÕES ...................................................................... 29 6....................

NOTA 1: As lesões decorrentes de um Acidente Aeronáutico. ou forem causadas a pessoas que embarcaram clandestinamente e se acomodaram em área que não as destinadas aos passageiros e tripulantes. às antenas. com a intenção de voo. e seu sistema de propulsão tenha sido desligado e. ao trem de pouso e àqueles resultantes de colisão com granizo ou fauna (incluindo perfurações no radome). em decorrência das solicitações dos órgãos de investigação do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAER).1 FINALIDADE A presente instrução tem por finalidade estabelecer procedimentos para o atendimento pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e suas Organizações Militares subordinadas. às rodas. são consideradas lesões fatais. ou ser submetida à exposição direta do sopro de hélice. aos para-brisas. A exceção deve ser feita para falha ou danos limitados a um único motor. até a sua inércia total pelo término do voo.2. para a melhor compreensão de algumas expressões utilizadas no texto. ou às suas consequências. ou óbito. às portas do trem de pouso. . pelo menos uma das situações abaixo ocorra: a) uma pessoa sofra lesão grave ou venha a falecer como resultado de estar na aeronave. havida entre o momento em que uma pessoa nela embarca com a intenção de realizar um voo até o momento em que todas as pessoas tenham dela desembarcado ou. ou c) a aeronave seja considerada desaparecida ou esteja em local inacessível. da Atividade de Pesquisa de Ocorrência Aeronáutica. no caso de uma aeronave não tripulada. aos probes. às pontas de asa. aos painéis. às carenagens do trem de pouso. Exceção deve ser feita quando as lesões. durante os quais. b) a aeronave sofra dano ou falha estrutural que afete a resistência estrutural. o seu desempenho ou as suas características de voo. forem autoinfligidas ou infligidas por terceiros. ou danos menores às pás do rotor principal e de cauda. ou para danos limitados às hélices.2 CONCEITUAÇÃO O significado de cada termo empregado nesta instrução está consagrado nos documentos normativos em vigor no COMAER e. toda ocorrência havida entre o momento que a aeronave está pronta para se movimentar. aos freios. aos pneus. ter contato direto com qualquer parte da aeronave.1 ACIDENTE AERONÁUTICO Toda Ocorrência Aeronáutica relacionada à operação de uma aeronave tripulada. 1.ICA 3-15/2015 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1. incluindo aquelas que dela tenham se desprendido. ou normalmente exija a realização de grande reparo ou a substituição do componente afetado. seguem-se alguns conceitos: 1. aos amassamentos leves e pequenas perfurações no revestimento da aeronave. suas carenagens ou acessórios. resultarem de causas naturais. que resultem em óbito até 30 dias após a data da ocorrência. de rotor ou de escapamento de jato.

Inclui ensaios e testes de funcionalidade de algum componente ou conjunto da aeronave. a fim de esclarecer a dinâmica da Ocorrência Aeronáutica. lideradas e supervisionadas pelo Investigador-Encarregado.3 CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS (CENIPA) Órgão Central do SIPAER que tem sua estrutura definida em regulamento e regimento interno próprios. ou sob condições específicas e controladas. 1.2.5 DIVISÃO DE CERTIFICAÇÃO DE PRODUTO AEROESPACIAL (CPA) Divisão do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) que tem por competência. .2. espacial e de defesa: certificar projetos.2 ATIVIDADE DE PESQUISA É a atividade realizada em laboratório. 1. NOTA: No caso de Ocorrência Aeronáutica militar.2. o grupo de pessoas será designado pelo Comando Investigador (CI). acompanhar as dificuldades em serviço de materiais e sistemas em uso pelo COMAER. conforme NSCA 3- 13.6 DIVISÃO DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO (CSG) Divisão do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) que tem por competência.2. e realizar e coordenar pesquisas na sua área de atuação. não devem ser classificadas como Acidente Aeronáutico as ocorrências relacionadas diretamente ao objetivo do ensaio.8/34 ICA 3-15/2015 NOTA 2: Uma aeronave será considerada desaparecida quando as buscas oficiais forem suspensas e os destroços não forem encontrados. 1. de acordo com suas qualificações técnico- profissionais. sempre que houver a necessidade de exame e análise em qualquer tipo de material utilizado na fabricação da aeronave ou necessário ao seu funcionamento. 1. após análise preliminar do evento e da documentação técnica que suporte o referido ensaio. espacial e de defesa: certificar sistemas de gestão da qualidade de acordo com requisitos e diretrizes estabelecidos por órgãos competentes. para cumprir tarefas técnicas de interesse exclusivo da investigação para fins de prevenção. conforme NSCA 3-6. ficando o estabelecimento desta relação a cargo do CENIPA.2. NOTA 3: Em voos de ensaio experimental de empresa certificada. nos campos aeronáutico. 1. nos campos aeronáutico. devendo ser adequado às características de cada ocorrência. capacitar pessoal e prestar serviços na área de ensaios não destrutivos e da garantia governamental da qualidade. em caráter temporário. bem como realizar e coordenar pesquisas no seu campo de atuação.4 COMISSÃO DE INVESTIGAÇÃO DE OCORRÊNCIAS AERONÁUTICAS (CIOA) Grupo de pessoas designadas.

armamentos aéreos e sistemas embarcados em geral. que tem por competência regimental realizar pesquisa. ensaios e produção na área química. desenvolvimento e ensaios em materiais de uso aeroespacial e de defesa. bem como operar e manter os equipamentos de apoio no solo e a Barreira de Retenção de Aeronaves do aeródromo de São José dos Campos. controlar e executar as atividades de suprimento e manutenção do material aeronáutico e bélico de Aviação. no seu nível de competência.12 DIVISÃO DE SUPRIMENTO E MANUTENÇÃO (ESM) Divisão do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo que tem por competência planejar.2. automotivo e de geração de energia elétrica. 1.Estrutura e atribuições dos elementos constitutivos do SIPAER. destinada ao atendimento ao SIPAER. na Atividade de Pesquisa de Ocorrência Aeronáutica. 1. Combustíveis e Lubrificantes e Motores Aeronáuticos.2. . 1. no âmbito do DCTA. além das atribuições previstas na NSCA 3-2 . executar e analisar os ensaios em voo de aeronaves. relacionados ao setor aeroespacial. A DPAA do DCTA. do Departamento de Ensino da Aeronáutica (DEPENS) e do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA). bem como efetuar tais atividades em outros sistemas propulsivos de interesse do COMAER.10 DIVISÃO DE PROPULSÃO AERONÁUTICA (APA) Divisão do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) que tem por competência regimental realizar pesquisas.2. 1. do Laboratório de Análises Químicas (LAQ) e do Laboratório de Síntese (LSI).ICA 3-15/2015 9/34 1.2.7 DIVISÃO DE ENSAIOS EM VOO (EEV) Divisão do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo que tem por competência planejar. pertencente às estruturas do Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR). assume também a coordenação das análises e ensaios realizados nos diversos setores das OM subordinadas.8 DIVISÃO DE MATERIAIS (AMR) Divisão do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). Promove o suporte à investigação de acidentes e incidentes na sua área de atuação por intermédio do Laboratório de Análises Instrumentais (LAI). coordenar.2. em obediência às normas do Sistema de Material Aeronáutico (SISMA). coordenar.11 DIVISÃO DE QUÍMICA (AQI) Divisão do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) que tem por competência realizar pesquisas. 1. definir as necessidades e apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de técnicas e meios de ensaios em voo. desenvolvimento e ensaios no campo da propulsão de interesse aeronáutico.9 DIVISÃO DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS (DPAA) Setor que compõe a constituição básica do SIPAER. conforme NSCA 3-2. Promove o suporte à investigação de acidentes e incidentes na sua área de atuação por intermédio dos Laboratórios de Ensaios de Motores.2. subordinados à Subdivisão de Síntese e Caracterização (AQI-C). do Comando- Geral de Apoio (COMGAP). desenvolvimento.

2.2. omissão ou a combinação delas que se eliminadas ou mitigadas. setor ou cargo dentro da estrutura das organizações que tem a responsabilidade no trato dos assuntos de segurança de voo no âmbito do SIPAER.10/34 ICA 3-15/2015 1.14 ENSAIOS EM VOO Atividade com o propósito de obter conhecimentos referentes às qualidades de voo e ao desempenho de aeronaves.18 FICHA DE CONTATO PRÉVIO (FCP) Documento que tem o objetivo de registrar as informações da solicitação de atividade de pesquisa no DCTA para o planejamento dos setores envolvidos. A identificação do fator contribuinte não implica em uma presunção de culpa ou responsabilidade civil ou criminal. 1. 1. 1. ação.15 EXAME/ANÁLISE DE MATERIAL AERONÁUTICO Inspeção e pesquisa. Exemplos: a) análise química qualitativa por degradação térmica do material para identificação da estrutura química. f) avaliação dos componentes principais do motor com a finalidade de obter informações quanto a sua operacionalidade.2.2. realizadas em materiais ou componentes aeronáuticos abrangendo desde a exames visuais até a uma sequência de verificações por meio de equipamentos específicos.2. . d) microscopia óptica e estereoscopia eletrônica de varredura. c) difração e fluorescência de raios-X para determinados compostos. 1. e) análise metalográfica.2.17 FICHA CENIPA 06 Documento que tem por objetivo a solicitação de Exames/Análises a fim de detectar as causas prováveis de falha de um material aeronáutico. com a finalidade de possibilitar o estabelecimento ou descarte de fatores contribuintes. b) análises químicas para dosar teor de elementos. bem como os relacionados ao desempenho e características de armamentos aéreos e sistemas embarcados em geral.16 FATOR CONTRIBUINTE Condição. podem reduzir a probabilidade do acontecimento de uma Ocorrência Aeronáutica ou reduzir a severidade das consequências dessa ocorrência. Quando solicitado pelo SIPAER é considerada atividade de pesquisa. 1.13 ELO DO SISTEMA DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS (ELO-SIPAER) Órgão. com características destrutivas ou não.

responsável por todas as providências necessárias às atividades de suprimento. O laudo técnico deve ser confeccionado por profissional qualificado pertencente ao Parque de Material Aeronáutico (PAMA) central do projeto da aeronave envolvida na ocorrência. 1.2.20 LAUDO TÉCNICO (LT) Documento destinado a registrar os resultados provenientes de exames.2. envolvendo aeronave militar da Força Aérea Brasileira (FAB). pelo SIPAER. bem como todo o material e equipamentos neles utilizados diretamente ou destinados ao apoio e segurança do material e do homem. apoio técnico aos Operadores e controle geral de uma aeronave ou equipamento aeroespacial.21 MATERIAL AERONÁUTICO Denominação genérica que compreende as aeronaves e seus componentes. incidente aeronáutico grave ou incidente aeronáutico.2. 1. cuja recuperação seja de responsabilidade de outro Parque.22 OCORRÊNCIA AERONÁUTICA Qualquer evento envolvendo aeronave que pode ser classificado como acidente aeronáutico. testes e análises realizados em item ou material aeronáutico que possa ter contribuído para uma Ocorrência Aeronáutica. na condição de Parque Oficina. 1. quando o programa de trabalho da aeronave ou equipamento aeroespacial ao qual pertencem é atribuição de outro Parque.2. no solo ou em voo. 1.19 FICHA DE CONTROLE INTERNO DE MATERIAL E PROCESSOS (FCIMP) Documento que tem o objetivo de registrar informações a cada fase do processo nos setores executantes para formar a base de dados do sistema de consulta na página da DPAA na INTRAER.23 PARQUE CENTRAL Órgão executivo do Sistema de Material da Aeronáutica.2. atribuído ao seu encargo pelo Órgão Central do Sistema. manutenção. inclusive dos componentes eventualmente atribuídos a um ou mais Parques Oficinas.25 PROCESSO DE ATIVIDADE DE PESQUISA (PAP) Conjunto de medidas adotadas pela DPAA do DCTA com o objetivo de sistematizar procedimentos no atendimento das solicitações de Atividade de Pesquisa no DCTA. O Parque Oficina executa suas atividades em proveito do Programa de Trabalho do Parque Central. permitindo ao SIPAER a adoção dos procedimentos pertinentes. manutenção. sendo este último o alocador das prioridades de atendimento ou fornecimento de material ou serviço aos Órgãos solicitantes. apoio técnico aos operadores e controle geral de determinados itens reparáveis.ICA 3-15/2015 11/34 1. 1. O Parque Central é o gestor do projeto como um todo. 1.2.2.24 PARQUE OFICINA Parque Oficina é o Órgão executivo do Sistema de Material Aeronáutico. . por conhecer perfeitamente a situação dos equipamentos de aplicação nas aeronaves sob seu encargo. responsável por todas as providências necessárias às atividades de suprimento.

29 SEÇÃO DE PREVENÇÃO DE ACIDENTE AERONÁUTICO (SPAA) Setor pertencente às estruturas dos COMAR. Contribui para a expedição do pertinente Laudo Técnico.2.31 SISTEMA DE INFOMAÇÕES DE PROCESSOS DE ATIVIDADE DE PESQUISA (SIPAP) Sistema de informação na página da DPAA na INTRAER. bem como das OM que sejam sede de unidade aérea ou que possuam aeronave orgânica.33 SUBDIVISÃO DE ENSAIOS LABORATORIAIS (CSG -SE) Subdivisão do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) que tem por competência gerenciar e supervisionar as atividades realizadas pelas seções da CSG-SE. 1. da DIRMAB (Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico). administrativamente.2.2. técnica e operacionalmente.26 RELATÓRIO TÉCNICO (RT) Documento que registra os resultados provenientes de Exames/Análises realizados em item ou material aeronáutico que possa ter contribuído para uma Ocorrência Aeronáutica. 1. com o objetivo de armazenar informações para consulta dos envolvidos nos processos de solicitação de Atividade de Pesquisa na investigação de Ocorrência Aeronáutica. para aquilo que se relaciona com o desenvolvimento de suas atividades para fins do trato de assuntos específicos da Segurança de Voo. tendo sua estrutura definida em regulamento e regimento interno próprio. ao COMAR (Comando Aéreo Regional) em cuja área está sediada e.2. 1.2. . 1.30 SERVIÇO REGIONAL DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS (SERIPA) Organização do COMAER.27 SEÇÃO DE ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS (CSG-SE-E) Seção do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) que tem por competência realizar ensaios não destrutivos.32 SISTEMA DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS (SIPAER) Sistema constituído por diversos Órgãos e elementos ligados diretamente uns aos outros. desenvolver novos procedimentos para a realização destes ensaios e orientar a sua aplicação nas organizações internas e externas ao Comando da Aeronáutica.12/34 ICA 3-15/2015 1. 1. 1.2.28 SEÇÃO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTE AERONÁUTICO (SIPAA) Setor pertencente às estruturas das unidades aéreas.2. subordinada.2. e das FAE (Forças Aéreas). 1. ao CENIPA.

Em especial aos órgãos investigadores. conforme previsto no item 5. 1. SERIPA e PAMA. no âmbito do DCTA.3 ÂMBITO 1.6. 1. quais sejam CENIPA.ICA 3-15/2015 13/34 1.34 SUBDIVISÃO DE SUPORTE ÀS DIFICULDADES EM SERVIÇO (CPA-DS) Subdivisão do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) que tem por competência prestar suporte à organização de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos.35 SISTEMA DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS (SIPAER) Sistema constituído por diversos Órgãos e elementos ligados diretamente uns aos outros. na análise de material e na investigação de Ocorrência Aeronáutica. gerências técnicas e de programas. envolvidas na solicitação ao DCTA.1 Esta Instrução aplica-se a todas as Organizações Militares (OM) do Comando da Aeronáutica (COMAER).2 Os mesmos procedimentos preconizados nesta instrução aplicam-se também às solicitações de análises oriundas do Exército Brasileiro (EB) e da Marinha do Brasil (MB).6 da NSCA 3-6. na solução e prevenção das dificuldades em serviço durante a fase de operação do ciclo de vida de um produto aeronáutico.2.3.3. 1.2. bem como prestar assessoria técnica aos parques de manutenção. . de atendimento em Atividade de Pesquisa. para aquilo que se relaciona com o desenvolvimento de suas atividades para fins do trato de assuntos específicos da Segurança de Voo. devendo ser autorizadas pelo CENIPA.

2.RICA 20-3.RICA 21-99. do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) .14/34 ICA 3-15/2015 2 ESTRUTURA DO DCTA PARA O ATENDIMENTO 2.1 ESTRUTURA BÁSICA CONSTITUTIVA DO SIPAER A estrutura básica do SIPAER está prevista na NSCA 3-2. em conformidade com o estabelecido pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA). em conformidade com o estabelecido nos Regimentos Internos do DCTA . que dispõe sobre a estrutura e atribuições dos elementos constitutivos do SIPAER. o DCTA utiliza a estrutura funcional e administrativa abaixo reproduzida de forma simplificada na Figura 1. . e do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) .RICA 21-80.RICA 21-93. do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) .2 ESTRUTURA FUNCIONAL E ADMINISTRATIVA SIMPLIFICADA DO DCTA E DE SEUS INSTITUTOS PARA ATENDIMENTO DE ATIVIDADE DE PESQUISA AO SIPAER Para o atendimento ao SIPAER em Atividade de Pesquisa.

Setores da estrutura do DCTA que podem vir a ser envolvidos com as atividades de pesquisa na investigação do fator material. ------------. DCTA – DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AEROESPACIAL GAB – Gabinete SPRAR – Seção de Protocolo e Arquivo AJUR – Assessoria Jurídica .ICA 3-15/2015 15/34 Figura 1 – Estrutura Funcional e Administrativa simplificada do DCTA Legenda _________ Setores da estrutura do DCTA envolvidos diretamente com as atividades de pesquisa na investigação do fator material.

16/34 ICA 3-15/2015 AI – Assessoria de Inteligência DPAA – Divisão de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos IAE – INSTITUTO DE AERONÁUTICA E ESPAÇO APA – Divisão de Propulsão Aeronáutica APA-E – Subdivisão de Engenharia APA-EEM – Seção de Eletromecânica APA-EIA – Seção de Investigação de Acidentes Aeronáuticos LCL – Laboratório de Análise de Combustíveis e Lubrificantes LF – Laboratório de Filtros APA-P – Subdivisão de Motor a Pistão LEMP – Laboratório de Ensaios de Motor a Pistão AMR – Divisão de Materiais AMR-E – Subdivisão de Ensaios AMR-EFQ – Seção de Ensaios Físicos e Químicos LCFQ – Laboratório de Caracterização Físico-Química LCTM – Laboratório de Caracterização Térmica de Materiais LFDRX – Laboratório de Fluorescência e Difração de Raios X LQCM – Laboratório Químico de Caracterização de Materiais AMR-EME – Seção de Microexames LEMAT – Laboratório de Materialografia LEMEV – Laboratório de Microscopia Eletrônica de Varredura AMR-EPE – Seção de Propriedades Eletromagnéticas LCE – Laboratório de Caracterização Eletromagnética LSE – Laboratório de Simulação Eletromagnética AMR-EPM – Seção de Propriedades Mecânicas LEM – Laboratório de Ensaios Mecânicos LEF – Laboratório de Fluência AMR-P – Subdivisão de Processamento de Materiais AMR-PMC – Seção de Materiais Cerâmicos LPMT – Laboratório de Processamento de Materiais Termoestruturais LPP – Laboratório de Processamento de Pós LS – Laboratório de Sinterização AMR-PMM – Seção de Materiais Metálicos LFR – Laboratório de Fusão e Refino LTT – Laboratório de Tratamento Térmico AMR-PMP – Seção de Materiais Poliméricos LCMP – Laboratório de Compósitos de Matriz Polimérica LPP – Laboratório de Processamento de Polímeros AQI – Divisão de Química AQI-C – Subdivisão de Síntese e Caracterização LAI – Laboratório de Análises Instrumentais LAQ – Laboratório de Análises Químicas LSI – Laboratório de Síntese IPEV – INSTITUTO DE PESQUISAS E ENSAIOS EM VOO ESM – Divisão de Suprimento e Manutenção EEV – Divisão de Ensaios em Voo IFI – INSTITUTO DE FOMENTO E COORDENAÇÃO INDUSTRIAL CPA – Divisão de Certificação de Produto Aeroespacial CPA-DS – Subdivisão de Suporte às Dificuldades em Serviço CSG – Divisão de Certificação de Sistemas de Gestão CSG-SE – Subdivisão de Ensaios Laboratoriais CSG-SE-E – Seção de Ensaios Não Destrutivos NOTA: Qualquer Instituto do DCTA pode vir a ser solicitado a prestar apoio no atendimento à Atividade de Pesquisa na investigação do fator material no âmbito do DCTA. .

que deve ser respeitada pelos órgãos de investigação do SIPAER.1 O fluxograma da Figura 2 mostra a rotina operacional de solicitação e execução de Atividades de Pesquisa.3. no âmbito do DCTA.ICA 3-15/2015 17/34 2. 2.3 FLUXOGRAMA OPERACIONAL DE ATENDIMENTO DAS ATIVIDADES DE PESQUISA AO SIPAER. Figura 2 – Fluxograma Operacional de Atendimento das Atividades de Pesquisa ao SIPAER .

18/34 ICA 3-15/2015 Legenda da Figura 2 ANV – Aeronave CCI – Cadeia de Comando de Investigação DGCTA – Diretor-Geral do DCTA FCIMP – Ficha de Controle Interno de Material e Processos FNCO 05M – Ficha de Notificação e Confirmação de Ocorrência com Aeronave Militar FNCO – Ficha de Notificação e Confirmação de Ocorrência RBAC – Regulamentos Brasileiros da Aviação Civil 2. conforme estabelecido nas NSCA 3-2. o Comando Investigador (CI) e o Parque Central/Parque Oficina – PAMA. NSCA 3-6. NSCA 3-13 e ICA 65-21. o SERIPA.2 Os órgãos responsáveis pela investigação de Ocorrências Aeronáuticas e pelas solicitações de Atividade de Pesquisa ao DCTA são: o CENIPA. .3.

1.1.Investigação/FCP) com a finalidade de solicitar a realização de Exame/Análise de Material Aeronáutico.2.3 Solicitar à DPAA do DCTA a prioridade de execução de um determinado processo de atividade de pesquisa em andamento.1. executante do serviço.1 Elaborar.7 Receber o Relatório Técnico (RT) produzido pelos laboratórios do DCTA e promover. em coordenação com a DPAA e a Divisão executante.1. o material para Exame/Análise. datas e procedimentos de envio.1 Atuar de forma conjunta com a DPAA para: 3.1. entrega ou retirada do material por pessoa responsável pelo transporte. observando o previsto na ICA 205-26.1. no âmbito do DCTA ou das organizações subordinadas. contendo em anexo todos os documentos que possam auxiliar na realização do serviço solicitado.1.6 Coordenar junto à DPAA. o transporte de retorno do material.1. por meio do CAN ou via aérea comercial.2. 3. 3.ICA 3-15/2015 19/34 3 ATRIBUIÇÕES 3. Ensaios em Voo ou de apoio de pessoal do DCTA na investigação de Ocorrência Aeronáutica.1 Estabelecer contato prévio por meio da Ficha de Contato Prévio (FCP). Ensaios em Voo ou apoio de pessoal.php (SDCAI . e informar o recebimento à DPAA para finalização do processo.8 Solicitar à DPAA a necessidade de visita ou acompanhamento de análise de material por estrangeiro. caso o material seja enviado por outro meio.2.cta.4 Enviar à Divisão do DCTA.1. com base nos critérios constantes desta instrução.2 Assessorar o Diretor-Geral do DCTA nos assuntos referentes à solicitação de serviços decorrentes de investigação de ocorrências aeronáuticas do SIPAER.5 Fazer contato sempre por meio da DPAA quando for necessária alguma ação no processo. disponível na página da DPAA na INTRAER http://www. Ensaios em Voo e apoio de pessoal.1. 3. as informações referentes às solicitações de Atividade de Pesquisa. 3.3 Receber do solicitante. o mesmo deve estar acompanhado por um responsável. 3. coordenar e controlar planos e procedimentos para o atendimento de solicitações de Atividade de Pesquisa. por meio da Ficha de Contato Prévio (FCP). SERIPA OU PAMA) 3. 3.1.1. Ensaios em Voo ou apoio de pessoal do DCTA na investigação de Ocorrência Aeronáutica. bem como os prazos e meio de transporte do material. 3. .1 DO ÓRGÃO INVESTIGADOR SOLICITANTE (CENIPA.1.2 DO COORDENADOR DO PROCESSO (DPAA DO DCTA) 3. 3. 3. mediante a remessa de ofício ao DCTA.intraer/dpaa.2 Formalizar o pedido de Exame/Análise de Material Aeronáutico.br.1. via e-mail dpaainvestiga@cta. no contato prévio.1.1. 3. sobre os prazos para execução do serviço.1.

os procedimentos necessários para atendimento dos serviços.12 Dar o tratamento de sigilo adequado aos documentos que fazem parte da investigação. os Ensaios em Voo ou que fornecerão o pessoal de apoio.9 Disponibilizar ao CENIPA.15 A DPAA do DCTA deve manter atualizada uma página interna na INTRAER que contenha dentre outras informações.2. especificamente à Divisão Operacional (DOP).7 Processar o ofício e os documentos enviados pelo solicitante. 3. o status dos processos em andamento com as respectivas prioridades. disponibilizada na página da DPAA na INTRAER. dar início ao processo e encaminhar à Divisão que realizará análise. Ensaios em Voo e apoio de pessoal do DCTA na investigação. 3. 3.2.2.20/34 ICA 3-15/2015 3. preferencialmente via e-mail.2.2. 3. 3.2. 3. e avaliar.2.17 Auxiliar a Assessoria de Inteligência (AI) do DCTA em decorrência das solicitações de visita ou acompanhamento de Atividade de Pesquisa por estrangeiro no âmbito do DCTA.2.2. estabelecendo uma previsão de término para os mesmos. ainda.16 Auxiliar a Assessoria Jurídica (AJUR) do DCTA.6 Informar ao solicitante por meio da (FCP). concernentes a investigação de ocorrências aeronáuticas. 3.8 Preencher os campos pertinentes aos dados de geração de processo na Ficha de Controle Interno de Material e Processos (FCIMP). a possibilidade ou não do atendimento do serviço em resposta à solicitação feita no contato prévio.13 Arquivar toda a documentação relativa aos trâmites administrativos das atividades solicitadas.2. solicitados pelos órgãos de investigação do SIPAER.10 Receber o Relatório Técnico (RT) da Divisão que realizou o serviço.14 Analisar e encaminhar à Subdivisão de Suporte às Dificuldades em Serviço do IFI (CPA-DS).11 Coordenar junto ao solicitante e Divisão executante a devolução do material conforme FCP. e encerrar o processo.2. 3. referente a um determinado sistema ou peça que apresenta recorrência.5 Avaliar junto às Divisões a disponibilidade e o perfil do(s) profissional(ais) que deve(m) apoiar na investigação ou realizar os Ensaios em Voo. uma cópia da Mensagem Direta (MD) enviada à Divisão executante e da Ficha CENIPA 06. 3. de pessoal. o status dos processos de Atividade de Pesquisa. 3. de equipamentos e de acessórios necessários à realização da Atividade de Pesquisa. para efeito de análise desse Relatório e remetê-lo ao solicitante. 3. 3.2.2. 3. em assuntos relativos a solicitações ou intimações judiciais de pessoal do DCTA. de ANV militar.4 Coordenar com as Divisões que realizarão a Atividade de Pesquisa. naquilo que lhe couber. a disponibilidade de local. aprovada pelo Chefe da DPAA.2. naquilo que lhe couber. assessorar o Diretor-Geral do DCTA. . atendidas ou não.

3. de acordo com o contato prévio e solicitação.3 Verificar e selecionar os profissionais para auxiliarem na investigação de ocorrência de aeronáutica.3.1 Elaborar.7 Preencher a cada fase do processo os campos exclusivos do executante do serviço.ICA 3-15/2015 21/34 3.13 Indicar o profissional do laboratório. para eventual encaminhamento via Rede Mercúrio. em caso de dispensa do mesmo.10 Após retornar da missão de apoio à investigação.3. coordenar e controlar planos. 3. 3. ou.2 Verificar e avaliar a capacidade dos laboratórios ou setores para realizarem os exames.12 Coordenar junto à DPAA o processo de devolução do material e enviá-lo ao solicitante. 3. ensaio ou análise do material em laboratório ou local apropriado e confeccionar o Relatório Técnico (RT) do serviço realizado.8 Executar o exame. constantes da Ficha de Controle Interno de Material e Processos (FCIMP).3.3.3.11 Encaminhar à DPAA o Relatório Técnico (RT) aprovado e classificado. no contato prévio. confeccionar o relatório de análise técnica de acompanhamento de serviço fora do DCTA. decorrente da investigação da Ocorrência Aeronáutica. o qual deverá responder como perito técnico em eventual intimação judicial no tocante ao relatório produzido durante atividade de pesquisa. 3. 3. 3.5 Informar à DPAA os prazos previstos para atendimento dos serviços de todas as solicitações recebidas. 3. com a credencial do SIPAER na área de fator material. de acordo com o previsto nesta Instrução. testes ou ensaios constantes da solicitação de serviços pelo órgão investigador. 3.4 Coordenar e informar imediatamente à DPAA. CONFORME FIGURA 1) 3. por meio da Ficha de Contato Prévio (FCP).3.6 Receber o processo enviado pela DPAA e o material aeronáutico enviado pelo solicitante para análise.3.3 DOS EXECUTANTES DO SERVIÇO (DIVISÕES E LABORATÓRIOS DOS INSTITUTOS DO DCTA. . 3. tanto da solicitação de Atividade de Pesquisa quanto do apoio de pessoal na investigação ou na realização de Ensaios em Voo. com a finalidade de iniciar o atendimento.3. previsto na NSCA 3-13.3.2. informar à DPAA. disponibilizada na página da DPAA na INTRAER. 3. programas e procedimentos com a finalidade de atender às solicitações de Atividade de Pesquisa. observando a conformidade prevista nas normas do SIPAER. 3. 3.3. nos seus respectivos Institutos. 3.9 Caso exequível.18 Encaminhar ao CENIPA as necessidades de material e equipamentos necessários à Atividade de Pesquisa em proveito do SIPAER.3. a disponibilidade ou não de atendimento. teste. entregar também à DPAA a mídia em CD contendo o Relatório Técnico (RT). Ensaios em Voo e apoio de pessoal na investigação de ocorrências aeronáuticas.3.

o profissional do laboratório que deverá fazer o acompanhamento interno de estrangeiro no âmbito do DCTA. 3.14 Indicar. quando solicitado e conforme previsto na ICA 205-26.3. . decorrente do atendimento de Atividade de Pesquisa na investigação de Ocorrência Aeronáutica.22/34 ICA 3-15/2015 3. encaminhar à DPAA as necessidades anuais de apoio de material e equipamentos necessários à Atividade de Pesquisa em proveito do SIPAER.3. elaborando todo o processo de tomada de preços e confecção de PAMS.15 Com a finalidade de atendimento pelo CENIPA.

transporte. ainda. deve ser feito por meio da Ficha de Contato Prévio (FCP).1.1. sempre que necessário. sobre a necessidade de realizar contato prévio com essa Divisão esclarecendo como proceder ao encaminhamento de qualquer material aeronáutico para análise no DCTA. acarreta atrasos na emissão do relatório e. no processo de investigação. Ensaios em Voo e apoio de pessoal à investigação de Ocorrência Aeronáutica. via e-mail ou preenchimento na página da DPAA na INTRAER. o resgate do mesmo após término do serviço e outros procedimentos que se fizerem necessários.3 A DPAA do DCTA deve orientar periodicamente os órgãos investigadores solicitantes de serviços decorrentes de investigação de Ocorrência Aeronáutica. 4.1. 4. Ensaios em Voo e apoio de pessoal na investigação de Ocorrências Aeronáuticas. obter o posicionamento do setor apropriado do DCTA sobre a viabilidade da execução do serviço antes de aceitar as solicitações e dar início à abertura do processo.ICA 3-15/2015 23/34 4 COORDENAÇÃO DAS SOLICITAÇÕES DO SERVIÇO DE ATIVIDADE DE PESQUISA 4.2 É vedada a execução de qualquer serviço por pessoal do DCTA na investigação de Ocorrência Aeronáutica que dispõe esta instrução sem o prévio conhecimento da DPAA do DCTA e/ou ausência de documentação.1. devidamente preenchidas.6 Todo pedido de serviço de Exame/Análise de Material. verificando a conformidade das mesmas com o disposto na legislação devendo. armazenamento e preservação dos itens em instalações adequadas.1. b) solicitar. além de dificultar o planejamento das atividades nas diversas fases do processo. a forma de envio ou de entrega do material para análise. todos os documentos que possam auxiliar no estudo. NOTA: É importante salientar que a não realização do contato prévio. d) solicitar à DPAA a prioridade na execução do serviço.4 O solicitante deve fazer contato prévio com a DPAA.5 O contato prévio com a DPAA do DCTA. O solicitante deve enviar a (FCP) com a solicitação e a Ficha CENIPA 06. 4.1 GERENCIAMENTO DO CONTATO PRÉVIO E DAS SOLICITAÇÕES 4. 4. quando necessário. Diretor-Geral do DCTA.1 Compete à DPAA do DCTA avaliar todas as solicitações de atendimento de Atividade de Pesquisa. Sr. e) coordenar. para solicitação do serviço. consequentemente. 4. com a DPAA. condições e prazos dos serviços solicitados. de modo a ser planejado o apoio logístico para o recebimento. tais como: . a realização de Ensaios em Voo ou pessoal do DCTA com o objetivo de auxiliar na investigação de Ocorrência Aeronáutica. com as seguintes finalidades: a) solicitar o serviço de Atividade de Pesquisa no âmbito do DCTA. f) outros assuntos correlacionados. contendo em anexo. deve ser formalizado mediante a remessa de ofício ao Exmo. c) tomar conhecimento da possibilidade de atendimento.1. contendo as informações necessárias à coordenação e planejamento das atividades para celeridade ao processo.

2. possam consultar a situação de cada processo existente. além dos dados já existentes. além de outros. como peso. disponível na página da DPAA.1. 4. estado de conservação. acrescentando.2 O Sistema de Informação de Processos de Atividade de Pesquisa (SIPAP) da DPAA deve permitir que todos os envolvidos no processo de atendimento da atividade de pesquisa. Ensaios em Voo e apoio de pessoal na investigação de Ocorrências Aeronáuticas decorrentes de solicitações dos órgãos de investigação do SIPAER ao DCTA. com a finalidade de esclarecer pontos importantes tanto para aquele que investiga quanto para aquele que realiza a análise. b) informações do documento de encaminhamento (conhecimento aéreo. . 4. 4. fotografias tomadas antes da remoção que mostrem o estado após a ocorrência ou impacto.1.2 PÁGINA DA DPAA NA INTRAER PARA CONSULTA AOS PROCESSOS 4. seguido por um número sequencial e ano de entrada do ofício de solicitação na DPAA. c) descrição geral da sua condição. acompanhado da sigla dessa Divisão.24/34 ICA 3-15/2015 a) a Ficha CENIPA 06. GMM. um sistema específico para consulta do status dos processos de Atividade de Pesquisa. seja realizada com a presença do responsável pela investigação ou seu preposto. outros). c) Termo de autorização assinado pelo proprietário/operador da aeronave concordando com a análise e ensaios destrutivos. 4. d) esclarecimentos sobre a finalidade da pesquisa.3 A Ficha de Controle Interno de Material e Processo (FCIMP). será o meio utilizado para subsidiar todas as informações sobre o status dos processos na base dados do SIPAP. bem como manter o controle sobre o mesmo com o auxílio de um banco de dados informatizado.2. b) sempre que possível. incluindo. a qual deve conter as diversas informações do sistema de prevenção e investigação no âmbito do DCTA. de modo a permitir um trabalho objetivo e completo para o Investigador-Encarregado. identificando o material durante todo o trajeto no processo de análise. 4. consultada pelos órgãos investigadores solicitantes e demais envolvidos.8 A DPAA do DCTA deve providenciar a abertura de um processo para cada solicitação de serviço na investigação de Ocorrência Aeronáutica. NOTA: Os seguintes dados devem complementar as informações da Ficha CENIPA 06: a) informações para melhor caracterização do material. registros complementares. seguido por um número sequencial de todos os processos gerados (ex: PAP 001- 2014/DPAA/856). recolhimento e transporte do material. d) a etiqueta CENIPA 22 (Anexo B) afixada em cada peça ou amostra.7 Sempre que possível. Os processos devem ser identificados pela sigla PAP (Processo de Atividade de Pesquisa). quando for o caso. no âmbito do DCTA. cuidados observados na coleta.2. e os responsáveis pela Atividade de Pesquisa. é importante que toda a entrega de material para análise ou início do processo de análise de material.1 A DPAA do DCTA deve manter atualizada uma página na INTRAER.

e as Divisões dos Institutos do DCTA. ainda.2 O atendimento de serviços relativos a Ensaios em Voo e apoio de pessoal na investigação de Ocorrência Aeronáutica. permitindo o enquadramento na prioridade desejada.5 Alem da sequência normal.4 Para requerer prioridade na execução de um determinado serviço. repercussão pública. 4. A prioridade deve ser ainda.3.5.1 O início do serviço de Atividade de Pesquisa no âmbito do DCTA depende do recebimento. além de seguir os procedimentos desta instrução.3. 4. via e-mail. SIPAP. do processo aprovado pela DPAA e do material enviado pelo solicitante com todas as informações necessárias à execução.4 A DPAA. a solicitação de prioridade por meio de documento formal. no contato prévio ou no ofício de solicitação do serviço ou. responsáveis pela execução dos serviços. respectivamente. preencher os campos da FCIMP pertinentes ao coordenador e executante. devem. a cada fase executada do processo. solicitação judicial. ainda. a DPAA deve ser informada imediatamente para coordenar o repasse ao solicitante das informações prioritárias. o início só se dará após o executante receber o processo aprovado pela DPAA e quando for o caso. ordem superior (via CENIPA).3. com a finalidade de garantir a disponibilidade da informação no sistema de consulta. 4.3.ICA 3-15/2015 25/34 4. a qualquer momento durante o andamento do processo. ao que foi acordado na Ficha de Contato Prévio (FCP). o solicitante deve observar os critérios do item 4.3 ROTINA DE EXECUÇÃO. PRAZO E SOLICITAÇÃO DE PRIORIDADE 4. e o retorno ao solicitante deve ser também via e-mail.2. responsável pela coordenação. 4. Portanto. acessar o SIPAP para registro das informações de execução e andamento dos processos na FCIMP. por meio da Ficha de Contato Prévio (FCP) ou Mensagem Direta. impreterivelmente. a prioridade pode ser determinada com base nos parâmetros a seguir. NOTA: Caso uma Divisão responsável pela execução do serviço não consiga. o material enviado pelo solicitante com toda a documentação prevista. 4. por algum motivo.3 A Execução do serviço deve obedecer à sequência normal de entrada do processo e do material para análise na Divisão executante. sendo que a execução do serviço pela Divisão responsável deve obedecer à sequência cronológica das datas de aprovação pela DPAA de cada classificação de prioridade: 1. 4.6 e enviar. devem obedecer. elevado potencial de risco ou recorrência.3.3. 5. 2. pela Divisão executante.3. no qual esteja relatada de forma clara uma das situações listadas no item 4. .6 O pedido de prioridade deve ser formalizado pela DPAA com a Divisão executante. aprovada pela DPAA. 3.3. 4. conforme previsto no contato prévio. paralisação de frota. disponibilizada para consulta na página da DPAA na INTRAER.

4. que deve tomar as providências junto ao solicitante. 4. 4.4 TRÂMITE DO RELATÓRIO TÉCNICO (RT) 4. protocolar e entregar à DPAA dando agilidade ao processo. o prazo para execução deve ser estabelecido pela Divisão executante em função de diversas atividades em andamento nos laboratórios.4 Em princípio.7 O Prazo máximo para a conclusão do Relatório Técnico (RT) de um processo em execução normal é de 90 dias. conforme acertado no contato prévio.3. e antes de esgotado o prazo inicial previsto.1 O Relatório Técnico (RT) elaborado pela Divisão responsável pela execução do serviço deve receber grau de sigilo previsto.4.4. a contar do recebimento.3 Ao receber da Divisão executante do serviço a cópia do RT em CD.2 A Divisão executante do serviço deve gravar uma cópia do RT em CD. a DPAA deve encaminhá-lo ao solicitante via rede mercúrio.26/34 ICA 3-15/2015 4. sempre que possível.4. no local de sua elaboração. a Divisão executante deve informar à DPAA. seja de processo em execução normal ou com prioridade. NOTA2: Caso haja a necessidade de prorrogação do prazo de conclusão do Relatório Técnico (RT). do material para análise e do processo aprovado pela DPAA. 4. . bem como a forma de retorno do material ou a necessidade do resgate do mesmo pelo solicitante. cabe ao órgão investigador solicitante ou CI deliberar sobre a necessidade de encaminhar uma cópia do RT a outro órgão que julgar necessário. pela Divisão executante. Neste expediente devem ser informados ao solicitante os custos dos serviços laboratoriais. O RT original deve ser enviado via malote por meio de Ofício Sigiloso. NOTA1: Apesar de um processo receber a prioridade de acordo com a solicitação.4.

por meio da DPAA. seguindo as orientações previstas na ICA 205-26. NOTA 2: Toda solicitação de acompanhamento de Atividade de Pesquisa no âmbito do DCTA. ARMAZENAMENTO. PCAN- SJ e Divisão de Suprimento e Manutenção (ESM) do IPEV. a coordenação com a Divisão executante do serviço.1. referente à Atividade de Pesquisa na investigação do fator material. a DPAA deve tomar as providências no sentido de auxiliar a Assessoria Jurídica (AJUR) nos procedimentos que se fizerem necessários. permitindo que a DPAA faça. 5.2 O solicitante pode enviar o material para análise via CAN. sempre que for necessária a realização de ensaios destrutivos e caso não tenha recebido a autorização junto com a documentação.ICA 3-15/2015 27/34 5 EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS DE ATIVIDADE DE PESQUISA 5. NOTA 1: Nos processos que requeiram a participação de investigação policial e/ou qualquer procedimento judicial concomitante e paralelo à investigação do SIPAER.2. Conhecimento Aéreo ou documento de despacho equivalente.1.2.2. de forma que o recebimento deste material seja realizado imediatamente após a sua chegada dando celeridade ao processo. todas essas informações referentes ao envio devem constar da Ficha de Contato Prévio (FCP). previamente. o órgão investigador solicitante do serviço de Atividade de Pesquisa ou Investigador-Encarregado deve informar à DPAA. CENIPA 22 e CENIPA 23 do Anexo B. A embalagem deve ser lacrada com a fita adesiva para material de Ocorrência Aeronáutica (Anexo B).3 Nos casos de solicitações de acompanhamento de análise de material no âmbito do DCTA por estrangeiros. realizada no âmbito do DCTA. A DPAA deve tomar todas as providências no sentido de auxiliar a Assessoria de Inteligência (AI) com as informações necessárias. 5. para esclarecimentos. 5. acompanhado da respectiva Ficha CENIPA 06. via aérea comercial ou entregar diretamente na Divisão do DCTA que executará o serviço. IDENTIFICAÇÃO. No entanto. com finalidade de atender o previsto na NSCA 3-13.1 Durante a análise de material. com a finalidade de permitir o planejamento pelos órgãos do DCTA a fim de atender todas as necessidades do serviço. conforme previsto na NSCA 3-13. Guia de Movimentação de Material (GMM). deve ser feita com antecedência mínima de 5 (cinco) dias úteis. realização de prova pericial técnica ou para colaborar com quaisquer informações que a justiça julgar necessárias. . o pedido deve ser feito à DPAA do DCTA. a Divisão responsável pela análise deve solicitar.2 REMESSA. para que a mesma tome as providências internas necessárias. o termo de autorização assinado pelo proprietário/operador. MANUSEIO E RETORNO DO MATERIAL AERONÁUTICO 5.1.1 ENVOLVIMENTO DO PESSOAL DO DCTA COM ATIVIDADES DECORRENTES DAS SOLICITAÇÕES 5.1 Todo material aeronáutico encaminhado ao DCTA para Exame/Análise deve estar identificado pelas etiquetas padronizadas CENIPA 21.1. 5.2 Nos casos de solicitações ou intimações judiciais de profissionais do DCTA. RECEBIMENTO.1 REMESSA DO MATERIAL 5. concordando com a realização do ensaio.1.

3. conforme acertado no contato prévio.2 O órgão interno do DCTA que receber o material aeronáutico para análise deve conferi-lo quanto à identificação. sendo o mesmo responsável por sua conservação durante o período em que permanecer sob sua responsabilidade.1 Após o término do serviço. 5.2.28/34 ICA 3-15/2015 5.2.2. só será permitida a permanência de material no Laboratório após os 90 (noventa) dias. controlados pela DPAA do DCTA por meio do Sistema de Informação de Processo de Atividade de Pesquisa (SIPAP). CONTROLE E ARMAZENAMENTO DO MATERIAL 5.2. a DPAA do DCTA deve promover. 5. os executantes do serviço devem registrar na Ficha de Controle Interno de Material e Processos (FCIMP) a movimentação dos mesmos. Como ato contínuo. o setor executante deve verificar os campos 6 e 7 da Ficha CENIPA 06. o responsável deve se dirigir ao protocolo (SPRAR) do DCTA para dar entrada na documentação. armazenamento e encaminhamento interno. . O responsável pela entrega do material deve ainda tomar conhecimento de todas as informações constantes da Ficha de Contato Prévio (FCP) para o planejamento da missão de entrega do material no DCTA. 5. conforme acordado no contato prévio.3. IDENTIFICAÇÃO.2 RECEBIMENTO.2. certificando a capacidade de atendimento pelo laboratório para o tipo de serviço especificado.2. deve ter seu recebimento. 5. o estado e a quantidade.3 RETORNO DO MATERIAL AERONÁUTICO EXAMINADO 5. 5.2. em coordenação com os setores responsáveis pela análise. desde que formalizada pelo solicitante por meio da DPAA.2.2.1 Todo material aeronáutico encaminhado ao DCTA para Exame/Análise.2 Após as ações de preparo do material para retorno. em caso de necessidade de novas análises.3 Após o término do serviço.3 O material quando acompanhado por um responsável deve dar entrada na Divisão executante que deve adotar os procedimentos necessários ao recebimento.3 Na fase de recebimento do material.3. Para tanto. como suposto contribuinte de uma Ocorrência Aeronáutica. a retirada ou envio. o acondicionamento e embalagem dos itens que devem retornar ao órgão solicitante. a DPAA deve efetuar o contato com o solicitante sobre a disponibilidade do material e coordenar com o mesmo. de maneira que seja verificada a conformidade do item recebido com a documentação constante do processo gerado pela DPAA.2. identificação.2. no prazo máximo de 90 (noventa) dias a contar da data de envio do relatório pela DPAA.2. 5.1.

Igual procedimento deve ser adotado para os materiais provenientes da aviação civil. 22 e 23 (modelo – Anexo B) devem ser utilizadas tanto no Item quanto na sua embalagem.1. O material deve ser devidamente preservado e protegido.2. em atendimento à NSCA 3-6 e NSCA 3-13. manuseio.4 da NSCA 3-6. laboratório ou setor que manipular o material recebido para análise é responsável pela guarda. 6. as etiquetas específicas CENIPA 21.3 A DPAA do DCTA deve providenciar a proposta orçamentária anual.1 GUARDA E PRESERVAÇÃO DO MATERIAL AERONÁUTICO 6.2. 6. conforme prevê o item 3. depois de encerrados. 6. especificamente à necessidade da identificação urgente do Item ou Material Deficiente em Exame/Análise. obedecendo às normas de armazenagem e segurança.1 A Divisão. devem ser mantidos arquivados na DPAA do DCTA. exceto a documentação gerada e de uso exclusivo do Instituto/Divisão que executou o serviço.ICA 3-15/2015 29/34 6 DISPOSIÇÕES GERAIS 6. 6. NOTA: O material e a documentação provenientes de Ocorrência Aeronáutica com aeronave militar devem ser armazenados e guardados respectivamente em local seguro e de acesso restrito às pessoas devidamente autorizadas. .2 O suporte financeiro e material das necessidades da Atividade de Pesquisa é da responsabilidade do SIPAER por intermédio do seu órgão central (CENIPA).1 Uma planilha com a composição de custo do serviço executado deve ser elaborada e preenchida pela Divisão executante. 6.2 DOS CUSTOS DO EXAME/ANÁLISE DE MATERIAL AERONÁUTICO 6. armazenamento e preservação. a ser encaminhada ao órgão central do SIPAER (CENIPA) para custeio de atividade de pesquisa descrita nesta Instrução.2 Visando agilizar os assuntos pertinentes à Segurança de Voo.2.1.3 DO ARQUIVAMENTO FINAL DOS PROCESSOS PARA EXAME/ANÁLISE DE MATERIAL AERONÁUTICO Todos os processos.

.DTA 04. 7.30/34 ICA 3-15/2015 7 DISPOSIÇÕES FINAIS 7. de 20 de junho de 2007. aprovada pela Portaria CTA n° 72/DPAA.2 SUBSTITUIÇÃO Esta Instrução substitui a Diretriz de Tecnologia Aeroespacial n° 04 “Atendimento de Serviços Técnico-Especializados ao SIPAER” . 7.3 CASOS NÃO PREVISTOS Os casos não previstos nesta Instrução devem ser apresentados ao Chefe da Divisão de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (DPAA) que deve analisá-los e encaminhá- los para decisão do Diretor-Geral do DCTA.1 ATUALIZAÇÃO A atualização desta instrução é da responsabilidade da DPAA do DCTA.

Ministério da Ciência e Tecnologia.ICA 3-15/2015 31/34 REFERÊNCIAS BRASIL. 2012. Comando da Aeronáutica. Comando da Aeronáutica. Dispõe sobre Protocolos de Investigação de Ocorrências Aeronáuticas da Aviação Civil Conduzidas pelo Estado Brasileiro. Ministério da Defesa. de 27 de março de 2014. Brasília. Portaria nº 2/GC3. 1986. Ministério da Defesa. Ministério da Defesa. BRASIL. modificado pela Portaria DCTA nº 218/DNO.230/GC3. BRASIL. Comando da Aeronáutica. Brasília. Dispõe sobre Laudo Técnico. Portaria nº 2. BRASIL. Ministério da Defesa. _______.231/GC3. 2008 (NSCA 3-2).332. Portaria DIRMAB n° 17. Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos. Ministério da Defesa. Portaria DIRMAB n° 25/SPAA. Comando da Aeronáutica. BRASIL. Presidência da República. 2013 (NSCA 3-6). 2014. de 12 de fevereiro de 2014. de 7 de março de 2006. de 19 de dezembro de 1986. BRASIL. de 23 de dezembro de 2013. (RICA 20-3). Portaria nº 26/GC3. Brasília. . (ROCA 20-4). Dispõe sobre Processo de Planejamento e Controle da DIRMAB e Organizações Subordinadas. 2006. Lei nº 7. Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico. Brasília. Brasília. 2014 (ICA 65-21). Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial. 1994. Portaria DCTA nº 210/DNO. de 31 de março de 1995. (NSMA 65-1). São José dos Campos. de 26 de março de 2002. Brasília. Rio de Janeiro. 2010. Portaria EMAER nº 08/CEN. _______. (PNAE). 2013. Brasília. de 8 de dezembro de 1994. de 23 de dezembro de 2013. Brasília.565. Programa Nacional de Atividades Espaciais (2012 – 2021). Decreto n° 1. Agência Espacial Brasileira. Brasília. Rio de Janeiro. 2007. _______. (RCA 205-1). Aprova o Regulamento do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial. de 5 de janeiro de 2007. de 18 de julho de 2014. Dispõe sobre a Investigação de Ocorrências Aeronáuticas com Aeronaves Militares. Aprova a reedição do Regimento Interno do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial. _______. Comando da Aeronáutica. Comando-Geral de Apoio. 1995. Cria os Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos. Portaria nº 166/GC3. Dispõe sobre a Estrutura e Atribuições dos Elementos Constitutivos do SIPAER. _______. Brasília. Rio de Janeiro. (ICA 65-1). BRASIL. Estado-Maior da Aeronáutica. Portaria COMGAP nº 24/1EM. Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica. BRASIL. Dispõe sobre a Gestão da Segurança de Voo na Aviação Brasileira. 2002. Portaria nº 250/GC3. de 13 de junho de 2013. Aprova a atualização da Política de Desenvolvimento das Atividades Espaciais. de 21 de janeiro de 2009. Ministério da Defesa. (NSCA 3-3). de 15 de janeiro de 2010. Portaria nº 2. Aprova a reedição do Regulamento para Salvaguarda de Assuntos Sigilosos da Aeronáutica (RSAS). 2014 (NSCA 3-13). Aprova a reedição do Sistema de Material da Aeronáutica. _______. Comando da Aeronáutica. (PNDAE).

se for o caso. Observações: 4 . PREVISÃO DE TÉRMINO Observações: Parecer do Chefe da DPAA: Em caso de dúvida favor entrar em contato com a DPAA: Tel.br .32/34 ICA 3-15/2015 Anexo A – Ficha de Contato Prévio Ficha para Contato Prévio de solicitação de Atividade de Pesquisa 1 . MATRICULA MODELO FABRICANTE CONTATO:( ) PRESIDENTE DA CIOA ( ) INVESTIGADOR ENCARREGADO ( ) PREPOSTO NOME TELEFONE E-MAIL 1.ENVIO E DEVOLUÇÃO DO MATERIAL Marcar com um “X” embaixo das letras “E” e “D”. 1. ( ) SIM – Informar. de equipamentos. DA DIVISÃO ENVIO AO SOL. de acessórios e outros). DATA RECEB RESPONSÁVEL PRAZO DE EXECUÇÃO È possível atender a solicitação? ( ) NÃO – Justificar.1. correspondendo à forma de Envio e/ou Devolução do material.2 .EXECUTANTE (DIVISÃO/LAB. DOS INSTITUTOS DO DCTA) DIVISÃO EXEC.COORDENADOR (DPAA DO DCTA) RECEB. as necessidades (de pessoal.SOLICITAÇÃO DE ENSAIOS EM VOO OU APOIO DE PESSOAL DO DCTA Descrever as necessidades da solicitação: 2 .SOLICITANTE (ORGÃO INVESTIGADOR) AERONAVE ORGÃO INVESTIGADOR DATA DA SOL. E D respectivamente.1 . DO SOL.SOLICITAÇÃO DE ANÁLISE DE MATERIAL E ATIVIDADE DE PESQUISA FICHA CENIPA 06 Nº OUTROS DOCUMENTOS: Objetivo da Pesquisa: Observações: 1.1 .COORDENADOR (DPAA DO DCTA) RECEB. FCP N° ENVIO À DIVISÃO RESPONSÁVEL Pré-avaliação da proposta: 3 . VIA CAN VIA AÉREA COMERCIAL DIRETAMENTE NA DIVISÃO EXECUTANTE DO SERVIÇO POR MEIO DE UM RESPONSÁVEL PELO TRANSPORTE DO MATERIAL. (12)39476778/6777 ou e-mail dpaainvestiga@cta.

CENIPA 22.ICA 3-15/2015 33/34 Anexo B – Etiquetas de identificação do SIPAER: CENIPA 21. CENIPA 23 e fita adesiva para lacre de embalagens CENIPA 23 CENIPA 21 .

CENIPA 22.34/34 ICA 3-15/2015 Continuação do Anexo B – Etiquetas de identificação do SIPAER: CENIPA 21. CENIPA 23 e fita adesiva para lacre de embalagens FITA ADESIVA PARA LACRE DE EMBALAGENS .