DOI: 10.5433/1679-0359.

2013v34n3p995

Produtividade e qualidade do milho doce em diferentes populações
de plantas

Yield and quality of sweet corn at different plant populations

Renan Soares de Souza1*; Pedro Soares Vidigal Filho2; Carlos Alberto Scapim2;
Odair José Marques2; Dyane Coelho Queiroz3; Ricardo Shigueru Okumura4;
Deivid Lincoln Reche5; Vinícius Bovo Cortinove6

Resumo
O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito da população de plantas sobre os componentes de
produção e a composição química de grãos de dois híbridos de milho doce no cultivo de “Inverno –
Primavera”. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos completos casualizados com quatro
repetições. Os tratamentos constituíram-se da combinação entre híbridos de milho doce (Tropical Plus e
RB-6324) e populações de plantas (40.000, 55.000, 70.000, 85.000 e 100.000 plantas ha-1), no esquema
fatorial 2 x 5, avaliados em dois anos agrícolas (2009 e 2010), em cultivo de Inverno-Primavera. O
incremento na população de plantas de 40.000 até 100.000 plantas ha-1 resultou em maiores produtividades
de espigas comerciais despalhadas dos híbridos Tropical Plus e RB-6324. O aumento na população de
plantas reduziu o comprimento e o diâmetro de espigas de Tropical Plus e RB-6324, e a massa de espigas
de Tropical Plus, mas não afetou o padrão comercial e de uso industrial das mesmas. Em populações de
plantas mais elevadas o híbrido RB-6324 produziu espigas com grãos mais adocicados e com menor
conteúdo de amido. O híbrido Tropical Plus apresentou maiores massa, comprimento, produtividade,
conteúdo de açúcares totais, e menor diâmetro de espigas do que o RB-6324.
Palavras-chave: Zea mays L., milho especial, densidade populacional, produtividade, atributos
químicos de grãos

Abstract
The objective of this study was to evaluate the plant population density effect upon yield components
and the chemical composition of grains in two sweet corn hybrids in “Winter-Spring” cultivation. The
experimental design used was the complete randomized blocks with four replications. The treatments
were based on the combination between two sweet corn hybrids (Tropical Plus e RB-6324) and five
plant populations (40,000, 55.000, 70,000, 85,000 and 100,000 plants ha-1), in a factorial scheme 2 x 5,
evaluated in two “winter-spring” growing seasons (2009 and 2010). The increment in the population
of 40,000 to 100,000 plants ha-1 resulted in higher husked commercial corn ear productivity in both
hybrids, Tropical Plus and RB-6324. The increase of plant population reduced the length and diameter

1
Engº Agrº, Discente de Doutorado em Agronomia, Programa de Pós-graduação em Agronomia, PGA, Universidade Estadual de
Maringá, UEM, Maringá, PR. E-mail: nansoares86@hotmail.com
2
Engºs Agrºs, Profs. Drs., UEM, Maringá, PR. E-mail: vidigalfilhop@gmail.com; cascapim@uem.br; ojmarques@gmail.com
3
Engª Agrª, Discente de Doutorado em Ciências Agrárias, Programa de Pós-graduação em Ciências Agrárias, Universidade Federal
do Recôncavo da Bahia, UFRB, Cruz das Almas, BA. E-mail: dyanecq@hotmail.com
4
Engº Agrº, Prof. Dr., Universidade Federal Rural da Amazônia, UFRA, Capitão Poço, PA. E-mail: ricardo_okumura@hotmail.
com
5
Engº Agrº, UEM, Maringá, PR. E-mail: deividreche@gmail.com
6
Engº Agrº, Discente de Mestrado em Agronomia, PGA, UEM, Maringá, PR. E-mail: viniciuscortinove@hotmail.com
*
Autor para correspondência

Recebido para publicação 06/10/11 Aprovado em 18/04/13
995
Semina: Ciências Agrárias, Londrina, v. 34, n. 3, p. 995-1010, maio/jun. 2013

maio/jun.550.. R. mays L. 2012. 740. 2007). population density. S. sugary (su) e brittle-2 (bt2). um dos principais produtores mundiais interceptação da radiação solar (Kvitschal et de milho comum. consumo de milho verde e de milho doce. 2005.083. principal produtor milho doce o comprimento e o diâmetro das espigas brasileiro de milho comum. devido ao favorecimento da O Brasil. 2005). 2011). 2010). de milho destacam-se os Estados Unidos (40. embora os dados não sejam contabilizados (USDA. como 1990).12%) e o México (7. 34. também apresenta produção e al. Entretanto. e que contém alelos recessivos mutantes tais como shrunken-2 (sh2). special corn.. 3. chemical attributes of grains Introdução atualidade.. 2005..000 e 672. de maiores produtividades tanto de milho comum CRUZ.. In larger plant populations the hybrid RB-6324 produced corn ears with grains that were sweeter and with lower starch content. especialmente os agricultores familiares como milho doce e super doce (Parentoni et al. SANGOI et al. com a produção global alcançando 9.. e o superdoce tem em torno de 25% de Entre os fatores que contribuem para a obtenção açúcar e 15 a 25% de amido (Pereira Filho. 2013 . yield. quanto de milho doce destaca-se a utilização Os dados estatísticos de produção de milho doce de elevadas populações de plantas (Sangoi et são escassos uma vez que eles são apresentados em al. 2007) são conhecidos metrópoles.. MARTIN et al. podem resultar em incremento no potencial Nigéria (8. devido principalmente a exportação Os cultivares de milho... however. que afetam a constituir-se em alternativa econômica tanto para biossíntese de carboidratos no endosperma dos grãos os hortigranjeiros dos cinturões verdes das grandes (Oliveira Júnior et al.680 apresentadas pelos híbridos modernos de milho tais ha. possuem potencial devem ser adequados ao processamento industrial para aumentar a àrea cultivada com milho doce (Albuquerque et al. uma vez que o (WILLIAMS. (BARBIERI et al. que produzem milho para consumo in natura. advém de lavouras de milho comum. brittle (bt).. de amido. pertencentes à espécie Zea (BARBIERI et al. a exploração do milho doce pode (se). a área mundial cultivada semeadura (SILVA et al.657..311 Mg de simples. of corn ears in Tropical Plus and RB-6324. Enquanto o milho comum apresenta em torno para aqueles de locais mais distantes com produção de 3% de açúcar e entre 60 e 70% de amido. geralmente híbridos produção de 3. porte mais baixo e menor Mg de espigas. it did not affect the commercial standard and industrial use. com uma de resposta desses híbridos. SILVA et al. productivity. De pelo aumento da densidade de plantas nas linhas de acordo com FAO (2013). 2010).. 2009). é necessário ressaltar que para o Tanto o Brasil quanto o Paraná. que na maioria alteração do espaçamento entre as linhas bem como das vezes. o milho de milho destinado ao processamento industrial doce tem em torno de 9 a 14% de açúcar e 30 a 35% (Zárate et al.763 como ciclo mais curto. de et al. 2003). que podem ser ajustadas por meio da conjunto à produção de milho verde. Souza. 2005).. 2007).111.38%). Key words: Zea mays L. 995-1010. sugar content and lower diameter of corn ears when compared to RB-6324.. GAMA. As características com o milho verde no ano de 2011 foi de 1.. 2010). The mass of the corn ears from Tropical Plus also reduced. The hybrid Tropical Plus presented higher mass. Londrina. p. Neste tipo de exploração comercial número de folhas por planta (Strieder et al. sugary enhancer Dessa forma. e na padrão comercial aceita somente espigas maiores 996 Semina: Ciências Agrárias. n. length. v. com o aumento na população de plantas espigas verdes. 2008).14%). este seguimento apresenta tendência de crescimento.

como as Noroeste do Paraná. C = 11. de textura argilosa (EMBRAPA. respectivamente: pH em CaCl2 = 5. 2006). e Métodos No casoavaliar objetivou-se do milho verde da os efeitos doce o conteúdo população de sobre os componentes da produção e a composição de plantas carboidratos tais como sacarose e frutose. SANGOI sugeridas et al.69 cmolc dm-3. definem atributos de qualidade sendo de extrema importância sua investigação. subtropical. considerando a importância do milho doce. n. médias. setembro a 20 de dezembro). Fonte: Elaboração dos autores.3 mg dm-3. campo conduzidos Maringá. latitudee 23º20’48” de 2010 (9S de e utilizam. sempre são as ideaislatitude para esse tipo de cultivo. (Albuquerque et al. e de O presente trabalho foi constituído de dois química de grãos de híbridos de milho doce. no cultivo deexperimentos de campo conduzidos no período de “Inverno .43 . Produtividade e qualidade do milho doce em diferentes populações de plantas No caso do milho verde doce o conteúdo de carboidratos tais como sacarose e frutose.. 995-1010. comum.30 e 8. A área experimental localiza-se node Distrito O presente trabalho foi constituído de dois experimentos de Iguatemi. Neste 52º04’17” W.01 e 0. região 510 m.86 e 9.43 e 4. (15 semanas). v.Primavera”. dos anos agrícolas de 2009 Métodosa recomendação ao produtor e a (28 de agosto a 27 de novembro) e de 2010 (9 de se visa emelhorar Material aceitação do consumidor (Caniato et al. contexto. Al3++H+ = 3. 2013 dm-3. e a carência de informações para a região climatológicos. Precipitação pluvial Precipitação pluvial e temperaturas e temperaturas médias. Os dados climatológicos. milho comum. 2008). 2004).1 cmolc dm-3. Os resultados das análises químicas foram. com altitude aproximada de sugeridasa 20 setembro parade odezembro).87 e 3. Londrina.66 e 1.recomendações Primavera”. P = 10. Al3+ = 0. em 2009 e 2010. com altitude aproximada de 510 m. sobreseosvisa quando componentes melhorar a por aumentarem a eficiência das máquinas da produção e a composição química de grãos de recomendação ao produtor e a aceitação do consumidor (CANIATO et al.78 cmolc dm-3. conforme classificação de Köppen.27 cmolc dm-3. também as quaissão desejáveis nem sempre são as ideais para esse tipo de cultivo. ou seja. Figura Figura1. O clima de Maringá é do tipo Cfa.47 cmolc dm-3 e V = 62. industriais degranadoras. que 15 atributos definem cm de comprimento de qualidadee de 3 cm sendo dede diâmetro. quando “Inverno – Primavera”. 2004). e de amido. dosdeanos agrícolas populações dede 2009 (28 plantas de agosto a 27 novembro) longitude 52º04’17” W. 23º20’48” S e longitude subtropical.25 e 3. considerando a importância do milho clima de Maringá é do tipo Cfa. médias de avaliar objetivou-se precipitação pluvialprecipitação os efeitos pluvial emáximas e das temperaturas das temperaturas e mínimasmáximas durante eos mínimas durante os períodos experimentais estão períodos experimentais estão apresentados na Figura 1. maio/jun.30 cmolc dm-3.de no período Os produtores de milho doce frequentemente “Inverno região Noroeste do de Paraná. Maringá. para o milho 2005).. 34. Neste contexto. extrema da população importância de plantas sua investigação. espigas bem híbridos de milho doce. de Os dados doce. no cultivo de “Inverno – granadas. Primavera”.21 cmol997 c Semina: Ciências Agrárias. p. SB = 6. conforme classificaçãotais decomo as médias Köppen.. Os com maior de produtores massa milho(BARBIERI et al. Ca2+ = 4. ou seja. 3.. O solo utilizado para realização dos experimentos caracteriza-se por ser um Nitossolo Vermelho distroférrico. máximas máximas e mínimas e mínimas ocorridas ocorridas durante durante o período o período experimental experimental dos anos agrícolas de 2009 (13 semanas) e 2010 dos anos agrícolas de 2009 (13 semanas) e 2010 (15 semanas).1. e a carênciaMaterial de informações para a região Noroeste do Paraná.52 e 0.0 e 8. Além disso. amido. Mg2+ = 1. K+ = 0. doce frequentemente utilizam recomendações de populações de plantas 2005.6. A áreaasexperimental quais nem localiza-se no Distrito de Iguatemi. Fonte: Elaboração dos autores. O Noroeste do Paraná. apresentados na Figura 1.0 e 4. CTC = 10.68 g kg-1..

plantas daninhas existentes na área experimental.0 m de comprimento. sendo a área útil representada efetuado com a aplicação de 0. ambos precoces. 70.66 e cova. dos inseticidas extremidade da parcela.0 e 4. 2011). Londrina.87 e 3.) ha-1 do herbicida glyphosate (Andrei.a. (1996). v. 2005). 55. O solo da área experimental utilizado para Na implantação dos experimentos utilizou-se realização dos experimentos caracteriza-se por de semeadora manual (matraca). 1993). BENSON. foi com a aplicação de 1. de se duas sementes por cova. CTC = 10. Souza.300 kg e de 0.86 e 9. respectivamente: pH em CaCl2 = 5.015 pelas 3 linhas centrais.25 e 3. de modo a garantir dolomítico (PRNT 80%). HANWAY.960 kg de ingrediente ativo A colheita foi efetuada manualmente. num alfinete (Diabrotica speciosa Germar. da-espiga (Helicoverpa zea Boddie. produtividade média 1 .000 plantas Por sua vez. K+ = 0.5 m de cada kg de i. 1824).a. a suplementação de água à cultura. 13. Triplo e Cloreto de Potássio. realizado com a aplicação. 1797) e de lagarta- por 5 linhas de plantas de 6.6. comprimento e diâmetro médio de dez espigas despalhadas (m). procedeu-se a dessecação das herbicida atrazina. BENSON.68 g kg-1. 1993). As populações de textura argilosa (Embrapa. a adubação 1.43 e 4. excluindo-se 0. Ca2+ = 4.90 m. do semeadura).43 e 56. P = 10. SB = nitrogenada de cobertura foi realizada no estádio 6. 34. 1993). de dois híbridos de milho doce e superdoce: 1848) foram controladas mediante a aplicação de Tropical Plus e RB-6324. em pós-emergência. com quatro repetições. no estádio V2 11. respectivamente. Por sua vez.5 m2.1 cmolc dm-3. P2O5 e K2O ha- espigas despalhadas (kg). a adubação de semeadura.) larva- completos casualizados. no estádio (i. 2013 . As pragas iniciais comuns à cultura do milho doce tais como Os tratamentos foram delineados em blocos percevejo-barriga-verde (Dichelops spp. segundo BENSON. 1850) foi espaçadas de 0. Al3+ = (Ritchie.27 cmolc dm-3. C = Após a emergência das plantas. nas formas de Sulfato de Amônio. As unidades experimentais foram compostas (Spodoptera frugiperda Smith. constituiu-se componentes de produção: massa média de cinco da aplicação de 20. nos dois anos de solo. ha-1 dos inseticidas e superdoces.000.01 e 0. 3.700 kg de kg de i. Em ambos os períodos de cultivo. na dosagem de 3. distribuindo- ser um Nitossolo Vermelho distroférrico.5 Mg ha-1 de calcário utilizada irrigação por aspersão. Mg2+ = 1. HANWAY. 995-1010. 85. ha-1. ha-1 (ANDREI. No início do mês de junho de 2010.a. 2005). o controle de lagarta-do-cartucho ha-1). com cinco populações de plantas imidacloprido + tiodicarbe.69 cmolc se o desbaste. utilizando-se 90 kg de N ha-1 na forma de Sulfato de Amônio (EMBRAPA. e conforme recomendações de Raij et al.47 cmolc V4 (Ritchie. Enquanto que o controle de plantas daninhas foi Aos sete dias anteriores à semeadura (pré.78 cmolc dm-3. 80 e 60 kg de N. S.0 e 8. 2005). utilizando-se a dose de 0. procedeu-se a calagem da área experimental estresse hídrico às plantas de milho doce. n.000.000. respectivamente.30 e 8.240 + 0. maio/jun. 2006). em 2009 e 2010. simples 0. agrícolas de avaliação. e esquema fatorial de 2 x 5.000 e 100. resultante da combinação lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus Zeller. sendo avaliados os seguintes recomendações de Raij et al. Os resultados plantas utilizadas foram ajustadas por meio dos das análises químicas foram. (40. HANWAY.25 kg de i. perfazendo uma área útil de methamidophos e lufenuron (ANDREI. Espigas com comprimentos 998 Semina: Ciências Agrárias. e com o objetivo de evitar (1996).43%. Al3++H+ = 3. espaçamentos entre plantas na linha de semeadura. por 100 kg de sementes.21 cmolc dm-3. Superfosfato de espigas comerciais despalhadas (kg ha-1). deixando-se somente uma planta por dm-3. dm-3 e V = 62.30 cmolc dm-3. de et al. p. R3 ou de grãos leitosos (Ritchie. efetuou- 0. R.a.3 mg dm-3.52 e 0. considerando os resultados das análises químicas de material Ao longo dos experimentos.

Uma entre 30. houve decréscimo linear de (2005).000 plantas ha-1. assim como para a finalização do branqueamento. 2000). acondicionadas em sacos plásticos. o efeito da população de plantas com o reportado por Cruz e Pereira Filho (2003). análises de alimentos do Instituto Adolfo Lutz para o mesmo híbrido. por sua verde) foi observado comportamento quadrático vez. Regazzi. foi avaliado por meio da análise de regressão Semelhanças também foram encontradas para o polinomial.15 m e 0. de modo aleatório. a variável resposta foi analisada por meio 999 Semina: Ciências Agrárias. as espigas foram interação entre população de plantas x ano agrícola. 2001). bem como população de plantas (Figura 2a). Hartley (BANZATTO. em ambos os anos carboidratos. segundo os métodos físico-químicos para 71. observando-se (p<0. durante 10 minutos.. visando à estimação com diferentes cultivares de milho comum (milho dos quadrados médios do resíduo. foram submetidos ao teste do F máximo de semelhante ao obtido para Tropical Plus em 2009. da interação tripla não tenha sido significativo. concordando médios individuais. em seguida. Por ocasião das análises químicas efetuou-se o foram obtidas equações de regressão significativas. Instituto Adolfo Lutz (2005). No caso em que reduções lineares da massa de espigas despalhadas não foi possível o ajuste por modelos lineares e não. para o híbrido Tropical Plus.46 g na população de plantas de Eynon. Cinco espigas de cada tratamento foram escolhidas. (Figura 2a). foram consideradas espigas análises estatísticas foram realizadas mediante uso comerciais (Albuquerque et al. Londrina. lineares. 2013 .05) (Cruz. foram realizados de acordo com o agrícolas (Tabela 1 e Figura 2a). e a seguir. procedeu- que explicam o comportamento da massa média se a degrana das mesmas. Produtividade e qualidade do milho doce em diferentes populações de plantas e diâmetros maiores que 0. Na análise de variância conjunta da massa média sendo. da estatística descritiva (média e desvio padrão). maio/jun.000 plantas ha-1 (Figura 2a). do programa estatístico Sisvar (Ferreira. descongelamento das espigas. que. v. Os atributos químicos dos grãos de milho doce foram avaliados mediante Em 2009. determinados pelo método de Lane. 2006). máxima amido (%). 2008). estimada. resfriadas em água com de espigas despalhadas verificou-se significância temperatura de 20 ºC. Os dados experimentais foram submetidos à análise de variância individual. Os procedimentos de espigas despalhadas em função do aumento na de secagem e trituração dos grãos. Embora o desdobramento Adolfo Lutz. com temperatura de 100 ºC. o híbrido Tropical Plus apresentou mensuração dos teores de açúcares totais (%) e massa média de espiga despalhada. e o efeito dos híbridos pelo teste F híbrido Tropical Plus em 2010. 995-1010. n. p. durante 5 minutos. As respectivamente.61 g na massa média de espiga despalhada para cada incremento de 10. 2005).371 plantas ha-1. 34. O mesmo não a obtenção de amostras para determinação de ocorreu com híbrido RB–6324. 5. com o aumento na densidade de plantas. KRONKA. considerando o nível Em estudo desenvolvido por Rocha (2008) de probabilidade de F de 5%. Com a para o fator ano agrícola. Já no ano de 2010.30 m. 3. em 200. quanto à massa vez verificada a homogeneidade entre os quadrados de espigas despalhadas por área. despalhadas e Resultados e Discussão submetidas ao processo de branqueamento em água. congeladas em enquanto os demais fatores e interações não foram freezer com temperatura de –18 ºC (Instituto significativos (Tabela 1).000 a 60. nos dois anos agrícolas.

autores.02385 0.830. significativo pelo teste (p>0.221 2. Souza. 2013 .141 * 3. Tropical (Ano Plus.118 * 6.05) pelo teste t de (P<0.01765 ns 690.409 1.014 318. impõe mudanças fisiológicas às plantas de milho.646 * 6.102 1.013 10-5ns 10-5ns P / H1 P / H1 Ano 1 Ano 1 0.02738 ns * 64.denos híbridos de milho doce Tropical Plus (H1) e RB-6324 (H2). 34.105 10 -6ns -6ns P x Ano P x Ano 0.468 4.178 C.05). O aumento da competição intra-específica. Massa Massamédia médiadede espigas espigasdespalhadas (a) e(a) despalhadas produtividade média média e produtividade de espigas comerciais de espigas despalhadas comerciais (b) dos despalhadas (b) dos híbridos de milho doce Tropical Plus (H1) e RB-6324 (H2).584 10-6ns 10-5ns ns ns P x H Px Ano x H x Ano 0. Fonte: Elaboração Fonte: Elaboraçãodos dosautores.005868 0.741 10-5ns 10-5ns 7.07603 ns 263.V.014 5. (H1)Plus. assim como a dominância apical proporcionados pelo incremento na população.360 0. 995-1010. nos anos agrícolas 2009 agrícolas anos (Ano 1) e de 2010 (Ano 2009 2). (%) *Significativo (p<0. S.181.832 10-5ns 10 ns ns -5ns Bloco/Ano Bloco/Ano 0. (H2) 1): 2009 e(Ano RB-6324.360 6. F.186. em função da população de plantas.584 6.008745 ns 1. R. em função da população de plantas.178 0.045.01642 ns 911.203 ns 7.01723 ns 0.586 ns 1. p.644 ns * P / H2 P / H2 Ano 2 Ano 2 0.646 1. (H2) RB-6324.006045 ns 0.102 10-4* 10 Híbrido Ano(H) 0.644 10-5ns 10-5ns 4.381 1.213 6.832 2. (Ano1): 2): 2010. 3.573 2.213 0.03895 * 1.71 8.409 * 2. Tabela 1.006045 ns 3.02385 ns 2. Figura 2. Figura 2.75 9.573 * 4. n. Fonte: Elaboração dos autores. Resumo da análise de variância conjunta (quadrados médios) referente à massa média de espigas despalhadas (MED).05) *Significativo (p<0.203 690.716 ns 1.332 10-5 10 MédiaMédia Geral Geral 0.741 ns * P / H2 P / H2 Ano 1 Ano 1 0.008745 0. (H1) pelo testeTropical F. (%) 9. produtividade média de espigas comerciais despalhadas (PECD) e Tabela 1.05)e ns e –nsnão significativo – não (p>0.586 ns 122.751 ns ns 2.045.613 1.310 1.181.63910.01078 0.6391 * 6.186.751 263.479.847 3.468 ns * 4.141 911. Londrina.332 5.381 -4* MED (kg) PECD (kg ha ) -1 CE (m)10 ns * -3ns População de Plantas Híbrido (H) (P) 0.V.02738 64.01723 3. *Significativo (Ano 1) e 2010 (Ano(P<0.221 10-3ns 10-3ns Ano 0.005868 ns ns 263. Características Fonte de variação MED (kg) PECD (kg ha-1) Características CE (m) Fonte População de variação de Plantas (P) 0.613 * 481.811 ns ns 2.628 10-5ns H x Ano 0.628 10-3ns 10-5ns PxH PxH 0. Resumo da análise de variância conjunta (quadrados médios) referente à massa média de espigas despalhadas comprimento médio de espigas (CE) de dois híbridos de milho doce em cinco populações de (MED). Fonte: Elaboração dos autores.310 10-5ns 10 -5 Resíduo Resíduo 0.07603 0.09 8. e consequentemente.847 10-5ns 10-5ns ns * P / H1 P / H1 Ano 2 Ano 2 0. pelo teste t de Student.01642 0. v. propiciam redução no acúmulo de 1000 Semina: Ciências Agrárias.01765 0. em cinco populações de plantas e dois anos agrícolas.01581 * ns 481.716 263.09 C.105 10-6ns H x Ano 0.75 17.013 2. *Significativo Student.118 * 1.03895 0. maio/jun.830.01078 318.479.71 17.811 ns 1. que resultam em um menor crescimento e desenvolvimento das espigas. 2009 e (Ano 2): 2010.01581 ns ns 122.05). de et al.05) 2). produtividade média de espigas comerciais despalhadas (PECD) e comprimento médio de espigas (CE) de plantas dois híbridos e dois de milho anos doce agrícolas.

Londrina. de modo geral. 2013 . com e consequentemente. Por sua vez. de milho doce. 2001. não possui capacidade de SANGOI. VIEIRA. por meio da estatística favoráveis ocorridas no segundo ano agrícola. 2010) observadas no período desdobramento evidenciou efeitos significativos de condução dos experimentos (Figura 1). sob irrigação. também resposta se ajustou ao modelo quadrático com a pode ter sido responsável pela redução da massa menor produtividade média de espigas comerciais de espiga (FLESCH. 2004. associado. A redução da massa de grãos. a produtividade média de espigas comerciais Kvitschal et al. PIANA et al. 2b). provavelmente. média de espigas comerciais despalhadas observados no presente estudo (Figura 2b). para o híbrido RB–6324. em torno et al. que resultam em um na população de plantas. faz com compensar a produtividade em menor número de que a disponibilidade de carboidratos por unidade plantas por área (BARBIERI et al. 2009). sendo que. SANGOI et al. no ano agrícola de 2009. (2010) constataram para o híbrido de milho de 6. (2010).. maio/jun. n. para híbrido menor crescimento e desenvolvimento das espigas. aumento na população de plantas. Desta de grão decresça linearmente com o aumento da forma. Silva média de espigas comerciais despalhadas.60 t ha-1 a cada 10. Este fato.000 plantas ha-1 acrescidas à população de plantas. SILVA. foi (Figura 2b). BRACHTVOGEL et híbrido e a interação entre população de plantas x al. ou seja. Segundo os autores. 3.6 t ha-1 a cada 10. um maior número de plantas por Nos resultados da análise de variância conjunta. a interação tripla não tenha sido significativa o seu KVITSCHAL et al. encontrada na 2008).38 t ha-1 a cada 10. estimada em 6.. 995-1010. essa resposta. 34. considerando-se o segundo ano significativo de modelos lineares e não-lineares para agrícola avaliado. Da plantas ha-1 ocorreu estabilização da produtividade mesma forma que Kvitschal et al. ha-1 acrescidas à população de plantas (Figura SANGOI.. descritiva. impõe mudanças comerciais despalhadas em função do incremento fisiológicas às plantas de milho. 2005). No ano agrícola de 2009. área deve ser utilizado. deveu-se às condições ambientais foi possível observar. a com o aumento na população de plantas. com incremento observaram que o comportamento da produtividade de 0. 2004. Tropical Plus. 2001). às ano agrícola foram significativos (Tabela 1). Tropical Plus.616 plantas ha-1 (Figura 2b). pode ter agrícola (Tabela 1).000 plantas ha-1 adicionadas de grãos.. (2001). produtiva. VIEIRA.90 m e híbrido de milho comum DKB 234. para o híbrido RB- 6324. No ano de 2010 observaram-se ajustes assim como a dominância apical proporcionados significativos para a produtividade média de espigas pelo incremento na população. propiciam redução no acúmulo incremento de 0. não foi obtido ajuste linear crescente. assim como relatado para milho comum despalhadas. Isto ocorre porque o aumento da competição população de 58. que com aproximadamente 55. com ajustes de regressão contribuído para os incrementos de produtividade polinomiais (Figura 2b).0 t ha-1 (Figura 2b). assim como a dominância apical O milho doce apresenta baixa plasticidade do pendão sobre a espiga (ARGENTA. além da da população de plantas dentro de híbrido e ano adequada irrigação e fertilização do solo. para haver compensação no para produtividade média de espigas comerciais rendimento. os fatores população de plantas e (FLESCH. Produtividade e qualidade do milho doce em diferentes populações de plantas O aumento da competição intra-específica.. quando se deseja uma maior produtividade população de plantas (SANGOI. 2001. p. Embora boas condições climáticas (SANGOI et al. comum D 2B587. a resposta foi linear crescente. SILVA. utilizando o espaçamento despalhadas cresceu linearmente em função do de 0. v. em função da população de plantas.. incremento linear de 0. 1001 Semina: Ciências Agrárias. Entretanto. 2001).000 conforme discutido por Sangoi et al. intra-específica.000 plantas de fotoassimilados nas espigas (ARGENTA.32 t ha-1. (2010). 2002). despalhadas. Enquanto que.

A interação planta. avaliada para híbrido em função Tropical do aumento Plus. tão pouco seu desdobramento (Tabela 1). despalhadas. Todavia.16 densidade de cm. Em relaçãoas ao semeaduras comprimentoantecipadas médio de sãoespigasdensidades a análise depopulacionais. 2013 . t de Student.16 cm. híbridos utilizados também serem precoces. Entretanto.05) *Significativo 2). a cada acréscimo significativo somente do fator população de plantas (Tabela 1). Assim..000 plantas ha-1 à população (Figura 3a).2b). 34. as semeaduras antecipadas são consideradas precoces Considerando o espaçamento entre linhas (0. 3.. v. R. 1002 Fonte: Elaboração dos autores. especialmente no ano de 10. Plus. A interação tripla entre população de plantas como foi o caso neste estudo.05) pelo teste t de Student. milho seja de 11 de setembro a 20 de novembro. todos et al. De acordo conforme com(ALBUQUERQUE Pereira Filho. constatou- com o aumento semeadura da população ideal para milho nodeestado plantas do (Figura Paraná. Nos demais casos não houve ajustes significativos de comprimento de espigas (Figura 3a) foram todos devido às menores que explicassem disponibilidadesdatérmicas o comportamento variávele resposta de avaliada em função do aumento na densidade de superiores ao exigido pelo padrão comercial (> 15 radiação solar durante o período vegetativo (PIANA plantas. Gama (2003) 2008). é possível afirmar que a época superiores ao exigido pelo padrão comercial (> 15 cm). como Safra de “Verão”. Londrina. seja de 11 de setembro a comprimento médio de espiga. Entretanto. média de espigas despalhadas. Embora a época de semeadura Souza.. e 2010 (Ano (p<0. devido às menorestripla entre população disponibilidades de térmicas sombreamento intra-específico e de radiação solar suficiente. conformede(ALBUQUERQUE comprimento espigas (Figura 3a)et foram al. agrícola é possível não que afirmar apresentou a época capaz de afetar negativamente a produtividade efeito significativo. especialmente no ano de 2009. m) e os híbridos utilizados. De de semeadura precoce. maio/jun. com redução de na0. Figura 3. em função da população de plantas nos anos agrícolas de 2009 (Ano 1) Plus (H1) e RB-6324 (H2). em função da população de plantas nos anos agrícolas de 2009 (Ano 1) e 2010 (Ano 2). Comprimento médio de espigas (a) e diâmetro médio de espigas (b) dos híbridos de milho doce Figura 3.. no ano de 2009.no estado do Paraná. 995-1010. demais casos não houve ajustes significativos que Todavia. n. 1999). 2008). possivelmente. é válido afirmar que a análise de variância conjunta evidenciou o efeito nas condições do presenteprecoces Nas semeaduras estudo. Fonte: Elaboração dos autores. 2008).. no ano de 2009. de 2009. especialmente em virtude dos ciclos dos do milho doce. como estratégia para compensar plantas. para evidenciou variância conjunta híbrido Tropical o efeito consideradas precoces (CARAMORI et al. os valores médios estimados oacréscimo menor desenvolvimento de 10. S..seespecialmente um ajuste linearem virtude dos ciclos decrescente dos híbridos significativo do como Safra de “Verão”. p. 2b). Semina: Ciências Agrárias. como foi o caso neste estudo. Cruzete al. 2008). 20 de novembro. durante o período que fosse vegetativo (PIANA plantas x híbrido et al. contribuiu espigas de maior tamanho conferem maior eficiência no aumento acordo da produtividade com Pereira Filho. os valores médios estimados de cm). com o aumento máquinas degranadoras da população na retirada de plantas dos grãos inteiros das espigas nas indústrias de processamento do milho inteiros das espigas nas indústrias de processamento (Figura doce. Nos x híbrido x ano agrícola não apresentou efeito significativo.000 plantasvegetativo das plantas. de ideal para et al. ha-1 à população (Figura 3a). com redução de 0. Cruz média e Gamade(2003) espigas espigas de maior tamanho conferem maior eficiência das das máquinas degranadoras na retirada dos grãos despalhadas. Embora a época de (Tabela 1). comodeestratégia plantas apara precocidade compensar odos híbridos menor não proporcionou desenvolvimento vegetativo da(Tabela 1). tão pouco seu desdobramento de semeadura precoce. auxiliou no aumento da produtividade média de espigas despalhadas. x ano Assim.9 Em relação ao comprimento médio de espigas (CARAMORI et al. em função das densidades populacionais. em função das utilizados também serem precoces. a cada maiores densidades. *Significativo pelo teste (p<0. 1999). significativo ser requeridas somente dode maiores densidades fator população plantas. podem possivelmente. constatou-se um ajuste linearexplicassem decrescente osignificativo comportamento da variável médio do comprimento resposta de Nas semeaduras precoces podem ser requeridas espiga. possivelmente. Comprimento médio de espigas (a) e diâmetro médio de espigas (b) dos híbridos de milho doce Tropical Tropical Plus (H1) e RB-6324 (H2).

maio/jun. populacionais. o híbrido Tropical Plus em 2009 (Tabela 2).3264* 0. 995-1010. v. 34. que estudando cinco densidades menores (SANGOI et al. fotoassimilados. como água. apenas com variações do acaso do pendão. para os a redução do comprimento de espiga. Características Fonte de variação DE (m) AT (%) AM (%) População de Plantas (P) 5. (H1) Tropical Plus.6005ns Resíduo 1. em dois híbridos de milho superdoce (MD2001 de diâmetro médio de espiga evidenciou efeitos e MD2002).000 plantas ha-1. verificaram que houve decréscimo de significativos dos fatores isolados.781ns PxH 1. Produtividade e qualidade do milho doce em diferentes populações de plantas O resultado obtido com o híbrido Tropical plantas.8240* 16.9828* P x Ano 5. assim como os o diâmetro médio de espigas comportou-se de nutrientes. ambos 2001).5634* 6.0546* H x Ano 3. portanto. em função da população de impostas às plantas.4874 Média Geral 0. (%) 3. Resumo da análise de variância conjunta (quadrados médios) referente ao diâmetro médio de espigas (DE). 1003 Semina: Ciências Agrárias.10 16. linear decrescente. respectivamente.9222* 0.0457 27. p. Estas crescem Plus. fitormônios.4128* P x H x Ano 2.05).30 *Significativo (p<0.402 10-8ns 3. água e nutrientes. SANGOI. assemelha-se àqueles de Barbieri e se desenvolvem menos. (H2) RB-6324.793 10-5* 73.956 10-7ns 3. (2005).9960ns P / H1 Ano 1 6.9739ns 9. Por outro lado. (Figura 3b).4264* 7. variando de 50.8867ns 0. et al. tornando-se.04 cm.22 C. para o crescimento e desenvolvimento maneira constante.000 plantas A análise de variância conjunta dos dados ha-1.716 10-6* 23.2715 0.. no ano de 2010.609 10-6* 1. n. em maiores densidades observado desdobramento significativo apenas para populacionais (ARGENTA. pelo teste F.6442* 8. conforme interação entre população de plantas x ano agrícola o aumento gradual de 10. Embora tenha sido por luz.16 4. (Ano 1): 2009 e (Ano 2): 2010. em 2009.V.1629ns 1. (Tabela 2). Tabela 2.6 cm no comprimento médio de espigas. Entretanto.2702* P / H1 Ano 2 3. (2009) porém no desdobramento desta interação.000 plantas ha-1 à população prioriza o transporte de substâncias.1556ns P / H2 Ano 1 4. Fonte: Elaboração dos autores.3850* 5. bem com da 0. em detrimento das espigas. 2002). Resultados obtidos por Brachtvogel et al. 3.01 4.5531* 1.891 10-6 1.014 10-7ns 2. influenciam significativamente plantas.695 10-6ns 39.05 e 0. devido ao estímulo à dominância apical.7558ns 1. A interação tripla não foi significativa. com redução de 0. SILVA. 2013 . Isto ocorre híbridos Tropical Plus e RB–6324.912 10-4* 15.0026* Ano 1.352 10-6ns 18. Londrina.079 10-6* 1.984 10-6* 3.5679* Híbrido (H) 4.05) e ns – não significativo (p>0. que a cada acréscimo de 10.4945* Bloco/Ano 6. de natureza hormonal. observou- permitiram associar o decréscimo do comprimento se efeito significativo da população de plantas de espiga com a maior competição intra-específica dentro de híbrido e ano agrícola. conteúdo médio de açúcares totais (AT) e de amido (AM) de dois híbridos de milho doce em cinco populações de plantas e dois anos agrícolas. é necessário destacar que as os híbridos tiveram valores ajustados à regressão mudanças fisiológicas. localizado no ponto de crescimento das (Figura 3b).423 10-6ns 47.000 a 70.1110ns P / H2 Ano 2 2.

devido à menor quantidade de radiação solar que aproximadamente. leva de diâmetro permaneceram dentro do padrão à menor disponibilidade de fotoassimilados para as comercial (> 3 cm) para espigas de milho doce espigas e para o enchimento de grãos. 2013 . (2002). para o híbrido Tropical Plus. 2004. ha-1. permanecendo dentro do híbrido x ano agrícola (Tabela 2). 2008). Em 2009.39 cm e 4. R. do diâmetro foi semelhante ao observado para com ajustes ao modelo quadrático. para diâmetro. e está de na lavoura. aproximadamente. respectivamente. reportado e explicado por Sangoi et al. é uma das possíveis causas da formação acordo com o relatado por Maggio (2006). resposta foi 4.09 cm. as quais se tornam menores. (2009) a o híbrido Tropical Plus.10% (Figura 4a). para Tropical Plus e Uma menor área foliar fotossinteticamente ativa. e a interação tripla população de plantas x cm. Londrina. de que de espigas menores. nas populações de as causas da redução do comprimento de espigas 89. 34. significativo sobre o conteúdo médio de açúcares assemelhando-se aos resultados obtidos em 2009.80 cm. e que leva à prioridade na drenagem de de 25% açúcares totais. 2002). RB–6324. no diâmetro de que pode resultar em espigas com comprimento e espiga. foi constatada por Barbieri et al. totais nos grãos na análise de variância conjunta dos pelo presente estudo.. O conteúdo de açúcares totais nos grãos.48 cm. S. para apresentaram teores máximos de açúcares totais Tropical Plus. Todavia. n.000 plantas ha-1. (2001). os quais o comprimento de espigas. a variação nos teores de menor disponibilidade de recursos do meio para açúcares totais se deveu ao acaso (Figura 4a). de O desdobramento da interação tripla evidenciou acordo com Paiva Júnior et al. com a adição gradual de 10. na decorrente da maior competição entre os indivíduos média geral.9 cm e 4.025 e 98.65 e 4. Por sua vez. Segundo Brachtvogel et al. enquanto que para o RB– tornam drenos competidores de fotoassimilados. 995-1010. Assim. em ambos os anos agrícola. (2005). possui em torno no pendão. maio/jun. Souza.46 e 30. o comportamento do híbrido RB-6324. conforme (ALBUQUERQUE et al.000 plantas diâmetro menores.000 e 70. foi de 27. tanto em possuir mais que 30% de açúcares totais. assim como para o milho da classe superdoce. o Uma redução de 0. no mesmo ano. 6324. os Em populações maiores a situação é agravada valores médios de diâmetro de espigas variaram pelo sombreamento das folhas baixeiras que se de 4. Desta forma. 3. As semelhanças também são dados.61 cm. respectivamente. 1004 Semina: Ciências Agrárias.41%. Taiz e Zeiger (2004) e Valentinuz e Tollenaar (2004). no intervalo entre 50. esses valores decorrente do aumento na densidade de plantas. de et al. para os quais o milho superdoce deve espigas. nos podem ser as mesmas do decréscimo no seu anos de 2009 e 2010 (Figura 4a). com o incremento populacional. ROCHA. como é o caso dos comprimento de espigas. comprimento quanto em diâmetro (SANGOI et al. cada planta. 2008). Em 2010. para os híbridos de milho superdoce (MD2001 Todos os fatores estudados apresentaram efeito e MD2002). a média da variável recebem (TAIZ.630 plantas ha-1.7 agrícola. eles situaram-se entre 4. ZEIGER.. o efeito significativo da população de plantas dentro No ano agrícola de 2009. pode-se inferir que estimados em 30. padrão comercial para espigas de milho doce. bem como as interações duplas população observadas quando nota-se que os valores médios de plantas x híbrido e população de plantas x ano de diâmetro de espigas estiveram entre 4. p. a dominância apical gerada híbridos Tropical Plus e RB–6324.19 a 4. Embora esta informação seja fotoassimilados e de outras substâncias. proporciona conflitante com as proferidas por Laughnan (1953) um menor crescimento e desenvolvimento das e Hill (2002). v.

emenquanto quedas detrimento o conteúdo de amido et espigas (SANGOI e da al. em uma determinada área (ARGENTA. em (H1)função da população e RB-6324 (H2). resultante da maior relação seja. Fonte: Fonte:Elaboração dos dos Elaboração autores. 2008). a responsável pela redução do conteúdo de açúcares totais em milho doce.. no ponto com de aaumenta (CANIATOintra-específica maior competição et al. 34. *Significativo (p<0. juntamente com a maior competição com a massa seca e o amido. 3. 2013 . devido à menor não-redutores. 2001). No milho princípio. Figura 4. SANGOI. é desta forma.seja conflitante com as proferidas por Laughnan (1953) e Hill (2002).. de conteúdo de amido nos grãos indicou efeito açúcares redutores. 2007). da disponibilidade de fotoassimilados por planta e e decrescem durante o amadurecimento. com uma umidade maior que a do milho normal. assim como a redução de sua massa total. A análise de variância conjunta dos dados No milho normal há relação entre umidade. sejam eles redutores (glucose e frutose) ou 2004. autores. menor 2002). o conteúdo de umidade dos grãos decresce de plantas. meio seria. devido à redução totais aumentam até o 15º dia após a polinização. Talfotooxidação de auxinajuntamente mudança fisiológica. PIANA et al. v. O aumento da população de plantas proporciona a dominância apical. SILVA. em detrimento das que obteve correlações negativas entre o conteúdo espigas (SANGOI et al. p. a princípio. posterior aumento do conteúdo de amido. Conteúdo Conteúdomédiomédio de de açúcares totaistotais açúcares (a) e (a) de amido (b) dos (b) e de amido híbridos dos de milho doce híbridos Tropical de milho PlusTropical doce (H1) e RB- Plus 6324 (H2). sacarose. (SANGOI. a responsável pela redução do conteúdo normal. 995-1010. amido e massa seca significativo dos fatores população de plantas e 1005 Semina: Ciências Agrárias. açúcares redutores e sacarose fisiológica. CRUZ. entre 70 a 80% (PEREIRA. indicando que os intra-específica por recursos do meio seria. Produtividade e qualidade do milho doce em diferentes populações de plantas Figura 4. Ou de luz no espectro vermelho/vermelho distante e da menor fotooxidação de auxina no ponto de crescimento a dominância apical. GAMA. funçãonos da anos agrícolas população de de 2009 (Ano plantas. VIEIRA. por Observações recursos do crescimento das plantas. maio/jun. seja significativamente maior que o disponibilidade de açúcares por unidade de grão de amido (KWIATKOWSKI. devido à de substâncias para o pendão. Londrina. o conteúdo de açúcares pelo aumento populacional (FLESCH. Tal mudança de açúcares totais. resultados das alterações provocadas válido dizer que na colheita. 1) e 2010 nos anos (Ano de agrícolas 2). devido ao espigas. 2001). totais. de emplantas. a açúcares são precursores do amido. 2002). Diante do fato do milho verde doce ser colhido Um menor acúmulo de massa seca nos grãos. resultante da maior relação O aumento da população de plantas proporciona total durante o desenvolvimento do grão. 2009 *Significativo (Ano 1) e (p<0.. seriam.05) pelo teste(Ano 2010 t de Student. n.05) pelo teste t de Student. 2). e que prioriza o transporte semelhantes foram verificadas por Creech (1965). 2003). Creech (1968) descreveu que os açúcares de açúcares totais em milho doce.. para os quais o milho superdoce deve possuir mais que 30% de açúcares totais. das luz noe espectro vermelho que prioriza distante/vermelho o transporte continuamente de substâncias para o pendão. 2007).

000 plantas na população de plantas. de et al.100a 6. em ambos os anos agrícolas.000 2010 0.179a 0.000 plantas ha-1 dentro de 2009. há uma relação negativa.000 plantas ha-1 dentro 2009.920b 7.140a 0.187a 0.238a 0.178a 0. o aumento do conteúdo de açúcares totais impõe a Tabela 3.229a 0. híbrido e das interações duplas. uma vez que as expressões dos alelos nos grãos foi de 16. maio/jun. Observou.168a Médias seguidas por letras distintas na linha diferem entre si (p<0. 100. S.172a 0. pelo teste F.800a 0. Londrina.178a 0.440a 8. v. Características P A MED (kg) PECD (kg ha-1) CE (m) (plantas ha-1) H1 H2 H1 H2 H1 H2 2009 0.226a 8.180a 70.172a 2009 0.000 2010 0. para conteúdo de superioridade de RB-6324 sobre Tropical Plus para amido em grãos de milho superdoce. R. 1965.22% (Quadro 29).189a 0.180a 0.185b 0. provavelmente.240a 5. milho normal. a 25% apresentados por Pereira Filho e Cruz (2002) e Maggio (2006).183a 55. Desdobramento do efeito dos híbridos Tropical Plus (H1) e RB-6324 (H2) em função da população de plantas (P) e do ano (A).186a 4.180a 0. massa de espigas despalhadas (55.180a 0.232a 4.460a 0. e vice-versa.243a 4. é. 4). Este fato é agravado naturalmente pelo menor conteúdo de amido em A média geral conjunta de conteúdo de amido milho doce. Ainda que a interação tripla tenha sido a partir dos açúcares precursores no endosperma não significativa. p. 1968).000 plantas ha-1 dentro de 2010) (Tabela 3).199a 0.172a 2009 0. 34.120a 6. 995-1010. n.219a 0. 1006 Semina: Ciências Agrárias.000 plantas ha-1 dentro de Caniato et al.231a 5. 40.217a 0. 1965.000a 0. referente às características massa média de espigas despalhadas (MED). 3.217a 6.800a 7.191a 5. enquanto o fator ano redução do conteúdo de amido. e de 8 a 24% apresentados por Na comparação entre híbridos foi observada Laughnan (1953) e Wolf (1962).178a 85.60 e 0. 1968).300a 0.205a 0.177b 40.500b 6.100a 6.181a 0. Souza. 100. Conforme reportado por ha-1 dentro de 2009. isto 2010. resultado que mutantes limitam a biossíntese de amido nos grãos encontra-se em concordância com os valores de 15 deste tipo especial de milho (MAGGIO.185a 0. dos grãos (CREECH.000 plantas ha-1 dentro de 2009) Os resultados apresentados indicaram relação e produtividade de espigas comerciais despalhadas entre açúcares totais e amido.255a 0.173a 2009 0.176a 100. produtividade média de espigas comerciais despalhadas (PECD) e comprimento médio de espiga (CE).920a 0.160b 7.168b 2009 0.000 plantas ha-1 acrescidas à deve estar associado a uma menor quantidade de população de milho doce houve uma redução amido acumulado no endosperma. 55. área (CREECH. foi reduzida no desdobramento da população de plantas dentro com o incremento na população de plantas (Figura do híbrido RB–6324. foi detectado o efeito significativo.205a 6. especialmente estimada de 0.600a 0.000 2010 0.000 2010 0. (2007). 2013 .840a 0. o maior conteúdo de açúcares totais se que a cada 10.209a 6.960a 0. 2006). é possível afirmar que a biossíntese de amido (Tabela 2). em função do aumento (70.000 2010 0. Fonte: Elaboração dos autores.05). Portanto.660b 6.189a 0.217a 6. assim como para o com ajuste ao modelo linear decrescente.174b 0.52% no conteúdo de amido nos em função do aumento no número de plantas por grãos (Figuras 4b). Dessa agrícola e a interação tripla não foram significativos forma.

0428a 0..0482a 30. Conclusões massa.58a 16. 1007 Semina: Ciências Agrárias.29a 25. SILVA.0466a 26.45b 15. 2013 . Ciência O híbrido Tropical Plus apresenta maiores Rural.69b 100. n.14a 22.0463b 0.. nos grãos de Tropical Plus foi maior do que em RB- 6324 (40.000 plantas ha-1 vez.0427b 0.000 2010 0.77a 17.91b 16. C.94a 2009 0. R. 3. Em termos de composição (Tabela 4).0439a 25. adocicados e com menores conteúdos de amido. 7. G.16a 16.93a 29. B.72a 26. V. I. X.000 plantas ha-1 dentro de 2010) (Tabela 3).69b 18. híbrido RB-6324 produz espigas com grãos mais 1133 p. 34. 3. p.69a 15. 768-775. São Paulo: Organização Andrei Editora Ltda. Londrina.000 2010 0. R. para o conteúdo de amido que possibilitasse afirmar 70.31a 25. n. conteúdo de açúcares totais. 2001.000 plantas ha-1 dentro de 2010.00b 17.61b 15.0445a 25.000 2010 0. 40. 31. pelo teste F. SANGOI. 32. Em populações de plantas mais elevadas o ed. 6. Tropical Plus e RB-6324.000 plantas ha-1 resulta em maiores produtividades de espigas despalhadas dos híbridos Tropical Plus e RB-6324. Características P A DE (m) AT (%) AM (%) (plantas ha-1) H1 H2 H1 H2 H1 H2 2009 0.30a 2009 0. FIORINI. D. E.0466a 28. Desempenho de híbridos experimentais e comerciais de milho para produção de milho verde. maio/jun.. enquanto o conteúdo de açúcares totais médias de Tropical Plus foram superiores às de RB.1075-1084. 85. de uso industrial desses componentes de produção.000 plantas ha-1 dentro de 2009.16a 16.0455a 0.91a 2009 0. as química. produtividade.28a 14.79a 25.78a 29.26a 2009 0.36a 24.0464b 0. 70. comprimento e o diâmetro de espigas dos híbridos BORGES. V. para diâmetro de espigas. Lavras.0453a 27. F..43a 30. mas não afeta o padrão comercial e Agrotecnologia. ANDREI.000 plantas ha-1 dentro de 2009.0422a 0.10a 16. SOUZA FILHO. 2005. Referências O aumento na população de plantas reduz o ALBUQUERQUE. 55. L. P. ARGENTA. Fonte: Elaboração dos autores.20a 16.0483a 25. v.0463a 0.05).000 plantas ha-1 dentro de 2009.0470a 0. e menor diâmetro de espigas do que O incremento na população de plantas de o RB-6324..0437a 0. Desdobramento do efeito dos híbridos Tropical Plus (H1) e RB-6324 (H2) em função da população de plantas (P) e do ano (A).39a 16.000 plantas superioridade de um híbrido em relação ao outro ha-1 dentro de 2010).0466a 0. v.0484a 29.0485a 29.23b 17.41a 70. v.0445a 26.97a 15. resultados contrários dentro de 2010). comprimento.98a 14.000 2010 0. e a massa de espigas do A.53a 55. Compêndio de defensivos agrícolas.78a 14.000 6324 (70.000 até 100.33b 85. conteúdo médio de açúcares totais (AT) e de amido (AM). I. 995-1010.87b 15. Arranjo de plantas em milho: análise do estado-da-arte. Tabela 4. 2008. PINHO. G. referente às características diâmetro médio de espigas (DE). Por sua plantas ha-1 dentro de 2010. Ciência e Tropical Plus. Santa Maria.79a 40. não foi observado resposta comum foram obtidos (70.69a 27. 40..55a Médias seguidas por letras distintas na linha diferem entre si (p<0. Produtividade e qualidade do milho doce em diferentes populações de plantas Com relação ao comprimento de espigas. A. p.000 2010 0.. p.46a 15. J. n.

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