ORDEM DE GRANDEZA

AULA 1 – NOTAÇÃO CIENTÍFICA

Os números muito grandes ou muito pequenos podem ser
escritos através de um produto da forma

onde sendo b um número inteiro, portanto
denominamos essa representação de notação científica .

Exemplos

Distância da Terra ao Sol = 150.000.000 km

o Notação científica:

Velocidade da luz = 300.000 km/s

o Notação científica:

AULA 2 – ORDEM DE GRANDEZA

Ordem de grandeza de uma medida é uma estimativa de
potência de base 10 mais próxima de uma determinada
medida. Não há necessidade de saber seu valor exato

Onde analisaremos:

Se , então a ordem de grandeza será

Se , então a ordem de grandeza será

Para efeitos práticos considere como 3,16 sendo o
ponto médio do intervalo 100 e 101.

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1

SISTEMA DE UNIDADES

AULA 1 – PREFIXOS Tabela de prefixos

Os prefixos que acompanham a unidade de medida são
Nome do Símbolo potência Exemplos: Transformar de
múltiplos ou submúltiplos da unidade principal. Cada
prefixo de 10 prefixo para unidade simples
prefixo possui um símbolo e um valor correspondente.

Eles são mais utilizados em situações que o valor giga G 109 9 GHz (gigahertz) = 9 ⋅ 109 ??
apresentado com a unidade, sem o prefixo, apresenta um
valor muito grande ou muito pequeno, nessas situações,
escrevemos esses valores utilizando o prefixo mais mega M 106 700 Mbytes (megabytes) =
adequado, ou seja, apresentamos a medida utilizando 700 ⋅ 106 ?????
múltiplos ou submúltiplos. (Importante: A medida é a
mesma).
quilo (kilo) k 103 400 km (quilômetro) = 400 ⋅
Exemplos: 103 ?

Comprimento
hecto h 102 36 hV (hectovolt) = 36 ⋅ 102 ?
 Comprimento do palito de fósforo 3 cm
(centímetros)
deca da 101 38 daL (38 decalitros) = 38 ⋅
 Espessura de um vidro: 4 mm (milímetros) 10 ?
 Distância entre dois estados: 400 km
(quilômetros)
deci d 10−1 58 dV (58 decivolt) = 58 ∙
Massa 10−1 ?

 Substância contida no remédio: 250 mg
(miligramas) centi c 10−2 250 cg (centigramas) = 250 ∙
 Massa de uma melancia: 9 kg (quilograma) 10−2 ?

mili m 10−3 250 mg (miligramas) = 250 ⋅
Observe nesses exemplos que as palavras: centi, mili e
10−3 ?
quilo foram os prefixos utilizados.

micro ? 10−6 8?C (microcoulombs) = 8 ∙
10−6 ?

nano n 10−9 250nm (nanômetros) = 250 ∙
10−9 ?

pico p 10−12 12 pF(12 picofaraday) = 12 ⋅
10−12 ??

AULA 2 – ANÁLISE DIMENSIONAL

É uma ferramenta muito importante para o estudo da
Física, ajuda a identificar grandezas, determinar unidades
de medida, verificar a homogeneidade de equações e
prever expressões matemáticas a partir de uma conclusão
de um experimento.

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1

SISTEMA DE UNIDADES

Sete grandezas fundamentais: Alguns Exemplos:

GRANDEZA SÍMBOLOS UNIDADE NO SI SÍMBOLOS UNIDADE NO
DIMENSIONAIS GRANDEZA EQUAÇÃO
DIMENSIONAIS SI

? ?
comprimento L metros (m) ∆? [?] = ⇒ [?]
Velocidade ?= ? [?] =
∆? = ?. ? −1 ?

massa M quilograma (kg) ?
∆? ? 1 ? ?
Aceleração ?= [?] = ? = ∙ = 2 [?] =
∆? ? ? ? ? ?2
⇒ [?] = ?. ? −2
tempo T segundos (s)
?
[??] = ??.
Força ?? = ?. ? [??] = ?. ?. ? −2 ?2
temperatura kelvin (K) =?


? [?] = ?. ?. ? −2 . ? [?] = ??.
Trabalho ?2
corrente elétrica I ampère (A) = ?. ?. ???? ⇒ [?] = ?. ?². ? −2
=?
2 −2
? ?. ? . ? ?2
quantidade de matéria N mol Potência ?= [?] = [?] = ??.
∆? ? ?3
⇒ [?] = ?. ?2 . ? −3 =?

Quantidade ?
intensidade luminosa Io candela (cd) [?] = ??.
de ? = ?. ? [?] = ?. ?. ? −1 ?
Movimento = ?. ?
?
[?] = ?. ?. ? −2 . ? [?] = ??.
Observação: Seria mais interessante adotar a carga Impulso ? = ?. ∆? ?
⇒ [?] = ?. ?. ? −1 = ?. ?
elétrica como grandeza fundamental da eletricidade, mas a
comunidade científica adotou a corrente elétrica por ??
?. ?. ? −2 [?] =
conveniência. ? [?] = ⇒ [?] ?. ?²
Pressão ?= ?2 ?
? −1
= ?. ? . ? −2
=
Ao estudar a dimensão de uma grandeza utilizamos a ?²
seguinte notação: ? ?
[?] = ⇒ [?] ??
Densidade ?= ?3 [?] =
? = ?. ?−3 ?³
[X] => análise dimensional da grandeza X

Podemos representar a análise dimensional utilizando os Carga
? = ?. ∆? [?] = ?. ? [?] = ?. ? = ?
símbolos dimensionais ou unidades do SI. Elétrica
?
??. 2
?. ?2 . ? −2 [?] = ?
Calor ? [?] = ⇒ [?] ??. ?
específico ?= ?. ?
?. ∆? = ?2 . ? −2 . ? −1 ? ?
= =
?. ? ??. ?

Sendo N newton, J Joule, W watt, C coulomb, K Kelvin

Homogeneidade Dimensional

Para a equação ser dimensionalmente verdadeira é
necessário que cada parcela apresente a mesma unidade
de medida.

Exemplo 1

A = B.x + C.y²

Portanto para que essa equação seja dimensionalmente
verdadeira temos:

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SISTEMA DE UNIDADES

[A] = [B.x] = [C.y²] Pressão no fundo de um recipiente de profundidade h:

ATENÇÃO: Na igualdade acima está sendo afirmado que ? = ? + ?. ?. ℎ
as grandezas apresentam a mesma unidade, não significa,
que apresentam o mesmo valor. Sendo p a pressão no fundo do recipiente, d a densidade
do líquido e h a profundidade, determine o significado
Exemplo 2 físico das grandezas A e B.

Função horária da posição no MUV Para que a equação seja dimensionalmente verdadeira é
necessário que:
? ∙ ?2
? = ?0 + ?0 ∙ ? +
2 [?] = [?] = [?. ?. ℎ]

Portanto para que essa equação seja dimensionalmente Analisando a equação temos que a grandeza A representa
verdadeira temos: pressão e a grandeza B:

[?] = [?0 ] = [?0 ∙ ?] = [? ∙ ? 2 ] Pelo SI

No último termo não representamos o 2 porque ele é um [?. ?. ℎ] = ?/?²
fator matemático e não uma grandeza.
?? ?
Nessa equação todas as grandezas representam unidades . [?]. ? =
?³ ?²
de comprimento L, ou, utilizando o sistema internacional
metros m. ?? ?
. [?] =
?² ?²
Utilizando essas informações conseguimos obter as
unidades da velocidade e da aceleração: ??. [?] = ?

Pelos símbolos dimensionais Sabemos que
?
? = ??.
[?0 ∙ ?] = ? ?2

Então
[?0 ] ∙ ? = ?
?
[?0 ] = ?/? ??. [?] = ??.
?2

[? ∙ ? 2 ] = ? ?
[?] =
?2
[?] ∙ ? 2 = ?
B representa aceleração.
[?] = ?/?²
Exemplo 2:
Pelo SI
O período do pêndulo simples é proporcional ao
[?0 ∙ ?] = ? comprimento do fio L, massa do objeto m, aceleração da
gravidade g e uma constante adimensional k.
[?0 ] ∙ ? = ?
Determine a fórmula do período do pêndulo simples.
[?0 ] = ?/?
Pela proporcionalidade:
[? ∙ ? 2 ] = ?
? = ?. ?? . ? ? . ? ?
2
[?] ∙ ? = ?
Utilizando análise dimensional:
[?] = ?/?²
[?] = [?? . ? ? . ? ? ]
Previsão de Fórmulas
Pelo símbolos dimensionais:
Utilizando análise dimensional podemos determinar o
significado de uma grandeza ou até determinar uma ? ?
? = ?? . ? ? . ( −2 )
fórmula. ?

Exemplo 1: ? = ?? . ? ? . ?? . ? −2?

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SISTEMA DE UNIDADES

? = ??+? . ? ? . ? −2?

Como o lado esquerdo da igualdade é igual o direito:

?+?=0
{ ?=0
−2? = 1

Resolvendo o sistema temos:

1 1
? = ; ? = 0; ? = −
2 2

Portanto a fórmula do período:

? = ?. ?1/2 . ?0 . ?−1/2

? = ?. ?1/2 . ?−1/2

1
?2
? = ?. 1
?2

?
? = ?. √
?

Importante ressaltar que o período do pêndulo simples não
depende de sua massa.

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VETORES

AULA 1 – GRANDEZAS ESCALARES / VETORIAS

Grandezas Escalares

Grandezas físicas como tempo, por exemplo, 5 segundos,
ficam perfeitamente definidas quando são especificados
o seu módulo (5) e sua unidade de medida (segundo).
Estas grandezas físicas que são completamente definidas Observe que o vetor soma não tem necessariamente
quando são especificados o seu módulo e a sua unidade módulo igual à soma dos módulos dos vetores e ·.
de medida são denominadas grandezas escalares.

Exemplos de grandezas escalares: tempo, temperatura, Método do paralelogramo
área, volume, etc.
Outro método utilizado para determinação gráfica da soma
Grandezas Vetoriais é o método do paralelogramo. Dados dois vetores
que queremos somar, juntam-se as origens e monta-se um
Para grandezas como velocidade e deslocamento, apenas paralelogramo cuja diagonal formada é o vetor soma ou
o valor não é suficiente para provocar uma perfeita resultante.
compreensão daquilo que se deseja transmitir. Nesses
casos, além do valor, é indispensável uma orientação.
Dessa forma, dizer que a velocidade de um móvel é de 40
km/h de norte para sul constitui-se numa afirmação mais
precisa. As grandezas físicas como o deslocamento e a
velocidade, que além do seu valor necessitam de uma
orientação para que se tenha uma completa compreensão
de seu significado, serão chamadas de grandezas
vetoriais.
Casos especiais
Exemplos de grandezas vetoriais: deslocamento,
velocidade, aceleração, força, impulso, quantidade de
1° CASO: Dois vetores de mesma direção e mesmo
movimento, campo elétrico, etc.
sentido.

AULA 2 – OPERAÇÃO DE VETORES

Como elemento matemático, o vetor tem representação:

A adição de vetores é normalmente efetuada por um 2° CASO: Dois vetores na mesma direção e em sentidos
destes dois métodos: opostos.
 Método do polígono
 Método do paralelogramo

Método do polígono

Usado para somar graficamente dois ou mais vetores
e , pelo método do polígono, move-se a origem do vetor
até coincidir com a extremidade do vetor O vetor
soma ou resultante é representado pela união da origem
do vetor à extremidade do vetor .

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VETORES

3° CASO: Dois vetores perpendiculares.  A direção do novo vetor é igual à direção do
vetor ;
 O sentido de é o mesmo de se k for positivo
e oposto ao de se k for negativo.

AULA 4 – SUBTRAÇÃO DE VETORES

Consideremos os vetores . A subtração de vetores
é a operação denotada por:

Ela resulta em um terceiro vetor (chamado resultante),
cujas propriedades são inferidas a partir da soma dos
vetores . O vetor tem módulo e direção iguais
ao do vetor , mas com sentido oposto.
Em outras palavras, podemos reduzir o problema da
4° CASO: Dois vetores formando um ângulo diferente de subtração dos dois vetores ao problema da soma de
90°. e .

AULA 5 – DECOMPOSIÇÃO DE VETORES
Neste caso, podemos utilizar a lei dos cossenos para
encontrar diretamente o módulo do vetor resultante: Considere um vetor formando um ângulo em relação
a uma direção qualquer. Este vetor pode ser sempre
decomposto em duas direções perpendiculares, sendo:

Componente de na direção x;

Componente de na direção y;

AULA 3 – PRODUTO DE VETOR POR ESCALAR Os módulos destas duas componentes serão dados por:

Podemos multiplicar um vetor por um número k. Dessa
operação resulta um novo vetor

Com as seguintes características:

 O módulo do novo vetor é o que resulta da
multiplicação do valor absoluto de k pelo módulo
de ;

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CINEMÁTICA ESCALAR

AULA 1 – CONCEITOS BÁSICOS – VELOCIDADE É o tipo de movimento em que a velocidade do corpo não
MÉDIA sofre alteração em todo o intervalo de tempo em que o
movimento está sendo analisado. Resumindo, é todo
Conceitos Básicos movimento onde a velocidade do corpo é constante
(sempre o mesmo valor).
Cinemática: é o campo da física que estuda o movimento
de corpos ou partículas sem se preocupar com as causas
que dão origem ao movimento.
M.U.  Velocidade constante e diferente de 0
Partícula: é todo corpo cujas dimensões não interferem no
estudo de um determinado fenômeno físico.

Corpo Extenso: é todo corpo cujas dimensões interferem Função Horária das Posições
no estudo de um determinado fenômeno.
É a fórmula matemática que fornece a posição do corpo
Trajetória: é o caminho determinado por uma sucessão de em Movimento Uniforme (M.R.U.), em qualquer instante de
pontos, por onde o móvel (objeto) passa. tempo. Pode ser escrita matematicamente:

Referencial: é um ponto fixo (ou objeto) pré-determinado, a ? = ?0 + ??
partir do qual se pretende analisar se um corpo (ou
partícula) está em movimento ou não. É indispensável
para se determinar a posição de um objeto. Onde:
S = posição final (m);
?0 = posição inicial (m);
v = velocidade constante (m/s);
t = instante de tempo (s).
Velocidade Média

Velocidade Média (Vm): é a razão entre a distância Encontro de Corpos
percorrida por um corpo (ou partícula) e o tempo gasto em
percorrê-la. Podemos calcular a Velocidade Média de um
corpo ou partícula utilizando: ?? = ??

∆? ?? = ?0 ? + ?? . ?
?? =
∆?
?? = ?0 ? + ?? . ?
O sinal da velocidade indica o tipo de movimento, quando
móvel se movimentar no sentido da trajetória ∆S > 0, sua
velocidade será positiva, nesse caso, o movimento é ATENÇÃO: Adote sempre um referencial de sentido para o
movimento, se ambos os corpos tiverem direção igual mas
chamado progressivo; caso o sentido contrário à
sentidos opostos, uma das velocidades (o sentido que
orientação da trajetória ∆S < 0, sua velocidade será
estiver contra o adotado como referencial) deverá ser
negativa, nesse caso, o movimento é chamado de
negativa.
retrógrado.

ATENÇÃO: uma unidade de velocidade bastante utilizada
em nosso dia-a-dia é o quilômetro por hora (km/h).
Podemos transformar velocidades em m/s para km/h ou
vice-versa observando as seguintes condições: AULA 3 – MOVIMENTO UNIFORME - GRÁFICOS

Gráfico Velocidade X Tempo no M.U.

Movimento Progressivo:

AULA 2 – MOVIMENTO UNIFOME / ENCONTRO DE
CORPOS

Movimento uniforme (M.U.)

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CINEMÁTICA ESCALAR

Movimento Retrógrado: Gráfico Aceleração X Tempo no M.U.

No movimento retilíneo uniforme, a velocidade permanece
constante e diferente de zero, ou seja, a aceleração é
nula.

No gráfico “velocidade x tempo”, o deslocamento escalar é
numericamente igual à área entre o gráfico e o eixo t.

AULA 4 – MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO

Aceleração

Quando em um movimento ocorre uma variação de
velocidade, surge uma grandeza física nesse movimento.
Essa grandeza recebe o nome de Aceleração (a).
Podemos definir a aceleração de um corpo como sendo a
Gráfico Posição X Tempo no M.U. grandeza física que relaciona a variação da velocidade de
um corpo num determinado intervalo de tempo, portanto,
Reta inclinada e crescente indica que o movimento é temos:
uniforme e progressivo.
∆?
?=
∆?

Funções Horárias do M.U.V.

Função Horária da Velocidade

Fornece a velocidade do corpo (em M.U.V.) em qualquer
instante de tempo (t). É expressa:
A reta inclinada decrescente indica que o movimento é
uniforme e retrógrado. ? = ?0 + ??

Onde:
v = velocidade instantânea (m/s);
? 0= velocidade inicial (m/s);
t = instante de tempo (s);
a = aceleração (m/s²).

Função Horária da Posição

Fornece a posição em que o corpo (em M.U.V.) se
encontra para um dado instante de tempo qualquer.
ACELERAÇÃO DEVE SER CONSTANTE! É expressa:

?. ? 2
? = ?0 + ?0 ? +
2

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CINEMÁTICA ESCALAR

Onde:
S = posição final (m); No gráfico “aceleração x tempo”, a variação de velocidade
?0= posição inicia (m)l; é numericamente igual à área entre o gráfico e o eixo t.
? 0 = velocidade inicial (m/s);
t = instante de tempo (s);
a = aceleração (m/s²).

AULA 5 – EQUAÇÃO DE TORRICELLI

Equação de Torricelli

Relaciona diretamente a velocidade com o espaço
percorrido por um corpo em M.U.V.. Tem por principal Gráfico Velocidade X Tempo no M.U.V
vantagem de utilização o fato de que a Equação de
Torricelli é uma equação que não depende de valores de Em gráficos de velocidade pelo tempo, representa-se esse
tempo. É expressa: tipo de movimento por uma reta em virtude da equação da
velocidade v = ? 0+ at, que é uma equação do 1.º grau
crescente para aceleração positiva e decrescente para
? 2 = ?02 + 2. ?. ∆? aceleração negativa. A tangente da inclinação da reta
indicada nos gráficos resulta numericamente na
Onde: aceleração escalar.
v = velocidade instantânea (m/s);
? 0 = velocidade inicial (m/s);
∆? = variação da posição (m);
a = aceleração (m/s²).

AULA 6 – MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO -
GRÁFICOS

Gráfico Aceleração X Tempo no M.U.V

A área entre a reta e o eixo t resulta numericamente o
deslocamento do móvel no intervalo de tempo considerado

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CINEMÁTICA ESCALAR

Gráfico Posição X Tempo no M.U.V AULA 8 – PROPRIEDADES GRÁFICAS

A função horária da posição permite localizar o móvel em
qualquer instante. É uma função do 2.º grau e sua
representação em gráfico corresponde a uma parábola.
Para esse tipo de gráfico, a velocidade escalar instantânea
em dado instante é dada por uma reta tangente à curva no
ponto considerado.

Se a > 0, a parábola tem concavidade voltada para cima.

AULA 9 – QUEDA LIVRE

Queda Livre

Considerando que a queda livre ocorre com ausência de
atrito com o ar, podemos considerar que esse movimento
de queda seja o M.U.V. já estudado. Neste caso, utilizam-
Se a < 0, a parábola tem concavidade voltada para baixo. se as equações (fórmulas) do M.U.V., fazendo apenas o
“ajuste” de trocar a aceleração (a) pela aceleração da
gravidade (g).

Atenção: adequar os sinais nas fórmulas de acordo com a
orientação adotada como positiva.

Lançamento Vertical

O lançamento vertical diferencia-se da queda livre
unicamente pelo fato de a velocidade inicial nele não ser
nula.

Atenção: adequar os sinais nas fórmulas de acordo com a
orientação adotada como positiva.

AULA 7 – CLASSIFICAÇÃO DE MOVIMENTOS

Velocidade
Aceleração

v>0 v<0

Progressivo e Retrógrado e
a=0
uniforme uniforme

Progressivo e Retrógrado e
a>0
acelerado retardado

Progressivo e Retrógrado e
a<0
retardado acelerado

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CINEMÁTICA VETORIAL

AULA 1 – DESLOCAMENTO VETORIAL

Deslocamento Vetorial

Deslocamento escalar é medido no percurso da trajetória.
Por isso, ele irá depender da forma da trajetória.

Já o deslocamento vetorial é independente da forma da
trajetória, pois é medido pelo módulo do vetor que liga a Como os vetores e possuem direções ortogonais, o
posição inicial e a posição final, independentemente do módulo da aceleração resultante é dado pelo Teorema de
trajeto percorrido entre as duas posições. Pitágoras (hipotenusa ao quadrado igual à soma dos
quadrados dos catetos).

P1
Δs
s1
P2 AULA 4 – COMPOSIÇÃO DA VELOCIDADE

s2 Da composição de dois movimentos, sempre há um
movimento resultante. O princípio da simultaneidade,
proposto por Galileu, permite análise de cada um dos
Obs: o deslocamento escalar será sempre maior ou igual movimentos separadamente. Segundo Galileu, o tempo
ao deslocamento vetorial. gasto no movimento resultante é igual ao tempo gasto no
movimento, se consideradas as duas direções
separadamente. A composição de movimentos se faz
sempre de forma vetorial.
AULA 2 – VELOCIDADE VETORIAL MÉDIA

Velocidade Vetorial Média

A velocidade vetorial média ( de um móvel é um vetor
dado pela relação do deslocamento e o intervalo de
tempo correspondente:

AULA 3 – VETOR ACELERAÇÃO

Aceleração Tangencial

É a aceleração que causa a variação do módulo do vetor
velocidade .

Aceleração Centrípeta

É a aceleração que causa variação da direção do vetor
velocidade .

Aceleração Resultante

Se a velocidade vetorial varia em módulo e também em
direção (movimento variado curvilíneo), existem as duas
acelerações vetoriais, a tangencial e a centrípeta
Portanto a aceleração resultante é a adição vetorial
das duas acelerações e

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CINEMÁTICA - LANÇAMENTOS

AULA 1 – LANÇAMENTO HORIZONTAL AULA 2 – LANÇAMENTO OBLÍQUO

Lançamento Quando um corpo é lançado obliquamente, ele descreve
um movimento que também pode ser decomposto em dois
Um projétil lançado vertical, horizontal ou obliquamente no movimentos:
vácuo fica sob efeito exclusivo do campo gravitacional,
portanto com aceleração igual à aceleração da gravidade  Na horizontal: M.U.
em todos os pontos da trajetória.  Na vertical: M.U.V. com aceleração vertical para
baixo, de módulo igual a g.
Um corpo lançado verticalmente tem como trajetória uma
linha reta, pois o corpo apenas sobe ou desce. Já um
corpo lançado horizontal ou obliquamente tem como
trajetória uma parábola para um observador posicionado
lateralmente ao plano do movimento. Velocidades iniciais

Os lançamentos são estudados dividindo-se o Em um lançamento oblíquo onde a velocidade inicial v 0 faz
movimento em um eixo horizontal e um eixo vertical. um ângulo com a horizontal, podemos calcular as
velocidades iniciais na horizontal e vertical decompondo o
vetor velocidade:

Lançamento Horizontal

Quando um corpo é lançado horizontalmente, ele descreve
um movimento que pode ser decomposto em dois
movimentos: Obs: no lançamento oblíquo, a velocidade inicial no eixo y
necessariamente será diferente de zero;
 Na horizontal: M.U.
 Na vertical: M.U.V. com aceleração vertical para
baixo, de módulo igual a g. Características do lançamento oblíquo

Obs:

 No lançamento horizontal, a velocidade inicial no
eixo y necessariamente será zero, senão
teremos um lançamento oblíquo;
 Como o movimento vertical é independente do
movimento horizontal, o tempo de queda não
depende da velocidade horizontal.

= altura máxima atingida: é a altura atingida
quando a velocidade vertical se anula. Para calcular basta
impor v y = 0.
Velocidade resultante
A = alcance do projétil: é a distância percorrida na
horizontal durante todo o movimento. Para calcular basta
descobrir o tempo total do movimento e multiplicar pela
velocidade horizontal v x.

ts = tempo de subida: é o tempo necessário para se
atingir a altura máxima.

Obs: se o lançamento partir de um nível e o corpo voltar
ao mesmo nível, o tempo de subida é igual ao tempo de
descida:

Em qualquer instante de tempo, a velocidade resultante
pode ser calculada por:

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MOVIMENTO CIRCULAR

AULA 1 – FREQUÊNCIA E PERÍODO Observação: com θ medido em rad e t, em segundos, a
velocidade angular é medida em rad/s.
Frequência (f)

É o número de vezes em que determinado fenômeno
acontece em certo intervalo de tempo. Velocidade Linear (V)

?? A velocidade tangencial, linear ou escalar é a relação entre
?= o espaço percorrido ( Δ?) e o tempo gasto ( Δ? ). Em
??
cinemática suas unidades são: m/s, km/h, cm/min...
No SI, a frequência é medida em rotações por segundo,
denominada hertz (Hz) em homenagem ao físico alemão ? = ?. ?
Heinrich Hertz. Assim “n” Hz correspondem a “n” rotações
por segundo. ? = ??. ?. ?

Período (T) ???
?=
?
É o intervalo de tempo em que um evento periódico se
repete. Como período é tempo, a unidade de medida pode
ser horas, minutos, segundos, dias, meses... No SI, usa-se
a unidade segundo(s). AULA 3 – ACOPLAMENTOS

?? Eixo Comum
?=
??
A transmissão do movimento é feita por polias fixas num
mesmo eixo, logo, concêntricas.
Relação entre período e frequência

Nos conceitos de período e frequência, percebe-se que
quanto maior a frequência do movimento circular, menor o
período. Assim, quanto mais voltas se completam num
segundo, menos tempo decorre para ser completada uma
volta. Logo, essas duas grandezas físicas são
inversamente proporcionais.

? ?
?= ⇔?= Discos compartilhando o mesmo eixo central para rotação
? ? devem apresentar mesma velocidade angular. Desta
Observações: forma vale a relação:

 Se temos o período em segundos (s), a ?? = ??
frequência virá em hertz (Hz);
 Se temos o período em minutos (min), a
Polias compartilhando correias ou engrenagens
frequência virá em rotações por minuto (rpm);
 1 Hz = 60 rpm Sistemas de polias compartilhando correias ou
engrenagens conectadas devem apresentar mesma
velocidade tangencial. Nestes casos, vale a relação:

AULA 2 – VELOCIDADE ANGULAR E VELOCIDADE ?? = ??
LINEAR

Velocidade Angular (?)
AULA 4 – FUNÇÃO HORÁRIA
A velocidade angular é a rapidez com que um móvel gira.
A velocidade angular não depende do raio da trajetória. Relação entre grandezas lineares e angulares
Quanto maior a frequência do movimento circular, maior
sua velocidade angular. A velocidade angular também é As grandezas lineares relacionam-se com as grandezas
conhecida como frequência angular. angulares pelo raio (R) do movimento circular:

?
?? ?=
?
(rad)
? = ?? . ? ou ? =
?
?
?= (rad/s)
?

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MOVIMENTO CIRCULAR

?
?= (rad/s2)
?

Função horária

As funções horárias do movimento angular são análogas
às do movimento linear.

MCU (Movimento circular uniforme)

Linear ? = ?0 + ??

Angular ? = ?0 + ??

MCUV (Movimento circular uniformemente variado)

?? 2
Linear ? = ?0 + ?0 ? +
2

?? 2
Angular ? = ?0 + ?0 ? +
2

Linear ? = ?0 + ??

Angular ? = ?0 + ??

Linear ? 2 = ?0 2 + 2?Δ?

Angular ? 2 = ?0 2 + 2?Δ?

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DINÂMICA

AULA 1 – 1ª LEI DE NEWTON

Dinâmica é a parte da Física que estuda as relações entre Peso
os movimentos dos corpos e as causas que os produzem
ou os modificam.  É resultado da atração gravitacional entre a Terra (ou
outro planeta qualquer) e um corpo de massa m.
Princípio da Inércia (1ª Lei de Newton)  Para um mesmo corpo, é uma grandeza variável, pois
depende do planeta em que o corpo se encontra e da
“Todo corpo que esteja em repouso ou em movimento
posição do corpo no espaço;
retilíneo e uniforme (movendo-se em trajetória reta com
 Grandeza vetorial  é uma força!;
velocidade vetorial constante), tende a continuar nestes
estados se a força resultante que age sobre ele for  No SI é medida em N (Newton).
nula”.
Peso e massa relacionam-se pela fórmula:
Em outras palavras, se a soma das forças atuantes sobre
um corpo for nula, o corpo se manterá em:

 Equilíbrio Estático Repouso
 Equilíbrio Dinâmico MRU
AULA 5 – FORÇA ELÁSTICA

Lei de Hooke (Força Elástica)

A força elástica é uma força de restituição, isto é, ela
AULA 2 – 2ª LEI DE NEWTON
sempre é oposta à deformação x causada no corpo em
questão. Esta força respeita a lei de Hooke:
Princípio Fundamental da Dinâmica (2ª Lei de Newton)

Onde k é a constante elástica da mola (ou do elástico) e
A aceleração de um corpo submetido a uma força
deve ser medido em N/m, no SI.
resultante externa é inversamente proporcional à sua
massa e diretamente proporcional à intensidade da força.

 m representa a massa; no SI é medida em kg. Associação de Molas
 a representa a aceleração; no SI é medida em m/s².
 Série:

AULA 3 – 3ª LEI DE NEWTON

Ação e Reação (3ª Lei de Newton)

“Quando um corpo exerce uma força sobre outro,
simultaneamente este outro reage sobre o primeiro
aplicando-lhe uma força de mesma intensidade, mesma
direção, mas sentido contrário.”

Importante: par Ação-Reação sempre atuam em corpos
distintos!

 Paralelo
AULA 4 – PESO - MASSA

Massa

 Massa (m) de um corpo é a medida de sua inércia;
 Quanto maior a massa de um corpo, maior será sua
inércia;
 Grandeza escalar;
 Para um mesmo corpo, é uma grandeza invariável,
não dependendo do lugar onde ele se encontra;
 No SI é medida em kg.

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1

DINÂMICA

I. Elevador em repouso OU elevador subindo/descendo
em MRU.

AULA 6 – APLICAÇÕES
II. O elevador sobe em movimento acelerado. Tração
Para resolver exercícios envolvendo blocos devemos aplicada pelo cabo é maior que o peso do conjunto.
seguir os seguintes passos:
para cima  para cima
1. Desenhar todos os corpos envolvidos
separadamente;
2. Fazer o diagrama de forças para cada corpo,
identificando todas elas; III. O elevador sobe em movimento retardado. Tração
3. Aplicar a 2ª Lei de Newton em cada corpo (e aplicada pelo cabo é menor que o peso do conjunto.
para cada corpo, em cada direção)
separadamente obtendo equação para cada
direção em cada corpo; para baixo  para baixo
4. Resolver o sistema de equações obtido de forma
a encontrar as variáveis desejadas.

Exemplo IV. O elevador desce em movimento acelerado. Peso do
conjunto é maior que a tração aplicada pelo cabo.
Situação antes da análise.
para baixo  para baixo

V. O elevador desce em movimento retardado. Tração
aplicada pelo cabo é maior que o peso do conjunto.
Situação após análise.
para cima  para cima

VI. Queda livre (ex: cabo rompido). Tração é nula.

para baixo 

AULA 8 – PLANO INCLINADO

Plano Inclinado
AULA 7 – ELEVADORES
No plano inclinado: o eixo X e Y saem de seu padrão
O elevador funciona basicamente como um bloco que se
horizontal e vertical, respectivamente, para acompanhar a
movimenta verticalmente, sob ação da tração (T) nos
inclinação do plano (permanecendo o ângulo de 90° entre
cabos e do peso (P). A lógica de resolução será a mesma
já vista anteriormente: ambos). Assim, pode-se realizar a decomposição da força
Peso em duas componentes:
1. Separar os corpos que estiverem envolvidos no
problema (elevador + corpos que estão dentro do
elevador) e marcar as forças atuantes em cada
um;
2. Em seguida, analisar para onde atua a
ACELERAÇÃO do conjunto elevador/corpos.
Esta análise indicará para onde está a força
resultante e, consequentemente, definirá como
será escrita a equação para cada
corpo.

Observe cada caso: Onde:

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2

DINÂMICA

AULA 10 – APLICAÇÔES COM ATRITO

Exemplo de Diagrama de Forças com Atrito
Aplica-se então a 2ª Lei de Newton ( ) nas
direções x e y. Situação I – Corpos agrupados

AULA 9 – ATRITO

Força de Atrito
Situação II – Corpos separados com forças atuantes
A força de atrito se opõe localmente (na região de contato
entre as duas superfícies) ao movimento ou à tendência
do movimento de cada corpo.

Atrito estático

Antes de haver movimento entre os corpos, atua o atrito
estático, na intensidade necessária para evitar movimento
entre os mesmos. O módulo da força de atrito estático
pode ser calculado por

Onde:
: coeficiente de atrito estático; AULA 11 – RESULTANTE CENTRÍPETA
N: módulo da força normal entre os corpos em contato.
Sempre em um movimento circular, deve existir uma
força resultante centrípeta responsável pelo surgimento
Atrito dinâmico da aceleração centrípeta.

Após iniciado o movimento entre os corpos, passa a atuar A resultante centrípeta sempre apontará para o centro do
o atrito dinâmico. O módulo da força de atrito dinâmica é movimento circular, isto é, perpendicularmente à direção
sempre calculado por: que tangencia o movimento.

Onde:
: coeficiente de atrito dinâmico.
N: módulo da força normal entre os corpos em contato.

Gráfico de atrito estático e dinâmico

Obs: a resultante centrípeta é uma resultante de forças,
isto é, não existe uma força efetivamente centrípeta e sim
o resultado da soma de forças atuantes no corpo.

Gráfico de um corpo sujeito a uma força externa F e o
comportamento da força de atrito (crescente até uma força
de atrito estático máximo, quando se inicia o movimento,
com uma força de atrito dinâmico constante).

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TRABALHO E ENERGIA

AULA 1 – CONCEITO DE TRABALHO AULA 5 – ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL

Trabalho Energia Potencial Gravitacional

Em Física, o trabalho mede a quantidade de energia que A energia gasta ao levantar um corpo desde o solo até
fornecemos ou retiramos de um corpo quando, devido a uma altura h fica retida no campo gravitacional. Pode-se
uma força, ele efetua um deslocamento. observar este fato notando que ao soltarmos o corpo ele
entra em movimento acelerado aumentando, deste modo,
a energia cinética. Assim, define-se então a energia
Unidade: J (joules) potencial gravitacional de um corpo como sendo o
trabalho realizado contra a força gravitacional ao
deslocá-lo desde o solo (ponto de referência) até a altura
considerada.

AULA 2 – TRABALHO MÉTODO GRÁFICO
Onde:
Trabalho – Método Gráfico
m: massa do corpo, unidade kg;
No caso de F não ser constante, o trabalho por de ser g: aceleração da gravidade, unidade m/s²;
calculado pela área sob o gráfico F x d: h: altura, unidade metro.

Unidade: J (joules)

AULA 6 – ENERGIA POTENCIAL ELÁSTICA

Energia Potencial Elástica

Define-se a energia potencial elástica, como o trabalho
AULA 3 – ENERGIA CINÉTICA realizado ao se deformar a mola (ou outro corpo) de um
valor x (de deformação).
Energia Cinética

É a energia que um corpo possui quando está em
movimento, pois nesse caso é capaz de realizar trabalho,
efetuando um deslocamento ou produzindo uma Unidade: J (joules)
deformação em outro corpo.

.

Unidade: J (joules) AULA 7 – ENERGIA MECÂNICA EM SISTEMAS
CONSERVATIVOS

Energia mecânica

É a soma das energias cinética, potencial gravitacional e
AULA 4 – TEOREMA DA ENERGIA CINÉTICA (TEC) potencial elástica:

Teorema da Energia Cinética

É válido para um sistema conservativo ou não, onde a Sistemas Conservativos.
força resultante realiza um trabalho total equivalente à
variação da energia cinética. São aqueles onde não ocorre dissipação de energia
mecânica. A energia cinética ( a energia potencial ( )
e energia potencial elástica ( podem ser variáveis, mas
sua soma, que é a energia mecânica, é constante (é
Unidade: J (joules) sempre a mesma em cada ponto). Esta conservação
existe quando ele se move somente sob ação de forças

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TRABALHO E ENERGIA

conservativas (força peso, elástica, elétrica, etc.). Neste
caso, então:

AULA 8 – ENERGIA MECÂNICA EM SISTEMAS NÃO
CONSERVATIVOS

Sistemas Não Conservativos.

São sistemas em que há trabalho realizado por forças
dissipativas (força de atrito, força de resistência do ar,
etc.). Parte da energia mecânica do sistema é então
dissipada nas formas de energia térmica, sonora, etc.
Assim a energia mecânica do sistema, diminui. Em todo
sistema dissipativo, o trabalho das forças não
conservativas (força de atrito, força de resistência do ar,
etc.) é igual à energia total dissipada, ou seja, é igual à
variação da energia mecânica

AULA 10 – POTÊNCIA

Potência

A potência de uma força corresponde à rapidez com que o
trabalho é realizado, ou seja, com que a energia é
transformada.

Unidade: W (watt)

Potência instantânea

Rendimento

Como em um sistema real a energia total de um
sistema nunca é convertida integralmente em energia útil,
há sempre uma dissipação . Podemos então
calcular o rendimento observando a parcela da energia
total efetivamente convertida em energia útil:

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IMPULSO E QUANTIDADE
DE MOVIMENTO
AULA 1 – IMPULSO

Impulso AULA 3 – TEOREMA DO IMPULSO

Suponha que uma força constante atue em uma partícula, Teorema do Impulso
durante um intervalo de tempo . Por definição, chama-se
se impulso da força constante o vetor. "O impulso da força resultante de um sistema de forças
que age sobre um corpo é igual à variação da quantidade
de movimento do corpo"

Características desse vetor:
 Módulo: I = F. t
 Direção: a mesma da força
 Sentido: o mesmo da força.

Unidade no S.I. do Impulso é:

AULA 4 – SISTEMA MECÂNICAMENTE ISOLADO
Se a força que atua em uma partícula durante certo
intervalo de tempo não for constante, o cálculo ocorre por Sistema Isolado De Forças Externas
meio de calculo de área de gráficos como o exemplo a
seguir: Um sistema formado por vários corpos ou pontos materiais
é considerado isolado, quando:

 sobre ele não atuam forças externas. Exemplo:
um astronauta no espaço, fora do campo de
ação gravitacional de qualquer corpo celeste
(força peso nula) e no vácuo (não existem forças
resistivas);

 sobre ele agem forças externas, mas a
intensidade da força resultante (soma vetorial de
todas as forças externas que agem sobre ele) é
nula. Exemplo: um corpo se deslocando, sem
atrito, sobre uma superfície plana horizontal e em
movimento retilíneo e uniforme e nesse caso não
existem forças horizontais (MRU) e as verticais e
se anulam;

 as forças externas existem, mas suas
intensidades são muito pequenas (praticamente
desprezíveis) quando comparadas com as forças
internas, que são muito grandes. Exemplos:
AULA 2 – QUANTIDADE DE MOVIMENTO explosões, disparos, choques, etc.
Quantidade de Movimento (Q)
Neste caso, há conservação da quantidade de movimento
O momento linear ou quantidade de movimento (Q) de
total do sistema analisado:
uma partícula é uma grandeza vetorial dada pelo produto
da massa (m) dessa partícula por sua velocidade (v).
Assim, adotando o conceito intuitivo, a quantidade de
movimento ou momento linear de um móvel é a
quantidade de matéria em movimento.
No Sistema Internacional, obtém-se a unidade de medida
da quantidade de movimento multiplicando a unidade de
massa kg pela de velocidade m/s, portanto kg. m/s. Daí se
conclui que um pacote de açúcar lançado com velocidade
de 1 m/s tem momento linear de módulo 1 kg. m/s. Esse AULA 5 – COLISÕES E CHOQUES MECÂNICOS
vetor quantidade de movimento possui as seguintes
características:
Colisões e choques mecânicos

Nas colisões e choques mecânicos, a intensidade das
forças internas é geralmente muito mais significativo do
que das forças externas. Assim, os efeitos das forças
externas podem ser desprezados em comparação com as
forças internas. É o que acontece, por exemplo, durante
explosões e colisões. As interações rápidas constituem um

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IMPULSO E QUANTIDADE
DE MOVIMENTO
sistema isolado. Portanto, a quantidade de movimento no
instante imediatamente anterior e posterior ao choque ou
colisão é constante.

AULA 6 – COEFICIENTE DE RESTITUIÇÃO

Coeficiente de restituição

A fase de interação de um choque subdivide-se em
deformação e restituição. Na deformação, os corpos se
deformam e parte da energia cinética que eles possuíam
fica armazenada na forma de energia potencial elástica.
Logo a seguir, ocorre a restituição, quando parte dessa
energia armazenada novamente se transforma em energia
cinética.

Define-se então o coeficiente de restituição, que mede, em
linhas gerais, quanto da energia cinética é conservada
após o choque. Ele é calculado como o quociente entre a
velocidade relativa de afastamento e da velocidade relativa
de aproximação:

Há três tipos possíveis de choques mecânicos:

 Colisão (completamente) Inelástica: não
ocorre conservação de energia cinética e
apresenta e = 0.

 Colisão Parcialmente Elástica: não ocorre
conservação de energia cinética e apresenta e
tal que: 0 < e <1

 Colisão Perfeitamente Elástica: ocorre
conservação de energia cinética e apresenta e
=1

Obs: em todos estes casos, como se trata de um choque
mecânico, a quantidade de movimento se conserva.

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MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES
(MHS)
AULA 1 – INTRODUÇÃO AOS MOVIMENTOS
PERIÓDICOS ??
?=
??
Sistema massa-mola - Um corpo de massa M realiza MHS
quando, sobre uma trajetória retilínea, oscila
periodicamente em torno de uma posição de equilíbrio O, Relação entre período e frequência
sob ação de uma força denominada força restauradora,
nesse caso a Força elástica (Fel) que sempre é dirigida Nos conceitos de período e frequência, percebe-se que:
para O. A força elástica é fornecida pela expressão
quanto maior a frequência do movimento circular, menor
Fel = - kx (lei de Hooke).
será o período. Assim, quanto mais voltas se completam
num segundo, menos tempo decorre para ser completada
uma volta. Logo, essas duas grandezas físicas são
inversamente proporcionais.

? ?
?= ↔?=
? ?

Observação: período em segundo (s) e frequência em
hertz (Hz).

Velocidade angular ou pulsação (?)

A velocidade angular ou pulsação é a rapidez com que um
móvel gira. A pulsação não depende do raio da trajetória.
Quanto maior a frequência do movimento circular, maior
À medida que afastamos o bloco de massa M para a sua velocidade angular.
direita a partir da posição de equilíbrio O (origem da Observação: com θ medido em rad e t, em segundos, a
abscissa x orientada para a direita), a força restauradora velocidade angular é medida em rad/s.
vai aumentando até atingir um valor máximo no ponto
x=+A (abscissa máxima, a partir da qual, retornará). ? = ?? + ??
Analogamente, se empurramos o bloco de massa m para
a esquerda a partir da posição 0, uma força de sentido
contrário e proporcional ao deslocamento X surgirá
tentando manter o bloco na posição de equilíbrio 0, e esta
força terá módulo máximo no ponto de abscissa x=-A, a
partir de onde, retornará.

Conforme figura acima podemos observar que em AULA 2 – CINEMÁTICA DO MHS – DEDUÇÃO
determinados momentos o bloco M, ocupa a posição A e MATEMÁTICA
A’.
A letra A indica Amplitude de um movimento oscilatório,
que é a máxima elongação, isto é, a maior distância que o Elongação
móvel alcança da posição de equilíbrio em sua oscilação.
? = ?. ??? . (?? + ?? )
Relembrando Conceitos
Onde:
Frequência (f) X = elongação
A = amplitude
É o número de vezes em que determinado fenômeno ? = pulsação
t = tempo
acontece em certo intervalo de tempo.
?0 = fase inicial
??
?=
?? Velocidade
No SI, a frequência é medida em rotações por segundo,
denominada hertz (Hz) em homenagem ao físico alemão ? = −?. ?. ??? (?? + ?? )
Heinrich Hertz. Assim, 3 Hz, por exemplo, correspondem a
três rotações por segundo. Onde:
X = elongação
Período (T) A = amplitude
? = pulsação
t = tempo
É o intervalo de tempo em que um evento periódico se
?0 = fase inicial
repete. Como período é tempo, a unidade de medida pode
V = velocidade
ser horas, minutos, segundos, dias, meses, etc. No SI,
usa-se a unidade segundo(s).

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stoodi. ??? . ? T/4 0 -?. ???(?? + ?? ) Considerado ?0 = 0: ? = ?.br 2 .? ?= ? Onde: ? = pulsação ? = período AULA 3 – CINEMÁTICA DO MHS – ANÁLISE DOS VALORES NOTÁVEIS Valores Notáveis de ?? Equações . ??? . temos: t x v a 0 A 0 -? 2. ? Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.MHS ? = ?. ?. ??? (??) ? = −?? .com. ? 0 T A 0 -? 2. ???(?? + ?? ) ? = −?? . ??? (?? + ?? ) ? = −?? . elongação. ?. ?. ?. ? Onde: ? = aceleração X = elongação A = amplitude ? = pulsação t = tempo ?0 = fase inicial Pulsação ? . ??? (??) Analisando o período. velocidade e aceleração. (?? + ?? ) ? = −?. ? 0 T/2 -A 0 ?2? 3T/4 0 ?. (??) ? = −?.MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES (MHS) Aceleração ? = −?? . ?.

? AULA 6 – ENERGIA NO MHS ???? = ???? + ???? ?.br 3 . vale: ? ?=? ? . ?? ?.stoodi. ?? ?. e as equações podem ser escritas como: Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com. ?? ? ? Para este sistema. tem-se um M. Para pequenos ângulos. vale: ? ?=√ AULA 4 – SISTEMA MASSA-MOLA (OSCILADOR ? HARMÔNICO) ? Oscilador massa-mola: É dado por um corpo oscilando ? = ??√ exclusivamente devido à força de restituição elástica.MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES (MHS) Para este sistema.S. ???á? 0 ? . ???á? ?=√ ? ? ? ? ?????? ????çõ?? ????á??? ????á??? ???? + ???? ? = ??√ ? ? = −?? AULA 5 – PÊNDULO SIMPLES Pêndulo Simples: Um corpo oscilando no ar (sem resistência) caracteriza um pêndulo simples.H. ?? ???? = + ? ? ???? ???? ???? ? = ±? 0 ?.

causas. será a situação muito interessante. Obtém-se essa velocidade igualando a força movimento dos corpos celestes sem relacioná-los às suas resultante centrípeta e o peso. é preciso levá-lo à altura h da qual ele será satélites ao redor dos planetas. de massa m.GRAVITAÇÃO AULA 1 – LEIS DE KEPLER AULA 2 – LEIS DA GRAVITAÇÃO UNIVERSAL 1ª Lei de Kepler Lei da Gravitação Universal Lei das órbitas. que é seu próprio peso P. ?. pode-se afirmar que ele estudou a cinemática do movimento planetário.br 1 .67 . Aceleração da gravidade Quando um corpo. Em termos AULA 4 – ÓRBITAS E SATÉLITES matemáticos: Velocidade Orbital ?? =? ?? Principia. o Sol ocupa um dos focos da elipse. kg2 d = distância entre os corpos 2ª Lei de Kepler AULA 3 – ACELERAÇÃO DA GRAVIDADE Lei das Áreas. ?. Nesse caso. medida que a velocidade de lançamento aumenta. explica como é possível colocar um satélite na órbita da Terra. G = constante de gravitacional universal (constante para m2 qualquer meio): 6. 10−11 N. inclusive a Matéria atrai matéria na razão direta do produto de suas Terra. ou seja: ?? ?? = ?? ? ?? ? ?1 = área varrida 1 ?2 = área varrida 2 Δ?1 = tempo para varrer a área 1 Δ?2 = tempo para varrer a área 2 3ª Lei de Kepler Onde: d = R + h Lei dos períodos menciona que o quadrado do período da órbita de um planeta é proporcional ao cubo do raio médio da elipse orbital descrita por esse planeta. isto é. Todos os planetas. a obra de Newton.stoodi. Em cada massas e na razão inversa do quadrado da distância entre uma dessas órbitas. o alcance atingido pelo corpo também aumenta. ?. giram em torno do Sol em órbitas elípticas. esta lei descreve a forma da órbita dos planetas em torno do Sol. ?. o corpo lançado com determinada velocidade para entrar em órbita central é o próprio planeta. ? ? = √?. ?= ?? Portanto: Área varrida A é proporcional ao tempo Δt. é inserido no campo gravitacional de um corpo celeste de massa M.com. Como Kepler descreveu o da Terra. Ele propõe uma Onde K é constante de proporcionalidade. ? Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ? ?= ?? F = força de atração entre dois corpos de massas M e m. No caso do As leis de Kepler valem também para o movimento de satélite. o vetor raio que une o sol a um planeta varre áreas iguais no plano da órbita em tempos iguais. É fácil perceber: à órbita. mesma adotada para todos os planetas de um mesmo Considere um corpo lançado do alto de uma torre com sistema e não depende da massa do corpo que está em velocidades horizontais crescentes. esse corpo fica sujeito à força gravitacional F. elas.

quando gira em sentido anti-horário. o momento tem módulo. O sentido do momento define-se pelo sinal positivo (+).U. quando gira em sentido horário. Sendo uma grandeza vetorial. o polígono de forças é fechado. sofrendo movimento de translação nem movimento de rotação relativamente a um referencial.com. direção.stoodi. A unidade de medida é N. AULA 2 – MOMENTO DE UMA FORÇA Momento de uma força Momento de uma força ou torque é a capacidade dessa força de provocar o giro ou a tendência de giro de um objeto em torno de um eixo.R. o corpo está em equilíbrio estático. sentido e unidade de medida. sujeito à ação de várias forças. m. dinâmico de um ponto material é que a força resultante encontra-se em equilíbrio estático quando não esteja sobre ele seja nula. Se a velocidade resultante também é nula.ESTÁTICA AULA 1 – ESTÁTICA DE UM PONTO MATERIAL AULA 3 – ESTÁTICA DE UM CORPO EXTENSO Equilíbrio de um ponto material Estática de um corpo extenso A condição necessária e suficiente para o equilíbrio Um corpo extenso. Portanto as condições de equilíbrio são: Sendo a força resultante nula..br 1 .. Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. temos o estado de repouso ou de M. Nesse caso. ou negativo (–).

h = altura (metro) Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ele exercerá uma pressão sobre esta: AULA 4 – TEOREMA DE PASCAL Teorema de Pascal d = densidade kg/m³ (ou g/cm³) O acréscimo de pressão dado a um ponto transmite-se g = aceleração da gravidade integralmente a todos os pontos do líquido que estejam na mesma altura. Ele usou um tubo de um metro. cheio de mercúrio (Hg). Pressão Hidrostática Devido ao peso do liquido acumulado sobre uma superfície. com a extremidade superior fechada. então a pressão total (ou absoluta) sobre o ponto imerso Densidade sob a coluna será: A densidade de um corpo (no caso um líquido) pode ser definida como sendo a grandeza física que fornece a quantidade de massa (matéria) de que está concentrada num determinado volume. A pressão P exercida pela força sobre a área A é fornecida pela expressão: A unidade de pressão no SI é o Newton por metro quadrado (N/m²) também denominado de pascal (Pa).br 1 . Chamando de m a quantidade de massa contida em certo volume V. mas são usados também o grama por centímetro cúbico (g/cm³) e o Torricelli determinou a pressão atmosférica ao nível do quilograma por litro (kg/L).stoodi. Observou que após destampar o tubo.HIDROSTÁTICA AULA 1 – DENSIDADE E PRESSÃO Em caso de a coluna estar exposta à atmosfera aberta. Seja uma força F aplicada sobre uma superfície de área A. a pressão exercida pela coluna de mercúrio foi Teorema de Stevin equilibrada com a pressão exercida pelo ar (pressão atmosférica). mercúrio (cmHg). Outra unidade de pressão muito utilizada é a atmosfera (atm) que equivale a . mar. Tampou a extremidade aberta do tubo e a introduziu no mercúrio. a expressão matemática da densidade é: AULA 3 – EXPERIÊNCIA DE TORRICELLI No SI (Sistema Internacional) a unidade de densidade é o Experiência quilograma por metro cúbico (kg/m³). Torricelli concluiu que a pressão atmosférica Dois pontos na mesma horizontal de um mesmo fluido em equivale à pressão exercida por uma coluna de 76 cm de equilíbrio têm a mesma pressão. o nível de mercúrio Pressão desceu e estabilizou na marca 76 cm. AULA 2 – TEOREMA DE STEVIN Assim.com.

todos os vasos apresentam a mesma altura de líquido. ficam situadas. total ou parcialmente. cujo módulo é igual ao peso da porção de líquido deslocada pelo corpo. supondo-os abertos. as superfícies livres do líquido. em todos eles. as forças aplicadas pelo fluido na face inferior do corpo são maiores que as exercidas na face superior. Como a pressão aumenta com a profundidade. qualquer que seja a capacidade e forma de cada um dos vasos ou a sua posição relativa.br 2 . O empuxo se deve à diferença das pressões exercidas pelo fluido (líquido ou gás) nas superfícies em todas as direções. Colocando-se um líquido em recipientes de formas diferentes. ao mesmo nível. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com. Num sistema de vasos comunicantes. têm-se os vasos comunicantes. num líquido recebe uma força vertical.HIDROSTÁTICA Prensa Hidráulica Onde: = Volume do líquido deslocado (m³) d = densidade (kg/m³) g = aceleração da gravidade (10 m/s²) Vasos Comunicantes Em consequência do teorema de Stevin. de baixo para cima. cujas bases sejam ligadas entre si. estabelecido o equilíbrio.stoodi. observa-se que. denominada empuxo. AULA 5 – TEOREMA DE ARQUIMEDES Teorema de Arquimedes Todo corpo imerso.

Essa quantidade mínima de carga. fisicamente possível. n: diferença entre prótons e elétrons ou o número de elétrons em falta ou excesso em relação a um corpo neutro. a que figura antes se eletriza positivamente e a que figura depois.ELETROSTÁTICA - CARGA. Assim. |???é???? | = |???ó??? | = ? = ?. um corpo com excesso de elétrons está eletrizado negativamente e com falta. ??−?? ? Conforme o conceito. diz-se que após essa eletrização irão se atrair. A grandeza básica da eletrostática é a carga elétrica. FORÇA E CAMPO AULA 1 – CARGA ELÉTRICA conhecido por Princípio de Conservação das Cargas Elétricas. porém igual quantidade de carga em módulo. Se dois corpos encontram-se inicialmente neutros. O corpo que perde elétrons eletriza-se positivamente e aquele que ganha elétrons. na eletrosfera. os átomos. após a fricção eles estarão eletrizados com cargas de sinais contrários. recebeu o nome de carga elementar (e). que se constituem de partículas ainda menores: no núcleo.6 . que vale 1. negativamente. O próton e o elétron têm diferentes massas. a carga elétrica total do sistema é sempre conservada. AULA 2 – PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Eletrização Processos de troca de cargas elétricas entre dois ou mais corpos. Assim. Nesses processos. negativamente. Sua unidade é o Coulomb (C). Chama-se serie triboelétrica a relação ordenada de substâncias em que. Série Triboelétrica os prótons (carga positiva) e os nêutrons (sem carga).stoodi. Por outro lado. ? . devemos observar que não há criação nem destruição de cargas. ou seja.br 1 . eletrizado positivamente. os elétrons (negativos). conservando a quantidade de carga total antes do atrito igual à quantidade após o atrito.? q: quantidade de carga (medida em Coulomb — C). ? = ? . Processo de Eletrização – Atrito e: carga de 1 elétron. Quantização da Carga Elétrica Os objetos diretamente observados na natureza possuem cargas que são múltiplos inteiros da carga do elétron. ao atritarmos duas delas. fato este que é Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. a carga total de um corpo neutro é zero. Carga Elétrica A matéria forma-se de pequenas partículas.com. um corpo neutro tem o mesmo número de elétrons e prótons. 10−19 C.

também serão iguais. atraem-se.ELETROSTÁTICA - CARGA.com. AULA 4 – CAMPO ELÉTRICO Campo Elétrico Atração e Repulsão É capaz de produzir uma força elétrica numa carga de Cargas elétricas de mesmo sinal se repelem e de sinais prova colocada na região onde ele atua. mas de sinais contrários. corpo condutor provocada pela aproximação de um corpo  a lei de Coulomb obedece à terceira lei de eletrizado. Definimos o contrários se atraem. Processo de Eletrização – Indução  o sentido depende da natureza das cargas. m²/C²) A força elétrica é uma grandeza vetorial com as seguintes características:  a direção das forças é paralela à linha que une as cargas elétricas em questão. Os sinais que eles irão adquirir dependem dos tipos de substâncias atritadas. ou seja. através do inversamente proporcionais ao quadrado da distância que contato entre eles.br 2 . proporcionais às quantidades de carga destas e estando um deles eletrizado e o outro neutro. E se forem de mesmas dimensões. corpos são eletrizados com cargas iguais. FORÇA E CAMPO Na eletrização por atrito.I. repelem-se. O corpo neutro adquire uma carga as separa. caso contrário o maior ficará com ?? mais carga e o menor com menos. se forem de sinais contrários. campo elétrico como o vetor (?⃗ ).stoodi. indutor. se os Indução eletrostática é a separação das cargas de um sinais forem iguais. tal que: ? ⃗ = ? ? No S. o corpo induzido Newton. ?? | ?=?. a unidade do campo elétrico é N/C. Na eletrização por indução. os módulos |?? . são forças de mesma direção e sempre se eletriza com carga de sinal contrário à do intensidade. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. F: Força Elétrica (N) q: carga elétrica (C) d: distância entre as cargas (m) k: constante eletrostática (N. AULA 3 – LEI DE COULOMB Lei de Coulomb Processo de Eletrização – Contato A lei de Coulomb declara que forças de atração ou repulsão entre partículas carregadas são diretamente Processo de eletrização de dois corpos condutores. elétrica de mesmo sinal que a do corpo já inicialmente eletrizado.

 maior intensidade do campo.  duas linhas de força de uma mesma carga nunca se cruzam. m²/C²) AULA 5 – CAMPO ELÉTRICO – INTERAÇÕES Interações As linhas de força ou de um campo elétrico têm as seguintes propriedades:  divergência das cargas positivas e convergência para cargas negativas. que são convergentes ou divergentes. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  tangenciamento do vetor campo elétrico à linha de força.com. quanto mais perto as linhas de força estiverem entre si. nos pontos à sua volta. um campo elétrico que pode ser calculado pela expressão: ? ?????? = ? . de acordo com o sinal delas: Cargas elétricas de mesmo sinal Uma carga elétrica qualquer gera. Cargas isoladas puntiformes formam campos radiais. FORÇA E CAMPO Observe a configuração das linhas de força quando aproximamos duas cargas elétricas de mesmo módulo.ELETROSTÁTICA - CARGA.stoodi. ?? E: campo elétrico (N/C) Q: carga elétrica (C) Cargas elétricas de sinais opostos d: distância entre a carga e o ponto em questão (m) k: constante eletrostática (N.br 3 .

POTENCIAL NO CAMPO ELÉTRICO Trabalho AULA 3 – CAMPO ELÉTRICO UNIFORME O trabalho realizado pela força elétrica sobre a carga de prova é dado pela equação. Assim. ???? = ?? + ?? + ?? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi. Ela adquire energia potencial elétrica ???? : ?. utiliza- se duas placas planas e paralelas eletrizadas com cargas Energia Potencial Elétrica de mesmo módulo e sinais opostos. portanto a energia potencial elétrica de um sistema é a somatória de toda energia potencial elétrica de todas as cargas envolvidas. é associado a um Potencial elétrico no Campo Elétrico Uniforme ponto do campo elétrico e definido como a relação entre a energia potencial elétrica e o valor da carga. dos potenciais gerados por elas. ?? ?? retas. AULA 2 – ENERGIA E POTENCIAL EM SISTEMA DE VÁRIAS CARGAS Energia Potencial Elétrica em sistemas de várias cargas Como energia potencial elétrica não é uma grandeza vetorial. Para calcular A diferença de potencial elétrico entre as placas é dada o potencial de uma carga puntiforme usa-se a seguinte por: relação: ??? = ?. ? ? ? = ?. considerando-se o sinal. d: distância entre os pontos A e B.com. ? Potencial Elétrico O potencial elétrico.br 1 . ? E: valor do módulo do campo elétrico uniforme. ENERGIA E POTENCIAL AULA 1 – TRABALHO. paralelas e equidistantes. ? sentido em todos os pontos. ? ?. mesma direção e mesmo ?. Para produzir um campo com essas características. ENERGIA. −?. as linhas de força são ??? = ? . que é a soma algébrica. Considere uma carga elétrica colocada num ponto de um campo elétrico.ELETROSTÁTICA – TRABALHO. ???? = ???? + ???? + ???? + … + ???? ????? ? ? ? ? Potencial Elétrico em um sistema de várias cargas Várias cargas geram potencial resultante. O campo elétrico é uniforme quando o vetor campo elétrico tem mesma intensidade. grandeza escalar. ? ???? = ?.

p. Circuito elétrico: 2° Lei de Ohm A segunda lei de Ohm mostra que a resistência elétrica R de um material é diretamente proporcional ao produto de sua resistividade elétrica ρ pelo seu comprimento L e Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ? ?= ?? Quando a corrente varia ao longo do tempo.I.stoodi. POTÊNCIA E RESISTORES AULA 1 – CORRENTE ELÉTRICA Corrente Elétrica Movimento ordenado dos elétrons. Nos materiais chamados ôhmicos.br 1 . condutor num intervalo de tempo. Nos materiais não-ôhmicos. A unidade de medida é Coulomb por segundo (C/s). a carga total Portanto: será dada pela área sob a curva da corrente em função do tempo: ? ??? = ? 1° Lei de Ohm Resistência elétrica é a dificuldade encontrada pela corrente elétrica para atravessar um resistor ou um condutor. a resistência permanece constante com a variação da temperatura. diz-se que ele obedece à 1° lei de Ohm e denomina-se ôhmico. Quando a resistência elétrica de um condutor apresenta sempre o mesmo valor. Representa-se sua grandeza por R. Essa lei relaciona a tensão elétrica (diferença de potencial — d. Resistor Elétrico: Gráfico Tensão Elétrica X Corrente Elétrica Nos resistores ôhmicos (que obedecem às leis de Ohm) a Cálculo da intensidade da corrente elétrica representação gráfica da relação entre tensão e corrente é linear (uma reta) e passa pela origem (zero). ela varia com a temperatura. independentemente do valor da corrente que o atravessa. chamado de ampère (A) no Sistema Internacional em homenagem ao físico e matemático francês André-Marie Ampère. a unidade de resistência elétrica é o ohm (Ω).com. ? ??????ê???? (?) = AULA 2 – LEIS DE OHM ? Simbologia No S.d.ELETRODINÂMICA – CORRENTE.) U com a corrente I. Resistores Define-se corrente elétrica como a razão entre quantidade que não tem esta característica são chamados de não- de carga que atravessa certa secção transversal do ôhmicos.

ocorre a transformação de energia elétrica em energia térmica.stoodi. ? (????çã? ??) pode-se deduzir outras equações: ??? = ?? + ?? + ?? + ⋯ + ?? Associação de Resistores em Paralelo Dois ou mais resistores estão em paralelo quando duas extremidades de cada um deles estão conectadas aos mesmos pontos elétricos.p. Potência Dissipada – Efeito Joule Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 2 .  A resistência do resistor equivalente entre os ??????? terminais da associação é a soma das ??? = ????? resistências dos resistores originais. a energia elétrica é transformada em energia térmica (calor). A: área da seção transversal (m²). POTÊNCIA E RESISTORES inversamente proporcional à área da seção transversal A Quando um condutor é aquecido ao ser percorrido por do condutor. ρ: resistividade (Ω . Nesse caso:  A corrente total que atravessa a associação divide-se entre resistores. No caso de fio comum cilíndrico.d. Assim.d.com. uma corrente elétrica.ELETRODINÂMICA – CORRENTE. onde a resistência é maior passará menor corrente. sua temperatura. Os elétrons sofrem colisões com átomos do condutor. essa área é um círculo (A = π. No S. total entre os terminais da associação é tempo de uso. É a relação entre a energia elétrica (ou trabalho) e seu  A d.. ou seja. r²).  Todos os resistores são submetidos à mesma tensão elétrica (U) ou d. ? Utilizando as equações ??? = ?. L: comprimento (m) consequentemente. em cada resistor.d. parte da energia cinética (energia de R: resistência elétrica (Ω) movimento) do elétron é transferida para o átomo aumentando seu estado de agitação e. Esse fenômeno ocorre devido ? o encontro dos elétrons da corrente elétrica com as ?=?. ? partículas do condutor. a soma das d.p. m) AULA 4 – ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES Associação de Resistores em série AULA 3 – POTÊNCIA ELÉTRICA Na associação em série: Potência Elétrica  Todos os resistores são percorridos pela mesma corrente elétrica.p.I. de forma inversamente proporcional a cada resistência. a unidade de potência é o Watt (W) ????? ?= ??????? A potência elétrica pode ser calculada por meio da relação: ??? = ? . ? ( ????çã? ?) e ? = ?.

). Usado para verificar U (d. o que é ideal. Voltímetro Aparelho destinado a medir tensão elétrica.ELETRODINÂMICA – CORRENTE.com. Para não interferir na medição do circuito em questão deve ter resistência interna nula. Ele não interfere na medição do circuito em questão. liga-se em paralelo com o aparelho estudado ou trecho de circuito. Tem resistência interna infinitamente grande. Deve ser ligado em série com o ponto desejado para verificar a intensidade de corrente.br 3 . ?? ??? = ?? + ?? “n” resistores de igual valor: ? ? ?? : ? AULA 5 – MEDIDORES ELÉTRICOS Amperímetro Aparelho destinado a medir corrente elétrica. POTÊNCIA E RESISTORES ? ? ? ? ? = + + + ⋯+ ? ? ? ?? ?? ?? ?? Casos especiais de associação em paralelo 2 resistores em paralelo ?? .d. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi. que é o ideal.p.

i é a d. ?′ Potência Dissipada: ???? = ?. fornecida pelo gerador para um aparelho. pois ocorre em razão do movimento  O produto r. calor.c.d. ? Gráfico do Receptor Potência de um gerador Potência Total: ?????? = ? . ? Potência de um Receptor Potência Útil: ????? = ? .br 1 .stoodi.  U é a d. Essa diferença de potencial permite a circulação de uma corrente no circuito. em energia elétrica.ELETRODINÂMICA – COMPLEMENTOS E CAPACITORES AULA 1 – GERADOR ELÉTRICO (potência total gerada) está sendo efetivamente fornecida (potência útil) ao circuito. total gerada pelo gerador. o menor potencial. dissipada na forma de espontâneo. ? Potência Dissipada: ???? = ?.) ?′.m. ?² Rendimento Elétrico no Gerador O rendimento elétrico de um gerador mede quanto da Rendimento Elétrico no Gerador energia gerada e transmitida aos portadores de carga Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.e. vai do maior para  ε (f.m) é a d. geralmente mecânica ou química (baterias).? Equação do Receptor Gráfico do Gerador ? = ?′ + ?. ? Potência Total: ?????? = ? .d.m) ?. A corrente elétrica.p. ?² Potência Útil: ????? = ? . A energia que o gerador fornece por unidade de carga é sua força eletromotriz (f.p. também medida em volt (V). É dado por: Gerador Elétrico ????? ? ?= = Elemento do circuito responsável por transformar alguma ?????? ? outra forma de energia.p.d. Equação do Gerador ? = ? − ? .e. fornecendo uma diferença de potencial ao circuito.com.e. AULA 2 – RECEPTOR ELÉTRICO Receptor Elétrico A relação entre energia mecânica e quantidade de carga elétrica que atravessa o aparelho chama-se força contra eletromotriz (f. no interior do receptor.

Se um motor for ligado entre B e D. ????? ?′ ?= = ?????? ? Ponte de Wheatstone Destina-se a determinar uma resistência desconhecida.com. Posteriormente podemos aproveitar essa energia elétrica. Capacitância AULA 4 – PONTE DE WHEATSTONE A quantidade de carga (Q) que um capacitor consegue armazenar de acordo com a diferença de potencial fornecida (U) define a sua capacitância (C): Galvanômetro ? = ? . ?? = ?? + ?? Para uma ponte de Wheatstone equilibrada tem-se: ?? . através do acúmulo de cargas. 1ª Lei de Kirchhoff ou Lei dos Nós A soma das correntes que chegam a um nó deve ser igual à soma das correntes que dele saem. ?? 2ª Lei de Kirchhoff ou Lei das Malhas A soma das tensões orientadas no sentido horário em uma malha deve ser igual à soma das tensões orientadas no sentido anti-horário na mesma malha. Ausência de passagem de corrente no galvanômetro significa que a ponte está em equilíbrio e assim os produtos das resistências opostas são iguais. AULA 5 – CAPACITORES Capacitores Armazenam energia potencial elétrica.ELETRODINÂMICA – COMPLEMENTOS E CAPACITORES O rendimento elétrico de um gerador mede quanto da Instrumento destinado a medir correntes elétricas de baixa energia gerada e transmitida aos portadores de carga intensidade. ?? = ?? + ?? + ?? descarregando-a num resistor. por exemplo.stoodi. A diferença básica entre ele e o amperímetro (potência total gerada) está sendo efetivamente fornecida é sua sensibilidade para medir correntes de baixíssimo (potência útil) ao circuito. ele não funcionará quando a ponte AULA 3 – LEIS DE KIRCHHOFF estiver equilibrada. ?? = ?? . É dado por: valor. quando submetidos a uma diferença de potencial fornecida por uma bateria.br 2 .? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

br 3 .stoodi. sendo ε a permissividade elétrica do meio: ? . ? Capacitor de Placas Paralelas Sua capacitância pode ser calculada em função da área de suas placas (A) e da distância que as separa (d). ? ? ?? ?? = = = ? ? ?.com. ? ?.? ?= ? AULA 6 – ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Série A carga elétrica é igual em todos os capacitores. Portanto: ?? = ?? + ?? ? ? ? ? = + +⋯ ??? ?? ?? ?? Paralelo A tensão elétrica é igual para todos os capacitores.ELETRODINÂMICA – COMPLEMENTOS E CAPACITORES Energia armazenada num capacitor Portanto: A energia potencial elétrica que um capacitor consegue ?????? = ?? + ?? + ?? + ⋯ + ?? armazenar é dada por: ??? = ?? + ?? + ?? + ⋯ + ?? ?. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

Geográfico é o polo Norte deste ímã. como Direção e sentido . que é constituído de ferro e níquel no estado líquido. quando aponta para uma região próxima do Polo  Possuem dois polos distintos: Norte e o Sul. Campo magnético da Terra Considera-se o planeta Terra um ímã gigantesco. magnetita: Fe3 O4). Sul geográfico é porque nela existe um polo  A extremidade do ímã que se alinha com Norte norte magnético.com. Então. e a extremidade do ímã voltada para o Sul Geográfico é o polo Sul deste ímã. diz-se que: Características dos Ímãs I. Atribui- se o magnetismo terrestre a enormes correntes elétricas que circulam no núcleo do planeta (região chamada nife). Inseparabilidade dos polos de um ímã (domínios magnéticos de Weiss) Como não existem monopolos magnéticos. polos AULA 2 – CAMPO MAGNÉTICO GERADO POR UM FIO magnéticos isolados (só Norte ou só Sul). II. quando a agulha magnética aponta para uma  Atraem principalmente Ferro.stoodi. (Ímã natural: porque nela existe um polo sul magnético. dá origem a novos ímãs. ou seja. Cobalto e região próxima do Polo Norte geográfico é outras ligas metálicas como o aço. em razão das altas temperaturas e das correntes de convecção. quando um ímã se quebra ou é cortado.ELETROMAGNETISMO – CAMPO MAGNÉTICO AULA 1 – CAMPO MAGNÉTICO Campo Magnético É a região do espaço na qual um pequeno corpo de prova (carga elétrica q) fica sujeito à ação de uma força de origem magnética. Níquel.br 1 .Regra da Mão Direita mostra a figura abaixo: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Atração e repulsão entre dois imãs Polos magnéticos de mesmo nome repelem-se e de nomes contrários se atraem.

constitui-se uma bobina.? ? ? A intensidade do campo magnético no centro da espira é representada por: ?? ? ?= ?? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 2 . Solenoide ou bobina longa é um enrolamento espiral de B: Campo magnético medido em tesla (T). Intensidade Experimentalmente. AULA 3 – CAMPO MAGNÉTICO GERADO POR UMA ESPIRA CIRCULAR Curvando-se o fio. AULA 4 – CAMPO MAGNÉTICO GERADO POR BOBINA CHATA E SOLENOIDE Campo magnético gerado por bobina chata Enrolando-se várias espiras. m/A. tem-se a chamada espira circular. um fio ao longo de um cilindro a espaços iguais. No vácuo esse valor é 4π . ?? ?? . ? ?= ??. sentido dado pela regra da mão direita e intensidade: ? ?= . a intensidade do por um fio longo e reto é proporcional à intensidade de campo magnético no interior da bobina é dado por: corrente i que o atravessa e inversamente proporcional à distância r do ponto até o fio.stoodi. pois as linhas de campo magnético são paralelas. ?? ? ?=?.com. O campo magnético no interior de um solenoide é uniforme.? . Portanto.ELETROMAGNETISMO – CAMPO MAGNÉTICO Na regra da mão direita considera-se o dedo polegar representando a corrente elétrica e os demais dedos (que contornam o fio) representando o sentido do campo magnético. Usando a regra da mão direita determina-se o vetor campo magnético concêntrico ao fio em vários pontos da espira. o campo magnético no interior do solenoide é uniforme e tem em cada ponto a direção do eixo da bobina. verifica-se que a intensidade do campo magnético (B) criado por uma corrente ao passar Para uma bobina chata de “n” espiras. 10−7 T . ? ?? : permeabilidade magnética do meio onde o fio está Campo magnético gerado por um solenoide inserido.

há entre eles uma força de regra da mão esquerda. vetor que representa a força magnética. ?. ???? Uma carga elétrica q em movimento numa região de campo magnético ? ⃗ . de modo a equilibrar a variação de Se a carga elétrica for negativa. ou seja. a força atuante será: Regra da Mão Esquerda ? = ?. a força magnética será nula. Caso sejam correntes de sentidos opostos. a força é de repulsão. ??? ? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ?. Percebe-se que se esse ângulo for 0º ou 180º. A intensidade dessa força é representada por: ?? = |?|. Considerando que várias cargas estejam em movimento. a partícula descreve movimento circular e uniforme.ELETROMAGNETISMO – FORÇA E INDUÇÃO AULA 1 – FORÇA MAGNÉTICA SOBRE CARGAS uma força magnética que ocorre. sob ação de um campo magnético uniforme.com. imersa num campo magnético B que forma ângulo θ raio dessa trajetória representado por: com a normal à superfície com certa quantidade de linhas de indução atravessando a superfície. ?. surgirá nele ? = ? . inverte-se o sentido do fluxo de indução magnética”. atração. ?. pois a Considere uma espira que delimita uma superfície de área força magnética é a resultante centrípeta. ?. A direção e o sentido representam-se pela correntes de mesmo sentido. por exemplo. deslocando-se com velocidade v.br 1 . ??? ? Em que θ é o ângulo entre v e B. Assim. Força magnética entre dois fios retilíneos paralelos sofre ação de uma força magnética caracterizada por ser perpendicular ao vetor velocidade e ao vetor campo Quando dois condutores paralelos são percorridos por magnético. tem-se o A. AULA 2 – TRAJETÓRIA DE UMA CARGA ELÉTRICA LANÇADA NUM CAMPO MAGNÉTICO AULA 5 – LEI DE FARADAY Movimento circular uniforme Fluxo magnético em uma superfície Quando o ângulo θ de lançamento equivale a 90º. ? AULA 3 – FORÇA MAGNÉTICA SOBRE FIO CONDUZINDO CORRENTE ELÉTRICA Fio Reto Diz-se que há fluxo magnético φ através dessa superfície. ? ?= ?. AULA 4 – LEIS DE LENZ Lei de Lenz: “O campo magnético induzido é gerado por uma corrente induzida. ?.stoodi. Sendo θ o ângulo entre a direção do fio e a direção do campo magnético. num motor ELÉTRICAS elétrico e o faz girar. v paralelo a B.

e.br 2 .) induzida dada por: ?? ???? = − ?? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. maior será o número de linhas de indução que a atravessam e maior será o fluxo magnético.stoodi. Na fórmula. Lei de Faraday Se o fluxo do campo magnético (∅) através da superfície limitada por um circuito fechado varia com o tempo. aparece nesse circuito uma força eletromotriz (f. A: área por onde passam linhas de campo magnético.ELETROMAGNETISMO – FORÇA E INDUÇÃO Onde: φ: fluxo magnético medido no SI em weber (Wb). observa-se que:  quanto maior a área A da superfície.  quando o campo magnético for uniforme e a superfície de área constante.m.com. B: campo magnético em tesla (T). o fluxo será nulo se θ = 90º.

Quando isso acontece. Temos temperatura.com.TERMOMETRIA AULA 1 – TEMPERATURA E CALOR (Adaptado) Fonte: http://www.html Mede o grau de agitação (energia cinética) das moléculas Conversão de escalas de um corpo. que: Para poder compará-las. AULA 3 – RELAÇÕES DE VARIAÇÃO DE TEMPERATURA Variação de temperatura ( ) é a diferença entre duas AULA 2 – ESCALAS TERMOMÉTRICAS temperaturas.alunosonline. Seja uma temperatura qualquer. Escalas termométricas são utilizadas para medirmos a Seja uma variação de temperatura qualquer. Temos que: Calor  = na escala Celsius É a energia térmica em movimento. trocam energia até que fiquem com a mesma temperatura.br 1 . sempre no sentido do  = na escala Fahrenheit corpo que tem temperatura maior para o corpo que tem  = na escala Kelvin menor temperatura. vamos utilizar dois pontos fixos:  Temperatura de fusão da água (PF)  = na escala Celsius  Temperatura de ebulição da água (PE)  = na escala Fahrenheit  = na escala Kelvin As escalas mais conhecidas são: Fórmula de conversão Celsius (ºC)  PF: 0 ºC  PE: 100 ºC Fahrenheit (ºF)  PF: 32 ºF  PE: 212 ºF Kelvin (K)  PF: 273 K  PE: 373 K Zero absoluto: é o 0 K. dizemos que eles atingiram o equilíbrio térmico.stoodi. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br/quimica/escalas- Temperatura termometricas-suas-conversoes. a temperatura onde não há nenhuma agitação molecular. Fórmula de conversão: Equilíbrio térmico Quando corpos distintos que possuem diferentes temperaturas entram em contato. Obs: A escala Kelvin não apresenta a notação em graus.com.

microondas Sua unidade de medida é o cal/ºC (ou J/K). Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.ufpr.ºC ou J/kg. Sejam: Exemplo: Ao esquentar uma barra de metal em uma das  Q: quantidade de calor necessária para uma pontas. É o único meio que não precisa de um meio material para se A Capacidade térmica (C) mede a relação entre o ganho propagar. AULA 3 – CALOR ESPECÍFICO Calor especifico sensível (c) é a quantidade de calor necessária para alterar a temperatura em um grau.K) Ocorre com o fluxo de mudança de densidade pela  : variação de temperatura (ºC ou K) temperatura. a barra esquenta gradativamente até aquecer o mudança de temperatura (cal ou J) outro extremo.CALORIMETRIA AULA 1 – TEMPERATURA E CALOR Temperatura Mede o grau de agitação (energia cinética) das moléculas de um corpo. Apenas a temperatura da substância AULA 2 – PROCESSOS DE TRANSFERÊNCIA DE varia. sempre no sentido do corpo que tem temperatura maior para o corpo que tem menor temperatura. Calor É a energia térmica em movimento.com.184 Joules Ex: Esquentar um líquido em uma panela. Temos que: Quando em um mesmo sistema temos densidades diferentes.br 1 . Essa movimentação gera o que chamamos de corrente de convecção. Quando isso acontece. Ex: raios do sol. (ou perda) de energia em relação a alteração de temperatura em um grau. refrigeração da geladeira Irradiação AULA 4 – CAPACIDADE TÉRMICA Transfere energia através de ondas eletromagnéticas. dizemos que eles atingiram o equilíbrio térmico.br/grimm/aposmeteo/cap2/Image119.stoodi.  m: massa da substância (g ou Kg)  c: calor especifico sensível da substância Convecção (cal/g. de uma unidade de massa.jpg Equilíbrio térmico Quando corpos distintos que possuem diferentes temperaturas entram em contato.ºC Condução Quantidade de calor É a transmissão de energia de entre moléculas que compõe um sistema. a região mais quente é menos densa e tende a subir enquanto que a região mais fria é mais densa e tende a descer. Fonte: http://fisica. CALOR Ex: A água tem c = 1 cal/g. trocam energia até que fiquem com a mesma temperatura. OBS: 1 caloria equivale aproximadamente a 4.

Fonte: http://www.com/wp- Calorímetro é um equipamento utilizado como ambiente content/uploads/2012/04/mudancas-estados-fisicos. sem alterar sua de estado físico. teremos que considerar nos corpos do temperatura. então ainda Fonte: http://fabioquimicaeblues.br/ temos que: Calor latente O Calor latente (L) é a quantidade de calor necessária Como estamos supondo uma troca de calor com mudança para alterar o estado físico de um corpo.stoodi.jpg para o estudo a troca de calor de corpos de temperaturas Quando um corpo recebe calor ele ou altera temperatura diferentes.br 2 . o seu calor latente Sejam:  Q: quantidade de calor necessária para uma mudança de estado físico (cal ou J) Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com.CALORIMETRIA  m: massa da substância (g ou Kg)  L: calor latente (cal/g ou J/Kg) Temos que: AULA 5 – MUDANÇA DE ESTADO FÍSICO / CALOR LATENTE Mudanças de estado físico Ou seja. também podemos dizer que:  Fusão: passagem do estado sólido para o liquido  Vaporização: passagem do estado liquido para o gasoso o Evaporação: velocidade mais lenta o Ebulição: velocidade média o Calefação: velocidade mais rápida  Liquefação (Condensação): passagem do estado AULA 6 – TROCAS DE CALOR SEM MUDANÇA DE gasoso para o liquido ESTADO FÍSICO  Solidificação: passagem do estado liquido para o sólido Sistema isolado: onde não há troca de calor com o  Sublimação: passagem do estado sólido para o ambiente gasoso.infoescola. e vice-versa Quando corpos de temperaturas diferentes estão em um sistema isolado. Ou seja.blogspot. não. a somatória da quantidade de calor de um sistema isolado é igual a zero. Como não há perda ou ganho de calor com o ambiente.com. Ele pode ser ideal (quando isola o sistema) ou ou muda de estado físico. AULA 7 – TROCAS DE CALOR COM MUDANÇA DE ESTADO FÍSICO Acontece quando um dos corpos do sistema tem energia suficiente para alterar o estado físico do outro corpo. sistema que apresentarem a mudança. Estamos trabalhando em um sistema isolado. eles trocam de energia até alcançar a temperatura de equilíbrio. todo calor perdido de um corpo é recebido por outro corpo desse mesmo sistema isolado.

blogspot. Dilatação volumétrica Sejam: Quando o aumento de tamanho mais significativo  : comprimento inicial (m) acontece em relação ao seu volume.DILATAÇÃO TÉRMICA AULA 1 – DILATAÇÃO DOS SÓLIDOS – DILATAÇÃO LINEAR Dilatação térmica Quando um corpo aumenta seu tamanho devido ao aumento de sua temperatura. Dilatação linear Fonte: http://1.br/conteudos/Termologia/Dilatacao/lin ear.br 1 .com.html Dilatação superficial Relação dos coeficientes de dilatação Quando o aumento de tamanho mais significativo acontece em relação a sua área.stoodi.com/fisica/assunto/termica/dilatacao- termica. Sejam  : variação do volume do líquido  : variação do volume do recipiente Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Ao calcular a Temos que: dilatação do líquido é preciso considerar também a dilatação do recipiente onde ele está.  : comprimento final (m)  : variação do comprimento (m) Sejam:  : coeficiente de dilatação linear )  : variação da temperatura  : volume inicial ( ))  : volume final ( ) Temos que:  : variação do volume ( )  : coeficiente de dilatação volumétrica )  : variação da temperatura Temos que: Fonte: http://www.bmp acontece em relação ao comprimento do corpo.com/_4J- 03841u70/TH5bkbWXzMI/AAAAAAAAANo/UxVAOiGus8E/s40 Quando o aumento de tamanho mais significativo 0/Dilata%C3%A7ao+superficial.php AULA 2 – DILATAÇÃO DOS SÓLIDOS – DILATAÇÃO Fonte: SUPERFICIAL E VOLUMÉTRICA http://educacao.sofisica.com. Sejam:  : área inicial ( )  : área final ( )  : variação do área ( ) AULA 3 – DILATAÇÃO DOS LÍQUIDOS  : coeficiente de dilatação superficial )  : variação da temperatura O líquido também sofre dilatação.bp. porém para medi-la é necessário inseri-lo em um recipiente.globo.

alunosonline.com.DILATAÇÃO TÉRMICA  : variação do volume aparente  : coeficiente de dilatação volumétrica do líquido  : coeficiente de dilatação volumétrica do recipiente  : coeficiente de dilatação volumétrica aparente Temos que: Desta equação podemos deduzir que: Fonte: http://www.com.jpg Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi.br 2 .br/upload/conteudo/images/dilata %C3%A7%C3%A3o%20aparente.

Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.TERMODINÂMICA – CONCEITOS GERAIS AULA 1 – VARIÁVEIS DE ESTADO O Gás possui três características que definem o seu estado:  Pressão (P)  Volume (V)  Temperatura (T) Energia interna A energia interna de um gás é a energia cinética calculada com base na temperatura e no número de moléculas. Sejam:  i: condição inicial  o: condição final Temos que: ?? . Sejam:  U: energia interna do gás  n: número de moléculas do gás ???.? Temos que: 3 ? = . ?. ?. ?. Sabendo que o número de moléculas e a constante universal dos gases não são alteradas. deduzimos a Equação geral dos gases.? ???. ? AULA2 – EQUAÇÃO GERAL DOS GASES Supomos que um gás esteja em uma condição inicial e sofre uma transformação que o deixa em uma condição final. ?? ?? . ? = ?.br 1 . ? 2 Equação de Clapeyron ?.? ?  R: constante universal dos gases ( ?? ) ???. ?? = ?? ?? OBS: a Temperatura da Equação geral dos gases tem que ser sempre na escala Kelvin (K).stoodi.com. e considerando a Equação de Clapeyron.

o volume aumenta também.com.sofisica. Δ?  ∆?: variação da Energia interna  ?: trabalho Temos que: ? = ∆? + ? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. deslocando o êmbolo e realizando trabalho. ?? = ?? . seu gráfico de Pressão (P) x Volume (V).com. ?? ?? A área sob esse gráfico é numericamente igual ao trabalho = ?? ?? realizado pelo gás.jpg Considere um gás contido em um recipiente fechado por um êmbolo móvel.  ?? : volume inicial do gás  ?? : volume final do gás No caso em que o sistema perde calor (Q negativo).mundoeducacao.stoodi. AULA 3 – 1ª LEI DA TERMODINÂMICA Sejam: Em um sistema. o ?? .  ?: trabalho do gás Sejam: Temos que:  Q: quantidade de energia recebida ? = ?. Ao aumentar a temperatura no recipiente. ?? trabalho do gás é positivo. ?? ?? . e quando há uma compressão = ?? ?? do êmbolo (Δ? negativa). ?? . Transformação Isovolumétrica/Isométrica/Isocórica Quando o Volume é constante e a Pressão e a Temperatura são variáveis.php deduzidas a partir da Equação geral dos gases: Quando há uma expansão do êmbolo (Δ? positiva).TERMODINÂMICA – TRANSFORMAÇÕES E CICLOS AULA 1 – TRANSFORMAÇÕES GASOSAS Fonte: http://www.com/upload/conteudo/gr%C3 AULA2 – TRABALHO DE UM GÁS %A1fico%20Px%CE%94V.br 1 . o trabalho do gás é negativo. toda energia recebida é direcionada para realizar o trabalho e para a variação da energia interna. ?? = ?? ?? Transformação Isotérmica Quando a Temperatura é constante e o Volume e a Pressão são variáveis.br/conteudos/Termologia/Termodi As equações das transformações gasosas podem ser namica/trabalho.  ∆? ∶ ?? − ?? (Variação do volume) significa que o gás sofreu uma compressão (trabalho  P: pressão do gás negativo) e a energia interna diminui. ?? . ?? Fonte: http://www. Transformação Isobárica Gráfico PxV Quando a Pressão é constante e o Volume e a Temperatura Também é possível calcular o trabalho do gás observando são variáveis.

logo: ? = ∆? Fonte: AULA 6 – TRANSFORMAÇÃO ISOTÉRMICA http://www. para AULA 5 – TRANSFORMAÇÃO ISOMÉTRICA o gás realizar trabalho é necessário gastar a própria energia interna.ufrrj.eng. logo: ? = −∆? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Sejam:  ?? : calor especifico sensível do gás quando a pressão for constante  ?? : calor especifico sensível do gás quando o volume for constante ??  ?= ?? Temos que: ?.vestibular.br/termo/img01/termod102.png?img max=800 1ª Lei da Termodinâmica Fonte: http://www. ou seja. 1ª Lei da Termodinâmica Na transformação adiabática temos Q = 0.stoodi.TERMODINÂMICA – TRANSFORMAÇÕES E CICLOS AULA 4 – TRANSFORMAÇÃO ISOBÁRICA Quando a Pressão é constante e o Volume e a Temperatura são variáveis.br 2 .mspc.com.eng.gif 1ª Lei da Termodinâmica Na transformação isotérmica temos ∆? = 0. Fonte: http://lh5.com/_Qmjqb2Gk9no/S7U4A_oUjPI/AAAAA AAAFwQ/sK8nYjy_tKc/image_thumb%5B15%5D. logo: Na transformação isobárica a equação da 1ª Lei da ?=? Termodinâmica não tem alterações: ? = ∆? + ? AULA 7 – TRANSFORMAÇÃO ADIABÁTICA Quando não recebe energia do meio externo. Quando o Volume é constante e a Pressão e a Temperatura são variáveis.br/gabarito_html/biologia_clip_im age068.ggpht.br/termo/img01/termod101.gif 1ª Lei da Termodinâmica Na transformação isométrica temos ? = 0.jpg Quando a Temperatura é constante e o Volume e a Pressão são variáveis. ? ? = ????????? Fonte: http://www.mspc.

enviada para a fonte fria. interagem sempre com uma fonte quente e uma fonte fria. A energia restante é enviada para a fonte quente. não há variação da energia interna (∆? = 0). Temos que: ? ?2 ?????? = =1− ?1 ?1 Máquina de ciclo refrigerador Recebe calor da fonte fria através da aplicação de um trabalho. Rendimento Uma máquina rende mais quando desperdiça menos energia.com/fisica/assunto/termica/transform acoes-ciclicas-e-maquinas-termicas. ??????? ú??? ?????????? = Fonte: ??????? ???????? http://educacao. o trabalho será negativo e o ciclo é chamado de refrigerador. A parte restante da energia é AULA 8 – CICLOS desperdiçada.  ?2 : calor enviado pela fonte fria  ?: trabalho exercido na máquina térmica Se o sentido for anti-horário. A quantidade de energia trocada em um ciclo é a soma do Rendimento trabalho exercido em cada processo desse ciclo.jpg  ????? : rendimento da máquina de ciclo Sentido do ciclo refrigerador Se o sentido for horário.html Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. As maquinas térmicas podem ser do ciclo motor e do ciclo refrigerador. ou seja. Rendimento Fonte: http://www.mundoeducacao. Sejam: ?=?  ?????? : rendimento da máquina de ciclo motor  ?1 : calor enviado da fonte quente Gráfico  ?2 : calor recebido pela fonte fria O trabalho exercido é representado pela área interna do  ?: trabalho gerado pela máquina térmica ciclo no gráfico. Por ser um ciclo.br 3 . Temos que: ?2 ?2 ????? = =1− |?| ?1 AULA 9 – MÁQUINAS TÉRMICAS E RENDIMENTO Máquinas térmicas São maquinas que convertem energia térmica em trabalho.com.stoodi.com/upload/conteudo_legend Sejam: a/9a36739a46a110ada17ef43b53a78cde.globo. o trabalho será positivo e o ciclo é  ?1 : calor recebido pela fonte quente chamado de motor.TERMODINÂMICA – TRANSFORMAÇÕES E CICLOS Máquina de ciclo motor Recebe calor da fonte quente e transforma parte da energia térmica em trabalho.

converta toda a quantidade de calor recebido em trabalho.com.stoodi. de forma espontânea. ” Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.TERMODINÂMICA – TRANSFORMAÇÕES E CICLOS AULA 10 – CICLO DE CARNOT Em 1824. de um corpo de temperatura menor.eng. ” Enunciado de Clausius “O calor não pode fluir.br/termo/img01/termod307. para um outro corpo de temperatura mais alta.br 4 . operando em um ciclo termodinâmico.2ª LEI DA TERMODINÂMICA Enunciado de Kelvin-Planck “É impossível a construção de uma máquina que.gif Rendimento Sejam:  ??????? : rendimento da máquina de ciclo motor  ?1 : temperatura da fonte quente  ?2 : temperatura da fonte fria Temos que: ?2 ??????? = 1 − ?1 AULA 11 . que é quando o ciclo é composto de duas transformações adiabáticas e duas transformações isotérmicas. Fonte: http://www. Mas desenvolveu um modelo de máquina que possui o máximo rendimento possível. o engenheiro Carnot provou que não é possível construir uma máquina com rendimento total.mspc.

com/upload/conteudo_legend a/5d265245e62b813b16a1b5f9650a4a10. AULA 2 – FONTE EXTENSA E PONTUAL / SOMBRA E AULA 3 – FENÔMENOS ÓPTICOS / CORES PENUMBRA / ECLIPSE Reflexão Fonte de luz  Difusa: Acontece quando a superfície não é  Pontual: Quando a dimensão da fonte de luz é regular e o reflexo é distorcido. Solar Fonte: http://www.  Opaco: Luz não atravessa o meio. Ex: sol Eclipse  Secundaria: Reflete luz. Ex: lua Lunar OBS: Um mesmo objeto pode ser as duas fontes.com.  Translucido: Luz é muito absorvida ou desviada.  Reversibilidade: A luz percorre a mesma e eclipse parcial é quando visualizamos a região de trajetória.com. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.slideplayer. Eclipse total é quando visualizamos a região de sombra. penumbra.mundoeducacao. nos dois sentidos. o reflexo é nítido.  Extenso: Quando a dimensão da fonte de luz faz diferença em relação ao que será iluminado por Refração ela.jpg Princípios da óptica geométrica  Propagação retilínea: A luz se propaga em linha reta.stoodi.  Penumbra é região que recebe um pouco de Quando a luz é absorvida pelo material. luminosidade.  Sombra (ou Umbra) é a região que não recebe Absorção luz.CONCEITOS BÁSICOS AULA 1 – CONCEITOS BÁSICOS Fonte: http://images. Meios de propagação  Transparente: Luz é pouco absorvida.j Fonte de luz pg  Primaria: Emite luz.br/8/1868472/slides/slide_6.  Independência dos raios luminosos: A trajetória de uma luz não interfere na de outra luz.br 1 . pequena se comparado ao que será iluminado  Perfeita: Acontece quando a superfície é plana e por ela. É a mudança da luz de um meio para outro meio (mudança Sombra e penumbra de velocidade do raio).

vestibulandoweb.files.jpg Cores A luz pode ser encarada como onda ou como partícula.br 2 . todas as outras cores são absorvidas pelo material.CONCEITOS BÁSICOS Fonte: http://www.stoodi.br/fisica/teoria/optica- 4. Quando vemos a cor branca significa que todas as luzes são refletidas. A cor que enxergamos de um determinado objeto é a cor que foi refletida.com/20 14/12/02.wordpress. Cada onda de luz tem uma frequência.com. Por isso que um raio de luz branca pode ser decomposta nas demais cores.jpg?w=388&h=172 Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Quando vemos a cor preta significa que todas as luzes são absorvidas.com. Fonte: https://saudeesegurancadotrabalho. e cada frequência se comporta de uma maneira diferente e representa uma cor.

raio refletido e a reta normal são ges/campo-visual.  2ª Lei ?̂ = ?̂ Espelhos planos AULA 3 – ASSOCIAÇÃO / TRANSLAÇÃO A imagem de um objeto refletido em um espelho plano será: Associação  Virtual (“atrás” do espelho) Quando fazemos a associação de dois espelhos planos o  Direita (mesma posição em relação ao objeto) número de imagens varia de acordo com o ângulo entre  Mesmo tamanho eles.coladaweb.jpg coplanares.com. no lado do observador.  Identificar onde está localizada a imagem do  Ângulo de reflexão (?̂ ): é o ângulo entre a observador.com.br 1 .  Mesma distância do espelho  Enantiomorfa (sentido direita-esquerda invertido Sejam em relação ao objeto)  ? : ângulo entre os dois espelhos  N: número de imagens formada na associação Temos que: 360 ?= −1 ? Fonte: http://www.  Traçar retas a partir das extremidades do espelho até a imagem observador.com/fisica/optica/espelhos- planos-esfericos-concavos-e-convexos Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  Fazer prolongamentos das retas do passo anterior.REFLEXÃO E ESPELHOS PLANOS AULA 1 – REFLEXÃO – LEIS / ESPELHO PLANO AULA 2 – REFLEXÃO – ESPELHO PLANO / CAMPO VISUAL Definições Campo visual é toda região que um observador consegue  Reta normal: É a reta perpendicular à superfície enxergar na reflexão de um espelho. Essas retas serão o limite do campo visual. no ponto de incidencia Para poder determinar o campo visual de um espelho  Ângulo de incidência (?̂): é o ângulo entre o raio plano.stoodi.jpg Leis da reflexão Fonte:  1ª Lei http://www.mundoeducacao. precisamos: incidente e a reta normal. Fonte: http://soumaisenem.com/upload/conteudo/ima Raio incidente.br/sites/default/files/otica_12. normal e o raio refletido.

br 2 .br/sites/default/files/otica_17.jpg Translação Quando o espelho se desloca a uma certa distância do observador.stoodi.infoescola. sua imagem irá se deslocar o dobro dessa distância.com/wp- content/uploads/2010/01/espelho-plano.com.com.jpg Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Fonte: http://soumaisenem.REFLEXÃO E ESPELHOS PLANOS Fonte: http://www.

 Tamanho: Maior.ws/galileon/1/esp_esf/esp_esf.com/optica/espelhos- esfericos/  Todo raio que incide sobre o vértice reflete um raio simétrico em relação ao eixo principal.ESPELHOS ESFÉRICOS AULA 1 – REFLEXÃO – INTRODUÇÃO/ RAIOS NOTÁVEIS Espelhos esféricos São espelhos que possuem a forma de uma calota esférica.  Natureza: Virtual ou real. Eles podem ser:  Côncavo: o lado espelhado é como se fosse o Fonte: http://www.geocities.infoescola.infoescola. Fonte: http://www. Fonte: http://www. Fonte: http://www.htm  No centro de curvatura: o Imagem real. invertida e igual.com.com/optica/espelhos- lado interno da esfera esfericos/  Convexo: o lado espelhado é como se fosse o lado externo da esfera OBS: Pelo princípio da reversibilidade.stoodi. Fonte: http://www. invertida e menor.br 1 . Elementos  Vértice: é um ponto central do espelho  Centro de curvatura: é o centro da esfera da qual o espelho faz parte  Foco: é o ponto médio entre o centro de curvatura e o vértice AULA 2 – REFLEXÃO – DETERMINAÇÃO GRÁFICA DA  Eixo optico: é a reta que passa pelo centro de IMAGEM curvatura e o vértice do espelho Característica da imagem Raios notáveis A imagem é formada no encontro dos raios notáveis.geocities. Posição do objeto no espelho côncavo  Antes do centro de curvatura: o Imagem real.  Orientação: Direita ou invertida em relação ao objeto. temos que o caminho reverso dos raios também acontece.infoescola.com/optica/espelhos- esfericos/  Todo raio que incide sobre o cetro de curvatura reflete um raio sobre ele mesmo. incide sobre o foco. menor ou igual em relação ao objeto.ws/galileon/1/esp_esf/esp_esf.htm Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Ela  Todo raio paralelo ao eixo ótico que reflete o possui as seguintes características: espelho esférico.

geocities.htm  No foco: AULA 3 – REFLEXÃO – DETERMINAÇÃO ANALÍTICA o Imagem imprópria: os raios notáveis DA IMAGEM são paralelos e não formam imagem.ESPELHOS ESFÉRICOS  Entre o centro de curvatura e o foco: o Imagem real.ws/galileon/1/esp_esf/esp_esf. p Objeto Real Objeto Virtual p’ Imagem Real Imagem Virtual o Orientação para Orientação para cima baixo i Orientação para Orientação para cima baixo A Imagem Direita Imagem Invertida Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.htm Fonte: http://www.jpg Posição do objeto no espelho convexo Sinais No espelho convexo a imagem terá a mesma característica.stoodi. Sejam:  f: distância focal  o: altura do objeto  i: altura da imagem  p: distância do objeto ao vértice  p’: distância da imagem ao vértice Equação de Gauss Fonte: 1 1 1 = + http://www.ws/galileon/1/esp_esf/esp_esf.infoescola.com. direita e maior.br 2 .geocities.alunosonline.br/fisica/imagem- formada-um-espelho-esferico-convexo. ?= =− ? ? Fonte: http://www.htm ? ? ?′ Equação do aumento linear transversal  Depois do foco: ? ?′ o Imagem virtual.ws/galileon/1/esp_esf/esp_esf. invertida e maior Fonte: http://www.geocities. Positivo (+) Negativo (-) f Espelho Côncavo Espelho Convexo  Imagem virtual.com.com/wp- content/uploads/2009/08/full-1-3670af89ea.html Fonte: http://www. direita e menor. independente da posição do objeto.

o ângulo de incidência é chamado de ângulo limite (?̂) e temos que:  Ângulo de incidência (?̂): é o ângulo entre o raio incidente e a reta normal.jpg mudança de velocidade.REFRAÇÃO AULA 1 – INTRODUÇÃO / ÍNDICE DE REFRAÇÃO / Ao aumentar o ângulo de incidência. Quando o ângulo de refração for 90º. Nesse caso em especifico. Temos que os meios ?1 . homogêneos e transparentes. será refletido.com. Todo raio cujo ângulo de incidência for maior que o ângulo limite. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi. existe uma distorção em relação à verdadeira Leis da refração localização desse objeto. ? ?= ? Quando um observador vê um objeto que está no outro meio. Sejam:  N: índice de refração do meio  c: a velocidade da luz no vácuo (3?108 m/s) AULA 3 – DIOPTRO PLANO  v: a velocidade da luz no meio Temos que: Seja um cenário onde temos dois meios diferentes.com. ???(?̂) = ?2 . existe também uma Reflexao_total_Figura_2.alunosonline. Podemos medir essa diferença através do índice de refração.  ℎ? : distância entre a imagem observada do objeto  2ª Lei (Lei de Snell-Descartes) e o limite entre os meios Sejam ?1 . Fonte: http://www.br 1 . ?????? ???(?̂) =  Ângulo de refração (?̂): é o ângulo entre a ?????? normal e o raio refratado.casadasciencias.jpg/683px- Ao mudar de um meio para o outro.jpg Fonte: Índice de refração http://wikiciencias. ?2 índices de refração respectivamente  ℎ? : distância entre o objeto real e o limite entre do meio1 e do meio 2.org/wiki/images/thumb/ 9/90/Reflexao_total_Figura_2.br/upload/conteudo/images/re fracao.  1ª Lei Sejam: Raio incidente. o raio refratado coincidirá com Definições esse limite. o raio de refração vai LEIS DA REFRAÇÃO se aproximando do limite entre os dois meios. ???(?̂ )  ?1 : índice de refração do meio onde o raio incide  ?2 : índice de refração do meio onde o raio refrata Temos que: ?? ? ? = ?? ? ? AULA 2 – ÂNGULO LIMITE E REFLEXÃO TOTAL Reflexão total Seja um cenário onde a luz parte de um meio com índice de refração maior para um meio com índice menor. raio refratado e a reto normal são coplanares.

com.br 2 .br/conteudos/Otica/Refracaodaluz/ dioptro.REFRAÇÃO Fonte: http://www.com.stoodi.sofisica.php Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

com.uol.htm  No foco: o Imagem imprópria. Fonte: http://fisicamoderna. direita e maior.com. invertida e maior. distância do foco com a lente.LENTES ESFÉRICAS AULA 1 – REFRAÇÃO – LENTES ESFÉRICAS: INTRODUÇÃO/ RAIOS NOTÁVEIS Classificação das lentes esféricas AULA 2 – REFRAÇÃO – LENTES ESFÉRICAS: DETERMINAÇÃO GRÁFICA DA IMAGEM Posição do objeto na lente convergente  Antes do centro óptico: o Imagem real.fisicaevestibular.net/exata/lentes-noite Raios notáveis nas lentes divergentes Fonte: http://www.br/optica12.br/optica12. invertida e menor.com.br/optica12.br/optica12. Fonte: http://pt.stoodi.fisicaevestibular. um de cada lado da lente.net/exata/lentes-noite Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  Centro ótico(O): é o ponto onde o eixo optico encontra a lente OBS: Existem dois pontos de cada elemento.blog..slideshare.com.br 1 .htm  Foco  No centro óptico:  Antiprincipal: é o ponto que tem o dobro da o Imagem real.fisicaevestibular.fisicaevestibular.jpg Elementos das lentes Fonte: http://www.com.slideshare.com. Fonte: http://pt. invertida e igual. Raios notáveis nas lentes convergentes Fonte: http://www. Fonte: http://www.br/images/lentes_esferic as.htm  Entre o centro óptico e o foco: o Imagem real.htm  Depois do foco: o Imagem virtual.

com. A distância focal é medida em metros e a vergência é medido em graus (dioptria). direita e menor. A vergência da união das lentes é a somatória das vergências.htm Posição do objeto na lente divergente Na lente divergente a imagem terá a mesma característica. É o inverso da distância focal (f). Fonte: http://www.htm ????????? = ?1 + ?12 AULA 3 – REFRAÇÃO – LENTES ESFÉRICAS: DETERMINAÇÃO ANALÍTICA DA IMAGEM Sejam:  f: distância focal  o: altura do objeto  i: altura da imagem  p: distância do objeto à lente  p’: distância da imagem à lente Equação de Gauss 1 1 1 = + ? ? ?′ Equação do aumento linear transversal ? ?′ ?= =− ? ? Sinais Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br/optica12.com.stoodi.fisicaevestibular. AULA 4 – REFRAÇÃO – LENTES ESFÉRICAS: independente da posição do objeto.br 2 . VERGÊNCIA E GRAU / TEOREMA DAS VERGÊNCIAS Vergência (C)  Imagem virtual.br/optica12.LENTES ESFÉRICAS Positivo (+) Negativo (-) f Lente convergente Lente Divergente p Objeto Real Objeto Virtual p’ Imagem Real Imagem Virtual o Orientação para Orientação para cima baixo i Orientação para Orientação para cima baixo A Imagem Direita Imagem Invertida Fonte: http://www. 1 ?= ? Teorema das vergências Sejam duas lentes com vergências ?1 e ?2 diferentes entre si.fisicaevestibular.com.

bp. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.blogspot. Acontece porque os elementos da retina responsáveis pela percepção das cores não existem em número suficientes ou apresentam alguma alteração genética.brasilescola.  Presbiopia: Quando há dificuldade em focalizar Luneta terrestre objetos muito próximos.jpg Luneta astronômica Fonte: http://www.ÓPTICA DA VISÃO E INSTRUMENTOS ÓPTICOS AULA 1 – ÓPTICA DA VISÃO AULA 2 – INSTRUMENTOS ÓPTICOS Olho humano Lupa Utilizada para aumentar uma imagem com uma lente convergente. Fonte: http://1.jpg com as lentes convergentes objetiva e ocular.coceducacao. As lentes têm a retina e não dá para enxergar de longe.jpg Microscópio Composto Doenças Utilizada para aumentar uma imagem com duas lentes  Miopia: Quando a imagem é formada antes da convergentes: a objetiva e a ocular.uol.com/upload/conteudo/images/exer Utilizada para ampliar uma imagem que está bem longe cicios-sobre-visao-3.  Daltonismo: É a dificuldade em diferenciar cores. a única diferença é a lente ocular bem e o cristalino não se adapta mais da melhor que será divergente.br/08052011582. e forma à focalização da imagem. o Correção: lente Convergente Fonte: http://rededosaberfisico. Astigmatismo: Quando as imagens ficam distorcidas devido a um problema na curvatura da córnea.com.xpg.stoodi. Com o tempo os músculos ciliares passam a não funcionar tão Igual a luneta terrestre.png 002-31-123-17-i026.com. não invertida.com.br/ebook/content/pictures/2 s1600/zquint. distância focal na ordem dos centímetros.com/- Fonte: cjagRhtQJAM/U9qGZPOsybI/AAAAAAAADHI/7T_pH_iyjlk/ http://interna.br 1 . o Correção: lente divergente  Hipermetropia: Quando a imagem é formada depois da retina e não dá para enxergar de perto. Assim a imagem final será direita.

Ex: ondas de luz  Extremidade fixa: quando o pulso refletido é invertido Propriedades  Extremidade livre: quando o pulso refletido não é invertido  Frequência (f): É o número de ciclos realizados por uma certa unidade de tempo.jpg material para se propagar.br 1 . Ex: som o Eletromagnética: se propaga no vácuo Velocidade de propagação da onda e em meios materiais de forma ? transversal. ? OBS: Velocidade da luz no vácuo (c): ? 3.br/10/2915052/slides/slide_3. Ex: luz ONDULATÓRIA Definições  Crista: ponto mais alto da onda  Vale: ponto mais baixo da onda  Amplitude: é a distância entre o eixo de equilíbrio até a crista ou até o vale  Comprimento de onda (?): é a distância entre o início de um ciclo de onda para outro. Ex: onda em uma corda o Bidimensional (2D): quando a propagação é feita em duas direções. AULA 3 – CORDAS Ex: onda em uma superfície de água o Tridimensional (3D): quando a Reflexão na corda propagação é feita em três dimensões. 108 m/s  Segundo a direção da propagação: o Unidimensional (1D): quando a propagação é apenas em uma direção. 1 ?= ? Classificações da Onda  Segundo sua forma: o Longitudinal: quando a vibração da onda está no mesmo sentido da sua propagação. Definição Temos que: Onda é uma perturbação que transporta energia sem transportar matéria.stoodi. é o equivalente à distância entre duas cristas ou dois vales Fonte: http://images.ou seja.com/CFQ8/images/onda_caracteristica o Mecânica: necessita de um meio s. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.slideplayer.com. ONDAS – CONCEITOS FUNDAMENTAIS AULA 1 – DEFINIÇÕES E PROPRIEDADES  Período (T): é o intervalo de tempo para realizar um único ciclo.com.jpg Fonte:  Segundo sua natureza: http://explicatorium. Ex: luz ?= ?? ? = ?. Ex: som o Transversal: quando a vibração da onda está no sentido perpendicular à AULA 2 – EQUAÇÃO FUNDAMENTA DA sua propagação.

jpg Refração na corda  Corda fina para corda grossa: parte do pulso passa para outra corda no mesmo sentido e a outra parte é refletida e invertida Fonte: http://www.com.alunosonline.br/upload/conteudo/images/p ulso-refratado.jpg Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br/upload/conteudo_legenda/ 7ee028f25caa2f2e619a519cc7b1f361.br/sites/default/files/onda10.alunosonline.jpg  Corda grossa para corda fina: parte do pulso passa para outra corda no mesmo sentido e a outra parte é refletida e não é invertida Fonte: http://www.com.com.com.ONDAS – CONCEITOS FUNDAMENTAIS Fonte: http://soumaisenem.stoodi.br 2 .

com.uac. A temperatura do ambiente influencia na velocidade do som. O comprimento de onda também sofre alteração. temos que: ??? (?̂) ?1 = ??? (?̂ ) ?2 Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Fonte: http://soumaisenem.gi f Refração A refração da onda em uma superfície liquida acontece na mudança de um meio para outro meio de profundidade diferente.br 1 . mas a frequência permanece a mesma. É nessa transição que acontece a mudança de velocidade da onda.cgomes. REFRAÇÃO E DIFRAÇÃO AULA 1 – REFLEXÃO Relembrando: Ângulo de incidência (?̂) = Ângulo de reflexão (?̂ ) Em líquidos A velocidade. Em gases O Eco é uma reflexão de onda sonora no ar.pt/TE/Estagio/03-04/Rg03- AULA 2 – REFRAÇÃO E DIFRAÇÃO 04/Alunos/apoio/Difracao_ficheiros/slide0007_image011.br/storage/discovirtual/gal erias/imagem/0000000598/0000005769.br/sites/default/files/onda9. a frequência e o comprimento da onda de incidência são os mesmos da onda refletida.stoodi.gov. Sejam:  ?1 : velocidade no meio incidente  ?2 : velocidade no meio refratado A partir da Lei de Snell-Descartes.png Difração Quando a onda encontra um obstáculo e se espalhar de maneira a se propagar em formato circular em torno dele.com. Fonte: http://portaldoprofessor.jpg Fonte: http://www.mec.REFLEXÃO.

com/polariz1. Sejam:  ?? : frequência que o observador percebe  ?? : frequência da fonte  ?? : velocidade do observador  ?? : velocidade da fonte Temos que: ?? ?? = ???? ± ?? ???? ± ?? Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.RESSONÂNCIA. Exemplo: taça de cristal Quando uma fonte sonora alcança tem a mesma frequência natural do material da taça.fisicareal.com.br 1 . Fonte: http://2. percebemos uma alteração na frequência da onda conforme ambos se aproximam ou se afastam.blogspot. Quando uma onda transversal passa pelo polarizador. a energia aumenta até a taça se quebrar AULA 2 – EFEITO DOPPLER Quando temos uma fonte ondulatória e um observador em velocidades diferentes. O polarizador possui linhas intercaladas e orientadas em uma mesma direção que funcionam como um filtro.com/_4zd06fOobnY/TULfv4ruRTI/AAA AAAAAAmI/lcLv8GRYPaw/s1600/dopplerX. POLARIZAÇÃO E EFEITO DOPPLER AULA 1 – RESSONÂNCIA E POLARIZAÇÃO Polarização É uma propriedade das ondas transversais.png Fonte: http://www.gif Ressonância Quando um sistema recebe periodicamente um impulso e a frequência de vibração de ambas coincidem. a amplitude da vibração irá aumentar significantemente.bp.stoodi. somente as ondas que possuem o mesmo sentido das linhas irão conseguir atravessar.

quando se encontram as Fonte: amplitudes acabam se anulando. Sejam:  ∆?: variação da distância de ondas entre as fontes e um ponto em comum  ?: comprimento de onda  n: um número real Temos que: ? ∆? = ?.INTERFERÊNCIA E EXPERIMENTO DE YOUNG AULA 1 – INTERFERÊNCIA (PARTE 1) Interferência construtiva Quando dois pulsos de direções oposta e mesma fase se encontram.blogspot. Porém como estão em fases opostas. teremos uma Os pontos onde as cristas ou os vales de ambas ondas se interferência construtiva. teremos uma Fonte: http://cesariof.net63.bp. Considere duas fontes gerando ondas em uma superfície liquida. Interferência destrutiva Quando dois pulsos de direções oposta e fases diferentes se encontram.br/images/ondulatoria4/image0 37.com/- CQOlggbSylA/UTOwwzrOUvI/AAAAAAAAACg/R7z2jzbLu- n par s/s1600/ondas.jpg n não inteiro Quando n não for um número inteiro. http://fisicaevestibular.com.br 1 .jpg n ímpar Quando n for um número inteiro ímpar.gif interferência parcial ou mista.jpg Quando n for um número inteiro par. AULA 2 – INTERFERÊNCIA (PARTE 2) AULA 3 – INTERFERÊNCIA (PARTE 3) Suponha a interferência entre duas ondas.br/images/ondulatoria4/image0 40. são os pontos de interferência construtiva. 2 Fonte: http://2.stoodi. as suas amplitudes são somadas. Fonte: http://fisicaevestibular. as suas amplitudes são somadas.net/duvidas/t235_1. teremos uma interferência destrutiva.com.com. encontram. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

if. um comportamento tipicamente ondulatório.sofisica.br/conteudos/Ondulatoria/Ondas/e AULA 4 – EXPERIMENTO DE YOUNG xperienciadeyoung. onde ela é novamente difratada.com.php A experiência de Young é importante pois provou de Sejam: maneira simples que a luz possui um comportamento de onda. por onde a luz é difratada.  y: distância entre o ponto central e um outro ponto desejado do terceiro anteparo A fonte de luz ilumina o primeiro anteparo que possui um  d: distância entre as duas fendas do segundo pequeno orifício.com.gif Fonte: http://www. as luzes atingem o terceiro anteparo. oscilando na mesma vibração. anteparo Logo depois a luz encontra o segundo anteparo que possui Temos que: dois pequenos orifícios.INTERFERÊNCIA E EXPERIMENTO DE YOUNG Os pontos onde a crista de uma onda se encontra com o vale da outra. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br/~bertu/fis2/ondas1/interf5. ? ? ?. Fonte: http://www. Dessa maneira.ufrj. são os pontos de interferência destrutiva. = ?. onde é possível verificar fachos de luz intercalados com feixes escuros.br 2 . Ela consiste na utilização de 3 anteparos e uma fonte  x: distância entre o segundo e o terceiro anteparo luminosa.stoodi. Assim é possível obter duas fontes na mesma fase. a experiência comprou o fenômeno da interferência na luz. ou seja. 2 ? Por fim. Os feixes claros são os pontos de interferência construtiva e os feixes escuros são os pontos de interferência destrutiva.

1 segundo frequência das ondas. Intensidade A intensidade do som tem a ver com a amplitude. Sejam: Acústica é o estudo das ondas do som. parte do som é refletido.  1º harmônico (fundamental): Quando há na corda dois nós e um ventre.1 segundo  Reforço: Quando o tempo de ida e retorno do som Os harmônicos aumentam conforme aumenta a é menor que 0.  3º harmônico: Quando há na corda quatro nós e três ventres.stoodi. log  Onda longitudinal. AULA 3 – QUALIDADES DO SOM Altura A altura do som tem a ver com frequência.jpg ?= Á??? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  Onda mecânica.com.com. AULA 4 – CORDAS Ondas estacionárias É o fenômeno que acontece quando temos a interação de AULA 2 – ECO dois pulsos e há um padrão que cria a sensação visual de que a onda está parada. 10−12 W/m²  O som que o ser humano consegue ouvir tem sua Temos que: frequência entre 20 Hz e 20kHz.ACÚSTICA AULA 1 – INTRODUÇÃO O nível sonoro (?) é medido em Decibel. ?? Velocidade do som A velocidade do som depende da temperatura e do estado físico do meio onde o som vai se propagar.  2º harmônico: Quando há na corda três nós e dois ventres.  Som alto -> som agudo  Som baixo -> som grave Timbre É a característica que nos permite distinguir os sons próprios de cada instrumento.  Amplitude maior -> som forte  Amplitude menor -> som fraco A intensidade é medida em W por m²: Fonte: http://cultura.  ?: intensidade que está sendo no momento  ?? : intensidade mínima que o ouvido humano Características do som consegue perceber e vale 1. ? ? = 10.br/blogs/alvaro- siviero/wp-content/uploads/sites/100/2015/05/Harmonicos- ???ê???? musicais.  Nó: ponto da corda onde não há vibração  Ventre: ponto da corda onde há a máxima  Eco: Quando o tempo de ida e retorno do som é vibração maior que 0.br 1 .1 segundo  Reverberação: Quando o tempo de ida e retorno Harmônicos do som é aproximadamente 0. Quando um som emitido encontra um obstáculo.estadao.

com/upload/conteudo/tubos% 20sonoros%20dois.jpg Abertos As duas extremidades dos tubos são abertas.br 2 . Temos que: ? ?=? 2 http://www.jpg Fechados Uma das extremidades dos tubos é fechada e a outra é aberta (ou semiaberta).com/upload/conteudo/tubos% 20sonoros%20tres.com.? ? AULA 5 – TUBOS http://www. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. temos que: 2? ?????????? = .  5º harmônico: Quando há na onda três nós e três ventres.mundoeducacao.  2º harmônico: Quando há na onda dois nós e três ventres.  3º harmônico: Quando há na onda dois nós e dois ventres.stoodi.mundoeducacao. Só possuem harmônicos ímpares.  1º harmônico (fundamental): Quando há na onda um nó e um ventre.  3º harmônico: Quando há na onda três nós e quatros ventres.  1º harmônico (fundamental): Quando há na onda um nó e dois ventres.ACÚSTICA Sejam: Temos que:  ?: comprimento da corda ? ?=?  ?: comprimento da onda estacionária 4  ?: número do harmônico Temos que: ? ?=? 2 A partir dessa equação.

azul. amarelo.Contração do espaço . aproximarmos nossas mãos.br/venda-de. violeta). Utilizando novos recursos e ideias. está Além do calor emitido relacionada diretamente a temperatura da superfície do pela radiação.com. o que chamamos hoje Espectro de Emissão: de Física Moderna. anil e proibida-no-pais-a-partir-de. maior temperatura é capaz de intensidade da radiação. possui seu brilhantismo e responde vários no aumento da problemas. .Átomo de Bohr avermelhada do resistor Relatividade Partículas com altas da churrasqueira . Espectro de Emissão: Infravermelho de baixa Pemitida  e    A  Tcorpo 4 intensidade Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. comportamento da matéria em níveis atômicos e subatômicos ou situações de altas velocidades a física Atenção: Caso tente clássica não é capaz de resolver.Radiação do Corpo Negro calor emitido e também . não No final do século XIX e no começo do século XX essas encoste na assadeira. emissão de ondas eletromagnéticas.br 1 .Dilatação do tempo velocidades elétrica. quando estudamos o intensidade da radiação térmica emitida. Espectro Eletromagnético Espectro de Emissão Infravermelho e Luz Fonte: Visível (Vermelho.com/Saber-se- intensidade. ao temperatura do corpo maior faixa do espectro emitido. quanto maior sua temperatura mais ondas filamento nessa eletromagnéticas serão emitidas. http://acieg. Fonte: Infravermelho com alta Os assuntos de física Moderna que serão abordados: http://pt.Massa. o-Bolo-Est%C3%A1-Pronto Física Moderna Física clássica não resolvia problemas em: Churrasqueira elétrica ≅ 700°C Sentimos uma Quântica Escalas subatômicas intensidade grande do . fazer isso em casa. Introdução sentimos “calor”.wikihow. entretanto. não sentimos a Lei de Stefan – Boltzmann radiação emitida pela assadeira. emitir todo espectro da luz visível.com. o aumento da Tudo que foi visto até o momento. ou seja. convecção e Lâmpada incandescente. o corpo.RADIAÇÃO DO CORPO NEGRO AULA 1 – INTRODUÇÃO E RADIAÇÃO TÉRMICA Assadeira ≅ 200°C Ao aproximar as mãos. ou seja. chamado de Física temperatura ocasionou Clássica. superfície do filamento de tungstênio ≅ 3000°C radiação.stoodi. quanto maior a Nessa temperatura.Efeito Fotoelétrico uma coloração . verde.Composição de velocidades . alaranjado. Relaciona a potência da radiação emitida com a temperatura da superfície do corpo. lampadas-incandescentes-esta. hoje/ Assadeira de bolo ≅ 25° C (Temperatura Ambiente) Perceba que a temperatura do corpo também está relacionada à faixa de frequência emitida. A radiação. Energia e Quantidade de Movimento Espectro de Emissão: Infravermelho e Vermelho Radiação Térmica O calor se propaga de três formas: condução. perguntas foram aos poucos sendo respondidas.

a temperatura do corpo não se altera.br 2 . Tambiente – Temperatura ambiente (K) Kirchoff determinou que e  a . Sendo:  Caso a temperatura do corpo dobre. a potência absorvida é dada por:  Dois corpos negros à mesma temperatura emitem radiação térmica de igual Pabsorvida  a    A  Tambiente 4 intensidade. preto. portanto. para conseguir vê-lo é  Para certa temperatura T existe um comprimento necessário que ele emita radiação visível.com. isso ocorre para de onda que é mais emitido para essa temperaturas maiores que 700°C. dessa forma: Pemitida I emitida   I emitida    Tcorpo 4 A Sendo: Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Exemplo Intensidade A intensidade total emitida é obtida pela razão entre a potência emitida e da área superficial do corpo negro. 108 W/(m²K4). consequentemente e = 1. portanto um bom emissor Da mesma forma a intensidade absorvida é dada por é também um bom absorvedor. caso contrário.constante de Stefan – Boltzmann  A intensidade total de radiação térmica A – área da superfície do corpo emissor (m²) emitida por um corpo negro depende Tcorpo – Temperatura da superfície do corpo (K) somente da temperatura de sua superfície e O corpo também é capaz de absorver a radiação incidente não do material de que é constituído.67. sobre ele. ele será temperatura. I absorvida    Tambiente 4 Emissão e Absorção Se a temperatura do ambiente for maior que a do corpo.RADIAÇÃO DO CORPO NEGRO Sendo: I emitida – Intensidade total emitida (W/m²) P – potência (W) e – fator de emissividade que pode variar de 0 a 1 (adimensional e depende do material) A equação acima nos mostra que: ? = 5. De forma experimental foi obtido o gráfico da intensidade Se a temperatura do corpo for maior do que a do total emitida pelo corpo negro pelo o comprimento de onda ambiente.stoodi. o Gráfico da Intensidade Emitida x Comprimento de corpo absorve mais do que emite e sua temperatura Onda aumenta. o corpo emite mais do que absorve e sua da radiação. AULA 2 – RADIAÇÃO DO CORPO NEGRO Definição de Corpo Negro Um corpo idealizado que possui o fator de absorvidade a = 1. Se a temperatura do corpo for igual a temperatura ambiente. temperatura diminui. a a – fator de absorvidade que pode variar de 0 a 1 intensidade da radiação térmica que ele (adimensional e depende do material) emite se torna 16 vezes maior. Dessa forma para o corpo negro: Pemitida    A  Tcorpo 4 e Pabsorvida    A  Tambiente 4 De acordo com o gráfico: Atenção: O corpo negro absorve qualquer radiação  O espectro emitido é contínuo eletromagnética incidente.

9. diminuí (frequência fmáx aumenta). b max  T Sendo : b – uma constante. Observações  max é o comprimento de onda mais emitido. o corpo C emite um espectro contínuo do infravermelho ao ultravioleta. b = 2.RADIAÇÃO DO CORPO NEGRO Conforme a temperatura do corpo negro aumenta. entretanto a radiação mais intensa para a temperatura de 5000 k é a vermelha.  Se existe um comprimento de onda max existe uma frequência correspondente fmax.10-3 K. ??á? – comprimento de onda mais emitido (m).stoodi. c  max  f max . por exemplo. Wien conseguiu relacionar o comprimento de onda mais emitido ( max) com a temperatura (T) da superfície do corpo negro. Lei dos deslocamentos de Wien A partir do gráfico da Intensidade emitida x comprimento de onda. mas o max.com.m. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. T – temperatura do corpo negro (K). a intensidade total de radiação térmica por ele emitida também aumenta.br 3 .

. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. 1. a carga oscilante deve emitir uma radiação com 3hf de energia de forma direta. A energia armazenada no sistema pode ser calculada em qualquer ponto da trajetória.). 3f. Como a energia é conservada.com. eV.6.s ou h = 4. Para sair do estado quântico n = 4 para o estado quântico n = 1. O mesmo ocorre na emissão..10-34 J.. Como h é uma constante. para corrigir o problema. 2f. n – estados quânticos n = 0. quantizou a energia do oscilador harmônico: Sendo: Max Planck conseguiu corrigir esse problema. k constante elástica e A amplitude. a energia total vale: . até atingir o nível inicial.stoodi. 4f. 2.br 1 . confrontando diretamente a física clássica.1. quando temos esse mesmo raciocínio para osciladores em nível subatômico. vamos calculá-la na amplitude A (de oscilação). Planck. sendo esta dependente da frequência de oscilação e não de sua amplitude!!! O sistema massa mola acima é quantizado? Sim!!! Mas não convém utilizar o modelo de Planck para um sistema macroscópico que possui uma energia muito superior a um quantum de energia (1hf). Portanto. ou dando saltos.s f – frequência de oscilação (Hz) Física Clássica – Oscilador harmônico em MHS En – energia de oscilação do estado quântica n (J ou eV) (movimento harmônico simples) Incrível! Imagina um sistema oscilante tendo valores discretos de energia. dando origem à h – constante de Planck h = 6.10-15 física quântica. (Quanta é o plural de quantum do latim significa pacote). 3. Exemplo: ⇒ Para esse oscilador sair do estado quântico n = 1 para o estado quântico n = 4 é necessário absorver uma radiação com energia de 3hf. Absorção e Emissão Pela física clássica.. Planck propôs que as cargas oscilantes só conseguem absorver ou emitir radiações com energias múltiplas inteiras de hf. a física clássica não resolve. A teoria clássica divergia para altas frequências (pequenos comprimentos de onda) e esse problema ficou conhecido como catástrofe do ultravioleta. onde a velocidade é nula. os resultados teóricos não correspondiam aos dados experimentais. Entretanto.. cargas oscilantes eram capazes de emitir e absorver qualquer radiação eletromagnética. a energia total de oscilação depende da amplitude do movimento e não de sua frequência. sendo E energia.EFEITO FOTOELÉTRICO AULA 1 – TEORIA DOS QUANTA E CATÁSTROFE DO ULTRAVIOLETA Analisando o espectro de emissão do corpo negro. a carga oscilante só consegue absorver e emitir frequências múltiplas de f (f. Na visão da física clássica..

1. enfim.com.praticamente instantânea. aumento da energia esse aumento não cinética fornecida acarretava em para os elétrons.s f – frequência do fóton (Hz) E – energia do fóton AULA 2 – EFEITO FOTOELÉTRICO No final do século XIX a comunidade científica constatou que era possível arrancar elétrons através da incidência de ondas eletromagnéticas (radiação). Einstein propôs que a energia da radiação também fosse Utilizando o conceito da quantização de energia o gráfico quantizada. a interação do fóton ocorre somente com um elétron.stoodi. Albert frequência. Max Planck em 1900 fez a publicação do dado por: seu trabalho. entretanto a física clássica não conseguia explicar o motivo. Dessa forma ele conseguiu explicar o motivo do corpo negro absorver e emitir qualquer Para conseguir explicar o efeito fotoelétrico. fosse desprezível! ejetado. o mesmo será ejetado. aumento da energia cinética dos elétrons ejetados! Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Experimentais Clássica 1º Mesmo O aumento da aumentando a intensidade deveria intensidade da acarretar em radiação incidente. Sendo: h – constante de Planck h = 6.10-15 eV. Ele menciona que tomou essa atitude num ato de desespero. estivesse acima de ejetados.br 2 . ⇒ (Emitiu uma radiação de 2hf de energia) 3º O efeito fotoelétrico O aumento da ocorria somente se intensidade deveria Perceba que mesmo emitindo um número maior de a frequência da acarretar em um radiações (ondas eletromagnéticas) a energia total radiação incidente aumento dos elétrons liberada (3hf) é a mesma nos dois casos. a ⇒ (Emitiu uma radiação de 1hf de ejeção não deveria energia) ser instantânea. um valor mínimo! Radiação do Corpo Negro Planck propôs que na superfície do corpo negro existam várias cargas oscilantes com uma infinidade de frequências distintas.EFEITO FOTOELÉTRICO Forma direta 2º O intervalo de O elétron deveria tempo entre a acumular ⇒ (Emitiu uma radiação de 3hf de incidência da paulatinamente energia) radiação e a energia da onda respectiva ejeção eletromagnética até Dando saltos de elétrons era que.6. mas ele não acreditava que o quantum de energia de fato existisse. fosse composta por pacotes (quantum) de teórico foi corrigido coincidindo com o gráfico energia denominados fótons. rapidamente .10-34 J. sendo a energia de 1 fóton experimental. Caso a energia absorvida por esse elétron seja maior que a energia que o Problemas Dados Visão da Física prende à placa.s ou h = 4. Quando a radiação incide sobre uma placa metálica. ou seja.

com. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Ela é obtida quando a energia cinética de ejeção é nula ( ).EFEITO FOTOELÉTRICO Frequência de corte ( ) Como o efeito fotoelétrico depende da energia do fóton incidente ( ). sendo ele ejetado ou não.35 Dualidade da luz Surpreendentemente.Magnésio 3. a energia cinética do elétron ejetado não depende da intensidade da radiação e sim da energia do fóton absorvido. Einstein demonstrou o caráter dual da radiação eletromagnética. portanto.68 Zn – zinco 4.28 Mg . dependendo da situação. existe uma frequência mínima ou frequência de corte para que ocorra o efeito fotoelétrico.31 Fe – Ferro 4. desde que a energia do fóton incidente seja maior que a função trabalho W. a luz pode se comportar como onda ou Einstein conseguiu resolver os três problemas que a física partícula.br 3 . energia que prende o elétron a placa metálica (J ou eV). consequentemente de sua frequência. portanto. 2° problema – A interação entre um fóton e o elétron é praticamente instantânea.50 Ni – Níquel 5.stoodi. 3° problema – De fato o aumento da intensidade pode aumentar o número de elétrons ejetados. em qualquer radiação incidente com valor de frequência abaixo da frequência mínima ( ) não irá ocorrer o efeito fotoelétrico. o seu valor depende do material. mostrando que. clássica não conseguia resolver: E para você. a luz é uma onda ou uma partícula? 1° problema – Um elétron interage somente com um fóton. não existindo acúmulo de energia.24 Na – sódio 2. Equação do efeito fotoelétrico Gráfico da Ecmax pela frequência do fóton incidente Sendo: – energia cinética máxima do elétron ejetado (J ou eV) – energia do fóton incidente (J ou eV) W – função trabalho.01 Pt – platina 6. Exemplos Metal Função trabalho W (eV) K – potássio 2.

A operação que associa cada par de números naturais a e b ao seu produto p é chamada multiplicação.stoodi.  4×1 =4 Indica-se por:  4×2 =8  4 × 3 = 12  4 × 4 = 16  4 × 5 = 20  4 × 6 = 24  4 × 7 = 28  4 × 8 = 32  4 × 9 = 36  4 × 10 = 40 Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.ADIÇÃO COM NÚMEROS NATURAIS (ℕ)  2 × 6 = 12  2 × 7 = 14  2 × 8 = 16 A operação que associa cada par de números naturais à  2 × 9 = 18 sua soma é chamada de adição. cada posição tem um significado: Milhão Milhar Cent Dez Unid Cent Dez Unid Cent Dez Unid ena ena ade ena ena ade ena ena ade Propriedade distributiva Ex: 3892 Milhar ? × (? + ?) = ? × ? + ? × ? Centena Dezena Unidade Centena Dezena Unidade (? + ?) × ? = ? × ? + ? × ? 3 8 9 2 MEMORIZAR: Tabuadas Tabuada do 2:  2×1 =2  2×2 =4  2×3 =6  2×4 =8  2 × 5 = 10 AULA 2 . Indica-se por: Valor posicional: em um número.MULTIPLICAÇÃO COM NÚMEROS NATURAIS necessidade de contagem. (ℕ) Base decimal: contagem agrupada de 10 em 10 números.br 1 .com.SUBTRAÇÃO COM NÚMEROS NATURAIS (ℕ) Tabuada do 4: A operação que associa cada par de números naturais m e s com m ≥ s à sua diferença d é chamada de subtração. OPERAÇÕES BÁSICAS AULA 1 – SISTEMA DECIMAL Características Contagem: a ideia de número está associada à AULA 4 . Indica-se por:  2 × 10 = 20 Tabuada do 3:  3×1 =3  3×2 =6  3×3 =9  3 × 4 = 12  3 × 5 = 15  3 × 6 = 18  3 × 7 = 21  3 × 8 = 24  3 × 9 = 27  3 × 10 = 30 AULA 3 .

br 2 .DIVISÃO COM NÚMEROS NATURAIS (ℕ)  5 × 4 = 20  5 × 5 = 25 Definição  5 × 6 = 30  5 × 7 = 35 A operação que associa cada par de números naturais D e  5 × 8 = 40 d ao maior natural q.  8 × 4 = 32 3) Subtrair número positivo é subtrair. que multiplicado por d não supera D. andaremos sobre a reta  9 × 4 = 36 para a esquerda.OPERAÇÕES BÁSICAS Tabuada do 5:  5×1 =5  5 × 2 = 10  5 × 3 = 15 AULA 5 . ou seja.  5 × 9 = 45 é chamada de divisão.  8 × 5 = 40 4) Subtrair número negativo é somar.com. com resto r.  8 × 3 = 24 2) Somar número negativo é subtrair.  9 × 5 = 45  9 × 6 = 54  9 × 7 = 63  9 × 8 = 72  9 × 9 = 81  9 × 10 = 90 Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  7 × 2 = 14  7 × 3 = 21  7 × 4 = 28  7 × 5 = 35  7 × 6 = 42  7 × 7 = 49  7 × 8 = 56  7 × 9 = 63 AULA 6 – ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO COM NÚMEROS  7 × 10 = 70 INTEIROS (ℤ) Tabuada do 8: Regras de sinal  8×1 =8  8 × 2 = 16 1) Somar número positivo é somar. 3) Não existe divisão por 0. Indica-se por:  5 × 10 = 50 Tabuada do 6:  6×1 =6  6 × 2 = 12  6 × 3 = 18  6 × 4 = 24 Propriedade distributiva  6 × 5 = 30  6 × 6 = 36  6 × 7 = 42  6 × 8 = 48 (? + ?) ÷ ? = ? ÷ ? + ? ÷ ?  6 × 9 = 54  6 × 10 = 60 Considerações importantes 1) A propriedade distributiva da adição em relação à divisão é válida apenas quando a adição é o Tabuada do 7: DIVIDENDO e não quando é o DIVISOR! 2) 0 dividido por qualquer número. andaremos sobre a reta  9 × 2 = 18 para a direita. o ? nunca pode  7×1 =7 ser divisor. dá 0.  8 × 6 = 48  8 × 7 = 56  8 × 8 = 64 Operações de adição e subtração  8 × 9 = 72  8 × 10 = 80 Tabuada do 9:  9×1 =9 1) Ao somarmos um número.stoodi.  9 × 3 = 27 2) Ao subtrairmos um número.

OPERAÇÕES BÁSICAS COM NÚMEROS colocá-lo como denominador do resultado. multiplicar pelos efetua-se a divisão normalmente. denominadores das frações.ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO COM FRAÇÕES (ℚ) Divisão de inteiro por fração ou fração por inteiro Para efetuar a soma ou a subtração de duas frações.stoodi. Multiplicar o dividendo e o divisor por potência de 10 até 2) Dividir o denominador do resultado pelos transformar os dois números em inteiros. basta então efetuar a operação com seus numeradores. multiplicar pelos numeradores e Adição e subtração colocar no numerador do resultado. No caso de denominadores diferentes: Divisão 1) Multiplicar os denominadores e colocar como denominador do resultado.MULTIPLICAÇÃO COM FRAÇÕES (ℚ) 1) Simplificar. 3) Calcular a expressão do numerador do resultado. AULA 10 . 3) Calcular a expressão do numerador do resultado.br 3 . é necessário expressá-las primeiramente com um mesmo Caso um inteiro seja considerado como dividendo ou denominador. 2) Multiplicar numeradores entre si e denominadores Regras de sinal na multiplicação e divisão entre si. numeradores e colocar no numerador do resultado.DIVISÃO COM FRAÇÕES (ℚ) Repetir a fração do denominador (dividendo) e multiplicar pela inversa da fração do denominador (divisor).  Se as frações já estiverem expressas com mesmo denominador.OPERAÇÕES BÁSICAS AULA 7 . (ℚ) – DICA Obs: se a multiplicação for de um decimal por uma Uma dica para resolver contas de adição e subtração sem potência de 10. 4) Simplificar a fração até ela ser irredutível.  Já no caso de denominadores diferentes: 1) Encontrar o MMC dos denominadores e AULA 12 . se algum numerador puder ser simplificado com algum denominador.MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO COM NÚMEROS sejam numerador e denominador de frações INTEIROS (ℤ) diferentes. AULA 8 . mesmo que Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Em seguida. número de casas igual à quantidade de zeros após o 1. basta expressá-lo como uma fração de denominador 1 e utilizar as mesmas regras. basta passar a vírgula para a direita o precisar encontrar o MMC. DECIMAIS 2) Dividir o MMC pelos denominadores das frações. 1) + com + é igual a + 2) + com – é igual a – 3) – com + é igual a – 4) – com – é igual a + AULA 11 . Multiplicação O produto terá tantas casas decimais quanto forem a AULA 9 – ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO COM FRAÇÕES soma do número de casas decimais dos fatores.com. divisor. A vírgula no resultado fica embaixo da vírgula dos números somados ou subtraídos.

POTENCIAÇÃO E RADICIAÇÃO AULA 1 .  35 = 243  36 = 729 Potências de 4:  41 = 4  42 = 16  43 = 64  44 = 256  45 = 1024 Potências de 5: Casos especiais  51 = 5  52 = 25 Potências de base 0:  53 = 125  54 = 625 0? = 0.br 1 .1.0. Lê-se “a elevado a n”. Lê-se “raiz enésima de a”:  23 = 8  24 = 16  25 = 32  26 = 64  27 = 128  28 = 256  29 = 512  210 = 1024 Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.POTENCIAÇÃO COM NÚMEROS NATURAIS Potências de 3: (ℕ)  31 = 3 Definição  32 = 9  33 = 27 O número a é chamado de base e o número n é chamado  34 = 81 de expoente da potência.com.stoodi.0.1.1 … 1 = 1 Potências de 8:  81 = 8  82 = 64 Potências de expoente 1:  83 = 512 ?1 = ? Potências de 9:  91 = 9  92 = 81 Potências de base 10:  93 = 729 Potências a memorizar AULA 2 .RADICIAÇÃO COM NÚMEROS NATURAIS (ℕ) Potências de 2: Definição  21 = 2 O número a é chamado de radicando e o número n é  22 = 4 chamado de índice da raiz.0.0 … 0 = 0 Potências de 6:  61 = 6 Potências de expoente 0:  62 = 36  63 = 216 ?0 = 1 Potências de 7:  71 = 7 Potências de base 1:  72 = 49  73 = 343 1? = 1.

POTENCIAÇÃO E RADICIAÇÃO COM  √100 = 10 FRAÇÕES (ℚ)  √121 = 11  √144 = 12 Potenciação  √169 = 13  √196 = 14 Sendo ? e ? números inteiros e ? um número natural.  √36 = 6  √49 = 7  √64 = 8  √81 = 9 AULA 4 .POTENCIAÇÃO E RADICIAÇÃO  4 Casos especiais √16 = 2  4 √81 = 3  4 Raízes de radicando 0: √256 = 4  4 √625 = 5  n 4 √0 = 0 √10000 = 10 Raízes de radicando 1: n √1 = 1 AULA 3 . Elevar um número negativo a um expoente ímpar resulta em um número negativo. Raízes a memorizar Radiciação Raízes de índice 2: Raízes de índice par de radicandos negativos: não  √4 = 2 existem!  √9 = 3 Raízes de índice ímpar de radicandos negativos: são  √16 = 4 iguais às raízes de radicandos positivos. então: Elevar um número negativo a um expoente par resulta √? × √? = √? × ? em um número positivo.stoodi. porém com  √25 = 5 sinal negativo.br 2 .  √225 = 15 temos:  √256 = 16 a n an  ( ) = n √289 = 17 b b  √324 = 18  √361 = 19  √400 = 20  √900 = 30 Radiciação  √1600 = 40  √2500 = 50 Sendo ? e ? números inteiros e ? um número natural.com.POTENCIAÇÃO E RADICIAÇÃO COM NÚMEROS INTEIROS (ℤ) Propriedade Potenciação Sejam a e b números naturais.  √3600 = 60 temos: n  √4900 = 70 n a √a √ =n  √6400 = 80 b √b  √8100 = 90  √10000 = 100 Raízes de índice 3:  3 √8 = 2 AULA 5 – POTENCIAÇÃO COM EXPOENTES REAIS  3 √27 = 3 (ℝ)  3 √64 = 4  3 √125 = 5 Potenciação com expoentes inteiros negativos  3 √1000 = 10 Para n > 0 e a ≠ 0: Raízes de índice 4: 1 a−n = an Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

p n √am. bm 83 = 512 93 = 729 k p (p) a = √ ak 103 = 1000 a −n b n ( ) = ( ) .n k (p) p √ √a = √a a = √ ak AULA 6 – RADICIAÇÃO EM ℝ AULA 9 – SIMPLIFICAÇÃO DE ÍNDICE Propriedade de multiplicação Unidade dos quadrados n n n √a ∙ √b = √a ∙ b Todo número que possui raiz quadrada exata termina Resolver uma raiz cujo resultado não seja exato necessariamente em algum dos seguintes algarismos: 0. com n positivo b a AULA 8 . 2) Agrupar os números fatorados de acordo com o Quadrados número do índice.6.com. b)m = am .9 1) Fatorar o radicando.n 33 = 27 43 = 64 a m am 53 = 125 ( ) = m b b 63 = 216 73 = 343 (a.stoodi.p = √am Potenciação com expoentes fracionários n m m. 3) Separar as raízes. 12 = 1 112 = 121 4) Resolver as raízes que dão valor exato.1.br 3 .PROPRIEDADES DE RADICIAÇÃO n n n √a ∙ √b = √a ∙ b m n ( n√a) = √am Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.PROPRIEDADES DE POTENCIAÇÃO 102 = 100 202 = 400 am . 22 = 4 122 = 144 32 = 9 132 = 169 42 = 16 142 = 196 52 = 25 152 = 225 62 = 36 162 = 256 72 = 49 172 = 289 82 = 64 182 = 324 92 = 81 192 = 361 AULA 7 . an = am+n Cubos am = am−n 13 = 1 an 23 = 8 (am )n = am.POTENCIAÇÃO E RADICIAÇÃO a −n b n n √a n a ( ) =( ) = √ b a n √b b n.4.5.

EXPRESSÕES NUMÉRICAS AULA 1 .EXPRESSÕES NUMÉRICAS Ordem de resolução de expressões numéricas: 1.stoodi. Chaves Ordem de resolução das operações: 1. Colchetes 3. Multiplicações / Divisões 3.com.br 1 . Adições / Subtrações Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Parênteses 2. Potenciações / Radiciações 2.

Divisibilidade por 2 do menor para o maior. ainda for grande. ou seja. 6 ou 8.c) o maior de seus divisores comuns. um produto onde todos seus fatores são números primos.c) o menor Um número é divisível por 9 se a soma dos seus dentre seus múltiplos comuns. mesmo tempo. Divisibilidade por 3 4) O número original fatorado é o produto de todos os divisores encontrados. Divisibilidade por 4 Um número é divisível por 4 se o número formado pelos AULA 4 – MÁXIMO DIVISOR COMUM (MDC) seus dois últimos algarismos é divisível por 4.DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS OU Números que possuem exatamente dois divisores (ele FATORAÇÃO mesmo e a unidade). números obtidos.CRITÉRIOS DE DIVISIBILIDADE 1) Escrever o número na esquerda da linha. se a divisão do primeiro Um número é divisível por 10 se termina com o algarismo pelo segundo é exata. diferente de zero. subtraído do número sem o último algarismo. algarismos é um número divisível por 9.stoodi. ou seja. Um número é divisível por 2 se ele é par. se é par e a soma de seus 2) Selecionar todos os divisores que forem comuns a algarismos é divisível por 3. Ferramenta prática Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. todos os números.MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM (MMC) Divisibilidade por 9 Dados dois ou mais números naturais diferentes de zero. Dados dois ou mais números naturais diferentes de zero. Divisibilidade por 5 denomina-se máximo divisor comum (m. verificar a divisão por 7. 2) Procurar o menor divisor dentre os números primos. até que o resultado da divisão seja 1. 2.com. termina 3) Repetir o procedimento acima com os novos em 0. denomina-se mínimo múltiplo comum (m. Quando encontrar um divisor. 3) Pegar o maior número entre os selecionados. resultar um número divisível por 7. dividir o número por ele e colocar o resultado abaixo do número. Se o número obtido 2) Escrever APENAS os fatores em comum. AULA 5 . Ferramenta prática Divisibilidade por 6 Modo1 Um número é divisível por 6 se é divisível por 2 e 3 ao 1) Encontrar todos os divisores de cada número. A decomposição em fatores primos consiste em escrever um número como um produto de números primos. diz-se que: 0 (zero).d. Divisibilidade por 8 Um número é divisível por 8 se o número formado pelos seus três últimos algarismos é divisível por 8.MÚLTIPLOS E DIVISORES Divisibilidade por 10 Dados dois números naturais. Um número é divisível por 5 se o seu último algarismo é 0 (zero) ou 5.m.  O primeiro é divisível pelo segundo ou o primeiro é múltiplo do segundo  O segundo é divisor do primeiro ou o segundo é fator do primeiro Números primos AULA 3 . Ferramenta prática AULA 2 .br 1 . repete-se o processo até que se possa 3) Pegar o menor expoente de cada fator. Um número é divisível por 3 se a soma de seus algarismos é divisível por 3.MÚLTIPLOS E DIVISORES AULA 1 . Divisibilidade por 7 Modo2 Um número é divisível por 7 se o dobro do último algarismo. 4. isto é. 1) Fatorar os números.

AULA 6 – NÚMERO DE DIVISORES DE UM NÚMERO NATURAL Forma fatorada Decomposição de um número em números primos. 3) Pegar o menor número entre os selecionados. 3) Pegar o maior expoente de cada fator. 3? .y. Modo 3 1) Colocar os números na grade.stoodi. 2) Fatorar simultaneamente. (? + 1). Seja n.MÚLTIPLOS E DIVISORES Modo 1 1) Encontrar os primeiros múltiplos de cada número. 2) Escrever TODOS os fatores.br 2 . 7? … (as bases da decomposição são os números primos) Quantidade de divisores do número n ?º ?? ?????????(?) = (? + 1). A forma fatorada do número n será: ? = 2? . 5? . (? + 1).z. x. 2) Selecionar os primeiros múltiplos que forem comuns a todos os números. (? + 1) … Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.w números naturais. Modo 2 1) Fatorar os números.com.

 Trinômio: quando a expressão possui três termos.  Binômio: quando a expressão possui dois termos. Quando os denominadores são variáveis:  Multiplicar uma variável a um dos denominadores para que ele se iguale ao outro denominador. ?1 .  Fazer a divisão apenas entre as variáveis.  Fazer a multiplicação apenas entre as variáveis. … .  Multiplicar todos os denominadores e utilizar o resultado como denominador comum. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.OPERAÇÕES BÁSICAS COM POLINÔMIOS AULA 1 – ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO DE POLINÔMIOS Polinômios Denominamos polinômio na variável ? e indicamos por ?(?) as expressões do tipo: ?0 ? ? + ?1 ? ?−1 + ?2 ? ?−2 + ⋯ + ??−1 ? + ?? Nomenclatura  Monômio: quando a expressão possui um termo.  Termos semelhantes: termos que possuem exatamente a mesma variável. Adição e subtração de polinômios É a adição ou subtração entre os termos semelhantes dos polinômios. Divisão  Fazer a divisão apenas entre os números. Fração algébrica Encontrar um denominador comum para unir os numeradores. para que ela não mude de valor. AULA 2 – MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO DE POLINÔMIOS Multiplicação  Fazer a multiplicação apenas entre os números.stoodi.com. Atenção para realizar essa multiplicação no numerador dessa mesma fração.  Variáveis: representações através de letras. seriam os: ?0 .br 1 . ??−1 e ?? . ?2 .

escritas sob a forma mista. AULA 3 . seu denominador por um divisor comum a eles. Transformar fração imprópria em número misto equivale a extrair os inteiros da fração. AULA 5 – TRANSFORMAÇÃO DECIMAL-FRAÇÃO Decimais exatos Simplificação de frações Para transformar um decimal exato em fração expressar o decimal exato como uma fração cujo denominador seja Para simplificar uma fração.FRAÇÕES. DECIMAIS E DÍZIMAS AULA 1 .TRANSFORMAÇÃO FRAÇÃO-DECIMAL / DIVISÃO NÃO EXATA Classificação de frações Para calcular o valor de uma fração na forma decimal:  Frações próprias: frações em que o numerador é menor que o denominador. dos denominadores e expressar as frações em função dele.m.com. é necessário expressá-las com um denominador comum. Dízimas periódicas Para transformar uma dízima periódica em fração recorrer AULA 2 . Para compararmos frações.stoodi. dividir normalmente os dois números para  Número misto: as frações impróprias podem ser encontrar o resultado. Isto pode ser feito de duas formas: 1) Encontrar o m.ORDENAÇÃO (COMPARAÇÃO) ao método demonstrado na aula. verificar quantos inteiros cabem na fração.  Se o denominador é potência de 10: copiar o  Frações impróprias: frações em que o numerador numerador da fração e passar a vírgula para a é maior que o denominador esquerda uma quantidade de casas decimais  Frações aparentes: frações em que o numerador igual ao número de zeros do denominador. Estas  Se o denominador não é uma potência de 10: frações representam números inteiros. 2) Expressar as frações em função do denominador que é o produto dos dois denominadores originais. ou seja.c.RACIONALIZAÇÃO DE DENOMINADORES Para racionalizar os denominadores das frações: Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.DEFINIÇÃO E SIMPLIFICAÇÃO AULA 4 . é igual ou múltiplo do denominador.br 1 . basta dividir seu numerador e uma potência de 10 e simplificar em seguida.

br 1 .NOTAÇÃO CIENTÍFICA AULA 1 .com.stoodi.NOTAÇÃO CIENTÍFICA Um número escrito em notação científica tem um fator entre 1 e 10 multiplicado por uma potência de 10: Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

(? − ?) Cubo da soma e da diferença de dois números ? 3 + 3? 2 ? + 3?? 2 + ? 3 = (? + ?)3 ? 3 − 3? 2 ? + 3?? 2 − ? 3 = (? − ?)3 Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. (? − ?) = ? 2 − ? 2 Cubo da soma e da diferença de dois números (? + ?)3 = ? 3 + 3? 2 ? + 3?? 2 + ? 3 (? − ?)3 = ? 3 − 3? 2 ? + 3?? 2 − ? 3 AULA 2 . ? = ?. (? 2 + ?? + ? 2 ) (? + ?)2 = ? 2 + 2?? + ? 2 (? − ?)2 = ? 2 − 2?? + ? 2 Diferença de quadrados (? + ?).EXPRESSÃO E FATORAÇÃO ALGÉBRICAS AULA 1 .com. Fatorar com a utilização do fator comum também é conhecido como “colocar em evidência”: ?.PRODUTOS NOTÁVEIS AULA 4 . (? + ?) AULA 3 – PRODUTOS NOTÁVEIS Trinômio do quadrado perfeito (Quadrado da soma e quadrado da diferença) ? 2 + 2?? + ? 2 = (? + ?)2 ? 2 − 2?? + ? 2 = (? − ?)2 Diferença de quadrados ? 2 − ? 2 = (? + ?). ? + ?.SOMA E DIFERENÇA DE CUBOS Trinômio do quadrado perfeito (Quadrado da soma e quadrado da diferença) ? 3 + ? 3 = (? + ?).FATOR COMUM O fator comum é um fator que aparece em todos os termos da expressão. (? 2 − ?? + ? 2 ) ? 3 − ? 3 = (? − ?).stoodi.br 1 .

Para isso utilizamos as operações inversas:  o que está SOMANDO passa para o outro lado SUBTRAINDO.EQUAÇÕES DO 1º GRAU AULA 1 . quádruplo. etc Raiz Valor que soluciona a equação. terço. quarto. “A diferença é n” ou “um excede o outro de n” Equação do 1º grau Podem ser expressas no formato: Resolução de equações de 1º grau Resolver é isolar a variável. etc Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.CASOS ESPECIAIS Caso 1 Caso 2 AULA 4 .stoodi.  o que está SUBTRAINDO passa para o outro lado SOMANDO.br 1 . triplo.INTRODUÇÃO E RESOLUÇÃO Metade.PROBLEMAS Formas úteis de representação Consecutivos ou Dobro.  o que está DIVIDINDO passa para o outro lado MULTIPLICANDO.com. Conjunto solução Conjunto de todas as raízes da equação.  o que está MULTIPLICANDO passa para o outro lado DIVIDINDO. AULA 3 .

” AULA 2 – INCLUSÃO / SUBCONJUNTOS tal que ESTÁ CONTIDO EM Pertinência Símbolo: x pertence a A Leitura: A está contido em B x não pertence a A Significado: Um conjunto A está contido em um conjunto B quando cada elemento de A também pertence a B.. Representação Representação: Um conjunto pode ser representado:  por extenso B A  abreviadamente  com o Diagrama de Venn NÃO ESTÁ CONTIDO EM A a Símbolo: o e Leitura: A não está contido em B u i Significado: Um conjunto A não está contido em um conjunto B quando há pelo menos um elemento de A que não pertence a B... e somente se . Neste caso indica-se: para todo x ou qualquer que seja x implica ou “se . Neste caso indica-se: existe x não existe x Dois conjuntos A e B são diferentes quando existe pelo existe um único x menos um elemento que pertence a um mas não pertence ao outro.” bi-implicação ou “.. então ...br 1 ..com.TEORIA DOS CONJUNTOS AULA 1 – SIMBOLOGIA E REPRESENTAÇÃO Igualdade e desigualdade Simbolos lógicos Dois conjuntos A e B são iguais quando possuem os mesmos elementos.  Conjunto vazio é um conjunto que não tem B elemento algum.stoodi. É representado por: ou A  Conjunto universo é um conjunto ao qual pertencem todos os elementos possíveis dentro do assunto sobre o qual se trabalha.  Conjunto unitário é um conjunto que tem um Representação: único elemento. Dizemos então que A é subconjunto de B. se.. Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Dizemos então que A não é subconjunto Conjuntos especiais de B.

A Representação: B A B NÃO CONTÉM Símbolo: Leitura: A não contém B INTERSECÇÃO Significado: Um conjunto A não contém um conjunto B Símbolo: quando há pelo menos um elemento de B que não pertence a A. a B ou a ambos.com. Símbolo: Equivale a dizer que B está contido em A.stoodi. Leitura: A união com B Representação: Significado: é o conjunto formado pelos elementos que pertencem a A. Equivale a dizer que B não está contido em Leitura: A intersecção com B A. Significado: é o conjunto formado pelos elementos Representação: comuns a A e B.br 2 . Representação: A A B B Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.TEORIA DOS CONJUNTOS CONTÉM AULA 3 – UNIÃO. DIFERENÇA E COMPLEMENTAR Símbolo: Leitura: A contém B UNIÃO Significado: Um conjunto A contém um conjunto B quando cada elemento de B também pertence a A. INTERSECÇÃO.

br 3 . Representação: A B COMPLEMENTAR Símbolo: . Representação: A B Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.TEORIA DOS CONJUNTOS DIFERENÇA Símbolo: Leitura: A menos B Significado: é o conjunto formado pelos elementos que pertencem a A mas não pertencem a B.stoodi. com a condição de que Leitura: complementar de B em relação a A Significado: é o conjunto formado pelos elementos que pertencem a A mas não pertencem a B.com.

…}. expressos na forma . 4. + = temos: . 3.  toda dízima periódica é racional.br 1 . ou seja. …}. 2. -2. -3. n ϵ . -2. 3. …. -1. -1}.  Ímpares: i = {1. pois pode ser transformada em fração de inteiros.  Pares: p = {0. ou seja. …}. 2.  Não Positivos: .= {…. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi. 2. 4. 1. 2n. Reais (  Primos: P = {2. 2n + 1. 3.  Negativos: -* = {….  Não Negativos: + = {0. 1. 4. 7. 5. pois pode ser transformada em fração de inteiros. Na Dessa forma. onde a e b são inteiros e . …}. 3.CONJUNTOS NUMÉRICOS AULA 1 – CONJUNTOS NUMÉRICOS Naturais ( ) Inteiros ( ) Racionais ( ) Já o conjunto dos irracionais pode ser representado Os números racionais são todos aqueles que podem ser tomando-se os Reais e excluindo todos os Racionais. Irracionais São as dízimas infinitas não periódicas. 2.  Positivos: +* = {1. 0}. Não há forma de expressá-los como uma razão entre dois inteiros. Representando os conjuntos no Diagrama de Venn. É a união do conjunto dos números irracionais com o conjunto dos racionais: Subconjuntos dos Inteiros  Não Nulos: * = {…. 2. 3. 5.com. …}. -1. …}. n ϵ . -4. -3. -2. pode-se representá-los como: notação de conjuntos: Atenção  todo decimal exato é racional. +* = *. Irracionais Exemplos AULA 2 – SUBCONJUNTOS Subconjuntos dos Naturais  Não Nulos: * = {1. …}. ….

mesmo que o elemento Notação: apareça apenas em um deles. Notação: Intervalo fechado Significado: Engloba todos os elementos maiores do que Na reta real: “a”. Notação: Significado: Engloba todos os elementos menores do que Intervalo aberto “a”. os intervalos reais são a |R caracterizados por desigualdades. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi. inclusive “a”. constar em qualquer um dos intervalos.br 1 . Por isso. a b |R Notação: a |R Significado:Engloba todos os elementos entre a e b. mas Notação: não engloba a nem b.com. Na reta real: a b |R a |R Notação: Significado: Engloba todos os elementos entre a e b. Intervalos envolvendo infinito Como entre dois números distintos quaisquer há infinitos números. no resultado”. englobando assim todos os elementos dentro do intervalo. A ideia é: “se Significado: Engloba todos os elementos entre a e b. inclusive a e b. constará também inclusive b mas não a. Intervalo aberto à esquerda e fechado à direita AULA 2 – UNIÃO E INTERSECÇÃO DE INTERVALOS Na reta real: União de intervalos Símbolo: a b |R Conceito: a união de intervalos inclui todos os elementos de cada um dos intervalos. “a” mas não engloba “a”. É a “junção” de todos os elementos dos intervalos em questão. Significado: Engloba todos os elementos menores do que inclusive a mas não b. inclusive “a”. seria impossível listar todos os elementos destes subconjuntos.INTERVALOS REAIS AULA 1 – CONCEITOS BÁSICOS Os intervalos reais são subconjuntos dos números reais. Intervalo fechado à esquerda e aberto à direita Na reta real: a b |R a |R Notação: Notação: Significado: Engloba todos os elementos entre a e b. Significado: Engloba todos os elementos maiores do que “a” mas não engloba “a”.

nunca maior. o intervalo resultante sempre conterá um número igual ou menor de elementos do que o intervalo original. A ideia é: “se constar em todos intervalos.stoodi. AULA 3 – DIFERENÇA ENTRE INTERVALOS Símbolo:  Conceito: a diferença de intervalos exclui do intervalo original os elementos que constam no intervalo que se subtrai. Atenção: toma-se como base o intervalo original e a partir dele são apenas retirados elementos.br 2 .com. Por isso.INTERVALOS REAIS Intersecção de intervalos Símbolo: Conceito: a intersecção de intervalos inclui apenas os elementos que constarem simultaneamente em todos os intervalos. nunca adicionados. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Retira-se do intervalo original os elementos a serem subtraídos. na diferença de intervalos. constará também no resultado”. É a análise do que há em comum entre todos os intervalos em questão.

MÉTODO DA ADIÇÃO O método da adição consiste em somar os termos das duas equações do sistema para sumir com uma das variáveis e dessa forma encontrar o valor da outra. Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com. isto é. AULA 3 .stoodi. Resolução de sistemas Resolver um sistema significa descobrir os pares (x.INTRODUÇÃO Sistema de equações simultâneas do 1º grau Um sistema de equações do primeiro grau com duas incógnitas x e y é um conjunto formado por duas equações do primeiro grau.MÉTODO DA SUBSTITUIÇÃO O método da substituição consiste em isolar uma das variáveis em uma das equações e substituir na outra.SISTEMAS DE EQS. AULA 2 .y) que solucionam todas as equações do mesmo.br 1 . todas as incógnitas estão elevadas à potência 1. DO 1º GRAU AULA 1 .

Substituir x 2 por outra incógnita.EQUAÇÕES DO 2º GRAU AULA 1 . qualquer sentença matemática que possa ser reduzida à forma: ?? 2 + ?? + ? = 0 AULA 4 . Resolver a equação do 2º grau e obter o valor de y Equações incompletas 3. (? − ?2 ) Conjunto de todas as raízes da equação. Equação do 2º grau Denomina-se equação do 2° grau na incógnita x. por exemplo x 2 = y.RESOLUÇÃO ? Fórmula de Bhaskara Segundo a fórmula de Bhaskara as raízes de uma equação do 2º grau são dadas pela fórmula: −? ± √? ?= AULA 5 – EQUAÇÕES BIQUADRADAS 2? onde Uma equação biquadrada tem a seguinte forma: 2 ? = ? − 4?? ?? 4 + ?? 2 + ? = 0 Se Δ > 0: duas raízes reais distintas Resolução de uma equação biquadrada: Se Δ = 0: uma raiz dupla 1.com. então Valores que solucionam a equação. Assim obtemos a equação: Se Δ < 0: nenhuma raiz real ay 2 + by + c = 0 2. com a ≠ 0. que podem ser resolvidas de forma mais rápida: b=0 Quando b=0 basta passar o termo independente para o outro lado e tirar a raiz quadrada. Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. b e c são números reais.SOMA E PRODUTO DAS RAÍZES onde a.stoodi. Se x1 e x2 são as raízes de ax 2 + bx + c = 0. c=0 Quando c=0 basta fatorarmos a expressão e igualar os fatores a zero.br 1 .INTRODUÇÃO AULA 3 .FORMA FATORADA Raízes Se x1 e x2 são as raízes de ax 2 + bx + c = 0. então a soma e o produto das raízes valem: ? ?1 + ?2 = − ? ? ?1 . (? − ?1 ). sabendo que x 2 = y Quando b=0 ou c=0 temos as equações incompletas. Obter o valor de x. ?2 = AULA 2 . podemos reescrever a expressão na sua forma fatorada: Conjunto solução ?? 2 + ?? + ? = ?.

y) que solucionam as equações do mesmo. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com. Resolver um sistema consiste em determinar os pares (x. AULA 2 – SISTEMAS DE EQUAÇÕES DO 2º GRAU Um sistema somente com equações e2º graus pode. também. Um sistema com esse tipo de equações pode ter até 4 soluções distintas. y) que solucionam as equações do mesmo. ser resolvido pelos métodos já conhecidos: adição ou subtração. Um sistema com esse tipo de equações pode ter até 4 soluções distintas.OUTROS SISTEMAS DE EQUAÇÕES AULA 1 – SISTEMAS COM EQUAÇÕES DO 1º E 2º GRAU Um sistema com equações do 1º e 2º graus pode ser resolvido pelos métodos já conhecidos: adição ou subtração. Resolver um sistema consiste em determinar os pares (x.br 1 .stoodi.

4. 3. Dar a solução. devemos preceder do seguinte modo: 1. São exemplos de equações irracionais: √? + 1 = 8 √? − 4 = √? + 1 – 2 √3 + √? + 1 = x + 1 3 √2? = ? − 3 AULA 2 – EQUAÇÕES COM UM ÚNICO RADICAL Para resolver equações com mais de um radical. de modo a cancelar a raíz. devemos preceder do seguinte modo: 1. 3. Elevar os dois membros da equação a um expoente adequado. 2. Resolver a equação obtida e verificar as raízes. Isolar o radical. Resolver a equação obtida e verificar as raízes.com. 2. Dar a solução. 5. AULA 3 – EQUAÇÕES COM MAIS DE UM RADICAL Para resolver equações com mais de um radical. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. 4. Repetir o passo anterior até obter uma equação sem raízes. Elevar os dois membros da equação a um expoente adequado.EQUAÇÕES IRRACIONAIS AULA 1 – INTRODUÇÃO Uma equação irracional é uma equação algébrica que possui a incógnita dentro do radical.stoodi. de modo a cancelar a raíz. Isolar o radical.br 1 .

3.  Diretamente proporcionais  quando uma aumenta a outra também aumenta  Inversamente proporcionais  quando uma aumenta a outra diminui AULA 2 . mantendo a coerência com as setas desenhadas. 2. comparando-as duas a duas. 3. AULA 3 . Colocar a razão que tem a incógnita de um lado da igualdade e as outras razões multiplicadas do outro lado. 4. Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Verificar se são diretamente ou inversamente proporcionais à grandeza que tem a incógnita. Se são inversamente proporcionais.REGRA DE TRÊS COMPOSTA A regra de três composta é utilizada quando analisamos a relação entre três ou mais grandezas.stoodi.REGRA DE TRÊS AULA 1 – RELAÇÃO ENTRE DUAS GRANDEZAS Grandezas Tudo que pode ser medido Grandezas proporcionais: Quando o valor da divisão ou multiplicação de dois números correspondentes das grandezas envolvidas é uma constante. Verificar se as grandezas são diretamente ou inversamente proporcionais. 4. Isolar o x. Se são inversamente proporcionais.REGRA DE TRÊS SIMPLES A regra de três simples é utilizada quando escrevemos uma relação entre duas grandezas. Escrever as grandezas nas colunas.com. escrever setas contrárias. escrever setas para o mesmo lado. O procedimento é: 1. Escrever a igualdade de razões correspondentes ao tipo de relação obtida.br 1 . escrever setas contrárias. Se são diretamente proporcionais. escrever setas para o mesmo lado. Isolar o x. 2. Escrever as grandezas nas colunas. Se são diretamente proporcionais. O procedimento é: 1.

Lê-se “a está para b como c está para d”. 4 e 3.. 3). 16) é uma sequência crescente e (6.RAZÕES Dizer que números x. 4 = 16. y3  x4 . 12 e 24. então x1. . y2  x3. Sejam x. y3. É a igualdade entre razões: Observação ? ? = ? ? (8.. etc.br 1 .com..RAZÕES A PROPORÇÕES AULA 1 . Ou de outro AULA 2 . B. y4.3 = 48. y1  x2 . Exemplo Dividir 600 em 3 partes inversamente proporcionais aos números 8. etc são proporcionais a A. Indica-se por: Se (x1. AULA 4 – GRANDEZAS INVERSAMENTE PROPORCIONAIS Definição Dizemos que duas sequências de números são inversamente proporcionais se a multiplicação dos elementos correspondentes é uma constante. ou estão na proporção A:B:C:etc significa escrever a Definição igualdade: Razão entre a e b é a divisão de a por b: ? ? ? ? = = =⋯ ? ? ? ? Por exemplo: ? 1 = ou 1: 5 ? 5 Lê-se “a razão entre a e b é um quinto ou a está para 1 como b está para 5”. C. ?: ? = ?: ? Divisão Inversamente Proporcional Nomenclatura Dividir um número em partes inversamente proporcionais a ? ∶ ?=? ∶ ? outros números é decompô-lo em parcelas que sejam inversamente proporcionais aos números dados. 4. y4    xn . ? = ?. 12. Números proporcionais a A. 12. = ⇔ ?..stoodi. y. . yn) são inversamente proporcionais. C.. ? 24) ? ? Logo. no qual k é uma constante. yn  k . AULA 3 . z) é inversamente proporcional a (8. y2. Para isso. Pois.ESCALAS modo.. devemos ter a multiplicação de correspondentes igual a uma constante. decrescente.. x2. y.PROPORÇÕES 8. x3.6 = 12. B. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. x4. 12 e 16 são inversamente proporcionais aos números 6. y e z os três números de tal modo que: Propriedade fundamental  600 = x + y + z ? ?  (x. z..xn) e (y1. . Mas isto não basta para afirmar que as ou sequências sejam inversamente proporcionais. Exemplo Os números 8. Proporção O número 48 é a constante de proporcionalidade.

br 2 .24  k   y  .RAZÕES A PROPORÇÕES  k x  8   k x. temos: k k k 6k x yz     600   k  2400 8 12 24 24  x  300.com. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.8  y. somando  12  k  z  24  ambos os membros.12  z.stoodi. y  200 e z  100 .

com.ÁREA Múltiplos Unidade de área.COMPRIMENTO Múltiplos Unidade de comprimento.VOLUME Unidade de volume. múltiplos e submúltiplos A unidade fundamental de área é o metro quadrado (m 2). múltiplos e submúltiplos A unidade fundamental de comprimento é o metro (m). AULA 2 . múltiplos e submúltiplos A unidade fundamental de capacidade é o litro (L). Múltiplos Submúltiplos Submúltiplos Transformação Transformação Relação volume – capacidade Consequência: AULA 3 .CAPACIDADE Unidade de capacidade. múltiplos e submúltiplos A unidade fundamental de volume é o metro cúbico (m 3). Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.SISTEMAS DE MEDIDA AULA 1 .stoodi.br 1 . Múltiplos Submúltiplos Submúltiplos Transformação Transformação AULA 4 .

TEMPO . múltiplos e submúltiplos Medida simples e medida complexa A unidade fundamental de massa é o grama (g). AULA 6 .  Medidas complexas: mais de uma unidade. múltiplos e submúltiplos A unidade fundamental de tempo é o segundo (s).  Medidas simples: uma única unidade. no Sistema Internacional de Unidades. Múltiplos Transformar em medida complexa Para transformar de medida simples em complexa. verificar quantas medidas inteiras “cabem” na medida simples apresentada. utiliza-se o (kg). Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Submúltiplos Transformação Unidades alternativas Outras unidades usuais são a tonelada (t) e o quilate.com. Porém.br 2 .stoodi. Múltiplos Dia e múltiplos Transformação Transformar por regra de três.COMPLEMENTO Unidade de massa.TEMPO Unidade de tempo.SISTEMAS DE MEDIDA AULA 5 – MASSA AULA 7 .

(1 + ) Para passarmos um número da forma fracionária para a 100 forma percentual. isolamos x.FORMA FRACIONÁRIA ? ?? = ?? .AUMENTO / REDUÇÃO EM % Aumento de x% Para calcularmos o valor final Vf num aumento de x%. multiplicamos as porcentagens para obter a porcentagem resultante. igualamos a fração a Redução de x% ? 100 Para calcularmos o valor final Vf numa diminuição de x%. V2 100 V2 Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 1 .stoodi. AULA 5 .TAXA PERCENTUAL Para calcularmos quantos % um valor V1 representa de outro V2 (taxa percentual).0? 100 AULA 6 . simplesmente passamos a vírgula duas casas para a direita. multiplicamos o valor inicial pelo fator de aumento: AULA 2 . dividimos os dois valores e transformamos o resultado em porcentagem: V1 x V1 = ⇒ x = 100.FORMA DECIMAL Para passarmos um número decimal para a forma percentual. multiplicamos o valor inicial pelo fator de diminuição: Em seguida. (1 − ) 100 AULA 3 .com. Assim: ? ?% ?? ? = ∙? 100  No cálculo de porcentagem de porcentagem.DEFINIÇÃO E FORMAS DE REPRESENTAÇÃO ? ?% = = 0.PORCENTAGEM AULA 1 . ? ?? = ?? . AULA 4 – PORCENTAGEM DE UM VALOR A frase “porcentagem de” indica a multiplicação de um percentual por algo.

AULA 4 – GRÁFICO DE SETORES internet etc.com. Ao ler uma questão que envolve gráficos. vestibulares e concursos públicos.LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE GRÁFICOS AULA 1 – INTRODUÇÃO AOS GRÁFICOS Qual a importância de saber ler e interpretar gráficos?  Entender reportagens na TV. jornais.. não somente Matemática.  Sempre cai no ENEM. preciso ficar atento ao seguinte:  Título do gráfico  Informações no eixo horizontal e vertical  Informações do enunciado AULA 2 – GRÁFICO DE BARRAS AULA 4 – OUTROS AULA 3 – GRÁFICO DE SEGMENTOS Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 1 .  Serve para todas as matérias.stoodi. revistas.

A imagem será necessariamente um destes dois casos: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. O contra-domínio é o conjunto dos elementos que podem receber as relações binárias. Raiz de uma função é todo valor de x para o qual f(x) = 0. AULA 3 – RAIZ E GRÁFICO DE UMA FUNÇÃO Nesta notação: x são elementos de A e y são elementos Raiz de B. Contra-domínio e Imagem seriam: A B Imagem Notação de relação: se a relação “R” sai de A e vai para B. Funções são casos específicos de relações. em um Plano Cartesiano. elementos do contra-domínio que não recebem valores da relação binária. Pode ser representada por um diagrama de flechas: Representados em um exemplo de diagrama de flechas.y).br 1 . São os valores possíveis ou No gráfico de uma função. as raízes serão todos os permitidos de “y” da função. ordenados (x. Método da tabela: se tivermos a lei da função. elemento do Contra-Domínio. São os valores que “recebem flechas” no diagrama de flechas. Domínio.stoodi. Domínio Contra-domínio a notação é R: A x B Condições para que uma relação seja função: Função  Não há elementos sobrando no Domínio. valores de x em que o gráfico corta o eixo x: Imagem de uma função A imagem é o conjunto dos elementos que efetivamente recebem as relações binárias. uma  Cada elemento do Domínio liga-se a apenas UM função é uma relação com algumas particularidades. calcular os valores de y correspondentes. Em outras palavras: sai apenas uma flecha de cada Notação de função: elemento do Domínio.TEORIA DAS FUNÇÕES AULA 1 – CONCEITOS BÁSICOS  igual ao contra-domínio: quando todos os elementos do contra-domínio receberem valores Relação binária da relação binária. e plotar estes valores em um Plano Cartesiano. Domínio de uma função Gráfico de uma função O domínio é o conjunto dos elementos que originam a relação binária. São os valores possíveis ou permitidos de O gráfico de uma função é uma plotagem dos pares “x” da função. para esboçar o gráfico podemos escolher valores arbitrários de Contra-domínio de uma função x. Isto é. com y=f(x). ou  um subconjunto do contra-domínio: quando há É uma relação entre elementos de dois conjuntos.com.

tal que . Dica no gráfico: traçar uma reta horizontal. ao aumentarmos x. Definição: Dada uma função bijetora. Se o Domínio da função não estiver explicitado. com tem-se . Definição formal: y = f(x) é decrescente se .com. excluindo-se os SOBREJETORA valores para os quais a função não existe. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Interpretação: uma função é constante se. considera. O Domínio de uma função pode ou não estar explicitado na definição da função. AULA 6 – FUNÇÃO CRESCENTE/DECRESCENTE/CONSTANTE Função sobrejetora Função crescente Definição: Definição formal: y = f(x) é crescente se . excluem-se os valores de x para os quais o denominador resulta em 0.TEORIA DAS FUNÇÕES Função constante y = f(x) Definição formal: y = f(x) é constante se . ao mesmo tempo. valores de x para os quais o radicando seja menor que 0. Função bijetora Função decrescente Definição: uma função f é bijetora se ela é injetora e sobrejetora. com tem-se . . AULA 8 – FUNÇÃO INJETORA. Função injetora Casos em que há exclusão de elementos: Definição: . com tem-se . sua inversa será . Interpretação: uma função é crescente se. BIJETORA E se como Domínio o conjunto dos Reais. AULA 5 – DOMÍNIO DE UMA FUNÇÃO REAL Atenção: dizemos que uma função não é par nem ímpar quando não atende a nenhuma destas condições. Raízes Função ímpar: . Interpretação: uma função é crescente se. Graficamente: simétrica em relação ao eixo y.stoodi. ao aumentarmos x. y se mantém constante. não é injetora. AULA 7 – FUNÇÃO PAR/ÍMPAR x1 x2 x3 x Função par: . y diminui. Interpretação: não pode sobrar nenhum elemento no Contra-Domínio. tal que Graficamente: simétrica em relação à origem. Interpretação: nenhum valor de y recebe mais do que um  Quando há x dentro de uma raiz: excluem-se os valor de x.br 2 . Se cortar o gráfico da função em mais do que um ponto. ao AULA 9 – FUNÇÃO INVERSA aumentarmos x. y aumenta. tem-se: se  Quando há x no denominador de uma fração: .

basta calcular . composta de g em f.com. basta substituir a lei de no lugar de x em . Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. sendo . Isto é.stoodi.br 3 .TEORIA DAS FUNÇÕES Atenção: para que uma função f admita inversa. Em outras palavras: basta inverter os eixos x e y. ela precisa necessariamente ser bijetora. podemos determinar o gráfico de sua inversa espelhando o gráfico sobre a bissetriz dos quadrantes ímpares. Dica para obter a função composta: para obter a lei da função h. A função composta de é a função .GRÁFICOS Dica para obter o gráfico da inversa: dado o gráfico de uma função bijetora f. AULA 10 – FUNÇÃO INVERSA . Dica para calcular a inversa: trocar x por y e tentar isolar . AULA 11 – FUNÇÃO COMPOSTA Definição: considere as funções e .

br 1 .DEFINIÇÃO Definição Chamamos função polinomial do 1º grau a função de que tem formato: Nomenclatura  a: coeficiente angular  b: coeficiente linear Valor numérico da função em xi Para calcularmos o valor da função para um determinado xi.  Calcular f(x) para estes x.GRÁFICOS . AULA 3 . f(xi). ou seja.TABELA Os gráficos de funções do 1º grau são retas. a. b. Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Para fazermos os gráficos podemos recorrer às tabelas de valores. vai determinar onde a reta corta o eixo y.GRÁFICOS .com. substituímos x por xi na função.stoodi.  Plotar os pares x e f(x) no plano cartesiano. AULA 2 . Coeficiente linear O coeficiente linear da reta. seguindo o roteiro:  Selecionar alguns valores de x.COEFICIENTES E RAÍZES Coeficiente angular O coeficiente angular da reta.FUNÇÃO DO 1º GRAU AULA 1 . vai determinar se a reta é crescente ou decrescente.

 Resolver o sistema para encontrar a e b. função vai cortar o eixo x. já é possível determinar sua lei.CASOS PARTICULARES Função linear (b=0) Exemplo Função constante (a=0) Exemplo Função identidade (a=1 e b=0) Oposta da função identidade (a=–1 e b=0) Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. AULA 6 . Para isso.com.stoodi.br 2 . seguir o roteiro: No gráfico:  Montar um sistema de duas equações resultante dos pares x e f(x).FUNÇÃO DO 1º GRAU Raiz ou zero da função AULA 5 – DETERMINAÇÃO DA LEI DA FUNÇÃO Chamamos de raiz da função ou zero da função o valor de Com apenas dois pontos distintos de uma função do 1º x para o qual f(x)=0. A raiz é o ponto onde o gráfico da grau.ESTUDO DOS SINAIS AULA 4 .

Apenas olhando a função já conseguimos tirar informações importantes sobre seu gráfico. ou seja. podemos plotar seu gráfico construindo uma tabela de pares (x. Portanto. Raízes Chamamos de raízes da função ou zeros da função os valores de x para os quais f(x)=0.br 1 . Os coeficientes da função vão determinar de forma direta o formato da parábola (concavidade pra cima ou pra baixo) e o ponto de intersecção com o eixo y. ou seja.stoodi. Existe.GRÁFICOS . Coeficiente a O coeficiente a irá determinar se a parábola terá concavidade para cima ou para baixo. Assim como em toda função. Coeficiente c AULA 3 . atribuímos valores para x e calculamos seus y correspondentes.y). substituímos x por xi na função. que são iguais a f(x). para encontrarmos as raízes de uma função do 2º grau.TABELA Os gráficos de funções do segundo grau são sempre parábolas.com.FUNÇÃO DO 2º GRAU AULA 1 . Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. porém.GRÁFICOS .COEFICIENTES E RAÍZES O coeficiente c vai determinar onde a parábola corta o eixo y. f(xi). uma forma mais eficiente para fazer gráficos de funções do 2º grau. AULA 2 . pois para temos .DEFINIÇÃO Definição Chamamos função polinomial do 2º grau a função de que tem formato: Valor da função em x Para calcularmos o valor da função para um determinado xi. simplesmente igualamos f(x) a 0 e resolvemos a equação.

se:    Para : Para : Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. para estes pontos. as raízes serão os pontos onde a parábola corta o eixo x pois. do 2º grau. y=0.com.stoodi.FUNÇÃO DO 2º GRAU No gráfico. as raízes são: Portanto. Relembrando das aulas de eq.br 2 .

Imagem O conjunto imagem das funções do 2º grau depende de a: AULA 7 . dizemos que o vértice é o “ponto de máximo” da função. Se a função tem concavidade para baixo. é o ponto onde ela assume seu menor valor.FUNÇÃO DO 2º GRAU As coordenadas do vértice são dadas por: Se a função tem concavidade para cima. são necessários 3 pontos distintos da função. ou seja.com.ESTUDO DOS SINAIS Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. AULA 6 . resolvendo-o. dizemos que o vértice é o “ponto de mínimo” da função. Com O vértice da parábola é o ponto de inversão no sentido isso já é possível formar um sistema de equações com crescente/decrescente de y.VÉRTICE DA PARÁBOLA Para que possamos descobrir a lei de uma função do 2º grau. AULA 5 – DETERMINAÇÃO DA LEI DA FUNÇÃO AULA 4 .br 3 .stoodi. é o ponto onde ela assume seu maior valor. o vértice seus coeficientes e. ou seja. Em outras palavras. obter a lei da função. é o ponto de mínimo ou de máximo da função.DOMÍNIO E IMAGEM Domínio O domínio das funções do 2º grau é o conjunto .

com.br 4 . a<0 a>0 Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi.FUNÇÃO DO 2º GRAU Os sinais das funções do 2º grau são determinados analisando-se o coeficiente a e o Δ.

INEQUAÇÕES – 1º GRAU AULA 1 .  o que está DIVIDINDO passa para o outro lado MULTIPLICANDO.stoodi.INEQUAÇÕES DO 1º GRAU – INTRODUÇÃO E RESOLUÇÃO Inequação do 1º grau Tem a mesma forma das equações do 1º grau. porém no lugar da igualdade. temos 4 tipos de símbolos: Resolução de inequações de 1º grau Resolver é isolar a variável. quando efetuarmos a passagem de um número negativo dividindo ou multiplicando de um lado da inequação para o outro.com. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. a desigualdade se inverte.  o que está SUBTRAINDO passa para o outro lado SOMANDO. OBS: nas inequações.  o que está MULTIPLICANDO passa para o outro lado DIVIDINDO.br 1 . Para isso utilizamos as operações inversas:  o que está SOMANDO passa para o outro lado SUBTRAINDO.

MÉTODO 2 Outra forma de resolver inequações produto baseia-se no fato de que uma função só pode mudar de sinal quando passa por um zero (raiz). AULA 6 .INTRODUÇÃO E OBS: as raízes de cada função também serão raízes da RESOLUÇÃO função produto. entre uma raiz e outra.com.INEQUAÇÕES-QUOCIENTE .  Fazer a intersecção dos conjuntos solução obtidos.INEQUAÇÕES – 2º GRAU.br 1 .stoodi. o vezes é o dividido por é . lembrando de eliminar da da inequação. Portanto. As inequações admitem 4 tipos de desigualdade: AULA 5 . para a resolução podemos seguir o seguinte roteiro:  Achar as raízes de cada função que compõe a função produto. solução as raízes da função do denominador.MÉTODO 1 Sejam as funções f(x) e g(x). o vezes é o dividido por é . Chamamos de inequações- produto as inequações do tipo: Elas podem ser resolvidas com o seguinte roteiro: Elas podem ser resolvidas com o seguinte roteiro:  Fazer o estudo do sinal de cada função  Fazer o estudo do sinal de cada função separadamente (encontrar as raízes e estudar o separadamente (encontrar as raízes e estudar o sinal). O sinal AULA 3 . se encontrarmos as A resolução de inequações do 2º grau pode ser feita raízes de uma função e escolhermos um valor qualquer através do estudo do sinal da função do 2º grau.MÉTODO 1 Sejam as funções f(x) e g(x). SISTEMAS. Chamamos de inequações- quociente as inequações do tipo: AULA 4 – INEQUAÇÕES-PRODUTO .INEQUAÇÕES DO 2º GRAU . teremos a certeza de que o sinal da função naquele intervalo é igual ao sinal de .  Escolher valores arbitrários entre as raízes e calcular o valor da função nestes pontos.SISTEMAS DE INEQUAÇÕES da função neste intervalo será igual ao sinal da função neste ponto.INEQUAÇÕES-PRODUTO . Por isso. o vezes é o dividido por é . PRODUTO E QUOCIENTE AULA 1 . sinal).  Considerar que o sinal do quociente das funções  Considerar que o sinal do produto das funções será o quociente dos sinais: será o produto dos sinais: o dividido por é . Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Sistemas de inequações podem ser resolvidos com o seguinte roteiro:  Solucionar cada inequação separadamente. o vezes é  Analisar quais intervalos satisfazem a condição  Analisar quais intervalos satisfazem a condição da inequação.

INEQUAÇÕES-QUOCIENTE .com. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 2 .MÉTODO 2 Outra forma de resolver inequações-quociente baseia-se no fato de que uma função só pode mudar de sinal quando passa por um zero (raiz) ou um ponto onde a função não existe. SISTEMAS. se encontrarmos as raízes de uma função e escolhermos um valor qualquer entre uma raiz e outra. Por isso.  Escolher valores arbitrários entre as raízes das funções do numerador e denominador e calcular o valor da função nestes pontos. PRODUTO E QUOCIENTE OBS: as raízes da função do NUMERADOR também serão raízes da função quociente! AULA 8 .  Eliminar as raízes da função do denominador do conjunto solução final.stoodi. Portanto. O sinal da função neste intervalo será igual ao sinal da função quociente neste ponto. para a resolução podemos seguir o seguinte roteiro:  Achar as raízes de cada função que compõe a função quociente. teremos a certeza de que o sinal da função naquele intervalo é igual ao sinal de .INEQUAÇÕES – 2º GRAU.

AULA 3 .FUNÇÃO EXPONENCIAL AULA 1 .br 1 . EXPONENCIAIS Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi.PARTE 1 Funções exponenciais com são crescentes.FUNÇÃO EXPONENCIAL . colocando. Resolução Para solucionar uma equação exponencial busca-se chegar a uma igualdade de potências de mesma base para então igualar os expoentes.DEFINIÇÃO E GRÁFICOS Funções exponenciais são todas as funções do tipo: Os gráficos das funções exponenciais são de 2 tipos: AULA 4 . por exemplo. Revisão das propriedades das potências Funções exponenciais com são decrescentes. e têm gráficos com o seguinte formato: Equações exponenciais São equações que apresentam a incógnita como expoente.EQUAÇÕES EXPONENCIAIS .PARTE 2 Alguns tipos de equações exponenciais exigem uma manipulação algébrica para que se chegue a esta mesma igualdade.FUNÇÃO EXPONENCIAL . e têm gráficos com o seguinte formato: AULA 2 .EQUAÇÕES EXPONENCIAIS .INEQUAÇÕES crescente ou decrescente.com. fatores em evidência ou fazendo aparecer na equação quadrados perfeitos. dependendo da base “a”.

conforme a regra abaixo: Se : Ou seja. Se : Ou seja.stoodi.FUNÇÃO EXPONENCIAL As inequações exponenciais devem ser resolvidas buscando-se uma igualdade de bases dos dois lados da inequação e em seguida analisando-se simplesmente a base das funções. a desigualdade se mantém. se a base está entre 0 e 1. a desigualdade se inverte.br 2 . se a base é maior que 1. Copyright © 2013 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com.

AULA 2 .. ? … .. . ?.718.br 1 .CONDIÇÕES DE EXISTÊNCIA Condições de existência Seja: ???? ? = ? As condições de existência do logaritmo são:  a>0  b>0eb≠1 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.DEFINIÇÃO AULA 3 a 7 . ?) = ???? ? + ???? ? + ???? ? + ⋯ + ???? ? Casos específicos ???? 1 = 0 Quociente ???? ? = 1 ? ???? ( ) = ???? ? − ???? ? ? Logaritmos decimais Potência ???10 ? = ??? ? ???? (? ? ) = ?.PROPRIEDADES DOS LOGARITMOS Definição Consequência da definição ???? ? = ? ⇔ ? ? = ? ???? (? ? ) = ? Nomenclatura: ? ???? ? = ?  a: logaritmando  b: base Produto  c: logaritmo de a na base b ???? (?.stoodi.LOGARITMOS – DEFINIÇÃO E PROPRIEDADES AULA 1 .com. ?) = ???? ? + ???? ? ???? (?. ???? ? Logaritmos neperianos Mudança de base ?? ? = ???? ? ???? ? ???? ? = ???? ? Onde e é chamado de número de Euler e vale e=2.

ou seja. para desenharmos o gráfico de sua inversa. ou. Verificar se a solução atende as C.LOGARITMOS – FUNÇÃO. basta invertermos Resolução de inequações logarítmicas os eixos x e y para obtermos o gráfico de sua inversa. AULAS 5 e 6 .FUNÇÃO LOGARÍTMICA .br 1 .). 2. (OBS: fazer intersecção das C. D(f) é tal que logaritmando > 0. AULA 4 .stoodi.E. EQUAÇÕES E INEQUAÇÕES AULAS 1 e 2 .EQUAÇÕES LOGARÍTMICAS  Se 0 < ? < 1 ⟶ ?(?) ???????????  Se ? > 1 ⟶ ?(?) ????????? Resolução de equações logarítmicas Buscar chegar em:  Igualdade de logaritmos de mesma base. 3. podemos utilizar a informação de que ela é a inversa de uma função exponencial. Imagem O domínio da função logarítmica é o conjunto dos números reais.INEQUAÇÕES LOGARÍTMICAS Relembrando: se tivermos o gráfico de uma função.FUNÇÃO LOGARÍTMICA .GRÁFICOS Para entendermos o gráfico de uma função logarítmica. Solucionar a equação utilizando as propriedades para chegar na definição fundamental e transformar a equação logarítmica em uma equação normal. Se 0 < a < 1: Seja a função: log a x1 > log a x2 ⇒ x1 < x2 f(x) = log a x log a x1 < log a x2 ⇒ x1 > x2 Então: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. com o conjunto solução!). AULA 3 . Im(f) = ℝ. Aplicar as condições de existência (C. ou seja.  Condições em que seja possível aplicar a propriedade fundamental. Roteiro: 1.E.com.E.DOMÍNIO E IMAGEM Domínio O domínio desta função é dado pela restrição de condição de existência do logaritmando.

com.stoodi. MANTEMOS o sentido da desigualdade para os logaritmandos. Se a > 1: log a x1 > log a x2 ⇒ x1 > x2 log a x1 < log a x2 ⇒ x1 < x2 Isto é.LOGARITMOS – FUNÇÃO. INVERTEMOS o sentido da desigualdade para os logaritmandos. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 2 . EQUAÇÕES E INEQUAÇÕES Isto é.

x. -5 0 5 . 2º caso x AULA 2 . não há 1º Caso solução! O gráfico de uma função do tipo pode ser obtido Roteiro: construindo-se o gráfico da função e em seguida “espelhando-se” tudo que estiver abaixo do eixo x para  Impor: a ou g(x) maior ou igual a zero. pois o módulo torna positivos todos os valores de ser g(x).. Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.. e devemos verificar se as soluções encontradas atendem a esta condição.EQUAÇÃO MODULAR -a 0 a Equações modulares são equações onde aparece uma OBS: Em ambos os casos.. faz-se uma análise da função trecho a trecho.GRÁFICOS DE FUNÇÕES MODULARES Importante: o que está sendo igualado ao módulo deve ser maior ou igual a zero. utilizando a definição do módulo para todos os termos da função que estiverem dentro do módulo. De forma geral. 2º Caso No caso em que as funções não estão no formato anterior.DEFINIÇÃO DE MÓDULO AULA 3 .  Resolver abrindo nas duas possibilidades. No caso cima. as ! equações modulares serão: ou AULAS 4 e 5 . devemos primeiro verificar se função modular igualada a algo. isto já impõe uma condição sobre o negativos da função. Se for menor que zero..FUNÇÃO MODULAR AULA 1 . podemos pensar no módulo como a distância do valor x até a origem.stoodi.br 1 . como no exemplo: |-5| = 5 |5| = 5 x -a 0 a .INEQUAÇÕES MODULARES Define-se módulo de um número real x como: Temos dois casos possíveis de resolução de inequações modulares: 1º caso Na reta real.com.

Definição  Constante: uma P.PA e PG PROGRESSÃO ARITMÉTICA AULA 1 .A. chamamos os termos e de extremos e os demais de meios.A.com.A. Dada uma P. através da fórmula do termo geral: Lei de Formação Possibilidades:  Definir primeiro termo e uma relação entre um termo e seu anterior.  o primeiro termo é x. pois. Chamamos esta constante de razão da P.A.P. Interpolar k meios aritméticos entre x e y significa Para que possamos construir a P. basta termos um descrever uma P.  o último termo é y. podemos calcular o  Infinitas: possuem infinitos termos. Em alguns tipos de problemas.  temos k+2 termos no total. como queremos k meios.A. Ex: com a seguinte notação:  Por uma simples definição. valor do termo n da P. Para 3 termos Ex: Sequência dos pares positivos.P.A. basta calcularmos a diferença entre um termo e seu antecessor: Em uma sequência .A. Sequência é um conjunto de elementos considerados  Decrescente: uma P. .stoodi. é crescente quando a razão r for positiva. Para 5 termos Para 4 termos AULA 2 .A.REPRESENTAÇÃO PRÁTICA  Expressão de cada termo em função de sua posição n.br 1 . Representação As sequências podem ser: AULA 3 .. Ex: e AULA 4 . a partir disso.A. . Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. teremos os k termos do meio mais o Classificação das P. é decrescente quando a numa ordem específica. a partir do segundo.A.DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO Definição Onde: As P.s termo inicial e final. onde: termo qualquer da P. pois.A. . é constante quando a razão r for 0.A. totalizando k+2 termos. .TERMO GERAL  Finitas: possuem um número finito de termos.A.A.A.INTERPOLAÇÃO ARITMÉTICA razão r de uma P.SEQUÊNCIAS  Crescente: uma P. para encontrarmos a AULA 5 – P. é igual ao anterior somado de uma constante. é útil representar uma P. razão r for negativa. de termo e razão . e sua razão. Como consequência da definição.P.s (Progressões Aritméticas) são sequências nas quais cada termo.A.. é possível descobrirmos todos seus outros termos.A.

br 2 .PA e PG PROGRESSÃO ARITMÉTICA Portanto.A.SOMA DOS n TERMOS DE UMA P. pode ser calculada por: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. o termo do meio é a média aritmética dos outros dois. AULA 7 . Termos consecutivos Considerando-se três termos consecutivos de uma P.. . .A.A.SOMA DE TERMOS EQUIDISTANTES Soma de termos equidistantes dos extremos A soma de dois termos equidistantes dos extremos de uma P.P.A.stoodi. A soma dos n termos de uma P.A.A. AULA 6 . finita é igual à soma dos extremos. podemos dizer que o y será o termo .com.P.

AULA 3 ..G..0.G. Isto acontece quando: Definição  Qualquer e (Ex: 1. Isto acontece quando:  e (Ex: 8.G.s (Progressões Geométricas) são sequências nas quais cada termo.. 3..0.G. alternantes ou estacionárias.. a partir do segundo.PRODUTO DE TERMOS EQUIDISTANTES Alternantes Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.2...G.. . -1. .TERMO GERAL DE UMA P..) AULA 5 . basta calcularmos a razão entre um  e (Ex: 2. a partir disso..0.).G.-8.G.G.0.) Constante Para 5 termos Uma P..5.. 8.REPRESENTAÇÃO PRÁTICA Uma P.) Para 4 termos  Qualquer e (Ex: 5.DEFINIÇÃO Uma P. -2. é crescente quando seus termos diminuem.P.br 1 .com.P..) termo e seu antecessor: Para que possamos construir a P.1.0.G. .5. Estacionárias Uma P. ...P.-2.. é igual ao anterior somado multiplicado por uma constante q. através da fórmula do termo geral: AULA 2 .G.PA e PG PROGRESSÃO GEOMÉTRICA AULA 1 .G.G... Em alguns tipos de problemas. é alternante quando os sinais de seus termos se alternam... 2. 4. e sua razão.. -8.P. .4.0.-4.G.. .G. . constantes.. basta termos um termo qualquer da P. é útil representar uma P..G.P. é possível descobrirmos todos seus outros termos.G. 3.)  e (Ex: -2. podemos calcular o valor do termo n da P.) As P. Crescente AULA 4 . Dada uma P. -4.stoodi.) Decrescente Onde: Uma P.-16. para encontrarmos a razão q de uma P.G. Isto acontece quando: com a seguinte notação:  e (Ex: 1.G. decrescentes. 4. Isto acontece quando: Como consequência da definição. de termo e razão .5. é constante quando seus termos são todos iguais (Ex: 3. 3..) Para 3 termos  e (Ex: -8. é crescente quando seus termos aumentam... pois.G.CLASSIFICAÇÃO As PGs podem ser classificadas em cinco categorias: crescentes. Isto acontece quando:  e qualquer (Ex: 0. Chamamos esta constante de razão da P. é estacionária quando e todos os outros termos são 0.

br 2 .G.G.P. pode ser calculada por: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. com .G.com.. AULA 6 .SOMA DOS INFINITOS TERMOS DE UMA P.G.SOMA DOS n TERMOS DE UMA P. a P.G.G. pode ser calculada por: Já no caso de uma P. . será constante.G.G.PA e PG PROGRESSÃO GEOMÉTRICA Produto de termos equidistantes dos extremos O produto de dois termos equidistantes dos extremos de uma P.G. Se a razão q de uma P.P. .stoodi. a soma dos n termos da P.G. Neste caso.G. a soma dos n termos pode ser calculada por: AULA 7 . Seja uma P. Termos consecutivos Considerando-se três termos consecutivos de uma P. infinita com . A soma dos infinitos termos da P.G. for 1. o termo do meio é a média geométrica dos outros dois. finita é igual ao produto dos extremos.

elemento ??? em função de i e/ou j. resultado da dizer que a matriz é “quadrada de ordem n”.br 1 .stoodi. dizemos que ela é uma matriz de + j = n + 1. Se uma matriz tem m  Diagonal secundária: elementos para os quais i linhas e n colunas. Ex: 2 3 AULA 3 – MATRIZ TRANSPOSTA ?=[ ] 3 4 Dada uma matriz ? de ordem ? × ?. ou seja. chamamos de ?? a matriz transposta de ?. Matriz identidade Elementos de uma matriz São as matrizes quadradas onde a diagonal principal é composta por elementos de valor 1 e todos os outros Os números que compõe a matriz são chamados de elementos são 0. Matrizes são tabelas de números. É a matriz que possui uma única linha. Podemos devem ser de mesma ordem. a primeira linha de ? será a primeira coluna de ?? .com. Indica-se a soma de matrizes A e B resultando na matriz C por: Matriz quadrada ? =?+? É a matriz que possui o número de linhas igual ao Para que possamos somar duas matrizes A e B. na ordem original. tem ordem ? × ?. ou seja. ou seja.MATRIZES E DETERMINANTES AULA 1 – DEFINIÇÃO E REPRESENTAÇÃO Nas matrizes quadradas definimos: Definição  Diagonal principal: elementos para os quais i = j. Matriz nula São as matrizes com todos elementos iguais a 0. Chamamos estas matrizes de ?? . elementos e são denotados por ??? onde i é o número da linha onde o elemento se encontra e j é o número da coluna onde o elemento se encontra. tem AULA 5 – ADIÇÃO DE MATRIZES ordem ? × 1. tem ordem 1 × ?.  Implicitamente: com uma lei que determina cada As linhas de ? serão as colunas de ?? . a segunda linha de ? será a segunda coluna de ?? e assim ? = [??? ]2×2 tal que ??? = ? + ? por diante. elas número de colunas. A matriz C. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. AULA 2 – TIPOS DE MATRIZES AULA 4 – IGUALDADE DE MATRIZES Matriz linha Duas matrizes serão iguais se tiverem a mesma ordem e se seus elementos de mesma posição forem iguais. ordem m x n ou simplesmente é uma matriz m x n (lê-se m por n). Ex: ou seja. Representação As matrizes podem ser representadas:  Explicitamente: na forma de tabelas entre parênteses ou colchetes. Matriz coluna É a matriz que possui uma única coluna.

mesma posição em A e B: ??×? . Na soma e subtração. ?  Associativa: ? + (? + ?) = (? + ?) + ?  ?. Indica-se a subtração de matrizes A e B resultando na realizaremos operações com LINHAS e COLUNAS para matriz C por: encontrarmos o resultado. ?? Além destas propriedades. resultado da subtração. realizávamos a soma ou subtração de elementos AULA 6 – SUBTRAÇÃO DE MATRIZES equivalentes das duas matrizes para encontrar o resultado da operação. é importante salientar que a transposta da soma é igual à soma das transpostas: (? + ?)? = ?? + ? ? AULA 8 – MULTIPLICAÇÃO DE MATRIZES A multiplicação de matrizes não segue uma lógica intuitiva como a soma e a subtração. ??×? = ??×? ??? = ??? − ??? Por exemplo. ??? Propriedades Propriedades Assim como a soma de números. ? + ?. é uma matriz de mesma matrizes ? e ? só vai existir se o número de colunas da ordem de A e B. ?)? = ?. é uma matriz de mesma ordem de A e B.com. ? Por exemplo. ?  Elemento neutro: ? + 0 = ?  1. ? Analogamente à soma. obtida subtraindo-se os elementos de matriz ? for igual ao número de linhas da matriz ?. ? = ?  (?. A Como decorrência da definição. o elemento ?13 será obtido pela subtração de ?13 com ?13 : Além disso. o elemento ?13 será obtido pela soma de ?13 A matriz ? resultante é obtida pela multiplicação de cada com ?13 : elemento da matriz ? por esse número ?: ??? = ?. ??×? = ??×? AULA 7 – MULTIPLICAÇÃO DE UM NÚMERO POR UMA MATRIZ Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. a soma de matrizes A multiplicação de número por matriz apresenta algumas apresenta algumas propriedades importantes: propriedades importantes:  Comutativa: ? + ? = ? + ?  ?. ?  Elemento oposto: ? + (−?) = 0  (? + ?). o produto de duas matriz C. Já na multiplicação de matrizes. ? = ?.stoodi. para que a subtração de matrizes possa ser realizada.br 2 . elas devem ser de mesma ordem.MATRIZES E DETERMINANTES soma. a matriz ? resultante sempre terá o mesmo número de linhas de ? e o número de colunas de ?: ??×? . ?) = (?. Indicaremos o produto de duas matrizes ? e ? por: ? =?−? ? = ?. (? + ?) = ?. ?). (?. ? + ?. obtida Indica-se o produto de um número real ? por uma matriz ? somando-se os elementos de mesma posição em A e B: por: ??? = ??? + ??? ? = ?.

resultam na matriz nula. quando resolvido. Se k for um número real. (?. ? = ?. ? = ?. A ideia será a mesma de uma resolução de equações com números reais. para encontrarmos o elemento ??? realizaremos a soma fato. ? = ?. transposta do produto: Aplicação (?. ? + ?. nos fornece a matriz inversa ou seja. realizar Observações importantes o produto e igualar as matrizes resultantes. ? = ?? (?. ? + ?. ?) = ?. Seja ? uma matriz ? × ?.com. Em matrizes. Além dos produtos dos elementos da linha ? da matriz ? pelos disso. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. quando multiplicada por ela. ? ? ? ? ?=[ ][ ] = [?. ? = ?. “pode transitar” dentro do produto das matrizes: ?. ? = ? Podemos obter a matriz inversa de duas formas:  Substituir seus elementos por incógnitas. ?)  Distributiva pela direita: (? + ?). (?. (?. ?). A matriz identidade é o elemento neutro da multiplicação de matrizes. Veja no exemplo abaixo: 2. ?).MATRIZES E DETERMINANTES E. Outra forma possível de resolver a equação matricial é AULA 9 – PROPRIEDADES DA MULTIPLICAÇÃO DE preencher a matriz X com incógnitas. elementos da coluna ? da matriz ?. ? ] ? ? ? ? ? ? ? ? ?. pode existir ?. a matriz X.stoodi. ? ?=[ ][ ]=[ ] ? ? ? ? ? ? ? ? ?=[ ][ ]=[ ] ? ? ? ? ?. chegando a um sistema de equações. ? + ?. (? + ?) = ?. não podemos deduzir que ? = 0 ou ? = 0. há diversos casos de matrizes diferentes da matriz nula que. ? = 0. A única condição para que possamos utilizar estas propriedades é que a matriz X não esteja multiplicada por outra matriz na equação. ?)? = ? ? . ?? As matrizes inversas tem aplicação prática na resolução de sistemas lineares. ?) Obs: a matriz inversa é única e é importante observar que o produto de uma matriz por sua inversa pode ser feito pela direita ou pela esquerda e o resultado será o Além destas propriedades. não necessariamente ?. quando multiplicadas. ?  Distributiva pela esquerda: ?. propriedades importantes:  Associativa: (?. ? + ?. ? AULA 11 – MATRIZ INVERSA A matriz inversa de uma matriz quadrada ? de ordem n é a matriz denotada por ?−1 que. ? + ?. ?. encontramos as A multiplicação de matrizes apresenta algumas incógnitas e. ? + ?. ?? = ?? . ? utilizar todas as propriedades vistas até o momento para resolvê-la.br 3 . realizar o produto e MATRIZES igualar as matrizes resultantes. ?. podemos dizer que este número resulta na matriz identidade de ordem n. Resolvendo o sistema. Resulta disso um sistema de equações que. ?! De procurada. ?−1 = ?−1 . ? e nem existir ?. temos a propriedade do mesmo em ambos os casos. podemos ? ? ? ? ?. 1. Se ?. então: Obtenção ?. A multiplicação de matrizes não é comutativa. ? normalmente é diferente de ?. ? AULA 10 – EQUAÇÕES MATRICIAIS ? ? ? ? ?=[ ][ ]=[ ] Dada uma equação com uma matriz incógnita X. ?. consequentemente.

?31 + ?13 . ???(?11 ) + ?21 . (−1)1+1 . ?31 − ?11 .MATRIZES E DETERMINANTES  Utilizar o conceito de determinante de uma matriz (tema das próximas aulas) para a obtenção da matriz inversa. ?21 21 det ? = ?11 .Regra de Sarrus O determinante de uma matriz de ordem 3 é facilmente obtido por uma regra conhecida como regra de Sarrus: ?22 ?23 ?12 ?13 det ? = ?11 . ?23 . ?21 . o Teorema de Laplace nos fornece O determinante de uma matriz de ordem 1 é igual ao seu uma outra forma de calcularmos o determinante de uma único elemento. copiando-se as duas primeiras colunas à direita da matriz original e calculando-se os produtos dos elementos segundo as retas conforme a figura: ?11 ?12 ?13 ?11 ?12 [?21 ?22 ?23 ] ?21 ?22 ?31 ?32 ?33 ?31 ?32    + + + Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ?22 − ?12 . calculado segundo algumas regras. Matriz de ordem 2 Exemplo de cálculo do determinante tomando-se a O determinante de uma matriz de ordem 2 é obtido pelo primeira coluna da matriz A abaixo produto dos elementos da diagonal principal menos o produto dos elementos da diagonal secundária: ?11 ?12 ?13 ? = [?21 ?22 ?23 ] ⇒ ?11 ?12 ?31 ?32 ?33 ? = [? ?22 ] ⇒ det ? = ?11 . ?23 . ??? Dada uma matriz A. ?22 . indica-se o determinante da matriz pelo número det A ou pelo símbolo |A|. ??? é o determinante da matriz obtida pela eliminação da linha e da coluna do elemento ??? . ?33 Consequência do Teorema de Laplace Se todos os elementos de uma linha ou coluna forem iguais a zero. podemos calcular o cofator de um elemento. ?32 − ?12 . ? = [?11 ] ⇒ det ? = ?11 O Teorema de Laplace diz que o determinante de uma matriz quadrada de ordem n (n ≥ 2) é obtido pela soma dos produtos dos elementos de qualquer linha ou coluna pelos respectivos cofatores.br 4 . então o determinante da matriz A regra de Sarrus pode ser feita de forma prática necessariamente será zero. |? 2+1 ?33 | + ?21 . AULA 13 – COFATOR E TEOREMA DE LAPLACE AULA 12 – DETERMINANTE DE UMA MATRIZ Cofator de um elemento O determinante de uma matriz é um número real Assim como calculamos o determinante de uma matriz. ?21 . Teorema de Laplace Matriz de ordem 1 Como já comentamos. O cofator de Define-se o conceito de determinante de uma matriz para um elemento ??? é definido como: as matrizes quadradas.stoodi. ?32 −?13 . ???(?31 ) ⇒ Matriz de ordem 3 . (−1) . |?32 ?33 | 32 ?11 ?12 ?13 ? = [?21 ?22 ?23 ] ⇒ ?12 ?13 +?31 . ?33 + ?12 . ???(??? ) = (−1)?+? . ?22 . ???(?21 ) + ?31 .com. (−1)3+1 . |? ?23 | ?31 ?32 ?33 22 det ? = ?11 . matriz. associado a ela.

Roteiro para o cálculo da matriz adjunta 1. enunciada pelo seguinte teorema: Se ? é uma matriz quadrada de ordem n e ??? ? ≠ 0. Existência da matriz inversa Seja ? uma matriz quadrada de ordem n. podemos definir uma segunda forma de calcular a matriz inversa de uma matriz A qualquer. 2. e é definida como a matriz transposta da matriz dos cofatores de ?.com. ??? ? ≠ 0. se e somente se. Obs: como consequência disto. 3. ela não possui matriz inversa. a utilização sucessiva e conveniente do Teorema de Jacobi possibilita obter um determinante D1. A inversa de ? existe.stoodi. Transpor esta matriz. Redesenhar a matriz M com os cofatores no lugar dos elementos.br 5 . mesmo que multiplicada por um número.MATRIZES E DETERMINANTES AULA 14 – TEOREMA DE JACOBI O Teorema de Jacobi possibilita a simplificação do cálculo de determinantes. se o determinante de uma matriz for igual a zero. com uma fila contendo (n  1) zeros de modo que: ?1 = ? AULA 15 – MATRIZ INVERSA – PARTE II Conhecidos os conceitos de determinante e cofator. Dado um determinante D de ordem n (n ≥ 2). O teorema diz que o determinante de uma matriz não se altera quando adiciona-se a uma fila qualquer outra fila paralela a ela. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. que é a matriz obtida substituindo-se cada elemento de ? por seu cofator. então a inversa de ? é 1 ?−1 = ̅ ∙? ??? ? A matriz ?̅ é chamada de matriz adjunta da matriz ?. Calcular o cofator de cada elemento da matriz M.

1 1 1 1 Fila nula 2 4 8  2 4 2.4  2. det M  2.com. ou seja: Seja M =      1 5 0   1 5 0  det M = det Mt. neste caso. então: 1 5 0 1 2 3 Seja a matriz M  0  1 0 . o determinante é Se multiplicarmos uma fila de uma matriz por uma nulo.br 1 . AULA 4 – FILAS PARALELAS IGUAIS AULA 2 – MULTIPLICAÇÃO DE UMA FILA POR UMA CONSTANTE Se duas filas paralelas (linhas ou colunas) são formadas por elementos respectivamente iguais. 2 4 4 3 1 16 3 1 2. o seu determinante é nulo. pois a primeira e a  5 0 4 5 10 1 3 0 terceira linhas trocaram de posição. a terceira linha. pois a terceira coluna tem todos os elementos nulos. 3 1 4  2. pois uma das filas é nula.8 3 1 8 Se uma fila (linha ou coluna) qualquer da matriz da M tiver todos os elementos nulos.stoodi. 2 1  1   2 1  1 .4 sua transposta Mt. o determinante da nova matriz é o determinante da matriz inicial multiplicada por essa constante. então: 1 0 2 1 5 4 det M '  2. Exemplo: Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Exemplo: 4 8 0 1 3 0 4 5 10 1 3 0  0. Exemplo: 1 0 2 3 4 3 1 0  0. AULA 3 – TROCA DE FILAS PARALELAS 0 0 0 0 Se trocarmos a posição de duas filas paralelas (duas 5 1 6 32 linhas ou duas colunas) o determinante muda o sinal.PROPRIEDADES DOS DETERMINANTES AULA 1 – MATRIZ TRANSPOSTA E FILA NULA Exemplo 1: Matriz transposta  1 0 2 1 0 2 O determinante de uma matriz M é igual o determinante da  3 1 4 e M’ = 2.3 2.12  24 1 5 0 1 2 3 1 0 1 0 1 0  2 1 5 Exemplo 2: 1 5 4 3 0 4 1 1 2 1 1 2. constante.1 2. 1 0 2 Exemplo: det M  3 1 4  12 . sendo M uma matriz quadrada.

PROPRIEDADES DOS DETERMINANTES 1 0 6 4 Adicionando-se a uma fila uma outra. é o produto dos elementos da diagonal  2 4  10 8 principal. respectiva linha e coluna.stoodi. 0 0 3  o seu determinante é o produto da diagonal principal.2. o determinante é nulo. Exemplo: AULA 8 – MATRIZ TRIANGULAR O determinante de uma matriz triangular. paralela a ela. as duas primeiras linhas são proporcionais. Ou seja. o determinante é nulo. substituindo esta pelo resultado obtido. AULA 5 – FILAS PARALELAS PROPORCIONAIS Se duas filas paralelas (linha ou coluna) são proporcionais. podemos suprimir a primeira linha e a primeira coluna. Dos elementos 1 3 9 restantes. 0. se uma fila é igual a outra paralela a ela. Seja M  0 2  8 uma matriz triangular superior. seja ela superior 1 2 5 4 ou inferior. 2 4 12  0 0 6 1 8  6 1 8  6 Repare que a primeira linha foi multiplicada por -2 e somada a segunda. det M  1. Se o elemento a11 for igual a 1. Os dois determinantes são iguais. multiplicada por uma constante. Logo. subtraímos o produto dos elementos da 2 5 16  0 .com. Isto é.3  6.br 2 . o determinante é nulo. Sendo assim.  0. 0 7 8 12 Exemplo: 11 25  1 0 1 5 7  pois a segunda linha é igual a primeira multiplicada por -2. o determinante é nulo. previamente multiplicada por uma constante. AULA 7 – TEOREMA DE JACOBI Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. o 5 1 2 1 determinante não se altera. 1 0 6 4 Exemplo: 10 3 7 8 1 2 3 1 2 3 pois a primeira e a terceira linhas são iguais.  4 1  10 Exemplo: pois a terceira coluna é a soma da primeira multiplicada por 3 e a segunda por 2. AULA 6 – COMBINAÇÃO LINEAR DE FILAS PARALELAS Se uma fila é a combinação linear de duas filas paralelas a AULA 9 – REGRA DE CHIÓ ela.

ao aplicar Chió.1  2 Observação: AULA 11 – TEOREMA DE BINET Ao utilizar a regra de Chió.PROPRIEDADES DOS DETERMINANTES 1 1 1    Seja B  1 2 3  uma matriz de Vandermonde. se a produto dos determinantes.2. a2. o determinante será calculado O determinante do produto entre duas matrizes é igual o a partir de uma matriz de ordem inferior. Chió é utilizado para reduzir a ordem da matriz. det A AULA 10 – MATRIZ DE VANDERMONDE sendo A uma matriz que possua inversa. Por exemplo. Consequência: 1 det A1  . matriz de ordem 3.stoodi. se Uma matriz é chamada de Vandermonde quando ela é do det A  0 . O determinante de uma matriz de Vandermonde é dado pelo produto entre todas as diferenças possíveis entre a coluna i e a coluna j<i. temos Exemplo: Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. matriz original for de ordem 4. Dessa forma. Para o caso da matriz M. Sendo A e B matrizes quadradas.(det B) . a3.br 3 .B)  (det A). a4 e a5 são chamados de característicos. ou seja. o determinante resultante será calculado a partir de uma det( A. 1 4 9    det B  (3  2).(3  1).com.(2  1)  1. tipo:  1 1 1 1 1    a1 a2 a3 a4 a5  M   a1 a52  2 a22 a32 a42  3   a1 a23 a33 a43 a53  a 4 a24 a34 a44 a54   1 Os elementos a1.

um sistema linear de m equações e n incógnitas também pode ser chamado de sistema linear (lê-se “m por n”).br 1 . uma solução: a solução nula . também chamada de solução trivial. ou seja.INTRODUÇÃO AULA 2 – CLASSIFICAÇÃO DE UM SISTEMA LINEAR Equação linear Um sistema linear é classificado de acordo com a quantidade de soluções que ele admite: Chamaremos de equação linear toda equação do tipo:  Sistema possível determinado (SPD): admite uma única solução.SISTEMAS LINEARES AULA 1 . podemos realizar à vontade ações que não alteram a solução do sistema: Sistema linear homogêneo  trocar equações de posição.ESCALONAMENTO Solução de um sistema linear O sistema de escalonamento consiste em levar o sistema a um formato de “escada”. pois onde cada equação contém as mesmas n incógnitas: sempre admitirão pelo menos a solução nula. não todos nulos  Sistema impossível (SI): não admite solução alguma. Designamos os sistemas lineares pelo número de equações e de incógnitas que eles possuem. de equação para Uma solução de um sistema linear é um conjunto de equação.stoodi. impossível De forma geral. há um aumento valores que satisfaz ao mesmo tempo todas as dos coeficientes nulos da esquerda para a direita. no sentido de cima para baixo. Um sistema linear homogêneo é um sistema composto  multiplicar uma equação por um número real apenas por equações lineares homogêneas. Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Para isso.  : são as incógnitas  : termo independente Esquematicamente: Se o termo independente for igual a zero (c = 0). além da trivial.  substituir equações pelo resultado da soma ou subtração dela mesma com outra equação do Todo sistema linear homogêneo admite pelo menos sistema.com. o sistema pode admitir também outras soluções. sistemas onde todas as equações tem termo independente igual a zero. possível indeterminado Sistemas lineares Sistema Um sistema linear é um conjunto de duas ou mais equações lineares. e é constituído de m equações. a determinado equação recebe um nome específico: equação linear homogênea. Chamaremos:  Sistema possível indeterminado (SPI): admite infinitas soluções. Obviamente. equações do sistema linear. AULA 3 . ou seja. Obs: sistemas homogêneos NUNCA serão SI. são qualquer.  : coeficientes reais.

o sistema será SI.  Sistema possível indeterminado (SPI): se e todos os . embora ele se aplique a Pelo qualquer sistema . pois não há valor que multiplicado por zero resulte em um número diferente de zero. Ela utiliza-se do conceito de matrizes. SI menos um Di≠0 Considere o sistema . vamos exemplificar a Regra de Cramer com um sistema .  Sistema impossível (SI): se e pelo menos um . alguma equação do tipo . na matriz incompleta. com .SISTEMAS LINEARES Observações importantes Para sistemas com mais incógnitas a lógica de solução é análoga. o sistema será SPD.br 2 . Classificação de sistemas com a Regra de Cramer  Se. ao escalonarmos um sistema. ao escalonarmos um sistema.com. chegarmos a alguma equação do tipo  Sistema possível determinado (SPD): se . Definiremos então: A matriz composta pelos coeficientes do sistema é chamada de matriz incompleta do sistema: AULA 5 – DISCUSSÃO DE SISTEMAS LINEARES  é o determinante da matriz dos Discutir um sistema é dizer para quais valores de um coeficientes do sistema.stoodi. chegarmos a coeficientes pelos termos independentes. na matriz incompleta. AULA 4 – REGRA DE CRAMER Esquematicamente: Definições SPD D≠0 A Regra de Cramer fornece uma alternativa ao Todos escalonamento. substituindo-se no cálculo do determinante Di os  Se. o sistema será impossível. SPI ou SI. para solucionarmos sistemas lineares Sistema Di=0 SPI . esta equação deverá ser eliminada do sistema. D=0 SPI ou SI Para efeito didático. as soluções do sistema serão dadas por: Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  é o determinante da matriz obtida através da troca dos coeficientes de x pelos termos independentes. o sistema será SPI. . Soluções Se . que chamamos de parâmetro o sistema é SPD. matriz incompleta do sistema.  é o determinante da matriz obtida através da troca dos coeficientes de y pelos termos independentes.

ou seja. que tem n resultados possíveis. então o total de resultados possíveis (sequências de resultados dos eventos) para o experimento é dado por: AULA 5 .com. fala-se das combinações de n elementos em cada sequência (arranjo de n elementos elementos tomados k a k. um resultado ABC é considerado igual a um o número total de arranjos de n elementos com k resultado ACB.COMBINAÇÕES onde a ordem importa... nZ. Se a ordem dos resultados IMPORTA. AULA 4 – ARRANJOS SEM REPETIÇÃO Considerando agora que não possa haver repetição de elementos nos resultados. Os arranjos. diferentes. As combinações são como arranjos. um resultado do tipo ABC é diferente de um resultado do tipo ACB. nB. Então  o número de elementos a serem tomados para definimos o fatorial de como: compor o resultado é igual ao número de elementos existentes no conjunto. quando: AULA 2 . Se tivermos elementos repetidos na permutação. o número total de arranjos de n elementos com k elementos em cada sequência (arranjo de n elementos tomados k a k) é dado por: Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.FATORIAL  não há repetição. Se a ordem NÃO IMPORTA. chamamos as sequências de resultados de ARRANJOS. porém repetido k vezes (Ex: jogar uma moeda. por 5 vezes consecutivas). chamamos as sequências de resultados de COMBINAÇÕES. nC.. Por exemplo. e esta quantidade é calculada tomados k a k) é dado por: como: Obs: esta fórmula só é válida quando pode haver repetição de elementos. Em outras palavras. B. .br 1 .. .ANÁLISE COMBINATÓRIA AULA 1 – PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DA CONTAGEM (PFC) Se um experimento é composto por eventos A. resultados elementos. eliminamos o resultado obtido no evento anterior (Ex: retirar 3 bolas numeradas de uma urna sem reposição). são as sequências de resultados AULA 7 . porém a ordem dos elementos que compões um resultado não importa. seja. Portanto:   AULA 3 – ARRANJOS COM REPETIÇÃO AULA 6 – PERMUTAÇÕES COM ELEMENTOS Em diversos problemas queremos descobrir os diferentes REPETIDOS resultados possíveis para um experimento referente a um único evento ou ação.PERMUTAÇÕES As permutações são um tipo específico de arranjos. Z Obs: esta fórmula só é válida quando não há repetição de e cada evento pode ter nA. portanto. e Seja um número natural maior ou igual a 2. as permutações são os arranjos de n Define-se ainda: elementos tomados n a n.. ou Considerando que possa haver repetição nos resultados. que tem 2 calculamos a quantidade de permutações como: resultados possíveis.stoodi.. C. Neste caso. em cada realização do evento.

com.. n2 Pn = n! n1!.br 2 .ANÁLISE COMBINATÓRIA AULA 8 – RECAPITULAÇÃO E RESUMO Podemos resumir as fórmulas de análise combinatória segundo o esquema abaixo: An. n2!.k = n! (n-k)! n1. Resultados Permutação Pn = n! Combinação Cn.k = nk Arranjo An.k = n! (n-k)!k! Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www..stoodi.

br 1 . dois coeficientes binomiais ? ? ( )=( )⇒{ ?? equidistantes dos extremos são iguais. ?! ?. o primeiro e o último elementos valem 1.. dizemos que os números binomiais (??) e (??) são complementares. ... 0 1 Observe que: 2 2 2 2 ( ) ( ) ( ) .1 P 0 1 2 3 4 N 0 1 .. 1 1 1 ...... 0!(?−0)! 1.BINÔMIO DE NEWTON AULA 1 – NÚMEROS BINOMIAIS AULA 3 – TRIÂNGULO DE PASCAL Sejam n e p dois números naturais com ? ≥ ?. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. cada elemento é a soma do Propriedades dos números binomiais elemento acima dele com o elemento anterior da linha de cima (decorrência da Relação de Stifel)... COLUNAS E DIAGONAIS O triângulo de Pascal pode ser escrito na forma binomial. .. ou a partir do resultado de cada binômio...com. Observe que os dois tem o mesmo Observações numerador e a soma dos denominadores é igual a este numerador.. . ? ? ?+? =?  A soma dos elementos de cada linha do triângulo é uma potência de 2.. .. Se ? + ? = ?.stoodi.?! 0 1 2 3 4 . 4 . Define-se então o número binomial de classe k: P 0 1 2 3 4 ? ?! N ( )= ? ?! (? − ?)! 0 0 ( ) . figura da esquerda.. .  Em cada linha do triângulo... 0 1 1 1 ( ) ( ) .... 0 1 2 ?! ?! 3 3 3 3  (?0) = = =1 3 ( ) ( ) ( ) ( ) . ..... figura da direita..... Números binomiais complementares 3 1 3 3 1 .0! ?!.... cujo expoente é o número da linha: Propriedade 2: Relação de Stifel ? ? ?+1 ( )+( )=( ) ? ? ? ? ? ?+1 ?+1 ( ) + ( ) + ( ) + ⋯ + ( ) = 2? 0 1 3 ? AULA 4 – TEOREMA DAS LINHAS. AULA 2 – PROPRIEDADES DOS NÚMEROS BINOMIAIS 2 1 2 1 . Propriedade 1 ?=?  Numa linha..(?−1)!  (?1) = = (?−1)! =? 1!(?−1)! ?! ?! ?!  (??) = = = =1 ?!(?−?)! ?!..  A partir da 3ª linha. . .

. n  n  n       p n  p  Genericamente a propriedade é escrita da seguinte forma: Exemplo 6 6  5  5   n   n  1  n  2   n  3   n  k   n  k  1      .BINÔMIO DE NEWTON 2) A soma dos binomiais da linha n é igual a 2n. Observação: A soma inicia-se a partir do primeiro elemento da coluna.                  ...     2n  0  1   2   3  n Exemplo  3   3  3   3             23  8  0  1   2   3  Escrito na forma de binômio: 3) A soma dos elementos de uma coluna é igual ao elemento que está avançado uma linha e uma coluna. ou seja.br 2 . Propriedades do triângulo de Pascal 1) Os binomiais equidistantes dos extremos são iguais.. Ou de forma genérica n n n n n             .        2  4  3  2  n  n  n   n  n   n 1  Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. do binômio do tipo De modo geral segue a seguinte relação: n   .stoodi. tomado a partir do último elemento.com.

AULA 6 – TERMO GERAL DO BINÔMIO DE NEWTON Todo termo do desenvolvimento do binômio de Newton pode ser representado pela expressão: ? ??+1 = ( ) ? ?−? ? ? ? Observação: A soma em diagonal tem o elemento da primeira coluna do triângulo como sua primeira parcela. 0 De modo geral a propriedade pode ser escrita do seguinte modo:  n   n  1  n  2   n  3   n  k   n  k  1             ..br 3 . Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.. onde n é o expoente de (? + ?)? . o binômio do tipo   ..com.        0  1   2   3  k  k  Exemplo:  4  5  6   7  8                0  1   2   3   3  AULA 5 – BINÔMIO DE NEWTON Sabemos que: (? + ?)0 = 1 (? + ?)1 = ? + ? (? + ?)2 = 1? 2 + 2?? + 1? 2 (? + ?)3 = 1? 3 + 3? 2 ? + 3?? 2 + 1? 3 (? + ?)4 = 1? 4 + 4? 3 ? + 6? 2 ? 2 + 4?? 3 + 1? 4 . BINÔMIO DE NEWTON Exemplo Obseve que os coeficientes de cada desenvolvimento formam a linha do triângulo de Pascal de ordem n.. n Ou seja. Então.... podemos escrever:  5  6  7  8  9                ? ? ?  5  5   5   5  6 (? + ?)? = ( ) ? ? ? 0 + ( ) ? ?−1 ?1 + ( ) ? ?−2 ? 2 + ⋯ 0 1 2 ? + ( ) ? 0 ?? 4) A soma da diagonal é igual ao elemento que está ? imediatamente abaixo da última coluna.stoodi.

todos os elementos do espaço amostral tem a mesma chance de acontecer.  : número de elementos do conjunto Evento Então a probabilidade de A acontecer. dado que B (E) aconteceu é indicada e calculada por:  : número de elementos do conjunto Espaço Amostral (S) Obs: Obs:  A probabilidade do evento E acontecer será  e são calculados em relação ao sempre um número entre 0 e 1: espaço amostral original S.br 1 . Sejam A e B dois eventos do mesmo espaço amostral S. acontecer é: Espaço amostral É o conjunto de todos os possíveis resultados de um AULA 4 – UNIÃO DE DOIS EVENTOS experimento aleatório. Então a probabilidade do evento A ou do evento B acontecer é dada por: Evento Qualquer subconjunto de um espaço amostral. ou seja.com. amostral .PROBABILIDADES AULA 1 – INTRODUÇÃO AULA 3 – EVENTOS COMPLEMENTARES Experimento aleatório Eventos complementares Experimentos aleatórios são os fenômenos que Seja um evento que é subconjunto de um espaço apresentam resultados imprevisíveis quando repetidos. AULA 2 – PROBABILIDADE DE UM EVENTO Neste caso dizemos que os eventos são mutuamente exclusivos e temos: A probabilidade de ocorrer o evento E em um espaço amostral S é dada por: AULA 5 – PROBABILIDADE CONDICIONAL Onde: Sejam A e B dois eventos do mesmo espaço amostral S. A probabilidade do evento condições. Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  A fórmula é válida para um conjunto equiprovável.stoodi. Normalmente indicado pela letra E. Chamamos de evento complementar de o mesmo que a repetição seja feita sob as mesmas evento tal que . Normalmente indicado pela letra S. Obs: Eventos mutuamente exclusivos  O evento { } (conjunto vazio) é chamado de Se os eventos tiverem intersecção nula: evento impossível.  O evento S (espaço amostral) é denominado evento certo.

com. se o fato de um evento ocorrer não influencia a probabilidade do outro acontecer. Em outras palavras.br 2 . a probabilidade do evento A e do evento B acontecerem simultaneamente será dada por: Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. dizemos que os eventos são independentes.PROBABILIDADES AULA 6 – INTERSECÇÃO DE DOIS EVENTOS Sejam A e B dois eventos do mesmo espaço amostral S. Intersecção de dois eventos independentes Como . Então a probabilidade do evento A e do evento B acontecerem simultaneamente é dada por: ou AULA 7 – EVENTOS INDEPENDENTES Eventos independentes Se . os eventos são independentes.stoodi.

{?. são os números no formato: Para somarmos números complexos. ? Para subtrairmos números complexos. Dado um número complexo ? = (?.stoodi. Indicamos por Im(z)=y. ?) = ?. imaginária igual a parte imaginária.  y: parte imaginária de z.br 1 . ?1 = ?2 ⇔ ? = ? ? ? = ? Usualmente. AULA 3 – POTÊNCIAS DE i Unidade imaginária Sendo ? ∈ ℕ.1) = ? ? 4?+2 = ? 2 = −1 Pela definição de números complexos. ?).com. ? com parte real e parte imaginária com parte imaginária: (? + ??) + (? + ??) = (? + ?) + (? + ?). ?) de números reais. ou seja. ? 4?+1 = ? 1 = ? (0. ?).1) é chamado de unidade imaginária e é ? 4? = ? 0 = 1 representado por i. Os números reais são os números complexos cuja parte imaginária é zero. é o conjunto dos iguais se: pares ordenados (?. para os quais estão definidas.NÚMEROS COMPLEXOS AULA 1 – INTRODUÇÃO AULA 2 – IGUALDADE ENTRE NÚMEROS COMPLEXOS Definição Dois números complexos ?1 = ? + ?? e ?2 = ? + ?? são O conjunto dos números complexos. de forma específica. ? Forma algébrica Os números complexos podem ser representados como: Subtração de números complexos ? = (?. ?} ⊂ ℝ. somamos parte real (0. são os números no formato: (?. 0) = ? AULA 4 – SOMA E SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS Números imaginários COMPLEXOS Os imaginários puros são os números complexos cuja Soma de números complexos parte real é zero. representa-se por ? o número complexo Regra prática: parte real igual a parte real e parte (?. temos: O número (0. ? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ?) = ? + ?. ou seja. ℂ. subtraímos parte real de parte real e parte imaginária de parte imaginária: Esta forma é conhecida como forma algébrica do número complexo. dizemos que:  x: parte real de z. tem-se: ? 4?+3 = ? 3 = −? 2 ? = −1 ⇒ ? = √−1 Regra prática: a potência ? ? será igual a ? ? onde r é o Números reais resto da divisão de k por 4. algumas operações. (? + ??) − (? + ??) = (? − ?) + (? − ?). Indicamos por Re(z)=x.

Neste plano: ̅̅̅̅̅̅̅̅̅ ?1 + ?2 = ?̅1 + ?̅2  o eixo horizontal representa a parte REAL dos  O conjugado da diferença é igual à diferença dos números complexos.  O conjugado do produto é igual ao produto dos  chamamos de AFIXO o ponto que representa um conjugados: número complexo no plano. ?1 ∙ ?2 = ?̅1 ∙ ?̅2 ̅̅̅̅̅̅̅̅  O produto de um número complexo por seu Definimos ainda: conjugado é um número real não negativo:  Módulo de um número complexo: distância do ?1 ∙ ?̅1 = (? + ??) ∙ (? − ??) = ? 2 + ? 2 afixo até a origem do plano.br 2 . denominado Plano de Argand-Gauss. ? AULA 7 – DIVISÃO DE NÚMEROS COMPLEXOS Obs: A divisão de dois números complexos pode ser efetuada Para a multiplicação de números complexos valem as representando-se a divisão como uma fração e então propriedades: multiplicando numerador e denominador pelo conjugado do denominador. o denominador torna-se um  Comutativa: ?1 ∙ ?2 = ?2 ∙ ?1 número real e o resultado da divisão é obtido:  Distributiva: ?1 ∙ (?2 + ?3 ) = ?1 ∙ ?2 + ?1 ∙ ?3 e ? + ?? ? − ?? ?? − ??? + ??? − ??? 2 (?1 + ?2 ) ∙ ?3 = ?1 ∙ ?3 + ?2 ∙ ?3 ∙ = ? + ?? ? − ?? ? 2 − ?2 ? 2 (?? + ??) + (?? − ??)? = ⇒ ? 2 + ?2 ? + ?? ?? + ?? ?? − ?? = +( 2 )∙? AULA 6 – CONJUGADO DE UM NÚMERO COMPLEXO ? + ?? ? 2 + ?2 ? + ?2 O conjugado de um número complexo ? = ? + ?? é o mesmo número complexo. conjugados:  o eixo vertical representa a parte IMAGINÁRIA ?1 − ?2 = ?̅1 − ?̅2 ̅̅̅̅̅̅̅̅̅ dos números complexos.com. porém com o sinal invertido na parte imaginária: ?̅ = ? − ?? AULA 8 – REPRESENTAÇÃO GEOMÉTRICA Propriedades dos conjugados Plano de Argand-Gauss  O conjugado da soma é igual à soma dos A representação geométrica de um número complexo é conjugados: feita em um plano semelhante ao plano cartesiano.  A soma de um complexo com seu conjugado é  Argumento de um número complexo: ângulo igual a duas vezes sua parte real: formado entre o eixo horizontal e o segmento Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Com isso. realizamos a ?1 − ?̅1 = 2?? distributiva normalmente e reagrupamos parte real com parte real e parte imaginária com parte imaginária nos resultados.NÚMEROS COMPLEXOS AULA 5 – MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS ?1 + ?̅1 = 2? COMPLEXOS  A diferença de um complexo com seu conjugado Produto de números complexos é igual a duas vezes sua parte imaginária: Para multiplicarmos números complexos. lembrando que ? 2 = −1: (? + ??) ∙ (? + ??) = ?? + ??? + ??? + ??? 2 ?? + ??? + ??? − ?? = (?? − ??) + (?? + ??).stoodi.

chegamos à forma Módulo de um número complexo trigonométrica de um número complexo: O valor do módulo ? do número complexo ? = ? + ?? pode ? = ? ∙ (??? ? + ? ∙ ??? ?) ser calculado com auxílio do Teorema de Pitágoras. e resulta em: |?| = ? = √?2 + ? 2 Obs:  Como o módulo é calculado a partir da soma de AULA 10 – MULTIPLICAÇÃO NA FORMA dois quadrados.b) Portanto. o resultado será dado por: ? ? = ?? ∙ [??? (? ∙ ?) + ? ∙ ??? (? ∙ ?)] Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com.  O argumento será sempre um ângulo tal que podemos inferir que ao elevarmos um número complexo ? ≤ ? < ?? ???. temos: O a Re ? = ? + ?? ⇒ ? = ? ∙ ??? ? + ? ∙ ??? ? ∙ ? Colocando ? em evidência. ? = ? ∙ (??? ? + ? ∙ ??? ?)ao expoente natural n. como ? = ? + ??. Dados dois números complexos não nulos ?1 e ?2 tais que ?1 = ?1 ∙ (??? ?1 + ? ∙ ??? ?1 ) e ?2 = ?2 ∙ (??? ?2 + ? ∙ ??? ?2 ).stoodi. ele será sempre um número TRIGONOMÉTRICA maior ou igual a 0. então o produto de ?1 e ?2 pode ser facilmente calculado Argumento de um número complexo como: O valor do argumento ? do número complexo ? = ? + ?? ?1 ∙ ?2 = ?1 ∙ ?2 ∙ [??? (?1 + ?2 ) + ? ∙ ??? (?1 + ?2 )] pode ser calculado com auxílio de relações trigonométricas e resulta em: ? ??? ? = ? ? ??? ? = ? AULA 11 – POTENCIAÇÃO NA FORMA TRIGONOMÉTRICA Obs: Como consequência do produto no formato trigonométrico. temos que: b ? = ? ∙ ??? ? ? = ? ∙ ??? ? θ E. Já vimos que: Para um número complexo ? = ? + ?? teremos: ? ??? ? = ? z = a + bi ? ??? ? = Im ? P (a.br 3 . medido no sentido AULA 9 – FORMA TRIGONOMÉTRICA anti-horário.NÚMEROS COMPLEXOS que liga a origem ao afixo.

então o quociente de ?1 e ?2 pode ser facilmente calculado como: ?1 ?1 = .com.NÚMEROS COMPLEXOS AULA 12 – DIVISÃO NA FORMA TRIGONOMÉTRICA Dados dois números complexos não nulos ?1 e ?2 tais que ?1 = ?1 ∙ (??? ?1 + ? ∙ ??? ?1 ) e ?2 = ?2 ∙ (??? ?2 + ? ∙ ??? ?2 ). [cos(?1 − ?2 ) + ?.br 4 . ???(?1 − ?2 )] ?2 ?2 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi.

Obs:  Chamamos e de coeficientes Subtração de polinômios do polinômio..br 1 . Valor numérico de um polinômio Obs: Obter o valor numérico de um polinômio para significa calcular o valor do polinômio quando substituímos  O grau do produto de dois polinômios não-nulos por . e somente se.POLINÔMIOS AULA 1 – INTRODUÇÃO AULA 3 – SOMA E SUBTRAÇÃO DE POLINÔMIOS Denominamos polinômio na variável e indicamos por Soma de polinômios as expressões do tipo: A soma de polinômios é realizada somando-se os coeficientes dos termos que apresentam o mesmo grau. termos do polinômio. e de coeficientes dos termos que apresentam o mesmo grau.. realiza-se a multiplicação convencional de expressões algébricas. chamamos de termo independente. todos os seus coeficientes forem nulos. Isto é indicado por é a soma dos graus desses polinômios..  A variável é um número complexo. Obs:  Em especial. utilização da propriedade distributiva. respectivamente de quociente e resto da divisão. Os quatro polinômios são tais que: Polinômio identicamente nulo Um polinômio é identicamente nulo se. ou seja. Para polinômio Analogamente à divisão entre números reais. se somente se. grau igual à soma ou diferença dos graus dos . se o resto nulo não se define grau. O polinômio é chamado de dividendo e o polinômio é chamado de divisor. ou seja. pois ele é independente de . agrupam-se os termos de mesmo grau. Raiz de um polinômio AULA 5 – DIVISÃO DE POLINÔMIOS Dizemos que um valor é raiz do polinômio quando A divisão de um polinômio por um polinômio . . é o valor que quando substituído no pode ser indicada na chave por: lugar do torna o polinômio igual a . polinômios originais. Após a realização de todas as multiplicações.stoodi. . Grau de um polinômio AULA 4 – MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS O grau de um polinômio é indicado por e é igual ao A multiplicação de polinômios é feita termo a termo. A subtração de polinômios é realizada subtraindo-se os  Chamamos . Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. for nulo. A(x) B(x) R(x) Q(x) AULA 2 – IDENTIDADE DE POLINÔMIOS Dois polinômios são idênticos se.  O polinômio resultante da soma ou da diferença entre dois polinômios não tem. os Os polinômios e são chamados coeficientes dos termos correspondentes forem iguais.com. com a maior expoente da variável x com coeficiente não-nulo. necessariamente. dizemos que a divisão é exata e que é divisível por . ou seja.

Colocar o valor de do lado esquerdo da grade e os coeficientes do polinômio ao lado 2. an divisor.br 2 .  o grau de (para não-nulo) será sempre menor que o grau do divisor : AULA 8 – DISPOSITIVO DE BRIOT-RUFFINI O dispositivo de Briot-Ruffini é uma forma prática de encontrar o quociente e o resto da divisão de um polinômio . na ordem decrescente dos expoentes de . então é divisível pelo produto . “Descer” o primeiro coeficiente: quociente. Realizar a soma do dividendo com este polinômio resultante e escrever o resultado 5.. e somente se.com. Caso falte algum termo.POLINÔMIOS Obs: Teorema  o grau de é igual à diferença dos graus de Sendo um polinômio divisível por e por .. método da chave que consiste nos seguintes passos: 2. Se o grau deste polinômio for maior ou igual ao coeficiente: grau do divisor. Dividir o primeiro termo do dividendo pelo primeiro termo do divisor e colocar o resultado no 4. Multiplicar o número de baixo por . polinômio por um binômio é igual a 6. 3. parar o procedimento. Escrever os polinômios na ordem decrescente de seus expoentes de x. completar com zero. 4.. Teorema de D’Alembert Este teorema pode ser entendido como consequência do O último número obtido na linha de baixo será o resto da teorema do resto: a divisão de um polinômio por um divisão e os números anteriores serão os coeficientes do binômio é exata se. a0 5. Se o grau deste polinômio for menor do que o grau + do divisor. completar com zero. em ordem decrescente: Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. inverter o sinal e colocar abaixo do termo correspondente no dividendo. 3. Multiplicar este resultado por cada termo do a a0 a1 a2 . até que se esgotem os AULA 7 – TEOREMA DE D’ALEMBERT coeficientes de . por um binômio . repetindo o procedimento a partir do passo 3. 1. an AULA 6 – TEOREMA DO RESTO = O teorema do resto diz que o resto da divisão de um x a0 . direito da grade.. . Este polinômio será um novo dividendo. somar o abaixo. Caso falte algum termo. a a0 a1 a2 . O dispositivo consiste nos seguintes passos: Método da Chave 1. resultado com o próximo coeficiente de e escrever o resultado diretamente abaixo deste 6. prosseguir com a divisão. e : com . quociente da divisão. Escrever o polinômio na ordem decrescente A divisão entre os polinômios pode ser realizada pelo de seus expoentes de x.. Tomar este resultado obtido e repetir o passo 5 coeficiente a coeficiente..stoodi.

fatorada de :  O resto permanece inalterado! AULA 10 – EQUAÇÕES POLINOMIAIS .. caso estejamos realizando a divisão de um AULA 12 – EQUAÇÕES POLINOMIAIS - polinômio por um binômio do tipo .com. então o  Ao finalizarmos o procedimento. Dizemos que a equação tem grau n. uma raiz complexa. Se é raiz de multiplicidade do polinômio ..  Se uma equação algébrica tem grau ímpar. Os valores que. então também será. valor de para a execução do dispositivo. encontrar os valores que compõem COMPLEXAS o conjunto solução ou conjunto verdade da equação. Solucionar a equação é encontrar todas AULA 14 – EQUAÇÕES POLINOMIAIS . faremos MULTIPLICIDADE DE UMA RAIZ pequenas alterações ao Briot-Ruffini convencional: Um polinômio na forma fatorada pode apresentar fatores  No campo da esquerda da grade colocaremos o repetidos. sendo o quociente obtido no Briot-Ruffini.TEOREMA FUNDAMENTAL DA ÁLGEBRA Obs: Teorema fundamental da álgebra  As raízes complexas sempre virão aos pares. quando dividimos por um binômio . an  A raiz complexa não necessariamente tem parte imaginária (mas pode ter!). ela terá necessariamente pelo menos uma raiz real. então pelo menos.. dividiremos os fator aparecerá elevado ao expoente na forma coeficientes do quociente por . o grau do quociente será uma unidade inferior ao grau de O polinômio pode ser decomposto em um produto de .POLINÔMIOS Obs: a a0 a1 a2 . tornam a igualdade uma verdade são chamados de raízes ou zeros da equação. quando substituídos no lugar de x. coeficientes do resto Decomposição em fatores do 1º grau quociente Seja um polinômio de grau : Note que. Sendo raiz da equação . Logo.REDUÇÃO DE GRAU Quando igualamos um polinômio a zero. Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. AULA 11 – EQUAÇÕES POLINOMIAIS .INTRODUÇÃO AULA 13 – EQUAÇÕES POLINOMIAIS . isto é. fatores do 1º grau no formato onde são suas raízes: AULA 9 – BRIOT-RUFFINI PARA DIVISÃO DE P(x) POR (ax-b) Agora. podemos utilizar o dispositivo de Briot-Ruffini para “reduzir o grau” da equação. Isto indica multiplicidade de raízes. chegamos a uma equação polinomial (ou equação algébrica): Dada uma equação polinomial de grau .. se conhecermos uma de suas raízes.RAÍZES as suas raízes. então também será raiz dessa equação. Se for raiz de multiplicidade . Toda equação algébrica de grau admite.br 3 .stoodi. para encontrarmos as outras raízes de Raiz ou zero de uma equação polinomial basta encontrarmos as raízes de . As raízes do quociente obtido também serão raízes do polinômio . Um número real b0 b1 b2 . c também é considerado um número complexo.

e .RELAÇÕES DE GIRARD Equação do 2º grau Seja a equação . onde . Testar os valores e verificar se são raízes. onde . cujas raízes são e . Então: Equação do 3º grau Seja a equação . cujas raízes são . Então: de coeficientes inteiros. Listar todos os possíveis valores de . 3.POLINÔMIOS AULA 15 – EQUAÇÕES POLINOMIAIS . Podemos escrever então um procedimento para encontrar possíveis raízes racionais de : 1. é raiz dessa equação.br 4 . Listar os divisores de (valores de ). . então é divisor de e é divisor de .RAÍZES Equação do 4º grau RACIONAIS Seja a equação . Então: Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Seja a equação algébrica cujas raízes são . Se o número racional ( e . com e primos entre si). Listar os divisores de (valores de ). onde . 4. AULA 16 – EQUAÇÕES POLINOMIAIS . 2.stoodi. e .com.

Quando isso ocorre o valor final L = V – C. após as variações pode ser escrito como: Quando a diferença entre V e C é um número negativo  p  p  dizemos que houve um prejuízo. o segundo é calculado a C partir do valor atual. o valor inicial indicado por: passa a ser:  p  p  V f  1  1 .Vi  100   p  p  1  1 .  Lucro em relação a venda: De modo geral o valor final é dado por: L L(%)  V  p  p  p   p  V f  1  1 . temos: Quando um valor inicial Vi recebe um aumento de p%  p  p  V f  1  1 . ou seja.1  2 . número entre 0 e 1.1  2  indica o desconto acumulado após os  100  100  Chamamos 1  p  de fator multiplicativo. e não em relação ao primeiro valor Vi.  100   100   p  Observe que o fator multiplicativo para o desconto é um 1  2  . V f  1  1 .1  3   1  n Vi  100  100  100   100  Observação: A multiplicação de todos os fatores multiplicativos indica o aumento acumulado após os sucessivos aumentos. Nesse caso.br 1 .Vi  100   p  Onde o primeiro fator 1  1  representa o aumento e O fator multiplicativo para o desconto é 1  p  . nesse caso o valor final será valor inicial passa a valer Vf.1  3   1  n Vi  100   100   100   100  Desconto É bastante comum aparecer situações com aumentos e Quando o valor inicial Vi recebe um desconto de p% esse descontos sucessivos.MATEMÁTICA FINANCEIRA AULA 1 – LUCRO / PREJUÍZO AULA 3 – AUMENTOS E DESCONTOS SUCESSIVOS O lucro é a diferença entre o preço de venda V e o preço Um valor inicial pode sofrer aumentos sucessivos de de custo C. É importante destacar L(%)  que após o primeiro aumento.  100   100   p  A multiplicação dos fatores multiplicativos V f  1  . V f  1  1 .1  2 Vi  100   100   Lucro em relação ao custo: Aqui o valor inicial recebeu dois aumentos sucessivos. AULA 2 – AUMENTOS / DESCONTOS Aumento Nas situações envolvendo descontos sucessivos.1  2 Vi esse valor inicial passa a valer Vf. o desconto.1  2 . aumentos e descontos simultâneos ou descontos sucessivos. Se o fator resultante for um número maior que Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com.stoodi.Vi  p   100  100  V f  1  .  100  Observação: A multiplicação dos fatores multiplicativos indica se no final houve um aumento ou desconto no acumulado.1  2 . o L primeiro de p1% e o segundo de p2%. diferentes valores.  100  temos condições para determinar o valor final após o De maneira geral o valor final após os sucessivos aumento sem fazer uso da quantidade incrementada. a partir dele sucessivos descontos. do valor aumentado. descontos é dado por: Observe que o fator multiplicativo para o aumento é um  p  p  p   p  número maior que 1.

100 onde C representa o capital. unidade de tempo.  p  desconto. A soma entre o capital C e os juros do período representa o montante M. o tempo também deverá estar ao mês. houve um amento.C Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  No composto a porcentagem é calculada em relação ao último valor. em relação ao valor atual. se for um número entre 0 e 1.  Nos juros simples a porcentagem calculada ou o aumento percentual é calculado sempre em relação ao valor inicial.MATEMÁTICA FINANCEIRA 1. Observação 1: O montante representa o valor final de aumentos sucessivos. t onde M representa o montante. se o i estiver ao ano.stoodi. Repare que M = Vf e 1    (1  i )  100  Os juros serão determinados da mesma forma que nos juros simples: AULA 4 – JUROS SIMPLES M  C  J  J  M C Chamamos de juros o valor obtido referente a um empréstimo de dinheiro por um determinado tempo. M  1 i  . Por exemplo.com. ou seja.br 2 . independente do período estimado. i a taxa e t o tempo.1  2 .C . o simples e o composto. há uma correspondência entre a fórmula do montante e os aumentos sucessivos.  p  p  p   p  V f  1  1 . Observação: O tempo e a taxa devem estar no mesmo prazo para o cálculo dos juros.i. Observação 2: A taxa i e o tempo devem estar na mesma Existem dois tipos de juros. i a taxa. M=C+J AULA 5 – JUROS COMPOSTOS Nos juros compostos o incremento será calculado em relação ao montante do período anterior.(1  i). se a taxa i estiver ao mês.t J . t o tempo e C o capital. logo. Por exemplo.(1  i)(1  i). o tempo também deverá estar ao ano. Os juros simples são calculados pela seguinte fórmula: C.1  3   1  n Vi  100   100   100   100  M  (1  i).

???? Ex. quantidade Frequência acumulada absoluta de infrações.br 1 . normalmente expressa em %. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  Variável quantitativa discreta: é proveniente da contagem. ???? (%) = . volume. FREQUÊNCIAS E GRÁFICOS AULA 1 – POPULAÇÃO. Universo estatístico ou população estatística Conjunto de todos os elementos que possuem umca característica em comum. São A frequência relativa será sempre representada por um divididas em qualitativas e quantitativas. AMOSTRA E TIPOS DE AULA 3 – FREQUÊNCIA ABSOLUTA VARIÁVEIS Quantidade de vezes que cada elemento aparece. 10 ?????? Variáveis quantitativas: seus valores são expressos por números.. número de animais. temperatura. número entre 0 e 1. Características estudadas de uma população. É um gráfico muito utilizado analisar a evolução dos dados..com. variável qualitativa quantitativa AULA 6 – GRÁFICOS DE BARRA discreta continua Gráficos de barras verticais Gráfico que apresenta os dados por meio de barras (retângulos) dispostas em posição vertical. Soma de cada frequência absoluta com as freqüências  Variável quantitativa contínua: é proveniente de absolutas anteriores. Amplitude Amplitude de uma amostra é a diferença entre o valor do maior e do menor elemento da amostra. estado civil. A altura de cada barra corresponde à freqüência de cada valor observado. Frequência acumulada relativa Ex. AULA 5 – FREQUÊNCIA ACUMULADA Ex. Amostra AULA 4 – FREQUÊNCIA RELATIVA Subconjunto da população.: cor dos olhos. medida. Soma de cada frequência relativa com as freqüências relativas anteriores.stoodi. O comprimento de cada barra corresponde à freqüência de Lista dos elementos de uma amostra organizados de cada valor observado. forma crescente ou decrescente. Variáveis qualitativas: seus valores são expressos por Para calcular a frequência relativas em %: atributos.. esporte preferido.CONCEITOS BÁSICOS.. Quantidade de vezes que o elemento aparece dividida Variável pelo total de elementos.: altura.: quantidade filhos. Gráfico de barras horizontais AULA 2 – ROL E AMPLITUDE Gráfico que apresenta os dados por meio de barras Rol (retângulos) dispostas em posição horizontal... AULA 7 – GRÁFICOS DE SEGMENTOS Gráfico que apresenta pontos correspondentes aos dados observados e liga-os utilizando segmentos de reta.

FREQUÊNCIAS E GRÁFICOS AULA 8 – GRÁFICOS DE SETORES Gráfico de setores apresenta um formato circular no qual o tamanho do setor circular de cada classe é proporcional à frequência relativa da classe. Para determinar o polígono de freqüências.com.CONCEITOS BÁSICOS. O ângulo de cada setor circular será dado por: ? = ???? (%) ∙ 360° AULA 9 – HISTOGRAMAS E POLÍGONO DE FREQUÊNCIA Gráfico no qual as classes ou intervalos estão no eixo horizontal e o tamanho das barras verticais é proporcional à frequência. também. determina-se o ponto médio de cada barra e liga-os por segmentos de reta. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 2 .stoodi. Pode ser chamado. absoluta ou relativa. de “gráfico de pizza”.

pode existir e ser única São as mais comuns: e pode existir e não ser única.  Par: a mediana é igual à média aritmética entre os dois elementos centrais. em torno de quem estão as maiores frequências.br 1 . ?3 . ?2 . ?3 . é o elemento que está no meio de uma amostra organizada em forma crescente ou decrescente. ?3 + … + ?? .  Média aritmética simples e ponderada  Mediana  Moda AULA 6–DESVIO MÉDIO Medidas de dispersão As medidas de dispersão ilustram o quão “próximos” ou Desvio “afastados” estes elementos estão da média do grupo. ?? com pesos ?1 . ?3 . O desvio de um elemento é o módulo da diferença entre ele e a média da amostra: São as mais comuns: ? = |?? − ?̅ |  Desvio médio  Variância Desvio médio  Desvio padrão O desvio médio de uma amostra é a média aritmética desvios de todos os elementos da amostra: |?1 − ?̅ | + |?2 − ?̅ | + ⋯ + |?? − ?̅ | ?? = ? AULA 2–MÉDIA ARITMÉTICA SIMPLES A média aritmética simples ?̅ de um grupo de elementos ?1 . … .com. ?2 . ?? ?̅ = ?1 + ?2 + ?3 + … + ?? O desvio padrão é a raiz quadrada da variância: (?1 − ?̅ )2 + (?2 − ?̅ )2 + ⋯ + (?? − ?̅ )2 ?? = √??? = √ ? AULA 4–MEDIANA A mediana é o elemento central do rol. A moda é o elemento que mais aparece dentro de uma amostra. ?2 . … . ?? é calculado por: AULA 7–VARIÂNCIA ?1 + ?2 + ?3 + … + ?? ?̅ = A variância de uma amostra é a soma dos quadrados dos ? desvios dividida pelo número de elementos: (?1 − ?̅ )2 + (?2 − ?̅ )2 + ⋯ + (?? − ?̅ )2 ??? = ? AULA 3–MÉDIA ARITMÉTICA PONDERADA Para um grupo de elementos ?1 . ?? calcula-se a média aritmética ponderada por: AULA 8–DESVIO PADRÃO ?1 .MEDIDAS PARA DADOS SIMPLES AULA 1–MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL E DE DISPERSÃO Medidas de tendência central AULA 5–MODA As medidas de tendência central ilustram em torno de qual elemento está distribuída a amostra.stoodi. ou seja. Se o número de elementos for:  Ímpar: a mediana é igual ao elemento central. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ?1 + ?2 . … . A moda pode não existir. ou seja. ?2 + ?3 .

Essa será a classe modal e a moda será dada pelo ponto médio da classe modal. elementos: demos seguir os seguintes passos: (??1 − ?̅ )2 + (??2 − ?̅ )2 + ⋯ + (??? − ?̅ )2 1º) Escrever a frequência acumulada absoluta (??? ) dos ??? = ? dados. A média aritmética será dada pela somatória do produto entre o ponto médio de cada classe Desvio médio pela freqüência absoluta da mesma classe. ?2 + … + ??? . ∑ ?? 2º) Determinar o quociente: ? 3º) Determinar a classe mediana – classe que contém a freqüência acumulada imediatamente maior que o AULA 6 – DESVIO PADRÃO quociente obtido. AULA 4 – DESVIO MÉDIO Para calcular o desvio médio quando temos dados agrupados. dividido pela O desvio médio de uma amostra de dados agrupados é a soma das freqüências. é necessário determinar o ponto médio (PM) de cada classe. é necessário determinar o ponto médio (PM) ? = |?? − ?̅ | de cada classe.br 1 . média aritmética dos desvios de todos os elementos da ??1 .stoodi. O desvio padrão é a raiz quadrada da variância: Chamando a Mediana de Me.MEDIDAS PARA DADOS AGRUPADOS AULA 1 – MÉDIA ARITMÉTICA O desvio de uma classe é o módulo da diferença entre PM e a média da amostra: Para calcular a média aritmética quando temos dados agrupados. Desvio Copyright © 2014Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. AULA 5 – VARIÂNCIA AULA 2 – MEDIANA A variância de uma amostra de dados agrupados é a soma dos quadrados dos desvios dividida pelo número de Para determinar a mediana quando temos agrupado. ?? amostra: ?̅ = ?1 + ?2 + ?3 + … + ?? |??1 − ?̅ | + |??2 − ?̅ | + ⋯ + |??? − ?̅ | ?? = ? O ponto médio (PM) é obtido pela média aritmética dos extremos de cada classe.com. ?1 + ??2 . fazemos: ?? = √??? diferença entre os extremos Me-extremo inferior da classe mediana = ∑f da classe mediana frequência da classe mediana i -f da classe anterior n AC da classe mediana AULA 3 – MODA Para calcular a moda quando temos dados agrupados basta verificar qual classe possui a maior freqüência.

com. se α e β são dois ângulos tais que α + β = 90°.ÂNGULOS NOTÁVEIS . ou seja. A b C Teorema de Pitágoras ?2 + ?2 = ? 2 Relações trigonométricas Sejam:  CO = Cateto oposto  CA = Cateto adjacente  H = Hipotenusa ?? ??? ? = ? ?? ??? ? = ? ?? ??? ? = ?? Observe ainda que: ??? ? ??? ? = ??? ? Ângulos complementares Então. 45º E 60º TRIÂNGULO RETÂNGULO Triângulo retângulo É todo triângulo que tem um ângulo reto. B β c a α . um ângulo de 90˚.TRIGONOMETRIA NO TRIÂNGULO RETÂNGULO AULA 1 .br 1 .stoodi.30º.RAZÕES TRIGONOMÉTRICAS NO AULA 2 . então: ??? ? = ??? ? ??? ? = ??? ? 1 ??? ? = ??? ? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

stoodi. 60 Radiano  Radiano: um ângulo de 1 rad (radiano) é um ângulo que determina na circunferência um arco de comprimento igual ao raio da circunferência. Logo.com.GRAUS E RADIANOS  Os ângulos (ou arcos) no ciclo trigonométrico são medidos a partir do eixo horizontal.  Uma circunferência completa tem 2π radianos. uma sentido anti-horário.br 1 . sen utilizando-se a equivalência: 1 sen α ? ??? = 180° α cos Alguns ângulos importantes -1 cos α 1 -1 Senos e cossenos de alguns ângulos importantes AULA 2 .CICLO TRIGONOMÉTRICO AULA 1 . Relação do ângulo em radianos com o comprimento do arco Relacionamos o ângulo central γ em radianos com o comprimento l do arco delimitado por ele e o raio r por: AULA 3 – SENO E COSSENO DE UM ARCO ? ? = ? No ciclo trigonométrico:  o eixo x representa o eixo dos cossenos Conversão de unidades  o eixo y representa o eixo dos senos Para conversão de unidades. 1  Minuto: um minuto é grau. que determina na circunferência um arco de  Os 4 quadrantes são numerados também no 1 comprimento igual a desta. fazer a regra de três. 60 1  Segundo: um segundo é minuto. Grau e suas subdivisões  São positivos quando medidos no sentido anti- horário e negativos quando medidos no sentido  Grau: um ângulo de 1˚ (grau) é um ângulo central horário.CICLO TRIGONOMÉTRICO Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. 360 circunferência completa tem 360°.

pertencente ao quadrante I: ???(360° − ?) = − ??? ? ???(360° − ?) = ??? ? Parte II Podemos encontrar os senos e cossenos de ângulos Se soubermos o seno e cosseno de um ângulo α.stoodi.br 2 .CICLO TRIGONOMÉTRICO AULAS 4 e 5 .SENOS E COSSENOS Quadrante IV: 360° − α Parte I Se soubermos o seno e cosseno de um ângulo α. equivalentes nos outros quadrantes.com. segundo as seguintes pertencente ao quadrante I: simetrias: Quadrante II: 180° − α sen 180˚– α 1 sen α 180˚– α cos -1 – cos α 1 -1 Podemos encontrar os senos e cossenos de ângulos ???(180° − ?) = ??? ? equivalentes nos outros quadrantes.SIMETRIAS . segundo as seguintes ???(180° − ?) = − ??? ? simetrias: Quadrante I: 90° − α Quadrante III: 180° + α ???(90° − ?) = ??? ? ???(180° + ?) = − ??? ? ???(90° − ?) = ??? ? ???(180° + ?) = − ??? ? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

o eixo das tangentes passa paralelo ao eixo dos senos. segundo as seguintes simetrias: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.CICLO TRIGONOMÉTRICO AULA 6 .com.SIMETRIAS . Em relação ao sinal da tangente temos:  Quadrantes I e III: tangente positiva  Quadrantes II e IV: tangente negativa ???(90° + ?) = ??? ? ???(90° + ?) = − ??? ? Quadrante III: 270° − α Tangentes de alguns ângulos importantes ???(270° − ?) = − ??? ? ???(270° − ?) = −??? ? AULA 7 .br 3 .stoodi.TANGENTE DE UM ARCO Quadrante II: 90° + α Eixo das tangentes No ciclo trigonométrico.TANGENTES Quadrante IV: 270° + α Se soubermos a tangente de um ângulo α. porém tangenciando a circunferência. pertencente ao quadrante I: ???(270° + ?) = − ??? ? ???(270° + ?) = ??? ? Podemos encontrar as tangentes de ângulos equivalentes nos outros quadrantes.

CICLO TRIGONOMÉTRICO Quadrante II: 180° − α AULA 8 .br 4 .stoodi.com.RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS Relação fundamental ???2 ? + ??? 2 ? = 1 ??(180° − ?) = − ?? ? Respeitadas as condições de existência: ??? ? Quadrante III: 360° − α ?? ? = ??? ? ??? ? 1 ???? ? = ??? ? ou ???? ? = ?? ? 1 ??? ? = ??? ? 1 ?????? ? = ??? ? Consequências ??? 2 ? = 1 + ??2 ? ?????? 2 ? = 1 + ????2 ? ??(180° + ?) = ?? ? Quadrante IV: 180° + α ??(360° − ?) = − ?? ? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.RELAÇÃO ENTRE ARCOS x E -x ??? (−?) = −???? ???(−?) = ??? ? ?? (−?) = −?? ? AULA 9 .

? ∈ ℤ (em graus) ? No ciclo trigonométrico. x a estes dividida em n partes iguais ângulos e isolamos x. 2? ? = ? + ?.EQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS DO TIPO sen (n. . x) = k. porém tangenciando a circunferência. 360°. Em relação ao sinal da tangente temos: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.EQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS AULA 1 . x) = k. ? ∈ ℤ (em radianos) ou ? = ? + ?. marcamos no eixo dos cossenos o valor de k e verificamos quais ângulos Expressão dos reais associados à circunferência correspondem àquele valor.EXPRESSÕES GERAIS PARA PONTOS DO  Quadrantes I e III: tangente positiva CICLO Expressão dos reais associados a um ponto AULA 2 . ? ∈ ℤ (em radianos) AULA 3 .com. 180°. x a estes ângulos e isolamos x. ? = ? + ?. 2?. Igualamos então n. as soluções ficarão limitadas à primeira volta do ciclo trigonométrico. ? ∈ ℤ (em graus) Para equações do tipo cos (n. se estivermos resolvendo no intervalo de 0 ≤ x < 2?.EQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS DO TIPO ou cos (n.x) = k ? = ? + ?. o eixo das tangentes passa paralelo ao eixo dos senos. as soluções deverão conter ângulos de outras voltas (eventualmente infinitas soluções). ?. ? ∈ ℤ (em radianos) Observe que: ? ou 360° ? = ? + ?. Igualamos então n.br 1 . ? ∈ ℤ (em graus) Expressão dos reais associados a extremidades de um diâmetro Devemos ficar atentos ainda para o intervalo de resolução da equação. Já se estivermos resolvendo a equação em ℝ. Por exemplo. marcamos no eixo dos senos o valor de k e verificamos quais ângulos correspondem àquele valor. .stoodi. Observe que: ? = ? + ?.x) = k Para equações do tipo sen (n.

marcamos no eixo das tangentes o valor de k e verificamos quais ângulos AULA 6 . x a estes RECAEM EM EQUAÇÕES DO 2º GRAU ângulos e isolamos x. primeira volta do ciclo trigonométrico. as soluções deverão conter equação do 2º grau.sen x + b.br 2 . Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.cos x = c Roteiro para resolução: Devemos ficar atentos ainda para o intervalo de resolução  Formar sistema de 2 equações. Por exemplo. as soluções ficarão limitadas à  Resolver o sistema por substituição.EQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS DO TIPO a.EQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS AULA 5 . as soluções ficarão limitadas à primeira volta do ciclo trigonométrico. as soluções deverão conter ângulos de outras voltas (eventualmente infinitas x = 2π − b + k. Roteiro para resolução: Observe que:  Mudar para uma variável comum (ex: sen x = t). Por exemplo. se estivermos resolvendo no x = b + k. Já se estivermos  Resolver a equação que recairá em uma resolvendo a equação em ℝ. 2π ou x = π − b + k. Igualamos então n. se e somente se Devemos ficar atentos ainda para o intervalo de resolução da equação.EQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS QUE correspondem àquele valor.  Resolver a equação do 2º grau. sen2 x + cos 2 x = 1. como visto na última aula. π AULA 4 . tg x = tg b.x) = k Para equações do tipo tg (n.x) = tg x sen x = sen b. se estivermos resolvendo no primeira relação fudamental.stoodi. se e somente se x = b + k. 2π intervalo de 0 ≤ x < 2?. intervalo de 0 ≤ x < 2?. ângulos de outras voltas (eventualmente infinitas soluções). com auxílio da da equação.  Retornar à variável trigonométrica. 2π soluções).x) = sen x. se e somente se x = b + k.x) = cos x ou tg (n. cos (n.com. Já se estivermos ou resolvendo a equação em ℝ. x) = k. 2π cos x = cos b.EQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS DO TIPO tg (n.EQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS DO TIPO sen (n. AULA 7 .

cos ( ) . sen b cos(a − b) = cos a .FÓRMULAS TRIGONOMÉTRICAS AULA 1 . sen a .stoodi. cos a sen(a − b) = sen a . sen ( ) .com. cos b − sen a .FÓRMULAS DE DUPLICAÇÃO DE ARCOS sen(2a) = 2. cos b + sen b . cos b + sen a .FÓRMULAS DE ?? (? ± ?) tg a + tg b tg (a + b) = 1 − tg a. cos b − sen b .br 1 .FÓRMULAS DE TRANSFORMAÇÃO DE SOMA EM PRODUTO p+q p−q sen p + sen q = 2. sen b AULA 2 . tg a tg(2a) = 1 − tg 2 a AULAS 4 E 5 . cos ( ) 2 2 p+q p−q cos p + cos q = 2. tg b tg a − tg b tg (a − b) = 1 + tg a. cos ( ) 2 2 p−q p+q sen p − sen q = 2. tg b AULA 3 . sen ( ) 2 2 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. cos a cos(a + b) = cos a .FÓRMULAS DE ??? (? ± ?) E ??? (? ± ?) sen(a + b) = sen a . sen ( ) . cos ( ) 2 2 p−q p+q cos p − cos q = −2. sen ( ) . cos a cos(2a) = cos 2 a − sen2 a 2.

stoodi. Exemplo: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  Os intervalos delimitados são soluções da inequação.INEQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS AULA 1 .  O intervalo delimitado é solução da inequação.INEQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS ENVOLVENDO tg x Roteiro para solução:  Marcar o valor de m sobre o eixo das tangentes.INEQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS OBS: verificar se as soluções estão limitadas a 0 ≤ x < 2? ENVOLVENDO sen x OU cos x ou ℝ.com.br 1 .  Verificar quais ângulos têm valores de sen ou cos maiores que m. Exemplo: OBS: verificar se soluções estão limitadas a 0 ≤ x < 2? ou ℝ. Roteiro para solução:  Marcar o valor de m sobre o eixo em questão (sen ou cos). AULA 2 .  Verificar quais ângulos têm tangentes maiores ou menores (dependendo da inequação) que m.

br 1 .FUNÇÃO COSSENO Gráfico da função ? = ??? ? Características da função ? = ??? ?  Domínio: ℝ  Imagem: [−1. pois sen (x + 2π) = sen x AULA 2 . pois cos (−x) = cos x  Período: 2π.com.FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS .FUNÇÃO SENO Gráfico da função ? = ??? ? Características da função ? = ??? ?  Domínio: ℝ  Imagem: [−1. pois sen (−x) = −sen x  Período: 2π.stoodi.FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS AULA 1 .1]  Paridade: par.FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS .1]  Paridade: ímpar. pois cos (x + 2π) = cos x Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

br 2 .com. Fazendo uma restrição ao seu domínio    dos reais ao intervalo  2 . k ∈ ℤ} 2  Imagem: ℝ  Paridade: ímpar. admite inversa.FUNÇÃO TANGENTE Gráfico da função ? = ?? ? Características da função ? = ?? ? π  Domínio: D = {x ∈ ℝ | x ≠ + kπ. denominada arcoseno ou y = arcsenx. pois tg (x + π) = tg x AULA 4 . dado que a função não é injetora. 2  a função passa a ser injetora e desse modo. pois tg (−x) = −tg x  Período: π.FUNÇÃO ARCSEN A função f(x) = senx originária não admite inversa.FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS . 2  : Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS INVERSAS . Assim.stoodi. criamos condições para a existência da função inversa. Observe que não há problema em relação a função seno ser sobrejetora.    Abaixo temos a restrição da função seno ao intervalo  2 .FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS AULA 3 .

O que implica na função arcosen ou f ter 1 Neste caso o domínio da função passa a ser domínio  1. temos o gráfico da função y  arcsenx : Observação O gráfico das funções y  senx e y  arcsenx são simétricos em relação a reta bissetriz dos quadrantes ímpares.stoodi.1 . 2  e a imagem  1.br 3 . lembrando que a função inversa faz o caminho inverso da função original.FUNÇÃO ARCCOS De maneira análoga a função seno.FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS     2 .   : Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Sendo  2 2 assim. a função cosseno originária também não admite inversa.1 e imagem   .FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS INVERSAS . AULA 5 .com. Fazendo a restrição do intervalo dos reais ao 0.   .

1 Im( f )  0. 2  .1] A função cosseno passa admitir inversa. Pois elementos distintos tem imagens iguais.   Im( f )  [1. dado que não é injetora. O gráfico da função y  arccos x é dado por Com os seguinte domínio e imagem: D( f )   1.br 4 .FUNÇÃO ARCTG Originalmente a função tangente não é bijetora.FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS INVERSAS . Fazendo    restrição do domínio à   2 . logo.com. admitindo inversa. AULA 6 . dado que no intervalo 0.1 a função é bijetora (injetora e sobrejetora).   Observação Os gráficos y  cos x e y  arccos x são simétricos em relação a reta bissetriz dos quadrantes ímpares. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. a função passa a ser injetora.  à  1.stoodi.FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS D( f )  0.

y  arctgx . é dado por    Com D( f 1 )  R e Im( f 1 )    .FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS    D( f )    .com.  2 2 Observação Os gráficos das funções y  tgx e y  arctgx são simétricos em relação a reta bissetriz dos quadrantes ímpares.br 5 .   2 2 Im( f )  R O gráfico da função inversa da tangente. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  .stoodi.

f s h g Obs: ângulos congruentes são ângulos que possuem a mesma medida na mesma unidade-padrão.stoodi. a b r Minuto: um minuto (1’) é a medida do ângulo obtido ao se d c dividir um grau em 60 partes iguais. α α A β O AÔB AULA 2 – DUAS RETAS PARALELAS E UMA B TRANSVERSAL Na figura formada por duas retas paralelas cortadas por uma transversal.  bed Representado pelo símbolo:  eeg  feh São chamados de alternos internos os ângulos:  cee Ângulo obtuso: possui medida entre 90° e 180° (9  def ) São chamados de alternos externos os ângulos: Ângulo raso: possui medida igual a 180° ( )  aeg  beh Classificação de ângulos quanto à sua relação com Nesta situação. todos os ângulos podem ser reduzidos a apenas 2 ângulos: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. r s Segundo: um segundo (1”) é a medida do ângulo obtido ao e se dividir um minuto em 60 partes iguais.ÂNGULOS AULA 1 – CLASSIFICAÇÃO Ângulos opostos pelo vértice: ângulos opostos formados pela intersecção de duas retas concorrentes. alternos internos e alternos externos Ângulo nulo: possui medida igual a 0° ( ) São opostos pelo vértice os ângulos: Ângulo agudo: possui medida entre 0° e 90° ( )  aec Ângulo reto: possui medida igual a 90° ( ). formam-se oito ângulos: Unidades de medida t Grau: um grau (1°) é a medida do ângulo obtido ao se dividir uma circunferência em 360 partes iguais. Ângulo Ângulo geométrico é formado por duas semirretas de β mesma origem.br 1 . podem ser estabelecidas diversas outros ângulos relações entre os ângulos: Ângulos complementares: somados resultam em 90°  ( )   Ângulos suplementares: somados resultam em 180°  ( ) Assim.com. Classificação de ângulos quanto à sua medida Opostos pelo vértice.

stoodi.ÂNGULOS t α β r β α r s α β s β α Nesta situação: .br 2 .com. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. A soma dos ângulos internos de um triângulo qualquer é igual a 180°:  Todos os seus ângulos são agudos. A soma de um ângulo interno e um externo é igual a 180°: 60° 60° B C Atenção: Todo triângulo equilátero é classificado também α β como isóceles. A α β β B C β γ Triângulo equilátero B C  Possui três lados congruentes entre si. Classificação de triângulos quanto a seus ângulos Triângulo acutângulo 2. β γ A B C α Triângulo isóceles  Possui pelo menos dois lados congruentes entre si.TRIÂNGULOS AULA 1 – CLASSIFICAÇÃO E ÂNGULOS A Classificação de triângulos quanto aos lados α Triângulo escaleno  Possui três lados distintos entre si. β C B Triângulo obtusângulo A α  Possui um ângulo obtuso e dois ângulos agudos. A β γ α B C Triângulo retângulo  Possui um ângulo reto (90°) e dois ângulos agudos.stoodi.com.br 1 . A Alguns teoremas importantes relativos a triângulos 60° 1.

passando pelo seu ponto médio.br 2 . γ A β 4. A AULA 2 – SEGMENTOS E PONTOS NOTÁVEIS SEGMENTOS NOTÁVEIS B C Mediana A  Segmento com extremos e um vértice e no ponto médio do lado oposto. A medida de um ângulo externo é igual à soma das medidas dos dois ângulos internos não adjacentes a ele: B M C α Altura α+β β  Segmento perpendicular ao lado. A B C PONTOS NOTÁVEIS B M C Baricentro Bissetriz  Ponto de encontro das medianas.com. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.TRIÂNGULOS A  Semirreta com origem no vértice do ângulo α interno.stoodi. com extremo no vértice oposto. A soma dos ângulos externos de um triângulo α qualquer é igual a 360°: B C Mediatriz α  Reta perpendicular ao lado. dividindo-o em dois ângulos congruentes. A β γ B C α 3.

com.  Não possui nenhuma propriedade relevante.stoodi. sua área pode ser calculada pela Fórmula de Herão: A Nesta fórmula. A AULA 3 – ÁREA DE UM TRIÂNGULO Fórmula 1 N a P G A área de um triângulo é igual à metade do produto da 2a base b pela altura h: B M C Incentro Fórmula 2 (Fórmula de Herão)  Ponto de encontro das bissetrizes  É o centro da circunferência inscrita no triângulo Sendo a.br 3 . B C A Então a área do triângulo pode ser calculada por: C B D AULA 4 – RELAÇÕES MÉTRICAS NO TRIÂNGULO Importante: no triângulo equilátero.TRIÂNGULOS  É o centro de gravidade do triângulo. os quatro pontos RETÂNGULO notáveis coincidem. b e c os lados de um triângulo. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Dado um triângulo qualquer: A Circuncentro α  Ponto de encontro das mediatrizes. a partir do vértice. a b  É o centro da circunferência circunscrita ao triângulo. p é o semiperímetro do triângulo: I Atenção: a grande vantagem desta fórmula é a possibilidade de calcular a área de um triângulo B C conhecendo-se apenas os tamanhos de seus lados e nada mais.  Divide a mediana em uma proporção 2:1. Ortocentro Fórmula 3  Ponto de encontro das alturas.

vale o Teorema de Pitágoras: AULA 5 – TEOREMA DOS COSSENOS Dado um triângulo: A α c b β γ B a C O Teorema dos Cossenos ou Lei dos Cossenos fala que valem as seguintes relações: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. n: projeções  h: altura O Teorema dos Senos fala que valem as seguintes relações: Então. podemos utilizar diretamente as seguintes relações: Além disso.TRIÂNGULOS Considere um triângulo retângulo qualquer: A AULA 6 – TEOREMA DOS SENOS b c Dado um triângulo: h m n A B C a c α R b Temos que: O β γ  a: hipotenusa B a C  b.stoodi.br 4 . c: catetos  m.com.

A α α Casos b c  LAL Lado-ângulo-lado  ALA Ângulo-lado-ângulo  LLL Lado-lado-lado m n  LAAo Lado-ângulo-ângulo oposto B C Atenção: no triângulo retângulo. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. pode-se estabelecer uma série de relações entre as medidas envolvidas.stoodi. há um caso adicional: Neste caso.com.  Os lados são congruentes. o Teorema da Bissetriz Externa diz que vale a relação: Dado um conjunto de retas nestas condições. o Teorema da Bissetriz Interna diz que vale a relação:  CH Cateto-hipotenusa AULA 2 – TEOREMA DE TALES “Se um feixe de retas paralelas tem duas transversais.SEMELHANÇA AULA 1 – CONGRUÊNCIA DE TRIÂNGULOS AULA 3 – TEOREMA DA BISSETRIZ INTERNA Dois triângulos são congruentes se. AULA 4 – TEOREMA DA BISSETRIZ EXTERNA então a razão de dois segmentos de uma transversal é igual à razão dos segmentos correspondentes da outra Observe um triângulo e sua bissetriz externa: transversal”. e somente se. e somente se: Observe um triângulo dividido por sua bissetriz interna:  Os ângulos internos são congruentes. seus ângulos internos forem respectivamente congruentes e seus lados correspondentes proporcionais. como por exemplo: AULA 5 – SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS – DEFINIÇÃO Dois triângulos são semelhantes se.br 1 . A α x α c y b u v B a C m z w n r s t r s t Neste caso.

podemos buscar E F os seguintes casos:  AA – Ângulo-ângulo: pelo menos dois ângulos Observe que: internos congruentes. A A α B C D E β γ Se então . A obedecendo à mesma razão de semelhança: M N Caso especial B C Considere dois triângulos na configuração abaixo: Neste caso.stoodi.  LLL – Lado-lado-lado: todos os três lados proporcionais.br 2 . podemos dizer que os triângulos são estejam nesta ordem para que seja garantida a semelhantes. e vale a relação: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.SEMELHANÇA Considere os triângulos abaixo. MÉDIA DE UM TRIÂNGULO Considere o triângulo ABC e o triângulo AMN. nesta ordem: relação de semelhança. conforme Relação entre perímetros figura abaixo: Dados dois triângulos semelhantes de razão de semelhança k. Neste caso. seus perímetros também são proporcionais.com. Atenção: é necessário que o lado-ângulo-lado Portanto. onde M é ponto médio de AB e N é ponto médio de AC. valem as seguintes relações: AULA 7 – SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS – BASE Chamamos k de razão de proporção entre os triângulos. B C D α AULA 6 – SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS – CASOS DE SEMELHANÇA β γ Para identificar triângulos semelhantes. que atendem a estas condições.  LAL – Lado-ângulo-lado: um ângulo congruente e os dois lados adjacentes a ele proporcionais.

Em outras palavras: seja k a razão de semelhança entre dois polígonos convexos semelhantes quaisquer. todos os lados correspondentes podem ser escritos como uma razão que será igual à razão de semelhança k entre os dois polígonos. entre perímetros.br 3 .stoodi.SEMELHANÇA AULA 8 – POLÍGONOS SEMELHANTES Definição: dois polígonos convexos são semelhantes se.) ao quadrado. Neste caso.  Seus lados correspondentes forem proporcionais. Então a razão entre suas áreas será: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. etc.com. respectivamente. e somente se:  Seus ângulos internos forem congruentes. AULA 9 – RAZÃO DE SEMELHANÇA ENTRE ÁREAS Definição: a razão entre as áreas de dois polígonos convexos semelhantes é igual à razão de semelhança entre eles (entre lados correspondentes.

com.stoodi. todo paralelogramo é trapézio. ? + ? = 180° Trapézio Escaleno: lados não paralelos distintos entre si A D Paralelogramo α δ  Aos trapézios que têm dois pares de lados paralelos.  Atenção: pela própria definição. dois lados paralelos.QUADRILÁTEROS NOTÁVEIS AULA 1 – DEFINIÇÃO I L Quadriláteros notáveis α São quadriláteros convexos com. damos o nome de paralelogramos.br 1 . β Trapézios J K  Quadriláteros com pelo menos um par de lados ̅ ∥ ̅̅̅ ?? ?? paralelos. há os: E H  Retângulos  Losangos β β  Quadrados Retângulo F α α G  Paralelogramo com todos os ângulos internos retos ?? ∥ ̅̅̅̅ ̅̅̅̅ ?? ? + ? = 180° A B Trapézio retângulo: um dos lados não paralelos é perpendicular às bases D C ̅̅̅̅ ?? ∥ ̅̅̅̅ ?? e ̅̅̅̅ ?? ∥ ̅̅̅̅ ?? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. pelo menos. β γ B C A B ̅̅̅̅ ∥ ?? ?? ̅̅̅̅ ? + ? = 180° ? + ? = 180° D C Trapézio isósceles: lados não paralelos congruentes entre si Como subgrupos dos paralelogramos.

ou seja.stoodi. β α M A B α β B C  ?̂ = ?̂  ?̂ = ?̂ ̅̅̅̅̅ ?? = ?? ̅̅̅̅̅ D C  } ? é ????? ?é??? ?? ̅̅̅̅ ̅̅̅̅ ?? ? ?? ̅̅̅̅̅ = ̅̅̅̅̅ ?? ??  ? + ? = 180° ̅̅̅̅ ∥ ̅̅̅̅ ?? ̅̅̅̅ ∥ ?? ?? e ?? ̅̅̅̅ Propriedades dos retângulos Representação no diagrama de Venn Sejam os conjuntos: A D  C: quadriláteros convexos  T: trapézios M  P: paralelogramos  R: retângulos  L: losangos  Q: quadrados B C Em termos de conjuntos e subconjuntos.br 2 . todos os ângulos internos retos e todos os lados congruentes entre A B si. podemos  ?̂ = ?̂ = ?̂ = ? ̂ = 90° representá-los segundo o diagrama abaixo:  ̅̅̅̅̅ ?? = ?? ̅̅̅̅̅ = ?? ̅̅̅̅̅ = ̅̅̅̅̅ ??: ? é ????? ?é??? ?? ̅̅̅̅ ?? ? ̅̅̅̅ ?? Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com.QUADRILÁTEROS NOTÁVEIS Losango C  Paralelogramo com todos os lados congruentes T entre si P A L Q R D B C ̅̅̅̅ ∥ ̅̅̅̅ ?? ̅̅̅̅ ∥ ?? ?? e ?? ̅̅̅̅ AULA 2 – PROPRIEDADES Quadrado Propriedades dos paralelogramos  Retângulo e losango.

 ̅̅̅̅̅ ?? = ?? ̅̅̅̅̅ = ̅̅̅̅̅ ̅̅̅̅̅ = ?? ?? :  ℓ: lado ? é ????? ?é??? ?? ̅̅̅̅ ?? ? ̅̅̅̅ ?? Então: Á??? = ?2 Propriedades dos losangos A Losango B D D C d  ̅̅̅̅ ?? : ????????? ?? ?̂ ? ?̂  ̅̅̅̅ ??: ????????? ?? ?̂ ? ? ̂  ?̂ = ?̂ Sejam:  ?̂ = ?̂  D: diagonal maior  d: diagonal menor Então: ?.QUADRILÁTEROS NOTÁVEIS Propriedades dos quadrados Á??? = ?.br 3 .stoodi. ℎ Quadrado A D M ℓ ℓ B C Seja:  As diagonais são perpendiculares entre si.com. ? Á??? = 2 AULA 3 – ÁREAS Retângulo Paralelogramo h h b b Sejam: Sejam:  b: base  b: base  h: altura  h: altura Então: Então: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

ℎ Trapézio b h B Sejam:  b: base menor  B: base maior  h: altura Então: (? + ?).stoodi.QUADRILÁTEROS NOTÁVEIS Á??? = ?. ℎ Á??? = 2 AULA 4 – BASE MÉDIA DE UM TRAPÉZIO A a D M x N B b C Observe que:  ̅̅̅̅ AD ∥ ̅̅̅̅ BC  M: ponto médio de ̅̅̅̅ AB  ̅̅̅̅ N: ponto médio de CD  ̅̅̅̅̅ MN: base média do trapézio Então vale: ?+? ?= 2 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 4 .com.

Quando há intersecção entre os segmentos não  Lados: Segmentos com dois vértices consecutivos. Nomenclatura Número de Nome do Vértices Polígono 3 Triângulo 4 Quadrilátero Polígonos Não-Convexos 5 Pentágono 6 Hexágono Quando há segmento com extremidades no interior do 7 Heptágono polígono.br 1 . mas que não pertence completamente a ele. sendo que quaisquer três pontos consecutivos não serão colineares. 8 Octógono 9 Eneágono 10 Decágono 11 Undecágono 12 Dodecágono 20 Icoságono Polígono regular  Convexo  Equilátero AULA 3 – NÚMERO DE DIAGONAIS  Equiângulo Diagonais de um polígono convexo Sejam:  d = número de diagonais Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  Ângulo interno: Ângulo que se localiza na parte interna do polígono e é formado por dois lados do mesmo.com. Definição Polígonos Convexos  Perímetro: Soma das medidas de todos os lados.POLÍGONOS REGULARES AULA 1 – DEFINIÇÃO Exemplo: Polígono é a união de retas formadas por n pontos coplanares.stoodi. consecutivos como extremidades. Quando todos os seus segmentos com extremidades no interior do polígono pertencem completamente a ele. com 3. Polígonos Simples Quando não há intersecção entre os segmentos não consecutivos. AULA 2 – ELEMENTOS/NOMENCLATURA Elementos Polígonos Estrelados  Vértices: Pontos que determinam os segmentos.  Ângulo externo: É o suplemento do ângulo interno.

br 2 .POLÍGONOS REGULARES  n = número de lados Temos que: AULA 7 – RELAÇÕES MÉTRICAS DO TRIÂNGULO EQUILÁTERO Considere um triângulo equilátero inscrito em uma circunferência.stoodi. A L R AULA 6 – MEDIDAS DOS ÂNGULOS DE UM POLÍGONO R O B C REGULAR a Ângulo interno D Ângulo Externo Temos que:   Soma dos ângulos interno e externo Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. temos que: A  . se n for par R L O a R B C AULA 4 – SOMA DOS ÂNGULOS INTERNOS Temos que: Seja a soma dos ângulos internos de um polígono. e sejam: Diagonais que passam pelo centro do polígono  O = centro da circunferência Regular  R = raio  L = lado do triângulo Seja o número de diagonais que passam pelo centro do  A = apótema.   AULA 5 – SOMA DOS ÂNGULOS EXTERNOS AULA 8 – RELAÇÕES MÉTRICAS DO QUADRADO Seja a soma dos ângulos externos de um polígono.com. polígono regular. se n for ímpar  . Considere um quadrado inscrito em uma circunferência.

br 3 .POLÍGONOS REGULARES AULA 9 – RELAÇÕES MÉTRICAS DO HEXÁGONO Considere um hexágono regular inscrito em uma circunferência.com. A B R F O L a C E D Temos que:   Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi.

?? . C Posições relativas entre retas e circunferências Círculo: União da circunferência com todos os seus pontos internos. ̅̅̅̅ . Ex: ̅̅̅̅ ?? há dois pontos de intersecção entre a reta e a  Raio: Segmento com extremos em um ponto da circunferência. ponto A  Reta externa à circunferência (t): quando d>r. e  Diâmetro: Corda que passa pelo centro. ̅̅̅̅ distintos da circunferência. Sejam:  d = distância entre o centro e a reta  r = raio da circunferência Temos que: Elementos  Reta tangente à circunferência (s): quando d = r.br 1 .CÍRCULO E CIRCUNFERÊNCIA AULA 1 – DEFINIÇÃO. e  ̂ Arco: ??? não há pontos de intersecção entre a reta e a  Corda: Segmento com extremos em dois pontos circunferência. ELEMENTOS E POSIÇÕES A RELATIVAS Definições B O Circunferência: Conjunto dos pontos coplanares equidistantes a um ponto fixo (centro da circunferência).com. Ex: reta e a circunferência.stoodi. e há apenas um ponto de intersecção entre a  Centro: Ponto central da circunferência. ̅̅̅̅ circunferência e no centro. Ex: ̅̅̅̅ ??  Reta secante à circunferência (u): quando d<r. Ex: ?? ?? s u O t Posições relativas entre pontos e circunferências Sejam:  d = distância entre o centro e o ponto AULA 2 – COMPRIMENTO DE UMA CIRCUNFERÊNCIA  r = raio da circunferência Sejam: Temos que:  C = comprimento da circunferência  Ponto pertencente à circunferência (A): quando  r = raio da circunferência d=r  Ponto externo à circunferência (B): quando d>r Temos que:  Ponto interno à circunferência (C): quando d<r C = 2?r = πd Comprimento de Arco Sejam: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

AULA 4 – QUADRILÁTERO INSCRITO EM UMA CIRCUNFERÊNCIA  ?̂ + ?̂ = ?̂ + ? ̂ = 180° AULA 3 – ÂNGULO CENTRAL E ÂNGULO INSCRITO A Definições B Ângulo central (?): o vértice é o centro da circunferência.com.br 2 .stoodi.CÍRCULO E CIRCUNFERÊNCIA  c = comprimento do arco A  ? = ângulo do arco β α Temos que: r β α ??? r r ?= O C 180° B Radiano Um radiano é a medida de um arco com comprimento igual à medida do raio. O Ângulo inscrito (?): o vértice pertence à circunferência e pelo menos um dos seus lados é secante a ela. C Também temos que: D ? = 2? A α O AULA 5 – SEGMENTO DE RETA TANGENTE β Sejam: C  P = ponto externo a circunferência B  ̅̅̅̅ ?? . temos que: B  ̂ mede 180° O ângulo do arco ?? r  ? + ? = 90 ° O  ABC é triangulo retângulo  A mediana do ∆??? o divide em dois triângulos isósceles: o ∆??? ? ∆??? r P A Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ̅̅̅̅ ?? = retas tangentes a circunferência Temos que: Triângulo inscrito na circunferência  ∆??? = ∆???  ̅̅̅̅ ?? = ̅̅̅̅ ?? Quando o triangulo inscrito tem como um dos lados o diâmetro da circunferência.

CÍRCULO E CIRCUNFERÊNCIA AULA 6 – QUADRILÁTERO CIRCUNSCRITO A UMA CIRCUNFERÊNCIA d  ̅̅̅̅ ?? + ̅̅̅̅ ?? = ̅̅̅̅ ?? + ̅̅̅̅ ?? A a b B a b Secantes O  ?1 − ?2 < d < ?1 + ?2 c d c C d D d AULA 7 – POSIÇÕES RELATIVAS DE DUAS CIRCUNFERÊNCIAS Tangentes externamentes Sejam duas circunferências. e sejam:  d = ?1 + ?2  ?1 . ?2 = raios das circunferências  d = distância entre ?1 e ?2 d Exteriores  d > ?1 + ?2 d Tangentes internamentes  d = ?1 − ?2 Interiores  d < ?1 − ?2 d Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 3 .stoodi.com. ?2 = centros das circunferências  ?1 .

CÍRCULO E CIRCUNFERÊNCIA O AULA 8 – POTÊNCIA DE PONTO r  ̅̅̅̅. ?? ̅̅̅̅ = ?? ̅̅̅̅ A O O B P D C  ̅̅̅̅.ÁREA DO SETOR CIRCULAR / SEGMENTO CIRCULAR A Área do setor circular B O P Seja:  ? = â????? ?? ????? ???????? Temos que: T ?? 2 ? Á??? = 360° O α AULA 9 – ÁREA DO CÍRCULO / COROA CIRCULAR O Área do Círculo Á??? = ?? 2 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi. ?? ̅̅̅̅ 2 = ?? ?? ̅̅̅̅ AULA 10 .br 4 . ?? ̅̅̅̅ = ?? ̅̅̅̅ C A Área da Coroa Circular Sejam duas circunferências com o mesmo centro. e sejam:  ?1 = raio da circunferência maior  ?2 = raio da circunferência menor D Temos que: B Á??? = ?(?12 − ?22 )  ̅̅̅̅ . ?? ?? ̅̅̅̅ . sendo P O que uma é maior que a outra.com. ?? ?? ̅̅̅̅.

com.br 5 .stoodi.CÍRCULO E CIRCUNFERÊNCIA Área do segmento circular ?2 ?? Á??? = ( − sen ?) 2 180° A R O α B Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

ℎ Á??? = 2 D Círculo d O Sejam: r  D: diagonal maior  d: diagonal menor Então: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.RECAPITULAÇÃO DE GEOMETRIA PLANA AULA 1 – ÁREA DE REGIÕES PLANAS ?. ℎ Então: Á??? = ?. ℎ Quadrado Trapézio ℓ b ℓ h Seja:  ℓ: lado B Então: Sejam: Á??? = ?2  b: base menor  B: base maior  h: altura Losango Então: (? + ?). ? Á??? = 2 Retângulo Paralelogramo h h b Sejam: b  b: base  h: altura Sejam: Então:  b: base  h: altura Á??? = ?.com.br 1 .stoodi.

com.br 2 . (? − ?). (? − ?).stoodi. (? − ?) Fórmula 3 Seja: Sejam:  ? = â????? ?? ????? ???????? Então:  a. ?. ???? 2 Segmento Circular A α a b B C Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.RECAPITULAÇÃO DE GEOMETRIA PLANA Seja: A  r: raio R Então: O α Á??? = ?? 2 Coroa Circular B ?2 ?? Á??? = ( − sen ?) O 2 180° Triângulos Fórmula 1 Sejam: Sejam:  ?1 = raio da circunferência maior  ?2 = raio da circunferência menor  b = base  h = altura Então: Então: Á??? = ?(?12 − ?22 ) ?. ℎ ?= 2 Setor Circular Fórmula 2 Seja: ?+?+?  ?= (semiperímetro) 2 Então: ? = √?. b = lados  ? = ângulo formado por a e b ?? 2 ? Á??? = Então: 360° 1 ? = . ?.

stoodi.com.RECAPITULAÇÃO DE GEOMETRIA PLANA Triângulo circunscrito à circunferência Então: A ?2 √3 ?= 4 c Hexágono Regular a O A r B C B F b O L Sejam: C E  r = raio  p = semiperímetro do triângulo D Então: Seja: ? = ??  L = lado Então: Triângulo inscrito na circunferência 3?2 √3 ?= A 2 c r b Polígono Regular O Sejam: B C a  p = semiperímetro  a = apótema Sejam: Então:  r = raio Á??? = ??  a. b.br 3 . c = lados do triângulo Então: ??? ?= 4? Triângulo equilátero A L L B C L Seja:  L = lado Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

determinam um único plano que passa por eles. β Coplanares: pertencem ao mesmo plano. Postulado da existência  Em uma reta existem infinitos pontos. Secantes: possuem uma única reta em comum. A B  Três pontos não colineares ou uma reta e um α α ponto fora dela. o Coincidentes: possuem todos os pontos em comum.com. α o Perpendiculares: formam ângulos retos entre si.  Concorrentes: possuem um único ponto em comum.  Perpendiculares: baseia-se em uma única reta AULA 2 – POSIÇÃO RELATIVA ENTRE RETAS perpendicular a um plano. dentro e α fora dele.  Em um plano existem infinitos pontos. α A β AULA 3 – POSIÇÃO RELATIVA ENTRE PLANOS Considere dois planos distintos. Ponto: Adimensional. α Segmento de reta: Dois pontos distintos são extremos de um segmento de reta. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Semirreta: Um ponto divide uma reta em duas semirretas.  Paralelas: o Distintas: não possuem pontos em Plano: Possui infinitos pontos e retas comum. si.br 1 . Reversas: não pertencem ao mesmo plano. Reta: Possui pontos infinitos. dentro e fora dela. Postulado da determinação  Ortogonais: formam ângulos retos entre si. B *Ângulo de duas retas: Tem vértice arbitrário e seus lados tem sentidos respectivamente concordantes com os A C sentidos das retas. Considere duas retas distintas.stoodi.  Dois pontos distintos determinam uma única reta  Não ortogonais: não formam ângulos retos entre que passa por eles.GEOMETRIA ESPACIAL DE POSIÇÃO AULA 1 – CONCEITOS PRIMITIVOS o Oblíquas: não formam ângulos retos entre si.

Projeção de um segmento o Perpendiculares: a reta forma ângulos retos com quaisquer retas contidas no  Paralelo plano.stoodi. ou essas retas são paralelas duas a duas ou passam por um mesmo ponto. α Projeção de uma figura F F’ α AULA 4 – POSIÇÃO RELATIVA ENTRE RETA E PLANO Projeção de Reta Considere uma reta e um plano.GEOMETRIA ESPACIAL DE POSIÇÃO Paralelos:  Distintos: não possuem pontos em comum.  Oblíquo o Oblíquas: não são perpendiculares. A A’ B’ α α Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. AULA 5 – PROJEÇÃO ORTOGONAL SOBRE PLANO Projeção de um ponto α α P β β Teorema: Se três planos distintos são. segundo três retas. A B α A’ B’ α α B Contida: todos os pontos da reta estão contidos no plano. r β r r’ P α α α Secantes: possuem um único ponto em comum.  Perpendicular  Não perpendicular Paralelos: não possuem nenhum ponto em comum. dois a dois P’ secantes.br 2 .com.  Coincidentes: possuem todos os pontos em comum.

PRISMAS AULA 1 . Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Classificação Unidades  Reto: Suas arestas laterais são perpendiculares aos planos das bases.CONCEITO.  Arestas laterais: Segmentos de reta com um AULA 3 – VOLUME vértice em uma das bases e o outro no correspondente da outra base. Suas faces laterais serão retângulos congruentes.  Retângulos: soma das áreas dos n retângulos laterais. Área da Base (?? ) Seja P um polígono convexo contido em um dos planos e seja t uma reta que intercepta ? no ponto A e ? no ponto Área do polígono convexo da base. cujas bases são polígonos regulares.  1000 ??3 = 1? Volume do Prisma: Sejam:  ?? : área da base  h : altura ? = ?? . Região do espaço limitada por sua superfície.br 1 . A reunião de todos esses segmentos congruentes a ̅̅̅̅ Seja n o número de lados do polígono da base. B. ?? é um sólido chamado prisma.  Faces laterais: Paralelogramos delimitados por dois vértices consecutivos de uma base e seus correspondentes da outra. Definição  Altura: distância entre os planos das bases.  1??3 = 1?  Oblíquo: Suas arestas laterais são oblíquas aos  1?3 = 1000? planos das bases.com. Área Total ?? = 2?? + ?? Elementos  Bases: Polígonos convexos congruentes. Por todos os pontos de P.h  Regular: Prisma reto. traçam-se segmentos paralelos Área lateral (?? ) a t.  Oblíquo: soma das áreas dos n paralelogramos laterais. paralelos e pertencentes a planos distintos.stoodi. ELEMENTOS E CLASSIFICAÇÃO Definição AULA 2 – ÁREAS Sejam ? ? ? dois planos paralelos e distintos entre si.

com.  Oblíquo: sua superfície total é a união de seis ? = √? 2 + ? 2 + ? 2 paralelogramos.br 2 .stoodi. b e c medidas do retorretângulo conforme a figura:  Área da Base  Área da Base ?? = ? 2 ?? = ?. b e c medidas do retorretângulo conforme a figura: ? = √? 2 + ? 2 + ? 2 = √3? 2 ? = ?√3 Temos que:  d: diagonal da base Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Cubo Área e volume do Retorretângulo Sejam a.PRISMAS AULA 4 – PARALELEPÍPEDO E CUBO / DIAGONAL ? = √? 2 + ? 2 Paralelepípedo  D: diagonal do paralelepípedo Prisma cujas bases são paralelogramos. ?  Área lateral  Área lateral ?? = 4? 2 ?? = 2(?? + ??)  Área Total  Área Total ?? = 2? 2 + 4? 2 ?? = ?? + 2(?? + ??) ?? = 6? 2 ?? = 2(?? + ?? + ??)  Diagonal da base  Volume ? = √?2 + ? 2 = √2? 2 ? = ??? ? = ?√2  Diagonal do cubo Diagonal Sejam a.  Retorretângulo: sua superfície total é a união de seis retângulos.

sercomtel.CILINDROS AULA 1 – ELEMENTOS/CLASSIFICAÇÃO/SECÇÃO Definição Sejam ? ? ? dois planos paralelos e distintos entre si. A reunião de todos esses segmentos congruentes a ̅̅̅̅ ?? é um sólido chamado cilindro.com.br/Solidos- Geometricos-Area-Volume-Cilindro. g a geratriz e h a altura do cilindro.com.br/emedio/espacial/espacial 15. Elementos  No cilindro obliquo forma um paralelogramo cujos lados medem 2r e g  Bases: Círculos paralelos entre si e pertencentes  No cilindro reto forma um retângulo cujos lados a planos distintos.  Geratriz: Segmento paralelo ao eixo cujas extremidades estão nas circunferências das bases dos cilindros  Altura: Distância entre os dois planos das bases. Seja r o raio da base.com. Fonte: http://pessoal. Fonte: http://www. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 1 .htm Secção Transversal É a intersecção paralela às bases.aspx Classificação  Cilindro circular reto (ou cilindro de revolução): Sua geratriz é perpendicular aos planos das bases. Por todos os pontos do círculo.  Forma um círculo equivalente às bases Meridiana É a intersecção que passa pelos centros das bases.  Cilindro circular obliquo: Sua geratriz é oblíqua aos planos das bases.matematicadidatica. traçam-se segmentos paralelos a t.somatematica. Fonte: http://www. contido em um dos planos e seja t uma reta que intercepta ? no ponto A e ? no ponto B. medem 2r e h  Eixo: Segmento cujas extremidades são os centros das bases do cilindro.com.stoodi.br/matematica/geometria/cilin dro/cilindro. Seja um círculo de centro O e raio r.php Cilindro equilátero: é um cilindro reto cuja seção meridiana é um quadrado cujos lados medem 2r.

br 2 .stoodi.brasilescola.com.br/emedio/espacial/Image13 1.com.CILINDROS Fonte: http://www.gif Volume V = π? 2 ℎ Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.somatematica.htm AULA 2 – ÁREAS E VOLUMES Áreas Sejam:  r: raio da base  h: altura do cilindro Área da base (?? ) ?? = π? 2 Área lateral do cilindro reto (?? ) ?? = 2πrh Área total do cilindro reto (?? ) ?? = 2πr(r + h) Fonte: http://www.com/matematica/cilindro.

 Apótema: altura da face lateral relativa à aresta Definição da base. P um polígono convexo pertencente a Relação notável ? e V um ponto não pertencente a ?. Traçam-se todos os segmentos possíveis que possuem uma extremidade em V Sejam: e a outra em P. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Pirâmides regulares Sejam:  h: altura da pirâmide Áreas  g: apótema da pirâmide ou altura da face  l: lateral da base  Área da base (?? )  a: aresta lateral Área do polígono da base.  Altura: Distância do vértice ao plano da base.  Arestas laterais: segmentos com extremidades no vértice e outra e um dos vértices do polígono.  face da pirâmide:  Área lateral (?? ) Soma das áreas dos triângulos das faces laterais.com.  g: apótema da pirâmide Elementos da pirâmide  h : altura  m: apótema da base  Vértice: ponto V  Base: polígono P ?2 = ℎ2 + ? 2  Arestas da base: arestas do polígono.stoodi.br 1 .PIRÂMIDES AULA 1 – ELEMENTOS / CLASSIFICAÇÃO / ÁREA E  Faces laterais: Triângulos isósceles VOLUME congruentes.h 3  Triângulos principal e secundário: AULA 2 – PIRÂMIDES REGULARES Características  Base: Polígono regular  Arestas laterais: congruente entre si  Vértice: sua projeção ortogonal é o centro da pirâmide.  Área total: ?? = ?? + ?? Volume Quadrangular Sejam:  ?? : área da base  h : altura 1 ?= ?? . Sejam ? um plano.

Triangular  Área total ?? = 2? 2 √3  Triângulos principal e secundário:  Volume ? 3 √2 ?= 3 AULA 3 – TETRAEDRO/OCTAEDRO Tetraedro regular Pirâmide triangular regular.br 2 .PIRÂMIDES Hexagonal Seja “a” a aresta lateral:  Área total  Triângulos principal e secundário: ?? = ? 2 √3  Altura ?√6 ℎ= 3  Volume ? 3 √2 ?= 12 Octaedro regular Possui doze arestas congruentes entre si. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. com quatro faces congruentes.com.stoodi.

com. ela_2012-10-31_as_16.44.com/upload/conteudo/Cone_th umb[15].infoescola.com/wp.objetivo. Forma um triângulo de área: ? = ?.com..stoodi. É a intersecção que passa pelo centro da base e pelo  Oblíquo: Quando o segmento ?? ̅̅̅̅ não é vértice. C um círculo de centro O e raio r pertencente a ? e V um ponto não pertencente a ?. Fonte: content/uploads/2009/08/full-6-b04c59cf0b. temos que: Fonte: http://www.br/conteudoonline/imagens/conteudo_6 ?2 = ? 2 + ℎ2 69/24.CONES AULA 1 – ELEMENTOS / CLASSIFICAÇÃO / SECÇÃO Definição Sejam ? um plano.23. perpendicular à base. Elementos do cone  Vértice: ponto V Fonte:  Geratriz (g): Segmento com extremidades em V http://soumaisenem.mundoeducacao.jpg Classificação Meridiana  Reto: Quando o segmento ̅̅̅̅ ?? é perpendicular à base.png  Altura (h): Distância do vértice ao plano da base.br/sites/default/files/captura_de_t ela_2012-10-31_as_16. Fonte: http://www. Traçam-se todos os segmentos possíveis que possuem uma extremidade em V e a outra em C.br 1 .png Cone de Revolução O cone de revolução é gerado a partir de um triangulo retângulo que gira em torno de um dos seus catetos.jpg http://www. Fonte: http://soumaisenem.16. Por ser um triângulo retângulo.jpg Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ℎ OBS: A secção meridiana do cone reto é um triângulo isósceles.com. sendo perpendicular à base.41.  Raio da base (r) Secção Transversal É a intersecção paralela à base que não contém o vértice.br/sites/default/files/captura_de_t e em um ponto da circunferência.

ℎ 3 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.infoescola.stoodi. obtemos um setor circular. ? â= ? Ângulo central em radianos 2?. ? â= ? Áreas Área da base (?? ) ?? = ?? 2 Área lateral (?? ) ?? = ??? Área total (?? ): ?? = ?? + ?? ?? = ??(? + ?) Volume 1 ?= ? .com/wp- content/uploads/2009/08/full-6-e9af0919d1. AULA 2 – ÂNGULO CENTRAL / ÁREAS E VOLUME Ângulo central Ao abrir e colocar em um plano a superfície lateral do cone.br 2 .com.ℎ 3 ? 1 2 ?= ?? .jpg Ângulo central em graus 360. Fonte: http://www. O ângulo central do cone é o mesmo do setor circular.CONES Cone equilátero: A secção meridiana é um triângulo equilátero cuja geratriz mede 2r.

jpg eixo  Círculo máximo: círculo delimitado pelo equador  Hemisférios: São as metades de uma esfera divididas pelo equador.br/sites/default/files/captura_de_t E sejam: ela_2013-08-15_as_15.SCO.br 1 . cuja distância ao ponto fixo O é menor ou igual ao raio r.br/wp- content/uploads/8172. http://soumaisenem.colegioweb..br/conteudoonline/imagens/conteudo_6 78/29.objetivo. pelo centro da esfera  Paralelo: circunferência paralela ao equador.com.53.bp. pertencente à esfera Fonte:  Meridiano: circunferência que contém o plano do http://www.com. AULA 2 – ÁREA E VOLUME Seja:  r: raio da esfera Área ? = 4π? 2 Volume Fonte: http://www.png Secção Qualquer secção na esfera irá formar um círculo.  d: distância entre a secção e o círculo máximo cuja distância ao ponto fixo O é exatamente igual ao raio r.Ges. são os pontos de intersecção da superfície esférica com o eixo  Eixo de rotação: ̅̅̅̅̅̅ ?1 ?2  Equador: circunferência correspondente à seção perpendicular ao eixo.stoodi. Temos que: ?2 = ? 2 + ?2 Elementos  Centro: ponto O  Raio  Polos: pontos ?? e ?? . Fonte: http://2.com.07.png  R: raio da esfera  r: raio da secção Superfície esférica é o conjunto de pontos do espaço.jpg 4 3 V= π? 3 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com/_D0gEf- 6KRSc/TChRhmfpzBI/AAAAAAAADII/P0f0KX- qHCA/s1600/20070926klpmatgeo_500.blogspot. Fonte: Seja uma secção paralela ao círculo máximo.ESFERAS AULA 1 – ELEMENTOS/SECÇÃO Definição Esfera é o conjunto de pontos do espaço.

Volume da cunha  Em graus απ? 3 ?? = 270  Em radianos 2α? 3 ?? = 3 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.uol.ESFERAS Área da cunha ?? = ?? 2 + ?? AULA 3 – FUSO  Em graus Fuso é a superfície gerada pela rotação de uma απ? 2 semicircunferência que gera α graus (ou radianos) em torno ?? = ?? 2 + 90 do eixo.br/conteudoonline/imagens/conteudo_6 78/32.br 2 .br/licaodecasa/ensmedio/matematica/fus o-esfera.stoodi.gif AULA 3 – CUNHA Cunha é um sólido gerado pela rotação de um semicírculo que gira α graus(ou radianos) em torno do eixo..  Em radianos Área do fuso ?? = ?? 2 + 2α? 2  Em graus απ? 2 ?? = 90  Em radianos ?? = 2α? 2 Fonte: http://www.jpg Fonte: http://n.com.com.i.objetivo.

com/_J5Ekm09Yzxo/TOB7f8ElsnI/AAA AAAAAACo/rxSTNq0yalk/s1600/Imagem1.  Faces laterais: São trapézios isósceles congruentes entre si. Razão de semelhança Volume do tronco  Entre segmentos ? = ????â???? ????? − ????â???? ????? ? =? ? Ou  Entre áreas ℎ ?= (? + √?? . obtemos dois sólidos: um cone menor e o tronco de cone.stoodi.TRONCOS AULA 1 – SÓLIDOS SEMELHANTES / RELAÇÕES DE Temos que a área total é: SEMELHANÇA ?? = ?? + ?? + ? ? Definição de sólidos semelhantes Tronco de pirâmide regular A razão entre a medida de um segmento qualquer do primeiro sólido e o segmento correspondente do segundo é  Bases: São polígonos semelhantes entre si.br 1 .com. ?? + ?? ) 3 ? ? 2 ( ) = ?2 ?  Entre volumes AULA 3 – TRONCO DE CONE ? 3 ( ) = ?3 ? Definição Ao realizar uma intersecção transversal em um cone.  Arestas laterais: São congruentes entre si.wordpress. AULA 2 – TRONCO DE PIRÂMIDE Definição Ao realizar uma intersecção transversal em uma pirâmide. obtemos dois sólidos: uma pirâmide menor e o tronco de pirâmide.com/2011/10/pirc3a2  ??? : área lateral do cone menor retirado mide.  Apótema: É a altura da face lateral.bp.files. Fonte: http://4.jpg Áreas Sejam:  R: raio da base maior  r: raio da base menor Fonte:  ??? : área lateral do cone original https://aulaemvideo1. constante.png  ?: geratriz do tronco Área do tronco Área base maior Sejam: ?? = ??2  ?? : área lateral Área da base menor  ?? : área da base maior  ?? : área da base menor ?? = ?? 2 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.blogspot.

com.stoodi.br 2 .TRONCOS Área lateral ?? = ??? − ??? ?? = ??(? + ?) Área total ?? = ?? + ?? + ?? Volume do tronco ? = ????? ????? − ????? ????? Ou ?ℎ 2 ?= ( ? + ?? + ? 2 ) 3 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

com.iped. temos que a soma dos ângulos das suas faces é: S = (V-2).POLIEDROS AULA 1 – ELEMENTOS Superfície poliédrica convexa AULA 2 – RELAÇÃO DE EULER Reunião de “n” polígonos convexos tais que: Considerando um poliedro convexo.br/sie/uploads/22321. AULA 3 – SOMA DOS ÂNGULOS DAS FACES Considerando um poliedro convexo.  Cada vértice é extremidade do mesmo número de arestas (y).jpg Elementos dos poliedros  Faces: são os polígonos AULA 4 – POLIEDROS DE PLATÃO / POLIEDROS  Arestas: são os lados dos polígonos REGULARES  Vértices: são os vértices dos polígonos  Ângulos das faces: são os ângulos dos Os poliedros de Platão são os que correspondem às polígonos seguintes características: Nomenclatura  V+F=A+2 (convexo)  Todas as faces têm o mesmo número de arestas Conforme o número de faces.  A: número de arestas  O plano de cada polígono deixa todos os outros em um só dos semiespaços determinados por ele. (x).360º Fonte: https://www. Número de Faces Nome do poliedro Existem apenas cinco poliedros de Platão: 4 Tetraedro  Tetraedro 5 Pentaedro  Hexaedro  Octaedro 6 Hexaedro  Dodecaedro  Icosaedro 7 Heptaedro X Y V F A 8 Octaedro Tetraedro 3 3 4 4 6 9 Eneaedro Hexaedro 4 3 8 6 12 10 Decaedro Octaedro 3 4 6 8 12 12 Dodecaedro Dodecaedro 5 3 20 12 30 20 Icosaedro Icosaedro 3 5 12 20 30 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Temos que: Poliedro convexo V+F=A+2 Intersecção dos semiespaços determinados pelos polígonos.com.  V: número de vértices  Cada aresta de um polígono é comum a dois (e  F: número de faces somente dois) polígonos.stoodi.br 1 .  ?≥4 Sejam:  Dois polígonos quaisquer estão contidos em planos distintos.

Existem apenas cinco poliedros regulares:  Tetraedro  Hexaedro  Octaedro  Dodecaedro  Icosaedro Atenção: Todo poliedro regular é de Platão.POLIEDROS Poliedros regulares  Suas faces são polígonos são regulares. mas como a face é um retângulo (não é equilátero) então não é um poliedro regular.com.com/imagens/matematica/gr.stoodi.  Seus ângulos poliédricos são congruentes entre si. Fonte: http://www.br 2 .brasilescola. mas nem todo poliedro de Platão é regular. Exemplo: O paralelepípedo é um poliedro de Platão.JP G Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.99.

Simetria no plano cartesiano Simetria no eixo das ordenadas (eixo y) AULA 2 – SIMETRIA DE FIGURAS Um ponto P(4. nesse caso no sentido negativo. Observe que o simétrico de Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. a imagem em duas partes iguais. Também relacionamos a sua presença na arte. seja a mesma entre a reta e A’. b) em relação ao eixo y é o ponto (-a. Um ponto A tem como seu simétrico em relação a uma reta dada. Na natureza não é muito comum encontrar objetos 100% simétricos.SIMETRIAS AULA 1 – NOÇÕES DE SIMETRIA um ponto em relação ao eixo y é um outro ponto com sinal de x trocado. e o seu simétrico também dista 4 unidades do qualquer. 3) no plano cartesiano dista 4 unidades do Na simetria de figuras poligonais em relação a uma reta eixo y. Na figura vemos Taj Mahal. de tal modo que a distância entre A e a reta. considere os pontos da região poligonal e os mesmo eixo. É importante destacar que o segmento PP’ é sempre perpendicular ao eixo de simetria.stoodi. b). De modo geral. O simétrico seus simétricos. Ao unir os pontos correspondentes de P(4. 3) é o ponto P’(-4.br 1 . O eixo de simetria é a reta vertical que divide a imagem em duas partes iguais. A distância dos dois pontos ao eixo das abscissas é de Uma figura é simétrica se existe um eixo ou reta que divide 3 unidades. b) em relação ao eixo x é o ponto (a. o que na matemática aparece com frequência. imagens refletidas e do eixo de simetria. 3) é o ponto P’(4. -3). um mausoléu indiano bastante Simetria no eixo das abscissas (eixo x) conhecido. um outro ponto A’. 3). o simétrico de P(4. Quando falamos em simetria associamos a noção de espelho.com. -b). temos que o simétrico de um ponto qualquer (a. Em relação ao eixo x. natureza e arquitetura. temos que o simétrico de um ponto qualquer (a. De modo geral.

DD’. 6) B(5. 1) E’(-1. 5) Como determinar o simétrico do ponto A em relação ao ponto O? C(5. 3) E(1.com. 2) C’(-5. e o retângulo MNOP também em relação a mesma reta. AULA 4 – SIMETRIA DE UM PONTO EM RELAÇÃO A Ponto Simétrico UM PONTO A(2.stoodi.br 2 . em relação a uma reta vertical. se O é o ponto médio do Na figura abaixo indicamos a reflexão de uma imagem não segmento AA’. o personagem Bart Simpson. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. 3) D’(-3. poligonal.SIMETRIAS encontramos a figura simétrica. Se a figura está no plano cartesiano podemos indicar as suas coordenadas. 5) B’(-5. EE’. 1) Traçamos uma reta passando por A e O determinando um ponto A’ tal que AO  A' O AULA 3 – REFLEXÃO Definição: Dizemos que dois pontos A e A’ são simétricos em relação a um ponto O. BB’. FF’ e GG’ são perpendiculares a reta r. 2) D(3. Os segmentos AA’. CC’. 6) A’(-2.

Acrescentando que no plano xy os pontos têm coordenadas. AULA 6 – SIMETRIA DE FIGURA/CORPO EM RELAÇÃO A RETA E EM RELAÇÃO A PONTO A simetria de uma figura/corpo depende do referencial que é adotado. Na figura abaixo destacamos essas diferenças.com. o simétrico de um ponto (a. o retângulo A’B’C’O. O retângulo ABCO tem como seu simétrico em relação a O. CC’ DD’ tem O como ponto médio. De modo geral. Na figura abaixo temos o simétrico do retângulo ABCD em relação ao ponto O. é um outro ponto nos quais as coordenas diferem no sinal. CC’.SIMETRIAS AULA 5 – SIMETRIA DE FIGURA EM RELAÇÃO A UM PONTO Para representarmos o simétrico de uma figura em relação a um ponto dado. AULA 7 – SIMETRIA EM RELAÇÃO A UM PONTO NO PLANO CARTESIANO A simetria no plano cartesiano em relação a um ponto satisfaz as mesmas condições do item anterior. -b).stoodi. b) em relação a origem é o ponto (-a. BB’. e o retângulo A”B”C”D” é simétrico em relação a reta r. O retângulo A’B’C’D’ é simétrico em relação ao ponto O. BB’. satisfazendo assim a definição de simetria em relação a um ponto. Pode ser em relação a uma reta ou em relação a um ponto. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Os segmentos AA’. Ou seja. caso a região seja poligonal. basta considerar o simétrico ponto a ponto. DD’ e EE’. Sendo este o ponto médio dos segmentos AA’.br 3 .

0).SIMETRIAS No exemplo acima.com. são respectivamente os pontos A’(-2. 3). B’(-6. -5). B(6. Observe que os segmentos AA’. -3) em relação a origem O (0. temos que os simétricos de A(2. 5).stoodi.br 4 . BB’. 5). -3) e D’(-2. 3) e D(2. CC’ e DD’ tem a origem do sistema de coordenas como ponto médio. C’(-6. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. -5). C(6.

O eixo horizontal ou eixo x é chamado de eixo das abscissas. ?(?.br 1 . y Todo ponto sobre a bissetriz dos quadrantes ímpares terá ? = ?. notação: Todo ponto sobre o quadrante IV terá ? > 0 e ? < 0. a coordenada do ponto médio entre dois pontos pode ser calculada através da média aritmética das coordenadas dos pontos: ?? + ?? ?? = 2 x AULA 2 – PLANO CARTESIANO Plano cartesiano O plano cartesiano contém dois eixos perpendiculares entre si.com.stoodi. 0 a x Os eixos x e y dividem o plano em 4 regiões chamadas AULA 3 – PONTO MÉDIO DE UM SEGMENTO quadrantes: As coordenadas do ponto médio M de um segmento que y liga os pontos A e B são dadas por: ?? + ?? ?? = Quadrante II Quadrante I 2 ?? + ?? ?? = 2 x Quadrante III Quadrante IV Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.CONCEITOS BÁSICOS DE GEOMETRIA ANALÍTICA AULA 1 – EIXO Bissetrizes Distância entre pontos A reta formada pelos pontos em que ? = ? é chamada de bissetriz dos quadrantes ímpares. ?): a coordenada x é chamada de abscissa de P e a Todo ponto sobre o eixo x terá ? = 0. Um ponto P qualquer é localizado no plano por suas Todo ponto sobre o quadrante II terá ? < 0 e ? > 0. Dados dois pontos A e B sobre um eixo ordenado. coordenada y de ordenada de P Todo ponto sobre o eixo y terá x = 0. que são explicitadas segundo a Todo ponto sobre o quadrante III terá ? < 0 e ? < 0. O eixo vertical ou eixo y é chamado de eixo das Posição de pontos ordenadas. Todo ponto sobre o quadrante I terá ? > 0 e ? > 0.b) Todo ponto sobre a bissetriz dos quadrantes pares terá b ? ≠ ?. P (a. coordenadas x e y. ??? = |?? | − |?? | Bissetriz dos Bissetriz dos Ponto médio y quadrantes pares quadrantes ímpares Dados dois pontos A e B sobre um eixo ordenado. a distância entre eles será dada por: A reta formada pelos pontos em que ? = −? é chamada de bissetriz dos quadrantes pares.

com.br 2 .CONCEITOS BÁSICOS DE GEOMETRIA ANALÍTICA AULA 4 – BARICENTRO DE UM TRIÂNGULO As coordenadas do baricentro G de um triângulo cujos vértices são os pontos A. B e C são dadas por: ?? + ?? + ?? ?? = 3 ?? + ?? + ?? ?? = 3 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi.

?? ) pertence a uma reta O coeficiente angular m de uma reta é definido como a de equação ?? + ?? + ? = 0. onde m é o coeficiente angular da reta e (?? . basta substituirmos suas tangente do ângulo α que a reta forma com o eixo x. B e C estarão alinhados se. ? = ?? ? Formatos de equação de reta Obs: Existem diversas formas de escrever a equação de uma  Se α=90°. sua equação será: 0 0 ? = ?? y y α=90˚ Equação de uma reta qualquer 90˚<α<180˚ Para todas as outras retas. bastando a manipulação algébrica para passá-la para o formato  Duas retas paralelas têm mesma inclinação no desejado. cada uma com sua particularidade. e somente se. Se obtivermos uma identidade. Equação de uma reta vertical α Se a reta for paralela ao eixo y. o ponto pertence à reta. o Obs: determinante da matriz abaixo for igual a 0:  Esta fórmula é válida desde que ?? ≠ ?? . medido no sentido anti-horário a partir do eixo x. Verificação de pertinência Coeficiente angular Para verificarmos se um ponto (?? . reta pode ser passada para estes formatos. AULA 2 – COEFICIENTE ANGULAR DE UMA RETA AULA 3 – OBTENÇÃO DA EQUAÇÃO DE UMA RETA Inclinação de uma reta Determinação de uma reta A inclinação da reta é o ângulo α formado entre o eixo x e ela.  um ponto e seu ângulo (coeficiente angular). têm mesmo coeficiente angular. Os principais são: plano cartesiano e. cortando o eixo x no ponto x x A. a equação será dada por: ? − ?? = ?. Toda equação de angular. Portanto α=90° ?? ?? 1 e neste caso o coeficiente angular da reta não existe. então a reta não tem coeficiente reta. consequentemente. consideramos nulo este ângulo. ?? ?? 1 ? = |?? ?? 1| = 0  Se ?? = ?? . podemos calcular o coeficiente angular da mesma como: Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. então a reta é vertical.br 1 . ?? ) são as 0 x 0 x coordenadas de um ponto qualquer pertencente a ela.stoodi. α=0˚ .com. ou y y 0˚<α<90˚  dois pontos distintos. coordenadas na equação da reta. (? − ?? ) α α .ESTUDO DAS RETAS AULA 1 – CONDIÇÃO DE ALINHAMENTO DE TRÊS ?? − ?? ? = ?? ? = PONTOS ?? − ?? Três pontos A. Se a Uma reta fica determinada se forem fornecidos: reta for paralela ao eixo x.  Equação reduzida  Equação geral Coeficiente angular de uma reta que passa por dois  Equação segmentária pontos  Equação paramétrica Dados dois pontos distintos A e B de uma reta.

Portanto. AULA 6 – EQUAÇÃO SEGMENTÁRIA DA RETA  Retas não perpendiculares: todos os outros casos. paralelas ao eixo y não Eliminando-se o parâmetro das equações. elas serão concorrentes.ESTUDO DAS RETAS AULA 4 – EQUAÇÃO REDUZIDA DA RETA A equação reduzida da reta tem formato: ? = ?? + ? AULA 7 – EQUAÇÃO PARAMÉTRICA DA RETA Obs: As equações paramétricas de reta fornecem o valor de x e y em função de outra variável t. uma reta é ? ? paralela ao eixo y e a outra não.com. Neste caso podemos ter:  Retas perpendiculares: se o produto de seus coeficientes angulares for igual a -1. (? − ?? ) e passar todos os termos para o mesmo lado da equação.br 2 . Outra forma possível é encontrar o coeficiente angular da reta que passa pelos pontos. parâmetro. |?? ?? 1| = 0 ?? ?? 1  Retas paralelas distintas: se tiverem coeficientes lineares diferentes. temos:  n é a ordenada do ponto onde a reta corta o eixo { ? = ?1 (?) y. Neste caso. podemos ter: passa por dois pontos A e B é o seguinte determinante:  Retas paralelas coincidentes: se tiverem ? ? 1 coeficientes lineares iguais. entre retas: y q 0 p x Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ou seja. conhecidos. substituí-lo com um dos Retas concorrentes pontos em ? − ?? = ?. ? = ?2 (?)  As retas verticais.stoodi. p é a abscissa do ponto onde a reta corta o O esquema abaixo resume as possíveis posições relativas eixo x e q é a ordenada do ponto onde a reta corta o eixo y. pois o y não aparece novamente as equações de reta nos outros formatos na equação destas retas. Já se as retas tiverem coeficientes angulares diferentes. que é chamada de  m é o coeficiente angular da reta em questão. CONCORRENTES E PERPENDICULARES ?? + ?? + ? = 0 Retas paralelas Equação geral da reta que passa por dois pontos Duas retas são paralelas se tiverem o coeficientes Uma forma rápida de chegar à equação geral da reta que angulares iguais. AULA 5 – EQUAÇÃO GERAL DA RETA A equação geral da reta tem formato: AULAS 8 E 9 – RETAS PARALELAS. É conhecido como coeficiente linear da reta. Nesta equação. Neste caso. A equação segmentária da reta tem formato: Obs: duas retas também são concorrentes se uma tiver ? ? + =1 coeficiente angular e a outra não. obtêm-se possuem equação reduzida.

com.stoodi.br 3 .ESTUDO DAS RETAS Coincidentes nr=ns Paralelas mr=ms Distintas nr ≠ ns Retas Perpendiculares mr∙ms= –1 Concorrentes mr≠ms Não perpendiculares mr∙ms ≠ –1 Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

pode ser calculada por: ?? ?? 1 1 ? = ∙ |?|.FÓRMULAS DE DISTÂNCIA E ÁREA AULA 1 – DISTÂNCIA ENTRE PONTOS A distância entre dois pontos A e B no plano cartesiano é dada por: ??? = √(?? − ?? )2 + (?? − ?? )2 AULA 2 – DISTÂNCIA ENTRE PONTO E RETA A distância entre um ponto ?(?? .com.stoodi. ?? ) e a uma reta (r) de equação ?? + ?? + ? = 0 é dada por: |??? + ??? + ?| ??. cujos vértices são os pontos A. onde ? = |?? ?? 1| 2 ?? ?? 1 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 1 .? = √? 2 + ? 2 AULA 3 – ÁREA DE UM TRIÂNGULO A área de um triângulo ABC. B e C.

stoodi. A distância entre C e P será o raio r da circunferência: ? 2 = (? − ?? )2 + (? − ?? )2 AULA 2 – EQUAÇÃO GERAL Desenvolvendo a equação reduzida teremos: ? 2 + ? 2 − 2?? ? − 2?? ? + ?? 2 + ?? 2 − ? 2 = 0 OBS:  “−2?? ” é o número que vem acompanhando o x  “−2?? ” é o número que vem acompanhando o y  “?? 2 + ?? 2 − ? 2 ” é um termo independente Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ?) um ponto da circunferência. ?? ) e seja P (?.com.br 1 .CIRCUNFERÊNCIA AULA 1 – EQUAÇÃO REDUZIDA Seja uma circunferência com centro C (?? .

Secantes  Reta secante à circunferência (u): quando d<r. e não há pontos de intersecção entre a reta e a circunferência. ?2 = centros das circunferências  ?1 . ?2 = raios das circunferências Temos que:  d = distância entre ?1 e ?2  Ponto pertencente à circunferência (A): quando Exteriores d=r  Ponto externo à circunferência (B): quando d>r  d > ?1 + ?2  Ponto interno à circunferência (C): quando d<r A d B O C Interiores  d < ?1 − ?2 AULA 2 – RETA E CIRCUNFERÊNCIA Sejam:  d = distância entre o centro e a reta d  r = raio da circunferência Temos que:  Reta tangente à circunferência (s): quando d = r. e há dois pontos de intersecção entre a reta e a  ?1 − ?2 < d < ?1 + ?2 circunferência.br 1 .com.POSIÇÃO RELATIVA AULA 1 – PONTO E CIRCUNFERÊNCIA AULA 3 – POSIÇÃO RELATIVA ENTRE CIRCUNFERÊNCIAS Sejam: Sejam duas circunferências.  Reta externa à circunferência (t): quando d>r. e há apenas um ponto de intersecção entre a reta e a circunferência. s u O d t Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. e sejam:  d = distância entre o centro e o ponto  r = raio da circunferência  ?1 .stoodi.

br 2 .POSIÇÃO RELATIVA Tangentes externamentes  d = ?1 + ?2 d Tangentes internamentes  d = ?1 − ?2 d Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi.com.

CÔNICAS AULA 1 – VISÃO GERAL DAS CÔNICAS Relação fundamental ?2 = ?2 + ? 2 Excentricidade (e) ? ?= (0<e<1) ? Elipse Seja:  ?(?. ?? ): centro da elipse Temos que: (? − ?? )? (? − ?? )? + =? ?? ?? AULA 4 – HIPÉRBOLE: CONCEITO Fonte: http://3.p ng?imgmax=800 Elementos  ̅̅̅̅̅̅̅ ?1 ?2 : distância do eixo maior  ̅̅̅̅̅̅̅ ? 1 ?2 : distância do eixo menor  ̅̅̅̅̅̅ ?1 ?2 : distância focal  ?1 .br/4_22_20elementos_20da_20hip_ C3_A9rbole0.bp.blog.google.com/_Qmjqb2Gk9no/TDMMYeqCVSI/ AAAAAAAAI24/FJ2_FrHUpZo/image4_thumb%5B1%5D.png?v=280shk1usvuopo Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.ELIPSE: DEDUÇÃO DA EQUAÇÃO GERAL Seja: AULA 2 – ELIPSE: CONCEITO  (?? .blogspot.adesc.br 1 .com/site/dibujotecnicoclm/_/rsrc/13226 58948830/u/bloque-i-geometria-plana/curvas- conicas/conicas2.stoodi.?) : um ponto qualquer da elipse Temos que: Fonte: ̅̅̅̅̅ ??1 + ̅̅̅̅̅ ??2 = 2? https://sites. ?2 : focos  C: centro da elipse  ̅̅̅̅̅ ?1 ? = ̅̅̅̅̅ ??2 = a: semi eixo maior  ̅̅̅̅̅ ?1 ? = ̅̅̅̅̅ ??2 = b: semi eixo menor Fonte:  ̅̅̅̅̅ ?1 ? = ̅̅̅̅̅ ??2 = c: semidistância focal http://www.com.jpg AULA 3 .

edu.usac.com/matematica/hiperbole.gt/seccionesconicas/imagenes/ParLu g. (? − ?? )? (? − ?? )? − =1 ?2 ?2 Fonte: http://sitios.brasilescola.stoodi.png Elementos Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.htm AULA 5 .htm ? 2 = ?2 + ?2 2º Caso Excentricidade (e) Eixo real paralelo ao eixo da ordenada.?) : um ponto qualquer da hipérbole Temos que: ̅̅̅̅ − ̅̅̅̅̅ |?? ??2 | = 2? Fonte: http://www.HIPÉRBOLE: DEDUÇÃO DA EQUAÇÃO GERAL AULA 6 – PARÁBOLA: CONCEITO Seja:  (?? .CÔNICAS Elementos  ̅̅̅̅̅̅̅ ?1 ?2 : distância do eixo real  ̅̅̅̅̅̅̅ ? 1 ?2 : distância do eixo imaginário  ?1 .br 2 .brasilescola. ?2 : focos  ̅̅̅̅̅̅ ?1 ?2 : distância focal  C: centro da elipse  ̅̅̅̅̅ ?1 ? = ̅̅̅̅̅ ??2 = a: semi eixo real  ̅̅̅̅̅ ?1 ? = ̅̅̅̅̅ ??2 = b: semi eixo imaginário  ̅̅̅̅̅ ?1 ? = ̅̅̅̅̅ ??2 = c: semidistância focal Fonte: Relação fundamental http://www. ?= ? (? − ?? )? (? − ?? )? ? − =1 ?2 ?2  Quanto maior a e. teremos a hipérbole equilátera Hipérbole Seja:  ?(?.com. ?2 : vértices  ?1 . mais abertos serão os ramos da hipérbole  Se a=b.com/matematica/hiperbole. ?? ): centro da hipérbole 1º Caso Eixo real paralelo ao eixo da abscissa.

Seja:  ? = 2.PARÁBOLA: DEDUÇÃO DA EQUAÇÃO GERAL 1º Caso Eixo da parábola paralelo ao eixo da ordenada.CÔNICAS  Reta r: diretriz  Reta s: eixo da parábola  F: foco  V: vértice Parábola Seja:  ?(?.?) : um ponto qualquer da parábola  d: distância Temos que: ̅̅̅̅ ?? = ?(?. (? − ?)2 = 2?(? − ℎ) Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ̅̅̅̅ ??  V(h.stoodi.com.k) = ponto vértice da parábola Temos que: (? − ℎ)2 = 2?(? − ?) 2º Caso Eixo da parábola paralelo ao eixo da abscissa.br 3 . ?) AULA 7 .

8. 4. .com. Março. 1. 10. 21.stoodi. dispostos em determinada ordem. . . 12. 5... 2. Exemplos:  Número triangulares  Números quadrados Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Exemplos:  Sequência dos meses do ano Janeiro. estudados pelos pitagóricos.br 1 .. Novembro. 3... 13. são números que podem ser representados por uma figura geométrica.  Sequência de Fibonacci 1. Dezembro  Sequência dos números pares 0. 8. AULA 2 – NÚMEROS FIGURADOS Os números figurados.. 2. Fevereiro.RACIOCÍNIO LÓGICO AULA 1 – SEQUÊNCIAS NUMÉRICAS Sequências: Listagem de elementos.. 6.

stoodi. é comum aparecerem argumentos com premissas verdadeiras ou falsas.  Conceitos primitivos: conhecimentos aceitos sem definição  Postulados: proposições aceitas como verdadeiras. AULA 3 – LÓGICA DA ARGUMENTAÇÃO Argumentação: forma como utilizamos o raciocínio para convencer alguém. Exemplo de silogismo verdadeiro:  Todos os humanos são mortais  Todos os filósofos são humanos.  Nenhum engenheiro não comente erros. mediantes demonstrações. todos os filósofos são mortais. Exemplo de silogismo falso (sofisma):  Alguns engenheiros são professores. Silogismo: raciocínio dedutivo estruturado a partir de duas premissas. sem demonstração. a conclusão. de algo. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. nenhum professor não comete erros. bem como conclusões verdadeiras ou falsas.br 1 . Quantificadores:  Todos  Pelo menos um Negação:  A negação de todos são é pelo menos um não é.  Logo.RACIOCÍNIO LÓGICO EM ARGUMENTOS AULA 1 – INTRODUÇÃO Lógica: estrutura formal do pensamento baseada no princípio da argumentação.  Logo. das quais se tira uma terceira.  Teorema: proposições aceitas como verdades. AULA 2 – ARGUMENTAÇÃO ENVOLVENDO VERDADES E MENTIRAS Em diversas questões de lógica.com.

Negação p ~p V F F V Conjunção p q pq V V V V F F F V F F F F Disjunção p q pq V V F V F V F V V F F V Condicional p q p→q V V V V F F F V V F F V Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 1 .. V F F F V F Conectivos lógicos: F F V Significado Símbolo lógico Negação não ~ ou  Conjunção e  AULA 3 – MONTANDO TABELAS VERDADE Disjunção ou  Montar uma tabela verdade é partir das tabelas-verdade já Condicional se..com. Por exemplo: Bicondicional se e somente se  Montar a tabela verdade para p  ~q p q ~q p  ~q V V F F V F V V F V F F AULA 2 – TABELAS VERDADE F F V F Para analisar os valores lógicos das proposições compostas existem tabela que preveem todos os possíveis valores lógicos que uma sentença pode possuir a partir dos valores lógicos das proposições simples.LÓGICA PROPOSICIONAL AULA 1 – PROPOSIÇÕES E CONECTIVOS LÓGICOS Bicondicional p q p  q Proposições: Afirmações que só podem ser classificadas V V V ou como verdadeiras ou como falsas. São as tabelas-verdade.stoodi.então → existentes para analisar outros casos.

XIX J. são espécies carregadas positiva ou negativamente. Dividimos os íons em cátions (positivos) e ânions (negativos).TEORIA ATÔMICA AULA 1 . XIX J. Átomo  Elétricamente Neutro n elétrons = n prótons 40 20 Ca 40 18 Ar Cálcio Argônio Exemplo Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.NÚMERO  ATÔMICO E NÚMERO DE MASSA Átomo  perde elétrons  Cátions 23 11 Na  perde 1e  23 11 Na íons positivos Número Atômico (Z)  Átomo  ganha elétrons Ânions F  19 9 ganha 1e F 19 9 O número atômico é dado pela letra Z. temos: Isótopos A =p+n São espécies que apresentam o mesmo número atômico (Z). a quantidade de elétrons é igual em relação à Isóbaros quantidade de prótons: Átomos que possuem igual número de massa (A). podemos calcular o número de se diferem no número de massa (A). mas diferentes números atômicos (Z). estamos pensando numa espécie eletricamente neutra.ATOMÍSTICA / MODELOS ATÔMICOS  Z = 11  A = 23 Evolução histórica dos modelos atômicos 23  11 Na  Cunhagem Toda matéria sódio n = 12 Demócrito e 450 a. XX E.stoodi. ou seja. Elemento Químico Bilhar” indivisíveis e imutáveis Dizemos elemento químico quando pensamos na reunião Átomos Modelo de átomos de mesmo número atômico (Z). Leucipo do termo era formada e  = 11 ÁTOMO por átomos Átomos: Modelo esferas Séc. Rutherford um grande nêutrons) e vazio eletrosfera AULA 3 – DESCRIÇÃO DO ELEMENTO . Assim. AULA 2 . ou seja. Isto ocorre pela perda de elétrons. mas Através desta fórmula.C.J. Dalton “Bola de maciças. divisíveis: Séc.DESCRIÇÃO DO ELEMENTO . Representa a íons negativos quantidade de prótons no núcleo. ou seja. É este número que caracteriza um elemento químico.br 1 . Thomson “Pudim de descoberta do Passas” elétron Átomo dividido em núcleo Átomo é (prótons e Séc. pertencem ao mesmo elemento químico.com.ÍONS (elétrons) Os íons são espécies não eletricamente neutras. Número de Massa (A) AULA 4 – DESCRIÇÃO DO ELEMENTO – RELAÇÕES O número de massa é o somatório do número de prótons ATÔMICAS (p) com o número de nêutrons (n) existentes no núcleo atômico. nêutrons de um determinado átomo: 1 2 3 1H 1 H 1 H n=A-p Pr ótio Deutério Trítio É importante lembrar que quando falamos de átomos.

o bioquímico Linus 2 2 Pauling propôs a criação de um diagrama onde se observa 12 Mg 8O 10Ne uma sequência crescente de energia na distribuição dos 10 elétrons elétrons da eletrosfera de um átomo. a camada Q (nível 7) possui mais energia em relação a camada K (nível 1) da Átomos com igual número de nêutrons (n). 3s2 3p6 3d10 consegue observar que a eletrosfera estava dividida em camadas ou níveis de energia. considerando a natureza quântica da matéria. 4s2 4p6 4d10 4f14 Ao total temos sete camadas ou sete níveis de energia. 1s2 O núcleo consiste numa região extremamente pequena e densa do átomo sendo sua carga positiva devido à presença dos prótons.br 2 . Além dos níveis de energia. segundo Rutherford. chamadas neste caso de subníveis de 12 Mg 14 Si energia: Magnésio Silício   Subníveis energéticos n = 14 n = 14 s p d f     Isoeletrônicos 2 6 10 14 Átomos e também íons que possuem igual número de número máx de elétrons por subnível elétrons: Considerando estas observações. AULA 5 – ESTUDO DA ELETROSFERA E MODELO DE AULA 6 – DIAGRAMA DE LINUS PAULING RUTHERFORD-BOHR Modelo Atômico de Rutherford-Bohr Segundo Rutherford o átomo era apenas divido em núcleo e eletrosfera.com. Sendo assim.stoodi. a eletrosfera também possui 26 28 subdivisões. A eletrosfera é a região externa ao 2s2 2p6 núcleo. massa (A) e número atômico (Z). nos caminhamos para camadas mais externas. a quantidade Isótonos de energia aumenta. onde encontramos os elétrons orbitando. Bohr. mas diferentes eletrosfera. sendo que cada uma possui um número máximo de elétrons permitidos: 5s2 5p6 5d10 5f14 Níveis  1 2 3 4 5 6 7 6s2 6p6 6d10 Camadas  K L M N O P Q 7s2 Máx de e  2 8 18 32 32 18 8 Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.TEORIA ATÔMICA À medida que nos afastamos do núcleo. em qualquer posição possível. ou seja.

Podemos fazer a distribuição Após entendido o conceito de orbital.stoodi.TEORIA ATÔMICA Camada de Valência Utilizando as diagonais. Observe que na distribuição do escândio (Sc) o quarto Cada orbital possui energia e forma características. é nula a possibilidade de se encontrarem dois elétrons com os mesmos números quânticos.. podemos considerar de forma mais adequada que os elétrons se encontram ao redor do M núcleo numa região chamada de orbital. Também podemos considerar que 26 Fe: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d6 ele indica um distanciamento do elétron em relação ao núcleo. que caracterizam os de distribuição em ordem geométrica ou ordem de elétrons em relação às suas energias.. demonstrou ser impossível determinar com precisão absoluta a velocidade e a posição de um elétron num átomo. temos o subnível d como o mais energético. Essas considerações ficaram 12 Mg : 1s2 2s2 2p6 3s2 conhecidas como princípio da incerteza de Heisenberg. nível aparece no meio do terceiro quando seguimos o diagrama de Linus Pauling. Subnível mais energético 2 2 6 2 6 26Fe: 1s 2s 2p 3s 3p 4s2 3d6 Camada de Valência (Maior nível) Chamamos de subnível mais energético sempre o último subnível escrito na distribuição. podemos entrar em considerando a sequência dos níveis e assim chamamos contato com os números quânticos. K L M Sendo assim. considerando os conceitos estabelecidos pela mecânica quântica. Em alguns casos a camada de valência comporta também o subnível mais energético.br 3 . . Werner Heisenberg (físico alemão. podemos obter a sequência abaixo: 16 S: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p 4 Subnível mais energético 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6 5s2 4d10 5p6 6s2 4f14 5d10 6p6 7s2 5f14 6d10 Exemplos AULA 8 – NÚMEROS QUÂNTICOS 1H: 1s1 Em 1926. 4. distância: Quatro números quânticos definem os elétrons: 2 2 6 2 6 1 2 21 Sc: 1s 2s 2p 3s 3p 3d 4s  Principal K N L M  Secundário ou Azimutal  Magnético  Spin Atenção: em um mesmo átomo. maior a energia do elétron. No caso do ferro. Note que a camada de valência e o subnível mais energético são conceitos diferentes. Observe abaixo a distribuição eletrônica do ferro: Quanto maior o valor de número quântico principal.com. 2. AULA 7 – DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA Camada de Valência Número quântico principal (N) A camada de valência é indicada sempre pelo maior valor Define o nível de energia do elétron num orbital. 2 2 6 21 Sc : 1s 2s 2p 3s 3p 4s2 3d1 2 6 Orbital: região de máxima probabilidade de se encontrar K N L um elétron. 3. Valores possíveis para n: n = 1. do nível de uma distribuição eletrônica. 1901 – K 1976). Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

exclusão de Pauli.. 1.com. São designados pelas letras minúsculas s. 2. Podem assumir valores de +1/2 ou -1/2. +1. +1 AULA 10 – VALOR DO SPIN d 2 2. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. devemos considerar: n ℓ Letra  Não existe uma convenção para o sentido da 1 0 s sharp seta que representa o primeiro elétrons a 2 1 p principal preencher um orbital: 3 2 d diffuse 4 3 f fundamental Cada valor do número quântico secundário indica a forma do orbital.0. 0.br 4 . d. uma vez que vão de 0 até ℓ – 1. f 3 3. h. segundo o princípio da principal. e os livros de ensino médio usam o Ms = -1/2. O número quântico de spin indica a rotação dos elétrons num orbital. g. Sendo assim. os livros de ensino superior usam Ms = +1/2. Número quântico de spin (Ms ou S) São apenas convenções diferentes. É interessante notar que os químicos representam um orbital através de um quadrado ou um círculo. 0.. 0. etc.TEORIA ATÔMICA É importante notar que para os elementos conhecidos atualmente contém elétrons apenas até o sétimo nível energético.  Também não existe uma convenção sobre o valor do spin: Número quântico magnético (M) O número quântico magnético indica a orientação do orbital no espaço. Os valores dos números quânticos secundário são simples de calcular.stoodi.. ℓ mℓ s 0 0 p 1 1. os valores de n vão de 1 até 7 no máximo. f. +3 Em geral para representar o Spin Up. Número quântico secundário ou azimutal (ℓ) Indica os subníveis de energia associados a cada nível Cada orbital possui no máximo.. temos: elétron a preencher um orbital. +2. 1. Observação: levando-se em consideração o primeiro Para os elementos conhecidos. M ou m = . Atenção: a grande maioria dos autores do ensino médio e Os valores assumidos pelo número quântico magnético também os exercícios de vestibulares têm como são calculados da seguinte maneira: convenção particular a seta para cima possuindo valor de spin -1/2. p.. dois elétrons com spins opostos. +1. +2 O valor do spin pode assumir valores de +1/2 ou -1/2.

stoodi.CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com.br 1 .

situados A tabela periódica classifica os elementos químicos em ordem crescente de seus números atômicos (número no meio da tabela periódica.exceto o mercúrio que é líquido . há o grupo dos chamados de elementos de transição (metais de transição). que se encontrar num mesmo período (ou mesma linha) possuem em comum o mesmo número de camadas em  Outra propriedade dos metais é que eles.  Com exceção do bromo. etc. é um não-metal que conduz acordo com as características químicas dos elementos e bem a eletricidade).  Alguns metais podem reagir com ácidos Também podemos observar que a tabela periódica está formando sais. iodo e astato. Elementos químicos outros utensílios domésticos. que é líquido. dividida em quatro grandes blocos identificados pelas  Os metais. além de estar dividida em aquecidos a certa temperatura. AMETAIS E SEMIMETAIS Metais Grande parte da tabela periódica (dois terços) são elementos metálicos. As colunas – 18 ao todo – representam as famílias ou grupos dos elementos químicos. o carbono. Também conduzem bem o da configuração da camada de valência (camada mais calor. suas distribuições. especialmente os metais de transição. precisando passar por uma transformação química para serem isolados. o cloro e o flúor são não metais gasosos. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. representativos. principalmente quando representado pela letra Z). externa da distribuição).  O oxigênio.  Elementos do bloco d – metais de transição  O sal comum.  Os metais formam cátions (grande capacidade em perder elétrons da camada de valência). os elementos dos blocos d e f são  Entre os não metais. o selênio e o astato são Os elementos contidos nos blocos s e p são chamados de não metais sólidos. é formado pela externa. o iodo.  São dúcteis: podem ser transformados em fios e As linhas – que totalizam 7 – são chamadas de períodos folhas. geralmente se encontram letras dos subníveis (s. d. Estes últimos subdividem-se em: halogênios: flúor. cloro. o nitrogênio. linhas horizontais e colunas verticais.stoodi.br 2 . todos os demais são sólidos. o fósforo. Ametais (não-metais) Cerca da metade dos não-metais são gases. É interessante notar que combinados a outros elementos (principalmente esta divisão está relacionada com os subníveis das camadas de valência dos elementos em cada bloco. fios elétricos. ao contrário da maioria dos não-metais (carbono. p. o enxofre. É por isso que os metais costumam ser e estão relacionadas com a quantidade de camadas na usados para moldar chamas e fabricar panelas e distribuição eletrônica de cada átomo. com alto ponto de fusão.com. conduzem bem a eletricidade.  Eles reagem com metais e formam sais. geralmente. por exemplo. atômico é o número de prótons no núcleo de um átomo.CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS AULA 1 – TABELA PERIÓDICA AULA 2 – METAIS. interna. oxigênio e enxofre). Estão separadas de na forma de grafite.  São maleáveis . bromo.  Elementos do bloco f – metais de transição combinação de cloro com sódio. f). geralmente são sólidos .

seguido das letras A e B. para subníveis. L. M e N]. Existem duas maneiras de identificar as famílias ou grupos: 17Cℓ  3 camadas eletrônicas (K. Gases Raros ou Inertes 1 elétron na camada de família IA [metais valência [3s1] alcalinos] = 1 Têm comportamento químico específico. L. L. 1.com.org). Vejamos alguns eletricidade ou calor como os metais. Os períodos (linhas horizontais) se relacionam com o número de camadas da distribuição.iupac.stoodi. L e M): 3º período. Exemplo AULA 4 – DESCRIÇÃO DAS FAMÍLIAS OU GRUPOS 4Be  2 camadas eletrônicas (K e L): 2º período. M e N] 4º período elétron de maior energia situado bloco d elemento no subnível d [3d6] [transição] AULA 3 – CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA E TABELA 2 elétrons na camada de valência família VIIIB = 8 PERIÓDICA [4s2] + 6 elétrons no subnível de maior energia [3d6] A tabela periódica está diretamente relacionada com a configuração (ou distribuição eletrônica) dos elementos químicos.br 3 . os sólidos exemplos de como se pode localizar o elemento químico a geralmente quebram com facilidade. VB. A mais comum é indicar cada família por um 1s2 2s2 2p6 3s2 3p5 algarismo romano. na forma de grafite ou diamante). Sabendo disso podemos localizar com Química Pura e Aplicada – www. camadas: K = 2. 1 18 17Cℓ  1s2 2s22p6 3s23p5 H 2 13 14 15 16 17 8B semimetais B 3 camadas eletrônicas [K. Essas letras A e B indicam a posição do elétron mais energético nos Nas famílias. M] 3º período Têm propriedades intermediárias entre os metais e os não- elétron de maior energia bloco s elemento metais. M = 1 Características da Localização e Semimetais distribuição eletrônica classificação 3 camadas [K. M] 3º período elétron de maior energia bloco p elemento situado no subnível p [3p5] [representativo] Série dos lantanídeos 7 elétrons na camada de família VIIA [halogênios] [metais] valência [3s23p5] = 17 Série dos actinídeos [metais] 26Fe  1s2 2s22p6 3s23p6 4s2 3d6 metai ametais gases s nobres 4 camadas eletrônicas [K.CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS  Os não metais não são bons condutores de precisão os elementos químicos na tabela periódica através da configuração eletrônica. 3º período  3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Si B Ge As Características da Localização e distribuição eletrônica classificação Sb Te d Po 3 camadas [K. IA. 2 1s 2s2 A tabela periódica é constituída por 18 famílias ou K L grupos. 4º período Características da distribuição Localização e eletrônica classificação 4 camadas [K. devemos levar em consideração que. L = 8. L. Na outra maneira. as Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. por K L M exemplo. o número da 2. Possuem partir da distribuição eletrônica: ponto de fusão inferior aos dos metais (com 11Na  1s2 2s22p6 3s1 exceção do carbono. L e M]. situado no subnível s [3s1] [representativo] Gases Nobres. IIA. os elementos representativos (bloco s e p). proposta no final da década de família é condizente com o número de elétrons da camada 1980 pela IUPAC (União Internacional de de valência.

Ge. 7s2 5f 6d2 6d3 6d4 6d5 6d6 6d7 6d8 6d9 6d10 e no 7s1 ou Nome ção do Componentes último 4f1 4f2 4f3 4f4 4f5 4f6 4f7 4f8 4f9 4f10 4f11 4f12 4f13 4f14 5d1 Família último nível nível metais Li. Sn. Na. Br. Essas séries apresentam 14 colunas.stoodi. Rn zero Atenção: o hélio (He) nega a configuração eletrônica de sua família. P. Si. Tℓ boro família do C. Se. Sb. CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS famílias são indicadas por algarismos 1 a 18. Uma parte deles ocupa o bloco central da tabela periódica. VIIIA . Fr metais Be. 5f1 5f2 5f3 5f4 5f5 5f6 5f7 5f8 5f9 5f10 5f11 5f12 5f13 5f14 6d1 ns1 1 1 – IA alcalinos Cs. K . Kr. Mg.br 4 . Aℓ. Ne. I. Famílias B Os elementos dessas famílias são denominados de elementos de transição. Sr. S. Os elementos que constituem essas famílias são 1 18 1s1 2 1s2 denominados elementos representativos. Ga. 3s1 3s2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 3p1 3p2 3p3 3p4 3p5 3p6 4s1 4s2 3d1 3d2 3d B 3 3d4 3d5 3d6 3d7 3d8 3d9 3d10 4p1 4p2 4p3 4p4 4p5 4p6 2 5s1 5s 4d1 4d2 4d3 4d4 4d5 4d6 4d7 4d8 4d9 4d10 5p1 5p2 5p3 5p4 5p5 5p6 3 4 5 6 7 1 2 d 6s1 6s2 4f 5d2 5d 5d 5d 5d 5d 5d8 5d9 5d10 2p 6p 6p3 6p4 6p5 6p 6 Nº de Grupo Configura. constituindo as séries dos lantanídeos e dos actinídeos. ns2np6 8 nobres Xe. 2 – IIA alcalinos ns2 2 Ba. Bi nitrogênio 16 – VIA calcogênios ns2np4 6 O. eliminando-se as letras A e B.com. Rb. de III B até II B (10 colunas). A outra parte deles está deslocada do corpo central. 14 – IVA ns2np2 4 carbono Pb família do 15 – VA ns2np3 5 N. O elétron mais Famílias A e zero energético está contido em subníveis f [de f1 a f14]. e seus 13 14 15 16 17 elétrons mais energéticos estão situados nos subníveis s 2s1 2s2 VIII B 2p1 2p2 2p3 A 2p4 2p5 2p 6 ou p. Po 17 – halogênios ns2np5 7 F. Ar. At VIIA 18 – gases He. Ca. Te. In. Ra terrosos família do 13 – IIIA ns2np1 3 B. e apresenta seu elétron mais energético em subníveis d [de d1 a d10] 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 IIIB IVB VB VIB VIIB VIIIB IB IIB d1 d2 d3 d4 d5 d6 d7 d8 d9 d10 Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. As. Cℓ.

menor número atômico. Inclusive pode ocorrer perda do último nível de energia e quanto menor a quantidade de níveis. portanto aumenta a atração do núcleo pela eletrosfera. portanto terá menor raio atômico que um átomo do 3º período (da mesma família). ou seja. pois. sódio. menor o raio. aumentado o seu tamanho.com.6 kJ/mol  13A2+ + e- três níveis de energia. Assim. aumenta a repulsão da nuvem eletrônica. por exemplo. ao ganhar elétron.0 kJ/mol  13A4+ + e- 13A átomos de mesmo número de níveis de energia. a repulsão da nuvem eletrônica diminui. pois. Raio atômico O raio atômico é calculado definindo distâncias entre os núcleos. 13A 2+ + 2744. é necessária uma energia cada Assim. quanto Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.4 kJ/mol  13A1+ + e- (lítio. Conforme o íon vai se tornando cada vez mais positivamente carregado. adquirindo estabilidade.br 1 . Os átomos ? ?= com afinidade eletrônica elevada têm a tendência de 2 ganhar um ou mais elétrons.PROPRIEDADES PERIÓDICAS AULA 1 – RAIO ATÔMICO Ocorrem à medida que o número atômico de um elemento químico aumenta. Portanto. Raios iônicos X (g) + e. r d AULA 2 – AFINIDADE ELETRÔNICA OU ELETROAFINIDADE Onde: Eletroafinidade é a quantidade de energia liberada por um átomo no estado gasoso. a configuração eletrônica dos gases nobres. por exemplo) tem apenas dois níveis de energia. aumenta o número atômico (número de prótons) para 3+ + 11575. assume valores que crescem e decrescem em cada período da Tabela Periódica. X. diminuindo o seu tamanho. um átomo do 2º período 13A + 577. diminuindo o tamanho do átomo e consequentemente o raio. para baixo. a energia de ionização aumenta conforme diminui o raio atômico. nos períodos.stoodi. Portanto: raio do átomo > raio do cátion  Raio do ânion: Quando um átomo ganha elétron. Portanto: raio do átomo < raio do ânion AULA 3 – ENERGIA DE IONIZAÇÃO A energia de ionização é a energia necessária para Nas famílias os raios atômicos aumentam de cima remover um elétron de um átomo (ou íon) na fase gasosa. que tem 13A 1+ + 1816. considera-se o raio atômico como Numa série de íons isoeletrônicos (apresentam igual sendo a metade da distância entre os núcleos de dois número de elétrons).6 kJ/mol  13A3+ + e- Nos períodos conforme caminhamos para a direita.(g) + energia  Raio de cátion: quando um átomo perde elétron. Nas famílias e nos períodos. aumenta o número de camadas dos átomos. o raio atômico cresce da direita para a esquerda vez maior para retirar um elétron da camada mais externa. ou seja. nesse sentido. terá maior raio o íon que tiver átomos vizinhos.

AULA 4 – ELETRONEGATIVIDADE E ELETROPOSITIVIDADE Eletronegatividade é a tendência que um átomo possui de atrair elétrons para perto de si. Aumenta nestes sentidos: Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. quando se encontra ligado covalentemente a outro átomo de elemento químico diferente.PROPRIEDADES PERIÓDICAS menor o tamanho do átomo. numa substância composta.com.br 2 . em comparação a outro átomo. mais difícil retirar o elétron. portanto. maior a atração do núcleo pela eletrosfera e. É o oposto da eletronegatividade.stoodi. na formação de uma substância composta. Aumenta nestes sentidos: Eletropositividade é a capacidade que um átomo tem de doar elétrons.

2 ou 3 elétrons em suas camadas de valência. o metal seria um aglomerado de cátions mergulhados numa nuvem (ou “mar”) de elétrons livres ou deslocalizados. As ligações covalentes podem ser divididas em ligações do tipo sigma (σ) e pi (π). Com isso temos a formação de íons (cátions e ânions) que se unem para formar o composto chamado de iônico. do ganho compartilhado entre os átomos que formam a ligação.com. a fácil condução de corrente elétrica. ligações do tipo π. Toda ligação covalente possui uma ligação do tipo σ Atenção: a ligação iônica pode ser também chamada de sendo que nas ligações duplas e triplas as outras são eletrovalente ou heteropolar. Nesta teoria. do octeto que podemos assim enunciar: Os compostos que fazem ligações covalentes podem ser “Um átomo adquire a estabilidade química representados por três tipos de fórmulas: quando possui 8 elétrons na camada eletrônica mais externa ou 2 elétrons quando possui apenas a camada K. Características gerais dos compostos iônicos Do ponto de vista energético a ligação sigma é mais forte em relação às ligações pi. ou seja. Isto ocorre devido aos metais terem forte tendência em perder elétrons. ou do compartilhamento de elétrons segundo a regra Podemos ter ligações simples. estabilidade química assim como os gases nobres – elementos pertencente à família VIIIA ou grupo 0. aqueles que possuem 1.” AULA 1 – LIGAÇÃO IÔNICA AULA 3 – TIPOS DE LIGAÇÕES COVALENTES A ligação iônica ocorre entre átomos de metais com átomos de não-metais. a ligação metálica é explicada pela teoria do mar de elétrons. Cada traço representa um par de elétrons que é Essa estabilidade é adquirida através da perda. duplas ou triplas. o melhor solvente é a água. Propriedades dos Metais  Brilho metálico  Condutividade térmica e elétrica elevada  Densidades elevadas  Pontos de fusão e ebulição elevados (exceto AULA 2 – LIGAÇÃO COVALENTE mercúrio)  Resistência à tração A ligação covalente ocorre entre átomos que tenham  Maleabilidade tendência a compartilhamento de pares eletrônicos.  Sólidos nas condições ambientes. Devido a principal característica dos metais.stoodi.  Duros e quebradiços.  Quando solúveis.br 1 . AULA 4 – LIGAÇÃO METÁLICA Exemplos de compostos iônicos A ligação metálica ocorre entre átomos de metais – NaCl – cloreto de sódio: sal comum ou sal de cozinha. enquanto os não-metais possuem acentuada tendência em receber elétrons.  Conduzem corrente elétrica em solução aquosa e quando fundidos (estado líquido).  Ductibilidade Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.LIGAÇÕES QUÍMICAS De um modo geral podemos entender que as ligações Basicamente a ligação covalente ocorre entre os não- químicas são uma maneira dos átomos atingirem a metais. Traços são utilizados para representar a ligação do tipo covalente.

br 1 . A emissão de partículas beta não altera a massa. 226 Ra   4  + 222 Rn 88 2 86 1914 – Rutherford Note pelo exemplo dado acima através das equações que a cada emissão de partícula alfa a massa decai em 4 4 2  + 7N  14  17 8 O + 1 1 p unidade e o número atômico decai em duas unidades. O que ocorre é a desintegração de um nêutron do núcleo com formação de elétron que então é expulso do núcleo. Atenção: parece estranho falar em partícula beta como elétron uma vez que este é ejetado do núcleo. provocada pelo bombardeamento com uma partícula. 234 91 Pa   0 1  + 234 92 U partículas betas (β – elétrons ou pósitrons) ou então radiação gama (γ – onda eletromagnética alta frequência).com. Leis da Radioatividade Nuclídeo: termo utilizado para caracterizar um tipo de Emissão de Partículas Alfa átomo por seu número atômico e número de massa. As espécies Esse fenômeno ocorre devido a instabilidade do núcleo assim formadas são isóbaras entre si. mas aumenta o número atômico em 1 unidade.stoodi. 4 2   2 prótons e 2 nêutrons Partícula Beta 0 1   elétron Radiação Gama O tempo de meia-vida é muito utilizado para a datação de 0 0   Radição Eletromagnética fósseis arqueológicos. próton 1932 – Chadwick Emissão de Partículas Beta Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. A Z X   4 2  + A -4 Z -2 Y A partir do processo de transmutação nuclear.RADIOATIVIDADE AULA 1 – RADIOATIVIDADE A Z X   0 1  + A Z +1 Y A radioatividade é – por definição – a desintegração espontânea de certos núcleos atômicos. Rutherford e Chadwick conseguem detectar a próton e nêutron e as suas relações de carga e massa. atômico decorrente de uma razão desfavorável entre o número de prótons e nêutrons. 1 0 n   1 1p + 0 1  + 0 0  nêutron próton partícula beta neutrino AULA 2 – TRANSMUTAÇÃO NUCLEAR A transmutação nuclear é a transformação de um nuclídeo em outro.5 nêutron próton pósitron prótons É importante reconhecer as características das partículas Meia-Vida ou Período de Semidesintegração alfa. acompanhada da emissão de partículas alfas (α – núcleos de hélio). Isto é feito com auxílio do isótopo radioativo do Carbono de massa 14 (C-14 ou 14C) cujo tempo de meia-vida é de 5730 anos. Existem outras partículas que são interessantes ao estudo da radioatividade: Faixa de Estabilidade 1 1 0 0 n 1 p 1 e nêutrons 1   1. beta e da radiação gama: A meia-vida é o tempo necessário para que a metade de Partícula Alfa uma amostra radioativa se desintegre.

a fissão de 1. resultando na formação de núcleos menores e liberação de grande quantidade de energia. deutério e trítio requerem temperaturas da ordem de 108 K.stoodi. encontra na forma de plasma. A altíssimas temperaturas a matéria deixa de são obtidos principalmente por meio da transmutação em existir como átomos e moléculas. Os elementos ditos transurânicos (aqueles que possuem número atômico maior que 92) não existem na natureza e 2. também chamada de reação termonuclear. ou seja. a matéria se aceleradores de partículas. cientistas têm sonhado em um dia poder utilizá-la para a geração de energia. com liberação de grande quantidade de energia.RADIOATIVIDADE 4 2 + 9 4 Be   12 6 C + 1 0 n Três pontos críticos devem ser atingidos para que a fusão nuclear seja uma fonte de energia: nêutron 1. utilizável. ou seja. O processo de fusão nuclear provê a energia do sol e de outras estrelas.0g de urânio equivale à explosão de 30 toneladas de TNT! Apenas três isótopos são fissionáveis:  Urânio – 235  Urânio – 233  Plutônio – 239 Este.br 2 . ou seja.ex. por exemplo. Devido à grande quantidade de energia liberada nesses processos. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. AULA 4 – FUSÃO NUCLEAR A fusão nuclear. Por exemplo: a fusão entre núcleos de natureza. Só para termos uma ideia.com. Há um problema de confinamento do plasma para liberação de energia com o tempo e também do material para esse confinamento. consiste em uma reação de fusão (junção) de núcleos pequenos para a formação de núcleos maiores. A energia deve ser resgatada de alguma forma útil. o núcleos e a eletrosfera estão desconectados. Massa Crítica A massa crítica é a mínima quantidade necessária de um material fissionável para garantir um processo de reação em cadeia. A temperatura deve ser alta o suficiente para Atualmente a transmutação é realizada para obtenção de romper a repulsão nuclear (repulsão entre nuclídeos artificiais. 3.: nêutrons). são utilizados como fonte de energia em usinas nucleares. aqueles que não existem na núcleos). AULA 3 – FISSÃO NUCLEAR A fissão nuclear ocorre pela quebra de núcleos grandes através do bombardeamento destes com partículas (p.

) são todas lineares.ESTUDO DE MOLÉCULAS Aula 1 – Geometria Molecular A geometria molecular estuda a forma tridimensional das moléculas no espaço. dupla. Teoria VSEPR  Pares eletrônicos da camada de valência de um átomo central.  Para determinar a geometria de uma molécula devemos contar a quantidade de nuvens eletrônicas ao redor do átomo central e também a quantidade de ligantes neste mesmo átomo. aqueles que não estão comprometidos numa ligação química. Número de nuvens ao Orientação das nuvens (pares Disposição dos Geometria Fórmula eletrônica redor do átomo eletrônicos) ligantes Molecular central   Linear O  C  O O=C=O 2 Linear   A  H   C  N    H–CN          S O S  O   Angular A O O 2 ligantes 3 O    O O   S   O Trigonal plana Trigonal plana (Triangular) S 3 ligantes O O     H O  H O    H Angular 2 ligantes  H   H   N  H     N 4 H Piramidal H H 3 ligantes A H    H   H H C  H    C Tetraédrica Tetraédrica H H H 4 ligantes H Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  Vale lembrar que qualquer molécula biatômica (ex. ou seja. Cl2. N2. comportam- se como nuvens eletrônicas que se repelem mutuamente.  Uma nuvem eletrônica pode ser constituída por uma ligação simples.. estejam ou não fazendo ligação química.com. ou seja. ficando com a maior distância angular possível uns dos outros. Teoria da Repulsão dos Elétrons da Camada de Valência.: H2.br 1 .. tripla ou mesmo por um par de elétrons não-ligantes. . A determinação de tal geometria é baseada na teoria VSEPR.stoodi.

 A determinação correta da polaridade das moléculas envolve o cálculo do momento resultante de dipolo. mas apontam em direções opostas no espaço. o Hibridização sp3 – 4 nuvens ao redor do átomo o Hibridização sp2 – 3 nuvens ao redor do átomo o Hibridização sp – 2 nuvens ao redor do átomo Aula 4 – Polaridade de Ligações  As ligações químicas podem ser descritas como Polares ou Apolares.  Vale lembrar que a eletronegatividade é uma propriedade periódica que indica uma capacidade em atrair um par eletrônico de uma ligação covalente para si. conseguimos o mesmo número de orbitais híbridos.  O processo de hibridização ocorre sempre por uma promoção inicial de um elétron para um nível mais alto de energia seguido de uma mistura (hibridização). Tipos de Hibridização  Há três tipos básicos de hibridização (existem outros): Hibridização sp3. Exemplos: Aula 5 – Polaridade de Moléculas  As moléculas são divididas em Polares e Apolares.  Toda ligação iônica é polar.ESTUDO DE MOLÉCULAS Aula 2 – Hibridização  Por definição a Hibridização é a mistura dos orbitais atômicos e sua consequente mudança/alteração para formação de ligações covalentes. sp2 e sp  Existe uma regra prática para reconhecermos o tipo de hibridização de um átomo. Para isso devemos contar o número de nuvens eletrônicas ao redor do átomo de interesse. uma vez que é formada pela interação entre íons (cátions e ânions).  Ordem crescente de eletronegatividade: F > O > N > Cl > Br > I > S > C > P > H > metais  Ligações Covalentes Apolares: átomos ligados de igual eletronegatividade.  Quanto misturamos um certo número de orbitais atômicos.  Ordem crescente de eletronegatividade: F > O > N > Cl > Br > I > S > C > P > H > metais  Fazendo a soma vetorial dos momentos de dipolos. O momento de dipolo é um vetor que aponta sempre na direção do átomo mais eletronegativo da ligação covalente. Exemplos:  Ligações Covalentes Polares: átomos ligados de eletronegatividade diferente. De fato a ligação iônica apresenta a máxima polaridade dentre as ligações.  É interessante notar que todo hidrocarboneto é APOLAR.com.stoodi.br 2 .  Para as ligações covalentes – compartilhamento de pares eletrônicos entre átomos – devemos verificar se existe ou não diferença de eletronegatividade entre os átomos da molécula. temos dois resultados possíveis com as seguintes interpretações química da polaridade da molécula: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Cada orbital híbrido é equivalente entre si. Vale lembrar que um orbital atômico é uma região onde se tem a máxima probabilidade de se encontrar um elétron.

devido à distância entre as partículas e também a sua velocidade. também chamadas de interações ou ligações intermoleculares.br 3 . Moléculas Apolares n de nuvens = n de ligantes IGUAIS Moléculas Polares n de nuvens  n de ligantes IGUAIS Aula 7 – Forças Intermoleculares  As forças intermoleculares.stoodi. são forças que mantém moléculas unidas no estado sólido e no estado líquido. Basta para isso contar o número de nuvens eletrônicas ao redor do átomo central e o número de ligantes IGUAIS conectados a estes átomos.com. No estado gasoso. não falamos destas forças. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.ESTUDO DE MOLÉCULAS   r  0  Molécula APOLAR   r  0  Molécula POLAR Fórmula Geometria μR Polaridade + - HC μR  0 Polar   - + + - CO2 μR  0 Apolar     - -     H2O μR  0 Polar + + Regra prática para determinação da polaridade de moléculas  Pela regra prática podemos determinar rapidamente a polaridade de moléculas.

10emtudo. Disponível em: http://www.com. Exemplos: HF Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Dipolo Permanente – Dipolo Permanente 3. N2 . Br2 . Exemplo: Moléculas de cloreto de hidrogênio no estado líquido.stoodi. S8 . ocorre entre moléculas apolares. no qual a intensidade é tão grande que recebe um nome particular.ESTUDO DE MOLÉCULAS  Para determinarmos corretamente o tipo de interação entre moléculas. o iodo (I2).br/_img/upload/aula/_1888_36. P4 .  Força de atração Ligação ou Pontes de Hidrogênio É um caso particular das forças de dipolo permanente (dipolo-dipolo). por toda a extensão do líquido ou do sólido. flúor. Dipolo Permanente – Dipolo Permanente Ocorre entre moléculas: o polo positivo de uma molécula atrai o polo negativo de outra molécula e assim sucessivamente. devemos conhecer antes a suas polaridades. oxigênio ou nitrogênio.  Três tipos de forças intermoleculares você deve reconhecer: o Ocorre entre moléculas apolares: 1.com. Pontes de Hidrogênio Dipolo Induzido – Dipolo Induzido Também chamada de Dipolo Instantâneo ou Forças de London. as pedras de naftalina e as de cânfora. F2 .br 4 . Ocorre em moléculas que apresentam átomos de hidrogênio (elemento com baixa eletronegatividade) com elementos muito eletronegativos. Dipolo Induzido – Dipolo Induzido o Ocorrem entre moléculas polares: 2. C2 . no caso. CH4 e todos os hidrocarbonetos. O2 .gif Exemplos: O gelo-seco (CO2). Outros exemplos: H 2 .

br 5 .com/-X3lsm5zXkoE/UGZ11eheALI/AAAAAAAAAJk/qwzTk4eGC-s/s1600/blog.com.ESTUDO DE MOLÉCULAS H2O água no estado líquido água no estado sólido NH3 Disponível em: http://3.bmp Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.blogspot.bp.stoodi.

Os três estados físicos que devemos conhecer são o sólido. Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. as partículas se encontram muito próximas sem grandes deslocamentos. Observe as A densidade é o quociente entre a massa pelo volume da principais mudanças de estados físicos abaixo com seus substância ou então da mistura que estamos trabalhando respectivos nomes: (a uma dada temperatura específica). o volume é fixo. AULA 3 . líquido e também o gasoso e para diferenciá-los podemos considerar como as partículas se encontram. líquida quando tomamos um banho relaxante e também no estado gasoso quando fervemos um pouco de água para fazer café. também chamadas de espécies AULA 2 – DIAGRAMA DE FASES químicas ou simplesmente substâncias. no estado gasoso. do estado gasoso para o massa. Tanto o volume quanto a forma de um gás são variáveis. Essa transformação é chamada de transformar massa em volume ou então volume em sublimação. Percebemos a água em forma de gelo quando água: colocamos para resfriar uma bebida refrigerante. O inverso. Isso Exemplos de substâncias que sofrem sublimação: ocorre devido a variação do volume em relação a temperatura derivada da contração ou então expansão do  Gelo-seco .stoodi. Possuem volume e forma fixos.DENSIDADE As transformações que levam um estado físico a outro são chamadas de mudanças de estado físico. líquido e de agregação são facilmente identificáveis em nosso gasoso. ou seja. Já no estado líquido. Atenção: a densidade varia com a temperatura. também chamado de estados estável em relação aos estados físicos sólido.br 1 . Vaporização (Evaporação) m  massa em gramas da substância ou mistura (Ebulição) m  V  volume em mL (cm ) da substâncias ou mistura 3 d=  Sólido  Fusão  Líquido    Gasoso (Calefação)  V  d  densidade em g/mL ou g/cm 3 Solidificação Liquefação (Condensação) Também podemos fazer a passagem direta do estado Utilizamos a densidade quando há a necessidade de sólido para o gasoso. A forma de um líquido é variável e depende em grande verdade da forma do recipiente que o contém.  Iodo  Cânfora AULA 4 – SUBSTÂNCIAS PURAS E MISTURAS As substâncias puras.com. apenas vibrando umas em relação às outras. é um material único que apresenta propriedades físicas muito bem definidas. as partículas se encontram muito afastadas e com grande velocidade de movimentação.dióxido de carbono em estado sólido líquido. SUBSTÂNCIAS PURAS E MISTURAS AULA 1 – ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA O diagrama de fases é um “mapa” que indica as condições de temperatura e pressão uma determinada substância é Estados físicos da matéria. Observe abaixo o diagrama de fases para a cotidiano. Finalmente. ou de ressublimação. É uma ferramenta importantíssima no estudo não estado sólido também pode ser chamada de sublimação só da química. mas como também na física. as partículas se encontram mais afastadas e com maiores graus de liberdade. ou seja. No estado sólido.

É importante para que se possa separar e obter as substâncias puras umas em relação às outras. para o ar atmosférico. Inodoro e Insípido Ponto de Fusão  0C Ponto de Ebulição  100C 1 atm – nível do mar  Densidade  massa específica   1. A água mineral é uma mistura de água e sais minerais dissolvidos.  Na mistura entre sólidos consideramos a regra n Flotação sólidos = n fases. SEPARAÇÃO DE MISTURAS HETEROGÊNEAS ESTADO FÍSICO MÉTODO DE DOS EXEMPLOS SEPARAÇÃO As misturas podem se classificadas como homogêneas ou COMPONENTES heterogêneas dependendo de seus aspectos visuais. para a água mineral ou trabalho químico em laboratórios e também nas indústrias. também chamada de análise ocorre com as misturas. ou seja.stoodi. levigação que geram muitas confusões entre os alunos. é um importante passo do fórmula química. Mistura heterogênea Observe o exemplo da água: trifásica (3 fases – gelo. 0 g / cm3 1 atm – nível do mar  Calor Específico  1 cal / g  C AULA 5 – SEPARAÇÃO DE MISTURAS É interessante notar que as substâncias puras sempre possuem fórmulas definidas ao contrário daquilo que A separação de misturas. misturas entre gases forma solução. por exemplo. SUBSTÂNCIAS PURAS E MISTURAS As propriedades físicas que definem muito bem uma substância química são o ponto de fusão (PF). o ponto de ebulição (PE) e também a densidade (d).com. Acompanhe abaixo: Mistura é a reunião de duas ou mais substâncias químicas diferentes que não definem fórmula química e que não possuem propriedades físicas constantes. Não conseguimos definir uma imediata ou desdobramento. No exemplo Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Sólido + Água + Areia Filtração Líquido (ou ar + poeira Misturas Homogêneas Misturas Heterogêneas Gasoso) (Soluções) Dissolução Sal + Areia Fracionada Mistura de duas ou mais Mistura de duas ou mais Separação Ferro em pó + substâncias químicas substâncias químicas Magnética Areia diferentes que diferentes que não Flotação Areia + Serragem apresentam o mesmo apresentam o mesmo aspecto visual em toda aspecto visual em toda Fusão Fracionada Sólido + Sólido Enxofre + Areia extensão extensão Levigação Ouro + areia Toda mistura homogênea Toda mistura heterogênea é é um sistema monofásico um sistema polifásico Ventilação Arroz + Palha Peneiração ou Areia grossa + Tamização Areia fina Atenção Líquido + Decantação Vinagre + Óleo Líquido  Conceituamos FASE como sendo cada porção homogênea existente numa mistura. mistura heterogênea sólido + sólido.br 2 .  É chamado componente cada substância Método utilizado para separar os componentes de uma presente numa mistura. Vamos considerar os principais processos. Por questões práticas. Adiciona-se um líquido com densidade intermediária que não dissolve e Exemplo nem reagem com os componentes da mistura. O ar atmosférico é uma mistura de gases: N2. água e areia) Água e dois componentes Fórmula Química : H2O (água e areia) Líquido Incolor. É evidente que em nosso cotidiano utilizamos vários dos processos de separação de misturas. vamos detalhar a flotação e a  Toda mistura gasosa é monofásica. Ar e outros. O2.

de ebulição constantes. formação de componentes da mistura. Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. de tratamento e sofre peneiração com auxílio de tanques de areia e brita para retirada de partículas de tamanho Quando temos uma mistura de ouro e cascalho. causar doenças que afetam diretamente o homem. retirada de bactérias ou vírus causadores de doenças. entre outros). cólera e Levigação também febre tifoide.com. temos a aeração que consiste na adição de ar comprimido a água para retirada SEPARAÇÃO DE MISTURAS HOMOGÊNEAS de compostos químicos que podem conferir cheiro e MÉTODO DE ESTADO FÍSICO DOS sabor. Método também utilizado para separar os componentes de Separamos o tratamento de água em duas etapas: uma mistura heterogênea sólido + sólido de diferentes densidades. separando-se do outro. metais pesados (chumbo. Um exemplo clássico de mistura azeotrópica é o álcool hidratado (96% etanol e 4% de Para garantir que todas as partículas sejam retiradas uma água. a decantação é realizada em corrente arrasta o cascalho (menor densidade). misturas que apresentam pontos são decantadas num processo posterior.SUBSTÂNCIAS PURAS E MISTURAS de areia e serragem (raspas de madeira). onde cloro é adicionado para a retirada de Evaporação metais e de matéria orgânica. EXEMPLOS SEPARAÇÃO COMPONENTES Na segunda etapa do tratamento. Em seguida. Finalizando esta primeira etapa. AULA 6 – TRATAMENTO DE ÁGUA Por lei. hepatite. ou seja. facilitando o processo de agregação entre as Destila-se primeiro o líquido com menor temperatura de mesmas. sais dissolvidos. Líquido + Líquido Fracionada do petróleo Passamos agora para o processo de coagulação que consiste na adição de agentes coagulantes como o sulfato de alumínio ou cloreto de ferro III. a água na ausência de Destilação partículas em suspensão. a floculação é processo de agitação lenta da É importante ressaltar que a técnica de destilação água para que as partículas possam se agregar para a fracionada não é eficiente na separação de misturas formação de flocos que retém partículas de sujeira que azeotrópicas.br 3 . Uma nova adição de cloro ou hipoclorito de sódio é realizada para a desinfecção da água. em seguida temos a pre- alcalinização onde a água recebe cal (CaO) ou soda (Na2CO3) para ajustar o valor do pH da água em Destilação Fase líquida tratamento. não conseguiu ser retirada na primeira parte do processo. retirada de resíduos orgânicos. Estes compostos A destilação fracionada é um importante processo de quando em contato com a água geram substâncias que separação de misturas homogêneas entre líquidos possuem uma característica gelatinosa (coloides). ou seja. a água de abastecimento público deve conter O processo de tratamento de água doce de reservatórios “flúor”. temperatura constante de 78. A (soluções líquidas) onde é levado em consideração os agitação mecânica vigorosa nesse processo tem por diferentes pontos de ebulição de cada um dos finalidade a desestabilização elétrica.1°C.  Primeira Etapa: Separação Física  Segunda Etapa: Química/ Biológica Neste caso. a água entra na estação arrastado. passa por um processo de pré- Simples ou Sólido + Líquido Água do Mar cloração. ebulição (líquido mais volátil). cargas elétricas de sinais opostos nas partículas de sujeira e no coloide. A serragem fica por cima da água e areia suspensão e principalmente microrganismos que possam se deposita no fundo do recipiente. um líquido corrente é passado por cima da mistura heterogênea onde o sólido de menor densidade é Na primeira etapa de separação. tanques de sedimentação para a deposição da sujeira que separando-se do ouro. em volume) que entre em ebulição a uma filtração é realizada após a decantação. Em seguida. na etapa de fluoretação adiciona-se ou então retirada diretamente da natureza e consiste na sais que contenham íons fluoreto (F-). como por exemplo os causadores de diarreia. partículas em água à mistura.stoodi. água considerável. ou seja. Corrige-se novamente o pH pelo processo de pós- alcalinização para evitar corrosão ou formação de incrustações nas tubulações. adiciona-se cádmio. sendo assim.

br 4 .com.stoodi.SUBSTÂNCIAS PURAS E MISTURAS Esquema de tratamento de água fornecido pelo site da SABESP: Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.

Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. onde microrganismos anaeróbios degradam a matéria orgânica com geração de gás metano e água. o lodo resultante é prensado nos filtros prensa para retirada de água.SUBSTÂNCIAS PURAS E MISTURAS AULA 7 – TRATAMENTO DE ESGOTO O tratamento de esgoto consiste na remoção de agentes poluentes presentes na água e realizado por processo chamado de lodo ativado – processo estritamente biológico e aeróbio. A água então segue para o tanque de aeração onde recebe ar comprimido. a água coletada pela rede de esgoto passa através de grades para a remoção de sólidos de tamanho considerável (galhos de árvores. Na fase líquida. mas pode ser utilizada para lavagem de calçadas e ruas ou para regar plantas. este por sua vez causa a multiplicação de microrganismos que ao multiplicarem-se consomem a matéria orgânica formando aquilo que os técnicos denominam de lodo (lodo tóxico com a presença de óxidos) reduzindo-se assim a carga de matéria orgânica da água. a água segue para os decantadores primários onde temos a remoção de cerca de 90% das impurezas contidas inicialmente no esgoto. Após serem adensados.com.stoodi. o lodo segue para o processo de digestão. ou seja. garrafas PET. concentrados pelo processo de flotação (injeção de ar comprimido e separação da água de fase sólida). Finalizando essa etapa do processo. A fase sólida consiste no tratamento dos lodos primários e secundários gerados na primeira parte do tratamento. entre outros) que em seguida seguem para a caixa de areia para remoção de areia/ terra que chega juntamente com a água de esgoto na estação de tratamento. Esta água evidentemente não é própria para o consumo humano. A sujeira não retirada pela caixa de areia fica retida no decantador primário. Separa-se em duas fases: fase líquida e fase sólida.br 5 . Após a digestão. O lodo desidratado é então enviado para aterros sanitários.

 as bases. denominadas como propriedades funcionais.  os sais  e.br 1 . as funções estudadas são:  os ácidos.  Fórmula Geral: HxEOy  Nomenclatura: Ácido nome do elementos (E) + ico Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.  Fórmula Geral de um Hidrácido: HxE  Nomenclatura: Ácido nome do Elemento (E) + ídrico Principais Hidrácidos Características Força HF Ácido Fluorídrico Corrói/ Ataca Vidros Ácido Moderado (Semiforte) HCl Ácido Clorídrico Ácido do Suco Gástrico Ácidos Fortes HBr Ácido Bromídrico Uso em laboratórios Sendo: HI > HBr > HCl HI Ácido Iodídrico Uso em laboratórios H2S Ácido Sulfídrico Cheiro de Ovos Podres Ácidos Fracos HCN Ácido Cianídrico Cheiro de Amêndoas Amargas Tóxicos Oxiácidos São ácidos que possuem oxigênio em suas estruturas.FUNÇÕES INORGÂNICAS I Entende-se por função inorgânica o conjunto de substâncias com propriedades químicas semelhantes.com. Dentre os compostos inorgânicos.stoodi. AULA 1 – ÁCIDOS DE ARRHENIUS (HIDRÁCIDOS E OXIÁCIDOS) Definição de Arrhenius Segundo a definição de Arrhenius: “Ácidos segundo Arrhenius são compostos moleculares (fazem ligação covalente) que em solução aquosa geram exclusivamente como cátion o H+ (H3O+ íon hidrônio ou hidroxônio)” Observe os ácidos abaixo e o processo de geração do íon H+ em solução aquosa (ionização): HC  H2O  H + C  HNO3  H2O  H + NO3 H2SO4  H2O  2 H + SO24 H3PO4  H2O  3 H + PO34 Hidrácidos São ácidos que não possuem oxigênio em suas estruturas. os óxidos. por fim.

As ionizações dos ácidos podem ser divididas em total e parcial como vemos nos exemplos abaixo. ----.br 2 .stoodi. Ácido Hipo ___oso Hipocloroso Hipofosforoso Eventuais Trocas:  Cloro (Cl) por Bromo (Br) ou Iodo (I). ----. o processo de ionização. Equações de Ionização dos Hidrácidos HF(aq) → H+(aq) + F -(aq) HCl(aq) → H+(aq) + Cl -(aq) HBr(aq) → H+(aq) + Br -(aq) Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Também chamado (oficialmente) de ácido etanoico. Ácido Sulfuroso Ácido Cloroso Ácido Nitroso Ácido Fosforoso ___oso (Instável) menos 2 oxigênios: HClO H3PO2 Ácido ----. O ácido acético é um ácido orgânico de grande importância. ----. ou seja. os ácidos sofrem. em solução aquosa. ----- Ácido Perclórico Per ____ ico H2SO4 HNO3 < H2CO3 > H3PO4 Principais Ácido HClO3 Ácido Nítrico Ácido Carbônico Ácido Fosfórico Sulfúrico Ácido Clórico (Produção de pólvora (Presente no (Acidulante INS ____ico (ácido de e fertilizantes) refrigerante) 338) bateria) menos 1 oxigênio: < H2SO3 > HClO2 HNO2 H3PO3 ----. o hidrogênio deixará seu único elétron para o átomo (ou grupo de átomos) que se encontra ligado diretamente a ele.FUNÇÕES INORGÂNICAS I mais 1 oxigênio: HClO4 ----.  Nitrogênio (N) por Arsênio (As) ou Antimônio (Sb). Fórmula Molecular do Ácido Acético: C2H4O2 ou CH3COOH ou CH3CO2H Fórmula Estrutural do Ácido Acético: AULA 2 – IONIZAÇÃO DOS ÁCIDOS Segundo a definição de Arrhenius. ----. é encontrado como componente do vinagre (solução aquosa de ácido acético 4 a 6% em massa) utilizado na alimentação. Ionizar um ácido significa dizer que sua ligação covalente será quebrada de modo desigual.com.

os hidrogênios ionizáveis são aqueles que se encontram diretamente ligados ao oxigênio.stoodi.br 3 . deixa uma carga negativa para quem fica. Sendo assim é importante notar duas exceções: H3PO3 – ácido fosforoso: diácido (2 Hidrogênios ionizáveis) H3PO2 – ácido hipofosforoso: monoácido (1 Hidrogênio ionizável) Também podemos classificá-los de acordo com a sua volatilidade: Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com. Os ácidos de um modo geral podem ser classificados de acordo com o número de hidrogênios ionizáveis que possuem:  Monoácidos: liberam 1 H+ em solução  Diácidos: liberam 2 H+  Triácidos: liberam 3 H+  Tetrácidos: liberam 4 H+ *Observação: No caso dos oxiácidos.FUNÇÕES INORGÂNICAS I HI(aq) → H+(aq) + I -(aq) H2S(aq) → H+(aq) + 2S -(aq) HCN(aq) → H+(aq) + CN -(aq) Equações de Ionização Total dos Oxiácidos Nas equações de ionização total temos a saída de todos os hidrogênios ácidos: HC O4 aq  H (aq)  ClO4  aq HC O3 aq  H (aq)  ClO3  aq HNO3(aq)  H(aq)  NO3 (aq) H2CO3 (aq)  2H(aq)  CO3 2 aq H2SO4 (aq)  2H(aq)  SO4 2(aq) H3PO4 (aq)  3H(aq)  PO4 3  aq Equações de Ionização Parcial do Oxiácidos A ionização parcial ocorre pela saída gradativa dos íons H+: H2CO3 (aq)  H(aq)  HCO3  aq    2 HCO3 (aq)  H (aq)  CO3 aq H2SO4 (aq)  H(aq)  HSO4 (aq)    2 HSO4 (aq)  H (aq)  SO4 aq H3PO4 (aq)  H(aq)  H2PO4  aq       2 H2PO4 (aq)  H (aq)  HPO4 aq  2  3 HPO4 (aq)  H (aq)  PO4 aq *Note que cada hidrogênio que sai no processo de ionização.

Quando abrimos um recipiente que o contém. H2SO4 (aq) → 2 H+(aq) + SO42 -(aq) O ânion SO42 – é chamado sulfato pois deriva do ácido sulfúrico. H2SO3 (aq) → 2 H+(aq) + SO32 -(aq) O ânion SO32 – é chamado de sulfito pois deriva do ácido sulfuroso. AULA 3 – NOMENCLATURA DOS ÂNIONS A partir do processo de ionização dos ácidos notamos a formação de ânions. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Para os oxiácidos temos duas possibilidades:  Oxiácidos terminados em oso. cuja terminação é idrico. HF (ácido fluorídrico) e Hidrácidos (todos voláteis). logo sentimos seu odor característico. Os ânions individualmente possuem nome e este nome é derivado do ácido que lhe deu origem.  Oxiácidos terminados em ico.stoodi.  Ácidos Fixos: apresentam pequena tendência à evaporação. Os Oxiácidos em geral não são voláteis.br 4 . Ao lado segue a lista dos ânions mais utilizados. HCl (aq) → H+(aq) + Cl -(aq) O ânion Cl.é chamado de cloreto pois é derivado do ácido clorídrico.com. Observe a tabela abaixo ídrico eto   Ácido oso  Ânion ito ico ato    Os hidrácidos. O vinagre (ácido acético) é um exemplo de ácido altamente volátil. quando geram ânions mudam sua terminação para eto. quando geram ânions mudam sua terminação para ato. espécies química com carga negativa. Exemplos: H2SO4 (ácido sulfúrico) e H3PO4 (ácido fosfórico). Exemplos: CH3COOH (ácido acético). quando geram ânions mudam sua terminação para ito.FUNÇÕES INORGÂNICAS I  Voláteis: a grande maioria dos ácidos.

FUNÇÕES INORGÂNICAS I Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi.br 5 .com.

FORÇA DOS ÁCIDOS (MÉTODO PRÁTICO E GRAU DE IONIZAÇÃO) A força dos ácidos é definida pela capacidade em sofrer ionização quando em contato com a água. temos: HCl < HBr < HI  Ácido Carbônico é ácido fraco! Isto ocorre devido ao ácido carbônico ser instável e decompor-se em água e dióxido de carbono ao invés de sofrer o processo de ionização gerando íons H+  H3PO3 – ácido fosforoso: diácido (2 Hidrogênios ionizáveis)  H3PO2 – ácido hipofosforoso: monoácido (1 Hidrogênio ionizável) Grau de Ionização (α) Uma maneira mais fiel de definir a força de um ácido (hidrácido ou oxiácido) é a medida do grau de ionização (α) que é calculada da seguinte maneira: ?ú???? ?? ???é????? ????????? ?= ?ú???? ????? ?? ???é????? ??????????? É importante notar que devemos saber interpretar o resultado do cálculo do grau de ionização. temos: Hidrácidos HC  Hidrácidos Fortes HBr HI  Hidrácido Moderado HF HCN Hidrácidos Fracos  H2S Oxiácidos Para os oxiácidos temos uma regra prática que considera o número de oxigênios e hidrogênios ionizáveis (hidrogênios ligados diretamente a oxigênios): y-x≥2 Fortes HxEOy y-x= 1 Moderados y-x=0 Fracos Atenção:  Em ordem cresceste dos hidrácidos fortes. Como regra prática. Sendo assim.br 6 .FUNÇÕES INORGÂNICAS I AULA 4 . É importante notar que muitas vezes a força é confundida com a quantidade de Hidrogênios presentes na fórmula do composto.com. temos: ? > 50% á???? ????? 5 < ? < 50 % á???? ???????? ?<5% á???? ????? Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. o que é um conceito errado.stoodi. mais forte será um ácido. Sempre devemos pensar que quanto maior a facilidade em sofrer a ionização.

Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. possuem sabor adstringente. interagem muito bem com óleos e gorduras. além de também modificarem a cor de indicadores visuais.076% HCN 0. indicam o grau de hidratação destes compostos. ou seja. Reagem com ácidos para gerar sais. uma desidratação intramolecular (dentro da própria molécula) chegamos ao ácido metafosfórico de fórmula HPO3 (H3PO4 – 1 H2O = HPO3).34 % H2CO3 0.FUNÇÕES INORGÂNICAS I GRAUS DE IONIZAÇÃO Ácidos fortes Alto grau de ionização (acima de 50%) HI 95% HBr 93. Outro exemplo clássico da utilização desta nomenclatura é a do ácido silícico (ou ortossilícico). meta e piro na nomenclatura dos oxiácidos.br 7 . também chamadas de hidróxidos.5% HCl 92% HNO3 92% H2SO4 61% Ácidos Moderados ou Semifortes Grau de ionização Intermediário (entre 5 e 50%) H2C2O4 50% H2SO3 30 % H3PO4 27% HF 8. Se fizermos uma desidratação intermolecular (entre duas moléculas) chegamos ao ácido pirofosfórico H4P2O7 (2 H3PO4 – 1 H2O = H4P2O7).stoodi. ou seja. “amarra” a boca como no dito popular.5% Ácidos fracos Baixo grau de ionização (Inferior a 5%) H4C2O2 1. A partir de sua desidratação direta.18 % H2S 0.008 % AULA 5 – ÁCIDOS ORTO/ META/ PIRO Os prefixos orto. Ácido ortossilícico: H4SiO4 Ácido metassilícico: H2SiO3 Ácido pirossilícico: H6Si2O7 AULA 6 – BASES OU HIDRÓXIDOS Bases As bases. O exemplo mais clássico de utilização desta nomenclatura é o caso do ácido fosfórico ou também conhecido por ortofosfórico H3PO4.com.

também utilizado como laxante) (Também conhecido como Soda Caustica*) Ca(OH)2 Hidróxido de Potássio Hidróxido de Cálcio KOH (Também conhecido como potassa caustica) (Também conhecido como cal hidratada.br 8 . seguindo a regra: Hidróxido de nome do Cátion Veja alguns exemplos: BASES DA FAMÍLIA IA BASES DA FAMÍLIA IIA LiOH Hidóxido de Lítio Be(OH)2 Hidróxido de Berílio Mg(OH)2 NaOH Hidróxido de Magnésio Hidróxido de Sódio (Vendido como Leite de Magnésia para o combate da azia. Do ponto de vista das ligações químicas.com. Sendo assim. onde M é o cátion. podemos dizer que são compostos sólidos nas condições ambientes.= Fe(OH)3 Hidróxido Férrico Hidróxido de Cobre I Cu+ OH.= Fe(OH)2 Hidróxido Ferroso Hidróxido de Ferro III: Fe3+ OH. as bases são compostos que. além de possuírem altos pontos de fusão e ebulição. compostos formados por íons.= Al(OH)3 Antiácido Estomacal Hidróxido de Ferro II: Fe2+ OH. o melhor solvente é a água (caso sejam solúveis neste solvente). em solução aquosa. as bases são compostos iônicos. conduzem corrente elétrica no estado líquido (fundido) ou então em solução aquosa. utilizada no preparo de argamassa) *O termo caustico é um termo genérico utilizado na química e indica que a substância pode causar corrosão de materiais e de tecidos. como o próprio nome indica. ou seja. temos: Nomenclatura das Bases Considerando que a fórmula geral de uma base pode ser dada por M(OH)x. Por exemplo: Hidróxido de Alumínio: Al3+ OH. as bases são nomeadas de forma simples.stoodi. cal extinta ou cal apagada. Podemos também dar a fórmula da base a partir de seu nome.FUNÇÕES INORGÂNICAS I Segundo Arrhenius. se dissociam gerando exclusivamente o ânion OH– (Hidroxila ou oxidrila). Genericamente.= CuOH Hidróxido Cuproso Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. considerando a carga do cátion.

Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.= NH4OH Amoníaco Para facilitar o estudo das bases é importante caso ainda não haja tanta familiaridade com as cargas dos cátions.= Pb(OH)2 Hidróxido Plumboso Hidróxido de Chumbo IV Pb4+ OH.FUNÇÕES INORGÂNICAS I Hidróxido de Cobre II Cu2+ OH. ouro. recorrer a tabelas que contenham estas informações.= Pb(OH)4 Hidróxido Plúmbico Hidróxido de Amônio: NH4+ OH.br 9 . Note que alguns metais como o cobre. ferro.= Cu(OH)2 Hidróxido Cuproso Hidróxido de Chumbo II Pb2+ OH.stoodi. Observe a tabela de cátions ao lado. possuem cargas variáveis. níquel entre outros.com.

Observe os exemplos abaixo: NaOH → Na+ + OH- Ca(OH)2 → Ca2+ + 2 OH- Al(OH)3 → Al3+ + 3 OH- Mn(OH)4 → Mn4+ + 4 OH- Considerando a quantidade de hidroxilas liberadas podemos classificar as bases como: 1 OH.= tretrabase AULA 8 . em solução aquosa. AULA 9 – HIDRÓXIDO DE AMÔNIO O hidróxido de amônio é uma base que não apresenta cátion metálico e só existe em solução aquosa. IIA (metal alcalino terroso) e amônio (NH4OH). Exceção: as bases de Berílio e Magnésio são consideradas praticamente insolúveis.= tribase 4 OH.FUNÇÕES INORGÂNICAS I AULA 7 – DISSOCIAÇÃO DAS BASES OU HIDRÓXIDOS As bases quando adicionadas a água. Força  Bases Fortes: bases das Famílias IA e IIA. ou seja.= monobase 2 OH. É obtido pelo borbulhamento do gás amônia (NH3) em água como demonstrado na equação abaixo: NH3(g)  H2O(l)  NH4OH(aq)  NH4 (aq)  OH(aq) Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Com exceção para Be(OH)2 e Mg(OH)2.com.= dibase 3 OH. Desta maneira sabemos de modo fácil e rápido qual será a carga do cátion.FORÇA E SOLUBILIDADE DAS BASES Solubilidade  Solúveis: bases da Família IA (metal alcalino). separam-se os íons já existentes gerando as hidroxilas.stoodi. É interessante considerar que cada hidroxila (OH-) que sofre dissociação deixa uma carga positiva para quem fica.br 10 .  Insolúveis: bases dos demais metais.  Bases Fracas: NH4OH e as demais bases.

a formação do hidróxido de amônio ocorre pela ionização da água e não pela dissociação como vimos nos casos anteriores. ou seja. os valores de pH onde a fenolftaleína muda sua coloração está entre 8. AULA 11 – INDICADORES Os indicadores ácido-base são substâncias que indicam visualmente se uma determinada solução se encontra ácida.FUNÇÕES INORGÂNICAS I Ao contrário das demais bases.br 11 . No meio básico apresenta coloração vermelha ou rósea. AULA 10 – ESCALA DE pH (POTENCIAL HIDROGENIÔNICO) A escala de pH é utilizada para indicar as condições de acidez e basicidade (ou alcalinidade) de uma determinada solução aquosa não muito concentrada. Em meio ácido ou neutro a fenolftaleína é incolor. ou seja. passando pelo valor intermediário sete indicando uma solução neutra. Esta escala parte do valor zero (soluções extremamente ácidas) até quatorze (soluções muito básicas).00 a 10.stoodi. Geralmente são ácidos orgânicos fracos e estão envolvidos num processo de equilíbrio químico.em relação aos íons H+. Quando o pH é exatamente 7. Observação Para o cálculo efetivo do pH utiliza-se a seguinte equação: pH = − log[H+ ] Analogamente podemos também calcular o pOH: pOH = − log[OH− ] A 25C o valor de pH somado ao pOH é sempre igual a 14 (pH + pOH = 14). Entre 7 e 14 o meio é básico ou muitas vezes chamado de alcalino. A figura (a) demonstra a estrutura da fenolftaleína quando está em meio ácido e meio básico. Fenolftaleína A fenolftaleína é um dos indicadores mais utilizados em laboratórios químicos. nem ácida nem básica.com. a concentração de íons H+ é igual a OH-. básica ou neutra dependendo da coloração. O intervalo de viragem. Isto equivale dizer que a concentração de íons H+ (expressas geralmente em mol/L) é maior que a concentração de hidroxilas (OH-). Nestas condições temos maior quantidade de OH . Entre 0 e 7 na escala de pH temos um meio ácido. o meio é neutro.0. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ou seja.

Nessas condições é necessário recorrer a tabelas de indicadores.FUNÇÕES INORGÂNICAS I Papel de tornassol O papel de tornassol por vezes também é muito utilizado devido a sua praticidade. Sendo assim.com.stoodi. AULA 13 – REAÇÃO DE NEUTRALIZAÇÃO PARCIAL Nas reações de neutralização parcial temos o consumo de uma parte do ácido (ou da base).br 12 . juntamente com os ânions provenientes dos ácidos. Fica subentendido deste modo que é a reação de neutralização total.sem serem neutralizados. Os íons que não foram neutralizados restam na fórmula do sal.2 a 10 Incolor Rosa AULA 12 – REAÇÃO DE NEUTRALIZAÇÃO TOTAL A reação entre um ácido e uma base é chamada de reação de neutralização. que todos os íons H+ sejam neutralizados pelos íons OH-. Os cátions deixados pelas bases formam.0 a 8. muitas vezes só é solicitado que se faça a neutralização. não temos como memorizar todos os indicadores e suas colorações. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. podemos também denominá-la como reação de salificação. através do balanceamento da reação.1 a 4. Uma vez que o produto deste tipo de reação são sais. Existem muitos indicadores disponíveis em laboratórios químicos. Nos exercícios que envolvem reação de neutralização. sobrando íons H + ou OH.2 Vermelho Amarelo Azul de Bromotimol 6. Em meio ácido o papel de tornassol fica vermelho e azul quando em contato com bases.8 a 6. A neutralização total entre ácidos e bases ocorre quando todos os íons H+ provenientes do ácido são consumidos pelas hidroxilas (íons OH-) derivadas das bases para a formação de água como produto. os sais. Reação de neutralização: Ácido + Base → Sal + Água 1 HCl +1 NaOH → 1 NaCl + 1 H2O 1 H2SO4 + 1 Ca(OH)2 → 1 CaSO4 + 2 H2O 2 H3PO4 + 3 Mg(OH)2 → 1 Mg3(PO4)2 + 6 H2O 4 NH4OH + H4SiO4 → 1 (NH4)4SiO4 + 4 H2O Nas reações de neutralização total é sempre importante garantir. Indicador Intervalo de Viragem Coloração em meio ácido Coloração em meio básico Violeta de Metila 0 a 1.6 Amarelo Violeta Alaranjado de Metila 3.0 Amarelo Azul Fenolftaleina 8.8 a 5.4 Vermelho Amarelo Verde de Bromocresol 3.4 Amarelo Azul Vermelho de Metila 4.

derivado do ácido nítrico HNO3) de sódio NaHCO3 – Bicarbonato (HCO3. um H+ será neutralizado por um OH-.br 13 .com. 1 HCl + 1 Ca(OH)2 → Ca(OH)Cl + H2O O hidróxido de cálcio é uma dibase enquanto que o HCl é um monoácido. Também podemos dizer que os sais são compostos que possuem pelo menos um cátion diferente de H+ e um ânion diferente de OH-. O sal formado é classificado como hidrogenossal. as hidroxilas não são suficientes para consumirem todos os íons H +. AULA 14 – SAIS (NOMENCLATURA) Sais são definidos como compostos iônicos formados juntamente com a água numa reação de neutralização ácido-base (total ou parcial). O sal formado possui ainda hidroxilas e assim sendo são classificadas como hidróxissal. ou seja. sobrando hidrogênio na fórmula do sal. Geralmente as questões de neutralização parcial o próprio texto da questão indica quais proporções entre ácido e base devemos utilizar. ou seja. 1 H2CO3 + 1 NaOH → NaHCO3 + 1 H2O Note pelo exemplo acima que o ácido carbônico e o hidróxido de sódio estão na proporção estequiométrica de 1:1. Os ácidos geram os ânions e as bases geram os cátions. dos ácidos e das bases.derivado do ácido clorídrico HCl) de sódio CaCO3 – Carbonato (CO32. Observe abaixo: ídrico eto   Ácido oso  Ânion ito ico ato   Exemplos NaCl – Cloreto (Cl. devemos considerar a nomenclatura dos ânions de acordo com a terminação dos ácidos.derivado do ácido carbônico H2CO3) de sódio Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.derivado do ácido carbônico H2CO3) de cálcio NaNO3 – Nitrato (NO3. Desta forma observamos que apenas uma água será formada pela neutralização de um íon H+ por um OH-. Os íons H+ não serão suficientes para neutralizarem todas as hidroxilas.stoodi. Como o H2CO3 é um diácido (possui dois hidrogênios ionizáveis) e o NaOH é uma monobase (possui apenas uma hidroxila) haverá a neutralização parcial do ácido. ou seja.FUNÇÕES INORGÂNICAS I Temos dois tipos de reação de neutralização parcial: Neutralização parcial do ácido O ácido está em maior quantidade em relação a base. Nomenclatura dos Sais O nome dos sais é derivado dos compostos que lhes deram origem. Sendo assim. Neutralização parcial da base Neste caso a base está em maior quantidade em relação ao ácido.

restando ainda hidrogênios ionizáveis em suas estruturas. quando o tempo estava seco assumia coloração azul. se iria chover ou não.stoodi. A (OH)3 + 1 HC   A (OH)2C + H2O Sal Básico cloreto dibásico de alumínio A (OH)2C  dihidróxid  cloreto de alumínio Sais duplos ou mistos Formados por dois ácidos (ou duas bases) diferentes. através da cor. Exemplo CuSO4 ∙ 5 H2O – Sulfato de cobre penta-hidratado (Utilizado no tratamento de água de piscina no combate ao crescimento de algas) CoCl2 ∙ 6 H2O – Cloreto de cobalto hexa-hidratado (Utilizado no “galinho do tempo”) Galinho do tempo era um objeto decorativo que indicava.br 14 . Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. havia uma camada de cloreto de cobalto que revestia sua superfície: quando aumentava a umidade relativa do ar o sal se tornava hidratado e assumia coloração rosa (como indicado na figura).com. restando ainda hidroxilas (ou oxidrilas) em suas estruturas.FUNÇÕES INORGÂNICAS I AULA 15 – TIPOS E CLASSIFICAÇÃO DE DE SAIS Sais ácidos ou hidrogenossais: são derivados da neutralização parcial de um ácido por uma base. Na verdade. Exemplo carbonato (mono)ácido de sódio  NaHCO 3 (mono)hidrogêno  carbonato de sódio bicarbonato de sódio  Sais básicos ou hidóxissais: São sais derivados da neutralização parcial de uma base por um ácido. Essas moléculas de água são chamadas de água de cristalização ou água de hidratação. Exemplo KNaSO4 – Sulfato duplo de sódio e potássio KOH + NaOH + H2SO4 → KNaSO4 + 2 H2O Sais hidratados ou hidratos Sais que ao cristalizarem mantém uma ou mais moléculas de água.

preferem ficar separados em solução aquosa. a solução resultante permite a passagem de corrente elétrica devido a geração de íons livres resultante do processo de ionização ou dissociação. AULA 17 – CARÁTER DOS SAIS EM SOLUÇÃO AQUOSA (HIDRÓLISE SALINA) Sabemos que os sais são derivados da reação de um ácido com uma base (reação de neutralização). com exceção dos carbonatos de metais alcalinos e amônio. Brometos (Br-) e Iodetos (I-) são solúveis. Para sais derivados de ácidos e bases fracas. mas é de extrema importância saber classificar a característica da solução resultante da dissolução de um sal em água. Os carbonatos (CO32-) são insolúveis. Cloretos (Cl-). Dependendo da força do ácido e da base que dão origem ao sal podemos considerar o caráter destes compostos quando dissolvidos em água. podem gerar soluções ácidas. a determinação do caráter é feita pela análise da constante de equilíbrio. Neste momento não entraremos em detalhes quando ao processo de hidrólise. AULA 18 – ELETRÓLITOS Por definição os eletrólitos são substâncias que permitem que uma solução seja condutora de corrente elétrica. com exceção dos sulfatos (principalmente) de cálcio. Essa condição é derivada do processo de hidrólise salina quando um sal reage com água para forma ácido e base. chumbo (Pb2+) e mercúrio (Hg22+). Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Podemos considerar como regra da seguinte maneira: Formam Sais Solúveis (sempre): Ânions: nitrato (NO3-) e acetato (CH3COO-) Cátions: metais alcalinos e amônio (NH4+) Os sulfatos (SO42-) são solúveis. assunto que trataremos bem mais adiante no nosso curso.stoodi. bário. básicas ou neutras. temos: Ácido Base Caráter da Solução Exemplo Forte Forte Neutra NaNO3 (NaOH + HNO3) Forte Fraca Ácida NH4Cl (NH4OH + HCl) Fraco Forte Básica NaCN (NaOH + HCN) Note que o caráter da solução é dado sempre pelo forte (ácido ou base) que deu origem ao sal. Para sais insolúveis. com exceção quando estão ligados a prata (Ag+). Em geral. ou seja. quando ácidos.FUNÇÕES INORGÂNICAS I AULA 16 – SOLUBILIDADE DE SAIS A questão da solubilidade de sais em água é extremamente importante no estudo da química. Atenção: é interessante notar que os sais que são solúveis em água sofrem processo de dissociação iônica em grande extensão. bases e sais são dissolvidos em água.com. ou seja. estrôncio e rádio.br 15 . Desta maneira. Várias reações e processos químicos são reconhecido a partir da característica de solubilidade destes compostos. a grande parte daquilo que foi adicionada a água vai para o fundo do recipiente formando corpo de chão ou corpo de fundo e apenas uma pequena parte sofre dissociação para geração de íons em solução aquosa.

as famosas bebidas isotônicas. C12H22O11. podemos considerar da seguinte maneira: Tudo que é solúvel e forte prefere ficar separado Por exemplo: Cloreto de sódio (NaCl) quando em solução aquosa fica na forma de íons Na+ e Cl.stoodi. conhecida como açúcar comum ou de mesa. não é um eletrólito pois não é capaz de romper as ligações para gerar íons em solução aquosa. Em geral. É interessante notar que os eletrólitos podem ser classificados como fortes ou fracos dependendo de suas capacidades em gerar íons (grau de ionização/ dissociação). Quando dissolvido em água sofre ionização (quebra da ligação covalente) gerando íons H+ e Cl-. Estas bebidas têm por função básica a reposição dos sais perdidos ao longo de uma atividade física intensa onde grande partes destes compostos (eletrólitos) são perdidos pela transpiração.FUNÇÕES INORGÂNICAS I A figura acima ilustra uma montagem simples que pode ser útil para analisar se uma solução é ou não condutora (teste de condutividade) e consequentemente a presença de eletrólitos.com. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 16 . ou seja. O ácido clorídrido (HCl) é outro caso interessante. Curiosidade Você já deve ter ouvido ou lido o termo eletrólitos em rótulos de alguns tipos de bebidas voltadas para atletas.pois sofre o processo de dissociação iônica. A sacarose.

. No estudo destes compostos é comum separar em duas *mono *mono classes: óxido iônicos e óxidos moleculares. Na2O – Óxido de sódio (fabricação de vidros e cerâmicas) Gelo seco: dióxido de carbono no estado sólido Cl2O7 – heptóxido de dicloro K2O – Óxido de potássio (presente em cinzas) NO2 – dióxido de nitrogênio (gás castanho e poluente) CaO – Óxido de Cálcio (usualmente conhecido como cal virgem e cal viva) SO3 – trióxido de enxofre (gás produzido pela queima de combustíveis como carvão mineral e diesel) Atenção: para os casos onde um mesmo elemento apresentar cátions de cargas (nox – número de oxidação) diferentes a nomenclatura passa a ter características particulares. O flúor é Na nomenclatura dos óxidos moleculares devemos indicar mais eletronegativo em relação ao oxigênio.......... FUNÇÕES INORGÂNICAS II AULA 1 – ÓXIDOS: CLASSIFICAÇÃO E Óxidos Moleculares NOMENCLATURA Os óxidos moleculares são formados por ametais e Os óxidos são compostos binários........... dois elementos químicos......... as cargas dos íons metálicos são diferenciadas na nomenclatura com a utilização de números romanos como foi visto também na nomenclatura das bases........... podemos dar a nomenclatura dos Fe3O4 = FeO + Fe2O3 Pb3O 4 = 2 PbO + PbO 2 magnetita zarcão óxidos considerando a carga relacionando com as terminações – ico e – oso conforme indicado abaixo: oso  mair carga Óxido . ou seja... Óxido de .... óxido de . ..... nome do elemento n romano Óxidos Duplos Exemplos Óxidos duplos também chamados de salinos ou mistos comportam-se como sendo formados pela junção de dois Fe2  FeO óxido de ferro II    Cu  Cu2O óxido de cobre I outros óxidos de um mesmo elemento químico Ferro  3 Cobre  2 Fe  Fe2O3 óxido de ferro III  Cu  CuO óxido de cobre II  Exemplos Para estes casos ainda....... > P > H > Metais . di di tri tri tetra tetra Óxidos Iônicos *O prefixo mono é facultativo Óxidos iônicos são formados por oxigênio (ânion óxido O2-) juntamente com um metal.. formados por oxigênio a partir de ligações covalentes..br 1 ....................... Exemplos Nomenclatura dos óxidos iônicos CO – monóxido de carbono (gás tóxico e extremamente Óxido de ....... a quantidade dos átomos que temos na fórmula. gás de efeito Exemplos: estufa..... ou seja... Nomenclatura dos óxidos moleculares Obs: não existem óxidos com flúor e oxigênio..  ico  menor carga Exemplos  2 Fe  FeO óxido ferroso   Cu  Cu2O óxido cuproso Ferro  3 Cobre  2  Fe  Fe2O3 óxido férrico  Cu  CuO óxido cúprico Magnetita polida e bruta – imã natural Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.......... quando sólido é conhecido como gelo seco.stoodi......com... Isto ocorre devido a possibilidade de formação de vários Fila de eletronegatividade: F > O > N > Cl > Br > I > S > C compostos formados pelo mesmo elemento químico.. venenoso) nome do elemento CO2 – dióxido de carbono (gás carbônico).... onde o oxigênio é o mais eletronegativo da ligação.........

N2O e CO. Ao reagirem com água produzem um Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com. Óxidos Básicos: formados por metais alcalinos e AULA 3 – ANIDRIDOS alcalinos terrosos Anidridos são óxidos derivados da desidratação de Óxidos Ácidos: formados pelos elementos das famílias 4.br 2 . 6 e 7A. 5. gerando sal e água. Óxidos Ácidos: Os óxidos moleculares são formados por ametais e oxigênio. ou seja. Observando a tabela periódica temos uma boa indicação do caráter destes compostos. ácidos e bases. ácidos ou bases CO2 pode ser chamado de anidrido carbônico pois é Obs.: geralmente os óxidos anfóteros são formados por derivado da desidratação do ácido carbônico metais de número de oxidação intermediário. as características de reatividade com água. ou pela reação com da desidratação do ácido nítrico ácidos. oxiácidos. com ácidos ou MgO+2 HCl  MgCl2 + H2O com bases. derivado da desidratação do ácido sulfúrico Óxidos Básicos : Geralmente os óxidos iônicos possuem 2 HNO3 – H2O  N2O5 caráter básico (principalmente de metais alcalinos e alcalinos terrosos) devido à reação destes com água e N2O5 é conhecido como anidrido nítrico por ser derivado consequente produção de bases. ácidos SO3 pode ser chamado de anidrido sulfúrico pois é e bases. Na2O + H2SO4  Na2SO4 + H2O São conhecidos apenas três óxidos neutros: NO. Atenção: não confunda anidrido nítrico (N2O5) com óxido Exemplo nítrico (NO) Óxido básico + água  base do respectivo metal CaO + H2O  Ca(OH)2 MgO + H2O  Mg(OH)2 Na2O + H2O  2 NaOH AULA 4 – ÓXIDOS NEUTROS OU INDIFERENTES Óxido básico + ácido  sal + água Os óxidos neutros ou indiferentes são compostos que não tem a capacidade de reagirem com água. produzindo sal e água. H2SO4 – H2O  SO3 Vamos observar como os óxidos ácidos e básicos demonstram seu caráter frente a reação com água.FUNÇÕES INORGÂNICAS II ácido oxigenado ou reagem com uma base. Óxido ácido + água  ácido SO2 + H2O  < H2SO3 > Zarcao – Utilizado como pintura anti-corrosão SO3 + H2O  H2SO4 CO2 + H2O  H2CO3 Óxido ácido + base  sal + água SO2 + 2 NaOH  Na2SO3 + H2O AULA 2 – CARÁTER DOS ÓXIDOS SO3 + 2 NaOH  Na2SO4 + H2O Os óxidos podem ser também separados de acordo com seu caráter.stoodi. além de crômio (Cr) e manganês (Mn) Oxiácidos (HxEOy) – H2O  óxido ácido (anidrido) Óxido Anfóteros: principalmente alumínio e magnésio H2CO3 – H2O  CO2 Óxidos Neutros: não reagem com água.

estanho.. possui oxigênio com Nox = -1.. elemento oxigênio é o mais eletronegativo da ligação e  Formado por semimetais: As2O3 e As2O5. Al2O3 + 2 NaOH  2 NaAlO2 + H2O (caráter ácido) CO – monóxido de carbono.. Al2O3. Alguns metais como o alumínio. possuem número de oxidação (Nox) igual a -2 conforme Este caráter depende do nox (número de oxidação) do os exemplos abaixo: metal que está ligado com o oxigênio. CrO3 Cr6+ ácido peróxidos de metais alcalinos terrosos  BaO2 . o peróxido de hidrogênio (H2O2) que forma. um composto anfótero é aquele que pode reagir tanto com bases como com ácidos. ZnO + 2NaOH  Na2ZnO2 + H2O (caráter básico) N2O – monóxido de dinitrogênio.. Cr2O3 Cr3+ anfótero peróxido formado por hidrogênio  H2O2 (em solução aquosa é chamado de água oxigenada) peróxidos de metais alcalinos  Na2O2 . zinco. também conhecido como Os óxidos anfóteros não reagem com água. Derivado principalmente de A tabela abaixo traz um resumo do caráter dos óxidos em processos de combustões incompletas.Dióxido de Carbono oxidação variável irá apresentar caráter anfótero temos a Na2 O . PbO e Por definição os óxidos são compostos binários onde o PbO2. Gás utilizado Al2O3 + 3 H2SO4  Al2(SO4)3 + 3 H2O (caráter básico) como anestésico inalável por dentistas..FUNÇÕES INORGÂNICAS II NO – monóxido de nitrogênio. O óxido ZnO + 2 HCl  ZnCl2 + H2O (caráter básico) nítrico é um importante neurotransmissor que atua na memória e no aprendizado.stoodi. cobre. A sua ação letal é dada pela forte ligação que ocorre desta molécula com o ferro Propriedades dos elementos dos blocos s e presente na hemoglobina o que impede o transporte de p oxigênio pelo organismo. SnO2. K 2O2 . Para determinar se um óxido de um determinado metal com estado de CO2 . como por exemplo o choque séptico. inflamável e extremamente tóxico e venenoso a seres humanos e animais. os peróxidos são compostos onde o oxigênio (mais eletronegativo) assumi número de oxidação Nos intermediário = caráter anfótero -1. formam óxidos de caráter anfótero. É um gás incolor. AULA 6 – PERÓXIDOS E SUPERÓXIDOS  Formador por metais: ZnO.br 3 .com. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. chumbo. relacionada à manutenção inicial da vida através do Vamos observar dois exemplos clássicos de reação com controle da circulação placentária. inodoro.Óxido de Cálcio Fe2 O3 .. mas são óxido nítrico.Óxido de Ferro III Nox baixo = caráter básico Nox alto = caráter ácido Por outro lado. Li Be B C N O F Na Mg Al Si P S Cl K Ca Ga Ge As Se Br Utilização de óxido nitroso para anestesia Rb Sr In Sn Sb Te I Cs Ba Tl Pb Bi Po At Óxidos Óxidos Óxidos Básicos Anfóteros Ácidos AULA 5 – ÓXIDOS ANFÓTEROS: CLASSIFICAÇÃO E REAÇÃO Em química. é sintetizado no organismo humano e está capazes de reagir com ácidos e bases. indução das contrações óxidos anfóteros: uterinas no trabalho de parto ou efeitos letais ao organismo. crômio. aquilo que conhecemos como CrO Cr2+ básico água oxigenada. chamado usualmente de óxido nitroso. em solução aquosa.. relação aos elementos dos blocos s e p. Por exemplo. gás do riso ou gás hilariante.Óxido de Sódio seguinte regra: CaO .

Os hidretos são substâncias binárias formadas por hidrogênio. Por outro lado.br 4 .stoodi. os carbetos ou carburetos são compostos que possuem carbono em suas estruturas. sendo que este elemento apresenta número de oxidação igual a – 1. Um dos carbetos mais conhecidos é o CaC2 (carbeto ou carbureto de cálcio) utilizado em maçaricos oxiacetilênicos. o oxigênio assume assumo Nox = -½. Superóxido de sódio = NaO2 Superóxido de cálcio = CaO4 Água oxigenada – solução aquosa de peróxido de hidrogênio utilizada como antisséptico AULA 7 – HIDRETOS E CARBETOS Hidretos e carbetos formam duas classes de compostos inorgânicos que não são muito trabalhadas no ensino médio. Copyright © 2017 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.FUNÇÕES INORGÂNICAS II No caso dos superóxidos. A reação do CaC2 com água gera como produto o gás etino também conhecido como acetileno. sendo que este apresenta maior eletropositividade.com. sendo que na maioria dos casos são encontrados na natureza como compostos iônicos com metais da família 1A e 2A.

chamado ionização. capaz de dissolver uma grande gama de materiais. bem como agente decapante na metalurgia nossa sociedade e para indústria de um modo geral. classificado como fraco. extremamente corrosivo e volátil.stoodi. deste ácido para obtenção de produtos e bens de consumo. polímeros e flúor elementar). tornando ativa a Os ácidos são substâncias extremamente importantes e enzima conhecida como pepsina. vulcânicas. É considerado como parâmetro econômico: Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.(cianeto) que “bloqueia” uma enzima mitocondrial (citocromo oxidase). onde auxilia no processo de digestão de proteínas. bem como no gás natural. principalmente na produção de substâncias cloradas (por exemplo o PVC para fabricação O ácido sulfúrico é um dos ácidos mais importantes para a de canos). Uma outra fonte deste ácido é decomposição de matéria HF – Ácido Fluorídrico orgânica em condições de baixa concentração de oxigênio (condições anaeróbicas ou anóxicas) pelo auxílio de O ácido fluorídrico é classificado como um hidrácido bactérias. fabricação de papel e processamento Além de ser um precursor para compostos que que de alimentos. sendo que se apresenta como um líquido Atividades industriais também produzem H2S. um pesticida que continha altas concentrações de HCN. Saber identificar quais substâncias são considerados ácidos. A queima da espuma de poliuretano que foi utilizado HCℓ . SiO2 (s) + 4 HF (aq) → SiF4 (g) + 2 H2O (ℓ) Possui odor característico. curtumes (indústria do couro). moderado (semiforte). bastante corrosivo e volátil quando concentrado.Marcação do número do chassis de um automóvel com utilização de ácido fluorídrico.br 1 .QUÍMICA DESCRITIVA AULA 1 – ÁCIDOS IMPORTANTES É naturalmente encontrado no suco gástrico. Por outro lado. Quando misturado ao ácido nítrico (HNO3) é conhecido Segundo Arrhenius. classificado como fraco e apresenta odor desagradável de ovos podres e é considerado extremamente tóxico. em contato com água. mas extremamente tóxico. Foi utilizado como arma de guerra pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial através do uso do Zyklon B. É um hidrácido volátil. no petróleo cru. sofre um processo dissolver ouro (Au). apresentado pela literatura como sendo de amêndoas amargas. principalmente em refinarias de petróleo. incolor. gerando íons H+ (ou H3O+). Este ácido é classificado como um ácido forte. repertório pessoal. uma substância é considerada ácida como Agua Régia.com.Ácido Clorídrico como isolante acústico gerou HCN e causou intoxicação e morte de muitas pessoas. enquanto Lewis define estas substâncias como Também chamado de gás sulfídrico. para remoção de impurezas e oxidações que possam Praticamente todos os processos industriais fazem uso existir na superfície de um metal. extremamente presentes em nosso cotidiano. grande número de mortes no fatídico incêndio da boate Kiss. sendo esta mistura utilizada para quando. o ácido cianídrico caracteriza a reação de HF com vidros (SiO2): é também conhecido como gás da morte. Infelizmente este também foi o composto responsável pelo Figura 1 . este ácido é sendo aceptoras de pares de elétrons. Pode ser encontrado com concentração máxima de 38% bem como suas principais características e aplicações e (m/m) e quando vendido com baixa concentração e um ponto crucial no estudo da química e na formação de impurezas é conhecido como ácido muriático. Brönsted e Lowry definem uma substância ácida H2S – Ácido Sulfídrico como sendo aquela que tem a capacidade de doar prótons (H+). Vamos descrever as principais aplicações dos ácidos inorgânicos que são muito recorrentes em questões de É naturalmente encontrado nos gases de emissões vestibulares. o ácido fluorídrico é utilizado para marcação HCN – Ácido Cianídrico do número do chassis de carros devido a sua habilidade em reagir com vidro. Observe a reação abaixo que Inicialmente chamado de ácido prússico. interferindo na cadeia respiratória. possuem flúor (medicamentos. É utilizado em vários H2SO4 – Ácido Sulfúrico processos industriais. Sua toxicidade vem através do ânion CN .

AULA 2 – BASES IMPORTANTES As bases são compostos. acarretando magnésio é também conhecido como leite de magnésia num grave problema ambiental. condições ambientes o NaOH encontra-se na forma de sólido.QUÍMICA DESCRITIVA Quanto maior a utilização de ácido sulfúrico por um país. Na figura podemos ver a reação entre ácido sulfúrico e X(OH)n → X n+ + x OH- açúcar Possuem sabor adstringente (“amarram” a boca) e ao HNO3 – Ácido Nítrico toque geram uma sensação escorregadia como a de sabão. o hidróxido de acidificação das águas de mares e oceanos.com. O ácido carbônico é um oxiácido fraco e instável e pode É produzido principalmente pela eletrólise aquosa de formar dois tipos de sais quando em reações de soluções de cloreto de sódio sendo utilizado neutralização: sais de carbonato e bicarbonato. utilizado na manufatura de nitratos e nitro compostos inorgânicos e NaOH – Hidróxido de Sódio orgânicos para fertilizantes. Figura 3 . É encontrado na forma de líquido incolor. ou H2CO3 – Ácido Carbônico seja. mas absorve água rapidamente do ambiente. comporta como um líquido oleoso. intermediários de pigmentos. No caso dos refrigerantes é o ácido fosfórico o responsável pelo sabor azedo destas bebidas. fosfórico é um oxiácido classificado como fraco e não tóxico. Figura 2 .stoodi. devido a sua suspensão em água ser semelhante em aparência com a água. ou seja. o ácido mais desenvolvido ele é. o ácido carbônico também vem contribuindo com a ase fraca e pouco solúvel em água. Antigamente conhecido como ácido ortofosfórico.Ácido sulfúrico é um forte agente desidratante. É formado principalmente pela dissolução de dióxido de carbono (CO2 – gás carbônico) em água de acordo com a seguinte reação: CO2 + H2O ⇌ H2CO3 Pode ser encontrado principalmente em bebidas refrigerantes e também em águas com gás. não volátil e quando concentrado se ambientes. A Classificada como base forte. também como fertilizantes. Possui vários usos importantes. é um agente acidulante alimentício. onde é formado pela reação observada acima sob baixas temperaturas. principalmente na indústria de papel e celulose e fabricação de sabão em barra (sabão em pedra).(hidroxilas) segundo a definição de Arrhenius. é extremamente higroscópico. encontrado em bebidas desidratante e por isso utilizado em várias reações refrigerantes. o hidróxido de sódio quando exposição contínua aos vapores de ácido nítrico. como por exemplo o de Extremamente ávido por água. H3PO4 – Ácido Fosfórico Seu principal uso em nosso cotidiano é na neutralização da acidez estomacal: Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. encontrado na forma sólida nas condições É um oxiácido forte.br 2 .Pellets de Hidróxido de Sódio Além de ser um intermediário no de transporte de CO 2 do Mg(OH)2 – Hidróxido de Magnésio sangue no processo de trocas gasosas da respiração. Nas causar bronquites crônicas e pneumonia química. além de outras substâncias químicas. no tratamento odontológico de cáries e orgânicas de desidratação. que em solução aquosa sofrem dissociação gerando íons OH. podem impuro é vendido como o nome de soda caustica. explosivos.

é obtido através da água do mar por processos de evaporação nas salinas ou então é obtido na Também conhecido como cal hidratada ou cal extinta.stoodi. como por exemplo. produzido principalmente pela dissolução do óxido de cálcio (CaO – Cal Virgem ou Cal Viva) em água numa No Brasil a produção de NaCl ocorre através da água do reação bastante exotérmica (grande liberação de energia mar na região nordeste. Ca(OH)2 (aq) + CO2 (g) → CaCO3 (s) + H2O (ℓ) Também é adicionado aos alimentos para dar sabor. NaCl – Cloreto de Sódio Figura 4 . limpa fornos e Norte.QUÍMICA DESCRITIVA 2 HCℓ (aq.Montes de NaCl em Macau no Rio Grande do limpeza doméstica. AULA 3 – COTIDIANO DOS SAIS Os sais são compostos derivados da neutralização ácido/base. limpa vidros. ou seja. Em solução aquosa esta base é conhecida como amoníaco e pode ser encontrado em produtos de Figura 6 . o hidróxido de cálcio reage com o dióxido de É utilizado em muitos processos da indústria química. CaO (s) + H2O (ℓ) → Ca(OH)2 (aq) Também pode ser obtido em laboratório pela reação de ácido clorídrico e hidróxido de sódio: É bastante utilizado no processo de caiação. o forma sólida através de mineração em depósitos hidróxido de cálcio é uma base forte e solúvel em água. Figura 5 .Casa Caiada com Cal Hidratada NH4OH – Hidróxido de Amônio É uma base fraca e volátil com odor bastante característico. a pintura de paredes com cal hidratada como pode ser NaOH + HCl → NaCl + H2O observada na figura ao lado (Figura 4). mas carbono (óxido ácido) presente na atmosfera. especificamente em Macau no Rio na forma de calor): Grande do Norte.br 3 . processo conhecido como calagem de solos. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Também pode ser utilizado na correção da acidez de solos. Soluções aquosas concentradas de NaCl são conhecidas como sal moura e podem ser utilizadas para produção industrial de NaOH e cloro gasoso por eletrólise.Leite de Magnésia Comercial Cloreto de sódio. Brasil. NH3 (g) + H2O (ℓ) → NH4OH (aq) Industrialmente é utilizado como agente de neutralização de soluções ácidas.com. Um a cor branca da parede: exemplo clássico a desidratação da carne para produção de carne seca. produzindo a sua principal utilização é na preservação de alimentos carbonato de cálcio – um sólido branco e insolúvel que dá pela retirada de água por processo de osmose. estômago) + Mg(OH)2 → MgCℓ2 (aq) + 2 H2O (ℓ) O hidróxido de amônio é produzido pela dissolução de amônia gasosa em água: Em excesso o Mg(OH)2 pode também ser utilizado com laxante para pessoas com dificuldade de evacuação. também conhecido como sal comum ou Ca(OH)2 – Hidróxido de Cálcio sal de cozinha. Neste processo de pintura. Podem ser classificados como substâncias que possuem pelo menos um cátion diferente de H+ e um ânion diferente de OH-. É subterrâneos.

Absorve e neutraliza maus odores. Na caixa podemos ler: preservação de alimentos é aumento da probabilidade de "Uma caixa. é uma solução com caráter básico. NaOH) ou então barrilha. É encontrado naturalmente no leite na forma sódio é um sal classificado como ácido. diabetes mellitus e  Utilizado como fermento químico para aumentar o Parkinson. é bastante utilizado na fabricação de vidros (vidro soda cal) e também para Desinfecção ajustar o pH de meios ácidos. incontáveis usos" como referência para as várias câncer de estômago devido a presença do ânion nitrato possibilidades de uso deste composto. Ca3(PO4)2 – Fosfato de Cálcio NaHCO3 – Bicarbonato de Sódio O fosfato de cálcio é mineral utilizado na fabricação de Conhecido também como carbonato monoácido de sódio ácido fosfórico (H3PO4) e também na produção de ou monohidrogeno carbonato de sódio. No tingimento de tecidos atua como fixador de pigmentos.  Atua como antiácido estomacal em casos de azia de acordo com a reação abaixo: NaHCO3 + HCl → NaCl + CO2 + H2O Higiene Pessoal  Entra na composição de cremes dentais onde apresenta propriedades abrasivas e de combate a caries. Pode ser produzido pela reação entre hidróxido de sódio e ácido nítrico de acordo com a reação abaixo: HNO3 + NaOH → NaNO3 + H2O Figura 8 . óleo Medicinal e gordura. ou seja. Também é bastante utilizado em nosso cotidiano para auxiliar na lavagem de roupa para remoção de graxa.com. na produção industrial de fertilizantes e da pólvora negra. salames. Os usos do bicarbonato de sódio são dos mais variados Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. atuar como um fungicida. apresenta pH acima de 7.  Pode ser utilizado sozinho ou com outros Figura 7 . Em contato com a água.Em inglês. o carbonato de sódio sofre reação conhecida como hidrólise  Possui características de desinfecção. presuntos entre outros). comercialmente o bicarbonato de sódio Um dos problemas encontrados na utilização deste sal na é conhecido como "Baking Soda". o nitrato de sódio é um sal utilizado na preservação de alimentos (principalmente embutidos como salsicha. o bicarbonato de fertilizantes. podendo salina gerando uma base forte e um ácido fraco. consequência da liberação de CO2 dentro da Na2CO3 – Carbonato de Sódio massa.00. tamanho de massas de pães e bolos. sendo que sua de micelas e associado a uma das proteínas do leite – a solução aquosa. após reação de hidrólise salina.stoodi. caseína. Há estudos que também mostram indícios de que nitrato de sódio pode levar ao aumento da probabilidade Culinária de doenças como Alzheimer. É a unidade básica formadora de ossos e dentes.br 4 .Fabricação de vidro: cerca de 14% da composição componentes na substituição de desodorantes do vidro é de Carbonato de Sódio. (NO3-).QUÍMICA DESCRITIVA NaNO3 – Nitrato de Sódio Também conhecido como salitre do Chile.  Também pode ser utilizado no cozimento de O carbonato de sódio é também encontrado pelo nome legumes para mantê-los com cores vivas e comercial de soda (não confundir com soda caustica – também para fazê-los mais macios. comerciais.

Também pode ser utilizado na para ajustar o pH de meios ácidos. principalmente a calcita. higienização de frutas e legumes. CaCO3 → CaO + CO2 CaO – Óxido de Cálcio Sendo o CaO utilizado para fabricação de cimento para construção civil. O ânion hipoclorito (ClO-) pode ser bastante industriais para reter compostos ácidos impedindo que reativo com outras e consequentemente produzir estes sejam lançados na atmosfera.stoodi. solos (calagem) e no tratamento de água após a adição de cloro gasoso (processo de alcalinização da água pós A solução de NaClO é muito utilizada na maioria dos lares desinfecção com cloro). mas também podemos encontra-lo como um Pode ser produzido pela reação de auto oxirredução sólido conhecido como gelo-seco que sublima facilmente.br 5 .O fosfato de cálcio pode ser encontrado em Figura 10 .O hipoclorito de sódio pode ser retirado medicamentos para quem sofre de osteoporose ou deficiencia de cálcio no organismo gratuitamente nos postos de saúde CaCO3 – Carbonato de Cálcio É encontrando em abundância na natureza na forma de minerais. aragonita e dolomita.QUÍMICA DESCRITIVA Figura 9 . NaCℓO – Hipoclorito de Sódio CaCO3(s) → CaO(s) + CO2(g) Muitas vezes melhor descrito pela fórmula molecular NaOCl.com. O óxido de cálcio é produzido pela decomposição térmica do carbonato de cálcio obtido de rochas calcárias. compostos extremamente tóxicos que podem levar a morte. É utilizada como agente construção civil. é um composto sólido que forma com água uma A principal aplicação do óxido de cálcio é no processo de solução aquosa conhecida comercialmente como fabricação de cimento do tipo Portland utilizado na “cândida” ou “água sanitária”.  Amoníaco  Álcool Isopropílico (encontra em produtos multiusos) Nas condições ambientes o CO2 se encontra no estado gasoso. AULA 4 – COTIDIANO DOS ÓXIDOS É utilizado principalmente para a produção do óxido de Os óxidos são compostos muito presentes em nosso cálcio (CaO) por decomposição térmica: cotidiano. (desproporcionamento) entre cloro gasoso e hidróxido de sódio pela equação apresentada abaixo: Cl2 + 2 NaOH → NaCl + NaClO + H2O Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. dos brasileiros. CO2 – Dióxido de Carbono Dica de químico: Conhecido também como gás carbônico é um óxido de caráter ácido produzido principalmente por meio de  Jamais misture água sanitária com: reações de combustão de combustíveis que possuem  Vinagre carbono em suas fórmulas. mas infelizmente na dosagem errada (em excesso) ou então misturado a outros produtos de Também pode ser utilizado em filtros de chaminés limpeza. formando as chamadas rochas calcárias e também o mármore. os óxidos são compostos binários onde o oxigênio é o elemento mais eletronegativo. branqueador de roupas e também como bactericida no tratamento de água de abastecimento público e também Devido as suas propriedades básicas também é utilizado de piscinas recreativas. como por exemplo. Por definição química.

Hematita Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.stoodi.br 6 . como branqueamento dos recifes de corais. levando a um problema conhecido conhecido como bauxita. fuselagem forma de solução aquosa conhecida como “agua de aviões entre outros. principalmente o diesel. A chuva NOx = NO e NO2 é naturalmente ácida. ácida afetando não só os seres vivos.Frasco de água oxigenada encontrado em farmácias. é Também podemos citar a acidificação de mares e oceanos um óxido anfótero. monumentos históricos e superfícies Al2O3 – Óxido de Alumínio metálicas. cortes profundos na pele para a prevenção do tétano. onde é componente majoritário. O emissão de SO2 e SO3 são a queima de carvão mineral de excesso de gás carbônico na atmosfera agrava o efeito baixa qualidade e também emissões vulcânicas. Outro problema ambiental relacionado a presença do dióxido de carbono na atmosfera é a chuva ácida. oxigenada”. bicicletas. SOx = SO2 e SO3 O dióxido de enxofre (SO2) e o trióxido de enxofre (SO3) são óxidos de enxofre que coletivamente são conhecidos como SOx. ambientes poluídos como o caso das grandes cidades. O óxido de alumínio. a decomposição do peróxido de hidrogênio é catalisada (acelerada) pela catalase – uma enzima presente no sangue. Fe2O3 – Óxido de Ferro III Conhecido como hematita em sua forma mineral é o principal composto de ferro tratado nas questões de química dos vestibulares.00. Por ser um bom condutor de eletricidade o alumínio É um bom agente oxidante e sendo assim é utilizado como metálico tem sido utilizado como substituto para cabos em branqueador e desinfetante principalmente de feridas ou linhas de transmissão. apresenta pH abaixo de 7.Gelo seco pode ser utilizado para dar efeitos Esses óxidos possuem caráter ácido e são derivados de fumaça em drinks principalmente da combustão de combustíveis derivados É responsável pelo efeito estufa – efeito natural que de petróleo. a chuva tem se tornado cada vez mais do ozônio troposférico. Figura 12 . Figura 11 . Através da eletrólise ígnea do óxido de alumínio obtêm-se H2O2 – Peróxido de Hidrogênio o alumínio metálico para as mais diversas aplicações em nosso cotidiano: utensílios domésticos. Outras fontes de mantém a temperatura da Terra compatível com a vida. latas para bebidas. Note que o frasco é opaco para evitar a decomposição do peróxido de hidrogênio pelo efeito da luz É uma substância instável e se decompõe rapidamente em água e oxigênio molecular segunda a reação abaixo: H2O2 (aq) → H2O (l) + ½ O2 (g) Quando aplicado em ferimentos. reage tanto como ácido como devido a maior solubilização de CO2 na água e formação também como base. E obtido principalmente do mineral de ácido carbônico.QUÍMICA DESCRITIVA Em altas concentrações o H2O2 foi utilizado como propelente para foguetes espaciais. Geralmente é relacionado com obtenção de ferro metálico em alto forno ou então com a formação de ferrugem (oxidação do ferro). ou seja. blocos de motores O peróxido de hidrogênio é encontrado comercialmente na de automóveis.com. também conhecido como alumina. estufa elevando as temperaturas médias ao redor do Contribuem para a formação de chuvas ácidas em Globo. mas também as fachadas de prédios. Produzidos principalmente nos motores de combustão Devido ao excesso de CO2 derivado da queima de interna (motores de carros) estão envolvidos em combustíveis fósseis. Figura 13 . queima de florestas e problemas ambientais como a chuva ácida e a formação desmatamento.

ocorrer entre ametais. No estudo das reações de deslocamento. ao contrário da reação de síntese.com. geram um único produto ao final da reação. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. também chamada de AULA 3 – REAÇÃO DE SIMPLES TROCA (AMETAIS) deslocamento. Em ordem decrescente de reatividade. para que a reação de simples troca ocorra. o seguinte maneira: elemento que forma a substância simples precisa ser mais A + BC → AC + B reativo em relação ao elemento da substância composto que deseja-se deslocar. ocorre entre um átomo que se encontra A reação de simples troca ou deslocamento também pode “sozinho” com uma substância que se encontra ligada. A ideia de como ocorre a reação é Podemos representar a reação de simples troca da exatamente a mesma para o caso dos metais. Para que isto acorra. devemos ter em Vale lembrar que os ametais (não-metais) tem tendência mente as filas de reatividades para saber se uma para recebimento de elétrons e assim podemos dizer que determinada reação poderá ou não ocorrer. Esta reação ocorre devido a maior reatividade do zinco em comparação ao hidrogênio que está ligado ao cloro Genericamente.br 1 . Note pelo exemplo acima que a substância “A” descola o elemento “B” assumindo assim sua posição e formado um Para os amentais temos a seguinte fila de reatividade: novo composto de fórmula “AC”. a substância que se encontra “sozinha” tem de ser mais F > O > C > Br > I > S reativa em relação ao elemento que ela quer descolar.REAÇÕES INORGÂNICAS AULA 1 – REAÇÃO DE SÍNTESES E DECOMPOSIÇÃO Reação de Síntese Fila de Reatividade Metal/H A reação de síntese ocorre quanto dois ou mais reagentes. ou seja. temos: sob determinadas condições.  Re atividade (Eletronegatividade) Crescente  Geralmente o deslocamento ocorre entre metal/ metal ou metal/ H e ametal/ ametal. temos: A + B + ∙∙∙ → C Exemplos de reação de síntese: Fila de Reatividade Ametal/ Ametal  Síntese da Água: H2 (g) + ½ O2 (g) → H2O (g)  Síntese da Amônia: N2 (g) + 3 H2 (g) → 2 NH3 F > O > Cℓ > Br > I > S > C > P > H (g) Exemplos de Reações de Deslocamento Reação de Decomposição Zinco metálico e Ácido Clorídrico Na reação de decomposição (também chamada de análise). temos um Zn (s) + 2 HCℓ (aq) → ZnCℓ2 (aq) + H2 (g) único reagente gerando dois ou mais produtos sob determinadas condições. ou seja. temos: X → Y + Z + ∙∙∙ na molécula de ácido clorídrico Exemplos de reação de decomposição/ análise: Ouro metálico e Ácido Clorídrico  Decomposição do Peróxido de Hidrogênio: Au (s) + HCℓ (aq) → não ocorre H2O2 (aq) → H2O (ℓ) + ½ O2 (g)  Decomposição Térmica do Carbonato de Esta reação não ocorre pois o ouro não é capaz de Cálcio: CaCO3 (s) → CaO (s) + CO2 (g) deslocar o hidrogênio do ácido clorídrico devido a sua menor reatividade  AULA 2 – REAÇÃO DE SIMPLES TROCA (METAIS/H) A reação de simples troca. atuando como agentes oxidantes. Metais Alcalinos > Metais Alcalinos Terrosos > Metais Comuns > H > Metais Nobres Genericamente.stoodi. são reduzidos na reação.

os óxidos básicos reagem com ácidos.liberados.  Mais fracos em relação aos reagentes – quando tratamos de ácidos e bases. são aqueles que liberam íons H+ em solução aquosa. Portanto. pois reagem com água gerando bases. forma-se o cloreto de sódio . os óxidos covalentes são em muitos casos H + OH  neutralização  H2O óxidos ácidos. na reação de neutralização de HCl por Os produtos devem ser: NaOH. A carga do ânion equivale a quantidade de SO3  Ca(OH)2   CaSO4 + H2O íons H+ liberados. Devemos lembrar que os ácidos. AULA 5 – REAÇÃO DE ÁCIDO-BASE Exemplo: As reações de ácido-base são as mais importantes no CaO + H2O   Ca(OH)2 estudo da química. faça a entre si para formar água. ao liberar o íon OH-. os óxidos possuem Esta reação ocorre devido a formação de um produto também a capacidade de reagir diretamente com ácidos insolúvel quando (AgCl). Podemos pensar da mesma maneira para as bases: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. AULA 4 – REAÇÃO DE DUPLA TROCA Exemplo : NaOH  H2O  Na + OH Saída de 1 OH A reação de dupla troca ocorre entre duas substâncias deixa uma carga positiva para o sódio compostas e para ocorrência devemos observar as seguintes situações em relação aos produtos: Lembrando que na formulação do sal o cátion sempre vem antes do ânion.com. como visto no exemplo acima. os óxidos ácidos reagem diretamente com bases. Como consequência. segundo a teoria de CaO + H2SO4   CaSO4 + H2O Arrhenius. Sendo assim. Desta maneira é uma mais simples para o cloro de visualizar a reação e seus produtos.br 2 .stoodi. Estes dois íons reagem o óxido e o ácido. devido à formação de um ácido quando Liberado pelo ácido Liberado pela base aqueles reagem com água. Por outro lado. por exemplo  Mais voláteis em relação aos reagentes  Menos solúveis em relação aos reagentes – principalmente na formação de sais Observe a reação abaixo: AULA 6 – REAÇÃO COM ÓXIDOS Os óxidos podem reagir com água gerando com produto um ácido ou uma base. ou bases. temos a seguinte dica: SO3 + H2O   H2SO4  Um ácido. deixar para trás um cátion. numa reação denominada de reação do ácido com a base que o óxido forma. deixa para trás um ânion. neutralizando-as. A carga do cátion equivale a quantidade de íons OH. É evidente que numa reação de neutralização ácido-base também é gerado um sal. Para isso. ao liberar o íon H+. Atenção: Para facilitar o equacionamento da reação entre Exemplo : HC  H2O  H +C  um óxido ácido e uma base. neutralização ácido-base. Isto depende da característica do óxido em estudo.REAÇÕES INORGÂNICAS  Uma base. faça a reação da base com o Saída de 1 H deixa 1 carga negativa ácido que óxido forma. neutralizando-os. enquanto as bases (pela mesma teoria) são Atenção: Para facilitar o equacionamento da reação entre aqueles que liberam íons OH-. É extremamente importante Exemplo: saber formular o sal resultante.NaCl. Óxido iônicos são geralmente óxidos básicos.

as três reações podem ocorrer.br 3 . Observe o exemplo da combustão do gás metano (CH4): CH4 (g) + O2 (g)   C (s) + 2 H2O (v)    Combustões Incompletas  CH4 (g) + 3 O2 (g)   CO(g) + 2 H2O(v)  2  CH4 (g) + 2 O2 (g)   CO2 (g) + 2 H2O(v)  Combustão Completa Em grande verdade. forma-se CO2 como produto. ou seja. podemos ter dois produtos diferentes. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. o monóxido de carbono e também o dióxido de carbono. forma-se H2O como produto. dependendo da quantidade de oxigênio. Forma-se como produtos o carbono fuligem. é uma reação exotérmica. e que ao se processar libera energia na forma de calor.stoodi. num processo de combustão.  Se o reagente contém hidrogênio. temos uma combustão incompleta. chamado de comburente. Exemplos:  Combustão do gás hidrogênio (H2) H2 (g)  1 O2 (g)   H2O(g) 2  Combustão de carvão (C) C(s) + 1 O2 (g)   CO (g) 2 C (s) + O2 (g)   CO2 (g) Note que na reação de combustão do carbono. Para facilitar o estudo das reações de combustão e seus equacionamentos. devemos sempre ter em mente que numa reação de combustão completa:  Se o reagente contém carbono.REAÇÕES INORGÂNICAS AULA 7 – REAÇÃO DE COMBUSTÃO As reações de combustão são aquelas que nos reagentes encontramos um combustível e o gás oxigênio. Quando a quantidade de oxigênio é limitante no processo de combustão.com. com liberação de menor quantidade de energia.

indica o total de uma determinada substância num sistema que contém quantas entidades (átomos. ou abundâncias: seja.02 ∙ 10 23 átomos massa em relação ao padrão u.5 ? 100 Massa Molecular – é a massa de uma só fórmula química expressa em unidades de massa atômica (u). Massa Atômica (MA) .02 ∙ 10 23 moléculas Exemplo 1 mol de íons equivale a 6. ?.TEORIA ATÔMICO-MOLECULAR AULA 1 – MASSA ATÔMICA E MASSA MOLECULAR AULA 2 . Cloro – 35 35 u 75% Cloro – 37 37 u 25% Cálculo da massa atômica do elemento através da média ponderada: (35 ∙ 75 + 37 ∙ 25) ?. uma só molécula ou um só íon. a massa de 1 mol de átomos de oxigênio possui uma massa de 16 gramas. temos: 1 mol = 6. O elemento químico cloro ocorre na natureza com dois isótopos de massas 35u e 37u com as seguintes  A massa molar da água equivale a 18 g/mol. Exemplo H2O H = 1 u ∙ 2 átomos = 2 u O = 16 u ∙ 1 átomos = 16 u Massa Molecular (H2O) = 18 u Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. ele pesa 24 u e é 24 vezes mais “pesado” em relação ao padrão.é utilizada para indicar a íons) igual ao número de átomos presentes em massa de um só átomo.é a massa de um só átomo expressa que indica quantas vezes um átomo tem mais 1 mol de átomos equivale a 6. 1 mol de moléculas equivale a 6. determinado elemento químico.br 1 .stoodi. Convencionou-se que a unidade massa atômica corresponde a 1/12 da massa do isótopo do carbono-12. exatamente 12 gramas de carbono – 12.02 ∙ 10 23 partículas Unidade u = 1/12 da massa do carbono-12. Exemplo: ou seja.MOL Primeiramente vamos considerar o conceito de unidade de Pela definição da IUPAC o mol é a unidade do SI que massa atômica (U).com.02 ∙ 10 23 elétrons Massa Atômica de Elemento Químico – é a média Massa Molar (M) – a massa molar indica a massa em ponderada das massas atômicas dos isótopos de um gramas de 1 mol de uma determinada espécie química. (????????) = = 35. moléculas ou Unidade de massa atômica (U) . Experimentalmente. 1 mol de elétrons equivale a 6. ou seja. A média ponderada é calculada considerando-se as abundâncias relativas de Exemplo cada isótopo na natureza.  A massa molar do oxigênio equivale a 16 g/mol. 1 mol de moléculas de água possui uma massa de 18 gramas. Este valor é conhecido como constante de Avogadro.02 ∙ 10 23 íons Mg possui massa atômica 24 u.

indica a menor proporção inteira e em mols entre os átomos dos elementos formadores de uma determinada substância química. M (CH4) = 16 g/mol 12 Para C   100 = 75% de Carbono 16 4 Para H   100 = 25% de Hidrogênio 16 Sendo assim. indica as porcentagens em massa dos elementos que formam uma determinada substância química. Substância Fórmula Molecular Formula mínima Benzeno C6H6 CH Água Oxigenada H2O2 HO Glicose C6H12O6 CH2O Ácido Sulfúrico H2SO4 H2SO4 Perceba que a fórmula mínima muitas vezes é uma “simplificação matemática” da fórmula molecular.br 1 . a fórmula percentual do metano é C75%H25%.25  Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.25mol  12   25 g de H  dividindo pela massa molar  25 = 25mol  1    Fórmula Mínima: CH4 Segunda Etapa    6. Note também que muitas vezes a fórmula mínima é a própria fórmula molecular para uma substância. também chamada de composição centesimal ou composição percentual.TIPOS DE FÓRMULAS QUÍMICAS AULA 1 – FÓRMULA CENTESIMAL OU PERCENTUAL A formula centesimal. Exemplo Podemos calcular a formula centesimal do metano (CH4) considerando-se a sua massa molecular. temos: Pr imeira Etapa     75 g de C  dividindo pela massa molar  75  6. AULA 2 – FÓRMULA MÍNIMA OU EMPÍRICA A fórmula mínima ou empírica.25mol de C  dividir pelo menor valor de mol = 1 C 6.25  6. muitas vezes chamada de estequiométrica.25    25 mol de H  dividir pelo menor valor de mol 25 =4H  6.stoodi.com. Observe um exemplo de como calcular a fórmula mínima de uma substância partindo de sua fórmula centesimal: Fórmula Centesimal: C75%H25% Considerando 100g desta substância.

São duas as leis Ponderais: a Lei da Lavoisier e a Lei de Perceba que a reação química está sempre em proporção Proust em mol. formado. indica que para uma reação Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. Das várias maneiras possíveis para balancear uma equação. Observe um exemplo abaixo da reação de combustão Lei de Proust (queima) do gás metano – CH4: Também chamada de lei das proporções definidas (fixas ou constantes) indica que há uma proporção definida entre 1 CH 4 (g) + 2 O 2 ( g )   1 CO 2 ( g ) + 2 H 2O ( ) a massa dos reagentes a massa dos produtos. Re agentes Pr odutos Observe o exemplo abaixo de como observamos a lei de Os números indicados em vermelho são chamados de Proust: coeficientes estequiométricos ou simplesmente de coeficientes e vão indicar a proporção adequada de 3 g Carbono + 8 g Oxigênio   11 g Gás Carbônico reagentes e produtos da reação. Neste caso dobrou-se a quantidade de carbono e para obedecer a lei de Proust Balancear uma equação química (também chamado de dobrou-se também a quantidade de oxigênio.CÁLCULOS ESTEQUIOMÉTRICOS AULA 1 – BALANCEAMENTO DE REAÇÕES QUÍMICAS química em sistema fechado. mas podemos fazer a proporção em moléculas. reagentes e produtos de uma dada reação. 4 L) 1 (22. número total de átomos de cada elemento presente nos reagentes em relação aos produtos.stoodi. 6 g Carbono + 16 g Oxigênio   22 g Gás Carbônico Em azul estão indicados os estados físicos das Note que da primeira para a segunda experiência as substâncias nas condições da reação química.com. As quantidades são expressas sempre em mol e indicam a Observe para o a reação acima a massa total dos proporção dos reagentes e produtos de uma determinada reagentes (30g) é igual a massa do único produto reação química. o método mais utilizado é o chamado método das tentativas. Sabendo essas relações é fácil calcular a quantidade de Lei de Lavoisier reagentes e produtos na estequiometria. Também chamado de estequiometria e baseada nas leis  A partir da maior fórmula acertar as quantidades das reações químicas. 4 L)  em volume (CNTP) massa dos reagentes e a massa dos produtos. formando acertar os coeficientes estequiométricos) é igual ao também o dobro do produto. a massa dos reagentes antes da reação tem de ser igual a massa dos produtos Uma equação química pode ser comparada a uma receita após a reação.br 1 . Observe um exemplo abaixo de uma reação química em fase gasosa: 2 H 2 (g) + 1 O2 (g)   2 H 2O ( g ) Proporção 2 mol 1 mol 2 mol  em mol AULA 2 – LEIS PONDERAIS 2  (6 1023 ) 1 (6 1023 ) 2  (6 1023 )  em moléculas 2  (2 g) 1 (32 g ) 2  (18 g)  em massa As leis ponderais indicam a relação que existe entre a 2  (22. 4 L) 2  (22. que possuem as seguintes indicações: AULA 3 – CÁLCULO ESTEQUIOMÉTRICO  Procurar a maior fórmula (maiores índices) e dar coeficiente estequiométrica 1. quantidades mudaram. Também chamada de lei da conservação da massa ou lei da conservação da matéria. Muitas vezes o coeficiente 1 não é indicado na equação química.  Deixar sempre o oxigênio para o final. é o cálculo das quantidades de dos elementos nos reagentes e nos produtos. culinária onde se indicam as quantidades dos ingredientes para a formação de um determinado prato. Utilizamos na equação os símbolos dos elementos e as fórmulas A + B   C 10 g 20 g 30 g químicas para expresse esses “ingredientes” que neste caso são chamados de reagentes e também dos produtos. em massa e também em volume (para gases).

com. excesso e o fator limitante são os guidões. nem sempre se consegue transformar todos os reagentes em produtos sob determinadas Uma bicicleta é formada por duas rodas e 1 guidão.  Resolver a regra de três. Por ouro lado.  H2SO4 (aq) + 2 NaOH (aq)   Na2SO4 + 2 H2O 1 mol 2 mol 1 mol 1 (98)g 2 mol 1 (142)g Cálculo do rendimento da reação: 196 g 1 mol x 17 g de NH3 100%  Note que o exercício forneceu dados dos dois reagentes. Se tivermos 6 rodas e 2 guidões. x = 5 mol de O 2 y = 10 mol de H 2O 1 (98)g H2SO4 1(142) g Na2SO4   x = 248 g 196 g H2SO4 x  Vale lembrar que existem regras para um bom cálculo estequiométrico: 2 mol NaOH 1 (142)g  x = 71 g 1 mol NaOH x   Escrever corretamente a equação química.  Anotar os dados e pergunta.3 g de amônia (NH3) ao final da reação. ou seja. seja. ou  Estabelecer a regra de três.3 g NH3 y Sendo assim. A massa real produzida é a menor. muito provavelmente algum esteja em  y = 90% de rendimento Massa   produzida excesso. Desta maneira saberemos o quanto foi 10 mol x y produzido. Exemplo temos: Neutralização ácido/base N2 (g) + 3 H2 (g)   2 NH3 (g)  Foram utilizados 196g de ácido sulfúrico e 1 mol de  1 mol 2 mol  hidróxido de sódio. Iniciando pela equação química devidamente balanceada. Calcule o rendimento desta Neste caso dizemos que a roda sobrando se encontra em reação. As reações químicas realizadas em laboratórios ou até mesmo nas indústrias nunca atingem um rendimento de Vamos estabelecer o seguinte exemplo: 100%.  Balancear a equação.stoodi. AULA 4 – REGENTE EM EXCESSO E LIMITANTE AULA 5 – RENDIMENTO E PUREZA Sabemos que um determinado processo químico possui Rendimento um reagente em excesso quando são fornecidos dados (quantidades) de dois ou mais reagentes. Pelos cálculos acima devemos considerar que é  Transformar a equação nas mesmas unidades impossível ter duas massas do mesmo produto para uma dos dados e da pergunta. quem está em excesso e quem é o limitante da reação. Qual a massa de sulfato de sódio 1 (28)g 2  (17)g  produzida?  x = 17 g de NH 3 14 g x  Massa inicial Cálculo da quantidade  se a reação tivesse 100% de  que deveria ser produzida ren dim ento.br 2 . quantas bicicletas podemos condições reacionais. Devemos proceder da seguinte maneira: na reação Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. 71 g de Na2SO4 sendo o NaOH o reagente limitante. formar? Exemplo Podemos formar no máximo 2 bicicletas (4 rodas) sendo 14 g de gás nitrogênio (N2) reage com excesso de gás que 2 rodas ficam sobrando.  15. hidrogênio (H2) onde são produzidos 15. o ácido sulfúrico se encontra em excesso. mesma reação.CÁLCULOS ESTEQUIOMÉTRICOS 2 H 2 (g) + 1 O2 (g)   2 H 2O ( g ) Fazer duas regras de três (para o ácido e para a base) e verificar aquela que gerou a menor quantidade de produto 2 mol 1 mol 2 mol em questão.

 CO2 (g)  C (s) + O2 (g)   1 mol 1 mol   v = 6720 L 1 (12)g 1 (22. O restante.CÁLCULOS ESTEQUIOMÉTRICOS Observe que pelo resultando temos um rendimento de 90% para a massa produzida de amônia. Primeiramente devemos calcular a massa de carvão que irá reagir: 4kg 100% (amostra)  m = 3.4 L/mol. Qual o volume de CO2 produzido nesta combustão? Dados: Vmolar = 22. Exemplo Uma amostra de 4 kg de carvão contendo 90% de pureza foi totalmente “queimada” (sofreu combustão). chamado de impureza.stoodi. ou seja. não contribui para a formação dos produtos. não reage no processo.6 kg m 90% (pureza)  Pelo cálculo acima podemos notar que a massa que irá reagir é de 3.br 3 . Pureza A pureza pode ser entendida como a parte de uma determinada amostra que irá efetivamente sofrer reação química.4) L  CO2 3600 g v CO2   Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.6 kg.com.

ou seja. ou seja.stoodi. estão em constante movimento e não possuem forma nem volume 1 L = 1 dm3  equivale  1000 mL ou 1000 cm3 fixos. o metro cúbico (m3). unidade de área. a Temperatura (T) e o volume (V).br 1 . Quanto maior a temperatura. O aumento da temperatura leva agitação das partículas. enquanto o volume e a temperatura variam. constante enquanto outras duas sofrem variações. isométrica ou isocórica).com. Nota-se neste caso que o aumento da temperatura causa um aumento do Utilizamos muito no estudo dos gases as pressões em volume. O comportamento do estado gasoso é descrito por três variáveis: a pressão (P). a pressão é mantida constante de área. entre outras. 1 m3  equivale  1000 L No estudo físico dos gases. uma variável é mantida recipiente 100% elásticos. formados por partículas de Transformações Gasosas tamanhos desprezíveis com interações (entre partículas) também desprezíveis e com choques contra as paredes do Nas transformações gasosas. média). vamos considera-los como sendo gases ideais. que equivale a Newton (N) por metro quadrado Na transformação isobárica. É importante lembrar que o volume de um gás é condicionado pelo volume do recipiente que o contém. Volume chegamos a equação geral dos gases: O volume é uma grandeza tridimensional e é calculada de P1  V1 P V acordo com o recipiente. Isométrica ou Isocórica Temperatura Neste caso o volume é mantido constante. = 2 2 T1 T2 Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.GASES AULA 1 – CONCEITOS GERAIS/ VARIÁVEIS DE Várias unidades de volume são utilizadas. nota-se que pressão e volume são A pressão é definida como sendo a força aplicada sobre grandezas inversamente proporcionais. proporcionais. T1 T2 Equação Geral dos Gases T(K) = t( C) + 273 Somando as três equações das transformações gasosas. grande capacidade de expansão e compressão. Matematicamente. variando-se a A temperatura está relacionada diretamente com o grau de pressão e a temperatura. o litro (L). dentre elas ESTADO E TRANSFORMAÇÕES GASOSAS podemos citar o mililitro (mL). Conceitos Gerais É importante você saber as relações existentes entre as Os gases são definidos como substâncias que possuem unidades de volume. temos: F P1  V1 = P2  V2 P= Lei de Boyle A Transformação Isobárica Para o sistema internacional (SI). a pressão constante (isobárica) e a volume constante (isovolumétrica. essas duas grandezas são diretamente milímetro de mercúrio (mmHg) e a atmosfera (atm). P1 P Lei de Gay-Lussac Obrigatoriamente devemos utilizar a temperatura na escala = 2 absoluta Kelvin (K). Estudaremos as transformações a temperatura constante Variáveis do Estado Gasoso (isotérmica). maior ao aumento da pressão (grandezas diretamente será o grau de agitação da mesmas (maior a velocidade proporcionais). Atenção V1 V = 2 T1 T2 Lei de Charles 1 atm  equivale  760 mmHg Transformação Isovolumétrica. a unidade de pressão é o Pascal (Pa). Transformação Isotérmica Pressão Mantendo-se a temperatura constante e variando o volume em relação a pressão.

br 2 . pressão e número de mol do gás B.stoodi. podemos calcular a pressão do gás A pelos valores de volume. V  Observe o exemplo abaixo.GASES PA VA = nA R T PA 2 = 6 R T   PA = 8 atm PB VB = nB R T 4 2 = 3 R T AULA 2 – EQUAÇÃO DE CLAPEYRON Nota-se que a razão da pressão pelo volume pela Hipótese de Avogadro temperatura é proporcional ao número de mol de um gás: A hipótese de Avogadro diz que: P V  n (número de mol) Volumes iguais de gases diferentes. A velocidade de efusão e difusão é explicada pela lei de Graham: a velocidade de efusão/ difusão é inversamente proporcional à raiz quadrada da densidade de um gás. Nesta situação.com. m  Para isto. RT AULA 5 – DIFUSÃO E EFUSÃO Efusão é capacidade de um gás passar através de um orifício. hoje conhecida VA = VB   nA = nB PB VB = nB R T TA = TB  como constante universal dos gases (R): P V = n R ou PV = nRT T Atenção ao valor da constante (R): atm L mmHg L AULA 4 – DENSIDADE DE GASES R = 0. basta fazer a relação (divisão) da equação de PM =   RT  PM = dRT Clapeyron de um por outro. Difusão é capacidade de espalhamento de um gás. Utilizando a equação de Clapeyron chegamos facilmente na equação da densidade de gases. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.082 R = 62. sendo que os dois PM d= gases se encontram na mesma condição de temperatura.4 mol K mol K A densidade é a relação entre a massa de uma dada substância pelo volume ocupado. nas mesmas T condições de Pressão e Temperatura. m PV = nRT  PV = RT AULA 3 – COMPARAÇÕES GASOSAS M Podemos fazer comparações entre dois gases em densidade recipientes distintos utilizando a equação de Clapeyron. contém igual número de mol de gases   Indica "proporcional a" PA = PB  A transformação desta proporcionalidade para uma  PA VA = nA R T igualdade é feita colocando uma constante.

Número de mols de uma mistura gasosa Numa mistura gasosa.br 3 . a mistura se comporta como se fosse um gás único e obedece as leis dos gases estudadas.com. ptotal = p1 + p2 + p3 + .. ntotal = n1 + n2 + n3 + . Pressão de uma mistura gasosa A pressão da mistura gasosa.stoodi. Pressão Parcial de um gás A pressão parcial de um gás é a pressão que esse gás exerceria se estivesse sozinho. a pressão total é a somatória das pressões individuais de cada um dos gases presentes. ou seja.. o número de mols da mistura é igual ao somatório do número de mol de cada um dos componentes desta mistura.GASES Vale notar que a densidade de um gás é diretamente proporcional a sua massa molecular. ngás v parcial =  v total ou vparcial =   v total ntotal Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.. quanto mais “leve” é um gás. nas mesmas condições de volume e temperatura que se encontra a mistura. ou seja. A pressão parcial de um gás pode ser calculada levando-se em consideração a fração molar deste gás. lei de Graham velocidade (A) MB = velocidade (B) MA AULA 6 – MISTURAS GASOSAS Numa mistura de gases ideais que não reagem entre si.. maior serão suas velocidades de difusão e efusão. ngás pparcial =  ptotal ou pparcial =   ptotal ntotal Volume Parcial de um gás O volume parcial de um gás é o volume que ele ocuparia se estivesse sozinho nas mesmas condições de pressão total e temperatura da mistura..

O importante agora é excrementos de cavalos era sentido por todas as partes de entendermos os erros do passado para que não se muitas cidades. Uma falha no processo de refrigeração de um reator nuclear causou uma explosão e consequente liberação de poluentes Deste modo podemos considerar que as atividades radioativos.br 1 . liberou cerca acima das concentrações encontradas no ambiente de 40 toneladas isocianato de metila. na cidade de Bhopal na Índia. cuidado em relação à produção de resíduos e seu controle. Figura 2 .938. O termo poluição vem do latim polure que tem por significado manchar ou poluir e indica. seguida do gás oxigênio (O2. o cheiro dos por poluentes no ambiente. a segurança e o bem-estar da população. produzem vários de pessoas.POLUIÇÃO AMBIENTAL AULA 1 – POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA Na cidade de Seveso (Itália) em 1976 a explosão de um reator de uma indústria química provocou o vazamento de Poluição Ambiental dioxina (TCDD) provocando a contaminação de grandes áreas de solo e água.Circus Piccadilly – Smog londrino (1952) Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. uma capsula contendo excrementos e urina (esgoto doméstico). em Chernobyl – antiga União Soviética. que provocaram a morte imediata de dezenas humanas em sociedades industrializadas. além dos resíduos humanos como Brasil na cidade de Goiania (1987). líquidos e sólidos suspensos (aerossóis). mistura de gases. gerações para a questão ambiental. césio-137 retirada de um equipamento de radioterapia descartado inadvertidamente por um hospital causou a Existem vários pontos ao longo da história da sociedade morte de algumas pessoas e a exposição a altas doses de moderna abrangem a questão ambiental e a falta de radiação em muitas outras. indústrias e queimadas). as condições climáticas locais não permitiram a dispersão correta dos poluentes produzidos por automóveis. um acidente na presença de substâncias ou agentes físicos no ambiente planta da indústria química Union Carbide. 20%). bem como a remediação de áreas degradadas. DE 31 DE AGOSTO DE 1981 que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente. mas desta vez no industriais. resíduos Também envolvendo material radioativo. a poluição pode ser entendida como (Artigo terceiro capt III): A degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente: a) prejudiquem a saúde. fábricas e sistemas de aquecimento. e) lancem matérias ou energia em desacordo com os Outra catástrofe de grandes proporções ocorreu em 1986 padrões ambientais estabelecidos. Estima-se que em natural. além de outros gases em quantidade minoritária (2% restante). 78%).Imagem símbolo do acidente de Bhopal - d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio Índia ambiente.com. c) afetem desfavoravelmente a biota. a Em 1984. Existem vários outros exemplos de desastres causados Nos EUA durante o século XIX. assolando a população com aquilo que cometam novamente no futuro além de alertar as próximas ficou conhecido como “poluição dos cavalos”. causando um efeito ambiental conhecido Poluição Atmosférica como Smog. fumaça (automóveis. Mais de 4 mil pessoas morreram em poucos dias por complicações respiratórias causadas pela alta Podemos dizer que atmosfera é um “envelope” gasoso concentração de poluentes na troposfera (nível respiratório que circunda o planeta Terra sendo ela composta por uma ou baixa atmosfera). tipos de resíduos poluentes: lixo (doméstico e industrial). De acordo com a LEI Nº 6. Essas substâncias ou agentes físicos são três dias após o acidente 8 mil pessoas já haviam morrido geralmente produzidos pelas atividades humanas. decorrente dos efeitos tóxicos deste composto. sendo composta majoritariamente pelo gás nitrogênio (N2. Em 1952. em linhas gerais. durante o inverno de Londres. por exemplo. b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas.stoodi. Figura 1 .

pois é nesta região onde N 78.08 780000 encontramos a camada de ozônio (O3). refinarias. É uma região importante. Ne 0. As principais fontes emissoras destes compostos são os motores de combustão interna. POLUIÇÃO AMBIENTAL Porcentagem em volume dos GASES FIXOS A troposfera. etc. é a região onde os na atmosfera terrestre seres vivos habitam. que alcança altitudes máximas de 16 km partindo-se da superfície da Terra. campos e pastagens. % ppmv o máximo de 50 km considerando a superfície da Terra.Principais Regiões da Atmosfera (Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola . a atmosfera pode ser dividida em quatro regiões principais: homem)  Pontual – localizada no ponto de emissão  Troposfera  Difusa – emissão espalhada por grandes áreas  Estratosfera  Móvel ou Estacionária  Mesosfera Os poluentes também podem ser divididos para melhor  Termosfera compreensão:  Poluentes Primários: emitidos diretamente para atmosfera sem transformação  Poluentes Secundários: compostos gerados na atmosfera por reação química Dentro de uma região urbanizada os poluentes principais são os óxidos de enxofre (NOx). A temperatura diminui com o aumento da altitude. vegetais e materiais. Figura 3 .95 209500 2(g) A poluição atmosférica consiste de gases. É uma região turbulenta devido a movimentação das massas de ar e possui grande (até 100 km de altitude) concentração de poluentes. a incineração de lixo (g) 0.000005 0.0001 1 doméstico e também as queimadas de florestas. NOx – Óxidos de Nitrogênio Coletivamente o NO (monóxido de nitrogênio ou óxido nítrico) e o NO2 (dióxido de nitrogênio) são chamados de NOx.stoodi. Frações em Volume FÓRMULA Outra região importante para o estudo a poluição QUÍMICA atmosférica é a estratosfera.Maio 2001) Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.).com.0005 5 (combustão) de combustíveis fósseis. Kr químicas e farmacêuticas. óxidos de carbono (COx). queima de matéria orgânica e também as descargas elétricas na atmosfera (raios).0015 15 (g) As principais fontes da poluição atmosférica são os motores de veículos devido ao processo de queima He 0.93 9300 resultado das atividades humanas e podem causar danos ao homem. Xe 0. Possui altitude de 16 km até Porcentagem. animais. as indústrias (g) (fábricas de cimento e celulose. Neste caso a 2(g) temperatura aumenta com o aumento da altitude.05 (g) Essas fontes de poluição podem ser classificadas das seguintes maneiras:  Fontes naturais ou Antrópicas (causadas pelo De acordo com um gradiente de temperatura. líquidos e sólidos (material particulado) presentes na atmosfera em Ar concentrações maiores que as concentrações naturais (g) 0. O 20. compostos orgânicos voláteis (COV’s) e também material particulado (MP). siderúrgicas. óxidos de enxofre (SOx).br 2 .

A exposição por um período de tempo não muito grande pode levar à morte.POLUIÇÃO AMBIENTAL N2  g  O2  g  Desc arga Elétrica Motores automotivos  2 NO  g  Combustão completa NO (g)  ½ O2  g  Atmosfera  NO2  g  C  s   O2  g    CO2  g  As principais consequências causadas pelos NO x são o Smog fotoquímico. da gasolina. O que pode As principais fontes de óxidos de carbono são as ser muito agradável para muitas pessoas é por outro lado combustões.com. principalmente considerados indicadores da qualidade do ar (Tabela 01) combustões incompletas de compostos orgânicos. sendo retirado do Relatório de Qualidade do Ar da CETESB do suas principais fontes de emissão os carros. ano de 2014. atividade bacterianas e também pura) que estão suspensas no ar atmosférico e que são em alguns processos industriais. com a hemoglobina do sangue. caminhões. os desnitrificação e respiração aeróbica. inaláveis. partículas de sólidos e líquidos (com exceção para água queimadas em florestas. mas podem ser enxofre encontrado na atmosfera (em grande observáveis no coletivo. material particulado consiste em pequenas fontes de óxidos de enxofre são as emissões vulcânicas. Os hidrocarbonetos e seus derivados orgânicos que rapidamente se vaporizam no ar (alta pressão de vapor) COx – Óxidos de Carbono são chamados de compostos orgânicos voláteis. emitida por caminhões e ônibus. sem cheiro (inodoro) e um pouco mais leve em relação ao A seguir segue a tabela com os principais poluentes ar. inutilizando-a para o transporte do gás oxigênio através do corpo humano. um problema ambiental grave além de ser tóxico ao ser humano. ou seja. principalmente aqueles que habitam as grandes Tabelas cidades.br 3 . motocicletas e etc. O dióxido de carbono (CO2) é também produzido durante muitos processos biológicos como fermentação. O principal óxido de individualmente invisíveis ao olho nu.stoodi. S(s)  O2 (g)   SO2(g) Geralmente o material particulado é calculado em termos de unidades de micrograma por metro cúbico de ar e são SO2(g)  ½ O2 (g)   SO3(g) divididas em inaláveis finas. a formação do ozônio troposférico e Combustão Incompleta também a chuva ácida. SOx – Óxidos de Enxofre C  s   ½ O2 (g)   CO  g  Formados por SO2 e SO3. Um exemplo clássico de COV é quando abastecemos o COx = CO + CO2 tanque de combustível de um automóvel e somos capazes de sentir o cheiro. Processos que são COV’s podem reagir com óxido nítrico (NO) causando a conduzidos por bactérias heterotróficas. De um modo geral. combustíveis como o Material Particulado (MP) diesel e o carvão mineral que apresentam alta concentração de enxofre como contaminante. parâmetros de qualidade do ar e prevenção de riscos à saúde humana (Tabela 02) e de qualidade do ar e efeitos O monóxido de carbono combina-se de modo irreversível à saúde (Tabela 03). Respiração formação de ozônio troposférico e também chuvas ácidas. O CO é produzido durante combustões. Mesmo sendo relativamente inertes na atmosfera. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. bem como as tabelas com principais ônibus. os óxidos de enxofre são liberados principalmente pela queima de combustíveis fósseis de baixa qualidade. fumaça e partículas totais em suspensão. Outras Por definição. por exemplo. celular de plantas e animais também liberam gás carbônico como produto. COV's + NO + O2  Luz Solar  mistura de O3 . asma e enfisema pulmonar. é o monóxido de carbono (CO). os SOx estão relacionados com a formação de chuvas ácidas em ambientes poluídos e COV’s – Compostos Orgânicos Voláteis também em complicações respiratórias como bronquite. Um exemplo é a fumaça preta concentração) é o dióxido de enxofre (SO2). um gás incolor. HNO3 e compostos orgânicos Um dos poluentes atmosféricos mais perigosos ao ser humano.

com.POLUIÇÃO AMBIENTAL Tabela 1 .Fontes e características dos principais poluentes na atmosfera Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.br 4 .stoodi.

br 5 .com.Qualidade do Ar e Prevenção de Riscos à Saúde Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.POLUIÇÃO AMBIENTAL Tabela 02 .stoodi.

O efeito estufa é um evento natural da atmosfera que ocorre devido à absorção de parte da radiação solar pela A quantidade de gás carbônico na atmosfera atual é cerca superfície terrestre. dióxido de carbono nestas regiões mais baixas. impedindo assim a dispersão dos poluentes para camadas mais altas da atmosfera. sob condições normais. O ar quente é então (CO2).stoodi. Agravamento O agravamento (exacerbação) do efeito estufa tem AULA 3 – EFEITO ESTUFA ocorrido principalmente pela intervenção humana sob o Agravamento do Efeito Estufa ambiente. é conhecido como corrente de convecção. podendo ser liberado para atmosfera tanto por processos naturais quanto antrópicos. a superfície átomos em relação às ligações covalentes entre eles. e veio aumentando desde a reemitida para atmosfera de um modo diferente: na forma Revolução Industrial. Atenção: por molécula.br 6 . devido as menores temperaturas. A camada inferior da atmosfera por consequência desta menor Sabemos que os átomos de uma molécula não temperatura pode ficar mais fria em relação à camada permanecem parados uns em relação aos outros. radiação infravermelha. Moléculas sendo esta a responsável principal pela dispersão dos principais poluentes atmosféricos que são produzidos pela A radiação infravermelha (comprimento de onda entre 100 atividade humana nas grandes cidades. à superfície da terra.Esquema simplificado do Efeito Estufa (Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola - Maio 2001) AULA 2 – INVERSÃO TÉRMICA É justamente este fenômeno que mantem a superfície da Terra aquecida. essas modificações causarem variação no momento de dipolo (momento dipolar) da molécula. O efeito estufa é resultado principalmente da presença na carregando consigo os poluentes que estão suspensos atmosfera de água no estado de vapor. Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. mantendo uma temperatura média que é pela superfície terrestre. Essa radiação absorvida pelo solo é de 375 mL/m3 (375 ppm). metano (CH4) e de dióxido de nitrogênio (NO2). acarretando na interrupção da possuem vibrações em torno de uma posição média. Comparando com a última idade as camadas mais baixas de nossa atmosfera são mais do gelo (cerca de 13 mil anos atrás). a temperatura da quentes em relação às camadas superiores. São essas vibrações que fazem com que a água e o CO2 e outras moléculas sejam gases de efeito estufa.com. no entanto sua concentração é menor – 1. µm e 1 µm) interagem com moléculas mudando sua configuração. o metano possui poder de absorção de radiação IV (Infravermelha) cerca de 21 vezes maior que o CO2. onde aumentam muitos os casos de problemas respiratórios e irritação das mucosas. será capaz de absorver e emitir como inversão térmica que retém os poluentes próximos radiação infravermelha. Uma vez que Terra é hoje cerca de 4°C maior. fósseis (petróleo e carvão mineral) começou a ser utilizada em grande escala para a produção de energia. ela será ativa no Essa interrupção da corrente de convecção é conhecida infravermelho. ou seja. sua tendência é ascender (subir). ou seja. que em seguida se aquece e volta a subir. mudando a posição relativa dos No inverno. quando a queima de combustíveis de calor. com liberação de grandes quantidades de CO2 e outros gases. O metano (CH4 – um hidrocarboneto) é o gás de efeito estufa mais importante depois do CO2. subindo e descendo na Interação da Radiação Infravermelha com as atmosfera. ou seja. É nesta ocasião. terrestre acaba sofrendo um resfriamento. ou seja. o ar quente é mais leve que o ar (lembre-se de um balão de ar quente).72 ppm.POLUIÇÃO AMBIENTAL Figura 4 . compatível com a vida. Essa movimentação de ar quente e frio. eles imediatamente acima dela. Se corrente de convecção mencionado anteriormente. contra 375 ppm de CO2. principalmente nas populações de grandes cidades. uma substituído por ar frio que desce das camadas superiores vez que estás moléculas podem absorver calor. impedindo a rápida dissipação do calor O calor irradiado pelo sol em direção a Terra é absorvido para o espaço.

Outras fontes um poluente. É formado principalmente devido à presença emissoras de CH4 para atmosfera são os rebanhos de bois de NO2 na atmosfera decorrente do chamado smog e cabras devido ao processo de fermentação do alimento fotoquímico: em seus tubos digestórios (fermentação entérica). pode causar comentado devido a sua relativamente baixa concentração também danos à vegetação. em refrigerados e aparelhos de ar condicionado. o gado Observe a camada de NO2 castanho no horizonte é responsável por cerca de 18% do aquecimento global.6) devido à De um modo geral. Este óxido reage com a água gerando ácido  =241 nm carbônico (H2CO3) que precipita em forma de chuva.HTM) como irritação nos olhos. uma contribuição maior que a do setor de transportes.org/docrep/010/a0701e/a0701e00. O2  2 O (dissociação fotoquímica) O + O2   O3 + calor (colisão de átomos de oxigênio com moléculas de O2 ) CO2 (g) + H2O( )   H2CO3 (aq) Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. POLUIÇÃO AMBIENTAL Geralmente é resultado da decomposição anaeróbia da Apesar de seus benefícios à vida. dores de cabeça e aumento na Outros gases de efeito estufa que não são muito suscetibilidade a alergias. Além disso.Smog Fotoquímico na cidade de São Paulo.stoodi. Motor de Texto retirado do ENEM: N2 + O2  Automóveis  2 NO 2 NO + O2  2 NO2 (gás castanho alaranjado) NO2  NO + O  O + O2   O3 (Formação do ozônio troposférico) De acordo com o relatório “A grande sombra da pecuária” (Livestock’s Long Shadow). feito pela Organização das Figura 4 .com. pois é absorvido pelas folhas na atmosfera quando comparado ao CO2 são o óxido das plantas causando a degradação da clorofila e nitroso (N2O – conhecido como gás hilariante). congestão nasal.br 7 .fao. Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação. fadiga. o ozônio consequentemente a diminuição da fotossíntese. podemos representar a formação da presença de CO2 (dióxido de carbono. como (O3) e também os CFC’s (clorofluorocarbonetos) utilizados observado na foto abaixo. sendo por isso um dos principais Chuvas Ácidas fatores responsáveis pelo câncer de pele (melanoma). Água da chuva é naturalmente ácida (pH = 5. gás carbônico) na camada de ozônio na estratosfera da seguinte maneira: atmosfera. o ozônio quando matéria orgânica e também da extração e utilização de encontrado na troposfera (nível respiratório) é considerado combustíveis derivados de petróleo. irritação na garganta. AULA 4 – SMOG FOTOQUÍMICO E OZÔNIO TROPOSFÉRICO A camada de ozônio está localizada na estratosfera e é extremamente importante para a vida na Terra devido a sua ação de filtrar/ absorver a incidência direta da radiação ultravioleta de alta energia que pode aumentar a taxa de mutação de genes. Esse gás pode causar vários problemas à saúde humana (http://www.

br 8 . Observe abaixo as equações que ocorrem no processo de destruição do ozônio: Podemos observar que primeiramente ocorre a quebra da molécula do CFC. ácida devido a formação de ácidos fortes como o HNO 3 (ácido nítrico) e também o H2SO4 (ácido sulfúrico). mas não é o mais correto. É interessante ressaltar que a radiação UV-B é a mais prejudicial à vida na Terra. segunda foto (direita) 1968. com a formação dos átomos de Figura 6 . segunda etapa. Precisamente falamos em afinamento da camada de Copyright © 2016 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. UV-B e UV-C). Primeira cloro que catalisam a quebra da molécula de ozônio na foto (esquerda) 1908. Na terceira Depleção na Camada de Ozônio etapa o átomo de cloro é reformado podendo entrar novamente na cadeia de destruição do O3. Estes Os CFC’s – também conhecidos como FREONS – foram ácidos ao precipitarem corroem ao longo do tempo as bastante utilizados como gás propelente para latas de fachadas e monumentos históricos. Vimos anteriormente como ozônio é formado nas camadas mais altas da estratosfera e sua importância na retenção da radiação ultravioleta (UV-A. derivados da devido principalmente a sua reação com átomos livres de queima de combustíveis fósseis em motores de cloro proveniente dos chamados CFC´s automóveis. a água da chuva tem se tornado ainda mais (clorofluorocarbonos ou clorofluorocarbonetos).com.Estatua corroída pela chuva ácida.stoodi. com formação de gás oxigênio. O termo “buraco” na camada de ozônio é largamente divulgado e utilizado.POLUIÇÃO AMBIENTAL Com o aumento da emissão de gases poluentes. devido à diminuição na quantidade deste gás exemplo. os óxidos de nitrogênio e enxofre. neste exemplo representada pelo diclorodifluorometano. como por ozônio. equipamentos de ar-condicionado. além de causarem o spray e como gás refrigerante de geladeiras e branqueamento de recifes de corais. principalmente para a vida dos seres humanos. pois esta pode ser absorvida pelo DNA celular podendo causar câncer de pele através da reação de metilação de duas timinas.

numa dada  temperatura. extensão de uma outra substância – neste caso chamada de dispergente ou dispersante. Atenção: quando o solvente é água.com. O soluto sempre se encontra em As dispersões são formadas pela presença de pequenas menor quantidade e o solvente. ausência de  Soluções: partículas “transparentes” íons  Suspensões: parte da luz não atravessa as suspensões gerando-se um aspecto turvo  Dispersão Coloidal: parte da luz sofre espalhamento Esse espalhamento da luz que ocorre nas dispersões coloidais é chamado de Efeito Tyndall que pode ser AULA 3 – SOLUBILIDADE E COEFICIENTE DE facilmente observado num dia de neblina onde se nota o SOLUBILIDADE espalhamento da luz de uma lanterna ou dos faróis de um Solubilidade carro. As soluções podem ser classificadas de acordo com o coeficiente de solubilidade:  Solução Saturada: encontra-se no coeficiente AULA 2 – SOLUÇÕES de solubilidade exato  Solução Insaturada: está baixo do coeficiente de solubilidade Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.SOLUÇÕES – CONCEITOS GERAIS AULA 1 – DISPERSÕES Soluções são misturas homogêneas formadas por um soluto e um solvente.br 1 .  Capacidade de uma substância se dissolver em  outra   Regra de Solubilidade: Semelhante tende a dissolver semelhante   Coeficiente de Solubilidade ou Grau de Solubilidade   Massa máxima de um soluto que se dissolve  numa quantidade fixa de solvente. chamamos de solução aquosa. As dispersões são classificadas de acordo com o tamanho Exemplo: Solução aquosa de NaCl. de uma determinada quantidade. sendo representada pelo símbolo “aq” Classificação das Dispersões após a fórmula do soluto. chamadas de disperso. sempre em maior partículas. O solvente dissolve o soluto enquanto o soluto substância química. distribuídas uniformemente por toda a é dissolvido pelo solvente.  Geralmente considera-se a massa fixa de solvente como  Efeito Tyndall sendo 100g. representa-se por: do disperso: NaCl (aq)  Soluções: disperso menos que 1 nm Classificação das Soluções Água + Glicose Quanto ao Estado Físico  Dispersão Coloidal: disperso entre 1 e 1000 nm Água + Gelatina  Sólidas: ligas metálicas  Suspensão: disperso maior que 1000 nm  Líquidas: álcool + água  Gasosas: ar atmosférico (Toda mistura gasosa é Água + Terra homogênea) Condução de Corrente Elétrica Efeito da Luz nas Dispersões  Condutoras: chamadas de soluções eletrolíticas As partículas presentes nas dispersões podem ou não e conduzem corrente elétrica devido a interagirem com a luz e assim serem classificadas: movimentação de íons livres na solução  Não condutoras: Não eletrolíticas.stoodi.

Com as curvas de solubilidade podemos inferir se uma determinada mistura de soluto + solvente será saturada ou insaturada. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.SOLUÇÕES – CONCEITOS GERAIS  Solução Supersaturada: acima do coeficiente de solubilidade.stoodi. mas com variação de temperatura AULA 4 – CURVAS DE SOLUBILIDADE As curvas de solubilidade são “mapas” que indicam a quantidade máxima que um soluto pode ser dissolvido.br 2 .com. numa quantidade fixa de solvente a uma data temperatura.

cm³.0 mol/L. µg. A concentração em mol/L por vezes é representada Podemos calcular a concentração comum das soluções através de [colchetes]. kg/L. g/mL.  V: L. o número Densidade de Soluções (d) de mols do soluto somada ao solvente. Podemos expressar matematicamente a molalidade outras formas: 1000  nsoluto 1000  msoluto W= ou W = msolvente (gramas) msolvente Msoluto AULA 2 – CONCENTRAÇÃO EM MOL/L em gramas A concentração em mol/L também pode ser chamada de concentração em quantidade de matéria/L ou molaridade. C= V solução É interessante notar que a massa e o volume podem ser expressos em diferentes unidades:  m: g. temos: solução e seu próprio volume. mL. kg/m3. DENSIDADE E É expressa pela relação do número de mol do soluto pelo TÍTULO volume da solução obrigatoriamente em litros.SOLUÇÕES . A densidade de uma solução é a relação entre a massa da Matematicamente. etc. a densidade de soluções também pode ser expressa em várias unidades diferentes: g/cm3.CONCENTRAÇÕES AULA 1 – CONCENTRAÇÃO COMUM.. m³. em mols.0 mol/L é assim representada – [NaCl] = 1. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. nsoluto W= 1 kg solvente Multiplicando o título por 100% indicamos a porcentagem em massa do soluto presente na solução. mg.com. AULA 3 – FRAÇÃO MOLAR A fração molar indica a relação entre o número de mols do soluto pelo número de mols da solução.. . Concentração Comum (C) número de mol do soluto n M= = A concentração comum é a relação da massa do soluto volume da solução (L) V(L) pelo volume da solução. O título é a relação de massas do soluto pela massa da solução. nsoluto nsoluto msolução = ou = d= nsoluto + nsolvente nsolução Vsolução Assim como a concentração comum.. É importante sempre notar a diferença entre a concentração comum e densidade. kg.stoodi. ou seja. do Título ou Porcentagem em massa soluto existente em 1 kg de solvente. dizemos que neste caso msolução temos uma solução de 3mol/kg de NaCl ou então 3 molal..br 1 . . AULA 4 – CONCENTRAÇÃO MOLAL OU MOLALIDADE A molalidade (W) é a relação da quantidade. Exemplo: msoluto Uma solução é composta por 1 kg de água (solvente) e 3 = e p =   100 mols de cloreto de sódio (soluto). Por exemplo: através da seguinte equação: Uma solução de cloreto de sódio (NaCl) de concentração m soluto 1.

produtos formados. M1V1 + M2 V2 + M3 V3 +    = Mf Vf Em São Paulo 13. 1m1 + 2m2 + 3m3 +    = f mf Misturas de Soluções com Reação Química Quando temos misturas de soluções onde ocorre reação química podemos tomar os seguintes passos para resolução: AULA 7 – DILUIÇÃO 1. É interessante saber que V V' elas podem estar juntas numa equação única.SOLUÇÕES . depois do processo de diluição através das seguintes equações.4 g de CO para cada 106 g de ar.4 ppm indica 13. por exemplo. Observe: Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. mas não são dependendo do exercício) dos reagentes envolvidos. Química) principalmente nos casos de poluentes do ambiente. mas na cidade de São Paulo. 6.stoodi. É importante ter em mente que numa diluição a 5. quantidade (número de mol ou massa) do soluto igual à soma das quantidades que foram Exemplo: adicionadas inicialmente. do soluto presente em  A solução resultante da mistura possui um milhão (106) gramas da solução. O volume final da solução resultante é o somatório Podemos relacionar as formas de concentração antes e dos volumes iniciais adicionados. Equacionar e balancear devidamente a questão.  O volume final da solução é o somatório dos O padrão aceitável de monóxido de carbono (CO) é de 9 volumes das soluções iniciais. temos: C1V1 + C2 V2 + C3 V3 +    = Cf Vf Nível de 9 ppm indica que são aceitáveis 9 g de CO para cada 106 (um milhão) de gramas de ar. Suco 2. bebidos sem antes passar por um processo de diluição. nota-se que: Indica a quantidade. quantidade final de soluto. Calcular a quantidade (em mol ou em massa) dos diluída. já foram encontrados valores de 13. Calcular a quantidade (em mol ou em massa) dos Diluir algo é diminuir sua concentração e isto ocorre pela produtos formados. a da reação e verificar se há excesso de algum quantidade inicial de soluto será sempre igual à reagente. em gramas. Ao misturarmos soluções de mesmo soluto e ppm – partes por milhão evidentemente de mesmo solvente. As diluições são muito comuns em nosso cotidiano. Levar em consideração a proporção estequiométrica quantidade de soluto nunca se altera. 3. adição de solvente a uma solução mais concentrada para obtenção uma nova solução menos concentrada ou mais 4. ou seja.4 ppm. ppm.CONCENTRAÇÕES AULA 5 – RELAÇÕES DE CONCENTRAÇÃO Inicial Final Relação Alguns exercícios relacionam uma ou mais unidades Concentração Comum msoluto C= C' = msoluto CV = C' V ' diferentes de concentrações. n n Concentração em mol/L M = soluto M' = soluto MV = M' V ' V V' msoluto msoluto Título () =  = ' m = m' C =   d = M(mol/L)   ' (g / mol) msolução m solução massa molar AULA 6 – PPM AULA 8 – MISTURAS DE SOLUÇÕES Os químicos utilizam a unidade partes por milhão (ppm) Misturas de soluções de mesmo soluto (Sem Reação para expressar concentrações extremamente pequenas.com. Por finalidade de cálculos podemos utilizar as seguintes equações: Interpretando estes dados. Calcular as quantidades (em mol ou em massa – de frutas concentrados são muito utilizados.br 2 .

05 mol 0.03 mol 0.03 mol Re agente em Excesso Quantidade formada 0.SOLUÇÕES .5 L Cálculo da concentração da base que restou na solução após a reação ter ocorrido: nNaOH .0L Exemplo 2: 1 HC + 1 NaOH   1 NaC + 1 H2O 1 mol 1 mol 1 mol 1 mol 0.br 3 .03 mol MNaC = = = 0.04 mol 0.05 mol/L V(L)final 1.01 mol sobra sem reagir Cálculo da concentração do sal formado nesta reação: nNaC 0.Excesso 0.CONCENTRAÇÕES Exemplo 1 H2SO4 + 2 NaOH   Na 2SO 4 + 2 H2O 1 mol 2 mol 1 mol 2 mol  Proporção em mol 0.02 mol/L V(L)final 0.05 mol Msal = = = 0.5 L Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com.01 mol MNaOH = = = 0.10 mol 0.05 mol  Proporção utilizada Cálculo da concentração do sal formado nesta reação: nsal 0.06 mol/L V(L)final 0.stoodi.

Matematicamente procedemos como sendo um exemplo de mistura de soluções com reação química. Copyright © 2015 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. O ponto de equivalência. Através do volume adicionado do titulante (solução de concentração conhecida) conseguimos determinar a concentração da solução desconhecida.CONCENTRAÇÕES AULA 9 – TITULAÇÃO A titulação é um método de análise feita em laboratório químico para se determinar uma concentração desconhecida de uma substância química.com. geralmente a fenolftaleína (rosa em meio básico e incolor quando o meio está ácido ou neutro) ou através de um pHmetro – equipamento de laboratório que faz medidas de pH. O titulante é adicionado lentamente ao titulado até que a reação de neutralização se complete totalmente. Existem alguns métodos para se realizar uma titulação:  Titulação ácido-base  Titulação por complexação  Titulação por precipitação O método mais utilizado é o de ácido-base.SOLUÇÕES . onde se adiciona uma solução de concentração conhecida (denominada titulante) com auxílio de uma bureta.stoodi. ou seja.br 4 . a uma outra solução de concentração desconhecida (titulado) que está contida num recipiente conhecido como Erlenmyer. o momento onde todo o ácido é neutralizado pela base é verificado com o auxílio de um indicador ácido-base.

A + B  C + D + Calor Sabendo a definição da entalpia padrão. bem como o processo direto de gás para sólido.TERMOQUÍMICA AULA 1 – CONCEITOS GERAIS Na natureza podemos observar uma série de fenômenos (físicos ou químicos) que ocorrem com absorção ou liberação de energia na forma de calor. A entalpia (H) é a medida do conteúdo ou quantidade de energia de um sistema à pressão constante. ocorrem com absorção de energia. a partir de substâncias simples. ocorrem com liberação de energia. Os valores absolutos de entalpia de um sistema não podem ser medidos e assim sendo mediremos a variação da entalpia (ΔH). além do processo direto de sólido como reagente. ir do estado gasoso para o líquido e depois ou do líquido para o sólido. A + B  C + D H  0 Por outro lado. na A + B  C + D H  0 sua forma alotrópica mais estável e no estado físico mais comum que se encontra no estado padrão (298K e 1atm) ou possui entalpia igual a ZERO. produto de reação. Um exemplo fácil de verificar são as passagens de estados físicos da matéria:   Sólido  Líquido  Gasoso Reação Endotérmica Observa-se que as passagens de sólido para líquido e Absorve calor ou é aquela onde o calor é considerado líquido para gasoso. Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.com. podemos classificar as reações químicas das seguintes maneiras: AULA 2 – ENTALPIA DE FORMAÇÃO Um conceito importante para a compreensão da Reação Exotérmica termoquímica e consequentemente para os cálculos envolvendo a transferência de calor é o de entalpia Libera calor ou é aquela onde o calor é considerado como padrão. Entalpia de Formação . Entalpia Padrão . No estudo da termoquímica usaremos uma grandeza chamada ENTALPIA (H). para gasoso (sublimação).toda e qualquer substância simples.br 1 . A + B + calor  C + D  Chamaremos de ENDOTÉRMICO aqueles processos que absorvem calor. Sendo assim.stoodi. podemos agora falar sobre a entalpia de formação. no estado padrão.  Os processos EXOTÉRMICOS são aqueles que liberam calor para acontecer.É a quantidade de calor liberada ou absorvida durante a formação de 1 mol de uma substância composta.

283. gerando 1 mol de dióxido de carbono gasoso. o valor do ∆H indicado não também multiplicar o valor do ∆H.110. Atenção às consequências da utilização da Lei de Hess. Equação 1: C (grafite) + ½ O2 (g) → CO (g) ∆H = .2 kJ equação global. com liberação de 889.3 + (-283. Tome cuidado! Observe que a reação está balanceada  Quando multiplicamos uma equação. 2 mol de água líquida.393. entalpia igual a zero.4 kca /mol 2 ) Podemos interpretar a equação acima da seguinte maneira: AULA 4 – LEI DE HESS Para formar um mol de água líquida.725.3 kJ Equação 2: AULA 3 – ENTALPIA DE COMBUSTÃO CO (g) + ½ O2 (g) → CO2 (g) ∆H = . H2 (g) e O2 (g). 5 kJ/mol Pela Lei de Hess. Para determinarmos o ∆H da reação acima podemos utilizar duas outras reações para chegarmos até ele. multiplicar ou dividir 2 CH3OH (l) + 2 O2 (g) → 2 CO2 (g) + 4 H2O (l) uma determinada reação química para chegarmos na ∆H = .TERMOQUÍMICA Por exemplo: a 25 °C e 1 atm.110. Para respondermos corretamente o valor da entalpia de combustão devemos dividir o valor dado por dois. Combustão total do grafite: Considerando que todos os reagentes possuem.br 2 . dividimos também o valor do ∆H. o valor envolvido no processo corresponde ao produto formado. consome-se 2 mol de ∆Hreação = ∆H1 + ∆H2 gás oxigênio. por C (grafite) + O2 (g) → CO2 (g) ∆Hreação = ? definição. Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www. intermediários de reação (neste caso o CO) chegamos na reação global: Observe os exemplos abaixo: C (grafite) + O2 (g) → CO2 (g) Combustão de um mol de metano: Esta reação é exatamente aquela que precisamos calcular 1 CH4 (g) + 2 O2 (g) → CO2 (g) + 2 H2O (l) ∆H = . temos: Podemos ler a equação acima da seguinte maneira: “Na combustão de um mol de metano.stoodi. ou seja. Combustão do metanol (álcool metílico): Muitas vezes necessitamos inverter. final da reação.889. devemos para 2 mol do metanol. o sinal do ∆H também deve ser invertido.com.4 kcal. a partir de A Lei de Hess indica que a variação de entalpia de uma substâncias simples.0 kJ Entalpia ou Calor de Combustão é a energia liberada na forma de calor na combustão de um 1 mol de uma Se somarmos a equação 1 e a equação 2 cancelando os determinada substância química. temos: H2(g)  1 O2(g)   1 H2O( H  – 68. ou seja.6 kJ/mol. no estado padrão reação global é o somatório das entalpias das reações (298K. temos que a entalpia de combustão do metanol equivale a ∆H = . o valor do ∆Hreação. Sendo assim. é a entalpia de combustão.5 kJ ∆Hreação = . depende apenas dos estados inicial e a liberação de 68.1451. Para isso você deve ter sempre em mente que: Qual seria a entalpia de combustão para a queima do metanol?  Ao inverter uma determinada equação química. 1 atm e estado físico e alotrópico mais estável) há parciais.3 kJ de energia na forma de calor”. O sentido químico mais importante que devemos levar em Observe o exemplo abaixo para entender a aplicação da consideração quando analisamos uma equação de Lei de Hess: formação como visto acima é que através dela sabemos qual a entalpia da própria substância formada na reação.0) = .  Ao dividir uma equação.

0) 2  (430.7 kJ H = +838. H  Variação da Entalpia  A formação de ligações é sempre um processo T  Temperatura em kelvin exotérmico.9) 1  (150. libera energia) G > 0  Reação não ocorre Espontaneamente (Chamada de Endergônica.173.br 3 . 2H I + C C   2H C + I I 2  (298.TERMOQUÍMICA Para o cálculo da energia livre de Gibbs utilizamos a seguinte equação matemática: AULA 5 – ENTALPIA DE LIGAÇÃO Entalpia ou Energia de Ligação é o calor envolvido na G = H .9)  838. absorve energia) Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância www.242.5 kJ/mol Lê-se: a quebra de um mol de ligações químicas entre os átomos de hidrogênio absorve 435. Onde: Vale a pena você lembrar que: G  Energia Livre de Gibbs  A quebra de ligações é sempre um processo endotérmico. a condição final menos a condição inicial e sim pelo saldo energético das ligações quebradas nos reagentes e formadas nos produtos.8 kJ  1012.8 . ou seja. S  Variação da Entropia Exemplos: H2 (g) → 2 H (g) ∆H = + 435.5 kJ de energia 2 Cl (g) → Cl2 (g) ∆H = .7 = . Basicamente devemos lembrar que: G < 0  Reação Espontânea (Também chamada de Exergônica.4) 1  (242.9 kJ AULA 6 – ENERGIA DE GIBBS E ESPONTANEIDADE DE REAÇÃO A energia de Gibbs também chamada de energia livre de Gibbs indica se uma reação é espontânea ou não sob determinadas condições.stoodi.1012.0 kJ de energia Tome muito cuidado e tenha muita atenção para o cálculo do ∆Hreação pelas energias de ligação! Aqui não fazemos o cálculo pela variação.0 kJ/mol Lê-se: a formação de 1 mol de ligação química entre átomos de cloro libera 242.TS quebra ou formação de 1 mol de ligação química.com.

stoodi. De acordo com a reação devidamente balanceada. coeficiente estequiométrico da equação balanceada. Velocidade de Consumo do Reagente B Convencionou-se desta forma que para os reagentes temos sinais negativos e para produtos. Teoria das Colisões Calcule a velocidade média de formação de amônia. em relação ao NH3 : v (NH3 ) = = 4 mol/L  min 5 min Chamamos de velocidade média de uma reação química Para obtermos a velocidade média da reação química a a relação entre a variação da quantidade de reagente partir da velocidade média de consumo ou formação dos consumida ou de produto formado pelo intervalo de tempo componentes. =.com. Para uma reação química genérica. 30 mol/L verificar a velocidade com que as reações irão ocorrer.br em relação ao NH3 : v (NH3 ) = = 4 mol/L  min 5 min 1 . Observe a reação entre hidrogênio e iodo em estado gasoso: DeDe acordo acordocom comaareação reação devidamente balanceada. temos: temos: H2 (g) + I2 (g)  450 C  2 HI (g) 1 N2 (g) + 3 H2 (g)   2 NH3 (g) 3 mol Etapas da reação: 1mol 2mol 10mol / L 30 mol/L 20 mol/L Cálculo das médias: Cálculo das velocidades velocidades médias: 10 mol/L em relação ao N2 : v (N2 ) = = 2 mol/L  min 5 min 30 mol/L em relação ao H2 : v (H2 ) = = 6 mol/L  min 5 min Copyright © 2014 Stoodi Ensino e Treinamento à Distância 20 mol/L www. variação da quantidade (mol/tempo). basta dividirmos estes valores pelo gasto nesta variação. temos: 1 N2 (g) + 3 H2 (g)   2 NH3 (g) CINÉTICA QUÍMICA 1mol 10mol / L 3 mol 30 mol/L 2mol 20 mol/L Cálculo das velocidades médias: AULA 1 – CONCEITOS GERAIS 10 mol/L em relação ao N2 : v (N2 ) = = 2 mol/L  min 5 min A cinética química tem por finalidade caracterizar a lentidão ou a rapidez das reações químicas. bem como a de consumo dos reagentes. e assim por diante. temos: v (N2 ) v (H2 ) v (NH3 ) v (Reação) = . em relação ao H2 : v (H2 ) = = 6 mol/L  min 5 min Cinética química é o estudo da velocidade das reações 20 mol/L químicas e dos fatores que influem nessa velocidade. devidamente balanceada. quantidade consumida do reagente B Graficamente podemos representar a variação da v= t quantidade de reagentes e produtos em função do tempo: Velocidade de Formação do Produto C quantidade formada do produto C v= t Dependendo das grandezas utilizadas. Vamos considerar agora um exemplo prático de como calcular a velocidade média de reagentes e produtos e também a velocidade média da reação química. da massa (g/tempo). podemos entender um pouco melhor como as reações ocorrem. =+