DIREITO DAS FAMÍLIAS

04/02/16

Conceito
“Direito de família é o ramo do direito civil que estuda o casamento, a
união estável (e outras formas de família e/ou outras formas de manifestações
de família), além de estudar o parentesco, o poder familiar, a guarda e os
alimentos”.
Princípios
1. Dignidade da pessoa humana; – fundamento baselar do direito de
família. (art. 5º, inc. III da CF)
2. Princ. Da Solidariedade; – solidariedade familiar (art. 3º, inc. I da CF)
– a partir dele uma criança pode requerer pensão do pai ou o pai requerer ao
filho, quando ele é necessitado.
3. Princ. Da Isonomia (Igualdade); – isso significa que todos os filhos
têm o mesmo direito (“seja filho legítimo ou ilegítimos”) – art. 227, §6º da CF –
esse princ. também se aplica aos cônjuges e companheiros – art. 226, §5º da
CF.
4. Princ. Da Afetividade. – o que prevalece para o direito de família é
este princípio, pois de forma informal “pai é quem cuida” – equivale para os
casais homoafetivos.

Pluralidade do conceito de Família
Matrimonial – união com certidão de casamento.
Informal – união entre homem e mulher, famoso amasio.  A ideia de
tipificar isso na CF foi para proteger o casal, assim como são protegidos os
cônjuges.  Não há prazos para esta união “informal” se tornar um matrimonio.
Monoparental/unilinear – famosos “Mãe/pai solteira (o)”
CRFB/88
Homoafetiva – pelos julgamentos de uma ADI 132 e ADPF 4277, o STF
mostrou que a união homoafetiva merece a mesma proteção da união hétero. –
Não há previsão legal que diga exatamente sobre o casamento homoafetivo, o
que há são jurisprudências, doutrinas e resoluções do CNJ
Anaparental – irmãos que moram juntos, ou que morem com avós, tios,
qualquer parente que não sejam os pais. Não há regulamentação, apenas
jurisprudências e doutrinas.  REsp 1217415
Pluriparental – também conhecida como: família composta,
recomposta, em0020mosaico, tentacular ou ensambladas. – famílias formadas
por uniões, desuniões e reuniões, ou seja: João se casou com Maria, tiveram
filhos, mas se separaram. João se uniu com Adelaide, teve filhos, assim como

b. pois há meios-irmãos. Afeto/Eudemonismo (busca da felicidade) – o que vale é o afeto para a união entre pessoas. mas sim o que está na lei. visto que os cônjuges obedecem às regras pré- estabelecidas pela lei. O Estado não pode impedir as pessoas de se unirem.“Contrato de Direito de Família” – O casamento é um contrato sem gêneros. Não contratualista – conceito de Maria Diniz. etc). e passou a prever que o direito de família da criança. Unipessoal – uma única pessoa protege o bem de família Extensa – o ECA foi alterado pela lei de adoção de 2009. mas em seu desenvolvimento ele é uma instituição. Poliafetiva – união entre mais de duas pessoas. preferencialmente é o de família natural. mas sim um instituto. Se for retirada dessa família.O casamento é pactuado como contrato (as pessoas manifestam reciprocamente a vontade de contrair o casamento). avó. pois ele se desenvolve de acordo com a lei vigente. p. deve ser entregue a família extensa (avô. e eles não podem fugir do que ali está expresso. contratual (Silvio Rodrigues). ou seja. . dois homens e uma mulher.Institucionalista – isso porque o mais importante não é a vontade das partes. tio.ex. ser ou não fiel. p. *** Tais discussões são meramente teóricas.porque diz que a principal característica do casamento é um ato jurídico bilateral de manifestação de vontade. segundo ela casamento não é um contrato. pagar ou não pensão se da sua dissolução. duas mulheres e um homem. Responsabilidade Civil Rompimento do namoro – não faz parte do instituto de direito de família.ex.. Contratualista . tia. Se fosse contratual as partes acordavam condições. . pais e filhos. Todos eles juntos se tornam uma família pluriparental. Mista ou eclética . . c. sem efeitos práticos. enteados e madrastas/padrastos.Maria se uniu a Tonho e teve filhos. apenas tem o caráter patrimonial. 25/02/16 Casamento Direito Privado Natureza Jurídica categoria a.

este deve provar o que fala indicando provas.ex. necessários). .  ver Lei 13.  art.É feito um requerimento de habilitação ao Oficial de Registro Civil. logo é necessário o consentimento dos pais. Proclamas .  Suprimentos regime – Portanto a lei entra com um suporte para autorizar.Consentimento  Se os pais não concordam com o casamento é possível o juiz autorizar.Havendo impedimentos para os Nubentes. preparar toda a festa.ex.Menores de 16 anos  Ainda que com consentimento dos pais o menor de 16 anos não pode se casar sem autorização judicial.O simples rompimento não gera dano moral. como nos casos de gravidez do (a) menor de 16 (esta é a única hipótese expressa na lei). Promessas de casamento não consolidam um matrimônio. ou seja. o MP deve apontar qual é e fundamentar. que não tem quaisquer impedimentos. não gera danos morais e materiais.O casamento apenas se consolida no momento do “sim”. pois expõem a pessoa na frente de todas. 03/03/16 Habilitação (arts. . . se retratar porque não quer casar. 546 – promessa de casamento – gera indenização caso haja danos materiais.A retratação quanto o casamento.146/15 (estatuto do deficiente).: os pais não permitem casar por motivos racistas  Suprimento . mas se o impedimento for dito por terceiro.. 1525 CC (doc. Venire contra factum propium = atos contraditórios. Capacidade para casamento Idade Núbil  16 anos – apesar da idade núbil ser esta o adolescente ainda é relativamente incapaz. P. . se sabia ou não se estava certa.. Exceto se for emancipado. . Esponsais – art.“Abandonar no altar” é abuso de direito. se a recusa dos pais for injusta.  Os nubentes assinam um documento de habilitação.: depois de contratar bufê. .ex. p. p.  Boa fé objetiva independente da vontade dela.O indivíduo deve demonstrar que está apto a casar. exceto se a forma como foi feita levar a isto. fazer a pessoa passar vergonha de alguma forma. 1525 – 1532 CC) . exceto se o outro divulgou fotos na internet.

Apenas documento público autoriza que terceiro compareça no casamento da parte. Se após o SIM. Moléstia grave (art. portanto são necessárias seis testemunhas. então o Oficial deve se dirigir até o local onde a pessoa se encontra para celebrar o casamento. pois é preciso que ambas as partes conscientizem.O prazo máximo para isto é de 90 dias. . se ela não puder. .. Por meio deste pode ser descoberto se os nubentes são impedidos ou não. a cerimônia é suspensa. .Se uma das partes morrer antes de falar SIM. .Estando habilitados a casar o Oficial vai expedir um certificado habilitação e marcar a celebração. casamento daquela pessoa que se encontra à beira da morte. Celebração (art.Editais que devem ser fixados na própria sede do cartório onde residem os nubentes pelo prazo de 15 dias. Nuncupativo – “in extremis momentis vitae” ou “in articulo mortis”..Marcada a celebração que será redigida pelo Juiz de Paz (que é escolhido pelo Oficial ou ele mesmo o faz). Se por alguma gracinha de uma das partes como “NÃO. Se ocorrer fora do cartório ou um dos nubentes não puder assinar é preciso quatro testemunhas. O indivíduo em questão não tem condições de passar pelo trâmite da habilitação. ou se o juiz de paz morre. bem como a continuação da celebração.Não há autoridade celebrante (padre ou oficial). não vejo problema em casar com ela” e a cerimônia for suspensa. que devem comparecer ao cartório no prazo de 10 dias para provar que estiveram presentes no casamento.ex. pois basta a declaração do SIM.São necessárias duas testemunhas se ocorrer no cartório. uma das partes morre. . apenas será válida a retratação no dia seguinte. p. 1535 CC) .O juiz de paz pergunta aos nubentes se é de livre e espontânea vontade deles se estão contraindo o casamento. . .. . .. os indivíduos estão casados. o outro será viúvo. a outra continua solteira.Também deve ser publicado na imprensa local. mas no dia marcado para a celebração um deles está com alguma enfermidade. Há uma procuração especial para isso. 1539 – 1541 CC) – os Nubentes estão habilitados. . com finalidades específicas.Se uma das partes de disser NÃO. Procuração (art. 1542) – a parte manda um procurador em seu lugar quando não pode comparecer ao casamento.

foi extraviada. 07/04/16 Planos: existência. os efeitos que o matrimônio terá é de acordo com a lei estrangeira.Se celebrado o casamento por embaixador brasileiro. Caso seja impossível pegar uma segunda via é possível a comprovação dele por meio de outras provas. 14/04/16 Casamento Putativo hipótese de casamento nulo ou anulável. mas faz em Bauru). se o cônjuge perdeu a certidão.  Impedimentos Matrimoniais: art.  O casamento anulável se torna válido com o tempo. Prova do Casamento (art. (O próprio MP pode entrar com ação de nulidade para estes casos  a ação de nulidade ocorre após a celebração do casamento.  Hoje o casamento só pode ser nulo se houver um dos impedimentos matrimoniais. sendo a habilitação ainda necessária em cartório.548 CC. a qual deve seguir as mesmas regras do casamento em cartório. ele tinha competência para realizar em Marilia.ex. se celebrado perante autoridade do país. .  Ver 1557 do CC.  Ausência da autoridade para celebrar o casamento. mas pode ocorrer de ser provado por outros meios.: quando não há a declaração de livre e espontânea vontade para contrair o casamento.ex. 1. .  Isso significa que havendo a boa-fé de um ou de ambos os cônjuges o casamento nulo ou . Casamento Inválido – Infringe uma das hipóteses de nulidade: . No Exterior – Neste caso o casamento. etc. aí o matrimônio terá efeitos de acordo com a lei brasileira. P. apenas com ação).ex. antes dela qualquer do povo pode demonstrar impedimentos.  Incompetência da autoridade celebrante. essa deve ser relativa (p..Casamento Anulável – art. após.  ex.Religioso – Pode gerar efeito jurídico.Ainda que no Brasil não seja aceito determinado casamento (ex. ou seja. validade e eficácia Casamento inexistente – alguns pressupostos que o casamento deveria possuir se encontram ausentes. poligâmico). têm os efeitos das leis vigentes no lugar.: fotos. p.550 do CC.521 do CC.Casamento Nulo – aqueles que forem absolutamente incapazes (todo menor de 16 anos).Em regra é provado por certidão de casamento.: quando um dos cônjuges não tinha idade núbil ou não tinha consentimento dos pais. 1.: o casamento ocorreu em lugar fora da jurisdição do juiz de paz. 1534 CC) . . mas a celebração é feita por uma autoridade religiosa. manifestação de vontade viciada (o indivíduo casa sob ameaça). mas que foi contraído de bom aspecto por um ou por ambos os cônjuges. 1.

O pacto antenupcial é um contrato formal e solene. e sua eficácia fica condicionada a superveniência de um casamento. Se uma das partes estiver de má-fé.  São hipóteses que suspendem o casamento.: A se divorcia de B. isto é. Efeitos: O nome é imutável. Causas Suspensivas . 1523 do CC.Em regra as pessoas escolhem seu regime de bens (separação ou comunhão de bens). por meio de um pacto antenupcial.Nas hipóteses deste artigo as pessoas “não devem se casar”.  Supletivo = comunhão parcial de bens. porém com o casamento permite a alteração do sobrenome do cônjuge. os dois investem dinheiro no bem) entra na meação. Isso é um problema. mas algumas situações são obrigatórias. . Mesmo no regime de separação obrigatória de bens há a possibilidade de que os bens adquiridos onerosamente na constância do casamento por ambos os cônjuges (isto é. suprimento de idade ou consentimento e maiores de 70 anos. anterior ao casamento. ele e ela administra como quiser. Portanto A e C devem se casar em regime de separação de bens. é um casamento nulo que gera efeitos.Art. na semana seguinte se casa com C. . assim com o novo casamento os patrimônios de C ou A com C podem se confundir com o de B ou de B com A. Regime de Bens . porque ainda não houve a partilha de bens. Mas. após o divórcio ou o falecimento de um dos cônjuges há meação dos bens onerosos. como regra qualquer pessoa pode escolher seu regime de bens. mas não o tornam nulo nem anulável. . enquanto casadas as pessoas tem exercício exclusivo sob seus bens. tanto homem quanto a mulher. Extinção do Casamento .É o que disciplina as regras patrimoniais de um casamento conjugal. .anulável gera os efeitos de um casamento válido. caso haja a extinção da relação conjugal. 05/05/16 Participação final nos aquestos: durante o casamento o regime será semelhante ao da separação de bens. Regimes legais:  Obrigatórios = separação de bens: causas suspensivas.ex. deve ser feito por escritura pública. mas se se casarem será válido. sob esta não haverá efeitos do casamento válido.

Divórcio Divórcio “Ser separado (a) ” = não convive mais com a pessoa. onde as partes não concordam com determinados fatos . traz os ritos e requisitos do processo de divórcio extrajudicial. . Lei 6.441/07  Desnecessidade de entrar com ação de divórcio  Requisito: Não ter filhos menores e incapazes. etc. senão possuem filho o foro competente será do último local onde os cônjuges residiram. .  Litigioso. Evolução EC nº 66/2010 . Para casar com outras pessoas apenas após assinar o papel do divórcio propriamente dito. E ainda o casal deveria aguardar 1 ano do casamento para pedir a separação.Consensual x litigioso  Consensual.Direito x indireto  Até 2010 era requisito para o divórcio a separação judicial por no mínimo 1 ano. a sociedade conjugal foi extinta.Foro de domicílio da parte que possui a guarda dos filhos. não divide mais os bens com aquela pessoa. .Extrajudicial 11.Invalidade Morte – morte ficta ou presumida. onde as partes estão de acordo com algum fato.  Art. é muito mais parecido com a separação.  Majoritariamente a doutrina diz que os artigos que dizem “separação” estão revogados.Se a parte citada não comparecer haverá pena de multa.515/77 – lei do divórcio. Desquite não é divórcio. pois não foram recepcionados pela EC 66/10.A citação da parte não é acompanhada de contrafé (cópia da inicial) . 733 do NCPC. mas não o matrimônio. Competência para propor ação de divórcio .

Publicidade: a ideia é que os companheiros “se mostrem publicamente” como família.Apesar de hoje estar prevista a união estável o legislador deixou claro que há preferência pelo casamento. inclusive. . duradoura e com objetivo de constituir família.“Namoro qualificado” é uma situação que possui todos os requisitos da união estável. pois a ideia de “futuro” é apenas para namorados. e não no futuro. . Elementos .A constituição de família deve ser naquele instante. compraram uma casa juntos. . p. como é a união estável.Os companheiros não possuíam direitos a nada.Era necessário provar que os companheiros exerceram algum esforço. continua. pois não havia meação do patrimônio que fora adquirido com o esforço dos dois. . para assim reconhecimento da união de fato. .O casamento posterior não desnatura a união estável. pois não há tal requisito. .Ter filhos em comum não significa que há união estável. visto que este é muito melhor para ser comprovado e não é apenas uma situação de fato. assim uma união que se dissolvia após um tempo ambos saiam perdendo.ex.. . Conceito .Não há um prazo mínimo para reconhecimento da união estável na legislação. . Pode ocorrer que as pessoas se unam em uma semana e seja reconhecida a união estável. pois aí esta ânsia é futura. prevalecem até hoje como amigado. que é mais difícil de ser provada. . . como marido e mulher.O nome união estável foi inserido na CF/88. antes era chamado “concubinato” e outros nomes comuns que.Considerando a ideal patriarcal de antigamente o homem em geral conseguia se sair melhor que a mulher. .Coabitação não é requisito para reconhecimento da união estável. 12/05/16 União Estável Evolução .Entidade familiar marcada pela convivência pública. exceto a vontade de constituir família naquele instante. apesar que se prevê que quem possui filhos está em união estável.

Concubinato .Filhos (1º grau) > Netos (2º grau) > Bisnetos (3º grau) > etc. 1.: Pessoa que está em separação de fato. Não possui os mesmos direitos da união estável. Colateral ou transversal (até 4º grau) .Lealdade.Tios e sobrinhos (3º grau) passa pelo ascendente em comum (pai/mãe) passa pelos avós ou pelos irmãos. Descendente . a união parcial de bens.Relação entre duas pessoas que se parece uma união estável. basta ser leal ao outro (a). .Decorre do próprio nascimento da pessoa.2. pois entre as pessoas há impedimentos. 1.Todos os impedimentos do casamento são da união estável.Pai/mãe (1º grau) > avós/avôs (2º grau) > bisavós/bisavôs (3º grau) > etc. mas não é reconhecida como família. Consanguíneo .Impedimentos . há na verdade uma sociedade de fato.Todos os regimes do matrimônio se aplicam a união estável.Para descobrir qual o grau do colateral tem que se contar o ascendente mais próximo e assim descobrir qual grau deste. A ele equiparado muitas vezes está o socioafetivo e da adoção.Pode escolher qual será o regime patrimonial a partir de um: Pacto de Convivência. . Prevalecendo.  Entende-se que não há necessidade de fidelidade.1.Primos (4º grau) pai/mãe > avô/avó > tio > primo.Irmãos (2º grau) sobe até o ascendente em comum (pai e/ou mãe) . .  Não possui a mesma formalidade do pacto antenupcial. Ascendente . exceto quando se tratar de uma pessoa que não poder se casar com outra. Ex. Regime . . pois é possível ter várias uniões estáveis. Efeitos Deveres . caso da inexistência do pacto. 1. 13/05/16 Parentesco a. Em linha reta . 2. da própria inserção dela na família. podendo ser feito por escritura pública ou instrumento privado.Em linha reta se trata apenas de parentes ascendentes ou descendentes.

sendo menor seu representante ou assistente com o MP. perdurando por 300 dias (± 10 meses) após o fim do casamento).Todos os ascendentes e descendentes do cônjuge.Exame de DNA. usam de terceiros doadores. Se os cônjuges concordam com esse tipo de inseminação a presunção de paternidade/maternidade é absoluta.Presunção de paternidade: filho de uma mulher casada é filho de seu marido (esta se inicia apenas após 180 dias (6 meses) do casamento. . Maternidade e paternidade . pois houve consentimento de inseminação de terceiro. Uma vez dissolvido o casamento. Judicial . Reconhecimento Voluntário .Inseminação interologa consentida: Diferente da inseminação comum nesse os cônjuges não utilizam seus próprios órgãos genéticos. Ainda que haja dissolução do casamento a parte não deixa de ser parente desses. Por afinidade Consequência/efeito do casamento.Ação de investigação de paternidade.É possível investigação de paternidade pós-morte.Sobrinhoneto (4º grau) pai/mãe > irmão > sobrinho > sobrinhoneto .  Aquele que se negar a realiza-lo presume ser o pai. 1595.  Há entendimento que também vale para a união estável (isso pela ideia de isonomia entre filhos. .  Sendo +18 anos o próprio filho ingressa com ação. Filiação . §§ 1º e 2º. No polo passivo neste caso figuram os herdeiros da pessoa. intenção de não fazer diferença entre filhos de um casamento ou união). o vínculo em linha colateral se extingue.Tioavô (4º grau) pai/mãe > avós > bisavós > tioavós b.Não mais necessariamente filiação decorre de consanguinidade. Art. . . Socioafetiva Multiparentalidade . Biológica ..O indivíduo reconhece voluntariamente que é o pai da criança.Na linha colateral apenas os irmãos que se tornam parentes.  Imprescritível. isto é. podendo ser proposta a qualquer momento.