Prof. Dr.

Jairo José Gênova

Este material, elaborado com base em inúmeras obras, em especial as
constantes da bibliografia, é utilizado, exclusivamente, como roteiro das
aulas de Direito Processual Penal ministradas pelo professor Jairo José
Gênova no curso de graduação do Centro Universitário Eurípides de
Marília (UNIVEM) e, por se tratar de material didático, fruto de pesquisa
pessoal e sem qualquer finalidade comercial, fica proibida a reprodução,
divulgação e comercialização por qualquer meio ou processo.

DOS SUJEITOS PROCESSUAIS
1. Conceito: são as pessoas que praticam os atos relativos ao trâmite do
processo. Dividem-se em:
a) principais ou essenciais: os que constituem o aspecto subjetivo da
relação jurídica processual.
b) secundários, acessórios colaterais ou impróprios: os que apenas
incidentalmente participam do processo.
2. Juiz: estranho ao conflito que tem competência para dirimi-lo.
2.1. Prerrogativas: a Constituição Federal elenca as prerrogativas que são:
a) ingresso na carreira mediante concurso público (art. 93, I, CF):
b) promoção para entrância superior (art. 93, II, CF);
c) vitaliciedade (art. 95, I, CF): dois anos de exercício.
d) inamovibilidade (art. 95, II, CF)
e) irredutibilidade de vencimentos (art. 95, III, CF);
2.2. Vedações (art. 95, parágrafo único, CF)
2.3. Funções e poderes do juiz (art. 251, CPP): no processo o juiz exerce
diversos poderes para a efetiva realização da atividade jurisdicional. Podem
ser:
a) Poderes de polícia ou administrativos:
b) Poderes jurisdicionais: é a atividade destinada à solução da lide.
2.4. Impedimentos do juiz (art. 252 e 253, CPP
2.5. Suspeição (ou incompatibilidade) do juiz (art. 254, CPP): situações de
natureza subjetiva que indicam interesse do magistrado sobre a matéria em
debate e que geram desconfiança sobre sua imparcialidade.
2.6. Cessão do impedimento ou suspeição (art. 255, CPP
3. Ministério Público: instituição que exerce função essencial à Justiça
(Título IV, Capítulo IV, da Constituição Federal).
3.1.Princípios constitucionais do Ministério Público (art. 127, § 1º, CF):
a) unidade e indivisibilidade
b) independência ou autonomia funcional
3.2. Princípio do promotor natural: do artigo 5º, LIII, CF, que diz que
ninguém será processado (MP) nem sentenciado senão pela autoridade
competente.
3.3. Prerrogativas e vedações: idem Juízes (art. 258, CPP).
3.4. Ministério Público no processo penal (art. 257, CPP)

Objetivo do assistente 4.lei 201/67): c) entidades e órgãos públicos destinados à defesa do consumidor (art. com vistas à tutela do direito objetivo e das garantias das partes.492/86) 4. 45 e 48 do CPP). 4. 5. 4.3. Defesa efetiva 6.2. 5. Legitimidade para ser assistente: a) a vítima ou seus representantes legais (arts. 271. 8. Dr. com qualificação técnico-jurídica. ASSISTENTE DA ACUSAÇÃO 4. 268 CPP).1. 225. CPP 4. maiores de 18 anos. incumbido de fazer a defesa técnica. 269.1. 5. sem qualquer interesse no deslinde da causa (arts. Jairo José Gênova a) na ação pública: em dupla função: parte e fiscal da lei (custos legis).078/90). CPP) 4.4. 271.2. 5º. 2º. Direitos do acusado: são os relacionados ao devido processo legal e à ampla defesa. Dec. 6.4. Espécies de defensor: a) constituído b) dativo (art. DEFENSOR 6.3.3.2.6. 80 da Lei n. na ação penal pública (art. Conceito: acusado é a pessoa a quem se imputa a prática de um conduta definida como crime. Condição coercitiva (art. Identificação do acusado: nos termos do artigo 41 do CPP. b) na ação privada: atua como fiscal da lei. Prof.6. Atuação do assistente (art. CF). LXXIV. 7. Capacidade de ser sujeito passivo: a) pessoas físicas. Conceito: é o sujeito processual. Conceito: posição processual ocupada pelo ofendido ou por alguém que o represente (art.5. b) pessoas jurídicas relativamente aos crimes ambientais (art. 26 da Lei n. Deveres do acusado 6. Indisponibilidade da defesa técnica 6. CPP) 5. a denúncia deve indicar a qualificação do acusado ou dados que permitam identificá- lo. 263) c) Defensor Público: carreira do Estado para dar a assistência jurídica integral e gratuita aos necessitados (art.1. . § 1º. 268 e 31 CPP): b) órgãos públicos interessados na apuração de responsabilidade dos prefeitos e vereadores (art. 260. Admissão (art.4. É o sujeito passivo da relação processual. CPP 5. 31 CPP). ACUSADO 5. § 2º. § 3º. CF) 5. Ausência do assistente (art. d) Comissão de Valores Mobiliários (art.5.

6. 3. 367 CPP): consequências da contumácia. o processo e a prescrição ficam suspensos. Citação ficta ou presumida: 3. ÓRGÃOS AUXILIARES DA JUSTIÇA 1. Finalidade. 3.7. efeitos. 6.2. etc. o processo seguirá sem a presença do acusado. ausência. 265. 265. citação circunduta 2. Abandono do processo pelo defensor (art. Dr. caput. são chamados a intervir em algumas situações para assessorar tecnicamente o juiz (perito) ou traduzir documentos e servir como intermediário para a oitiva de estrangeiros ou pessoas com deficiência (intérprete). CPP): quando o acusado se oculta para não ser citado. CPP 6. Contumácia: é o não atendimento às intimações e determinações judiciais. Por edital: quando o acusado não for localizado. 2.1. CPP) 6. COMUNICAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS: CITAÇÃO E INTIMAÇÕES CITAÇÃO 1.5. escrivães.1. ou seja. notificação é a comunicação para que se pratique determinada conduta. incluindo todos os que atuam no trâmite do processo. Impedimentos (art. escreventes. Revelia (art. 362. 267. INTIMAÇÕES Intimação é a comunicação de um ato já praticado. Peritos e intérpretes: chamados de auxiliares eventuais. 4. 1. Por hora certa (art. 361): 15 dias.2. Prof. Muito comum em cartas precatórias. c) suspensão do processo e da prescrição (art. 366): caso o réu não compareça ou não constitua advogado. dativo ou do Defensor Público. Citação pessoal ou real: realizada na pessoa do acusado. Jairo José Gênova d) ad hoc: nomeado pelo juiz diante do não comparecimento injustificado do defensor constituído.Conceito: ato pelo qual o acusado toma conhecimento da ação penal contra ele proposta e é chamado a juízo para se defender. Contumácia e revelia: 4. 4. Modos de intimação (art. Adiamento de audiência em razão da ausência do defensor (art. 370): . 1. Ex. oficiais de justiça. a) prazo do edital (art. §§ 1º e 2º. CPP): os parentes do juiz estão impedidos de atuar no processo.1. Funcionários da justiça: são os auxiliares permanentes.

Quanto ao sujeito ou causa: a) real: são as provas consistentes em coisas distintas das pessoas. Jairo José Gênova a) acusado. Contagem do prazo na publicação eletrônica: TEORIA GERAL DA PROVA 1.1. Outras Classificações a) cautelares b) diretas e contrárias . por dedução. imperfeita. 370. Quanto ao objeto: a) direta: quando realizada de forma imediata.3. Sentidos da prova a) ato de provar b) fontes de prova c) meio de prova d) elementos da prova e) resultado 4. b) documental: feita por meio de prova escrita ou gravada. Classificação das provas 5. podendo ser também por carta. Dr.5.1. 5. físico ou biológico. Elementos informativos: dados colhidos na fase de investigação. consistentes em afirmações pessoais e conscientes. § 4º). 5. se prova outro. testemunhas e qualquer outra pessoa: por mandado. 1. Finalidade ou objetivo da prova: fazer com que o julgador conheça os fatos. Conceito de prova: atividade realizada pelas partes com o fim de demonstrar a veracidade de suas alegações. perfeita ou completa: a prova convincente. que reclamem uma apreciação judicial e exijam uma comprovação. 5. Prof. 370. 2.2. Objeto da prova: fatos principais ou secundários alegados pelas partes. Quanto ao efeito ou valor a) plena. c) material: obtida por meio químico.4. b) advogado constituído: pela imprensa. § 1º) c) Ministério Público e defensores dativo e público: pessoalmente (art. Quanto à forma: a) testemunhal: depoimentos. 2. 5. b) pessoal: são as provas emanadas do ser humano. 5. incompleta ou indiciária: aquelas que trazem indícios veementes dos fatos e servem apenas para pronúncia ou decretação da prisão preventiva. Atualmente. pelo Diário da Justiça Eletrônicos (art. b) não plena. 3. b) indireta: quando se demonstra um fato e. que conduz ao estado de certeza.

I. . Prova emprestada: prova produzida em um processo e. Fatos que independem de prova a) fatos notórios (verdade sabida): b) presunções legais: situações que a lei determina a veracidade do fato. f) publicidade: em regra a prova é pública. Provas proibidas ou provas ilegais (art. Procedimento probatório: atividade probatória é dividida em quatro fases: a) proposição: momento em que as partes indicam as provas que pretendem produzir. CPP) a) prova ilegítima: aquela que afronta norma processual. 12. a prova deve ser produzida oralmente. em uma única audiência. Atividade probatória do Juiz a) na fase da investigação – art. Princípios gerais das provas a) autorresponsabilidade das partes: as partes assumem as consequências de seus erros ou negligência na produção de provas. c) produção: o momento em que a prova é produzida. Dr. 11. CF e art. por si só. 5º. g) livre convencimento motivado ou persuasão racional: o julgador vai valorar a prova de acordo com sua convicção. 7. c) fatos intuitivos ou evidentes: o fato. c) aquisição ou comunhão da prova: a prova pertence ao processo e não à parte que a produziu. 156 CPP). d) apreciação ou valoração: momento em que as partes e o juiz se manifestam sobre toda a prova produzida. Ônus da prova: obrigação de provar incumbe a quem fizer a alegação (art. b) admissão: ato do juiz que defere a produção das provas propostas. excepcionalmente. d) as máximas de experiência: conjunto de conhecimento adquiridos pelo juiz em razão da sua experiência. depois. b) audiência contraditória: toda e qualquer prova deve ser submetida ao contraditório. e) concentração: a prova deve ser produzida. 156. onde será utilizada para demonstrar determinado fato. revela a verdade. LVI. sigilosa. e) fatos inúteis ou irrelevantes: a cor da roupa da vítima. Prof. se possível. 8. 157. a) ônus da acusação b) ônus da defesa 9. o que foi servido no jantar anterior à briga. que torna desnecessária a prova de um determinado fato. etc. Jairo José Gênova c) ordinárias e extraordinárias 6. CPP b) na fase processual 10. trasladada para outro processo. d) oralidade: sempre que possível.

se for a única forma de provar sua inocência. CPP): 12.2.5. mas produzidas a partir de uma outra obtida ilegalmente. CPP): são as provas lícitas.1. 158 CPP). CPP): a qualquer momento. 12.9. se basear em provas não trazidas para os autos. ex). Teoria dos frutos da árvore envenenada (art. 157. d) persuasão racional ou livre convencimento motivado: vige no processo penal moderno. inclusive. 161. da autoridade policial. Peritos a) oficiais: funcionários concursados. CPP): São perguntas feitas pelas partes ou pelo juiz. sempre que a infração deixar vestígios (art. CPP): aquela que afronta norma de direito material. PROVAS EM ESPÉCIE ou MEIOS DE PROVA 1.6. b) proporcionalidade entre os bens em litígio: para salvar a vida de uma pessoa. 1.8. o documento elaborado pelo perito para registrar o que encontrou. Possibilidade de utilização da prova ilegal: a doutrina aponta duas exceções à proibição da prova ilícita: a) prova ilícita em favor do réu: o réu pode produzir uma prova ilegal (uma escuta telefônica. Laudo pericial (art. Em juízo. pelas partes ou pela autoridade judiciária. 1. Sistemas de apreciação das provas a) juízos ordálicos ou divinos. Valor da perícia (art. 160. onde o julgador terá que se basear nas provas trazidas para os autos e fundamentar sua decisão. Iniciativa da perícia: na fase do inquérito. podendo o juiz. 13. antes da sentença. integrantes da Polícia Científica . Jairo José Gênova b) prova ilícita ou ilegal (art.4. b) provas legais ou provas tarifadas c) livre convicção: o julgador tem total liberdade de decidir. Momento da perícia (art. Dr. é possível quebrar o sigilo da correspondência de alguém. aceitar ou rejeitar o laudo. § 1º. § 2º. Conceito: exame realizado por pessoa que detenha conhecimento sobre específico sobre determinada área do conhecimento. PERÍCIA 1. 1. CPP): é relativo. Obrigatoriedade da perícia: são obrigatórias as perícias que constituírem exame de corpo de delito. 182. 1. Natureza jurídica da perícia: modernamente a perícia é classificada como meio de prova. motivadamente. Exceções: a) inexistência de nexo causal (art. 1. 157. 1. podendo. 1. Quesitos (art. 157.7. 157.3. 159. § 3º. CPP): é a corporificação da perícia. § 1º. CPP): b) prova separada ou fonte independente (art.2.1. 1. p. Prof.

EXAME DE CORPO DE DELITO a) direto: quando o corpo de delito é analisado. c) ato público: em regra o interrogatório pode ser presenciado por qualquer pessoa. d) ato bifásico (art.3. CPP). 159. computadores. o ato será realizado na sede do juízo (art. CPP): g) grafotécnico (art. Prof. INTERROGATÓRIO DO ACUSADO 3. primeiro e a acusação e depois a defesa. não oficiais ou louvados (art. Jairo José Gênova b) particulares. 163. substância apreendida para saber se é cocaína. Dr. Corpo de delito: conjunto de elementos deixados pelo crime 2. c) avaliação de objetos nos crimes patrimoniais (art.4. CPP): também para verificar a causa da morte. 175. Natureza jurídica: meio de defesa e de prova (natureza mista). §§ 3º e 4º): 2. etc. CPP): para se constar a gravidade das lesões d) Exame do local da infração (art. 172.1. 173. CPP): as partes. 169 e 171. 3.3. mas sempre posterior ao enterro. mesmo depois da sentença. g) ato não sujeito à preclusão: o réu pode ser interrogado a qualquer momento. 162. b) indireto: o realizado em vestígios paralelos 2. 168. etc.2. CPP): para verificar a causa da morte. Exames de corpo de delitos mais comuns: a) Autópsia ou necropsia (art. CPP): colheita de material caligráfico do suspeito e comparar com os manuscritos do corpo de delito 2. 3. CPP): d) perícia psiquiátrica: para avaliar a imputabilidade do acusado. 174. CPP): exames em facas.2. e) ato privativo do juiz: só o juiz pode praticar o interrogatório f) admite intervenção das partes (art. CPP): e) Incêndio (art. CPP): sangue para apurar embriaguez. b) ato oral: o acusado fala sua versão ao juiz. podem fazer-lhe perguntas. armas de fogo. 187): o ato é constituído de duas partes. 188. Obrigatoriedade e oportunidade 3. 3. 159. pode prestá-lo. c) Lesões corporais (art. b) Exumação (art. DNA. Outras perícias a) instrumentos do crime (art. Características a) ato personalíssimo: só o acusado. CPP): c) assistentes técnicos (art. Local do interrogatório Em regra. em pessoa.1. salvo as hipóteses de decretação de sigilo. 792. Excepcionalmente: . Conceito: ato processual em que o acusado é ouvido pelo juiz sobre a imputação que lhe é feita. 3. sendo uma sobre sua pessoa e outra sobre os fatos. 170.5. b) exames de laboratório (art. §§ 1º e 2º.

CPP). 3. b) retratável: depois de haver confessado. perguntas orais. b) constitucional: o Pacto de San José da Costa Rica exigiu que o réu fosse interrogado por um juiz. respostas por escrito. 197. § 1º. Presença do advogado e entrevista reservada antes do interrogatório.5. CPP): ante o princípio da verdade real e da persuasão racional das provas. § 1º. 200. e) extrajudicial: feita na fase de investigação. silêncio. . direito de audiência e identidade física do juiz. Constitucionalidade do interrogatório online a) inconstitucional: fere os princípios da imediatidade. 187. 5º. LXIII. 185. CPP): quando o réu estiver preso. 3. Espécies de confissão: a) simples: o réu admite uma única imputação. 3. CPP): nomeação de intérprete. se o réu estiver impossibilitado de comparecer. Características da confissão (art. 3. b) interrogatório de mérito (art. a confissão tem valor relativo.4. o réu pode se retratar. CF e art. 186.6. b) do analfabeto com deficiência de se comunicar (art.5. Prof. CPP. 3. Pressupõe a confissão do delator. Modalidades especiais de interrogatório a) do surdo-mudo (art.6. 3. como legítima defesa. 3. 3. CPP): o réu será indagado sobre sua vida pessoal.2.1.6. CPP): o réu tem o direito de ficar em silêncio.8. 192.1. etc. d) judicial: feita em juízo.6. desde que garantida a incolumidade dos sujeitos processuais. 187. b) em qualquer local. 197. caput. tem valor de prova testemunhal e assegura ao delatado a formulação de perguntas.3. § 2º. excluindo o réu do processo. CPP) a) interrogatório de qualificação (art. Dr. 185. c) por videoconferência ou “online” (art. f) expressa ou explícita: manifesta concordância com a imputação. c) do estrangeiro que não fale a língua nacional (art. c) qualificada: o réu admite a imputação. ao mudo.900/09): possível sempre que o réu estiver preso. 187. introduzido pela Lei n. Jairo José Gênova a) no presídio (art. CPP): o réu será indagado sobre a imputação. 193. 11. 192. CPP): ao surdo. nem importará em confissão (art. 3. não podendo o silêncio ser interpretado contra o réu. Conteúdo do interrogatório (art. CPP): a) divisível: o juiz pode acolher apenas parte da confissão.7. parágrafo único. o que será feito por meio de recursos tecnológicos. Delação premiada: é a atribuição da prática do crime a terceiro. § 2º. CPP): nomeação de intérprete. perguntas por escrito e resposta oral. Confissão e seu valor (art. mas invoca circunstâncias que afastam sua responsabilidade. Direito ao silêncio e de mentir (art.6. g) tácita ou implícita: ressarcimento do dano.6. b) complexa: o réu admite várias imputações.

214. 206.3. Sigilo dos dados da vítima (art. Inquirição da vítima: na audiência concentrada será a primeira a ser ouvida.1. 201. 5. 201. CPP): pode ser conduzido coercitivamente. Comunicações à vítima (art. DO OFENDIDO 4. até porque a vítima é movida por paixões. § 5º. CPP). Valor probatório das declarações da vítima: as declarações são meio de prova e como tal. 4. 4. 4.7. CPP): impugnação da testemunha por suspeita de parcialidade ou de má-fé. Obrigatoriedade de depor: em regra. Ausência do ofendido regularmente intimado (art. 5. 5º. Conceito: pessoa diversa dos sujeitos processuais chamada a juízo para narrar fatos de que tenha conhecimento.2. Conceito: é o sujeito passivo do crime. CPP) 4. deva guardar segredo. Características a) judicialidade: b) oralidade: c) objetividade: d) retrospectividade: 5. Compromisso (art.4. tem valor relativo. ofício ou profissão. segunda parte.4. 201.2. Jairo José Gênova A presença do advogado é garantia constitucional (art.1.5. 210 e seguintes) .4. etc.4. 4. Procedimento de tomada do depoimento (art.7. CPP): promessa de dizer a verdade do que souber. CPP): para resguardar sua intimidade e vida privada. CF) e também processual (art. ódio.5. LXIII. 206). 5. §§ 2º e 3º.1. DAS TESTEMUNHAS 5. Dr. Proibidos de depor (art. 5. 5.6. § 1º. Faculdade/obrigatoriedade de depor (art. salvo se desobrigada pela parte interessada. 185. § 6º.5. vingança. 203. 5. CPP): 5. Pessoas que não prestam compromisso (art. 206.6. Prof. CPP): as pessoas que em razão da função. CPP). 5. 4. CPP): a) doentes mentais e menores de 14 anos: b) as pessoas que não estão obrigadas a depor (art.4. 207.3. ministério. Quem pode ser testemunha: toda pessoa pode ser testemunha.2.1. 5. a testemunha é obrigada a depor (art. Classificação a) diretas e indiretas: b) próprias e impróprias (instrumentárias ou fedatárias): c) numerárias e extranumerárias: d) informantes: e) referidas: 5. Contradita (art. 208.

8. 8.1. Documentos públicos e particulares: 8. Dr.419/2006. CPC). exceto o inciso III do art. Jairo José Gênova 5. da experiência comum.3. 10. 6. ACAREAÇÃO Ato pelo qual se colocam frente a frente duas ou mais pessoas cujas declarações sejam conflitantes. CP). mesmo antes do inquérito. RECONHECIMENTO DE PESSOAS E COISAS Ato formal pelo qual uma pessoa é chamada para verificar e confirmar a identidade de uma pessoa ou da coisa que lhe é exibida. INDÍCIOS 9.3. CPP): durante o processo. 240. Requisição pelo juiz (art.8. mas é adotado pela polícia e em Juízo. CPP): cartas obtidas por meio ilícito (interceptação ou violação de correspondência – art. 233.4. Autenticidade e veracidade: autenticidade é a certeza de que o documento provém do autor nele indicado. que deve ser aferido com o conjunto de provas produzido no processo. Conceito: busca é o ato destinado a procurar e encontrar pessoa ou coisa. 7. mantendo-se também cópia. crítica ou artificial. circunstancial.1. Documentos digitais: a Lei n.1. 232. Momento da busca: a qualquer tempo. 231. Espécies de busca (art. 9. parágrafo único. Documento (art. CPP): quando o juiz tiver notícia da sua existência e entender necessária para o formação de sua convicção 8.5. 8.9. Prof. PROVA DOCUMENTAL 8. 6. CPP): devem ser autenticadas pelo tabelião ou pelo próprio advogado (art. 226. 6. apreensão é o ato pelo qual se dá o apossamento da pessoa ou coisa. tem valor relativo. mantendo-se cópia nos autos ou no final do processo. 151. Valor do depoimento: como toda prova. 238.2. é toda circunstância conhecida e provada a partir de um raciocínio lógico. § 1º. 11. Procedimento do reconhecimento de coisa: idem reconhecimento de pessoas. 544. Desentranhamento (art. Fotocópias (art. CPP): domiciliar e pessoal. Local do depoimento 5. caput. BUSCA E APREENSÃO 10. 234. Apresentação: em qualquer fase do processo (art. Vedação de apresentação (art. instrumentos (documentos formais) ou papéis (base do escrito ou instrumento) que contenham manifestação do pensamento. CPP): escritos (qualquer manifestação de vontade ).6. 10. . CPP). 10.3. Reconhecimento por fotografia: não é prevista no CPP. 8. Conceito: também chamada de prova indireta. Veracidade é a correspondência do seu conteúdo com a verdade.2. 232.1. se houver necessidade.

2º.1. 5º. havendo recurso. CF): necessária para a busca domiciliar.3. Prof. PROCESSO COMUM 1. § 1º. . CP e art. CPP). CPP): feita no domicílio da pessoa. com o acórdão. conforme o rito. Modo de realização (art. Fases procedimentais: a) postulatória: com o oferecimento da peça acusatória (denúncia ou queixa). 240. Dr. 5.4.2. 3. em: a) ordinário: para os crimes com pena máxima igual ou superior a 4 anos. de acordo com a quantidade da pena. adotando-se o conceito mais amplo de casa (art. § 4º. 240. c) decisória: com a prolação da sentença de mérito. CPP) 10. conjunto dos atos processuais interligados pelos vínculos da relação jurídica-processual. d) executória: com o início da execução da pena imposta. 150. § 1º. Conexão entre infrações com procedimentos comum e especial 7. § 1º e seguintes) 1.4. Objeto: vide artigo 240. Relação jurídica: o processo forma uma relação jurídica entre as partes e entre estas e o juiz.4. 10. 244. b) instrutória: com a produção da prova e as alegações das partes. 4. Busca pessoal (art. Autonomia do processo: o processo não está vinculado à relação jurídica material controvertida e posta em juízo. Processo e procedimento: a) Processo é o meio de viabilizar a atividade jurisdicional. 10. CPP): não depende de mandado (art. configurando uma relação triangular. I).7.4. 241): autoridade deverá exibir o mandado judicial. 10. 10. PROCEDIMENTO COMUM (art. XI. b) Procedimento: é o instrumento viabilizador do processo. Início e fim do processo: o processo se inicia com o oferecimento da denúncia e se encerra em Primeiro Grau com a sentença e. Busca domiciliar (art. Disposições gerais: divide-se. Jairo José Gênova 10. 2. Cap. salvo se for o próprio juiz que realiza a busca. 6. Autorização judicial (art. b) procedimentos especiais (Título II). em mais ou menos célere.5.4. 394.4. Auto circunstanciado: 10. Busca ilegal: caracteriza a violação de domicílio ou abuso de autoridade. O Procedimento no Direito Brasileiro a) procedimento comum (Título I. Momento para realização: durante o dia 10.6. 246. CPP.

prescrição. autores sustentam que ela sempre está ligada à: . 395. 1. 2. Rejeição da denúncia ou queixa (art. Apresentação de nova denúncia: cabível salvo se a rejeição foi por fato atípico ou por causa extintiva da punibilidade. coação moral irresistível.1 Recurso cabível: é o sentido estrito (art. Citação para apresentação da resposta à acusação (art. Resposta escrita no prazo de 10 dias (art. 397) a) causa excludente de ilicitude do fato (art. 23 CP): só cabe absolvição se ficar efetivamente provada uma das causas.099/95).1. o único remédio possível é o habeas corpus. . Entretanto. 2. Absolvição sumária (art. .3. 396 CPP) 2. Jairo José Gênova b) sumário: para os crimes com pena máxima superior a 2 anos e inferior a 04 anos.punibilidade: o agente ou o fato forem impuníveis. 581. Citação: já estudada 2. 9. c) natureza da decisão: interlocutória simples. b) causa excludente de culpabilidade exceto a inimputabilidade: são as hipóteses dos artigos 21 e 22 do CP (erro de proibição.tipicidade: o fato imputado não constituir crime. .4. 396-A): nela o réu poderá arguir tudo que interessar à sua defesa. obediência hierárquica e embriaguez acidental). CPP). 41 do CPP. 2.2.1. b) falta de pressuposto processual ou condição para o exercício da ação: c) falta de justa causa para o exercício da ação penal: “justa causa” é expressão genérica e abrange as hipóteses do inciso II.2.3.1. c) sumaríssimo: para as infrações de menor potencial ofensivo (Lei n. 2. d) recurso cabível: não há previsão de recurso para essa decisão. com pena máxima cominada até 2 anos.3.2. Recebimento da denúncia ou queixa: a) momento: b) recebimento parcial: os tribunais superiores têm admitido essa possibilidade. decadência. não precisando ser muito fundamentada. CPP): a) inépcia da denúncia ou queixa: quando a peça acusatória não preencher os requisitos estabelecidos pelo art. Procedimento comum ordinário (arts. 2. etc.1. Por isso.autoria: não há indícios de que o acusado foi o autor do crime. I. devendo o acusado ser intimado para apresentar contrarrazões (Súmula 707 STF). 394 a 405 CPP) 2.1. Prof. no mínimo. b) concurso de crimes: 2. a diminuição. Causas de aumento e diminuição da pena: para o cálculo da pena máxima devem ser consideradas: a) causas de aumento e diminuição: o aumento será o máximo e. Dr.

4. responsável civil e advogados.7.7.1. . 4. sob pena de nulidade da sentença. Sentença: proferida em audiência ou no prazo de 10 dias (art. 78): para ela deverão ser intimados MP. 90-A) e nas hipóteses que devem seguir o rito sumário. 3. 9. 11. 76. c) debates: não prevê a substituição por memoriais. parágrafo único). vítima. 77. Procedimento sumaríssimo (arts. d) causa extintiva da punibilidade: 2. 532.oral: na audiência. Prof. o Ministério Público deve oferecer denúncia oral ou escrita. 61). 2. 4. Debates (art. b) designação de audiência de instrução e julgamento (art. previstas no Código Penal ou em Legislação Especial (art. 2º. 400/401 CPP): 2.4.1. 2. § 3º. Abertura da audiência concentrada: a) resposta prévia à acusação: . infrutíferas conciliação e transação.5. 4. 403.099/95): 4.escrita: o Ministério Público ou o ofendido poderão pedir prazo para o oferecimento em apartado e o acusado será citado por mandado. 402): produzidas as provas as partes poderão fazer requerimentos para esclarecimentos de fatos apurados na instrução.2.3. 77 a 81 da Lei n. da Lei 9. 41 da Lei n. 3. . pela ausência deste ou pela falta dos requisitos do art. o juiz designará audiência de instrução.6. 66.1. Procedimento comum sumário (arts. Competência: para as infrações penais com pena máxima até 02 anos. Requerimentos (art.7. Dr. c) audiência (art.7.2.3. Oferecimento da denúncia ou queixa: a) denúncia ou queixa oral ou escrita: .7. 403): 2. § 2º): o juiz que fez a instrução deve proferir a sentença.réu não encontrado (art. exceto crimes militares (art. Identidade física do juiz (art. b) as hipóteses em que o Juizado Especial Criminal encaminhar ao Juízo comum: . CPP). Distinção em relação ao ordinário: a) prazo para designação de audiência: b) número de testemunhas: ordinário 8.340/06). 531 a 538): aplicável para: a) os crimes com penas máximas superiores a 2 anos e inferiores a 4 anos. Oitiva de pessoas: 2. 399. CPP).complexidade do caso (art. Jairo José Gênova c) o fato não constituir crime: trata-se de fato atípico.099/95). Início do procedimento sumaríssimo: não havendo transação entre MP e o autor do fato. 399): não absolvendo sumariamente o acusado. sumário 5 (art. .crimes de menor potencial ofensivo praticados contra mulher no âmbito doméstico (art.4. 79): nova proposta de conciliação e transação. Audiência de instrução e julgamento (arts. 2. Despacho saneador (art.

5. b) causas de aumento. d) interrogatório do acusado: e) debates orais: f) sentença: aqui a lei também inovou. Distinção com outros institutos: suspensão condicional da pena.8. 44 CPP). c) instrução probatória: recebida a denúncia. suspensão do processo em razão da citação por edital e citação do processo por causa de questão prejudicial.9. o juiz passa à inquirição da vítima e das testemunhas de acusação e de defesa. 89 da Lei 9. § 3º). Prof. diminuição da pena e concurso de crimes: devem ser considerados (Súmula 243 STJ e 723 do STF). do Código Penal ou previsto em Legislação Especial. 5. 41 do CPP.1. c) concurso de pessoas: 5.2. 81.3. a denúncia deve ser recebida. Momento da proposta: a lei expressamente diz que é no momento do oferecimento da denúncia.6. 5. Conceito: consiste em sustar a ação penal após o recebimento da denúncia.2.4.5. c) proibição de ausentar-se da comarca sem permissão do juiz: . Suspensão condicional do processo (art. 5. Condições obrigatórias: a) reparação do dano causado pelo crime: b) proibição de frequentar determinados lugares: há críticas da doutrina e da jurisprudência sobre essa condição. Circunstâncias judiciais favoráveis: são os requisitos subjetivos. 5.099/95) 5.7.1. 64.5. Iniciativa da proposta de suspensão: exclusiva do Ministério Público. I. Aceitação da proposta: aceita a proposta pelo autor e pelo seu defensor. Dr. o juiz a homologará. 5. Inexistência de condenação definitiva por outro crime: a reincidência impede a concessão da suspensão do processo. Jairo José Gênova b) recebimento da denúncia: preenchidos os requisitos legais do art. Inexistência de processo em curso contra o acusado por outro crime: 5. Se for queixa-crime. a) condenação anterior atingida pelo lapso depurador do art.3. inclusive no casos de competência por prerrogativa de foro. contidos na expressão "demais requisitos que autorizariam a suspensão condicional da pena". Âmbito de admissibilidade: a) pena mínima abstrata igual ou inferior a 01 ano: em qualquer crime. do CP: b) sentença anterior concessiva do perdão judicial: 5.5.5. 5. 5. pois dispensa o relatório (art. Natureza jurídica: instituto de natureza mista. Requisitos para a proposta 5. deve conter o mandato procuratório específico (art.

b) fase definitiva ou judicium causae: começa com a sentença de pronúncia e termina com a sentença no plenário do Júri. Essa fase é muito parecida com o procedimento comum ordinário. 5. Revogação facultativa da suspensão ( art. Enquanto o processo está suspenso. c) não existe possibilidade de requerimentos previstos no art. 415).12. 5. não flui o prazo prescricional. § 3º): a) se o acusado vier a ser processado por outro crime: é preciso que seja instalada a relação processual. Evolução histórica e conceitos 2. PROCEDIMENTO NOS CRIMES DA COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL DO JÚRI 1. acarretará a revogação. 89. 89. que é o juízo de admissibilidade da acusação. Dr. b) a não reparação do dano: se a não reparação for injustificada.15. § 6º. 4.14. vista ao MP para falar sobre ela (art. Primeira fase. 402: . Suspensão da prescrição: o artigo 89. consumados ou tentados: d) decisão pela íntima convicção: 3. Prof. que deve ser escolhido pelas partes. Princípios constitucionais a) plenitude de defesa: b) soberania dos veredictos: c) competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida. Prazo: o artigo 89 fixou os limites de 02 a 04 anos de suspensão. chamada de judicium accusationis: inicia-se com a denúncia e termina com a sentença de pronúncia.11. 5. Jairo José Gênova 5. sem causa de revogação. 409): b) a absolvição sumária é depois da instrução (art. Condições facultativas: o artigo 89. com as seguintes diferenças: a) depois da resposta à acusação. o juiz declarará extinta a punibilidade. instrução preliminar ou judicium accusationis. Revogação obrigatória da suspensão (art. 5.10. fase preliminar. 5. b) descumprimento de qualquer outra condição. Extinção da punibilidade: expirado o prazo da suspensão. desde que não haja restrição ou exclusão aos direitos constitucionais. § 4º): a) se o acusado vier a ser processado por contravenção. Procedimento bifásico ou escalonado O procedimento do júri se divide em: a) fase preliminar ou instrução preliminar.13. § 2º dá ao juiz a possibilidade de fixar outras condições. com o recebimento da denúncia. criou mais um caso de suspensão da prescrição.

2. Sorteio dos jurados (art. 420): 4. 5. 436): 5.2. 419): 5.1. o juiz presidente declarará instalada a sessão. Jairo José Gênova d) os debates são orais.1 Hipóteses: a) provada a inexistência do fato: b) provado que o acusado não foi o autor nem partícipe do crime.3.3. Alistamento de jurados (arts.2. Isenção de ser jurado (art. Plenário No dia e hora designados. fase definitiva ou judicium causae Esta fase compreende a preparação do processo para o julgamento e o próprio julgamento pelo Tribunal do Júri. Providências iniciais: 6. 6.1. o juiz sorteará 25 jurados.1. 5. Desclassificação (art. Prof.2. Desaforamento (arts 427/428): hipótese de deslocamento de competência territorial prevista exclusivamente nos processos do Tribunal do Júri. 413) 4. 445): as mesmas dos juízes togados. c) provada a atipicidade do fato. CP): 4.1. 415 4. 437 5. 5.1. anunciando o processo que será submetido a julgamento. 21.2. Preparação do processo para julgamento (art. não havendo previsão de substituição por memoriais (art. 411. o juiz instala a sessão e começa o sorteio e as partes poderão: . 23 CP) e de isenção de pena (arts. 425/426): 5.4. 22 e 28. Podem ser jurados (art. Sorteio e convocação dos jurados (art. 463) Comparecendo pelo menos 15 jurados.4. Responsabilidade dos jurados (art.3.3. § 1º.1. 5. Momento para o desaforamento: após o trânsito em julgado da decisão de pronúncia. Impronúncia (art.1. 432 e seguintes): entre o 15º e 10º dia últil antecedente ao julgamento. Intimação da decisão de pronúncia (art. Pronúncia (art. 422): 5. Encerrada a instrução o juiz profere decisão que põe fim à primeira fase (judicium accusationis). 4. Absolvição sumária (art. 428).1.3. 5. Dr. Segunda fase.1. Causas de desaforamento: a) interesse de ordem pública: b) houver dúvida sobre a imparcialidade do júri c) dúvida sobre a segurança pessoal do acusado: d) comprovado excesso de serviço que retardará o julgamento (art. 6.3. § 4º): na prática há a substituição.1. d) provada causa excludente de antijuridicidade (art. 414): 4.

Instrução em plenário (arts. o tempo é acrescido de 1 hora para cada parte. 492. 473/474): mesma ordem do procedimento comum.8.6. Julgamento: o juiz deve elaborar quesitos. 6. §§ 1º e 2º): . Jairo José Gênova a) recusar de forma imotivada e peremptória: até 3 jurados.absolvição: d) causas de diminuição de pena e) qualificadoras e causas de aumento de pena. b) recusar de forma motivada: quantas forem necessárias. impedimento ou incompatibilidade. 476 e seguintes): o tempo é de uma hora e meia para cada parte. na ordem estabelecida pelo artigo 483: a) materialidade: b) autoria ou participação: c.7. § 2º): idem processo comum 6. Juramento (art. 6. 6. decisão que a confirme e relatório do processo. Decisão do júri a) condenatória: b) absolutória.3. 6. 474. 6. Uso de algemas (art. Havendo mais de um réu. Prof. c) desclassificatória (art. Debates (art.4. 472): e fornecimento de cópias da pronúncia. Dr.5. em caso de suspeição.