APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL

Janeiro 2016

Aviso
Esta apresentação contém declarações prospectivas. Tais informações não são apenas fatos históricos, mas refletem as metas e as expectativas da direção da MRV Engenharia (“MRV”
ou “Companhia”). As palavras "antecipa", "acredita", "espera", "prevê", "pretende", "planeja", "estima", "projeta", "objetiva" e similares são declarações prospectivas. Embora
acreditemos que essas declarações prospectivas se baseiem em pressupostos razoáveis, essas declarações estão sujeitas a vários riscos e incertezas, e são feitas levando em conta as
informações às quais a MRV Engenharia atualmente tem acesso. A MRV Engenharia não se obriga a atualizar esta apresentação mediante novas informações e/ou acontecimentos
futuros. A MRV Engenharia não se responsabiliza por operações ou decisões de investimento tomadas com base nas informações contidas nesta apresentação.

Esta apresentação não constitui uma oferta, ou convite, ou solicitação para compra de ações ou qualquer outro ativo mobiliário da Companhia. Nem esta apresentação ou qualquer
informação aqui contida deve servir de base para qualquer contrato ou compromisso.

Os dados de mercado e informações sobre dados competitivos, incluindo projeções de mercado, utilizados nesta apresentação foram obtidos através de pesquisas internas, externas,
documentos públicos e dados de mercado. Apesar de não termos nenhuma razão para acreditar que estes dados não sejam confiáveis, a MRV não efetuou procedimentos independentes
visando verificar dados competitivos, participação de mercado, tamanho do mercado, crescimento da indústria e do mercado ou qualquer outro dado fornecido por terceiros ou
publicações. A MRV não fornece qualquer representação quanto à estes dados estarem corretos.

O EBITDA, de acordo com o Oficio Circular CVM 1/2007, pode ser definido como lucros antes das receitas (despesas) financeiras líquidas, imposto de renda e contribuição social,
depreciação e amortização e resultados não operacionais. O EBITDA é utilizado como uma medida de desempenho pela administração da Companhia e não é uma medida adotada pelas
Práticas Contábeis Brasileiras ou Americanas, não representa o fluxo de caixa para os períodos apresentados e não deve ser considerado como um substituto para o lucro líquido, como
indicador do desempenho operacional da MRV ou como substituto para o fluxo de caixa, nem tampouco como indicador de liquidez.

A administração da MRV acredita que o EBITDA é uma medida prática para aferir seu desempenho operacional e permitir uma comparação com outras companhias do mesmo segmento.
Entretanto, ressalta-se que o EBITDA não é uma medida estabelecida de acordo com os Princípios Contábeis Brasileiros (Legislação Societária ou BR GAAP) ou Princípios Contábeis Norte-
Americanos (US GAAP) e pode ser definido e calculado de maneira diversa por outras companhias.

2

Sumário

1. Visão Geral da Companhia ...................................................................................................................................... 4
2. Consistência dos Resultados ..................................................................................................................................16
Operacionais................................................................................................................................................................. 17
Financeiros ................................................................................................................................................................... 23

3. Oportunidades do Mercado & Estratégias da Companhia...................................................................................... 35

4. MCMV .................................................................................................................................................................. 40

5. Economia Brasileira e Setor de Habitação ............................................................................................................. 46

6. Áreas de Negócio ................................................................................................................................................. 59

7. Sustentabilidade................................................................................................................................................... 75

8. Administração...................................................................................................................................................... 85

9. Financeiro............................................................................................................................................................ 88

10. Subsidiárias
LOG CP ........................................................................................................................................................................ 92
URBAMAIS ................................................................................................................................................................ 114 .3

VISÃO GERAL DA COMPANHIA .

10% Membros do Janus 5% Conselho 3% Ações em MRVE3 BM&FBovespa Novo Mercado : M&G Investment Tesouraria 1% ADR OTCQX : MRVNY Management Limited 4% MRVNY 444. Rubens Menin T. 61% do capital total.139.Estrutura Acionária O free float representa Novo Mercado.7 milhões * Data base: 31/12/2015 5 . de Souza 36% Outros 42% Orbis Investment Management Executivos e Limited.684 ações ordinárias Cusip 553479106 Média diária de negociação em 2015 – ISIN US5534791067 R$20. o mais alto nível de Governança Corporativa.

36 anos de história MCMV 3 MCMV 2 IPO MCMV 1 Private Equity Criação da Início da MRV LOG Diversificação Geográfica Legislação Alienação Fiduciária Início Fundação Relacionamento Equity Follow-On da MRV 1º Correspondente Bancos Negocial retomam ADRs Level1 financiamento imobiliário 3.000 unidades por ano 6 .000 unidades por ano 25.000 unidades por ano 40.

Missão. Visão e Valores NEGÓCIO Incorporação. VISÃO Ser a melhor empresa de incorporação. construção e venda de unidades habitacionais MISSÃO Concretizar o sonho da casa própria oferecendo imóveis com a melhor relação custo/benefício para o cliente. construção e venda de empreendimentos econômicos do Brasil.Negócio. VALORES 7 .

Estrutura Organizacional Conselho de Administração Diretor Presidente Diretor Presidente 7 membros Rafael Menin Eduardo Fischer Presidente: Rubens Menin Diretora Executiva de Diretor Executivo de 4 independentes 3 dependentes Diretor Executivo de Diretora Executiva Administração e CSC Finanças e RI Produção Jurídica Júnia Galvão Leonardo Corrêa Homero Paiva Maria Fernanda Maia Diretor Executivo Diretor de RI e Comercial Planejamento Eduardo Barretto Financeiro Ricardo Paixão Diretor Executivo de Desenvolvimento Imobiliário Hudson Gonçalves 9 Diretores Executivos Diretor Executivo de Crédito Imobiliário Diretores José Adib 23 Gestores Diretoria Estatutária 128 Diretoria Celetista 8 .

Nossos produtos 9 .

M.Nossos Clientes Acima de Outros 35 anos Casado 10% 24% Até 25 anos 13% 34% Solteiro de 31 a 35 de 26 a 30 anos 77% anos 26% 16% Clientes jovens: 60% têm até 30 anos Busca do primeiro imóvel para formação de família Ensino médio não Outros mais de 15 concluído 7% S. Fonte : CRM MRV – 30/09/2015 1) Salário Mínimo 2015: R$ 788. Até 3 S. menor ou igual a 6 S. 2º Grau10completo .M. 13% 3% concluído 9% 11% Ensino Superior médio 6 a 9 S.M1. Superior não 2% 9 a 15 S.M.M.M. 15% 26% 54% 61% 61% dos clientes têm renda A maior parte de nossos clientes possuem.00 no mínimo. concluído concluído 3 a 6 S.

Cidades onde operamos Escolaridade1 Faixa Etária1 Médio Outros acima de 60 completo e 1% anos até 19 anos superior Superior completo 13% 28% incompleto 25% 12% Sem de 35 a 59 instrução a anos de 20 a 34 ensino médio 34% anos incompleto 25% 62% Número de Moradores por Domicílio2 Renda Domiciliar Média1 Acima de Acima de 5 De R$6.953 moradores R$10.490 De R$ 724 a R$ 1.328 até R$6.328 26% 1: Em 2014 2: Em 2012 11 Dados das cidades com operação MRV Fonte: Geofusion .490 até R$10.896 3 moradores 19% 26% 26% De R$ 1.953 7% 15% 8% 1 a 2 moradores Até R$ 720 4 moradores 14% 21% 38% De R$3.896 a R$ 3.

Investimentos em urbanização e infraestrutura 12 .

Presente em 19 estados e no Distrito Federal Nordeste: 24 . da Fundação João Pinheiro. Centro-oeste: Sudeste: 79 Padronizar nossos projetos.5 Déficit Habitacional*: 2.134 cidades atendidas pela Companhia cidades Déficit Habitacional*: 2.0 milhões A maior abrangência geográfica do Brasil nos permite: Atuarmos em regiões estratégicas e com baixa competição.6 milhões 13 Nota: *Informação retirada do estudo do Centro de Estatística e Informações (CEI). o que gera escala e economia de custos.2 milhões milhões Concorrência % Vendas 9M15 Muito baixa 81% Sul: 20 cidades Moderada 7% Alta 12% Déficit Habitacional*: 0. .Diversificação Geográfica  Baixíssima concorrência Presença marcante . 11 cidades cidades Déficit Habitacional*: 0. Com menor risco de execução.

4.196 canteiros Simultânea – Qualidade do crédito .Eficiência Operacional: foco no processo Qualidade na prospecção de terrenos Dívida Liquida / PL¹: 15. Nota: (1) Dívida Líquida referente a 30/09/2015.9 diretores com em Construção CSC MRV Ciclo curto média 16 anos de Eficiência do Canal 1. .Gerência experiente Sistemas de TI (SAP.Padronização: poder de barganha na cadeia de suprimentos .358 engenheiros* Um dos menores Fitch Ratings (brAA-.30% de vendas pela 21.Pré-seleção MRV Obras) Escala e Margens .Controle de custos no canteiro Dados referentes a dez/15.320 (Centro de Serviços experiência . 14 * As informações sobre equipes incluem funcionários próprios e terceiros. SICAQ / SAC .206 corretores* # de Funcionários: profissionais Compartilhado) Um dos melhores Ratings . Estável) internet Venda custos de G&A do setor .3% .812* dedicados* da Indústria para o S&P e .

975 2.941 1.583 1.Crescimento Orgânico Headcount Administrativo 1 Headcount de Produção 2 2.861 2. Última atualização 31/12/2015 .402 1.835 2.419 857 539 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 Diversificação Geográfica (# cidades) Obras em andamento 128 134 345 333 118 119 299 107 277 90 251 223 75 193 205 63 56 127 28 75 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 15 2015 (1) As informações sobre equipes incluem funcionários próprios e terceiros. (2) – Média anual do número de funcionários.601 2.

CONSISTÊNCIA DOS RESULTADOS .

Resultados Operacionais Banco de Terrenos .%MRV (R$ bilhões) Vendas Contratadas* .%MRV (R$ milhões) Lançamentos %MRV (R$ milhões) 17 * Vendas líquidas de permuta e brutas de cancelamentos .

Resultados Operacionais (em unidades) Banco de Terrenos .%MRV (unidades) Vendas Contratadas* .%MRV (unidades) Lançamentos %MRV (unidades) 18 * Vendas líquidas de permuta e brutas de cancelamentos .

Benefícios:  Acelera o processo de assinatura de financiamento e. Fluxo e período até o repasse: Política de Crédito MRV (até 2013): Análise de Reserva da Análise de Ganho da Crédito Assinatura do crédito unidade crédito (MRV) Oportunidade Aprovado banco (Banco) Vendas Simultâneas: Análise de Reserva da Crédito Ganho da Assinatura do crédito unidade aprovado Oportunidade banco (Banco) Tempo Médio (em meses) entre as vendas e o repasse 2012 2013 2014 2015 Política de Crédito 12 9 6 7 Vendas Simultâneas 1 1 1 19 . o ciclo de recebimento.  Reduz o risco de distrato significativamente.Vendas Simultâneas: benefícios Projeto consiste na pré-aprovação do financiamento imobiliário do cliente junto ao banco (CEF e BB) antes da efetivação da venda. consequentemente.

↑ Unidades Vendidas Líquidas 5.3% ↓ 14.3% 23.8% 21. 3T15 x Var.778 1.p.936 8.399 14.756 24.977 22.47 p.034 3.640 8.547 1.307. ↑ 10.643 11.43 p.6% 25.3% ↓ Unidades Distratadas 3. 9M15 x (em R$ mil) 3T15 2T15 3T14 9M15 9M14 2T15 3T14 9M14 Vendas Brutas 1.8% 27.046 4.3% ↑ Distratos / Vendas 32.685 1.321 10.92 p. ↑ 35. 9M15 x (em unidades) 3T15 2T15 3T14 9M15 9M14 2T15 3T14 9M14 Unidades Vendidas Brutas 8.462 1.9% ↑ 9.7% ↓ Var.500 427. ↑ 31. ↑ Vendas Líquidas 886.p.006.108.p.2% ↑ 1.5% ↓ 26.1% ↓ 20 .523.2% ↓ Distratos (Valor de Contrato) 421.552 9.913 31.3% ↓ 2.06 p.9% ↓ 4.471.804 9.98 p.499 3. 3T15 x Var.29 p. 3T15 x Var.466.201 311.p.3% ↓ 35.517 6.826 18.029 8.p.273 22.509 5.520 9.3% 2. ↑ 10.099 7. 3T15 x Var.051.3% 8.8% ↓ 20.Resultados Operacionais Distrato (% MRV) Var.7% ↓ 26.663 1.5% 8.6% ↓ 17.8% ↓ 10.2% 29.0% ↓ 23.222 2.185 1.433.5% 34.155.0% 0.5% ↑ Distratos / Vendas 35.286.158 12.821.p.

Resultados Operacionais
(em unidades)

Unidades
Unidades
Contratadas
Produzidas 100% (unidades)
100% (unidades)

Unidades Unidades
Concluídas Repassadas
100% (unidades) 100% (unidades)

21

Operação Balanceada

Dados operacionais acumulados desde 2007 até o período indicado no gráfico. 22

Resultados Financeiros
Receita líquida (em R$ milhões)
5 4.186
4.015 3.804 3.871
4
3.555
4
3.021
3
3
2 Lucro bruto (em R$ milhões) e
1.648
2 1.400
Margem Bruta (%)
1.111
1 1.247
400 1.200 37,9% 1.184
1 36,6% 1.066
140 35,3% 35,1% 977 1.021 1.063
0 1.000 32,3%
31,1%
2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 29,9%
Consolidação Proporcional CPC 19 IFRS 11 28,0% 28,3%
800 26,4%

600
578
421
400

200 146
50
0
2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15
Consolidação Proporcional CPC 19 IFRS 11
23

3% 5.3% 244 3.0% 5.4% 5.1% 8.5% 3.Resultados Financeiros Despesas Comerciais (em R$ milhões) 356 341 251 270 9.8% 3.9% 5.4% 4.4% 163 6.6% 8.2% 5.3% 5.0% 5.9% 4.7% 4.3% 6.9% 6.6% Despesas G&A (em R$ milhões) 93 105 6.3% Despesas Comerciais / Receita Líquida 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 Consolidação Proporcional CPC 19 IFRS 11 Despesas G&A Despesas G&A / Vendas Contratadas Despesas G&A / Receita Líquida 24 .5% 6.6% 147 Consolidação Proporcional CPC 19 IFRS 11 5.3% 6.4% 4.4% 224 8.6% 7.3% 215 201 202 31 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 7.2% 5.7% Despesas Comerciais / Vendas Contratadas 98 5.9% 84 4.9% 259 4.7% 4.0% 8.6% Despesas Comerciais 5.

0% 528 77 18.045 862 796 787 643 Lucro líquido (em R$ milhões) e Margem Líquida (%) 25.Resultados Financeiros EBITDA (em R$ milhões) e Margem EBITDA (%) 1.2% 423 408 13.1% 10.0% 24. .6% 495 20.9% 11.5% 20.6% 15.7% 760 19.8% 21.7% 26.5% Consolidação Proporcional CPC 19 IFRS 11 231 347 87 17 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 Consolidação Proporcional CPC 19 IFRS 11 25 2014: com efeito do Valor Justo da LOG de R$ 268 milhões.3% 440 720 16.7% 273 634 21.1% 21.9% 23 17.3% 26.5% 26.9% 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 12.8% 20.

7% 20.6% 26.Equivalência Patrimonial 26 2014: com efeito do Valor Justo da LOG de R$ 268 milhões.6% 7.8% 23.8% 18.0% 35.3% 26.1% 18.7% 0.316 23.7% 7.923 11.6% 12.5% 1.5% 21.3% 15.1% 11.0% 17.9% 10.)1 1.570 1. .100 0.3% 15.Indicadores de Rentabilidade (2006-2011: Consolidação Proporcional / 2012-3T15: CPC 19 IFRS11) Lucro por ação (R$) ROE (a.578 1.1% 24.9% 20.2% 28.104 0.0% 32.8% 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014* 9M15 Margem bruta Margem EBITDA Margem líquida (com encargos financeiros) 37.8% 1.8% 21.6% 11.a.891 1.8% 0.567 0.9% 16.5% 10.5% 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 ¹ Patrimônio líquido: média dos últimos 5 períodos.7% 26.055 8.084 17.0% 28.4% 16.8% 20.7% 0.7% 11.9% 29.a.779 15.3% 31.9% 13.8% 14.5% 13.3% 13.9% 9.2% 8.2% 10.9% 10. Ex .6% 17.6% 12.)¹ ROIC (a.9% 26.7% 14.6% 13.9% 36.1%21.5% 15.3% 19.2% 16.890 10.9% 12.

Parâmetros de Fluxo de Caixa Projeto típico da MRV 40% Associativo 2015 Individual 30% Associativo < 2015 Individual < 2015 20% 10% 0% -10% -20% 1T 2T 3T 4T 5T 6T 7T 8T 9T 10T 11T 12T 13T 14T 15T 16T 17T 18T 19T 20T 21T 22T 23T Aquisição do Terreno Lançamento Início Obra Fim Obra 27 .

Vendas Contratadas Mix de Financiamento Evolução das Vendas Contratadas por tipo de financiamento (R$) %MRV 28 .

29 . iniciada em 2013.Foco no Fluxo de Caixa Geração de Caixa – Cash Burn Geração de Caixa – Cash Burn 2010-2011: Consolidação proporcional CPC 19 IFRS 11 2012 – 2T15: CPC 19 IFRS 11 (R$ milhões) ( R$ milhões) 258 238 208 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 162 154 138 136 147 548 567 559 116 62 56 -28 1T13 2T13 3T13 4T13 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 -527 -587 Unidades Produzidas e Unidades Repassadas ( unidades) Destaques Importantes Melhoria de sistemas e processos da CEF em 2011 → benefícios a partir de 2012. Crescimento das operações do BB no modelo “Crédito Associativo”.

2 valor justo da 276 0.3% 796 787 16.045 1.130 862 24.329 42.372 * Inclui arrendamento mercantil.1 1.1 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014* 9M15 1.198 1. 1.Geração de Caixa (2006-2011: Consolidação Proporcional / 2012-3T15: CPC 19 IFRS11) 1.7% 1.3 1.9 LOG de R$268 m 265 63 0.9% 30.0 441 1.539 1.514 (R$ milhões) 1.5% 741 775 2.2% 40. 1) 30 de setembro de 2015.689 Posição de Caixa 1.663 Dívida líquida (R$ milhões) e 1.550 EBITDA (R$ milhões) e Dívida líquida / PL (%) Dívida líquida / EBITDA 12M * 1.5 2014* com efeito 1.3% 627 2.2% 15.1 2.4% 643 24.127 724 151 Duration: 15 meses 1 30 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 .

Plano V Desde 2014: Início: 03/06/2015 Vigência: 02/06/2016 36.000 de ações R$ 267.2370 Desconto de 54.Programa de Recompra da Ações Programa Vigente .081.659 ações canceladas Nº de Ações Elegíveis a Dividendos Preço Médio da Recompra (desde 2014): R$ 7.3% ¹ Data base: set/15 31 .000.784.28 Valor de Livro1: R$ 11.500 ações recompradas Quantidade Autorizada 12.7 milhões de volume financeiro 39.

Detalhamento da Dívida e Covenants Financeiros

Rating Corporativo Dívida Total
Saldo Devedor Saldo Devedor
(R$ Milhões) Custo Médio
Set/15 / Total (%)
]
CDI 1.569 68,5% CDI + 1,5%
TR 714 31,2% TR + 8,0%
Outros (Pré Fixada) 6 0,3% 5,3%
Total 2.289 100,0% 13,82%
brAA- AA-(br)

Recebíveis + Receita a apropriar + Estoques Dívida Líquida + Imóveis a Pagar
_________________________________ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ _____ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ _____

> 1,6
_________________________________ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ _____ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ___

< 0,65
Dívida líquida + Imóveis a pagar + Custo a Apropriar Patrimônio Líquido

Covenant

32
Covenants: 1T08 a 4T12 – consolidação proporcional; 1T13 a 3T15 – CPC 19 – IFRS 11.
Nota: “Dívida líquida” exclui financiamentos SFH. “Imóveis a pagar” exclui terrenos parcela relativa à permuta

Base Acionária MRV

Acionistas por país
% Free Float

Fonte: MRV
33
*: Posição acionária anual média. Última atualização: 31/12/2015.

Estimativas dos Analistas – Consenso

Estimativas - Consenso dos Analistas (R$ milhões)

2015 2016 Nº instituições
Lançamentos 4.357 4.420 14
Vendas Contratadas 4.907 4.819 7
Vendas Contratadas Líquidas 4.993 4.887 7
Receita Líquida 4.176 4.482 15
Lucro Bruto 1.297 1.319 14
Margem Bruta 29,4% 29,6% 14
Lucro Bruto ex-juros 1.400 1.339 2
Margem Bruta ex-juros 31,1% 30,0% 2
Lucro Líquido 508 538 15
Margem Líquida 11,3% 11,9% 15
EPS 1,1 1,2 12
ROE 11,3% 11,2% 14
EV/EBITDA 6,4 5,4 9
*Data atualização: 25/01/2016

34
Instituições contempladas: Bradesco, BTG Pactual, Citi, Credit Suisse, Goldman Sachs, Itaú, JP Morgan, Bank of America Merril Lynch, Morgan Stanley, Santander, Votorantim, BES, Fator, HSBC e Banco do Brasil.

Oportunidades do Mercado & Estratégias da Companhia .

5 27. Even.) 42.0 52. . JHSF.4 31.9 23. CR2. Viver.2 32. Brookfield (até 9M14). PDG. Rodobens. Cyrela.9 16.9 28.7 38.0 38.2 36.8 9.2 31.9 39.7 34.6 21.2 19.1 43.3 24.9 31. Gafisa.2 9. João Fortes.9% Valores Nominais Valores Inflacionados 54. 36 Direcional.2 16.4 38.6 25.9 23. Rossi.1 43. Eztec. Helbor . Trisul.8 20. Tecnisa. CCDI (até 2011).Setor de Habitação – Histórico de Lançamentos e Vendas 2012 mostra desaceleração de atividade INCC acumulado Lançamentos x Vendas Contratadas 2008 a 9M15: (em R$ bilhões – %cia.0 35.0 57.4 27.2 40.8 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015* 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015* Lançamentos Vendas Contratadas Lançamentos Vendas Contratadas 2015* 9M15 anualizado Fonte: Relatórios das Companhias – MRV.

CR2. JHSF. Helbor . 37 Direcional. (Valor Inflacionado) INCC acumulado Estoque 2008 a 9M15: (em R$ bilhões – %cia. Viver.9% Valores Nominais Valores Inflacionados 2015*: 9M15 Fonte: Relatórios das Companhias – MRV. PDG. CCDI (até 2011). Trisul. Cyrela. Brookfield (até 9M14). Gafisa. Even.4%. Rodobens. Tecnisa. . Rossi. Eztec.Setor de Habitação – Estoque De 2008 a 2014 o estoque do setor cresceu 15.) 42. João Fortes.

7 7.3 Companhias Outras 62% Outras Companhias Outras Outras Companhias Outras 43% Companhias Companhias 37% Companhias 30% 31% 16% 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015* 2010 2011 2012 2013 2014 9M15 MCMV (Faixas 1.6 63% MRV 69% 70% 6. Gafisa. Tecnisa.8 10. 38 Helbor.5 MRV 38% MRV MRV MRV 8. 2 e 3) MCMV (Faixas 2 e 3) • Outras Cias: Direcional. Even. CCDI (até 2011). Fonte: Relatórios das Companhias– MRV. 2015*: 3T15 anualizado Nota: Os dados são estimados baseados nos relatórios das companhias listadas.6 4. . Cyrela.1 5. Eztec . Direcional. JHSF. CCDI. Trisul .2 5. PDG.7 84% 6.Menor Competição no Segmento de Baixa Renda Menor Competição no Programa MCMV Lançamentos elegíveis ao MCMV Evolução do % de unidades lançadas (em R$ bilhões) (Faixas II e III) no MCMV (Faixas II e III) 10.1 5. Ez Tec. Viver. Viver e Helbor. PDG. Brookfield.0 Outras 3. Rossi. Rodobens. Gafisa. Even. Tecnisa.5 57% MRV 7. Trisul. Rodobens. Cyrela. Brookfield (até 9M14).4 7. João Fortes e CR2. Rossi.1 4.

.500 FGTS* R$ 2.000 * Em 31 de dezembro de 2015 Subsídio* R$ 12.600 Entrada do cliente* R$ 12. Valor da 1ª prestação R$ 579.900 Valor Financiado R$ 112.6% Valor do Imóvel R$ 140.04 Fonte: Simulador de Habitação da Caixa Econômica Federal SAC – Sistema de Amortização Constante Amortização mensal do financiamento tem valor constante e valor decrescente da parcela PRICE – Prestações Constantes Amortização mensal do financiamento tem valor crescente e valor constante da prestação 39 * Valor médio observado nas vendas MRV.000 realizadas pelo sistema Loan to value 80% PRICE* Taxa de Juros 4.000 Nota: Simulação de aquisição de um imóvel novo em São Paulo / SP.Sistemas de Amortização de Financiamento PRICE 84% das vendas MRV são Renda familiar R$ 2.

MCMV .

6 4.a.600 7.0% + TR 250.5% + TR Faixa II Até R$2.000 Até R$3.0% + TR 600.Dez/10) MCMV 2 ³ 84% das vendas (Jan/11 .000 4 construídas Renda familiar Renda Unidades Renda Tx Juros Unidades Renda Tx de Juros Unidades² Faixa I Até R$1.600 4.395 400.0% + TR 1. 41 . .000 Até R$1.0% + TR 80.8 ² (R$ bilhões) PRICE* Unidades a serem 1.Dez/15) MRV são MCMV 3 (2016) 2 Recursos do Programa realizadas pelo sistema 34. ⁴ Nº não oficial divulgado pelo governo. segundo o orçamento do governo.800 n.100.55 .000 Até R$3. n.700 6.350 5.000 Até R$2.a.275 6. Até R$2. .000 Até R$1.Programa Minha Casa Minha Vida MCMV 1 ³ (Abril/09 . Faixa 1.350 5. ⁵ Detalhes ainda não divulgados.000 7.000 Meta dez-10 dez-15 dez-18 Prazo 2 anos 5 anos 3 anos ¹ Incluído 350. n.0% + TR Faixa III Até R$4.455 5.000 Até R$2.000.0 72.000 Até R$5.000 3. ³ MCMV 1 e 2: Valores referentes ao programa.600. ²Valores referentes ao orçamento de 2016.650 200.790 400.a.500 8. É esperado 550 k unidades em 2016. .000 unidades adicionadas em Setembro/14.000.000 ¹ 3.0% + TR Até R$2.16% + TR 200.16% + TR 70.000 Até R$6.

000 até R$225.000 até R$215. RJ.000 habitantes Cidades com mais de 50 mil e 250 mil até R$115. RJ. São Paulo e Brasília Regiões Metropolitanas de Sul. . Até R$2.000 Santo e Minas Gerais Regiões Metropolitanas de Centro Oeste.960 Até R$1.500 R$ 0 R$ 0 *Ainda aguardando confirmação MCMV2 MCMV3 Valor Máximo Valor Máximo Regiões do Imóvel do Imóvel Regiões Metropolitanas de Rio de até R$190.000 R$ 17.113 Até R$3.325 R$ 25. Espírito até R$170.000 R$ 40. DF Outras Cidades Renda Familiar Regiões Metropoli- tanas de SP.000 R$ 17.500 R$ 25.000 Até R$2.600 R$ 25.000 habitantes Outras Cidades até R$90.350 R$ 45.000 até R$90.113 Até R$3.000 Até R$5.000 42 .000 R$ 0 R$ 0 Até R$6. .600 R$ 27. DF Outras Cidades 2 Até R$1.000 até R$135.500 R$ 25.275 R$ 2.783 R$ 2.790 R$ 10.Minha Casa Minha Vida: Subsídio MCMV2 MCMV3* Subsídio Máximo Subsídio Máximo Renda Familiar Regiões Metropoli- tanas de SP.000 Até R$2.113 R$ 2.000 até R$215.800 Não Anunciado Não Anunciado .000 Norte e Nordeste Cidades entre 250 mil e 1 milhão de até R$145. até R$170.000 Janeiro.000 até R$170.700 R$ 27.960 Até R$2.

cgu.226./2014 (R$ milhões) R$ 17.999 R$ 63.005.623 0 307.201 2.037 R$ 2.822 R$ 2.275 + + R$ 7.224.047 (OGU) (OGU) + + R$ 10.Dez/10) MCMV 2 (Jan/11 .471 R$ 86.br e Ministério das Cidades .605 (OGU) (OGU) R$ 5.OGU: Orçamento Geral da União .Recursos utilizados  Faixa I .Conforme Orçamento do Ministério do Planejamento (PAC)  Faixa II – Conforme FGTS 2 MCMV 1 (Abr/09 .gov.758.128 R$ 25.152 0 R$4.O FGTS possui subsídios de complemento (até R$ 25 mil por unidade) + Equilíbrio de taxas 43 Fonte: www.5% do subsídio .395 até R$ 2.600 1.681 de R$1.600 até Faixa II 375.698 * Na faixa II o tesouro contribui com 17.790 até de R$3.Dez/14) Unidades Recursos * Unidades até Recursos * Faixas do Programa Renda familiar Renda familiar Contratadas (R$ milhões) Dez.395 482.000 TOTAL 1.764 1.790 (Complemento) R$3.5% e o FGTS com 82.650 R$5.764 de R$1.275 até Faixa III 146.714 (Complemento) R$2.391 (Equilíbrio de (Equilíbrio de taxas) taxas) de R$2.741 até R$1.158 Faixa I até R$1.

044 168.Jun/15)* GRÁFICO ENGENHARIA 1.5 Minha Casa Minha Vida 2 (2011.064 171.005.2 HF ENGENHARIA 934 28 33.9 L MARQUEZZO 667 46 14.810 10% AURORA CONSTRUTORA 651 44 14.384 5% MRV ENGENHARIA 6.741 0 0% Fonte: Ministério das Cidades – jul/ 2009 a abr/2014 EMCCAMP 2.0 44 Faixa I: renda mensal até R$1.000.2 Unidades Contratadas 2.073 38 28.600.Participação no MCMV MRV tem a liderança no Programa do Governo e bom relacionamento com a Caixa 2 Minha Casa Minha Vida 1 (2009-2010) Ranking MCMV MCMV 1 (2009-2010) Soma dos Contratos N° de Média Total MRV % (R$ milhão) Projetos (R$ milhões) Unidades Contratadas 1.553 519 12.718.990 6% NOVOLAR 895 34 26. Faixa II: renda mensal de R$1.715 137 12. .234.4 CCM CONSTRUTORA 682 22 31.600 a R$3.5 BAIRRO NOVO 669 35 19.5 Faixas II e III 522.3 MCMV 2 (2011 .275 a R$5.7 SERTENGE SERVIÇOS 1.30/06/2015) CONSTRUTORA EMCASA 860 26 33.9 Faixas II e III 1.952.6 DIRECIONAL ENGENHARIA 3.128 50.384 10% CURY CONSTRUTORA 1.1 JC GONTIJO 862 7 123.900 50 78.180 0% CASALTA CONSTRUÇÕES 779 56 13.275.3 Faixa I 1.2 CONSTRUTORA TENDA 1.1 REALIZA 674 33 20.462 58 25.020 3.387 50. Faixa III: renda mensal de R$3.8 Fonte: Ministério das Cidades e MRV – 30/06/2015 AMORIM COUTINHO 596 30 19.0 Faixa I 482.233 71 31.900 60 31.4 BROOKFIELD 945 39 24.1 Total MRV % CANOPUS 846 46 18.

br/minha-casa-minha-vida-contribuiu-para-reduzir-deficit-habitacional-no-brasil/ 45 .planalto. o MCMV: • Gerou resultados importantes na economia brasileira.MCMV x Déficit Habitacional MCMV contribuiu para a redução do Déficit Habitacional no Brasil Estudo FGV: “Políticas Permanentes de Habitação” Em 5 anos de operação. Unidades contratadas até Jul/2014 • Contribuiu para reduzir o déficit habitacional (.Desafios: • Valor do preço de terrenos • Destinação de áreas para moradia de interesse social • Qualificação da mão de obra • Melhoria da produtividade das construtoras Fonte: http://blog.04% entre 2009 e 2012). DEMANDA POR HABITAÇÃO 20% 3.5 milhões de 23% unidades Fase inicial (até 25%) Em produção Concluída 58% Unidades contratadas MCMV POLÍTICA DE ESTADO .gov.8.

ECONOMIA BRASILEIRA: SETOR DE HABITAÇÃO .

0% 8. S. – salário mínimo: valor mais baixo de salário mensal que os empregadores podem legalmente pagar -11. 2015: R$ 788.9% 2. Classe C: 2 a 10 S.6% a seus funcionários. M.5% Fonte : IBGE.7% -0. Outubro/15. 2013 Classe A/B: acima de 10 S.3% Cinco moradores Quatro moradores 2001 2005 2011 7.9% 3.M.1% Três moradores Dois moradores 3.3% 10.M. Classe D/E: até 2 S.9% Um morador Classe D/E Classe C Classe A/B 1.6% 8.M.00 Fonte : IBGE. 47 Crescimento independente de programa de Governo . S.M.Demanda habitacional presente no mercado brasileiro População por Faixa Etária Famílias por Famílias Menores = Mais demanda 80 + 1% 2% Faixas de renda Evolução de moradores por apartamento 70 a 79 3% 4% 48MM 55MM 60MM 60 a 69 6% 8% 5% 7% 10% 8% 50 a 59 12% 13% 9% 12% 12% 15% 40 a 49 13% 14% 15% 22% 30 a 39 15% 17% 19% Classe C Classe C 16% Classe C 51% 54% 20 a 29 18% 16% 25% 52% 21% 10 a 19 17% 16% 0a9 17% 13% 21% 52% 2010 2020 38% 19% 34% 39% 38% Crescimento da Massa Real de Rendimento 1970 1991 2010 9.

Oferta de Crédito e Economia estável: chaves para o sucesso do setor! Unidades (mil) financiadas pelo FGTS + SPBE (Poupança) Crédito Imobiliário 1. SBPE: dez/14 México 11 Brasil 10 Crescimento da oferta de crédito Fonte : BCB.8 milhões de unidades em 2012 48 Fonte : Fundação João Pinheiro – Maio/2014 .500 Participação do Crédito Imobiliário no PIB (%) 1.250 EUA 78 1. set/15 Déficit Habitacional de 5.000 Holanda 60 750 Espanha 53 Exigibilidade do SFH França 41 500 Alemanha 37 250 África do Sul 31 0 Itália 22 1980 1990 2000 82 86 92 96 02 06 08 10 12 78 84 88 94 98 04 14 Chile 24 FGTS SBPE Fonte : CBIC – FGTS: dez/14. dez/14 e Apresentação Itaú.

65%+TR. RJ e SP: R$ 750.000* A partir de 10% 2 +TR Outros Mutuários Recursos Notas: 1) Caso cliente tenha conta salário na CEF a taxa pode chegar a 9. 2) Caso cliente tenha conta salário no banco.SFH . 3) Sendo 20% para depósito compulsório (remunerado à SELIC) e 10% para compulsório adicional (corrigido pela TR) 49 * Estados de DF.4% 1 a SFH 12% +TR Até 03/05/2012: Recursos Mutuários Unidades de 80% 6% a.000 a Crédito R$750.a.7%+TR.0% +TR.000 .16% +TR R$190.+TR Infra-estrutura CEF Empregadores FGTS de 4% a Unidades até 7.0% 2 +TR R$ 504 bilhões Empréstimos a Mutuários (Jan/16) Fora do taxas de mercado Fonte: Bacen 5% SFH Unidades a Recursos partir de Livres R$650.Sistema Financeiro Habitacional Fonte de Financiamento Contribuintes Preço das unidades 3% a.000* Depósitos de Imobiliário Poupança nos Bancos 30%3 A partir de Reservas Legais 20% 11.+TR 65% SBPE R$190./15) Fonte: Caixa FGTS (CEF) de 9.000 R$ 449 bilhões Recursos Mutuários (Set. a taxa pode chegar a 10.a. MG. No BB chegaria a 9. outros estados: R$ 650.000.

22 pessoas fazem parte do CCFGTS Habitação De R$ 1. Remuneração do Depósitos equivalentes a 8% do salário bruto Organograma FGTS trabalhador: realizado pelos empregadores TR + 3. em Habitação por Conselho Curador do FGTS que é composto pela faixa de renda representação de trabalhadores.  Os recursos também são utilizados para investimentos em habitação. 14% No total.275 sem justa causa 68% 86% dos financiamentos foram De R$ 3.a. saneamento e infraestrutura.275 a Aposentadoria Saneamento R$ 5.a. de empregadores e de órgãos e entidades do Saques Investimentos Até R$ 1.00% a. Recursos FGTS R$ 448.600 Governo Federal.600 a Rescisão contrato trabalho R$ 3.000 2% 50 Fonte: Orçamento FGTS 2014 . o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) busca proteger o trabalhador através de auxílio nos casos:  Demissão sem justa causa  Doença grave  Emergências  O trabalhador pode realizar saques nos casos de emergência ou para aquisição/amortização de imóveis.000 destinados para unidades que Básico 16% atendem o perfil dos clientes MRV Doença Grave / Falecimento Acima de R$ Infraestrutura 5.FGTS  Criado em 1967.8 B* Taxa de juros em torno de % dos investimentos * 3T15 TR + 5.6% a.

FGTS Saques por modalidade (R$ bilhões) Expectativa de Investimento de R$ 203.9 bilhões em Habitação até 2018 Orçamento FGTS (bilhões) Arrecadação Líquida (R$ milhões) Orçado Realizado Obs: Em 2007 os saques por aposentadoria cresceram consideravelemente em função da aprovação pelo STF da aposentadoria espontânea. 51 Fonte: FGTS e Caixa – Relatório da Administração . reduzindo assim a arrecadação líquida do período.

a. BCB.8% 772.16 36.50% 2.43 42.43% 6.0% Real (% a.4% 4.50% 0.08 40. .50% 1.31% 855.50% 1.6% 0% * 13° parcela Fonte: IBGE.8% 727.99 44.31 34.71% 816. TR é uma taxa flutuante.93% 895.8% 683.93 38.9% 640.a.2% 5% 4. FGV – Dez/2015 A remuneração do FGTS de 3%a.98 32. + TR possibilita taxas de juros reduzidas no INCC: índice de inflação da construção financiamento imobiliário IPCA: índice oficial de inflação do Brail 52 Nota : TR = Taxa de Referência do Sistema Financeiro de Habitação Brasileiro e para depósitos de poupança.81% 6.10% 777.Baixo Impacto da Política Monetária mais rígida no Crédito Imobiliário Hipóteses: Taxas de Juros e de Inflação Valor da Unidade: R$140 mil 30% LTV: 80% TR 12M Renda familiar: R$ 2.21% 5.60% 5.47 38.000 IPCA 12M 25% SELIC 12M INCC 12M Parcelas Mensais (R$)* 20% FGTS 15% Taxa de Taxa Price TR a. Juros Real 20 % Renda 30 % Renda 10% Taxa de Juros 4.a) 4.

8 2.100 122.672 32.308 Domicílios particulares (Milhões de unidades) 47 50 53 56 59 64 65 67 Valor financiado pelo FGTS para unidades adquiridas novas (R$) 19.806 200.512 37.8 2.Crédito Habitacional & Domicílios Valor Financiado por unidade adquirida x Nº de domicílios x Rendimento Domiciliar Anual Rendimento Domiciliar Anual 70 3.1 5.8 2.975 193.8 60 3.267 1.1 2.464 84.096 24.000 10 500 0 0 2001 2003 2005 2007 2009 2012 2013 2014 2001 2003 2005 2007 2009 2012 2013 2014 Valor por unidade adquirida pelo FGTS / Rendimento anual Domicílios particulares (Milhões de unidades) Valor por unidade adquirida pelo SBPE / Rendimento anual Valor do rendimento médio mensal domiciliar (R$) 2001 2003 2005 2007 2009 2012 2013 2014 População residente (Mil pessoas) 171.5 1.844 51.109 35.028 34.6 4.0 40 2.791 176.970 191.2 4.1 1.0 6.075 1.3 2.934 63.0 6.615 86.0 4.1 5.0 6. CBIC – dez/2014 .801 210.802 217.876 3.865 188.3 Valor financiado pelo SBPE para unidades adquiridas (R$) 58.669 2.900 15.628 75.6 50 2.163 198.3 30 1.909 Valor por unidade adquirida pelo FGTS / Rendimento anual 1.3 2.000 2.758 2.500 6.036 21.2 4.000 5.0 1.3 2.628 28.204 18.0 5.8 53 Fonte: IBGE – Dados disponíveis até Dez/2014.0 1.500 1.582 184.607 Valor do rendimento médio mensal domiciliar (R$) 1.138 80.2 4.500 4.056 2.611 74.806 198.8 2.503 1.2 4.109 Valor do rendimento médio ANUAL domiciliar (R$) 12.3 2.5 20 1.541 38.158 Valor por unidade adquirida pelo SBPE / Rendimento anual 4.

5% 4.4% 0.1% 4.715 *Inadimplência : Atraso de pagamento acima de 180 dias.034 Crédito Habitacional 502 Comércio 1.7% 4.2% dez/13 dez/14 0.0% 1.Crédito Habitacional Inadimplência do Crédito nos Setores Econômicos 5.0% 0.5% 17% do Crédito é destinado ao Setor 3.5% 3.4% 3.1% 2.2% realizadas com pessoas físicas ou cooperativas dez/10 habitacionais com a finalidade de construção.2% 2.9% Habitacional.368 Serviços 2.421 Indústria 395 1.1% 0.7% 1.6% 1.4% 1.8% 1. o que abrange as operações dez/09 3.8% dez/12 1. 2.7% 5.2% reforma ou aquisição de unidades residenciais.713 (R$ bilhões) 1.3% 2.8% 4. 2014 .0% Evolução Destinação do Crédito Setor público Habitação Rural Indústria Comércio Serviços Pessoas Físicas (RS bilhão) 3. 2.4% dez/11 2.234 Rural 944 298 Habitação 222 Setor público 154 99 dez/07 dez/08 dez/09 dez/10 dez/11 dez/12 dez/13 dez/14 dez/09 dez/10 dez/11 dez/12 dez/13 dez/14 54 Fonte : BCB – Dezembro.3% 3.3% 3.022 2. Pessoas Físicas 2.

mar-14 jun-14 ** Bons pagadores : Sem atraso ou set-14 atraso de pagamento abaixo de 15 dias. dez-14 30% 40% 50% 60% 70% 80% 35% 45% 55% 65% 75% mar-07 jun-07 set-07 dez-07 mar-08 jun-08 set-08 dez-08 mar-09 jun-09 set-09 dez-09 mar-10 jun-10 set-10 dez-10 mar-11 jun-11 set-11 Bons pagadores dez-11 mar-12 jun-12 set-12 dez-12 mar-13 jun-13 set-13 dez-13 55 mar-14 jun-14 set-14 dez-14 . 2014 jun-09 set-09 dez-09 mar-10 jun-10 set-10 dez-10 mar-11 Crédito Habitacional jun-11 Inadimplência set-11 dez-11 mar-12 jun-12 set-12 dez-12 mar-13 jun-13 set-13 dez-13 * Inadimplência : Atraso de pagamento acima de 180 dias. 0% 2% 3% 4% 5% 7% 1% 6% mar-07 jun-07 set-07 dez-07 mar-08 jun-08 set-08 dez-08 mar-09 Fonte : BCB – Dezembro.

Revogada pela Instrução Normativa RFB nº 1.435. O atividades imobiliárias atividades imobiliárias atividades imobiliárias atividades imobiliárias e lucro bruto da atividade Base de cálculo demais receitas imobiliária é tributado à medida do recebimento.00% 4.08% 0.47% 3. Crédito estimado em Somente unidade até R$ 3.13% 2. (Aumento de preço de R$85mil para R$100mil em Dezembro 2012) As demais receitas são As demais receitas são As demais receitas são tributadas pelo regime de tributadas pelo regime de tributadas pelo regime de .73% Comentários Adicionais Tributação por Tributação por Tributação por Possibilidade de constituição empreendimento sujeito ao empreendimento sujeito ao empreendimento sujeito ao de crédito sobre alguns Patrimônio de Afetação Patrimônio de Afetação Patrimônio de Afetação.00% 6. custos. Alíquotas 2.87% 1. .00% 1.25% IRPJ/CSLL Receita bruta recebida das Receita bruta recebida das Receita bruta recebida das Receita bruta recebida das Lucro contábil ajustado.0% TOTAL 6.53% 3.RET – Regime Especial de Tributação RET 6% RET 4% RET (vigente até 2012) (vigente a partir de 2013) RET 1% Lucro Presumido Lucro Real PIS/COFINS Receita bruta recebida das Receita bruta recebida das Receita bruta recebida das Receita bruta recebida das Receita bruta recebida das Base de cálculo atividades imobiliárias atividades imobiliárias atividades imobiliárias atividades imobiliárias atividades imobiliárias e demais receitas Alíquotas 3.08% 34.75% da receita recebida 100K e enquadrada no - PMCMV está sujeita a 1%.65% 9.92% 0. - tributação da incorporadora tributação da incorporadora tributação da incorporadora 56 Fonte: Instrução Normativa RFB nº 934.

Vestuário Transportes Indicador 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 Saúde e cuidados pessoais Despesas pessoais PIB Nominal (R$ trilhões) 2.dez/2015.8% 5.2% 0.4% 10.375 4.1% -3.7% 6.0% 53.4% 46.718 3.8% * Fonte: IBGE – nov/15 e BCB – out/15.6% 6.9% 7.2% 56.31/12/2015 .9% 1.0% 5% 4% 5.6% 0.4% 11.0% 6.8% 7.1% 6.9% 4.a) Taxa Básica de Juros – SELIC e Índice de Inflação – IPCA 25% Índice de Inflação – IPCA 7.5% 5.Relatório Focus .8% 44.dez/2015 * Estimativas: BCB .7% 8.7% 0.9% 3.4% 50.5% 5.1% 58.7% Comunicação Taxa de Desemprego (YTD) 10.713 5.1% 8.9% 11% 2.7% 5% 0% Alimentação e bebidas 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 jan-03 jan-05 jan-07 jan-09 jan-11 jan-13 jan-15 mai-04 mai-06 mai-08 mai-10 mai-12 mai-14 set-03 set-05 set-07 set-09 set-11 set-13 set-15 Habitacao Artigos de residência IPCA Taxa Selic Data base: Dez/2015.7% 15% 1.521 n.0% 12.8% 11.108 3.Perspectivas da Economia Brasileira Crescimento PIB (% a.7% 33.2% 0.8% 7.4% 57 Fonte dados: IBGE .328 3. BCB .0% 3.2% 7. Inflação (IPCA) * 3.3% 5.d Educação Crescimento do PIB Real * 4.8% 2.0% 5.0% 6.0% 1.4% 10.158 5.9% 8.8% 16% -0.2% 54.410 2.2% 11. FGV e CMN .5% 5.1% 5.8% INCC (12 meses) 5.2% 7.7% 0.4% 4.9% 1.1% 10% 18% 6% 4% -3.7% 6.0% 15.7% 1.1% 4.887 4.0% -0.7% Taxa Referencial .9% Crédito Bancário (% PIB) 30.TR (12 meses) 2.5% Taxa de juros média (Selic) * 15.4% 1.0% 9.5% 7.4% 40.out/2015.5% 8.3% 7.3% 12.0% 20% 11% 25% 4.0% 9.1% 6.2% 0.6% 3.3% 0.9% 6.

.Perspectivas da Economia Brasileira Um dos conceitos mais errôneos sobre a economia brasileira é que seu desempenho é fortemente dependente do mercado global de commodities. impostos.Commodities Ind. A afirmação é correta para o mercado acionário. Composição do Índice Bovespa. pelo Volume (1) Composição do PIB Brasileiro. considerando o PIB Jul/14 a Jun/15) . .Construção Civil Construção Ind.Manufaturados Indústria Serviços Serviços Agropecuária 70% 72% Nota: (1) Fonte: BM&F Bovespa (Jan a Abr 2016) 58 (2) Fonte: IBGE (excl. . por Setor (2) 7% 5% 3% 7% 5% 2% 3% Commodities 11% Ind. mas não para a economia real. .Utilities Utilities 15% Ind.

ÁREAS DE NEGÓCIO .

Comitê de Produção • Zelar pelo correto planejamento e controle da produção. para que as metas da Companhia sejam atingidas. Comitê Comercial e de Crédito • Definir a estratégia comercial e de crédito da Companhia. acompanhando e supervisionando o processo de gerenciamento de riscos • Composto por dois Conselheiros e três Diretores Executivo.Governança Corporativa . por mix de vendas. Comitê de Recursos Humanos • Avaliar e propor melhorias às políticas de desenvolvimento de pessoas. benefícios. treinamento. • Composto por dois Conselheiros. • Composto por três Conselheiros e dois Diretores Executivos. Comitê de Desenvolvimento Imobiliário • Definir estratégias de expansão geográfica das atividades da Companhia e de aquisições de terrenos. perfil da equipe. precificação. incentivos e retenção de talentos. • Composto por dois Conselheiro e por dois Diretores Executivos 60 . Comitê de Governança. dentre outros.Comitês Comitê de Riscos e Compliance • Avaliar e monitorar as exposições de risco da Companhia. composta. remuneração. Ética e Sustentabilidade • Zelar e disseminar o comprometimento da Companhia por uma gestão pautada pelos pilares de governança corporativa. dentre outros. sustentabilidade e ética empresarial • Composto por dois Conselheiros e três Diretores Executivas. quatro Diretores Executivos e um Diretor. mix de agentes de mercado. • Composto por dois Conselheiros e dois Diretores Executivos. avaliando os diversos fatores que precisam ser administrados e seus respectivos impactos.

%MRV (R$ bilhões) por Região Brasileira Dez/15 (R$) Distribuição geográfica do Banco de Terrenos Dez/15 (R$) % de Permuta (%MRV) % custo terreno / VGV Set/15 A redução da concorrência nos permitiu: Manter o % de permuta Pagamentos parcelados OTIMIZAÇÃO NO condicionados a aprovação FLUXO DE CAIXA dos projetos. 61 .Incorporação: Desenvolvimento Imobiliário – Banco de Terrenos Distribuição geográfica do Banco de Terrenos Land Bank .

Renda.Estratégia de Vendas 62 Fonte : Pesquisa realizada com clientes MRV – Data Popular . etc.Aquisição de Novos Terrenos . Preço 9% 24% .Desenvolvimento do Produto Estratégia voltada para o cliente .2011 . 23% Outros Expectativas.Incorporação: Estratégia de Desenvolvimento O que nossos clientes procuram? Pesquisa e Análise de Mercado Confiança na Facilidade de Construtora Pagamento Segurança 10% 9% 19% Qualidade dos Materiais Localização 7% Demografia.

GO – 2. PE – 860 unidades Taguatinga. DF – 2.748 unidades Cuiabá.256 unidades 63 .Incorporação: Localização do Banco de Terrenos e Projetos Recife. MT – 912 unidades Valparaíso de Goiás.

Produção: Novas Tecnologias Kit Hidráulico e Chicote Concretagem Porta Pronta Padronização. Mecanização e Processos Inteligentes Menor quantidade de mão de obra Menos resíduos Maior racionalização da produção Maior organização do canteiro Padronização de Projetos Parede de Concreto Laje Içada Maior Velocidade de produção Equipe estratégica de equipamentos Simplificação dos projetos Economicamente viável Maior sustentabilidade ambiental Aumento da segurança do trabalho 64 .

Produção: Mecanização das obras Grua Equipe Estratégica de Equipamentos Mecanização das obras Investimento de R$ 57.8MM em compras (desde julho de 2007) Mini carregadeira Manipulador telescópico 65 Data base: Dezembro 2015 .

%MRV (R$ milhões) Launches 2015 By Geographic Distribution (R$) 66 .Lançamentos (% MRV – R$ milhões) Launches 2015 By financing source (units) Lançamentos .

Vendas Contratadas (% MRV – R$ milhões) Vendas Contratadas 2015 Vendas Contratadas .%MRV(R$ milhões) Por fonte de financiamento (unidades) Vendas Contratadas 2015 Por Distribuição Geográfica (R$) 67 .

2 4 4.0 3.3 4.8 Nº trimestres 3.1 3.1 2.1 2.9 2 2.0 1 Duração do estoque 0 68 Vendas sobre Oferta= Vendas / (Estoque Inicial + Lançamentos) .6 3 3.3 3.Vendas Contratadas (% MRV – R$ milhões) Vendas Contratadas por período de lançamento Vendas Contratadas por período de lançamento Período de Vendas Contratadas %MRV (em %) Lançamento Antes 2009 2009 2010 2011 2012 2013 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 4T15 13% 3T15 5% 11% 2T15 8% 17% 8% 1T15 8% 13% 9% 7% 4T14 9% 19% 13% 9% 9% 3T14 10% 15% 6% 5% 5% 4% 2T14 5% 15% 10% 7% 7% 8% 7% 1T14 8% 15% 12% 9% 8% 7% 5% 5% 2013 27% 39% 25% 18% 14% 14% 15% 13% 14% 2012 33% 26% 18% 18% 12% 13% 13% 12% 10% 8% 2011 38% 41% 22% 15% 17% 16% 15% 13% 12% 11% 8% 2010 55% 43% 18% 15% 12% 13% 10% 10% 9% 6% 6% 4% 2009 45% 27% 9% 3% 5% 6% 6% 3% 3% 3% 2% 1% 1% Antes 2009 100% 55% 18% 10% 4% 4% 2% 2% 2% 1% 1% 1% 1% 1% TOTAL 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% Duração do Estoque Vendas sobre Oferta 5 4.1 3.

200. Cury.306 Loja Virtual 3. Tecnisa. dezembro/15 69 Outras: Rossi.000 0 ago-14 mar-15 mar-14 ago-15 fev-14 fev-15 dez-15 dez-14 abr-14 abr-15 nov-15 nov-14 mai-15 mai-14 jun-14 jun-15 jul-14 jul-15 set-15 set-14 out-14 out-15 jan-14 jan-15 MRV Outras Companhias (média) Fonte : Similar Web.000 800.000 1. 884 833 Lojas Próprias 801 760 748 706 58% * Período: 2015 mar/13 jun/13 set/13 dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 Própria Parceiro  85. PDG.400. Living. Direcional.162 1.000 200.624 3.397 3.600.344 3.000 % de Indicação MRV 1.800.Canais de Venda Força de Vendas Canal de Vendas Obs: As informações sobre equipes incluem funcionários 3.095 próprios e terceiros.153 1. .432 2.000 400.405 3.6 milhões de brasileiros com acesso à internet.077 Imobiliárias Parceiras 30% 2. Tenda.626 1. Cyrela. Even.349 1.  56% de Classe C tem acesso à internet Visitas ao Website Fonte: Portal EBC (Abr/2015) e L3CRM (Ago/2015) 1.601 3. Brookfield.000 1.201 1.788 3.000 600.639 1. Gafisa.000 1.730 2.000.686 12% 2.

6 milhões de Acessos no Portal conciliadas/mês de Relacionamento 2015 • + 3 Mil Novos contratos • + 640 Mil Projeção chamadas resgistrados/mês atendidas em 2015 • 295 Colaboradores • 130 Colaboradores • 260 mil clientes ativos Tecnologia da informação • R$ 86 milhões de investimento em Diretoria de CSC TI (5anos) • 10 Mil usuários de TI • R$ 4. • Mão-de-obra qualificada • Menor concorrência 70 • 285 Colaboradores.8 milhões de Views dos vídeos Menor • R$ 450 milhões Arrecadados /mês #MeuMundoMelhor. mais barato que outras capitais • 18 Mil Funcionários pagos/mês. .Estrutura Administrativa Eficiente Diretoria de Serviços Rel. digitalizados • 55 Mil Notas fiscais • Aluguel em Belo Horizonte é • 99 Colaboradores recebidas/mês.8 Bilhões em pagamentos • 15 milhões de documentos em 2015. G&A/ROL • + de 2 Mil Contas correntes do setor • + 3. Clientes e Especializados Comunicação Interna • + 4.

584 Seguidores no Twitter Reclamações: atendidas 0.700 Média Mensal de acessos únicos Atendimento MRV nas Mídias 55.230 Volume de chamadas 300.Relacionamento com Clientes #MeuMundoMelhor Portal de Relacionamento +4.400.138 Clientes que Ano #MeuMundoMelhor do Conexão MRV acessaram: 62.000 +154.837 Acessos Gerais : Views nos vídeos do Conexão MRV Views nos vídeos 2.40%* Média mês 580.000.322 Seguidores no Google + Ano 2015 Demandas solucionadas no 1º contato 90.7 milhões Curtidas no Facebook 71 *Reclamantes sobre a base dos clientes (5 anos) – Visão anual .34% Ano 2.

9%) 316 Auxiliares de Engenharia e Técnicos em Edificações Centro Oeste 461 estagiários 15 (6. gestores e coordenadores) possuem em média 9 anos empresa.262 terceirizados. nas seguintes localidades: 42 Coordenadores 291 Engenheiros Nordeste 38 (16.4%) 24.Equipe de Produção  Aproximadamente 26 mil pessoas dedicadas à Produção 10 Diretores  Os colaboradores que exercem cargos de liderança (diretores.916 demais cargos.0%) 72 .654 próprios e 10. Sul 27 (12. sendo 14.7%) Sudeste 145 (64. 21 Gestores  No momento temos 225 obras em andamento.

89% de pagamentos utilizando crédito em conta.952 funcionários próprios • Menor Custo de Operação gerenciados em folha.967 Unidades Liberadas em 2014 • 285 Colaboradores 16. 34 pagamentos a cada minuto Movimentação de 1 bilhão de reais no contas a pagar por mês Em 2014 houveram 63 mil atendimentos a fornecedores. 73 Dados de Agosto/15 .000 linhas de telefones móveis Entrada de 3800 notas fiscais por mês Gestão de 1000 solicitações de viagens por mês 200 veículos alugados Contas a Pagar 4800 documentos tramitados mesalmente 120 mil pagamentos por mês.CSC – Centro de Serviços Compartilhados Responsabilidade Social Fatos Relevantes .CSC Departamento Pessoal 30. 250 novos contratos de empreitada mês • Colaboradores Qualificados • Espaço de Trabalho Otimizado • Trabalho em Turnos Central de Notas Administrativo Recebimento de 29 Mil notas fiscais por mês Gestão de 3.

• Redes Sociais: Monitoramento e Colaboração (PODIO). • Estrutura de DATACENTER (interno e ATIVAS) com garantia de segurança da informação. • GED e BPM: Automação de processos e eliminação de papel. o prêmio As 100+ Inovadoras no Uso da TI 74é realizado pela IT Mídia em parceria com a Deloitte. • Desenvolvimento ágil. MRVCrédito e MRVDI Com mais de 270 empresas inscritas. MRVObras. MICROSOFT. entrega de chaves. APP do Cliente. Em parceria com a IDC. performance e disponibilidade dos sistemas. aliando velocidade na entrega e PREMIAÇÕES alinhamento com a estratégia. o prêmio IT Leaders elege as empresas que mais se destacaram durante o SOLUÇÃO MULTIPLATAFORMA INTEGRADA ano ao idealizar. . coordenar e implantar projetos • Sistemas de Classe Mundial Integrados: SAP. MELHORES PRÁTICAS DE GESTÃO • Priorização de projetos baseado no retorno para o negócio. ORACLE e IBM de tecnologia em total sintonia com os negócios • Desenvolvimento interno para potencializar diferenciais competitivos: da empresa e com a proposta de inovação.Tecnologia da Informação SEGURANÇA E CONTINUIDADE DO NEGÓCIO • Mobilidade: Assistência Técnica. • Automação da força de vendas: Sistema Comercial WEB Integrado ao BackOffice. MRVComercial.

SUSTENTABILIDADE .

0 88.2 Urbanização 49.7 Meio Ambiente 1.2 110.7 Saúde 3.2 4.3 1.8 10.8 0.Investimento Social R$ milhões 2011 2012 2013 2014 2015 Educação 11.7 2.2 1.4 0.0 0.6 13.3 83.8 76 .1 2.9 15.9 6.0 80.

.. para pesquisas.. 77 .todas as fiscalizações ficam disponíveis. .. online.Segurança e Saúde PODIO Supervisão diária das condições de trabalho de todos os colaboradores com relatório fotográfico e registro eletrônico integrado A rede social corporativa Pódio registra e acompanha as obras e alojamentos onde tenham funcionários e prestadores de serviço alojados. consultas e acompanhamento.

. 78 . já operamos mais de 112 escolas. Vacinação. Saúde Bucal. Saúde e Alfabetização A Contratação de Empreiteiros segue um POP – Procedimento Operacional Padrão com exigência de Campanhas documentação legal completa das empreiteiras. Desde 2012... Escolas de Produção da MRV → Qualificação de Mão de Obra Diálogo de Segurança Cursos de Formação e Capacitação Treinamentos constantes Canteiro da Educação Melhoria contínua Alfabetização 29 escolas de alfabetização / capacitação em operação nos canteiros de obra da MRV..Segurança..000 alunos. Prevenção Tuberculose.. Mais de 2.

Segurança e Saúde Certificação OSHAS 18001 .Saúde e Segurança do Trabalho Sistema de gestão em que a empresa certificada deve seguir orientações com relação aos procedimentos de saúde e segurança do trabalho A MRV aderiu em 2012 e é a única empresa de construção leve do País a aderir ao Compromisso Nacional e é a primeira em número de canteiros compreendidos no projeto 79 .

cultura. destinado a promover ações de responsabilidade socioambiental nas cidades em que atua. Criação de um grupo voluntariado para engajamento de colaboradores em causas sociais.com. capacitação profissional. saúde. Programa Escola Nota 10. Patrocínio ao Instituto Minas pela Paz. em Belo Horizonte.institutomrv. visando sempre o bem estar de todos os públicos com os quais interagimos.Responsabilidade Social Oficialmente lançado em dezembro de 2014. lazer.br/ 80 . Patrocínio ao projeto Criança Esperança. Implantação do Projeto MRV VIDA. o Instituto MRV atua com foco em investimentos em projetos e obras que envolvem educação. segurança no trabalho. Acesse o site: http://www. Patrocínio ao Junior Achievement – associação educativa sem fins lucrativos cujo objetivo é despertar o espírito empreendedor dos jovens.

Meio Ambiente IS0 14001 .Gestão Ambiental Sistema de gestão em que a empresa certificada desenvolve e controla procedimentos para itens relevantes na área de meio ambiente Mais de 611 mil árvores plantadas desde 2010* 81 *Em setembro/15 .

Meio Ambiente – Selo de Certificação

Certificação Lar Verde Lar e Obra Viva

A certificação de nossas obras tem os seguintes objetivos:

Padronizar e acompanhar a execução de ações sustentáveis nos empreendimentos
e canteiros de obras;
Aumentar a satisfação do cliente;
Ser uma construtora reconhecida como sustentável.

Os canteiros de obra deverão obrigatoriamente cumprir determinados itens para
serem certificadas

82

Meio Ambiente – Selo de Certificação

Itens obrigatórios para certificação

Lar Verde Lar Obra Viva
 Gestão de resíduos da construção e demolição – RCD
 Melhorias no entorno  Madeira plantada ou certificada
 Paisagismo  Educação ambiental dos empregados
 Local para coleta seletiva  Bicicletário
 Equipamentos de lazer, sociais e esportivos  Reaproveitamento de água da pia para o mictório
 Desempenho térmico - Vedações  Iluminação dos barracões de obra através de telhas translucidas
 Desempenho acústico - Vedações  Reaproveitamento de água da betoneira
 Adequação as condições físicas do terreno  Higienização de EPI’s
 Componentes industrializados ou pré-fabricados  Aproveitamento de água pluvial
 Concreto com dosagem otimizada  Execução antecipada do muro de divisa do empreendimento
 Orientação aos moradores
 Lâmpadas de baixo consumo
 Dispositivos Economizadores – Sistemas de Descarga
 Dispositivos Economizadores – Redutor de Vazão
 Dispositivos Economizadores – Sensor de Presença
 Coordenação modular da alvenaria

83

Sustentabilidade

Relatório de
Sustentabilidade 2014
www.mrv.com.br/mrvsustentavel

Participação MRVE3 no índice

1,69
1,55 1,53

1,53 1,05 0,99 0,93 0,93 0,93

0,45 0,46 0,33
0,95
0,43 0,50
0,35
mai-11

mai-12

mai-13

mai-14

mai-15
set-10

set-11

set-12

set-13

set-14

set-15
jan-11

jan-12

jan-13

jan-15

jan-16

Código de Conduta e
Canal Confidencial
Setembro/2015

Acesse o Código aqui

84

ADMINISTRAÇÃO .

A. em 1978. Vice-Presidente da Câmara do Mercado Imobiliário de Belo Horizonte na relação University of Pennsylvania em 1992.ITA. Presidente do Banco Agrimisa de 1988 a 1993. Souza também preside o Conselho de Administração da LOG Commercial Properties e Gestão. Sr. Coordenador de Engenharia e Diretoria Técnica. durante a sua vida profissional trabalhou em outras empresas de capital aberto: no Banco do Brasil como Diretor Executivo Financeiro Rafael Nazareth Menin Teixeira de Souza . em 1999. juntou-se à Eluma S. Ingressou na MRV Serviços de Engenharia Ltda. tendo adquirido larga experiência no setor imobiliário residencial e comercial. tendo ocupado o cargo de diretor-Presidente entre 2001 e 2011.A. É graduado em Engenharia Civil Administração. Totaliza 42 anos de experiência na área financeira em empresas públicas e Levi Henrique – 75 anos privadas..A. Adicionalmente. e da MAVC – Consultoria e Participações Ltda (2007-presente). sócio-fundador do Grupo MRV. onde chegou à posição de Diretor Superintendente da Divisão Mineira de 1967 a 1975. Econômica e de Negócios. Foi Diretor Executivo de Finanças no Banco Mercantil do Administração do Banco Intermedium desde a constituição desta companhia. e da Urbamais Properties e Participações S. foi Presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Secretário de Estado da Fazenda do Estado de Minas Gerais e. na condição de estagiário de Engenharia Civil. Atualmente ocupa o cargo de Diretor Presidente da MRV Engenharia e Participações S/A e é membro do Conselho de Administração da Urbamais Properties e Participações S.Administração MRV Conselho de Administração Rubens Menin Teixeira de Souza – 59 anos João Batista de Abreu – 72 anos Presidente do Conselho de Administração.. exercendo. onde alcançou a posição de Diretor da Fábrica de Amortecedores. estabeleceu a Geminids. Posteriormente. de Não-ferrosos. 86 . sócio-fundador do Banco Intermedium S. uma produtora de silício metálico (1998-2000). Fernandez integra o Brasil (2000-2007). Diretor Executivo do S. anos.. na qualidade de técnico especializado. Graduado em engenharia pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica . Aurélio de Vasconcelos Cançado – 65 anos Indústria e Comércio Ltda. tendo exercido o cargo de Diretor Presidente da MRV até março de 2014. sua empresa de consultoria em gestão empresarial. Permaneceu nessa empresa durante 8 anos. finalmente. Foi em 1978.. Gerente da Companhia Siderúrgica Belgo. em 1981. entre 1985 e 1993. Vice. com especialização nas áreas (BDMG) e. Sr. Durante este período ocupou os cargos de Engenheiro de Obras. tendo exercido os seguintes cargos: Presidente das financeiras Intermedium e Credicon de 1994 a 2001. ocupando cargos executivos em várias instituições. Profissional com experiência de mais de 35 anos nos mercados financeiro e de com as construtoras e o Sindicato da Construção Civil de 1999 a 2002.A.A. Em 1994. pós-graduado em Administração Financeira pela Graduado em direito pela Faculdade de Direito Milton Campos. Metalpó Indústria e Comércio Ltda. Administrativas e Contábeis da FUMEC em 1974. É graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Minas Gerais É graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). em 1959. vinculado ao Ministério do Planejamento. e Presidente do Conselho de Administração desde a constituição desta Ingressou no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Planejamento e Coordenação da Presidência da Fernando Henrique da Fonseca – 75 anos República. Posteriormente. (CENIBRA). durante dezessete anos.. Sócio-diretor Conselho de Administração da LOG Commercial Properties S.35 anos e de Serviços (1985-1987). Foi eleito membro do Conselho da Administração da MRV em Assembléia Geral Extraordinária de 20 de fevereiro de 2015. Diretor Presidente na Eletrosilex S. cargo que exerce até a presente data.A. É professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ) e Instituto Militar de Engenharia (IME). em 1994.presente). e Protendit Marco . trabalhou como Diretor Superintendente nas empresas LaFonte Fechaduras S. Orçamento e companhia. permanecendo nessa empresa por 19 Conselho de Política Financeira do Estado de Minas Gerais de 1983 a 1985. em 1994. É Conselheiro da Celulose Nipo-Brasileira S. pela Universidade Federal de Minas Gerais em 2003. É graduado em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Marcos Alberto Cabaleiro Fernandez. acumula o cargo de Diretor-Presidente destas empresas. e mestre pela FGV. Logo após a graduação foi trabalhar na Cofap Presidente do Banco BEMGE de 1987 a 1988.A. É sócio fundador e membro do Conselho de capitais.A. membro do conselho de administração da Araújo Fontes. na Eletrosilex como Presidente (1997-1998) e na MRV (2008-presente) como Conselheiro de Foi eleito na reunião do Conselho de Administração realizada em 08 de março de 2010. uma empresa do ramo de Corporate Finance e fusões e aquisições (2007.A. Vice Presidente Executivo do Banco BMG S/A Financeira. – 64 anos Econômicas. Secretário Executivo do Ministério da Fazenda. É sócio fundador da Construtora Becker Fundação João Pinheiro/Columbia University em 1975 e especializou-se em finanças na Wharton School of the Cabaleiro em 1977 e da CVG em 1986. Planejamento. Após carreira no setor público federal. os cargos de Chefe de Assessoria Econômica do Ministro do Urbamais Propoerties e Participações S/A.

em Foi eleita para o cargo de Diretora Executiva Jurídica da nossa Companhia na reunião do Conselho de Administração Belo Horizonte. tendo assumido a Vice-Presidência de Desenvolvimento Imobiliário em 2005. Foi Diretor da Supervisor de Engenharia em 1989.A.ABA. Conselho de Administração realizada em 24 de janeiro de 2007. Coordenadora de Departamento Jurídico. Iniciou sua vida profissional em 1980 no Grupo MRV como Técnico de Edificações. desenvolvimento de novos negócios e estratégia corporativa.45 anos cargo de Diretora Executiva Jurídica da MRV Engenharia e Participações S/A e membro do Conselho de Administração da Foi eleita para o cargo de Diretora Executiva de Administração e CSC da Diretoria Executiva da Companhia na reunião do Urbamais Properties e Participações S. Assistente Jurídico.Diretor Presidente – Região I . Tem um MBA em Administração realizada em 02 de junho de 2006. É graduada em Direito pela Faculdade Milton Campos em 2001 e pós graduada em De 1987 a 1988.A. ascendendo a Metropolitanas Unidas. em São Paulo. nas áreas técnicas. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais Finanças no IBMEC MG em 2003. tendo como último cargo o de diretor tesoureiro para o Brasil. MBA em Administração realizada em 02 de junho de 2006. Homero Aguiar Paiva . Foi José Adib Tomé Simão . É membro do Conselho de Adiministração da LOG Commercial Properties S. foi assessor especial do Ministro-Chefe da Secretaria de Planejamento e Coordenação da Presidência da Direito da Economia e da Empresa pela FGV em 2003. financeira e contábil. Foi eleito para o cargo de Diretor Executivo de Crédito Imobiliário da Diretoria Executiva da Companhia na reunião do Conselho de Administração realizada em 02 de junho de 2006.ADVB e Presidente da Comissão de Varejo dessa associação. É palestrante de Presidência de Produção. É graduada em Ciências Contábeis.35 anos Vide “Conselho de Administração”.Diretor Executivo de Produção – 54 anos Foi eleito para o cargo de Diretor Executivo de Produção da Diretoria Executiva da Companhia na reunião do Conselho de Eduardo Paes Barretto . realizada em 04 de maio de 2010. Ingressou na ocupa o cargo de Diretor Presidente Regional do Sul e Estado de São Paulo da MRV Engenharia e Participações S. É membro efetivo da Comissão de Advocacia Corporativa da República.Diretor Executivo Comercial – 58 anos Administração realizada em 02 de junho de 2006. 87 . Superintendente Jurídico e Gestora Executiva Jurídica. Em 1996 passou a ser Diretor Técnico e desde 2004 é seu responsável pela Vice Associação de Dirigentes de Vendas do Brasil . Trabalhou até janeiro de 2007 na RM Sistemas. De 1973 a 1986. pós-graduada em Recursos Humanos e em Sistemas de Informação. De 1990 a 2000 trabalhou no JPMorgan.FUMEC em 2000. Atualmente sócio do Banco Pactual de 2000 a 2003. É graduado em Engenharia Civil pela Escola de Engenharia Kennedy em 1993. É graduado em engenharia civil em 1969 pela Faculdade de Maria Fernanda Nazareth Menin Teixeira de Souza Maia . Cobrança. pela Sociedade Mineira de Engenharia .A. Foi eleito para o cargo de Diretor Executivo de Desenvolvimento Imobiliário da Diretoria Executiva da Companhia na pesquisas de mercado. e da Urbamais Properties e Paticipações S.MG. em 1997. recentemente vendida à Totvs S. coordenação e operacionalização da venda de imóveis.Faculdades Gestão de Negócios pelo IBMEC/BH em 2000. foi diretor da filial da Delphos Engenharia S. É graduado em Administração de Empresas pela FMU . Foi de Engenheiro de Obras.MG em 1984 e pós-graduado Foi eleito para o cargo de Diretor Executivo Comercial da Diretoria Executiva da Companhia na reunião do Conselho de em Engenharia de Qualidade e Produtividade em 1991. Foi Diretor Operacional da Companhia Brasileira de Distribuição . reunião do Conselho de Administração realizada em 02 de junho de 2006. Rafael Nazareth Menin Teixeira de Souza .. tendo adquirido larga experiência no setor imobiliário residencial. na condição de estagiária de Departamento de diretor administrativo a partir de 1999. com especialização em Administração Mercadológica e Marketing pela FGV e ESPM. Companhia em março de 2006. Colabora com as empresas do Grupo MRV desde Hudson Gonçalves de Andrade .Diretora Executiva de Administração e CSC . Ingressou na MRV Serviços de Engenharia Ltda. Em 1972 foi professor da antiga Escola de Engenharia Kennedy. sediada em Belo Horizonte. É graduado em Engenharia Civil pela Fundação Mineira de Educação e Cultura.Diretor Executivo de Desenvolvimento Imobiliário – 55 anos setembro de 2000 como responsável pela política comercial. De 2003 a 2006 foi sócio da Perfin Administração de Recursos.A. Ingressou na MRV Serviços de Engenharia Ltda.Diretora Executiva Jurídica – 36 anos Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais. Coordenador de Obras e de Diretor de Produção das regionais Campinas e São Paulo. em 1993. Iniciou em 1989 seu vínculo com o Grupo MRV. nas áreas administrativa. cursos e seminários da Associação Brasileira de Anunciantes . pós-graduada em Gestão Financeira e Negócios Internacionais pela Fundação Dom Cabral.A. administrativa e comercial.Grupo Pão de Açúcar de maio de 1986 até julho de 1993. Atualmente ocupa o Júnia Maria de Sousa Lima Galvão . passando a seu OAB/MG. Durante este período ocupou os cargos de estagiária de Departamento Jurídico. É formado em Engenharia Civil na PUC .Diretor Executivo de Crédito Imobiliário – 69 anos nomeado Diretor de Projetos em 2000. na condição de estagiário de em 1980 e pós-graduado em Finanças pela FGV em 1986. Ingressou no Grupo MRV em 1987 como engenheiro.A. de 1996 a 2006. Trabalhou de 1982 a 1990 no Lloyds Bank como Gerente de Engenharia Civil.Administração MRV Diretoria Executiva Eduardo Fischer Teixeira de Souza .. tendo sido responsável e procuradora da RM Sistemas por 10 anos. Durante este período ocupou os cargos Tesouraria.Diretor Presidente – Região II – 42 anos Leonardo Guimarães Corrêa – Diretor Executivo Financeiro – 58 anos Foi eleito para o cargo de Diretor Presidente – Região II na reunião do Conselho de Administração realizada em 27 de Foi eleito Diretor Executivo Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia na reunião do Conselho de março de 2014.

FINANCEIRO .

0% ↑ imóveis LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 180 200 146 10.7% ↑ (78) (54) 45.9% ↑ 371 599 38.2% ↑ 8.8% ↑ 4.7% ↑ 519 677 23.7% ↑ 0.307 1.9% ↑ (341) (246) 38.059 16. ↑ 2.8% 12.134 7.p.7 p.p.2% 14. Equivalência Patrimonial ) 16.8% ↓ 7.9% 15.9% 15.7% ↑ 566 483 17.3% ↓ 22.1% ↓ 2. 3T15 x Var.217) 12.0% ↑ 34 20 68.1 p.p.4% ↑ Receitas financeiras provenientes dos clientes por incorporação de 21 22 9 4.1% ↓ 127.5 p.491) (2.7% ↑ (71) 237 130.6% ↑ LUCRO DO PERÍODO 153 172 141 10.2% ↑ 408 617 34.8% 0. ↓ 0.3% ↓ Margem EBITDA 14.8% ↑ 442 638 30.1% ↑ (77) (39) 97.1% ↓ 6.3% ↑ 3.0% ↑ 91.8% ↓ 98.3% ↑ Margem Bruta 31. 3T15 x Var.9% ↓ 370.3% ↑ Outras (despesas) receitas operacionais.4% 16.3% ↓ 22.5% 9.5% ↑ 495 720 31.2% ↑ CUSTO DOS IMÓVEIS VENDIDOS (831) (925) (815) 10.5% ↓ 10. ↑ 13.8% ↓ 5.1% ↓ LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO 127 149 119 14.1% ↓ RESULTADO FINANCEIRO Despesas financeiras (16) (22) (32) 30.0 p.205 1.5% 20. Equivalência Patrimonial) 197 220 178 10.1% ↑ Encargos financeiros incluídos no CMV 34 34 31 0.8% ↑ Resultado em participação societária (27) (29) (18) 6.063 842 26.4% ↑ 97 92 5.4% ↓ 7.6% ↓ 27 29 6. ↑ RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS Despesas comerciais (119) (113) (97) 5.7% 0.2% ↑ EBITDA 171 192 160 11.923 1. 3T15 x Var.7% ↑ 519 677 23.p.9% 27.8 p. ↓ 0.5% 2.299 10.p. 9M15 x em R$ milhões 3T15 2T15 3T14 9M15 9M14 2T15 3T14 9M14 Lucro antes dos impostos 180 200 146 10.p.9% 0.9% 23. ↓ 0.8 p.1% ↑ (2.2% ↓ Resultado Financeiro (52) (51) (27) 2.3% ↓ Receitas financeiras 47 51 50 9.2% 28. ↑ 29.8% ↓ Var.361 0. ↓ 11.p.6 p.7 p.4% ↑ LUCRO BRUTO 374 382 319 2.p.4 p.4% ↑ 68 44 55.6% ↑ (202) (180) 12. ↑ 15. 9M15 x em R$ milhões 3T15 2T15 3T14 9M15 9M14 2T15 3T14 9M14 RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 1.3% ↓ Depreciações e Amortizações 10 9 10 3.1% ↑ 13.7% 14.5 p.3% ↑ 22.4% ↑ 48.2% 8. 3T15 x Var.1% 0.8% ↓ 6.1% ↑ 28.p.p.p.6% ↓ 6.1% ↑ 89 Margem EBITDA Ajustada (ex.3% ↓ Imposto de renda e contribuição social (26) (28) (6) 6.1 p. ↑ .p.2% 1.4 p.0% ↓ Margem líquida 11.1% ↓ 144 123 17.2% ↓ 17.9% ↓ 8.0% 29.2% 11.7% ↓ LUCRO ATRIBUÍVEL A PARTICIPAÇÕES NÃO CONTROLADORAS 11 12 6 11.6% ↑ Despesas gerais e administrativas (72) (69) (63) 4.7% ↓ (64) (89) 28.2% ↑ (149) (78) 91. líquidas (29) (23) (23) 27.3% ↓ 51.Demonstração do Resultado Consolidado (R$ milhões) (CPC 19 – IFRS 11) Var. ↓ LUCRO BÁSICO POR AÇÃO 0.322 0. ↓ EBITDA Ajustado (ex.555 3.9% ↑ LUCRO LÍQUIDO ATRIBUÍVEL AOS ACIONISTAS DA CONTROLADORA 142 159 135 10.334 30.0% ↑ 1.

764 4.018 0.895 2.471 6.383 0.7% ↓ Empréstimos. Set/15 x Var.5% ↓ PASSIVO NÃO CIRCULANTE Estoques (Imóveis a comercializar) 2.6% ↑ Impostos diferidos passivos 46 56 57 17.761 2.6% ↑ Total do Patrimônio Líquido 5.192 2.8% ↑ Aplicações financeiras (Títulos e valores mobiliários ) 143 133 195 7.9% ↑ 9.371 1.4% ↑ Impostos diferidos passivos 72 70 79 1. financiamentos e debêntures 874 1.3% ↑ Imobilizado 109 109 79 0.0% ↑ 31.8% ↓ 20.5% ↑ Adiantamentos de clientes 826 879 759 6.383 0. 0.8% ↓ 0.1% ↑ 80.Balanço Patrimonial Consolidado (R$ milhões) (CPC 19 – IFRS 11) Var.8% ↓ 29.547 1.7% ↑ Contas a pagar por aquisição de terrenos 375 360 276 4.621 4.2% ↓ 38.7% ↓ 37.306 1.6% ↑ - Clientes por incorporação de imóveis 2.0% ↑ Fornecedores 263 294 251 10.7% ↑ NÃO CIRCULANTE Clientes por incorporação de imóveis 1.7% ↑ Estoques (Imóveis a comercializar) 2. trabalhistas e tributários 73 67 40 8.4% ↓ 4.4% ↓ 33.546 2.1% ↑ PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio líquido atribuível aos acionistas da Controladora 4.853 9.7% ↑ 10.7% ↑ 36.7% ↑ 33.4% ↓ Provisão para manutenção de imóveis 96 94 88 1. Set/15 x Var.0% ↑ 11.9% ↓ 10.5% ↓ 10.688 0.1% ↓ Total do ativo não circulante 4.7% ↓ 7.1% ↓ 7.2% ↑ Outros ativos não circulantes 66 69 48 4.6% ↓ 0.701 2.4% ↑ Empréstimos.9% ↑ Outros ativos 51 48 38 5.3% ↓ Despesas antecipadas 38 37 55 0.371 3.2% ↓ Obrigações sociais e trabalhistas 142 134 130 6.480 1.6% ↑ 26.6% ↑ Outras contas a pagar 26 18 14 40.6% ↓ - Créditos com empresas ligadas 87 83 56 4.4% ↑ 84.6% ↓ 32.7% ↑ Participações em controladas e controladas em conjunto 767 798 856 3.5% ↓ 1254.8% ↓ Clientes por prestação de serviços 6 6 1 2.7% ↑ Total do passivo circulante 2.014 991 13.9% ↓ Outras contas a pagar 13 13 13 0. Set/15 x Var. 17.9% ↓ Contas a pagar por aquisição de terrenos 980 873 666 12. financiamentos e debêntures 1.907 2.1% ↑ 6.049 1.6% ↓ Contas a pagar por aquisição de investimento 39 39 . Set/15 x ATIVO 30/09/2015 30/06/2015 30/09/2014 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 30/09/2015 30/06/2015 30/09/2014 Jun/15 Set/14 Jun/15 Set/14 CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 1.7% ↑ TOTAL DO ATIVO 11.5% ↑ 497.195 10.480 3.4% ↑ Obrigações fiscais 47 50 71 6.674 4.2% ↑ Provisões para riscos cíveis .9% ↑ Adiantamentos de clientes 708 695 577 1.9% ↑ 22.667 7.1% ↑ Total do passivo não circulante 3.414 1.604 6.0% ↓ Total do ativo circulante 6.648 4.5% ↑ Contas a pagar por aquisição de investimento 41 50 .0% ↑ TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 11.448 1.8% ↓ 11.8% ↑ 9.906 4.0% ↑ 0.300 5.047 4.4% ↑ 53.3% ↑ 47.236 2.119 11.7% ↓ 7.8% ↓ 13.7% ↓ 3.577 8.3% ↑ Participações não controladoras 283 285 281 0.038 1.4% ↑ 9.395 3.119 11.1% ↑ 90 .7% ↓ 11.0% ↓ 8.7% ↓ Despesas antecipadas 42 43 3 1.123 2.521 5.195 10.9% ↑ 6.0% ↑ Provisão para manutenção de imóveis 37 36 33 1.7% ↑ 30.695 0.7% ↑ Tributos Correntes a Recuperar 189 181 213 4.4% ↑ Intangível 84 80 75 5.394 1.1% ↑ 12.2% ↑ 35.

- Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento (28) (58) 51. (35) 100.7% ↑ Aumento (redução) nos passivos operacionais (124) 6 2218. 153 (384) 139.3% ↓ (311) (254) 22.5% ↑ Redução (aquisição/aporte) em investimentos 5 (15) 131.6% ↑ Distribuições a acionistas não controladores . 3 1 213.6% ↑ (1.9% ↑ CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA No início do período 1.2% ↑ 233 63 271.394 1. líquidas (13) 7 288.038 32.7% ↓ nas atividades operacionais Redução (aumento) nos ativos operacionais 197 (24) 908. .3% ↑ (256) (65) 293.038 32.8% ↑ 442 638 30. 9M15 x Consolidado (R$ milhões) 3T15 3T14 9M15 9M14 3T14 9M14 1T12 FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO 153 141 8.4 100.3% ↑ 922 633 45.5% ↑ Ações em tesouraria .6% ↓ AUMENTO (REDUÇÃO) LÍQUIDO NO CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (23) (1) n.7% ↓ Ajustes para reconciliar o lucro líquido do exercício com o caixa aplicado 75 63 18.8% ↓ FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Recebimento pela emissão de ações .0% ↓ (39) (195) 80.0% ↓ Valores recebidos de empréstimos e financiamentos 254 158 60. - Amortização de empréstimos .371 1.1% ↑ 1. . financiamentos e debêntures (537) (259) 107. 0. 3T15 x Var.3% ↓ Dividendos pagos .3% ↑ Adiantamento de Empresas Ligadas 0 . .217 1. .0% ↑ Transações de Capital 0 0 93. .2% ↓ Aquisição de ativo imobilizado e intangível (18) (38) 53.039 34.088) 6. (171) (141) 21. .8% ↓ 358 30 1088.8% ↓ 24 87 72. .4% ↑ 731 371 97.1 (0.0% ↓ Adiantamentos a empresas ligadas (193) (12) 1539.3% ↑ Recebimento de empresas ligadas 193 13 1351.154) (1.6% ↑ 242 (43) 666.0% ↓ (68) (59) 14. .0) 433.Demontração do Fluxo de Caixa Consolidado (R$ milhões) (CPC 19 – IFRS 11) Var.0% ↑ Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais 301 185 62. 3 .8% ↑ (471) (793) 40. .6% ↑ Recebimento por Debêntures .423 14.a. .9% ↓ 0.0% ↓ Recebimentos pelo exercício de opção de ações . - Caixa líquido (utilizado nas) gerado pelas atividades de financiamento (296) (129) 129. (28) . .0% ↑ 91 .1% ↓ (36) (4) 885.371 1. .1% ↓ (107) 38 378.3% ↑ FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Redução (aumento) em títulos e valores mobiliários (6) (6) 11.0% ↑ 1.4% ↑ Pagamento por aquisição de controlada (10) . .7% ↓ (13) 13 197.4% ↓ No fim do período 1.

LOG COMMERCIAL PROPERTIES .

de Private Equity Presente em … retomada dos 26 cidades Entrega do 1º investimentos e 9 estados Emissão galpão em da 2ª Criação da Contagem .300 Presente em 11 Presente em 3 cidades e 4 estados cidades e 2 estados 750 51 113 32 2008 2009 2010 2011 2012/13 .Histórico LOG Commercial Properties Emissão FIP MPLUS da 5ª Debênture 2º Rodada Private Equity Emissão da 3ª Debênture Emissão Mudança do nome da 6ª Emissão Debênture da 4ª Acordo de permuta Registro na Debênture Shopping Contagem Categoria B 1ª Rodada na CVM.MG Debênture MRV LOG Emissão da 1ª Debênture + 500 empregados nos canteiros de obra Evolução do Valor de Mercado da LOG: Presente em 18 (R$ milhões) cidades e 8 estados 1.

desde a aquisição do terreno até a entrega do projeto Multilocatários Projetos em módulos Arquitetura flexível Prazo de locações de 2 a 10 anos Shopping Centers Strip Malls Loteamentos Industriais 100% Greenfield 100% Greenfield 100% Greenfield Shoppings completos Centro comerciais regionais Pleno controle do ciclo.O negócio da LOG Commercial Properties Complexos Logísticos 100% Greenfield Pleno controle do ciclo. desde a Operados por companhias aquisição do terreno até a entrega especializadas do projeto .

CE LOG Hortolândia Hortolândia-SP LOG Juiz de Fora Juiz de Fora .MG LOG São José dos Pinhais São José dos Pinhais -PR LOG I .LOG – Presença nacional Presente em 25 cidades e 9 estados Shopping Contagem Contagem-MG LOG Fortaleza Maracanaú .Contagem LOG Goiânia Goiânia-GO 95 .

construção e administração de seus ativos . Nosso modelo integrado é único no mercado. desde a identificação da área até a entrega do empreendimento. Criação de ativos – Modelo de negócios integrado Complexos Logísticos Identificação da Ambiente altamente competitivo Experiência demanda Time dedicado de profissionais Galpões Estratégia de multilocatários Time dedicado para captar novas Aquisição do oportunidades terreno Ampla base de dados compartilhada com a MRV Know-how e experiência Construção Sinergia com a MRV Redução de custos pela aquisição Escritórios de materiais com a MRV Players Financeiros & Fundos de Pensão Entrega do Estratégia de multilocatários para projeto maximizar retornos Estratégia de varejo Administração dos locatários Desenvolvimento Administração Condomínios administrados por Aquisição empresas especializadas A LOG Commercial Properties controla todo o ciclo de desenvolvimento.Modelo de negócios integrado Possuímos ampla experiência na geração de negócios e desenvolvimento de ativos.

Cobertura nacional: one-stop-shop para clientes que buscam soluções logísticas LOG Jundiaí Perspectiva Real LOG Jundiaí (foto aérea) Perspectiva Real LOG Jundiaí (foto aérea) Modelo de negócios 1m 2m 3m 4m 13m 14m 15m 21m 18m 16m 17m 19m 20m 22m 23m 10 a 25 anos Negociação comercial Construção Operação/administração Aquisição do terreno (negociação com potenciais locatários) e aluguéis Desenvolvimento Curva Estimada de Ocupação dos Galpões LOG Projeto 1º TRI 2º TRI 3º TRI 4º TRI Galpões 0% 30% 60% 90% . Experiência na aquisição de terrenos + multilocatários IV. Experiência no mercado de centros de distribuição – 35 anos de experiência no Brasil e exterior Estratégia de III. Baixo custo e cadeia de suprimentos integrada V.Modelo dos complexos logísticos .Galpões Fatores de sucesso: I. Forte demanda e falta de infraestrutura nacional e de qualidade disponível II.

837 Farmacêutico Eletrodomésticos e eletroeletrônicos Materiais promocionais Correspondências Dez-13 Dez-14 Set-15 E-commerce Artigos para bebês Vencimento dos Contratos Cosméticos e Perfumaria Construção Civil Outros Produtos Químicos Educação Equipamentos e Mobiliários para Bancos Livros.033 Alimentos e bebidas Automotivo 235. variam de 2 à 10 anos com prazo médio de 54 meses. jornais e revistas Inadimplência Líquida Os contratos de locação atuais da Log. Alguns locatários da LOG: . Os contratos de locação são indexados ao IGPM ou ao IPCA e possuem revisão contratual a cada 3 anos.Atividade Comercial Composição da Carteira de Locatários de Galpões por segmento de atuação (em ABL m²) Backlog – em R$ mil 408.621 Bens de consumo 327. 1 locação atípica modelo Built to Suit (BTS).

venda de SPE. como venda de terreno. Receita Operacional Líquida Lucro Líquido Ajustado* (em R$ mil) (em R$ mil) EBITDA Ajustado* FFO Ajustado* (em R$ mil) (em R$ mil) * Não considera os resultados das transações não recorrentes. . e efeito do Fair Value.

067 Qualidade e localização diferenciadas em atenção 131.Crescimento da LOG Portfólio (em ABL. 108.566 1.460 2009 2010 2011 2012 2013 2014 1ª Rodada de Estabilidade/Reciclagem Private Equity ABL Construído (em ABL. 31.058 1. 120.945 ao crescente mercado brasileiro.057 902.966 Alta Capacidade de crescimento e identificação de novas áreas. 100%) 222.970 Equipe de construção experiente e com escala para 121.797 126. %LOG) 1.060 2010 2011 2012 2013 2014 .519 .751 crescimento e controle de custos. %LOG) 231. 15.914 1.045.317.408 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Verticalização 2ª Rodada de Private Equity ABL Locado Bruto (em ABL.690 207.400.358.017 13.

.% LOG (em ABL m2) ..Evolução do Portfólio Evolução Portfólio Existente .. em 2011 Portfólio LOG em 30/09/15 ES BA SE BA CE 3% 2% GO 7% 3% 1% RJ PR 9% MG RJ 6% GO 2% 24% 7% SP 9% CE ES ES PR 8% 30% 5% 3% 7% SP 51% RJ 12% GO PR MG SP 8% MG 14% 11% 24% 53% ... em 2010 . em setembro de 2015 a LOG possuía 80% do seu Portfólio aprovado 4% 4% Não aprovado 89% 88% 20% Aprovado 80% Distribuição Geográfica (em ABL) ...

132 m² ABL: 40.492 m² ABL: 17. em CE taxas de retorno aos acionistas em GO ABL: 17.342 set-14 dez-14 mar-15 jun-15 set-15 set-14 dez-14 mar-15 jun-15 set-15 Alguns Projetos entregues até 30/09/15 Drivers de geração de valor da LOG LOG I.%LOG 661. em LOG São José Contagem/MG dos Pinhais. no alta capacidade ABL: 58.443 542. G3.1 bilhões LOG Hortolândia. na BA ABL: 53. LOG Feira de em SP Santana.002 641.065 589. LOG Fortaleza.725 m² 102 .929 m² LOG Goiânia (G1. entrega de maiores G2.927 657.365 m² ativos avaliados em 30 de setembro de 2015 em R$2.417 m² PR compressão de Cap Rate ABL: 24.423 604. G7 e G8).898 649.404 655.%LOG (em m²) .184 593.864 616.Evolução dos Indicadores Operacionais ABL Construído Acumulado ABL Entregue (em m²) .

380 5% 235.064. apenas galpões) VGV: Valor Geral de Vendas Portfólio LOG: .135 (base 30-09-15.515.826 m² em média médio de ABL em média . de VGV %LOG Projeto ABL locado = aproximadamente 5..R$/ABL/Mês Vacância Física do Portfólio (Estimada) por Segmento (%) 56.93 m² em média (m²) Vendas (mês) (R$ mil) por locatário Loteamento 1.46 7% 7% 16. de conveniência) com com 14.38 10% 30. atualmente possui 30 + 7 Strip Malls (Centros + 2 Shoppings Centers complexos logísticos.485 m² de ABL com 40.Ciclo operacional Preço Médio do Portfólio ..93 Galpões Strip Mall Shopping Center Galpões Strip Mall Shopping Center Comercialização do Loteamento Betim (em m² e R$ mil) Área Comercializável %LOG Veloc. .678 m² de ABL um total de 3.

.515 Inventário Condomínios Industriais (m²) Inventário Condomínios Industriais (m²) Inventário Condomínios Industriais (m²) Por PIB (US$ milhões) Por População (# habitantes) por Extensão Territorial (km²) Crescimento Potencial 0.770 3 9. R$ 42 bilhões próximos anos.032 Crescimento Potencial a ser Explorado 0.O contexto mundial e potencial de crescimento do mercado brasileiro Inventário Condomínios Industriais + Galpões Isolados (mil m2) PIB (US$ bilhões) Extensão Territorial (mil km2) O Contexto Global 1 16. . PAC/PAC2. principal tipo no Brasil.958 3 2..001 1 2 3 O mercado brasileiro de Orçamento para Elevados índices relativos O modal rodoviário é o logística e infraestrutura Infraestrutura de estradas de crescimento dos BRICS.261 2 1.246 1 8.023 0. possui grande potencial de 2013-2016 . crescimento.373 2 1. previstos de eventos esportivos Nos com quase 60% do total.

1% França 71% Russia 72% Bélgica 77% EUA 81% 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Desafios: Segundo a consultoria McKinsey.1% Brasil 38% 5.Crescimento do consumo no Brasil Crescimento da economia e da renda da população vêm O e-commerce no Brasil ainda engatinha e possui enorme Fontes: CIA World Fact Book. potencial de expansão.0% 4. além do Fomento à infraestrutura logística para crescimento do consumo esperado de 7%-8% desenvolvimento dos mercado de bens de consumo na região Sudeste.McKinsey 6. A desenvolvimento região Nordeste deverá crescer cerca de 11% Alinhamento de ao ano nos próximos 10 anos.9% Fonte: iConsumer 2012 .2% Média: 5.5% Espanha 66% 4. o mapa do crescimento do mercado consumidor no Brasil deve se Identificação de oportunidades em mercados em concentrar fora dos grandes eixos e capitais.7% 5. CBRE e World Bank contribuindo para o mercado de bens de consumo.1% 3. % de consumidores que realizaram compras Crescimento real do consumo da população (% a/a) online nos últimos três meses (2012) 6. estratégia Estados nos quais a LOG possui projetos em seu portfólio .4% 4.

o Brasil apresentou inventário Forte demanda e as taxas de absorção construção será representada por 90% na região Sudeste e existente de condomínios logísticos classe A de 10. .4 8% 2011 2012 1T13 2T13 3T13 4T13 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 Fonte: Colliers Market Report A entrega do inventário em Totalizando as cinco regiões.17* 9.5 milhões de Condomínios elevada são indicadores do mercado com 10% nas demais regiões do Industriaism² ante 9. .9 Sul 3.2 5. Nordeste 11% Centro-Oeste Evolução do inventário no Brasil (m² milhões): 1% 7.7 5..1 8.1 milhões de m² no segundo trimestre de 2014.4 7* 78% 7.8 Sudeste 7.6 9.2 7.5 9.O mercado de condomínios industriais atual O mercado brasileiro de condomínios industriais é altamente concentrado na região sudeste.Preço país.4 10. oportunidades para expansão e novos negócios. com 78% do total.37.0 7. o mercado de 2% condomínios industriais se expandirá.4 7.. sendo essas regiões Inventário em Médio (R$/m²/mês) Construção (m²) elevada liquidez.7 3..8 8.4 9. As demais regiões do país carecem de áreas comerciais/industriais e com os investimentos em Norte infraestrutura sendo feitos nestes Estados.

654 mil m² de ABL. para o Sudeste ano de 2015 é esperado a entrega de 8% 1.O mercado de condomínios industriais atual (cont.) Distribuição do inventário existente por região (%) em 2T15 2%1% 11% Segundo a Colliers International. Sul Nordeste 78% Norte Centro-Oeste Distribuição do inventário em construção por região (%) em 2T15 Distribuição do inventário em projeto por região(%) em 2T15 Sul 1% Nordeste Sul 13% 2% Norte Centro-Oeste Sudeste Nordeste 6% 1% Sudeste 19% 90% 68% Fonte: Colliers Market Report .

8% Galpão LOG I > 50. pé direito de 11 a 12 < 1. custos de 1.O mercado de condomínios industriais atual (cont.000 0.5% Fonte: Colliers International .000 a 50. (em m²) Eles têm de 1.7% fretes. Locado 80% Construções Próprias Fonte: Itaú Securities e outras fontes Tamanho médio de Divisão do Inventário Galpões existentes Existente(%) O mercado de galpões no Brasil tem especificações de classe internacional.3% metros e capacidade carga do piso 5 a 6 ton/m². Construções Próprias 20% … enquanto nos EUA. 10. Localização.001 a 10.) 9% Indústria fragmentada no Brasil Mercado Não-Organizado (em termos de ABL): Companhias Organizadas 91% A grande maioria das empresas no Brasil ainda possui seu ativo 80% 20% Locado imobiliário.000 6.7% pelos clientes. apenas 20% das empresas possuem seus ativos imobiliários.. e maiores áreas locáveis são as principais características solicitadas 5.001 a 50.000 34.000 a 5.000 m² de tamanho médio..000 9.000 48.

com.br de galpões Obras de construção de vias e infraestrutura em ritmo acelerado. Único projeto da LOG destinado ao desenvolvimento de lotes para venda: ciclo de caixa mais curto. Loteamento Industrial Betim: • Área total: + de 6 MM de m² • Lotes destinados para venda • Localização estratégica • Possibilidade de desenvolvimento www.8 milhões de m² . Área potencial vendável de + de 2.parqueindustrialbetim. Área potencial para construção de mais de 1 milhão de ABL.

7% Office .469 .985 -87.1% 76.3% 7.6% 28.441 12.7% -6.2% 582.813 19.p.p.766 15.1% -58.213 530.2% Galpões 4.084 937.469) 14.472 0.740 12.6% 1.443 3.0% 15.4% -80. EBITDA Ajustado** 17.p.783 -5.6% 39. da venda de parte de um terreno. 0.0% 116.902 17.128 0.p.3% Margem EBITDA (%) 87.2% Office .436 -100.974 40.912 8.099 1. Acum.7% Galpões 12.9% Retail * .640 4.0% ABL Aprovado 8.7 p.1 p.436 -100.267.p. *** Os destaques operacionais consideram as subsidiárias controladas em conjunto.522 272.7% Office (14. 0.191 12.4% -70.9% 558.9% 68.136 51.p.543 53. 78.056 6.6 p.513 -65.339 10. . 50.276.692 67.0% -5.4% 37. 0.4% -68.063 2.2% 88.p.5% 29.056 9.991 32.0% 0.542 2. . . no %LOG) 2T15 3T14 Acum.191 11. 1.220. 4.201.0% .4 p.p.6% 36.018 -87.754 51.204.704 13.771 66.514 18.469 104. * Retail: Shopping Centers e Strip Malls.7% 70. . 34.318 922.8 p.3% Retail * 55. .056 9.2% 1.0% 71.4% 82.3% Retail * .618 .p.522 1.0% Destaques Financeiros 3T15 x 3T15 x 9M15 9M14 9M15 x 3T15 2T15 3T14 (em R$ mil) 2T15 3T14 Acum. 0.0% 0.079 37. 9M14 Portfólio 1.4% 23.660 -98.441 13.861 22.3% 3. .2% 34.4% -1.476 20.360. ** EBITDA e FFO Ajustado: não considera resultados não recorrentes de venda de participação no Shopping Contagem.1 p. 9.018.1 p.342 13.0% -100.9% 20. .389 5.0% ABL Produzido 4.754 51. . FFO Ajustado ** 8.0% ABL Entregue 12.220.5% Galpões 18.2% -0.204. 0.3% EBITDA 20.014 -6.360.0% -100. .9% -532.2% Galpões 1.8% -8.167 62.0% . 0. FFO 10. 9M14 Receita Operacional Líquida 23.899 66.404 542.3% Margem EBITDA Ajustado (%) 73.802 1.5% 70.5% 1.786 16.6 p. 1.9 p.4% -82.346 1.8% 616.3% 1.0% -100.6% -553.406 1.014 0. 16.4% 60.8% 661.1% Margem FFO Ajustado (%) 34.7 p.3% 601. 14.5% Office .384 260.664 47. 11.869 64. 104. 1.099 1.008 19.2% 38. .0% 9.0% .1% Retail * 4.0% 997.p. 6. Acum.522 1.167 71.0% 53.775 21.004 29.0% 0.927 641.792 21.063 2.346 1.p.150 8.0 p. da venda de SPE e do ganho/perda com Valor Justo das Propriedades para investimento.2% 55.742 46.0% .394 17.Principais Indicadores Destaques Operacionais 3T15 x 3T15 x 9M15 9M14 9M15 x 3T15 2T15 3T14 (em ABL m².822 8.0% -4.0% 15.0% -1082.276.2% 646.7% Margem FFO (%) 45.832 8.638 30.9 p.339 10.736 628.989 5.251 -4.017 0.p.4% 8.372 12.7% 43.

970 2.7% -4.917 28.268 81 -87.602.2% PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio líquido atribuível aos acionistas 1. .733 2.Permutas 42.6% Despesas antecipadas 4.637 5.094 3.8% -7.148 0.684 4.156 17.841 4.961 -5.483. % Var.145 2.151 -5.0% da Controladora Participações dos acionistas não 117 142 224 -17. .602 2.9% -45. 0.7% 2.3% 19933.505.743 14.6% -47.4% 7.580 185.293 -14.276 210.7% Fornecedores 3. % Var.1% Impostos diferidos 46.649 38.509 242.930 3.148 0.1% -0.Permutas 3.520 77.4% 1.777 -4.9% Outros 2.1% Despesas antecipadas 2.3% -2. 0. .626.0% Propriedades para investimento 2.0% Empréstimos e debêntures 783.8% 5.7% Dividendos a pagar .0% Impostos a recuperar 8.606.437 2.6% Contas a receber 56.3% 58.577 28.3% Contas a pagar por aquisição de terrenos .602.8% Outros ativos 601 754 3 -20.288 919.7% PASSIVO NÃO CIRCULANTE diferidos Outros 405 3.933 -0.483.317 -18.7% -61.0% 0.8% 2.241 -16.626.1% 31.215 0.907 1.766 1.6% 400.3% Total do passivo não circulante 875.039 97.4% Total do passivo circulante 247.732 48.501 19.564 1.496 194.0% 0.334 7.0% 26.621 1.030 28.3% Adiantamentos .0% Total do ativo circulante 98.144.454.191 1.776 2.9% Imobilizado 1.3% 127. 25.613 830.410 849.5% Salários.991 0.374 1.3% 79.7% Investimento em controladas em conjunto 237.4% -1.812 111.8% controladores Total do patrimônio líquido 1.1% -0.535 0.7% 16.1% -0.933 45.4% Impostos a recuperar 38.8% Adiantamentos .712 8. % Var.625 2.2% Total do ativo não circulante 2.3% Empréstimos e debêntures 233.106 0.349 2.648 6.8% -24.442 10.377 60.410 3.515.8% -0.7% 2.185 2.275 251. % ATIVO 30/set/15 30/jun/15 31/dez/14 Set/15 x Set/15 x PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 30/set/15 30/jun/15 31/dez/14 Set/15 x Set/15 x Jun/15 Dez/14 Jun/15 Dez/14 CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 29.831 1.951 38.042 0.0% Contas a receber 51.3% Impostos e contribuições a recolher 2.9% Outros 1.856 0.368 41.957 2.775 2.386 5.1% Total dos passivos 1.185 2.514 941.8% LÍQUIDO .839 -0.990 1.692 -14.7% -2.508.0% TOTAL DOS PASSIVOS E DO PATRIMÔNIO TOTAL DOS ATIVOS 2.3% -40.806 -6.130.0% NÃO CIRCULANTE Obrigações com empresas relacionadas .327 59.6% -2.227 4.190.060 4.677 230.382 42.2% -11.5% Imposto de renda e contribuição social 29.0% -100.869 2.Demonstrações Financeiras Consolidadas: Balanço Patrimonial (em R$ milhares) Var.504 1.279 2.146 2. .638 27.0% 518.116.957 2.677 4.606. encargos sociais e benefícios 2.278 20. .828 1.472.2% -5.122.0% -8.171.624 1.453.163 24.472.029 -24.750 6.6% -7.

030) (9.0% FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Captação de empréstimos.1% Aportes de acionistas não controladores (114) (3) 3700.4% Aportes de acionistas 25.905) (233.073 .137) (4. 0.967 417.853) -125.938) 780.339) -4.000 .200) 41.603) -85.7% Ajustes para reconciliar o lucro liq. líquido 4.856 2.1% Outros (1.191) -85.638 104. financiamentos e debêntures (39. 0.0% Caixa líquido (aplicado nas) gerado pelas atividades operacionais 102.912) (51.163) (63.425 238.778 -99.753) -83.7% Recebimento pela venda de terrenos 36.1% Amortização de empréstimos.3% Dividendos recebidos de controladas e controladas em conjunto 20.9% No fim do período 29.2% (REDUÇÃO) AUMENTO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (47.190 9.581 -71.6% Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento (34.093 477.729) (169. com o caixa líquido (aplicado nas) gerado pelas 57.696) (46.929) (270.5% FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Aumento / aquisição de investimentos (5.041 6.0% Caixa líquido gerado pelas atividades de financiamento (115.7% . financiamentos e debêntures.6% Aumento (redução) nos passivos operacionais 3.619) 2.481 3.8% Aquisição de propriedades para investimento (28.013) (242) 318.259 (226.Demonstrações Financeiras Consolidadas: Fluxo de Caixa (em R$ milhares) Var. % DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA 9M15 9M14 9M15 x 9M14 FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro/Prejuízo Liquido do período 3.660 -98.2% Resgate de instrumentos financeiros derivativos 6.856) (2.147 -174.0% Pagamento de juros (85.1% Pagamento de dividendos (25.384 260.196) -91.3% CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA No início do exercício 77.789) 156.938 780.334 151.025) 68.200 -48.1% Imposto de renda e contribuição social pagos (4.2% atividades operacionais (Aumento) redução nos ativos operacionais (13.998 30.

no departamento de Engenharia e Fornecimento. com mais de 1. da LOG. em 1981. É sócio fundador da Construtora Becker Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa em 1988. Além Presidente na LOG Commercial Properties e Urbamais. Atuou na MRV de 1997 a 2004. hoje exercendo o (1986). na Fundação Mineira de Educação e Cultura no ano de 2007. Sérgio Fischer Teixeira de Souza . associações da indústria. A partir de 2010 se juntou à MRV Engenharia como Gestor industrial e residencial na Florida. com pós-graduação em Finanças na Formado em Economia na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais em 2002 e graduado em Contabilidade Fundação Dom Cabral (2004). abrangendo 9 Estados do Sul. responsável pelo desenvolvimento de projetos de caráter comercial. companhias hoteleiras do mundo com 800 propriedades em 80 países que empregam mais de 115 mil pessoas. com MBA pela Columbia Cabaleiro em 1977 e da CVG em 1986. EUA.Administração LOG Commercial Properties Conselho de Administração Rubens Menin Teixeira de Souza Leonardo Guimarães Corrêa Presidente do Conselho de Administração da LOG Commercial Properties é graduado em Engenharia Civil pela Formado em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1980). De 2002 a 2007 atuou na Ernst & Young do Brasil e de tornou-se Vice Presidente da MIC Corporation. Foi responsável. com pós-graduação em Finanças na FGV Universidade Federal de Minas Gerais em 1978. Especialista na construção de modelos financeiros.A. É Diretor Executivo de Intermedium e Presidente do Conselho de Administração desde a constituição da companhia. sócio fundador do Grupo MRV e principal executivo. Foi Managing Director responsável pela área de corporate finance do BESI Brasil de 2001 com as construtoras e o Sindicato da Construção Civil de 1999 a 2002. Fernandez integra o Conselho de responsável pela atividade proprietária de private equity do Banco Espirito Santo no Brasil entre 2007 e 2010 e é Administração da MRV Engenharia e Participações S. fusões e refinanciamentos. É o Presidente do Conselho da Societé du Louvre. Após. Smartia e Brennand Cimentos. Foi Administração do Banco Intermedium desde a constituição da companhia em 1994. Graduado em Administração de Empresas (1985) e Contabilidade (1987) pela Pontifícia Universidade Católica de nos últimos 20 anos. desde 2006. Finanças da MRV Engenharia e Participações S. Ryan William Hawley Diretoria Executiva É formado em Economia pela Universidade de Berkeley (CA) e possui mestrado na London School of Economics. Foi o fundador e Presidente da Starwood Hotels & Resorts Worlwide.700 empregados e uma frota de 2. É sócio fundador e membro do Conselho de a 2006 e Associate e Vice President de M&A no J. na estruturação de due dilligence e Road show para Marcos Alberto Cabaleiro Fernandez – Diretor Presidente. Sr. 2007 a 2009 atuou na Ernst & Young de Londres. pela estruturação de mais de 400 transações de investimento totalizando mais de US$ 40 bilhões Minas Gerais (PUC).A. responsável pela 2BCapital desde 2010. Atualmente é responsável pela área de private equity do Bradesco . Marcos Alberto Cabaleiro Fernandez Manuel Maria Pulido Garcia Ferrão de Sousa Graduado em direito pela Faculdade de Direito Milton Campos. participa dos Conselhos de Administração das seguintes empresas: Aramis. além de ser um membro de várias graduado pela Brown University e possui MBA pela Harvard Business School.100 veículos. Executivo de Relações com Investidores e 2011 transferiu-se para a LOG Commercial Properties. Morgan entre 1995 e 2001 em Nova York e São Paulo. Ex- cargo de Presidente do Conselho de Administração da MRV Engenharia e Participações S. uma companhia líder no setor em ativos.P. .A e acumula o cargo de Diretor. (Vide anterior) assessoramento de transações de aquisições. É Sudeste e Nordeste. É sócio fundador do Banco sócio do Banco Pactual (2000-2003) e da Perfin Administração de Recursos (2003-2006). empresa que hoje é uma das maiores de logística no Brasil. Barry Stuart Sternlicht Marcelo Martins Patrus Presidente e fundador da Starwood Capital Group.. Foi gerente de tesouraria no Lloyds Bank entre 1982 e 1990 e tesoureiro do JP Morgan de 1990 a 2000. Possui mais de 35 anos de experiência no setor de logística. Vice-Presidente da Câmara do Mercado Imobiliário de Belo Horizonte na relação Business School em 1995.A e LOG Commercial Properties S.Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores Formado em Engenharia Civil na Universidade Federal de Minas Gerais (2002). É Acionista e Diretor Presidente da Patrus Transportes Urgentes.Diretor Executivo de Operações Felipe Enck Gonçalves . em 1994.

.

Composição Acionária 60%  Aporte de Capital de R$ 50 milhões. sendo a MRV responsável por 60%. Executivos  Maturação natural do projeto demandará mais capital. que 40% deverá ser suprida por investidores externos ao grupo inicial. .

410 1.005 3.7% ↑ 1368.0% ↑ 0. .2% ↑ 9. 0.3% ↑ Número de uni da des 446 .3 .0% ↑ 0.0% ↑ 0.Negócio Desenvolvimento e comercialização de lotes e áreas urbanizadas em loteamentos residenciais.380 1. .2% ↑ Vendas contratadas (R$ milhões) 33.6% ↑ 1028.0% ↑ 352 450 21.204 2.0% ↑ 1.3% ↑ Preço Médi o por Uni da de (R$ mi l ) 70 76 91 8.2% ↓ 69 94 26.228 114 977. 0.em Mi l m 129 . .137 2.1% ↑ 84. comerciais e industriais com planejamento sustentável.0% ↑ 0.0% ↑ 112 23 376.2% ↑ Área l a nça da .0 1. 0.9 208. 0.4% ↑ VGV Lançado (R$ mil) 27.9 740. 4T15 x Var. 4T15 x Var.7% ↓ Var. 0.6% ↓ 69 94 27. 2015 x % Urbamais 4T15 3T15 4T14 2015 2014 3T15 4T14 2014 Banco de terrenos (R$ mil) 1.724 246 600.6% ↑ 58 6.189 157 655.4% ↑ 1.9% ↑ Urbamais 100% VGV Lançado (R$ milhões) 38. 2015 x Urbamais (100%) 4T15 3T15 4T14 2015 2014 Banco de Terrenos (R$) – por estado 3T15 4T14 2014 Banco de terrenos (R$ milhões) 2.1% ↑ 9.8% ↓ 2 Área l a nça da .0% ↑ 317 52 509.204 2.0% ↑ 0.9 230.0% ↑ 0.1% ↑ 1142.2 7.7 2.3% ↑ Número de uni da des 470 140 32 235. . 4T15 x Var.289 9.0% ↑ 219 33 558.4% ↑ 840 73 1051. 0.289 2.1% ↓ 23. .6% ↑ Número de uni da des 619 . 4T15 x Var.em mi l m 2 93 .410 1. .9% ↑ 2. 0.6 . .8% ↑ 1.0 10.2% ↑ Preço Médi o por Uni da de (R$ mi l ) 70 76 91 8.0% ↑ 1.1% ↓ 23.3% ↑ Número de uni da des 333 93 20 259. .0% ↑ 0.8% ↑ Preço Médi o por m² (R$) 297 .2% ↑ 1526.7 689.0% ↑ 77 15 412. Dados Operacionais Var.3% ↑ Vendas contratadas (R$ mil) 23.0% ↓ * O % Urbamais é representado por 60% da participação da MRV e 40% dos sócios da mesma.6 10.005 9.

atingindo normalmente mais de seis anos. excelência operacional. no planejamento e na execução da infraestrutura e urbanismo de O Segmento de Loteamento possui um ciclo de negócio longo. mas elevada qualidade e consciência ambiental. relacionamento com os seus clientes e gestão profissional. pilares: localização estratégica de seus loteamentos. qualidade da infraestrutura e do urbanismo. Distribuição do VGV potencial do Banco de Terrenos por ano de lançamento (R$ mm) . com baixa necessidade de capital de giro. O processo de aprovação e desenvolvimento dos projetos é  Os diferenciais da empresa são construídos baseados nos seguintes extenso. custo benefício dos projetos. Negócio  Atua na pesquisa e identificação de localizações diferenciadas Ciclo do Negócio visando potencializar o sucesso de seus loteamentos.

C e D  Incorporadoras Lotes Comerciais  Empresas comerciais.Clientes Lotes Residenciais  Consumidores Finais: Classes B. industriais e de serviços e Industriais  Incorporadoras .

Produtos Escopo Competitivo  Loteamentos Abertos  Desenvolvimento Urbano Classes B e C  Condomínios fechados Classe A Loteamentos Abertos e Desenvolvimento Urbano Condomínios Fechados .

 Áreas com tamanhos superiores a 300 mil m2. . onde a MRV possui operações. Área e Foco de Atuação • Presente em 5 Estados • 12 cidades  Atuação nos principais estados brasileiros.

Oportunidades 1 Demanda por novas áreas urbanas 2 Margens e rentabilidade atrativas 3 Mercado fragmentado marcado por pequenos players com atuação regional 4 Alta capacidade de geração de novos negócios a partir da grande diversificação geográfica da MRV Gestão Profissional com foco em controle de custos. rentabilidade e geração de caixa e suportada 5 pela estrutura e expertise da MRV 6 Mercado de Securitização em expansão e imagem consolidada da MRV no mercado de capitais .

desde 2006 e membro do Conselho de Administração da LOG Commercial de Engenharia e Diretoria Técnica. É sócio fundador da Construtora Becker Graduada em Direito pela Faculdade Milton Campos em 2001 e pós graduada em Direito da Economia e da Empresa Cabaleiro em 1977 e da CVG em 1986. da Administração da MRV Engenharia e Participações S/A. com pós-graduação em Finanças na FGV Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Minas Gerais em 2003. Ingressou na MRV com as construtoras e o Sindicato da Construção Civil de 1999 a 2002. sócio-fundador do Grupo MRV e principal executivo. em 1997. Ingressou na MRV Serviços de (1986). com ênfase em Engenharia Rodoviária. Coordenadora de Administração da MRV Engenharia e Participações S. posteriormente atuando na construção pesada. É sócio. hoje exercendo o cargo de Diretor-Presidente e Presidente do Conselho de Administração da MRV Flávio Araújo – Diretor de Operações Engenharia e Participações S. Administração Conselho de Administração Diretoria Executiva Rubens Menin Teixeira de Souza – Presidente Marcos Alberto Cabaleiro Fernandez – Diretor Presidente. Superintendente Jurídico e Gestora Executiva Jurídica.. Ex-sócio Engenharia Ltda. Leonardo Guimarães Corrêa Rafael Nazareth Menin Teixeira de Souza Formado em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1980). em empresas de médio e grande porte . Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia Kenedy em 1994.A. Graduado em fundador do Banco Intermedium e Presidente do Conselho de Administração desde a constituição desta companhia.A and Presidente do Conselho de Administração da LOG Commercial Properties. em 1981. em 1994. . (Vide acima) Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Minas Gerais em 1978. em 1999. Foi eleito para o cargo de Diretor Executivo na reunião do conselho realizada em julho de 2012.. Durante este período ocupou os cargos de Engenheiro de Obras. É Diretor Executivo de Finanças da imobiliário residencial e comercial. de Diretora Executiva Jurídica da MRV Engenharia e Participações S/A. na condição de estagiária de Departamento de Cobrança. membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente Departamento Jurídico. É membro do Conselho de período ocupou os cargos de estagiária de Departamento Jurídico. Durante este Administração do Banco Intermedium desde a constituição desta companhia.A. como LIBE Construtora e FIDENS Engenharia S. na condição de estagiário de Engenharia Civil.A. Marcos Alberto Cabaleiro Fernandez Maria Fernanda Nazareth Menin Teixeira de Souza Maia É graduado em direito pela Faculdade de Direito Milton Campos. É membro efetivo da Comissão de Advocacia Corporativa da OAB/MG. É sócio fundador e membro do Conselho de Serviços de Engenharia Ltda. Atualmente ocupa também o cargo de Diretor Executivo e membro do Conselho Properties . Atualmente ocupa também o cargo da LOG Commercial Properties e Diretor-Presidente da Urbamais. Iniciou sua em 1994. Assistente Jurídico. carreira em construção civil na Forenge Engenharia . Vice-Presidente da Câmara do Mercado Imobiliário de Belo Horizonte na relação pela FGV em 2003. Coordenador MRV Engenharia e Participações S. tendo adquirido larga experiência no setor do Banco Pactual (2000-2003) e da Perfin Administração de Recursos (2003-2006). Foi gerente de tesouraria no Lloyds Bank entre 1982 e 1990 e tesoureiro do JP Morgan de 1990 a 2000.

br/ri 123 .com.mrv.br Esta apresentação também está disponível em nosso website: www.: (+55 31) 3615-8153 E-mail: ri@mrv.Contato Leonardo Corrêa Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores Ricardo Paixão Diretor de Relações com Investidores e Planejamento Financeiro Matheus Torga Gerente Executivo de Relações com Investidores Tel.com.