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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

INSTITUTO DE GEOGRAFIA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA – MONTE CARMELO

RESUMO DO LIVRO: APRENDENDO INTELIGÊNCIA

MONTE CARMELO – MG

2017
TATIANA MAYUMI TAMURA

RESUMO DO LIVRO: APRENDENDO INTELIGÊNCIA

Atividade complementar da
disciplina de Geometria Analítica e
Álgebra Linear, ministrado pelo
professor Luis Florial Espinoza
Sánche.

MONTE CARMELO – MG

2017
1. RESUMO

O livro tem como propósito melhorar a condição de aprendizado e, neste caso,
específicos aos estudantes. Assim, o autor questiona: “por que estudar? ”

Além dos problemas que o crescimento demográfico causa, como: o aumento de
consumo e de produção de resíduos, há também, a escassez da “inteligência”. O aumento de
tecnologia vem ocupando a mão de obra humana, justamente pela falta de conhecimento,
cultura e criatividade.
Tudo se deve ao mal costume de apenas se preocupar em tirar notas e receber o
diploma; este não deveria ser o único objetivo, não se deve se preocupar apenas com a
quantidade, mas sim na qualidade dos estudos.
E quando estudar?
Todos os problemas se iniciam nos ciclos iniciais da educação, incentivados pela
família em tirar boas notas e por acabar sempre estudando de véspera, o aluno acaba por não
aprender.
Se comparar o cérebro humano ao sistema de informação de um computador, a
memória humana também apaga suas “memórias provisórias” durante o período de sono. No
caso, as suas informações só serão retidas se forem criadas ou alteradas novas ligações entre os
neurônios. Assim, apenas é transformado em conhecimento se suas redes neurais do córtex
forem reconfiguradas.
As informações recebidas de forma prazerosa ou com emoções associadas, ela será
gravada de forma permanente; caso contrário, ela será descartada.
Estudar não se trata de quantidade, mas de qualidade e não se deve estudar mais,
mas sim melhor.
Quando? Aos poucos e a cada dia um pouco. No caso, as aulas do dia devem ser
estudas no mesmo dia antes que se passe uma noite de sono, pois estudar na fase do sono,
estaremos avisando o cérebro de que aquele assunto deve ser importante.
Se a aula for no período noturno, deve se dormir 40 minutos mais tarde, mas de
preferência não antes de estudar. Aos poucos, mas todos os dias, e nunca na véspera da prova.
Quando estudar? O hábito será criado até conseguir o retorno esperado.
Atenção para as possíveis armadilhas: deixar de lado as atividades difíceis e a
distração.
O autor sugere começar com meia hora de estudo e uns dez minutos de intervalo,
não sendo aconselhado o uso de equipamentos eletrônicos, tais como: televisores, monitores e
celulares. Apesar de ser do conhecimento que as pessoas têm o seu próprio ritmo, não se dever
passar de 50 minutos de estudo e de 15 minutos de intervalo ao dia.
As aulas são feitas para serem entendidas e não aprender o conteúdo, pois a
aprendizagem irá ocorrer quando estiver “sozinho”. Estude sempre em local sossegado,
confortável e que permita concentração.
Para o professor Pier: “se escuto esqueço, se vejo entendo e se eu faço lembro”,
para ele a melhor maneira de estudar e aprender é por meio dos exercícios práticos porque o
próprio ato de escrever é que permite maior fixação do conteúdo durante o período de sono; e
lembra: digitar não é escrever!
A inteligência é difícil de ser definida, mas pode se considerar “habilidade em
descobrir regras”. Ao responder qual o próximo número da sequência de 1,3,5,7,9 a resposta é
11, mas o porquê da resposta pode depender de conhecimento, e o valor 11 depende da
inteligência.
Essas habilidades são conhecidas como inteligências múltiplas ou módulo
cognitivos, que estão divididos em 7 faces: linguística permite a recepção e transmissão de
palavras; lógica matemática permite estabelecer relação de causa e efeito; música permite,
produzir, tocar, cantar e ouvir e aprimorar o gosto musical; espacial é a capacidade de se orientar
no espaço; psicocinética é capacidade de dominar o próprio corpo e seus movimentos;
interpessoal é a capacidade de se relacionar com outras pessoas e Intrapessoal é a de conhecer
a si mesmo.
Além disso, o autor aponta outros elementos que podem auxiliar à inteligência: (a)
acreditar nas próprias falhas mentais e que seja possível eliminá-las; (b) evitar atividades que
prejudiquem o cérebro, tias como: drogas, televisão, games, internet e acabam tirando o
verdadeiro sentido de viver; (c) estudar pouco: crie hábitos de estudar poucos, mas todos os
dias; (d) procurar desafios, praticar esportes e jogos de lógicas (caça palavras, charadas e
problemas) para exercitar o cérebro; e (e) ler muito, pois estimula a imaginação, melhora a
linguagem, interpretação e produção de texto, mas sempre com prazer.
Lembre-se: não importa a idade, sempre é tempo de aprender!
2. CONCLUSÃO

Devemos criar o hábito de estudar pouco e todos os dias, e não de véspera, para que o cérebro
consiga reter o conteúdo; as emoções associadas também podem interferir, assim devemos
tornar os estudos em algo agradável e longe das perturbações que possam alterar o nosso ânimo
para os estudos mais simples até o complexo.

Além disso, estimular o raciocínio por meio de jogos de lógicas, caça palavras e leituras podem
ser exercícios que ajudarão o nosso cérebro a compreender o que está se fazendo naquele
momento e, assim, é necessário “dar um tempo” para que essa acomodação seja realizada em
nossas atividades.

3. REFERÊNCIAS

PIAZZI, P; .Aprendendo Inteligência: manual de instruções do cérebro para alunos em geral.
2 ed. Ver. – São Paulo; Aleph, 2008.