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PDL – PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE LIDERANÇA

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE LIDERANÇA – PDL

Neste Plano de Desenvolvimento de Liderança (PDL), apresento em

primeiro lugar minha visão de mudo com base na narrativa de minha vida. Em

segundo lugar, explico o plano quanto às dez competências que compõem o

mestrado em Liderança. Por fim, exponho as disciplinas do curso bem como um

cronograma da execução do programa que se estende até a defesa do Portfólio.

NARRATIVA E DECLARAÇÃO DE
VISÃO
MINHA ORIGEM
É muito importante entender quem sou eu. É uma tarefa ao mesmo

tempo complexa e empolgante. Lembrar de fatos que marcaram a vida é, ao

mesmo tempo, uma viagem ao passado, uma lembrança dos fatos que fizeram a

pessoa que eu sou e uma reafirmação de valores que me influenciaram.

Lembrar dos fatos marcantes e da influência dos meus pais, irmã,

amigos e membros da igreja que marcaram a minha vida não é uma nostalgia mas

uma tarefa que me fará destacar os fatores que contribuíram para modelar a

minha personalidade e a minha liderança.

A INFANCIA

Eu nasci no dia 26 de março de 1977 no interior da cidade

de Erechim no estado do Rio Grande do Sul. Minha família era Católica

Apostólica Romana. Tivemos muitas experiências juntos, mas uma que marcou

minha vida foi a que aconteceu em 1982, era inverno e eu tinha cinco anos de

idade. Estava brincando em casa. Neste dia quem cuidava de mim era um

funcionário de meus pais. Ele não tinha ido trabalhar por que estava doente.

Chovia muito, minha mãe estava trabalhando na roça, quando ouviu gritos deste

funcionário que, desesperadamente, a chamou. Ela correu para ver o que estava

acontecendo e ficou chocada ao ver o meu rosto todo ensanguentado. “Dona

Ivete”, disse ele, “enquanto o menino brincava ele caiu no chão. Tinha na mão

uma garrafinha. Ao cair, bateu o rosto em cima dela e os cacos de vidro lhe

cortaram.”

Assim como estavam, sujos pelo trabalho com a terra, saíram correndo

para me levar ao hospital que ficava na cidade, a 14 quilômetros dali. Por causa

da chuva o rio transbordou e eles não puderam passar com o carro. Então me

pegaram no colo e caminharam cerca de um quilometro pelo meio do mato até

encontrar acesso, para passar ao outro lado do rio e procurar um carro para me

levar ao pronto socorro.

Conseguiram um carro emprestado e me levaram. Recebi cinco pontos

no lábio superior. Mas o pior veio depois. A recomendação médica era que, por

uns 15 dias, eu não poderia sorrir, chorar, nem comer ou beber. O que fazer? A

única forma era se alimentar com alimentos líquidos, bem devagarinho, através

de um canudinho. Doía muito, mas mamãe foi minha companheira e heroína.

Todos os dias ela tinha que fazer os serviços da casa, tratar de 08 vacas,

80 porcos, trabalhar no árduo serviço da roça e cuidar de um bebê, a minha irmã,

que na época tinha cerca de um ano de idade. Apesar disso, ela sempre ficou ao

meu lado. Cuidou de mim o tempo todo. Colocou um berço na cozinha e me

vigiava constantemente. Me ensinou alguns gestos para eu me comunicar quando

queria pedir comida ou outras coisas.

Hoje quando olho no espelho quase não consigo ver as cicatrizes. Por

quê? Porque ela se esmerou em cuidar de mim e me vigiar. Não só pelos 15 dias,

mas ao longo de minha vida. Quando conheceu o evangelho orou por mim e se

empenhou para que eu fizesse um estudo bíblico, mas esta é outra história.

Meus pais me educaram com os princípios religiosos da igreja Católica

Apostólica Romana. Nesta igreja fiz a primeira comunhão e a crisma de tal

maneira que essa base religiosa me ajudou a valorizar as coisas de Deus.

Estudei até a quarta série numa escola do interior de Erechim. Todos os

dias eu andava cerca de 4 km para ir e para voltar à escola onde a primeira,

segunda, terceira e quarta série estudavam juntas na mesma sala.

Lembro-me que minha professora Luci fumava dentro da sala de aula.

Meus amigos de infância também eram católicos e nós participávamos de

atividades na igreja.

A MUDANÇA

Quando eu tinha nove anos meus pais mudaram-se para o interior do

estado do Paraná, para uma cidade chamada Ubiratã. Esta é uma cidade pequena

mas que foi palco de grandes mudanças em minha vida. Além de passar ali a

minha adolescência e junventude foi nesta cidade que eu conheci

verdadeiramente a Jesus Cristo.

Estudei da quinta até a oitava série no Colégio Estadual Quintino

Bocaiuva. Eu ia para a escola de Bicicleta e ali tive dois professores que

marcaram a minha vida: o professor de matemática Pedro Beckhouser (nome

atual do colégio) e a professora de Português Elza Tanaka que insistia em mudar

o meu sotaque carregado de descendente de italiano.

Estudei o segundo grau, como era chamado o ensino médio naquela

época, no Colégio Estadual Carlos Gomes. Estudava a noite, ia para o colégio de

Bicicleta e neste período comecei a sair à noite para programas com os jovens.

Foi um momento de transição, não só da adolescência para a juventude, mas

também de crescimento da minha fé. Foi quando eu estudava no segundo ano do

ensino médio que meus pais estudaram a Bíblia, encontraram a Jesus e foram

batizados.

Nesse tempo eu tinha uma namorada (a primeira pessoa com quem tive

um relacionamento sério). Tínhamos uma participação em um grupo de dança, eu

trabalhava na Rádio Cidade FM e por esse e outros motivos eu não tinha intenção

de me tornar um “crente”. Pelo contrário, eu era contra a decisão de meus pais.

A CONVERSÃO E O CHAMADO

Meus pais se tornaram adventistas e se preocupavam comigo, por isso

oraram muito por mim. Pediram para os jovens da igreja fazerem amizade

comigo e também para a igreja orar por mim. Pelo seu exemplo e dedicação, me

Eu iria ao Campori e depois para a colportagem. Rádio. etc. Fiz então um plano com Deus. O problema é que ambos seriam na mesma data e ao voltar do . ainda assim. o Espírito Santo me falou fortemente que agora eu poderia trabalhar para Deus e. os quais li e me motivaram a participar de uma equipe de colportores estudantes. Tinha sido incentivado pelo meu amigo Odair Hansen ir para a colportagem. No meu primeiro ano como membro da igreja eu queria participar de um campori de Jovens da União Sul Brasileira e. Foi aí que começou a minha história do chamado e do trabalho para Deus. A partir do meu batismo. direito. eu queria colportar.influenciaram a aceitar estudos bíblicos e no dia 02 de outubro de 1993 eu fui batizado. Sempre gostei de profissões como informática. ter uma família. Mas quando fui batizado na Igreja Adventista do Sétimo Dia. Quando era criança eu tinha o desejo de ser um padre. Fiz um plano com Deus para confirmar o chamado. Através de fortes convicções pessoais e de outras pessoas que falavam comigo tive a certeza da direção de Deus para a minha vida. No entando. à medida que fui crescendo eu desisti desse sonho porque o sacerdote católico não pode casar e eu queria constituir uma família. ao mesmo tempo. Ele me presenteou com os livros “O Colportor Evangelista” e “Colportor de Êxito”. muitos amigos que eu tinha anteriormente me abandoram e minha então namorada terminou o namoro. jornalismo. Eu tinha dúvidas para definir o que seria em minha carreira profissional. história. Mas Deus me amparou e me chamou para uma missão maior: trabalhar na sua obra. DJ.

Inglês e português. O que fiz então? Falei com Deus que a prova do chamado dEle para mim se confirmaria se nessas duas semanas eu vendesse o mesmo valor que os demais colportores (que tinham trabalhado mais de quatro semanas). . Se eu passasse no vestibular seria uma prova do chamado de Deus. mas Deus me ajudou. Dediquei os domingos para estudar Redação.Campori eu só teria duas semanas para colportar. DURANTE OS ESTUDOS Colportei durante 12 períodos de férias e durante as aulas. vendia produtos naturais para pagar os estudos. Isso foi muito significativo uma vez que somos gaúchos e fui criado com alimentos cárneos em todas as refeições. Foi uma decisão difícil. Meus estudos tinham sido deficientes no ensino médio e eu não tive tempo para estudar para as provas. Foi no meu terceiro período de férias de colportagem (em 1995) que tomei uma importante decisão que mudou meu estilo alimentar. além de colportar. decidi deixar de comer alimentos cárneos e desde então nunca mais me alimentei de carnes me tornando um vegetariano. mas ainda fiz um outro teste. Influenciado por meu líder de Colportagem o Otoniel Ferreira. No vestibular fiquei entre os 10 primeiros e entendi isso como mais uma prova do chamado do Senhor para eu fazer teologia. Entendi isso como resposta de Deus. Fiquei em terceiro lugar na campanha da colportagem e na próxima campanha fiquei também entre os três que mais venderam. Vendi o valor suficiente para pagar as mensalidades do semestre de teologia.

Durante o primeiro ano eu estudei como aluno regular. na guarda durante os feriados e também na cozinha. Mas eles não tinham dinheiro para pagar o aluguel porque quando foram batizados perderam tudo que tinham para pagar as dívidas da empresa que meu pai tinha “herdado” de meu tio que fora assassinado. Mas como poderiam fazer isso? Procuraram por muitos lugares na cidade de Artur Nogueira e de Engenheiro Coelho mas sem sucesso. No segundo ano durante o primeiro semestre trabalhei no setor da construção. isto é. Foi quando o meu pai ficou sabendo de uma casa (de propriedade do irmão do prefeito da Cidade de Artur Nogueira). Então eles precisavam encontrar uma casa com um aluguel barato ou até mesmo uma casa em que não precisasse pagar aluguel. disse que o seu patrão estivera no dia anterior e lhe dera uma ordem para nos entregar as chaves da casa a fim de que nós morássemos ali sem pagar aluguel. Meus pais e eu ficamos . Eles decidiram mudar para o UNASP para que eu pudesse morar com eles e ter mais tempo para estudar e para que as mensalidades ficassem mais baratas. No outro dia meu pai voltou ao sítio (que ficava a cerca de dois quilômetros do colégio) e o caseiro. mas o caseiro pediu para ele voltar no dia seguinte. pois o seu patrão (dono do sítio) estava em Campinas resolvendo outros assuntos referentes ao inventário de sua mãe. Ele foi até o sítio. sem entender nada. Mas foi no segundo ano que minha vida foi impactada por uma decisão de meus pais. Fiquei no internato um ano e meio. eu mesmo custeava meus estudos sem necessidade de bolsa estudantil da instituição.

Foi quando o proprietário disse que nunca tinha autorizado ninguém a entrar. Ah! Mas essa é uma outra história. uma moça chamada Marli Frolich preenchia um formulário para vir ao UNASP para estudar Pedagogia. em Hortolândia. apenas estudar. Manoel afirmou que eram as pessoas que ele havia autorizado a entrar. Enquanto isso. mas uma vez que nós havíamos entrado poderíamos ficar na casa. No formulário havia uma pergunta: Por que você quer vir ao colégio? Ela pensou: Quero ir ao colégio para casar com um pastor. eu decidi que no próximo ano (1996) eu não iria namorar. Sentado ao lado de minha irmã. Dias depois de entrarmos na casa o proprietário veio ao sítio e perguntou ao caseiro Manoel quem estava morando ali. a preceptora Ana perguntou se . Devido a experiência difícil que passei. mas aceitamos com muito prazer já que era justamente isso que estávamos procurando. Entendemos que foi Deus (através de um anjo) quem nos autorizou a entrar na casa (que era bem simples) mas que nos abrigou até eu terminar o curso de teologia e no primeiro ano de meu casamento. NAMORO E CASAMENTO No primeiro ano em que eu estudava no Instituto Adventista de Ensino – Campus Central (como se chamava o UNASP naquela época) eu conheci uma moça com quem namorei durante um mês. mas o namoro não deu certo.surpresos uma vez que nunca havíamos visto o dono do sítio antes. Deus ouviu sua “oração” e no primeiro sábado em que ela estava no colégio nós nos conhecemos.

ela quase tinha ido embora. Noivamos no ano de 1997 na cidade de Dois Vizinhos. companheirismo. ao lado dos mastros das bandeiras que fica em frente do refeitório.aquela que estava sentada atrás de mim era minha irmã. Aí começou a história de amor. Ela me perguntou se eu havia orado sobre o assunto. Cheguei às 5h37. . Respondi que era o que eu mais tinha feito. Quem celebrou o culto de nosso noivado foram os pastores Isaac Almeida e Cesóstris Cesar Sousa. Conversamos e perguntei se ela queria namorar comigo. Casamos no dia 13 de dezembro de 1998 e fizemos o quarto ano juntos. Deus respondeu sua oração e desde então ela também nunca mais comeu carnes. Falei a ela sobre a colportagem e colportamos juntos em várias cidades. Foi em uma campanha de colportagem no ano de 1996 que a minha então namorada Marli Frolich fez um pacto com Deus. Conversamos sobre muitos assuntos e oramos muito durante aquele mês até que decidimos conversar sobre namoro. Se o Senhor tirasse sua vontade de comer carne ela se tornaria uma vegetariana para poder me acompanhar. ela no curso de pedagogia e eu de teologia. amizade e parceria entre mim e minha esposa. Foi um ano muito especial pois Deus nos presenteou com experiências muito lindas que vivemos juntos em nosso primeiro ano de casados. Marcamos um encontro as 5h30 da manhã. Ela confundiu e sem querer (mas dirigida por Deus) me apresentou à Marli. A partir de então começamos a conversar muito durante um mês (no colégio isso é bastante tempo pois nos encontrávamos nos três períodos do dia e tomávamos todas as refeições juntos).

técnicas e métodos de crescimento da igreja com irmãos simples mas apaixonados pela Missão de Cristo – como os irmãos Antonio Vargas de Sombrio. Não tinha aparentes motivos pois o povo era muito bom e o lugar onde trabalhávamos excelente. . Depois de Araranguá Deus me levou para trabalhar como pastor no distrito de Balneário Camboriú onde fiquei nos anos de 2003 a 2006. tínhamos dois obreiros bíblicos. Investimos mais de 20 mil reais. Adão Estevam. Vladimir Aguiar de Jacinto Machado. Mas. Aprendi valores. O lugar. PRIMEIROS DISTRITOS Ao nos formarmos fomos chamados para trabalhar em Santa Catarina. MUDANDO DE ESTRATÉGIA Deus me abençoou muito em meus primeiros anos de ministério. as pessoas. me sentia um pouco triste e com vontade de desistir. os desafios foram cruciais para me desenvolver como líder na causa de Deus. não em nós mesmos. Nosso destino foi a cidade de Araranguá onde trabalhei como pastor durante três anos de 2000 até 2002. Mas. mas no final da série não batizamos quase ninguém como resultado deste trabalho. entre outros. Fiz um evangelismo que teve a duração de três meses. um dia. Foi um presente de Deus. que marcaram a minha tragetória e ajudaram a me moldar como pastor. Sálvio Amaro e Evandro Conceição de Araranguá. Deus me ensinou de maneira dura como devemos aprender a confiar nEle. Os pequenos grupos fizeram a diferença nos projetos de evangelismo e mobilização da igreja. Rogério Emereciano da Rua Nova. volta e meia. a família Rufino do Morro dos Conventos.

que era o palestrante principal. Neste ano batizamos 62 pessoas não alcançando assim o nosso alvo que era 66 batismos. Decidi mudar. Então perguntei àquele ministro o que eu precisaria fazer pra mudar se o meu planejamento já estava todo montado. em síntese. Voltei pra casa e conversei com minha esposa. foi desenvolvido da seguinte maneira:  Apresentamos para os líderes a proposta da “Caravana do Poder” e o plano para o envolvimento da igreja que queríamos alcançar. Eu não tinha uma vida ativa de oração e não tinha projetos de oração. participei do Concílio Pastoral no Centro Adventista de Treinamento e Recreação (CATRE) em Santa Catarina. E eu me atrevi. mas antes de falar alguma coisa quero te dizer que. Ele me impactou com a resposta: “Atreva-se a mudar”. falou sobre a “Caravana do Poder” (um programa de evangelismo que funcionava com o envolvimento da igreja). . ele não terá sucesso no ministério”. Isso me deixou muito triste e fui para as férias desanimado. Ao voltar das férias. Pedi para falar com o pastor Bullón depois das aulas. Dialoguei com todas as igrejas do distrito. Lançamos um programa na região chamado de “Caravana do Poder” que. achando que não tinha sido chamado para o que estava fazendo. Olhei para mim mesmo e em questão de segundos entendi porque o Evangelismo não tinha tido sucesso. o pastor Alejandro Bullón. Neste programa. se um pastor não passar pelo menos duas a três horas orando. Como introdução da conversa ele disse: “Não sei o que você vai me dizer.

fizemos 40 dias de oração no primeiro semestre e 40 dias de oração no segundo semestre daquele ano.  Antes mesmo de começar o movimento das madrugadas de oração.  Contamos com um grupo de irmãos que orava às 6h00 da manhã durante o ano todo.  Nestes 40 dias deveria haver:  Escala de jejum.  Disponibilizamos um altar personalizado de oração intercessora em cada Igreja.  Cada irmão foi desafiado a colocar no altar o nome de pelo menos uma pessoa e no máximo 5 pessoas com as quais iria trabalhar e orar durante o ano.  Plano de leitura da Bíblia (escolhemos os livros da Bíblia que foram lidos durante o período).  Encomendamos um banner grande com o logo do projeto.  Visitação (uma família visitando outra – elaboramos uma escala para isso).  Confeccionamos camisetas com a logomarca para os líderes e irmãos. denominado de “Exército da Alvorada”.  Apresentamos a aula “O Porque da Missão” em todas as igrejas. .

 Distribuímos uma lista com o nome dos interessados para que os líderes e todos que oram de madrugada pudessem lembrar deles em suas preces.  Oração intercessora (havia um motivo de oração para cada dia.  Realizamos uma reunião mensal com os líderes do MiPES (departamento que cuida da mobilização missionária e da área de Escola Sabatina) e anciãos. de acordo com o alvo de batismo que cada um fazia.  Organizamos uma vigília por mês. conforme o programa de oração diário).  Realizamos no mínimo dois sábados de jejuns por ano (“santas convocações”).  Dedicamos cinco minutos em cada culto e reunião da igreja para orar pelos nomes do altar.  Conscientizamos os líderes em cada reunião de comissão sobre a missão da Igreja.  Visitamos as famílias para conscientizar da missão. Alejandro Bullon que apresenta oito razões do Espírito de Profecia para pregar o evangelho).  Estudamos com todas as igrejas a palestra “O Porque da Missão” (uma aula preparada pelo Pr. dar um alvo pessoal e ensinar a trabalhar.  Entregamos “Fichas Batismais” para os líderes e para todos os irmãos. .

 Montamos um Pequeno Grupo com os líderes de Pequenos Grupos. Essas e outras ações fizeram que no ano seguinte nós batizássemos 105 pessoas e. 221 pessoas quando em um único batismo foram batizadas 191 pessoas em dez tanques simultâneos. Além disso. depois.  Escolhemos pessoas para anotar os nomes. . ler a Bíblia e testemunhar (trazer uma pessoa para Cristo) através de seus dons. eu e minha família passamos a orar mais.  Realizamos colheitas para colher os resultados. Aprendi com o pastor Bullón que para se ter sucesso é preciso orar.  Fizemos apelos em todos os sermões. a igreja se dividia em grupos para discutir o sermão).  Fizemos o voto batismal com o batizando e com os discipuladores (voto especial do discipulador).  Um sábado por mês realizamos o culto relacional (o sermão com tema doutrinário era pregado e. no ano posterior.  Escolhemos para cada pessoa que se batizava um discipulador (que na época chamamos de padrinho).  Organizamos congressos missionários para fortalecer a visão.  Cada família foi desafiada a ler como meditação no culto doméstico o livro Serviço Cristão. endereços e telefone de todas as pessoas não-adventistas que vinham a igreja em todos os cultos.

No ano de 2009 fui chamado para trabalhar na mesma área de Ministério Pessoal. Escola Sabatina e ASA. Classes Bíblicas. treinando líderes de Pequenos Grupos. Escola Sabatina e ASA na Associação Sul Paranaense que depois dividiu-se e tornou-se a Associação Central Paranaense. Nesse meio tempo Deus nos concedeu outro lindo presente! A minha primeira filha Thayná que nasceu no dia 20 de julho de 2005 na cidade de Balneário Camboriú. a Thamires. Foram dois excelentes anos trabalhando com uma área apaixonante da igreja – a mobilização de pessoas. Lembro ainda hoje da alegria e preocupação em ajudar a minha esposa pra que tudo desse certo. No ano de 2006 tomamos uma importante decisão. Deus nos deu muitas alegrias ao trabalhar com os irmãos. Chegamos as 15h15 no hospital e as 15h30 ela já estava nos braços da mãe – nascimento de parto normal. Nesse período Deus nos abençoou com nossa segunda filha. Duplas Missionárias. NA UNIÃO . que nasceu no dia 03 de setembro de 2008. Morávamos em São José (grande Florianópolis) mas viajamos até Balneário Camboriú para ela nascer lá. NA ASSOCIAÇÃO No ano de 2007 fui chamado para trabalhar na Associação Catarinense como líder do Ministério Pessoal. Professores da Escola Sabatina e outras frentes missionárias. Minha esposa deixou seu trabalho na Escola Adventista de Itajaí para poder dedicar-se exclusivamente a educação de nossa primogênita.

No ano de 2011 Deus me levou para trabalhar na União Sul Brasileira como líder de Mordomia Cristã. eu senti Deus me dirigindo e me dando sabedoria pois sem ele eu nada seria. Relacionamento e na Missão. a Thayse. além de trabalhar em uma instância superior. e oramos muito para que tudo ocorresse bem. amante e fiel companheira – uma ministra chamada por Deus para o . Escola Sabatina e ASA na União Sul Brasileira. Senti um misto de alegria e tensão. administrações. Trabalhei durante um ano e depois Deus me levou para servir novamente como líder do Ministério Pessoal. Minha esposa é uma tremenda parceira. o pastor Valdilho Quadrado. eu atuaria em uma área que nunca havia trabalhado antes. Minha terceira filha. reuniões com pastores. Foi um longo processo de estudos. orações. Nesse período começamos a vivenciar uma grande mudança no programa de trabalho da União onde deixamos de focar métodos de trabalho para colocar o foco nas pessoas. Nosso programa que chamava-se Pilares de Esperança passou a chamar-se Cada Um Salvando Um. Deus me chamou para trabalhar em seu lugar como secretário da União. se aposentou e através da Comissão Diretiva da USB. nasceu no dia 19 de janeiro de 2013 – e foi como se fosse a primeira experiência como pai. Em todos esses momentos. amiga. reuniões internas. antes de mudarmos o rumo de nosso trabalho que tem como objetivo envolver os membros na Comunhão. Nesse meio tempo várias coisas ocorreram. Foi um imenso desafio que me fez crescer novamente na minha liderança pois. No meio do ano o secretário da União Sul. departamentais.

mas também procuro conversar sobre as melhores opções para trilhar os melhores caminhos. a visão que tenho de mim mesmo é de um homem que procura ser leal a organização. Ela ainda continua em casa na missão de educar as filhas e eu… bem! Eu sou feliz no ministério e grato ao Senhor por ter me conduzido até aqui. que organiza seus compromissos. Isso se tornou mais evidente quando fiz o estágio de Evangelismo no terceiro ano de teologia. Isso me fez pensar. Na verdade essa era uma deficiência minha. que gosta de trabalhar com equipes e gosta de inovar. Além disso procura não decepcionar os superiores e gosta de alcançar as metas. mas quando trabalhava no primeiro distrito em Araranguá um dia o ancião Claudir Garcez me procurou para me dizer que eu tinha que fazer menos coisas sozinho e delegar mais atividades para os anciãos. responsável em cumprir as obrigações. eu acabava fazendo tudo sozinho. . não tenho dificuldades de ouvir e seguir as orientações dos superiores. Por gostar de trabalhar em equipes. Na minha avaliação final o Evangelista Élcio Magalhães me deu uma boa nota mas fez uma observação: Eu precisava aprender a delegar. Por gostar de trabalhar e por sempre tomar a iniciativa nas ações necessárias para implementar as atividades. MINHA IDENTIDADE Quanto a minha identidade pessoal. pontual aos compromissos. Gosto de ouvir os membros da equipe e procuro desenvolver um estilo de liderança participativa.ministério. pois tínhamos que trabalhar em equipe.

além disso. tomar decisões. ao mesmo tempo. presidir e secretariar diversas comissões. potencializar as ações de minha equipe e ouvir sua . mas. Tenho muitas limitações e creio que Deus me chamou apesar de mim mesmo. entre outros. EXPERIENCIA ATUAL Trabalho como líder porque a função de pastor por si só já demanda o exercício da liderança. 2011) explica a questão da seguinte forma: “Gostaria que este fosse meu epitáfio: ‘Aqui jáz um homem que foi sábio o suficiente para trazer para trabalhar consigo homens que sabiam mais do que ele’”. atualmente estou na função de secretário da União Sul Brasileira onde preciso exercer a liderança na condução da equipe dos secretários dos campos e nas demais atividades que precisamos exercer como treinamentos. Creio que o melhor líder não é o que sabe de todas as coisas mas o que se cerca de pessoas melhores do que ele. solucionar conflitos. Andrew Carnegie (como citado em Maxwell. por isso agradeço a Deus todos os dias e a Ele peço sabedoria diária. me apraz estar cercado de pessoas que tenham condições de tomar decisões e que contribuem para suprir as minhas limitações na liderança. Desde então tenho procurado ler sobre liderança e sempre oro pedindo ajuda a Deus para trabalhar junto com as pessoas. formando uma equipe com quem Ele colocar sob minha supervisão. Um ponto positivo é que por ser Concreto Sequencial eu gosto de organizar as ações e. Tenho um princípio de liderança: Não trabalhar sozinho! Não menosprezar as pessoas.

Sonho em ver uma igreja que ora. Por isso tenho procurado buscar a Deus na primeira hora de cada dia a fim de me tornar um líder mais semelhante a Jesus. respeito e que olhe para elas não como são. O meu destino e os lugares onde trabalharei no futuro pertencem a Deus pois estou em Suas mãos. EXPERIÊNCIA FUTURA Como atuo hoje em uma função administrativa na União Sul Brasileira da Igreja Adventista do Sétimo Dia vejo este mestrado como uma oportunidade de desenvolver a minha liderança. p. mas como poderão se tornar pela graça de Jesus. Por isso tenho procurado seguir um estilo de liderança participativa onde cada um pode e tem liberdade para expressar suas ideias e onde a decisão da maioria é o caminho que devemos seguir. como pai de família. que eu lide com as pessoas com muita dedicação. “Quem chega ao topo sozinho não tem com quem comemorar” (Maxwell. Mas quero falar do meu sonho para o futuro. Isso só se adquire através de uma profunda comunhão diária com Deus através da leitura da Bíblia. construir hábitos de leitura e organizar melhor o meu tempo a fim de que eu possa crescer como pessoa.opinião. O chamado para o ministério e a nobre missão de conduzir pessoas ao céu exige que eu seja um líder espiritual. estudo da Lição da Escola Sabatina e oração. Sonho em ver a minha família fiel ao Senhor Jesus e trabalhando em Sua obra. Sonho em ver uma igreja que se relaciona com o próximo a ponto de conhecer e . 31). 2008. como líder e como pastor. estuda a Bíblia e a lição da Escola Sabatina todos os dias. A liderança pastoral é essencialmente espiritual.

atender suas necessidades. motivar e acompanhar também os novos conversos para que se tornem missionários. Sonho em ver uma igreja que ama de tal forma que atraia os ex-adventistas e os não adventistas para o caminho da verdade. equipar. um pastor espiritual e um líder servidor. Nesse processo o mestrado em liderança providenciará suporte para que eu possa expandir minhas habilidades que resultarão em beneficio para a igreja e na pregação do evangelho. Sonho em ver uma igreja que cumpre a missão de evangelizar através dos dons que o Espírito Santo concede a cada um. Quero desenvolver minha liderança para que eu possa ser um pai presente. Sonho em ver uma igreja cuja maioria dos membros não se afastam do redil do Senhor. Obviamente que eu precisarei me desenvolver muito para alcançar este patamar. líderes e membros da igreja a fim de que tenhamos discípulos com a visão de discipulado. Vejo-me como um homem chamado por Deus para capacitar pastores. Nesse processo eu me coloco nas mãos de Deus para ser um líder segundo o coração de Deus e que fará a diferença na vida da igreja que Deus colocou sob meus cuidados. DECLARAÇÃO DE VISÃO Pela graça de Deus quero crescer em graça. um marido amoroso. mas pelo poder do Espírito Santo acredito ser possível. Como líder preciso treinar. DECLARAÇAO DE MISSÃO . sabedoria e estatura diante de Deus e da sociedade.

Pela graça de Deus quero fazer discípulos através de Comunhão. Quero pregar o evangelho aos que ainda não o conhecem e motivar. DESENVOLVIMENTO DE COMPETENCIAS Nesta parte do PDL. Ética. a identidade pessoal e profissional tendo em vista que são essenciais à prática da liderança. . ensinar e capacitar os membros da igreja a testemunharem através dos dons do Espírito Santo. Valores e Espiritualidade – Liderança que atua com base em um conjunto de princípios e padrões que guiam sua prática. A Liderança Pessoal focaliza a autoconsciência. as 10 Competências serão organizadas em quatro áreas. Liderança Interpessoal. Liderança Organizacional e Liderança e Pesquisa. São elas: 1. A Liderança Interpessoal focaliza o relacionamento e o desenvolvimento de outras pessoas como uma função essencial da liderança. Conforme o Manual de Liderança Printing Version. 2. à página 11. apresento as dez competências a serem desenvolvidas no Mestrado de Liderança. Relacionamento e Missão. a saber: Liderança Pessoal. Fundamentos Filosóficos – Liderança que atua no contexto de múltiplas perspectivas e da visão de mundo que influencia sua prática. Desenvolver as competências me habilitará a desenvolver o hábito de organizar a minha vida e situará no tempo e nos conteúdos que me ajudarão em meu ministério.

1. tendo em vista resultados saudáveis e estratégicos. local e global. 1. Desenvolvimento Organizacional e Mudança – Liderança envolve interação e colaboração para moldar uma visão e estratégia de aperfeiçoamento. 4. Desenvolvimento de Recursos: Finanças e Legislação Corporativa – Liderança envolve a administração de recursos financeiros. sendo responsável diante dos outros. 3. com vistas a facilitar a consecução de metas organizacionais. buscando estabelecer e manter relacionamentos cooperativos no contexto pessoal. bem como a capacidade de facilitar o processo de mudança no contexto organizacional. buscando fazer com que as . Trabalho em Equipe – Liderança é um fenômeno humano que ocorre no contexto social através de relacionamentos autênticos. Comportamento Organizacional – Liderança compreende os comportamentos pessoais. e compreensão de estruturas legais e regulamentos aplicados a diferentes áreas. grupais e intergrupais. 2. A Liderança Organizacional focaliza os aspectos organizacionais da liderança. Responsabilidade Social – Liderança compreende os sistemas sociais. 2. maximizando o valor de cada pessoa e envolvendo os liderados no processo de liderança. Comunicação Intercultural e Globalização – Essa liderança promove a comunicação eficaz e sensibilidade no contexto de diferentes culturas. bem como o seu impacto nas lacunas e nas metas da organização.

A Liderança e Pesquisa focaliza a necessidade de usar dados para comunicar.necessidades ambientais. Onipotente. LIDERANÇA PESSOAL 1ª COMPETÊNCIA Fundamentos filosóficos Os Fundamentos Filosóficos são os valores e/ou princípios que norteiam as decisões dos homens. tomar decisões e contribuir para avançar o conhecimento na área de liderança. pois creio em um Deus Criador. a Bíblia e da Palavra Viva. Faz parte de nossos valores respeitar todas as pessoas de todas as raças e também todas as filosofias. Creio que existe um grande conflito entre o bem e o mal em todo o tempo e em toda história da humanidade. bem como a capacidade de coletar e analisar dados para aplicação dos resultados no campo profissional. educacionais. A habilidade de pesquisa é fundamental para analisar e promover o desenvolvimento organizacional e avaliação profissional. Também faz parte . Como Adventista do Sétimo Dia meus fundamentos filosóficos são criacionistas. Análise e Condução de Pesquisa – Faz parte das atividades de liderança analisar fontes e dados de pesquisa com senso crítico. Onipresente e Onisciente revelado através da Sua Palavra Escrita. 1. Jesus Cristo. econômicas e sociais sejam satisfeitas de forma sustentável no âmbito local ou global. persuadir.

Matérias do curso 3. Gravação do Programa Prioridades 3. Diploma e aulas escritas.de nossos valores assumir uma postura evangelizadora transformadora. Vídeos de alguns programas 3. Aula apresentada 5. apesar de aceitar a todos. ou seja. É nesse processo que me sinto chamado por Deus para ser um pastor. Disciplinas – SALT – UNASP 2. Treinamento para Novos Membros no Oeste Catarinense 6. esta competência. Estudo Bíblico 4. Experiências Passadas Artefatos 1. Power Point dos temas 1. Série de Estudos utilizada 4. Aulas no Mestrado em Teologia 4. Aula 2. pregar o Evangelho e capacitar líderes e membros da igreja a fim de que tenhamos discípulos com a visão do discipulado de Jesus. Trabalho de Reflexão sobre 6. Sermão sobre doutrinas 1. Seminário para a igreja sobre a Missão 3. Aula apresentada 5. nosso propósito é falar sobre a verdadeira esperança e desenvolver no ser humano o caráter de Deus. Reflexão sobre esta competência. Semana de Evangelismo em Erechim 2. Semana de Evangelismo em Curitiba apresentados 2. Experiências Planejadas Artefatos 1. Aula 4. Bibliografia .

White. Tatuí. SP: Editora Objetiva. White. SP: Casa Publicadora Brasileira. A Ciência do Bom Viver. Marinho. Knight. (2002). valores e espiritualidade A ética é definida pelos valores que cada pessoa possui e estes últimos são influenciados pelas premissas espirituais que norteiam cada ser humano. Liderança: Uma questão de Competência (2ª Ed.). Filosofia da Educação Adventista (1ª Ed.).F. Tatuí. .. J. Nisto Cremos: as 28 crenças fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia (2008). A liderança portanto terá uma influência positiva quando os líderes a utilizam com o objetivo de ajudar os liderados a crescerem em todos os aspectos: morais. Liderança Cristã (3ª Ed. (2008). Marinho. Engenheiro Coelho. profissionais e afetivos. espirituais.Golemam. et AL. Inteligência Emocional. São Paulo. (2006). D. George (2001). LIDERANÇA PESSOAL 2ª COMPETÊNCIA Ética. SP: Saraiva. SP: Casa Publicadora Brasileira. Trabalho: Para esta competência vamos escrever um trabalho para descrever como a teoria pode se coadunar com a prática dos fundamentos filosóficos da liderança. (1995). Oliveira. São Paulo. SP: Casa Publicadora Brasileira. Ellen G. R.). Robson M. M. SP: UNASPRESS. Tatuí. Ellen G.

Agenda 5. Certificado de Batismo 5. Atas 6. Aulas 3. Curso de Educação Contínua 2. Comissão Diretiva Plenária 6. Campal da Escola Sabatina 3. Treinamento Integrado nos campos 1. . Experiências Passadas Artefatos 1. Concílios Pastorais 3. Seminário da ADRA 1. Reflexão sobre esta competência esta competência. Vintage USB Vintage 5. Apostilas 4. Certificados 2. Slides 3. Trabalho de Reflexão sobre 7. desde minha infância meus pais procuraram transmitir valores espirituais baseados na Bíblia os quais influenciaram a minha vida e foram fundamentais para que eu pudesse discernir o chamado de Deus para o ministério. Nesse ponto. Concílio Anual da USB 7. Estudo Bíblico recebido 4. Foto e Avaliação ACP 2. Evangelismo de Colheita 2. Matérias do Seminário Teológico Experiências Planejadas Artefatos 1. Resolução e aula 4. Fotos sobre o Treinamento do 4. Grade Escolar 5. Abaixo a relação das experiências passadas e planejadas para definir esses aspectos de minha liderança em minha família e local de trabalho.

. SP: Casa Publicadora Brasileira. Kennedy. R. Professores e Estudantes. SP: Editora Manole. LIDERANÇA INTERPESSOAL 3ª COMPETÊNCIA Trabalho em Equipe O trabalho em equipe pode ser descrito como um conjunto ou grupo de pessoas que dedicam-se a realizar uma tarefa ou determinado trabalho. Goleman. SP: Editora Campus. p. Nossos Valores em Risco – A Crise Moral dos EUA. O 8º Hábito. S. J (1994). valores e espiritualidade da liderança servidora. Jimmy (1988). O Poder da Inteligência Emocional: a Experiência de Liderar com Sensibilidade e Eficácia. Covey. (2005). (2002). São Paulo. White. Warren. (1989). SP: Editora Vida. 31). R. “Quem chega ao topo sozinho não tem com quem comemorar” (Maxwell. RJ: Elsevier. São Paulo. São Paulo. Bibliografia Carter.). E. E se Jesus não Tivesse Nascido? São Paulo.. Trabalho: Para detalhar esta competência será escrito um ensaio para tornar claro a conexão entre teoria e a prática da ética. J. Rio de Janeiro. (orgs) (2005).. Newcombe. SP: Saraiva. Marinho. (1996). um dos princípios importantes é: Não trabalhar sozinho! Não menosprezar as pessoas.. Dentro do princípio da liderança servidora. E. McKee. Educação (6ª Ed. Conselhos aos Pais. 2008. Uma Vida com Propósitos. White. Tatuí. Liderança. uma Questão de Competência. Tatuí. Oliveira. D. G. J. potencializar as ações da equipe e ouvir sua opinião. São Paulo. R. É importante em todas a vertentes da vida sejam elas pessoais ou profissionais. SP: Casa Publicadora Brasileira. SP: Editora Vida. (2002).

Reflexão sobre esta competência competência Experiências Planejadas Artefatos 1. Experiências Passadas Artefatos 1. Creio também que o resultado pode ser aperfeiçoado quando recebe assistência e ajuda e que o trabalho em equipe possibilita a troca de conhecimento. Trabalho de Reflexão sobre esta 4. Link e Roteiro do Vídeo produzirá o Vídeo do Projeto do Reencontro de 2015 3. Camboriú 2. Creio que esta competência reforçará a minha visão de trabalho uma vez que para mim o trabalho em equipe significa praticar um estilo de liderança participativa onde cada um pode e tem a liberdade para expressar suas ideias e onde a decisão da maioria é o caminho a seguir. Programa e Avaliação USB 4. Pauta da reunião com eles. a rapidez no cumprimento das metas estabelecidas e o aperfeiçoamento do resultado. Coordenação da equipe que 1. Evangelismo em Balneário 1. Coordenação da equipe que coordenou o Concílio Ministerial da 3. Agenda de trabalho da USB 3. Passo a Passo para a organizará a Assembleia Quinquenal organização da Assembleia . Coordenação da Equipe que 3. Coordenação de Trabalho da equipe de Ministérios Pessoais dos Campos 2.

LIDERANÇA INTERPESSOAL 4ª COMPETÊNCIA Aprendizagem. Maxwell. Liderança Baseada em Princípios. SP: Editora Thomas Nelson Brasil. (2003). Trabalhando com a Inteligência Emocional. Formando Líderes. SP: Editora Saraiva. Robson. São Paulo.da USB 4. (1999). Programa e Avaliação com os campos. Wheatley. & Oliveira. (1999). J. Liderança e a Nova Ciência: Descobrindo Ordem num Mundo Caótico. Ellen G. Liderança: Uma Questão de Competência. Stephen R. Liderança. São Paulo. Trabalho: Para efetivar esta competência será realizado um trabalho para lincar a teoria com a prática do trabalho em equipe. (2005). (2002). D. Marinho. SP: Cultrix. Mentoring e Desenvolvimento de Pessoas . Bibliografia Covey. RJ: Editora Campus. SP: Editora Thomas Nelson Brasil White. São Paulo. (2002). John C. Goleman. O Livro de Ouro da Liderança. Maxwell. Tatuí. SP: Editora Objetiva. São Paulo. São Paulo.. Coordenação da Equipe que organizará o Planejamento da União 4. Margareth J. (2003). SP: Casa Publicadora Brasileira. John C. Rio de Janeiro.

Conhecimento que transforme o liderado nos níveis pessoais. por video conferências e conversas sobre assuntos do trabalho e também de temas que não estão necessariamente ligados as atividades profissionais. Educação Contínua 1. Através desta competência tentarei apresentar a necessidade da aprendizagem e a vantagem da transmissão de conhecimentos que transformam através do acompanhamento pessoal. Por isso o desenvolvimento do Mentoring será através de conversas. Sabemos que a aprendizagem não se desenvolve somente em uma sala de aula mas através de diversos fatores que formam a personalidade do indivíduo e o influenciam na tomada de decisões e nos valores que definem seu modo de viver. Em meu trabalho tenho a tarefa de desenvolver pessoas e mentorear líderes na secretaria da igreja e no processo de implementar a visão do Cada Um Salvando Um. familiares e profissionais. Certificados . reuniões presenciais. Demonstrarei esta competência mentoreando os secretários dos campos da União Sul Brasileira. O objetivo é o desenvolvimento de meus liderados de maneira integral focando a mente e o coração e não somente as mãos deles. Experiências Passadas Artefatos 1. O mentoreamento é o processo de transmissão de bagagem de conhecimentos e experiências e o acompanhamento para prover orientação e facilitar o desenvolvimento de novos líderes.

(2002). Hendricks. São Paulo. Como se Tornar um Líder Servidor. Desenvolvimento e mentoring da 3. E-mail Paulo. Hutchens. SP: Editora Vida Nova. O Dilema dos Lemingues. (2000). Fotos e aulas Escola Sabatina Experiências Planejadas Artefatos 1. Howard (2001). D. Books. (2003). Pauta de reunião 3. equipe de secretários dos campos da USB 4. Acompanhamento do programa de 2.2. Buckingham. (1ª Ed. Rio de Janeiro. Dissertação implantação do C1S1 3. Marcus (2005). Agenda da Secretaria Excelência da Secretaria de igrejas 2. (2005). São Paulo. Como o Ferro Afia o Ferro. A Arte Perdida de Fazer Discípulos. Belo Horizonte. São Paulo. SP: Editora . São Paulo. Acompanhamento do Programa de 1. Reflexão sobre esta competência esta competência. Descubra seus Pontos Fortes.). SP: Editora Best Seller. Maxwell. Trabalho de Reflexão sobre 4. SP: Editora Sextante. Chip R. John C. Hunter. Eims. A Arte de Formar Líderes. São Paulo. Formação de Professores da 3. Mentor e Aprendiz. L. SP: Editora M. RJ: Sextante. (2006). Formação de líderes na igreja 2. MG: Editora Atos. Bibliografia Bell. J.

A arte de comunicar-se não passa apenas pelas palavras. M. Oliveira. (2003). Trabalho: Para efetivar esta competência será realizado um trabalho apresentando a importância do mentoreio e do foco na pessoa.Thomas Nelson Brasil. Há também os ruídos na comunicação que podem prejudicar a transmissão de conhecimento seja ele de forma oral ou escrita. F. mas também através da comunicação não verbal. Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes. O Livro de Ouro da Liderança. Covey (2004). Marinho.). Rio de Janeiro. RJ: Editora Best Seller. J. Liderança: Uma Questão de Competência (2ª Ed. Maxwell. .. John C. Stephen R. São Paulo. por isso é necessário que a comunicação seja realizada de tal forma que quem comunica algo tenha certeza de que será compreendido de forma correta. São Paulo. LIDERANÇA INTERPESSOAL 5ª COMPETÊNCIA Comunicação Intercultural A comunicação é muito importante para o bom andamento da liderança. SP: Editora Thomas Nelson Brasil. SP: Editora Saraiva. R. (2006).

Aulas para secretárias com base na agenda das secretárias para comunicar 1. Nesse processo a internet tem desempenhado um papel fundamental em facilitar a comunicação intracultural e aproximar as pessoas ao mesmo tempo que expõe a cultura de outros povos. Power Point 2. Trabalho de Reflexão sobre 4. Fotos comunicação do Evangelho. Seminários realizado no Perú Experiências Planejadas Artefatos 1. Edward Heidinger 5. Seminário sobre Discipulado 3. Fotos e aulas em Espanhol 3. Evangelismo no Uruguai 1. Capacitação de Professores da 3. Experiências Passadas Artefatos 1. Programa do Evento da Campal Escola Sabatina sobre a comunicação deles com os seus membros da 4. Reflexão sobre esta . No que diz respeito a pregação do Evangelho deve-se haver adaptação de métodos nas diferentes culturas mas nunca a adaptação dos princípios para que a mensagem da Palavra de Deus seja pregada com eficácia. 3. Esta competência portanto me ajudará nos treinamentos e capacitações nas diferentes culturas que compõe a igreja no território da União Sul Brasileira onde atuo como secretário executivo e líder de Saúde. 2. Seminários e a Agenda Impressa as regras da confecção da agenda e ata. Aulas de Espanhol com Pastor esta competência. Avaliação e Declaração Unidade de Ação 5. Aulas no Panamá 2. Seminários para leigos sobre a 2.

Rio de Janeiro. White. H. Bibliografia Baumgartner. Passaporte Para a Missão. Merklin. Paul G. São Paulo. E. (2009).competência. L. SP: Editora Cultrix. C. Hiebert. (1967). SP: Editora Vida Nova. J. (2005). (1975). Kuhn. São Paulo. A Comunicação na Aldeia Global. LIDERANÇA INTERPESSOAL 6ª COMPETÊNCIA Responsabilidade Social . Teoria da Comunicação Humana. e Baer. Dbdahl. E. J. W. Coelho.. O Evangelho e a Diversidade das Culturas. Trabalho: Para efetivar esta competência será realizado um trabalho apresentando a importância da comunicação em todas as culturas. Dance. SP: Casa Publicadora Brasileira. (2002). C. Tatuí. F.. W. Moyer. Petrópolis. RJ: Editora Record. L. Ellen G.. SP: Casa Publicadora Brasileira.. Não Diga Sim Quando Quer Dizer Não. (2011). Tatuí. São Paulo. Fensterhein. X. B. RJ: Editora Vozes. Evangelismo.

Paulo disse que quem possui a Cristo é uma “nova criatura. por outro lado. e mais tempo fosse dedicado ao serviço pessoal. No cartão de chamada da Escola Sabatina a segunda . com os amigos e com a sociedade. mas também expandir a possibilidade de ter em mais lugares igrejas missionais compostas de discípulos que atendem a necessidade do próximo. 2013. Responsabilidade Social não é Teologia da Libertação. Jesus apresentava a vinda do Reino que era. No território de minha União estamos fortalecendo esse conceito através da Escola Sabatina. Os pobres devem ser socorridos. não é somente para expandir a pregação do evangelho no que diz respeito a esperança da Segunda Vinda. cuidados os doentes. p. Por isso o objetivo de plantarmos uma igreja. p. nada mais nada menos que uma mudança de vida. Ellen White escreveu que “os adventistas devem primeiro atender as necessidades temporais… e então encontrarão uma avenida para o coração” (White. 227) e que “se se empregasse menos tempo a pregar sermões. os aflitos e os que sofreram perdas confortados. as coisas antigas passarão” (2Co 5:17). maiores seriam os resultados que se veriam. 143). 2013. Qualidade de vida está intimamente relacionada com a Responsabilidade Social uma vez que ela é a relação ética que foca no desenvolvimento da sociedade para preservar os recursos ambientais e também os recursos culturais para as futuras gerações. cuidam do meio ambiente e dos recursos naturais. instruídos os ignorantes e os inexperientes aconselhados” (White. Essa mudança se reflete no relacionamento do indivíduo com a famílias.

Sermão Bom Samaritano 2. Participação dia ASA 1. Esta competência fortalecerá esta visão e o meu trabalho que envolve capacitar os membros. as unidades de ação da Escola Sabatina. Mutirão de Natal 3. Aula em Key Note e uma Sabatina sobre o relacionamento e a avaliação responsabilidade social de cada indivíduo e das Unidades de Ação 2. Folder sobre Recolta 5. Relatórios e Matérias Site 4. Recolta 4. Seminário sobe o Cartão da Note e a avaliação. Aulas 3. Escola Sabatina para ensinar como 3. Fotos e aula em Key 2. Departamento da ADRA 2. as secretárias. Trabalho de Reflexão competência sobre esta competência Experiências Planejadas Artefatos 1.pergunta tem a ver com a responsabilidade social de cada indivíduo quando perguntamos: “Quantas pessoas praticaram ações solidárias para atender a necessidade do próximo?”. as igrejas e instituições de minha União para cumprir esta missão. Experiências Passadas Artefatos 1. Reflexão sobre esta 5. Aulas para Professores da Escola 1. Aula sobre o Bom Samaritano – abordando a responsabilidade social em . Vídeo social 3. Sermão preencher o relatório de responsabilidade 4.

(2005). White. São Paulo. R. Ellen G.com/Edição: 109 Ano: 7 ISSN: 1677-4949. Yunus. Beneficência Social. SP: Editora Ática. (2002). J. Marinho. White. A. (2013). Participação no vídeo Manual da ASA Bibliografia Ashley. SP: Casa Publicadora Brasileira. LIDERANÇA INTERPESSOAL . Ética E Responsabilidade Social Nos Negócios. (2013). Liderança: Uma Questão de Competência. Disponível em: http://www. M. Tatuí. Ellen G. White. Tatuí. (2008). Responsabilidade Social. Ellen G. Evangelismo. São Paulo. Tatuí. São Paulo.php ?id=2>.com/institucional/institucional_view. SP: Saraiva.responsabilidadesocial. SP: Casa Publicadora Brasileira. Serviço Cristão. Trabalho: Para efetivar esta competência será realizado um trabalho apresentando a importância da pregação do Evangelho tendo em vista o aspecto social ou seja sendo uma igreja Missional. (2013).nível geral para os membros da igreja 4. SP: Editora Saraiva. Um Mundo Sem Pobreza: A Empresa Social e o Futuro do Capitalismo. SP: Casa Publicadora Brasileira. & Oliveira..

Gráficos e planilha em excell . Esta competência me ajudará na minha liderança a demonstrar e utilizar corretamente a estrutura financeira que possibilita o estabelecimento de projetos. finanças e legislação corporativa Cuidar dos recursos financeiros é crucial no desenvolvimento da liderança. 7ª COMPETÊNCIA Desenvolvimento de Recursos. respectivamente. Por isso esta competência também abordará estas questões. Power Point com aula sobre finanças 2. descontrole ou boa gestão dos recursos financeiros. uma das tarefas é zelar pelas normas e registrar todos os votos adequadamente para que todas as questões legais sejam cuidadosamente preservadas e as diretrizes da igreja resguardadas. Experiências Passadas Artefatos 1. Planilha Orçamentária 2. o avanço evangelístico. Orçamento do Departamento 1. Seminário sobre finanças 3. área em que atuo. a ampliação das instituições e de novos campos e a implantação da visão “Cada Um Salvando Um” em cada distrito da União Sul Brasileira. diretiva Experiências Planejadas Artefatos 1. Por outro lado na secretaria. Uma agenda da comissão 3. o estabelecimento de novas unidades escolares. Sérios problemas e grandes avanços ocorrem quando há. Seminário sobre Agendas. Orçamento da Secretaria 1.

White. (2010). Trabalho de Reflexão sobre esta sobre esta competência competência Bibliografia Barros. I.administradores. (2008). (sd).2. Chiavenato. (2009). Obtido em http://www. E. W. Lima.br/site/menu/publicacoes/publicacao_ %20adm/pdf/edicao2/teoria_relacoes_humanas_adm. Obtido em http://www. Ata da secretaria 3. 4.viannajr. Aula com os votos e orientações legais de disciplina de orientações legais membros. Trabalho: Para efetivar esta competência será realizado um trabalho . Financeiro e Recursos Humanos: uma Aliança Lucrativa. Tatuí. Afinal o que significa Recursos Humanos? Obtido em http://pessoasderh.html. Mendes.com. M. E.br/informe- se/informativo/financeiro-e-recursos-humanos-uma-alianca- lucrativa/17507/.administradores.edu. Trabalho de Reflexão 4. (2008). Chaves R. Rio de Janeiro. Aula para as secretarias com as 3.blogspot. Aula sobre atas com todos os votos legais 2. (1999).pdf. Gestão de Pessoas: O Novo Papel dos Recursos Humanos nas Organizações. SP: Casa Publicadora Brasileira.com. Os Recursos Organizacionais. A Teoria das Relações Humanas na atualidade administrativa.br/informe-se/artigos/os-recursos- organizacionais/21937/.com/2009/12/afinal-o-que-significa-recursos- humanos. RJ: Campus. Obtido em http://www. G. Administração Eficaz.

médicas. Por isso esta competência analisa a importância da organização para a efetivação de verdadeiras mudanças. o crescimento intelectual e o espiritual a fim de ter resultados mais coerentes e equilibrados. É devido a essa organização que temos avançado nas áreas educacionais. na multiplicação de membros da igreja e em novas congregações em diversos lugares. Documento escrito com análise para o C1S1 Experiências Planejadas Artefatos . Nesta competência vamos estudar como introduzir mudanças sem traumas uma vez que no processo de meu trabalho houve a necessidade de fazer uma mudança drástica no rumo da igreja no que diz respeito aos métodos de trabalho que estamos usando para promover o cumprimento da missão em nosso território. mas uma instituição organizada. Mudança do Pilares de Esperança 1. LIDERANÇA INTERPESSOAL 8ª COMPETÊNCIA Desenvolvimento Organizacional e Mudança A igreja Adventista do Sétimo Dia não é uma empresa. Experiências Passadas Artefatos 1. As mudanças são importantes e muitas organizações tem dificuldades de lidar com elas.apresentando a importância da pregação do Evangelho tendo em vista o aspecto social ou seja sendo uma igreja missional. alimentícias.

S. Agenda e Ata e Avaliação USB que vota todas as principais mudanças em PLP e alterações para o ano seguinte 3. Carta para 1. Rio de Janeiro. R. RJ: Elsevier. Organização da comissão 5. Collins. Rio de Janeiro. Edital de Publicação. (2008). Jim (2006). M.Trabalho Reflexão sobre esta diretiva da DSA competência 5. R. Passo a Passo para a Constitutivo da Instituição organização da Assembleia e Ato Constitutivo.). Organização do programa dos Planejamento 100 anos 4. (2002). Organizar a 5ª Assembleia delegados Gerais. Organizar o Concílio Anual da 2. . S. (2005). Empresas Feitas Para Vencer (14ª Ed. Rio de Janeiro.). A Velocidade da Confiança: O Elemento que faz Toda a Diferença. S. R. RJ: Campus. Programa da Assembleia. Informativo do 3. RJ: Elsevier. Carta para Quinquenal da USB – que realiza as Delegados Regulares. Covey. O 8º Hábito: Da Eficácia a Grandeza. Rio de Janeiro. 2. Liderança Baseada em Princípios (13ª Ed. Roteiro e Programa 4. 1. RJ: Elesevier. Revista mudanças nos líderes e no Ato Informativa. Reflexão sobre esta competência Bibliografia Covey. Covey.

SP: Editora Cultrix.Posner. Ao mesmo tempo há a necessidade de adaptar-se diante da maneira de agir da organização que estamos inseridos. Necessitamos ter a capacidade de focar em pessoas independentemente do local e cultura que estas possam ter. diante da equipe e dos clientes que esta instituição possui. M. RJ: Campus. Margaret J. LIDERANÇA INTERPESSOAL 9ª COMPETÊNCIA Comportamento Organizacional Como cada um de nós nos comportamos em relação a cultura de nossa organização é crucial para a adaptação e para exercer influência diante dos liderados. Liderança e a Nova Ciência: Descobrindo Ordem em um Mundo Caótico (9ª Ed. Voto do Chamado permitiram ter contato com culturas diferentes . Wheatley. B.Kouzes. Se como líder não estivermos ligados aos aspectos culturais não teremos sucesso em implementar mudancas pois cultura tem a ver com habitos. Rio de Janeiro. O Novo Desafio da Liderança (2ª Ed. Quem cria cultura na organização? O comportamento dos líderes. São Paulo.). Por isso essa competência influenciará em minha liderança para que eu possa ajudar a desenvolver uma cultura vencedora na organização onde trabalho. Trabalho: Será apresentado um trabalho do ponto de vista da organização para efetivar mudanças necessárias no programa. Mudança de Instituições – as mudanças de campo que me 1.. (2006). Z (2008).). J. Experiências Passadas Artefatos 1.

Rio de Janeiro. Reuniões de Administradores onde discutiremos assuntos que tem a ver com a cultura da organização em que trabalho 3. Kouzes. Produção do livreto intitulado 6. Agenda 6. J. Experiências Planejadas Artefatos 1. Guia Secretários de Igrejas 5. Livreto “Questões sobre a Secretaria” 7. Atas e agendas das reuniões tomada de decisões 2. O Novo Desafio da Liderança. Reuniões Secretaria 2. Rio de Janeiro. Produção do Guia para Redação online de Votos 3. RJ: Campus. RJ: Elsevier. Agenda da Reunião 5. Reuniões de Comissão onde está relatada a cultura da organização na 1. O 8 Hábito: Da Eficácia a Grandeza. Produção da Agenda dos 4. (2005). . e Posner. S. Reflexão sobre esta competência competência que analisará o comportamento organizacional e a cultura da empresa Bibliografia Covey. Trabalho Reflexão sobre a 7. B. Pauta da Reunião e avaliação 4. R. (2008).

(2010).webartigos. Trabalho: Será apresentado um trabalho do ponto de vista da organização para efetivar mudanças necessárias no programa.ead. S.usp.com.br/semead/11semead/resultado/trabalhosPDF/932.Mendes. LIDERANÇA INTERPESSOAL 10ª COMPETÊNCIA Avaliação e Condução de Pesquisa Minha dissertação trabalhará a diferença que a implantação da visão de trabalho chamada Cada Um Salvando Um fará em uma igreja na cidade de Curitiba. Obtido em http://www. Obtido em http://www.fea. J. A. A Importância da Avaliação para a Tomada de Decisão. a lição da Escola Sabatina e orando O Relacionamento significa mais Unidades de Ação (que são as classes da Escola Sabatina) reunindo-se com uma reunião nas casas fora do encontro de .administradores. O que é Cultura Organizacional. M.com/artigos/a-importancia-da- avaliacao-para-a-tomada-de-decisao/38015/. Meu objetivo é mostrar que há possibilidade de envolver mais membros na missão de Jesus Cristo tendo como base a Escola Sabatina para promover em cada Unidade de Ação a Comunhão o Relacionamento e a Missão.pdf. (2010). (sd). Cultura Organizacional em Instituições de Ensino Superior: Uma Visão Discente. Ribeiro. F. e Silva. A Comunhão significa mais membros estudando a Bíblia.br/informe-se/artigos/o-que-e-cultura- organizacional/46093/ Rocha. Obtido em: http://www.

2. White. (Bibliografia da Revisão de Literatura da Dissertação) Trabalho: Será apresentado a pesquisa ação. Serviço Cristão. Implantação USB 1. SP: Casa Publidadora Brasileira. Alejandro (2013). Tatuí. Ellen G. Aulas em Key Note 3. (2013). SP: Casa Publicadora Brasileira. Experiências Planejadas Artefatos 1. Dissertação Bibliografia Bullon. Projeto escrito e avaliações. Participação das campais da 2. Tatuí. Escola Sabatina 3. A Alegria de Testemunhar. Nesse processo será necessário ter uma capacitação dos Professores da Escola Sabatina e uma análise para descobrir como está a igreja agora para saber onde podemos chegar. A missão significa que cada membro das Unidades de Ação estarão engajados na pregação do evangelho através dos dons que o Espírito Santo lhes concedeu.sábado de manhã na igreja e praticando ações solidárias para atender as necessidades do próximo. Pesquisas Dissertação. .

EUA  Comportamento Organizacional  Fundamentos Filosóficos  Mentoring e Desenvolvimento de Líderes  Seminário de Pesquisa Avançada Módulo IV – 4 a 14 janeiro de 2016 – UNASP-EC  Liderança e Responsabilidade Social . DISCIPLINAS DO CURSO E CRONOGRAMA DO PROGRAMA DE MESTRADO Módulo I – 6 a 17 de julho de 2014 – UNASP-EC  Seminário de Introdução a Liderança  Plano de Desenvolvimento em Liderança  Métodos de Pesquisa  Liderança e Trabalho em Equipe Módulo II – 5 a 15 de janeiro de 2015 – UNASP-EC  Teorias de Liderança  Liderança e Desenvolvimento Organizacional  Aprendizagem e Desenvolvimento de Pessoas  Projeto de Pesquisa Módulo III – 21 de junho a 1 de julho de 2015 – Na Andrews University. III.

 Liderança e Ética  Comunicação e Visão Intercultural  Mudança e Pensamento Estratégico Módulo V – 3 a 14 de julho de 2016 – UNASP-EC  Apresentação do Portfólio  Defesa do Projeto de Pesquisa .