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1.

Introdução
O trabalho em questão abordará sobre o estado de excepcionalidade
constitucional, o qual está inserido no tema da “defesa do Estado e das instituições
democráticas”. Essas medidas excepcionais são utilizadas para manter ou restabelecer a
ordem nos momentos de anormalidades constitucionais, ou seja, constatada uma
situação de crise constitucional, a Constituição Federal de 1988 autoriza a adoção de
certas medidas de exceção, com o fim de fazer frente ao desequilíbrio manifestado.
Durante a execução dessas medidas, o poder de repressão do Estado é
ampliado, mediante autorização para que sejam impostas aos indivíduos restrições e
suspensões de certas garantias fundamentais, em locais específicos e por prazo certo,
sempre no intuito de recompor a normalidade constitucional, pois não há outro caminho
a ser seguido senão esse que comprometa temporariamente o exercício dessas garantias
constitucionais.
Assim quando a situação da exceção se instaura, surge o denominado
sistema constitucional das crises, que diz respeito ao um conjunto de normas
constitucionais que, informadas pelos princípios da necessidade e da temporariedade,
têm por objeto as situações de crises e por finalidade o restabelecimento da norma
constitucional. Portanto a legalidade normal é substituída por uma legalidade
extraordinária, que define e rege o estado de exceção.
O grande problema que circunda, é em torno da suspensão desses direitos
fundamentais como justificativa para salvaguardar a ordem interna, consiste no fato de
que uma das características essenciais do Estado de Exceção – a abolição provisória da
distinção entre poder legislativo, executivo e judiciário – pode se transformar em prática
duradoura de governo, situação em as garantias democráticas serão abolidas
definitivamente pelo sistema ditatorial.
Como se pode perceber, a utilização dos modos do estado de exceção no
território brasileiro se dá em prol da resolução de problemas que necessitam da atuação
direta do próprio Estado; e quando a dificuldade é exaurida a paz social que antes sofreu
ruptura é reinstaurada, mesmo que em malefício dos direitos e garantias fundamentais;
já que sobre a restituição ao Estado de Direito há veemência maior que aos interesses
dos particulares.
2. Estado de defesa
Este mecanismo está disposto no Art.136 da Constituição Federal de 1988:

com base na autorização prevista no art. decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer. incluída a prorrogação. O Presidente da República pode. a saída será a decretação do estado de sítio.137. da Constituição Federal. em locais restritos e determinados. De acordo com seu procedimento. Art. ou seja. O prazo de duração do estado de defesa não poderá ser superior a trinta dias. por certo tempo. decretar estado de defesa. Ela consiste na instauração de uma legalidade extraordinária. A área a ser abrangida pelo estado de defesa será especificada pelo Presidente da República no decreto que instituir a medida. sem o restabelecimento da ordem pública ou da paz social. em locais restritos e determinados. através de decreto. são previamente ouvidos. quem possui a competência de análise do juízo de conveniência para instituí-lo. ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa nacional. De acordo com o explicitado no Artigo. que por sua vez. poderá instaurar o estado de defesa. e por possuir este caráter. mesmo diante de um parecer opinado pela desnecessidade de decretação. pode. Já a segunda situação é acerca da manifestação de calamidades de grandes proporções na natureza. I. O Conselho da República e o Conselho de Defesa nacional são órgãos de consulta. que atinjam a ordem pública ou a paz social. se persistirem as razões que justifiquem a sua decretação. 136. admitida uma única prorrogação por no máximo igual período. é exclusivamente do Presidente da República. mas uma interpretação sistemática do texto constitucional leva a concluir . o Presidente da República. Caso haja a expiração desse prazo. nota-se que são duas situações excepcionais que autorizam a decretação do Estado de defesa. A constituição Federal não estabelece limites objetivos para definição de locais restritos e determinados. ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional. A primeira apresentada no texto é sobre a existência grave e iminente instabilidade institucional que ameace a ordem pública ou a paz social. porém suas opiniões não possuem natureza vinculativa. O estado de defesa visa reprimir ameaças à ordem pública ou à paz social em locais restritos e determinados. Esta é a medida de exceção mais branda e sua decretação não necessita de autorização do Congresso Nacional. a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

de decretação de estado de defesa). pois nesse caso. Como já foi explanado o estado de defesa dá-se a partir de decreto emitido pelo Presidente da República. seria hipótese. certas medidas coercitivas de restrição de direitos e garantias fundamentais dos indivíduos. a medida a ser adotada seria o estado de sítio. prisão somente em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judicial competente. sem estar obrigado a seguir o parecer dos mesmos. na hipótese de calamidade pública. como forma de reverter à anormalidade em curso. sigilo de correspondência. O estado de sítio constitui medida mais grave que o estado de defesa.que não pode ela ter amplitude nacional. na qual é permitida a suspensão temporária de direitos e garantias fundamentais do indivíduo. Ainda deve ouvir os Conselhos da República e da Defesa Nacional. declaração de estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira. estabelece-se uma legalidade constitucional extraordinária.5º. Porém até 24 horas após de decretado o estado de defesa deve o Presidente apresentar a justificativa perante o Congresso que aí sim poderá confirmar ou revogar a medida. O decreto do estado de sítio indicará sua duração. isto é. da Constituição Federal. ouvidos o Congresso Nacional e o Conselho de Defesa Nacional. no caso de comoção grave de repercussão nacional. depois de . LXI. ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o estado de defesa (portanto. as normas necessárias a sua execução e as garantias constitucionais que ficarão suspensas. Durante o estado de defesa poderão vigorar nos termos e limites fixados em lei. sigilo de comunicação telegráfica e telefônica e restrição à garantia prevista no art. e a ocupação e uso temporário de bens e serviços públicos. primeiramente. respondendo a União pelos danos e custos decorrentes. 3. pressupõe-se situação de maior gravidade). ou seja. sem necessidade de autorização anterior do Congresso. nas seguintes hipóteses: comoção grave de repercussão nacional (se fosse de repercussão restrita e em local determinado. Estado de sítio A Constituição Federal determina que seja decretado o estado de sítio pelo Presidente da República. São elas: restrições aos direitos de reunião. e. Uma vez decretado.

137. o estado de sítio não permite arbítrio. A duração do estado de sítio. e pode ser dividido em três diferentes modalidades: prévio. para a sua . restrições relativas à inviolabilidade de correspondência. I CF/88 no estado de sítio decretado por comoção grave ou ineficácia do estado de defesa. II. requisição de bens. busca e apreensão em domicílio. só poderão ser tomadas contra as pessoas as seguintes medidas coercitivas: obrigação de permanência em localidade determinada.sob pena de inconstitucionalidade da medida. enquanto perdurar a situação de anormalidade. qual seja no caso de declaração de estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira. ou seja. ao sigilo de comunicações. à prestação de informações e à liberdade de imprensa. detenção em edifício não destinado a acusados ou condenados por crimes comuns. sendo que cada prorrogação não poderá ser superior a 30 dias.tenha havido a prévia autorização por parte do Congresso Nacional. desde que tenham sido observados os princípios da necessidade e da temporariedade (enquanto durar a guerra ou a resposta a agressão armada estrangeira).o estado de sítio se sujeita aos controles político e jurisdicional.haja vista que todo o regramento e limites impostos pela Constituição deverão ser respeitados.tenha sido indicado o decreto do estado de sítio a sua duração. o Presidente da República designará o executor das medidas específicas e as áreas abrangidas. sucessivamente. O controle político é realizado pelo Congresso nacional.caput.as normas necessárias a sua execução e as garantias constitucionais que ficarão suspensas. em tese.como também. não poderá ser superior a 30 dias. no caso de comoção grave de repercussão nacional ou da ineficácia das medidas tomadas durante o estado de defesa.conforme os termos do art.publicado. o Presidente da República. podendo ser prorrogada.e por fim. radiodifusão e televisão. suspensão da liberdade de reunião.Assim a fim de que sejam obedecidos os preceitos constitucionais.138. Assim como o estado de defesa. intervenção nas empresas de serviços públicos. Em relação à decretação de estado de sítio na hipótese do art. De acordo com o art. qualquer garantia constitucional poderá ser suspensa. 137.

parágrafo único.239 e do art.sobre a contribuição de intervenção no domínio econômico (CIDE) incidente sobre operações com combustíveis.após a cessação dos efeitos da medida. com relação nominal dos atingidos e indicação das restrições aplicadas. em seu aspecto .estabelece as competências dos diversos entes federados para a instituição de impostos nos arts. as medidas aplicadas em sua vigência serão relatadas pelo Presidente da República.como a estabelecida no art. 140. 4.decretação ou prorrogação.De igual forma. depende de prévia e expressa autorização do Congresso Nacional.157 a 162. logo que cesse o estado de sítio.especialmente sobre a “Seguridade Social”.merecendo menção as constantes do art.Assim.conforme prevê o art.145 a 162.º. ouvidos os líderes partidários.especialmente mediante impetração de mandado de segurança e habeas corpus. Controle político concomitante: nos termos do art.mesmo após a cessação de estado de sítio.Além disso.traça as regras de “Repartição das Receitas Tributárias” nos arts.Especificamente.sobre as “Limitações do poder de tributar” nos arts. Sistema Tributário Nacional A constituição de 1988 trata do sistema tributário nacional em seus arts.durante a execução da medida.150 a 152. a Mesa do Congresso Nacional.a constituição aduz diversas normas tributárias. Controle político sucessivo (ou a posteriori): nos termos do art.240.o Poder judiciário poderá ser provocado para reprimir eventuais abusos e ilegalidades cometidas pelos executores. tanto durante a execução do estado de sítio.141 da Constituição Federal. quanto a posteriori.o texto constitucional dispões acerca de “princípios gerais” nos arts. A competência tributária é.145 a 149-A.153 a 156 e. § 4.o Poder Judiciário poderá ser chamado a apurar a responsabilidade pelos ilícitos cometidos por seus executores ou agentes. designará Comissão composta de cinco de seus membros para acompanhar e fiscalizar a execução das medidas referentes ao estado de sítio. A Constituição federal ela não cria tributos.ao dispor sobre a “Ordem Social”. com especificação e justificação das providências adotadas. O controle jurisdicional é exercido pelo poder judiciário.177. em mensagem ao Congresso Nacional.do art.por fim.Até mesmo nas disposições acerca da “Ordem Econômica” há normas tributárias. 141.15. estabelece competências para que os entes federados os instituam.

das contribuições previstas no art. sujeito ativo.regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. II. de 19.12. em relação aos impostos discriminados nesta Constituição. instituam tributos. 195. d) definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as empresas de pequeno porte. a competência da União limitar-se- á a estabelecer normas gerais. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42. a dos respectivos fatos geradores. penitenciário.12. Esta não pode se confundir com a competência para legislar sobre direito tributário. aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: I . ou seja.essencial. de 19.dispor sobre conflitos de competência. sujeito passivo. lançamento. Cabe à lei complementar: I . bases de cálculo e contribuintes.2003) a) definição de tributos e de suas espécies. trata-se do poder atribuído pela Constituição Federal aos entes federados para que eles editem leis que.12. 146. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42. crédito.2003) b) obrigação. pois significa editar normas que definam fato gerador. 24 e 146 da Constituição Federal dispõem sobre a competência para legislar sobre direito tributário : Art. Os arts. Compete à União.2003) II .12. também poderá instituir um regime único de arrecadação dos impostos e contribuições da União. os Estados. inclusive regimes especiais ou simplificados no caso do imposto previsto no art. de 19. A lei complementar de que trata o inciso III. em matéria tributária. observado que: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42. financeiro. .direito tributário. d. crédito tributário e etc. entre a União. 239. uma competência legislativa. especialmente sobre: I . prescrição e decadência tributários. bem como. abstratamente. econômico e urbanístico. II . I e §§ 12 e 13. do Distrito Federal e dos Municípios.será opcional para o contribuinte. § 1º No âmbito da legislação concorrente. obrigação tributária. 155. lançamento.2003) III . 24. Art. e da contribuição a que se refere o art. Parágrafo único. c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. de 19. dos Estados. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42.estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. o Distrito Federal e os Municípios.poderão ser estabelecidas condições de enquadramento diferenciadas por Estado.

16 do CTN).12. que tem como fato gerador. Estas acompanham naturalmente a competência legislativa para criar tributos.77 do CTN). mas sim para serem utilizadas para custear as despesas gerais do estado. taxas. com o objetivo de fazer face ao custo de obra pública de que decorra valorização imobiliária. A taxa é o tributo que pode ser cobrado pela União. as quais são: fiscalizar. vale dizer . Estados. no âmbito de suas respectivas atribuições. Estados. tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado (Art. Distrito Federal ou Municípios. cinco: impostos. Distrito Federal e Municípios. contribuições especiais e empréstimos compulsórios.a arrecadação. 81 do CTN). pelo qual a espécie tributária é determinada pelo seu fato gerador. . executar normas e cobrar judicialmente dívidas tributárias.quando a Constituição confere a competência tributária a uma pessoa política. Outro ponto que merece destaque. imposto é o tributo que não está vinculado a uma contraprestação direta a quem o está pagando. contribuições de melhoria. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42. arrecadar. As contribuições de mehorias são tributos cobrados pela União.automaticamente confere também. Em outras palavras. No Brasil adota-se o princípio da estruturalidade orgânica do tributo. no âmbito de suas respectivas atribuições. com base na doutrina mais aceita. no que diz respeito às competências administrativas tributárias. a competência administrativa para exigir aquele tributo. O imposto é o tributo que tem como fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica relativa ao contribuinte (Art. pode-se afirmar as espécies tributárias que compõem o sistema tributário brasileiro. o exercício do poder de polícia ou a utilização efetiva ou potencial. visando promover o bem comum. As receitas de impostos não são destinadas a custear obras ou serviços em prol de quem os paga. de serviço público específico e divisível prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição (Art. adotado cadastro nacional único de contribuintes. a fiscalização e a cobrança poderão ser compartilhadas pelos entes federados.2003). de 19. IV .

através de serviços públicos voltados a toda a sociedade. E do ponto de vista econômico. Exatamente porque. Observando-se. sem qualquer discriminação. a política tributária constitui-se na maior e mais efetiva política de distribuição de renda. primando-se de um lado pelo princípio da legalidade. restringe-se a limitação do poder de tributar em razão do respeito à liberdade de cada individuo. os socioeconômicos. As contribuições especiais estão previstas nos artigos 149 e 149-A da Constituição Federal. garantindo-se a exata medida da liberdade de cada individuo frente ao coletivo em que se vive. e de outro. por sua obrigação frente ao Estado. guerra externa ou sua iminência. Os empréstimos compulsórios são tributos que somente podem ser instituídos pela União. a verdadeira justiça. de intervenção no domínio econômico e de interesse de categorias econômicas ou profissionais. isto é. o principio fundamental da igualdade. como também e. onde todos os cidadãos de uma sociedade são vistos. sob o ponto de vista dos princípios de Direitos Humanos e da Democracia. A política tributária. Pois através dela se vive. são tratados sob essa ótica. a política tributária traz em si a limitação de Poderes entre o coletivo e o individual. em tese. sob a ótica da capacidade contributiva. Uma sociedade em que todos tenham . dá garantia aos direitos fundamentais. tanto individuais e políticos. sempre em tese.Investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional. nos casos de: Calamidade pública. as desigualdades tem como plataforma maior a redistribuição da riqueza através da política tributária. Trazendo isso para a nossa realidade. além dos previsto no orçamento fiscal da União. são tributos cobrados para custeio de atividades paraestatais e podem ser: sociais. deve proporcionar uma sociedade justa e sustentável. Ainda sob o enfoque dos Direitos Humanos e da Democracia. sem embargo. em tese. é a maior expressão do conceito da igualdade. o tratamento das desigualdades pela política tributária. através de lei complementar. que exijam recursos extraordinários. em razão de suas desigualdades e. principalmente. a qual. não se permite o abuso do poder soberano de uma sociedade frente ao individuo. impedindo-se a supressão das garantias fundamentais por exageros na instituição dos tributos. em tese.

em todas as partes que o compõem.coaduando-se com os princípios gerais da rdem economica.a execução. O sistema financeiro nacional.conforme expressamente estatuído no art.Essa regra vale para as instituuições públicas e também para as privadas.cambial.bem como a organização.nos termos disposto . O Supremo Tribunal Fedral já decidiu que o Código de Defesa do Consumidor(CDC) é aplicável às relações entre as instituições financeiras e seus usuários. entre tantos.foi simplesmente revogada a disposição acerca de limite de juros.Sistema Financeiro Nacional O sistema financeiro nacional é regulado em um único artigo da Constituuição.ntegram o sistema financeiro nacional.haja vista que.Entedeu a Corte não haver conflito entre o regramento do sistema financeiro e a disciplina do consumo e da defesa do consumidor. inclusive. estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade.que foi profundamente alterado pela EC 40/2003: Art. tantos outras garantias fundamentais previstas em nossa Constituição 5. 192.estudados anteriormente.além de ter sido explicitado que o sistema financeiro nacional pode ser regulamnetado em mais de uma Lei complementar.As cooperativas de crédito. O art.direito à educação de qualidade acesso a serviços públicos de saúde eficientes. Atualmente. sobre a participação do capital estrangeiro nas instituições que o integram.autarquia federal em regime especial.192 determina que o sistema financeiro nacional seja estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do país e a servir aos interesses da coletividade.192.disciplina e fiscalização do sistema financeiro nacional. ao transporte acessível e pontual a qualquer localidade.que tem entre suas competencias a formulação. será regulado por leis complementares que disporão.de crédito e de relações financeiras com o exterior. abrangendo as cooperativas de crédito. Cabe lembrar que a competencia da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo banco central.o acompanhamento e o controle das políticas monetária.descabendo cogitar de base constitucional para tal imposição.

que suspendem. pois. que é justificado pela gravidade da perturbação da ordem pública. Mudanças essas de grande importância e significado para a história da economia do Brasil sejam as estruturais ou as de complexidade tecnológicas. Outros dois temas abordados foram acerca do sistema tributário nacional e sistema financeiro nacional.no art. A participação do capital estrangeiro nas instituições que inetgram o sistema fonenceiro nacional deve ser regulada mediante lei complementar.Conclusão Conforme o explicitado no decorrer do trabalho em nossa Constituição Federal estão previstas duas medidas a serem aplicadas em momentos de crise como o: Estado de Defesa e Estado de Sítio.a exigencia de Lei complementar refere-se apenas à regulamentação da estrutura do sistema financeiro. diversas mudanças ocorreram ao longo do tempo.constitucinalmente estabelecida. visando sempre buscar um equilíbrio e o desenvolvimento da economia. torna-se fácil a compreensão de que esse sistema deve buscar sempre reduzir o risco de ocorrerem .com vistas à determinação de que este atenda aos interesses da coletividade e promova o desenvolvimento nacional equilibrado. 6.o Estado brasileiro possui respaldo jurídico para intervir fortemente no sistema finaceiro nacional com o fim de assegurar que ele cumpra a sua função social. Nota-se sobre o sistema tributário Tamanha tributação impede a redistribuição de riquezas. garantindo privilégios aos detentores do poder transferidos hereditariamente.relativos à exploração das atividades dos agentes econômicos que a integram. Desta forma. tendo em vista todos esses acontecimentos e conhecendo melhor o Sistema Financeiro nacional. como já mencionamos. Sobre o sistema financeiro.que podem ser definidos poe lei ordinária.192 da Constituição.não abrangendo os encargos e obrigações impostos pelo CDC às instituições financeiras. como vimos à lógica do sistema tributário brasileiro tal como existe desde 1966 privilegia a manutenção de um status quo perverso e histórico. os direitos e garantias individuais temporariamente e ampliam o poder repressivo do Estado. Todas essas regras permitem afrmar que.pelo menos em tese.

brasilescola. a fim de garantir a segurança do setor financeiro do Brasil. COSTA.htm> .12ª ed.uol. .com. Referências MORAES. 7.Acesso em 4 de setembro de 2016.br/direito/estado-sitio-estado-defesa- intervencao. 23ª ed.Direito Constitucional Esquematzado. Brasil Escola.Disponível em < http://direitorio. 2008.br/sites/direitorio.Acesso em 4 de setembro de 2016.Disponível em :< http://monografias.pdf>.2008. exigindo uma maior autodisciplina do mercado.Leonardo de Andrade. Direito Constitucional.crises financeiras.Pedro. LENZA. Alexandre de.br/files/u100/sistema_tributario_nacional_201 32.Sistema Tributário Nacional.fgv.São Paulo:Saraiva. São Paulo: Atlas.fgv.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE DIREITO DIREITO CONSTITUCIONAL TAINAH ENES BARBOSA SILVA ESTADOS DE EXCEPCIONALIDADE SÃO LUÍS-MA 2016 .

do curso de Direito. da disciplina Direito Constitucional. SÃO LUÍS-MA 2016 . TAINAH ENES BARBOSA SILVA ESTADOS DE EXCEPCIONALIDADE Trabalho referente à 3º avaliação apresentado à professora Maria da Conceição. turno matutino. 5º período.