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Ana Flávia Senne

Jesus Anrade

Julia Bernardes

Maria Laura Marques

Karine Duarte

PLANO DIRETOR RIO DE JANEIRO

RESUMO, REFLEXAO E REVISAO.

Uberaba –MG

2017

.. SUMÁRIO 1........XX ..................................................................Resumo Plano Diretor Cidade Rio de Janeiro...............................12 3.......................Revisao e Propostas das Leis Complementares de Uso do Solo.........................03 2...Reflexao sobre aplicação dos Instrumentos....

. Em todo território urbano onde há áreas verdes. econômica. priorizando as mais sustentáveis. conforme Lei Complementar numero 111 de 1 de fevereiro de 2011. Solucionando o que já é existente. Organização na ocupação urbana. da cidade. Para se tornar uma cidade sustentável. florestas. DIRETRIZES TERRITORIAIS Conforme diretrizes há o controle de parcelamento do solo. segundo o Plano Diretor. cultural. para que não ocorram irregularidades no âmbito urbano. além de promover o processo de urbanização. Contudo. urbana. de modo geral todo tipo de elemento natural. com o objetivo de desenvolvimento de uma questão sustentável.RESUMO PLANO DIRETOR DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO LEI COMPLEMENTAR FEVEREIRO DE 2011 Seguir Leis e politicas urbanas sustentáveis. devem ser preservados. o que é referencia na paisagem. social. patrimônio. conforme a criação do Plano Diretor. para melhoria e otimização da cidade. habitacional. macios. há diretrizes que determinam a economia no consumo de recursos naturais. a fim de manter a questão de desenvolvimento sustentável. o planejamento governamental também está previsto para melhor funcionamento dos serviços públicos na cidade. morros. acessibilidade. levando em consideração interesses sócias. juntamente com traços que o homem construiu entre o ambiente natural e construído. relacionados a edificações. em toda a cidade. e ampla participação popular em atividades de moral publica.

como por exemplo. resultando em uso eficaz do solo. conforme o Direito de Moradia. definindo a taxa de aproveitamento do lote de acordo com diretrizes decorrentes do Plano Diretor. cumprindo a função do Plano Diretor. e parcelamento de áreas freeis ou degradadas. Além da integração com outras partes da cidade. de forma consciente. Relatório de Impacto Ambiental. para evitar o crescimento de favelas são feitas barreiras físicas. gerando pontos sustentáveis. ou áreas verdes comunitárias. ocorrente nestas áreas. há incentivo como uso de transporte publico. DO PLANO DIRETOR Base para desenvolvimento e planejamento urbano. Leis de Planejamento Urbano. favelas. Plano Municipal. que também é menos poluente. Já na questão de mobilidade urbana. Todos os espaços públicos foram modificados aos serviços públicos. além da recuperação de espaços públicos e patrimônio. instalando tudo o que o homem necessita. . com a participação popular. e geração de informação sobre o município são fundamentais. Adotando participação do Estatuto da Cidade. com financiamento de matérias de construção para as moradias que seram construídas. preservando áreas verdes. Ampliando moradias publicas com infraestrutura em lotes vazios. para se viver bem. em seu meio. Controle e adensamento da utilização do solo . com normas e diretrizes publicas e privadas a serem seguidas. Estudo de Impacto de Vizinhança. A participação popular. Habitação de segurança. Todos os vazios da cidade são priorizados as habitações . ocorrendo compatibilização entre Plano Diretor. e projetos da administração municipal.

morros. saneamento. transporte. e baixadas. USO E OCUPAÇAO DO SOLO Toda a cidade é subdividida em áreas urbanas construídas. controle e adensamento . priorizando o desenvolvimento urbano. bacias. serviço. também são instaladas em áreas decorrentes na cidade. além de comercio. Geração de investimentos e valorização ambiental e social das áreas de influencia. naturais. para melhor. área industrial e de turismo. como infraestrutura. Todas ações que modificam a vida do homem.além de infraestrutura. maciços. juntamente com fatos ambientais sustentáveis. e hidrografia. economia em desenvolvimento que geram serviço . Ambiente construído com diversos usos. litoral. economia e prestação de serviço. relacionado ao adensamento e crescimento da cidade.DO ADENSAMENTO TERRITORIAL Onde o macrozoneamento e diretrizes de uso e ocupação do solo definiram as tipologias de ocupações urbana. formal ou informal. ESTRUTURAÇAO URBANA Valorização e ligação das centralidades com a metrópole. .

Proibição de construção em áreas de risco. equipamentos destinados ao uso publico de modo a atender as necessidades da população em geral. postos de saúde. prevendo atender todo tipo de usuário. todos públicos e de uso . terminais. em nosso dia a dia. parques. segundo as necessidades. praias. Ocorrendo com isso. pontes. calcadas. estímulos positivos também nas áreas agrícolas. Ex: Escolas. confrontantes a áreas ocupadas. em encostas e baixadas. São eles. DOS ESPAÇOS PUBLICOS Sendo. e Desenvolvimento Urbano. 429. no caso de ocupação comprometida. instituições. e sua manutenção deve ser por parte da administração municipal. parques. vazios e qualidade ambiental. Art. viadutos. DOS EQUIPAMENTOS URBANOS São eles. para o desenvolvimento da cidade. áreas sem saneamento básico. segurança. há a mistura de uso e ocupação do solo.DA OCUPAÇAO URBANA Serão limitadas conforme a capacidade de sua infraestrutura. desde a circulação a convivência. Os moradores destas áreas de risco ou de favelas serão abrigados em outras áreas conforme Lei Orgânica do Município. densidade populacional. APP. de maneira equilibrada . mobilidade. resultando em uso misto. ocorre restrição nas áreas naturais. todos aqueles de uso comum. originadas dos Planos Setoriais. Para tirar o foco de centros econômicos.

sítios com atividades de proteção e recuperação. Oferecendo divisões territoriais com o objetivo de controlar o adensamento. onde são ocupadas mediante algumas definições culturais. as pessoas portadoras de deficiência física. DAS MACROZONAS DE OCUPAÇAO Possuem limites quanto a sua densidade populacional. Estimulando a instalação de atividades econômicas de maior porte. ocupação e expansão das cidades. em áreas com menos infraestrutura. priorizando reconstruções. econômicas.comum. DOS VETORES DE CRESCIMENTO DA CIDADE . como APP. ambientais. sociais. reformas de edificações. Deveram oferecer acessibilidade e mobilidade. DAS AREAS DE RESTRIÇAO Á OCUPACAO URBANA As que possuem necessidade de proteção. denominadas Macrozonas. DO MACROZONEAMENTO Ocorre divisões nas cidades.

Segunda ocupação de macrozona incentivada. para receber toda implantação. para proteção do meio ambiente e agricultura. por outros tipos de investimentos que não sejam municipais.São definidas nas zonas norte. Os vazios urbanos serão setorizados por zonas de ocupação. e regularizar o que já existe. o adensamento. Além de moradias populares. subúrbio e áreas centrais da cidade. Ocupação Assistida. terão instalações industriais. sofreram limitações devido a preferencia por reconstruções ou reformas das edificações já existentes. construções.A economia publica acompanhara tais investimentos em infraestruturas. Será definida por . Macrozona.Primeira ocupação de macrozona controlada. Havendo expansão das Macrozona Assistida e Condicionada. residenciais. economia. infraestrutura. para consolidação dos comércios. construção. Todo o parcelamento do solo e atividades resultará em atividades econômicas nas zonas sul. nas áreas centrais. incentivada ou assistida. serão desenvolvidos nas áreas com disponibilidade ou potencial. e atividades econômicas. ou redefiniçao quanto ao uso do solo. e construções na Macrozona de Ocupação Incentivada. DOS VETORES DE CRESCIMENTO DAS CIDADES O uso do solo será definido a partir do adensamento populacional. adensamento populacional. DAS AREAS SUJEITA A INTERVENÇAO Acontecera em áreas em que suas realidades ambientais e urbanísticas precisam de normas.Adensamento populacional.

EDILÍCA E AMBIENTAL Em relação ao uso e ocupação do solo. terá controle na densidade demográfica. sem que venha causar resultados contrários. DOS INSTRUMENTOS GERAIS DE REGULAÇAO URBANISTICA. poderão acontecer modificações nos resultados das . para construções. ou Organização Municipal. DOS INSTRUMENTOS DE POLITICA URBANA Os que se relacionam com o Estatuto da Cidade. sistema de infraestrutura. Segundo.Lei. Num mesmo bairro. histórico geográfico. através de cálculos da área a ser edificada no lote. além de bairros com limites culturais. estabelecido por taxa de aproveitamento do lote. Sendo. instrumentaram a aplicação da Politica Urbana. as áreas de intervenção. ocupação do solo. e controle ambiental. Bairros com fins lucrativos e comerciais serão realizados o planejamento pelas regiões administrativas. bacias hídricas. saneamento. deveram passar por fase de planejamento. preservação do meio ambiente e memoria urbana. pela criação de áreas de Especial Interesse e Operações Urbanas. conforme o meio ambiente. conforme Vetor do crescimento da cidade. DA ORDENACAO PARA O PLANEJAMENTO São realizadas repartições das áreas municipais.

controlando a densidade populacional. e o que é ou não será executado. do uso do solo e suas divisões territoriais . destina ao município. NOS PROJETOS DE LOTEAMENTO. a fim de. para uso institucional.taxas de aproveitamento. VIAS DE CIRCULAÇAO O sistema viário será integrado. inclusive o percentual de área. e outras formas do uso e parcelamento do solo urbano. subdividido em zonas.requisitos para construção em um lote. mas serão respeitados os valores máximos de cada situação. haverá zoneamento. LEI USO DO SOLO Em toda cidade. sobre utilização e aproveitamento do solo urbano. É por parte do proprietário. não é aceito. Respeitando a inclinação hidrográfica. a conservação e segurança do lote ou edificações. rios e lagoas. interligando- o. . sistematização juntamente as normas . Envolvendo todos os pre. desmembramento. LEI PARCELAMENTO DO SOLO URBANO Definição da dividas das glebas com finalidade de serem ocupadas por loteamento. cronogramas e conclusão de obra. e padrões das edificações de maneira consistente. e suas normativas a serem seguidas. promover o desenvolvimento urbano. Loteamento que bloqueie o acesso ao mar.

conserto e modificação. demolição. Este estará disponível.CÓDIGO DE OBRAS E EDIFICAÇOES Definirá medidas de obras. sendo elas privadas ou particulares. para eventuais consultas. DO CÓDIGO DE LICENCIAMENTO E FISCALIZAÇAO E OBRAS PÚBLICAS OU PRIVADAS Normas que fiscalizam obras de construção. no site da Prefeitura do Rio de Janeiro. licenças de regularização. É possível acessar o Código. . reconstrução. no site da Prefeitura do Rio de Janeiro. no que diz respeito a qualquer modificação nas edificações. reforma. para consultas.

entre outros fatores que fazem parte do desenvolvimento de uma cidade. segundo o Plano Diretor. de modo que possam se interligar. os índices elevado de favelização. o macrozoneamento da cidade do Rio de Janeiro. em relação ao parcelamento do solo. adensamento. como por exemplo. Porém. há normas vigentes. onde em cada uma dessas regiões. é subdividido em quatro partes: Ocupação Assistida. seus usos não ocorrem de maneira formal e clara que dita o Plano Diretor. insegurança. Ocupação Condicionada. uso. . visa dar acesso em todas as áreas da cidade. Todas essas zonas são interligadas por vias que.falta de qualidade de transporte publico. Ocupação Controlada e Ocupação Incentiva. a ser utilizado.REFLEXAO E APLICAÇAO DOS INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR MAPA MACROZONEAMENTO Em geral. mesmo que o mesmo seja incentivado.

não foi deixado de lado. ou ao menos. . Contudo. acaba sendo frustrante. conforme imagem ilustrativa. para uma cidade menos poluente.Fazendo também. pois. alguns princípios do plano diretor como mobilidade publica. com mais incentivo e desenvolvimento de teses mais consistentes. equilibrada. mesmo que. não se obteve o estimado pelo Plano Diretor. as normas e autoridades venham incentivar o uso do transporte publico a mobilidade de carros privados. ainda. o transporte publico. Mas por outro lado. e mais sustentável. ainda é a maioria nas ruas e avenidas do Rio de Janeiro. isso nos mostra que. que seus usos se interajam. TRANSITO RIO DE JANEIRO-MOBILIDADE Como podemos perceber na imagem acima. a situação poderá ser revertida. mesmo que não estejam numa mesma área de atuação. ao longo do tempo.

ESQUEMA LEI USO DO SOLO E MOBILIDADE FONTE: http://www. segundo o Plano. Onde todos os tipos de uso do solo. . conforme estudos de mobilidade.gov. que é. estão ligados ao transporte publico e sua qualidade. Sendo assim. estão priorizando e incentivando. para o bem entre as partes.rj. temos uma noção geral sobre qual a finalidade do Plano Diretor. foi pensado para que o transporte viesse abranger todos os tipos de uso urbanístico. o que as Autoridades.rio.br/documents/91237/ddbd40f5-fa89-40ff-b7e3-c2a9339f578d No esquema apresentado. da cidade do Rio de Janeiro.

como no Morro da Rocinha. Adensamento de forma irregular. por nenhum tipo de uso. Adensamento Irregular da Rocinha-RJ. Porem sabe que. Colocando em risco. mas o que diante das normas e Plano Diretor. as moradias adentram nas encostas de matas. que não podem ser invadidos. o correto é preservar e zelar pelo meio ambiente. possuem indicações de preservação e restrição ao uso.VISTA DE MACIÇOS E BAIA DO RIO DE JANEIRO Estes por sua vez. podendo ocorrer deslizamentos das encostas. não houve essa preservação do morro. em alguns casos. trazendo risco. por se tratar de uma área perigosa. por se tratarem de elementos naturais. . a beira de morros. sendo ocupado por moradias irregulares. a segurança de sues moradores. onde em alguns pontos.