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PRODUZIDO NO

PÓLO INDUSTRIAL
DE MANAUS

CONHEÇA A AMAZÔNIA

CB500F • CB500FA www.honda.com.br/posvenda/motos

0964
D2203-MAN-0964 CB500F • CB500FA
www.pilotomais.com.br

 Registro de Garantia da Motocicleta
IMPORTANTE: Esta é a primeira moto em seu nome?
MOTO HONDA DA AMAZÔNIA LTDA. ESTE REGISTRO Sim Não
DEVERÁ SER PREENCHIDO
PELA CONCESSIO­NÁRIA Nome da Concessionária Vendedora
No do Chassi NA FRENTE DO COMPRADOR
MEDIANTE INFORMAÇÕES
FORNECIDAS POR ELE. Código da Assistência Técnica
A Honda pode requisitar
este registro para a
Concessionária.
Data de Venda
Exija-o de sua Concessionária.
/ /
Fatura em Nome de Pessoa Física Sexo F M Idade ou Pessoa Jurídica

Rua / Avenida

Número Complemento CEP


Cidade UF

DDD Telefone Residencial DDD Telefone Comercial Ramal

DDD Telefone Celular E-mail

CPF (Pessoa Física) ou CNPJ (Pessoa Jurídica)

CONCESSIONÁRIA, anexe este registro à Ordem de Serviço e mantenha-os disponíveis para uma possível requisição da Honda.


Revisão Antes da Entrega
Inspeção Verificar e ajustar o funcionamento do sistema de
freio dianteiro e traseiro, embreagem e acelerador.
Drenar e limpar o tanque de combustível (somente Verificar o funcionamento das suspensões dianteira
motocicletas com carburador). e traseira.
Drenar o carburador (se aplicável). Verificar o torque de aperto de todos os parafusos
Adicionar combustível necessário à primeira partida e porcas de fixação do motor, chassi e suspensão.
(verifique Boletim Técnico). Verificar o funcionamento da trava do guidão.
Verificar o nível de óleo do motor e completar Inspecionar e calibrar os pneus.
se necessário. Fazer o teste de rodagem e inspecionar quanto à
Ativar a bateria (se aplicável) e verificar o funciona- dirigibilidade e desempenho.
mento de todas as luzes e equipamentos elétricos Verificar o funcionamento do velocímetro, hodômetro
da motocicleta. e tacômetro (se aplicável).
Verificar o sistema de lubrificação. Efetuar a lavagem da motocicleta e a retirada por
Verificar e completar o nível do líquido de arrefeci- completo da cera protetora dos pneus.
mento (se aplicável).
Inspecionar quanto a vazamento de combustível, Orientação
óleo e fluidos.
Verificação antes da partida
Verificar o funcionamento da ventoinha (se aplicável).
Pilotagem correta da motocicleta
Ajustar a rotação de marcha lenta (somente moto-
cicletas com carburador). Garantia e revisões
Verificar e completar o nível de fluido do sistema de Manutenção Periódica
freios e/ou embreagem (se aplicável). Noções Básicas de Pilotagem com Segurança

Ao assinar o presente termo, estou ciente de que este produto foi manufaturado pela Moto Honda da Amazônia Ltda., sob
o escopo de seu Sistema de Gestão da Qualidade certificado conforme a norma ISO 9001/2008, e sujeito aos procedimentos
de garantia e serviços pós venda esclarecidos no Manual do Proprietário, estando de acordo com seu conteúdo.
(Declaro haver recebido as orientações relacionadas na página anterior e os itens inspecionados na Revisão Antes da Entrega).


Assinatura do cliente Assinatura do técnico responsável

contra efetivos defeitos de material ou fabricação. Os consertos em garantia deverão ser executados em qualquer Concessionária de motocicletas Honda no território nacional e compreendem o reparo e a substituição gratuitos das peças defeituosas. já englobando as previsões legais. Código da Concessionária Vendedora No do Chassi Data de Emissão da Nota Fiscal de Venda / / No da Nota Fiscal (Honda) No da Nota Fiscal (Concessionária) No da Bateria Nome do Comprador Rua / Avenida Cidade UF A Moto Honda da Amazônia Ltda. desde que não excluídos pelas observações constantes no verso deste certificado. a contar da data de emissão da nota fiscal de venda emitida pela concessionária. Concessionária vendedora . garante a motocicleta nova distribuída por suas concessionárias durante os primeiros 12 (doze) meses. Certificado de Garantia MOTO HONDA DA AMAZÔNIA LTDA.

proporcionando uma utilização segura e livre de problemas.  Os itens que compõem essas revisões são os mencionados na tabela de manutenção no manual.S. os lubrificantes. desde que as revisões sejam efetuadas em Concessionárias de motocicletas Honda no território nacional. No________________________________ Inspeção (km):________________________ Inspeção (km):________________________ O.Revisões com Mão de Obra Gratuita A finalidade da manutenção periódica é manter a motocicleta sempre em condições ideais de funcio­na­­­mento.000 km) serão efetuadas pela quilometragem percorrida com tolerância de ±10% (de 900 km até 1.  Exija da Concessionária Honda o carimbo e a assinatura no quadro de controle das revisões periódicas.  As revisões com mão de obra gratuita só terão validade se efetuadas por uma Concessionária de motocicletas Honda no território nacional dentro do período estipulado pelo fabricante.S. Essas duas primeiras revisões (1.S. Domingo ou feriado). No________________ Data de Inspeção:_____________________ Data de Inspeção:_____________________ Código Concessionária Executante:________ Código Concessionária Executante:________ DATA: _____ /_____ /______ Carimbo e Assinatura do Técnico Autorizado da Concessionária Executante Carimbo e Assinatura do Técnico Autorizado da Concessionária Executante .100 km e de 5. 0 km 1.000 km e 6.600 km) ou pelo período após a data de compra da motocicleta: 6 meses ou 12 meses (com tolerância de 1 dia quando o prazo do término coincide com Sábado.000 km ou 12 meses (o que ocorrer primeiro) (o que ocorrer primeiro) REVISÃO 1ª REVISÃO (MÃO DE OBRA GRATUITA) 2ª REVISÃO (MÃO DE OBRA GRATUITA) DE ENTREGA O.000 km ou 6 meses 6. o que ocorrer primeiro. os mate­riais de limpeza e as peças de manutenção normal ficam por conta do proprietário. N ________________________________ o O.400 km até 6. A mão de obra das duas primeiras revisões é gratuita.

l) defeitos e/ou danos gerais causados por desuso prolongado (ex. c) Se for constatada a deficiência de material ou fabricação. pinhão. etc. e) for constatado o uso ou adaptação de peças ou acessórios não originais cabos. Termos de Garantia A Moto Honda da Amazônia Ltda. b) A Honda atende a motocicleta. qualquer serviço. calços de ajuste de válvulas. a tolerância será de ±600 km e 1 dia útil. ou auxílio externo para partida. a qualquer tempo. peças e por conta do proprietário. a) Para qualquer reclamação ou serviço dentro da garantia. como em compe- do tempo em que a motocicleta ficar imobilizada para a execução de tições de qualquer natureza. especificados ou de baixa qualidade. b) desgaste. a substituição de conjuntos e subconjuntos. h) As peças defeituosas em garantia são de propriedade da Honda. leves venda emitida pela concessionária. combustíveis e materiais de limpeza correm efetuado gratuitamente com exceção de custos de transporte. já englo. c) qualquer uma das revisões ou reparos forem efetuados fora das As seguintes situações não são cobertas pela garantia: concessionárias de motocicletas Honda no território nacional. segundo a Honda (ex. concessionária de motocicletas Honda no território nacional. superaquecimento ou sobrecarga no sistema de embreagem. g) A Honda só concederá a garantia se forem executadas as revisões periódicas estipuladas no Plano de Manutenção Preventiva. anéis de vedação e cabos em geral. f) ocorrências que não afetam a segurança ou o funcionamento normal da bando as previsões legais. componentes do sistema de freio (discos. mediante a A Honda cancelará a garantia se: apresentação deste certificado com os quadros correspondentes às revisões a) qualquer uma das revisões não for executada dentro do prazo estipulado. A Moto Honda reserva-se o direito de alterar os termos desta garantia. contra defeitos de material ou fabricação.: escapamento. retentores. p) danos ao sistema elétrico decorrentes do uso de acessórios não originais nária a motocicleta e nunca a peça defeituosa separadamente. transmissão. i) A Honda não se responsabiliza por lucros cessantes ou gastos decorrentes b) for constatada a utilização não prevista da motocicleta. em garantia. impactos contra buracos. o serviço será k) custos dos filtros. através de suas i) danos ocasionados por produtos ou procedimentos de limpeza e concessionárias de motocicletas Honda no território nacional. materiais não cobertos pela garantia. durante a vigência da garantia. já vencidas devidamente preenchidos e assinados pela concessionária de com tolerância de ±100 km e 1 dia útil para a revisão de 1. é necessário h) danos ocasionados pelo uso de combustíveis ou lubrificantes não apresentar o Manual do Proprietário/Certificado de Garantia. pastilhas e cubos da roda). tampas do motor. correm Departamento de Serviços Pós-Venda da Honda. f) for constatada avaria no item reclamado.000 km e de motocicletas Honda no território nacional executante do serviço. f) Quando da solicitação da garantia. defeituosa e outras estritamente necessárias.: bateria d) A Honda tem exclusividade nos pareceres e não autoriza outra pessoa descarregada). será da peça em terreno alagado. garante a motocicleta nova distribuída e) descoloração ou alteração na tonalidade de peças plásticas. A partir desta revisão. por conta do proprietário. coroa. câmaras de ar. juntas. amortecedores. a contar da data de emissão da nota fiscal de motocicleta. em qualquer circunstância. lâmpadas. ±600 km e 1 dia útil para a revisão de 6. discos de freio e cubo das rodas). que afetem a qualidade e a segurança da motocicleta. g) o item reclamado tiver sido removido e/ou desmontado fora de uma c) descoloração ou alteração na tonalidade das superfícies (ex. d) forem feitas quaisquer alterações de característica da motocicleta não tais como vela de ignição.: excesso de peso. sujeita à verificação para análise do componente defeituoso por parte do j) serviços de ajuste e limpeza. tampouco da motocicleta. como os seus produtos. guarnições. corrente de previstas ou autorizadas pelo fabricante. n) danos ao motor causados pela aspiração de água durante a pilotagem e) A substituição ou reparo. ou entidade a se responsabilizar ou julgar qualquer defeito apresentado m) trincas ou manchas causadas por ação externa e/ou manuseio. pilotagem e conservação descritas no Manual do Proprietário. sapatas. nos termos e condições abaixo: (ex. deverá ser apresentada à concessio. a) desgaste natural de peças e conjuntos decorrente da utilização da motocicleta. tendências direcionais e ruídos mecânicos). bem d) oxidação/corrosão provenientes da utilização.: sinais de vazamento de óleo. Em hipótese alguma haverá o) danos gerais causados pelo não respeito às instruções de utilização. pneus.000 km. lubrificantes. Os serviços em garantia compreendem exclusivamente o reparo e a g) danos de qualquer natureza decorrentes da má utilização da motocicleta substituição gratuitos das peças defeituosas.). por suas concessionárias durante os primeiros 12 (doze) meses. não inclusos nas revisões gratuitas. . ficando conservação inadequados (origem química ou mecânica).

000 km 48.000 km 18.000 km 30.000 km REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO OS no OS no OS no OS no OS no DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / km: km: km: km: km: 72.000 km 54.000 km 60.000 km 84.000 km 24.000 km 36.000 km 96.000 km 66.000 km 78.000 km REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO OS no OS no OS no OS no OS no DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / km: km: km: km: km: 42.000 km 90.000 km REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO OS no OS no OS no OS no OS no DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / km: km: km: km: km: .Manutenções Periódicas 12.

000 km 120.000 km 144.000 km 174.000 km 186.000 km REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO OS no OS no OS no OS no OS no DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / km: km: km: km: km: 162. 102.000 km REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO OS no OS no OS no OS no OS no DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / km: km: km: km: km: 132.000 km 108.000 km 114.000 km 180.000 km REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO OS no OS no OS no OS no OS no DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / km: km: km: km: km: .000 km 156.000 km 126.000 km 150.000 km 168.000 km 138.

000 km 210.000 km 264. 192.000 km 198.000 km 276.000 km 246.000 km 258.000 km 240.000 km REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO OS no OS no OS no OS no OS no DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / km: km: km: km: km: .000 km 228.000 km REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO OS no OS no OS no OS no OS no DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / km: km: km: km: km: 222.000 km 234.000 km 204.000 km REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO REVISÃO OS no OS no OS no OS no OS no DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / DATA: / / km: km: km: km: km: 252.000 km 270.000 km 216.

MANUAL DO PROPRIETÁRIO
Introdução
Este manual é um guia prático de como cuidar da motocicleta Honda que você acaba de adquirir. Ele contém
informações básicas para que sua Honda possa ser bem cuidada, desde a inspeção diária até a manutenção
periódica, e como pilotá-la corretamente no trânsito.
Sua motocicleta é uma verdadeira máquina de precisão. E como toda máquina de precisão, necessita de
cuidados especiais para garantir um funcionamento tão perfeito como aquele apresentado ao sair da fábrica.
Sua concessionária Honda terá a maior satisfação em ajudá-lo a manter e conservar sua motocicleta. Ela lhe
oferece toda a assistência técnica necessária com pessoal treinado pela fábrica, peças e equipamentos originais.
Aproveitamos a oportunidade para agradecer a escolha de uma Honda e desejamos que sua motocicleta
possa render o máximo em economia, desempenho, emoção e prazer.

Algumas Palavras sobre a Motocicleta
Parabéns por escolher uma motocicleta Honda. Quando você adquire uma Honda, automaticamente passa a fazer parte de
uma família de clientes satisfeitos, ou seja, de pessoas que apreciam a responsabilidade da Honda em produzir produtos
da mais alta qualidade.
Em decorrência da evolução dos requisitos ambientais brasileiros, todas as motocicletas comercializadas em nosso país
a partir de 2003 atendem ao Programa Nacional de Emissões de Poluentes “PROMOT” – estabelecido pelas Resoluções
CONAMA no 297/02, no 342/03, no 432/11 e no 456/13 – motivo pela qual nossos produtos sofreram ajustes em seus
sistemas de admissão, alimentação de combustível, escapamento, dentre outros.
Para manter sua motocicleta em perfeitas condições de uso, apresentamos a seguir algumas informações importantes que
o ajudarão a entender o seu funcionamento e os cuidados necessários para sua manutenção.

MOTO HONDA DA AMAZÔNIA LTDA.

REDE DE CONCESSIONÁRIAS HONDA

A relação completa de endereços e telefones das Concessionárias Honda
pode ser obtida por meio de um dos canais a seguir:

Internet: Telefone (ligação gratuita):

www.honda.com.br 0800-701 34 32

CB500F • CB500FA III
Limpeza e Conservação Atenção
Sempre reserve um pouco do seu tempo antes e P Nunca utilize equipamentos de alta pressão
depois de utilizar a motocicleta. Para proteger seu para lavar a motocicleta. Recomendamos lavar
investimento, é fundamental que você seja respon- a motocicleta pulverizando água (em formato
sável pela manutenção correta de sua motocicleta. de leque aberto) sob baixa pressão, a uma
A inspeção antes do uso e a manutenção diária, distância mínima de 1,2 m da motocicleta.
como limpeza e conservação, são tão importantes P Materiais ou cuidados inadequados de limpeza
quanto as revisões periódicas executadas pelas con- podem danificar sua motocicleta.
cessionárias Honda.
P Utilize somente água e xampu neutro para lavar
Você mesmo pode efetuar a limpeza e conservação
a motocicleta.
de sua motocicleta. No final deste manual, apresen-
P Nunca utilize solventes químicos e produtos de
tamos os procedimentos de lavagem, conservação,
desativação e ativação de motocicletas que ficam limpeza abrasivos.
imobilizadas por muito tempo. P Não utilize lã de aço para limpar os raios e/ou rodas.

Se você tiver qualquer dúvida, ou se necessitar de P Lave a motocicleta com movimentos circulares
serviços especiais, recomendamos entrar em conta- utilizando um pano macio.
to com uma concessionária Honda que dispõe de P Seque a motocicleta utilizando um pano dife-
técnicos qualificados e treinados pela fábrica, que rente do utilizado para lavá-la.
conhecem perfeitamente sua motocicleta e estão P Siga rigorosamente as recomendações relati-
sempre dispostos a ajudá-lo. vas à limpeza e conservação descritas no final
deste manual.

Consulte a página 93 para mais in­for­mações.

IV CB500F • CB500FA

Conservação e Ativação de Motocicletas Oxidação
Inativas Uma das principais consequências da conservação
inadequada da motocicleta é o processo de oxidação.
P Drene o tanque de combustível e pulverize o seu
interior com óleo anticorrosivo em spray. A motocicleta é diferente de outros veículos uma vez que
tem seu chassi e peças aparentes desprotegidos. Muitos
P Remova a bateria e carregue-a uma vez por mês,
componentes metálicos são expostos devido ao sistema
mantendo-a em lugar protegido. de fixação utilizado. Todo material metálico é passível
de oxidação pelo simples contato com o oxigênio.
Atenção Este processo, também conhecido como ferrugem,
pode ser acelerado devido ao contato constante com
Siga rigorosamente as recomendações relativas
a água e substâncias salinas.
à limpeza e conservação descritas no final do
manual. O processo de oxidação pode ser facilmente contro-
lado, desde que a limpeza e conservação sejam exe-
cutadas corretamente. Recomendamos ainda outros
Consulte a página 99 para mais in­for­mações. cuidados especiais, tais como lavagens constantes,
secagem e aplicação de produtos antioxidantes,
sempre que necessário.
Lembramos que o desgaste natural e a corrosão não
são itens cobertos pela garantia. No final do manual
apresentamos também informações importantes
para ajudá-lo a evitar o processo de oxidação de
sua motocicleta.

pinhão. bateria. 1. 2.CB500F • CB500FA V Atenção Garantia P Lave a sua motocicleta imediatamente após A garantia Honda é concedida pelo período de pilotar em regiões litorâneas. sistema de embreagem. . pneus. coroa. para limpar raios e/ou rodas. 3. use somente água sob das somente em uma concessionária Honda no baixa pressão e não use lã de aço ou abrasivos território Nacional. lâmpadas. Não devem ser feitas alterações não previstas ou Consulte a página 93 para mais in­for­mações. Veja mais informações no verso do Certificado de Garantia. Não devem ser instalados acessórios não originais. P descoloração. Atenção Os itens abaixo não são cobertos pela garantia Honda: P peças de desgaste natural. manchas e alteração nas super- fícies pintadas ou cromadas (exemplo: escapa- mento). retentores. dentro das seguintes condições: riachos ou alagamentos para evitar oxidação. ou após atravessar de compra. tais como vela de ignição. não autorizadas pelo fabricante nas características da motocicleta. guarnições. Todas as revisões periódicas devem ser executa- P Para lavar a motocicleta. corrente de transmissão. anéis de vedação e cabos em geral. pastilhas do freio. juntas. 1 ano sem limite de quilometragem a partir da data tato com água de chuva. em caso de con. câmaras de ar. P corrosão do produto. lonas.

400 km até 6.600 km) ou pelo período após a data de compra da motocicleta (6 meses e 12 meses). o travamento em casos extremos.000 km O uso de gasolina de baixa qualidade ou adulterada é gratuita. e adicione se necessário. Defeitos decorrentes do uso de combustível inade- Veja mais informações no Certificado de Garantia. que ocorrer primeiro. Essas revisões serão P diminuir o desempenho da motocicleta. efetuadas pela quilo­m etragem percorrida com P aumentar o consumo de combustível e óleo. Consulte a página 53 para mais in­for­mações. tolerância de ±10% (de 900 km até 1. quado não serão cobertos pela garantia.VI CB500F • CB500FA Revisões com Mão de Obra Gratuita Gasolina Adulterada A mão de obra das revisões de 1.100 km e de P comprometer a vida útil do motor e causar o seu 5. antes de pilotar a motocicleta. desde que executadas em concessionárias pode: Honda no território Nacional. . Nível de Óleo do Motor Verifique o nível de óleo do motor diariamente.000 km e 6.

) . surgem vibrações e ruídos que são de fabricação. seguindo rigorosamente as normas absolutamente normais e característicos deste tipo de engenharia e controle de qualidade de fábrica. desagradáveis. sincronizados com o eixo do motor e. ção térmica do motor e é considerada absolutamente dentre vários outros. alguns As vibrações são transmitidas ao longo de toda a motores poderão apresentar ruídos característicos motocicleta. de motor. Assim. normal. O mecanismo possui tolerâncias funcionamento. a exemplo do Essa variação geralmente é percebida com a altera. Dependendo da variação dessas tolerâncias. portanto. não são cobertas pela garantia. característico dos motores automotivos vigente de controle de poluição sonora para veículos de combustão interna (ciclo Otto). possui automotores. Muitas peças móveis são utilizadas no processo de fa. durante o bricação do motor. Vibrações não são caracterizadas como anomalias Não remova nenhum elemento de fixação e utilize e sim como uma característica de qualquer veículo au- somente peças originais Honda para evitar ruídos tomotor e. diversos componentes com movimentos alternados. As vibrações podem surgir também ao pilotar sobre pistas irregulares ou devido ao efeito aerodinâmico Atenção (impacto do ar com diversos componentes ou piloto). dependendo diferentes das motocicletas de mesma cilindrada. da geometria de cada componente. guidão. para-lama traseiro.CB500F • CB500FA VII Ruídos Vibrações Sua motocicleta é propulsionada por um motor O motor desta motocicleta tem o funcionamento alternativo e está em conformidade com a legislação alternativo. podendo ser amplificadas. tanque de combustível. (cont.

. P qualidade do combustível utilizado. Honda da Amazônia estejam em total conformidade com o Promot e. não configura problema de produto e pode ser agravada por diversos fatores. portanto. vento. Uma vez que piloto e passageiro de motocicletas estão totalmente expostos às condições ambientais. P modo de utilização (cidade ou estrada. os gases produzidos pela Verifique constantemente as condições de todos combustão no motor apresentam um odor caracterís- os fixadores quando utilizar a motocicleta em tico que pode.VIII CB500F • CB500FA Ao longo da utilização. eventualmente. desagradáveis. baixa ou alta velocidade. etc. siga rigorosamente o plano de Embora todas as motocicletas produzidas pela Moto manutenção e utilize somente peças genuínas Honda.). P posicionamento da saída do escapamento (baixo ou alto. próximo ao usuário). o seu nível de emissão de poluentes seja assegurado pela qualidade do projeto Atenção e do processo produtivo. Por isso. entre os quais: P condições climáticas (temperatura. embora por vezes desagradável.). impregnar as roupas superfícies acidentadas para evitar vibrações e pertences do usuário. tal situação. umidade do ar. etc. as vibrações descritas podem Exaustão dos Gases do Escapamento ocasionar o afrouxamento de parafusos e compo- nentes.

Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida sem autorização por escrito. se reserva o direito de alterar as características da motocicleta a qualquer tempo e sem aviso prévio. CB500F • CB500FA Todas as informações. sem que por isso incorra em obrigações de qualquer espécie. . ilustrações e especificações incluídas nesta publicação são baseadas nas informações mais recentes disponíveis sobre o produto no momento de autorização da impressão. A Moto Honda da Amazônia Ltda.

P Leia atentamente este manual e preste atenção especial às afirmações precedidas das seguintes palavras: ! Cuidado Indica. 11) e verifique sempre a pressão recomendada para os pneus (pág. Abreviações CB500F: modelo sem ABS CB500FA: modelo com ABS Este manual deve ser considerado parte permanente da motocicleta. . Nunca exceda a capacidade máxima de carga (pág. P Esta motocicleta foi projetada para ser pilotada somente em estradas pavimentadas. Elas podem diferir um pouco dos componentes de sua motocicleta. devendo permanecer com a mesma em caso de revenda. Atenção Indica a possibilidade de dano à motocicleta se as instruções não forem seguidas. além da possibilidade de dano à motocicleta. risco ao piloto e ao passageiro se as instruções não forem seguidas. 46).2 CB500F • CB500FA Notas Importantes P Esta motocicleta foi projetada para transportar piloto e passageiro. NOTA Fornece informações úteis. P As ilustrações apresentadas no manual referem-se ao modelo CB500FA e destinam-se a facilitar a iden- tificação dos componentes.

............ 28 Interruptores................ 18 Instrumentos.................. 07 Trava da Coluna de Direção............................... 09 Troca de Marchas...... 15 Peças de Reposição......... 42 Fluido de Freio.................................... 39 Como Prevenir Furtos.................. 40 Fusíveis............................ 13 Cuidados na Manutenção................................................................................. 09 Tanque de Combustível...................................................................................................... 30 Modificações....................CB500F • CB500FA 3 ÍNDICE INSTRUMENTOS................................. 39 Estacionamento......................................... 17 Bateria........... 09 Compartimento de Armazenamento.............................................) ................. 10 MANUTENÇÃO 35 PRECAUÇÕES DE PILOTAGEM 13 Tabela de Manutenção.......... 15 Inspeção Antes do Uso................................... 41 Óleo do Motor.................. 43 Corrente de Transmissão........... 32 Opcionais.................................................................................................................. 38 Frenagem...... 35 Cuidados para Amaciar o Motor.............................. 08 Partida do Motor........................................ 14 Princípios da Manutenção..... 44 (cont........................................................................ CONTROLES E 18 FUNCIONAMENTO ASSISTÊNCIA AO CLIENTE 06 Localização dos Controles.................................. 32 Cuidados com Alagamentos....... 34 Acessórios e Carga......... 39 Abastecimento de Combustível..... 29 Regras de Segurança........ 20 PILOTAGEM COM SEGURANÇA 07 Indicadores.................... 30 Equipamentos de Proteção...........................................................................................................

........... 68 Pneus................... 55 Falha Elétrica... 45 Outros Ajustes......................................................................... 50 Superaquecimento....................................... 70 Jogo de Ferramentas. 49 O Motor Não Dá Partida....................................................... 73 Conjunto do Farol.................... 48 Assento Dianteiro.................................................... 69 Filtro de Ar............... 57 Bateria Sem Carga.............................................................................. 76 Óleo do Motor........... 81 Freios.................... 46 Ajuste do Interruptor da Luz do Freio......................... 64 Acelerador...................................... 53 Rodas (Remoção e Instalação)........................ 63 Fusível Queimado.............................. 81 Deslizador da Corrente................................ 52 Pneu Furado.............................. 67 ..... 48 Espelho Retrovisor... 74 Presilhas........... 71 Remoção e Instalação de Componentes do Chassi............................................................................... 67 Respiro do Motor................. 72 Tampas Laterais...................4 CB500F • CB500FA Respiro do Motor. 66 Folga das Válvulas............................... 45 Ajuste da Suspensão Traseira.............................................. 76 Líquido de Arrefecimento.............................................. 85 Embreagem. 68 Líquido de Arrefecimento......................................................... 59 Lâmpada Queimada Corrente de Transmissão..................................... 75 Bateria........................................................................... 51 Indicação de Falha do Medidor de Combustível......................................................................... 51 Os Indicadores se Acendem ou Piscam.................. 47 Ajuste do Facho do Farol............... 81 Cavalete Lateral......................................................................... 48 DIAGNOSE DE DEFEITOS 72 Assento Traseiro............. 60 (Substituição de lâmpadas).........................................................................................................................................................................

.......... 87 ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL 92 Chave de Ignição............................................................................... 87 Interruptor do Motor............................... 88 POLUIÇÃO DO AR 103 Catalisador........ 89 PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE 104 IDENTIFICAÇÃO DA MOTOCICLETA 105 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 107 MANUAL DO CONDUTOR PILOTAGEM COM SEGURANÇA ..............CB500F • CB500FA 5 INFORMAÇÕES GERAIS 87 COMO TRANSPORTAR A MOTOCICLETA 90 Chaves... 87 CONSERVAÇÃO DE MOTOCICLETAS INATIVAS 99 Hodômetro.................................................................................. 88 Bolsa para Documentos.......... 88 PROGRAMA DE CONTROLE DE Corte da Ignição......... 87 Hodômetro Parcial.............. 87 Instrumentos............................................. 87 LIMPEZA E CONSERVAÇÃO 93 Interruptor de Ignição..................................... 88 NÍVEL DE RUÍDOS 102 Sistema Imobilizador................................................................ Controles e Outros Componentes.......

mas também em mantê-las em perfeitas condições de uso. notifique o Gerente de Serviços da concessionária. Se ainda assim o problema não for solucionado. tenha em mãos as seguintes informações: P nome. Departamento de Relacionamento com o Cliente 0800-055 22 21 Horário de atendimento Segunda a sexta-feira das 08h30 às 18h (dias úteis) . P concessionária na qual efetuou o serviço. P ano e modelo da motocicleta. NOTA Para facilitar o atendimento. Anote o nome do Gerente de Pós-Venda ou Gerente Geral para sua referência. P data de aquisição e quilometragem da motocicleta. entre em contato com o Departamento de Relacionamento com o Cliente Honda.6 CB500F • CB500FA ASSISTÊNCIA AO CLIENTE A Honda se preocupa não só em oferecer motocicletas econômicas e de excelente qualidade e desempenho. que tomará as providências para assegurar sua satisfação. Caso o atendimento não tenha sido satisfatório. contando para isso com uma rede de conces- sionárias Honda. endereço e telefone do proprietário. P número do chassi. Consulte sempre uma de nossas concessionárias toda vez que tiver dúvidas ou houver necessidade de efetuar algum reparo.

NUNCA empreste nas alças traseiras e manter os pés nos pedais de sua motocicleta a pilotos inexperientes. nos pedais de apoio ao pilotar. Para evitar que isso aconteça: 8. O passageiro deve segurar-se com as duas mãos no piloto ou 2. Nunca deixe sua motocicleta sozinha com o motor motocicletas. apoio. Regule os espelhos retrovisores (pág. Obedeça às leis de trânsito. Assim que possível. P ande sempre com o farol ligado. 39). Respeite os limites de veloci- ! Cuidado dade e NUNCA pilote além do que as condições permitem. Não se deixe surpreender por outros motoristas. 3. Mantenha ambas as mãos no guidão e os pés acidentes e danos à motocicleta. Caso o acidente envolva terceiros. Em caso de acidente. obedeça às leis pertinentes. entradas/saídas de estacionamentos.) . vias expressas e rodovias. O tamanho e a maneabilidade da moto- cicleta podem surpreender outros motoristas. certificar-se de que é seguro continuar pilotando. 71). pista. Pilote somente se for habilitado. Regras de Segurança Fique atento nos cruzamentos. (cont. P não se posicione em locais onde o motorista Se necessário. Leia atentamente todas as informações a seguir antes de pilotar. 9. chame socorro especializado. Veja e seja visto. possa ter sua visão encoberta. 5.CB500F • CB500FA 7 PILOTAGEM COM SEGURANÇA 4. o motorista alega não ter visto a ligado. 1. motocicleta. procure uma con- cessionária Honda para inspecionar a motocicleta. avalie a gravidade dos feri- P use sempre roupas e capacetes de cor clara e mentos pessoais e a condição da motocicleta para visível. Isso pode evitar 6. Pilotar uma motocicleta requer certos cuidados P Sinalize antes de fazer conversões ou mudar de para garantir sua segurança. Faça sempre uma Inspeção Antes do Uso (pág. P A velocidade excessiva é um fator comum a muitos acidentes. Na maioria dos acidentes entre automóveis e 7. antes de acionar o motor.

P A Moto Honda da Amazônia Ltda. Para reduzir as chances de ferimentos fatais. Use somente capacetes com o selo do INMETRO. atender aos requisitos legais para transporte A viseira do capacete deve ser transparente remunerado de carga. leia com atenção as (sem película) e estar totalmente abaixada Resoluções CONTRAN no 356.8 CB500F • CB500FA Pilotagem sob Más Condições de Tempo Equipamentos de Proteção Pilotar sob más condições de tempo. Botas. Se o capacete for do tipo e no 378.br. requer uma técnica diferente de pilotagem ! Cuidado devido à redução da visibilidade e aderência dos pneus. use óculos de proteção para motociclistas. e no 378. de Trânsito Brasileiro. P O uso desta motocicleta para o transporte remunerado de carga não é recomendado. de 26/09/2013. de Ele garante que o capacete atende aos requisitos 02/08/2010. conforme as Resoluções CONTRAN no 356. . luvas e roupas protetoras são essenciais. durante a pilotagem. a Resolução CONTRAN no 453. de 02/08/2010. de 06/04/2011.denatran. 1. disponível no site aberto. desta implicará nas sanções previstas pelo Código porte de carga. Para de segurança previstos pela legislação brasileira. como chuva ou neblina. estabelece a obrigatoriedade do uso do capacete Atenção pelo piloto e passageiro. ponsabiliza pela instalação de acessórios não originais ou por danos causados à motocicleta pela utilização destes. www. O não cumprimento P Este modelo não é especificado para trans. de 06/04/2011. P A responsabilidade por problemas em aces- sórios não originais caberá exclusivamente ao fabricante/fornecedor/instalador do acessório.gov. não se res- O passageiro necessita da mesma proteção.

escapamento. o 2. riachos e enchentes. no 228. Isso poderá causar o efeito de calço hidráulico. Para evitar possível dano à motocicleta ou e manutenção adequada. Use roupas que protejam as pernas desligue o motor imediatamente e substitua o óleo e os braços. Não toque no motor e escapamento em uma concessionária Honda para certificar-se da mesmo após desligar o motor. corrente de transmissão ou nas rodas.CB500F • CB500FA 9 Modificações ! Cuidado A modificação ou remoção de peças originais da motocicleta pode reduzir a segurança e infringir as leis de trânsito. e utiliza sistema de A entrada de água no motor causará a contamina- exaustão de parede dupla com protetor de ção do óleo lubrificante. pedais de apoio. Não use roupas soltas que possam se enganchar informações sobre os opcionais disponíveis para nas alavancas de controle. Esta motocicleta atende à Resolução CONTRAN qual danificará o motor. Dirija-se a sua concessionária Honda para obter 4. . de 02/03/2007. sua motocicleta. não bloqueie ou restrinja o fluxo de ar ao redor do Opcionais silencioso com carga ou roupa. Caso ocorra tal situação. Obedeça às normas que regu- lamentam o uso de equipamentos e acessórios. eliminação da água do motor e execução de revisão 3. pertences pessoais devido ao aquecimento. 1 Cuidados com Alagamentos Ao trafegar em locais alagados. 1. Protetor de escapamento evite a entrada de água no motor pelo filtro de ar.

Verifique o acessório cuidadosamente e sua pro- dade. podem causar instabi- lidade. P a visibilidade do piloto. carga mal distribuída. inadequados para a motocicleta ou a fixação da carga e acessórios. 1. Verifique frequentemente nos garfos. Acessórios que alteram a posição de pilotagem. anteriormente e as seguintes: e ao pilotá-la com os mesmos. lanterna traseira. com a instalação de acessórios não originais P o ângulo de inclinação da motocicleta. pneus gastos. como acomodar a carga com segurança. P o curso da direção. assegurando-se de que este não afete: P a visualização do farol. A colocação de acessórios e carga pode reduzir a estabili. P Estas precauções gerais podem ajudá-lo a P o acionamento dos controles. mau estado da motocicleta. Carenagens grandes ou para-brisas montados estejam mal fixados. Não instale carenagens que restrinjam o fluxo de ar para o motor. . P A estabilidade e dirigibilidade da motocicleta P ou exceda a capacidade de carga. Lembre-se de que você é diretamente responsável pela escolha. instalação e uso correto de acessórios não originais. Lembre-se de que o desempenho pode ser reduzido ainda mais leiras e placa de licença. P a distância mínima do solo (no caso de protetores). parafusos e fixadores. Honda. P o torque de porcas. sobrecarga e danos. podem ser afetadas por cargas e acessórios que 2. instalados incorretamente. decidir se e como equipar sua motocicleta. dificul- tando o acesso aos mesmos. sina- segurança da motocicleta. 3. e P a estrutura da motocicleta (chassi). desempenho e limite de velocidade de cedência. das estradas e do tempo. tenha extremo cuidado ao instalar acessórios Observe as recomendações sobre carga citadas e acomodar qualquer carga na motocicleta. P Para evitar acidentes. e más condições P o curso das suspensões traseira e dianteira. consequentemente aumentam o tempo necessário à reação do mo- tociclista em situações de emergência. afastando as mãos e os pés dos controles.10 CB500F • CB500FA Acessórios e Carga Acessórios Os acessórios originais Honda foram projetados ! Cuidado especificamente para esta motocicleta.

4. Ajuste a pressão dos pneus (pág. 5. 46) e a suspen- exceder a capacidade do sistema elétrico da mo. 3. Toda pane no circuito elétrico é perigosa. 68) de acordo com a carga e tocicleta. ces pessoais devido ao aquecimento. dirigibilidade a motocicleta com um passageiro ou carga. (Piloto. À medida que se afasta o peso do centro da motocicleta. Isso poderia resultar em instabilidade da de prejudicar a dirigibilidade. sidecars ou reboques. são traseira (pág. Não exceda a capacidade máxima. Não prenda objetos grandes ou pesados no rios submete os componentes do chassi a esforços guidão. Distribua o peso uniformemente. O peso e a acomodação da carga são muito im. para evitar desequilíbrios. A instalação de tais acessó. causando danos à motocicleta. observe e conforto se for utilizada nestas condições. Esta motocicleta não foi projetada para utilizar ou restrinja o fluxo de ar ao redor do silencioso sistema de alarme. B. A soma dos Carga pesos deve ser distribuída em 4 pontos (A. A Honda cancelará a garantia se Capacidade de carga constatar o uso de algum tipo de alarme. Qualquer modificação no sistema de arrefecimento 5. Esta motocicleta não foi projetada para receber Verifique frequentemente a fixação da carga.CB500F • CB500FA 11 4. Não instale equipamentos elétricos que possam 2. (cont. A utilização de qualquer tipo com carga ou roupa. as seguintes precauções: 1. bagagem e acessórios) em ambos os lados da motocicleta. podem ser afetadas por cargas mal fixadas. motocicleta ou resposta lenta da direção. Mantenha o peso da bagagem perto do centro Capacidade máxima de carga: 180 kg da motocicleta. amortecedores dianteiros ou para- excessivos. além lama. Sempre que pilotar cleta apresentará melhor estabilidade. C e D). Para evitar possível dano à motocicleta ou perten- provoca superaquecimento e sérios danos ao motor. A estabilidade e dirigibilidade da motocicleta ção. a dirigibilidade é afetada.) . de alarme poderá afetar o sistema elétrico da motocicleta. Esta motocicleta foi projetada para transportar duas pessoas: piloto (1) e passageiro (2). provoca uma queda no rendimento do motor. pois sua motoci- portantes para sua segurança. condições da pista. Além de afetar o sistema de iluminação e sinaliza. não bloqueie 7. passageiro. 6.

. disponíveis no (figura ilustrativa) site www.denatran. procure P Capacidade máxima de tração . P A Moto Honda da Amazônia Ltda. conforme (menor ou igual) estabelece a Resolução CONTRAN no 197 de 25/07/2006. leia com atenção as Resolu- ções CONTRAN nos 197 e 273.CMT: Zero uma concessionária Honda. complementada pela Resolução no 273 de 04/04/2008. ficado) para o transporte de semirreboque. danos decorrentes de sua utilização.gov. causar sobrecarga e danos estruturais. (C) Assento traseiro (centro da roda traseira) e P Este modelo não é homologado (ou especi- (D) Pedal de apoio traseiro. RÃO COBERTOS pela garantia Honda.br. (B) Pedal de apoio dianteiro. P A Moto Honda da Amazônia Ltda. Desta forma. NÃO RE- COMENDA a instalação e/ou utilização de semirreboque nesta motocicleta.12 CB500F • CB500FA Distribuição de peso Atenção (A) Assento dianteiro. Se estiver P A responsabilidade pela instalação e/ou utiliza- em dúvida sobre como calcular o peso da carga ção dos semirreboques caberá exclusivamente que pode ser acomodada em sua motocicleta sem ao proprietário desta motocicleta. a utilização do semir­reboque (2) + (1) < capacidade máxima nesta motocicleta é vedada por Lei. Para o perfeito entendimento dos requisitos legais para o uso de semirreboque. NÃO SE RES- PONSABILIZA pela instalação e/ou utilização de Atenção semirreboque nesta motocicleta. bem como por Danos causados pelo excesso de carga NÃO SE.

passem 5. Essas recomendações se aplicam a toda vida útil do P Evite acelerações bruscas e utilize marchas adequa.000 km. P Não pilote a motocicleta por longos períodos em velocidade constante. P Durante os primeiros 1. motor e não somente ao período de amaciamento. das para evitar esforços desnecessários do motor. evitando que as rotações ultra. prolongarão consideravelmente a vida garantir sua eficiência futura. Atenção cicleta de modo que o motor não seja solicitado excessivamente. acione os freios Os cuidados com o amaciamento. Cuidados para Amaciar o Motor P Durante os primeiros 1.000 km. mas não exceda este limite. Entre 1.600 km. útil e aumentarão o desempenho de sua motocicleta.000 rpm. P Evite operar o motor em rotações muito baixas ou altas. P Nunca force o motor com aceleração total em baixa rotação.CB500F • CB500FA 13 PRECAUÇÕES DE PILOTAGEM P Após 1. Entretanto. será seriamente danificado.000 rpm. .600 km. Se o motor for operado em rotações excessivas. durante os primeiros de modo suave para aumentar sua durabilidade e 500 km de uso.000 e 1. Evite freadas bruscas. pilote a moto. o motor poderá ser utilizado com aceleração total. aumente as rotações do motor para 7. não ultrapasse a faixa vermelha do tacômetro em hipótese nenhuma.

pode superaquecê-los Freio-motor e reduzir sua eficiência.14 CB500F • CB500FA Frenagem Sistema de Freio Antibloqueio (ABS) Observe as orientações a seguir: (CB500FA) P Evite frenagens bruscas e reduções repentinas de Este modelo está equipado com um sistema de freio marchas. antibloqueio (ABS) projetado para ajudar a evitar o Frenagens bruscas podem dificultar o controle travamento das rodas em frenagens bruscas. o correto funcionamento do ABS. perigo de derrapagem. há o pode necessitar de uma distância maior para frear. O freio-motor ajuda a reduzir a velocidade da mitente dos freios dianteiro e traseiro. P A alavanca e o pedal do freio podem recuar um Os pneus derrapam mais facilmente em tais pouco ao aplicar os freios. Pilotagem sob Chuva A superfície da pista fica escorregadia quando mo- lhada. areia e terra. Caso contrário. Tenha bastante cuidado ao frear em dias chuvosos. P O ABS não reduz a distância de frenagem. acione-os enquanto pilota em velocidade baixa para ajudar a secá-los. Em Sempre que possível. reduzindo P Para máxima eficiência da frenagem. tal como em declives acentuados. Utilize o freio-motor. P Use sempre os pneus recomendados para garantir P Evite o acionamento contínuo dos freios. . Isso é uma condição superfícies e a distância de frenagem é maior. uma motocicleta com ABS de entrar numa curva. O acionamento contínuo dos freios. reduzindo as marchas com a utilização inter. utilize o freio-motor. reduza a velocidade antes algumas situações. da motocicleta. normal. reduzindo a eficiência da frenagem. Ao enfrentar um declive acentuado. Se os freios ficarem molhados. acione os as marchas com a utilização intermitente dos freios. freios dianteiro e traseiro simultaneamente. P O ABS não funciona em velocidades inferiores a P Tenha cuidado em superfícies molhadas ou de 10 km/h. motocicleta ao soltar o acelerador.

certifique-se de combustível. Antes de abastecer. motocicleta para a esquerda até apoiá-la no cavalete. P O motor só deve ser acionado por pessoas que tenham prática e conhecimento do produto. silencioso. coloque a transmissão em ! Cuidado ponto morto e desligue o motor. 30). dade da motocicleta e pode causar sua queda. P O uso de gasolina de baixa qualidade pode com­prometer o funcionamento e a durabilidade ! Cuidado do motor. chamas e cigarros afastados. Incline lentamente a faíscas. 3. P Não aplique produtos inflamáveis no motor. Gire o guidão totalmente para a esquerda.  Evite a entrada de poeira e água no tanque de P Ao estacionar a motocicleta. P Não cubra a motocicleta nem encoste no motor.  Use somente gasolina comum de boa qualidade Girar o guidão para a direita diminui a estabili- (sem aditivo). Abaixe o cavalete lateral. desligue o motor e mantenha 2. (cont. Evite que crianças permaneçam sobre ou perto da motocicleta. tocicleta.) . P Não fume ou acenda fósforos próximos à mo-  Não use gasolina deteriorada ou contaminada. que materiais inflamáveis não entrem em con- tato com as peças quentes. posi- Siga as orientações abaixo para proteger o motor cione o interruptor de ignição em LOCK e remova e o catalisador: a chave (pág. quando estiver estacionada ou com o motor aquecido. Pare a motocicleta.CB500F • CB500FA 15 Abastecimento de Combustível Estacionamento 1. freios ou outras peças enquanto estiverem quentes.

para evitar riscos e danos à pintura. sobre o tanque de tilado e abrigado. principalmente sobre o respiro da P Caso estacione em subidas ou superfícies tampa. folhas ou detritos de pássaros para evitar danos à pintura e demais componentes da motocicleta. de areia ou terra. combustível. posicione corretamente a P O cavalete lateral foi projetado para suportar motocicleta para evitar queda ou movimento apenas o peso da motocicleta. especialmente em regiões metro- politanas e industriais. proteja sua motocicleta da chuva. P Ao estacionar a motocicleta.16 CB500F • CB500FA Atenção Atenção P Estacione a motocicleta em local plano e firme P Evite colocar objetos. Não é reco- inesperado. remova-a antes sobre a motocicleta enquanto estiver apoiada de acionar o motor. . mochilas. P Sempre que possível. como capas de chuva. no cavalete lateral. O local deve ser bem ven. para evitar a oxidação causada pela poluição. caixas e capacete. para evitar quedas. evite deixá-la sob árvores ou locais onde haja precipitação de frutas. mendável a permanência de pessoas ou carga P Caso use uma capa protetora.

. Esses danos Endereço:___________________________________________________ não são cobertos pela garantia. criando pontos de oxidação. 5. Endereço:___________________________________________________  A instalação desses acessórios altera o circuito elétrico original da motocicleta com o corte. A Moto Honda da Amazônia Ltda. além Data da compra: _____/__________/_________ de danificar irreparavelmente a unidade PGM-FI. número de – CEP: Cidade: ___________________ telefone e data da compra. – CEP: Cidade: ___________________ descascamento e solda na fiação principal Estado:___________________________ Tel: ______________________ ou em outros ramos do circuito elétrico. Data da compra: _____/__________/_________ 3. sempre que possível. mas muitas pessoas se Endereço:___________________________________________________ descuidam. Muitas Data da compra: _____/__________/_________ vezes. rastreadores por satélite. Isso pode parecer simples e óbvio. – CEP: Cidade: ___________________ 2. Nome: _____________________________________________________ etc. endereço. não autoriza: a) A utilização de dispositivos antifurto. Estado:___________________________ Tel: ______________________ cleta esteja em ordem e atualizada. Mantenha o Manual Estado:___________________________ Tel: ______________________ do Proprietário sempre em sua motocicleta. Estacione sua motocicleta em locais fechados. tais como DADOS DO 2º PROPRIETÁRIO alarmes. corta-ignição. Preencha ao lado seu nome. Certifique-se de que a documentação da motoci. Nome: _____________________________________________________ ça a chave no interruptor de ignição. pois a mesma é curto-circuitada.CB500F • CB500FA 17 Como Prevenir Furtos DADOS DO 1º PROPRIETÁRIO 1. etc. Nome: _____________________________________________________ manchas e descascamento. 4. b) A gravação de caracteres nas peças da mo- tocicleta pode comprometer seriamente sua DADOS DO 3º PROPRIETÁRIO durabilidade. as motocicletas roubadas são identificadas por meio do manual. Sempre trave a coluna de direção e nunca esque.

CONTROLES E FUNCIONAMENTO Localização dos Controles Reservatório do fluido de 1 1 2 freio traseiro 3 2 Bateria 4 3 Caixa de fusíveis 5 4 Fusível principal 6 Tampa do gargalo de 5 abastecimento de óleo Reservatório do fluido de 6 freio dianteiro 7 Alavanca do freio dianteiro 7 8 Manopla do acelerador 8 9 Filtro de óleo do motor Visor de inspeção do nível 10 9 de óleo 11 Pedal do freio traseiro 10 11 .18 CB500F • CB500FA INSTRUMENTOS.

CB500F • CB500FA 19 12 Alavanca da embreagem 13 Respiro do motor 12 13 Tampa do tanque de 14 combustível 14 15 Tampa lateral 15 16 Assento dianteiro 16 17 Assento traseiro Parafuso de drenagem do 17 18 óleo do motor Ajustador da pré-carga 19 da mola traseira 20 Corrente de transmissão 18 Reservatório do líquido 21 de arrefecimento 22 Cavalete lateral 19 23 Pedal de câmbio 20 21 23 22 .

5 Faixa vermelha do tacômetro (rotação excessiva do motor) . Para ajustar o relógio. “E” pisca é de aproximadamente 2.20 CB500F • CB500FA Instrumentos 7 6 5 3 4 1 2 1 Botão SEL 6 Tacômetro ATENÇÃO 2 Botão SET Não opere o motor na faixa vermelha do tacô- 3 Medidor de combustível – A quantidade de com.8 litros. consulte a página 25. Rotação excessiva pode prejudicar a vida bustível remanescente no tanque quando o indicador útil do motor. Caso o velocímetro seja substituído. 7 Velocímetro Caso os indicadores do medidor de combustível pisquem repetidamente ou se apaguem. consulte NOTA a página 75. anote a qui- lometragem do hodômetro no quadro presente na 4 Relógio página 37 para controle de manutenção. metro.

em seguida. consumo atual de combustível. hodômetros parciais A e B. todos O botão SEL seleciona o hodômetro. até a escala máxima e. Para zerar o hodômetro parcial. os modos e segmentos digitais do mostrador são consumo médio de combustível e consumo de exibidos e os segmentos do tacômetro acendem-se combustível. procure uma concessionária Honda.) . consulte a página Se alguma parte do mostrador não ficar visível. 22. se apagam. (cont.CB500F • CB500FA 21 8 Hodômetro Hodômetro Hodômetro Consumo atual Consumo médio Consumo de parcial A parcial B de combustível de combustível combustível Consumo de combustível reserva 8 Hodômetro (TOTAL) e Hodômetro parcial (TRIP A/B)/ Inspeção do mostrador Medidor de consumo de combustível Quando o interruptor de ignição é ligado.

consumo médio O consumo médio de combustível e o consumo de de combustível e consumo de combustível combustível serão baseados no hodômetro parcial A. ou ou Consumo médio de combustível Indica o consumo médio de combustível desde 2. o mostrador retorna à última indica- ção selecionada.22 CB500F • CB500FA Medidor de Consumo de Combustível Zerar os hodômetros parciais. ou ou . Quando estiverem zerados. Consumo atual de combustível mantenha pressionado o botão SET. Quando a velocidade da motocicleta é inferior Hodômetro Consumo médio Consumo de parcial A de combustível combustível a 7 km/h. “ ” é indicado. 1. Para zerar o hodômetro parcial A. procure sua concessio- nária Honda. Consumo de combustível Indica o consumo total de combustível desde a última reinicialização do hodômetro parcial A. Para zerar o consumo médio de combustível e o consumo de combustível. Quando “ ” é indicado. procure sua concessionária Honda. em cada indicação. procure sua concessionária Honda. Quando “ ” é indicado. Indica o consumo atual ou instantâneo de combus­ tível. consumo médio de combustível e consumo de combustível juntos. Em seguida.0” será mostrado a última reinicialização do hodômetro parcial A. “0. 3. consulte a página 22. Se “ ” for indica- do em velocidade superior a 7 km/h.

o hodômetro parcial A. 26). O tanque de combustível deve ser reabastecido o mais rápido possível. 21).1 km. mantenha Mostrador de consumo de combustível reserva pressionado o botão SET com o hodômetro parcial Quando o primeiro segmento (E) do medidor de B apresentado no mostrador. (cont. consumo médio de combustível e consumo de combustível serão zerados automaticamente ao abastecer mais do que a reserva de combustível e pilotar a motocicleta P Pisca quando atingir 0. da for maior que 1. Quando a quantidade de combustível consumi- É possível ativar ou desativar o modo de reinicializa. mais rápido.) . Após reabastecer acima da reserva. Mostrador de 1 consumo de combustível reserva Além disso. Para zerar o hodômetro parcial B.CB500F • CB500FA 23 4. medidor de consumo de combustível ou outras funções (pág. hodômetro parcial. o hodômetro. Caso você mude o mostrador para hodômetro.1 km. hodô- metro parcial e medidor de consumo de combustível Hodômetro parcial B se alternam para mostrador de consumo de com- bustível reserva. 1. combustível começar a piscar.0 litro. o mostrador retornará às condi­ções normais quando a motocicleta for pilotada por 0.0 litro. por 0. ele retornará automaticamente para o consumo de combustível reserva se os botões não forem pres- sionados por aproximadamente 10 segundos. o mostrador piscará ção automática ao reabastecer (pág.

de combustível Ajuste do indicador do sistema imobilizador Alteração da unidade do medidor de consumo de combustível . de reinicialização automática do hodômetro parcial A. consumo médio de combustível e consumo Pressione o botão SET.24 CB500F • CB500FA Ajuste do Mostrador Siga a sequência dos itens para alterar. consumo médio de combustível e consumo de combustível P Ajuste do indicador do sistema imobilizador Ajuste do brilho do painel de instrumentos P Alteração da unidade do medidor de consumo de combustível Ativação/desativação do modo Mantenha os botões SEL e SET pressionados. Mostrador habitual P Ajuste do relógio P Ajuste do brilho do painel de instrumentos Modo de ajuste P Ativação/desativação do modo de reinicialização Ajuste do relógio automática do hodômetro parcial A.

) . 30 segundos. te. ligado. É possível ajustar o brilho do painel de instrumentos Mantendo-o pressionado as horas avançam em cinco níveis. P O interruptor de ignição é desligado e. retorna para o mostrador habitual Pressione o botão SEL até os minutos desejados. rapidamente. e o mostrador mudará para ajuste do brilho do Pressione e mantenha pressionados os botões SEL painel de instrumentos. Ajuste do relógio Pressione o botão SET. quando: Mantendo-o pressionado os minutos avançam P O botão não é pressionado em. O brilho é alterado. Pressione o botão SET. consumo médio de combustível e consumo de combustível. em segui- da. em seguida. (cont.CB500F • CB500FA 25 Durante o ajuste. aproximadamen. o mostrador muda para modo de reinicialização automática do hodômetro parcial A. II. e SET até que as horas comecem a piscar. O brilho do painel de ins- trumentos é ajustado e. Ajuste do brilho do painel de instrumentos Pressione o botão SEL até que a hora desejada seja indicada. Os minutos começarão a piscar. rapidamente. O relógio estará ajustado Ligue o interruptor de ignição. I. Pressione o botão SEL. Pressione o botão SET.

o uso do cavalete lateral (ato de estacionar) ou inclinações acentuadas da motocicleta. que parcial do tanque. ativado e um volume de combustível no tanque cialização automática. O ajuste inicial é desativado. os hodômetros parciais. . quan- de combustível do o medidor de combustível indicar um volume Pode-se ativar ou desativar também o modo de rei. após o 1o segmento (E) do medidor de combustível consumo médio de combustível e consumo de começar a piscar. Atenção consumo médio de combustível e consumo P No modo de reinicialização automática. pressione o botão SET. Para concluir a seleção. mesmo nicialização automática durante o reabastecimento. A ativação ou desativação do modo de reinicia- lização automática estará definida e o mostrador mudará para ajuste do indicador do sistema imobilizador (o indicador se acende). Ativação/desativação do modo de reinicia- lização automática do hodômetro parcial A. próximo ao nível reserva. na reserva e ocorrer o reabastecimento. Para que isso não ocorra ao estacionar. podem ser entendidos pelo sistema como reabastecimento. des- ligue o interruptor de ignição e ligue-o com a motocicleta sempre na posição de pilotagem (posição vertical).26 CB500F • CB500FA III. seguidos pelo retorno à posição de pilotagem.1 km. Pressione o botão SEL para selecionar “ ” P Com o modo de reinicialização automática (ativar) ou “ ” (desativar) no modo de reini. combustível serão zerados depois de pilotar mais de 0.

mudará para alteração da unidade do medidor de consumo de combustível. Pressione o botão SET. se o botão não for pressionado dentro de 30 segundos. mo de combustível Pressione o botão SEL para selecionar “km/L” ou Pressione o botão SEL para selecionar “ ” “L/100km”. O indicador do sistema Para finalizar a seleção. NOTA O controle será alternado automaticamente do modo de ajuste para o mostrador habitual. o ajuste efetuado será mantido. Ajuste do indicador do sistema imobilizador V. Alteração da unidade do medidor de consu- É possível ajustar o indicador do sistema imobilizador. (piscar) ou “ ” (apagar). .CB500F • CB500FA 27 IV. Mesmo neste caso. pressione o botão SET imobilizador estará ajustado e o mostrador ou desligue o interruptor de ignição.

Apaga-se ao atingir aproximadamente 10 km/h. Apaga-se quando o motor é acionado.  Pisca a cada 2 segundos por 24 horas quando o interruptor de ignição estiver desligado. consulte a página 74. posição . 9 Indicador da pressão do óleo nando. Apaga-se quando a chave corretamente codificada for inserida. Caso se acenda enquanto o motor estiver funcio. 5 Indicador da sinaleira direita 6 Indicador do ABS (CB500FA) Acende-se quando o interruptor de ignição é ligado. Acende-se quando o interruptor de Caso se acenda durante a pilotagem. consulte a ignição é ligado com o interruptor do motor na página 73. morto. consulte a página 74. consulte a 9 8 7 6 página 74.28 CB500F • CB500FA Indicadores 4 Indicador do sistema imobilizador 1 2 3 4 5  Acende-se rapidamente quando o interruptor de ignição é ligado. . 3 Indicador de ponto morto Caso se acenda enquanto o motor estiver funcio- Acende-se quando a transmissão está em ponto nando. 7 Indicador de farol alto 1 Indicador da sinaleira esquerda 8 Indicador de temperatura do líquido de 2 Indicador de falha do PGM–FI arrefecimento Acende-se rapidamente quando o interruptor de Acende-se rapidamente quando o interruptor de ignição é ligado com o interruptor do motor na ignição é ligado. Caso se acenda durante a pilotagem. Acende-se quando o interruptor de ignição é ligado. posição .

1 Interruptor de ignição Liga e desliga o sistema elétrico e trava a coluna 7 Comutador do farol de direção. • : Farol baixo 1 1. Pisca o farol alto. 3 3.) .CB500F • CB500FA 29 Interruptores 2 Interruptor do motor 1 Normalmente deve permanecer na posição . as sinaleiras são desligadas. mude para a posição 2 para desligar o motor. 3 Interruptor de partida 4 Interruptor do pisca-alerta É operado quando o interruptor de ignição estiver ligado. Pode ser desligado independentemente da 3 posição do interruptor de ignição. Posição LOCK (trava) Trava a coluna de direção. Posição ON (ligado) 8 Interruptor do lampejador do farol 2 Liga o sistema elétrico. 5 Interruptor da buzina 7 8 6 Interruptor das sinaleiras • Ao pressioná-lo. (cont. 5 4 As sinaleiras continuarão piscando mesmo com o interruptor de ignição posicionado em OFF 6 ou LOCK. Em caso de emergência. Posição OFF (desligado) Desliga o motor. 2. • : Farol alto A chave pode ser retirada quando o interruptor de ignição estiver posicionado em OFF ou LOCK.

30 CB500F • CB500FA Trava da Coluna de Direção Partida do Motor Trave a coluna de direção quando estacionar para Siga sempre os seguintes procedimentos de partida. Retire a chave. Para destravar Insira a chave de ignição. Pressione e gire a chave de ignição para a posição LOCK. Para travar 1. movimente o guidão. pressione-a e gire a chave para a posição OFF. 1 ! Cuidado Pressione Nunca ligue o motor em áreas fechadas ou sem ! ventilação. similar também é recomendado. Um cadeado em “U” ou dispositivo estando o motor frio ou quente. que é venenoso. 3. Chave de ignição . Caso seja difícil travar. evitar furtos. Gire o guidão totalmente para a esquerda. 2. Os gases de escapamento contêm monóxido de carbono. Gire 1.

P Manter o motor em marcha lenta ou em alta caso a marcha lenta esteja instável. interruptor de partida por 5 segundos. abra um pouco o acelerador. Abra completamente o acelerador e pressione o P Se o motor não funcionar em 5 segundos. 5 minutos pode causar a descoloração do tubo de escapamento. consulte a página 72. rotação por um período prolongado pode causar 4. . Pressione o interruptor de partida com o acele- rador fechado. Se o motor ligar. Se o motor não ligar.CB500F • CB500FA 31 Se o motor não ligar: Atenção 1. siga novamente os procedimentos descritos nas P Abrir e fechar continuamente o acelerador ou etapas 1 e 2. Ou. Efetue os procedimentos normais de partida. espere 10 segundos e danos ao motor e ao sistema de escapamento. Coloque a transmissão em ponto morto (in- dicador aceso). manter o motor em marcha lenta por mais de Se o motor não ligar. ligue a ignição e espere 10 segundos antes de tentar novamente para que a bateria recupere 2. Ligue o interruptor de ignição. 3. Certifique-se de que o interruptor do motor esteja na posição . acione a alavanca de embreagem para dar partida no motor com a transmissão engatada e o cavalete lateral reco- lhido. sua carga. des.

Combustível recomendado: Gasolina comum (sem aditivo) Capacidade do tanque: 15. 3 4 6 5 4 3 2 2 1 5 N 1. consulte a página 15.7 litros Abastecimento de combustível. . Chave de ignição 1 4. o motor irá desligar. Gargalo do tanque Se você engatar uma marcha com o cavalete lateral abaixado. Capa da fechadura 3. Tampa do tanque 2.32 CB500F • CB500FA Troca de Marchas Tanque de Combustível A transmissão da sua motocicleta possui seis mar- chas. Bocal de abastecimento 5.

chamas ou faíscas na área de abastecimento.CB500F • CB500FA 33 Abertura da tampa do tanque ! Cuidado Abra a capa da fechadura. certifique-se de que a tampa do tanque esteja bem fechada. Retire a chave e feche a capa da fechadura. limpe o local atingido imediatamente. Depois de abastecer. Se derramar gasolina sobre a 2. pintadas. Abasteça sempre pele. P Após abastecer. insira a chave de ignição e gire-a em sentido horário para remover a tampa. P Ao abastecer. Fechamento da tampa do tanque P A gasolina é um solvente forte e pode causar 1. alinhe a trava da tampa com danos se permanecer em contato com as super- a ranhura do gargalo. em locais ventilados e com o motor desligado. Em caso de derramamento. certifique-se de que a ! Cuidado área atingida esteja seca antes de ligar o motor. retire o excesso imediata- mente. P Mantenha-o afastado de crianças. P Evite o contato prolongado ou repetido com a P A gasolina é extremamente inflamável e ex- plosiva sob certas condições. Se o nível de combustível ultrapassar a extremidade inferior do gargalo. Não permita a presença de cigarros. Pressione a tampa no gargalo até travá-la. O combustível der- ramado ou seu vapor podem incendiar-se. P Seja cuidadoso para não derramar combustível A chave não pode ser retirada se a tampa não estiver travada. Não deve haver combustível no gargalo do tanque. durante o abastecimento. fícies pintadas. superfície externa do tanque ou de outras peças 3. . não encha demais o tanque para evitar vazamento pelo respiro da tampa. ou a inalação dos vapores de combustível.

Suporte de capacete 2. consulte a página 48. Jogo de ferramentas 4 2 Remoção do assento dianteiro. suporte. Bolsa para 1 documentos 1. . A bolsa para documentos está localizada na face interna do assento dianteiro. Alça do capacete 3. P Use o suporte do capacete somente durante o estacionamento.34 CB500F • CB500FA Compartimento de Armazenamento ! Cuidado O suporte de capacete. Remoção do assento traseiro. consulte a página 49. O capacete pode interferir em sua habilidade de pilotagem segura e provocar um 1 grave acidente. Cinta de borracha 4. 2 1. o jogo de ferramentas e a alça do capacete (no jogo de ferramentas) estão P Não pilote a motocicleta com o capacete no localizados sob o assento traseiro. Cinta de borracha 3 2.

000 67 Vela de ignição Trocar 24. P Os intervalos de manutenção são baseados em condições normais de uso. P A Tabela de Manutenção especifica com que frequência os serviços devem ser efetuados e quais itens necessitam de atenção.000 30.000 12.000 36.000 54 Marcha lenta Verificar 12.000 — Óleo do motor Verificar (nota 4) sempre que pilotar 53 Trocar (notas 4 e 5) 12.000 6. Operações Intervalo (nota 1) Pág.000 — . Linha de combustível Verificar 12. estando totalmente preparadas para oferecer todos os serviços de manutenção e reparos.000 18. Motocicletas usadas em condições rigorosas ou incomuns necessitam de serviços mais frequentes.000 47 Respiro do motor Limpar (nota 3) 6.000 — Folga das válvulas Verificar 24. além de maior segurança e confiabilidade. Lembre-se de que são elas quem mais conhecem sua motocicleta.000 54 Filtro de óleo do motor Trocar 12.000 66 Filtro de ar Trocar (nota 2) 18. Item km 1.CB500F • CB500FA 35 MANUTENÇÃO Tabela de Manutenção P Procure uma concessionária Honda sempre que necessitar de manutenção.000 — Nível de combustível Verificar sempre que pilotar 32 Funcionamento do acelerador Verificar e ajustar 12. Procure uma concessionária Honda para determinar os intervalos adequados a suas condições particulares de uso.000 24.000 a cada ref. É fundamental seguir os intervalos especificados para garantir o desempenho adequado do controle de emissões.

36 CB500F • CB500FA Operações Intervalo (nota 1) Pág.000 a cada ref.000 68 Porcas.000 70 Luzes/buzina Verificar sempre que pilotar — Interruptor do motor Verificar sempre que pilotar — Sistema de embreagem Verificar 6.000 18.000 — .000 6.000 46 Rolamentos da coluna de direção Verificar 12.000 63 transmissão Fluido de freio Verificar o nível e 6. Item km 1. parafusos e fixações Verificar 12.000 — Rodas/pneus Verificar 12.000 57 completar Trocar (nota 6) a cada 2 anos 43 Desgaste das pastilhas de freio Verificar 6.000 69 Facho do farol Verificar e ajustar 12.000 12.000 59 Suspensão Verificar 12.000 — secundário Corrente de transmissão Verificar.000 24. 57 Interruptor da luz do freio Verificar e ajustar 12. ajustar e a cada 1.000 64 Cavalete lateral Verificar 12.000 30.000 43.000 58 Sistema de freio Verificar 12.000 — Sistema de suprimento de ar Verificar 12.000 55 do radiador completar Trocar (nota 6) a cada 3 anos 56 Sistema de arrefecimento Verificar 12. Líquido de arrefecimento Verificar o nível e 12.000 36.000 km 60 lubrificar Deslizador da corrente de Verificar 12.

repita os intervalos especificados nesta tabela. o que ocorrer primeiro. 2. 5. Para leituras maiores do hodômetro. 4. Efetue o serviço com mais frequência sob condições de chuva ou aceleração máxima. Troque uma vez por ano ou a cada intervalo indicado na tabela. Por razões de segurança. e adicione se necessário. 3. Verifique o nível de óleo diariamente. 6. Efetue o serviço com mais frequência sob condições de muita poeira e umidade.CB500F • CB500FA 37 NOTA 1. recomendamos que todos os serviços apresentados nesta tabela sejam executados somente nas concessionárias Honda. antes de pilotar. Controle de substituição do velocímetro Código da No da km Indicada Data da Substituição Concessionária Ordem de no Velocímetro Carimbo da Concessionária Executante Serviço Substituído 1a Substituição / / 2a Substituição / / . A substituição requer habilidade mecânica.

Peças de qualidade inferior podem comprometer P Em caso de queda ou colisão. remova imediatamente os elementos agressivos linhamento e danos difíceis de detectar. para evitar oxidação. suspensão e peças da direção. incluindo chassi. Não pilote a motocicleta se os danos onde o contato com a salinidade e umidade não permitirem uma pilotagem segura. . de controle de emissões. quanto a desa. antes de efetuar qualquer reparo. bos. Procure é mais intenso.38 CB500F • CB500FA Cuidados na Manutenção ! Cuidado ! Cuidado P Use somente peças novas genuínas Honda. os ca. silencioso. em locais bem ventilados. os componentes principais. P Desligue o motor e apoie a motocicleta no cavalete lateral sobre uma superfície plana e firme. P Acione o motor somente quando solicitado. acessórios e outras peças vitais quanto a P Durante a pilotagem em regiões litorâneas. danos. Após o uso da motocicleta nessas regiões. Espere o motor. tanto a conservação quanto a uma concessionária Honda para inspecionar manutenção devem receber atenção especial. freio e outras peças esfria- rem para evitar queimaduras. verifique as a segurança e reduzir a eficiência dos sistemas alavancas de freio e de embreagem.

Verifique se há vazamentos (pág. inspecione sempre a as posições do guidão (pág. se necessário (págs. Calibre. (pág. Verifique o equivalentes que foram projetadas e aprovadas nível de fluido de freio e o desgaste das pastilhas para a sua motocicleta. se necessário (pág. pois uma falha de funciona. inspeção antes do uso. 32). P Embreagem – verifique o funcionamento e ajuste a folga da alavanca.CB500F • CB500FA 39 Princípios da Manutenção P Rodas e pneus – verifique as condições e a pressão de ar. todas as luzes. indicadores e buzina. 55). 53). Inspeção Antes do Uso P Acelerador – verifique o funcionamento em todas Para garantir sua segurança. se necessário. 29). P Utilize sempre peças genuínas Honda ou P Freios – verifique o funcionamento. 59). P Combustível – abasteça o tanque quando neces- sário (pág. para garantir sua segurança. verifique: Peças de Reposição P Motor – verifique o nível de óleo e adicione. P Sistema de corte da ignição do cavalete lateral – mento ou até mesmo um pneu furado. grande contratempo. P Corrente de transmissão – verifique as condições e a folga. 66). P Líquido de arrefecimento – verifique o nível e adi- ! Cuidado cione. pode ser um verifique o funcionamento (pág. Verifique se há vazamentos P A instalação de peças não originais Honda (pág. Ajuste e lubrifique. 46). se necessário (pág. . motocicleta antes de pilotar e certifique-se de corrigir P Interruptor do motor – verifique o funcionamento qualquer falha encontrada. É obrigatório fazer a (pág. 60). pode tornar sua motocicleta insegura e causar P Sistema elétrico – verifique o funcionamento de acidentes com ferimentos graves ou fatais. Antes de pilotar a motocicleta. 44. 64). se Utilize sempre peças genuínas Honda ou equivalentes necessário. 57).

Atenção P Em caso de contato com a pele. P Mantenha a bateria fora do alcance de crianças. para uma mas e cigarros. tante água. recomendamos usar a bateria ventilado. causando vazamentos ou danos à bateria. las. manusear baterias. batidos ou óleo vegetal. prejudicial e pode causar sérias queimaduras. Não é necessário verificar o nível do P A bateria contém ácido sulfúrico (eletrólito).40 CB500F • CB500FA Bateria ! Cuidado A bateria desta motocicleta é selada e isenta de manutenção. ovos necte o cabo negativo do terminal da bateria. durante a utilização da motocicleta em explosivos. remova a bateria e carregue-a cure assistência médica imediatamente. P Em caso de ingestão. pelo menos. P Em caso de contato com os olhos. 15 minutos e pro- longo período. pelo menos. Em seguida. Proteja os olhos sempre que motocicleta. Guarde-a em local fresco e seco. quando o sistema de carga está em funciona. uma vez por semana. desco- leite. tome leite de magnésia. Mantenha o local de carga da maior vida útil da bateria. a bateria produz gases mento. eletrólito ou adicionar água destilada. cha- condições normais de uso. Procure assistência P A bateria de sua motocicleta é carregada médica imediatamente. lave com P Se a motocicleta for permanecer inativa por água durante. beba bastante água ou P Se a bateria permanecer na motocicleta. lave com bas- P A remoção das tampas da bateria pode danificá. totalmente. P Embora seja selada. . Portanto. Limpe os O contato com a pele ou os olhos é altamente terminais da bateria se estiverem sujos ou corroídos. Mantenha-a longe de faíscas. Use roupas protetoras e proteção facial durante o manuseio.

Atenção tale a bateria. Atenção Para amperagem dos fusíveis. Inspeção e substituição de fusíveis 4. Se algum componente elétrico parar de e estiverem cobertos por uma substância bran. Remova a bateria (pág.) . Consulte uma de ignição antes de verificar ou trocar os fusíveis. possivel- mente. desligue o interruptor A vida útil da bateria é limitada. lave-os com água (pág. com a mesma amperagem. concessionária Honda para saber quando trocar a bateria. A instalação de acessórios elétricos não originais Honda pode sobrecarregar o sistema elétrico da motocicleta. (cont. danificando o sistema. 85). verifique e substitua os fusíveis queimados ca. Substitua-a sempre por uma bateria do Se um fusível estiver queimado. Use óculos de proteção. substitua-o por outro mesmo tipo e isenta de manutenção. Dirija-se a uma concessionária Honda para executar limpe-os com uma es. 52). Se os terminais começarem a sofrer corrosão motocicleta. os reparos necessários. Depois de limpar. funcionar. rem muito corroídos. descarregando a bateria e. página 111. a queima frequente dos fusíveis indica 3. Se os terminais esti­­ve­ curto-circuito ou sobre­carga no sistema elétrico. morna. Para evitar um curto-circuito. reins. Os fusíveis protegem os circuitos elétricos da sua 2. Em geral.CB500F • CB500FA 41 Limpeza dos terminais da bateria Fusíveis 1. cova de aço ou lixa. consulte Especifica- ções Técnicas.

consulte a página 53. antes de pilotar. Para verificação do nível de óleo. inclusive. . Óleo sujo ou deteriorado deve ser trocado o mais rápido possível. Isso poderá causar sérios danos SAE 10W-30 SJ ao sistema elétrico. Verifique o nível de óleo diariamente. SAE 10W-30 SJ ou superior (ver nota) NOTA ! Cuidado A Honda recomenda a utilização do lubrificante: Não use fusíveis com amperagem diferente da ÓLEO GENUÍNO HONDA especificada nem os substitua por outros mate- riais condutores. JASO MA da de potência do motor e. provocando falta de luz. NOTA Sempre mantenha fusíveis de reserva na motocicleta Óleo recomendado para motor: para caso de emergência. per.42 CB500F • CB500FA Óleo do Motor Fusível queimado O consumo de óleo do motor varia e a qualidade do óleo piora de acordo com as condições de pilotagem e tempo decorrido. e adicione se necessário. O uso de aditivos é desnecessário e apenas aumen- tará os custos operacionais. incêndios.

(Exemplo: DOT 4 com DOT 3). . procure assistência médica. novo de uma embalagem lacrada. dados. entre em contato com uma concessionária lave a área atingida com bastante água. dirija-se a uma concessionária específicos para competição não são recomen. exceto P O óleo é o elemento que mais afeta o desem. P Se derramar fluido de freio sobre superfícies pintadas ou de plástico. Evite o con- P Se for difícil encontrar o óleo recomendado. Honda o mais rápido possível. de da qualidade do óleo utilizado. limpe o local atingido imediatamente. vegetais ou lubrificantes adicionar fluido. A correta lubrificação do motor depen. Se Honda. pois eles não são compatíveis. servi-lo. Em caso de contato. que sempre estará preparada para atingir os olhos. Use somente fluido de freio penho e a vida útil do motor. Atenção P Use somente o fluido de freio Mobil Super Moto Brake Fluid DOT4 de uma embalagem lacrada. Caso necessite P Óleos não detergentes. em uma emergência. tato com a pele e os olhos. P A Honda não se responsabiliza por danos causados pelo uso de óleos com especifica­ções ! Cuidado diferentes das recomendadas. P Não misture tipos diferentes de fluidos de freio. P O fluido de freio provoca irritação.CB500F • CB500FA 43 Atenção Fluido de Freio Não adicione ou substitua o fluido de freio. P Mantenha-o afastado de crianças.

ruídos estranhos ou apresente roletes danificados. disponível. seque a corrente e lubrifique-a com pinos frouxos. Se a corrente.44 CB500F • CB500FA Corrente de Transmissão Limpeza e lubrificação da corrente A corrente de transmissão deve ser verificada e Após verificar a folga. deverão ser substituídos Lubrificante recomendado: por uma concessionária Honda. ou detergente neutro. a peça nova se desgastará rapidamente. Lubrificante específico para correntes com retentores Dentes Dentes normais Dentes gastos danificados (substituir) (substituir) Atenção Substitua sempre a corrente. Use um pano mais frequência se pilotar em pistas irregulares. coroa e lubrificada regularmente. use óleo para transmissão SAE 80 ou 90. Após limpar. Utilize uma escova Caso a corrente não se mova suavemente. Verifique a corrente com pinhão enquanto gira a roda traseira. retentores. limpe a corrente. retentores ou elos faltantes. Caso contrário. em seco e um limpador específico para correntes com alta velocidade ou com aceleração rápida constante. procure o lubrificante recomendado. coroa e pinhão em conjunto. . emita de cerdas macias. a coroa e o pinhão estiverem excessiva- mente gastos ou danificados. caso a corrente esteja suja. Caso este não esteja uma concessionária Honda para inspecioná-la.

tura de 50% de etilenoglicol e 50% de água destilada. Atenção NOTA O uso de outro líquido de arrefecimento ou água Evite aplicar lubrificante nos freios e pneus. Drene-os também caso fiquem visíveis fizer necessária. escovas de aço. correntes com retentores. na seção transparente do tubo. Uma concentração inferior a 40% de etilenoglicol Respiro do Motor não oferecerá proteção suficiente contra corrosão e Drene os depósitos do respiro do motor com mais baixas temperaturas. aplique lubrificante em excesso na corrente para que não espirre em suas roupas ou na motocicleta com A motocicleta é abastecida na fábrica com uma mis- o movimento da corrente. . mendado “LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO HONDA limpadores ou lubrificantes não específicos para (líquido de cor azul marinho)”.CB500F • CB500FA 45 Não utilize equipamentos de limpeza a vapor ou de Líquido de Arrefecimento alta pressão. produtos de limpeza abrasivos. Uma concentração superior a frequência sob condições de chuva ou aceleração 60% de etilenoglicol é recomendável somente quan- máxima. bem como após a lavagem ou queda da do uma proteção adicional contra congelamento se motocicleta. Não pode resultar em corrosão. pois eles podem danificar os retentores da corrente. solventes. tais como Utilize somente o líquido de arrefecimento reco- gasolina ou benzina.

P Siga todas as instruções deste Manual do Pro- Verifique os pneus quanto a prietário acerca de pneus e manutenção. antes de pilotar. Marca de sempre com os pneus frios.46 CB500F • CB500FA Pneus Verificação de profundidade da banda de rodagem Inspecione visualmente os pneus e verifique a pressão Verifique os indicadores de desgaste da banda de roda- com um medidor a cada 1. pregos ou outros objetos encravados nos pneus. Se estiverem visíveis. substitua os pneus quando NOTA atingirem a profundidade mínima da banda de rodagem. consulte Especifica. ! Cuidado P Pilotar com pneus excessivamente gastos ou com pressão incorreta pode causar acidentes Verificação de desgaste com ferimentos graves ou fatais. Substituição A substituição de pneus deve ser efetuada por uma concessionária Honda. os aros apresentam entalhes ou consulte Especificações Técnicas. página 109. Verifique também se Para profundidade mínima da banda de rodagem. gem. deformações. Verificação de danos 1 Verifique se há cortes. Para uma pilotagem segura. . Para pneus recomendados. página 109. substitua os pneus imediatamen- te. sinais de desgaste anormal na superfície de contato. consulte Especificações Técnicas. página 109.000 km ou semanalmente. ou TWI desgaste ções Técnicas. A inspeção e o ajuste da pressão devem ser feitos 1. localização do indicador de Para pressão recomendada.

Procure uma conces- sionária Honda para balancear as rodas após reparar ou substituir os pneus. o que pode resultar em perda de controle da motocicleta. essas bolsas de ar permitem o movimen- to relativo entre o pneu e a câmara. que não podem ser de manutenção. . eliminadas devido à impermeabilidade do pneu. (pág. P Substitua o pneu. O filtro de ar deve ser substituído em uma concessio- mara. P Não ultrapasse a velocidade de 80 km/h nas primeiras 24 horas após reparar os pneus. podem surgir bolsas de nária Honda nos intervalos especificados na tabela ar entre a câmara e o pneu. 35). Não remova nem modifique os contrapesos das rodas.  O balanceamento correto das rodas é neces- sário para a perfeita estabilidade e segurança da motocicleta. ficará o filtro de ar e causará a entrada de poeira. Durante o uso do pneu. se a parede lateral estiver perfurada ou danificada. Na montagem. de acordo com o plano de manutenção preventiva resultando na perda de controle da motocicleta. pode prejudicar a dirigibilidade e comprometer Nunca limpe ou aplique jato de ar. causando superaquecimento e danos ao pneu. poderá ocorrer perda de controle da motocicleta. Do contrário. P Não instale câmaras de ar em pneus sem câ. P Não instale pneus com câmara em aros para pneus sem câmara. pois isso dani- a segurança da motocicleta. Os talões podem não se assentar e A única manutenção necessária é a sua substituição os pneus podem sair dos aros e perder pressão. aro e conjunto aro/válvula. Não ultrapasse a velocidade máxima permitida nas vias públicas.CB500F • CB500FA 47 Filtro de Ar ! Cuidado Esta motocicleta está equipada com filtro de ar úmido P O uso de pneus diferentes dos recomendados (tipo viscoso).

P Chave sextavada. Gire-a no sentido horário e. Linguetas Ferramentas contidas no estojo: 4. 10 x 14 mm P Chave de fenda padrão/Philips P Cabo para chave Philips/fenda P Extensão 5 P Chave Allen. Trava do puderem ser feitos com essas ferramentas deverão 3 assento ser executados em uma concessionária Honda. Suportes P Chave de boca. Chave de sível efetuar pequenos reparos.48 CB500F • CB500FA Jogo de Ferramentas Remoção e Instalação de Componentes O jogo de ferramentas encontra-se sob o assento do Chassi traseiro (pág. P Extrator de fusíveis . Insira a chave de ignição na trava do assento. 3. Assento traseiro P Chave para porca cilíndrica 5. Os serviços que não 2. 19 mm 1. 1. Assento Traseiro Com as ferramentas que compõem o jogo. em seguida. 48). puxe o P Alça do capacete assento traseiro para cima e para trás. 5 mm Remoção P Chave sextavada. 24 mm 2. ajustes simples e 1 2 4 ignição substituição de algumas peças. é pos. 8 x 12 mm traseiros P Chave de boca.

Insira a lingueta no rebaixo. 2. . 5 Remoção 1. 48). Insira as linguetas nos suportes traseiros do chassi. Assento dianteiro 2 3. Lingueta 2. 4. Instale as buchas e os parafusos de fixação. 3. puxe o assento dianteiro para trás e para cima. Atenção Certifique-se de travar firmemente o assento. Remova os parafusos de fixação e as buchas e. 1. Instalação 1. Aperte firmemente os parafusos de fixação. Parafusos de NOTA 1 4 fixação P O assento trava automaticamente quando fechado. Rebaixo dentro do compartimento. 2. Atenção Certifique-se de travar firmemente o assento. Remova o assento traseiro (pág.CB500F • CB500FA 49 Instalação Assento Dianteiro 1. Pressione a seção traseira do assento traseiro. em seguida. 3 2. Buchas P Tenha cuidado para não travá-lo com sua chave 5.

Remova as linguetas das borrachas. Parafuso 5. Presilha . Remova o parafuso e a presilha (pág. Tampa lateral 2. 3 4 3 1. 51). 3. Remoção 1. Remova a tampa lateral soltando as linguetas. ao fusível principal. Instalação A instalação é efetuada na ordem inversa da re- 5 moção. 2. Linguetas 4. Borrachas 3.50 CB500F • CB500FA Tampas Laterais A tampa lateral esquerda deve ser removida para ter acesso à tampa do reservatório do líquido de arrefe- 1 2 3 cimento e a tampa lateral direita. As tampas laterais esquerda e direita são removidas da mesma maneira.

3. . Remova os parafusos. Insira a presilha no orifício. Instalação A instalação é efetuada na ordem inversa da remoção. 1 3 1. Parafusos As presilhas devem ser retiradas para remover as 1 tampas laterais. 2. da mesa inferior. Pressione a parte central do pino para soltar a trava.CB500F • CB500FA 51 Conjunto do Farol Presilhas 1. Remoção 1. 2. 1. Empurre a parte inferior do pino central. 2. Pressione a parte central do pino para travar a presilha. Remova o conjunto do farol soltando-o dos orifícios 2. Remova a presilha do orifício. tome cuidado para não danificar a fiação. Orifícios 1. Conjunto do 2 farol Remoção 3. Ao remover e instalar o conjunto do farol. Pino central O conjunto do farol deve ser removido para substituir Instalação a lâmpada do farol e a lâmpada da luz de posição.

Ajuste o relógio após reconectar a bateria. 1. Cinta de borracha Bateria sem carga. Verifique se os parafusos e porcas estão apertados firmemente. Instalação Reinstale na ordem inversa da remoção. Para manuseio correto da bateria. 4. Retire a bateria de seu compartimento com cuida- do para não derrubar as porcas dos terminais. consulte Princí- pios da Manutenção. Desconecte o terminal negativo (–) da bateria. 4 2. 3. Solte a cinta de borracha da parte de trás. 49). página 40. 3 1. Conecte sempre o terminal positivo (+) primeiro. Terminal positivo 2. 5. Bateria . 3. Desconecte o terminal positivo (+) da bateria.52 CB500F • CB500FA Bateria Remoção Atenção 2 Para evitar um curto-circuito. Terminal negativo 4. desligue o interrup- 1 tor de ignição antes de remover a bateria. consulte a página 81. Remova o assento dianteiro (pág.

Não abasteça excessivamente. adicione o óleo do motor recomendado. haja consumo de óleo do motor. portanto. mantenha a mo- óleo e seu imediato abastecimento. tocicleta na vertical. Desligue o motor e espere de 2 a 3 minutos. Para óleo recomendado. Mantenha a motocicleta na vertical. num local plano e firme. seque-o de óleo imediatamente. Atenção 1. Se o motor estiver frio.CB500F • CB500FA 53 Óleo do Motor Adição Verificação do Nível Se o nível de óleo estiver abaixo ou perto da marca inferior. Reinstale firmemente a tampa do gargalo de 3. 3. acione-o e deixe-o em o funcionamento da embreagem. Adicione o óleo recomendado até atingir Durante a utilização da motocicleta. Remova a tampa do gargalo de abastecimento de óleo. se necessário. Tampa do Tenha cuidado para que materiais estranhos 1 gargalo de não entrem no gargalo de abastecimento. consulte a página 42. Visor de inspeção 2. num local plano e firme. abastecimento Em caso de derramamento de óleo. (cont. Verifique se o nível do óleo está entre as marcas superior e inferior. é natural que a marca superior. Marca inferior Atenção A adição excessiva ou insuficiente de óleo pode 4 danificar o motor. 2. é muito importante a verificação constante do nível de Para verificar o nível de óleo. pois isso poderá prejudicar a lubrificação e 1.) . Marca abastecimento. 1. 2. Não misture tipos diferentes de óleo. 3 superior 2 4. gravadas no visor de inspeção. marcha lenta de 3 a 5 minutos. 4.

8.54 CB500F • CB500FA Troca do Óleo e Filtro de Óleo A troca do óleo do motor e do filtro de óleo requer 1 ferramentas especiais. O 6. Não jogue o óleo usado em ralos ou no solo. Coloque um recipiente sob o motor para coletar o óleo. Tome cuidado para não se queimar. o parafuso de drenagem e a 7. Descarte o óleo e o filtro usados respeitando o meio ambiente.m (2. num local 2 plano e firme. Arruela de vedação 5. Para drenar o óleo. anel de vedação do novo filtro. acione-o e deixe-o em marcha lenta de 3 a 5 minutos. remova a tampa do gargalo de abastecimento. 3. Coloque o óleo num recipiente vedado e Torque: 30 N.m) O motor e o óleo estarão quentes. . Parafuso de drenagem 2. o anel de vedação não está preso ao motor. 4. Instale o filtro novo e aperte-o. Desligue o motor e espere de 2 a 3 minutos. 1. Atenção Use somente o filtro de óleo original Honda. ! Cuidado Torque: 26 N. 2. NOTA 9. 1.1 kgf. Se o motor estiver frio.7 kgf. Instale uma nova arruela de vedação no parafuso de drenagem e aperte-o. Recomendamos que esse serviço seja feito por uma concessionária Honda. Apoie a motocicleta no cavalete lateral. Remova o filtro de óleo com a ferramenta especial uso de um filtro incorreto ou de qualidade inferior e deixe o óleo remanescente escoar. Aplique uma leve camada de óleo para motor no arruela de vedação.m) leve-o ao posto de reciclagem mais próximo. Verifique se pode danificar o motor.m (3.

Abasteça o motor com o óleo recomendado (pág. Verifique se o nível do líquido de arrefecimento no reservatório está entre as marcas superior e 2 inferior. 2. 1. Reservatório O óleo usado pode causar câncer se permanecer em contato com a pele por períodos prolonga.5 litros 3 2 11. (cont. 1. Anel de vedação 1 10. Verifique o nível do óleo (pág. 12. Marca inferior ! Cuidado 3. lave bem as mãos com mentos e procure uma concessionária Honda para sabão e água imedia­tamente após o manuseio. Se o reservatório estiver vazio ou a perda de líquido dos. verifique se há vaza- manusea­do diariamente. Capacidade de óleo: Troca do óleo e do filtro: 2.7 litros Somente troca do óleo: 2. Marca superior 2. Apesar desse perigo só existir se o óleo for de arrefecimento for excessiva. 53). Certifique-se de que não haja vazamento de óleo. Mantenha a motocicleta na vertical.) . Filtro de óleo 2.CB500F • CB500FA 55 Líquido de Arrefecimento 1 Verificação do Nível 1. inspecionar a motocicleta. 42) e instale a tampa do gargalo de abasteci- mento. num local plano e firme.

56 CB500F • CB500FA Adição Se o nível do líquido de arrefecimento estiver abaixo 1 da marca inferior. Remova a tampa do reservatório e adicione o líquido de arrefecimento observando seu nível. Reinstale a tampa firmemente. 1. Instale a tampa lateral esquerda. recomen- damos que este serviço seja efetuado por uma P Não remova a tampa do radiador enquanto concessionária Honda. Adicione o líquido somente a partir da tampa do reservatório e não retire a tampa do radiador. Remova a tampa lateral esquerda (pág. 4. P Espere o motor e o radiador esfriarem antes de remover a tampa do radiador. 50). P Mantenha as mãos e as roupas afastadas da ventoinha de arrefecimento. Tampa do reservatório 3. 45) até atingir a marca superior. O líquido de arrefeci- mento encontra-se sob pressão e pode provocar queimaduras ao ser expelido. Não adicione acima da marca superior. o motor estiver quente. pois seu funcio­ namento é automático. 2. adicione o líquido de arrefecimento recomendado (pág. Tenha cuidado para que materiais estranhos não entrem no reservatório. . 1. Substituição A menos que o proprietário possua as ferramentas ! Cuidado adequadas e a experiência necessária.

CB500F • CB500FA 57

Freios
Verificação do Nível de Fluido
1. Mantenha a motocicleta na vertical, num local plano e firme.
2. Freio dianteiro: Certifique-se de que o reservatório de fluido de freio esteja na horizontal e o nível do
fluido esteja acima da marca inferior.
Freio traseiro: Certifique-se de que o reservatório de fluido de freio esteja na horizontal e o nível do fluido
esteja entre as marcas superior e inferior.

Freio dianteiro Freio traseiro

1 3

4

2

2

1. Reservatório de fluido do freio dianteiro
2. Marca inferior
3. Reservatório de fluido do freio traseiro
4. Marca superior

(cont.)

58 CB500F • CB500FA

Se o nível estiver abaixo da marca inferior num dos reservatórios ou se a folga da alavanca e pedal de freio
estiver excessiva, verifique o desgaste das pastilhas de freio. Caso as pastilhas estejam em bom estado, verifique
o sistema de freio quanto a vazamentos. Leve sua motocicleta a uma concessionária Honda para inspeção.
Verificação das Pastilhas
Verifique os indicadores de desgaste nas pastilhas de freio.
Ambas as pastilhas devem ser substituídas se uma pastilha estiver gasta até o indicador de desgaste.
1. Freio dianteiro – Verifique as pastilhas sob o cáliper do freio.
2. Freio traseiro – Verifique as pastilhas a partir do lado direito da traseira da motocicleta.
Se a substituição for necessária, dirija-se a uma concessionária Honda para efetuar o serviço.
Substitua sempre ambas as pastilhas em conjunto.

Freio dianteiro 1 Freio traseiro 1

2 2 2 2
3 3
1. Pastilhas
2. Indicador de desgaste
3. Disco

CB500F • CB500FA 59

Cavalete Lateral
1. Verifique se o cavalete lateral se move livremen-
te. Se estiver prendendo ou com ruído, limpe a
articulação e lubrifique o parafuso de articulação
com graxa.
2. Verifique a mola do cavalete lateral quanto a 1
danos ou perda de tensão.
3. Sente-se na motocicleta, coloque a transmissão
em ponto morto e recolha o cavalete lateral.
4. Ligue o motor, acione a embreagem e engate
uma marcha. 1. Mola do cavalete lateral
5. Abaixe totalmente o cavalete lateral. O motor
deve desligar assim que o cavalete lateral for
abaixado. Se o motor não desligar, procure uma
concessionária Honda para inspeção.

60 CB500F • CB500FA

Corrente de Transmissão
Inspeção da Folga
Verifique a folga da corrente em diversos pontos. Se a
folga não permanecer constante em todos os pontos
da corrente, alguns elos podem estar engripados
ou presos. Procure uma concessionária Honda para
verificação da corrente.
1. Apoie a motocicleta no cavalete lateral, num local
plano e firme.
2. Desligue o motor e coloque a transmissão em
ponto morto. 4. Movimente a motocicleta para frente e verifique
3. Verifique a folga na parte central inferior da cor- se a corrente se move suavemente.
rente entre a coroa e o pinhão. 5. Verifique a coroa e o pinhão (pág. 44).
Folga da corrente: 35 – 45 mm 6. Limpe e lubrifique a corrente de transmissão
(pág. 44).
Não pilote a motocicleta se a folga exceder
60 mm.

Contraporca plano e firme. Porca do eixo traseiro 2. 5. Gire-as no sentido horário para diminuir a folga. Desligue o motor e coloque a transmissão em 3. Apoie a motocicleta no cavalete lateral. Porca de ajuste ponto morto. 60). Solte a porca do eixo traseiro. oscilante. Gire as porcas no sentido anti-horário para aumentar a folga da corrente. Verifique a folga da corrente (pág. Solte as contraporcas de ambos os lados do braço igual de voltas até obter a folga especificada. num local 1. Gire ambas as porcas de ajuste um número 4. 3 1. Atenção CB500FA: Ao ajustar a folga da corrente de transmissão. Procure uma concessionária Honda para esse serviço.) . 2. 3. 1 2 mentas especiais. (cont.CB500F • CB500FA 61 Ajuste O ajuste da corrente de transmissão requer ferra. tome cuidado para não danificar o sensor de velocidade da roda e a roda de pulsos. Ajuste a folga num ponto intermediário entre o pinhão e a coroa de transmissão.

Torque: 88 N. para verificar a montagem. certifican- do-se de que as marcas de referência do ajustador se alinhem com a extremidade traseira dos res- saltos de ajuste. gire as porcas de ajuste direita e esquerda até obter o alinhamento correto. Verifique novamente a folga da corrente. .m (2.m (9. Aperte a porca do eixo traseiro. Torque: 21 N. 3. As marcas devem estar ajustadas uniformemente. Porca de ajuste do freio. Verifique o alinhamento do eixo traseiro. Se o eixo estiver desalinhado. 2 4 3 ! Cuidado P Caso não use um torquímetro na instalação. Aperte um pouco as porcas de ajuste e. Verifique novamente a folga da corrente.1 kgf. Marca de referência do ajustador que possível. Contraporca P A montagem incorreta pode reduzir a eficiência 4.m) 1 8. aperte as contraporcas mantendo as porcas de ajuste fixas com uma chave.m) 9.0 kgf. em segui- da.62 CB500F • CB500FA 7. Extremidade traseira dos ressaltos de ajuste dirija-se a uma concessionária Honda. 6. assim 2. 1.

que a corrente está excessivamente gasta e deve ser substituída. substitua-o. Deslizador da corrente de transmissão 1. verifique a etiqueta Verifique as condições do deslizador da corrente. leve a motocicleta a uma concessio- nária Honda para fazer a substituição. indicadora de desgaste. Linha indicadora de desgaste 2. Para efetuar a substituição. Faixa vermelha 2. Corrente de reposição: DID 520V0 1 Se necessário.CB500F • CB500FA 63 Inspeção do Desgaste Deslizador da Corrente Após ajustar a folga da corrente. Marca de referência . 1 2 2 1. dirija-se a uma conces- sionária Honda. isso indica gaste. Se a marca de referência Se o deslizador atingir a linha indicadora de des- entrar na faixa vermelha da etiqueta.

procure uma 2. Contraporca superior concessionária Honda para fazer a substituição.64 CB500F • CB500FA Embreagem Ajuste da Folga Ajuste superior Verificação da Folga da Alavanca Primeiro ajuste a folga com o ajustador superior do Verifique a folga da alavanca da embreagem. cabo da embreagem. Alavanca da embreagem 2. Solte a contraporca superior. Folga Verifique se há dobras ou marcas de desgaste no 1. 1 – 2 + 2 1. Ajustador superior do cabo da embreagem cabo da embreagem. Folga da alavanca da embreagem: 1. Aperte a contraporca superior e verifique a folga 1 novamente. 10 – 20 mm 2. . Lubrifique o cabo com óleo de boa qualidade para impedir corrosão e desgaste prematuros. Gire o ajustador superior do cabo até que a folga seja de 10 a 20 mm. Se necessário. 3.

Se não obtiver o ajuste adequado ou se a embreagem 2. ajuste a folga do cabo da embreagem com para frente. 1 + – 2 1. acelere gradativamente. Solte a contraporca inferior. Ligue o motor. Solte a alavanca da embreagem e a porca de ajuste inferior. alavanca da embreagem seja de 10 a 20 mm.CB500F • CB500FA 65 Ajuste inferior 5. Porca de ajuste inferior . Contraporca inferior 2. Aperte a contraporca superior. 4. A motocicleta deve sair com suavidade e aceleração progressiva. dirija-se a uma con- 3. engate a 1a marcha. Solte a contraporca superior e gire totalmente o ajustador superior do cabo (para obter a folga NOTA máxima). Aperte a contraporca inferior e verifique novamen- te a folga. acione a alavanca da embreagem e Caso o ajustador superior do cabo seja desrosquea. Certifique-se de que o motor do até seu limite sem que a folga da alavanca fique não morra e a motocicleta não se movimente correta. 1. não funcionar corretamente. Gire a porca de ajuste inferior até que a folga da cessionária Honda para inspecionar a embreagem.

Deslize o protetor do cabo do acelerador. procure uma concessionária Honda para fazer 1 2 a inspeção. – Folga no flange da manopla: 2 – 6 mm + 1. retorne o protetor do cabo em todas as posições do guidão e se a folga da e verifique novamente a ação do acelerador. Gire o ajustador até que a folga seja de 2 a 6 mm. Verificação 2. Solte a contraporca. verifique se a manopla 3. da posição totalmente aberta até a posição totalmente fechada. Protetor do cabo do acelerador 3. manopla está correta. Contraporca 2. 4. feche-o. ou se o cabo estiver danifica- do. Flange 4 3 2 1. Folga 1 2. Ajustador 4. Aperte a contraporca. Se o acelerador não funcionar suavemente. Com o motor desligado.66 CB500F • CB500FA Acelerador Ajuste da Folga 1. Manopla do acelerador . do acelerador funciona suavemente.

Bujão do tubo de respiro do motor . Já a ausência de folga pode danificar 1 as válvulas ou provocar perda de potência. Drene os depósitos num recipiente adequado. Remova o bujão do tubo de respiro do motor. Instale o bujão do tubo de respiro. Procure uma concessionária Honda para inspecionar 3. 1. 35). NOTA É necessário o uso de uma ferramenta de medição para este procedimento. Atenção Válvulas com folga excessiva provocam ruídos no motor.CB500F • CB500FA 67 Folga das Válvulas Respiro do Motor A folga das válvulas deve ser verificada e ajustada Limpeza de acordo com os intervalos especificados na Tabela 1. de Manutenção (pág. e ajustar a folga das válvulas. 2.

Tentar girar diretamente da posição 1 para 9 ou vice-versa pode danificar o amortecedor. 3 O ajustador da pré-carga possui 9 posições. 1. Marca de referência 2. Alinhar (posição-padrão) mentas (pág. Extensão . 48). Parafuso de fixação inferior 3. Gire o ajustador no sentido A para reduzir a tensão da mola (suavizar) (posições 1 e 2) ou gire-o no sentido B para aumentá-la (enrijecer) (posições 4 a 9). Chave para porca cilíndrica 4. quando a marca de refe- rência do ajustador está alinhada com a extremidade esquerda do parafuso de fixação inferior do amor- tecedor traseiro. 4 A posição-padrão é a 3.68 CB500F • CB500FA Outros Ajustes 1 Ajuste da Suspensão Traseira A suspensão traseira pode ser ajustada de acordo com a carga transportada e as condições da pista. A B Pré-carga da mola 2 Para girar o ajustador. fornecidas no jogo de ferra. utilize a chave para porca cilíndrica e a extensão.

Gire a porca de ajuste no sentido A para adiantar o ponto em que a luz do freio se acende.CB500F • CB500FA 69 Ajuste do Interruptor da Luz do Freio Verifique o funcionamento do interruptor da luz 1 do freio. Interruptor da luz do freio 2. e no sentido B para retardá-lo. Porca de ajuste . Atenção B A Para ajustar o interruptor. gire apenas a porca de ajuste e não o corpo do interruptor. 2 1.

a visibilidade será reduzida teira a 10 m de uma parede plana. com o centro da roda dian- Se estiver desregulado. 100 m . a iluminação será deficiente. X Y menos de 20 cm 10 m 10 m (figura ilustrativa) NOTA O facho do farol deve alcançar 100 m. o farol. menos de 10 cm (figura ilustrativa) (figura ilustrativa) NOTA Regule o farol na luz baixa. Coloque a motocicleta na posição vertical (sem O farol é de grande importância para sua segurança. NOTA apesar de iluminar intensamente. Com uma inclinação acentuada para baixo. no máximo. 2. Mas não deixe de regulá-lo Y = máximo 1. apoiá-la no cavalete). Calibre os pneus na pressão especificada. trazendo-o para muito perto da motoci. de preferência e os motoristas que trafegam em sentido contrário não reflexiva.70 CB500F • CB500FA Ajuste do Facho do Farol 1. o espaço próximo tar consideravelmente a regulagem do farol. logo perceberá se é ou não ne- cessário regular o farol. Com uma inclinação nula. terão sua visão ofuscada. também Ajuste-o novamente considerando o peso do passa- a grandes distâncias. reduz o campo de visibilidade. à motocicleta será deixado às escuras e.2 m X > Y/5 antes de sair. Se pilotar à noite. geiro e da carga. O peso do passageiro e da carga podem afe- cleta.

conforme necessário. Coloque a motocicleta em local plano e a chave Phillips. vire o espelho até obter para dentro ou para fora. sente-se nela. A lelo Parale Para lo 1 B Correto 1. Se necessário.CB500F • CB500FA 71 Ajuste vertical Espelho Retrovisor O facho do farol pode ser ajustado verticalmente O espelho retrovisor permite o ajuste do ângulo para obter o alinhamento correto. Obedeça às leis e regulamentações locais de trânsito. Fixador Atenção A. Levanta o facho Nunca force o espelho retrovisor contra a haste B. fornecida no jogo de ferramentas. Para ajustar. o melhor ângulo de visão de acordo com sua altura. peso e posição de pilotagem. Abaixa o facho de suporte durante a regulagem. . Gire o fixador com de visão. para facilitar a regulagem. solte a porca de fixação e movimente a haste para o lado oposto.

procure uma concessionária  Se há gasolina suficiente no tanque de combustível. 30). Caso o indicador ainda permaneça aceso. Honda para inspeção. Se o problema persistir. Verifique os seguintes itens:  condições da bateria (pág. Não há lacres ou adesivos metálicos na chave.  Se a sequência de partida está correta (pág. Se o indicador estiver aceso.72 CB500F • CB500FA DIAGNOSE DE DEFEITOS O Motor de Partida Não Funciona Verifique os seguintes itens: O Motor Não Dá Partida (Indicador do  o interruptor do motor deve estar na posição sistema imobilizador permanece aceso) (pág.  Se o indicador de falha do PGM-FI está aceso. 29). 52). procure uma concessionária Honda o mais rápido possível. 85). Desligue o interruptor de ignição e retire a chave.  fusíveis queimados (pág. procure uma concessionária Honda.  Se o indicador do sistema imobilizador está aceso. Se o indicador permanecer aceso. Insira-a novamente e ligue o interruptor de ignição. verifique se: Não há outra chave registrada no sistema imobilizador (inclusive chave reserva) próxima ao interruptor de ignição. 81). . O Motor de Partida Funciona mas o Motor  conexão solta na bateria ou terminais oxidados Não Dá Partida (pág.

adicione-o (pág. verifique a mangueira do ra- Manter o motor em marcha lenta por longos períodos diador e veja se há vazamento (pág. Se isso acontecer. Não ligue o motor. Verifique se a ventoinha do radiador está funcio- aceso) nando e. Espere o motor esfriar com o interruptor de ignição desligado. peratura do líquido de arrefecimento 2. 55). Transporte sua motocicleta a uma concessionária Honda. NOTA 3. desligue o interruptor de O motor está superaquecendo quando: ignição. 55). 1. 5. você pode prosseguir a pilotagem. Se as inspeções acima estiverem normais. Com o motor frio. Desligue o motor e.  O indicador de temperatura do líquido de arrefe. ficando atento ao indicador de temperatura do líquido de arrefeci- mento. em seguida. ligue o interrup- tor de ignição. se necessário. . Transporte  A aceleração fica lenta. em seguida. pode fazer com que o indicador de temperatura do  Em caso de vazamento: líquido de arrefecimento se acenda. encoste com segurança na  Se a ventoinha estiver funcionando: lateral da pista e siga o seguinte procedimento. Não ligue o motor.  Se a ventoinha não estiver funcionando: cimento se acende. Suspeite de falha.CB500F • CB500FA 73 Superaquecimento (Indicador de tem. Atenção 4. Verifique o nível do líquido de arrefecimento no reservatório e. sua motocicleta a uma concessionária Honda. Pilotar com o motor superaquecido pode danificar o motor.

mas sem a função antibloqueio. Neste caso. a pilotagem. ligue-o novamente. po- Indicador da Pressão do Óleo derá haver sérios problemas com o sistema PGM-FI. encoste Reduza a velocidade e procure uma concessionária com segurança na lateral da pista e desligue o motor. 1. Somente prossiga a pilotagem se o indicador P O indicador não se acende quando o interruptor da pressão do óleo se apagar. se necessário. Procure uma concessionária Honda para solo. O indicador do ABS se apagará após a motocicleta atingir 30 km/h. Honda.74 CB500F • CB500FA Os Indicadores se Acendem ou Piscam Indicador de Falha do PGM-FI Se o indicador se acender durante a pilotagem. a moto­cicleta O indicador do ABS pode piscar caso a roda traseira poderá apresentar vazamento ou outro problema seja girada enquanto a motocicleta é levantada do grave. Atenção Indicador do ABS (CB500FA) Pilotar com a pressão do óleo baixa pode dani. Reduza a velocidade e procure uma concessionária Honda. Se o indicador da pressão do óleo se acender. principalmente se o nível do óleo ultrapassa 10 km/h. de ignição está ligado. adicione-o (pág. Ligue o motor. Se o nível do óleo abaixar rapidamente. para verificação. o mais rápido possível. Se o nível do óleo estiver correto e Se o indicador do ABS permanecer aceso. seguintes condições. Verifique o nível de óleo do motor e. P O indicador não se apaga quando a motocicleta Aceleração rápida pode acender o indicador da pressão do óleo. 53). desligue o motor e continuarão operando como um sistema de freio procure uma concessionária Honda. isso indica um sério problema no sistema de freio. convencional. estiver baixo. para verificação. Se o indicador do ABS se acender em alguma das ficar seriamente o motor. desligue o interruptor de ignição e inspecioná-la. . os freios esse indicador continuar aceso. o mais rápido possível. P O indicador se acende e começa a piscar durante 2.

procure uma concessionária Honda o mais rápido possível. Se isso ocorrer. os indicadores do medidor de combustível serão indicados conforme mostrado.CB500F • CB500FA 75 Indicação de Falha do Medidor de Combustível Se o sistema de combustível apresentar um erro. .

Não acione a alavanca do freio enquanto o cáliper do freio é removido. 2. do freio direito. Siga os seguintes procedimentos caso precise remo- querem ferramentas especiais e habilidades técnicas. o mais Apoie o conjunto do cáliper do freio para que rápido possível. você poderá sofrer um acidente 1. Retire os parafusos de fixação e remova o cáliper 50 km/h. ! Cuidado Roda dianteira P Pilotar a motocicleta com um reparo temporário Remoção é muito perigoso. não fique pendurado pela mangueira. ver a roda para reparar um pneu furado. procure uma con. Evite o contato de graxa. Tome cuidado para que o cáliper do freio não risque a roda durante a remoção. pilote cuidadosamente e não ultrapasse os 3. rio. para fazer a substituição. do freio com um pano ou capa protetora. Estacione a motocicleta em local plano e firme. CB500FA: Ao remover ou instalar a roda. tome cessionária Honda para que seja feita a inspeção/ cuidado para não danificar o sensor de velocidade substituição do pneu. da roda e a roda de pulsos. Cubra o lado direito da roda dianteira e o cáliper P Caso precise pilotar com um reparo temporá. Se o pneu não for reparado corretamente. P Procure uma concessionária Honda. com ferimentos graves ou fatais.76 CB500F • CB500FA Pneu Furado Rodas Reparos em pneus furados ou remoção de rodas re. . até que o pneu seja substituído. Recomendamos que esse serviço seja realizado por uma concessionária Honda. Atenção Após um reparo de emergência. Não torça a mangueira do freio. óleo ou sujeira nas superfícies do disco ou das pastilhas.

Bucha lateral direita 5. Roda de pulsos (CB500FA) 3.) . Pano ou capa protetora 1. Parafusos de fixação 2. Eixo dianteiro 3. Bucha lateral esquerda 2. 6. (cont. a roda dianteira e as buchas laterais. 5. Cáliper do freio 4. Apoie a motocicleta firmemente e levante a roda dianteira do solo com um cavalete para manu- tenção ou elevador.CB500F • CB500FA 77 2 1 2 1 6 5 24 3 3 1. Sensor de velocidade da roda (CB500FA) 6. Parafuso de fixação do eixo 4. Remova o eixo dianteiro. Solte o parafuso de fixação do eixo e o eixo dian- teiro.

dirija-se a uma concessionária Honda. Instale o cáliper do freio e aperte os parafusos de fixação. A montagem incorreta pode reduzir a risque a roda durante a instalação. Torque: 30 N. em Torque: 22 N.m) assim que possível. através do garfo esquerdo e do cubo da roda.78 CB500F • CB500FA Instalação 7.m (3. Acione a alavanca do freio e bombeie várias vezes o garfo. Retire o pano ou a capa protetora.m (2.1 kgf. Aperte o eixo. 3. eficiência do freio. na roda. Pelo lado esquerdo. Torque: 54 N. Utilize parafusos de fixação novos para instalar o cáliper do freio. Levante novamente a roda dianteira do solo e ve- 2. para verificar a montagem Tome cuidado para que o cáliper do freio não da roda. Abaixe a roda dianteira. 8. 6. 9.m) suas posições originais. Aperte o parafuso de fixação do eixo. Caso não use um torquímetro na instalação da roda. 1. Instale as buchas laterais direita e esquerda.m (5.2 kgf. . encaixe cuidadosamente o disco de freio entre as pastilhas para não riscá-las. o freio. Atenção Ao instalar o cáliper do freio no garfo.m) ! Cuidado 4. posicione a roda entre os rifique se a roda gira livremente depois de liberar garfos e insira o eixo dianteiro na extremidade.5 kgf. 5.

a roda traseira e as buchas laterais. Contraporca (cont. Remova a porca do eixo traseiro e a arruela. Contraporca 1 2 3.CB500F • CB500FA 79 Roda traseira Remoção 1 2 1. Porca do eixo traseiro superfícies do disco ou das pastilhas. Não 5 torça a mangueira do freio. Remova o eixo traseiro. óleo ou sujeira nas 1. Evite o contato de graxa. Arruela Não acione o pedal do freio enquanto a roda 2. Roda de pulsos 3. e gire as porcas de ajuste de forma que a roda traseira possa ser movimentada totalmente para frente. 5 empurrando a roda traseira para frente. 3 3. Apoie a motocicleta firmemente e levante a roda traseira do solo com um cavalete para manutenção ou elevador. 4 4. a arruela. 1. Solte a porca do eixo traseiro e contraporcas. o suporte do cá- 3 liper do freio. Apoie o conjunto do cáliper do freio para que 6 4 não fique pendurado pela mangueira. Sensor de velocidade da 5. roda (CB500FA) 6. Arruela 5. Corrente de transmissão 5. Remova a corrente de transmissão da coroa. Porca de ajuste 4. (CB500FA) 4. obtendo a folga máxima da corrente de transmissão. Eixo traseiro 2.) . Porca de ajuste é removida. 2.

em seguida. acione o pedal do freio 5. 4 3 2. Para instalar a roda traseira. assim que possível.m (9. Se o freio travar ou a roda prender. siga o procedimento 1 2 inverso da remoção. para verificar a montagem da roda. Suporte do cáliper do freio braço oscilante.m (2. Ajuste a corrente de transmissão (pág. Aperte a porca do eixo traseiro. 4. Certifique-se de que o ressalto no suporte do cáliper do freio esteja encaixado na ranhura do 1. A montagem incorreta pode reduzir a eficiência do freio. Ressalto 3. Aperte um pouco as porcas de ajuste da corrente várias vezes e verifique se a roda gira livremente de transmissão e. encaixe cuidado- samente o disco de freio entre as pastilhas para não riscá-las.0 kgf. dirija-se a uma concessionária Honda.m) ! Cuidado Caso não use um torquímetro na instalação da roda.80 CB500F • CB500FA Instalação 1. Torque: 21 N. 61). . 2. após soltá-lo. Após instalar a roda. 3. uma chave. Ranhura 4. porcas mantendo as porcas de ajuste fixas com verifique novamente a montagem. Atenção Ao instalar o cáliper do freio. Tome cuidado para que o cáliper do freio não risque a roda durante a instalação.1 kgf.m) 6. Braço oscilante Torque: 88 N. aperte as contra.

CB500F • CB500FA 81

Falha Elétrica Lâmpada Queimada
Siga os seguintes procedimentos para a substituição
Bateria Sem Carga
de uma lâmpada queimada.
Carregue a bateria com um carregador de baterias
para motocicletas.
Remova a bateria da motocicleta antes de carregá-la. ! Cuidado
Não use um carregador de baterias para automóveis, Deixe a lâmpada esfriar antes de substituí-la.
pois a bateria pode superaquecer e sofrer danos
permanentes.
NOTA
Se a bateria não funcionar depois de carregada,
procure uma concessionária Honda. P Posicione o interruptor de ignição em OFF ou
LOCK, antes de substituir as lâmpadas.
Atenção P Use apenas as lâmpadas recomendadas.
P Verifique se a lâmpada substituída funciona cor-
Partida com bateria auxiliar de um automóvel não retamente antes da pilotagem.
é recomendada, pois pode danificar o sistema
elétrico da motocicleta.
Para saber a potência da lâmpada, consulte Espe-
cificações Técnicas, página 111.

(cont.)

82 CB500F • CB500FA

Lâmpada do farol
Atenção
1 P Não toque no bulbo da lâmpada do farol com
os dedos. As impressões digitais na lâmpada
criam pontos quentes e podem causar queima
prematura.
P Se tocar na lâmpada com as mãos, limpe-a
com um pano umedecido em álcool para evitar
a queima prematura.

2

3
4
1. Pino 3. Capa de borracha
2. Lâmpada 4. Soquete

1. Remova o conjunto do farol (pág. 51).
2. Retire o soquete sem girá-lo.
3. Remova a capa de borracha.
4. Pressione o pino para baixo e remova a lâmpada,
sem girá-la.
5. Instale uma nova lâmpada e as peças removidas
na ordem inversa da remoção.

CB500F • CB500FA 83
Lâmpada da luz de posição Lâmpada da lanterna traseira/luz de freio
1. Remova os parafusos e a tampa do para-lama
traseiro.
1

2

1. Soquete
2. Lâmpada

1. Remova o conjunto do farol (pág. 51). 1
2
2. Retire o soquete sem girá-lo.
3. Retire a lâmpada sem girá-la. 1. Tampa do para-lama traseiro
4. Instale uma nova lâmpada e as peças removidas 2. Parafusos
na ordem inversa da remoção.

(cont.)

84 CB500F • CB500FA

Lâmpadas das sinaleiras dianteiras e traseiras
1. Retire o parafuso e a bucha.
2. Remova a lente da sinaleira.
3. Pressione levemente a lâmpada e gire-a no sentido
anti-horário.

1 2

1 3
1. Soquete
4
2. Lâmpada 2
2. Gire o soquete no sentido anti-horário e remova-o. 1. Bucha
3. Pressione levemente a lâmpada e gire-a no sentido 2. Parafuso
anti-horário. 3. Lente da sinaleira
4. Instale uma nova lâmpada e as peças removidas 4. Lâmpada
na ordem inversa da remoção.
4. Instale uma nova lâmpada e as peças removidas
na ordem inversa da remoção.
Use somente lâmpada âmbar.

Lâmpada 3. Tampas das caixas de fusíveis 2. consulte Inspeção e de licença e a junta da tampa. Remova os parafusos. Substituição de Fusíveis. 1.CB500F • CB500FA 85 Lâmpada da luz da placa de licença Fusível Queimado 1. Caixas de fusíveis CB500F 1 1 2 4 2 CB500FA 1 3 1. Fusíveis de reserva (cont. Parafusos 3 Tampa da luz da placa de licença 4. Junta da tampa 2. a tampa da luz da placa Antes de manusear os fusíveis. Instale uma nova lâmpada e as peças removidas 2 na ordem inversa da remoção. Retire a lâmpada sem girá-la.) . página 41. 2.

Reinstale as peças removidas na ordem inversa da remoção.86 CB500F • CB500FA 1. 3. Solte o conector do interruptor magnético de partida. isso indica 1. 5. Remova a tampa lateral direita (pág. Fusível principal de reserva 1. Fusível principal 2. Remova o assento dianteiro (pág. Instale o assento dianteiro. disponível no jogo de ferramentas. 1 2 3. 49). Fusível principal curto-circuito ou sobrecarga no sistema elétrico. 3. Sempre substitua um fusível queimado por outro de mesma ampe- ragem. 4. 2. . Remova as tampas das caixas de fusíveis. 50). 3 Atenção 4 Se um fusível queimar com frequência. O fusível principal de reserva está localizado no interruptor magnético de partida. e verifique se há algum fusível queimado. 2. 4. Sempre substitua um fusível queimado por outro de mesma amperagem. Retire o fusível principal e verifique se está quei- mado. Instale as tampas das caixas de fusíveis. Conector Procure uma concessionária Honda para inspe. Interruptor magnético de partida cionar a motocicleta. 4. Retire os fusíveis um a um com o extrator de fusí- veis.

Quando a quilometragem atingir 999. do interruptor de ignição. Ao acioná-lo. não danificar os componentes do sistema. forem perdidas. Se o motor for desligado com o uso do interruptor magnéticos. o módulo de controle de ignição/ Hodômetro unidade PGM-FI deverá ser substituído por uma concessionária Honda. Caso Se todas as chaves e a placa de número da chave contrário.CB500F • CB500FA 87 INFORMAÇÕES GERAIS Instrumentos. o motor. Para fazer uma cópia da chave e registrá-la no sistema imobilizador. Interruptor do Motor peraturas. Não use o interruptor do motor exceto em uma emer-  Não esmerile ou fure as chaves nem altere o seu gência. Deixar o interruptor ligado e o motor é reconhecido pelo sistema imobilizador para ligar desligado irá descarregar a bateria. faça outra cópia imediatamente. a placa de número da chave e a motocicleta a uma conces- sionária Honda. o motor desligará subitamente. chave. sados sobre elas. Um chaveiro de metal pode danificar a área ao redor  Não entorte as chaves nem coloque objetos pe. leve a chave reserva.) . Controles e Outros Componentes Chaves Interruptor de Ignição Chave de Ignição O farol sempre se acende quando o interruptor de A chave de ignição contém um chip codificado que ignição é ligado. desligue o interruptor de ignição. Tenha cuidado ao manusear a chave para Não gire a chave durante a pilotagem. Para evitar que isso aconteça. a bateria irá descarregar. Se perder uma gem será interrompida e essa indicação será mantida.  Mantenha as chaves distantes de objetos eletro. formato original. tornando a pilotagem insegura. a conta- tenha sempre uma chave reserva. (cont.999.  Evite exposição prolongada ao sol ou altas tem. do motor.

9 a cada 2 segundos durante 24 horas depois que o quilômetros. em seguida. inclusive fica sempre acionado. Para ativar novamente o sensor. se apaga (01)07898921465038 ram em base primária. consulte a página 72. e não pode causar de ignição é ligado com o interruptor do motor na interferência prejudicial posição . Corte da Ignição Um sensor de ângulo desliga automaticamente o motor e a bomba de combustível em caso de queda. seja utilizada para ligar o motor. pode sofrer interferên- tor de ignição é desligado. .999. O manual do proprietário e outros documentos podem ser guardados na bolsa para documentos. Quando o interruptor tipo. Caso o indicador do sistema imobilizador não se Bolsa para Documentos apague. eles retornarão automaticamente para interruptor de ignição é desligado. mesmo que o indicador do 0542-08-3333 das estações de mesmo sistema não esteja piscando. localizada na face interna do assento dianteiro. consulte a página 24. o sistema imobilizador cia prejudicial. para indicar que o motor pode ser ligado. Quando o interrup. o indicador do sistema imobilizador se aos sistemas que ope- acende por alguns segundos e. desligue o interruptor de ignição e ligue-o novamente antes de acionar o motor.0. desativar a intermitência do indicador.88 CB500F • CB500FA Hodômetro Parcial O indicador do sistema imobilizador começa a piscar Se os hodômetros parciais A e B excederem 9. Para ativar ou 0. consequentemente. Sistema Imobilizador Este equipamento ope- O sistema imobilizador Honda desativa o sistema de ra em base secundária ignição caso uma chave incorretamente codificada e.

CB500F • CB500FA 89

Catalisador
Esta motocicleta está equipada com um catalisador Siga estas recomendações para proteger o catalisa-
de três vias. O catalisador contém metais preciosos dor de sua motocicleta.
que ajudam a converter hidrocarbonetos (HC), P Use somente gasolina de boa qualidade sem
monóxido de carbono (CO) e óxidos de nitrogênio chumbo. O uso de gasolina de baixa qualidade
(NOx) presentes nos gases de escapamento em ou adulterada pode danificar o catalisador.
compostos seguros. P Mantenha o motor em boas condições.
Catalisadores defeituosos contribuem para a po- P Inspecione sua motocicleta em caso de falha
luição do ar e podem prejudicar o desempenho na ignição, contraexplosão, se o motor estiver
do motor. As peças de reposição devem ser peças morrendo ou se houver algum outro problema
originais Honda ou equivalentes. afetando a pilotagem.

90 CB500F • CB500FA

COMO TRANSPORTAR A Use outra cinta de fixação para evitar que a traseira
da motocicleta se movimente.
MOTOCICLETA Não transporte a motocicleta deitada. Isso poderá
danificá-la, além de causar vazamento de combus-
Se utilizar um caminhão ou carreta para transportar tível, o que é muito perigoso.
sua motocicleta Honda, siga as instruções abaixo.
 Use uma rampa para colocar a motocicleta no NOTA
veículo de transporte. A parte traseira da motocicleta pode ser fixada pela
 Certifique-se de que o interruptor de ignição esteja roda ou pelas alças traseiras. Prenda-a de forma que
desligado. a mesma fique na vertical e firmemente fixa. Para
 Mantenha a motocicleta na vertical, utilizando evitar danos às peças, recomenda-se a proteção da
cintas de fixação apropriadas. Não utilize cordas, região de contato com as cintas.
pois estas podem se soltar, causando a queda da
motocicleta.
 Mantenha a transmissão engrenada durante o
transporte.
Para manter a motocicleta firmemente no lugar,
apoie a roda dianteira na frente da caçamba do
veículo de transporte. Prenda as extremidades
inferiores das duas cintas de fixação nos ganchos
do veículo. Prenda as extremidades superiores das
cintas no guidão (uma no lado direito e outra no lado
esquerdo), próximo ao garfo. Certifique-se de que
as cintas de fixação não estejam em contato com
os cabos de controle, carenagens ou fiação elétrica.
Aperte ambas as cintas até que a suspensão dianteira
fique comprimida até, no mínimo, metade de seu
curso. Apertá-las excessivamente pode danificar os
retentores dos garfos. Trave as cintas para que não (figura ilustrativa)
se soltem durante o percurso.

CB500F • CB500FA 91
NOTA
A Moto Honda da Amazônia Ltda. não se responsa-
biliza pelo frete, estadia do condutor ou veículo, por
danos causados durante improvisos emergenciais,
nem pelo transporte da motocicleta para a assistên-
cia técnica devido à pane que impeça a locomoção
ou execução das revisões periódicas estipuladas na
Tabela de Manutenção.

Reboque para Motocicletas
Os dispositivos de reboque de motocicletas que
apoiam a roda traseira no solo, assim como o
reboque utilizando corda cambão ou cabo de aço,
não devem ser utilizados em hipótese alguma. Caso (figura ilustrativa)
contrário, a bomba de óleo não funcionará. Como
as engrenagens e os rolamentos dos eixos primário
e secundário da transmissão são lubrificados sob
pressão, estes serão danificados. Além disso, a sus-
pensão dianteira, a coluna de direção e o chassi da
motocicleta não foram dimensionados para suportar
esforços e vibrações nesse sentido.

Atenção
Danos causados pelo uso de tais dispositivos ou
de outros equipamentos não recomendados pela
Honda não serão cobertos pela garantia.

92 CB500F • CB500FA

ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL Maneira de Pilotar
O consumo de combustível será menor se a motoci-
As condições da motocicleta, maneira de pilotar cleta for pilotada de forma moderada. Acelerações
e condições externas afetam o consumo de com- rápidas, manobras bruscas ou frenagens severas
bustível. aumentam o consumo.
Os cuidados com o amaciamento durante os pri- Sempre utilize as marchas adequadas, de acordo
meiros quilômetros de uso também contribuem para com a velocidade, e acelere suavemente. Tente man-
este desempenho. ter a motocicleta em velocidade constante, sempre
que o tráfego permitir.
Condições da Motocicleta
Para máxima economia de combustível, mantenha Condições Externas
a motocicleta em perfeitas condições de uso e O consumo de combustível será menor se a motoci-
utilize somente combustível de boa qualidade. cleta for pilotada em rodovias planas e de boa estru-
Use somente peças originais Honda e efetue todos tura, ao nível do mar, sem passageiro ou bagagem,
os serviços de manutenção necessários nos inter- e com temperatura ambiente moderada. Roupas e
valos especificados, principalmente a regulagem capacete sob medida também contribuem para a
do sistema de injeção e verificação do sistema de economia de combustível.
escapamento. O consumo será sempre maior com o motor frio.
Verifique frequentemente a pressão e o desgaste dos Porém, não há necessidade de deixá-lo em mar-
pneus. O uso de pneus desgastados ou com pressão cha lenta por um longo período para aquecê-lo.
incorreta aumenta o consumo de combustível. A motocicleta poderá ser pilotada aproximadamente
um minuto após ligar o motor, não importando a
temperatura externa. O motor se aquecerá mais ra-
pidamente e a economia de combustível será maior.

Lave imediatamente após o uso em regiões litorâneas! Aplique spray antioxidante nas peças cromadas após a lavagem. P Em caso de contato com água de chuva. terra. barro. a pintura. remova imediata. P Se a motocicleta for permanecer inativa por um escapamento (inclusive parte interna) e demais longo período. prejudicar sua durabilidade e eficiência. aumentar a durabilidade e proteger a pintura. tanto a conservação quanto a manutenção devem receber atenção especial. Não aplique spray antioxidante nas regiões pró- Em regiões litorâneas. consulte Conservação de Motoci- peças cromadas.CB500F • CB500FA 93 LIMPEZA E CONSERVAÇÃO NOTA Aplique spray antioxidante somente com o motor frio. ou P Remova materiais estranhos dos componentes de após atravessar riachos ou alagamentos. O atrito de pedras e areia pode afetar mente os elementos agressivos para evitar oxidação. lave e fricção. aparência. Aplique spray antioxidante nos amortecedores. plásticos ou de ! Cuidado borracha. Limpe a motocicleta regularmente para manter sua O excesso pode ser retirado após 24 horas. Após o P Elimine o acúmulo de poeira. cletas Inativas. e pedras. onde o contato com a maresia ximas aos freios. (figura ilustrativa) (figura ilustrativa) . componentes cromados. para não seque a motocicleta imediatamente após o uso. e umidade é intenso. areia uso da motocicleta nessas regiões. como pastilhas e discos de freio.

Não aplique jatos em lava-rápidos).2 m da motocicleta. O jato direto e a alta temperatura detergentes com alto teor alcalino/ácido que pode podem dani­ficar os componentes da motocicleta. Evite pulverizar água ou ar sob alta pressão (comum a uma distância mínima de 1. remover a graxa dos rolamentos da coluna de direção e da articu­lação da suspensão traseira. Recomendamos lavar a motocicleta pulverizando água em formato de leque aberto sob baixa pressão. nos seguintes componentes ou d’água diretamente sobre o núcleo do radiador. Água ou ar sob alta pressão podem danificar mente prejudiciais às peças zincadas e de alumínio. Não Atenção aplique produtos alcalinos ou ácidos. provocar a oxidação do alumínio. além de danificar a pintura. pois são alta. algumas peças da motocicleta. principalmente se a água estiver misturada a lavar a motocicleta. P Sob o assento traseiro P Sob o tanque de combustível P Coluna de direção P Trava da coluna de direção P Corrente de transmissão P Farol P Cilindros mestres dos freios P Filtro de ar (figura ilustrativa) .94 CB500F • CB500FA Equipamentos de Lavagem As aletas e tubos de alumínio do radiador serão danificados se forem submetidos a jatos fortes de Nunca utilize equipamentos de alta pressão para água.2 m. a uma distância mínima de 1. locais: P Cubos das rodas P Interruptores do guidão P Painel de instrumentos P Saída do silencioso Utilize sob baixa pressão. desprender faixas e adesivos.

OK (figura ilustrativa) (figura ilustrativa) (cont. tais o motor quente. e 1. Pulverize querosene no motor.CB500F • CB500FA 95 Como Lavar a Motocicleta NOTA O querosene ataca peças de borracha. Produto utilize somente água de limpeza esponja/ e xampu neutro. ! Cuidado Antes da lavagem. Nunca utilize solventes químicos e produtos de limpeza abrasivos! Lave com movimentos circulares utilizando Nunca Utilize pano macio. abrasivo lã de aço nas peças cromadas. descoloração de outras peças da motocicleta. Use sempre luvas Atenção apropriadas e botas de borracha para evitar feri- mentos. Siga sempre os procedimentos de lavagem P Solventes químicos e produtos de limpeza descritos neste manual. rodas e cava­lete lateral. Proteja-as antes da aplicação.) . e remova os resíduos de tais como tampas do motor. Incrustações de piche são removidas com querosene puro. P Produtos químicos. solventes e detergentes não Atenção devem ser utilizados em hipótese alguma. abrasivos podem danificar a pintura e as peças metálicas e plásticas da motocicleta. óleo e graxa com um pincel. certifique-se de que o motor e o escapamento estejam frios. como oxidação das partes metálicas. Seu Nunca lave a motocicleta exposta ao sol e com uso provoca sérios danos à motocicleta. perda de brilho das peças pintadas e de borracha. escapamento.

antioxidante nos freios. Ligue o motor e deixe-o funcionar por alguns pano ou esponja macia. lubrifique a corrente de Atenção transmissão e os cabos do acelerador e da em- P Não use lã de aço ou produtos abrasivos para breagem. esponja umedecidos em solução de xampu neutro Mantenha o motor em funcionamento enquanto e água. exceto na superfície do mat (peças plásticas na cor preta). P Evite subir com a motocicleta sobre guias ou ras. em movimentos circulares e uniformes. Enxágue com bastante água. interior e exterior do escapamento sua camada protetora iniciando um processo de oxidação severa. seque com um pano macio. 4. apresentar condensação de umidade após a NOTA lavagem da motocicleta. O excesso pode ser retirado após 24 horas. e demais peças cromadas. aplique cera protetora nas super- fícies pintadas e cromadas. Lave as carenagens. Atenção A aplicação de massa ou produtos para polimento Nunca utilize esponja de Não aplique spray aço nas peças cromadas. Aplique spray antioxidante nas rodas. NOTA par as rodas em obstáculos a fim de evitar danos. Enxágue completamente com água e o farol estiver aceso. 2. tanque. (figura ilustrativa) . assento. tampas laterais e para-lamas com água e xampu neutro. Use um 6. pois estes removem amortecedores. Ela desaparecerá gra- P Limpe as peças plásticas com um pano macio ou dualmente acendendo-se o farol com luz alta. O interior da lente do farol poderá eventualmente Retire o excesso de água do interior dos cabos.96 CB500F • CB500FA 5. Logo após a lavagem. P Não remova a poeira com um pano seco. 3. limpar as peças cromadas. pode danificar a pintura. Enxágue completamente a minutos. Aplique spray antioxidante somente com o motor frio. A cera deve ser aplicada com algodão especial ou flanela. Se necessário. pois a pintura poderá ser riscada. motocicleta e seque com um pano limpo e macio.

Aplique cera protetora. Limpe regularmente os componen- P A eficiência dos freios pode ser temporariamen. evitar um possível acidente. tes de alumínio e siga as seguintes recomendações te afetada após a lavagem. ou água salgada. (figura ilustrativa) . P Não suba em guias nem encoste contra obstácu- P Acione os freios com maior antecedência para los. Teste-os antes de para evitar riscá-los: pilotar.CB500F • CB500FA 97 Componentes de Alumínio ! Cuidado Os componentes de alumínio sofrem corrosão quan- P Não aplique spray antioxidante nas regiões do entram em contato prolongado com poeira. se necessário. vezes para restituir seu desempenho normal. lama próximas aos freios. Pode ser necessário acioná-los algumas P Não use esponjas de aço nem produtos abrasivos.

Enxágue e seque com um pano limpo e macio. cicleta são feitos de aço inoxidável. Caso isso ocorra. A garantia Honda NÃO cobre alterações de colo- ração e manchas. painéis ou farol. P Para remover as manchas mais difíceis. Para remover o barro ou pó. Essa é uma condição bastante água. tante água. utilize uma esponja umedecida com solução de xampu neutro e água. fluido de freio ou útil da motocicleta nem prejudica a capacidade do detergentes com os instrumentos. a curva do escapamento pode sofrer alteração de tergente diluído e enxágue cuidadosamente com coloração em casos críticos. O tubo de escapamento também pode manchar devido à presença de barro. limpe a área afetada normalmente. . normal. sujeira e outros detritos. escapamento de cumprir sua função. o que é absolutamente normal. Devido às altas temperaturas dos gases expelidos. use de.98 CB500F • CB500FA Painéis Manutenção do Escapamento Siga as seguintes recomendações para evitar danos: O tubo de escapamento e o silencioso desta moto- P Lave cuidadosamente com esponja macia e bas. que não altera o funcionamento ou a vida P Evite o contato de gasolina.

em condições a presença de cigarros. Feche a tampa do tanque Antes de armazenar a motocicleta. A bateria de sua motocicleta é carregada quando sob certas condições. (figura ilustrativa) (cont. com o motor desligado. 2. Portanto. reparos necessários. MOTOCICLETAS INATIVAS ! Cuidado Atenção A gasolina é altamente inflamável e até explosiva. do motor. recomendamos usar a motocicleta. Drene o tanque de combustível num recipiente adequado. bateria.CB500F • CB500FA 99 CONSERVAÇÃO DE 3. Caso contrário. Drene o tanque num local o sistema de carga está em funcionamento. Recomendações para motocicletas inativas Se a motocicleta for permanecer inativa por um longo período. esses reparos podem ser esquecidos quando a motocicleta for novamente utilizada. para maior vida útil da da motocicleta.) . chamas ou faíscas perto normais de uso. du. deve-se tomar certos cuidados para Drene o tanque. Pulverize o interior do tanque com óleo antio- xidante em spray. pelo menos. Certifique-se de que o sistema de arrefecimento Lubrifique a corrente esteja abastecido com solução de líquido de ar. Troque o óleo do motor e o filtro de óleo. efetue todos os firmemente. Não permita rante a utilização da motocicleta. refecimento na proporção de 50%. uma vez por semana por 10 minutos. 1. reduzir os efeitos de deterioração causados pela não Troque o óleo utilização da motocicleta. com óleo. ventilado.

Não conecte as velas aos supres. Aplique spray antioxidante nas rodas.100 CB500F • CB500FA 4. Remova a bateria. Remova a vela Remova e e coloque carregue 1 colher de a bateria sopa de óleo. 1 vez por mês. Calibre os pneus. Utilize um cordão para amarrar os raios solares diretos. Guarde-a em local protegido. para distribuir o óleo. afastado das velas. Recomendações para motocicletas inativas Lave e seque a motocicleta! Drene o tanque de combustível. Para impedir oxidação no interior dos cilindros: 5. carenagem. P Remova os supressores de ruído das velas de não exposto a temperaturas muito baixas nem a ignição. interior e exterior do escapamento P Coloque uma colher de sopa (10 – 20 ml) e demais peças cromadas. (figura ilustrativa) (figura ilustrativa) . O P Acione o motor de partida por alguns segundos excesso pode ser retirado após 24 horas. P Instale as velas de ignição e os supressores de ruído. Carregue a bateria uma vez supressores em algum componente plástico da por mês. amortecedores. Lave e seque a motocicleta. pintadas. Aplique spray antioxidante com o motor frio. sores de ruído. 6. Calibre os pneus. de óleo novo para motor no interior de cada NOTA cilindro e proteja os orifícios das velas com um pano limpo. Aplique uma camada P Remova as velas de ignição e guarde-as em de cera à base de silicone em todas as superfícies local seguro.

2. 3. Limpe o interior do tanque de combustível e abasteça-o com gasolina nova. que os pneus não toquem o solo. a motocicleta: 9. Utilize capas apropriadas. (não utilize plásticos ou materiais impermeáveis) e guarde-a num local fresco e seco. Troque o óleo do motor. Recarregue a bateria. exposta ao sol. Calibre os pneus na pressão recomendada. Troque o óleo do motor. Faça um teste. pilotando a motocicleta em baixa velo- cidade. com alte. Se necessário. Cubra a motocicleta com uma capa apropriada ficado inativa por mais de quatro meses. (figura ilustrativa) (figura ilustrativa) . de modo a motocicleta. 1. caso a motocicleta tenha 10. Remova a capa protetora e lave completamente Apoie a motocicleta sobre cavaletes. Efetue a inspeção antes do uso (pág. Limpe o interior do tanque de combustível e abasteça-o com gasolina nova. Não a deixe motocicleta. 4. 5.CB500F • CB500FA 101 7. Lubrifique a corrente de transmissão. em local seguro e afastado do trânsito. 39). Ativação da Motocicleta 8. recarregue a bateria e instale-a na rações mínimas de temperatura. Retire o excesso de água e lubrifique os cabos Siga os procedimentos abaixo antes de voltar a usar de controle.

102 CB500F • CB500FA NÍVEL DE RUÍDOS Este veículo está em conformidade com a legisla- ção vigente de controle da poluição sonora para veículos automotores (Resolução CONAMA no 2 de 11/02/1993.5 m de distância do escapamento. Limite máximo de ruído para fiscalização de veículo em circulação: 87.250 rpm (medido a 0.5 dB (A) a 4. conforme NBR-9714) . complementada pela Resolução no 268 de 14/09/2000).

O controle de hidrocarbonetos e óxidos de Regime de marcha lenta: nitrogênio é muito importante. (Estabelecido pelas Resoluções CONAMA no 297 Controle de Emissões de 26/02/2002 e no 342 de 25/09/2003). entretanto é um gás tóxico. eles (em temperatura normal de funcionamento) reagem para formar fumaça e névoa fotoquímica. você estará contribuindo para a preservação Motociclos e Veículos Similares – PROMOT.1% (em marcha lenta) A Moto Honda da Amazônia Ltda. . sob certas condições. recor- rendo sempre a uma concessionária Honda. Além Este veículo atende ao de usufruir sempre do melhor desempenho de sua Programa de Controle da Poluição do Ar por Honda. alimentação de combustível e escapamento Valores recomendados de HC (hidrocarbonetos): ajustados para reduzir as emissões de monóxido de Abaixo de 200 ppm (em marcha lenta) carbono. Para assegurar a conformidade de sua motocicle- ta com os requisitos legais. do meio ambiente.200 ± 100 rpm pois. utiliza sistemas de admissão. Portanto. en. Resolução CONAMA no 297/02): tre outros elementos. quando expostos à luz solar. como indicado abaixo (Art. Valores recomendados de CO (monóxido de carbono): O monóxido de carbono não reage da mesma forma.CB500F • CB500FA 103 PROGRAMA DE CONTROLE DE Siga rigorosamente o plano de manutenção. POLUIÇÃO DO AR Observe rigorosamente as recomendações e es- pecificações técnicas contidas neste manual. confirme se os níveis O processo de combustão produz de CO e HC atendem aos valores recomendados monóxido de carbono. Abaixo de 0. 1. óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos. óxidos de em marcha lenta. 16 da nitrogênio e hidrocarbonetos. a manutenção correta e utilização de PEÇAS ORIGINAIS são imprescindíveis para o funcionamen- to correto desses sistemas.

devem ser Fios. gostaria de compartilhar este com. poluição do ar e sonora. humana. elas contribuem para o aumento da tando um perigo em potencial para o motociclista. além de preservar com responsabilidade. O óleo usado deve ser Honda para destinação adequada. não devem ser reutilizados. Esperamos que esses conselhos sejam úteis e possam ser utilizados em benefício de todos.. Produtos perigosos não devem ser jogados em Peças plásticas e metálicas substituídas devem ser esgoto comum.104 CB500F • CB500FA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE Os fluidos de freio e de embreagem. traz grandes benefícios ao meio Na troca da bateria. Nunca Modificações. ou qualquer outra que vise alterar o desempenho do motor. deve-se encami- O óleo do motor deve ser trocado nos intervalos nhar a peça substituída às concessionárias especificados neste manual. nária Honda para reciclagem. Eles devem ser encaminhados para reciclagem nas concessionárias Honda. cabos elétricos e cabos de aço usados. entregues a uma concessionária Honda para re- ciclagem. Eles apresentam empenhada em melhorar o futuro do nosso características que podem danificar a pin- planeta. diferentes áreas descobertas. . e valorizar o produto. de 26/08/99. com sua solução ácida. baterias e a solução da bateria devem ser manuseados A Moto Honda da Amazônia Ltda. Honda mais próxima. observe descartados sem destinação adequada. como substituição do escapamento e devem ser queimados. quando sua motocicleta e o meio ambiente. em encaminhado para postos de troca ou concessionária atendimento à Resolução CONAMA no 401. sempre com bastante cuidado. de 04/11/2008. quando evitadas. causar danos à saúde promisso com seus clientes. em atendimento à Resolução CONAMA no 258. das especificadas para o modelo. de Trânsito. além dos cuidados ambiente. além de representar sério risco de Visando a um melhor relacionamento entre contaminação do solo e da água. os seguintes pontos: Manuseie-os com muito cuidado e descarte A manutenção preventiva. evitando o acúmulo de lixo nas grandes Pneus usados devem ser levados a uma concessio. guardados ou enterrados em regulagens do sistema de alimentação. cidades. tura da motocicleta. Além de infringir o Novo Código Nacional substituídos. represen.

em uma gravação de Anote os números abaixo.) . Identificação do Ano de Fabricação O número de série do motor está gravado na parte O ano de fabricação de sua motocicleta está indicado superior da carcaça do motor.CB500F • CB500FA 105 IDENTIFICAÇÃO DA MOTOCICLETA 2. 3. Número de série do chassi 1 3 Atenção A gravação do ano de fabricação faz parte da identificação oficial do modelo (Resolução CONTRAN no 024/98 e Portarias DENATRAN no 017/00 e no 166/13). (cont. 2 O número de série do chassi está gravado no lado direito da coluna de direção. Número de série do motor A identificação oficial de sua motocicleta é feita por meio dos números de série do chassi e do motor. Esses números devem ser usados também como referência para a solicitação de peças de reposição. que são necessários para o registro de sua motocicleta. Identificação No de série do chassi: do ano de fabricação No de série do motor: 1. 4 dígitos. abaixo do número do chassi.

P Remova cuidadosamente a poeira da etiqueta adesiva utilizando um pano seco e macio para evitar riscos ou remoção parcial ou total da gravação dos códigos de barras. não tente removê-la. to poderão manchar ou remover a gravação NOTA dos códigos de barras. danificá-la. . Essa etiqueta será utilizada pelas Con. materiais. etiqueta adesiva antes da aplicação desses portanto.106 CB500F • CB500FA Etiqueta com Código de Barras Atenção Sua motocicleta possui uma etiqueta de garantia P Não use equipamento de lavagem de alta com dois códigos de barras colada no lado direito pressão diretamente na etiqueta a fim de não do chassi. cessionárias Honda nos processos de revisões e P Lã de aço e materiais abrasivos ou de polimen- solicitações de garantia. por isso proteja a A etiqueta adesiva é feita de material inviolável.

060 mm Distância entre eixos 1.410 mm Distância mínima do solo 155 mm Altura do assento 785 mm PESO Peso seco 178 kg (CB500F) 180 kg (CB500FA) CAPACIDADES Óleo do motor 2.2 litros (após desmontagem do motor) Tanque de combustível 15.40 litros Capacidade de passageiro Piloto e um passageiro Capacidade máxima de carga 180 kg (piloto. bagagem e acessórios) .7 litros (após drenagem e troca do filtro de óleo) 3.7 litros Sistema de arrefecimento 1.5 litros (após drenagem) 2. passageiro.CB500F • CB500FA 107 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DIMENSÕES Comprimento total 2.075 mm Largura total 780 mm Altura total 1.

0 x 66.27 mm Sistema de alimentação Injeção eletrônica PGM-FI Sistema de lubrificação Forçada.80 – 0. refrigeração líquida Óleo do motor recomendado Óleo para motor SAE 10W-30 SJ ou superior (ver nota) NOTA A Honda recomenda a utilização do lubrificante: ÓLEO GENUÍNO HONDA SAE 10W-30 SJ JASO MA Líquido de arrefecimento recomendado Líquido de arrefecimento Honda (líquido de cor azul marinho) Combustível recomendado Gasolina comum Diâmetro e curso 67.16 mm Escapamento 0. 4 tempos.500 rpm Torque máximo 4.108 CB500F • CB500FA MOTOR Tipo DOHC.m a 7. 2 cilindros.90 mm Rotação de marcha lenta 1.200 ± 100 rpm Folga das válvulas (motor frio) Admissão 0. por bomba trocoidal Sistema de partida Elétrica .7 : 1 Cilindrada 471 cm3 Potência máxima 50.8 mm Relação de compressão 10.000 rpm Vela de ignição CPR8EA-9 (NGK) Folga dos eletrodos da vela de ignição 0.55 kgf.4 cv a 8.

2.5 mm Pneu traseiro (medida) 160/60ZR 17M/C (69W) DUNLOP D222 (marca/modelo) METZELER ROADTEC Z8 INTERACT (pressão) 290 kPa (2. 42 psi) (profundidade da banda de rodagem) mín.CB500F • CB500FA 109 CHASSI / SUSPENSÃO Cáster/trail 25° 30´ / 102 mm Pneu dianteiro (medida) 120/70ZR 17M/C (58W) DUNLOP D222F (marca/modelo) METZELER ROADTEC Z8 INTERACT E (pressão) 250 kPa (2.50 kgf/cm².0 mm Raio mínimo de giro 2. 1.90 kgf/cm². 36 psi) (profundidade da banda de rodagem) mín.7 m Suspensão dianteira (tipo/curso) Garfo telescópico / 120 mm Suspensão traseira (tipo/curso) PRO-LINK / 119 mm Freios dianteiro e traseiro (tipo) Disco de freio (acionamento hidráulico) Fluido de freio recomendado Mobil Super Moto Brake Fluid DOT 4 .

300 4 5a 1.733 Relação de transmissão 1a 3.600 a 1.150 a 1. Redução primária 2.029 Redução final 2.285 a 2.043 6 Sistema de mudança de marcha Operado pelo pé esquerdo . use óleo para transmissão SAE 80 ou 90.110 CB500F • CB500FA TRANSMISSÃO Tipo 6 velocidades constantemente engrenadas Embreagem Multidisco em banho de óleo Corrente de transmissão (tipo) DID 520V0 (elos) 112 (pinhão) 15 dentes (coroa) 41 dentes (folga) 35 – 45 mm Lubrificante específico para correntes com retentores (lubrificante recomendado) Caso não esteja disponível.105 2 3a 1.

6 Ah / YTZ10S Alternador 0.000 rpm Ignição Eletrônica Fusível principal 30 A Outros fusíveis 7. 30 A (CB500FA) SISTEMA DE ILUMINAÇÃO Lâmpada do farol 12 V – 60 W / 55 W Lâmpada da lanterna traseira/luz do freio 12 V – 21/5 W Lâmpadas das sinaleiras dianteiras/traseiras 12 V – 21 W x 4 Lâmpada da luz de posição 12 V – 5 W Lâmpada da luz da placa de licença 12 V – 5 W . 15 A (CB500F) 7.5 A.CB500F • CB500FA 111 SISTEMA ELÉTRICO Bateria 12 V – 8. 15 A.402 kW / 5.5 A.

m (9.m (3.5 kgf.m) .1 kgf.m) Parafusos de fixação do cáliper do freio dianteiro 30 N.m) Parafuso de fixação do eixo dianteiro 22 N.7 kgf.1 kgf.m (5.m (3.m) Contraporcas de ajuste da corrente de transmissão 21 N.m (2.m (2.1 kgf.m) Eixo dianteiro 54 N.m) Filtro de óleo 26 N.0 kgf.m) Porca do eixo traseiro 88 N.2 kgf.112 CB500F • CB500FA TORQUE Parafuso de drenagem do óleo do motor 30 N.m (2.

com.br . gravação ou informação Motonetas. sem autorização por escrito da ABRACICLO.abraciclo. incluindo fotocópia. do DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito e da Fundação Carlos Chagas. M a n u a l B á s i c o d e S e g u r a n ç a no T r â n s i t o Normas Gerais de Circulação __________________________________________________ 2 1 Infração e Penalidade _ _________________________________________________________ 7 2 Renovação da Carteira Nacional de Habilitação _______________________________ 11 3 Direção Defensiva ______________________________________________________________ 12 4 Noções de Primeiros Socorros no Trânsito ____________________________________ 25 5 Conceitos e Definições Legais __________________________________________________ 42 6 Sinalização _____________________________________________________________________ 49 7 TE Este Manual Básico de Segurança no Trânsito foi elaborado e revisado pela ABRACICLO – AN Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas. Bicicletas e ORT Similares e seu conteúdo segue as orientações da ABRAMET – Associação Brasileira de Medicina I MP do Tráfego. Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas. www. Bicicletas e Similares computadorizada. Ciclomotores. Motonetas. Ciclomotores. e não poderá ser reproduzido por qualquer meio.

procuramos apresentar de forma condensada um apanhado das principais normas de circulação. bem como veículos precedidos de batedores. os veículos mais lentos têm a preferência de uso da faixa da direita. agrupando-as segundo temas de interesse para mais fácil fixação. os de polícia. nos demais casos. pessoas e animais. Mas guarde este Manual para referência futura. Deveres do condutor XX T er pleno domínio de seu veículo a todo momento. . Também têm prioridade de deslocamento os veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento. os de fiscalização de trânsito e as ambulâncias. e XX Quem vier pela direita do condutor. Seguir corretamente as determinações implica um processo de aprendizagem e permanente reaprendizagem. XX Quem estiver circulando uma rotatória. Entre essas destacamos as que advertem os usuários quanto a atos que possam constituir riscos ou obstáculos para o trânsito de veículos. terá a preferência: XX Quem estiver transitando pela rodovia. bom senso apenas não é suficiente para o restante das normas. Dê uma boa leitura e procure memorizar o que lhe parecer mais importante. as Normas Gerais de Circulação e Conduta merecem atenção especial de todos os usuários da via. além de danos à propriedade pública ou privada. XX Verificar a existência e as boas condições de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório. E a prioridade se estende também ao estacionamento e parada desses veículos. No início a tarefa exigirá um pouco de dedicação. Algumas dessas normas podem ser aplicadas com o simples uso do bom senso ou da boa educação. Entretanto. Quem tem a preferência? Atenção aqui. Vamos começar pelas recomendações mais gerais e obrigatórias. Já a faixa da esquerda é reservada para ultrapassagens e para os veículos de maior velocidade. não? Mas lembre-se: em vias com mais de uma pista. mas com o tempo tudo fica automatizado de novo. Fácil. XX Certificar-se de que há combustível suficiente para percorrer o percurso desejado. Em vias nas quais não há sinalização específica. quando apenas um fluxo for proveniente de autoestrada. confiar só na memória pode custar caro. Quando o assunto é trânsito. A maior parte delas exige do usuário o conhecimento da legislação específica e a disposição de se pautar por ela.2 Manual Básico de Segurança no Trânsito Normas Gerais de Circulação 1 Detalhadas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em mais de 40 artigos. Resumo das normas Nas páginas que seguem. dirigindo-o com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito. Mas as regras de preferência não param por aí.

Se estiver na faixa da esquerda. dê a preferência. Para virar à direita. Ultrapassagens Aqui chegamos a um ponto realmente delicado. ! Veículos de prestadores de serviços de utilidade pública (companhias de água. 8. Guarde distância em relação a quem está ultrapassando. Deixe um espaço lateral de segurança. também é preciso tomar alguns cuidados. mantenha constante sua velocidade. Sinalize de volta. aguarde no passeio ao ouvir o alarme sonoro. etc. Aguarde sua vez. Desloque-se à direita e até mesmo pare. 7. Se outro veículo o estiver ultrapassando ou tiver sinalizado seu desejo de fazê-Io. Sinalize sempre com antecedência sua intenção de ultrapassar. Nunca ultrapasse no acostamento das estradas. telefone. Para poder exercer a preferência. 6. 2. por exemplo. 5. 3. Mas o local deve estar sinalizado. luz. sinalize com bastante antecedência sua intenção.) também têm prioridade de parada e estacionamento no local em que estiverem trabalhando. esgoto. Nesse caso. a circulação de veículos pelas vias públicas deve ser feita pelo lado direito. faça uso das setas e aproxime-se tanto quanto possível da margem direita da via enquanto reduz gradualmente sua velocidade. Mas às vezes é preciso deslocar-se lateralmente. Vejamos. se necessário. . Ligue a seta ou faça os gestos conven- cionais de braço. sinalizando corretamente. XX Se Você for pedestre. Esse espaço é destinado a paradas e saídas de emer- gência. Nada de “tirar fininho”. e de que há espaço suficiente para a manobra. venha para a da direita. Só atravesse a rua quando o veículo já tiver passado por ali. antes de voltar à faixa da direita. Algumas regras básicas 1. para trocar de pista ou fazer uma conversão à direita ou à esquerda. Certifique-se de que a faixa da esquerda está livre. Se for esse o caso: XX Deixe livre a passagem à sua esquerda. Ultrapasse sempre pela esquerda e apenas nos trechos permitidos. segundo as normas do CONTRAN. 4. Na maior parte das vezes.Manual Básico de Segurança no Trânsito 3 Mas há algumas coisas a observar. Vidas podem estar em jogo. As ultrapassagens são uma das principais causas de acidentes e precisam ser realizadas com toda a prudência e segundo procedimentos regulamentares. Na hora de ultrapassar. Se Você está sendo ultrapassado. é preciso que os dispositivos de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitente — indicativos de urgência estejam acionados.

Em ‘toques breves’. XX Luz de placa – durante a noite. Passageiros poderão estar desem- barcando ou correndo para tomar a condução. XX Luz alta e baixa – (intermitente) por curto período de tempo. pela segurança dos não motorizados. em circulação. Pode buzinar? Pode. Isso se aplica também aos ciclos motorizados. Ao ultrapassar um ônibus que esteja parado. jamais ultrapasse nas seguintes situações: 1. Assim mesmo. ! Os veículos pesados devem. devem manter as luzes baixas acesas de dia e de noite. XX Lanternas – sob chuva forte. em qualquer situação. XX Fora das áreas urbanas. exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo. os motorizados. 2. ! Veículos de transporte coletivo regular de passageiros. Nos cruzamentos ou em sua proximidade. Em travessias de pedestres. ou sinalizar quanto à existência de risco à segurança de quem vem em sentido contrário. quando circulam em faixas especiais. Mas quando a pressa é mesmo grande todo o mundo quer correr além da conta. para advertir outro condutor de sua intenção de ultrapassá-lo. permitir espaço suficiente entre si para que outros veículos os possam ultrapassar por etapas. com o objetivo de advertir outros usuários da via de sua intenção de ultrapassar o veículo que vai à frente. cerração ou à noite. Nas passagens de nível. 4. neblina. só se deve buzinar nas seguintes situações: XX Para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes. . quando o veículo estiver parado para embarque ou desembarque. 5. 6. como diz o Código. Nas áreas de perímetro urbano das rodovias. pela proteção dos pedestres. Proibido ultrapassar A menos que haja sinalização específica permitindo a manobra. e todos. carga ou descarga. Em trechos sinuosos ou em aclives sem visibilidade suficiente. Sobre pontes ou viadutos. XX Luz alta – nas vias não iluminadas.4 Manual Básico de Segurança no Trânsito 9. quando circulam em fila. 3. reduza a velocidade e preste muita atenção. Tenha em mente que os veículos mais pesados são responsáveis pela segurança dos mais leves. Olho no velocímetro Diz o ditado que quem tem pressa vai devagar. XX Pisca-alerta – em imobilizações ou em situação de emergência. Uso de luzes e faróis O uso das luzes do veículo deve ter em conta o seguinte: XX Luz baixa – durante a noite e no interior de túneis sem iluminação pública durante o dia. Mas só “de leve”.

numa emergência. sinalize com antecedência. transitando a velo- cidades incomumentes baixas. de preferência nos estacionamentos. porém. mais do que observar a sinalização e os limites de velocidade. vale o seguinte: Em vias urbanas: Em rodovias: XX 80 km/h nas vias de trânsito rápido. o veículo deve ser mantido paralelo à pista. E livre de multas por excesso de velocidade. A velocidade máxima permitida para cada via é indicada por meio de placas. E que trafegar devagar demais é mais perigoso que andar depressa. A não ser que haja sinalização que isso não constitui risco para os específica determinando outra coisa. determina. Para carga e descarga. tiver que parar o veículo no leito viário. ! Motocicletas e outros veículos motorizados de duas rodas devem ser estacio.  90 km/h para ônibus e micro-ônibus. camionetas e motocicletas. ! Além disso. a gravidade das ocorrências. junto ao meio-fio. Faça isso e Você estará sempre seguro. certifique-se de nados perpendicularmente à guia da calçada. a velocidade máxima é de 60km/h. com mais facilidade de algumas situações difíceis no trânsito. deve regular sua própria velocidade — dentro desses limites — segundo as condições de segurança da via. O motorista consciente. Se. . a não ser em caso de emergência. XX 40 km/h nas vias coletoras. Evite freadas bruscas. adaptando-se também às condições meteorológicas e à intensidade do trânsito. Reduza a velocidade sempre que se aproximar de um cruzamento ou em áreas de perímetro urbano nas rodovias. XX 30 km/h nas vias locais. Onde não existir sinalização. O desembarque de passageiros deve se dar sempre pelo lado da calçada. providencie a imediata sinalização. E para reduzir sua velocidade. Reduzir a velocidade é o primeiro procedimento a se tomar na tentativa de evitar acidentes. a parada deve ser suficiente apenas para embarque e desem- barque de passageiros. do veículo e da carga. Não fique “empacando” os outros sem causa justificada. Ao parar o veículo. Em locais de estacionamento proibido. No mais. Mas não é assim. ocupantes e demais usuários da via. E só nos casos em que o procedimento não interfira no fluxo de veículos ou pedestres.  110 km/h para automóveis. XX 60 km/h nas vias arteriais. use o bom senso. Parar e estacionar Vamos ao básico: pare sempre fora da pista.Manual Básico de Segurança no Trânsito 5 Cuidado! A velocidade é outro grande fator de risco de acidentes de trânsito. Alguns condutores acreditam que a velocidades mais altas podem se livrar Para estradas não pavimentadas.  80 km/h para os demais veículos. exceto para o condutor do veículo. em proporção direta.

sempre que não houver faixa especial para tal fim. Duas rodas Motociclistas e pilotos de ciclomotores e motonetas devem seguir algumas regras básicas: XX Usar sempre o capacete. segurando o guidom com as duas mãos e usando vestuário de proteção. Mas o ciclista também precisa tomar seus cuidados. Se houver dúvida na interpretação ou no entendimento de algum termo. com preferência sobre os veículos automotores. na ausência de ciclovia. motonetas ou motocicletas sobre calçadas. Mas nunca é demais reprisar algumas dicas básicas: 1. nos bordos da pista de rolamento. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla. 2.br. do Contran. agora Você já tem uma boa ideia do que apresenta o Código de Trânsito Brasileiro em termos de normas de circulação. ! O Código de Trânsito Brasileiro está disponível no site do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) – www. O ideal é que Você procure ler o Código em sua totalidade. no mesmo sentido de circulação. ou quando não for possível a utilização destes. Deve trajar roupas claras e sinalizar com antecedência todos os seus movimentos. . com viseira ou óculos protetores. É proibido trafegar de ciclomotor nas vias de maior velocidade. Os condutores de motocicletas. Mas onde não existir. e conforme normas de circulação ditadas pelo órgão de trânsito. desde que em trecho dotado de ciclofaixa. Bicicletas O ideal é mesmo a ciclovia. Andar de ciclomotores. Bem. Siga o exemplo dos ciclistas profissionais.6 Manual Básico de Segurança no Trânsito Veículos de tração animal Devem ser conduzidos pela pista da direita. consulte o capítulo Direção defensiva. a circulação de bicicletas deverá ocorrer. A bicicleta tem preferência sobre os veículos motorizados. ciclofaixa ou acostamento. Informação nunca é demais. de preferência no centro da faixa. A autoridade de trânsito pode autorizar a circulação de bicicletas em sentido contrário ao do fluxo dos veículos.gov. junto ao meio-fio ou acostamento. XX Segurar o guidom com as ! duas mãos. item Legislação . que geralmente levam esses aspectos a sério. XX Usar vestuário de proteção. o ciclista deve transitar nos bordos da pista de rolamento.denatran. no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via. nem pensar. XX Isso vale também para os passageiros. motonetas e ciclomotores devem circular sempre utilizando capacete com viseira ou óculos protetor. O condutor de ciclomotor deve se manter sempre na faixa da conforme as especificações direita. consulte o capítulo 6 Conceitos e Definições Legais. Segurança Para dicas mais precisas sobre como evitar acidentes.Código de Trânsito Brasileiro.

Uma multa. é considerada a soma das infrações cometidas no último ano. a contar regressivamente Média 4 pontos Multa de 80 UFIR da data da última penalidade recebida. Confira! Se Você atingir 20 pontos. Mas a coisa agora deve mudar. ou seja. podem ter uma consequência administrativa. XX Remoção do veículo. de um mês a um ano. também o recolhimento do documento de habilitação (medida administrativa). A lei decidiu atacar os imprudentes batendo onde lhes dói mais: no bolso. conforme a gravidade. o motorista mal-educado pode ter surpresas desagradabilíssimas. XX Apreensão do veículo. além da penalidade. apresentamos as infrações segundo sua gravidade: . em razão da sua gravidade e consequên­ Leve 3 pontos Multa de 50 UFIR cias. A estratégia tem tudo para funcionar. Além das multas pecuniárias. para quem negar socorro a vítimas de acidentes de trânsito. terá a Carteira Nacional de Habili- Gravíssima 7 pontos Multa de 180 UFIR tação suspensa. XX Transbordo do excesso de carga. Com o Código de Trânsito Brasileiro. É assim: cada infração corresponde a um determinado número de pontos. As medidas administrativas são: As penalidades são as seguintes: XX Retenção do veículo. XX Multa. A seguir.Manual Básico de Segurança no Trânsito 7 Infração e Penalidade 2 Décadas de uma cultura de impunidade em relação aos crimes de trânsito deixaram os motoristas brasileiros acostumados a digirir de qualquer jeito. Algumas infrações. O preço das multas subiu para valer. a multa pode ser multiplicada por três ou até mesmo por cinco. o Código introduz um sistema de pontuação cumulativo que castiga o mau motorista. Para algumas infrações. sem prestar muita atenção às regras. por exemplo. dirigir com velocidade superior à máxima permitida. XX Frequência obrigatória em curso de reciclagem. Pode chegar a 900 UFIR. Para contagem dos pontos. Penalidades e medidas administrativas Toda infração é passível de uma penalidade. Nacional de Habilitação . Por exemplo. além das penalidades (multa e suspensão do direito de dirigir). XX Advertência por escrito. tem como consequência. em mais de 50% em rodovias. XX Cassação do documento de habilitação. por exemplo. XX Recolhimento do certificado de licenciamento. a critério da autoridade Grave 5 pontos Multa de 120 UFIR de trânsito. cujo objetivo é impedir que o condutor continue dirigindo em condições irregulares. XX Recolhimento do documento de habilitação (Carteira XX Suspensão do direito de dirigir. o agente de trânsito deve adotar “medidas administrativas”.CNH ou Permissão para Dirigir).

Penalidade: Suspensão do direito de trânsito rápido e pistas com acostamento. Deixar de prestar socorro a vítimas de acidentes de trânsito. em função de alguma pneus em freadas e arrancadas bruscas ou em curvas. este valor pode ser triplicado ou até mesmo multi- plicado por 5 nas ocorrências mais sérias. Andar na contramão. Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra Multa: 180 UFIR. Penalidade: Suspensão do direito de diri­gir.8 Manual Básico de Segurança no Trânsito Infrações Gravíssimas Neste grupo. Avançar o sinal vermelho. circunstâncias. 5. só se dá mediante pagamento de todas as multas e demais Multa: 180 UFIR. dirigir e recolhimento do documento de habilitação. 14. . rodovias. Medidas Administrativas: Retenção da substância psicoativa que determine dependência. Fazer alteração psíquica ou física. Penalidade: Apreensão do veículo. ou a 50% do limite em vias públicas. Multa: 180 UFIR. malabarismo ou equilibrando-se apenas em uma roda. Multa: 180 UFIR. Multa: 180 UFIR. Transportar criança menor de sete anos ou que não tenha. Multa: 180 UFIR x 3. Multa: 180 UFIR. canteiros centrais. vias de Multa: 180 UFIR x 3. Porém. Multa: 180 UFIR x 5. Medidas Administrativas: Retenção do veículo. 6. 2. faixas de canalização e áreas gramadas. Multa: 180 UFIR. Participar de pegas ou rachas. 3. apreensão e remoção do veículo. Penalidade: Suspensão do direito de dirigir. Não diminuir a velocidade próximo a escolas. Multa: 180 UFIR x 3. Recolhimento do veículo. Penalidade: Suspensão do direito de dirigir. Retornar em local proibido. 16. 13. Conduzir veículo sem qualquer uma das placas de identifi- 4. ! Apreensão: o veículo apreendido permanece sob a guarda pontos de embarque e desembarque de passageiros ou do DETRAN ou da autoridade legal por até 30 dias. Bloquear a rua com o veículo. dirigir por 12 (doze) meses Multa: 180 UFIR. Retenção do veículo. acostamentos. Excesso de velocidade superior a 20% do limite em rodovias Multa: 180 UFIR. Recolhimento da carteira. Penalidade: Suspensão do direito de Multa: 180 UFIR. condições de cuidar de sua própria segurança. as multas têm valor de 180 UFIR. Estacionar no leito viário em estradas. Penalidade: Apreensão e remoção do veículo. Cantar de conduzir o veículo com segurança. 18. As multas mais caras são as seguintes: 1. Medidas Administrativas: Remoção do veículo. Multa: 180 UFIR x 5. hospitais. 10. 15. 7. Multa: 180 UFIR. cação e/ou licenciamento. Condução agressiva em relação a pedestres ou outros veículos. Dirigir com carteira de habilitação vencida há mais de 30 dias. Não dar preferência a pedestres cruzando a faixa de pedestres. O resgate zonas de grande concentração de pedestres. 9. Confiar a direção a alguém que não esteja em condições 17. Recolhimento da carteira. Multa: 180 UFIR. carteira. dirigir e apreensão do documento de habilitação. dependendo do caso. ainda que habilitado. despesas como guincho e estada do veículo no depósito. Exibir-se em manobras ou procedimentos perigosos. Multa: 180 UFIR. Penalidade: Suspensão do direito de 11. Andar por sobre calçadas. Apreensão e remoção do veículo. 12. nas 8. Recolhimento da carteira.

Suspensão do direito de dirigir. do veículo. Penalidade: Apreensão do veículo e sus. Sem usar capacete de segurança com viseira ou óculos de relação a veículos ou à pista. 10. em sinal. 21. Estacionar em pontes. do licen. Estacionar sobre faixas de pedestres. Seguir veículo em serviço de urgência. Ultrapassar veículos parados. . Multa: 80 UFIR. ou ou a Ambulâncias que estejam em serviço de emergência. ou 11. Suspensão do direito de dirigir. Multa: 120 UFIR. amarela simples. Penalidade: Apreensão e remoção do bloqueio viário ou qualquer outro obstáculo. centrais. Multa: 180 UFIR. Medidas Administrativas: Remoção do veículo. Medidas Administrativas: Retenção do 25. veículo. Não sinalizar mudanças de direção. Multa: 120 UFIR. Medidas Administrativas: Remoção do veículo. Penalidade: Suspensão do direito de dirigir. Multa: 180 UFIR. canteiros em esquinas. jardins ou gramados públicos. Penalidade: Apreensão e remoção do risco a segurança. Multa: 120 UFIR. 22. Multa: 120 UFIR. outros condutores. em 23. veículo. cancela. Excesso de velocidade de até 20% do limite em rodovias. de até 50% do limite em vias públicas. 12. Multa: 180 UFIR. em fila. ciamento ou da habilitação. Penalidade: Apreensão e remoção do veículo. Medidas Administrativas: Retenção do pensão do direito de dirigir. Multa: 120 UFIR. Estacionar e parar a menos de 5 metros da via perpendicular 3. Dirigir com fones de ouvido ligados a telefone celular ou Multa: 120 UFIR. 2. Jogar objetos ou derramar substâncias sobre a via a partir 4. Suspensão do direito de dirigir. Não guardar distâncias de segurança. proteção e vestuário de acordo com as normas e especifi. Medidas Administrativas: Remoção do veículo. Multa: 120 UFIR.Manual Básico de Segurança no Trânsito 9 19. Andar com faróis desregulados ou com luz alta que perturbe 20. 3. túneis e viadutos. lateral e frontal. Ultrapassar pelo acostamento. Multa: 180 UFIR. ou em carro lateral. Penalidade: Apreensão e remoção do veículo. Medidas Administrativas: Remoção do veículo. 8. Virar à direita ou à esquerda em locais proibidos. Ultrapassar pela contramão em faixa contínua ou faixa 5. 4. veículo até a regularização. Multa: 120 UFIR. Multa: 120 UFIR. 9. Deixar de dar passagem a veículos do Corpo de Bombeiros 7. Transpor bloqueio policial sem autorização. cações aprovadas pelo CONTRAN. aparelhos de som. Multa: 180 UFIR. Dirigir veículos cujo mau estado de conservação ponha em Multa: 180 UFIR. Estacionar em fila dupla. Multa: 120 UFIR. 24. Multa: 120 UFIR. fora do assento suplementar colocado atrás do condutor Multa: 120 UFIR. Multa: 180 UFIR. 1. veículo até a regularização. Transportar passageiro sem o capacete de segurança. Falsa declaração de domicílio quando do registro. Com os faróis apagados. Multa: 80 UFIR. Multa: 80 UFIR. Uso de alarme cujo som perturbe a tranquilidade pública. Infrações Médias 1. 2. Infrações Graves Multa: 80 UFIR. calçadas. 6.

estão sujeitas às regras de acidente! 1. ao CONTRAN. Andar por faixa destinada a outro tipo de veículo. 10. o proprietário Multa: 80 UFIR. Parar por falta de combustível. resultantes fator de risco de ação delituosa. obstruindo ou per. também é um Infrações Leves civis e penais. multa. para avaliação do recurso em última sinal luminoso. proprietário do veículo. recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito – CETRAN (no caso Multa: 80 UFIR. Medidas Administrativas: Remoção do veículo. Medidas Administrativas: Retenção do veículo é feito pelo Código de Processo Penal. Este texto está disponível no site 7.10 Manual Básico de Segurança no Trânsito 5. segurança da via.br. Multa: 80 UFIR. Após uma infração ser registrada pelo órgão de trânsito. item Material Educativo. o proprietário pode indicar Multa: 80 UFIR. além das até apresentação dos documentos. de dano. A partir daí. ! Multa: 50 UFIR.denatran. Casos mais frequentes compreendem dirigir sem habilitação. do Distrito Federal ao CONTRANDIFE) e. nas proximidades de escolas. especificadas pelo CONTRAN. Dirigir sem atenção ou sem cuidados indispensáveis à segu. Multa: 50 UFIR. O infrator. 6. rança. Julgado Multa: 50 UFIR. o condutor que dirigia o veículo e também encaminhar defesa 7. digo de Trânsito Brasileiro em administrativas. Não dar passagem pela esquerda quando solicitado a fazê-lo. a 6. alcoolizado ou trafegar em velocidade incompatível com a 4. 3. culpado. gerais do Código Penal e seu processamento Multa: 50 UFIR. penalidades impostas administrativamente pela autoridade 2. Uso de luz alta em vias iluminadas. cuja pena pode ser detenção de seis meses a um ano. gerando perigo Multa: 50 UFIR. Infrações – JARI. causados a terceiros.leis de trânsito Multa: 80 UFIR. Retenção do veículo até a regularização. Uso prolongado de buzina entre 22h e 6h. Estacionar e parar afastado da calçada (50cm a 1m) www. Dirigir sem os documentos exigidos por lei. Medidas Administrativas: Retenção do veículo. A partir da NOTIFICAÇÃO DA PENALIDADE. de trânsito. Caso o recurso seja indeferido. instância administrativa. em alguns casos es- 9. . a pena pode ser prestação de serviços à comunidade. NOTIFICAÇÃO DA AUTUAÇÃO é encaminhada ao endereço do turbando o trânsito. pode ainda 8. As infrações penais. 5. é submetido a processo judicial criminal. Classificam-se as infrações descritas no Có. Multa: 50 UFIR. Medidas Administrativas: Apreensão das do veículo pode recorrer à Junta Administrativa de Recursos de placas irregulares. além de eventual ajuizamento de ação civil para reparar prejuízos Multa: 50 UFIR. Parar o veículo sobre a faixa de pedestre na mudança de pecíficos.gov. Ultrapassagem de veículos em cortejo. Recursos Multa: 80 UFIR. Efetuar transporte remunerado de pessoas ou bens quando Crime de trânsito Infringir as não for licenciado para este fim. Andar emparelhado com outro veículo. suspensão do direito de dirigir e até detenção. Uso de placas de identificação do veículo diferentes daquelas ao órgão de trânsito.

homologada pelo Denatran. de 14 de dezembro de 2004. obrigando-se a frequentar de forma integral 15 horas de aula. cabendo ao Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN a sua regula- mentação. desde que apresentem a documentação comprobatória. podem aproveitar esses cursos. no mínimo. sendo exigido o aproveitamento de. sendo 10 horas relativas à direção defensiva e 5 horas relativas a primeiros socorros.gov. . Há três formas possíveis de cumprimento ao disposto na lei: Realização do curso com presença em sala de aula O condutor deve participar de curso oferecido pelo órgão executivo de trânsito dos Estados ou do Distrito Federal (Detran). em órgãos ou instituições oficialmente reconhecidas. item Material Educativo. Realização de curso à distância – modalidade ensino à distância (EAD) Curso oferecido pelo órgão executivo de trânsito dos Estados ou do Distrito Federal (Detran) ou por entidades especializadas por ele credenciadas. Os condutores que já tenham realizado cursos de direção defensiva e de primeiros socorros.br. com prova de 30 questões. Os condutores que participem de curso à distância ou que estudem na forma autodidata devem se submeter a um exame a ser realizado pelo órgão executivo de trânsito dos Estados ou do Distrito Federal (Detran). em vigor a partir de 19 de junho de 2005. O fornecimento do certificado de participação com a frequência de comparecimento a 100% das aulas pode ser suficiente para o cumprimento da exigência legal. a carga horária e a forma de cumprimento ao disposto no referido artigo 150. com os requisitos mínimos estabelecidos no anexo IV da resolução no 168. ou por entidades por ele credenciadas. foram estabelecidos os currículos. Validação de estudo – forma autodidata O condutor poderá estudar só. conforme regulamentação específica. ! Textos sobre Direção defensiva e Primeiros socorros no trânsito podem ser obtidos no site do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran): www. 70% para aprovação. Por meio da resolução CONTRAN no 168.denatran.Manual Básico de Segurança no Trânsito 11 Renovação da Carteira Nacional de Habilitação 3 O artigo 150 do Código de Trânsito Brasileiro exige que todo condutor que não tenha curso de direção defensiva e primeiros socorros deve a eles ser submetido. por meio de material didático com os conteúdos de direção defensiva e de primeiros socorros.

planejar todas as à promoção da justiça. comportamentos necessários à segurança no trânsito. adaptando-se ainda às condições adversas. na convivência no trânsito. quando previsível. Dirigir sempre exigir dos governantes ações de melhoria dos espaços públicos. Todos têm a A incapacidade do condutor em antecipar os problemas a serem possibilidade de exercer a cidadania plenamente e. Mas. papéis que cada pessoa desempenha. “esperto”. porque ajuda a preservar Um outro é o da participação. “levar vantagem” ou “ter o automóvel Direção Defensiva como status”. com seus acompanhantes. O primeiro deles é a dignidade da pessoa humana. com o seu que diz respeito à formação de atitudes e a aprender a valorizar veículo e com os outros usuários da via. portanto. a escolha dos princípios e dos valores que irá levar a um trânsito mento e a convivência social no trânsito. . que fundamenta a mobilização a vida. ou seja. acontecer com Você. fundamenta a solidariedade. é enfrentados no trânsito e a intensidade das condições adversas necessário ter equidade. com atenção. atitude necessária Conduzir defensivamente é exatamente isso. O segundo princípio é a igualdade de direitos. ilustra bem o conceito para o convívio social democrático. o fator humano está presente. a necessidade de considerar as são fatores determinantes nas causas de vários acidentes. de todos! Toda ocorrência trágica. Esta máxima. expressam as contradições e conflitos seguro dos acidentes. E. É preciso mudar. Na grande maioria sua vez. repúdio às discriminações de qualquer espécie. para isso. como nas outras atividades jogo no convívio social. Para isso. constrói e referenda e que cada pessoa toma A primeira coisa a aprender é que acidente não acontece por para si e leva para o trânsito. à efetiva. cabe aos entre os segmentos sociais e mesmo entre os é um direito condutores e aos pedestres uma boa dose de responsabilidade. Você precisa aprender os conceitos de direção de- ção do direito de mobilidade em favor de todos os cidadãos e a fensiva e usar esse conhecimento com eficiência. é evitável. como o respeito mútuo e o do condutor defensivo. por sua vez. sempre verdadeira. por Trânsito acaso. quatro princípios são importantes para o relaciona. seguro e justo. diferenças das pessoas para garantir a igualdade que. o que é a direção da sociedade para organizar-se em torno dos problemas do defensiva? É a forma de dirigir que permite a Você reconhecer trânsito e de suas consequências. harmonioso. mais humano. a saúde e o meio ambiente.12 Manual Básico de Segurança no Trânsito Ser “veloz”. É humanas. isto é. da saúde e do direito de todos. do qual “O bom condutor é aquele que dirige por si e pelos ou- derivam os Direitos Humanos e os valores e atitudes fundamentais tros”. por obra do destino ou por azar. para poder prever o que fazer com antecedência Comportamentos expressam princípios e valores que a sociedade e tomar as decisões certas para evitar acidentes. 4 Mas são insustentáveis do ponto de vista das necessidades da Introdução vida coletiva. o princípio da corresponsabilidade pela vida social. Direção defensiva ou direção segura é a melhor maneira de dirigir e de se comportar no trânsito. Mudar comportamentos para uma vida coletiva com qualidade Educando com valores e respeito exige uma tomada de consciência das questões em O trânsito é feito pelas pessoas. ações pessoais prevenindo-se contra o comportamento imprudente de outros condutores. antecipadamente as situações de perigo e prever o que pode Finalmente. Os valores. são valores presentes em parte da sociedade.

muitas vezes irreparáveis. acidentes. crie o hábito de fazer periodicamente a manutenção preventiva. dançando. da saúde e do meio ambiente” da Política Nacional de Trânsito. Isso pode ser evitado. Estude-o bem. Nem é preciso dizer que eles são sempre ruins para todos. XX Constrangimentos legais. O desgaste de um componente manutenção pode prejudicar o funcionamento de outros e comprometer sua segurança. 1999) – NE. Quando uma situação de risco não é percebida. Os acidentes de trânsito resultam em danos aos veículos e suas cargas e geram lesões em pessoas. Mas Você pode ajudar a evitá-los e colaborar para diminuir: XX O sofrimento de muitas pessoas. causado por mortes e ferimentos. Uma manutenção de trânsito! feita em dia evita quebras. consulte profissionais habilitados. ou quando uma pessoa não consegue visualizar o perigo. atendendo à diretriz da “preservação da vida. do destino ou por azar! Riscos. perigos e acidentes Em tudo o que fazemos há uma dose de risco: seja no trabalho. valor esse que poderia ser aproveitado. por exemplo. XX As vias de trânsito.  O ambiente. custos com consertos e. sempre que necessário. periódica gera Para manter seu veículo em condições seguras. por perda de renda e afastamento do trabalho. praticando um esporte ou mesmo transitando pelas ruas da cidade. diminuindo as possibilidades de acidentes. Por isso. quando consertamos alguma coisa em casa. Respeite os prazos e as orientações do evita acidentes manual de instruções do veículo e. . Custa caro para a sociedade brasileira pagar os prejuízos dos acidentes: são estimados em R$ 10 bilhões/ano. dentro de certas condições de uso. (1) Lesão que permanece depois de encerrada a evolução de uma doença ou traumatismo (Novo Aurélio.  O comportamento das pessoas. não acontece XX Os condutores. Aprender os conceitos de Direção Defensiva vai ser bom para Você.Manual Básico de Segurança no Trânsito 13 Os riscos e os perigos a que estamos sujeitos no trânsito estão relacionados com: Acidente XX Os veículos. aumentam as chances de acontecer um acidente. Esta é uma excelente oportunidade que Você tem para ler com atenção este material didático e conhecer e aprender como evitar situações de perigo no trânsito. que podem exigir o pagamento de indenizações e até mesmo a prisão dos responsáveis. por acaso. por inquéritos policiais e processos judiciais. principalmente. inclusive com sequelas1 físicas e/ou mentais. economia e Ela é fundamental para minimizar o risco de acidentes de trânsito. é fundamental a capacitação dos motoristas para o comportamento seguro no trânsito. para seus amigos e também para o País. brincando. na construção de milhares de casas populares para melhorar a vida de muitos brasileiros. XX Prejuízos financeiros. observando preventiva e a vida útil e a durabilidade definida pelos fabricantes para os componentes. por obra Vamos examinar separadamente os principais riscos e perigos. para seus familiares. Manutenção periódica e preventiva O hábito da Todos os sistemas e componentes do seu veículo se desgastam com o uso.

fluido. Sem iluminação. em caso de piso molhado. ou com ilumina.visto por todos ção deficiente.14 Manual Básico de Segurança no Trânsito Pneus Os pneus têm três funções importantes: impulsionar. no mínimo. Sistema de iluminação O sistema de iluminação de seu veículo é fundamental. XX Deformações na carcaça: veja se os pneus não têm bolhas ou cortes. . XX Luzes indicadoras de direção (pisca-pisca) queimadas ou em mau funcionamento: impedem que os outros motoristas com- preendam sua manobra e isso pode causar acidentes. Pneus murchos têm sua vida útil diminuída. Você pode ser causa de colisão e de outros acidentes.6 milímetro de profundidade. para não reduzir a estabilidade e desgastar outros componentes da suspensão. garantir a segurança no trânsito. Verifique periodicamente o estado e o funcionamento das lanternas. XX Dimensões irregulares: não use pneus de modelo ou dimensões diferentes das recomendadas pelo fabricante. A função dos sulcos é permitir o escoamento da água para garantir perfeita aderência ao piso e a segurança. Essas deformações podem causar um estouro ou uma rápida perda de pressão. XX Luzes de freio queimadas ou em mau funcionamento (à noite ou de dia): Você freia e isso não é sinalizado aos outros moto- ristas. 1. Veículo “puxando” para um dos lados indica um possível problema com a calibragem dos pneus ou com o alinhamento da direção. Freios O sistema de freios desgasta-se com o uso e tem sua eficiência reduzida. penumbra): comprometem o reconhecimento do seu veículo pelos demais usuários da via. XX Lanternas de posição queimadas ou com defeito. à noite ou em ambientes escurecidos (chuva. frear e manter a dirigibilidade do veículo. em mau estado de conservação ou desalinhados: reduzem a visibilidade panorâmica mais seguro! e Você não consegue ver tudo o que deveria. assim. dependendo do tipo de veículo. Confira e evite as principais ocorrências: torna o trânsito XX Faróis queimados. Tudo isso pode reduzir a estabilidade e a capacidade de frenagem do veículo. XX Desgaste: o pneu deve ter sulcos de. Eles vão ter menos tempo e distância para frear com segurança. prejudicam a estabilidade. Freios gastos exigem maiores distâncias para frear com segurança e podem causar acidentes. Confira sempre: XX Calibragem: siga as recomendações do fabricante do veículo. aumentam o consumo de combustível e reduzem a aderência ao piso com água. observando a situação de carga (vazio e carga máxima). discos e pastilhas ou lonas. tanto para Você ver bem seu trajeto como para ser visto Ver e ser por todos os outros usuários da via e. Vibrações do volante indicam possíveis problemas com o balan- ceamento das rodas. Você pode identificar outros problemas de pneus com facilidade. Os principais componentes do sistema de freios são: sistema hidráulico.

simplesmente com uma direção mais segura. antes de iniciar uma manobra. nos quais também circulam outros veículos. evite freadas bruscas e desnecessárias. Se não conseguir eliminar esses “pontos cegos”. É só dirigir com atenção. O constante aperfeiçoamento O ato de dirigir apresenta riscos e pode gerar graves consequências. ultrapassar pela direita. tanto físicas como financeiras. Todas as nossas dirigir exige aperfeiçoamento e atualização constantes. para a melhoria do desempenho e dos resultados. XX Vazamento de fluido: observe a existência de manchas no piso sob o veículo. XX Lonas gastas: verifique com profissional habilitado. estar atento. Fique atento também aos ruídos dos motores dos outros veículos e só faça a manobra se estiver seguro de que não irá causar acidentes. de velocidade. com segurança. envolvendo motocicletas em todo o País. Você tem muita e atualização. Por isso. manter distância segura e ultrapassar XX É proibido transportar crianças menores de 7 anos. responsabilidade sobre tudo o que faz ao volante. apenas pela esquerda! XX É obrigatório manter o farol aceso quando em circulação. atividades exigem Você dirige um veículo que exige conhecimento e habilidade. circular em velocidades incompatíveis com a segurança e sem guardar distância segura têm resultado num preocupante aumento do número de acidentes. passa por lugares diversos e complexos. bom estado! Uso correto dos retrovisores Quanto mais Você vê o que acontece a sua volta enquanto dirige. Dirigindo ciclomotores e motocicletas Um grande número de motociclistas precisa alterar urgentemente sua forma de dirigir. movimente a cabeça para encontrar outros ângulos de visão pelos espelhos ou por meio da visão lateral. Mudar constantemente de faixa. observando a sinalização. Viver é um eterno É muito importante para Você conhecer as regras de trânsito. devidamente os demais veículos: afivelado e no tamanho adequado. . Procure sempre revisar e aperfeiçoar seus conhecimentos sobre tudo isso. Mantenha distância segura Ao dirigir. Esses acidentes podem ser evitados. Se Você dirige uma motocicleta ou um ciclomotor. pense nisso e coloque em prática as seguintes orientações: Regras de segurança para condutores de motocicletas. a técnica de dirigir com segurança e saber aprendizado! como agir em situações de risco. Por isso. pessoas e animais. devem respeitar os limites XX É obrigatório o uso de viseiras ou óculos de proteção. de dia ou à noite. motonetas e ciclomotores Motocicletas são como XX É obrigatório o uso de capacete de segurança para o condutor e o passageiro.Manual Básico de Segurança no Trânsito 15 Veja as principais razões de perda de eficiência e como inspecionar: Para frear XX Nível de fluido baixo: é só observar o nível do reservatório. maior a possibilidade de evitar situações de perigo. nem aperfeiçoamento sempre conhecidos. a legislação e as condições do trânsito. é preciso XX Disco e pastilhas gastos: verifique com profissional habilitado. que desgastam mais rapidamente os componentes do e freios em sistema de freios.

provocando ofuscamento. A intensidade da luz natural ou artificial. os faróis devem estar acesos. etc. sempre que não houver acostamento ou faixa própria a ele destinada. A menos que esteja bem protegido. volte a visão para o acostamento do lado direito ao cruzar com ele. de sua luz alta. Todos esses fenômenos reduzem muito a capacidade visual do condutor. Em situações de mau tempo. Lembre-se: a sinalização traz os limites máximos de velocidade. o tipo de pavimentação.16 Manual Básico de Segurança no Trânsito XX A velocidade deve ser compatível com as condições e circunstâncias do momento. condutor. Caso a situação persista. Mais uma vez a velocidade é chave. Ao perceber farol alto em sentido contrário. Via Procure adaptar-se também às condições da via. redobre sua atenção. a presença de barro ou lama. pisque rapidamente os faróis para advertir o condutor. tornando difícil a visibilidade de outros veículos. as más condições de tempo tornam estradas escorregadias e podem causar derrapagens. cau- sando penumbra. É proibida a circulação de ciclomotores nas vias de trânsito rápido e sobre as calçadas das vias urbanas. como quebra-molas. reduza a velocidade. buracos e obstáculos. o piloto sentirá os pingos de chuva como agulhadas na pele. deixe a estrada e espere as condições melhorarem. a existência de árvores à margem da via. Se sentir que a via não está em condições ideais. Os problemas de luminosidade são mais comuns nas primeiras horas da manhã ou à tardinha. evite trafegar nesses horários. respeitando os limites fixados pela regu- lamentação da via. o que não significa que você não possa ir mais devagar. é preciso adaptar-se à nova realidade. XX Condutor e passageiro devem vestir roupas claras. granizo e neblina. E se tiver mesmo que pilotar. calor. que vem em sua direção. a largura das pistas e o número delas. pode afetar a capacidade do condutor de ver ou de ser visto. Para isso você poderá usar óculos escuros ou uma viseira de capacete especial que filtre a luminosidade. em dado momento. Procure identificar bem o traçado das curvas. motorizado. XX Solicite ao “garupa” que movimente o corpo da mesma maneira que você. XX Ao circular entre veículos. ou de menos. chuva. Como sempre. Se possível. sobretudo para quem vai em duas rodas. Regras de segurança para ciclomotores O condutor de ciclomotor (veículo de duas ou três rodas. até 50 centímetros cúbicos) deve dirigir pela direita da pista de rolamento. das elevações. Condições adversas As condições adversas que podem causar acidentes de trânsito são: Luz As condições de iluminação são muito importantes na direção defensiva. Se o tempo estiver mesmo ruim. tomando cuidados básicos: reduza a velocidade e redobre a atenção. sonorizadores. Além de dificultarem a capacidade de ver e de ser visto. Evite surpresas. ter atenção redobrada e manter velocidade reduzida. a situação é muito pior. preferencialmente no centro da faixa mais à direita ou no bordo direito da pista. Para o motociclista. Tempo Frio. Pode haver luz demais. vento. o estado do acostamento. em situação de trânsito parado. . XX Segure o guidom com as duas mãos. para garantir a estabilidade nas curvas. Proteja seus olhos da incidência direta da luz solar.

Mas quando a chuva vem. isso lhe dará um pouco mais de equilíbrio. Previna-se. Pavimentação Asfáltica Andar no asfalto é uma “maciota”. apoiado nas pedaleiras. à medida que a visibilidade em relação a obstáculos naturais da pista vai se reduzindo. Com o cair da noite a coisa vai piorando. também pode oferecer perigo para todos os usuários da via. os pneus têm o atrito ideal. nem entrar muito fechado nas curvas. Cuidado. a pista logo fica coberta por uma capa de água que deixa tudo muito mais perigoso. Identifique com a máxima antecedência a presença dessas chapas e reduza bem a velocidade. XX Confira o funcionamento básico dos itens obrigatórios de segurança. Pedras Soltas e Cascalho Pistas recém-cobertas com cascalho. . solucione o problema antes de colocar seu veículo em movimento. além de muito frustrante. Você deve ter um bom campo de visão sem que para isso tenha que se inclinar para frente ou para trás. XX Adote uma posição adequada. Se estiverem molhadas viram um verda- deiro rinque de patinação. Elimine todo e qualquer obstáculo ao seu campo visual. que lhe permita alcançar sem esforço todos os pedais e comandos do guidom. Ficar sem combustível no meio da rua. Se qualquer coisa estiver fora de especificação ou funcionando mal. representam um problema para o motociclista.Manual Básico de Segurança no Trânsito 17 Coisas para se lembrar em relação ao estado das vias: Vias de Concreto Sobre o concreto. Podem estar desgastadas e apresentar perigo. O passageiro que estiver sendo transportado deve fazer o mesmo. Preste atenção ao seguinte: XX Assegure-se de que seu capacete e seus óculos estejam limpos e com boas condições de visibilidade. XX Confira se o nível de combustível é compatível com o trecho que pretende cobrir. nem demasiadamente inclinado para frente ou para trás. O equilíbrio e o controle da motocicleta se tornam bem mais difíceis. Veículo Para que você possa pilotar com conforto e segurança. Em estradas de cascalho. seu veículo precisa estar em perfeitas condições de uso e adaptado às suas necessidades. XX Ajuste os espelhos retrovisores. XX Use as roupas corretas e todo o equipamento de segurança. Porém. ou que por falta de chuva não permitem que as pedras da superfície se misturem à terra. Não se coloque nem muito próximo nem muito distante do guidom. cuidado com os pontos de junção das placas de concretagem em estradas antigas. Outra boa medida é manter-se ligeiramente fora do banco. esses detalhes salvam vidas. Uma boa dica aqui é não acelerar ou frear além da conta. Lembre-se. Chapas de Ferro Todo motociclista conhece aquelas pranchas de metal comuns em trechos de pista sob reparos.

Adapte-se bem à temperatura. Para evitar a fadiga. sonolência. Os passageiros em um veículo guiado por um condutor embria- gado frequentemente também são vitimados. 4. evite pilotar nas horas de pico. E o risco não é só de quem bebe. tome alguns cuidados: que está irritado 1. embriaguez. Todo mundo está indo para o trabalho ou voltando para casa. Trânsito O motociclista precisa estar avaliando constantemente a presença de outros usuários da via e a interação entre eles no trânsito. é reflexo da anestesia dos centros cerebrais controladores do comportamento. O condutor deve estar em também é muito plenas condições físicas. além de afetar os reflexos. de maior congestionamento. Nos centros urbanos. O resultado dessa mistura é quase sempre fatal. No início da manhã. os pontos de concentração de pedestres e carros estacionados também são problemáticos. Cria excesso de autoconfiança. O fato é que bebida e direção simplesmente não combinam. reduz o campo de visão e altera a audição. amortecedores e suspensão desgastados são problemas que merecem atenção constante. mesmo que precise andar um pouco mais. férias escolares e feriados o congestionamento também é maior. 3. mentais e psicológicas para pilotar. A dosagem alcoólica se distribui por todos os órgãos e fluidos do organismo. Preste bastante atenção ao se aproximar de pontos de ônibus ou estações de metrô. na verdade. lâmpadas queimadas. Sempre que possível. déficits visuais ou auditivos. Evite afetar o comportamento de um motociclista: fadiga. correndo para não perder a condução. Descanse ou durma um pouco. 2. Saia um pouco mais cedo pela manhã. a fala e o senso de equilíbrio. motoneta ou ciclomotor em bom estado de conservação. faça intervalos com frequência. sem abrir mão da segurança. adaptando seu comportamento para evitar conflitos. pare. componentes com defeito. freios desregulados. O calor ou o frio excessivo causa irritação e estresse. acabam atravessando a rua sem olhar. Na correria. mas concentra- se de modo particular no cérebro. Use roupas que o façam sentir-se bem. para “esticar as pernas” e ir ao toalete. Use roupas leves no calor e agasalhe-se bem no frio. Caso vá cobrir longas distâncias. pilotar se sentir mal-estar físico generalizado.18 Manual Básico de Segurança no Trânsito XX Mantenha sua motocicleta. Evite as rotas ou ansioso. Se sentir que o cansaço bateu mesmo. Não se esqueça de se alimentar adequadamente também. Abuso na Ingestão de Bebidas Alcoólicas Excessos no consumo de álcool ainda são o principal responsável por acidentes nas ruas e estradas de nosso país. Há sempre alguém com pressa. no fim da tarde e durante os intervalos tradicionais para almoço. Pneus gastos. o trânsito tende a ficar mais congestionado. Seu estado Condutor emocional Muito importante também para a prevenção de acidentes é o fator motociclista. Com o álcool. Várias são as condições adversas que podem importante. Natal. a pessoa se torna presa de uma euforia que. Em períodos como Carnaval. Os períodos de pico geralmente oferecem os maiores problemas para o motociclista. Pilotar cansado é sempre perigoso. falta de buzina ou retrovisores. .

Você não dormir ou dormir mal! Maneira de Pilotar O comportamento do motociclista. mudar de pista com prudência e estacionar corretamente. Evite também pilotar prensado entre dois veículos grandes. também é determinante para a prevenção de acidentes. ultrapassar. E a vítima pode ser você. não exagere na bagagem e não abuse da velocidade. Muito cuidado com os veículos de transporte coletivo. há livros e revistas especializados. mantendo Atente para a distância a que vem o veículo de trás. Esta distância. XX Não fale ao telefone enquanto pilota. Evite surpresas. A habilidade do motociclista se desenvolve por meio de aprendizado. mude de pista para distância dar-lhe passagem. Quando está pilotando. Leia tudo o que puder. Quando estiver atrás de um desses veículos. chamada de Distância de Seguimento (DS). não pilote sob nenhuma hipótese.Manual Básico de Segurança no Trânsito 19 Se beber. Informe-se. É muito perigoso. com a recomendação expressa de só lhe devolver muito com o uso de depois de se certificar de que você está absolutamente sóbrio. vá aumentando também a distância. Precisa saber fazer curvas com segurança. Por isso. XX Não se ocupe em espantar ou matar insetos enquanto estiver pilotando. XX Não sobrecarregue seu veículo. pode ser calculada segundo uma fórmula bastante complicada que envolve a velocidade do veículo em função de seu comprimento. . deve dar atenção máxima à condução do veículo. O excesso de volumes dificulta a mobilidade do condutor do veículo. Leve apenas um passageiro. Mesmo doses pequenas podem comprometer grandemente a Acontece o mesmo se habilidade do motociclista. Se preferir. Comportamentos inadequados devem ser evitados. colisões. seu modo de pilotar. Mantenha um espaço razoável entre você e o veículo que vai à sua frente. Estamos falando da capacidade de manusear os controles do veículo e executar com perícia e sucesso quaisquer manobras básicas de trânsito. A prática leva à perfeição. Lembre-se: não aceite provocações. deixe o veículo em casa. Além do código. Algumas dicas úteis: Distância de Seguimento Um dos principais cuidados para evitar colisões e acidentes consiste em manter a distância adequada em relação ao carro que segue à frente. que podem parar inesperadamente. Tenha sempre as duas mãos sobre o guidom. deixe as chaves com e reflexos diminuem um amigo que não vá beber. tenha bebido mesmo que só um pouco. Concentração Se for a uma festa onde sabe que irá beber. pois precisará de mais espaço para frear caso surja algum imprevisto. escolares segura! e veículos lentos. O motociclista precisa desenvolver ao máximo sua habilidade. XX Não beba ou coma nada enquanto pilota. Se sentir que o motorista está muito próximo. ou com o dono da casa. Não seja passageiro de ninguém que álcool e drogas. O código de trânsito fornece muitas informações que o motociclista deve receber. XX Não acenda cigarros enquanto estiver pilotando. bom mesmo é usar o bom senso. XX Não se curve para apanhar objetos com o veículo em movimento. XX Evite manobras bruscas com seu veículo. À medida que a velocidade Evite aumenta. aumente ainda mais a distância que o separa dele. Mas ninguém quer sair por aí fazendo cálculos e contas matemáticas enquanto pilota.

procure se preparar mentalmente para a tarefa com alguma antecedência. é tombo certo. via e trânsito? perturbado? Considere bem as respostas a essas autoindagações e só então dê partida ao veículo. 4. pista molhada. Calibre os pneus segundo as especificações do fabricante e do veículo. Identifique o tipo de pista e assuma velocidade compatível com as condições correntes. Para manter-se livre desses riscos. Sinalize com antecedência quando for virar. Antes de sair para qualquer viagem ou passeio. Assim. Sempre que for guiar um veículo. Evite Colisões por Trás Piso molhado “Colar” demais no veículo que vai à frente é causa constante de acidentes. Esse processo é chamado de hidroplanagem ou aquaplanagem. evitam acidentes! 4. pode ser aplicado à pilo- tagem de uma motocicleta. 3. Em dias de chuva. Verifique a calibragem pelo menos uma vez por semana. Em seguida faça a si mesmo as seguintes perguntas: XX Em que estado se encontra o meu veículo? XX Estou tomando algum medicamento que poderá afetar a XX Como me sinto física e mentalmente? minha habilidade de pilotar? XX Estou em condições de pilotar? XX Poderá ocorrer alguma condição adversa relativa à luz. Acidentes: Como Prevenir O método que se segue se aplica a qualquer atividade do dia a dia que envolva risco de vida. Mantenha-se dentro dos limites de velocidade. Trafegar demasiadamente devagar pode ser tão perigoso quanto andar muito depressa. Evite desacelerações repentinas. Reduza a velocidade gradualmente. . a menos que haja muito cuidado. Inspecione com frequência as luzes de freios para certificar-se de seu bom funcionamento e visibilidade. parar ou trocar de pista. Preste atenção ao que acontece às suas costas. Use os espelhos retrovisores. 5. Para minimizar os riscos desse reduz a aderência tipo de acidentes. V elocidade reduzida e 2. De repente alguém pode abrir a porta. Rode com pneus novos ou em bom estado de conservação. Se sentir que não está bem em relação a qualquer dessas respostas. pneus em bom estado 3. Aquaplanagem ou Hidroplanagem A falta de aderência do pneu com a pista faz com que ele derrape e o condutor perca o controle do veículo. pneus mal calibrados e em mau estado de conservação são os elementos comumente presentes em ocorrências de aquaplanagem. Alta velocidade. tome os seguintes cuidados: 1. calmo ou emocionalmente tempo. 2. Olhe para o interior dos veículos e certifique-se de que estão desocupados. 1. XX Estou cansado ou descansado. com boa banda de rodagem. examine bem seu veículo. há algumas coisas que você pode fazer: dos pneus. tome a decisão de não colocar o veículo em movimento até resolver o problema. depois de colocar o capacete.20 Manual Básico de Segurança no Trânsito Veículos Parados Atenção ao passar ao lado de veículos parados. levando você ao chão. reduza a velocidade. Para motociclistas.

sobretudo em descidas. Pedestres também se embriagam e geralmente acabam atropelados. é feita de menores que não conhecem as regras de trânsito. E chocar-se contra um animal. Isso evitará que o animal se sobressalte e. Tenha muita cautela e dê sempre preferência aos pedes- tres. Respeite-o! Animais Todos os anos. de veículo de duas rodas. deve ter muito cuidado com crianças que brincam nas ruas. e de onde menos se espera. Mas cuidado: não carregue na buzina para não assustá-lo e provocar acidentes. pode surgir um animal. venha de encontro ao seu veículo. Ao perceber a presença de animais. para evitar colisões por trás. A consequência de se chocar. Quase todas as vítimas são pessoas que não sabem dirigir. A qualquer momento. A maioria dos ciclistas. de fazendas ou em campo aberto. circulam em velocidades bem altas. há também os desportistas. correndo entre carros estacionados. na tentativa de fugir. não tendo portanto noção da distância de frenagem. Fique atento com os ciclistas. os ciclistas amadores ou profissionais. muitos condutores são vitimados em acidentes causados por animais. Estes em geral fazem uso de todo o equipamento de segurança. Bicicletas A bicicleta é um veículo de passageiros como qualquer outro. porém. Problemas com o álcool não são exclusividade dos condutores. pare completamente o veículo. A bicicleta é um veículo silencioso e muitas vezes o condutor de outro veículo não percebe sua aproximação. Mas. portanto. principalmente à noite. mesmo um animal de pequeno porte como um cachorro. Geralmente atravessam a pista sem olhar e estão sob alto risco de acidentes. Igualmente. Se houver pessoas querendo cruzar rua na faixa a pista. Com frequência usam roupas coloridas que permitem sua fácil visualização. mesmo a chance de acidentes com ciclistas é grande. contra um fio teso de arame é catastrófica. reduza a velocidade e siga devagar até que tenha ultrapassado o ponto em que se encontra. Esteja atento. Se notar que o ciclista está desatento.Manual Básico de Segurança no Trânsito 21 Pedestres O comportamento do pedestre é imprevisível. dê uma leve buzinada antes de ultrapassá-lo. ao trafegar por regiões rurais. Muitos são desatentos e confiam demais na ação do condutor para evitar atropelamentos. Vá devagar e certifique-se de que não há arame farpado esticado entre as hastes. Além daqueles que se utilizam da bicicleta apenas como meio de transporte. à presença de pedestres. Tome cuidado na desaceleração. Por isso. por outro lado. geralmente tem consequências graves. atrás de bolas ou animais de estimação. O piloto defensivo deve dedicar atenção especial a pessoas idosas e deficientes físicos. Advirta os outros condutores quanto do pedestre. que estão mais sujeitos a atropelamentos. . Só retome a marcha depois que os pedestres tiverem completado a é um direito travessia. Faixa de Pedestres Atravessar a Reduza sempre a velocidade ao se aproximar de uma faixa de pedestres. Tome cuidado também ao passar por entre postes ou mourões. Ainda mais de veículo de duas rodas.

Aguarde uma oportunidade segura e permitida pela sinalização para fazer uma ultrapassagem. siga a sinalização indicativa de permissão. Não freie bruscamente seu veículo. Mantenha a atenção ao dirigir. A quantidade desses gases depende do tipo e da quali- dade do combustível e do tipo e da regulagem do motor. óxidos de nitrogênio. viadutos e nas travessias de pedestres. ações que podem acarretar acidentes. é um problema para toda a coletividade do planeta. quando estiver dirigindo em vias com duplo sentido de direção e pista única. conhecidos como “horários de pico”. praças esportivas. A presença desses gases na atmosfera não é só um problema para cada uma das pessoas. .22 Manual Básico de Segurança no Trânsito Outras regras gerais e importantes Antes de colocar seu veículo em movimento. uma vez freado. exceto se houver sinalização que o permita. o trânsito fluir e vagar um espaço no trecho de via à frente. Uma boa distância permite que Você tenha tempo de reagir e acionar os freios diante de uma situação de emergência e haja tempo também para que o veículo. Nas rodovias sem acostamento. desde que a parada não venha a interromper o fluxo de veículos ou a locomoção de pedestres. mesmo em vias com tráfego denso e com baixa velocidade. como “shopping centers”. Numa rodovia. quanto melhor regulado estiver seu veículo. Aguarde. pedestres e ciclistas. para fazer uma conversão à esquerda ou um retorno. supermercados. sobretudo em polos geradores de tráfego. Respeito ao Meio Ambiente e Convívio Social Poluição veicular e sonora A poluição do ar nas cidades é hoje uma das mais graves ameaças à qualidade de vida. bloqueando a passagem de outros veículos. Os gases que saem do escapamento contêm monóxido de carbono. Isso. dirigindo-o com atenção e com os cuidados indispensáveis à segurança do trânsito. aguarde uma oportunidade segura no acostamento. São os horários de entrada e saída de traba- lhadores e acesso a escolas. Não ultrapasse veículos em pontes. tendo em conta a possibilidade da travessia de pedestres fora da faixa e a aproximação excessiva de outros veículos. Não pare seu veículo nos cruzamentos. melhor dizendo. Nem mesmo se Você estiver na via preferencial e com o semáforo verde para Você. Dê preferência de passagem aos veículos que se deslocam sobre trilhos. óxidos de enxofre e material particulado (fumaça preta). sistema de iluminação e buzina. Você deve parar apenas durante o tempo suficiente para o embarque ou desembarque de passageiros. além de observar se o combustível é suficiente para chegar ao local de destino. verifique as condições de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório. hidrocarbonetos. Essas situações ocorrem em horários preestabelecidos. observando atentamente o movimento de veículos. domínio de seu veículo. Reduza a velocidade quando for ultrapassar um veículo de transporte coletivo (ônibus) que esteja parado efetuando embarque ou desembarque de passageiros. menor será a poluição. O embarque e o desembarque devem ocorrer sempre do lado da calçada. antes do cruzamento. e também nos trechos em curvas e em aclives. exceto por razões de segurança. Em locais onde o estacionamento é proibido. pare antes de colidir. a todo momento. respeitadas as normas de circulação. Quanto melhor é a queima do combustível ou. Tenha. etc. Mantenha uma distância segura do veículo à frente. Os principais causadores da poluição do ar são os veículos automotores.

acelerações bruscas e freadas excessivas. Você e o meio ambiente A sujeira jogada na via pública ou nas margens das rodovias estimula a proliferação de insetos e de roedores. sociedade! XX Não acelere quando o veículo estiver em ponto morto ou parado no trânsito. O dióxido de enxofre. XX O espaço público é de todos. no nariz. Não jogue entulho nas vias e suas margens. catarro e danos irreversíveis aos pulmões e também pode ser fatal. que é composta por partículas sólidas e líquidas. A fuligem. produtos da queima incompleta dos combustíveis (álcool.Manual Básico de Segurança no Trânsito 23 O monóxido de carbono não tem cheiro. para a qual todos devem contribuir. perda de concentração. sujam os espaços públicos ou que também podem causar riscos para o trânsito. Preservar o XX Troque de marcha na rotação correta do motor. provocam irritação nos olhos. como latas e garrafas plásticas. irritação de nariz e garganta e facilitar a propagação de infecções gripais. faça sua parte mantendo-o limpo e conservado. Por isso: XX Não jogue lixo na via. levam muito tempo para ser absorvidos pela natureza. conservação e limpeza do veículo em local próprio. fica suspensa na atmosfera e pode atingir o pulmão das pessoas e agravar quadros alérgicos de asma e bronquite. presente na combustão do diesel. XX Calibre periodicamente os pneus. Custa muito caro para a sociedade manter limpos os espaços públicos e recuperar a natureza afetada. provoca coriza. XX Faça a manutenção. vertigens. perda da capacidade auditiva. nos terrenos baldios ou na vegetação à margem das rodovias. de toda a XX Desligue o motor numa parada prolongada. Não derrame óleo ou descarte materiais na via e nos espaços públicos. Os principais são distúrbios do sono. sendo difícil sua identificação pelas pessoas. gasolina ou diesel). aumento do batimento cardíaco e alergias. são responsáveis pelo aumento da incidência de câncer no pulmão. o que favorece a transmissão de doenças contagiosas. Alguns procedimentos contribuem para reduzir a poluição atmosférica e a poluição sonora. XX Faça a manutenção periódica do equipamento destinado a reduzir os poluentes — catalisador (nos veículos em que é previsto). Preservar o meio ambiente é uma necessidade de toda a sociedade. na pele e no aparelho respiratório. distúrbios digestivos. A poluição sonora provoca muitos efeitos negativos. XX Não carregue excesso de peso. Os hidrocarbonetos. surdez. alterações no sistema nervoso central e pode ser fatal. XX Ao observar situações que agridem a natureza. meio ambiente é um dever XX Evite reduções constantes de marcha. estresse. São eles: XX Regule e faça a manutenção periódica do motor. Outros materiais jogados no meio ambiente. XX Entulhos devem ser transportados para locais próprios. em ambientes fechados. solicite ou colabore com sua remoção e limpeza. dores de cabeça. XX Mantenha o escapamento e o silencioso em boas condições. em doses altas. . nem gosto e é incolor. em altas doses. Mas é extremamente tóxico e causa tonturas.

.br. tiras reflexivas. Use todos os equipamentos de segurança: capacete. Muitos deles atravessam fora da faixa. ! Este texto está disponível no site www. mais seguro! Igualdade de direitos É a possibilidade de exercer a cidadania plenamente por meio da equidade. da nç Ro ura 3. Evite os pontos cegos. a necessidade de considerar as diferenças das pessoas para garantir a igualdade. Ande sempre com os faróis ligados. botas. isto é.gov. Facilite as ultrapassagens. ca 7. luvas. a saber: à pessoa e a convivência Dignidade da pessoa humana solidária tornam Princípio universal do qual derivam os Direitos Humanos e os valores e atitudes fundamentais para o convívio o trânsito social democrático. existem alguns princípios que devem ser a base das nossas relações no trânsito. roupas de couro. br S 5. so s de 2 6. Cuidado com os pedestres. Não abuse da confiança. Di 8. Use adesivos refletivos no capacete. Faça sua parte. JAMAIS DISCUTA NO TRÂNSITO OU ACEITE PROVOCAÇÕES. 1. Corresponsabilidade pela vida social Valorizar comportamentos necessários à segurança no trânsito e à efetivação do direito de mobilidade a todos os cidadãos. 2. sobretudo em pistas rápidas. Proteja-se. e eg 4. As linhas com cerol possuem uma enorme capaci- dade cortante e é a causa de muitos acidentes graves que podem levar à morte ou deixar sequelas terríveis em suas vítimas. Tome cuidado com as linhas de pipa. Tanto o Governo quanto a população têm sua parcela de contribuição para um trânsito melhor e mais seguro. falamos sobre o relacionamento das pessoas no trânsito. 9. etc.denatran. Participação É o princípio que fundamenta a mobilização das pessoas para se organizarem em torno dos problemas do trânsito e suas con- sequências para a sociedade. use alguma peça de roupa mais clara. item Material Educativo. Mantenha-se à direita. Evite pilotar sob chuva ou condições de pista escorregadia. Para melhorar o convívio O respeito e a qualidade de vida. pois podem estar com “cerol”. de modo s a a permitir melhor visualização do conjunto.Evite a proximidade de veículos pesados. Mantenha-se visível em relação aos outros veículos. Pilote conservadoramente. Se possível.24 Manual Básico de Segurança no Trânsito Você e a relação com o outro Na introdução deste capítulo. fundamentando a solidariedade. sobretudo quando o trânsito estiver parado.

XX Constrangimentos legais. “esperto”. harmonioso.Manual Básico de Segurança no Trânsito 25 Noções de Primeiros Socorros no Trânsito 5 Introdução Educando com valores O trânsito é feito pelas pessoas. é necessário ter equidade. muitas vezes irreparáveis. o princípio da corresponsabilidade pela vida social. O primeiro deles é a dignidade da pessoa humana. Finalmente. dançando. quatro princípios são importantes para o relacionamento e a convivência social no trânsito. expressam as contradições e conflitos entre os segmentos sociais e mesmo entre os papéis que cada pessoa desempenha. à efetivação do direito de mobili- dade em favor de todos os cidadãos e a exigir dos governantes ações de melhoria dos espaços públicos. por sua vez. que podem exigir o pagamento de indenizações e ainda a prisão dos responsáveis. Mas Você pode ajudar a evitá-los e colaborar para diminuir: XX O sofrimento de muitas pessoas. seguro e justo. por exemplo. na construção de milhares de casas populares para melhorar a vida de muitos brasileiros. Mudar comportamentos para uma vida coletiva com qualidade e respeito exige uma tomada de consciência das questões em jogo no convívio social. portanto. Todos têm a possibilidade de exercer a cidadania plenamente e. quando consertamos alguma coisa em casa. ou quando uma pessoa não consegue visualizar o perigo. praticando um esporte ou mesmo transitando pelas ruas da cidade. O segundo princípio é a igualdade de direitos. Riscos. por perda de renda e afastamento do trabalho. Nem é preciso dizer que eles são sempre ruins para todos. como nas outras atividades humanas. do qual derivam os Direitos Humanos e os valores e atitudes fundamentais para o convívio social democrático. atitude necessária à promoção da justiça. para isso. . brincando. Mas são insustentáveis do ponto de vista das necessidades da vida coletiva. Os acidentes de trânsito resultam em danos aos veículos e suas cargas e geram lesões em pessoas. Comportamentos expressam princípios e valores que a sociedade constrói e referenda e que cada pessoa toma para si e leva para o trânsito. 1999) – NE. fundamenta a solidariedade. Custa caro para a sociedade brasileira pagar os prejuízos dos acidentes: são estimados em R$ 10 bilhões/ano. (1) Lesão que permanece depois de encerrada a evolução de uma doença ou traumatismo (Novo Aurélio. aumentam as chances de acontecer um acidente. como o respeito mútuo e o repúdio às discriminações de qualquer espécie. isto é. E. perigos e acidentes Em tudo o que fazemos há uma dose de risco: seja no trabalho. na convivência no trânsito. Ser “veloz”. “levar vantagem” ou “ter o automóvel como status” são valores presentes em parte da sociedade. Um outro é o da participação. que fundamenta a mobilização da sociedade para organizar-se em torno dos problemas do trânsito e de suas consequências. que diz respeito à formação de atitudes e a aprender a valorizar comportamentos necessários à segurança no trânsito. valor esse que poderia ser aproveitado. É preciso mudar. causado por mortes e ferimentos. da saúde e do direito de todos. XX Prejuízos financeiros. por sua vez. É a escolha dos princípios e dos valores que irá levar a um trânsito mais humano. por inquéritos policiais e processos judiciais. a necessidade de considerar as diferenças das pessoas para garantir a igualdade que. inclusive com sequelas1 físicas e/ou mentais. Quando uma situação de risco não é percebida. Os valores.

Mas. Caso esses aprendizados sejam de seu interesse. neste capítulo. da saúde e do meio ambiente” da Política Nacional de Trânsito. imobilizações. não é? As técnicas de Primeiros Socorros têm sido divulgadas para toda a sociedade. Por isso. por mais que se aparelhem hospitais e pronto-socorros. ou se criem os Serviços de Resgate e SAMUs (Serviços de Atendimento Móvel de Urgência). . Nesse tempo. O que são Primeiros Socorros? Primeiros Socorros são as primeiras providências tomadas no local do acidente. este capítulo traz informações básicas que Você deve conhecer para atuar com segurança caso ocorra um acidente. procure uma dessas entidades. E não há nada no mundo que valha mais que isso. Acidentes de trânsito podem acontecer com todos. todos os motoristas terão que saber os procedimentos básicos no caso de um acidente de trânsito. Nessa hora duas coisas são importantes nessas pessoas: 1. Mas. por que é importante saber fazer algo pela vítima de um acidente de trânsito? Dirigir faz parte da sua vida. riscos a sua vida e a de outras pessoas. elas podem salvar vidas. Mas cada vez que Você entra num veículo surgem riscos de acidentes. dado por entidades credenciadas. deixando milhares de vítimas. XX Acionar corretamente um serviço de emergência local. Cada vez se investe mais na prevenção e no atendimento às vítimas. aumentando bastante as chances de uma melhor recuperação das vítimas. O espírito de solidariedade. nesses minutos. São conceitos e técnicas fáceis de aprender que. Mas poucos sabem como agir na hora que eles acontecem. e dispõe de um espaço para Você anotar informações que podem ser úteis por ocasião de um acidente. entre outros procedimentos. até a chegada de um socorro profissional. Para isso. Quais são essas providências? XX Uma rápida avaliação da vítima. São muitos os acidentes de trânsito que acontecem todos os dias. sempre vai haver um tempo até a chegada do atendimento profissional. as únicas pessoas presentes são as que foram envolvidas no acidente e as que passam pelo local. podem impedir que um acidente tenha maiores consequências. às vezes com lesões irreversíveis e muitas mortes. em todas as partes do mundo. Leve as técnicas a sério. atenção: não é objetivo deste capítulo ensinar primeiros socorros que necessitem de treinamento. Medidas de socorro. como SAMU e Resgate. muita coisa pode acontecer. como respiração boca a boca. Informações básicas sobre o que fazer e o que não fazer nas situações de acidente. E. para a renovação da Carteira Nacional de Habilitação. pessoas feridas. XX Aliviar as condições que ameacem a vida ou que possam agravar o quadro da vítima. massagens cardíacas. Simples. Importância das Noções de Primeiros Socorros Se existem os Serviços Profissionais de Socorro.26 Manual Básico de Segurança no Trânsito Por isso. E agora uma parte delas está disponível para Você. unidos à vontade e à decisão de ajudar. ele foi escrito de forma simples e direta. é fundamental a capacitação dos motoristas para o comportamento seguro no trânsito. atendendo à diretriz da “preser- vação da vida. 2. É o atendimento inicial e temporário. exigem treina- mento específico. Assim. com a utilização de técnicas simples.

algumas vezes. . Veja se Você sofreu ferimentos. Por isso. 2. os primeiros socorros podem evitar que as consequências do acidente sejam ampliadas. ou mesmo se Você estiver ferido. Um veículo que está se incendiando. XX Você precisa identificar os riscos para definir as ações. parar para pedir socorro e voltar depois para completar a segurança do local. Garantir a segurança. Mas. Realizar algumas ações com as vítimas. Só que cada pessoa reage de forma diferente. etc. ter sempre em mente a sequência delas. é fundamental que. Suas ações também vão ser diferentes caso haja outras pessoas iniciando os socorros. Com calma. reorganize os pensamentos e se mantenha calmo. um local perigoso (uma curva. por isso. o pânico no caso de vítimas. Verificar a situação das vítimas. Conforte os ocupantes do seu veículo. E como controlar a situação? Alguém já tomou a iniciativa e está à frente das ações? Ótimo! Ofereça-se para ajudar. mas tenha sempre em sua mente que: XX A ação inicial define todo o desenvolvimento do atendimento. mal-pensadas. 3. Tudo colabora para que as nossas reações sejam intempestivas. Pare e pense! Não faça nada por instinto ou por impulso. Se não houver ninguém mais capacitado. 2. começar a garantir a segurança sinalizando o local. Você pode. 5. 3. Você recobre rapidamente a lucidez. como é que se faz para ficar calmo após um acidente? Num intervalo de segundos a poucos minutos. O importante agora é fixá-las.Manual Básico de Segurança no Trânsito 27 A Sequência das Ações de Socorro O que devo fazer primeiro? E depois? É claro que cada acidente é diferente do outro. solidariedade nunca é demais. 6. pois ações desesperadas normalmente acabam agravando a situação. policial ou outro profissional acostumado a lidar com esse tipo de emergência. etc. 6. é fundamental que Você siga o seguinte roteiro: 1. antes de agir. 5. Você precisa dela para controlar a situação e agir. Mantenha a calma. Avalie a gravidade geral do acidente. verifique se entre as pessoas presentes há algum médico. bombeiro.. Como Manter a Calma e Controlar a Situação? Como Pedir Socorro? Vamos manter a calma? Você já viu que manter a calma é a primeira atitude a tomar no caso de um acidente. Mas a sequência das ações a serem realizadas vai sempre ser a mesma: 1. por exemplo. tudo isso interfere na forma do socorro. por exemplo). 4. Pedir socorro. Controlar a situação. Você vai identificar o que é preciso fazer primeiro. 4. Se ninguém ainda tomou a frente. Cada uma dessas ações é detalhada nos próximos itens. Respire profundamente. Mas tenha cuidado. e é claro que é muito difícil ter atitudes racionais e coerentes nessa situação: o susto. as perdas materiais. vítimas presas nas ferragens. Manter a calma. Com calma e bom senso. E também saber que uma ação pode ser iniciada sem que a anterior tenha sido terminada. E. a raiva pelo ocorrido. a presença de cargas tóxicas. só se pode falar na melhor forma de socorro quando se sabe quais são as suas características. assuma o controle e comece as ações.

SERVIÇOS E QUANDO ACIONAR TELEFONES Resgate do Vítimas presas nas ferragens. São serviços gratuitos. números de telefone padronizados em todo o Brasil. o de outra pessoa. Esse pode ser o seu caso. No próprio local. nos locais mais afastados do XX Peça ajuda aos outros envolvidos no acidente e aos que acidente. fazem uma triagem prévia e enviam equipes treinadas em ambulâncias equipadas. vazamento de substâncias. o mais rápido possível. XX Distribua tarefas às pessoas ou forme equipes para executar XX Trabalhe muito. XX Passe as tarefas mais simples. Hoje. O Resgate pode acionar outros serviços quando 193 existirem e se houver necessidade. Corpo de Qualquer perigo identificado como fogo. Procure saber se existe e como funciona o SAMU em sua região. Solicite um. podemos contar com serviços de atendimento a emergências. em grande parte do Brasil. gases. . muros caídos. elogiando e agradecendo cada ação rea- XX Não perca tempo discutindo. Bombeiros combustíveis ou ainda locais instáveis como ribanceiras. mas numa emergência Você poderá ter que tomar a frente. líquidos. serem transferidos a hospitais. em seguida. após uma primeira avaliação. lizada. em muitos casos. às pessoas que estejam mais desequilibradas ou estiverem próximos. O SAMU pode acionar o serviço de Resgate ou outros. os telefones dos acostamentos das rodovias. os SAMUs. Em algumas regiões do País. SAMU – Serviço Qualquer tipo de acidente. fumaça. faíscas. diminuindo o impacto do acidente: XX Mostre decisão e firmeza nas suas ações. Siga as recomendações adiante.28 Manual Básico de Segurança no Trânsito Nem toda pessoa está preparada para assumir a liderança após um acidente. os telefones públicos ou peça para alguém que esteja passando pelo local que vá a um telefone ou a um posto rodoviário acionar rapidamente o socorro. é utilizado prioritariamente para qualquer emergência em via pública. que têm. de Atendimento Mal súbito em via pública ou rodovia. Pode ser acionado também para socorrer pessoas que passam mal dentro dos veículos. as tarefas. Procure saber se existe e como funciona o Resgate em sua região. O SAMU foi idealizado para atender a qualquer tipo de emergência Móvel de Urgência relacionado à saúde. A seguir estão listados os telefones de emergência mais comuns. os atendimentos das próprias rodovias ou outros tipos de socorro recebem chamados por telefone. para que todos trabalhem de forma organizada e eficiente. Em outras. ligado aos Corpos de Bombeiros. Use o seu celular. o Resgate-193 é utilizado para todo tipo de emergência relacionado à saúde. os feridos são atendidos emergencialmente para. incluindo acidentes de trânsito. contestadoras. etc. O chamado Resgate. não fique só dando ordens. se houver 192 necessidade. XX Motive todos. Como acionar o Socorro? Quanto mais cedo chegar um socorro profissional. melhor para as vítimas de um acidente. valas.

Você tem um espaço.). colisão. Muitas vezes não têm res- existentes na ponsabilidade de dar atendimento. XX Número aproximado de vítimas envolvidas. Você pode melhorar o Socorro. Estadual. À medida do possível. os atendentes do chamado de socorro vão fazer algumas perguntas a Você. do serviço de uma concessionária ou do serviço público próprio. tenha respostas para as seguintes perguntas: XX Tipo do acidente (carro. etc. XX Gravidade aparente do acidente. Pode ser Federal ou da Polícia Rodoviária Federal. comunidade de empresas. mudam de uma rodovia a outra. Serviços dos Não confie na memória. Além desses números listados anteriormente. Nesses telefones é só retirar o fone do gancho. Anote o número da emergência logo que entrar na estrada. Seus telefones Federais ou geralmente iniciam com 0800. municípios Procure saber como acionar o atendimento nas rodovias que Você utiliza. XX Ônibus ou caminhões envolvidos. Regrinha eficiente para quem utiliza celular é deixar registrado no aparelho. XX Nome da rua e número próximo. geralmente (mas nem sempre) Atendimento ao dispostos a cada quilômetro. o número da emergência. lida com riscos potenciais e realiza atendimento às vítimas. procure saber ou pensar antecipadamente como conseguir auxílio caso venha a sofrer um acidente. nunca se sabe quando eles vão ser necessários. Mantenha sempre atualizado o número dos telefones das rodovias que Você Estaduais utiliza.Manual Básico de Segurança no Trânsito 29 Rodovias Sempre que ocorrer qualquer emergência nas rodovias. ao chamar o socorro. Serviços O Serviço de Atendimento ao Usuário-SAU é obrigatório nas rodovias administradas por concessionárias. para anotar todos os telefones que podem ser importantes para Você numa emergência. mais próximos Outros recursos Algumas localidades ou regiões possuem serviços distintos dos citados acima. São perguntas para orientar a equipe. Podem ser ambulâncias de hospitais. atropelamento. podem ser os únicos recursos disponíveis. Estadual Esses serviços não possuem um número único de telefone. Rodoviários Executa procedimentos de resgate. de grupos particulares ou ainda voluntários que. . Polícia Rodoviária Todas as rodovias devem divulgar o número do telefone a ser chamado em caso de emergência. motocicleta. informações que vão ajudar a prestar o socorro mais adequado e eficiente. XX Pessoas presas nas ferragens. pelo telefone Mesmo com toda a urgência de atender ao acidente. Se Você circula habitualmente por áreas que não contam com nenhum serviço de socorro. de serviços privados. XX Vazamento de combustível ou produtos químicos. Serviço de Muitas rodovias dispõem de telefones de emergência nos acostamentos. aguardar o atendimento e Usuário – SAU prestar as informações solicitadas pelo atendente. pronto para ser usado. na última página deste capítulo. mas o fazem. Anote já. acionados por telefones específicos.

o congestionamento. outra sinaliza o local e assim por diante. Nem é preciso dizer que a sinalização deve ser feita antes da visualização nos dois sentidos (ida e volta). as vias livres para o tráfego fluir. ganha-se tempo para o atendimento. dentro do possível. indicando quando houver desvio de direção. que deverão completar a sinalização e os desvios. deve sempre ser mantida uma via segura para os veículos passarem. Assim.30 Manual Básico de Segurança no Trânsito A Sinalização do Local e a Segurança Como sinalizar? Como garantir a segurança de todos? Você já leu que as diversas ações num acidente de trânsito podem ser feitas por mais de uma pessoa. não se esqueça de que a sinalização deve começar antes do local do acidente ser visível. não se esqueça que. vai dar tempo para reduzir a velocidade. É necessário que todo o trecho. Então. Enquanto uma pessoa telefona. diminuindo a marcha ou até parando. alguém deve ficar sinalizando no local do acidente. . ao surgir repentinamente. Assim. seja demarcado. Se isso não puder ser feito de forma completa. apesar do afunilamento provocado pelo acidente. tome as seguintes providências: XX Mantenha. esteja certo de que situações de perigo vão ocorrer (novos acidentes ou atropelamentos). Além disso. do início da sinalização até o acidente. Algumas regras são fundamentais para Você fazer a sinalização do acidente:  Inicie a sinalização em um ponto em que os motoristas ainda não possam ver o acidente Não adianta ver o acidente quando já não há tempo suficiente para parar ou diminuir a velocidade. A importância de sinalizar o local Os acidentes acontecem nas ruas e estradas. Por isso.  Sinalize no local do acidente Ao passarem pelo acidente. isto é.  Mantenha o tráfego fluindo Outro objetivo importante na sinalização é manter a fluidez do tráfego. concentrar a atenção e desviar. pode provocar novas colisões. XX Não permita que curiosos parem na via destinada ao tráfego. com veículos ou obstáculos na pista. com o trânsito parado. Faça isso por duas razões: se ocorrer uma parada no tráfego. nos casos em que o acidente interferir no tráfego das duas mãos de direção. Para manter o tráfego fluindo. todos ficam curiosos e querem ver o que ocorreu. se Você demorar muito ou não sinalizar o local de forma adequada. ao mesmo tempo. as viaturas de socorro vão demorar mais a chegar. impedindo ou dificultando a passagem normal dos outros veículos. para manter o tráfego fluindo e garantir a segurança. é preciso alertar os motoristas antes que eles percebam o acidente. faça o melhor que puder. fazer a sinalização e garantir a segurança no local. Para evitar isso. aguardando as equipes de socorro. XX Coloque pessoas ao longo do trecho sinalizado para cuidarem da fluidez.  Demarque todo o desvio do tráfego até o acidente Não é só a sinalização que deve se iniciar bem antes do acidente. No caso de vias de fluxo rápido.

transformando-se em verdadeira armadilha para os passantes e outros motoristas. é melhor falar em passos. XX As pessoas devem ficar na lateral da pista. já que ele é um dos itens obrigatórios de todos os veículos. de longe. é necessário tomar alguns cuidados: XX Suas roupas devem ser coloridas e contrastar com o terreno. pisca-alerta e faróis dos veículos devem sempre ser utilizados. As distâncias para o início da sinalização são calculadas com base no espaço necessário para o veículo parar após iniciar a frenagem. Outros itens que forem encontrados nas imediações também podem ser usados. pelos motoristas. XX Prestar muita atenção e estar sempre preparadas para o caso de surgir algum veículo desgovernado. plásticos. quanto maior a velocidade. porém é sempre arriscado. mais o tempo de reação do motorista. que podem ser medidos em qualquer situação. como galhos de árvore. onde o número de passos longos corresponde à velocidade máxima permitida no local. a sinalização deve ser feita com materiais luminosos. pedaços de madeira. Ao se colocar pessoas na sinalização. pedaços de tecido. . XX Devem ficar o tempo todo agitando um pano colorido para alertar os motoristas. a recomendação é seguir a tabela abaixo. Onde deve ficar o início da sinalização? Como Você já viu. sempre de frente para o fluxo dos veículos. na hora do acidente. mas. À noite ou sob neblina. Cada passo bem longo (ou largo) de um adulto corresponde a aproximadamente um metro. O importante é lembrar que tudo o que for usado para sinalização deve ser de fácil visualização e não pode oferecer risco. Elas têm que ser vistas. Assim. pois com a chegada das viaturas de socorro os triângulos poderão ser substituídos por equipamentos mais adequados e devolvidos a seus donos. Você provavelmente terá apenas o triângulo de segurança à mão. a sinalização deve ser iniciada para ser visível aos motoristas de outros veículos antes que eles vejam o acidente. Não adianta falar em metros. cavaletes de obra. etc. XX As pessoas nunca devem ficar logo depois de uma curva ou em outro local perigoso. Use o seu triângulo e os dos motoristas que estiverem no local. O emprego de pessoas sinalizando é bastante eficiente.Manual Básico de Segurança no Trânsito 31 Que materiais podem ser utilizados na sinalização? Existem muitos materiais fabricados especialmente para sinalização. maior deve ser a distância para iniciar a sinalização. Lanternas. latas. Na prática. Não se preocupe.

existem casos nas quais as distâncias devem ser dobradas. Garantam que as vítimas não terão suas lesões agravadas por uma demora no socorro ou uma remoção mal feita. além de aumentar a distância. sinalizar o acidente e assumir o controle da situação). Como identificar riscos para garantir mais segurança? O maior objetivo deste capítulo é dar orientações para que. numa situação de acidente. além das providências já vistas (como acionar o Socorro. Evitem agravamento do acidente. sob chuva. Se não puder. Sempre. fumaça. Caminhe até o final da curva e então reco- mece a contar a partir do zero. . Você deve também observar os itens complementares de segurança. como curvas e lombadas. a sinalização deve ser feita com materiais luminosos. atropelamentos ou incêndios. é preciso evitar os riscos que surgem em cada acidente. fumaça. neblina.32 Manual Básico de Segurança no Trânsito Distância do acidente para início da sinalização Velocidade máxima Distância para início da sinalização Distância para início da sinalização Via permitida (pista seca) (sob chuva. à noite) Vias locais 40 km/h 40 passos longos 80 passos longos Avenidas 60 km/h 60 passos longos 120 passos longos Vias de fluxo rápido 80 km/h 80 passos longos 160 passos longos Rodovias 100 km/h 100 passos longos 200 passos longos Não se esqueça que os passos devem ser longos e dados por um adulto. Faça a mesma coisa quando o acidente ocorrer no topo de uma elevação. sem visibilidade para os veículos que estão subindo. À noite. peça a outra pessoa para medir a distância. neblina. 2. Há ainda outros casos que comprometem a visibilidade do acidente. Como se vê na tabela acima. tendo em mente as seguintes questões: XX Eu estou seguro? XX Minha família e os passageiros de meu veículo estão seguros? XX As vítimas estão seguras? XX Outras pessoas podem se ferir? XX O acidente pode tomar maiores proporções? Para isso. Veja como proceder nesses casos:  Curvas e lombadas Quando Você estiver contando os passos e encontrar uma curva. pare a contagem. tais como novas colisões. Você possa tomar providências que: 1. agindo rapidamente para evitá-los. como à noite.

XX Vazamento de produtos perigosos. 1. assim que expirar a validade do cilindro (Resolução no 157. Verifique também como é que se faz para tirá-lo. destinado a apagar fogo em combustível e em sistemas elétricos. Novas colisões Você já viu como sinalizar adequadamente o local do acidente. Faça isso. desligue o motor do veículo acidentado. Saiba sempre onde ele está em seu veículo. O extintor BC deverá ser substituído pelo ABC.Manual Básico de Segurança no Trânsito 33 Quais são os riscos mais comuns e quais são os cuidados iniciais? É só acontecer um acidente que podem ocorrer várias situações de risco. seu lugar é próximo ao motorista para facilitar a utilização. Contran*). que também apaga o fogo em componentes de tapeçaria. O extintor nunca deve ser guardado no porta-malas ou em outro lugar de difícil acesso. Oriente para que curiosos não parem na área de fluxo e que pedestres não fiquem caminhando na via. Incêndio Sempre existe o risco de incêndio. XX Oriente para que não fumem no local. 3. XX Incêndio. XX Explosão. bancos e carroçaria. XX Óleo e obstáculos na pista. próximo aos pedais. sempre solicitando auxílio e distribuindo tarefas entre as pessoas que querem ajudar. Mantenha sempre seu extintor carregado e com a pressão adequada. a uma distância segura do local de risco. a uma distância segura do local de risco. e o ABC. até a chegada do socorro. peça aos outros motoristas que deixem seus extintores prontos para uso. Há dois tipos de extintor para uso em veículo: o BC. Dependendo do veículo. Porém. nunca é demais usar simultaneamente mais de um procedimento. Atropelamentos Adote as mesmas providências empregadas para evitar novas colisões. XX Se for fácil e seguro. mesmo que precisem ser orientadas para isso. Por isso. XX Doenças infectocontagiosas. As principais são: XX Novas colisões. Nesses casos é importante adotar os seguintes procedimentos: XX Afaste os curiosos. E ele aumenta bastante quando ocorre vazamento de combustível. XX Se houver risco elevado de incêndio. na lateral. imprevistos acontecem. 2. XX Atropelamentos. sob as pernas do motorista. principalmente com vítimas presas nas ferragens. Seguindo as instruções. XX Cabos de eletricidade. na lateral do banco ou sob o painel do lado do passageiro. Isole o local do acidente e evite a presença de curiosos. não deixe para ver isso numa emergência. fica bem reduzida a possibilidade de novas colisões. Normalmente. Verifique o tipo do extintor e a validade do cilindro. . painéis. Mantenha o fluxo de veículos na pista livre. Localize o extintor e assinale sua posição no espaço reservado no final deste capítulo. aumentando ainda mais a segurança. XX Pegue o extintor de seu veículo e deixe-o pronto para uso. ele pode estar fixado no banco. a partir de 2005.

Limpeza da pista Encerrado o atendimento e não havendo equipes especializadas no local. XX Faça movimentos em forma de leque. Vazamento de produtos perigosos Interdite totalmente a pista e evacue a área. 7. Faça a sinalização como foi descrito. pode evitar mais riscos no local. Evite qualquer contato com o sangue ou secreções das vítimas. Jamais tenha contato com esses cabos. as doenças infectocontagiosas são uma realidade. Óleo e obstáculos na pista Os fragmentos dos veículos acidentados devem ser removidos da pista onde haja trânsito de veículos. 8. em chamas. na pista ou mesmo sobre os veículos. Explosão Se o acidente envolver algum caminhão de combustível. as pessoas podem ser eletrocutadas ao tocar o solo. quando veículos que transportam produtos perigosos estiverem envolvidos no acidente e existir algum vazamento. que esteja vazando ou já em chamas. mesmo que ache que eles não estão energizados. jogue terra ou areia sobre o óleo derramado. Tenha sempre no veículo um par de luvas de borracha para tais situações. Alguns desses cabos são de alta voltagem. a via deve ser totalmente interditada. siga as seguintes instruções: XX Mantenha o extintor em pé. retire da pista a sinalização de advertência do acidente e outros objetos que possam representar riscos ao trânsito de veículos. Se possível. Para usar seu extintor. Para um melhor resulta- do fogo. 4. desde que os pneus estejam intactos e não haja nenhum contato com o chão. afaste o cabo. é muito comum que cabos elétricos se rompam e fiquem energizados. conforme as distâncias recomendadas. e todo o local evacuado. e podem causar mortes. 6. empregue grandes quantidades de produto. num movi- mento brusco. pelas equipes de socorro. na posição vertical. Isso já não ocorre se permanecerem no interior do veículo. Mesmo não havendo esses riscos. No interior dos veículos as pessoas estão seguras. se possível com o uso de vários extintores ao mesmo tempo. Outro risco é do cabo chicotear próximo a um vazamento de combustível. use um cano longo de plástico ou uma madeira seca e. cobrindo toda a área XX Quebre o lacre e acione o gatilho. Cabos de eletricidade Nas colisões com postes. mas se Você tiver segurança para se adiantar. Doenças infectocontagiosas Hoje. gás ou outro material inflamável. Podem ser luvas de procedimentos usadas pelos profissionais ou simples luvas de borracha de uso doméstico.34 Manual Básico de Segurança no Trânsito Troque a carga ou substitua conforme a regulamentação de trânsito e também sempre que o ponteiro do medidor de pressão estiver na área vermelha. que está isolado pelos pneus. não mexa nos cabos. E nunca imagine que o cabo já está desligado. Caso exista qualquer dos riscos citados ou alguém eletrocutado. . Não faça isso com bambu. Se o cabo estiver sobre o veículo. pois a faísca produzida pode causar um incêndio. 9. Normalmente isso é feito depois. apenas isole o local e afaste os curiosos. do. XX Dirija o jato para a base das chamas. metal ou madeira molhada. 5. e não para o meio XX Não jogue o conteúdo aos poucos.

Seja solidário e permaneça junto à vítima em um local onde ela possa ver Você.Manual Básico de Segurança no Trânsito 35 Iniciando o Socorro às Vítimas O que é possível fazer? As limitações no atendimento às vítimas Você não é um profissional de resgate e por isso deve se limitar a fazer o mínimo necessário em favor da vítima até a chegada do socorro. Você. mas se a situação colocar Você em risco. Ao iniciar seu contato com a vítima. mesmo com toda a boa-vontade. ela pode ser movi- mentada se não estiver respirando. fale com a vítima sem abrir a porta. Se a janela estiver aberta. Tente a ajuda de familiares ou conhe- cidos dela. caso necessário. afaste-se. não permitindo acesso ou auxílio. mas a ajuda de alguém com treinamento prático é necessária. . Impedindo movimentos da cabeça É procedimento importante e fácil de ser aplicado. faça tudo sempre com base em quatro atitudes: informe. Se for abrir a porta. ela vai ser mais receptiva a seus cuidados. Se a vítima estiver de bruços ou de lado. Você deve soltá-lo. respondendo às perguntas com calma e de forma apaziguadora. vão existir algumas situações em que o socorro. com certeza. Se estiver de bruços e respirando. Você pode pedir a algum ocupante do veículo para destravar as portas. antes de o socorro chegar. Se a vítima estiver sentada no carro. Fazendo contato com a vítima Depois de garantido pelo menos o básico em segurança e feita a solicitação do socorro. faça-o com muito cuidado para não movimentar a vítima. Algumas vítimas de acidente podem tornar-se agressivas. Informe à vítima o que Você está fazendo para ajudá-la e. Como na situação anterior. Infelizmente. Mesmo nessas situações difíceis. Em geral ela só deve ser virada se não estiver respirando. se houver algum. sustente a cabeça nessa posição e aguarde o socorro chegar. e só nesse caso. mantenha a cabeça na posição encontrada. sem movimentar o corpo da vítima. é o momento em que Você pode iniciar contato com a vítima. procure alguém treinado para avaliar se ela necessita ser virada e como fazê-lo. Segure a cabeça da vítima. também pode vir a enfrentar uma situação em que seja necessário mais que sua solidariedade. pressionando a região das orelhas. mesmo em vítimas de atropelamento. aceite e seja solidário. Cintos de segurança e a respiração Veja se o cinto de segurança está dificultando a respiração da vítima. mesmo chegando rapidamente e com equipamentos e profissionais treinados. ouça. Ouça e aceite suas queixas e a sua expressão de ansiedade. pouco poderá fazer pela vítima. Não minta e não dê informações que causem impacto ou estimulem a discussão sobre a culpa no acidente. Nesse caso. sem que isso coloque em risco sua segurança. não se espera que Você faça algo para o qual não está preparado ou treinado. impedindo a movimentação da cabeça.

indague entre as pessoas que estão no local se há alguém treinado e preparado para atuar nessa situação. e isso é um bom sinal. quando chegar a equipe de socorro. muitas vezes sem agasalho. é a compressão do ferimento. sol e chuva Você já deve ter ouvido que aquecer uma vítima é um procedimento que impede o agravamento de seu estado. protegê-la. Você pode necessitar de luvas para sua proteção. Algumas são simples e outras complexas. Não tire o capacete de um motociclista. Ela pode responder bem e naturalmente a suas perguntas. A mais simples. O que NÃO SE DEVE FAZER com uma vítima de acidente Não movimente. Se ela não der nenhuma resposta. Em um acidente. e também podem estar desorientadas e trau- matizadas com o acontecido. faça perguntas simples e diretas. Após o acidente ficam expostas e precisam ser protegidas do tempo. Além disso. Não dê nada para beber. Só aja em lesões e hemorragias se Você se sentir seguro para isso. mas pode estar confusa ou mesmo nada responder. tais como: — Você está bem? Qual é seu nome? O que aconteceu? Você sabe onde está? O objetivo dessas perguntas é apenas identificar a consciência da vítima. Ela também não pode ficar exposta ao sol. Naturalmente Você deve cuidar só das lesões facilmente visíveis que continuam sangrando e daquelas que podem ser cuidadas sem a movimentação da vítima. Proteção contra frio. Não faça torniquetes. que qualquer pessoa pode realizar. com gaze ou pano limpo. É verdade. utilizando qualquer peça de vestimenta disponível. Em dias frios ou chuvosos as pessoas andam com os vidros dos veículos fechados. . Controlando uma hemorragia externa São diversas as técnicas para conter uma hemorragia externa. para não se contaminar. proteja-a do sol. Por isso. da chuva e do frio. para que ela não perca o calor de seu próprio corpo. demonstrando estar inconsciente ou desmaiada. É importante que Você localize um local sem riscos e junte essas pessoas nele. que pode agravar sua situação. Escolha um local seguro para as vítimas Muitas das pessoas envolvidas no acidente já podem ter saído sozinhas do veículo. diretamente sobre ele. mesmo depois de Você chamá-la em voz alta.36 Manual Básico de Segurança no Trânsito Vítima inconsciente Ao tentar manter contato com a vítima. complemente as informações e siga as orientações que receber. ligue novamente para o serviço de socorro. mas aquecer uma vítima não é elevar sua temperatura. mas. sim. Isso irá facilitar muito o atendimento e o controle da situação. e estas só devem ser aplicadas por profissionais. a movimentação de vítima inconsciente e mesmo a identificação de uma parada respiratória ou cardíaca exigem treinamento prático específico.

Até mesmo no caso de vítimas que saem andando do acidente. ou em outro lugar seguro. levando a graves complicações. não movimente a vítima. Aguarde a equipe de socorro ou pessoas habilitadas para que eles realizem essa ação. talvez irreversíveis. A atitude será de maior risco ainda se ele estiver inconsciente. Não havendo risco imediato. A simples retirada do capacete pode movimentar intensamente a cabeça e agravar lesões existentes no pescoço ou no crânio. mas muitos são os procedimentos que podem agravar a situação da vítima. que sai do cérebro e atinge o tronco. causando paralisia dos membros ou ainda da respiração. Assim. Movimentando a vítima nessa situação. No caso dos membros fraturados. Você pode deslocar ainda mais a vértebra lesada e danificar a medula. provocando o rompimento de vasos sanguíneos ou lesões nos nervos. a movimentação pode causar agravamento das lesões internas no ponto de fratura. quase nunca é aconselhado. o que com certeza vai provocar danos muito maiores. XX Aplicar torniquetes para estancar hemorragias. tais como incêndio. Não aplique torniquetes O torniquete não deve ser realizado para estancar hemorragias externas. . desde que esteja presente algum risco incontrolável.Manual Básico de Segurança no Trânsito 37 Você só quer ajudar. mesmo assim. a movimentação de uma vítima só deve ser realizada antes da chegada de uma equipe de socorro se houver perigos imediatos. Atualmente esse procedimento é feito só por profissionais treinados e. perigo do veículo cair. em caráter de exceção. É ela que transporta todo o comando nervoso do corpo. Os mais comuns e que Você deve evitar são: XX Movimentar a vítima. ou num atropelamento. Não movimente a vítima A movimentação da vítima pode causar piora de uma lesão na coluna ou em uma fratura de braço ou perna. pode agravar muito uma lesão de coluna. A movimentação da cabeça ou do tronco da vítima que sofreu um acidente com impacto que deforma ou amassa veículos. ou seja. por onde passa a medula espinhal. XX Retirar capacetes de motociclistas. Aconselhe-as a aguardar sentadas no veículo. Não tire o capacete de um motociclista Retirar o capacete de um motociclista que se acidenta é uma ação de alto risco. é melhor que não se movimentem e aguardem o socorro chegar para uma melhor avaliação. os braços e as pernas. XX Dar algo para a vítima tomar. Num acidente pode haver uma fratura ou deslocamento de uma vértebra da coluna.

Atuar em Primeiros Socorros requer o domínio de habilidades que só podem ser adquiridas em treinamentos práticos. certamente. quando e quais materiais podem ser utilizados para imobilizar a coluna cervical (pescoço). XX Se após um acidente de trânsito Você adotar corretamente algumas ações iniciais mínimas de socorro. XX Para que Você possa auxiliar uma vítima em um acidente de trânsito. no trabalho ou no lazer. apenas para citar um exemplo. Isso. O motivo é que a ingestão de qualquer substância pode interferir de forma negativa nos procedimentos hospitalares. será transportada para um hospital. etc. . Como exceção.38 Manual Básico de Segurança no Trânsito Não dê nada para a vítima ingerir Nada deve ser dado para ingerir a uma vítima de acidente que possa ter lesões internas ou fraturas e que. nenhum treinamento em Primeiros Socorros dá a qualquer pessoa a condição de substituir comple- tamente um sistema profissional de socorro. há os casos de pessoas cardíacas que fazem uso de alguns medicamentos em situações de emergência. máscaras para realizar a respiração). São muitas as situações que podem ser aprendidas em um curso prático. por exemplo. geralmente aplicados embaixo da língua. Outras habilidades a serem desenvolvidas em treinamento são as maneiras de se utilizar os materiais (tais como talas. como a compressão torácica externa. Podem ser muitas e variadas as situações em que seu conhecimento pode levar a uma ação imediata e garantir a sobrevida de uma vítima. é importante fazer um Curso Prático de Primeiros Socorros? Um treinamento em Primeiros Socorros vai ser sempre de grande utilidade em qualquer momento de sua vida. Mesmo assim. Nem mesmo água. Mesmo assim. ou ainda a necessidade e a forma de se movimentar uma vítima. como. a abertura das vias aéreas para que a vítima respire. Resumo XX Por que um motorista deve conhecer noções de Primeiros Socorros relacionados a acidentes de trânsito? Para reduzir alguns riscos e prestar auxílio inicial em um acidente de trânsito. que vão decidir sobre a conveniência ou não. Essas diferenças implicam procedimentos distintos. e as técnicas devem ser adquiridas em treinamento sob supervisão de um instrutor qualificado. Outras técnicas de socorro são diferentes para casos de trauma e emergências sem trauma. Não os impeça de fazer uso desses medicamentos. se a vítima for submetida a cirurgia. se for rotina para eles. o estômago com água ou alimentos é fator que aumenta o risco no atendimento hospitalar. tanto em casos de acidente como em situações de emergência que não envolvem trauma ou ferimentos. conhecida como massagem cardíaca. Por exemplo. seja em casa. aguarde os profissionais. Primeiros Socorros: A importância de um curso prático Você estudou este capítulo e já sabe quais são as primeiras ações a serem tomadas num acidente. etc. Se o socorro já foi chamado. espera-se que: Os riscos de ampliação do acidente fiquem reduzidos. bandagens triangulares. como atuar em áreas com material contaminado. é necessário: Ter o espírito de solidariedade e os conhecimentos básicos sobre o que fazer e o que não fazer nessas situações.

3. 2. garantir a segurança inicial. com a utilização de dispositivos luminosos. pedir socorro. XX Em relação às condições adotadas durante o dia. SAMU . XX Qual a distância correta para iniciar a sinalização em uma rua com velocidade máxima permitida de 40 quilômetros por hora. melhorá-las ou revisá-las.Manual Básico de Segurança no Trânsito 39 XX Uma boa sequência no atendimento ou auxílio inicial em caso de acidente é: 1. em caso de acidente? 40 passos largos ou 40 metros. . recobrar a calma. XX Respirar profundamente algumas vezes. antes mesmo de que tenham visto o acidente. pode-se afirmar: Podemos passar para a ação seguinte e depois retornar para ações anteriores para completá-las. quando possível.Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Polícia Militar são: Bombeiros: 193. XX Você pode assumir a liderança das ações após um acidente automobilístico: Sentindo-se em condições. até a chegada do profissional do socorro. XX Você sabe quais as providências iniciais que devem ser tomadas em um acidente. elogiando e agradecendo cada ação bem-sucedida. XX Qual a distância correta para iniciar a sinalização em uma avenida com velocidade máxima permitida de 60 quilômetros por hora. XX Em um acidente com vítimas. mesmo parcial. SAMU: 192 e Polícia Militar: 190. a distância para sinalizar o local de um acidente à noite ou sob chuva deve ser: Dobrada. devemos manter o tráfego fluindo por vários motivos. XX Por que devemos sinalizar o local de um acidente? Para alertar os outros motoristas sobre a existência de um perigo. XX Na maioria das regiões do Brasil. o motivo mais importante é: Possibilitar a chegada mais rápida da equipe de socorro. em caso de acidente? 60 passos largos ou 60 metros. As maneiras abaixo são as mais adequadas na tentativa de assumir a liderança: Sempre motivar todos. Para a vítima. XX Considerando a sequência das ações que devem ser realizadas em um acidente antes da chegada dos profissionais de socorro. mas existe uma curva antes de completar a medida necessária. os telefones dos Bombeiros. O que Você deve fazer? Iniciar novamente a contagem a partir da curva. observar seu corpo em busca de ferimentos e confortar os ocupantes do seu veículo são providências que devem ser tomadas para: Recobrar a calma. XX Você está medindo a distância para sinalizar o local de um acidente.

XX Qual é o procedimento inicial mais adequado.40 Manual Básico de Segurança no Trânsito XX Ao utilizar o extintor de incêndio de um veículo. XX Em que situação e como Você deve soltar o cinto de segurança de uma vítima que sofreu um acidente? Quando o cinto de segurança dificultar a respiração. XX O extintor de incêndio do veículo deve ser recarregado sempre que: O ponteiro estiver no vermelho ou se já venceu o prazo de validade. é aconselhável: Utilizar uma luva de borracha ou similar. XX Como proceder diante de um motociclista acidentado? Não retirar o capacete. XX Quanto ao uso de torniquete. XX O extintor de incêndio do veículo sempre deve estar posicionado: Em local de fácil acesso para o motorista. sem que ele precise sair do veículo. pressionando a região das orelhas é procedimento para: Impedir que a vítima movimente a cabeça. se a ligação já tiver sido feita. XX As lesões da coluna vertebral são algumas das principais consequências dos acidentes de trânsito. XX Em qual situação devemos retirar uma vítima do veículo. completar as informações e depois indagar entre as pessoas que estão no local se há alguém treinado e preparado para atuar nessa situação. aceitar e ser solidário. XX Quais são os aspectos que Você deve ter em mente ao fazer contato com a vítima? Informar. XX Que atitude Você deve tomar quando uma vítima sai andando após um acidente? Aconselhá-la a parar de se movimentar e aguardar o socorro em local seguro. XX Segurar a cabeça da vítima. se Você não estiver treinado e encontrar uma vítima inconsciente (desmaiada) após um acidente de trânsito? Ligar novamente para o serviço de emergência. XX Sempre que auxiliar vítimas que estejam sangrando. podemos afirmar que: É utilizado apenas por profissionais e. antes da chegada do socorro profissional? Quando houver perigo imediato de incêndio ou outros riscos evidentes. mesmo assim. porque movimentar a cabeça pode agravar uma lesão da coluna. em caráter de exceção. soltá-lo sem movimentar o corpo da vítima. O que fazer para não agravá-las? Não movimentar a vítima e aguardar o socorro profissional. XX O que Você pode fazer para controlar uma hemorragia externa de um ferimento? Uma compressão no local do ferimento com gaze ou pano limpo. o jato de seu conteúdo deve ser: Dirigido para a base das chamas. . com movimentos horizontais em forma de leque. ouvir.

das estradas que costuma utilizar e outros que julgar importantes para Você. do seu local de trabalho.denatran. XX “Um curso prático de Primeiros Socorros deve ser ministrado por um instrutor qualificado.br.” Com essa afirmação se quer dizer que: Um instrutor qualificado está preparado para ensinar técnicas atuais e corretas de Primeiros Socorros. item Material Educativo. . (1) Lesão que permanece depois de encerrada a evolução de uma doença ou traumatismo (Novo Aurélio.gov. 1999) – NE. XX Por que é importante frequentar um curso prático para aprender Primeiros Socorros? Porque muitas técnicas precisam ser praticadas na presença de um instrutor para que seja possível realizar as ações de socorro de forma correta. Anotações Anote abaixo os telefones dos serviços de emergência de sua cidade. Local Nome do serviço Telefone Na minha cidade No meu trabalho Outra cidade Outra cidade Rodovias/Estradas Rodovias/Estradas Outros locais Outros locais Outros telefones importantes ! Este texto está disponível no site www.Manual Básico de Segurança no Trânsito 41 XX Por que é importante ter algum treinamento em Primeiros Socorros? Porque são diversas as situações em que uma ação imediata e por vezes simples pode melhorar a chance de sobrevida de uma vítima ou evitar que ela fique com graves sequelas1. dos locais que visita regularmente.

AGENTE DA AUTORIDADE DE TRÂNSITO — pessoa. CAMINHONETE — veículo destinado ao transporte de carga com peso bruto total (PBT) de três mil e quinhentos quilogramas. BICICLETÁRIO — local. em caso de emergência. operação. exclusive o condutor. podendo ser demarcada por linhas longitudinais de bordo que delineiam a parte da via destinada à circulação de veículos. policiamento ostensivo de trânsito ou patrulhamento. BICICLETA — veículo de propulsão humana. quando não houver local apropriado para esse fim. CALÇADA — parte da via. para efeito deste Código. AUTORIDADE DE TRÂNSITO — dirigente máximo de órgão ou entidade executivo integrante do Sistema Nacional de Trânsito ou pessoa por ele expressamente credenciada. eventualmente substituído por marcas viárias (canteiro fictício). na via ou fora dela. AUTOMÓVEL — veículo automotor destinado ao transporte de passageiros. reservada ao trânsito de pedestres e. considerando-se todos os elementos rigidamente fixados ao mesmo. BALANÇO TRASEIRO — distância entre o plano vertical. civil ou policial militar. dotado de duas rodas. sinalização. vegetação e outros fins. . CAMINHÃO-TRATOR — veículo automotor destinado a tracionar ou arrastar outro. motoneta e ciclomotor. com capacidade para até oito pessoas. BONDE — veículo de propulsão elétrica que se move sobre trilhos. e à circulação de pedestres e bicicletas. credenciada pela autoridade de trânsito para o exercício das atividades de fiscalização. normalmente segregada e em nível diferente. não destinada à circulação de veículos. destinado ao estacionamento de bicicletas. CAMIONETA — veículo misto destinado a transporte de passageiros e carga no mesmo compartimento. passando pelos centros das rodas traseiras extremas e o ponto mais recuado do veículo.42 Manual Básico de Segurança no Trânsito Conceitos e Definições Legais 6 ACOSTAMENTO — parte da via diferenciada da pista de rolamento destinada à parada ou estacionamento de veículos. à implantação de mobiliário urbano. similar à motocicleta. quando possível. não sendo. BORDO DA PISTA — margem da pista. CANTEIRO CENTRAL — obstáculo físico construído como separador de duas pistas de rolamento.

CHARRETE — veículo de tração animal destinado ao transporte de pessoas. alertando-o sobre situações de perigo que possam colocar em risco sua integridade física e dos demais usuários da via ou danificar seriamente o veículo. CATADIÓPTRICO — dispositivo de reflexão e refração de luz utilizado na sinalização de vias e veículos (“olho de gato”). ESTRADA — via rural não pavimentada. sinalizada ou não por marcas viárias longitudinais. de protesto cívico ou de uma classe.Manual Básico de Segurança no Trânsito 43 CAPACIDADE MÁXIMA DE TRAÇÃO (CMT) — máximo peso que a unidade de tração é capaz de tracionar. que tenham uma largura suficiente para permitir a circulação de veículos automotores. ESTACIONAMENTO — imobilização de veículos por tempo superior ao necessário para embarque ou desembarque de passageiros. de mudança da direção original do veículo. indicado pelo fabricante. FAIXAS DE TRÂNSITO — qualquer uma das áreas longitudinais em que a pista pode ser subdividida. DISPOSITIVO DE SEGURANÇA — qualquer elemento que tenha a função específica de proporcionar maior segurança ao usuário da via.05 polegadas cúbicas) e cuja velocidade máxima de fabricação não exceda a cinquenta quilômetros por hora. CICLO — veículo de pelo menos duas rodas a propulsão humana. separada fisicamente do tráfego comum. delimitada por sinalização específica. CARREATA — deslocamento em fila na via de veículos automotores em sinal de regozijo. cuja cilindrada não exceda a cinquenta centímetros cúbicos (3. . provido de um motor de combustão interna. FAIXAS DE DOMÍNIO — superfície lindeira às vias rurais. à esquerda ou à direita. CARRO DE MÃO — veículo de propulsão humana utilizado no transporte de pequenas cargas. CICLOMOTOR — veículo de duas ou três rodas. baseado em condições sobre suas limitações de geração e multiplicação de momento de força e resistência dos elementos que compõem a transmissão. CARROÇA — veículo de tração animal destinado ao transporte de carga. de reivindicação. CONVERSÃO — movimento em ângulo. CICLOVIA — pista própria destinada à circulação de ciclos. delimitada por lei específica e sob responsabilidade do órgão ou entidade de trânsito competente com circunscrição sobre a via. CRUZAMENTO — interseção de duas vias em nível. CICLOFAIXA — parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos.

incluindo condutor e passageiros. LICENCIAMENTO — procedimento anual. às normas emanadas do Código de Trânsito. parques. incluindo as áreas formadas por tais cruzamentos. comprovado por meio de documento específico (Certificado de Licenciamento Anual). adotados exclusivamente pelos condutores. GESTOS DE CONDUTORES — movimentos convencionais de braço. indicar o direito de passagem dos veículos ou pedestres ou emitir ordens. que o veículo transporta. FREIO DE SEGURANÇA OU MOTOR — dispositivo destinado a diminuir a marcha do veículo no caso de falha do freio de serviço. tais como calçada. redução brusca de velocidade ou parada. por meio do poder polícia administrativa de trânsito. . adotados exclusivamente pelos agentes de autoridades de trânsito nas vias. INFRAÇÃO — inobservância a qualquer preceito da legislação de trânsito. destinado à ordenação dos fluxos de trânsito em uma interseção. FOCO DE PEDESTRES — indicação luminosa de permissão ou impedimento de locomoção na faixa apropriada. entroncamento ou bifurcação. sobrepondo-se ou completando outra sinalização ou norma constante deste Código. para orientar ou indicar que vão efetuar uma manobra de mudança de direção. LOGRADOURO PÚBLICO — espaço livre destinado pela municipalidade à circulação. ILHA — obstáculo físico. se este se encontra desengatado. parada ou estacionamento de veículos. no caso de um reboque. expressa em quilogramas para os veículos de carga. calçadões. do Conselho Nacional de Trânsito e a regulamentação estabelecida pelo órgão ou entidade executiva do trânsito. áreas de lazer. GESTOS DE AGENTES — movimentos convencionais de braço. FREIO DE ESTACIONAMENTO — dispositivo destinado a manter o veículo imóvel na ausência do condutor ou. INTERRUPÇÃO DE MARCHA — imobilização do veículo para atender circunstância momentânea do trânsito.44 Manual Básico de Segurança no Trânsito FISCALIZAÇÃO — ato de controlar o cumprimento das normas estabelecidas na legislação de trânsito. para os veículos de passageiros. colocado na pista de rolamento. ou à circulação de pedestres. ou número de pessoas. no âmbito de circunscrição dos órgãos e entidades executivos de trânsito e de acordo com as competências definidas no Código. FREIO DE SERVIÇO — dispositivo destinado a provocar a diminuição da marcha do veículo ou pará-lo. para orientar. LOTE LINDEIRO — aquele situado ao longo das vias urbanas ou rurais e que com elas se limita. relativo a obrigações do proprietário de veículo. LOTAÇÃO — carga útil máxima. INTERSEÇÃO — todo cruzamento em nível. entroncamentos ou bifurcações. LUZ ALTA — facho de luz do veículo destinado a iluminar a via até uma grande distância do veículo.

LUZ DE MARCHA A RÉ — luz do veículo destinada a iluminar atrás do veículo e advertir aos demais usuários da via que o veículo está efetuando ou a ponto de efetuar uma manobra de marcha a ré. ÔNIBUS — veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para mais de vinte passageiros. acidentados. dirigido por condutor em posição sentada. LUZ DE NEBLINA — luz do veículo destinada a aumentar a iluminação da via em caso de neblina. ainda que. dirigido por condutor em posição montada. MARCAS VIÁRIAS — conjunto de sinais constituídos de linhas. estacionados irregularmente atrapalhando o trânsito. símbolos ou legendas. marcações. na forma disciplinada pelo órgão ou entidade executivo de trânsito competente com circunscrição sobre a via. LUZ INDICADORA DE DIREÇÃO (pisca-pisca) — luz do veículo destinada a indicar aos demais usuários da via que o condutor tem o propósito de mudar de direção para a direita ou para a esquerda. LUZ DE FREIO — luz do veículo destinada a indicar aos demais usuários da via. MOTONETA — veículo automotor de duas rodas. que o condutor está aplicando o freio de serviço. NOITE — período do dia compreendido entre o pôr do sol e o nascer do sol. . escritório. tais como veículos quebrados. prestando socorros imediatos e informações aos pedestres e condutores. MANOBRA — movimento executado pelo condutor para alterar a posição em que o veículo está no momento em relação à via. chuva forte ou nuvens de pó. em tipos e cores diversas. sem ocasionar ofuscamento ou incômodo injustificáveis aos condutores e outros usuários da via que venham em sentido contrário. OPERAÇÃO DE TRÂNSITO — monitoramento técnico baseado nos conceitos de engenharia de tráfego. MOTOR-CASA (MOTOR-HOME) — veículo automotor cuja carroçaria seja fechada e destinada a alojamento. MICRO-ÔNIBUS — veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para até vinte passageiros. com ou sem side-car. de estacionamento e parada na via. das condições de fluidez. MOTOCICLETA — veículo automotor de duas rodas. apostos ao pavimento da via. pelo tempo estritamente necessário ao carregamento ou descarregamento de animais ou carga. transporte número menor.Manual Básico de Segurança no Trânsito 45 LUZ BAIXA — facho de luz do veículo destinado a iluminar a via diante do veículo. que se encontram atrás do veículo. de forma a reduzir as interferências. em virtude de adaptações com vista à maior comodidade destes. comércio ou finalidades análogas. LUZ DE POSIÇÃO (lanterna) — luz do veículo destinada a indicar a presença e a largura do veículo. OPERAÇÃO DE CARGA E DESCARGA — imobilização do veículo.

PATRULHAMENTO — função exercida pela Polícia Rodoviária Federal com o objetivo de garantir obediência às normas de trânsito. mas em faixas distintas da via. PLACAS — elementos colocados na posição vertical. de ciclistas. eventualmente. e ao uso de pedestres ou veículos. destinada à circulação exclusiva de pedestres e. constituído da soma da tara mais a lotação. assegurando a livre circulação e evitando acidentes. destinada a indicar aos demais usuários da via que o veículo está imobilizado ou em situação de emergência. assegurando a livre circulação e evitando acidentes. PASSAGEM DE NÍVEL — todo o cruzamento de nível entre uma via e uma linha férrea ou trilho de bonde com pista própria. utilizada em caráter de advertência. neste último caso. em menor velocidade. PERÍMETRO URBANO — limite entre área urbana e área rural. identificada por elementos separadores ou por diferenças de nível em relação às calçadas. . variáveis. PASSAGEM SUBTERRÂNEA — obra de arte destinada à transposição de vias. excepcionalmente. mediante símbolos ou legendas pré-reconhecidas e legalmente instituídas como sinais de trânsito. ilhas ou aos canteiros centrais. REBOQUE — veículo destinado a ser engatado atrás de um veículo automotor. fixados ao lado ou suspensos sobre a pista. PASSARELA — obra de arte destinada à transposição de vias. em desnível aéreo. separada por pintura ou elemento físico separador. e ao uso de pedestres. PESO BRUTO TOTAL (PBT) — peso máximo que o veículo transmite ao pavimento. PISCA-ALERTA — luz intermitente do veículo. em desnível subterrâneo. POLICIAMENTO OSTENSIVO DE TRÂNSITO — função exercida pelas Polícias Militares com o objetivo de prevenir e reprimir atos relacionados com a segurança pública e de garantir obediência às normas relativas à segurança de trânsito. PONTE — obra de construção civil destinada a ligar margens opostas de uma superfície líquida qualquer. PISTA — parte da via normalmente utilizada para a circulação de veículos. PASSAGEM POR OUTRO VEÍCULO — movimento de passagem à frente de outro veículo que se desloca no mesmo sentido. PESO BRUTO TOTAL COMBINADO (PBTC) — peso máximo transmitido ao pavimento pela combinação de um caminhão-trator mais seu semirreboque ou do caminhão mais o seu reboque ou reboques. livre de interferências. PASSEIO — parte da calçada ou da pista de rolamento. transmitindo mensagens de caráter permanente e.46 Manual Básico de Segurança no Trânsito PARADA — imobilização do veículo com a finalidade e pelo tempo estritamente necessário para efetuar embarque ou desem- barque de passageiros.

TARA — peso próprio do veículo. do exterior de incêndio e do fluido de arrefecimento. entre outros. VEÍCULO ARTICULADO — combinação de veículos acoplados. sendo um deles automotor. equipamentos de controle luminosos. sobrepondo-se ou completando sinalização existente no local ou norma estabelecida neste Código. devidamente sinalizada e protegida. do combustível. acoplado ou adaptado à traseira de automóvel ou camioneta. necessitando sair e retornar à faixa de origem. ou seis rodas. apitos e gestos. sentido de direção. horários e dias. TRANSPOSIÇÃO DE FAIXAS — passagem de um veículo de uma faixa demarcada para outra. RETORNO — movimento de inversão total de sentido da direção original de veículos. em menor velocidade e na mesma faixa de tráfego. destinados exclusivamente a ordenar ou dirigir o trânsito dos veículos e pedestres. inclusive fora de estrada. RENAVAM — Registro Nacional de Veículos Automotores. RENACH — Registro Nacional de Condutores Habilitados.Manual Básico de Segurança no Trânsito 47 REFÚGIO — parte da via. TRAILER — reboque ou semirreboque tipo casa. marcas viárias. para orientar ou indicar o direito de passagem dos veículos ou pedestres. SEMIRREBOQUE — veículo de um ou mais eixos que se apoia na sua unidade tratora ou é a ela ligado por meio de articulação. TRATOR — veículo automotor construído para realizar trabalho agrícola. RODOVIA — via rural pavimentada. das ferramentas e acessórios. destinada ao uso de pedestres durante a travessia da mesma. tipo de estacionamento. ULTRAPASSAGEM — movimento de passar à frente de outro veículo que se desloca no mesmo sentido. ou para atividades comerciais. utilizado em geral em atividades turísticas como alojamento. dispositivos auxiliares. UTILITÁRIO — veículo misto caracterizado pela versatilidade do seu uso. de construção e pavimentação e tracionar outros veículos e equipamentos. com duas. SINAIS DE TRÂNSITO — elementos de sinalização viária que se utilizam de placas. . pessoas e animais nas vias terrestres. acrescido dos pesos da carroçaria e equipamento. expresso em quilogramas. SINALIZAÇÃO — conjunto de sinais de trânsito e dispositivos de segurança colocados na via pública com o objetivo de garantir sua utilização adequada. TRÂNSITO — movimentação e imobilização de veículos. quatro. REGULAMENTAÇÃO DA VIA — implantação de sinalização de regulamentação pelo órgão ou entidade competente com circunscrição sobre a via. da roda sobressalente. emitidos exclusivamente pelos agentes da autoridade de trânsito nas vias. SONS POR APITO — sinais sonoros. definindo. possibilitando melhor fluidez no trânsito e maior segurança dos veículos e pedestres que nela circulam.

VIA ARTERIAL — aquela caracterizada por interseções em nível. com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias secundárias e locais. O termo compreende os veículos conectados a uma linha elétrica e que não circulam sobre trilhos (ônibus elétrico). sem interseções em nível. VEÍCULO MISTO — veículo automotor destinado ao transporte simultâneo de carga e passageiro. sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nível. possibilitando o trânsito dentro das regiões da cidade. VIA LOCAL — aquela caracterizada por interseções em nível não semaforizadas. VEÍCULO DE COLEÇÃO — aquele que. ilha e canteiro central. VEÍCULO DE PASSAGEIROS — veículo destinado ao transporte de pessoas e suas bagagens. conserva suas características originais de fabricação e possui valor histórico próprio. VIAS E ÁREAS DE PEDESTRES — vias ou conjunto de vias destinadas à circulação prioritária de pedestres. destinada apenas ao acesso local ou a áreas restritas. VIA RURAL — estradas e rodovias. ou caminhos e similares aberto à circulação pública. VIADUTO — obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior. geralmente controlada por semáforo. VIA URBANA — ruas. e que serve normalmente para o transporte viário de pessoas e coisas.48 Manual Básico de Segurança no Trânsito VEÍCULO AUTOMOTOR — todo veículo a motor de propulsão que circule por seus próprios meios. compreendendo a pista. VEÍCULO DE GRANDE PORTE — veículo automotor destinado ao transporte de carga com peso bruto total (PBT) máximo superior a dez mil quilogramas e de passageiros. terraplenagem ou pavimentação. caracte- rizadas principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão. sendo o primeiro um veículo automotor e os demais reboques ou equi- pamentos de trabalho agrícola. exclusive o condutor. vielas. mesmo tendo sido fabricado há mais de trinta anos. superior a vinte passageiros. ou para a tração viária de veículos utilizados para transporte de pessoas e coisas. VEÍCULO DE CARGA — veículo destinado ao transporte de carga. VIA — superfície por onde transitam veículos. a calçada. VEÍCULO CONJUGADO — combinação de veículos. situadas na área urbana. avenidas. o acostamento. VIA COLETORA — aquela destinada a coletar e distribuir o trânsito que tenha necessidade de entrar ou sair das vias de trânsito rápido ou arteriais. construção. podendo transportar dois passageiros. possibilitando o trânsito dentro das regiões da cidade. VIA DE TRÂNSITO RÁPIDO — aquela caracterizada por acessos especiais com o trânsito livre. pessoas e animais. .

São elas: total máximo permitido máxima permitida máxima permitida permitido por eixo máximo permitido buzina ou sinal sonoro obrigatório de correntes à direita Sentido de Passagem Vire à Vire à Siga em frente Sigaem frente Siga Ônibus. à esquerda. ande Circulação Sentido de Circulação Ciclista. de obrigatória preferência proibido virar à virar à retornar retornar estacionar regulamentado advertência ou de indicação. esquerda direita à esquerda à direita XX Placas de regulamentação As placas de regulamentação Proibido parar e Proibido ultrapassar Proibido mudar de faixa ou Proibido mudar de faixa ou pista Proibido trânsito de Proibido trânsito Proibido trânsito de Proibido trânsito de Proibido trânsito de têm por finalidade informar estacionar pista de trânsito da esquerda de trânsito da direita para caminhões de veículos automotores veículos de tração animal bicicletas tratores e máquinas de os usuários sobre condições. trânsito de de ônibus rotatória bicicletas esquerda direita pedestres ciclistas à motocicletas. Ciclista.Manual Básico de Segurança no Trânsito 49 Sinalização 7 Sinalização vertical De acordo com sua função. a sinalização vertical pode Parada Dê a Sentido Proibido Proibido Proibido Proibido Proibido Estacionamento ser de regulamentação. Suas mensagens são imperativas e o desrespeito a elas constitui Peso bruto Altura Largura Peso máximo Comprimento Proibido acionar Alfândega Uso Conserve-se infração. caminhões e Duplo Proibido circulação da obrigatória esquerda direita ou à esquerda ou à direita em frente veículos de grande porte sentido de trânsito de via/pista mantenham-se à direita circulação pedestres Veículos Veículos Leves Pesados FISCALIZAÇÃO ELETRÔNICA Pedestre. à direita direita motonetas e ciclomotores Proibido Circulação Trânsito trânsito de exclusiva de proibido a ônibus caminhão carros de mão . obrigações ou restrições no uso da via.ande Pedestre. para a direita a esquerda obras proibições. Ciclistas à Pedestres Proibido pela esquerda pela direita exclusiva circulação na exclusiva de transite à transite à esquerda.

características e uso do veículo. Alguns exemplos: . condições de estacionamento).50 Manual Básico de Segurança no Trânsito XX Informações complementares às placas de regulamentação Sinais de regulamentação po- dem ter informações comple- mentares (tais como período de validade.

à esquerda sas. indicando sua natureza. à esquerda à direita primeira à esquerda Junções sucessivas Interseção Confluência Confluência Semáforo Parada obrigatória Bonde Pista Saliência ou Depressão Declive Aclive contrárias. em círculo à esquerda à direita à frente à frente irregular lombada acentuado acentuado primeira à direita Estreitamento de Estreitamento de Estreitamento de Alargamento Alargamento de Ponte estreita Ponte móvel Obras Mão dupla Sentido único Sentido duplo Área com pista ao centro pista à esquerda pista à direita de pista à pista à direita adiante desmoronamento esquerda Pista Projeção de Trânsito de Passagem sinalizada Trânsito Trânsito de tratores Trânsito de Passagem Sinalizada Área escolar Passagem sinalizada Crianças Animais escorregadia cascalho ciclistas de ciclistas compartilhado por ou maquinaria pedestres de pedestres de escolares ciclistas e pedestres agrícola Animais Altura Largura limitada Passagem de nível Passagem de nível Cruz de Início de Fim de Pista dividida Aeroporto Vento lateral Rua selvagens limitada sem barreira com barreira Santo André pista dupla pista dupla sem saída Peso bruto Pesolimitado Comprimento total limitado por eixo limitado . São as placas seguintes: Curva em “S” Cruzamento Via lateral Via lateral Interseção Bifurcação Entroncamento Entroncamento Junções sucessivas à direita de vias à esquerda à direita em “T” em “Y” oblíquo oblíquo contrárias. Curva acentuada à esquerda Curva acentuada à direita Curva à esquerda Curva direita à Pistasinuosa à esquerda Pistasinuosa à direita Curva acentuada em “S” à esquerda Curva acentuada em “S” à direita Curva em “S” ções potencialmente perigo.Manual Básico de Segurança no Trânsito 51 XX Placas de advertência A sinalização de advertência tem por finalidade alertar os usuários da via sobre condi.

Alguns exemplos: Rodovias. sinalização especial para pedestres. e sinalização especial para rodovias. estra- das e vias de trânsito rápido. Referem-se à sinalização especial de fai- xas ou pistas exclusivas de ônibus.52 Manual Básico de Segurança no Trânsito XX Sinalização especial Ônibus de advertência Sinais empregados nas situ- ações em que não é possível a utilização das placas de advertência. estradas e vias de trânsito rápido Pedestres .

Manual Básico de Segurança no Trânsito 53 XX Informações complementares de advertência Placas de advertência podem ter informações complemen- tares. . Alguns exemplos: (*) Cruzamento rodoferroviário.

podendo também ter como função a educação do usuário. As placas podem indicar. e placas diagramadas). Há ainda placas de orientação de destino (placas indicativas de sentido ou direção. placas indicativas de distância. de maneira geral. o atrativo turístico. estas podendo ser placas para condutores e placas para pedestres. túneis e passarelas. históricos e culturais. São placas de identificação de rodovias e estradas (Pan-Americana. divisa de estados. Há também placas educativas e placas de serviços auxiliares. há placas que indicam atrativos turísticos (naturais. distâncias e serviços auxiliares. Finalmente. destinos. de identificação quilométrica. fronteira e perímetro urbano. de pontes. via- dutos. o sentido de direção do atrativo turístico e a distância do atrativo turístico. e de pedágio. Alguns exemplos: .54 Manual Básico de Segurança no Trânsito XX Placas de indicação Identificação As placas de indicação têm por finalidade indicar as vias e locais de interesse. de regiões de interesse de tráfego e logradouros. federais e estadu- ais). áreas de recreação e locais para atividades de inte- resse turístico). locais para prática de esportes. de municípios. de limite de municípios. Suas mensagens possuem caráter informativo ou educativo. bem como orientar os condutores de veículos quanto a percursos.

Manual Básico de Segurança no Trânsito 55 Orientação Educativas Atrativos turísticos Identificação Sentido de atrativo turístico Serviços auxiliares Para condutores Distância de atrativo turístico Para pedestres .

e complementar Dupla contínua os sinais verticais de regu- lamentação. símbolos e legendas. Alguns exemplos: Dupla contínua / seccionada XX Marcas longitudinais (separam e ordenam as correntes de tráfego) Ultrapassagem proibida para os dois sentidos Dupla seccionada Linhas de divisão de fluxo de mesmo sentido Linha de bordo (delimita a parte da pista destinada ao deslocamento de veículos) Contínua Exemplo de aplicação Contínua Seccionada Exemplo de aplicação Pista única – duplo sentido de circulação Proibida a ultrapassagem e a transposição de faixa entre A-B-C Permitida a ultrapassagem e a transposição de faixa entre D-E-F . pintados ou apos- tos sobre o pavimento das Simples seccionada vias. Ultrapassagem permitida somente no sentido B controlar e orientar os deslo- camentos. Sua função é organizar o fluxo de veículos e pedestres.56 Manual Básico de Segurança no Trânsito Sinalização horizontal Linhas de divisão de fluxos opostos Exemplos de aplicação Sinalização viária que utiliza Simples contínua Ultrapassagem permitida para os dois sentidos linhas. advertência ou Ultrapassagem proibida para os dois sentidos indicação. marcações.

Manual Básico de Segurança no Trânsito 57 XX Marcas transversais Linhas de estímulo à redução de velocidade (ordenam os deslocamentos frontais dos veículos) Linha de retenção (local limite onde deve parar o veículo) Exemplo de aplicação antecedendo um obstáculo transversal Exemplo de aplicação Faixas de travessias de pedestres ZEBRADA PARALELA Linha de “Dê a preferência” (local limite onde deve parar o veículo) Exemplo de aplicação Exemplos de aplicação .

58 Manual Básico de Segurança no Trânsito Marcação de cruzamentos rodocicloviários Marcação de Exemplo de aplicação (travessia de ciclistas) área de conflito (não parar e CRUZAMENTO EM ÂNGULO RETO CRUZAMENTO OBLÍQUO estacionar veículos) Exemplo de aplicação Marcação de área de cruzamento com faixa exclusiva branco: fluxo amarelo: contrafluxo Exemplo de aplicação .

Manual Básico de Segurança no Trânsito 59 XX Marcas de canalização Separação de fluxo de tráfego (direcionam a circulação de veículos) do mesmo sentido Separação de fluxo de tráfego de sentidos opostos Exemplos de aplicação Ordenação de movimentos em trevos com alças e faixas de aceleração/desaceleração Exemplo de aplicação Ilhas de canalização e refúgio para pedestres Ordenação de movimentos em retornos com faixa adicional para o movimento .

60 Manual Básico de Segurança no Trânsito XX Marcas de delimitação Linha de indicação de proibição de Exemplo de aplicação e controle de estacionamento e/ou parada estacionamento e/ou parada (para áreas onde é proibido ou regulamentado o estacionamento e a parada de veículos) Marca delimitadora de parada de veículos específicos sarjeta guia Exemplos de aplicação Marca delimitadora para parada de ônibus em faixa de trânsito Marca delimitadora para parada de ônibus em faixa de estacionamento .

Manual Básico de Segurança no Trânsito 61 Exemplos de aplicação Marca delimitadora para parada de ônibus Marca delimitadora para parada de ônibus em faixa de trânsito feita em reentrância da calçada com avanço de calçada na faixa de estacionamento XX Marca delimitadora de estacionamento regulamentado Marca delimitadora de estacionamento regulamentado Paralelo ao meio-fio: linha simples contínua ou tracejada Em ângulo: linha contínua .

62 Manual Básico de Segurança no Trânsito Exemplos de aplicação Estacionamento paralelo ao meio-fio Estacionamento em ângulo Marca com delimitação da vaga Estacionamento em áreas isoladas Marca sem delimitação da vaga .

Manual Básico de Segurança no Trânsito 63 XX Inscrições no pavimento Indicativo de movimento em curva Indicativo de mudança (uso em situação de Setas direcionais obrigatória de faixa curva acentuada) Exemplos de aplicação Símbolos (cruzamento (via. pista (área/local (local de rodoferroviário) ou faixa de serviços estacionamento de trânsito de saúde) de veículos que de uso de transportam ou sejam conduzidos ciclistas) por pessoas portadoras de deficiência física) Legendas .

de alterações nas características do pavimento. de sinalização de alerta. em delimitadores. viadutos. alertar os condutores quanto (contêm unidades refletivas) a situações de perigo potencial ou Exemplo de aplicação que requeiram maior atenção. ou nos obstáculos amarelo refletivo próximos. formas e cores diversos. e de uso temporário. junto a ela. de prote. do alinhamento da via ou de obstáculos à circulação. elemento refletivo barreiras e defensas Elementos aplicados ao pavimento da via. com as funções de incre- mentar a percepção da sinalização. reduzir a velocidade praticada. Alguns exemplos: XX Dispositivos delimitadores Cilindros delimitadores (contêm unidades refletivas) elemento refletivo . Os Tachas dispositivos auxiliares são agrupados. de acordo com suas funções. São constituídos de materiais.64 Manual Básico de Segurança no Trânsito Dispositivos auxiliares Balizadores de pontes. de canalização. dotados ou não de refletividade. luminosos. de proteção a áreas de pedestres e/ou ciclistas. de forma a tornar mais eficiente e segura a operação da via. Tachões ção contínua. túneis. Tachas e tachões ários. oferecer proteção aos usu.

Manual Básico de Segurança no Trânsito 65 XX Dispositivos de canalização Prismas – substituem a guia da Segregadores – segregam pista calçada (meio-fio) quando não for para uso exclusivo de determinado possível sua construção imediata tipo de veículo ou pedestre XX Dispositivos de sinalização de alerta (objetivam melhorar a percepção do condutor) Marcadores de obstáculos Obstáculos Obstáculos Obstáculos Utilizado na com passagem com passagem por com passagem parte superior só pela direita ambos os lados só pela esquerda do obstáculo Marcadores de alinhamento (unidades refletivas fixadas em suporte. que alertam o condutor sobre alteração do alinhamento horizontal da via) Marcadores de perigo Marcador de Marcador de perigo Marcador de perigo indicando indicando que a perigo indicando que a passagem passagem poderá ser que a passagem Marcador de perigo indicando que deverá ser feita feita tanto pela direita deverá ser feita a passagem poderá ser feita tanto pela direita como pela esquerda pela esquerda pela direita como pela esquerda .

66 Manual Básico de Segurança no Trânsito XX Dispositivos de proteção Para fluxo de pedestres e ciclistas contínua (têm por Gradis de canalização e retenção objetivo evitar que veículos e/ou pedestres transponham determinado local ou evitar ou dificultar a interferência de um Gradil maleável Gradil rígido fluxo de veículos sobre o fluxo oposto) Dispositivos de contenção e bloqueio Grade de contenção Para fluxo veicular Defensas metálicas Barreiras de concreto Dispositivos antiofuscamento Simples Dupla Simples Dupla .

Manual Básico de Segurança no Trânsito 67  Dispositivos luminosos Balizador móvel Tambores (advertem. educam. obras ou situações de emergência ou perigo) sentido de circulação Cone Cilindro branca refletiva Barreiras branca refletiva sentido de circulação . orientam. regulamentam) branca refletiva Painéis eletrônicos branca refletiva Fita zebrada Painéis com setas luminosas Cavaletes XX Dispositivos de uso temporário (para operações de trânsito. informam.

68 Manual Básico de Segurança no Trânsito Plásticas Gradis branca refletiva Modulado Tela plástica Cancelas Elementos luminosos complementares luz intermitente Tapumes Faixas Bandeiras sentido de circulação Gradis Fixo Dobrável .

Manual Básico de Segurança no Trânsito 69 Sinalização semafórica Para veículos Controle de fluxo Controle de acesso específico (praças de pedágio.) Conjunto de indicações lumi- nosas acionadas alternada ou intermitentemente por meio de sistema elétrico/eletrônico. Os sinais po- dem ser de regulamentação Prosseguir ou de advertência. Parar cuja função é controlar os Atenção deslocamentos. e os que te- nham iniciado a travessia na fase verde devem deslocar-se o mais breve possível para o local seguro mais próximo. o uso da seta é opcional Para pedestres Não atravessar Vermelho intermitente: indica que a fase na qual os pedestres podem atravessar está prestes a terminar. Atravessar . XX Sinalização semafórica Direção controlada Controle ou faixa reversível de regulamentação (Sua função é efetuar o controle do trânsito num cruzamento ou seção da via. balsas. Os pe- destres não podem começar a atravessar a via.) Direção livre No amarelo. etc.

devendo o condutor reduzir horizontal. Alguns exemplos: Funcionamento intermitente ou piscante alternado. no caso de duas indicações luminosas. semafórica e de dispositivos e sinalização auxiliares a velocidade e adotar as medidas de precaução combinados de forma que os usuários da via sejam advertidos compatíveis com a segurança para seguir adiante. . ou situação perigosa. sejam isoladas as áreas de trabalho de forma a evitar a deposição e/ou lançamento de materiais sobre a via. os usuários sejam orien- tados sobre caminhos alternativos. sejam preservadas as condições de segurança e fluidez do trânsito e de acessibilidade.70 Manual Básico de Segurança no Trânsito XX Sinalização semafórica de advertência Sinalização de obras (Sua função é advertir a existência de obstáculo Tem como característica a utilização de sinalização vertical.) sobre a intervenção realizada e possam identificar seu caráter temporário.

para trás. levantado gatória para todos os tado. Braço levan. veículos que venham de estendido ho. estendidos.Manual Básico de Segurança no Trânsito 71 Gestos XX De agentes da autoridade de trânsito (prevalecem sobre as regras de circulação e normas definidas por outros sinais de trânsito). Braço Ordem de parada obri. . dirigida.Ordem de diminuição da levantado gatória para todos os veí. rizontalmente. (*) Ortogonal: que forma ângulos retos – Novo Aurélio. mão voltada locamento. com direções que cortem or. com com a palma em intersecções. do movimen- Ordem de parada obri. qualquer que para um seja o sentido de seu des.veículos aos quais a luz é mente. veículo. nela não são obrigados baixo. determinado locamento. indicada pelo braço es. 1999 (NE). a palma da togonalmente* a direção agitando uma mão para a indicada pelos braços luz vermelha frente. qualquer que a palma da seja o sentido de seu des. Quando executada mente. os veícu. retaguarda e tendido. fazen- a parar. culos. a palma da da mão para los que já se encontrem mão para a frente. Ordem de seguir. verticalmente.velocidade. antebraço da da mão para togonalmente* a direção frente para a a frente. Braço estendi. Braços estendidos gatória para todos os Braço Ordem de parada para os horizontal. do horizontal. tos verticais. São eles: SINAL SIGNIFICADO SINAL SIGNIFICADO Braço Ordem de parada obri. veículos que venham de movimento de com a palma direções que cortem or. com verticalmente.

sinalização de obras. Liberar o trânsito em direção/ XX Capítulo 5 — Noções de Primeiros Socorros no Trânsito | Um silvo breve Seguir Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). com apoio do Departamento Nacional de Dobrar à esquerda Dobrar à direita Diminuir a marcha ou parar Trânsito (Denatran). Válidos para todos os tipos de veículos. XX Capítulo 2 — Infração e Penalidade | Fundação Carlos Chagas. no site do Denatran XX Revisão e adaptação: Associação Brasileira dos Fabrican- O A resolução no 160/2004.gov. com apoio do Denatran. Diminuir a Um silvo longo zer diminuir a marcha dos anexo I – Dos conceitos e definições. do Conselho Nacio- ÇÃ nal de Trânsito (Contran). incluindo fotocópia. Sinal de apito Significado Emprego com apoio do Denatran.denatran. XX Capítulo 7 — Sinalização | Conselho Nacional de Trânsito Os sinais sonoros somente devem ser utilizados em conjunto (Contran) – Resolução no 160/2004 – Aprova o Anexo II com os gestos dos agentes. horizontal. Ciclomotores. XX Capítulo 6 — Conceitos e Definições Legais | Código Quando for necessário fa. que trata da e Similares (Abraciclo). com apoio do Denatran. que aprovou o Anexo II tes de Motocicletas. Bicicletas N do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). por escrito da ABRACICLO.br. do CTB – Sinalização. Dois silvos breves Parar Indicar parada obrigatória. de Trânsito Brasileiro (CTB). dispositivos auxiliares. XX Capítulo 3 — Renovação da Carteira Nacional de Habilita- ção | Fundação Carlos Chagas. sentido indicado pelo agente. sinalização semafórica.503/1997. ATE sinalização vertical. São Paulo.72 Manual Básico de Segurança no Trânsito XX De condutores Créditos autorais / Referências legais XX Capítulo 1 — Normas Gerais de Circulação | Associação Brasileira dos Educadores de Trânsito (Abetran). lei federal no 9. prof. Miguel Ramirez Sosa. marcha veículos. Motonetas. ícone Legislação. gestos e Reprodução proibida por qualquer meio. XX Coordenação e edição: Associação Nacional dos Fabri- Ver a íntegra da Resolução no 160/2004 cantes de Veículos Automotores (Anfavea). Março de 2010 . Sinais sonoros (de agentes da autoridade de trânsito) XX Capítulo 4 — Direção defensiva | Fundação Carlos Chagas. sinais sonoros pode ser obtida no site do Departamento gravação ou informação computadorizada sem autorização Nacional de Trânsito (Denatran) — www. Contran – Resoluções.

Bem-vindo ao maravilhoso mundo das duas rodas. Vai também se sentir livre e ter emoções que só uma moto pode dar a você. Com esse manual você vai desfrutar de tudo isso com muita segurança. vai mais facilmente. . A E m o ç ã o d e P i l o t a r c o m S e g u r a n ç a Você acaba de adquirir o veículo ideal para os dias de hoje. Agora você vai chegar mais rapidamente. além de fazer muita economia.

Verifique o procedimento para a inspeção no MANUAL DO PROPRIETÁRIO. XX Parafusos soltos. Combustível XX V azamentos. Observe: Espelho retrovisor Espelho retrovisor XX Barulhos estranhos no motor.74 Pilotagem com Segurança Inspeção Diária Seta Seta Diariamente. antes de sair. Luz do freio Farol Folga e lubrificação da corrente Buzina Pressão e estado dos pneus Nível do óleo do cárter Folga do freio traseiro . Folga da embreagem faça uma inspeção em sua Folga do freio dianteiro motocicleta.

XX Jaqueta de cor clara e viva. Vestimenta Na cidade ou na estrada. XX Botas ou calçado fechado. Roupa também é segurança. que não escape na hora em Certifique-se da presença do selo de aprovação INMETRO em seu capacete. Consulte sempre o Código de Trânsito e as legislações do CONTRAN. ! O uso de óculos apropriados para proteção dos olhos é obrigatório por legislação sempre que o capacete não possuir viseira própria. . que se ajuste bem à sua Use sempre capacete regulamentado. que você precisar dele. A legislação brasileira prevê as cabeça e prenda-o bem para condições de uso e requisitos técnicos que garantem sua segurança. Escolha um capacete de cor ! clara. pi- lote adequadamente vestido. XX Luvas XX Óculos ou viseira Instrua a garupa sobre a im- portância dos equipamentos. Capacete mento indispensável ao mo- tociclista. Ele assegura a conformidade com a legislação.Pilotagem com Segurança 75 Equipamentos de Segurança O capacete é um equipa. de tecido resistente ou couro. A falta do capacete é respon- sável pela maior parte dos acidentes fatais.

incline a moto mais que o corpo. você deverá incli. QUADRIL: junto do tanque. OMBROS: relaxados. com cotovelos apontados para baixo.76 Pilotagem com Segurança Postura A boa postura é necessária Normal CABEÇA: em posição vertical. maior deverá ser a inclinação. Quando necessitar de grande inclinação em curva. para que você se canse me- nos e obtenha um melhor BRAÇOS: relaxados. . incline o corpo mais que a moto. olhando para a frente. A ponta do pé sobre os pedais do freio e câmbio. Curvas nar o corpo junto com a moto. Para manobras rápidas e em curvas de pequenos raios. desempenho. MÃOS: punhos abaixados em relação à mão. Nas curvas. PÉS: paralelos ao solo. Quanto maior a velocidade ou menor o raio de curva. em posição que permita virar o guidão sem esforço nos ombros. JOELHOS: pressionando levemente o tanque de combustível. com o salto do sapato encaixado na pedaleira. segurando o centro da manopla.

Em declives. porém de forma gradativa. Velocidade: 50 km/h utilize mais intensamente o freio dianteiro. 35 m . A motocicleta tem freios com acionamentos independentes. Mas quanto mais Distância de frenagem rápido você tiver que parar. só dianteiro lhados e escorregadios. Uso dos freios Na hora da frenagem. que devem ser dosados ade- quadamente. dianteiro 18 m Importante: em pisos mo.Pilotagem com Segurança 77 Frenagem Você é capaz de reduzir mais de 50% da distância de pa- rada se souber frear corre- tamente. evitando uma só traseiro derrapagem. o peso da motocicleta recai na roda dianteira. Use os dois freios simulta- neamente. tome cuidado para não deixar a 24 m roda travar. fazendo com que ATRITO o freio dianteiro seja o maior responsável pela frenagem. utilize também o traseiro + freio motor.

use os Visão pelo espelho retrovisor retrovisores e olhe sobre os ombros para cobrir as áreas Visão sobre os ombros fora do seu campo visual. XX Não fixe o olhar em ape- nas um ponto. mudar de faixa ou fazer conversões.78 Pilotagem com Segurança Visão Pela visão você recebe 90% 45 ° 100 km das informações necessárias a sua segurança. Portanto. Antes de sair. esteja atento ao seguinte: XX A velocidade diminui seu campo de visão. movimente seu olhar constantemente. 200 ° parado XX Para aumentar seu ângulo de visão. .

Não se coloque na área sem visibilidade do motorista.Pilotagem com Segurança 79 Apareça Na maioria dos acidentes de moto envolvendo automóveis ou pedestres. mesmo de dia. . Use o adesivo refletivo no capacete. Para se tornar visível: XX Use capacete e jaquetas de cores claras e vivas. área sem visibilidade área sem visibilidade Sinalize: mostre suas intenções antes de mudar de direção ou parar. XX Use farol aceso. estes alegam não ter visto a motocicleta.

Comece a contar: “cinquenta e c i n q ue n t a e u m . a roda dianteira da moto pas- sar pelo mesmo ponto. quando c i n q ue n t a e d o i s a traseira do carro passar por 2 segundos um ponto fixo. mantenha uma distância segura do carro que está a sua frente. é perigosa e deve ser evitada sempre que for possível fazer um retorno. um. As situações abaixo são as mais comuns. quando você terminar de contar. Cruzamentos As estatísticas mostram que grande parte dos acidentes ocorrem em cruzamentos. Se. cinquenta e dois”. Importante: em dias de chu- va. esta distância deve ser duplicada. Fique atento a elas: A con- versão à esquerda.80 Pilotagem com Segurança Distância de Seguimento Dois segundos é o tempo de que você necessita para identificar o perigo e acionar o freio. em ruas de mão dupla (ver figura 4). Por isso. você estará a uma distância segura. .

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