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Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007

Guia das Alterações ao Regime Jurídico
dos Instrumentos de Gestão Territorial
Introduzidas pela Lei n.º 56/2007, de 31 de Agosto,
e pelo Decreto-Lei n.º 316/2007, de 16 de Setembro
Outubro 2007

Ficha Técnica

Título
Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial
Introduzidas pela Lei n.º 56/2007, de 31 de Agosto, e pelo Decreto-Lei n.º 316/2007, de 16 de Setembro

Colecção
Documentos de Orientação 03/2007
Outubro de 2007

© Propriedade da DGOTDU — Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano, 2007
Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor

Entidade responsável pela edição
Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano

Autores
Ana Cristina Catita, Gabinete do Secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades
Isabel Moraes Cardoso, Consultora
Maria José Morgado, Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano
Sandra Guerreiro, Gabinete do Secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades
Virgínia Ferreira de Almeida, Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano

Design gráfico
Vitor Higgs

Impressão e acabamento
Xcut, Publicidade e Imagem, Lda

Tiragem
1000 exemplares

ISBN
978-972-8569-40-2

Depósito Legal
267416/07

Quaisquer pedidos de esclarecimento, observações ou sugestões, relativos à presente publicação devem
ser dirigidos a DGOTDU, a/c Divisão de Divulgação e Comunicação, Campo Grande, 50, 1749-014 LISBOA,
tel. 21.782.50.00, endereço electrónico: dirgeral@dgotdu.pt.

Introdução 11 2.5 Operações de reparcelamento 31 2.6.1 Programa nacional da política de ordenamento do território 15 2.6.1. conteúdo e tramitação procedimental dos instrumentos de gestão territorial 15 2.4 Discussão pública nos planos municipais de ordenamento do território 24 2. Índice Abertura 7 Nota de Apresentação 9 1.6.6.º 56/2007.1.1.º 316/2007. e pelo Decreto-Lei n. Análise comparada do articulado do RJIGT com as novas alterações introduzidas pela Lei n.3 Planos especiais de ordenamento do território 17 2. de 19 de Setembro 33 4.2 Efeitos registais dos planos de pormenor 27 2.1.6.6 Planos municipais de ordenamento do território 20 2.6. de 31 de Agosto.3 Concertação nos planos municipais de ordenamento do território 23 2.3 Dinâmica dos instrumentos de gestão territorial 30 2.1. Sintese descritiva e justificativa das alterações mais relevantes 15 2.1 Elaboração e acompanhamento do plano director municipal 20 2.6.1.4 Medidas preventivas dos planos municipais de ordenamento do território 31 2.5 Aprovação dos planos municipais de ordenamento do território e ratificação governamental 24 2.2 Planos sectoriais de ordenamento do território 16 2.1.4 Planos regionais de ordenamento do território 19 2.5 Planos intermunicipais de ordenamento do território 20 2.1.1.1.1.7 Modalidades específicas de plano de pormenor 27 2.1 Noção.1. objectivos.2 Elaboração e acompanhamento dos planos de urbanização e dos planos de pormenor 22 2. Perguntas mais frequentes 93 .6 Objecto e conteúdo dos planos municipais de ordenamento do território 25 2.6 Contratos para planeamento 32 3.1.

Medidas Preventivas VII Diagrama de Procedimentos PDM .Anexo Diagramas de procedimentos e notas explicativas PEOT .Plano Especial de Ordenamento do Território III Diagrama de Procedimentos PROT .Plano Director Municipal .Plano de Urbanização /Plano de Pormenor XXIV Diagrama de Procedimentos Nota explicativa XXV .Plano Director Municipal .Plano Municipal de Ordenamento do Território .elaboração e revisão VIII Diagrama de Procedimentos Nota explicativa X PDM .Plano Intermunicipal de Ordenamento do Território V Diagrama de Procedimentos PMOT .Plano Regional de Ordenamento do Território IV Diagrama de Procedimentos PIOT .suspensão VI Diagrama de Procedimentos MP .alteração XVI Diagrama de Procedimentos Nota explicativa XVIII PU/PP .

por último. Uma repartição mais clara e diferenciadora de atribuições e de responsabilidades entre o Estado e as Autarquias Locais. de 22 de Setembro. que os prazos de elaboração e aprovação de um plano municipal de ordenamento do território excedam o período de quatro anos para o qual são eleitas as equipas autárquicas. responsabilização. Na verdade.º 316/2007. Neste contexto.º 316/2007 seja bem sucedida. porque irresponsável. De um ponto de vista político.º 56/2007. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Abertura A credibilização do sistema de planeamento territorial. e pelo Decreto-Lei n. processos de decisão baseados em procedimentos mais concentrados e simplificados deverão permitir compatibilizar o desejável grau de exigência dos processos de planeamento com os tempos próprios de decisores públicos e privados de sociedades modernas e democráticas. pedagógico e de apoio e orientação técnica. de 19 de Se- tembro.º 380/99. implicou. Outubro de 2007 João Ferrão Secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 7 . porque desresponsabilizante. descentralização. Lisboa.º 316/2007. Os motivos que justificam as alterações efectuadas e os princípios que presidiram a essa mudança encontram-se expressos no preâmbulo do novo diploma. é inaceitável. a revisão de diversos aspectos do Decreto-Lei n. É também inaceitável. que desenvolve as bases da política de ordenamento do território e de urbanismo e define o regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial. e para que a aplicação do Decreto-Lei n. As alterações introduzidas no regime jurídico de instrumentos de gestão do território não o colocam em causa.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. de 31 de Agosto. o Decreto-Lei n. inviabilizar a concretização de bons projectos apenas porque processos injustificadamente lentos e complexos desmotivam os seus promotores. coordenada e coerente de todos os actores envolvidos nos processos de planeamento territorial. simplificação e transparência são as palavras-chave das alterações operadas. entre outras medidas. objectivo firme do XVII Governo. reafir- mando os aspectos comprovadamente adequados mas alterando aqueles que exigem actualização. Os ensinamentos de cerca de oito anos de prática de elaboração e aprovação de planos e a assumpção de um paradigma de intervenção pública baseado na confiança e na responsabilização dos vários actores envolvidos permitem enriquecer a versão anterior. antes o aperfeiçoam. foi preparado este Guia informativo. uma coordenação mais eficiente entre serviços da administração pública e. O pleno aproveitamento de tais alterações implica uma resposta informada.

Esta prática insere-se no exercício das responsabilidades da DGOTDU enquanto autoridade técnica nacional de ordenamento do território e de urbanismo. revisão e alteração dos PMOT. a quem cabe a responsabilidade de promover e conduzir a elaboração e execução dos planos munici- pais de ordenamento do território (PMOT).º 56/2007. e pelo Decreto-Lei n. e os técnicos da Administração central que participam na elaboração e revisão dos instrumentos de desenvolvimento territorial e dos instrumentos de natureza especial ou que intervêm na elaboração. desse modo. A DGOTDU está a preparar diversas iniciativas destinadas a promover um melhor conhecimento do quadro legal e regulamentar do ordenamento do território e do urbanismo e. Outubro de 2007 Vitor Campos Director-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 9 . de 19 de Setembro.º 56/2007.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. o documento dirige-se aos técnicos particulares que intervêm nas acções de gestão territorial e ao restante universo de entidades públicas. de 31 de Agosto. de 31 de Agosto. para quem este tipo de documentos constitui um importante auxiliar de formação.º 316/2007. Complementarmente. O presente Guia é também um instrumento para essas iniciativas. e pelo Decreto-Lei n. a contribuir para práticas mais qualificadas e competentes de gestão territorial. DGOTDU. introduzidas pela Lei n. organizações e pessoas interessadas nestas matérias.º 316/2007. Termino formulando o agradecimento da DGOTDU aos autores materiais do Guia e o voto de que a sua utilização possa contribuir decisivamente para que sejam alcançados os objectivos perseguidos com a sua elaboração. A publicação do Guia na sequência directa da entrada em vigor daqueles diplomas inaugura uma prática que se deve tornar normal e que consiste em fazer acompanhar qualquer nova legislação da publicação de documentos de orientação doutrinária ou metodológica que contribuam para um entendimento uniforme e uma aplicação esclarecida dos textos legais. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Nota de apresentação O presente Guia tem por objectivo esclarecer os principais actores da gestão territorial sobre os objectivos estratégicos e as finalidades que são perseguidas pelas recentes alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial. Referência especial para os estudantes do ensino superior que frequentam cursos nas áreas científicas de interesse para o ordenamento do território e o urbanismo. Estas iniciativas compreendem acções de informação e de formação. O documento tem por destinatários primordiais os eleitos e os técnicos da Administração local.

a capacidade do sistema de gestão territorial responder de forma eficiente e atempada às necessidades de desenvolvimento e à mutabilidade da realidade que se lhe encontra subjacente constitui o objectivo fundamental a que o sistema deverá dar resposta.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. pela Lei n. 2 Programa de Simplificação Administrativa e Legislativa. de 19 de Setembro. conjugado com a diversidade do interesse público subjacente às opções de planeamento.º 310/2003. e pela Lei n. e pelo Decreto-Lei n. constitui um aspecto fundamental do desenvolvimento territorial. na maior ce- leridade dos processos de elaboração e aprovação dos instrumentos de gestão territorial. a esse dinamismo. dinâmicos e a forma do sistema os resolver tem necessariamente de ser capaz de corresponder.º 316/2007. Ao nível do procedimento.º 380/99 com o objectivo de simplificar e flexibilizar os processos de or- denamento do território. 3. que as regras instituídas e as práticas técnicas e administrativas têm necessariamente de ter em conta. Simplificação de procedimentos. de 31 de Agosto. para a qualificação das práticas técnicas e adminis- trativas e dos próprios instrumentos de gestão territorial. 1 Previamente alterado pelo Decreto-Lei n.º 56/2007. de 7 de Abril. susceptível de obstar às permanentes necessidades de alteração ou suspensão motivadas pela dinâmica do desenvolvimento económico e social. para o objectivo da eficiência dos processos de planea- mento. Introdução A alteração introduzida pelo Decreto-Lei n. Ao nível substancial. mas também. de 19 de Setembro.º 53/2000. de modo eficiente. Estes quatro vectores concorrem. O factor tempo. de 31 de Agosto. 2.º 56/2007. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 11 .º 316/2007. Clarificação e diferenciação de conceitos e de instrumentos de intervenção. associada à correspondente responsabilização e desconcentração de competências no âmbito dos serviços e entidades da Administração central. de 29 de Dezembro. Com efeito. por isso. Os problemas colocados pelo ordenamento do território são. de 10 de Dezembro. 4. da operatividade do sistema. em termos de resultados. As alterações introduzidas assentam em quatro vectores essenciais: 1.º 58/2005. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 1.º 316/2007. pelo Decreto-Lei n. ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial1 (RJIGT). Descentralização de competências para os municípios. por natureza. assim. A alteração introduzida no RJIGT pelo Decreto-Lei n. Reforço dos mecanismos de concertação dos interesses públicos e destes com os inte- resses privados subjacentes aos processos de planeamento. Os impactos esperados da revisão incidem em dois níveis. concretiza a medida do SIMPLEX’072 que preconiza a revisão do Decreto-Lei n. na maior flexibilidade dos conteúdos dos planos municipais de ordenamento do territó- rio. tem por ob- jectivo geral o reforço da eficiência dos processos de ordenamento do território e.

também. obedecendo ao citado vector da simplificação procedimental.º do RJIGT. Justifica-se uma alusão particular à fundamentação das alterações introduzidas no procedimento de elaboração e acompanhamento dos planos sectoriais de ordenamento do território. embora com especificidades decorrentes da natureza e função de cada tipo de plano. em especial dos planos municipais de ordenamento do território.º 56/2007. Uma vez que os vectores que norteiam a alteração ao RJIGT são transversais ao procedimento de elaboração e alteração dos instrumentos de gestão territorial. à adaptação do regime geral relativo à avaliação ambiental de planos e programas. elaboração e acompanhamento. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 A oportunidade da presente alteração é manifesta no quadro das dinâmicas de elaboração dos ins- trumentos de gestão territorial da responsabilidade da Administração central. do RJIGT. Encontram-se apro- vados o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território e a revisão do Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve. em tudo quanto não for objecto de regulação específica no âmbito do RJIGT. 20.instrumentos que programam ou concretizam as políticas de desenvolvimento económico e social com incidência espacial. incidem sobre todos os instrumentos de gestão territorial.º 316/2007 procede. acompanhamento e aprovação dos instrumentos de gestão territorial. o art. pretendeu-se agilizar o procedimento de elaboração destes planos e torná-lo mais autónomo por parte da entidade sectorial competente. explicitadas na síntese justificativa subsequente. As alterações agora introduzidas no RJIGT são.º 316/2007. que irão estabelecer o quadro de referência estratégica de longo prazo que permite aos municípios definirem as suas opções de desenvolvimento e gestão territorial no âmbito do processo generalizado de revisão dos respectivos planos directores municipais. de 15 de Junho. contido no Decreto-Lei n. conteúdo documental dos planos. de 31 de Agosto. É adaptado o regime geral da avaliação ambiental de planos e programas aos procedimentos espe- cíficos de elaboração. O Decreto-Lei n. e. a composição e o funcionamento da comissão que acompanha a elaboração ou revisão do plano director municipal. propósito que se completa com a próxima revisão da portaria que regula a constituição. e estão em elaboração quatro planos regionais de ordena- mento do território . os arts. em matéria de coordenação interna quanto aos planos sectoriais. determinando o respectivo impacte territorial . e pelo Decreto-Lei n. as modificações introduzidas em matéria de avaliação ambiental. aos princípios que se lhe encontram subjacentes.obedecem. à avaliação ambiental dos instrumentos de gestão territorial.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n.º.Alentejo. As modi- ficações introduzidas partem da verificação de que poucos são os planos que. sendo material e substantivamente planos sectoriais .º 232/2007. por isso. sem perder de vista a necessária articulação com os 3 Cfr. em especial. tendo como objectivo introduzir nos pro- cedimentos de elaboração e aprovação dos instrumentos de gestão territorial o procedimento de avaliação ambiental respectivo. a propósito da coordenação de intervenções. concertação e discussão pública. designadamente em matéria de coordenação de interesses e de intervenções3 e de participação pública..º a 22. Oeste e Vale do Tejo e Centro -. de 15 de Junho. n. 38. essenciais para o enquadramento do proces- so de revisão dos planos directores municipais. por isso. do ponto de vista orgânico e formal.º 3. Norte. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 12 . Assim.º 232/2007. man- tendo-se a aplicação subsidiária do Decreto-Lei n. à tramitação procedimental prevista no RJIGT e.

Os representantes privados dos interesses económicos. cultu- rais e ambientais não se prendem com o debate técnico. por isso.º 316/2007. unicamente. salientam-se as alterações que concretizam o vector da descentralização de competências para os municípios. a comissão que acompanha a elaboração dos planos que não são vinculativos dos particulares. a tónica e a natureza das preocupações dos representantes privados dos interesses económicos. em dois aspectos principais. cerceadas as suas possibilidades de intervenção por meio do direito de participação ao longo de todo o procedimento de elaboração dos planos. sociais. Ora. a avaliação do funcionamento das comissões mistas de coordenação que acompanham a elaboração daqueles planos permitiu verificar que a respectiva composição.º do RJIGT. no âmbito do acompanhamento destes planos. com questões estratégicas. de forma a garantir-se a necessária coordenação de intervenções. culturais e ambientais não vêem. do modelo de decisão em con- ferência de serviços justifica a alteração efectuada. do plano director municipal quando incompatível com plano sectorial ou plano regional de ordenamento do território. Verificou-se que os trabalhos das comissões que acompanham os planos consistem. não permitiu alcançar os objectivos de coordenação de interesses que se encontravam subjacentes à sua previsão. uma vez que a representação de interesses privados é pouco coerente com este mecanismo. concretizado no carácter facultativo do acompanhamento destes planos. nos termos e com o conteúdo previsto no art. As alterações introduzidas na comissão que acompanha a elaboração dos planos especiais e do plano director municipal (PDM) . O primeiro.justificam-se por razões de eficiência. no debate e análise de questões de carácter essencialmente técnico. no entanto. em regra. com os instrumentos de âmbito municipal.passam a designar-se comissões de acompanhamento – dei- xam de incluir representantes dos interesses económicos. sociais. em especial. sociais. pouco operativa. O segundo. designada comissão consultiva. mas. em especial no decurso do período de participação preventiva e de discussão pública. são das modificações mais significativas da presente alteração legislativa. sendo pouco operacional a análise e o debate de questões de natureza diferente num mesmo fórum. e pelo Decreto-Lei n. na maior parte dos casos. No que respeita aos planos municipais de ordenamento do território. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 demais instrumentos de gestão territorial. Distingue-se.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. Para além da alteração da designação . A responsabilização municipal associada à simplificação de procedimentos que justifica a alteração do regime da ratificação governamental e a eliminação do instituto do registo dos planos municipais de ordenamento do território (PMOT) com funções de controlo de legalidade. assim. 6. no domínio das relações com as comissões de coordenação e de- senvolvimento regional. associada à correspondente responsabilização. quer em função da respectiva composição (uma vez que a comissão consultiva integra representantes dos interesses Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 13 . de 31 de Agosto.planos vinculativos dos particulares cujo acompanhamento é efectuado por comissão . e da eliminação do registo com funções de controlo de legalidade. culturais e ambientais.º 56/2007. Como se salienta no preâmbulo da alteração ao RJIGT. de carácter mais global e abrangente. por via do carácter ex- cepcional da ratificação. Também a adopção. da comissão de acompanhamento. demasiado alargada e.

em prazos determinados. A republicação do RJIGT contempla. que impõe a obrigação.º 56/2007. de transcrição di- gital georreferenciada e disponibilização na Internet dos planos municipais de ordenamento do território. culturais e ambientais) quer da forma de funcionamento. já que à comissão consultiva não são aplicáveis as normas relativas à conferência de serviços.º 316/2007. responsabilizando os seus destinatários pela concretização das operações neles previstas.º 56/2007. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 14 . de 31 de Agosto. ainda. Em matéria de reforço de mecanismos de participação privada. as alterações entretanto introduzidas pela Lei n. de 31 de Agosto. sociais. refere-se a expressa admissibilidade e a regulação dos contratos para planeamento. e pelo Decreto-Lei n. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 económicos. de utilidade manifesta não só para enquadrar as actuações administrativas correntes mas também como reconhecimento das suas virtualidades en- quanto forma adequada de conciliar interesses públicos e privados e de operacionalizar a execução dos planos de urbanização e dos planos de pormenor.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n.

dado que as razões da objecção à proposta de Programa já haviam sido expostas naquele parecer final. a realização da concertação. não se justificando um novo período de 30 dias para reiterar as razões da discordância. que passa a ser de 5 dias6. 32.º. 6 Todos os prazos respeitantes ao inquérito público são prazos de natureza administrativa que se contam em dias úteis. e a concretizar-se por meio de reuniões de concertação. a coordenação da elaboração do PNPOT – ministro responsável pelo ordenamento do território .1.º 1). por decisão da entidade responsável pela elaboração de cada instrumento de gestão territorial. a alteração tem por base uma opção de carácter substantivo que consiste em antecipar a concertação de interesses para a fase de elaboração e acompanhamento da proposta do PNPOT (art. as entidades públicas nelas representadas contribuam.º.º 2). e pelo Decreto-Lei n. no âmbito do Governo. 72.º 15. tendo-se optado pela designação de ministro responsável pelas área de atribuições do respectivo ministério.incidem sobre a fase da concertação e o período da discussão pública.1 Noção. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 2. Esta opção apresenta inegáveis vantagens.º 316/2007. A circuns- tância de a lei apontar para a concretização da concertação de interesses através da realização de reuniões de concertação. objectivos. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 15 . Assim. para os trabalhos de elaboração do Programa. Em matéria de concertação. não impede a entidade responsável pela elaboração do PNPOT de promover outras diligências que entenda adequadas a sanar as objecções que hajam sido formu- ladas em sede de parecer final. de 31 de Agosto. em sede de comissão consultiva ou de comissão de acompanhamento. nos termos do art. a realizar no prazo de 20 dias após a emissão do parecer final da comissão consultiva (art. 30. através da qual se procede à actualização da entidade à qual compete. Considerando a natureza mínima dos prazos previstos no RJIGT em matéria de inquérito público. passa a revestir natureza facultativa. Síntese descritiva e justificativa das alterações mais relevantes 2.º do Código do Procedimento Administrativo. eliminando-se a fase de novos pareceres escritos após a emissão do parecer final da comissão consultiva. o que evita a desactualização do diploma em função de eventual alteração da orgânica governativa.º 58/2007. enquanto fase procedimental autónoma. 32.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. a alteração introduzida no regime do PNPOT obedece ao propósito de simplificação procedimental. de 4 de Setembro. Em simultâneo. e a duração mínima do inquérito público que passa de 60 para 44 dias. de forma propositiva. quer do ponto de vista da celeridade procedimental quer da construção de soluções mais partilhadas. optou-se por reduzir o período de anúncio prévio do inquérito público.º.º 56/2007. 5 Todas as normas atributivas de competências aos membros do Governo existentes no RJIGT foram actualizadas. conteúdo e tramitação procedimental dos instrumentos de gestão territorial 2. com excepção de uma alteração pontual no art. n. 4 Aprovado pela Lei n. n. porquanto se pretende que ao longo do procedimento de acompanhamento.1 Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território As alterações introduzidas no regime do Programa Nacional da Política de Ordenamento do Ter- ritório4 (PNPOT). n.

35. 38. de 3 de Maio. alíneas a) e c). do RJIGT) e. é substituída a expressão “cenários de desenvolvimento respeitantes aos diversos sectores”.º 2. por “planos. 7 São os planos e programas referidos no art.º 4).º. Trata-se.º. 8 Significa esta formulação legal que os pareceres em questão são obrigatórios. n.º). passa a fazer parte do respectivo conteúdo documental.º 232/2007.º. a entidade responsável pode promover a consulta das entidades às quais.º 1. elaborado nos termos do Decreto-Lei n. de determinar se o mesmo constitui enquadramento para a futura aprovação de projectos.º 316/2007. 3. do RJIGT).º. sobre o âmbito da avaliação e a informação a incluir no relatório ambiental são emitidos no prazo de 15 dias (art. o relatório ambiental. podem não ser considerados.º. n. 38.º 56/2007. 6.º 2. daquele diploma7) . em caso afirmativo. passando a competir unicamente ao ministro competente em razão da matéria por meio de despacho (art. do RJIGT). n. cabendo à entidade responsável pela respectiva elaboração proceder à averiguação se o plano se encontra sujeito a avaliação ambiental. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 2. o que designa de forma ade- quada as diversas modalidades que enquadram os instrumentos de programação ou de concre- tização das diversas políticas com incidência na organização do território.º. Os pareceres solicitados para efeitos de determinação da necessidade de avaliação e. consoante o plano sectorial. podendo o despacho que determina a elaboração do plano sectorial prever outras exigências procedi- mentais ou de participação em função da complexidade da matéria ou dos interesses a salva- guardar (art. e pelo Decreto-Lei n. Em matéria de avaliação ambiental.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n.º 3. Na óptica de autonomia da entidade competente. de 31 de Agosto.º. 99. tal como resulta do regime geral da avaliação ambiental (art. e n. alínea a). caso sejam emitidos após esse prazo8 . do Código do Procedimento Administrativo). mas que não têm que ser ponderados pela entidade responsável pela elaboração do plano se emitidos uma vez decorrido o prazo (art. a elaboração dos planos sectoriais deixa de ser determinada por Resolução do Conselho de Ministros.º. acompanhamento e participação. Para este efeito. os planos sectoriais podem ou não encontrar-se sujeitos a procedimento de avaliação (art. acompanhando o plano. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 16 .1. n.º do Decreto-Lei n. 3. O procedimento contido no RJIGT passa a revestir natureza mínima no que se refere aos actos e formalidades a praticar em sede de elaboração. do RJIGT). 38. possam interessar os efeitos ambientais resultantes da aplicação do plano (alínea g) do n. e com o conteúdo aí fixado (art.º 2. n. 38. programas e estratégias” . de 15 de Junho. do art. sendo susceptível de ter efeitos significativos no ambiente (art. do diploma referido – planos e programas em sectores não abrangidos pela alínea a) do mesmo número e os planos e programas incluídos nesses sectores mas que constituem enquadramento para projectos que não são mencionados nos anexos I e II do Decreto-Lei n.º 6. 3.º.2 Planos sectoriais de ordenamento do território No art.os 4 e 5.º 69/2000.º 232/2007. alínea f). 3. de 15 de Junho). Quando o plano sectorial se encontra sujeito a avaliação ambiental. n. alínea c). em virtude das suas responsabilidades ambientais específicas.

10 Art. assegurando a permanência dos sistemas indispensáveis à utili- zação sustentável do território10. do relatório ambiental com o conteúdo previsto no art. Os planos especiais de ordenamento do território. de 31 de Agosto. por via quer da alteração de perímetros urbanos definidos nos instrumentos de planeamento. alínea a). 75.º 1. 42. quer da definição das categorias às quais se encontram associadas utilizações e parâmetros de ocupa- ção – são meramente planos de salvaguarda de recursos e valores naturais. n. que a entidade responsável se encontre impedida9 de promover diligências suplementares com vista a alcançar uma solução concertada com as entidades que hajam emitido pareceres desfavoráveis. 45. supra n.º 56/2007.º 232/2007. Atenta a especificidade dos planos sectoriais no âmbito do sistema de gestão territorial. n. por se entender que os planos especiais devem conter regimes de salvaguarda de recursos e valores naturais e não classificar e qualificar o uso do solo. prevendo-se que. n. porém.º 316/2007. à qual se aplica o novo art. e pelo Decreto-Lei n. 46. substituição de pareceres e omissão de concordância expressa ou falta de comparência à conferência.º.1. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 17 . seja susceptível de interessar os efeitos ambientais resultantes da aplicação do plano) em conferência de serviços. Daí a inclusão.º 1. n. 3.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. do RJIGT). sejam estabelecidos os critérios para a composição da comissão de acompanhamento para todos os PEOT (art. não se prevê. ainda que facultativa.º do regime relativo à avaliação ambiental de planos e programas (art. sujeitos a avaliação ambiental. 9 Cfr.º.3 Planos especiais de ordenamento do território Elimina-se do conteúdo material dos planos especiais de ordenamento do território (PEOT) a referência à fixação de usos. de 15 de Junho. n. 39. do RJIGT). por meio de Resolução do Conselho de Ministros. a fase de concertação. 2.º-B do RJIGT em matéria de vinculação das entidades e serviços presentes na conferência por meio da posição manifestada pelo respectivo representante. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 O acompanhamento da elaboração dos planos sectoriais deixa de ser efectuado através da comissão mista de coordenação. das entidades ou serviços da Administração central representativos dos interesses a ponderar e das câmaras municipais das autarquias abrangidas (art. alínea b). do RJIGT). por estabelecerem regimes de salvaguarda de recursos e valores naturais. quanto ao carácter mínimo das exigências procedimentais previstas na lei. encontram-se contemplados no art. o que não significa.º 2.º 20.º. do RJIGT. em virtude das suas responsabilidades ambientais específicas. A entidade responsável pela elaboração do plano sectorial pode optar pela emissão dos pare- ceres (incluindo os pareceres sobre o relatório ambiental das entidades às quais. do Decreto-Lei n. 6.os 1 e 2. A elaboração dos planos especiais passa a ser determinada por despacho do ministro compe- tente em razão da matéria.º. por isso. no conteúdo documental dos planos especiais. estando.º. sendo garantido através da consulta e emissão de parecer da comissão de coordenação e desenvolvimento regional competente.º 2.

quanto às razões justificativas das alterações introduzidas no regime das anteriores comissões mistas de coordenação. justifica-se que a decisão de elaboração do plano pertença ao membro do Governo responsável pelo domínio em questão. 4 e 8). em sentido técnico-jurídico. evitando situações de sobre representação.º-B. n.º. Esta entidade passa a pronunciar-se no parecer final da comissão de acompanhamento. 11 de Maio. É eliminado o parecer autónomo da comissão de coordenação e desenvolvimento regional no âmbito do processo de acompanhamento e concertação. do RJIGT).º 131/2002. qualifica os planos de ordenamento dos parques arqueológicos como planos especiais. substituição de pareceres e omissão de concordância expressa ou falta de comparência à conferência. 5. O parecer final da comissão integra os pareceres daquelas entidades sobre o relatório ambiental (art.os 2 e 4.º do regime relativo à avaliação ambiental de planos e programas.º e 7. Note-se que. já que a averiguação da conformidade legal não se inclui no âmbito de relações de coordenação. e acompanham a elaboração do relatório ambiental. o art. À referida Resolução do Conselho de Ministros cabe definir. n. em função da tipologia de planos e dos objectivos que prosseguem.º 5).º do Decreto-Lei n. 47. em matéria de vinculação das entidades e serviços por meio da posição manifestada pelo respectivo representante. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 18 . É aplicável à comissão de acompanhamento dos PEOT o art. de 31 de Agosto. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Atentos os interesses públicos específicos de carácter ambiental11 que são prosseguidos através da actual tipologia legal de planos especiais. 48. e pelo Decreto-Lei n.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. Estas entidades exercem.º.ponto 1. e dispõe que a sua elaboração e conteúdo material e documental deve observar o RJIGT. n. definidos por quaisquer outros instrumentos de gestão territorial aplicáveis (art. Introduz-se a divulgação da discussão pública pela Internet. entendidos como poderes ou faculdades de decisão relativamente às propostas de planos municipais que excedessem o controlo da compatibilidade com os demais instrumentos de gestão territorial. n.os 3. uniformiza-se o período de divul- gação para 5 dias e corrige-se a metodologia de ponderação e divulgação dos resultados da discussão pública (art.º 56/2007. apreciando obrigatoriamente a articulação e a coerência da proposta com os objectivos. atentas as respectivas competências. na comissão de acompanhamento.º 316/2007. as competências consultivas que se lhe encontram cometidas nos arts. 11 Paraalém dos previstos na LBPOTU e no RJIGT. princípios e regras aplicáveis ao território em causa. possam interessar os efeitos ambientais resultantes da aplicação do plano. O acompanhamento dos planos especiais em sede de comissão de acompanhamento (art.º 1)12 integra as entidades às quais. em virtude das suas responsabilidades ambientais es- pecíficas. tais comissões não dispunham de poderes de coordenação.º. os critérios de composição da comissão de acompanhamento. os quais devem permitir identificar as entidades e os serviços da Administração directa e indi- recta do Estado que. 47. se devem encontrar representados na comissão de acompanhamento cuja constituição se efectua no despacho que determina a elaboração do plano.º. 6. 47. 12 Cfr. Estes critérios devem assegurar que seja designado um representante único por interesse público a salvaguardar. 75.

designadamente. culturais e ambientais. n.º 1). composta pelos representantes das entidades e serviços que asseguram a prosse- cução dos interesses a ponderar na elaboração do plano e dos representantes dos interesses económicos. A comissão. No que se refere ao procedimento de avaliação ambiental. porquanto do respectivo conteúdo material resulta necessariamente o enquadramento de fu- turos projectos. n. alínea a). adopta-se a solução de integra- ção na comissão que acompanha a elaboração do plano das entidades às quais. adopta-se a solução descrita no parágrafo 4 relativa ao PNPOT (art.º 1.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. sociais. de iniciativa pública e de interesse e âmbito regional. O parecer final da comissão integra os pareceres daquelas entidades sobre o relatório ambien- tal. 59. do n.º 2). 57.º. e pelo Decreto-Lei n.4 Planos regionais de ordenamento do território No que respeita ao conteúdo material dos planos regionais de ordenamento do território (PROT).º.1. passa a designar-se por comissão consultiva (art.º.º 3). 56. 5. sobre a definição dos instrumentos de planeamento.º. prevê-se que a Resolução do Conselho de Ministros que aprova o PROT preveja as formas e os prazos.º). garantindo-se a inexistência de duplicação de procedimentos. para adaptação dos respectivos planos (art.os 2 e 4). em virtude das suas responsabilidades ambientais específicas.º 316/2007. Assim. uma vez que a referida estrutura se encontrava mencionada no conteúdo do relatório que acompanha o plano regional (actual alínea c).º e 7.º do Decreto-Lei n. as competências consultivas que se lhe encontram cometidas nos arts.º. em consonância com o art. em matéria de identificação de valores e sistemas de protecção e valorização ambiental. alínea c) -alteração da referida alínea c) para incluir os estudos que conduzem à delimitação da referida estrutura regional de protecção e valorização ambiental e o relatório ambiental (n.º.º. 54. A contratualização visa assegurar a execução do PROT. suas alterações ou revisões que irão concretizar Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 19 . e acompanham a elaboração do relatório ambiental (art. 56. do RJIGT. Parte-se do pressuposto que os PROT se encontram sempre sujeitos a avaliação ambiental. Estas entidades exercem. do RJIGT). programas e estratégias sectoriais preexistentes (art. 54. e dispõe-se expressamente que o PROT delimita a estrutura regional de protecção e valori- zação ambiental. O carácter estratégico e programático dos PROT justifica que a Administração central possa contratualizar com os municípios as formas e os prazos de adequação dos planos municipais ou intermunicipais ao novo PROT. n. n. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 2. designadamente. de 15 Junho. de 31 de Agosto.º 56/2007. 53.º 2. é alterado o conteúdo documental (art. possam interessar os efeitos ambientais resultantes da aplicação do plano. Em consonância. Pode incidir. na comissão de acompanha- mento. alínea c). n. previamente acordados com os municípios.º 2 do art. 14. explicita-se que estes procedem à articulação espacial das orientações contidas no PNPOT e nos demais planos. considerando as condições específicas de aplicação das suas orientações nos diversos municípios. Em matéria de concertação.º 232/2007.

Este parecer não possui carácter vinculativo e incide apenas sobre a conformidade com as disposições legais e regulamentares vigentes e sobre a compatibilidade ou conformidade com os instrumentos de gestão territorial eficazes. 2. à semelhança do que sucede com o dos PMOT. 63. nos mesmos termos acima referidos quanto aos planos sectoriais (arts.5 Planos intermunicipais de ordenamento do território No que se refere à aplicação da avaliação ambiental aos planos intermunicipais. Assim.º 56/2007. a proposta de plano é enviada pela entidade ou pelas entidades responsáveis pela elaboração do plano à comissão de coordenação e desenvolvimento regional competente. que os mesmos podem.º. as assembleias municipais interessadas ou a assembleia intermunicipal podem aprovar o plano.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. qualquer que seja o senti- do do parecer. reitera-se o que acima se referiu quanto ao acompanhamen- to por uma comissão consultiva.1. Em matéria de acompanhamento. cabe à entidade responsável pela elaboração do plano proceder à averiguação se o plano se encontra sujeito a avaliação ambiental. ou alterá-lo no sentido do parecer emitido (art.6. 61. constituir enquadramento para a futura aprovação de projectos.º) passa a incluir a delimitação da estrutura regional de protecção e valorização ambiental [art.º.º do RJIGT). 97. Deste modo. Para além daquelas matérias.º 1. de 15 de Ju- nho. na Resolução do Conselho de Ministros que apro- va o PROT. n. do Decreto-Lei n.º-A e 75. em matéria de controlo da legalidade por via da eliminação da ratificação governamental. e pelo Decreto-Lei n. 3. O regime dos planos intermunicipais sofreu. o qual passa a integrar o parecer final da comissão consultiva (art.º 232/2007. a identificação.6 Planos municipais de ordenamento do território 2.º 1. 65. 66. de 31 de Agosto.1.º-B. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 o PROT. do n. 59. n. 67.1 Elaboração e acompanhamento do plano director municipal O acompanhamento da elaboração do PDM (arts.º 316/2007.º 2). ainda.º 1). aditados pela presente alte- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 20 . face ao disposto no art. 2.º e 64.º do RJIGT. do art.º. profundas alterações. dos prazos de elaboração ou das parcerias com a Administração central em matéria de investimentos estruturantes de carácter regional que decorram do PROT. alínea b)].1. e aos objectivos que se encontram fixados para estes planos no art. 75. o que significa que. das disposições incompatíveis dos PMOT que devem ser objecto de alteração por adaptação (alínea d). uma vez concluída a versão final após a ponderação dos resultados da discussão pública. alíneas a) e c). ou não. n. justifica-se.º). a qual emite parecer no prazo de 10 dias (art.º. assim como a eliminação do parecer autónomo da comissão de coordenação e desenvolvimento regional.

sobre o plano. substituindo.º 3). distinguindo-se: o cumprimento das normas legais e regulamenta- res. no qual se previa uma conferência deliberativa para apreciação da localização de empreendimentos turísticos em que os representantes das entidades se encontravam munidos de delegação de poderes. na mesma. Estas entidades exercem. 28. prevê-se o mecanismo da delegação de poderes como forma de vin- cular as entidades e os serviços da Administração central que integram a comissão de acompa- nhamento por meio da posição manifestada pelos respectivos representantes. Para garantir que a falta de pronúncia ou de comparência dos representantes não conduza à paralisação do procedimento (exactamente o que se pretende evitar através da figura da conferência procedimental). a alteração prevê regras referentes ao funcionamento da comissão de acompanhamento do PDM (art.º do Decreto-Lei n. n. com os objectivos que constam no art. de 31 de Agosto. n. n. No n. 13 Estaportaria irá alterar.º e 7.º 1 daquele artigo. na comissão de acompanhamento.º 290/2003. e é uma decorrência do princípio da legalidade no exercício de competências administrativas. atribui-se um valor juridicamente significativo de sinal positivo à omissão de pronúncia expressa no prazo de 5 dias após a comunicação do resultado da confe- rência (art.º-A. pelo que.º. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 ração) compete à comissão de acompanhamento. De forma inovatória. possam interessar os efeitos ambientais resultantes da aplicação do plano (n.º 328/86. isto significa que. as competências consultivas que se lhe encontram cometidas nos arts. 4.º 56/2007.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. 75. de 5 de Abril. constando do art.º 6). A comissão de acompanhamento deve ser constituída no prazo de 30 dias após solicitação da câmara municipal (art. Os aspectos sobre os quais incide o parecer final da comissão de acompanhamento são expli- citados (art. em virtude das suas responsabili- dades ambientais específicas. Destinando-se a posição manifestada na conferência a substituir os referidos pareceres. O pa- recer final da comissão de acompanhamento integra os pareceres daquelas entidades sobre o relatório ambiental (n. 75.º 316/2007.º-A. e pelo Decreto-Lei n.º-B. o regime actualmente contido na Portaria n. 75. o qual substitui todos os pareceres que aquelas entidades devessem emitir.º 3). A comissão de acompanhamento inclui as entidades às quais. a qualquer título. 14 Estasolução não é nova no direito português. a compatibilidade ou conformidade da proposta de plano com os instrumentos de gestão territorial eficazes e o fundamento técnico das soluções defendidas pela câmara municipal em concretização da obrigação constante do art.º do RJIGT.º do regime relativo à avaliação ambiental de planos e programas e acompanham a elaboração do relatório ambiental. 75. se exercem competências administrativas que exprimem a posição oficial das en- tidades e dos serviços representados na comissão. 5. ou na conferência se encontra presente o titular do órgão ou o representante do serviço ou entidade deverá encontrar-se habilitado por meio de delegação de poderes14. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 21 .º-B) enquanto conferência procedimental instrutória: reu- nião com todas as entidades administrativas envolvidas no acompanhamento para emissão de um único parecer sobre a proposta de plano.º 2). 75. remetendo-se para a portaria do membro do Governo responsável pelo ordenamento do território13 a competência para a sua constituição e demais aspectos relativos à sua composição e funcionamento.º 5).

no âmbito dos planos de ordenamento do território. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 2.º 1.º 1. os planos de urbanização e os planos de pormenor que impliquem a utilização de pe- quenas áreas a nível local. 74. Estas práticas.1. n.º daquele diploma.º 5 daquele artigo concretiza. do n.os 7 a 10 do art. com vista à indicação de quais as entidades representativas de interesses públicos que devem intervir no acompanhamento do plano. a solicitação da câmara municipal. constando do elenco das alíneas a) e b). Com efeito. n. o desenvolvimento dos trabalhos de elaboração da proposta de plano. ao abrigo do anterior regime. 75. de 15 de Junho: planos que.º. Nos demais aspectos segue-se o regime já explicitado quanto aos planos cuja avaliação ambiental se encontra dependente de averiguação sobre os respectivos efeitos no ambiente (art.º. A reunião permitirá à câmara municipal ter em conta quais as entidades a consultar em sede de acompanhamento ou quais as entidades que irão intervir na conferência de serviços previs- ta no final e. de 31 de Agosto. só serão objecto de avaliação ambiental no caso de se determinar que são susceptíveis de ter efeitos significativos no ambiente. do Decreto-lei n. 4. 3. tal como nos planos sectoriais e intermunicipais tal decisão compete à entidade responsável pela respectiva elaboração do plano.º 232/2007.º. conforme resultava dos anteriores n. no sentido de que. em momento anterior à recepção formal da proposta de plano para efeitos de promo- ção de consultas das referidas entidades.2 Elaboração e acompanhamento dos planos de urbanização e dos planos de pormenor Em matéria de planos de urbanização e de planos de pormenor. e pelo Decreto-Lei n. determinem a utilização de pequenas áreas a nível local.6. do art. assim. a alteração ao RJIGT adapta o regime geral respeitante à avaliação ambiental de planos e programas. consti- tuem o que a doutrina designa por actuações administrativas informais. por meio da realização de reuniões ou da emissão de informações escritas.º. antes da deliberação que determina a elaboração do plano de urbanização ou do plano de pormenor. A reunião poderá ainda de- sempenhar uma função útil no que se refere ao aperfeiçoamento dos termos de referência do plano ou à existência de orientações da comissão de coordenação e desenvolvimento regional relativamente aos trabalhos de elaboração. acompanhavam. identificar os interesses que deverá ponderar. O n. de forma mais ou menos contínua e de acordo com as solicitações das câmaras municipais. prever a possibilidade de realização de uma reunião com a CCDR.º 56/2007.º 316/2007. 74. A decisão de isenção de avaliação compete à câmara municipal. o que significava que o acompanhamento de planos de urbanização e de planos de pormenor não se cingia à recolha dos pareceres das entidades representativas dos interesses a ponderar e à emissão de um parecer final pela comissão de coordenação e desen- volvimento regional. não Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 22 . Optou-se ainda por.os 6 a 9). Assim. uma das situações de isenção à avaliação ambiental. as comissões de coordenação e desenvolvimento regional. prevista no art. nos termos que cons- tam dos n. que não encontravam apoio directo no procedimento regulado no RJIGT.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n.os 5 a 9 do art.

º-C.os 3 e 4). 2.º-B (art. uma vez concluída a elaboração da proposta (art. procede à realização de uma conferência de serviços com todas as entidades representativas dos interesses a ponderar.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n.1. caso o plano se encontre sujeito a avaliação ambiental. Concluída a elaboração.º 56/2007. os pareceres eventualmente emitidos e o relatório ambiental. o acompanhamento dos planos de urbanização e dos planos de pormenor passa a ser facultativo. O Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 23 . sem prejuízo da análise do plano decorrer até à realização da conferência.3 Concertação nos planos municipais de ordenamento do território As alterações introduzidas no art. este mecanismo obsta a que reuniões de concertação com cada uma das entidades. 75. em especial.º. no prazo de 22 dias.º 3). concertação facultativa por iniciativa da câmara municipal através da realização de reuniões de concertação ou. pode levar à realização de duas conferências de serviços no que respeita aos planos de urbanização e aos planos de por- menor. eliminação da fase de pareceres escritos. se atribua às câmaras municipais o controlo desta fase procedimental. de uma conferência de serviços.os 1 e 2). com excepção dos planos sectoriais: antecipação da concertação de interesses para a fase de elaboração. e pelo Decreto-Lei n. sendo aplicáveis as regras acima referidas em matéria de vinculação das entidades representadas e de não oposição à proposta de plano ou falta de comparência à conferência constantes do art.6. de 31 de Agosto. Sendo a conferência de serviços realizada nos 22 dias subsequentes à recepção da proposta de plano e convocada com a antecedência de 15 dias. com base na descentralização e na responsabilização municipal. à comissão de coordenação e desenvolvimento regional que.º 316/2007. 75. competindo à câmara municipal solicitá-lo à comissão de coordenação e desenvol- vimento regional territorialmente competente e às demais entidades representativas de inte- resses a ponderar. através da realização de reuniões ou da emissão de pareceres (art. a câmara municipal apresenta a proposta de plano. 76. 75. garantir a prossecução dos objectivos do acompanhamento previstos no art. Assim. a comissão de coordenação e desenvolvi- mento regional dispõe de 7 dias para proceder à convocatória da conferência. em alternativa.º em matéria de concertação no âmbito dos PMOT corres- pondem ao regime acima descrito relativamente aos demais instrumentos de gestão territo- rial. n. venham a resultar em novas pro- postas de plano que ponham em causa as posições assumidas pelas outras entidades. sendo nesta fase que se encontram maiores delongas nos processos de plane- amento. n. A possibilidade de a câmara municipal promover reuniões de concertação nos 20 dias subse- quentes à realização da conferência de serviços acima referida. uma delas é obrigatória. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 podendo ser reconduzidas a procedimentos com configuração legal. porquanto. 76.º-C. Aparentemente pouco simplificador. Não obstante.º. justifica-se que. 75. permitem responder a um objectivo de cooperação institucional e. ou de carácter sectorial. n.

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mecanismo da conferência de serviços, permitindo uma apreciação global e simultânea de
todos os interessados, é o mais apto a superar conflitos de interesses sectoriais nesta fase de
concertação.

2.1.6.4 Discussão pública nos planos municipais de ordenamento do território

Não tendo sido revisto, em termos substantivos, o modelo de participação pública, as altera-
ções introduzidas cingem-se aos prazos mínimos estabelecidos. Assim, reduz-se a participação
preventiva para 15 dias, já que a experiência demonstra que nesta fase são poucas e de redu-
zido interesse as observações e sugestões formuladas. O período relativo ao aviso da discussão
pública, à semelhança dos demais IGT, é reduzido para 5 dias, introduzindo-se a divulgação
pela Internet e reduzindo-se os prazos da discussão pública para 30 dias no PDM e para 22 dias
nos planos de urbanização e nos planos de pormenor.

A participação pública para efeitos de avaliação ambiental, designadamente sobre o relatório
e os pareceres emitidos pelas entidades com responsabilidades ambientais específicas, é inse-
rida na discussão pública da proposta de plano.

2.1.6.5 Aprovação dos planos municipais de ordenamento do território
e ratificação governamental

Os planos de urbanização e os planos de pormenor deixam de se encontrar sujeitos a controlo
final de legalidade por parte da Administração central.

Uma vez concluída a versão final da proposta de plano, após a ponderação dos resultados da
discussão pública e sua divulgação, a proposta de plano é remetida pela câmara municipal à
assembleia municipal para efeitos de aprovação (art. 79.º, n.º 1).

Sendo o plano aprovado, a Câmara Municipal envia-o para publicação na 2.ª série do Diário
da República [art. 148.º, n.º 4, alínea d)], e envia para a Direcção-Geral do Ordenamento do
Território e Desenvolvimento Urbano (DGOTDU) para efeitos de depósito (art. 151.º, n.º 1), no
prazo de 15 dias após a publicação.

A eficácia do plano depende da respectiva publicação no Diário da República (art. 148.º, n.º 1)
e o depósito dos instrumentos de gestão territorial na DGOTDU passa, assim, a desempenhar a
função de repositório centralizado e de publicitação de todos os instrumentos de gestão terri-
torial, cujo acesso e consulta pública será garantido por meio da disponibilização em linha no
âmbito do Sistema Nacional de Informação Territorial.

Aprovado o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território e na pendência dos
procedimentos de elaboração de quatro novos planos regionais de ordenamento do território,
optou-se por tornar a ratificação governamental um mecanismo verdadeiramente excepcional,
justificado pela necessidade de flexibilização do sistema de gestão territorial.

Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 24

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Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007

O instituto da ratificação governamental mantém a sua natureza de acto de controlo preven-
tivo integrativo da eficácia da deliberação da assembleia municipal que aprova o plano, mas
os PDM passam a encontrar-se sujeitos a ratificação unicamente quando, no procedimento de
elaboração, seja suscitada a questão da sua incompatibilidade com planos sectoriais ou re-
gionais de ordenamento do território e sempre que a câmara municipal assim o solicite, para
que, em concretização do princípio da hierarquia mitigada, o Governo possa ponderar sobre a
derrogação daqueles instrumentos de gestão territorial (art. 80.º, n.os 1, 2 e 3).

Uma vez concluída a versão final, após a ponderação dos resultados da discussão pública, a
proposta de PDM é enviada à comissão de coordenação e desenvolvimento regional competen-
te, a qual pode emitir parecer no prazo de 10 dias (art. 78.º, n.º 1).

Este parecer não possui carácter vinculativo e incide apenas sobre a conformidade com as
disposições legais e regulamentares vigentes e a compatibilidade ou conformidade com os
instrumentos de gestão territorial eficazes (art. 78.º, n.º 2), à semelhança do que sucede com
o parecer emitido sobre a proposta de plano intermunicipal de ordenamento do território.

Em face do referido parecer, e caso seja suscitada a desconformidade da proposta de PDM
com as disposições legais e regulamentares ou a desconformidade ou incompatibilidade com
plano sectorial ou regional de ordenamento do território, em resultado da apreciação da co-
missão de coordenação e desenvolvimento regional ou de outra entidade com competências
no âmbito da elaboração e acompanhamento do PDM (art. 80.º, n.º 2), a câmara municipal
pode optar por:

• Alterar o PDM, no sentido da supressão da referida desconformidade ou incompatibilidade,
procedendo em seguida à respectiva aprovação, publicação no Diário da República e depó-
sito na DGOTDU (arts. 79.º, n.º 1, 148.º, n.º 4, alínea d), e 151.º, n.º 1);

• Aprovar o PDM, mantendo a versão sujeita a parecer, devendo ser solicitada a ratificação
governamental, por iniciativa da câmara municipal e através da comissão de coordenação
e desenvolvimento regional (arts. 79.º, n.º 2, e 80.º, n.º 4, do RJIGT).

A ratificação pode ser parcial, aproveitando apenas à parte compatível com os planos secto-
riais e regionais (art. 80.º, n.º 3), o que significa que o Governo pode excluir de ratificação as
disposições incompatíveis com os citados planos, não permitindo a respectiva derrogação.

2.1.6.6 Objecto e conteúdo dos planos municipais de ordenamento do território

As alterações introduzidas nas disposições relativas ao objecto e conteúdo material dos PMOT
(arts. 84.º, 87.º, 88.º, 90.º, 91.º a 92.º do RJIGT), assim como a introdução de modalidades es-
pecíficas de plano de pormenor (art. 91.º-A), concretizam o vector de clarificação e diferenciação
de conceitos e de instrumentos de intervenção, em si mesmo um factor de eficiência do sistema.

A prática administrativa mostrou que alguns dos conceitos utilizados no RJIGT em matéria
de conteúdo material dos PMOT têm constituído motivo da complexidade e morosidade dos

Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 25

Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial
Introduzidas pela Lei n.º 56/2007, de 31 de Agosto, e pelo Decreto-Lei n.º 316/2007, de 16 de Setembro
Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007

procedimentos administrativos, encontrando-se desajustados dos actuais processos de trans-
formação do território, pelo que se procurou actualizá-los e objectivá-los, tornando-os mais
operativos, sem perder de vista a articulação e a harmonia conceptuais ao longo do diploma.

No que respeita ao PDM, procedeu-se à clarificação do seu objecto, reafirmando o seu carácter
estratégico e de enquadramento dos demais planos de âmbito municipal.

No conteúdo material, foi acrescentada uma disposição que se destina a evitar que a não ela-
boração de planos de urbanização ou de pormenor para áreas nas quais o PDM determina que a
ocupação fica dependente da existência destes planos, impeça o licenciamento de operações
urbanísticas (art. 85.º, n.º 2).

Em matéria de conteúdo material do plano de urbanização e do plano de pormenor, as neces-
sidades de clarificação do conteúdo material flexível dos planos em função dos respectivos
objectivos estratégicos justificam as alterações introduzidas no corpo do art. 88.º e no art.
91.º, n.º 1.

Consagra-se, assim, o princípio de que os planos de urbanização e os planos de pormenor, sem
prejuízo da tipicidade associada, devem adoptar um conteúdo material apropriado às condi-
ções da área territorial a que respeitam e aos objectivos previstos nos termos de referência
e na deliberação municipal que determina a sua elaboração, realçando-se, também neste
aspecto, a responsabilização municipal pela definição dos objectivos estratégicos e operativos
dos respectivos processos de planeamento.

A alteração introduzida no objecto do plano de urbanização tem em conta as necessidades dos
actuais processos de planeamento que visam estruturar globalmente áreas extensas do terri-
tório com execução a médio e longo prazo e que, em virtude destas características, não são
susceptíveis de ser objecto de plano de pormenor.

Define-se o plano de urbanização como um plano de estruturação de uma determinada área do
território municipal, independentemente de se tratar de solo urbano ou rural. Neste sentido,
o plano de urbanização destina-se a articular funções e redes sobre uma determinada área de
intervenção, estruturando o espaço, definindo regimes de uso do solo e critérios para a trans-
formação do uso e estabelecendo uma programação para a sua ocupação.

O plano de urbanização deixa de ter por objecto apenas áreas incluídas no perímetro urba-
no e o solo rural complementar, e passa a poder abranger outras áreas do território munici-
pal não incluídas em perímetro urbano mas que, de acordo com os objectivos e prioridades
estabelecidos no PDM, possam ser destinadas a usos e funções urbanas, designadamente à
localização de instalações e parques industriais, logísticos ou de serviços ou à localização
de empreendimentos turísticos e equipamentos e infra-estruturas associadas (art. 87.º, n.º
2, alínea b).

Tenha-se em conta que a reclassificação do solo como urbano, encontra-se sempre sujeita ao
princípio da excepcionalidade e da necessidade, consagrado no art. 72.º, n.º 3, pelo que nem
toda a área de intervenção de um plano de urbanização terá forçosamente de ser classificada
como solo urbano.

Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 26

A este respeito.º 389/2005. adoptado o de modalidade específica (art. no entanto. nos termos do regime material anterior.º-A). e pelo Decreto-Lei n.º 4). As normas transitórias do diploma de alteração (art. 2. também.7 Modalidades específicas de plano de pormenor No âmbito da tipologia legal de planos de pormenor.º 3 do mesmo artigo).6. contudo.1. 4. 91. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 As alterações introduzidas no objecto e conteúdo material do plano de pormenor reafirmam a sua vocação como instrumento de planeamento para a execução urbanística e reforçam a flexibilidade do seu conteúdo em função dos objectivos definidos nos termos de referência para a sua elaboração. da sua arti- culação com regimes legais relativos à salvaguarda de interesses públicos: a lei de bases da política e do regime de valorização do património cultural português.º 2. procedendo-se à explicitação do respectivo conte- údo material (n.º.º-A e 92.º-B). 2. nalguns casos.2 Efeitos registais dos planos de pormenor As exigências de simplificação justificam.º 2 . a introdução da possibilidade de os planos de pormenor com um conteúdo suficientemente denso poderem fundar directamente opera- ções de transformação fundiária. de 5 de Abril. uma vez que são revogadas as respectivas normas habilitantes. 91. cuja utilização se vinha revelando de difícil operacio- nalização prática e sem que a especificidade do respectivo regime procedimental evidenciasse ganhos de eficiência significativos. que estabelece o conteúdo documental do projecto de intervenção em espaço rural. alínea a)]. n.permite à câmara municipal adoptar mo- dalidades simplificadas.º. ou o regime jurídico da reabilitação urbana. de 31 de Agosto.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. Abandonado o conceito de modalidade simplificada de plano de pormenor foi.º-A. foi abandonada a figura dos planos de pormenor de modalidade simplificada. é de referir que a actual Portaria n. no caso dos respecti- vos planos de pormenor.º 56/2007. procedeu-se à actualização dos conceitos e da ter- minologia utilizada e procurou-se uma enunciação mais objectiva do conteúdo material do plano de pormenor. ao qual se encontram associados conteú- dos materiais próprios em função de determinadas finalidades e. Com carácter de modalidade específica. no caso dos planos de pormenor de salvaguarda. 91. 92. relevantes para efeitos de registo predial e inscrição predial dos novos prédios assim constituídos (arts. dispensando-se um subsequente Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 27 . n. mantém-se a figura de plano de intervenção no espaço rural [art. Em termos procedimentais. n. aplica-se o regime resultante da alteração. deve considerar-se tacitamente revogada. mantendo em vigor a norma que na redacção actual do RJIGT – art. Simultaneamente. garante que os planos de pormenor de modalidade simplificada cuja elaboração haja sido deliberada e se encontre em curso possam prosseguir.º 316/2007.

modelação do terreno. de circulação viária e pedonal. Reconhecida a identidade funcional entre muitos planos de pormenor e as operações de lote- amento e reparcelamento urbano e de estruturação da compropriedade.º 1 do artigo 91. implan- tações. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 procedimento administrativo de controlo prévio em sede de licenciamento ou de aprovação de operação de loteamento ou de reparcelamento. • O desenho urbano. a aprovação do plano e a sua entrada em vigor não produzem a transformação fundiária da área de intervenção. Apenas nos casos em que o plano de pormenor contém as menções acima descritas é possível. h) e i) do n. Note-se que. por isso. alinhamentos. distribuição volumétrica. • A implantação das redes de infra-estruturas. que o plano de pormenor possa fundar directamente a operação de transformação fundiária de fraccionamento. • As operações de transformação fundiária necessárias e a definição das regras relativas às obras de urbanização. definir com rigor a concreta operação de transformação fundiária e. pelo que: • No caso de simples loteamento de um ou vários prédios.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. o registo apenas incide sobre as Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 28 . e pelo Decreto-Lei n. Esta possibilidade apenas se configura relativamente aos planos de pormenor que contenham as menções previstas nas alíneas a) a d). com delimitação objectiva das áreas a elas afectas.º 2). salva- guardada a autonomia da vontade dos proprietários. emparcelamento. densidade de fogos. 92. o plano de pormenor como acto regulamentar do poder público não é susceptível de substituir a vontade dos particulares em procederem à transformação fundiária da área de intervenção. exprimindo a definição dos espaços públicos. os valores culturais e naturais a proteger. do ponto de vista substancial. número de pisos e cérceas. só por si. justifica-se. estruturação da compropriedade ou reparcelamento previstas no plano (art.º: • A definição e caracterização da área de intervenção identificando. de 31 de Agosto.º 56/2007. • A distribuição de funções e a definição de parâmetros urbanísticos. • Os critérios de inserção urbanística e o dimensionamento dos equipamentos de utilização colectiva e a respectiva localização no caso dos equipamentos públicos. de estacionamento bem como do respectivo tratamento. dispensar o fraccionamento. sendo sempre necessário que os proprie- tários promovam no registo predial a inscrição dos prédios resultantes das operações de loteamento. de emparcelamento ou de reparcelamento das propriedades na área de intervenção do plano.º-A. Com efeito. designadamente índi- ces. bem como a localização dos equi- pamentos e zonas verdes. n.º 316/2007. quando se justifique. reparcelamento da propriedade ou estru- turação da compropriedade de subsequente procedimento administrativo de controlo prévio.

e pelo Decreto-Lei n.º-B. nos termos gerais relativos às operações de reparcelamento reguladas pelo RJIGT (art.º 2).º 6). h) e i) do n.º . • Quadro com a identificação dos novos prédios ou fichas individuais.º pode concretizar-se através dos contratos de urbanização ou contrato de desenvolvimento urbano e registo efectuado nos termos dos artigos 92. • Planta da operação de transformação fundiária com a identificação dos novos prédios. inscrição matricial.º 1 do artigo 91. • Planta com as áreas de cedência para o domínio municipal. quer quanto aos titulares inscritos quer quanto à configuração dos prédios. as relações entre os proprietários e outras entidades interessadas na operação de reparcelamento e as relações entre estas e o município. área destinada à implantação dos edifícios e das construções anexas.º.º-A e 92. não carecendo de licenciamento ou aprovação pela câmara municipal. só através dos citados elementos é possível estabelecer em sede de registo predial a exacta correspondência entre a situação fundiária de partida e aquela que resulta da trans- formação operada pelo plano de pormenor. respectivamente. 92. cércea e número de pisos acima e abaixo da cota de soleira para cada um dos edifícios. natureza.º-A. • Quadro com a descrição das parcelas a ceder. • Quadro com a identificação dos prédios. A possibilidade de os planos de pormenor fundamentarem directamente o registo predial dos novos prédios conduziu à necessidade de explicitação. as peças escritas e desenhadas que acompanham o plano. os quais regulam. respectivamente. 131. Com efeito. descrição predial. sua finalidade e área de implantação e de construção dos equipamentos de utilização colectiva. n. de 31 de Agosto. n. número de fogos e utilização dos edifícios e dos fogos.º do RJIGT. 131.º 316/2007. • Quadro de transformação fundiária explicitando o relacionamento entre os prédios origi- nários e os prédios resultantes da operação de transformação fundiária. com a indicação da res- pectiva área. Sempre que se pretenda proceder ao registo predial dos novos prédios constituídos com base no plano de pormenor.º 8 do artigo 131. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 descrições prediais de que o requerente ou os requerentes sejam titulares inscritos (art. área de construção. o registo depen- de da apresentação. volumetria.º 56/2007. do acordo de estruturação da compropriedade ou de um dos contratos previstos no n. em sede de regime de licenciamento ou aprovação das operações de reparcelamento urbano previstas no art. consistem obrigatoriamente em: • Planta do cadastro original. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 29 .Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. de que a operação de reparcelamento em área abrangida por plano de pormenor que contenha as men- ções constantes das alíneas a) a d). áreas e confrontações.contrato de urbanização ou con- trato de desenvolvimento urbano. • Nas situações de estruturação da compropriedade ou de reparcelamento.

obviar ao recurso sistemático à figura da suspensão do plano. de acções de realojamento. 75. à qual se aplica. alínea d)].º 2. sociais.º. de infra-estruturas rodoviárias. bem como da clas- sificação de monumentos. modificação que abrange as situações mais estruturais de mutabilidade do planeamento. 96.º 316/2007. autonomizando-se procedimentos específicos de alte- ração quanto aos instrumentos de gestão territorial vinculativos dos particulares. dos prin- cípios e objectivos do modelo territorial definido ou dos regimes de salvaguarda e valorização dos recursos e valores territoriais (art.º. com as devidas adaptações. n. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 2. As alterações aos PEOT (art. Procede-se. parte final).º 2. 95. as alterações intro- duzidas concretizam o vector da clarificação e diferenciação de conceitos e instrumentos e dão resposta a lacunas do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial em vigor. assim.º. Pretendendo-se flexibilizar e agilizar os procedimentos de alteração em função das dinâmicas de desenvolvimento económico. à reclamada delimitação conceptual das figuras da revisão e da alteração dos instrumentos de gestão territorial. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 30 .º 56/2007. da reconversão de áreas urbanas de génese ilegal e as relativas à reserva ecológica e à reserva agrícola nacionais.º 7). com carácter estrutural ou essencial. de redes de saneamento básico e de abaste- cimento de água. designadamente decorrentes da necessidade de instalação de infra-estruturas de produção e transporte de energias renováveis. 95. n. assim. n.º. n.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. assim. de 31 de Agosto. 96. 75. a reconsideração e reaprecia- ção global.º-C: • As alterações aos PEOT resultantes de circunstâncias excepcionais. conjuntos e sítios [art. o regime procedimental relativo à elaboração do plano em questão (art.º. n. A revisão dos instrumentos de gestão territorial implica.º 3). • As alterações resultantes de situações de interesse público não previstas nas opções do plano reconhecidas por despacho do membro do Governo responsável pelo ordenamento do território e do ministro competente em razão da matéria. das opções estratégicas do plano. 93. os procedimentos de alteração dos instrumentos de gestão terri- torial vinculativos dos particulares (PEOT e PMOT) passam a seguir procedimentos diferencia- dos dos procedimentos da revisão ou da elaboração.º. e pelo Decreto-Lei n. Todas as alterações ao PDM passam a obedecer ao regime de elaboração e acompanhamento dos planos de urbanização e dos planos de pormenor previsto no art.3 Dinâmica dos instrumentos de gestão territorial No domínio do regime da dinâmica dos instrumentos de gestão territorial. alínea c). regulamentos ou planos supervenientes. Também necessidades de clarificação justificam a distinção operada entre as situações de alte- ração motivadas pela entrada em vigor de novas leis.º-C (art. previsto no art. n. 96. culturais e ambientais que fundamentaram as opções definidas no plano (art. O RJIGT passa a dispor de um conceito de revisão. designadamente em situações de calamidade pública ou de alteração substancial das condições económicas.º 2.º 2. do RJIGT) passam a seguir o regime relativo ao acom- panhamento dos planos de urbanização e dos planos de pormenor. social e ambiental e.

º-B). n. 2. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 designadas de alteração por adaptação (art.º 2 do art. n. admitindo a possibilidade de outras entidades que não os proprietários iniciais do solo participarem nas operações urbanís- ticas em sede de execução do plano e beneficiarem da adjudicação de parcelas decorrentes da operação de transformação fundiária. a qual se destina a assegurar o cumprimento das disposições legais e regulamentares aplicáveis (art.º 3). n. e as meras rectificações aos instrumentos de gestão territorial (art.º. por deliberação da assembleia municipal (art.º. A suspensão dos PMOT. 131. alínea b). n. 80. incluindo do PDM. 97.º. Se a suspensão incidir sobre o PDM e for acompanhada de medidas preventivas antecipatórias.os 1. nos termos dos adequados instrumentos contratuais (art. justifica-se a intervenção do Governo de forma a acautelar o cumprimento das condi- cionantes legais em vigor. de 31 de Agosto. sendo suscitada pela comissão de coordenação e desenvolvimento regional (art.º 316/2007.5 Operações de reparcelamento As alterações introduzidas no regime das operações de reparcelamento visam operacionalizar a execução dos planos de urbanização e dos planos de pormenor. n.º-A). nos termos do n. 8 e 9). 3. n. a ratificação incide sobre a deliberação de suspensão e sobre o estabelecimento das medidas preventivas. introduziu-se um mecanismo célere de alteração simplificada de planos municipais de ordenamento do territó- rio para definir um novo regime de uso do solo (art. 100. Nestes casos.º 5).º.º.º 3). 97.º 8) a incompatibilidade com plano sectorial ou plano regional de ordenamento do território.º a incompatibilidade com plano sectorial ou plano regional de ordenamento do território (art. 109. O carácter excepcional da ratificação pelo Conselho de Ministros aplica-se também em sede de medidas preventivas.º 56/2007. 2. 107.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. 4. Para os casos em que cessam restrições e servidões de utilidade pública ou se procede à desa- fectação de bens imóveis do domínio público ou de fins de utilidade pública. 96. 107. do RJIGT). como a suspensão não resulta do estabelecimento de medidas preventivas no âmbito de um procedimento já em curso de revisão ou alteração de PMOT (art. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 31 . mas também a suspensão dos demais planos municipais aplicáveis à mesma área (art. assinala-se a introdução da possibilidade do seu estabele- cimento por motivo da revisão ou alteração de um plano exigir não só a suspensão da eficácia deste. 97.º 3. continua sujeita a ratificação pelo Governo.º.º).º 2. pelo que apenas se encontram sujeitas a ratificação as medidas pre- ventivas relativas ao PDM quando estas consistam em medidas antecipatórias e seja suscitada. do RJIGT).º. 100. n. e pelo Decreto-Lei n.4 Medidas preventivas dos planos municipais de ordenamento do território Em matéria de medidas preventivas.

º 316/2007.º-B aditados ao RJIGT procedem à definição do regime dos designados contra- tos para planeamento. que a deve fundamentar em critérios de oportunidade e juízos de interesse público (art. de 31 de Agosto. e pelo Decreto-Lei n. Note-se que a decisão de elaboração. 6.os 2 a 6). revisão ou alteração do plano de urbanização ou do pla- no de pormenor é sempre da responsabilidade da câmara municipal. 6. 6. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 32 . n. n. transparência e publicidade (art.º 2 do RJIGT). revisão ou alteração de planos de urbanização ou de planos de pormenor e a respectiva execução.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n.º-A e 6. Por seu turno. 74. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 2.6 Contratos para planeamento Os arts 6. o art.º-B vem garantir que a participação dos privados por via da apresen- tação de propostas de elaboração de planos de urbanização e de planos de pormenor possa constituir um mecanismo de execução dos PDM sujeito a procedimento concursal.º 56/2007.º.º-A clarifica os princípios fundamentais a que se encontram sujeitos os contratos e o regime do procedimento contratual: irrenunciabilidade e indisponibilidade dos poderes públi- cos de planeamento.º-A. O art. clarificando que os particulares podem apresentar propostas de contra- tos que tenham por objecto a elaboração.

º 56/2007. ape- nas adquirindo eficácia para tal efeito na 33 medida em que vier a ser incorporado no . das pelos particulares. e pelo Decreto-Lei n. de 31 de Agosto. os ordenamento de áreas protegidas.Os contratos previstos no número an- terior não prejudicam o exercício dos po- deres públicos municipais relativamente ao procedimento. O presente artigo e o seguinte visam intro- Contratualização boração e execução de PU e PP. conteúdo. Art. os 29 de Dezembro. os planos de ordenamento to da orla costeira. altera. bem como a respec. planos de ordenamento de albufeiras de planos de ordenamento de albufeiras de águas públicas e os planos de ordenamen. 3 . de 19 de Setembro Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art. 2º.Para além do disposto no número an- terior. sua como responsabilidade do município que alteração ou revisão. aprovação e execução do plano. 6º .º 2 c) Art.º 2 c) Introdução dos planos de ordenamento Os planos especiais de ordenamento do Os planos especiais de ordenamento do dos estuários em articulação com a Lei da território. Análise comparada do articulado do RJIGT com as novas alterações introduzidas pela Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. bem como à ob- servância dos regimes legais relativos ao uso do solo e às disposições dos demais instrumentos de gestão territorial com os quais o plano de urbanização ou o plano de pormenor devam ser compatíveis ou conformes. 2 . 3. de contratos de elaboração e de execução ção ou de um plano de pormenor podem de PU e PP. duzir no processo de planeamento munici- 1 .º 316/2007. 2º. da orla costeira e os planos de ordena- mento dos estuários. águas públicas.º 316/2007. pal a participação dos particulares através ção ou revisão de um plano de urbaniza. sendo certo que a responsabi- apresentar à câmara municipal propostas lização pela defesa do interesse público e de contratos que tenham por objecto a o cumprimento da legalidade se mantém elaboração de um projecto de plano. n. o contrato não substitui o plano na definição do regime do uso do solo.º 58/2005. aprovada pela Lei n. aprecia e aprova as propostas apresenta- tiva execução.º 56/2007. n.A (Aditado) Consagração da iniciativa privada na ela. compreendendo os planos de Água. compreendendo os planos de território. e pelo Decreto-Lei n. de 31 de Agosto. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Lei n. de ordenamento de áreas protegidas.Os interessados na elaboração.

º 316/2007. 4 . e pelo Decreto-Lei n.º 2 e 3 do presente artigo. que explicite. 5 .º do presente diploma. 6 . pelo prazo mínimo de 10 dias. designadamente a sua ar- ticulação e coerência com a estratégia territorial do município e o seu enqua- dramento na programação constante do plano director municipal ou do plano de urbanização. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa plano e prevalecendo em qualquer caso o Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano disposto neste último.As propostas de contratos e a delibe- ração referida no número anterior são ob- jecto de divulgação pública nos termos do n. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.O procedimento de formação do con- trato depende de deliberação da câmara municipal. c) A eventual necessidade de alteração aos planos municipais de ordenamento do território em vigor. devidamente fundamentada. aplicamse. alteração.º 3 do artigo 77.Aos contratos celebrados entre o Es- tado e outras entidades públicas e as au- tarquias locais que tenham por objecto a elaboração. revisão ou execu- ção de instrumentos de gestão territorial. de 31 de Agosto. os n. 7 .º 2 do artigo 77. designadamente: a) As razões que justificam a sua adop- ção. 34 .Os contratos são publicitados conjun- tamente com a deliberação que determi- na a elaboração do plano e acompanham a proposta de plano no decurso do período de discussão pública nos termos do n. b) A oportunidade da deliberação ten- do em conta os termos de referência do futuro plano.º 56/2007.º do presente diploma. com as necessárias adapta- ções.

Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007
Introduzidas pela Lei n.º 56/2007, de 31 de Agosto, e pelo Decreto-Lei n.º 316/2007, de 16 de Setembro
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Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa

Art. 6º – B (Aditado) Possibilidade da iniciativa privada referida Introduz a possibilidade da execução do
Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano

Procedimento concursal no art. anterior depender de procedimen- PDM ou do PU depender da elaboração de
1 - O regulamento do plano director muni- to concursal a definir em sede de regula- PU e/ou PP decorrentes de processo con-
cipal ou do plano de urbanização pode fa- mento do PDM ou PU. cursal.
zer depender de procedimento concursal
e da celebração de contrato, a elaboração
de planos de urbanização ou de planos de
pormenor para a respectiva execução.
2 - Nos regulamentos referidos no núme-
ro anterior devem ser estabelecidas as
regras gerais relativas ao procedimento
concursal e às condições de qualificação,
avaliação e selecção das propostas, bem
como ao conteúdo do contrato e às formas
de resolução de litígios.

Art. 25º, n.º 3 Art. 25º, n.º 3 As normas dos PMOT preexistentes altera- Ajustamento da anterior disposição ao
3 - Na ratificação de planos municipais 3 - Na ratificação de planos directores das ou revogadas por novo PMOT passam novo regime do art. 80º que apenas prevê
de ordenamento do território devem ser municipais e nas deliberações munici- a ser indicadas na deliberação municipal a ratificação de PDM incompatíveis com
expressamente indicadas quais as normas pais que aprovam os planos não sujeitos que aprova o novo plano. PROT e PS em vigor.
dos instrumentos de gestão territorial pre- a ratificação devem ser expressamente
existentes que revogam ou alteram. indicadas as normas dos instrumentos de
gestão territorial preexistentes revogadas
ou alteradas.

Art. 30º, n.º 1 Art. 30º, n.º 1 Substituição do Ministro das Cidades, Or-
1 - A elaboração do programa nacional 1 - A elaboração do programa nacional denamento do Território e Ambiente, pelo
da política de ordenamento do território da política de ordenamento do território ministro responsável pelo ordenamento
compete ao Governo, sob coordenação compete ao Governo, sob coordenação do do território.
do Ministro das Cidades, Ordenamento do ministro responsável pelo ordenamento
Território e Ambiente do território.

Art. 32º, n.ºs 1, 2, 3 e 4 Art. 32º, n.ºs 1, 2, 3 e 4 Integração da fase de concertação no pro- • Integração da concertação de interesses
1 - Concluída a elaboração, o Governo re- 1 - O acompanhamento da elaboração da cesso de acompanhamento do PNPOT. na fase de elaboração e acompanhamento
mete, para parecer, a proposta de progra- proposta de programa nacional da polí- Concertação de carácter facultativo após que implica celeridade procedimental e a
ma nacional da política de ordenamento tica de ordenamento do território inclui a emissão do parecer da Comissão Consul- construção de soluções mais partilhadas;
do território, acompanhada do parecer a concertação com as entidades que, no tiva. • Simplificação procedimental, eliminan-
35

da comissão consultiva às entidades que, decurso dos trabalhos da comissão consul- do-se a fase de novos pareceres escritos

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Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa

no âmbito da mesma, hajam formalmen- tiva, formulem objecções às orientações após a emissão de novos pareceres escri-
Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano

te discordado das orientações do futuro do futuro programa. tos após a emissão do parecer final da Co-
programa. 2 - Concluída a elaboração da proposta de missão Consultiva;
2 – Os pareceres a que se refere o número programa e emitido o parecer da comissão • A fase autónoma da concertação passa
anterior incidem sobre as razões da dis- consultiva, o Governo pode ainda promo- a revestir natureza facultativa.
cordância oposta à proposta de programa ver, nos 20 dias subsequentes à emissão
nacional da política de ordenamento do daquele parecer, a realização de reuniões
território. de concertação com as entidades que, no
3 – Os pareceres referidos no número 1 são âmbito daquela comissão, hajam formal-
emitidos no prazo de 30 dias, interpretan- mente discordado das orientações do fu-
do-se a falta de resposta dentro desse turo programa, tendo em vista obter uma
prazo como parecer favorável que sana a solução concertada que permita ultrapas-
discordância anteriormente oposta. sar as objecções formuladas.
4 – Recebidos os pareceres, o Governo 3 - Revogado
promoverá a realização de reuniões com 4 - Revogado
as entidades que os tenham emitido ten-
do em vista obter uma solução concertada
que permita ultrapassar as objecções for-
muladas, nos 30 dias subsequentes.

Art. 33º, n.ºs 1, 3 e 5 Art. 33º, n.ºs 1, 3 e 5 Recurso à Internet Reforço da divulgação dos avisos e dos re-
1 – Emitido o parecer da comissão con- 1 - Emitido o parecer da comissão consul- Redução do período de aviso da discussão sultados da discussão pública através do
sultiva e, quando for o caso, decorrido o tiva e, quando for o caso, decorrido o pe- pública bem como do decurso da mesma. recurso à Internet.
período de concertação, o Governo proce- ríodo adicional de concertação, o Governo Redução de prazos tendo em vista uma
de à abertura de um período de discussão procede à abertura de um período de dis- maior celeridade procedimental.
pública, através de aviso a publicar no Di- cussão pública, através de aviso a publicar
ário da República e a divulgar através da no Diário da República e a divulgar através
comunicação social do qual consta a indi- da comunicação social e da sua página na
cação do período de discussão e dos locais Internet, do qual consta a indicação do pe-
onde se encontra disponível a proposta, ríodo de discussão, das eventuais sessões
acompanhada do parecer da comissão públicas a que haja lugar e dos locais onde
consultiva e dos demais pareceres even- se encontra disponível a proposta, acom-
tualmente emitidos, bem como da forma panhada do parecer da comissão consulti-
como os interessados podem apresentar va, dos demais pareceres eventualmente
as suas observações ou sugestões. emitidos e dos resultados das reuniões de
3 – O período de discussão pública deve concertação, bem como da forma como
ser anunciado com a antecedência míni- os interessados podem apresentar as suas
ma de 15 dias e não pode ser inferior a observações ou sugestões.
60 dias. 3 - O período de discussão pública deve
36

5 – Findo o período de discussão pública ser anunciado com a antecedência míni-

Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007
Introduzidas pela Lei n.º 56/2007, de 31 de Agosto, e pelo Decreto-Lei n.º 316/2007, de 16 de Setembro
Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial
Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa

o Governo divulga e pondera os respecti- ma de 5 dias e não deve ser inferior a 44
Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano

vos resultados e elabora a versão final da dias.
pro-posta a apresentar à Assembleia da 5 - Findo o período de discussão pública,
República. o Governo pondera e divulga os respecti-
vos resultados, designadamente através
da comunicação social e da sua página na
Internet, e elabora a versão final da pro-
posta a apresentar à Assembleia da Repú-
blica.

Art. 35º, n.º 2 alínea a) Art. 35º, n.º 2 alínea a) Substituição da noção de cenários por pla- Alteração de designação tendo em vista
2 a) Os cenários de desenvolvimento 2 a) Os planos, programas e estratégias nos, programas e estratégias de desenvol- uma maior clarificação do conceito de
respeitantes aos diversos sectores da ad- de desenvolvimento respeitantes aos di- vimento. plano sectorial.
ministração central, nomeadamente nos versos sectores da administração central,
domínios dos transportes, das comunica- nomeadamente nos domínios dos trans-
ções, da energia e dos recursos geológi- portes, das comunicações, da energia e
cos, da educação e da formação, da cul- dos recursos geológicos, da educação e
tura, da saúde, da habitação, do turismo, da formação, da cultura, da saúde, da ha-
da agricultura, do comércio, da indústria, bitação, do turismo, da agricultura, do
das florestas e do ambiente; comércio, da indústria, das florestas e do
ambiente;

Art. 37º Art. 37º, n.º 3 (novo) Introdução do relatório de avaliação am- A introdução do relatório ambiental decor-
3 - Sempre que seja necessário proceder biental no conteúdo documental do plano re do cumprimento do DL n.º 232/2007, de
à avaliação ambiental nos termos do ar- sectorial. 15 de Junho, diploma que transpôs para
tigo 3.º do Decreto-Lei n.º 232/2007, de a ordem jurídica interna as Directivas
15 de Junho, o plano sectorial é acom- do Parlamento Europeu e do Conselho
panhado por um relatório ambiental, no n.º 2001/42 /CE, de 27 de Junho, e n.º
qual se identificam, descrevem e avaliam 2003/35/CE, de 26 de Maio.
os eventuais efeitos significativos no am-
biente resultantes da aplicação do plano e
as suas alternativas razoáveis que tenham
em conta os objectivos e o âmbito de apli-
cação territorial respectivos.

Art. 38º, n.º 2 f) Art. 38º, n.º 2 f) e n.º 2 g), e n.ºs 4, 5 A decisão de elaboração do plano secto- Ver pontos 12 e 13 da Síntese descritiva e
2 – A elaboração dos planos sectoriais é e 6 novos) rial deixa de ser objecto de Resolução de justificativa das alterações mais relevan-
37

determinada por Resolução do Conselho 2 - A elaboração dos planos sectoriais é Conselho de Ministros para ser objecto de tes.

2. constar: ordenação quando haja lugar à respectiva f) As exigências procedimentais ou de constituição participação que em função da complexi- dade da matéria ou dos interesses a sal- vaguardar. se considere serem de adoptar para além do procedimento definido no presente diploma. Tais pareceres podem ser emitidos em a salvaguardar o justifique. 15 e 16 da Síntese descri- Acompanhamento e concertação Acompanhamento tituída por pareceres das entidades repre. tiva e justificativa das alterações mais 1 – A elaboração dos planos sectoriais 1 . aplicando- se o disposto no artigo 5. deve. a elaboração às entidades ou serviços da administração conferência de serviços. tos ambientais. 39º. 2 – Quando a pluralidade dos interesses to regional territorialmente competente. da CCDR cujos territórios estejam incluídos no res. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa de Ministros da qual devem. g) A indicação se o plano está sujeito a avaliação ambiental ou as razões que jus- tificam a sua inexigibilidade. Art. 38 dos planos sectoriais é ainda acompanha. determinada por despacho do ministro despacho do ministro competente em ra- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano mente. 5 .º 2 pode ser precedida da consulta pre- vista no n. 6 . de 31 de Agosto. .º 3 do artigo 3. elaboração do plano solicita parecer à co.º 56/2007.º 232/2007. n. de 15 de Junho. 3 e 4 A comissão mista de coordenação é subs.os 1.º do Decreto-Lei n. nomeada. central representativas dos interesses a É eliminada a fase de concertação. constar: competente em razão da matéria. Ver pontos 14. a entidade responsável pela como das autarquias abrangidas. do qual zão da matéria. f) A composição da comissão mista de co. e pelo Decreto-Lei n. bem relevantes. esses pareceres devem também conter a pro- núncia sobre o âmbito da avaliação am- biental e sobre o alcance da informação a incluir no relatório ambiental. é acompanhada pelas autarquias locais sectorial.º 232/2007. 4 . 3 e 4 Art. missão de coordenação e desenvolvimen.os 1.º 316/2007. de 15 de Junho. e das entidades responsáveis pelos aspec- pectivo âmbito de aplicação. nomeadamente. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. n.A decisão a que se refere a alínea g) do n.Os pareceres solicitados ao abrigo dos números anteriores são emitidos no prazo de 15 dias e podem não ser considerados.Sempre que a entidade responsável pela elaboração do plano solicite parece- res nos termos do número anterior. 39º.º do Decreto-Lei n. caso sejam emitidos após o decurso des- se prazo. 2.No decurso da elaboração do plano sentativas dos interesses a ponderar.

e pelo Decreto-Lei n.º 3 do artigo tações.º 5 do mesmo pressa da orientação defendida. aviso a publicar com a antecedência de 5 ário da república e a divulgar através da dias. no final dos trabalhos de sujeitos a avaliação ambiental. no Diário da República e a divulgar comunicação social. proposta de plano e o respectivo relatório nos sectoriais.Na elaboração dos planos sectoriais nuado. concertação.º .Concluída a elaboração do plano sec. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa da pela comissão mista de coordenação. n. os pareceres previstos nos números anterio- res podem ser emitidos em conferência de serviços.Quando a entidade competente para a elaboração do plano assim o determine. 3. com as necessárias adap.º 4 do artigo anterior. 2 . os 2 . discussão pública através do recurso à In- consultadas. 4 . poden- do não ser considerados caso sejam emiti- dos após o decurso daquele prazo.os 1. 3 e 4 Art.º 232/ 2007. decorrido o período de fixados. as quais daqueles interesses e a relevância das im.B. net. devendo. formalizar-se num parecer tenha sido promovida a consulta prevista escrito assinado pelos representantes das no n. artigo.º 56/2007. a entidade pública responsável Internet. que não pode ser inferior a 30 dias. 32º. 40º. bem como o da comissão torial e emitidos os pareceres previstos no O anúncio e os resultados da discussão ternet. e. 40º. 3 . se devem pronunciar no prazo de 22 dias. através da comunicação social e da Inter- 2 – Durante o período de discussão públi. mista de coordenação. 4 e (5 novo) É reduzido o período de discussão públi. 2. de Junho. bem como os pareceres sobre a 4 – São adoptados na elaboração dos pla. os quais devem ser emitidos no prazo previsto no número anterior.os 1. artigo anterior ou decorridos os prazos aí pública são divulgados também através da Redução de prazos tendo em vista uma quando for o caso. Reforço da divulgação dos resultados da 1 – Emitidos os pareceres das entidades 1 . ca.[Revogado]. Art. plicações técnicas a considerar. ambiental nos termos do n.Durante o período de discussão públi- . tado o parecer previsto no n. de 31 de Agosto. findo o qual se considera nada terem a 3 – O acompanhamento mencionado nos opor à proposta de plano. deve ser solici- entidades envolvidas. n. 2. números anteriores será assíduo e conti. 39 ca. a entidade pública respon.º do Decreto-Lei n. os mecanismos de concertação 7. caso não elaboração.º 316/2007. bem como às câmaras munici- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano cuja composição deve traduzir a natureza pais das autarquias abrangidas. pela elaboração do plano procede à aber- sável procede à abertura de um período tura de um período de discussão pública de discussão pública da proposta de plano da proposta de plano sectorial através de sectorial através de aviso a publicar no Di. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. ponderar. de 15 previstos no art. quando exista. aplicando-se com as necessárias adaptações o disposto no artigo 75. com menção ex. maior celeridade procedimental.

efeitos significativos no ambiente resul. entender que os PEOT devem conter re- vaguarda de recursos e valores naturais. com os documentos referidos no número vação. .[Anterior n. 2003/35/CE. como na dos municípios incluídos no res- ções da proposta de plano sectorial. por se território estabelecem regimes de sal. ternativas razoáveis que tenham em conta do território. A introdução do relatório ambiental decor- 2 b) Planta de condicionantes. 2 b) Relatório ambiental no qual se iden. Art. 44º Art. denamento do Território e Ambiente. a en- divulga os respectivos resultados e elabo. regime de gestão compatível com a utili. diploma que transpôs para de pública em vigor. e pelo Decreto-Lei n. patíveis com a utilização sustentável do zação sustentável do território. 4 – Findo o período de discussão pública. a entidade pública responsável pondera e divulga os respectivos resultados. biental no conteúdo documental dos PEOT. 15 de Junho.º 2 b) e (n. anterior. 4 . que não pode ser inferior a 22 dias. classificar e qualificar o uso do solo.º 2 c) e n. tidade competente divulga. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa documentos referidos no número anterior ca. os pareceres emitidos ou a acta dade pública responsável pela elaboração da conferência de serviços são divulgados e dos municípios incluídos no respectivo na página da Internet da entidade pública âmbito de aplicação. descrevem e avaliam os eventuais Substituição do Ministro das Cidades. e n. território.Findo o período de discussão pública. tantes da aplicação do plano e as suas al.º 2001/42/CE. desig- nadamente através da comunicação social e da Internet. que iden. Or. juntamente ra a versão final da proposta para apro. pelo a ordem jurídica interna as Directivas 3 – Os demais elementos que podem acom. responsável pela sua elaboração e podem 3 – A discussão pública consiste na recolha ser consultados na respectiva sede. pectivo âmbito de aplicação.º 316/2007. 40 Território e Ambiente. 45º.º to do território são fixados por portaria os objectivos e o âmbito de aplicação ter. de tifica as servidões e restrições de utilida. 45º.º 3]. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. Eliminação no conteúdo material da refe- Os planos especiais de ordenamento do Os planos especiais de ordenamento do rência à fixação de usos do solo.º 232/2007. n.º 2 b) e n. c) [Anterior alínea b)]. re do cumprimento do DL n. 44º Os PEOT deixam de fixar os usos do solo.º 3 Art. Ordenamento do ritorial respectivos. de 27 de Junho. n. o respectivo relatório ambien- tal. território estabelecem regimes de salva. e elabora a versão final da proposta para aprovação. de 26 de Maio do Ministro das Cidades. de 31 de Agosto. Art. bem de observações e sugestões sobre as solu. 3 . tificam. ministro responsável pelo ordenamento do Parlamento Europeu e do Conselho panhar os planos especiais de ordenamen.º 3 novo) Introdução do relatório da avaliação am.º 56/2007. o plano. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano podem ser consultados nas sedes da enti. n. 5 . guarda de recursos e valores naturais e o gimes de salvaguarda de recursos e não fixando os usos e o regime de gestão com.Sempre que o plano sectorial se encon- a entidade pública responsável pondera e tre sujeito a avaliação ambiental.

da qual devem nomeadamente constar: b) A finalidade do plano especial.A elaboração técnica dos planos espe.os 1.A composição da comissão de acompa- g) O prazo de elaboração. Art. do qual deve. gir. c) A especificação dos objectivos a atin. com menção expressa das autarquias lo. n. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. nhamento e estabelecimento de regras da CCDR no âmbito do processo de acom- acompanhada pela comissão mista de co.Os demais elementos que podem acom- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano panhar os planos especiais de ordenamen- to do território são fixados por portaria do membro do Governo responsável pelo ordenamento do território. ministro competente em razão da maté- ordenamento do território é determinada mente. por Resolução do Conselho de Ministros. as entidades . de 31 de Agosto. nhamento cuja composição deve traduzir designadamente a delegação de poderes Também.A elaboração dos planos especiais de de ordenamento do território deixa de ser especiais de ordenamento do território ordenamento do território é determinada objecto de Resolução de Conselho de Mi- compete ao Governo.º 316/2007. cais envolvidas. 2 .4. constar: ria. com a) O tipo de plano especial. e pelo Decreto-Lei n. por despacho do ministro competente em nistros para ser objecto de despacho do 2 – A elaboração dos planos especiais de razão da matéria. competente para a elaboração. denação por uma Comissão de Acompa. ção. 47º.os 1. (5. bem como e) A indicação da entidade. ordenação. Art. nhamento é definida tendo em conta os critérios estabelecidos em Resolução do Conselho de Ministros. g) O prazo de elaboração. dos municípios que devem intervir nos tra- to ou serviço competente para a elabora. nhamento.os 1 e 2 Art. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa 3 . f) A composição da comissão mista de co. menção expressa dos interesses públicos c) A especificação dos objectivos a atin- prosseguidos.os 1 e 2 A decisão de elaboração do plano especial 1 – A decisão de elaboração dos planos 1 . a) O tipo de plano especial. 46º. nomeada. 1 . bem como das autarquias locais que f) A composição da comissão de acompa- devem intervir nos trabalhos. n. d) O âmbito territorial do plano especial. 47º. 3. n. e celeridade procedimental. departamen. gir. 2. para a sua composição e funcionamento.º 56/2007. n. Com objectivo de simplificação procedi- 1 – A elaboração técnica dos planos es. balhos. cuja composição deve tradu. 6 e 7 novos) Substituição da Comissão Mista de Coor. com menção expressa das autarquias lo- d) O âmbito territorial do plano especial. 3 e 4 Art. 46º. mental é eliminado o parecer autónomo peciais de ordenamento do território é ciais de ordenamento do território é acom. e) A indicação do serviço ou entidade cais envolvidas. panhamento e concertação. ordenação. 2. menção expressa dos interesses públicos b) A finalidade do plano especial com prosseguidos. a natureza dos interesses a salvaguardar nos representantes dos serviços e entida. panhada por uma comissão de acompa. com objectivos de simplificação 41 zir a natureza dos interesses a salvaguar.

definidos por quaisquer outros instrumen- tos de gestão territorial eficazes. com as necessárias adaptações. directa ou indirecta do Estado. no final dos trabalhos de aconselhável no âmbito do acompanha- elaboração.No âmbito do parecer final. com menção ex. a comissão de em virtude das suas responsabilidades am- coordenação e desenvolvimento regional bientais específicas.Na elaboração dos planos especiais entidades envolvidas.º 56/2007. escrito assinado pelos representantes das entidades envolvidas com menção expres- sa da orientação defendida. no final dos trabalhos de mecanismos de concertação previstos no elaboração. escrito assinado pelos representantes das 2 .O acompanhamento mencionado nos nos especiais de ordenamento do terri. 4 . definidos por pelos artigos 5. as quais exercem na comis- os objectivos. princípios e regras aplicáveis ao território em causa. devendo. devendo. 42 6 . entidades públicas cuja participação seja ado.º e 7. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. sição manifestada pelo respectivo repre- técnicas a considerar.º 2.O parecer final da comissão integra a apreciação da proposta de plano e do relatório ambiental. de 15 de Junho. acompanhamento das entidades às quais. considerando especi- ficadamente a posição das entidades refe- ridas no n. garantida a integração na comissão de 3 – No âmbito do processo de acompa. e a relevância das implicações de serviços e entidades da Administração serviços e entidades. princípios e regras aplicá. os nuado. integrando representantes para efeitos de vinculação dos mesmos mento encontram se vinculadas pela po- ambiente.º do Decreto-Lei n. formalizar-se num parecer mento da elaboração do plano. e pelo Decreto-Lei n. a elaboração do relatório ambiental. 5 .º quaisquer outros instrumentos de gestão 232/2007.º 316/2007. das Regi. 4 – São adoptados na elaboração dos pla. possam interessar os emite um parecer escrito incidindo sobre efeitos ambientais resultantes da aplica- a articulação e coerência da proposta com ção do plano.É aplicável à comissão de acompanha- . sentante. e acompanham territorial eficazes. designadamente pela participação e a relevância das implicações técnicas des da Administração Central adequados que integram a comissão de acompanha- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano de organizações não governamentais de a considerar. nhamento e concertação. 3 . de ordenamento do território deve ser pressa da orientação defendida. 2 – O acompanhamento mencionado no ões Autónomas. do município e de outras número anterior será assíduo e continu. são as competências consultivas atribuídas veis ao território em causa. formalizar-se num parecer artigo 32º. a posição da comissão de coordenação e desenvolvi- mento regional inclui obrigatoriamente a apreciação da articulação e coerência da proposta com os objectivos. de 31 de Agosto. números anteriores será assíduo e conti- tório. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa dar.

º 56/2007. onde se encontra disponível a proposta de 43 panhada do parecer da comissão mista plano. mento.Concluído o período de acompanha- 3 . e pelo Decreto-Lei n. 1 .º 4]. 3 . 2 . entidade pública responsável deve facul. período de discussão.os 1. o período adi- da tramitação procedimental. período de discussão pública. quando for o caso. através da divulgação de avisos. respectivo procedimento de elaboração. o . acom. n. a peciais de ordenamento do território. denação.A entidade pública responsável publi- citará. responsável e à comissão de acompanha. mento e. bem como a apresentação bem como a apresentação de informações de informações sobre quaisquer questões sobre quaisquer questões que possam ser que possam ser consideradas no âmbito do consideradas no âmbito do respectivo pro. a citará. 4 e 8 Art. o qual não cido na mesma. de sugestões. 4 e 8 Ajuste do texto legal aos novos procedi- 1 – Ao longo da elaboração dos planos es. em vez da Resolução cer o estado dos trabalhos e a evolução cer o estado dos trabalhos e a evolução de Conselho de Ministros.os 1. nicação social e da respectiva página na do qual consta a indicação do período Internet. a substituição da Comissão Mista de Coorde- entidade pública responsável deve facul. a formulação de sugestões. durante o prazo estabele. cedimento de elaboração.A entidade pública responsável publi. 2.º. através de através de aviso a publicar no Diário da aviso a publicar no Diário da República e República e a divulgar através da comu- a divulgar através da comunicação social. do qual consta a indicação do de discussão. bem como cional de concertação e a divulgação do formular sugestões à entidade pública formular sugestões à entidade pública período de discussão pública e respectivos responsável e à comissão mista de coor. 3. dade pública responsável procede à aber- ca responsável procede à abertura de um tura de um período de discussão pública. 2 .B do presente diploma com as devi- das adaptações. Art. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. bem como da tramitação procedimental. nação pela Comissão de Acompanhamen- tar aos interessados todos os elementos tar aos interessados todos os elementos to. 7 . o respectivo relatório ambiental. decorrido o período adicional de concertação. de 31 de Agosto. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa mento dos planos especiais de ordena- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano mento do território o disposto no artigo 75.Ao longo da elaboração dos planos es. 3. designadamente à peciais de ordenamento do território. a enti- período de concertação. resultados através da Internet. 48º. durante o ma a permitir. a entidade públi. das eventuais sessões pú.Concluído o período de acompanha. a formulação rior a 15 dias. relevantes para que estes possam conhe. decorrido o mento e. o qual não deve ser infe. prazo estabelecido no mesmo. quando for o caso. através da divulgação de avisos. por for. Resolução do Conselho de Ministros que o despacho que determina a elaboração determina a elaboração do plano. o aviso do despacho que determina a relevantes para que estes possam conhe. deve ser inferior a 15 dias.[Anterior n. 48º. mentos atrás referidos. do plano por forma a permitir. n.º 316/2007. das eventuais ses- blicas a que haja lugar e dos locais onde sões públicas a que haja lugar e dos locais se encontra disponível a proposta. elaboração do plano. 2.

tal. d) e f) Alteração e clarificação da redacção do Clarifica a função do PROT. 54º. nal. designadamente programa nacional da política de ordena. do território abrangidos. emitidos. das políticas e das medidas esta.O período de discussão pública deve ser anunciado com a antecedência míni. biental. bem como a recepção. e da sua página na Internet.Findo o período de discussão pública.O período de discussão pública deve 4 . 15 de Junho. bem como a recepção. n. nacional da política de ordenamento do no que respeita à espacialização regio- mento do território e nos planos sectoriais território e nos planos.º2 c) Art. biental. ser anunciado com a antecedência míni- ma de 8 dias e não pode ser inferior a 30 ma de 5 dias e não pode ser inferior a 30 dias.º 3 novo) Alteração da redacção e introdução do A introdução do relatório ambiental decor- 2 c) Estrutura regional de protecção e 2 c) Estudos relativos à caracterização relatório de avaliação ambiental no con. e pelo Decreto-Lei n. bem como da to e os demais pareceres eventualmente forma como os interessados podem apre. ao nível c) A incidência espacial. dias. divulga os respectivos resultados. d) e f) Art. teúdo documental do PROT. enquanto ins- c) As medidas de articulação. clamações. 53º c).º 56/2007. e elabora a versão final da proposta para aprovação. das políticas de relevância regional a de- termunicipais e nos planos municipais de senvolver pelos planos intermunicipais e ordenamento do território abrangidos. Art. observações ou sugestões. de 31 de Agosto. bem como das políticas de tégias sectoriais preexistentes. pelos planos municipais de ordenamento d) A política regional em matéria am. regional de protecção e valorização am- mento do território. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. desig- bora a versão final da proposta para apro. f) Medidas específicas de protecção e va- lorização do património cultural Art. das políticas estabelecidas no das políticas estabelecidas no programa IGT de âmbito nacional.º 316/2007. ao nível regional. nadamente através da comunicação social vação. 8 . re do cumprimento do DL n. 8 . das políticas e das medidas esta- conservação do património histórico e belecidas nos planos especiais de ordena- cultural. bem como da forma como os sentar as suas reclamações.º 232/2007. ao nível f) Medidas específicas de protecção e regional. incluindo a delimitação da estrutura belecidas nos planos especiais de ordena.Findo o período de discussão pública. programas e estra. trumento que traduz as orientações dos regional. ao nível d) A política regional em matéria ambien- regional. 54º.º2 c) e (n. bem como relevância regional contidas nos planos in. diploma que transpôs para . de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa de coordenação e dos demais pareceres parecer da comissão de acompanhamen- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano eventualmente emitidos. 4 . observações interessados podem apresentar as suas re- ou sugestões. mento do território. conteúdo material do PROT. a entidade pública responsável divulga e a entidade pública responsável pondera e pondera os respectivos resultados e ela. n. preexistentes. de 44 valorização ambiental da estrutura regional de protecção e valo. 53º c).

presentantes dos interesses económicos.º 316/2007. panhamento assíduo e continuado dos sociais. culturais e ambientais. Transportes nadamente.os 1. e n. e acompanham a 45 ciação realizada pelas diversas entidades elaboração do relatório ambiental. plano. que se pronuncie sobre o cum. ainda.os 1. descrevem e avaliam os eventuais efeitos significativos no ambiente resul- tantes da aplicação do plano e as suas al- ternativas razoáveis que tenham em conta os objectivos e o âmbito de aplicação ter- ritorial respectivos. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa rização ambiental. garantida a integração na comissão con- bros. de 26 de Maio. sobre a adequa. no final. ambientais resultantes da aplicação do ção e conveniência das soluções propostas plano. bem como de re- 2 – A comissão fica obrigada a um acom. de das suas responsabilidades ambientais primento das normas legais e regulamen. bem como de representantes dos comunicações. ambiente. seguran- interesses económicos. em virtu- defendida. ficam. competências consultivas atribuídas pelos vimento regional. 2 . integrada e serviços da Administração Central que ses públicos e privados mais ajustado ao integrada por representantes dos Ministé. assinado por todos os seus mem.º 2001/42/CE. florestas.º 232/ 3 – O parecer da comissão exprime a apre. as quais exercem na comissão as pela comissão de coordenação e desenvol. de 31 de Agosto. Ordenamento do Territó. dos municípios abrangidos. apresentar um parecer de ordenamento do território deve ser escrito. transportes. assegurem a prossecução dos interesses acompanhamento de IGT de natureza es- rios das Cidades. so- tura. 2. obras públicas. n. do território. a ordem jurídica interna as Directivas Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 3 – Os planos regionais de ordenamento do Parlamento Europeu e do Conselho do território são ainda acompanhados por n. bem como de repre. municípios abrangidos. . 4 e 5 Art. economia. 2007.Na elaboração dos planos regionais devendo. possam interessar os efeitos tares aplicáveis e. 3. tegrada por representantes das entidades de entidades representativas de interes- por uma comissão mista de coordenação. do Estado que assegurem a prossecução sentantes dos interesses económicos. de 27 de Junho. de 15 de Junho. em matéria de ordenamento e Habitação. rio e Ambiente. Art. por representantes das entidades e servi. sociais. cultura.A elaboração dos planos regionais de denação por uma Comissão Consultiva in. no qual se identi. culturais e ça. agricultu- ticipação seja aconselhada no âmbito do ra. da Economia. 4. Cultura e das Obras Públicas. 56º. natureza. trabalhos de elaboração do futuro plano. tratégica. A substituição da CMC por uma Comissão 1 – A elaboração dos planos regionais de 1 . 5 e 6 Substituição da Comissão Mista de Coor. 56º. da dos interesses públicos relevantes.º 56/2007.º do Decreto-Lei n. 3. conservação da e de outras entidades públicas cuja par. 2. 2003/35/CE. específicas. desig. ços da administração directa e indirecta públicos relevantes.º um relatório ambiental. com menção expressa da orientação sultiva das entidades às quais. desporto. e pelo Decreto-Lei n.º e 7. n. culturais e ambientais. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. educação. Desenvolvimento Rural e Pescas. saúde. da por uma comissão consultiva. habitação. Consultiva que congrega um conjunto ordenamento do território é acompanhada ordenamento do território é acompanha. dos ambientais. protecção civil. artigos 5. ciais. da Agricul.

turo plano. 5 – A composição e o funcionamento da 5 . 2 . no decurso dos tra. n. a comissão de coordenação e desenvolvimento regional 46 promoverá a realização de reuniões com . Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa representadas. nos 20 dias subsequentes à emissão ta de plano regional de ordenamento do daquele parecer. de plano e emitido o parecer da comissão A fase autónoma da concertação passa a 2 – Os pareceres a que se referem os nu.os 1 e 2 Integração da concertação na fase de Integração da concertação de interesses 1 – Concluída a elaboração. do Conselho de Ministros que determina a elaboração do plano regional de ordena- mento do território. hajam formalmente turo plano. interpretandose a falta de resposta 3 . às entidades que. 3.[Anterior n. eliminando- acompanhada do parecer da comissão balhos da comissão consultiva. sendo dada a pos.[Revogado]. comissão são regulados pela Resolução 6 . conclusão da elaboração. 4 .º 5]. mente discordado das soluções definidas nos sectoriais com incidência regional. dias. 57º.º 316/2007. para o futuro plano. havendo lugar a posterior 3 . de 31 de Agosto.º 2]. mover. dentro desse prazo como parecer favorá. após a emissão do parecer final da Comis- discordado das soluções definidas no fu. a comissão de 1 . Art. e integra a análise sobre o relatório am- 4 – O parecer final da comissão acompa. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano audiência daquelas que formalmente ha. n.[Revogado]. após a construção de soluções mais partilhadas.[Anterior n. mento do território inclui a concertação concertação através de reuniões. formulem se a fase de novos pareceres escritos após mista de coordenação.[Anterior n. hajam formal- ordenamento do território e com os pla. 57º. meros anteriores devem incidir sobre as desenvolvimento regional pode ainda pro- razões da discordância oposta à propos. considerando especificadamente nha a proposta de plano apresentada para a posição das entidades referidas no n. a emissão de novos pareceres escritos no âmbito da mesma. consultiva. com as entidades que.O parecer da comissão exprime a apre- jam discordado das orientações definidas ciação realizada pelas diversas entidades no futuro plano. vel que sana a discordância anteriormente oposta.os 1. e pelo Decreto-Lei n.º 4].O acompanhamento da elaboração elaboração do PROT. e 4 Art.º 56/2007. bem como sobre a articulação de concertação com as entidades que. 4 – Recebidos os pareceres.Concluída a elaboração da proposta são Consultiva. Simplificação procedimental.º aprovação ao Governo. no com o programa nacional da política de âmbito daquela comissão. 2. biental. na fase de elaboração e acompanhamento coordenação e desenvolvimento regional da proposta de plano regional de ordena sibilidade de um período adicional de que implica celeridade procedimental e a remete. a comissão de coordenação e revestir natureza facultativa. 4 . 2. tendo em vista obter 3 – Os pareceres referidos nos números uma solução concertada que permita ul- anteriores são emitidos no prazo de 30 trapassar as objecções formuladas. a realização de reuniões território. a proposta de pla. no regional de ordenamento do território. para parecer. objecções às soluções definidas para o fu.

59º.º que refere A discussão pública dos planos regionais de 1 . nos 30 dias subsequentes.A discussão pública dos planos regio. Introdução da contratualização no sentido 2 – A Resolução do Conselho de Ministros 2 .º 3 novo) Introduz a necessidade do conteúdo do.º 316/2007. 63º Art. 59º. para adequação dos sistema urbano.Sempre que seja necessário proceder cumental dos PIOT incluir um relatório de re do cumprimento do DL n.º Art.º 232/2007. proposta do plano e o respectivo relatório 2 .os 1 e 2 novos) Foi introduzido um novo n. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa as entidades que os tenham emitido. pre. Art. é divulgado o respectivo relatório ambien- necessárias adaptações. planos municipais de ordenamento do truturas e dos equipamentos de interesse território abrangidos e dos planos inter- regional. 58º Art. ten- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano do em vista obter uma solução concertada que permita ultrapassar as objecções for- muladas.º 2 Art. (n. das infra-es. de 31 de Agosto. das redes.º 56/2007. ( n. deste. de 47 à avaliação ambiental nos termos do ar.º 1 do artigo 97.Juntamente com a proposta de plano é ambiental. pelas disposições -se. de ordenamento do território abrangidos viamente acordados com as câmaras mu- incompatíveis com a estrutura regional do nicipais envolvidas. quando for o caso. 63º. das redes. os PMOT ou PIOT ao novo PROT.º 2 Introduz na RCM que aprova o PROT a con. 15 de Junho. n. relativas ao programa nacional da política disposições relativas ao programa nacional A discussão pública passa a incidir sobre a de ordenamento do território. A introdução do relatório ambiental decor- 3 . divulgado o respectivo relatório ambien- tal. b) Identificar as disposições dos planos municipais de ordenamento do território abrangidos incompatíveis com a estrutu- ra regional do sistema urbano. das infra-estruturas e dos equipamentos de interesse regional e com a delimitação da estrutura regional de protecção e valo- rização ambiental. diploma que transpôs para . a adaptar nos termos da alínea c) do n. que juntamente com a proposta de plano ordenamento do território regese. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. com as necessárias adaptações. avaliação ambiental.A Resolução do Conselho de Ministros tratualização com os municípios sobre as de assegurar a execução do PROT conside- referida no número anterior deve identi. referida no número anterior deve: formas e os prazos para estes adequarem rando carácter estratégico e programático ficar as disposições dos planos municipais a) Consagrar as formas e os prazos. pelas tal. com as nais de ordenamento do território rege. n. 58º. e pelo Decreto-Lei n. da política de ordenamento do território. municipais de ordenamento do território quando existam. Art.

desenvolvimento regional. de 15 de Junho.º do Decreto-Lei n.A deliberação de elaboração do plano PIOT através da Internet e regulamenta- intermunicipal deve ser comunicada ao intermunicipal deve ser publicada no Di.A deliberação a que se refere o número respectivo prazo de emissão. no qual se identificam. Art.º 232/2007. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.º 3 do artigo 3.º 232/2007. 2003/35/CE. questões ambientais e determinação do 3 . de 31 de Agosto. 48 . 4 e 5 novos) Divulgação da deliberação de elaborar o 2 – A deliberação de elaboração do plano 2 . n.º 2001/42/CE. de 27 de Junho. 64º.º 316/2007. de 26 de Maio tal. e pelo Decreto-Lei n. 64º.os 2 e (3.º 2 Art. esses pa- receres devem também conter a pronún- cia sobre o âmbito da avaliação ambiental e sobre o alcance da informação a incluir no relatório ambiental. comunicação social e da Internet pelos Regulação dos pareceres relativos às municípios ou associações de municípios. aplicando-se o ar- tigo 5. de a ordem jurídica interna as Directivas Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 15 de Junho. 5 . ou as razões que justificam a sua inexigibilidade. e n.º do Decreto-Lei n.º 56/2007. ção do conteúdo da respectiva delibera- Governo e à comissão de coordenação e ário da República e divulgada através da ção. 4 . de 15 de Junho.º acompanhados pelo relatório ambien.Os pareceres solicitados ao abrigo dos numeros anteriores são emitidos no prazo de 15 dias e podem não ser considerados. anterior deve indicar se o plano está sujei- to a avaliação ambiental. os planos intermunicipais do Parlamento Europeu e do Conselho de ordenamento do território são ainda n. caso sejam emitidos após o decurso desse prazo.º do Decreto- Lei n. n. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa tigo 2. descrevem e avaliam os eventuais efeitos significativos no ambiente resultantes da aplicação do plano e as suas alternativas razoáveis que tenham em conta os objectivos e o âmbito de aplicação territorial respectivos.Sempre que os municípios ou as asso- ciações de municípios solicitem pareceres nos termos do número anterior. podendo para este efeito ser precedida da consulta prevista no n.º 232/2007.

disposições relativas ao plano director mento. a proposta de 1 . territorialmente competente.os 1 e 2 Art. 65º. a proposta não vinculativo do parecer da CCDR sobre plano intermunicipal de ordenamento do de plano intermunicipal de ordenamen. com as necessá- rias adaptações. Art. 2 . de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art.Concluída a versão final. sendo o caso.º 316/2007. coerência da proposta com os objectivos. 66º.º 56/2007. 2 .A elaboração dos planos intermuni. n. aplicando-se quanto ao acompanha. de 31 de Agosto. n. midade com as disposições legais e regu- zes. gra a obrigatoriedade da CCDR. no âmbito acompanhamento visto que o PIOT deixa discussão pública dos planos intermunici. n. acompanhada por uma comissão consul. a qual pode 2 .O parecer da comissão de coordenação emitir parecer no prazo de 10 dias. 66º. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.os 1 e 2 novos Introdução de um novo número que consa. as disposições relativas ao IGT em vigor no território em causa.Concluída a versão final. a concertação e a 1 . não possui carácter vin- em causa. às conformidade com as disposições legais e assembleias municipais interessadas e à regulamentares vigentes e a articulação e assembleia intermunicipal. território é objecto de parecer da comis. concertação e discussão pública mentares vigentes e a articulação com os municipal destes planos. definidos por quaisquer outros instrumentos de gestão territorial eficazes. princípios e regras aplicáveis no território quando emitido. incluir a apreciação da conformidade do anterior à aprovação não tem carácter se. vinculativo. cipais de ordenamento do território é do parecer final da Comissão Consultiva. a notificar. e pelo Decreto-Lei n. Controle de legalidade da CCDR na fase de Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano O acompanhamento. definidos por quaisquer outros culativo e incide apenas sobre a confor- instrumentos de gestão territorial efica. im- e desenvolvimento regional incide sobre a prorrogáveis. princípios e regras aplicáveis no ter- ritório em causa. 49 . de ser objecto de ratificação e o parecer pais de ordenamento do território regem. a posição da comissão de co- ordenação e desenvolvimento regional in- clui obrigatoriamente a apreciação sobre a conformidade com as disposições legais e regulamentares vigentes e a articulação e coerência da proposta com os objecti- vos.os 1 e 2 Determinação do carácter facultativo e 1 .O parecer referido no número anterior. com as necessárias adaptações. a versão final da proposta do PIOT. pelas tiva. plano director municipal. 65º Art. to do território é enviada à comissão de são de coordenação e desenvolvimento coordenação e desenvolvimento regional regional. plano com as disposições legais e regula.No âmbito do parecer final da comissão consultiva. lamentares vigentes e a compatibilidade ou conformidade com os instrumentos de gestão territorial eficazes.

de 31 de Agosto. e n. boração dos PMOT para efeito de partici. bem como com quaisquer outros instrumentos de gestão territorial eficazes. sendo determinada por pação pública. dos planos de pormenor. com excepção das decorrentes de ratificação de planos municipais de ordenamento do território.A ratificação dos planos intermunici- pais de ordenamento do território é feita por Resolução do Conselho de Ministros. n. 4 . de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art.º 56/2007. a publicar no Diário da Repú. (4. a câmara muni- cipal. no os planos intermunicipais de ordena- mento do território. 74º. do PMOT como incentivo à participação mara municipal. a ordem jurídica interna as Directivas elaboração e do período de participação a do Parlamento Europeu e do Conselho que se refere o n.A ratificação pode ser parcial. diploma que transpôs para zos de elaboração. pode solicitar à comissão de coordenação e desenvolvimento regional 50 a realização de uma reunião com vista à . como as situações em que a mesma pode. de 27 de Junho. deliberação. da deliberação de elaboração ordenamento do território compete à câ. 3 . 15 de Junho. apro- veitando apenas à parte conforme com as normas legais e regulamentares vigentes e com os instrumentos de gestão territo- rial. Reforço da divulgação.No caso dos planos de urbanização e 2003/35/CE. a publicar no Diário da Repú.os 1. vidos. à Internet. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. que estabelece os respectivos pra.A ratificação pelo Governo dos planos intermunicipais de ordenamento do ter- ritório destina-se a verificar a sua con- formidade com as disposições legais e regulamentares vigentes. 68º Art. 7. 2 . Simplificação procedimental que implica Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano Ratificação Revogado a responsabilização dos municípios envol- 1 . 5.º 2001/42/CE. n. sendo determinada por mara municipal. Art. que estabelece os respectivos prazos de rá ser dispensada.º 1 Art. através do recurso 1 .São objecto de ratificação pelo Gover. deliberação. bem como as altera- ções de que sejam objecto.A elaboração dos planos municipais de 1 . 74º. 68º Eliminação da ratificação dos PIOT. 6.A elaboração dos planos municipais de ção da deliberação que determina a ela. e pelo Decreto-Lei n. de social. Regula os aspectos relativos à necessidade A introdução do relatório ambiental decor- blica e a divulgar através da comunicação blica e a divulgar através da comunicação de avaliação ambiental do PU e do PP bem re do cumprimento do DL n. pública de carácter preventivo.º 4 . social e na respectiva página da Internet.º 232/2007.º n. ordenamento do território compete à câ. 8 e 9 novos) Recurso à Internet como meio de divulga.º 2 do artigo 77. previamente à deliberação referi- da no n.º 1. de 26 de Maio.º 316/2007.

º 232/2007.º 232/ 2007. podendo ser precedida de consulta às entidades às quais.º 6.Tendo sido deliberada a elaboração de plano de urbanização ou de plano de por- menor.A qualificação dos planos de urbaniza- ção e dos planos de pormenor para efeitos do número anterior compete à câmara municipal de acordo com os critérios es- tabelecidos no anexo ao Decreto-Lei n.Sempre que a câmara municipal so- licite parecer nos termos do n.Os pareceres solicitados ao abrigo dos numeros anteriores são emitidos no prazo de 15 dias e podem não ser considerados. possam in- teressar os efeitos ambientais resultantes da aplicação do plano. 6 .º do Decreto-Lei n.º 56/2007.º 316/2007. de 15 de Junho. de 31 de Agosto. nos termos do ar- tigo 5. 9 . e pelo Decreto-Lei n. em virtude das suas responsabili- dades ambientais específicas. 51 . 8 . a câmara municipal solicita pare- cer sobre o âmbito da avaliação ambiental e sobre o alcance da informação a incluir no relatório ambiental. esse parecer deve. nos casos em que se justifi- que.Os planos de urbanização e os planos de pormenor que impliquem a utilização de pequenas áreas a nível local só são ob- jecto de avaliação ambiental no caso de se determinar que são susceptíveis de ter efeitos significativos no ambiente. de 15 de Junho. 7 . conter também a pronúncia sobre os aspectos referidos no número anterior. caso sejam emitidos após o decurso desse prazo. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa indicação de quais as entidades represen- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano tativas de interesses públicos que devem intervir no acompanhamento do plano. 5 .

Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. com menção expressa da 52 orientação defendida. des. 2. 75º. 7. uma comissão mista de coordenação cons.[Revogado]. 4 . n.os 1. b) Promover a compatibilidade ou con- mentos de gestão territorial eficazes. integrando técnicos oriundos 9 . 9. que se pronuncie . Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 1 . de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art. 6. devendo.[Revogado]. ritório visa: ritório visa: mento do território. 8. garantindo uma informação actualizada d) Promover o estabelecimento de uma sobre os mesmos. natureza dos interesses a salvaguardar e 7 . de 31 de Agosto. actos da Administração pública susceptí- garantindo uma informação actualizada veis de condicionar as soluções propostas. bem como de re- presentantes dos interesses económicos. culturais e ambientais. a relevância das implicações técnicas a 8 . mento dos planos municipais de ordena. adequada concertação de interesses. bem formidade com os instrumentos de gestão como a compatibilização com quaisquer territorial eficazes. planos municipais de ordenamento do ter. 75º. te.[Revogado]. 75º-A. no final. 3.O acompanhamento da elaboração dos ricamente os objectivos do acompanha. n. de serviços da administração directa ou 10 .[Revogado]. 75º-B e 75º-C a) Apoiar o desenvolvimento dos traba. c) Permitir a ponderação dos diversos veis de condicionar as soluções propostas. lhos e assegurar a respectiva eficácia. bem como a sua com- outros planos.A comissão fica obrigada a um acom- panhamento assíduo e continuado dos trabalhos de elaboração do futuro pla- no. apresentar um parecer escrito. dos PMOT passou para novos artigos: art. 4.os 1 O artigo 75º passa apenas a regular gene. actos da Administração Pública susceptí. sociais. considerar. das Regiões Autóno- mas. e pelo Decreto-Lei n. d) Promover o estabelecimento de uma 2 .[Revogado]. devendo a sua composição traduzir a 6 . 10 Art.[Revogado]. 5. b) Promover a conformação com os instru.º 56/2007. O desenvolvimento do acompanhamento planos municipais de ordenamento do ter.[Revogado]. plano director municipal é assegurado por 2 . Ordenamento do Território e Ambien.O acompanhamento da elaboração do adequada concertação de interesses. nos.O acompanhamento da elaboração dos 1 .º 316/2007. tituída por despacho do Ministro das Cida. Simplificação procedimental. 3 . indirecta do Estado.[Revogado]. sobre os mesmos. do município e de outras entidades públicas cuja participação seja aconselhá- vel no âmbito do plano. programas e projectos de interesse c) Permitir a ponderação dos diversos municipal ou supramunicipal. a) Apoiar o desenvolvimento dos traba- lhos e assegurar a respectiva eficácia. programas e projectos de patibilização com quaisquer outros pla- interesse municipal ou supramunicipal.[Revogado]. 3 . assinado por todos os seus membros. 5 .

º 2 do artigo 91.A comissão de coordenação e desen- volvimento regional elaborará um parecer escrito nos termos do n. 5 . no prazo de 10 dias a contar da recepção dos pareceres das entidades representativas dos inte- resses a ponderar ou do termo dos prazos previstos nos números anteriores.A composição e o funcionamento da comissão são regulados por portaria do Ministro das Cidades. contados desde a data da recepção da solicitação. 7 .º 56/2007.As entidades representativas dos in- teresses a ponderar ao abrigo do número anterior dispõem do prazo máximo de 44 dias. 53 .O prazo previsto no número anterior é de 22 dias para os planos de pormenor mencionados no n. que promove a audição das entidades re- presentativas dos interesses a ponderar no prazo de cinco dias após a recepção da proposta de plano. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. ainda.º 316/2007.O parecer da comissão exprime a apre- ciação realizada pelas diversas entidades representadas. Ordenamento do Território e Ambiente. havendo lugar a posterior audiência pela câmara municipal daquelas que formalmente hajam discordado das soluções projectadas.º 3. para emitirem parecer.O acompanhamento da elaboração dos planos de urbanização e dos planos de pormenor é assegurado pela comissão de coordenação e desenvolvimento regional. 8 . 9 .O parecer final da comissão acompanha a proposta de plano apresentada pela câ- mara municipal à assembleia municipal. sobre a adequação e conveniência das soluções defendidas pela câmara municipal. 4 . e pelo Decreto-Lei n. de 31 de Agosto. 6 .º 10 . de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa sobre o cumprimento das normas legais e Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano regulamentares aplicáveis e.

as quais exercem na comissão as competências consultivas atribuídas pelos artigos 5.Deve ser garantida a integração na co- missão de acompanhamento das entidades às quais. e acompanham a elaboração do relatório ambiental. designada.O acompanhamento da elaboração do mente sobre a sua composição. de acompanhamento (CA). de 15 de Junho. cuja composição deve traduzir a natureza dos interesses a salvaguardar e a relevância das implicações técnicas a considerar.º 56/2007. com menção expressa da orientação defendida. Este artigo prevê que o acompanhamento Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano Acompanhamento dos planos directores nhamento do PDM por uma Comissão de do PDM seja assegurado por uma comissão municipais (Aditado) Acompanhamento dispondo. de 31 de Agosto. e pelo Decreto-Lei n.A comissão fica obrigada a um acom- panhamento assíduo e continuado dos trabalhos de elaboração do futuro plano. b) Compatibilidade ou conformidade da 54 proposta de plano com os instrumentos de . possam in- teressar os efeitos ambientais resultantes da aplicação do plano. 4 . devendo. reformulando 1 . assinado por todos os seus mem- bros. 2 . plano director municipal é assegurado por uma comissão de acompanhamento. a sua composição. integrando representantes de serviços e entidades da administração directa ou indirecta do Estado. 75º . 3 . em virtude das suas responsabi- lidades ambientais específicas.A comissão de acompanhamento deve ser constituída no prazo de 30 dias após solicitação da câmara municipal.º e 7.º 232/2007.º 316/2007. das Regiões Autóno- mas.º do De- creto-Lei n. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. do município e de outras entidades públicas cuja participação seja aconselhá- vel no âmbito do plano.A Estabelece as novas regras de acompa. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art. que se pronuncie sobre os as- pectos seguintes: a) Cumprimento das normas legais e regu- lamentares aplicáveis. no final. apresentar um parecer escrito.

O parecer da comissão deve exprimir a apreciação realizada pelas diversas enti- dades representadas. cujas posições tomadas vin- representantes dos serviços e entidades to. a designação dos integram a Comissão de Acompanhamen. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa gestão territorial eficazes. 75º .B (Aditado) Inclui a obrigatoriedade de delegação de Agilizar procedimentos e atribuir respon- Comissão de Acompanhamento poderes nos representantes dos serviços e sabilidade aos representantes das entida- 1 .A constituição. 5 . adequados para efeito de vinculação culam as respectivas entidades represen- da administração directa ou indirecta do daqueles serviços e entidades. Art. 7 . e pelo Decreto-Lei n. Estado e das Regiões Autónomas inclui a delegação ou subdelegação dos poderes adequados para efeitos de vinculação da- queles serviços e entidades. 55 sobre o plano. tadas. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano c) Fundamento técnico das soluções de- fendidas pela câmara municipal. de serviços.º 56/2007. a qualquer título. nos termos legais e regula- .º 3 do artigo anterior substitui os pareceres que aqueles serviços e enti- dades devessem emitir. incluindo a posição final das entidades que formalmente dis- cordaram das soluções projectadas.A posição manifestada pelos represen- tantes dos serviços e entidades da admi- nistração directa ou indirecta do Estado e das Regiões Autónomas no parecer pre- visto no n.Para efeitos do disposto nos n. 6 . Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.º 316/2007.os 1 entidades da Administração Central que des com assento na CA e nas conferências e 2 do artigo anterior.O parecer final da comissão acompanha a proposta de plano apresentada pela câ- mara municipal à assembleia municipal. de 31 de Agosto.Para efeitos de avaliação ambiental. 8 .º 2. 2 . a composição e o funcionamento da comissão de acompa- nhamento são regulados por portaria do membro do Governo responsável pelo or- denamento do território. o parecer final da comissão integra a análise sobre o relatório ambiental considerando especificadamente a posição das entida- des referidas no n.

procede à realização de uma conferência de serviços com todas as en- tidades representativas dos interesses a 56 ponderar. considera-se que o serviço ou entidade por si representado nada tem a opor à proposta de plano director munici- pal. damente a emissão de pareceres sobre as Da acta da conferência de serviços consta propostas de planos ou a realização de o parecer da CCDR. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. tos. os pareceres eventualmente emitidos e o relatório ambiental. 75º . no prazo de 22 dias.O acompanhamento da elaboração dos Prevê a realização de uma conferência planos de urbanização e dos planos de de serviços promovida pela CCDR. e pelo Decreto-Lei n. incidem sobre a área em causa.No decurso da elaboração dos planos. com as necessá- . designa.C (Aditado) Determina o carácter facultativo do acom. a sua concordância com as soluções projectadas. panhamento da elaboração dos PU e PP. reuniões de acompanhamento à comis- são de coordenação e desenvolvimento regional territorialmente competente ou às demais entidades representativas dos interesses a ponderar. 3 . à comissão de coor- denação e desenvolvimento regional ter- ritorialmente competente que. conclusão da elaboração do PU e PP. efeitos de ponderação dos interesses que a câmara municipal solicita o acompanha. para 2 . designa- mento que entender necessário. Art. apesar de regularmente convocado. na reunião da comissão de acompanhamento que aprova o parecer final. aplicando-se. de 31 de Agosto. damente dos ambientais. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa mentares. após a pormenor é facultativo.º 56/2007.Concluída a elaboração.º 316/2007. ção e dos planos de pormenor 1 . não compareça à reunião. ou. a câmara mu- nicipal apresenta a proposta de plano. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 3 . Simplificação e agilização de procedimen- Acompanhamento dos planos de urbaniza. desde que não manifeste a sua discor- dância no prazo de 5 dias após a comuni- cação do resultado da reunião.Caso o representante de um serviço ou entidade não manifeste.

nicipal pode ainda promover. das soluções do futuro plano. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa rias adaptações.No caso dos planos de urbanização e com as entidades que os tenham emitido. 3. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. 4. 2 – Os pareceres a que se refere o número de plano e emitido o parecer da comis. e deve ser efectuada com a antecedência de 15 dias.os 1. formulem objecções às ferência de serviços para a realização de mesma. realização de reuniões de concertação.os 1. n.º 56/2007. são de acompanhamento. 1 . a câmara mu. da do parecer da comissão mista de coor. 5 .O acompanhamento da elaboração da acompanhamento da elaboração do PDM e tos. a câmara munici- 57 tendo em vista obter uma solução concer. a previsão de um período adicional para a de plano director municipal. no âmbito daquela dias interpretando-se a falta de resposta comissão. às entidades que. hajam formalmente discordado dentro desse prazo como parecer favorá. tação. a câmara mu.º 316/2007.São convocadas para a conferência de serviços as entidades às quais. clui a concertação com as entidades que. 5 e 6 Art. 2 e 3 Integração da fase de concertação no Simplificação e agilização de procedimen- 1 – Concluída a elaboração. 76º. 4 . subsequentes à emissão daquele parecer. Foi eliminada a fase autónoma de concer- anterior incidem sobre as razões da dis.º 4 do artigo 75.Concluída a elaboração da proposta do PP. 2. a proposta proposta de plano director municipal in. o disposto no artigo 75. Art 76º. nicipal promoverá a realização de reuniões 3 . e pelo Decreto-Lei n. nos 20 dias rector municipal.A convocatória da conferência de servi- ços é acompanhada das propostas de pla- no de urbanização e de plano de porme- nor. a câmara mu. no decurso dos trabalhos da comissão de Previsão de um período adicional à con- denação. nicipal remete. no âmbito da acompanhamento.Recebidos os pareceres. bem como dos respectivos relatórios ambientais. pal pode igualmente promover nos 20 dias . hajam formalmente discordado soluções definidas para o futuro plano. acompanha. para parecer. n. em virtu- de das suas responsabilidades ambientais específicas.º- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano B e devendo a acta respectiva conter o parecer da comissão de coordenação e de- senvolvimento regional sobre os aspectos previstos no n. possam interessar os efeitos ambientais resultantes da aplicação do plano. de 31 de Agosto. cordância oposta à proposta de plano di. tendo em vel que sana a discordância anteriormente vista obter uma solução concertada que oposta. 3 – Os pareceres referidos nos números a realização de reuniões de concertação anteriores são emitidos no prazo de 30 com as entidades que. ladas. 2 . reuniões de concertação no caso do PU e das soluções projectadas.º-A. permita ultrapassar as objecções formu- 4 . dos planos de pormenor.

a câ- rior é de 15 dias para os planos de porme. e pelo Decreto-Lei n. através de 4 . por deci- são da câmara municipal e nos termos por esta definidos. consideradas no âmbito do respectivo pro.Na deliberação que determina a elabo. 3. 9. acompanhadas posto no n. anteriores. mara municipal procede à abertura de um nor previstos no n.º. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa tada que permita ultrapassar as objecções subsequentes à realização da conferência Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano formuladas. 4. período de discussão pública. 6 . da respectiva página da Internet. Divulgação através da Internet. n.º 10 do artigo anterior. 4 – [Revogado]. quando for o caso. poderem ser promovidas reuniões de concertação. 3. durante o prazo estabe. recurso à Internet. culturais e ambientais a salvaguardar.º 2 ou nova conferência de do parecer da comissão de coordenação serviços com as entidades representativas e desenvolvimento regional. devendo a câmara municipal promover as necessárias reuniões de con- certação. 4.º 2 do artigo 91º. 2 . 8 e 9 Redução de prazos para o exercício do di. reito de participação. maior celeridade procedimental. decorrido o 3 – O prazo a que se refere o número ante.º 316/2007. 10 e11 Art. n. de 31 de Agosto. atra.Concluído o período de acompanha. 6. de serviços.os 2. 5. sentação de informações sobre quaisquer ferior a 30 dias a formulação de sugestões. com base no parecer refe- rido no n. 7. para Redução de prazos tendo em vista uma forma a permitir. decorrido o divulgar através da comunicação social e 58 período de concertação. questões que possam ser consideradas no bem como a apresentação de informações âmbito do respectivo procedimento de sobre quaisquer questões que possam ser elaboração. quando for o caso. Art. em 5 – [Revogado]. sultados da discussão pública através do vés da divulgação de avisos a deliberação ração do plano é estabelecido um prazo. aviso a publicar no Diário da República e a mento e. 6. 8. 3 . tantes dos interesses económicos. 77º. termos análogos ao disposto nos números 6 – [Revogado].Concluído o período de acompanha- cedimento de elaboração. são subme. mento e. lecido na mesma.Não observam o disposto no número anterior os procedimentos de elaboração dos planos de pormenor previstos no n. sem prejuízo de.º 56/2007.os 2. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. 77º.º 2 do artigo 91.As propostas de plano de urbanização concertação em termos análogos ao dis- e de plano de pormenor. sociais. o qual não deve ser in. que determina a elaboração do plano por que não deve ser inferior a 15 dias. período adicional de concertação. dos interesses a ponderar que se justifi- tidas à apreciação das entidades públicas quem e com a comissão de coordenação e que devam pronunciar-se e dos represen. a realização de reuniões de 5 . Reforço da divulgação dos avisos e dos re- 2 – A câmara municipal publicitará. 5. a formulação de sugestões e para a apre. do qual . a câmara munici. 7. desenvolvimento regional. nos 30 dias subsequentes.

os go 91º do presente diploma deve ser anun. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa pal procede à abertura de um período de consta a indicação do período de discus- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano discussão pública. zação e o plano de pormenor.[Anterior n. e pelo Decreto-Lei n. ficando obrigada a resposta fundamentada perante aqueles que invo- quem. acompanhada do os demais pareceres eventualmente emi- parecer da comissão mista de coorde. mações. das eventuais sessões públicas a que de acompanhamento ou da comissão de haja lugar e dos locais onde se encontra coordenação e desenvolvimento regional. designadamente: a) A desconformidade com outros instru- mentos de gestão territorial eficazes. c) A desconformidade com disposições le- 59 gais e regulamentares aplicáveis.º 2 do arti. das eventuais sessões públicas a que blicar no Diário da República e a divulgar haja lugar e dos locais onde se encontra através da comunicação social. bem servações ou sugestões.º 8].º 316/2007.º 7]. 5 . e de 10 dias. ma de 5 dias. a banização e para o plano de pormenor. bem nação ou da comissão de coordenação e como da forma como os interessados po- desenvolvimento regional e dos demais dem apresentar as suas reclamações.O período de discussão pública dos pla. câmara municipal pondera e divulga. municipal e a 22 dias para o plano de ur.º 56/2007. e não pode 6 . sugestões e pedidos 11 . ob- pareceres eventualmente emitidos. de- 6 . ser anunciado com a antecedência míni- servações ou sugestões. ob. e não pode ser inferior a 30 5 . 10 – [Revogado]. o respectivo rela- consta a indicação do período de discus. como da forma como os interessados po. tório ambiental. respectivos resultados e elabora a versão ciado com uma antecedência mínima de 5 final da proposta para aprovação. os resultados da concertação. pal. b) A incompatibilidade com planos.Findo o período de discussão pública. do qual disponível a proposta. signadamente através da comunicação so- nos de pormenor previstos no n. através de aviso a pu.O período de discussão pública deve dem apresentar as suas reclamações. 9 . . dias e não pode ser inferior a 15 dias. 8 .[Anterior n. para o plano de urbani.[Anterior n.[Revogado]. observações. ser inferior a 44 dias para o plano director 7 . o parecer da comissão são. cial e da respectiva página da Internet. de esclarecimento apresentados pelos particulares.[Anterior n. 4 .º 9]. disponível a proposta. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.O período de discussão pública deve dias para o plano director municipal e a 22 ser anunciado com a antecedência mínima dias para o plano de urbanização e para o de 15 dias para o plano director munici. são. de 31 de Agosto. 7 – A câmara municipal ponderará as recla. tidos.º 11]. pro- gramas e projectos que devessem ser pon- derados em fase de elaboração. plano de pormenor.

2 – O parecer da comissão de coordenação prorrogáveis. sem prejuízo do disposto no arti- go 10º. im. sendo o caso. a CCDR só emi- dos planos municipais de ordenamento do plano director municipal. comissão de coordenação e desenvolvimento CCDR. não possui carácter vin- a articulação e coerência da proposta com culativo e incide apenas sobre a confor- os objectivos. midade com as disposições legais e regu- veis no município. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa d) A eventual lesão de direitos subjecti- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano vos. 11 – São obrigatoriamente públicas to- das as reuniões da câmara municipal e da assembleia municipal que respeitem à elaboração ou aprovação de qualquer categoria de instrumento de planeamento territorial. bem como sobre quando emitido. quer através dos seus próprios técnicos quer através do recurso a técnicos da adminis- tração directa ou indirecta do Estado e das Regiões Autónomas. e pelo Decreto-Lei n. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.º 83/95. a notificar. revelem inconformidade com disposições são de coordenação e desenvolvimento regional territorialmente competente.º 316/2007.º4 da Lei n. de 31 de Agosto.Concluído o projecto de versão final do versão final do PDM. n. a proposta 1 . a câmara municipal promove o escla- recimento directo dos interessados. 78º. princípios e regras aplicá. de 31 de Agosto. conformidade com as disposições legais e 2 . este é enviado à Introdução de um prazo para o parecer da tirá o parecer final para propostas que território é objecto de parecer da comis. 10 . pode emitir parecer no prazo de 10 dias. CCDR. n. regulamentares vigentes. 8 – A resposta referida no número anterior será comunicada por escrito aos interes- sados. definidos por quaisquer lamentares vigentes e a compatibilidade outros instrumentos de gestão territorial ou conformidade com os instrumentos de 60 eficazes. Art. . 9 – Sempre que necessário ou convenien- te. a câmara municipal divulga e pondera os respectivos resultados e elabora a versão final da proposta para aprovação.O parecer referido no número anterior. procedimentos porquanto. 78º.os 1 e 2 A CCDR pronuncia-se sobre o projecto da Esta medida tem por objectivo agilizar 1 – Concluída a versão final. à câ- e desenvolvimento regional incide sobre a mara municipal e à assembleia municipal.Findo o período de discussão pública. gestão territorial eficazes.os 1 e 2 Art.º 56/2007. patibilidade com IGT eficazes. a qual Carácter não vinculativo do parecer da legais e regulamentares vigentes e incom- regional. n.

teração das disposições dos PROT ou PS territorial eficazes. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art.A apreciação pelo Governo de pedido a) O plano director municipal. regulamentares vigentes. rogação das normas dos planos sectoriais vigor e só ocorrerá a solicitação da Câma- formidade com as disposições legais e e dos planos regionais de ordenamento do ra Municipal. a 2 – A ratificação dos planos municipais de incompatibilidade com os instrumentos ordenamento do território pode ser par. não obs. 79º. 2. incompatibilidade com o PROT ou PS em tes. comissão mista de coordenação.A ratificação pelo Governo do plano di. incompatibilidades com plano sectorial ou apresentada pela câmara municipal. com competências consultivas no âmbito zação eficazes. abrangendo: 2 .os 1. de ratificação de plano director municipal tante a incompatibilidade com o plano é suscitada através da competente comis- regional de ordenamento do território. na falta de pla. 80º. rector municipal ocorre. quando tenha lugar. de. procedimento de elaboração e aprovação.º prazos referidos no artigo 77º reduzidos a metade.os 1. 3. tante a desconformidade com o plano 5 . a solicitação da b) Os planos de urbanização. exprime o reconhecimento da sua con. à parte compatível com os instrumentos 3 – Quando não se verifique a conformida. anterior. devendo. n. ser acompanhada de parecer fundamen- b) O plano director municipal. 79º. afectados. n. n. 6 e 7 A ratificação pelo Governo incide apenas Ver pontos 69 e 70 da Síntese descritiva e 1 – A ratificação pelo Governo dos planos 1 . sendo os ratificação nos termos do artigo 80. zisse alterações à proposta do plano. a) Os planos directores municipais. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.º 316/2007.º 56/2007. de gestão territorial referidos no n. na falta de câmara municipal. tado da parte desta. n. 5. 4. no âmbito do plano director municipal eficaz. o Governo pode ainda proceder presente artigo. Art. tipulados nos artigos 77º e 78º.A ratificação pelo Governo do plano sobre o PDM nos casos em que se verifique justificativa das alterações mais relevan- municipais de ordenamento do território director municipal tem como efeito a der. deve ser solicitada a sua tório.º 1 do de devida. 80º. bem como com território incompatíveis com as opções A ratificação implica a revogação ou al- quaisquer outros instrumentos de gestão municipais. 2 . plano especial de ordenamento do terri- vem ser adoptados os procedimentos es.º 2 Revogação da disposição que obrigava à É sublinhada a necessidade de solicitar a Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 2 – Caso sejam introduzidas. da elaboração e do acompanhamento. quando. são de coordenação e de desenvolvimento ter sido objecto de parecer favorável da regional.A ratificação do plano director munici- 61 sectorial. 4. aproveitando apenas à parte confor. de gestão territorial referidos no número cial. alterações à proposta mantiver incompatibilidades com plano pre que a Assembleia Municipal introdu. 7 e 8 Art. à ratificação no caso de: 4 .Se o plano director municipal aprovado realização de nova discussão pública sem. de 31 de Agosto. to do território. ratificação do PDM sempre que mantiver bleia municipal. não obs.º 2 Art. 6. for suscitada pelos serviços e entidades no director municipal ou plano de urbani. aproveitando apenas territorial eficazes. 5. 2. sectorial ou plano regional de ordenamen. 3. me com as normas legais e regulamentares 3 . e pelo Decreto-Lei n. ter sido objecto de parecer pal nos termos do número anterior implica . pela assem. c) Os planos de pormenor.A ratificação do plano director munici- vigentes e com os instrumentos de gestão pal pode ser parcial.

º 3 implica a automática re- vogação das disposições constantes dos instrumentos de gestão territorial afec- tados. ouvidos 6 . 7 – Após a aprovação do programa nacio- 62 nal da política de ordenamento do territó- .A alteração e a revisão do plano direc- os restantes municípios. determinando a c) O plano director municipal. não obstante a incompatibilidade com o plano director municipal ou o plano de urbanização.º 316/2007. traduzam a actualização da disciplina vi- ter sido objecto de parecer favorável da gente. e) O plano de pormenor. desenvolvimento regional. e pelo Decreto-Lei n. documentais afectados por forma a que municipal de ordenamento do território. não obstante nos termos do n. de 31 de Agosto. tor municipal são objecto de ratificação d) O plano de urbanização. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. 5 – A ratificação de qualquer plano mu- nicipal de ordenamento do território nos termos do n. 4 – Os pareceres referidos nas alíneas a). ter sido objecto de parecer pal é efectuada por Resolução do Conse- favorável da comissão de coordenação e lho de Ministros.º 2 do presente artigo. correspondente alteração dos elementos te a incompatibilidade com o plano inter. b) e c) a correspondente alteração de regulamentos e plantas por forma que traduzam a actualização da disciplina vigente. 6 – São igualmente objecto de ratificação as alterações dos planos municipais de or- denamento do território que não resultem do disposto no número anterior.º 56/2007. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa favorável da entidade responsável pela a revogação ou alteração das disposições Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano elaboração deste no âmbito da comissão constantes dos instrumentos de gestão mista de coordenação. determinando. comissão mista de coordenação. nos casos previstos nas alíneas a). b) e c) do número anterior devem men- cionar expressamente a concordância da alteração proposta com os resultados da avaliação do plano efectuada. ter sido objecto de parecer favorável da co- missão de coordenação e desenvolvimen- to regional.A ratificação do plano director munici- municipal. territorial afectados. a incompatibilidade com o plano director 7 . não obstan.

2 . planos após a sua aprovação com vista a net ras municipais disponibilizarem os PMOT garantir maior transparência e interven- 1 – Os planos municipais de ordenamento na Internet em formato digital e geore. entre a respectiva aprovação e a pu. 83º – A (Aditado pelo Lei n.os 2 e 3 Art. 63 municípios devem proceder à transcrição . medeiem os seguintes prazos máximos: os seguintes prazos máximos: a) Plano director municipal – 12 meses. sequentes à conclusão da elaboração dos sequentes à conclusão da elaboração dos planos municipais de ordenamento do ter. Art.Os prazos fixados no número anterior suspendem-se no caso de devolução do suspendemse nos casos previstos no n. entre a respectiva aprovação e a pu- blicação no Diário da República. c) Plano de pormenor – 2 meses. planos municipais de ordenamento do ter- ritório devem ser concretizados de modo ritório devem ser concretizados de modo que.Os procedimentos administrativos sub. do território estão acessíveis. n.Os prazos fixados no número anterior 3 .º 56/2007) Foram introduzidos dois novos artigos dis. b) Plano de urbanização – 6 meses. b) A solicitação da câmara municipal. 81º. vista a agilização procedimental. na Internet. 81º.º 316/2007. medeiem blicação no Diário da República. b) Plano de urbanização – 2 meses. ário da República. 8 – A ratificação dos planos municipais de ordenamento do território é feita por Re- solução do Conselho de Ministros.os 2 e 3 Redução de prazos para publicação no Di. Art. pondo sobre a obrigatoriedade das câma. de modo que seja garantida cidadãos. n. a) Plano director municipal – 3 meses.Os procedimentos administrativos sub. for suscitada a violação das disposições legais e regulamentares vigentes ou a incom- patibilidade com instrumentos de gestão territorial eficazes. no âmbito do procedimento municipal de elaboração e aprovação. É reforçada a vertente da divulgação dos Disponibilização da informação na Inter. que. a sua disponibilização actualizada a todos 2 – Para efeitos do número anterior os os cidadãos. ção pública.º 56/2007. a todos os ferenciados. 3 . de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa rio e dos planos regionais de ordenamento Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano do território a ratificação pelo Governo dos planos municipais de ordenamento do território terá carácter excepcional. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. do artigo anterior. de 31 de Agosto. Introduz uma redução de prazos tendo em 2 .º 2 plano ao município para reapreciação. e pelo Decreto-Lei n. ocor- rendo apenas nos seguintes casos: a) Quando. c) Plano de pormenor – 6 meses.

º 56/2007) A informação que é divulgada pelas Câ- Actualização do conteúdo da informação maras Municipais deve estar actualizada e 1 – Em cada município devem ser referen. Art. constituindo uma síntese rial.º 56/2007. 1 – O plano director municipal estabelece 1 . a estratégia de desenvolvimento territo- tório municipal. assim como as eventuais medidas preventivas ou outras que sus- pendam a eficácia de um plano. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa digital georeferenciada de todo o conteú- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano do documental porque são constituídos os planos municipais de ordenamento do ter- ritório. 84º. 3 e 4 Clarificação do objecto do PDM. Art. 84º. nacional e regional e estabelece o modelo . Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. n.os 1. 3 – As plantas devem estar disponíveis à mesma escala e com as mesmas cores e símbolos dos documentos aprovados pelo respectivo município. a política municipal de ordenamento da estratégia de desenvolvimento e orde. 2 – deve ser simples e directo o acesso aos planos de urbanização ou planos de por- menor em vigor. deforma consolidada. 83º – B (Aditado pelo Lei n. 2 e 3 Art. e pelo Decreto-Lei n. todos os planos de urbanização ou planos de pormenor em vigor. 4 – O acesso às legendas das plantas deve ser simples e rápido por forma a garantir o entendimento do significado das cores e símbolos utilizados. ciados em planta.º 316/2007. integrando as políticas urbanas. de 31 de Agosto. Clarifica o objecto de aplicação do PDM. mentos de gestão territorial de âmbito 64 ção.O plano director municipal estabelece o modelo de estrutura espacial do terri. n.os 1. do território e de urbanismo e as demais namento local prosseguida. ser facilmente acessível. integra e articula as opções de âmbito nacional e regional com orientações estabelecidas pelos instru- incidência na respectiva área de interven. disponibilizando-o nos respectivos sítios electrónicos. 3 – O município deve actualizar o conteú- do de cada plano no prazo máximo de um mês após a entrada em vigor de qualquer alteração. 2.

4 . parâmetros solo urbanizado sujeito a programação. 2 . 85º. trumento de referência para a elaboração 3 – O plano director municipal é de elabo.O modelo de organização espacial do território municipal tem por base a classi- ficação e a qualificação do solo. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa 2 – O modelo de estrutura espacial do ter. de organização espacial do território mu- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano ritório municipal assenta na classificação nicipal.º 56/2007.Na ausência dos índices.º 2 novo) Regulamenta a aplicação de índices em Concretiza o conteúdo material do PDM no 2 . em concretização do princípio da coordena- ção das respectivas estratégias de orde- namento territorial. e pelo Decreto-Lei n. nas seguintes condições: a) Tenha decorrido o prazo de cinco anos sobre a data de entrada em vigor do pla- no director municipal.º 316/2007. os índices. pa- râmetros e indicadores de referência. Art. mento do território e para o estabeleci- mento de programas de acção territorial. b) Os índices e parâmetros de referência estabelecidos no plano director municipal definam os usos e a cércea máxima a ob- servar. bem como os indicadores relativos à definição da rede viária e do estaciona- 65 mento. de 31 de Agosto. dos demais planos municipais de ordena- ração obrigatória. são aplicáveis às operações urbanísticas a re- alizar em zona urbana consolidada. bem como para o desenvolvimento das intervenções sectoriais da administração do Estado no território do município. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. do solo e desenvolve-se através da qualifi. . como tal identificada no plano.º 3].[Anterior n. áreas sujeitas à elaboração de plano de urbanização ou de plano de pormenor. sem que haja sido aprovado o plano de urbanização ou o pla- no de pormenor.O plano director municipal é um ins- cação do mesmo. 85º Art. (n. sentido de evitar lacunas na regulamenta- e indicadores de natureza supletiva a que ção do solo urbanizado sujeito a progra- alude a alínea j) do número anterior para mação. 3 .

e n. bem como sobre os meios de financiamento das mesmas. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art.a) Planta de ordenamento. de 27 de Junho. diploma que transpôs para presenta o modelo de estrutura espacial senta o modelo de organização espacial a ordem jurídica interna as Directivas do território municipal. culturais e ambientais para a sua portaria do Ministro das Cidades do Orde.Os demais elementos que acompanham avaliação das condições económicas.º 1 alínea b). Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. execução. podendo englobar território e de urbanismo.os 1. (n. n. 15 de Junho. áreas extensas de solo nização espacial de parte determinada para uma determinada área do território incidir sobre o solo rural. namento do Território e do Ambiente.º 1 alínea b). designadamente.º 2 alíneas b) Art. parques industriais. re do cumprimento do DL n. ções adoptadas. bem como a respectiva meios de financiamento das mesmas. .º como com as unidades operativas de pla. de 31 de Agosto. e pelo Decreto-Lei n.º 2 alíneas b). no qual se identi- ficam.º 232/2007. neamento e gestão definidas. logísticos e empre- perímetros urbanos. incluída em municipal. de acordo com os do Parlamento Europeu e do Conselho classificação e qualificação dos solos. qualificação dos solos e ainda as unidades 2003/35/CE. c) Relatório ambiental.º 2001/42/CE. que explicita os objectivos c) Programa contendo disposições indica. estratégicos e as opções de base territo- tivas sobre a execução das intervenções rial adoptadas para o modelo de organi- municipais previstas bem como sobre os zação espacial. b) Relatório.b) Planta de ordenamento. Clarifica o conteúdo documental do PDM A introdução do relatório ambiental decor- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano e c) e n.º 3 de acordo com as novas disposições intro. descrevem e avaliam os eventuais efeitos significativos no ambiente resul- tantes da aplicação do plano e as suas al- ternativas razoáveis que tenham em conta os objectivos e o âmbito de aplicação ter- ritorial respectivos.º 56/2007. fornecendo o endimentos turísticos cuja execução se 66 solo rural complementar que exija uma quadro de referência para a aplicação das prevê faseada a médio prazo. a do território municipal. fundamentação técnica. 1 . d) Programa de execução. so- o plano director municipal são fixados por ciais. suportada na 3 . Art. n. especificando as rural destinadas. de acordo com a do território municipal. bem sistemas estruturantes e a classificação e n. n.º 316/2007. 86º. 87º Art. 2 e 3 novos) Redefine o âmbito de aplicação do PU. introduzindo a possibilidade do PU poder através de PU.O plano de urbanização concretiza.º 3 c ) e d) e n. de 1 . operativas de planeamento e gestão de- 2 . 87º. É dada a possibilidade de estruturar. 3 . 1 . de 26 de Maio. n. finidas. contendo de- signadamente disposições indicativas so- bre a execução das intervenções munici- pais previstas. 86º. a política de ordenamento do situações em que tal pode ocorrer. duzidas pela presente alteração ao RJIGT. que re. que repre.Os demais elementos que acompanham o plano director municipal são fixados por portaria do membro do Governo responsá- vel pelo ordenamento do território.b) Relatório fundamentando as solu. O plano de urbanização define a orga.

Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. damente estabelecendo: ções da área territorial a que respeita. g).º.Sem prejuízo do disposto na alínea d) do artigo 88. e). nomea. a) A definição e caracterização da área turísticas. identificando os valores 67 como identificação das áreas a recuperar culturais e naturais a proteger. designadamente à localização de instalações ou parques industriais. conteúdo material apropriado às condi. comerciais. dispondo zação das diversas funções urbanas. de serviços e industriais. O plano de urbanização deve adoptar o vas disposições introduzidas pela presente líbrio da composição urbanística. f). o solo rural complementar referido na alínea a) do número anterior não pode ser objecto de reclassificação. políticas urbanas e definindo a estrutura Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano urbana. que se revele neces- sário para estabelecer uma intervenção integrada de planeamento. a) A definição e caracterização da área de aos objectivos das políticas urbanas e às intervenção identificando os valores cul. transformações previstas nos termos de turais e naturais a proteger. i) e j) Reajusta o conteúdo material do PU às no- O plano de urbanização prossegue o equi. determinou a sua elaboração. c).O plano de urbanização pode abran- ger: a) Qualquer área do território do muni- cípio incluída em perímetro urbano por plano director municipal eficaz e ainda o solo rural complementar de um ou mais perímetros urbanos. bem de intervenção.88º. logísticos ou de serviços ou à localização de empreendimentos turís- ticos e equipamentos e infra-estruturas associadas. e). 2 . possam ser destinadas a usos e funções urbanas. de 31 de Agosto. de acordo com os objectivos e prio- ridades estabelecidas no plano director municipal. b) Outras áreas do território municipal que. h). alíneas a). alíneas a). de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa intervenção integrada de planeamento. i) e j) Art. . g). e pelo Decreto-Lei n. referência e na deliberação municipal que c) A definição do zonamento para locali. c). alteração ao RJIGT. h).º 316/2007. f). 3 . nomeadamente sobre: signadamente habitacionais.º 56/2007. 88º. Art. de. o regime de uso do solo e os crité- rios de transformação do território.

mento e gestão. sociais. 2 – a) Relatório. zação das diversas funções urbanas.º 232/2007.os 2 e 3 Art. cultu- 68 meios de financiamento das mesmas.º 2001/42/CE.º 316/2007. f) Os critérios de localização e de inser- ção urbanística e o dimensionamento dos equipamentos de utilização colectiva. de- rias e subcategorias de espaços. acordo com as novas disposições introdu. signadamente habitacionais. .º 1 alínea b) e n. estratégicos do plano e a respectiva funda. suportada na avaliação 2003/35/CE. bem ção compensatória a desenvolver na área como a identificação das áreas a recupe- de intervemção. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. a ordem jurídica interna as Directivas ções adoptadas. diploma que transpôs para 2 . de 31 de Agosto. que represen. bem como sobre os das condições económicas. re do cumprimento do DL n. rais e ambientais para a sua execução.º 56/2007. turísticas. c) A definição do zonamento para locali- nísticos aplicáveis a cada uma das catego. g) As condições de aplicação dos instru- mentos da política de solos e de política urbana previstos na lei.º 1 alínea b) e n. b) …. de 27 de Junho. ta a estrutura territorial e o regime de uso zidas pela presente alteração ao RJIGT. do solo da área a que respeita. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano e) Os indicadores e os parâmetros urba. de ta a organização urbana adoptada. j) A identificação dos sistemas de execu- ção do plano. f) A estruturação das acções de perequa. d) …. e) O traçado e o dimensionamento das redes de infra-estruturas gerais que estru- turam o território. comerciais.. que explicita os objectivos do Parlamento Europeu e do Conselho b) Programa contendo disposições indica. n. h) Os indicadores e os parâmetros urba- nísticos aplicáveis a cada uma das catego- rias e subcategorias de espaços. n. Art. 1 – b) Planta de zonamento.b) Planta de zonamento. n. 89. de 26 de Maio. de serviços e industriais. 89.º tivas sobre a execução das intervenções mentação técnica. 15 de Junho. i) A delimitação e os objectivos das uni- dades ou subunidades operativas de pla- neamento e gestão e a estruturação das acções de perequação compensatória. que represen. em particular os que respeitam à reabilitação urbana e à reconversão urbanística de áreas urbanas degradadas. municipais previstas. fixando os respectivos espaçoscanal.os 2 e 3 Clarifica o conteúdo documental do PU de A introdução do relatório ambiental decor- 1 . e n. g) As subunidades operativas de planea.a) Relatório fundamentando as solu. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa ou a reconverter. e pelo Decreto-Lei n. rar ou reconverter.

a uma uni- dade ou subunidade operativa de planea- mento e gestão ou a parte delas.Sem prejuízo da necessária adaptação l) novos) voga as modalidades simplificadas. de na paisagem. o conteúdo material apropriado às con.O plano de pormenor desenvolve e âmbito de aplicação a áreas contínuas do aplicação de PP a espaços que devem ser concretiza propostas de organização es. descrevem e avaliam os eventuais portaria do Ministro das Cidades. 90º. 91º. corres- pondentes. respectivos conteúdos materiais. tabelecendo regras sobre a implantação lhe a concepção da forma de ocupação e das infra-estruturas e o desenho dos es- servindo de base aos projectos de execu. no qual se identi- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano o plano de urbanização são fixados por ficam.O plano de pormenor abrange áreas contínuas do território municipal. c) Programa de execução. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa 3 . Reajusta o conteúdo material do PP e re. n.º 316/2007. Considerando que se tinha verificado algu- 1 .os 1 Art. 3 . n.Os demais elementos que acompanham b) Relatório ambiental. bem como sobre os meios de financiamento das mesmas. Ordena. h) e n. g). g). definindo com deta. Art. tantes da aplicação do plano e as suas al- ternativas razoáveis que tenham em conta os objectivos e o âmbito de aplicação ter- ritorial respectivos. mais actividades de interesse geral. da arquitectura edificação e a disciplina da sua integração dos edifícios e dos espaços exteriores. 1 .O plano de pormenor deve adoptar das modalidades simplificadas de PP e dos 69 o plano de pormenor estabelece.º 56/2007. paços de utilização colectiva.os 1 e (3 novo) Clarifica o objecto do PP e o respectivo Vem clarificar algumas dúvidas sobre a 1 .º 1 i). 90º. n.os 1 b).os 1 b). concretiza propostas de ocupação de território. ma confusão sobre o âmbito de aplicação à especificidade da modalidade adoptada. 3 . contendo de- signadamente disposições indicativas so- bre a execução das intervenções munici- pais previstas. foram . j). Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. n. 91º. es- território municipal. a forma de ção das infraestru-turas. pacial de qualquer área específica do qualquer área do território municipal. designadamente. banização. de 31 de Agosto. efeitos significativos no ambiente resul- mento do Território e Ambiente. Art.º 2 Art.Os demais elementos que acompanham o plano de urbanização são fixados por portaria do membro do Governo responsá- vel pelo ordenamento do território. contínuos. a localização e inserção ur- acordo com as prioridades estabelecidas banística dos equipamentos de uti-lização nos programas de execução constantes do colectiva e a organização espacial das de- plano director municipal e do plano de ur. h) e (n. nomea.O plano de pormenor desenvolve e 1 . e pelo Decreto-Lei n.

d) Plano de alinhamento e cércea. j) A identificação dos sistemas de execu- c) Plano de conservação.º 316/2007. • O plano de pormenor de salvaguarda. estabelecendo a relação com o espaço envolvente.º 56/2007. l) A estruturação das acções de perequa- nindo a implantação da fachada face à via ção compensatória. e pelo Decreto-Lei n. adop. • O plano de intervenção em espaço ru- lares de intervenção previstas nos termos ral.A (Aditado) Estabelece 3 modalidades específicas de Foram estabelecidas 3 modalidades es- Modalidades específicas PP e os respectivos âmbitos de aplicação pecíficas de PP com conteúdo material 1 . com delimitação objectiva das ficadas: áreas a elas afectas. defi. adaptado a finalidades particulares de modalidades específicas com conteúdo intervenção: material adaptado a finalidades particu. o dimensionamento dos equipamentos de b) Plano de edificação em área dotada de utilização colectiva e a respectiva loca- rede viária. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.O plano de pormenor pode adoptar e conteúdos materiais. com definição dos indicadores e cos. estabele- g) A estruturação das acções de perequa. . deliberação da câmara municipal. a) Projecto de intervenção em espaço i) Os critérios de inserção urbanística e rural. a sua articulação com os investimentos cuperação e reconversão urbanística. 70 elaboração. referência e na deliberação municipal que à sua transformação. cendo nomeadamente: ção compensatória a desenvolver na área b) As operações de transformação fundi- de intervenção. de referência do plano e na deliberação • O plano de pormenor de reabilitação municipal que determinou a respectiva urbana. a utilizar na área de intervenção. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa damente: dições da área territorial a que respeita revogadas estas modalidades. Art. designadamente de timentos públicos associados. quando necessário. reconstrução e ção do plano e a programação dos inves- reabilitação urbana. truturas. por espaços públicos. e aos objectivos previstos nos termos de venção.Revogado e) Projecto urbano. procedendo. privados. h) A implantação das redes de infra-es- tar uma das seguintes modalidades simpli. g) As regras para a ocupação e gestão dos 2 . 2 . pública. determinou a sua elaboração. ária necessárias e a definição das regras h) A identificação do sistema de execução relativas às obras de urbanização. 91º . Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano b) A situação fundiária da área de inter. parâmetros urbanísticos a utilizar.O plano de pormenor pode ainda. caracterizando os volumes a lização no caso dos equipamentos públi- edificar. de 31 de Agosto. definindo a forma e o conteúdo arquitectónico a adoptar em área urbana delimitada. bem como zonas históricas ou de áreas críticas de re.

O plano de pormenor de reabilitação urbana abrange solo urbano correspon- dente à totalidade ou a parte de: a) Um centro histórico delimitado em pla- no director municipal ou plano de urbani- zação eficaz. 7 . 5 .º 316/2007. 3 . com excepção justificada das áreas expressamente des- tinadas à edificação e usos urbanos com- plementares.O plano de intervenção no espaço ru- ral não pode promover a reclassificação do solo rural em urbano. 6 . do Ordenamento do Território e do Ambiente. b) Uma área crítica de recuperação e re- conversão urbanística. e pelo Decreto-Lei n.º 107/2001.º 56/2007. 71 . 4 . de 31 de Agosto.São modalidades específicas de plano Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano de pormenor: a) O plano de intervenção no espaço ru- ral. pelo Membro do Governo responsável pelo Ordenamento do Territó- rio e requalificação da paisagem. c) O plano de pormenor de salvaguarda. c) Uma área de reabilitação urbana cons- tituída nos termos da lei. de 8 de Setem- bro. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.O plano de pormenor de reabilitação urbana pode delimitar áreas a sujeitar à aplicação de regimes específicos de reabi- litação urbana previstos na lei. b) O plano de pormenor de reabilitação urbana.O plano de intervenção no espaço rural abrange solo rural e estabelece as regras relativas a: a) Substituição da referência ao ministro das cidades.O conteúdo do plano de pormenor de salvaguarda é definido nos termos previs- tos na Lei n. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa 2 .

avaliam os eventuais efeitos significativos dalidade de projecto de intervenção em no ambiente resultantes da aplicação do espaço rural são fixados por portaria con. 92º. e n. sempre que seja nham o plano de pormenor são fixados por necessário proceder à avaliação ambien- portaria do Ministro das Cidades. 92º. que repre. de 26 de Maio. n.º portem as operações de transformação ção técnica das soluções propostas no pla. rização objectiva dos recursos territoriais peças escritas e desenhadas do PP neces- c) Programa de execução das acções pre. nomeadamente para no. e pelo Decreto-Lei n. fundiária previstas. da sua área de intervenção e na avaliação sárias para efeitos registais. n. ocupação e trans. n.b) Planta de implantação. de aplicação territorial respectivos. 3 . no qual se identificam. do Parlamento Europeu e do Conselho b) Peças escritas e desenhadas que su.º 1 b). re do cumprimento do DL n. área destinada à implantação dos edifícios e das constru- 72 ções anexas. volu- . rais e ambientais para a sua execução. b) Quadro com a identificação dos pré- dios.Para efeitos de registo predial. descrevem e 4 .a) Relatório fundamentando as solu.Os demais elementos que acompa. cultu- to.os 5 e 6 do artigo mento do Território e Ambiente. Ordena. tenham em conta os objectivos e o âmbito mento do Território e Ambiente e da Agri. Desenvolvimento Rural e Pescas. áreas e confrontações.os Art. plano e as suas alternativas razoáveis que junta dos Ministros das Cidades. c) e d) e Reajusta o conteúdo documental do PP às A introdução do relatório ambiental decor- n.º 232/2007. tas e desenhadas necessárias para efeitos a ordem jurídica interna as Directivas ções adoptadas.º 1 b).º 316/2007. de 31 de Agosto. contendo a fundamenta. de registo predial. suportada na identificação e caracte. vistas e respectivo plano de financiamen. c) Peças escritas e desenhadas que su- portem as operações de transformação fundiária previstas. as pe- ças escritas e desenhadas previstas na alí- nea c) do número anterior consistem em: a) Planta do cadastro original. tal nos termos dos n. formação da área de intervenção.Os elementos que acompanham a mo. Foi ainda intenção deste artigo indicar as efeitos de registo predial. nomeadamente para efeitos de registo predial. senta o regime de uso. natureza. c) Planta da operação de transformação fundiária com a identificação dos novos prédios. 2 – a) Relatório.º. cultura. sociais. Ordena. das condições económicas. de 1 .º 2 a). diploma que transpôs para 2 . n.º 2001/42/CE. área de construção. d) Quadro com a identificação dos novos prédios ou fichas individuais. 2003/35/CE.os 3 e 4 Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 3e4 exigências da presente alteração ao RJIGT. designadamente indicando as peças escri. d) [Anterior alínea c)]. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art.º 2 a). 15 de Junho. b). 74. b) e c) e n. de 27 de Junho. descrição predial inscrição matricial. b) Relatório ambiental. 3 .º 56/2007. 1 – b) Planta de implantação. n. com a indi- cação da respectiva área.

2 . suficientemente denso que permita ope- neas a) a d). Art. e) Planta com as áreas de cedência para o domínio municipal.Os demais elementos que acompanham o plano de pormenor são fixados por por- taria do membro do Governo responsável pelo ordenamento do território.º 1 do artigo 91. h) e i) do n. rações de transformação fundiária ime- constitui título bastante para a individu. em determinadas cir. sua finalidade e área de implanta- ção e de construção dos equipamentos de utilização colectiva. do acordo de estruturação da compropriedade ou de um dos contratos previstos no n.A certidão do plano de pormenor que cunstâncias.º 316/2007.A (Aditado) É aditado um novo artigo que atribui ao As exigências de simplificação administra- Efeitos registais PP efeitos registais. respectivamente.º 8 do artigo 131.º. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. 3 . cércea e número de pisos acima Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano e abaixo da cota de soleira para cada um dos edifícios. diatas. f) Quadro com a descrição das parcelas a ceder. sejam relevantes para efeitos de alização no registo predial dos prédios registo predial e inscrição predial dos no- resultantes das operações de loteamento. 92º . e pelo Decreto-Lei n. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa metria. número de fogos e utiliza- ção dos edifícios e dos fogos.O acordo e os contratos referidos no . de 31 de Agosto.º 73 4 . tiva justificam a introdução da possibilida- 1 . estruturação da compropriedade ou re- parcelamento previstas no plano. vos prédios constituídos.Nas situações de estruturação da com- propriedade ou de reparcelamento.º 1 depende da apre- sentação. de dos planos de pormenor.O registo previsto no número anterior in-cide apenas sobre as descrições prediais de que o requerente seja titular inscrito. 4 . g) Quadro de transformação fundiária ex- plicitando o relacionamento entre os pré- dios originários e os prédios resultantes da operação de transformação fundiária.º 56/2007. o re- gisto referido no n. com conteúdo contenha as menções constantes das alí.

º 1 do artigo anterior gamento prévio de taxas.º habilitante ao registo predial.É dispensada a menção do sujeito pas- sivo nas aquisições por estruturação da compropriedade ou por reparcelamento.º da Lei n. b) Das compensações em numerário de- vidas nos termos do n.º 56/2007. com.º 4 do artigo 44. compensações depende do prévio pagamento: e de caução. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa numero anterior são oponíveis ao proprie- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano tário ou ao comproprietário que tenha inscrito o seu direito após a data da res- pectiva celebração. um regime similar no que respeita ao pa- tidão referida no n. 7 . este artigo prevê do plano de pormenor. cal- .Sempre que outra solução não resulte obras de urbanização. apenas nos casos em que o plano de pormenor não preveja a realização de obras de urbanização. 6 .B (Aditado) Prevê o pagamento prévio de taxas.A certidão do plano de pormenor identifica a forma e o montante da cau- ção de boa execução das obras de urba- nização referentes aos lotes a individua- lizar nos termos do artigo anterior. a caução é prestada por primeira hipoteca 74 legal sobre os lotes a individualizar. ne aos efeitos registais.º 316/2007. Considerando que o PP é equiparado às Taxas e obras de urbanização pensações e de caução de execução das operações de loteamento no que concer- 1 .º do regime jurídico da urbaniza- ção e da edificação. 92º .Na falta de indicação e fixação de caução nos termos do número anterior.º 1 do artigo 49. 2 . 5 .º 53-E/2006.Nas situações previstas no presente ar- tigo não é aplicável o disposto no n. para efeitos de re. gisto predial. Art. e pelo Decreto-Lei n. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. para a obtenção de certidão a) Da taxa prevista na alínea a) do n. a emissão da cer.As parcelas de terreno cedidas ao mu- nicípio integramse no domínio municipal no acto de individualização no registo pre- dial dos lotes respectivos. de 29 de Dezembro.º do regime jurídico da urbanização e da edificação. de 31 de Agosto. 3 . 1 do artigo 6.

de- desde que não ponham em causa os seus signadamente se restrinja a uma parte objectivos globais. culturais e ambientais a) Da evolução das perspectivas de desen. valendo a deliberação camarária de aceitação.os 1.os 1.º 316/2007. rial podem ser objecto de alteração. rectificação. e pelo Decreto-Lei n. n. zem ou conformem. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. 4 . de relevantes.Os instru os mentos de gestão territo. são e de suspensão. b) Da ratificação ou da aprovação de namento do território que com eles não se planos municipais ou da aprovação de compatibilizem. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa culada de acordo com a respectiva com- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano participação nos custos de urbanização. 2 . que lhes estão subjacentes e que fun- volvimentos económico e social que lhes damentam as opções definidas no plano. tural ou essencial. n. Art. com carácter estru- que os representem. 75 .A revisão dos instrumentos de gestão disposições vinculativas dos particulares territorial implica a reconsideração e contidas nos regulamentos e nas plantas reapreciação global.Os instrumentos de gestão territorial 1 .Cada prédio responde apenas pela parte do montante da garantia que lhe cabe nos termos da parte final do nú- mero anterior. de 31 de Agosto. como título bastante para cancelamento da inscrição da hipoteca legal. 102 e 103 da Síntese des- 1.A alteração dos instrumentos de gestão 2 -a) Da evolução das condições econó- territorial pode decorrer: micas. de revi. sendo lícito ao seu titu- lar requerer a substituição da hipoteca legal por outro meio de caução admis- sível. corre da necessidade de actualização das 3 . 2 e 3 Introduz a distinção entre as situações de Ver pontos 101. 93º. alteração e de revisão.º 56/2007.2 e 3 Art. sociais. de revisão e de suspensão. ritório que com eles não se compatibili- peciais de ordenamento do território de. das opções estratégi- cas do plano. dos princípios e objectivos do modelo territorial definido ou dos re- gimes de salvaguarda e valorização dos recursos e valores territoriais. critiva e justificativa das alterações mais podem ser objecto de alteração.A revisão dos planos municipais e es. 93º. da aprovação de planos especiais de orde. delimitada da respectiva área de inter- b) Da ratificação de planos municipais ou venção. estão subjacentes e que os fundamentam. planos especiais de ordenamento do ter- 3 . desde que revista carácter parcial.

º 2 a). 3.São objecto de acompanhamento . e pelo Decreto-Lei n. da de saneamento básico e de abastecimento reconversão de áreas urbanas de génese de água. 97º . assim. com as devidas tivo. ção. nadamente decorrentes da necessidade de petente em razão da matéria. 95º passa a ser faculta. de interesse público não previstas nas op- c) As alterações resultantes de situações ções do plano reconhecidas por despacho de interesse público não previstas nas op. b). da reconversão das áreas urbanas reserva agrícola nacionais. designa. de redes de água. 6. n.º 2 a). com excepção do disposto nos números e cujo acompanhamento é sempre assegu. do n. condições económicas. 76 rado nos termos do disposto nos n. adaptações. de saneamento básico e de abastecimento de infra-estruturas rodoviárias. a questão da avaliação ambiental. conjuntos Ecológica Nacional e de Reserva Agrícola e sítios. social e ambiental. sociais. nadamente em situações de calamidade b) As alterações simplificadas previstas no pública ou de alteração substancial das artigo 97. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art. tas no artigo 97. 96º. de acções de realojamento.º 2 do artigo anterior. tivos dos particulares (PEOT e PMOT) em adaptações. desig- Território e Ambiente e do ministro com. de 31 de Agosto.º 316/2007. (4.os 7 a 10 2 . ção.º-A. 95º. Ordenamento do competente em razão da matéria.a) As alterações por adaptação previs- b) A possibilidade de alteração resultan. 2. desig. instalação de infra-estruturas de produ. culturais e c) [Anterior alínea b)]. do Programa Especial de Realoja. c) Art.º 2 do art. aprovação. do membro do Governo responsável pelo ções do plano.º e as rectificações previs- te de circunstâncias excepcionais. aprovação. de redes ção e transporte de energias renováveis.B. Nacional. 5. alíneas b) e c) do n.º. de infra-estruturas rodoviárias. ilegal e as relativas à reserva ecológica e mento. n. Art.As alterações aos instrumentos de ges. com as devidas 1 . 96º.º . O acompanhamento das alterações aos Pretende-se flexibilizar e agilizar os pro- 1 .º 2 d) e) Ajustamento do antigo texto às alterações Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 2 -a) As alterações previstas no artigo novos) previstas nos artigos 97º. 7 e 8 no. c) e (n. ratificação e publicação. 2 e 3 Art. e) As alterações aos planos de ordena- mento de áreas protegidas decorrentes de alterações dos limites da área protegida respectiva. no presente diploma para a sua elabora. 95º.A e 97º . tas no artigo 97. económico. vos) PDM e PEOT previstas nas alíneas b) a d) cedimentos de alteração dos IGT vincula- tão territorial seguem. ratificação e publicação. ambientais que fundamentaram as opções d) As alterações resultantes de situações definidas no plano. no procedimento da altera. suspensão desses planos. e. n. 97. n. instalação de infra-estruturas de produ- damente decorrentes da necessidade de ção e transporte de energias renováveis. bem como da de génese ilegal e em matéria de Reserva classificação de monumentos. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. artigos seguintes. b). função das dinâmicas de desenvolvimento no presente diploma para a sua elabora.os 1. os procedimentos previstos tão territorial seguem. 2 .º 56/2007. os procedimentos previstos É introduzida.B.As alterações aos instrumentos de ges. obviar ao recurso sistemático à figura da com excepção das alterações previstas nas ção.os 1. reconhecidas por despacho ordenamento do território e do ministro do Ministro das Cidades.

6 . possam interessar os efeitos ambientais resultantes da aplicação do plano. 4 .º 56/2007. . de 31 de Agosto. 3 .Sempre que seja solicitado parecer nos termos do número anterior. bem como as alterações ao plano aprovação. 5 .A revisão dos planos municipais e do presente Decreto-Lei com as devidas dos planos especiais de ordenamento do adaptações. minar que são susceptíveis de ter efeitos significativos no ambiente. de 15 de Junho. com as devidas adapta. nos casos em que se justifique. nos termos do disposto no artigo 75.[Anterior n. 3 . com as devidas adapta- ções.º 316/2007.º 3].A suspensão dos instrumentos de ges.º do presente diploma.º 2 do artigo presente diploma para a sua elaboração. 7 . de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa do artigo 75. os procedimentos estabelecidos no vistas nas alíneas b) a d) do n. anterior. director municipal. caso sejam emitidos após o decurso desse prazo. as alterações aos planos es- território segue.º-C Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 2 . aprovação. em virtu- de das suas responsabilidades ambientais específicas. esse parecer deve.A qualificação das alterações para efei- tos do número anterior compete à entida- de responsável pela elaboração do plano de acordo com os critérios estabelecidos no anexo ao Decreto-Lei n.A revisão dos instrumentos de gestão territorial segue. con- ter também a pronúncia sobre o âmbito da avaliação ambiental e sobre o alcance da informação a incluir no relatório am- biental.As pequenas alterações aos instrumen- tão territorial é sempre instruída com a tos de gestão territorial só são objecto de colaboração da comissão de coordenação avaliação ambiental no caso de se deter- e desenvolvimento regional. ratificação e publicação. 77 8 . podendo ser precedida de consulta às entidades às quais. peciais de ordenamento do território pre- ções. ratificação e publicação. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. os procedimentos estabelecidos no presente diploma para a sua elaboração.º 232/2007.Os pareceres solicitados ao abrigo dos numeros anteriores são emitidos no prazo de 15 dias e podem não ser considerados. e pelo Decreto-Lei n.

das de construção inicialmente prevista em infra-estruturas e dos equipamentos de planos de urbanização e de pormenor. aplicando-se o disposto nos artigos 148. interesse regional definida em plano re.º 56/2007. 2 3 e 4 Art. pela entidade responsável pela traduzam meros ajustamentos do plano.º 6 do artigo 23. das redes. rização ambiental definidas em plano re- ção referida no n.As alterações referidas na alínea e) do lação dos elementos na parte afectada. bem como por discrepâncias entre plantas de condicionantes e plantas de ordenamen- to. em a 151. tão territorial decorrentes da entrada em das infra-estruturas e dos equipamentos vigor de planos sectoriais. no prazo e) As alterações de natureza técnica que de 90 dias. de ordenamento do território. de ordenamento do território referidas no b) Acertos de cartografia determinados n. 1. rior.º mente. número anterior consistem. gional de ordenamento do território pos.º 1 do artigo 1 .Para além do disposto no número ante- posições regulamentares ou na represen. através da reformu- 2 . a) Correcções de erros materiais nas dis.º. 1 . terior devem estar concluídas. ra regional do sistema urbano. 2 e 3 Substituição das alterações de regime Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano Alterações sujeitas a regime simplificado Alteração por adaptação simplificado previstas no n. tigo 79. e pelo Decreto-Lei n.[Revogado]. planos especiais e planos municipais nadamente planos municipais de ordena. 3 . 4 .As adaptações referidas no número an- teriormente aprovado. gional de ordenamento do território pos- d) As alterações aos planos municipais de teriormente aprovado. no caso dos planos ordenamento do território decorrentes municipais de ordenamento do território. c) Da incompatibilidade com a estrutu- b) As alterações aos instrumentos de ges. designada. de interesse regional e com a delimitação c) As alterações aos instrumentos de ges. n.º 316/2007. 97º para alterações por adaptação. a) Da entrada em vigor de leis ou regu- tão territorial que decorram da entrada lamentos. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art. 97º.A alteração por adaptação dos instru.os 1. elaboração do plano. das redes. da estrutura regional de protecção e valo- tão territorial determinadas pela revoga.º posição de escalas. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. da incompatibilidade com a estrutura re. de trans. e) [Revogada]. mental simplificado: mentos de gestão territorial decorre: a) As alterações aos instrumentos de ges.º 1 do ar- por incorrecções de cadastro. riais. ordenamento do território.Estão sujeitas a um regime procedi. 2 . de 31 de Agosto. designadamente planos secto- em vigor de leis ou regulamentos.º 1 aplica-se o disposto no n. mento do território e planos especiais de b) [Revogada]. desig. d) Da variação total máxima de 3% da área gional do sistema urbano. de definição de limi.º do presente diploma. tes físicos identificáveis no terreno. c) Correcções de regulamentos ou de 78 plantas determinadas por incongruência . às adaptações aos planos municipais tação cartográfica. 97º.

3 . de definição de limites fí- sicos identificáveis no terreno. patentes e manifestos. no prazo de 90 dias.Ao procedimento de elaboração.º 1 do artigo 79.º 56/2007. 79 2 .º do presente diploma. bem como por discrepâncias entre plantas de condi- cionantes e plantas de ordenamento.As rectificações dos instrumentos de gestão territorial são admissíveis para efeitos de: a) Correcções de erros materiais prove- nientes de divergências entre os elemen- tos aprovados e os elementos publicados. após o que são comunicadas à comis- são de coordenação e desenvolvimento regional.º a 151. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa entre os mesmos.º 316/2007. c) Acertos de cartografia determinados por incorrecções de cadastro. de 31 de Agosto.º 1 devem ser elaboradas pela entidade responsável pela elaboração do plano.As alterações referidas no n. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. d) Correcções de regulamentos ou de plantas determinadas por incongruência entre os mesmos. 97º . Rectificação explicitando o respectivo procedimento.º 1 aplica-se o disposto no n. encontrando-se ainda sujeitas ao previsto nos artigos 148. e pelo Decreto-Lei n. de transpo- sição de escalas.Às alterações aos planos municipais de ordenamento do território referidas no n. apro- . Art. 4 .º. nas dispo- sições regulamentares ou na representa- ção cartográfica. b) Correcções de erros materiais ou de calculo. através da reformulação dos ele- mentos na parte afectada. 1 .A (Aditado) O presente artigo refere-se à rectificação. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano d) Alterações até 3% da área de constru- ção em planos de urbanização e planos de pormenor.

Decidida a alteração. 4 . 3 . quando: a) A área se insira em perímetro urbano.Estão sujeitas a um regime procedimen- tal simplificado as alterações de planos municipais de ordenamento do território que resultem da necessidade de integrar a lacuna originada pela cessação de res- trições e servidões de utilidade pública ou pela desafectação de bens imóveis do domínio público ou dos fins de utilidade pública a que se encontravam adstritos.A integração a que se refere o número anterior procede-se por analogia. para a apresentação de reclamações. através da aplicação das normas do plano aplicá- veis às parcelas confinantes. 97º . Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.º 56/2007.os Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 2 e 3 do artigo anterior. observa- 80 ções ou sugestões. de 31 de Agosto. designadamente os do domínio privado in- disponível do Estado. que não deve ser inferior a 10 dias. .º 316/2007. Art. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa vação e publicação das declarações de rectificação aplica-se o disposto nos n.B (Aditado) O presente artigo consagra um novo tipo Alteração simplificada de alteração simplificada. b) A área seja igual ou inferior à da maior parcela existente na área envolvente e que constituíam uma unidade harmoniosa que garanta a integração do ponto de vis- ta urbanístico e a qualidade do ambiente urbano. a câmara muni- cipal procede à publicitação e divulgação da proposta. 1 . estabelecendo um prazo.A deliberação da câmara municipal que determina a alteração simplificada nos termos do presente artigo deve conter a proposta integradora que resulta da apli- cação das normas aplicáveis às parcelas confinantes. 2 . e pelo Decreto-Lei n.

bem como indi. aprovado.º a 151. 1 . 6 .º 56/2007.As alterações aos planos municipais de ordenamento do território referidas neste artigo estão sujeitas ao disposto nos ar- tigos 78.º e 79. Art.º. aplicando-se o disposto nos artigos 148. 2 . com a concretização das opções estabele- patíveis com a concretização das opções cidas no plano. 99º. regional e a entidade pública responsável vimento regional. de ins. cipais das autarquias abrangidas. 2 .º Art. 100º.A suspensão.º 316/2007.Findo o prazo previsto no número an- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano terior e ponderadas as participações. o prazo e a incidência tos de política sectorial é determinada territorial da suspensão. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa 5 . total e parcial. sas. ouvidas as câmaras cido interesse nacional ou regional.O acto que determina a suspensão deve conter a fundamentação. 3 . 3 e (5 novo) 2 . 100º. cias excepcionais resultantes de alteração cunstâncias excepcionais resultantes de significativa das perspectivas de desenvol- alteração significativa das perspectivas de vimento económico-social incompatíveis desenvolvimento económico-social incom.A suspensão dos instrumentos de de- referida no número anterior deve conter senvolvimento territorial e de instrumen- a fundamentação. n. 1 .a) Por decreto regulamentar.A Resolução do Conselho de Ministros 2 . de ins- trumentos de desenvolvimento territorial trumentos de desenvolvimento territorial e de instrumentos de política sectorial é e de instrumentos de política sectorial determinada por Resolução do Conselho ocorre quando se verifiquem circunstân- de Ministros quando se verifiquem cir.a) Por Resolução do Conselho de Minis- sos excepcionais de reconhecido interesse tros. bem como indicar expressamente as disposi- ções suspensas. o prazo e a incidência territorial da suspensão. ouvidas as câmaras muni- estabelecidas no plano. e pelo Decreto-Lei n. a câmara municipal reformula os elementos do plano na parte afectada.A suspensão. n. a comis- ras municipais das autarquias abrangidas são de coordenação e desenvolvimento e a comissão de coordenação e desenvol. em ca. total e parcial.os 1 e 2 Art. ouvi- . pelo mesmo tipo de acto que os haja car expressamente as disposições suspen. ouvidas as câma.os 1. de 31 de Agosto.os 2 a) e 3 Art. n. 2 e (3 novo) Clarificação de redacção. 99º. n. pela elaboração do plano sectorial. em casos excepcionais de reconhe- 81 nacional ou regional.os 2 a). Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.

A ratificação pelo Governo da delibe- ração da assembleia municipal prevista na alínea b) do n. liário. n. entre os diversos instrumentos de gestão dição da respectiva validade. teriores devem conter a fundamentação. 5 . nº 6 e n. n. de 31 de Agosto. pensão. as disposições suspensas.A compatibilidade ou conformidade enquanto condição de validade do plano.A sanção prevista no n. 8 . das as câmaras municipais das autarquias Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 3 . bem como indicar expressamente ções suspensas.º 8 a) Art.A compatibilidade entre os diversos 1 . o prazo e a in.º 1 Introdução do critério de conformidade Ver texto …. 102º. no caso de violação de plano municipal de namento do território. cidência territorial da suspensão.º 1 Art. o decreto regulamentar e a deliberação 3 . n. e pelo Decreto-Lei n. São nulos os planos elaborados e aprova.A Resolução do Conselho de Ministros. bem o prazo e a incidência territorial da sus- como indicar expressamente as disposi. Art. nº 6 e n. n.º 8 a) Actualização e clarificação da redacção. enquanto condição de validade do plano.º 1 é comuni. abrangidas. territorial é condição da respectiva vali- dade.A sanção prevista no n.º 1 Introdução do critério de conformidade Ver texto… síntese justificativa São nulos os planos elaborados e aprova.a) O presidente da câmara municipal 8 – a) O presidente da câmara municipal ou o presidente da comissão de coordena. ou o presidente da comissão de coordena- ção e desenvolvimento da área. 101º. dos em violação de qualquer instrumento dos em violação de qualquer instrumento de gestão territorial com o qual devessem de gestão territorial com o qual devessem ser compatíveis. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa municipais das autarquias abrangidas.º 316/2007. ser compatíveis ou conformes. 104º.º 1 Art. instrumentos de gestão territorial é con. Art.º 2 incide exclusivamente sobre a suspensão do plano municipal de ordenamento do território e destina-se a assegurar o cumprimento das disposições legais e regulamentares aplicáveis. 6 . 82 . 6 . I. Art. 104º. P. ordenamento do território. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. no caso ção e desenvolvimento regional da área. 101º.síntese justificativa 1 . 102º.º 1 é comunica- cada ao Instituto dos Mercados de Obras da ao Instituto da Construção e do Imobi- Públicas e Particulares e do Imobiliário.As resoluções do Conselho de Ministros referidos nos números anteriores devem e a deliberação referidas nos números an- conter a fundamentação. de violação de plano municipal de orde.º 56/2007.

c) Pelo Ministro das Cidades. quando este. do Ambiente.As ordens de embargo e de demolição são objecto de registo na conservatória são objecto de registo na conservatória de registo predial competente mediante de registo predial competente mediante comunicação do presidente da câmara comunicação do presidente da câmara municipal. Governo responsável pelo ordenamento procedendo-se oficiosamente aos neces.Quando se verifique a realização de trabalhos ou obras. de 31 de Agosto. a suspensão dos demais planos municipais de ordenamento do território em vigor na mesma área. tos no número anterior. competente dependente do membro do Ordenamento do Território e Ambiente. 107º. Art. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. deve participar o facto ao presidente da dente da câmara municipal para os efeitos câmara municipal para os efeitos previs- previstos no número anterior.º 3 Prevê a possibilidade de suspensão. quan. a prossecução de objectivos de interesse to do Território e Ambiente. Ordenamen. n. . e pelo Decreto-Lei n. 105º.b) Pelo Ministro das Cidades.º 3 Art. não precedidos do trabalhos ou obras. 2 . pelo Membro do Governo violem plano especial de ordenamento do do violem plano especial de ordenamento responsável pelo Ordenamento do Terri- território.º 316/2007. nos casos em que assim se 83 justifique. de todos os PMOT em vigor na tivas por motivo de revisão e alteração de ventivas por motivo de revisão ou altera. não precedidos do licenciamento ou comunicação prévia le- licenciamento legalmente devido. 4 . nacional ou regional. Cidades. n. te aos necessários averbamentos.O estabelecimento de medidas preven. da comissão de coordenação municipal.º 56/2007. que violem plano mu- violem plano municipal ou plano especial nicipal ou plano especial de ordenamento de ordenamento do território. o membro do Governo res- das Cidades. aquelas medidas e. ainda. um plano determina a suspensão da eficá.os 1 b). ção de um plano determina a suspensão cia deste. que galmente devidos. do Ordenamento do Território e mento do Território e Ambiente. 2 e 4 Substituição da referência ao ministro das Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 1 . sob proposta da câmara municipal à assembleia municipal. n. do território. n. em si- 3 . o Ministério do território. 1 – b) Pelo membro do Governo responsá. da comissão de coordenação e desenvolvimento regional ou do órgão e desenvolvimento regional ou do órgão competente do Ministério das Cidades. na área abrangida por aquelas da eficácia deste na área abrangida por medidas. multâneo. ja em causa a prossecução de objectivos c) Revogado de interesse nacional ou regional. Ordena. quando vel pelo ordenamento do território. Ordenamento do Território e ponsável pelo ordenamento do território Ambiente deve participar o facto ao presi. 105º. do território ou quando esteja em causa tório. área a abranger por medidas preventivas.Quando se verifique a realização de 2 .os 1 b). 2 e 4 Art. 107º. 3 . procedendo-se oficiosamen- sários averbamentos.O estabelecimento de medidas pre. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art.As ordens de embargo e de demolição 4 .

pelo Membro do Governo figuração do terreno ou a recuperação guração do terreno ou a recuperação do responsável pelo Ordenamento do Terri- do coberto vegetal referidos no número coberto vegetal referidos no número an.º 6 Actualização do texto. bem como a de prorrogação das medi- das preventivas está sujeita a publicação nos termos da alínea e) do n. tório. 3 e (5 novo) Rectificação do texto. É restringido o âmbito da ratificação das tivas nos casos previstos no n. 2 . nos tivo. ratificação quando a ela estiverem sujei.O estabelecimento de medidas preven. terior pertence ao presidente da câmara mara municipal ou. municipal que consistam na limitação ou na sujeição a parecer vinculativo das ac- ções previstas no n.º 2 do artigo 80.º 6 Art. quando se trate de municipal ou. do Governo responsável pelo ordenamen- biente. P. Governo.º 4 do artigo 107. lho de Ministros. a reposição da confi.º 8 do artigo tivas nos casos previstos no n. 115º Art. anterior pertence ao presidente da câ.A competência para ordenar o em. liário. 6 . 2 e 3 Art.A sanção prevista no n.º 56/2007. to do território. do Ordenamento do Território e bargo. I. go. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 2 .º 1 é comuni. 2.º 2 Substituição da referência ao ministro das 2 . 109º. n.O estabelecimento de medidas preven.º 1 é comunica- cada ao Instituto dos Mercados de Obras da ao Instituto da Construção e do Imobi- Públicas e Particulares e do Imobiliário.A sanção prevista no n.º é aprovado por Resolução do Conse. Art.º 1. e pelo Decreto-Lei n. termos do n. n. quando se trate de medidas medidas preventivas estabelecidas pelo preventivas estabelecidas pelo Governo.A deliberação municipal referida no n. a reposição da con. 114º. 113º.º Art.As medidas preventivas estão sujeitas a 3 . as medidas A prorrogação das medidas preventivas tos os planos a que respeitam. 109º. a demolição.º 9 do artigo medidas preventivas aos PDM objecto de 107. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art. 2 . n.º 2 Art. ao presidente da comissão de ao presidente da comissão de coordena- coordenação e desenvolvimento regional ção e desenvolvimento regional ou ao ór- ou ao órgão competente do Ministério das gão competente dependente do membro Cidades. 6 . Cidades. do Ambiente.º é aprovado por Resolução do Conse. n. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.º 316/2007. 113º. 84 São nulos os actos administrativos que São nulos os actos administrativos que .A competência para ordenar o embar.Apenas estão sujeitas a ratificação. 107. Ordenamento do Território e Am.º 5 . 114º. de 31 de Agosto. 115º Clarificação da redacção. limitação ou sujeição a parecer vincula- 3 . ratificação e que consistam apenas na lho de Ministros.º 4 do artigo 148. Art.º. preventivas relativas ao plano director deixa de ser ratificada. a demolição.

Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007
Introduzidas pela Lei n.º 56/2007, de 31 de Agosto, e pelo Decreto-Lei n.º 316/2007, de 16 de Setembro
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Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa

decidam pedidos de licenciamento com decidam pedidos de licenciamento ou ad-
Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano

inobservância das proibições ou limita- mitam comunicações prévias com inobser-
ções consequentes do estabelecimento de vância das proibições ou limitações con-
medidas preventivas ou que violem os pa- sequentes do estabeleimento de medidas
receres vinculativos nelas previstos. preventivas ou que violem os pareceres
vinculativos nelas previstos.

Art. 117º, n.os 1, 2 e 6 Art. 117º, n.os 1, 2 e 6 Ajustamento do texto ao disposto no Re- Articulação do regime jurídico dos IGT
1 - Nas áreas a abranger por novas regras 1 - Nas áreas a abranger por novas regras gime Jurídico da urbanização e da Edifi- com o regime jurídico da urbanização e
urbanísticas constantes de plano munici- urbanísticas constantes de plano especial cação. da edificação.
pal ou especial de ordenamento do ter- ou municipal de ordenamento do territó-
ritório ou sua revisão, os procedimentos rio ou sua revisão, os procedimentos de
de informação prévia, de licenciamento informação prévia e de licenciamento fi-
e de autorização ficam suspensos a partir cam suspensos a partir da data fixada para
da data fixada para o início do período de o início do período de discussão pública e
discussão pública e até à data da entrada até à data da entrada em vigor daqueles
em vigor daqueles instrumentos de plane- instrumentos de planeamento.
amento. 2 - Cessando a suspensão do procedimen-
2 - Cessando a suspensão do procedi- to nos termos do número anterior, este é
mento, nos termos do número anterior, o decidido de acordo com as novas regras
pedido de informação prévia, de licencia- urbanísticas em vigor.
mento ou de autorização será decidido de 6 - Caso o plano seja aprovado com altera-
acordo com as novas regras urbanísticas ções ao projecto a que se refere o número
em vigor. anterior, os interessados podem, queren-
6 - Caso o plano seja aprovado com altera- do, reformular a sua pretensão, dispondo
ções ao projecto a que se refere o número de idêntica possibilidade aqueles que não
anterior, o requerente pode, querendo, tenham feito uso da faculdade prevista no
reformular a sua pretensão; de idêntica mesmo número.
possibilidade dispondo o requerente que
não tenha feito uso da faculdade prevista
no mesmo número.

Art. 131º, n.os 1, 3, 4 e 8 Art. 131º, n.os 1,3, 4, 8, (9 e 10 novos) Introdução da possibilidade de no repar- As alterações introduzidas no regime das
1 - O reparcelamento da propriedade é a 1 - O reparcelamento da propriedade é a celamento intervirem outras entidades operações de reparcelamento visam ope-
operação que consiste no agrupamento de operação que consiste no agrupamento de para além dos proprietários. As relações e racionalizar a execução dos planos, admi-
terrenos localizados dentro de perímetros terrenos localizados dentro de perímetros acordos entre os proprietários e as outras tindo a possibilidade de outras entidades
urbanos delimitados em plano municipal urbanos delimitados em plano municipal entidades são reguladas por contrato de que não os proprietários iniciais do solo
de ordenamento do território e na sua de ordenamento do território e na sua urbanização. participarem nas operações urbanísticas
85

posterior divisão ajustada àquele, com a posterior divisão ajustada àquele, com a em sede de execução do plano e bene-

Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007
Introduzidas pela Lei n.º 56/2007, de 31 de Agosto, e pelo Decreto-Lei n.º 316/2007, de 16 de Setembro
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Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa

adjudicação dos lotes ou parcelas resul- adjudicação das parcelas resultantes aos As operações de reparcelamento em áreas ficiarem da adjudicação de parcelas de-
Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano

tantes aos primitivos proprietários. primitivos proprietários ou a outras enti- abrangidas por PP que contenham deter- correntes da operação de transformação
3 - A operação de reparcelamento é da dades interessadas na operação. minadas menções, expressas na lei, ficam fundiária, nos termos dos adequados ins-
iniciativa dos proprietários ou da câmara 3 - A operação de reparcelamento é da isentas de licenciamento ou de aprovação, trumentos contratuais.
municipal, isoladamente ou em coopera- iniciativa dos proprietários, directamente são concretizadas através de contratos e
ção. ou conjuntamente com outras entidades têm efeitos registais.
4 - A operação de reparcelamento de interessadas, ou da câmara municipal, is-
iniciativa dos proprietários inicia-se por soladamente ou em cooperação.
requerimento subscrito por todos os pro- 4 - A operação de reparcelamento da ini-
prietários dos terrenos abrangidos dirigido ciativa dos proprietários inicia-se com a
ao presidente da câmara municipal e ins- apresentação de requerimento dirigido
truído com o projecto de reparcelamen- ao presidente da câmara municipal, ins-
to. truído com o projecto de reparcelamento
8 - As relações entre os proprietários ou e subscrito por todos os proprietários dos
entre estes e o município são reguladas terrenos abrangidos, bem como pelas de-
por contrato de urbanização e contrato mais entidades interessadas, no caso de
de desenvolvimento urbano, respectiva- iniciativa conjunta.
mente. 8 - As relações entre os proprietários e
entre estes e outras entidades interessa-
das são reguladas por contrato de urbani-
zação, sendo as relações entre estes e o
município reguladas por contrato de de-
senvolvimento urbano.
9 - Os contratos previstos no número ante-
rior podem prever a transferência para as
outras entidades interessadas dos direitos
de comercialização dos prédios ou dos fo-
gos e de obtenção dos respectivos proven-
tos, bem como a aquisição do direito de
propriedade ou de superfície.
10 - A operação de reparcelamento em
área abrangida por plano de pormenor
que contenha as menções constantes das
alíneas a) a d), h) e i) do n.º 1 do artigo
91.º, pode concretizar-se através dos con-
tratos referidos no números anteriores e
registo efectuado nos termos dos artigos
92.º-A e 92.º-B, não lhe sendo aplicável o
disposto no n.º 6 do presente artigo.
86

Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007
Introduzidas pela Lei n.º 56/2007, de 31 de Agosto, e pelo Decreto-Lei n.º 316/2007, de 16 de Setembro
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Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa

Art. 132º, n.º 2 Art. 132º, n.º 2 Ajustamento do texto às novas disposições
Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano

2 - Os proprietários poderão, no entanto, 2 - Os proprietários podem fixar, por una- sobre operações de reparcelamento.
fixar, por unanimidade, outro critério. nimidade, outro critério, tendo em conta,
designadamente, a participação das ou-
tras entidades interessadas nos encargos
decorrentes da operação de reparcela-
mento.

Art. 133º Art. 133º, n.º 1 e (n.º 2 novo) Ajustamento do texto às novas disposições
O licenciamento ou a aprovação da opera- 1 - O licenciamento ou a aprovação da sobre concretização das operações de re-
ção de reparcelamento produz os seguin- operação de reparcelamento produz os parcelamento.
tes efeitos: seguintes efeitos:
a) Constituição de lotes para construção a) Constituição de lotes para construção
ou de parcelas para urbanização; ou de parcelas para urbanização;
b) Substituição, com plena eficácia real, b) Substituição, com plena eficácia real,
dos antigos terrenos pelos novos lotes ou dos antigos terrenos pelos novos lotes ou
parcelas; parcelas;
c) Transmissão para a câmara municipal, c) Transmissão para a câmara municipal,
de pleno direito e livre de quaisquer ónus de pleno direito e livre de quaisquer ónus
ou encargos, das parcelas de terrenos ou encargos, das parcelas de terrenos
para espaços verdes públicos e de utiliza- para espaços verdes públicos e de utiliza-
ção colectiva, infra-estruturas, designa- ção colectiva, infra-estruturas, designa-
damente arruamentos viários e pedonais, damente arruamentos viários e pedonais,
e equipamentos públicos que, de acordo e equipamentos públicos que, de acordo
com a operação de reparcelamento, de- com a operação de reparcelamento, de-
vam integrar o domínio público. vam integrar o domínio público.
2 - A operação de reparcelamento concre-
tizada nos termos do n.º 10 do artigo 131.º,
produz os efeitos referidos no número an-
terior com as adaptações decorrentes do
disposto nos artigos 92.º-A e 92.º-B.

Art. 134º, n.º 3 Art. 134º, n.º 3 Ajustamento do texto às novas disposições
3 - Os custos da urbanização serão repar- 3 - Os custos da urbanização são repartidos sobre operações de reparcelamento.
tidos pelos proprietários ou por estes e pelos proprietários e as outras entidades
pela câmara municipal nos termos do art. interessadas ou por estes e pela câmara
142.º. municipal nos termos do artigo 142.º
87

os 1 e 2 É introduzido o dever de proceder. o qual ela. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art. adequação e concretização da disciplina tal. a res.As entidades responsáveis pela elabo. bem como. técnico e científico relevante. 2 . volvimento de um sistema nacional de rio e do Ambiente pela referência à Direc- to de um sistema nacional de dados sobre informação territorial. ração dos instrumentos de gestão territo. no âmbito do ambiental.º O Governo promove a criação e o desen. Art. no de. 2 . re. o qual ela- recomendando. sobre o desen. técnico e científico relevante. tivamente aos planos sujeitos a avaliação ro anterior. nomeadamente. sobre o desen- volvimento das orientações fundamentais do programa nacional da política de orde- namento do território e em especial sobre a articulação entre as acções sectoriais. 144º. de 31 de Agosto. 144º. previstas na declaração ambiental. no âmbito da Direc- incidindo. regional e local. das Cidades. a res- pectiva revisão ou alteração. por forma a iden- Território e Ambiente.º 232/2007. um observatório tificar os efeitos negativos imprevistos e responsável pela recolha e tratamento aplicar as necessárias medidas correctivas da informação de carácter estatístico. Ordenamento do execução no ambiente. recomendando. dos efeitos significativos da sua Ministério das Cidades. análise relevantes aos níveis nacional. ração dos instrumentos de gestão territo. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. 147º Substituição da referência ao Ministério O observatório referido no artigo 144. rio responsável pela recolha e tratamen- namento do território e em especial sobre to da informação de carácter estatístico. e pelo Decreto-Lei n. A introdução desta disposição visa compa- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 1 . ção dos IGT no ambiente.Para os efeitos do disposto no número borará relatórios periódicos de avaliação anterior. será criado. nomeadamente. entidades responsáveis pela avaliação dos de 15 de Junho. n. consagrada nos mesmos. n. incidindo.º 56/2007. do Ordenamento do Territó- promoverá a criação e o desenvolvimen. quando necessário.As entidades responsáveis pela elabo. rial promoverão a permanente avaliação rial promovem a permanente avaliação da IGT ficam obrigadas.º 316/2007.os 1 e 2 Art. nacional. integrando os ele. 147º Art. a articulação entre as acções sectoriais. curso do processo de avaliação a que as tibilizar o RJIGT com o DL n. designadamente aos efeitos da execu- na consagrada nos mesmos. borará relatórios periódicos de avaliação pectiva revisão ou alteração. 1 . ção-Geral do Ordenamento do Território e volvimento das orientações fundamentais Desenvolvimento Urbano. a funcionar em gional e local. articulação com o observatório referido no artigo 144. um observató- do programa nacional da política de orde. ção-Geral do Ordenamento do Território e o território. será criado. integrando os elementos de mentos de análise relevante nos âmbitos Desenvolvimento Urbano (DGOTDU).Para os efeitos do disposto no núme. à avaliação ambien- da adequação e concretização da discipli.º 88 . rela. quando necessário.

ª série do Diário publicado as disposições não ratificadas. incluindo o respectivo texto . n. e n. namento do território. d) [Revogada]. a elaboração do plano municipal de orde. a planta de zonamento aprova o plano intermunicipal de ordena- ou de implantação e a planta de condi.São publicados na 2. alínea f) do número anterior ser parcial. incluindo o relatório cionantes. d) A deliberação municipal que aprova as d) A deliberação municipal que aprova o medidas preventivas não sujeitas a rati. in- de condicionantes. e) A deliberação municipal que aprova as medidas preventivas não sujeitas a 89 ratificação.º 316/2007. 3 . cionantes.São publicados na 2. namento e a planta de condicionantes. pelo novo texto legal. e as peças gráficas ilustrativas. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. n. de 31 de Agosto. que ratifica o plano director municipal. denamento do território. incluindo planta de delimitação. 148º. de que ratifica a suspensão do plano muni- zonamento ou de implantação e a planta cipal de ordenamento do território. incluindo o rela. incluin. novo) mação Territorial.b) O decreto regulamentar que deter.os 3 e (4 Consagração do Sistema Nacional de Infor- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 2 . a planta de zonamento e) A deliberação municipal que determina ou de implantação e a planta de condi- a suspensão do plano municipal de orde. mento do território. b) A deliberação municipal que determina namento do território. f) e j). do a respectiva planta de delimitação. o regulamento. que ratifica a suspensão do plano munici. e n. incluindo pais ou da assembleia intermunicipal que o regulamento. plano municipal de ordenamento do terri- ficação.º 2 b). incluindo o regu. plano municipal de ordenamento do terri. da República: 4 . in- f) A Resolução do Conselho de Ministros cluindo o regulamento.ª Série do Diário a) Os avisos de abertura do período de da República: discussão pública dos instrumentos de a) Os avisos de abertura do período de gestão territorial. a planta de orde- que ratifica o plano municipal de orde. a planta de ordenamento. e pelo Decreto-Lei n. ca dos actos sujeitos a divulgação pública d) A Resolução do Conselho de Ministros nicipal de ordenamento do território. mina a suspensão de plano municipal de 2 – b) A Resolução do Conselho de Ministros Regula a publicação no Diário da Repúbli- ordenamento do território. que determina a suspensão de plano mu. devem ser identificadas no regulamento 3 .º 3 Art.º 2 b). discussão pública dos instrumentos de b) A deliberação municipal que determina gestão territorial.No caso da ratificação prevista na pal de ordenamento do território.º 56/2007. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa Art. a elaboração de plano municipal de orde- c) A deliberação municipal que aprova o namento do território. cluindo o respectivo texto e a planta de j) A Resolução do Conselho de Ministros delimitação. 148º. namento do território. f) e j). f) A Resolução do Conselho de Ministros tório e as peças gráficas ilustrativas. c) A deliberação das assembleias munici- tório não sujeito a ratificação. incluindo o respectivo texto e tório não sujeito a ratificação. de acordo com as disposições introduzidas que ratifica o plano intermunicipal de or. j) A Resolução do Conselho de Ministros lamento.

bem como das medidas preventi. documental integral previsto no presente Territorial. 149º.os 1 e 3 Art. diploma. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. bem como a Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano deliberação municipal que aprova a pror- rogação do prazo de vigência das medidas preventivas. sões. 2 . co e através do SNIT. cações de que sejam objecto.A Direcção-Geral do Ordenamento do Geral. os planos sec.O programa nacional da política de signadamente a obrigação de recorrer à ordenamento do território. Art. 3 . os planos especiais e os planos regionais de ordenamento do território re-gionais de ordenamento do território divulgados nos termos previstos no arti. num semanário de grande expansão nacional.Os planos municipais de ordenamento tins municipais. n. bem como do território e as medidas preventivas de- em dois jornais de expansão regional ou vem ser objecto de publicitação nos bole- local e num jornal de expansão nacional. Território e Desenvolvimento Urbano pro. 3 . divulgados nos termos previstos no arti- go anterior devem ainda ser objecto de go anterior devem ainda ser objecto de publicação em dois jornais diários e num publicitação em dois jornais diários. n. semanário de grande expansão nacional e 2 . dos os IGT e o dever de disponibilizar a sua 1 . de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa e a planta de delimitação. n.º 316/2007. para consulta de todos os interessa. e pelo Decreto-Lei n. 149º. vem ser objecto de publicitação nos bole. 150º.os 1 e 2 Art. Art.os 1 e 2 Regula outros meios de publicidade.A Direcção-Geral do Ordenamento do 1 . consulta ao público em suporte informáti- Território e Desenvolvimento Urbano pro.º 56/2007. incluindo as alterações. 150º.A consulta dos instrumentos de ges- 90 tão territorial prevista neste artigo deve tão territorial prevista neste artigo deve . os planos especiais e os planos toriais. n. a sua consulta a todos os interessados. caso existam.os 1 e 3 Substitui o registo dos IGT na DGOTDU Remete para a DGOTDU o depósito de to- Registo e consulta Depósito e consulta pelo depósito dos IGT na mesma Direcção. num semanário de grande expansão nacional e na página da Internet das entidades responsáveis pela sua elaboração. revi- revisões e suspensões de que sejam ob. suspensões. designadamente atra- de gestão territorial. com o conteúdo tos de gestão territorial com o conteúdo vés do Sistema Nacional de Informação documental integral estabelecido no pre.O programa nacional da política de 1 .Os planos municipais de ordenamento na página da Internet das entidades res- do território e as medidas preventivas de. bem como em dois jornais diários. ponsáveis pela sua elaboração. incluindo as alterações. caso existam. disponibilizando dos. sente diploma. divulgação através da Internet toriais. cede ao registo de todos os instrumentos cede ao depósito de todos os instrumen. bem como vas. porte informático. tins municipais. de 31 de Agosto. A consulta de IGT é disponibilizada em su.A consulta dos instrumentos de ges. ordenamento do território. de- 1 . adaptações e rectifi- jecto. os planos sec. das medidas preventivas.

os re. 3. e ainda serviços. Art. nos termos do presente decreto-lei. responsáveis pela elaboração dos instru. das. de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa igualmente ser possível em suporte infor. as entidades preventivas. o respectivo relatório ambiental. no prazo de 15 dias após a pu- a aprovação. Ordenamento do Território e Desenvolvi.Para efeitos do registo a que se refere termunicipais e de planos municipais de aprovados. 151º. uma colecção comple. ploma. no recção-Geral do Ordenamento do Territó- prazo de 15 dias após a publicação no Di. tidades responsáveis pela elaboração dos bem como cópia autenticada da delibera. As funções de controlo de legalidade dos municipais de ordenamento do território alterações e revisões. demais instrumentos de gestão territorial ção da assembleia municipal que aprova o previstos no presente decreto-lei reme- plano. as en- das respectivas peças escritas e gráficas. duas colecções completas blicação no Diário da República. após a sua PMOT associadas ao registo foram revoga- não sujeitos a ratificação. nos termos do presente di- 91 eles houver lugar. conforme o caso. e PIOT a remeterem os respectivos planos é substituído o procedimento do registo 1 . no prazo de 15 dias após a publicação no Diário da República. termos do presente diploma. no prazo de 15 dias após anterior. Instrução dos pedidos de depósito veis pela elaboração e aprovação de PMOT associada à simplificação administrativa gisto 1 . plano. assim como das respectivas Ordenamento do Território e Desenvolvi.º 7 do artigo 75..os 1 e 2 Obriga as Câmaras Municipais responsá. à Direcção-Geral do DGOTDU. assembleia intermunicipal ou a câmara ter à Direcção-Geral do Ordenamento do municipal. mático adequado e através do sistema nacional de informação territorial. bem gestão territorial. como cópia autenticada da deliberação 2 . n. rio e Desenvolvimento Urbano uma colec- ário da República. ção completa das peças escritas e gráficas ta das peças escritas e gráficas que. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n. quando a gráficas que. e sem prejuízo do dispos. remete à Di- Território e Desenvolvimento Urbano.º. constituem constituem o conteúdo documental do o conteúdo documental do instrumento de instrumento de gestão territorial. de 31 de Agosto. to nos números seguintes para os planos ratificação. 2. Na óptica da responsabilização municipal Instrução dos pedidos de publicação e re. n. relatório de ponderação dos resultados da cipal deve remeter à Direcção-Geral do discussão pública. Território e Desenvolvimento Urbano uma sultados da discussão pública e o parecer colecção completa das peças escritas e previsto no n. e pelo Decreto-Lei n. constituem o conteúdo documen- . assim como das sente diploma ou a acta da conferência de respectivas alterações e revisões. igualmente ser possível em suporte infor- Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano mático adequado.Para efeitos do registo e da publicação da assembleia municipal que aprova o no Diário da República de planos muni. 4 e 5 Art. 2 . a câmara muni. sua publicação no Diário da República. ordenamento do território não sujeitos a medidas preventivas.Sem prejuízo do disposto no número mento Urbano. revisões ou dos PMOT e dos PIOT pelo seu depósito na o artigo anterior.Para efeitos do depósito de planos in. quando a eles houver lugar. cipais de ordenamento do território não os pareceres emitidos nos termos do pre- sujeitos a ratificação. suas alterações.º.º 316/2007.º 1 do artigo 78. 151º. e o de medidas preventivas. nos que. e ainda os pareceres das entidades tem à Direcção-Geral do Ordenamento do mencionadas no n. e ainda de medidas mento Urbano para depósito. a mentos de gestão territorial devem reme.os 1.º 56/2007.

A (Aditado) Nos IGT sujeitos à elaboração de Avaliação A introdução desta disposição visa compa- Informação e divulgação Ambiental.Após a publicação em Diário da Repú. podendo igualmente ser publi- citada na página da Internet da Agência 92 Portuguesa do Ambiente.º biente. 232/2007.º do Decreto-Lei n.Revogado à câmara municipal. 5 . Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano ritório e Desenvolvimento Urbano comunica 3 .º 316/2007. sua elaboração envia à Agencia Portugue. e pelo Decreto-Lei n.º 56/2007. no 5 . de 16 de Setembro Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Texto alterado Novo texto Descrição das alterações Nota explicativa 3 .» .A falta de resposta no prazo referido no número anterior interpreta-se. a entidade mos do DL n. contendo os elementos plano e pela Agencia Portuguesa do Am- referidos no artigo 10.º 232/2007.Revogado prazo de 44 dias a contar da data da recep- ção do processo.A Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano só pode recusar o registo com fundamento na violação de qualquer instrumento de ges- tão territorial com o qual o plano devesse ser compatível ou no não cumprimento de disposições legais e regulamentares vigen- tes. blica de instrumento de gestão territorial sa do Ambiente uma declaração nos ter- sujeito a avaliação ambiental. ouvida a comissão de 4 . 2 . cabendo recurso para o Ministro das Cidades. como aceitação do pedido de registo.º 232/2007. 4 . Art. de 15 de Junho. de 15 de Junho. Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Introduzidas pela Lei n.Revogado coordenação e desenvolvimento regional. a entidade responsável pela tibilizar o RJIGT com o DL n.A Direcção-Geral do Ordenamento do Ter. para todos os efeitos. Ordenamento do Território e Am- biente do acto de recusa do registo. de 15 de Junho. competente pela respectiva elaboração A declaração é divulgada na Internet pela envia à Agência Portuguesa do Ambiente entidade responsável pela elaboração do uma declaração. 151º . de 31 de Agosto. tal do instrumento de gestão territorial. a aceitação ou recusa do registo dos planos municipais de ordenamen- to do território não sujeitos a ratificação.A informação referida no número an- terior é disponibilizada ao público pela entidade responsável pela elaboração do plano através da respectiva página da Internet. 1 .

a decisão de sujeitar ou não o plano a avaliação ambiental é sempre da entidade responsável pela elaboração do plano. face aos termos de referência do plano em causa. 74.2 Quando se deve iniciar o procedimento de avaliação ambiental? Poderá decorrer em paralelo com a elaboração do plano? Os planos que se encontram actualmente em elaboraçãotêm que integrar o procedimento de avaliação ambiental? Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 93 . enquanto que um PP em solo rural poderá não o dispensar. pela sua natureza.1. atentos os crité- rios referidos no DL n. qual a situação aplicável. n.º 6). face aos termos de referência do plano em causa. Mesmo nos casos em que haja recurso a outras entidades. a elaboração e a revisão dos PDM. de 15 de Junho.º 56/2007. De acordo com esta regra geral. de 31 de Agosto.º 316/2007. susceptível de enquadrar projectos que possam vir a ter impac- tes ambientais. 4. conteúdo e incidência territorial. No caso de alterações de PDM e de elaboração. Esta regra geral aplica-se da mesma forma à elaboração de PIOT.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. revisão ou alteração de PU e de PP. e pelo Decreto-Lei n. a Câmara Munici- pal (CM) deve ponderar.1 Perguntas mais frequentes relativas aos PMOT 4. se este é. Por exemplo. Quem decide quando se aplica o procedimento de avaliação ambiental? Cabe à entidade responsável pela elaboração do plano ponderar. pelo que são procedimentos que integram necessariamente a avaliação ambiental.1. um PU ou PP em solo urbanizado poderá não requerer avaliação ambiental.º. Esta ponderação pode ser feita com recurso à consulta das entidades com responsabilidades am- bientais específicas (art. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 4.º 232/2007. são sempre susceptíveis de enquadrar projectos que possam vir a ter impac- tes ambientais. ou não. Perguntas mais frequentes 4.1 Quais os planos municipais de ordenamento do território (PMOT) sujeitos a avaliação ambiental e quem decide quando se aplica o procedimento de avaliação ambiental? Quais os PMOT sujeitos a avaliação ambiental? A avaliação ambiental é obrigatória quando os planos são susceptíveis de dar enquadramento a projectos que possam ter impactes ambientais.

com alterações in- troduzidas pelo DL n.º 316/2007. e pelo DL n. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 94 . uma vez que as câmaras municipais associadas ou a Associação dos Municípios têm que indicar se o plano está ou não sujeito a Avaliação Ambiental (AA) e. à data da entrada em vigor deste diploma. de 10 de Dezembro. o DL n. PDM – Com o início da elaboração da proposta do plano.º 232/2007.º 380/99. No entanto. uma vez que o relatório de AA é de elabo- ração obrigatória. designadamente aos que ainda estão em elaboração.º 316/2007. de 15 de Junho. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Quando se deve iniciar o procedimento de avaliação ambiental? PIOT – Com a deliberação de elaborar o plano. de 15 de Junho.º 316/2007. apresentar as razões que justificam a sua não exigência. uma vez que a CM deve averiguar se o plano se encontra sujeito a AA e. de 31 de Agosto. PU e PP – Com a deliberação de elaborar o plano.º 56/2007. Os planos que se encontram actualmente em elaboração têm que integrar o procedimento de avaliação ambiental? O DL n. Considerando que os dois regimes (RJIGT e Regime da avaliação dos efeitos de determinados planos e programas no ambiente) consagram uma fase de discussão pública houve conveniência em fazê-la coincidir. de 19 de Setembro. Quando a elaboração ou alteração dos planos é acompanhada por comissão consultiva ou comissão de acompanhamento. Os planos que ainda não chegaram à fase de Discussão Pública devem ser objecto de avaliação ambiental. solicitar parecer sobre o âmbito da AA e sobre a infor- mação a incluir no relatório ambiental. nos termos do RJIGT em vigor (DL n. no segundo caso. deve ser promovida a audição das entidades com responsa- bilidades ambientais específicas. Nos casos em que a elaboração ou alteração dos planos não é acompanhada por comissão consultiva ou por comissão de acompanhamento. veio instituir um regime transitório através do qual apenas os planos que se encontram em fase de Discussão Pública. de 22 de Setembro.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. aplica-se a todos os planos. as entidades com responsabilidades ambientais específicas integram a comis- são e acompanham a elaboração do relatório ambiental.º 310/2003. de 16 de Setembro) com a aplicação supletiva. e pelo Decreto-Lei n.º 232/2007. em caso afirmativo. do DL n. mesmo que para tal o plano em elaboração tenha que aguardar a produção do relatório ambiental. uma vez que o relatório ambiental deve estar disponível para consulta nesta fase procedimental. Poderá o procedimento de avaliação ambiental decorrer em paralelo com a elaboração do plano? Deve decorrer em paralelo até à abertura da discussão pública. em tudo o que não se encontre especificamente regulado pelo RJIGT. estão dispensados de avaliação ambiental.

1. caso exista. uma vez conclu- ídas a fase de acompanhamento e.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. tenha sido suscitada a sua incompatibilidade com planos sectoriais ou planos regionais de ordenamento do território. PU e PP) que se encontram actual- mente em elaboração. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 4. de 31 de Agosto. que só se aplica aos PDM em relação aos quais for suscitada. e pelo Decreto-Lei n. deixa de existir procedimento de ratificação para todos os PU e os PP.1. Em que circunstâncias se mantém a ratificação pelo Governo? Nos PDM em que. 4. determina a aber- tura de um período de discussão pública que será publicitado através de aviso a publicar na 2ª Série do Diário da República e a divulgar na comunicação social e na respectiva página da Internet. mesmo que venham a alterar o PDM.4 Quais os PMOT que deixam de ir a ratificação pelo Governo? Em que circunstâncias se mantém a ratificação? Os PMOT que estão em revisão. alteração ou revisão. revisão ou alteração.5 A suspensão de um PMOT com o estabelecimento de medidas preventivas também deixa de ir a ratificação pelo Governo? A suspensão de um PMOT por deliberação da Assembleia Municipal (AM) implica obrigatoriamente o estabelecimento de medidas preventivas.º 316/2007. a incompatibili- dade com planos sectoriais ou com planos regionais de ordenamento do território. Deste modo. Os PMOT que estão em revisão.3 Quando tem início a fase da Discussão Pública? A fase da Discussão Pública tem início com a deliberação da Câmara Municipal que. alteração ou elaboração também deixam de ir a ratificação pelo Governo? As disposições referidas aplicam-se igualmente aos PMOT (PDM. a fase de concertação adicional. alteração ou elaboração também deixam de ir a ratificação? Quais os PMOT que deixam de ir a ratificação pelo Governo? A ratificação pelo Governo passou a ser um acto excepcional. 4.1. no âmbito do procedimento da respectiva elaboração e aprovação. Se a suspensão incidir sobre o PDM e for acompanhada de medidas preventivas que consistam na Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 95 . A deliberação da AM que aprova a suspensão de PMOT está sempre sujeita a ratificação pelo Governo.º 56/2007. no âmbito da respectiva elaboração.

e pelo Decreto-Lei n. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 limitação ou na sujeição a parecer vinculativo das acções previstas no art. no prazo de 10 dias. Esta medida insere-se nos objectivos de descentralização de competências associada à responsabi- lização dos municípios pelo planeamento do seu território. nos termos do art. não possui carácter vinculativo. 107. a ratificação do Governo incide sobre a deliberação de suspensão e também sobre o estabelecimento das medidas preventivas.1. 4.º. no entanto. verificar que subsistem inconformidades com as disposições legais e regulamentares vigentes e incompatibilidade ou não conformidade com os IGT eficazes. Caso não se verifique a situação referida no parágrafo anterior. na alteração jurídica agora introduzida apenas foi eliminado este controlo para os PU e PP. contudo.º 4 e quando.1.º.7 Quem envia os PMOT para publicação e depósito? Quem envia os PMOT para publicação? São as Câmaras Municipais que enviam os planos para publicação no DR e também para depósito na DGOTDU. concluída a versão final da proposta do plano. Efectivamente. A excepção a esta regra geral consiste nos PDM que forem objecto de ratificação. e notificá-lo à CM e à AM.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. que. no âmbito da instrução da suspensão. não haverá necessidade de emitir tal parecer. a sua publicação é promovida pelo Governo.º 56/2007. a CCDR exerce também esse controlo no pare- cer fundamentado que acompanha o plano para ratificação. de 31 de Agosto. No que respeita ao PDM. se a CCDR. Neste caso. n.º 316/2007. No caso dos PDM sujeitos a ratificação pelo Governo. devendo. a CCDR pode exercer esse controlo através da emissão de um parecer. serem também publicadas as medidas preventivas com a respectiva Resolução do Conselho de Ministros. mesmo nos casos em que há lugar a ratificação do plano pelo Governo. a CCDR tiver suscitado a sua incompatibilidade com PROT ou plano sectorial. a ratificação do Governo incide exclusivamente sobre a suspensão.6 Foi eliminado o controlo final de legalidade feito pela CCDR e pela DGOTDU em todos os PMOT? Foi eliminado o controlo final de legalidade feito pela CCDR? Considerando que o controlo final de legalidade ocorre imediatamente antes da aprovação pela Assembleia Municipal. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 96 . 78. Foi eliminado o controlo final de legalidade feito pela DGOTDU? O controlo que era exercido pela DGOTDU deixa de existir. pode emitir um parecer. Caso contrário. na medida em que esta entidade deixa de acompanhar os procedimentos. 4.

quando está em causa a alteração do PDM. e pelo Decreto-Lei n. Quem envia os PMOT para depósito? Após a publicação no DR. integrado no parecer final da Mantém-se (com carácter Foi eliminado Comissão de Acompanhamento. revisão ou alteração dos PU e dos PP pela CCDR deixa de ser obrigatório. PU Mantém-se. os quais serão apresentados juntamente com a proposta de plano à CCDR. ou integrado na acta da Conferência de serviços.º 316/2007. sendo que a acta da conferência integra o parecer da CCDR. as CM enviam. Quais os pareceres da CCDR que foram eliminados? Emissão de pareceres pela CCDR No final da fase de acompanhamento. traduzindo-se na emissão de pareceres ou na realização das reuniões que se entendam necessárias. 148. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Os planos municipais de ordenamento do território apenas adquirem eficácia através da sua publi- cação no Diário da República (art. quando está facultativo e não vinculativo) em causa a elaboração/revisão do PDM. integrado na Acta Foi eliminado Foi eliminado da Conferência de Serviços PP Mantém-se. Antes da aprovação No âmbito do antes da discussão pública pela AM processo de registo PDM Mantém-se. Nesta fase final. Durante a elaboração do plano. integrado na Acta Foi eliminado Foi eliminado da Conferência de Serviços Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 97 . no prazo de 15 dias. no entanto. a CCDR convoca uma conferência de serviços com as entidades relevantes.1.º 56/2007.8 A CCDR deixa de acompanhar a elaboração dos Planos de Urbanização e dos Planos de Pormenor? Quais os pareceres da CCDR que foram eliminados? A CCDR deixa de acompanhar a elaboração dos Planos de Urbanização e dos Planos de Porme- nor? O acompanhamento da elaboração. ocorrer sempre que a Câmara Municipal o solicite.º. Pode.º 1). de 31 de Agosto. n. a Câmara Municipal pode ainda solicitar os pareceres de outras en- tidades que entenda necessários.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. 4. os PMOT para depósito na DGOTDU.

9 Antes da deliberação de elaboração de um PU ou de um PP é preciso consultar a CCDR? A consulta prévia não tem carácter obrigatório. Privilegia-se.º 8. foram considerados representantes das entidades com responsabilidades ambientais específicas. Representantes de outras entidades públicas cuja sociais. a intervenção daqueles representantes nas fases de participação pública preventiva e de discussão pública. Quais as diferenças entre CMC e CA? O que vai acontecer às CMC que estão constituídas e em funcionamento? Quais as diferenças entre CMC e CA? As principais diferenças entre CMC e CA incidem. Essa portaria será publicada brevemente. Representantes do município e dos municípios Representantes do município.º-A. Por outro lado. por isso. “a composição e o funcionamento das CA são regulados por portaria do membro do Governo responsável pelo ordenamento do território”. facultativa e tem como principal objectivo permitir que a CM acorde com a CCDR quais as entidades representativas de interesses públicos que devem intervir no acompanha- mento.1.º 56/2007. 75. nas respectivas composições. por isso.1. e pelo Decreto-Lei n. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 98 . vizinhos. relevância na área do município. CMC CA Representantes dos serviços da administração Representantes de serviços e entidades da directa ou indirecta do Estado que asseguram a administração directa ou indirecta do Estado ou prossecução dos interesses públicos sectoriais das Regiões Autónomas. de 31 de Agosto.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. 4. sociais. A CA já não inclui os representantes das organizações económicas. de modo a garantir a integração dos procedimentos de elaboração do plano e de avalia- ção ambiental. dando cumprimento ao disposto no DL n. porquanto resultou da avaliação do sistema a falta de operacionalidade de comissões demasiado extensas. A consulta é. de acordo com o art. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 4.º 232/2007. de 15 de Junho. n. por enquanto. culturais e ambientais. culturais e ambientais de maior participação seja aconselhável. Representantes das organizações económicas.10 A CMC para acompanhamento da elaboração e revisão dos PDM foi substituída por uma comissão de acompanhamento (CA).º 316/2007. uma vez que. com relevância na área de intervenção do plano. Representantes das entidades com responsabilidades ambientais específicas a quem possam interessarem os efeitos ambientais resultantes da aplicação do plano.

dotados de delegação de poderes para assumir a posição oficial do orga- nismo que representam. as CMC já constituídas e em funcionamento mantêm-se. 4.º 316/2007.1. e pelo Decreto-Lei n. Da conferência de serviços resulta uma acta que inclui o parecer das entidades representadas. Será publicada em breve uma nova Portaria que regulará a constituição e funcionamento das CA. têm ainda que ser convocadas para a Conferência de Serviços promovida pela CCDR? Sim.13 Quais os parâmetros que a Administração Central utiliza para fazer a apreciação dos planos? No acompanhamento dos planos. de- signadamente as que tenham sido consultadas pela CM no decurso da elaboração da proposta de plano.º do DL 316/2007.11 O que é a conferência de serviços? É uma reunião na qual estão presentes os representantes das entidades que se devem pronunciar sobre o plano em causa. as entidades da Administração Central devem pronunciar-se sobre o cumprimento das normas legais e regulamentares aplicáveis. A CCDR tem que convocar todas as entidades representativas dos interesses a ponderar. de 31 de Agosto.º 56/2007. A conferência de serviços é promovida pela CCDR. bem como as condições em que as Comissões Mistas de Coordenação (CMC) e as Comissões Técnicas de Acompanhamento (CTA) em vigor se poderão converter em Comissões de Acompanhamento. 4. é garantida a salvaguarda dos actos já praticados ao abrigo do anterior regime.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. adopta-se nas CA o modelo de conferência de serviços. 4. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 99 . após a apresentação pela CM da proposta de PU ou de PP ou na conclusão da alteração do PDM. a compatibilidade ou conformidade da proposta de plano com os instrumentos de gestão territorial eficazes e sobre o fundamento téc- nico das soluções defendidas pela CM. O que vai acontecer às CMC que estão constituídas e em funcionamento? De acordo com o disposto no art. Nesta perspectiva. de 19 de Setembro.1. o que permite integrar a concertação e dar maior celeridade ao processo de acompanhamento em geral.12 Se no decurso da elaboração de um PU ou de um PP as entidades consultadas emitirem pareceres escritos.1. 4. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 No que respeita ao funcionamento.

14 Quais os procedimentos previstos para a alteração de um PDM? O procedimento de alteração do PDM foi revisto no que respeita ao acompanhamento e controlo final de legalidade. no caso dos PDM.º 316/2007. 83. deve-se em seguida desenvolver um procedimento de alteração do PDM? Na deliberação municipal que aprova o PU ou o PP que altera o PDM.16 Se um PU ou PP alterar um PDM. no âmbito da elaboração. em momento anterior à aprovação do PMOT pela Assembleia Municipal. devem ser expressamente in- dicadas as disposições do PDM revogadas ou alteradas. simultâneo com o acto de ratificação do plano. uma vez que a elaboração.1. por recurso ao procedimento de adaptação previsto no art.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. 97º do RJIGT. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 100 .1. o município deve alterar o PDM. sob pena de ilegalidade desta. as CM devem proceder à actualização dos elementos constituintes (peças escritas e gráficas) do PDM conforme a alteração promovida pelo PU ou pelo PP. As alterações de PDM passaram a ter um regime de acompanhamento idêntico ao dos PU e dos PP. n. Na transição para o novo RJIGT. 4. reduzindo os momentos de intervenção obrigatórios por parte das entidades da Administração Central. e pelo Decreto-Lei n. podem ocorrer situações em que o plano já foi aprovado pela Assembleia Municipal mas ainda o não foi a planta de redelimitação da REN. no prazo de um mês (art. ou da acta da Conferência de Serviços. 4. porquanto o acto de aprovação desta podia ser. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 4.17 Em que momento são aprovadas as plantas de redelimitação da REN e da RAN.15 Os PU e os PP podem alterar o PDM sem necessitarem de ser ratificados pelo Governo? Podem. revisão ou alteração de um PMOT? A planta de redelimitação da RAN deve ser objecto de parecer favorável da Comissão Regional da Reserva Agrícola em momento anterior à elaboração do parecer final da Comissão de Acompanha- mento.º-B. do RJIGT). diferenciando-se assim do regime da elaboração e revisão de PDM. 4. Nestes casos.1. Após a provação do PU ou do PP. revisão ou alteração de PU e de PP não necessita de ratificação pelo Governo.º 3.º 56/2007. nos caso de PU ou PP.1. A planta de redelimitação da REN deve ser objecto de aprovação. por RCM. de 31 de Agosto. ao abrigo do regime da REN.

de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 No novo quadro legal. a aprovação pela AM de uma alteração sujeita a regime simplificado. conforme o caso? O art. poderão vir a constar da Portaria prevista no actual n.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. aprovada pela Assembleia Municipal (AM) anteriormente à entrada em vigor do novo RJIGT. não sendo o plano já objecto de ratificação. a RCM que aprovar a redeli- mitação da REN deve atribuir eficácia retroactiva da mesma.1. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano 101 . como alteração por adaptação.1. do DL n. (art. uma vez que foi elimi- nada do RJIGT a respectiva norma habilitante (anterior art. à data da aprovação do plano pela Assembleia Municipal. de 31 de Agosto. Assim.º 4). em data anterior a 24 de Setembro de 2007. e seguidamente ser remetida à DGOTDU para depósito.º do DL n. de 22 de Setembro. de 5 de Abril.º.º 389/2005.º 316/2007.º 380/99. n.18 Uma alteração sujeita a regime simplificado. designadamente os Projectos de Intervenção em Espaço Rural (PIER) podem ser aprovados pela AM? O conteúdo documental indicado na Portaria n.º. de 16 de Setembro. juntamente com a deliberação da AM.º 4) mantém em vigor as modalidades simplificadas de plano de pormenor. deve ser novamente aprovada pela AM. A Portaria n. 4.º 316/2007.º 56/2007. 92º.19 Os PP de modalidade simplificada que se encontram em elaboração.º 316/2007. 92. n. apenas necessita de ser enviada pela Câmara Municipal para publicação no Diário da República. pelo que tais planos podem ser aprovados. exclui da aplicação do novo RJIGT os actos já praticados anteriormente à sua entrada em vigor. aplicando-se ao procedimento subsequente o novo regime.º 4 do art. mantém-se? O regime transitório do DL n. encontra-se tacitamente revogada. cuja elabo- ração se encontre em curso à data de entrada em vigor do novo RJIGT. e pelo Decreto-Lei n. de 5 de Abril. alteração simplificada ou rectificação. Os demais elementos que acompanham o Projecto de Intervenção em Espaço Rural.º 389/2005. 4. 4. 4. de 19 de Setembro.

e pelo Decreto-Lei n. de 31 de Agosto.º 56/2007.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Anexo Diagramas de procedimentos e notas explicativas Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano .º 316/2007.

de 31 de Agosto.º 56/2007.º 316/2007.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano III . e pelo Decreto-Lei n.

º 56/2007. e pelo Decreto-Lei n. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano IV .Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. de 31 de Agosto.º 316/2007.

e pelo Decreto-Lei n. de 31 de Agosto.º 316/2007.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano V .º 56/2007.

º 316/2007.º 56/2007.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. de 31 de Agosto. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano VI . e pelo Decreto-Lei n.

º 56/2007. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano VII .º 316/2007. de 31 de Agosto.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. e pelo Decreto-Lei n.

º 56/2007. e pelo Decreto-Lei n. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano VIII .º 316/2007.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. de 31 de Agosto.

de 31 de Agosto.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. e pelo Decreto-Lei n.º 56/2007. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano IX .º 316/2007.

de modo a assegurar as necessárias compatibilizações. arts.º 316/2007. previamente. de 10 de Dezembro.º 316/2007.º 310/2003. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Nota explicativa sobre a tramitação da elaboração/revisão do plano director municipal Legislação de enquadramento A tramitação dos procedimentos exigíveis nos processos de elaboração e revisão de planos directo- res municipais (PDM) é regulada pelos seguintes diplomas legais: • Decreto-Lei n.º 56/2007. tanto os que existem como os que se encontram em preparação.INÍCIO DA ELABORAÇÃO RJIGT. e pelo Decreto-Lei n. que. e pelo Decreto-Lei n. divulgada através Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano X . onde estão também apresentados os prazos legais e as entidades competentes: • Elaboração • Participação pública • Acompanhamento • Concertação • Discussão Pública • Parecer Final • Aprovação • Ratificação • Publicação • Depósito e divulgação 1 . 74º e 77º A câmara municipal delibera a elaboração ou revisão do Plano. simultaneamente. em reunião. de 31 de Agosto.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. após a sua publicação. a seguir identificadas. devendo estabelecer os respectivos prazo de elaboração e de participação preventiva e. obrigatoriamente pública. no presente texto se designa por RJIGT (Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial). A deliberação é publicada na IIª Série do Diário da República e. identificar e ponderar os planos. de 19 de Setembro. e respecti- vos procedimentos são apresentados no presente texto e podem ser observados no diagrama anexo. cada uma constituída por um conjunto de procedimentos encadeados. programas e projectos com incidência na área do município. com a redacção que lhe é conferida pelo Decreto-Lei n. desde a decisão inicial de elaborar ou rever o plano até ao seu depósito na DGOTDU.º 380/99. Fases A tramitação da elaboração e revisão de PDM implica o cumprimento de fases. de 22 de Setembro. As fases.

integrando: • representantes dos serviços e entidades da administração directa ou indirecta do Estado ou das Regiões Autónomas. para formulação de suges- tões e pedidos de informação sobre a elaboração do plano. por avisos. apresentar um parecer escrito. A câmara municipal comunica à CCDR o teor da deliberação de elaborar ou rever o PDM e solicita a constituição da comissão de acompanhamento. formulem ob- jecções às soluções definidas para o futuro plano.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. 76º O acompanhamento da elaboração da proposta de plano director municipal inclui a concertação com as entidades que. no decurso dos trabalhos da comissão de acompanhamento.º 56/2007. A CA está obrigada a um acompanhamento assíduo e continuado dos trabalhos.º O acompanhamento da elaboração ou revisão dos PDM é assegurado por uma comissão de acompa- nhamento (CA). no fim desta fase. e pelo Decreto-Lei n. • A compatibilidade ou conformidade da proposta de plano com os instrumentos de gestão territorial eficazes. 2 . • representantes do município. e na respectiva página da Internet.ACOMPANHAMENTO RJIGT. 75. mínimo de 15 dias. No caso de não concordância com a proposta do plano ou falta de tomada de posição. considera-se que o serviço ou entidade representada nada tem a opor à proposta do PDM se não manifestar a sua discor- dância nos 5 dias posteriores à comunicação do resultado da reunião que aprovou o parecer final. dando lugar a um período. art. em virtude das suas responsabilidades ambientais espe- cíficas. assinado por todos os membros. de participação preventiva por parte dos cidadãos. de 31 de Agosto. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XI .º 316/2007. • representantes de outras entidades públicas cuja participação seja aconselhável no âmbito do plano. no prazo de 30 dias.CONCERTAÇÃO RJIGT. A designação dos representantes dos serviços e entidades da administração directa ou indirecta do Estado e das Regiões Autónomas inclui a delegação ou subdelegação dos poderes para efeitos de vinculação daqueles serviços e entidades. • O fundamento técnico das soluções defendidas pela Câmara Municipal. que se pronuncia sobre os seguintes aspectos: • O cumprimento das normas legais e regulamentares aplicáveis. possam interessar os efeitos ambientais resultantes da aplicação do plano. A posição manifestada pelos representantes dos serviços e entidades da administração directa ou indirecta do Estado e das Regiões Autónomas no parecer final substitui os pareceres que aqueles serviços e entidades devessem emitir nos termos legais e regulamentares. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 da comunicação social. com menção expressa da orien-tação defendida. devendo. art. 3 . • representantes de entidades que.

quan- do houver lugar. Findo o período de discussão pública. devidamente sancionada pela Comissão Regional da Reserva Agrícola.º 316/2007. no âmbito da CA.º 56/2007. observações.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. a câmara municipal pondera e divulga. haver lugar a uma fase autónoma de concertação. deverá conter a redelimitação da RAN. sempre que o considere necessário. 4 . das eventuais sessões públicas a que haja lugar e dos locais onde se encontra disponível a proposta. promover o esclarecimento directo dos interessados. a câmara municipal deve promover a publicação das respostas em dois jornais diários e um regional. caso se justifique. bem como da forma como os interessados podem apresentar as suas reclamações. os demais pareceres eventualmente emitidos e os resultados da concertação.DISCUSSÃO PÚBLICA RJIGT. Deste aviso deve constar a indicação do período de discussão. Salienta-se que. Nesse período a Câmara Municipal pode promover a realização de reuniões de concertação com as entidades que. o parecer da CA. no entanto. fundamentadamente. tendo em vista obter uma solução concertada que permita ultrapassar as objecções formuladas. observações. Na sequência das decisões tomadas nas reuniões de concertação e atento o parecer da Comissão de Acompanhamento. através da comunicação social e da respectiva página da Internet. por escrito. hajam formalmente discordado das soluções do futuro plano. e pelo Decreto-Lei n. caso haja lugar à redelimitação da RAN ou da REN. a câmara municipal pode. os resultados e elabora a versão final da proposta para aprovação. programas e projectos que devessem ser ponderados em fase de elaboração. e a proposta de redelimitação da REN. o respectivo relatório ambiental. quando exista. Para além das respostas escritas. sugestões ou pedidos de esclarecimento sejam subscritos por mais de 20 cidadãos. anteriormente à aprovação do plano pela Assembleia Municipal. pe- rante aqueles que invoquem. A câmara municipal pondera as reclamações. • A desconformidade com disposições legais e regulamentares aplicáveis. a planta de condicionantes. de 31 de Agosto. designadamente: • A desconformidade com outros instrumentos de gestão territorial eficazes. O período de discussão pública não pode ser inferior a 30 dias úteis e deve ser anunciado com a antecedência mínima de 5 dias úteis. • A eventual lesão de direitos subjectivos. nos 20 dias subsequentes à emissão daquele parecer. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XII . art. 77. observações ou sugestões. sugestões e pedidos de esclarecimento apresentados pelos particulares e fica obrigada a responder. Quando as reclamações.º A câmara municipal procede ao anúncio de abertura do período de discussão pública através de aviso a publicar no Diário da República (IIª Série) e a divulgar na comunicação social e na respectiva página da Internet. a aprovar por RCM. • A incompatibilidade com planos. a câmara municipal procede à reformulação do plano. a submeter à discussão pública. promovida pela Câmara Mu- nicipal após a conclusão da elaboração da proposta de plano e emitido o parecer da CA. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Pode.

o respectivo relatório ambiental. é aprovado. em sessão públi- ca. a Câmara Municipal proce- de à publicação conforme o descrito no ponto 7. acompanhado do parecer da CA. à Agência Portu- guesa do Ambiente. a mesma declaração. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XIII . 7 . a Câmara Municipal desencadeia o procedimento da ratificação conforme o descrito nos pontos 8 e 9. Caso o PDM seja compatível com o PROT e os Planos Sectoriais em vigor. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 5 .PARECER FINAL DA CCDR RJIGT.º O plano.º 56/2007. 78. art. e o relatório de ponderação dos resultados da discussão pública. A CCDR pode emitir o parecer no prazo de 10 dias.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n.º. arts. a Câmara Municipal remete para publi- cação.º do Decreto-Lei n. o regulamento. a Câmara Municipal procede à publicação na respectiva página da Internet do plano e da declaração contendo os elementos referidos no artigo 10. e pelo Decreto-Lei n.º 316/2007. vale a pena recordar que esta Reserva deve ser aprovada por RCM anteriormente à deliberação da Assembleia Municipal que aprova o plano. a planta de ordenamento e a planta de condicionantes. mediante proposta apresentada pela câmara municipal.º.APROVAÇÃO RJIGT.º 232/2007. pela assembleia municipal. O parecer da CCDR não possui carácter vinculativo e incide sobre a conformidade com as disposi- ções legais e regulamentares vigentes e a compatibilidade ou conformidade com os instrumentos de gestão territorial eficazes. Sempre que haja lugar à redelimitação da REN. Caso o PDM não se seja compatível com o PROT ou Plano Sectorial em vigor. 150. 151. O prazo que medeia entre a data de aprovação e a data de publicação não pode ser superior a 3 meses.º A câmara municipal remete à CCDR a versão final da proposta de plano para efeitos da emissão do parecer final. bem como uma cópia autenticada da deliberação da Assembleia Municipal que aprova o plano.PUBLICAÇÃO E DEPÓSITO RJIGT. 148. 81. art. de 15 de Junho e envia.º-A Após a aprovação do plano pela Assembleia Municipal.º. improrrogáveis. quando a eles houver lugar.79. na IIª Série do Diário da República.º e 151. os pareceres ou actas emitidos. Após a publicação a Câmara Municipal envia. de 31 de Agosto. no prazo de 15 dias. Também após a publicação em Diário da República. a deliberação municipal que aprova o plano director municipal. à DGOTDU para efeitos de depó- sito uma colecção completa das peças escritas e gráficas que constituem o conteúdo documental do PDM. para efeitos de divulgação na sua página da Internet. 6 . a notificar à Câmara Municipal e à Assembleia Municipal.

Também após a publicação em Diário da República. por resolução de Conselho de Ministros e procede à publicação da refe- rida resolução e do plano em Diário da República (Iª série). O Governo pode proceder à ratificação parcial do PDM. a Câmara Muni- cipal envia.º A câmara municipal procede ao envio à CCDR do processo completo do plano. 80. no prazo de 15 dias. quando a eles houver lugar.º 56/2007. o respectivo relatório ambiental. A ratificação do PDM pelo Governo implica a revogação ou alteração das disposições constantes dos planos sectoriais ou do plano regional de ordenamento do território afectados. a mesma declaração. 9. aproveitando apenas à parte compatível com os planos sectorial ou regional de ordenamento do território O Governo ratifica o plano.º 232/2007.º 316/2007. para efeitos de divulgação na sua página da Internet. determinando a correspondente alteração dos elementos documentais afectados por forma a que traduzam a actu- alização da disciplina vigente. arts. no âmbito da elaboração e aprovação for suscitada pelos serviços e entidades com competências consultivas a incompatibilidade com plano sectorial ou com plano regional de ordenamento do território. O pedido de ratificação é enviado ao Governo pela CCDR acompanhado de parecer fundamentado desta entidade.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. e pelo Decreto-Lei n.º e 81.º do Decreto-Lei n. à DGOTDU para efeitos de depósito uma colecção completa das peças escritas e gráficas que constituem o conteúdo documental do PDM. e o relatório de ponderação dos resultados da discussão pública. os pareceres ou actas emitidos. bem como uma cópia autenticada da deliberação da Assembleia Municipal que aprova o plano. para efeitos de rati- ficação sempre que.RATIFICAÇÃO RJIGT. à Agência Portu- guesa do Ambiente. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XIV . a Câmara Municipal procede à publicação na respectiva página da Internet do plano e da declaração contendo os elementos referidos no artigo 10.PUBLICAÇÃO E DEPÓSITO DOS PLANOS SUJEITOS A RATIFICAÇÃO Após a publicação da Resolução do Conselho de Ministros em Diário da República. de 15 de Junho e envia. de 31 de Agosto. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 8 .

Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. de 31 de Agosto.º 56/2007. e pelo Decreto-Lei n. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XVI .º 316/2007.

º 316/2007.º 56/2007.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XVII . de 31 de Agosto. e pelo Decreto-Lei n.

º 316/2007. com a redacção que lhe é conferida pelo Decreto-Lei n.º A câmara municipal delibera a alteração do Plano. arts. 96. e respectivos procedi- mentos são apresentados no presente texto e podem ser observados no diagrama anexo. obrigatoriamente pública. no presente texto se designa por RJIGT (Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial).INÍCIO DA ELABORAÇÃO RJIGT.º 310/2003. que. iden- tificar e ponderar os planos. programas e projectos com incidência na área do município objecto da alteração. Fases A tramitação da alteração do PDM implica o cumprimento de fases.º 380/99. de 22 de Setembro. previamente. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Nota explicativa sobre a tramitação da alteração do plano director municipal Legislação de enquadramento A tramitação dos procedimentos exigíveis nos processos de alteração de planos directores munici- pais (PDM) é regulada pelos seguintes diplomas legais: • Decreto-Lei n. de 10 de Dezembro.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. desde a decisão inicial de alterar o plano até ao seu de- pósito na DGOTDU. e pelo Decreto-Lei n. onde estão também apresentados os prazos legais e as entidades competentes: • Elaboração • Participação pública • Acompanhamento • Concertação • Discussão Pública • Parecer Final • Aprovação • Ratificação • Publicação • Depósito e divulgação 1. cada uma constituída por um conjunto de procedimentos encadeados. e pelo Decreto-Lei n. em reunião.º 316/2007. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XVIII .º e 74. de 19 de Setembro. tanto os que existem como os que se encontram em preparação. após a sua publicação. de 31 de Agosto. de modo a assegurar as necessárias compatibilizações. As fases. a seguir identificadas. devendo estabelecer os respectivos prazo de elaboração e de participação preventiva e.º 56/2007.

mínimo de 15 dias. devendo a convocatória das entidades ocorrer com a antecedência de 15 dias e ser acompanhada pelas propostas de alteração do plano e do respectivo relatório ambiental (caso exista). de 31 de Agosto. simultaneamente.C O acompanhamento da elaboração da alteração do PDM é facultativo. nos 20 dias subsequentes à realização da referida conferência. a câmara municipal pode igualmente promover.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. 96. de participação preventiva por parte dos cidadãos.º Para além da concertação que se verifica na conferência de serviços. no prazo de 22 dias. a Câmara Municipal envia esta proposta. dando lugar a um período. • A compatibilidade ou conformidade da proposta de alteração do plano com os instrumen- tos de gestão territorial eficazes. art. procede à realização de uma conferência de serviços. divulgada através da comunicação social. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 A deliberação é publicada na IIª Série do Diário da República e. reuniões de concertação com as entidades que hajam nela discordado das soluções da alteração do plano. por avisos. 3 – CONCERTAÇÃO RJIGT. e na respectiva página da Internet. os pareceres eventualmente emitidos e o relatório ambiental (caso se justifique) à CCDR que. A posição manifestada pelos representantes dos serviços e entidades da administração directa ou Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XIX . • O fundamento técnico das soluções defendidas pela Câmara Municipal. arts. Só são objecto de avaliação ambiental as pequenas alterações ao PDM que são susceptíveis de ter efeitos significativos no ambiente. 2 .º 316/2007. 76. Após a conclusão da elaboração da proposta de alteração do plano. com todas as enti- dades representativas dos interesses a ponderar.º. Os representantes dos serviços e entidades da administração directa ou indirecta do Estado e das Regiões Autónomas são investidos de delegação ou subdelegação dos poderes para efeitos de vincu- lação daqueles serviços e entidades. No decurso da elaboração da alteração a Câmara Municipal pode solicitar o acompanhamento que entender necessário. para formulação de suges- tões e pedidos de informação sobre a elaboração da alteração do plano. Caso se justifique. A acta da conferência de serviços deve conter o parecer da CCDR sobre: • O cumprimento das normas legais e regulamentares aplicáveis. a câmara municipal procede à reformulação da alteração do plano em função das decisões tomadas nas reuniões de concertação ou nas conferências de serviços.º 56/2007. designadamente a emissão de pareceres sobre a proposta de alteração ao plano ou a realização de reuniões de acompanhamento à CCDR territorialmente competente e/ou às demais entidades representativas dos interesses a ponderar. tendo em vista obter uma solução concertada que permita ultrapassar as objecções formuladas ou nova conferência de serviços com as entidades representativas dos interesses a ponderar e a CCDR.ACOMPANHAMENTO RJIGT.º e 75. e pelo Decreto-Lei n.

sugestões ou pedidos de esclarecimento sejam subscritos por mais de 20 cidadãos. Quando as reclamações. deverá conter a redelimitação da RAN. observações. a câmara municipal deve promover a publicação das respostas em dois jornais diários e um regional. por escrito. Para além das respostas escritas. • A eventual lesão de direitos subjectivos. bem como da forma como os interessados podem apresentar as suas reclamações. A câmara municipal pondera as reclamações. designadamente: • A desconformidade com outros instrumentos de gestão territorial eficazes. fundamentadamente. o respectivo relatório ambiental (caso exista). 4 . programas e projectos que devessem ser ponderados em fase de elaboração. quando houver lugar. a acta da conferência de serviços. observações ou sugestões.º e 77. observações. sugestões e pedidos de esclarecimento apresentados pelos particulares e fica obrigada a responder. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XX . • A incompatibilidade com planos. a submeter à discussão pública. e pelo Decreto-Lei n. a aprovar por RCM. Findo o período de discussão pública. considera-se que o serviço ou entidade representada nada tem a opor à proposta da alteração se não manifestar a sua discordância nos 5 dias posteriores à comunicação das actas das respectivas conferências ou reuniões. os demais pareceres eventualmente emitidos e os resultados da concertação. • A desconformidade com disposições legais e regulamentares aplicáveis. através da comunica- ção social e da respectiva página da Internet. Deste aviso deve constar a indicação do período de discussão. a câmara municipal pondera e divulga.º 316/2007. anteriormente à aprovação do plano pela Assembleia Municipal. sempre que o considere necessário. a planta de condicionantes. caso haja lugar à redelimitação da RAN ou da REN. arts. pe- rante aqueles que invoquem. 96. O período de discussão pública não pode ser inferior a 30 dias úteis e deve ser anunciado com a antecedência mínima de 5 dias úteis. das eventuais sessões públicas a que haja lugar e dos locais onde se encontra disponível a proposta. devidamente sancionada pela Comissão Regional da Reserva Agrícola. de 31 de Agosto. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 indirecta do Estado e das Regiões Autónomas nas actas das reuniões ou conferências substitui os pareceres que aqueles serviços e entidades devessem emitir nos termos legais e regulamentares.DISCUSSÃO PÚBLICA RJIGT. os resultados e elabora a versão final da proposta de alteração ao PDM para aprovação. a câmara municipal pode. e a proposta de redelimitação da REN. Salienta-se que. No caso de não concordância com a proposta de alteração do plano ou falta de tomada de posição.º A câmara municipal procede ao anúncio de abertura do período de discussão pública através de aviso a publicar no Diário da República (IIª Série) e a divulgar na comunicação social e na respectiva página da Internet.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n.º 56/2007. quando exista. promover o esclarecimento directo dos interessados.

Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XXI . bem como uma cópia autenticada da deliberação da Assembleia Municipal que aprova a alteração do plano.º A alteração ao PDM é aprovada pela assembleia municipal. 148. a planta de ordenamento e a planta de condicionantes actuali- zadas. a Câmara Municipal procede à publicação na respectiva página da Internet do plano alterado e da declaração contendo os elementos referidos no artigo 10. a deliberação municipal que aprova a alteração. no prazo de 15 dias.º 56/2007. a Câmara Municipal de- sencadeia o procedimento da ratificação conforme o descrito nos pontos 8 e 9. 96. em sessão pública. art. os pareceres ou actas emitidos.º 316/2007. Após a publicação a Câmara Municipal envia. 81. os artigos do regulamento alterados. na IIª Série do Diário da República. de 15 de Junho e envia. Sempre que haja lugar à redelimitação da REN. 151. arts. à Agência Portuguesa do Ambiente. o respectivo relatório ambiental (caso exista). Caso o PDM não seja compatível com o PROT ou Plano Sectorial em vigor.º. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 5 – PARECER FINAL DA CCDR RJIGT. a Câmara Municipal proce- de à publicação conforme o descrito no ponto 7.º e 151.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. e pelo Decreto-Lei n. Caso o PDM seja compatível com o PROT e os Planos Sectoriais em vigor. à DGOTDU para efeitos de depó- sito uma colecção completa das peças escritas e gráficas que constituem o conteúdo documental do PDM alterado. mediante proposta apresentada pela câmara municipal. arts. a notificar à Câmara Mu- nicipal e à Assembleia Municipal.º 232/2007. 96. Também após a publicação em Diário da República. e o relatório de ponderação dos resultados da discussão pública.º e 78. a Câmara Municipal remete para publicação. vale a pena recordar que esta Reserva deve ser aprovada por RCM anteriormente à deliberação da Assembleia Municipal que aprova o plano.º-A Após a aprovação da alteração ao PDM pela Assembleia Municipal. 96.º.º. improrrogáveis. O parecer da CCDR não possui carácter vinculativo e incide sobre a conformidade com as disposi- ções legais e regulamentares vigentes e a compatibilidade ou conformidade com os instrumentos de gestão territorial eficazes. a mesma declaração. O parecer da CCDR pode ser emitido no prazo de 10 dias. 150.º do Decreto-Lei n.º e 79.º. O prazo que medeia entre a data de aprovação e a data de publicação não pode ser superior a 3 meses. quando a eles houver lugar. de 31 de Agosto. para efeitos de divulgação na sua página da Internet. 7 – PUBLICAÇÃO E DEPÓSITO RJIGT.º A câmara municipal remete à CCDR a versão final da proposta de alteração do plano para efeitos da emissão do parecer final. 6 – APROVAÇÃO RJIGT.

para efeitos de ratificação sempre que. e o relatório de ponderação dos resultados da discussão pública. por resolução de Conselho de Ministros e procede à publicação desta resolução e da alteração em Diário da República (Iª série). quando a eles houver lugar.º 232/2007.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. A ratificação do PDM pelo Governo implica a revogação ou alteração das disposições constantes dos planos sectoriais ou do plano regional de ordenamento do território afectados. e pelo Decreto-Lei n. no prazo de 15 dias. 9 . bem como uma cópia autenticada da deliberação da Assembleia Municipal que aprova a alteração.º 56/2007.PUBLICAÇÃO E DEPÓSITO DOS PLANOS SUJEITOS A RATIFICAÇÃO Após a publicação da Resolução do Conselho de Ministros em Diário da República. à Agência Portuguesa do Ambiente. a Câmara Municipal procede à publicação na respectiva página da Internet do plano alterado e da declaração contendo os elementos referidos no artigo 10. O Governo pode proceder à ratificação parcial da alteração do PDM. determinando a correspondente alteração dos elementos documentais afectados por forma a que traduzam a actu- alização da disciplina vigente.º e 80. de 15 de Junho e envia. à DGOTDU para efeitos de depósito uma colecção completa das peças escritas e gráficas que constituem o conteúdo documental da alteração do PDM. Também após a publicação em Diário da República. a mesma declaração. art. a Câmara Muni- cipal envia. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 8 – RATIFICAÇÃO RJIGT. os pareceres ou actas emitidos. no âmbito da elaboração e aprovação for suscitada pelos serviços e entidades com competências consultivas a incompatibilidade com plano sectorial ou com plano regional de ordenamento do território. de 31 de Agosto. 96.º 316/2007. aproveitando apenas à parte compatível com os planos sectorial ou regional de ordenamento do território O Governo ratifica alteração. O pedido de ratificação é enviado ao Governo pela CCDR acompanhado de parecer fundamentado desta entidade. o respectivo relatório ambiental (caso exista).º A câmara municipal procede ao envio à CCDR do processo completo da alteração do plano.º do Decreto-Lei n. para efeitos de divulgação na sua página da Internet. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XXII .

de 31 de Agosto. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XXIV .º 56/2007.º 316/2007.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. e pelo Decreto-Lei n.

Previamente à referida deliberação a Câmara Municipal pode solicitar à CCDR uma reunião com vista à indicação de quais as entidades representativas de interesses públicos que devam intervir no acompanhamento do plano.º 380/99. arts.º 316/2007.º 310/2003. de 10 de Dezembro e pelo Decreto-Lei n. As fases. no presente texto se designa por RJIGT (Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial). com a redacção que lhe é conferida pelo Decreto-Lei n. desde a decisão inicial de elaborar ou rever o plano até ao seu depósito na DGOTDU. bem como a modalidade específica do PP. que deve estabelecer os prazos de elaboração ou de revisão do plano e da participa- ção preventiva. 74. e respectivos procedimentos são apresentados no presente texto e podem ser observados no diagra- ma anexo.º e 91. Fases A tramitação da elaboração ou revisão de PU e PP implica o cumprimento de fases.º 316/2007.º-A A Câmara Municipal delibera a elaboração ou revisão do Plano. simultaneamente. se for o caso. é publicada na IIª Série do Diário da República e. a oportunidade e os termos de referência do plano. divulgada atra- vés da comunicação social. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XXV . definindo. após a respectiva publicação. de 31 de Agosto. a seguir identificadas. por avisos.º. cada uma consti- tuída por um conjunto de procedimentos encadeados. em reunião obrigatoriamente pú- blica. previamente. e pelo Decreto-Lei n. A deliberação. e na respectiva página da Internet dando lugar a um período. onde estão também apresentados os prazos legais e as entidades competentes: • Elaboração • Participação pública • Acompanhamento • Concertação • Discussão Pública • Aprovação • Publicação e Depósito 1 – INÍCIO DA ELABORAÇÃO RJIGT. 77.º 56/2007.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 Nota explicativa sobre a tramitação da elaboração/revisão de planos de urbanização e planos de pormenor Legislação de enquadramento A tramitação dos procedimentos exigíveis nos processos de elaboração e revisão de planos de urba- nização (PU) e planos de pormenor (PP) é regulada pelos seguintes diplomas legais: • Decreto-Lei n. de 19 de Setembro. de 22 de Setembro. que.

75. de 31 de Agosto. a Câmara Municipal envia esta proposta. A posição manifestada pelos representantes dos serviços e entidades da administração directa ou indirecta do Estado e das Regiões Autónomas nas actas das reuniões ou conferências substitui os pareceres que aqueles serviços e entidades devessem emitir nos termos legais e regulamentares.º 56/2007. a câmara municipal procede à reformulação do plano em função das decisões tomadas nas reuniões de concertação ou nas conferências de serviços. 2 – ACOMPANHAMENTO RJIGT. no prazo de 22 dias. A acta da conferência de serviços deve conter o parecer da CCDR sobre: • O cumprimento das normas legais e regulamentares aplicáveis. 3 – CONCERTAÇÃO RJIGT.º-C O acompanhamento da elaboração dos PU e PP é facultativo. No decurso da elaboração dos planos a Câmara Municipal pode solicitar o acompanhamento que en- tender necessário. designadamente a emissão de pareceres sobre a proposta de plano ou a realiza- ção de reuniões de acompanhamento à CCDR territorialmente competente ou às demais entidades representativas dos interesses a ponderar. • A compatibilidade ou conformidade da proposta de plano com os instrumentos de gestão territorial eficazes. art. art. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 mínimo de 15 dias. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XXVI . • O fundamento técnico das soluções defendidas pela Câmara Municipal. por parte dos cidadãos (participação preventiva). 76. Após a conclusão da elaboração da proposta do plano.º Para além da concertação que se verifica na conferência de serviços. nos 20 dias subsequentes à realização da referida conferência. e pelo Decreto-Lei n. considera-se que o serviço ou entidade representada nada tem a opor à proposta do plano se não manifestar a sua dis- cordância nos 5 dias posteriores à comunicação das actas das respectivas conferências ou reuniões. a câmara municipal pode igualmente promover. para formulação de sugestões e pedidos de informação sobre a elaboração do plano. os pareceres eventualmente emitidos e o relatório ambiental à CCDR que. procede à realização de uma conferência de serviços. tendo em vista obter uma solução concertada que permita ultrapassar as objecções formuladas ou nova con- ferência de serviços com as entidades representativas dos interesses a ponderar e a CCDR.º 316/2007. reuniões de concertação com as entidades que hajam nela discordado das soluções do futuro plano. com todas as entidades representativas dos interesses a ponderar. Caso se justifique. Os representantes dos serviços e entidades da administração directa ou indirecta do Estado e das Regiões Autónomas são investidos de delegação ou subdelegação dos poderes para efeitos de vincu- lação daqueles serviços e entidades.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. No caso de não concordância com a proposta do plano ou falta de tomada de posição. devendo a convocatória das entidades ocorrer com a antecedência de 15 dias e ser acompanhada pelas propostas do plano e do respectivo relatório ambiental.

Para além das respostas escritas. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 4 – DISCUSSÃO PÚBLICA RJIGT. caso exista. devidamente sancionada pela Comissão Regional da Reserva Agrícola. e a proposta de redelimitação da REN. pe- rante aqueles que invoquem. 5 – APROVAÇÃO RJIGT. a câmara municipal procede ao anúncio de abertura do período de discussão pública através de Aviso a publicar no Diário da República (IIª Série). vale a pena recordar que esta Reserva deve ser Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XXVII . observações. pode a câmara municipal. e pelo Decreto-Lei n. caso haja lugar à redelimitação da RAN ou da REN. quando for o caso. pela Assembleia Municipal. por escrito. a divulgar na comunicação social e na respectiva página da Internet. Caso as reclamações. de 31 de Agosto. programas e projectos que devessem ser ponderados em fase de elaboração. os resultados da concertação bem como da forma como os interessados podem apresentar as suas reclamações. em sessão pública.º 316/2007. promover o esclarecimento directo dos interessados. Deste aviso deve constar a indicação do período de discussão. • A incompatibilidade com planos. Findo o período de discussão pública a câmara municipal pondera e divulga os resultados através da comunicação social e da respectiva página da Internet e elabora a versão final da proposta para aprovação. das eventuais sessões públicas a que haja lugar e dos locais onde se encontra disponível a proposta.º 56/2007. O período de discussão pública não pode ser inferior a 22 dias úteis e deve ser anunciado com a antecedência mínima de 5 dias úteis. decorrido o período de concerta- ção.º O plano é aprovado. sugestões ou pedidos de esclarecimento sejam subscritos por mais de 20 cidadãos. A câmara municipal pondera as reclamações. 79. o parecer da CCDR e dos demais pareceres eventualmente emitidos. 77. a submeter à discussão pública. • A eventual lesão de direitos subjectivos. mediante proposta apresentada pela câmara municipal. art.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. • A desconformidade com disposições legais e regulamentares aplicáveis. a câmara municipal deve promover a publicação das respostas em dois jornais diários e um regional.º Concluída a elaboração da proposta de plano e. Salienta-se que. deverá conter a redelimitação da RAN. observações ou sugestões. observações. anteriormente à aprovação do plano pela Assembleia Municipal. art. sugestões e pedidos de esclarecimento apresentados pelos particulares e fica obrigada a responder fundamentadamente. a planta de condicionantes. designadamente: • A desconformidade com outros instrumentos de gestão territorial eficazes. a aprovar por RCM. o respectivo relatório ambiental. sempre que o considere necessário. Sempre que haja lugar à redelimitação da REN.

de 15 de Junho e envia.º. para efeitos de divulgação na sua página da Internet.º e 151. a deliberação municipal que aprova o plano. e o relatório de ponderação dos resultados da discussão pública. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano XXVIII . a mesma declaração. Também após a publicação em Diário da República.Guia das Alterações ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Introduzidas pela Lei n. caso exista.º. de 16 de Setembro Documentos de Orientação DGOTDU 03/2007 aprovada por RCM anteriormente à deliberação da Assembleia Municipal que aprova o plano. Após a publicação a Câmara Municipal envia. o respectivo relatório ambienta. a Câmara Municipal procede à publicação na respectiva página da Internet do plano e da declaração contendo os elementos referidos no artigo 10. de 31 de Agosto. os pareceres ou actas emitidos. 148. 151. 81. bem como uma cópia autenticada da deliberação da Assembleia Municipal que o aprova. 150.º 56/2007. a planta de zonamento ou de implantação e a planta de condicionantes. a Câmara Municipal remete para publicação.º. Com a aprovação do plano pela Assembleia Municipal a fase de elaboração encontra-se concluída. e pelo Decreto-Lei n. arts. O prazo que medeia entre a data de aprovação e a data de publicação não pode ser superior a 2 meses.º-A Após a aprovação do plano pela Assembleia Municipal. à Agência Portu- guesa do Ambiente. na IIª Série do Diário da República. 6 – PUBLICAÇÃO E DEPÓSITO RJIGT. à DGOTDU para efeitos de depó- sito uma colecção completa das peças escritas e gráficas que constituem o conteúdo documental do plano.º 232/2007. o regulamento.º do Decreto-Lei n.º 316/2007. quando a eles houver lugar. no prazo de 15 dias.