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LEI Nº 771, DE 07 DE JULHO DE 1995.

Publicado no Diário Oficial nº 449

Dispõe sobre a Política Florestal do Estado do
Tocantins.
*Regulamentada pelo Decreto nº 838, de 13/10/1999 - D.O - nº 851 - pág. 17463.

O Governador do Estado do Tocantins,

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins aprova e eu
sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º. As florestas existentes no território do Estado do Tocantins e demais
formas de vegetação, reconhecidas de utilidade ao meio ambiente e as terras que
revestem, são bens de interesse comum a todos os habitantes do Estado, observando-se o
direito de propriedade com as limitações que a legislação em geral e especialmente esta
Lei estabelece.

Art. 2º. As atividades florestais deverão assegurar a manutenção da qualidade de
vida, do equilíbrio ecológico e a preservação do patrimônio genético, observados os
seguintes princípios:

I - preservação e conservação da biodiversidade;

II - função social da propriedade;

III - compatibilização entre o desenvolvimento e o equilíbrio ambiental;

IV - uso sustentado dos recursos naturais renováveis.

Art. 3º. A Política Florestal do Estado tem por objetivo:

I - assegurar a conservação das principais formações fitogeográficas;

II - disciplinar a exploração dos adensamentos vegetais nativos, através de
sua conservação e fiscalização;

III - controlar a exploração, utilização e consumo de produtos e subprodutos
florestais;

IV - desenvolver ações com a finalidade de suprir a demanda de produtos
florestais susceptíveis de exploração e uso;

V - promover a recuperação de áreas degradadas;

VI - proteger a flora e a fauna silvestres;

4º. Para efeito do disposto nesta Lei. bem como a minimização da erosão e o assoreamento de cursos d'água. definidos como: I . visando à utilização de espécies nativas e/ou exóticas em programas de reflorestamento. 5º. Consideram-se produtivas.integrantes de reservas legais. 2 VII . e) programas de incentivo à transferência de tecnologia e de métodos de gerenciamento. com restrição de uso. II . Art.pesquisa. doméstico e social. b) a minimização do impacto da exploração e utilização dos adensamentos florestais nativos. objetivando: a) o suprimento do consumo de madeira.desenvolvimento de programas de educação ambiental. comercial. III . 7º. naturais ou artificiais. Art. Art. as áreas silvestres geradoras de benefícios múltiplos de interesse comum. 6º. b) a implantação e o manejo das unidades de conservação.florestamento e reflorestamento. as florestas e demais formas de vegetação nativa ficam classificadas em produtivas com restrição de uso e de produção. . produtos lenhosos e subprodutos para uso industrial. no âmbito dos setores público e privado. necessários à manutenção dos processos ecológicos essenciais à vida. II . d) projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. O Poder Executivo criará mecanismos de fomento a: I . O Poder Executivo promoverá o inventário e o mapeamento das coberturas vegetais nativas e exóticas e implantará a infra-estrutura necessária para o monitoramento contínuo das coberturas vegetais e de seus recursos hídricos. para a adoção de medidas especiais de proteção. f) a promoção e estímulo a projetos para recuperação de áreas em processo de desertificação.de preservação permanente. para incremento do potencial florestal do Estado. c) a complementação a programas de conservação do solo e regeneração ou recomposição de áreas degradadas. Art.estimular programas de educação ambiental e de turismo ecológico em áreas florestais. objetivando: a) a preservação e recuperação e ecossistemas.

III . lago ou reservatório situados em área urbana consolidada. em cada margem. de 24/06/2008 a) quarenta metros para os que estejam situados em áreas urbanas. acordo ou tratado internacional de que a União Federal seja signatária. Consideram-se de preservação permanente. com largura superior a duzentos e inferior a quinhentos metros.ao redor das lagoas. desde seu nível mais alto cuja largura mínima. em faixa marginal cuja largura mínima seja de: *a) 15 metros para a área de reservatório de geração de energia elétrica com até 10 hectares.integrantes de unidades de conservação. d) duzentos metros para os cursos d'água. desde que seu nível mais alto medido horizontalmente. 8º. II . *b) 30 metros pra a lagoa. de 24/06/2008 . *Alínea “b” com redação determinada pela Lei nº 1. com largura superior a cinquenta e inferior a duzentos metros. c) cem metros para os cursos d'água. b) cinquenta metros para os cursos d'água. 3 III . de 24/06/2008 b) cem metros para os que estejam em área rural. exceto os corpos d'água com até vinte hectares de superfície. com largura inferior a dez metros. lagos ou reservatórios d'água naturais ou artificiais. cuja faixa marginal seja de cinquenta metros. Art. *c) 30 metros para corpo hídrico artificial.939. excetuados os tanques para a atividade aquiculura. as florestas e demais formas de vegetação natural situadas: I . ou protegidos por convênio.939. com largura superior a dez e inferior a cinquenta metros. seja de: a) trinta metros para os cursos d'água. *Alínea “c”acrescentada pela Lei nº 1. *Alínea “a” com redação determinada pela Lei nº 1. assim declarados pelo COEMA- TO.ao longo dos rios ou quaisquer cursos d'água. e) quinhentos metros para os cursos d'água com largura superior a seiscentos metros.939.nos locais de pouso de aves de arribação.

VIII . em projeções horizontais. mediante critério técnico da Fundação Natureza do Tocantins - NATURATINS.939. quando as condições ambientais assim o exigirem. em faixa marginal além do leito maior sazonal. equivalente a cem por cento na sua linha de maior declive.nas encostas ou partes destas.nas nascentes. O licenciamento para exploração de áreas consideradas. em complemento ao projeto de recuperação do solo. § 2º. com área igual ou inferior a 20 hectares. com área superior a 20 hectares. em relação á sua base. medido horizontalmente. um terço superior. ( Revogado pela Lei nº 1. assim declaradas por resolução do COEMA-TO. IX .no topo dos morros. de 24/06/2008) § 3º. e nos chamados "olhos d'água". A utilização de áreas de preservação permanente só será admitida com autorização do COEMA-TO. § 1º. com declividade superior a quarenta e cinco graus. na ausência desta. morros ou montanhas. com essências nativas locais ou regionais.nas linhas de cumeadas. *Alínea “e”acrescentada pela Lei nº 1. as florestas e demais formas de vegetação.939. montes e montanhas em áreas delimitadas a partir da curva de nível correspondente a dois terços da altura mínima da elevação em relação à base.nas bordas dos tabuleiros ou chapadas. a partir da linha de ruptura do relevo. VI . nos seus montes. *Alínea “d”acrescentada pela Lei nº 1.939. de 24/06/2008 *e) 100 metros para reservatório natural de água situado em área rural. excepcionalmente de vocação minerária dependerá da aprovação de projeto técnico de recomposição da flora. fração esta que pode ser alterada para maior. V . de 15 de setembro de 1965. como áreas de preservação permanente. num raio mínimo de cinquenta metros de largura. baseado na Lei nº 4. ainda. de conformidade com a largura mínima de preservação permanente da vegetação ripária exigida para o rio em questão. de 24/06/2008 IV . de acordo com inundação do rio e. 4 *d) 50 metros para reservatório natural de água situado em área rural.em ilha. em faixa nunca inferior a cem metros. .771. VII . Considerar-se-ão. qualquer que seja sua situação topográfica. ainda que intermitentes.

9º. suas instalações ou servidão.445. § 5º. As florestas e outras formas de vegetação nativa. bem assim as desoneradas de regime de utilização limitada ou objeto de legislação específica. observada a compensação prevista na Lei 1. Para fins do disposto na alínea “b” do inciso III deste artigo. incluindo frutíferas. *f) tratamento de resíduos sólidos urbanos. de 24/06/2008 *§ 8º.existência de. da presente Lei. deverão ser implantados. . O aproveitamento de árvore. nas áreas de preservação permanente. *III. de 2 de abril de 2004. *c) rede de esgoto. § 6º.000 habitantes por quilômetro quadrado. *d) distribuição de energia elétrica e iluminação pública. são passíveis de supressão.definição legal do poder público. na forma da lei. considera- se área urbana consolidada a que atende os seguintes requisitos: *I . 5 § 4º.densidade demográfica superior a 1. 10. *b) rede de abastecimento de água. (NR)” *§ 8º acrescentado pela Lei nº 1. no mínimo. *II. a título de Reserva Legal. *§ 7º. depende de licença específica. Nas hipóteses do inciso III do art. *e) recolhimento de resíduos urbanos.939. contemplando essências nativas. sem prejuízo da conservação da floresta. conquanto mantidos. projetos de florestamento e reflorestamento. A licença a que se refere o parágrafo anterior não será concedida para as áreas referidas no § 2º do art. no mínimo: *I .939. Para compensação das áreas superficiais ocupadas. ressalvadas as situadas em área de preservação permanente. quatro dos seguintes equipamentos de infra- estrutura urbana: *a) malha viária com canalização de águas pluviais. 8º desta Lei. toras ou material lenhoso. de 24/06/2008 *Art.80% na propriedade rural situada em área de floresta. com atividades mineradoras. prioritariamente em locais vizinhos. são ressalvadas as áreas de empreendimentos já instalados.” (NR) *§7º acrescentado pela Lei nº 1. locais ou regionais.

de 29/06/2001. compostos de espécies exóticas. em sua propriedade. . *§ 1º com redação determinada pela Lei nº 1. a recompor. de pelo menos um trinta avos da área total para completar a referida reserva. campos e cerrado será definido considerando. para efeitos de fixação do percentual previsto no caput deste artigo. podem ser computados os plantios de árvores frutíferas ornamentais ou industriais. com áreas entre vinte hectares e cinquenta hectares. se necessário. *§ 3º com redação determinada pela Lei nº 1. serão computados. os índices contidos nos incisos I. § 2º. tendo em vista interesses de relevância ecológica e as diretrizes da política florestal. mediante plantio ou regeneração conduzida. os maciços de porte arbório. *III . de que trata o parágrafo anterior.236. será efetuada mediante normas estatuídas pelo Poder Executivo. 9º. 6 *II . esses a critério do proprietário. *§ 3º. onde não será permitido o corte raso.236. II e III deste artigo.20% na propriedade situada em áreas de campos gerais. preferencialmente em uma parcela e com cobertura vegetal localizada a critério da Fundação Natureza do Tocantins – NATURATINS. *§ 1º. Nas propriedades rurais. que deverão representar um mínimo de cinquenta por cento de cada propriedade. ou à vedação total do uso da área correspondente.35% na propriedade rural situada em área de cerrado. 16. 20% na propriedade e 15% como forma de compensação em outra área averbada na forma da lei. a alteração do uso do solo e a exploração com fins comerciais. o proprietário rural ficará obrigado. inclusive quanto à parcela mínima anual nele prevista. Para cumprimento da manutenção ou compensação da área de reserva legal em pequena propriedade ou posse rural familiar. É vedada a supressão da vegetação em área de reserva legal. em cada ano. separadamente. § 3º. caput e sua alínea “d” da Lei Florestal nº 4771/65. *§ 2º. sendo. O percentual de reserva legal na propriedade situada em área de floresta. no mínimo. ornamentais ou industriais. Art.236. admitindo- se apenas a utilização sob regime de manejo florestal sustentável. de 29/06/2001. a reserva legal. sejam frutíferos. Consideram-se legais as reservas previstas no art. de 29/06/2001. visando à sua regeneração. localizada na mesma microbacia. cultivadas em sistema intercalar ou em consórcios com espécies nativas. de 29/06/2001. A recomposição. § 1º. além de cobertura vegetal de qualquer natureza. A partir da data de publicação desta Lei.236. *§ 2º com redação determinada pela Lei nº 1. *Caput do art 9º com redação determinada pela Lei nº 1. de acordo com princípios e critérios técnicos-científicos estabelecidos em regulamento.

No procedimento de aprovação será considerada a função social da propriedade e. Para o cômputo da reserva legal. a qualquer título. de 29/06/2001.ampliar as áreas de reserva legal em até 50% dos índices previstos nesta Lei. b) agrícola. § 4º. mediante convênio. os sítios. as áreas de preservação permanente. *§ 6º com redação determinada pela Lei nº 1.reduzir. ouvidos o COEMA e a Secretaria da Agricultura: *I . nos casos de transmissão. de 29/06/2001. excluídas. a reserva legal. *§ 6º.plano de bacia hidrográfica.236. para até 50% da propriedade. para fins de recomposição. poderão estar inseridas áreas de preservação permanente. A localização da reserva legal será aprovada pelo NATURATINS ou. § 6º. *II . com a modificação da área. a critério da Fundação Natureza do Tocantins-NATURATINS. *II .zoneamento: a) ecológico-econômico. o Poder Executivo poderá. os locais de expressiva biodiversidade e os corredores ecológicos. *III .proximidade com outras áreas de reserva legal ou de preservação permanente ou. A área de reserva legal deverá ser registrada na inscrição da matrícula do imóvel.plano diretor municipal. . de áreas protegidas. mais o seguinte: *I . caso haja. ainda. quando essas áreas representarem percentual significativo em relação à área total da propriedade. por órgão municipal de meio ambiente ou outras instituições habilitadas. mediante plano aprovado pela Fundação Natureza do Tocantins – NATURATINS e reaverbar em Cartório. *§ 4º com redação determinada pela Lei nº 1. O proprietário ou usuário da propriedade poderá relocar a floresta de reserva legal. § 5º. *§ 5º. os ecótonos. ou o seu desmembramento.236. os ecossistemas especialmente protegidos. de 29/06/2001. *§ 5º com redação determinada pela Lei nº 1. sendo vedada a alteração de sua destinação. em qualquer caso. *V . no cartório de registro imobiliário competente. Nos casos indicados pelos zoneamentos ecológico-econômico e agrícola.236. 7 *§ 4º.

devendo o Poder Público prestar apoio técnico e jurídico. 8 *§ 7º. desde que não implique conservação de novas áreas para o uso alternativo do solo e. quando a soma da vegetação nativa nas áreas de preservação permanente e reserva legal exceder em 80% do total da propriedade rural. de 29/06/2001. de 29/06/2001. após aprovação do NATURATINS e averbações referentes a cada imóvel.236. florestas sociais e outras categorias. as mesmas disposições previstas à propriedade rural. legalmente instituída pelo Poder Público. O regime de uso da área de preservação permanente não se altera na hipótese prevista no parágrafo anterior. incluídas as águas jurisdicionais com características naturais relevantes. contendo. ressalvados os casos previstos nesta Lei. *§ 12 acrescentado pela Lei nº 1. no cálculo do percentual de reserva legal. com força de título executivo.236. como parques nacionais.236. no mínimo. quando necessário. estaduais ou municipais. 10. de desmembramento ou de retificação da área. 10. *Caput do art 10 com redação determinada pela Lei nº 1. a reserva legal é assegurada por Termo de Ajustamento de Conduta. *§ 9º acrescentado pela Lei nº 1. . reservas biológicas. Poderá ser instituída em mais de uma propriedade. Para os fins desta Lei. de 29/06/2001. a qualquer título. Consideram-se unidades de conservação as áreas assim declaradas e definidas. *§ 10. de 29/06/2001. estações ecológicas. com objetivos de conservação e limites definidos.236. Será averbada em cartório. *§ 8º acrescentado pela Lei nº 1. A averbação da reserva legal da pequena propriedade ou posse rural de agricultura familiar é gratuita. vedada a alteração de sua destinação nos casos de transmissão.236. *§ 8º. de 29/06/2001. estaduais ou municipais. Art. à qual se aplicam garantias adequadas de proteção. de 29/06/2001. observado o percentual legal exigido a cada uma. *§ 9º. *§ 7º acrescentado pela Lei nº 1. a reserva legal em regime de condomínio. *Art.236. Na posse. de 29/06/2001. as características ecológicas básicas e a proibição de supressão de sua vegetação.236. ainda. Admitir-se-á. *§ 11 acrescentado pela Lei nº 1. à margem da inscrição da matrícula do imóvel. *§ 12. *§ 10 acrescentado pela Lei nº 1. firmado entre o possuidor e o NATURATINS. *§ 11. florestas nacionais. áreas de proteção ambiental. considera-se unidade de conservação o espaço territorial e seus recursos ambientais. o cômputo dos terrenos com vegetação nativa dentro de áreas de preservação permanente. aplicando-se. a localização da reserva legal. no que couber. a área de reserva legal. sob regime especial de administração.

*§ 1º com redação determinada pela Lei nº 1.Estação Ecológica. *Inciso IV com redação determinada pela Lei nº 1. cuja finalidade básica é compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos seus recursos naturais. II . II – áreas de proteção ambiental.unidades de uso sustentável. de 29/06/2001.Parque Estadual. de 29/06/2001. (Inciso II com redação determinada pela Lei nº 1.236. *Inciso I com redação determinada pela Lei nº 1. 9 *§ 1º. O Poder Executivo estabelecerá critérios quanto às formas de utilização dos recursos naturais das categorias de uso direto. cujo objetivo primordial é a preservação da natureza. O grupo das unidades de conservação de uso sustentável é composto pelas seguintes categorias: . As unidades de conservação dividem-se em dois grupos. *§ 3º. de 29/06/2001 e revogado pela Lei nº 1.236. tais como: *I .236.236. de 05/04/2005). de 18 de julho de 2000. § 1º. *IV . com características específicas: *I . de 29/06/2001. considerados os princípios ecológicos e conservacionistas. § 2º.560. *V . à exceção dos casos previstos na Lei Federal 9. *II . admitido tão-somente o uso indireto dos recursos naturais.Monumento Natural. III – florestas sociais. de 29/06/2001.985. *Inciso III com redação determinada pela Lei nº 1.236.236. de 29/06/2001.Reserva Biológica. *Inciso V acrescentado pela Lei nº 1.unidades de proteção integral. O grupo das unidades de conservação de proteção integral é composto pelas seguintes categorias: *§ 2º com redação determinada pela Lei nº 1. As unidades de conservação se classificam em categorias de uso direto e indireto.Refúgio da Vida Silvestre. *§ 2º.236. de 29/06/2001. IV – outras. *III . nas categorias de manejo. definidas mediante decreto. I – florestas estaduais e municpais.

*§ 4º. de 29/06/2001. A criação. § 5º. *Inciso IV com redação determinada pela Lei nº 1. . 11.236.Reserva de Fauna.Área de Relevante Interesse Ecológico.e revogado pela Lei nº 1. tais como: *I . às condições estabelecidas na Lei Federal 9. de 29/06/2001. *Inciso I com redação determinada pela Lei nº 1. de 05/04/2005). 10 *§ 3º com redação determinada pela Lei nº 1. *IV . *§ 4º com redação determinada pela Lei nº 1. (Inciso III com redação determinada pela Lei nº 1. (Revogado tacitamente pela Lei nº 1236. de 18 de julho de 2000.) Art.236.236. de 29/06/2001. de 29/06/2001. de 29/06/2001. O Poder Executivo estabelecerá. I – parques estaduais ou municipais. *Inciso II com redação determinada pela Lei nº 1.236.985.236.Reserva Extrativista.560. *Inciso VI acrescentado pela Lei nº 1. *Inciso VII acrescentado pela Lei nº 1. Fica proibida. Consideram-se de produção as florestas e demais formas de vegetação não incluídas no art. ressalvada a apicultura.236. a exploração dos recursos naturais nas categorias de uso indireto. § 4º. o montante de recursos financeiros para atender ao programa de desapropriação de áreas destinadas a implantação de unidades de conservação. III -Floresta Estadual. *VI . no orçamento anual. de 29/06/2001.Reserva Particular do Patrimônio Natural. IV – outras definidas em lei.Reserva de Desenvolvimento Sustentável. *II . II – reservas biolóbicas. de 29/06/2001. *VII . para implantação de unidades de conservação. implantação e manutenção das unidades de conservação mencionadas neste artigo ficam sujeitas. 7º desta Lei e destinadas às necessidades sócio-econômicas de suprimento sustentado de matéria-prima de origem vegetal. de 29/06/2001. para cada categoria. § 3º. de 29/06/2001. As desapropriações. III – estações ecológicas. deverão ser feitas na forma da lei.236. *Inciso V acrescentado pela Lei nº 1.236. *V .236.Área de Proteção Ambiental. de 29/06/2001.

o fornecimento de mudas de espécies nativas e/ou ecologicamente adaptadas. 11 Parágrafo único. telefonia e habitação. conservação e recuperação ambiental.o apoio técnico-educativo no desenvolvimento de projetos de preservação. V . Para os efeitos desta Lei. irrigação. mediante ato da Fundação Natureza do Tocantins - NATURATINS. § 1º. IV . de órgão federal ou municipal. O Poder Executivo poderá conceder incentivos especiais ao proprietário rural que: I . energização. material lenhoso ou outros produtos e resíduos florestais dele decorrentes. consideram-se incentivos especiais: I . III . 12. Consideram-se florestas de produção. para fins de proteção dos ecossistemas e conservação do solo. *Art 13 com redação determinada pela Lei nº 1.NATURATINS. Art.preservar e conservar a cobertura florestal existente na propriedade. 13.236. A execução de qualquer tipo de desmatamento necessário ao uso alternativo do solo depende de autorização do NATURATINS. bem assim o monitoramento e a fiscalização do aproveitamento de madeira. de 29/06/2001. em projetos de reflorestamento. II . . deverá ser observado o cumprimento desta Lei. armazenagem. aquelas originárias de plantios integrantes de projetos florestais. produzidas com a finalidade de recompor a cobertura florestal. VI . *Art. § 2º. Para concessão de crédito.a obtenção de apoio financeiro oficial.o apoio técnico-educativo ao pequeno proprietário rural.a preferência na prestação de serviços oficiais de assistência técnica e de fomento. notadamente da proteção e recuperação do solo. decorrente dos incentivos especiais.a prioridade na concessão de benefícios associados a programas de infra- estrutura rural. através da concessão de crédito rural e de outros tipos de financiamento. II . com a finalidade de suprir a demanda interna da propriedade e a demanda de minimização do impacto sobre florestas nativas. pelas instituições financeiras.sofrer limitações ou restrições no uso de recursos naturais existentes na sua propriedade. ouvida a Fundação Natureza do Tocantins .

Ficam isentas desse registro as pessoas físicas que utilizam lenha para uso doméstico ou produtos destinados a trabalhos artesanais e ainda aqueles que têm por atividade a apicultura. aproveitamento industrial. 14. (Revogado tacitamente pela Lei nº 1236. Art. 15. excetuando-se as hipóteses previstas no art. consideradas. utilizem. Parágrafo único. 15. § 2º. de 29/06/2001. as pessoas físicas ou jurídicas que explorem. de material lenhoso ou de outros produtos e resíduos florestais decorrentes do desmatamento.NATURATINS. Art. qualquer tipo de desmatamento necessário ao uso alternativo do solo. será projetado e executado com o objetivo de prover o manejo sustentado das espécies e ecossistemas locais e assegurar um meio ambiente ecologicamente equilibrado. inclusive quanto aos resíduos. *Art. O plano de que trata o caput deste artigo. colhido ou extraído deve ser dado aproveitamento sócio-econômico. Qualquer tipo de exploração florestal no Estado dependerá de prévia autorização do Projeto pela Secretaria da Agricultura e devida autorização da Fundação Natureza do Tocantins – NATURATINS. consumam. desde que provenientes de utilização de desmates ou de explorações legítimas.236. comercial ou outras finalidades somente poderá ser feita através de plano específico. § 1º. susceptíveis de corte ou de utilização para fins de carvoejamento. 13 do Código Florestal Brasileiro. O aproveitamento de madeira. será proibida a destoca. de que trata o caput deste artigo. produtos e subprodutos da flora. permitida mediante aprovação pela Fundação Natureza do Tocantins -NATURATINS. A exploração de florestas nativas primárias ou em estágio médio ou avançado de regeneração. deverá ser fiscalizado e monitorado pela Fundação Natureza do Tocantins – NATURATINS. a que se refere o caput deste artigo. A todo produto e subproduto florestal cortado. 12 Art. 13. sendo. Qualquer projeto de exploração florestal no Estado dependerá de prévia autorização do NATURATINS. *Art 15 com redação determinada pela Lei nº 1. § 1º. sob qualquer forma. Ficam obrigadas ao registro e sua renovação anual. Parágrafo único. 17. 16. Art. por lei. de 29/06/2001. O Poder Executivo estabelecerá critérios para aproveitamento de resíduos florestais. industrializem ou comercializem. . transformem. em casos especiais.) Art. na Fundação Natureza do Tocantins . Nas florestas. Depende de prévia autorização do Conselho Estadual do Meio Ambiente – COEMA-TO.

NATURATINS será efetuado sem pagamento de taxas e emolumentos.utilização de matéria-prima de origem nativa. as empresas referidas no caput deste artigo. 17 desta Lei. utilizem ou sejam consumidoras de produtos ou subprodutos florestais.000 m3 (quatro mil metros cúbicos) de carvão. com o percentual máximo de setenta por cento de seu consumo. deverão promover a formação ou a manutenção de florestas próprias ou de terceiros. § 3º. observados seus respectivos índices de conversão e normas aplicáveis. Para cumprir a obrigação de auto-suprimento.NATURATINS. Art. ainda que estejam paralisadas. não superior a sete anos e respeitado o mínimo de cinco anos.NATURATINS. além do disposto no § 1º deste artigo.para se atingir o saldo remanescente necessário a fim de se completar o auto-suprimento pleno. 13 § 2º. § 1º. II . 13 da presente Lei. que industrializem.NATURATINS. prevista no art. cujo volume anual seja igual ou superior a 12. no ato do registro previsto no art. da presente lei.prazo entre cinco e sete anos para atingimento do auto-suprimento pleno. beneficiem. o registro na Fundação Natureza do Tocantins . com o percentual mínimo de trinta por cento de seu consumo em 1996. apresentarão. No ato de seu registro. incluindo seus respectivos resíduos ou subprodutos. obedecidos os seguintes parâmetros: I . será fixado o prazo pela Fundação Natureza do Tocantins . referidas no art. em quantidades decrescentes. em quantidades crescentes. sob as penas previstas no § 4º deste artigo. com especificação dos programas previstos para plantio e para manejo sustentado. comercializem. cronograma próprio. capazes de abastecer o seu consumo integral. As pessoas físicas ou jurídicas. II . III . a empresa apresentará o seu plano de auto- suprimento. desde que provenientes de exploração licenciada. Para as empresas que já tenham iniciado as suas atividades na data da publicação desta Lei. a partir do ano subseqüente ao da edição da presente Lei. 11. cem por cento. 18.000 (doze mil) estéreos de lenha ou 4. a empresa poderá consumir os produtos de mercado.utilização de matéria-prima proveniente de florestas de produção. descritas no art.durante o decurso do prazo remanescente. que deverão ser cumpridos nos prazos estipulados nesta Lei. da presente lei. 17. observar-se-ão. . as seguintes normas: I . salvo as hipóteses a serem definidas pela Fundação Natureza do Tocantins . assim definidos pela Fundação Natureza do Tocantins . § 2º. Para as pessoas físicas ou jurídicas que tiverem registro idêntico em órgão federal. referido no inciso anterior.

A comprovação da alienação a que se refere o parágrafo anterior acarretará correspondente crédito ao alienante. § 10. § 8º. independentemente da data do início das atividades. § 7º. se a execução do projeto for inferior a cinquenta por cento do programado até o ano. 11 desta Lei. o consumo de produtos florestais equivalente à média de consumo apurado nos últimos três anos de atividade e a capacidade instalada. § 11. Na falta de plantio ou de manejo sustentado. no ato do seu registro. atingir o suprimento pleno no ano de 2002. ou na execução deste em percentual inferior a setenta por cento do previsto. . por pena pecuniária equivalente ao seu custo corrigido. A alienação a terceiros de resíduos ou produtos florestais resultantes das atividades a que se refere o caput deste artigo. até o ano considerado.NATURATINS. 14 § 4º. § 6º. Para as empresas que venham a iniciar suas atividades após a publicação desta Lei. o órgão competente deverá considerar a produtividade florestal alcançada nos projetos sob responsabilidade da empresa. § 12. na proporção equivalente à sua participação na sucessão. deverá considerar. obrigará seus consumidores ao cumprimento do disposto nesta Lei. além do disposto no § 1º deste artigo. A composição do auto-suprimento previsto no parágrafo anterior deverá ser feita mediante projetos aprovados para implantação de florestas compatíveis com os abastecimentos anuais. a sucessora ou arrendatária fica obrigada a executar a obrigação de auto- suprimento. apurado de acordo com os respectivos índices de conversão e normas definidas pela Fundação Natureza do Tocantins - NATURATINS. § 9º. conforme disposto no art. a Fundação Natureza do Tocantins . sem prejuízo da obrigação de novos plantios para auto-suprimento. O auto-suprimento dos percentuais mínimos deverá ser composto por florestas de produção. proporcionalmente. devendo. correspondente à omissão. § 5º. O não-cumprimento das obrigações dispostas nos parágrafos anteriores implicará a substituição do plantio. aos limites do que tiver plantado. Para efeito do cálculo da área a ser plantada e da obrigação de auto- suprimento. a comprovação da disponibilidade de matéria-prima florestal capaz de garantir o seu abastecimento de acordo com o potencial dos recursos florestais do Estado. a licença de funcionamento da empresa será restrita. facultada a opção por um plantio equivalente a cento e vinte por cento do que seria devido e não executado. ou cancelada a licença. e poderá ser feito diretamente ou através de empreendimentos executados por terceiros. Na ocorrência de sucessão de empresa ou de arrendamento de instalações industriais.

15 § 13. 17. é obrigatório o plantio de três por cento da área com espécies nobres ou protegidas por lei. da presente Lei. § 3º. poderão formar ou manter florestas para efeito de reposição. Art. terá o início da sua execução no ano agrícola subseqüente ao de consumo. ou através de participação em empreendimentos de terceiros ou sistemas cooperativos. O recolhimento dos recursos a que se refere este artigo deverá ser feito previamente. O Poder Executivo criará mecanismos que permitam. quando executada pelo próprio interessado ou quando contratada com terceiros. 18. determinadas pela Secretaria da Agricultura e Fundação Natureza do Tocantins . Art. deverá ser feita. desde que não sejam obrigadas ou que não optem pelo plantio próprio. II . A reposição florestal poderá ser executada diretamente pelas próprias pessoas físicas e jurídicas. optar pela participação em projetos públicos de recuperação florestal de áreas degradadas ou devastadas em contrapartida às obrigações estatuídas nesta Lei. necessariamente. com espécies equivalentes àquelas consumidas ou através de projetos de recomposição florestal aprovados pela Secretaria da Agricultura e Fundação Natureza do Tocantins . ou pela forma prevista no art.NATURATINS. § 2º. § 3º. A reposição florestal. no mínimo. § 1º. . 19 desta Lei. § 2º. ao pequeno consumidor. seis meses. 19.cinquenta por cento para recomposição florestal e formação de florestas sociais. A reposição florestal. a que se refere o caput deste artigo. prontos para uso final. em compensação pelo consumo de matérias-primas florestais. e outros. para atendimento ou utilização prevista para.000 m3 (quatro mil metros cúbicos) de carvão por ano. madeiras serradas. § 1º. Ficam isentos desse recolhimento o uso de lenha para consumo doméstico.000 (doze mil) estéreos por ano ou 4.cinquenta por cento para desapropriação e implantação de unidades de conservação estaduais e municipais. As pessoas físicas ou jurídicas enquadradas no art. O Poder Executivo estabelecerá mecanismos destinados a arrecadar recursos das pessoas físicas ou jurídicas cuja utilização. e que não se enquadram no seu art. Nos projetos de reflorestamento. aparelhadas. desde que procedentes de pessoas físicas ou jurídicas que tenham cumprido as obrigações estabelecidas nesta Lei.NATURATINS. produtos acabados. de acordo com a localização da área a ser reflorestada. Os recursos arrecadados na conta a que se refere este artigo terão a seguinte destinação: I . § 4º. 20. comercialização ou consumo de produtos ou subprodutos florestais seja inferior a 12.

campos rupestres e áreas de relevante interesse ecológico . Art. A exploração dos recursos naturais. II . área total da propriedade e características. 21. da Fundação Natureza do Tocantins - NATURATINS. da Fundação Natureza do Tocantins .quanto ao desmate. nas veredas. espécie. ouvido. região. pela nota fiscal com menção expressa. deverá ser feita. volume. . sem prejuízo da reparação do dano ambiental e de outras sanções legais cabíveis. valores envolvidos. 16 Art. obrigatoriamente. consumo ou uso. quantidade. 24. tendo como referência os seguintes parâmetros conforme regulamentação a ser baixada pelo Poder Executivo: I . o dolo ou a culpa. que pode constar de carimbo nesta aposto. da presente Lei. preferencialmente. nas áreas de relevante interesse ecológico. § 1º. à licença respectiva do ato anterior concedida ao fornecedor ou ao produtor rural. 23. extensão. peso. nas cavernas e em seu entorno.remanescentes de veredas. mediante a licença respectiva. § 2º.COEMA-TO. sua certidão ou fotocópia autenticada. bem como qualquer outro tipo de alteração desses ecossistemas. cavernas. o seu grau. o seu excepcional valor ecológico. de acordo com a lei que regula a matéria.multa calculada conforme a natureza da infração.quanto ao transporte. destocamento e demais atos que dependam da autorização formal. A utilização dos recursos existentes nos campos rupestres. somente poderão ocorrer com prévia autorização da Fundação Natureza do Tocantins . O Poder Executivo instituirá documento apropriado para acobertamento do transporte. nos limites do Estado e. no território do município produtor. 22. a sua finalidade. dependerá de licenciamento. 19. Parágrafo único. preliminarmente. estoque. o Conselho Estadual do Meio Ambiente .ficam sujeitos à proteção estabelecida em lei.NATURATINS. o nível de esclarecimento e sensibilidade do infrator à autuação e exigência de reposição ou reparação devida. As ações ou omissões contrárias às disposições desta Lei sujeitam os infratores a penalidades. unidade. A cobertura vegetal e os demais recursos naturais dos ecossistemas especialmente protegidos nos termos da legislação . área. bem como a respectiva proposta ou projeto de reparação. A reposição florestal prevista no art. Art. movimentação e armazenamento do produto e subproduto florestal. Art. A comprovação de exploração autorizada se faz: I .NATURATINS.

permanecerá sob a forma de caução.NATURATINS.apreensão. concorra para a prática de infração ou para dela obter vantagem. com a indicação do fato. licença ou registro. As multas previstas nesta Lei serão estabelecidas em ato próprio e poderão ser parceladas em até 5 (cinco) vezes. será passível de representação para abertura de processo disciplinar junto ao órgão de classe fiscalizador da profissão. no caput deste artigo. quando for o caso. do seu enquadramento legal. apresentação de caução nos termos da lei. § 6º.interdição ou embargo. a conversão de até cinquenta por cento do valor da multa aplicada no custo de execução do projeto de reparação que. da penalidade e do prazo para defesa. IV . nesta hipótese. a multa será aplicada em dobro. independentemente de depósito ou caução.suspensão. incidirão sobre os autores. § 4º. . a critério da Fundação Natureza do Tocantins - NATURATINS. Caberão à Fundação Natureza do Tocantins . de qualquer modo. § 8º. § 5º. sejam eles diretos ou quem. sem prejuízo de outras penalidades. As penalidades previstas. § 1º. Se a infração tiver como causa mediata ou imediata a participação de técnico responsável. § 1º. corrigindo-se o débito. Será cancelado o registro. III . independentemente de outras cominações aplicáveis. relativamente aos créditos constituídos. V . 17 II . § 2º. § 7º. Será admitida. a autorização ou a licença da pessoa física ou jurídica que reincidir na pena de suspensão. Art. Constatada a reincidência. em desacordo com as normas vigentes. praticar as infrações. de preceito cominatório. Admitir-se-á. devidamente corrigida. O autuado terá o prazo de trinta dias para oferecer defesa.cancelamento de autorização. § 2º. VI . as ações administrativas pertinentes ao contencioso e a propositura das execuções fiscais.ação civil pública. 25. As penalidades do artigo serão aplicadas a quem. As infrações a esta Lei serão objeto de auto de infração. § 3º.

sendo criado o Instituto Natureza do Tocantins( Lei nº 858. fusão. Parágrafo único. acompanhada de amplo processo de divulgação e explicação do seu conteúdo e dos princípios de conservação da natureza. 30. incluindo-se os custos operacionais que não tenham como base o fato gerador de taxa florestal. O Poder Executivo regulamentará a presente lei no prazo de noventa dias. Art. 29. contados de sua publicação. após o vencimento do prazo para a concessão solicitada. de 21/04/1989. bibliotecas públicas. O Poder Executivo instituirá os emolumentos e outros valores pecuniários necessários à aplicação desta Lei. das obrigações florestais anteriormente assumidas e que constarão. de qualquer modo. referida no caput do artigo. Revogam-se as disposições em contrário. 107º da República e 7º do Estado. prefeituras municipais. afete o controle e a composição ou os objetivos sociais da empresa não a eximirá. fica autorizada a execução do ato. Art. autorizações. de forma obrigatória para todas as escolas de 1º. Nas áreas susceptíveis de exploração. sindicatos e associações de proprietários e trabalhadores rurais do Estado. 32. os prazos para concessão de licenças. Caberá pedido de reconsideração. 31. obrigatoriamente. Art. serão fixados em regulamento e improrrogáveis. ao Conselho Estadual do Meio Ambiente . consórcio ou outra forma de alienação que. Art. Esta Lei deverá ser distribuída gratuitamente. 26. 28. registros. JOSÉ WILSON SIQUEIRA CAMPOS Governador do Estado *Obs: A Fundação Natureza do Tocantins foi extinta pela Lei nº 29.COEMA-TO. 2º graus e superiores. ou à sua sucessora. . públicas e privadas. 174º da Independência. de 26/07/1996 ) que assumiu os direitos. por incorporação. dos instrumentos escritos que formalizarem tais atos. contra a decisão da Fundação Natureza do Tocantins - NATURATINS. Art. em Palmas. 27. obrigações e patrimônio da referida Fundação. Art. A transformação. cisão. aos 07 dias do mês de julho de 1995. Palácio Araguaia. O protocolo do respectivo pedido constitui prova e. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. bem como para outros procedimentos administrativos previstos nesta Lei. no prazo de vinte dias. os quais deverão ser levados a registro público. 18 § 3º. Art.