A INFLUÊNCIA DAS REDES SOCIAS EM NOSSA VIDA: UMA BREVE

DISCUSSÃO

FABIO DE SENA MONTEIRO PEREIRA – MATRÍCULA: 92174

Nos dias de hoje vivemos cercados de tecnologia, tudo está conectado. A
informação sobre o que acontece do outro lado do mundo está à nossa
disposição ao clicar do mouse ou a um toque na tela do smartphone. Essa nova
maneira que obter a informação influencia diretamente nossas vidas, tanto no
aspecto político-cultural, quanto na religião e também economia.
Podemos considerar como um marco na era da informação (em específico
tratando-se de redes sociais) o surgimento do Facebook, em fevereiro de 2004.
Talvez na época, seus criadores não tinham ideia do quão importantes as redes
sociais (e não somente o Facebook) se tornariam em nossas vidas. Em pouco
mais de oito anos, mais especificamente em outubro de 2012, o Facebook atingiu
a marca de 1 bilhão de usuários. Esse foi um crescimento bastante rápido, se
considerarmos que a internet ainda estava “engatinhando” em 2004. Embora o
Facebook não tenha sido a primeira rede social a ser criada, seu exemplo é
notável, visto que hoje é a rede com maior número de usuários.
O motivo principal de as redes sociais terem se tornado tão populares é o
fato de que elas tiram seus usuários da “passividade”, uma vez que ao invés de
somente consumir informação, temos a possibilidade de criar a informação,
sermos a fonte dela. A partir do momento que compartilhamos nosso dia-a-dia,
os fatos que acontecem na comunidade, ou ainda nossas opiniões sobre os
assuntos do momento, contribuímos ativamente para a manutenção da rede,
pois abrimos as portas para o debate, interação com outras pessoas.
A possiblidade de reagir e comentar o conteúdo compartilhado é algo que
nos transforma, porque na medida que tomamos conhecimento da opinião do
outro, podemos muitas vezes refletir e formar nossa própria opinião, ou caso já
tenhamos uma posição firme sobre o assunto, argumentar e expor nossas ideias,
de forma a sermos nós os formadores de opinião. Esse é um ponto chave de
discussão, quando o assunto são as redes sociais. Se por um lado esse
intercâmbio de opiniões nos enriquece, ao mesmo tempo, nos deparamos com
discussões sem sentido, ofensas pessoais, intolerância política, religiosa e de

seja para reforçarmos nossas crenças ou ainda. Essas pessoas são pagas por marcas para expor produtos a seus seguidores. a internet (a “casa” das redes sociais) é livre e sem censura e qualquer um pode expor suas ideias. que muitas vezes ainda exigem exclusividade no segmento. Isso ocorre. de que essas pessoas realmente influenciam seus seguidores. pois quando usamos um produto e gostamos sentimos que devemos compartilhar com os outros. outra mudança significativa que ocorreu (e ocorre constantemente) é a com a forma que consumimos produtos e gastamos nosso dinheiro. Deixando de lado a parte “ruim” das redes sociais. formadores de opinião. parte das nossas vidas. Esse ciclo de consumo e exposição da opinião sobre produtos específicos inclusive já virou negócio. para que tenham o mesmo sentimento. O problema realmente está nas pessoas e é nisso que devemos focar para tornar nossa convivência virtual algo positivo para todos. . A menos que nos abstenhamos completamente do uso das redes. e movimentamos a economia em geral.gênero. podemos concluir que as redes sociais são agora. Isso se dá também pelo fato de podermos expor nossas opiniões e ideias de forma livre nas redes. caso contrário não seriam procuradas por diferentes marcas. sem censura. A partir desta breve discussão. Um ponto importante a ser frequentemente discutido é sobre o lado negativo das redes. além do aspecto cultural discutido anteriormente. mudar nossas opiniões. qualquer contato com elas é capaz de nos moldar. Essa discussão pode vir de forma a conscientizar as pessoas a usarem as redes de forma produtiva. E isso é um indicador. como por exemplo com os chamados “digital influencers” que são pessoas famosas nas redes. pois algo que nunca vai mudar é a liberdade que a internet proporciona. aceitar ideias diferentes. pois.