Cartilha de Destinação de

Materiais Veiculares AEA

.......................................................... 6 6.................... 6 6.................... 4 6.............................................................. Referências Consultadas ... Considerações Finais ........... 2 5...................................................... Considerações.......................1 2.......... Etapa de desmontagem .................. Shredder ............... 7 7................................................. Fluxo de desmontagem e reciclagem .............................. Introdução ..................................................................................................................Índice Analítico 1......................3... 7 ................................................................... Composição do veículo........ 1 3. 4 6.............. Objetivos ............................................................................................................................... 5 6...........................................................................5............................2.......... 2 4.............. Tratamento pós Shredder ......................... 4 6.......1............. 7 8..................................................4.................................................................... Pré-tratamento ............. Contexto ............. Centro de Reciclagem Veicular.........................................

Considerando que existem em média 3 mil empresas espalhadas pelo país. plásticos. fortalecendo o mercado da reciclagem de materiais gerados no final da cadeia de consumo do veículo. Considerando a criação do ‘manual de destinação de materiais’ solicitada pela diretoria/presidência da AEA. Considerando que todo o material desenvolvido nesta comissão será encaminhado aos: Ministério do Desenvolvimento. papelão. Esta cartilha tem como objetivo introduzir a prática da destinação ambientalmente correta dos diversos materiais provenientes de veículos. metais não ferrosos. dada a sua quantidade e composição nobre. vidros. Ministério das Cidades. madeiras. Indústria e Comércio Exterior. Considerando à atual legislação de desembaraço e baixa do veículo nos órgãos de trânsito é um entrave ao processo de reciclagem. 2. Considerando que o processo produtivo gera metais. Introdução Esta cartilha foi produzida pela Comissão Técnica de Reciclagem Veicular e pretende apresentar um modelo tecnicamente viável. Considerações Considerando que apenas 1. Considerando os projetos de governo para o controle de emissões de veículos (I/M) e segurança veicular (ITV) como fonte geradora de unidades para descarte. vidros. plásticos. Considerando que o método utilizado para separação deste material é feito por trituração (shredder) e coleta magnética. que se tratadas adequadamente podem retornar à cadeia de produção. Denatran e Ministério do Meio Ambiente.Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares 1. Página 1 .com capacidade técnica e jurídica para operar neste processo.5% da sucata de ferro e aço tem como origem automóveis descartados. Considerando que um veículo é composto por metais ferrosos. fluídos. como recomendação mínima necessária para inicializar o processo de reciclagem no país. borrachas. entre outros. agregando valor e diminuindo os impactos ambientais de toda a cadeia de insumos. Considerando a falta de legislação específica de abrangência nacional que incentive e regulamente a reciclagem de veículos. para a gestão de materiais de veículos inservíveis sendo estes recicláveis ou não. Os veículos em final de uso são fontes ricas de matérias-primas. em conformidade com as legislações vigentes no país. tecidos e outros. borrachas.

a frota brasileira de veículos e comerciais leves é estimada em 43. as regiões Sudeste e Sul possuem as maiores frotas do país. Enquanto a média de idade da frota nacional é estimada em 12.0 anos de idade. Objetivos Considerando que o veículo em final de uso não é um resíduo e sim uma fonte de matérias- primas. 4. Conforme ilustra a figura 1.4 anos. enquanto nas regiões Nordeste e Norte as frotas têm média de 10. minimizando a necessidade de aterros. com número de veículos superior ao total das frotas das regiões Sul e Nordeste somadas. assim como o uso de recursos naturais.3 e 13. O estado de São Paulo é o detentor do maior parque circulante do país [1]. o Fomentar a sustentabilidade. Contexto Segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).5 milhões de unidades [1].3 e 9. o Promover o desenvolvimento do mercado de reciclagem de materiais. As regiões Sudeste e Sul são responsáveis também pela maior parte da frota nacional com mais de 10 anos de idade. Página 2 .8 anos. A região Centro-oeste possui frota com idade média igual a 11. esta cartilha tem como objetivo: o Reduzir o impacto sócio-ambiental proveniente dos veículos em final de uso.Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares 3. As demais regiões possuem uma frota mais nova. atualmente. dos quais cerca de 45% têm mais dez anos. com o aproveitamento máximo dos materiais. com respectivamente 55% e 21%.8 anos respectivamente. as regiões Sudeste e Sul possuem frotas com idade média igual a 13. respectivamente [2].

toda a cadeia de suprimentos e produção de veículos vem se reestruturando. desenvolvendo novas tecnologias. que cresceu em média 8. O Brasil gasta R$ 8 bilhões por ano por não reciclar. Outro aspecto relevante diz respeito à segurança veicular e de trânsito. Fonte: Denatran. econômica e menos poluente. uma questão se sobressai neste contexto: qual destino será dado aos veículos inservíveis retirados de circulação? É neste contexto que esta Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares se insere. ambiental e econômica. são esperados benefícios importantes nas áreas social.5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional [7]. Certamente são Página 3 . desmontagem. em expansão. Segundo a Universidade de Brasília (UnB). com destaque à Comunidade Européia. No início dos anos 2000. traz benefícios claros para toda a sociedade. a participação dos veículos com mais de 20 anos de fabricação caiu de 9% para 4. Porém.4% ao ano. Durante este período. A diminuição relativa do número de veículos antigos na frota. refletiu positivamente sobre a idade da frota nacional de veículos. valor que poderia ser redirecionado para resolver a questão do manejo adequado dos resíduos sólidos [6]. O momento econômico vivido pela economia nacional. entre 2001 e 2010 [4]. beneficiando assim toda a sociedade. cerca de 2. os acidentes de trânsitos geram custo da ordem de 20 bilhões de reais por ano. Modelos de reciclagem veicular vêm sendo implantados em todo o mundo. apenas 20% da frota nacional possuía menos de três anos de uso. onde tem-se alcançado níveis de reaproveitamento de materiais da ordem de 85% em massa [5]. sobretudo da indústria automobilística.Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares Centro-Oeste 8% Espírito Santo 2% Minas Gerais 11% Rio de Janeiro Sul 8% 21% Suldeste 55% São Paulo 35% Nordeste 12% Norte 3% Fig. tomando como base um modelo mundialmente consolidado para a despoluição. Nov 2011. Com a implantação deste modelo de reciclagem veicular. reciclagem e tratamento de um veículo em final de uso. Uma frota mais moderna é mais segura. hoje 28% dela têm até três anos de uso. 1: Distribuição regional da frota total.4% [3] da frota. Além disso. eliminando substâncias perigosas e acelerando a evolução de processos de reciclagem. devolvendo materiais de alto valor agregado para a cadeia de insumos de materiais.

5. para garantir que todos os seus materiais tenham um destino ambientalmente seguro e economicamente favorável. Essas etapas serão expostas a seguir. picotamento e tratamento pós shredder. considerando veículos novos. tratá-los e desmontá-los. Página 4 . Composição do veículo Os veículos são compostos por pelo menos 75% de metais. quase metade da frota de veículos e comerciais leves do país possui mais de dez anos de uso [1]. desmontagem. De modo geral. Muito embora ainda não existam dados suficientes de quantificação de pessoal ocupado e renda.Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares imensuráveis as perdas em lesões e vidas humanas. pode-se. técnicos e econômicos. os veículos recolhidos passarão por quatro etapas: pré-tratamento. borrachas etc. os indicadores viários sugerem que veículos mais velhos são mais propensos a envolvimento em acidentes graves do que os veículos mais novos. além de outros materiais como plásticos. Centro de Reciclagem Veicular Os centros de reciclagem de veículos são aspectos fundamentais necessários ao processo de tratamento de veículo em final de uso. Como indicado anteriormente. Merece especial relevo a atividade econômica que terá lugar no âmbito da reciclagem de veículos em final de uso. Tipo de Material Percentual (%m/m) Metais 75 (mín) Polímeros (exceto elastômeros) 13 Elastômeros 5 Vidros 2 Fluídos 2 Outros 3 6. vidros. dizer que terá efeito expressivo de reaproveitamento de bens industriais em termos ambientais. desde logo. Os Centros de Reciclagem Veicular (CRVs) deverão ser responsáveis por receber os veículos inservíveis. Veja abaixo a distribuição dos diversos tipos de materiais no veículo. Além disso. pode-se dizer que nos CRVs. do seu transporte à entrega das matérias-primas recuperadas em retorno ao ciclo econômico. que são facilmente recicláveis. a partir das quais os materiais e componentes separados serão destinados às usinas de reciclagem ou tratamento. Tabela 1: Composição aproximada de materiais de um veículo típico.

2.R. denominada de pré-tratamento. propriamente dita. retirados todos componentes ambientalmente perigosos e outros.1. diferencial. Fluxo de desmontagem e reciclagem A desmontagem de um veículo em final de uso inicia-se com a sua despoluição.* Picotamento Coletor Pré-tratamento Desmontagem (Shredder) Conforme Fluff Item 6. Este resíduo. direção hidráulica. amortecedores o Fluídos de freio Página 5 . Após a trituração é feito a separação da fração metálica (ferrosa e não ferrosa). baseia-se na remoção de peças e componentes passíveis de serem reciclados. que é 100% reciclável. Depois da despoluição (pré-tratamento) e desmontagem. transmissão. Montadora Reciclagem Conforme Metais ferrosos Usuário e não ferrosos Item 6. Pré-tratamento A etapa de pré-tratamento engloba a remoção dos seguintes materiais do veículo: • Fluídos: o Combustíveis: gasolina. diesel o Óleo de motor. são drenados todos os fluídos.Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares 6.2 Tratamento. o veículo é encaminhado às shredders que fazem a trituração do veículo. O restante forma um resíduo conhecido como “shredder fluff”. etanol hidratado combustível. 6. pode ser incinerado para geração de energia. A desmontagem.3 C. por sua vez. reciclado ou aterrado.V. Nessa etapa. incineração e * .Fronteira de atuação técnica do Centro de Reciclagem Veicular aterro Figura 3: Fluxo de desmontagem e reciclagem de um veículo em final de uso nos CRVs.

Air Bag) 6. também chamado Hulk (carcaça semi-desmontada). 6. o restante. de forma Página 6 .Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares o Líquido de arrefecimento. Etapa de desmontagem A etapa de desmontagem é o estágio opcional destinado à remoção das peças passíveis de serem recicladas uma vez que o veículo é composto por materiais recicláveis e que podem ser desmontados e encaminhados para a reciclagem se soluções técnicas de reciclagem estiverem disponíveis no mercado.3. Sugere-se a separação por tipo de material conforme a seguir: o Gasolina o Diesel o Álcool o Óleos (motor. O shredder é um sistema utilizado em escala industrial para reduzir as dimensões dos veículos em final de uso. Shredder Após a despoluição e a desmontagem do veículo. direção hidráulica e amortecedor) o Fluído de freio o Líquido de arrefecimento (água do radiador) e líquido do limpador de parabrisa o Gás refrigerante • Baterias • Filtros de óleo e combustível • Tanques de: o Gás liquefeito de petróleo (LPG) o Gás natural comprimido (CNG) • Pneus • Conversor catalítico • Peso balanceador da roda (em chumbo – Pb) • Extintor de incêndio Acrescido de: • Neutralização dos componentes com potencial explosivo (ex. transmissão. limpador de parabrisa o Gás refrigerante Os fluídos devem ser recolhidos e separados por tipo de material e armazenados adequadamente.4. vai para a estação de picotamento. Sugere-se que a seleção de peças a serem desmontadas do veículo sigam os seguintes critérios: • Facilidade de acesso e desmontagem • Composição do material (componentes produzidos com um único material são mais recicláveis que componentes com dois os mais tipos de materiais) • Potencial tecnológico e econômico para o aproveitamento das matérias primas do componente. o shredder.

org. que se tratadas adequadamente podem diminuir o volume de materiais descartados.htm. Neste caso. 7. Além disso.pdf. acesso em out/2011 Página 7 . o processo de reciclagem apenas deve ser considerado. deve ser considerado. devido ao seu alto poder calorífico. fomentando o mercado da reciclagem de materiais.Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares a facilitar a sua reciclagem. já disponíveis. 6. Anuário estatísitico – Disponível em: http://www. com permanente incorporação da evolução tecnológica. acesso em nov/2011 [2] FENABRAVE 2010 .denatran. a fração metálica. Considerações Finais Espera-se com esta Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares. 8.fenabrave. A implementação deste processo pode ser promissora quanto a geração de recursos e empregos para a sociedade. pode ser separada e recuperada. Por meio do picotamento da carcaça semi-desmontada do veículo. se este mostrar-se economicamente viável. com o objetivo de encaminhá-los à reciclagem. Tratamento pós Shredder O material resultante da separação dos metais.5. Deve-se trabalhar com o objetivo de devolver o máximo de materiais ao ciclo econômico. a atuação dos CRVs deve ser fiscalizada e controlada dentro das normas técnicas e ambientais. porém. os materiais terão uma destinação ambientalmente segura e sustentável. Estatísticas frota 2011 – Disponível em: http://www. o resíduo restante do shredder fluff pode ser encaminhado para usinas termo-elétricas para a produção de energia elétrica ou qualquer outra destinação ambientalmente correta. na medida que ganhe dimensão e escala. sendo boa parte deles recicláveis.gov. ferrosa e não ferrosa. na forma de matérias-primas ou para a geração de energia. criado por esta comissão da AEA se possa introduzir a prática da destinação ambientalmente correta dos diversos materiais provenientes de veículo em final de uso. sendo então destinada às usinas siderúrgicas para reciclagem.br/frota. o emprego de tecnologias de separação destes materiais. Referências Consultadas [1] DENATRAN. Os veículos em final de uso são fontes ricas de matérias-primas. chamado de shredder fluff. é composto principalmente por polímeros.br/principal/pub/Image/20110614100628anuario2010. 2011 . Entretanto. Em todas as hipóteses. Desta forma.

de 31 de julho de 1990. 129 e 130. edição número 115. Edição Número 121 [11] BRASIL. 19.fgv. 20. Portarias [13] BRASIL.ec.cntdespoluir. Legislação Para óleo lubrificante Resoluções [10] BRASIL. acesso out/2011. págs. 73 e 75. Resolução CONAMA n° 362 de 23 de junho de 2005. o exercício da atividade de rerrefino de óleos lubrificantes minerais usados ou contaminados. acesso em out/2011. Seção 1. Página 8 .net/category/production-statistics/. 2011 – Disponível em: http://oica. Revoga a Resolução nº9/93 e dispõe sobre o recolhimento.P DF?sequence=1. [7] Fundação Getúlio Vargas (FGV) apud Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) – Disponível em: http://bibliotecadigital. Resolução ANP nº.Disponível em: http://epp.br/Lists/Contedos/DispForm. coleta e destinação final de óleo lubrificante. Publicada no Diário Oficial da União de 19 de junho de 2009 – RETIFICADA no Diário Oficial da União de 31 de agosto de 2009. Seção 1. de 05 de novembro de 1998.br/dspace/bitstream/handle/10438/6615/JOSE%20MILIT%C3%83O. acesso ou/2011. de 18 de junho de 2009. Estabelece os requisitos necessários à autorização para o exercício da atividade de coleta de óleo lubrificante usado ou contaminado e a sua regulação.europa. Resolução ANP nº. Portaria ANP nº 159. Determina que o exercício da atividade de rerrefino de óleos lubrificantes usados ou contaminados depende de registro prévio junto à Agência Nacional do Petróleo. págs. [12] BRASIL. Publicada no Diário Oficial da União de 1 de agosto de 1990.eu/portal/page/portal/waste/data/wastestreams/elvs.html. Estabelece os requisitos necessários à autorização para o exercício da atividade de rerrefino de óleo lubrificante usado ou contaminado. Portaria Minfra nº 727. de 18 de junho de 2009. e a sua regulação.aspx?ID=2975.com/carros/noticia/2010/05/frota-de-automoveis-no-pais-fica-proxima-aos- padroes-da-europa. [14] BRASIL. páginas 128.globo.org. 71 e 72. 2011 – Disponível em: http://g1. [4] OICA. Autorizar pessoas jurídicas.eurostat. [6] CNT – DESPOLUIR – Programa Ambiental do Transporte – Disponível em: http://www. Publicada no Diário Oficial da União em 27/06/2005. Edição n° 115. Seção 01. acesso out/2011 [5] EuroStat . Publicada no Diário Oficial da União de 19 de junho de 2009.Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares [3] AUTOPEÇAS apud Sindipeças. acesso out/2011. Publicada no Diário Oficial da União de 06 de novembro de 1998. Environmental Data Centre on Waste .

Página 9 . de 23 de junho de 2005. 13 e 14 da portaria a Portaria ANP nº 125. Publicada no Diário Oficial da União de 02 de agosto de 1999 e Republicada no Diário Oficial da União de 30 de setembro de 1999. Publicada no Diário Oficial da União de 02 de agosto de 1999 e Republicada no Diário Oficial da União de 30 de setembro de 1999. 362. [19] BRASIL. Altera os artigos 1º. Publicada no Diário Oficial da União do dia 29 de setembro de 1999 [21] BRASIL. Portaria ANP nº 162. 11. 10. a coleta e a destinação final de óleo lubrificante usado ou contaminado. 5º e 6º da Portaria ANP nº 126. Publicada no Diário Oficial da União de 27 de abril de 2000 . de 30 de julho de 1999. Altera o inciso III do art. coleta e destinação final do óleo lubrificante usado ou contaminado. 4º. de 29 de agosto de 2007. 4º da Portaria ANP nº 127. de 30 de julho de 1999. Portaria ANP nº 71. Altera os artigos 3º. bem como sua destinação final de forma adequada. Dispõe sobre o rerrefino de óleos lubrificantes usados ou contaminados. de 28 de setembro de 1999. 5º e 6º da Portaria ANP nº 127. Regulamenta a atividade de recolhimento. os artigos 4º. [18] BRASIL. 31. Portaria interministerial MME/MMA nº. nº 81-E p. 464. que dispõe sobre o recolhimento. [17] BRASIL. pelo correspondente custeio da coleta efetivamente realizada. Publicada no Diário Oficial da União de 02 de agosto de 1999 e republicada no Diário Oficial da União de 28 de abril de 2000. 2º.Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares [15] BRASIL.I. [23] BRASIL. Portaria ANP nº 125. Portaria ANP n° 128. de 30/07/99. Portaria ANP n° 127. organizada de acordo com as leis brasileiras. [22] BRASIL. [16] BRASIL. Dispõe que os produtores e os importadores de óleo lubrificante acabado são responsáveis pela coleta de todo óleo lubrificante usado ou contaminado. ou alternativamente. de 28 de setembro de 1999. Institui Grupo de Monitoramento Permanente para o acompanhamento da Resolução Conama nº. os artigos 4º.S. 9º. Estabelece a regulamentação a atividade industrial de rerrefino de óleo lubrificante usado ou contaminado a ser exercida por pessoa jurídica sediada no País. Publicada no Diário Oficial da União de 26 de fevereiro de 2007. de 30 de abril de 1999. de 30/07/99. de 30 de julho de 1999. de 23 de fevereiro de 2007. de 25 de abril de 2000. Portaria ANP nº 164. os artigos 7º e 9º da Portaria ANP nº 128 e os artigos 8º e 15 da Portaria ANP nº 131. 6º. e dá outras providências. Publicada no Diário Oficial da União de 30 de agosto de 2007. Publicado no Diário Oficial da União do dia 29 de setembro de 1999 [20] BRASIL. organizada de acordo com as leis brasileiras. Estabelece a regulamentação para a atividade de coleta de óleo lubrificante usado ou contaminado a ser exercida por pessoa jurídica sediada no País. Publicada no Diário Oficial da União do dia 03 de maio de 1999. 11 e 12 da Portaria ANP nº 125. 7º. Portaria ANP nº 81. Portaria MMA nº. 55-56.

de 11 de dezembro de 2000. cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado e dá outras providências. os procedimentos necessários ao cumprimento da Resolução CONAMA nº 267. proíbe a utilização de substâncias que destroem a camada de ozônio. Instrução normativa Ibama nº 1. pelos fabricantes e importadores de pneus novos. Publicada no Diário Oficial da União nº 215. páginas 27-29. Para Pneus Resoluções [29] BRASIL. laudos físico-químicos e análises. os procedimentos necessários ao cumprimento da Resolução CONAMA nº 416. Norma técnica ABNT/NBR 11. de14 de setembro de 2000. pág 148. Normas técnicas [26] BRASIL. Resolução CONAMA 401/08. Desempenho de equipamento de recolhimento e/ou reciclagem de fluidos refrigerantes Para Baterias Resoluções [27] BRASIL. de 3 0 de março de 2010 . Publicada no Diário Oficial da União n°237. Para conversores catalíticos Página 10 . sobre coleta e destinação final de pneus inservíveis. Resolução CONAMA 267/00. de 18 de março de 2010.Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares Para gases de ar condicionado e extintores que contenham CFCs Resoluções [24] BRASIL. de 5 de novembro de 2008. Seção 1. página 108-109. Instrução Normativa IBAMA n° 03 . necessários ao cumprimento da Resolução CONAMA nº 401. seção 1.650/08. de 04 de novembro de 2008. no âmbito do IBAMA. Instituir os procedimentos complementares relativos ao controle. Instituir. Publicada no Diário Oficial da União 1 de outubro de 2009. de 14 de setembro de 2000. Resolução CONAMA 416/09 de 30 de setembro de 2009. e dá outras providências. Dispõe sobre a prevenção à degradação ambiental causada por pneus inservíveis e sua destinação ambientalmente adequada. Instruções normativas [30] BRASIL. Instituir. Revoga a Resolução CONAMA n°257/99 e estabelece os limites m áximos de chumbo. Seção 1. no âmbito do IBAMA. fiscalização. de 30 de setembro de 2009. Instruções Normativas [25] BRASIL. Instrução Normativa IBAMA n°37. de 4 de novembro de 2008. n°63. Instruções normativas [28] BRASIL. de 29 de junho de 2004. Publicada no Diário Oficial da União de 5 de abril de 2010. Publicada no Diário Oficial da União de 19 de março de 2010.

Resolução CONAMA 282/01 de 12 de julho de 2001. Seção 1. e dá outras providências. de 19 de novembro d e 2001. páginas 93-95 Página 11 . Estabelece os requisitos para os conversores catalíticos destinados à reposição. Publicada no Diário Oficial da União n° 220. Complementa a Resolução nº 18/86 ao estabelecer requisitos mínimos de controle de emissão para conversores catalíticos produzidos especificamente para reposição.Cartilha de Destinação de Materiais Veiculares Resoluções [31] BRASIL.