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1 SERVIÇO DE FISIOTERAPIA: aspectos evidenciados em sua montagem

Para a montagem do serviço de fisioterapia, devem ser levados em consideração determinados
fatores que irão influenciar de maneira decisiva no bom funcionamento:

• o tipo de atendimento que o serviço irá oferecer quanto à concentração de uma ou mais
especialidades;

• a clientela que irá usufruir o serviço, quanto aos procedimentos de remuneração:particulares e
de convênios públicos ou privados;

• boas condições de trabalho para os fisioterapeutas e demais profissionais;

• equipamentos e materiais utilizados;

• área destinada à implantação e ao funcionamento do serviço;

• elaboração de um projeto de implantação e funcionamento.

Dessa forma, para que se consiga um atendimento qualificado em vista desses fatores, devem
ser observadas as especificações a seguir:

5.1.1 Aspecto físico

O serviço de fisioterapia deve ser montado, preferencialmente, em andar térreo e sem escadas.
Caso haja mudanças de nível, o acesso deve ser feito por rampas revestidas de material
antiderrapante e corrimões laterais com angulação menor que 60 graus de inclinação,
objetivando o deslocamento do paciente com facilidade e sem elevado gasto de energia. Vale
ressaltar que tais condições devem respeitar o tipo de clientela atendida. Por exemplo:
fisioterapia estética.

Características que devem ser atendidas no aspecto físico de um serviço de fisioterapia:

O pé-direito: deve possibilitar boa iluminação e ventilação natural. A altura não deve ser
inferior a 3 metros.

Circulação interna: deve-se possibilitar fluxo de trânsito nos dois sentidos e passagem para
equipamentos e veículos de transporte (tipo cadeira de rodas).

Os boxes de atendimento: devem respeitar as necessidades dos métodos e das técnicas que
serão desenvolvidos em seu interior, adaptados a algumas recomendações:

• serem individuais e possibilitarem privacidade de atendimento;

• devem possibilitar deslocamento de 360 graus em torno da cama de atendimento. Conforme
citação de Mingrome (1979). Recomendamos um mínimo de 4 metros quadrados, considerando
a existência de equipamentos e aparelhos em seu interior;

• aconselha-se que tenham paredes laterais retráteis, principalmente se o serviço se destinar a
atividade de ensino e não somente a assistência.

Karman [19--?, p. xx] afirma que “o serviço de fisioterapia vem ocupando sempre maior
importância dentro dos hospitais, e seu tamanho depende do próprio hospital, devendo ter no
mínimo estes elementos”:

• sala de espera e recepção;

• sala de coordenação técnica ou chefia;

o Ministério da Saúde criou um critério que leva em consideração sua importância para o tipo de assistência que se pretende oferecer. Ela engloba praticamente todos os equipamentos necessários para o funcionamento das unidades médico- assistenciais.• sala ou consultórios de exame e/ ou avaliação. Por essa conceituação. de infra-estrutura e gerais. sendo a seguinte: • equipamento classe a: indispensável. • equipamentos de apoio.1 Avaliação dos equipamentos Para avaliação das necessidades dos equipamentos. devem ser previstos: • sala para reunião de professores. xx). • setor de procedimentos. 5. o ministério conceitua equipamentos médico-hospitalares como um conjunto de aparelhos. 5. • sala de arquivo. atividades de apoio. p. os equipamentos são de quatro classes específicas: • equipamentos médico-assistenciais. • depósito de material.1. Nos serviços com finalidade ligada ao ensino universitário. desde um posto de saúde até as mais complexas unidades hospitalares que incorporam alta tecnologia. Os equipamentos mais utilizados no serviço de fisioterapia são classificados como médico- assistenciais. • vestiários e sanitários. • sala para reunião de alunos. • equipamentos gerais.2 Equipamentos O Ministério da Saúde. . Assim.2. • auditório ou sala congênere.1. • sala de orientação de trabalho de conclusão de curso (acompanhamento individualizado do aluno). máquinas e acessórios que compõem uma unidade assistencial em que são desenvolvidas ações de diagnose e terapia. por meio da Secretaria de Assistência à Saúde (1994. • equipamentos de infra-estrutura. informa que: A conceituação de equipamentos médico-hospitalares existentes atualmente é muito abrangente para seu fim.

sem os quais o atendimento seria dificultado. A classificação apresentada nos permite expressar a seguinte conclusão quanto à avaliação da presença ou ausência dos equipamentos. 1990) para: . pressupondo a capacidade de criação para elaborar as soluções possíveis dentro de um determinado contexto. e a capacidade de discernimento para compará-las e solucioná-las. só que não nas condições ideais para o paciente e o fisioterapeuta no que se refere a conforto e facilidade. no sentido geral do termo. • prever tomadas sobre bancadas – 0.• equipamento classe b: necessário. • obedecer às convenções (ABNT. a) Equipamento classe a – indispensável: nessa classificação estão os equipamentos sem os quais o serviço não pode ser desenvolvido. o projetista deve preocupar-se com sua viabilidade tanto do ponto de vista técnico como do ponto de vista econômico (LIDA.3. Por essa razão. Torna-se importante observar o layout detalhado do projeto de ambientação. • os equipamentos reconhecidos pela instituição como de classe c constituirão 30% da avaliação com distribuição uniforme. c) Equipamento classe c – recomendável: nessa classificação encontram-se os equipamentos sem os quais o serviço pode ser prestado. é apresentar soluções possíveis de serem implementadas a uma necessidade. mas passível de ser executado. um resultado desejado e um objetivo. • os equipamentos reconhecidos pela instituição como de classe b constituirão 70% da avaliação com distribuição uniforme.1 Aspectos gerais da estrutura de um serviço de fisioterapia: o projeto Projetar.30 m de altura da bancada. Os elementos mais importantes para o êxito nessa espécie de programa são uma equipe habilitada e instalações satisfatórias. • os ambientes que não possuem a totalidade dos equipamentos classe a não estão aptos a operar. • distribuir uniformemente as tomadas de uso geral. sem eles o centro de atendimento fisioterapêutico não pode prestar serviço à clientela. 3 ESPAÇOS TERAPÊUTICOS E SUAS CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS 5. • equipamento classe c: recomendável. visando (LIMA. O projetista deverá examiná-las. 1990). b) Equipamento classe b – necessário: essa classificação inclui os equipamentos relacionados com a prestação do atendimento fisioterapêutico. 1997): • distribuir uniformemente os pontos de iluminação geral. avaliar as probabilidades de cada uma delas e finalmente inclinar-se por aquela que julgar mais adequada. • prever pontos de iluminação para destaques específicos.50 m dos aparelhos de utilização. ou seja. • localizar tomadas de uso específico a no máximo 1.

resultado da imaginação criadora. os balcões e os itens de decoração. tijolos. A força elétrica normal deverá ser composta por 110 volts e 220 volts. para a paisagem em questão. cimento etc.3. sistemas de representação. sem o qual não temos parâmetros para determinar o custo da construção e a quantidade de pisos. com espaços de 2 a 4 metros. uma escola. A habilidade e o conhecimento serão as bases para equilibrar a arte e as ciências técnicas no projeto.. telhas. que trata das convenções de traços. os armários e as estantes. Quando a paisagem vizinha é pitoresca. as quais devem dar. A temperatura deve permanecer dentro dos limites aceitáveis. evidentemente. uma clínica de fisioterapia. largura das portas – 0. convém aproveitá-la ao máximo no projeto. O espaço de trabalho pode ser considerado um campo imaginário.tomada baixa – 0. para que um fisioterapeuta ou qualquer pessoa que saiba ler uma planta arquitetônica. pé-direito – 2. Se o espaço livre restante for muito pequeno. tomada alta – 2 m do piso. nem o tempo de execução. Escala: razão entre a medida de um comprimento representado no desenho e a medida real .1.20 m do piso. aproximadamente 27 ºC. tomada média – 1. O espaço real onde serão feitos os exercícios será menor depois de instalados o equipamento. quadro de distribuição – 1. O fator mais importante na distribuição do espaço em um centro de reabilitação reside numa estimativa realista da dimensão do programa.. o fluxo de entrada e saída e também a facilidade de encontrar as instalações depois que se chega ao estacionamento. Projeto é uma idéia. um ginásio terapêutico etc.1 Planta física do serviço de fisioterapia Quando alguém pretende construir uma casa.80 m. É conveniente a instalação de um número suficiente de tomadas no assoalho. É muito comum as pessoas encontrarem similaridades entre projeto e planta. fazendo uso de janelas amplas. cotas e escalas. O acesso ao centro deve levar em conta a possibilidade de estacionar. A representação gráfica de um projeto deverá obedecer à NB-8r (Normas Brasileiras de Desenho Técnico). Segundo Redgrove (1979). um hospital. deve-se acompanhar a estrutura ergonômica para mesa de 74 cm de altura e cadeiras reguláveis entre 47 e 57 cm. 5. a colocação de espelhos serve para dar a impressão de ambiente mais amplo.30 m do piso. Planta é o desenho onde está representado aquilo que se deseja construir. agradável.90 m. Cabe esclarecer a diferença entre projeto arquitetônico e planta. em função do número de pacientes circulantes na unidade. da mesma maneira. Será lógico instalar o centro em andar térreo para facilitar a entrada dos pacientes. necessário para o organismo realizar os movimentos requeridos. A cada paciente devem corresponder aproximadamente 10 m 2. os bebedouros. basicamente se faz o aprendizado do que vem a ser uma escala. as pias.30 m do piso. surge à necessidade da contratação de um arquiteto para elaborar o projeto. O fator que mais influi no dimensionamento do espaço de trabalho diz respeito à boa postura. Assim como para aprender a ler precisamos aprender as letras e os fonemas.

saibam lê-la corretamente. devendo mostrar muros. As normas brasileiras recomendam o uso de letras consecutivas para a indicação dos cortes: corte ab. Vejamos um exemplo: se um comprimento de 50 mm está desenhado com 10 mm. janelas. conforme veremos a seguir. A planta de locação serve como ponto de partida para a marcação ou a locação da construção no terreno. pode-se usar a escala de 1/100. se necessário. em diversas escalas. c) Planta de cobertura – desenhada em projeção sobre o plano horizontal (como estivéssemos vendo a cobertura do alto de um avião). 1/25. 1/10. utilizamos o seguinte equipamento: Escala triangular: régua em forma de prisma triangular contendo em cada uma das faces duas escalas de redução. terças. o fisioterapeuta deverá ter uma interpretação imaginária espacial da edificação. a calçada ou o passeio e. Para facilitar a leitura.2 Elementos que compõem uma planta arquitetônica a) Planta baixa – na maioria dos desenhos de projetos arquitetônicos é usada a escala de 1/50.000 ou 1/2. pisos etc. d) Planta de locação – indica a posição da construção dentro do terreno. usamos a escala de 1/50. Quando necessitamos de maiores detalhes.3. a orientação (norte). Além dos itens citados. geralmente desenhada na escala de 1/100 ou 1/200. e assim por diante. Geralmente é necessário para portas. O aprendizado do manuseio desse equipamento é fundamental para que o fisioterapeuta saiba mensurar os elementos que compõem uma planta arquitetônica. Quando se trata de um projeto em que aparecem poucas paredes e os compartimentos são grandes. g) Detalhamento – desenvolvido em escalas de ampliação de 1/10. o relevo do terreno. vocês. ao abrirem uma planta arquitetônica. a escala é de 10 mm/50 mm isto é. um ponto de referência que desperte interesse. portões. podemos acrescentar os seguintes itens: f) Planta de telhado – projeção sobre o plano horizontal das peças que o compõem – cumeeira. b) Corte – plano vertical seccionante. 1/5. Em geral. As escalas de redução mais empregadas são 1/2.2 A relação entre arquiteto e fisioterapeuta . 1/1. árvores existentes ou a plantar. 1/100 e 1/500. pontos de referência que interessem ao serviço. considerados como o mínimo de representação gráfica para a elaboração de uma planta de determinado projeto arquitetônico. de 1/5. 5. detalhando na escala de 1/20 ou 1/25.1. geralmente na escala de 1/100 ou 1/200. Esperamos que de agora em diante. são desenhadas na escala de 1/500. ripas e tesouras/ pontaletes ou castelos. as construções vizinhas. h) Especificações técnicas – relacionar e codificar em planta os tipos de acabamento e materiais a serem empregados quando da execução da obra.3. geralmente nas escalas de 1/50 ou 1/75. 1/50. 1/5 e 1/2. 5. corte cd. Para a visualização de um corte.000 e devem abranger uma área relativamente grande. frechais. 1/20.desse comprimento. as ruas de acesso à construção. banheiros. fisioterapeutas. Procuramos definir de forma sucinta os elementos básicos que fazem parte de um projeto arquitetônico. significa que as medidas representadas no desenho estão reduzidas em um quinto de seus respectivos valores. e) Planta de situação – indica a forma e as dimensões do terreno. os lotes e as quadras vizinhas.

A esse conjunto de informações chamamos programa de necessidades. pois o detalhamento de espaços e as considerações técnicas caberão a cada profissional envolvido. definida como um processo que utiliza opções terapêuticas para proporcionar a melhora da qualidade de vida à pacientes com limitações por doença respiratória crônica. o conceito de ergonomia revela o estudo do relacionamento entre o homem e seu trabalho. de acordo com a melhor conveniência para um bom desempenho do trabalho que será desenvolvido no futuro. além do tratamento das seqüelas já instaladas. pois tais patologias provocam alterações irreversíveis e inevitáveis no trato respiratório. envolvendo não somente o ambiente físico. mas também a forma como esse trabalho é programado e controlado para produzir os resultados desejados. hoje. Inglaterra). respeitando sempre as normas técnicas – por exemplo. reduzir a velocidade de declínio da função pulmonar.Também podemos dizer que o projeto arquitetônico é a materialização de um conjunto de informações a respeito de um determinado espaço físico organizado tecnicamente por um arquiteto. 5. fisiologia e psicologia na solução dos problemas surgidos desse relacionamento (Ergonomics Research Society.3 O exemplo de um serviço de fisioterapia: setor de fisioterapia respiratória A assistência respiratória engloba patologias do sistema respiratório caracterizadas por distúrbios da ventilação. as doenças pulmonares obstrutivas crônicas são reconhecidas como importante problema de saúde pública. Objetiva-se. explicitando a quantidade de pessoas em cada um. A partir desse conjunto de informações. Segundo a Organização Mundial de Saúde. A terapêutica adequada envolve. estabelecendo a relação de proximidade entre estes. são os fisioterapeutas e o arquiteto. Caberá ao arquiteto organizá-lo de forma compatível com a legislação existente. A planta física é uma etapa do planejamento de construção de uma clínica ou serviço de fisioterapia. Logo. Assim. contudo. Em sua elaboração devem fazer parte profissionais de engenharia. Detalhamentos técnicos e viabilidade de realização de determinados setores deverão passar por consulta a profissionais de notório conhecimento na área. É nessa hora que deve haver interação entre os clientes que. e particularmente a aplicação dos conhecimentos de anatomia. na área de saúde deverá ser respeitada a norma estabelecida pelo Ministério da Saúde. o arquiteto dimensionará as dependências físicas. . Para favorecer a elaboração arquitetônica dessa unidade. 2000). É de grande valia que esses profissionais tenham em mente o fluxograma entre os ambientes. A partir daí o arquiteto calculará a área de cada ambiente. circulações horizontais e/ ou verticais. A interação do homem com o trabalho correlaciona-se à análise biomecânica da postura. uma vez que a doença sistêmica compromete múltiplos órgãos e sistemas e leva à perda progressiva de tolerância ao exercício. Assim se evitarão erros difíceis de serem corrigidos. a Unidade de Assistência Ventilatória acompanha a metodologia da reabilitação pulmonar. mesmo com o uso dos fármacos. bem como a necessidade de equipamentos especiais. Cabe aos fisioterapeutas o repasse de informações a respeito do número de ambientes. arquitetura e fisioterapia. que é de fundamental importância para o bom funcionamento operacional do espaço projetado.3. sendo a sexta causa de morte (CARVALHO. acessos e demais particularidades pertinentes ao projeto em questão. equipamento e ambiente. no caso em questão. a prevenção. torna-se necessário o conhecimento específico das áreas de atuação da fisioterapia respiratória e o conhecimento básico nas áreas afins.

• negatoscópio – para avaliação de imagens diagnósticas. acomodando pelo menos cinco pessoas.Objetivos • apresentar uma visão panorâmica e didática de uma Unidade de Assistência Respiratória. acompanhando a filosofia de um centro de reabilitação pulmonar.3. 5. Entre os recursos técnicos que deverão compor essa sala. obedecendo aos critérios e metodologias de pesquisa no que diz respeito à assistência ventilatória. • sala para atendimentos especiais. A sala deve ser silenciosa. • estetoscópio – para a ausculta pulmonar. Para tal. Deve-se colocar um quadro magnético e equipamento audiovisual.1 Estrutura física A planta física de uma Unidade de Assistência Respiratória deverá ser subdividida em: • sala de avaliação. bem iluminada. • recurso material.3. É também utilizada para programas educacionais individuais e em grupo. encontra-se o material didático para as atividades educacionais e o material técnico para a execução da avaliação: • mesa – de apoio. . faz-se necessária a presença de (CASABURI. • expurgo. com decoração agradável e de fácil acesso. • favorecer a assistência aos pacientes. • salão para atividades cinésicas globais. • sala para atividades em pediatria. • sistema de computação – em rede. • cadeiras – para acomodação na postura sentada. • recurso adequado às práticas assistênciais ventilatórias. 1993): • material humano qualificado. Sala de avaliação Deverá ser composta de recursos que favoreçam uma avaliação adequada. • maca – para favorecer a avaliação funcional muscular. • educação continuada.

São necessários certos materiais: • soluções para desinfecção por imersão. Material para composição da sala: • cama de drenagem postural – favorecerá o deslocamento das secreções traqueo-brônquicas. RPPI (Respiração com Pressão Positiva Intermitente): tem como objetivo aumentar periodicamente o volume pulmonar e a capacidade vital. luva estéril e látex conectado ao vácuo.• esfigmomanômetro – para junto ao estetoscópio avaliar a pressão arterial. • escarradeira ou cuspideira – favorece a observação do aspecto e da quantidade do muco expelido. Expurgo Esse espaço é destinado à assepsia dos acessórios e ao preparo dos equipamentos. • dispositivos de pressão – EPAP (Expiratory Positive Airway Pressure): aplicação de pressão positiva expiratória final (PEEP) em pacientes que estejam respirando espontaneamente. • manovacuômetro – para avaliação da Pimáx (Pressão inspiratória máxima – cmH2O) e Pemáx (pressão expiratória máxima – cmH2O). • secadores elétricos de ar quente para circuitos e traquéias. • oxímetro de pulso – para avaliação da SatO2 (saturação de oxigênio – %) e fc (freqüência cardíaca – bpm). como sonda de aspiração estéril. • glutaraldeído a 2% para peças metálicas. • medidor do fluxo expiratório máximo (Peak-Flow) – para avaliação dos distúrbios obstrutivos. Deverá ser acompanhado de material específico. • aspirador portátil nasotraqueal – recurso de higienização pulmonar. que requerem a reserva do paciente em vista da inibição pela prática da tosse diante dos demais pacientes e pela proteção dos mesmos à exposição. tanto na fase inspiratória como na fase expiratória. Sala para atendimentos especiais Compreende o apoio às manobras desobstrutivas. definido como a . BIPAP (Bilevel Positive Airway Pressure): recurso de pressão positiva. CPAP (Continuous Positive Airway Pressure): essa técnica promove a manutenção de pressão positiva nas vias aéreas. xilocaína gel. • termômetro – para avaliar a temperatura axilar. • suporte de oxigenoterapia – utiliza-se associado à aspiração nasotraqueal ou como recurso suplementar durante as manobras desobstrutivas. • aerossolterapia simples – favorece a administração medicamentosa. • hipoclorito a 1% para peças plásticas.

A composição compreende: • esteiras ergométricas. prevenir a hipoventilação e as atelectasias (fluxo e volume). • estetoscópio e esfigmomanômetro. • vibrador mecânico – para auxiliar na desobstrução brônquica. Logo. • halteres de 0. possibilitan . • aerossolterapia simples – para administração de fármacos. • colchonetes. faz-se necessária a visão preventiva das atividades terapêuticas. porque as crianças apresentam maior vulnerabilidade e os cuidados devem ser aumentados. abordamos os aspectos relevantes para a estruturação de um serviço de fisioterapia. • rede de apoio à oxigenoterapia. considera-se como conceito básico de apoio ao doente pulmonar crônico o Centro de Reabilitação Pulmonar. A composição desse setor engloba: • maca – para favorecer o posicionamento. A decoração da sala deverá acompanhar estímulos visuais e materiais.5 kg a 2. com atendimentos individuais personalizados. • cadeiras – para medidas alternativas de posicionamento. • incentivadores respiratórios pediátricos. Sala para atividades em pediatria Na criança. que poderá apresentar seqüelas que comprometerão sua vida futura. o que favorecerá a ambientação da criança ao setor. • bicicletas ergométricas. Salão para atividades cinésicas Hoje. SÍNTESE DA Nesta unidade. • coxins – para facilitar as posturas de drenagem. a fisioterapia respiratória abordará um ser em crescimento e desenvolvimento. • flutter – dispositivo portátil e pessoal que tem a função de aumentar a eliminação de muco dos pulmões. • oxímetro de pulso. Essa área será destinada a atividades cinésicas globais em grupo. • inspirômetros de incentivo – tem a finalidade de promover a expansão pulmonar.0 kg.pressurização do sistema com dois níveis de pressão que se alternam em um tempo pré- ajustado ou respeitando as fases inspiratórias e expiratórias do ciclo respiratório. • oxigenoterapia – suporte de O2.

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