Ministério da Educação

PR
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÃ
GERÊNCIA DE ENSINO E PESQUISA
Departamento Acadêmico de Mecânica

“Curso Técnico Integrado em Mecânica”

REFRIGERAÇÃO
INDUSTRIAL

NA - 6

Evaporadores
Tubulações

UTFPR DAMEC

Sumário
REFRIGERAÇAÕ INDUSTRIAL ...........................................................................................................1

1.0 – Evaporadores ....................................................................................................................................3
1.1 - Tipos de evaporadores ...............................................................................................................3
1.2 - Seleção do evaporador ...............................................................................................................8
2.0 – Tubulações .......................................................................................................................................9
2.1 - Materiais empregados ..............................................................................................................10
2.2 - Sifão de óleo.............................................................................................................................10
2.3 - Linha de líquido .......................................................................................................................12
2.4 - Linha de sucção ........................................................................................................................13
2.5 - Linha de descarga.....................................................................................................................14
2.6 - Cargas de óleo ..........................................................................................................................15
3.0 – Acessórios do ciclo de refrigeração ...............................................................................................16
3.1 - Separador de óleo .....................................................................................................................16
3.2 - Silenciador ...............................................................................................................................16
3.3 - Intercambiador de calor ...........................................................................................................17
3.4 - Reservatório de líquido ............................................................................................................17
3.5 - Filtro secador............................................................................................................................17
3.6 - Acumulador de sucção .............................................................................................................18
3.7 - Aquecedor de óleo ...................................................................................................................18
3.8 - Visor de líquido ........................................................................................................................18
3.9 - Válvula solenoide .....................................................................................................................19
3.9.1 - Válvula de ação direta ..............................................................................................................19
3.9 2 - Válvula de ação indireta ...........................................................................................................19
3.10 - Válvula de inspeção ...............................................................................................................20
3.11 - Válvula de serviço ..................................................................................................................21
3.12 – Válvula de retenção ...............................................................................................................21
3.13 - Registros.................................................................................................................................21

2
LACIT

ou seja.1 . A figura acima representa o processo de evaporação em uma serpentina. Nessa mudança ele retirará calor de um fluido ou ambiente a ser resfriado. ele sofrerá um acréscimo de temperatura denominado superaquecimento. O superaquecimento nunca poderá ser igual ou menor que zero. São elas: Quanto à forma construtiva a) Serpentina .Tipos de evaporadores Existem duas formas de se classificar os evaporadores.0 – Evaporadores Os evaporadores são trocadores de calor onde o fluido refrigerante sofrerá a mudança da fase líquida para a fase gasosa.Com ventilador. Figura 2-Temperatura de ebulição para pressões de sucção em sistemas de refrigeração 1. A tabela abaixo ilustra alguns valores de temperaturas e pressões. pois nesse caso haverá líquido retornando para o compressor. 3 LACIT .UTFPR DAMEC 1. Figura 1-Evaporador Após todo o refrigerante evaporar. a evaporação não foi completa.

onde a fase líquida que retorna do evaporador é separada da fase gasosa de forma que o liquido não retorne para o compressor. b) indireta.circuito por cavidade. c) com tubos e aletas. b) forçada. Figura 3-Circuito inundado com recirculação por Figura 4-Circuito inundado com recirculação por gravidade bomba 4 LACIT . Quanto a circulação de ar a) natural. Quanto à forma de alimentação a) Inundado com recirculação .circuito bombeado. No sistema inundado o refrigerante entra totalmente na fase líquida e recircula através da bomba ou por gravidade até evaporar-se totalmente.UTFPR DAMEC . Quanto a expansão a) direta.Em tanques. Quanto a forma a) tubo liso. . b) Evaporadores casco e tubo c) Evaporadores de placas. b) de placa. . Nesse tipo de sistema é necessária a utilização do separador de líquido.Por convecção natural.

No sistema de expansão seca a válvula de expansão termostática controla a quantidade de refrigerante a ser admitida no evaporador. Figura 5-Circuito com expansão seca Regulagem do grau de superaquecimento Figura 6-Medição do superaquecimento 5 LACIT . . . . Elevado volume. Desvantagens: . Maior coeficiente de transmissão de calor. É caro. Melhor comportamento em relação à variação na carga térmica. Necessita de um separador de líquido. utilizando como parâmetro de controle o superaquecimento. Fornece vapor saturado seco ao compressor e não vapor superaquecido. . Grande quantidade de refrigerante que faz necessário. .UTFPR DAMEC Vantagens: .

. pois o ganho de rendimento no evaporador é significativo. tendo como vantagens: . Para sistemas menores é mais comum o uso do sistema com expansão seca. Em sistemas maiores é recomendável utilizar o sistema inundado.Aumento da carga térmica devida aos motores que acionam os ventiladores. Evaporador mais compacto. Construção compacta dificulta manutenção. .UTFPR DAMEC A escolha entre os dois tipos de sistemas depende do tamanho da instalação. Ex. Evaporadores de circulação natural Utilizados quando são desejáveis baixas velocidades de ar e mínima desidratação do produto. pois este prescinde do uso de separadores de líquido reduzindo o custo da instalação. . . Maior coeficiente de transmissão de calor.Provoca desidratação dos produtos. Figura 7-Evaporadores de circulação natural Evaporadores de convecção forçada Utilizados quando não há problema de desidratação do produto.: refrigeradores domésticos. Melhor uniformidade da temperatura interna da câmara. 6 LACIT . Desvantagens: . . expositores e grandes câmaras de armazenagem. Maior rapidez no resfriamento do ar.

O cobre não pode ser utilizado com amônia e em evaporadores grandes.Evaporador de casco e tubos Evaporadores quanto à forma dos tubos Tubo liso Construídos em tubos de aço ou cobre.UTFPR DAMEC Figura 8-Evaporador de convecção forçada Evaporadores de casco e tubos Figura 9. Tubos de aço são utilizados em evaporadores maiores ou de qualquer tamanho quando se utiliza amônia como refrigerante. De placa 7 LACIT .

As aletas devem ficar ligadas rigidamente aos tubos. 1.UTFPR DAMEC Existem várias formas da construção. O uso de aletas aumenta a área de troca térmica permitindo usar evaporadores de menores dimensões. Com tubos e aletas São evaporadores de tubos que atravessam placas perfuradas e paralelas.2 . pois operam como superfícies secundárias e devem transmitir o calor para os tubos e refrigerante.Seleção do evaporador 8 LACIT . Um dos tipos mais comuns é feito com duas placas soldadas de forma que entre elas fiquem sulcos por onde passa o fluido refrigerante. Este tipo é muito usado em refrigeradores domésticos.

se o tubo não for devidamente dimensionado para produzir uma velocidade suficientemente alta que arraste o óleo. . Uma pequena quantidade de óleo é arrastada para a linha de descarga em cada tempo de compressão.1) Onde A é a área externa do evaporador. retorno apropriado de óleo ao compressor. Ts a temperatura de saída do ar e Ln o logaritmo natural 2. . máxima capacidade. Tr a temperatura do fluido. flexibilidade de operação do sistema desde 0 a 100% de capacidade sem problemas de lubrificação. é um fator que não deve ser menosprezado. quando necessário. No estado líquido. Fatores levados em consideração no projeto de tubulações de sistemas de refrigeração: . carga mínima de gás. Contudo. Este calor pode ser obtido por: Q = U . O movimento do óleo. .0 – Tubulações Apesar dos cuidados na seleção e aplicação de equipamentos do ciclo de refrigeração é de grande importância o correto dimensionamento das tubulações responsáveis pelo escoamento do fluido refrigerante.2) Te − tr ln Ts − Tr Onde Te é temperatura de entrada do ar. Logicamente. Assim é relativamente fácil movimentar o óleo com o refrigerante líquido. A tubulação deve ser projetada para promover um movimento uniforme de óleo através do sistema e de retorno ao compressor. na linha de descarga. A. mínimo consumo de energia. baixo nível de ruído. dificultando a movimentação do óleo. o faz por condução. o óleo transforma-se em vapor. Definidas essas temperaturas deve-se saber se o sistema deverá ser de expansão seca ou inundado. o refrigerante mistura-se rapidamente com o óleo. por exemplo.inclinando devidamente os trechos de tubulação e usando sifões de óleo. Por exemplo. De pose dessas informações. o fabricante poderá determinar a área de troca do evaporador e selecionar o modelo mais adequado. . U o coeficiente global de transferência de calor. DT a Média logarítmica de temperatura entre a temperatura do ar que entra no evaporador e a temperatura de evaporação do fluido frigorífico (Te − Tr ) − (ts − tr ) ∆T = (0. o refrigerante deverá evaporar a uma temperatura inferior à do fluido secundário. Dado que um compressor tem de ser lubrificado. os refrigerantes não se misturam com o óleo. este se deposita nas paredes dos tubos e escorre para os pontos baixos do sistema.UTFPR DAMEC Para selecionar o evaporador é necessário saber a temperatura de saída do fluido a ser resfriado. . O calor que passa através do evaporador com destino ao refrigerante. Deve-se lembrar de que o refrigerante passa por várias mudanças no ciclo de refrigeração. Como o óleo e o refrigerante gasoso não se misturam. O seu projeto não consiste simplesmente da mera condução destes fluidos. no estado gasoso. . mínimo custo. controle apropriado de fluido refrigerante. . 9 LACIT . . o refrigerante entra em contato com o óleo de lubrificação.dimensionando a tubulação de modo a produzir velocidades adequadas do fluido. O movimento deste se consegue: .∆T (0.

Seguidamente. Figura 1-Sifão de óleo Como as velocidades do fluido num sistema servido por um compressor sem modulação de capacidade permanecem dentro de limites toleráveis através de faixa normal de controla da capacidade do sistema. A ação de limpeza do refrigerante quando passa nos sifões divide o óleo em gotículas e o arrasta pela tubulação vertical. latão ou alumínio para os FREONS Os tubos de cobre mais utilizados para a refrigeração são os do tipo L para uma pressão de trabalho de 250 psi O tipo M também para pressões de 250 psi.Sifão de óleo O sifão de óleo é instalado na base de linhas verticais de descarga e de sucção que conduzam um fluxo ascendente de fluido.5 m ou mais. deve-se ter o cuidado de inclinar o tubo a partir do compressor e do evaporador. Os sifões nas linhas de descarga e de sucção apenas são necessários quando a altura de elevação for de 2.5 m ou menos na altura de elevação não causará. Na linha de sucção – drena o tubo vertical bem como o evaporador. O tipo K para uma pressão de 400 psi e pode ser usado para linhas de gás quente. porém.1 . problemas. 2. pelo menos 12 mm por cada 3 m de lance horizontal. Figura 3-Sifão de óleo 10 LACIT . assim.UTFPR DAMEC É. mas também o óleo. evitando que ele volte ao compressor.Materiais empregados Aço preto para a amônia Aço preto. Contudo. para evitar que o óleo entre nesses componentes do equipamento durante o ciclo de parada.2 . cobre. objetivo do projeto de tubulação de refrigeração não só mover o refrigerante. quando os sifões não são necessários. não é recomendado para refrigeração por ser facilmente deformado requerendo suportes adicionais. A pequena quantidade de óleo drenada de um tubo vertical de 2. 2. sifões da linha de descarga e sucção são adequados para separação e para movimentarem o óleo nos tubos verticais. normalmente. retornando-o para o compressor na mesma quantidade em que é arrastado para o sistema de tubulação. os sifões ajudam o óleo a iniciar a sua subida nos tubos verticais de sucção e de descarga durante a partida. Na linha de descarga – destina-se a acumular o óleo drenado do tubo vertical durante a parada.

Figura 3 Estágio de capacidade mínima de um compressor com modulação de capacidade produz normalmente velocidades de fluidos que não são adequadas para o movimento correto do óleo nos tubos verticais.5 m necessitam um sifão na base do tubo vertical e mais um sifão de elevação de óleo para cada 3 m de altura de elevação.UTFPR DAMEC Figura 2 Os tubos verticais de sucção e de descarga que excedam uma subida média de 2. Para promover o movimento do óleo. 11 LACIT . o sifão é modificado de modo a incluir um segundo tubo vertical.

à capacidade total.3 . há uma perda de carga equivalente à coluna de líquido dos tubos de subida que o líquido terá que superar. a velocidade reduzida do fluido faz com que o óleo drene dos tubos verticais enchendo o sifão de óleo. nela. o óleo e o líquido se misturam completamente.UTFPR DAMEC Figura 4 No estágio de capacidade mínima de um compressor. causada pelo atrito de fluxo de líquido. pois uma coluna de 1 m de líquido refrigerante equivale a 1. O aumento de capacidade do sistema limpa o sifão do óleo fazendo o fluxo do fluido passar novamente pelo tubo vertical maior. Não há restrição no projeto em relação á circulação de óleo pela linha. Isso desvia o fluxo restante do fluido para o tubo de menor diâmetro. que tem uma dimensão adequada para manter a velocidade do fluido necessária para arrastamento do óleo no estágio de capacidade mínima do compressor. 2. quanto à perda de carga na linha é necessário manter um valor razoável para preservar o subresfriamento e evitar a saturação do líquido. 12 LACIT . Esta vaporização de líquido subresfriado na linha ocorre pelo excesso de perda de carga causado pelo atrito e/ou por um tubo de subida vertical.64 psi. não inferior a 5 m/s nem superior a 20 m/s dentro dos dois tubos verticais. Além da perda de carga. As velocidades acima de 1. pois.5 m/s são evitadas quando válvulas solenoides são utilizadas na linha de líquido. No entanto.Linha de líquido A linha de líquido é menos crítico que as outras. O tubo vertical maior é dimensionado para produzir uma taxa razoável de fluxo.

estas representam um ganho.UTFPR DAMEC Figura 5-Tubulação sugerida para construção do sistema (serpentinas evaporadoras e condensador remoto resfriado a ar acima do compressor) O exemplo acima dispõe numa direção verticalmente descendente. este trecho deve ser inclinado a partir do evaporador em pelo menos 12 mm para cada 3 m de comprimento. mas sim de um aumento de pressão devido à coluna estática do líquido.Linha de sucção No exemplo abaixo a linha de sucção desce verticalmente desde o evaporador para fornecer uma drenagem livre dos tubos. a linha de sucção desce verticalmente desde o evaporador até o trecho horizontal que é inclinado na direção da ligação de sucção do compressor. 13 LACIT . Este ganho não é resultado de nenhuma variação de temperatura. o compressor é levado para uma posição entre o condensador e o evaporador. Como no exemplo anterior. Como as linhas de sucção e de descarga transportam fluxo ascendente de fluido. Na figura. por seu lado.4 . não existem perdas de coluna estática pelo contrário. aumenta a sua temperatura de saturação. 2. usam esse sistema de tubo vertical duplo para promover o movimento do óleo a carga parcial. Se for necessário um trecho de tubulação horizontal antes da descida. Este aumento. No exemplo abaixo. a linha de líquido é dirigida em uma inclinação descendente para o evaporador.

gotejando no chão. provocando desta maneira a condensação da umidade nas superfícies do tubo. diferenciando-se pelo valor da perda de carga na linha. De fato.Linha de descarga A perda de carga na linha de descarga é provavelmente a menos crítica em todo o sistema. desde que assumimos que a pressão de descarga do compressor e a pressão de condensação são iguais. É sempre boa prática isolar também as linhas de sucção. ele é montado na seção horizontal da tubulação. é conveniente isolar as áreas expostas. Se for usado um atenuador de descarga.5 . a tubulação é inclinada a partir do compressor. 2. 14 LACIT . por ser normalmente mais fria que o ar a sua volta. Frequentemente o efeito da perda de carga sobre a capacidade é superestimada. são pressões distintas. no mínimo de 12 mm por cada 3 m de comprimento. A tubulação é fixa abaixo da curva permitindo que esta absorva as vibrações do compressor nos planos vertical e horizontal.UTFPR DAMEC Figura 6 Quando a linha de descarga é exposta ao tempo é possível haver condensação de refrigerante nesta seção da linha durante o tempo frio. Para promover o movimento do óleo no trecho horizontal. Para manter a linha sem líquido. No sistema abaixo a linha de descarga sai do compressor utilizando uma disposição com curva inclinado de 45°.

UTFPR DAMEC Figura 7-Tubulação sugerida para construção do sistema (serpentinas evaporadoras e condensador remoto resfriado a ar acima do compressor) Uma alternativa para o sistema de tubulação dupla é um separador de óleo que se usa com uma tubulação simples dimensionado para uma perda de pressão normal à plena carga.6 . O óleo recolhido é depois enviado de novo para o cárter do compressor através de uma válvula de bóia existente na base do separador. As mesmas velocidades mínimas para um movimento de óleo apropriado na linha de sucção são aplicadas à linha de descarga. Figura 8 As linhas de descarga são checadas quanto à velocidade.6 m/s em linhas horizontais.Cargas de óleo 15 LACIT . A velocidade máxima baseada considerando-se o nível de ruído é de 20 m/s. 2. Esses valores são 5 m/s em tubos de subida e 2. O separador de óleo é um recipiente que recolhe o óleo do compressor.

utilizando-se compressores com potência até 6. Controle Para compressores semi-herméticos observação do visor do cárter Nos casos de linhas muito longas acrescenta-se ½ litro de óleo além da carga nominal do compressor para cada 15 m de comprimento linear entre as unidades evaporadora e condensadora. uma pequena parte do óleo ficará sempre aderida às paredes dos tubos de cobre.5 kW. Nas unidades herméticas a previsão de carga adicional de óleo é feita adicionando-se 1 % da carga de óleo nominal do compressor para cada 3 m de comprimento da linha de refrigerante acima de 15 m 3. 16 LACIT .5 kW e 1 litro para os mesmos 15 m nas unidades com compressores de potência acima de 6.2 . porém não é essencial.Silenciador Amortece ou anula as pulsações ao gás quente produzidas por um compressor alternativo. maiores serão os riscos de o compressor sofrer falta de óleo.UTFPR DAMEC O óleo de lubrificação do compressor é arrastado por todo o sistema e percorre todas as linhas. fazendo-o retornar ao compressor.Separador de óleo Separa o óleo lubrificante misturado ao vapor refrigerante.1 . Com isto. juntamente com o refrigerante. Quanto maior for a distância entre as unidades condensadora e a evaporadora. 3.0 – Acessórios do ciclo de refrigeração E um item ou dispositivo que aumenta a utilidade ou efetividade de um sistema. Figura 1a-Separador Horizontal Figura 1b-Separador Vertical 3.

Tipos: .Filtro secador 17 LACIT .4 .Reservatório de líquido Usado para armazenar temporariamente o fluido refrigerante liquefeito no condensador.Filtro secador Utilizado para filtragem do refrigerante.UTFPR DAMEC 3. 3. mas também pode ser montado na linha de sucção. Geralmente é instalado na linha de líquido. É utilizado na linha de sucção quando ocorre queima do motor do compressor.filtro de carcaça ou núcleo recarregável. para eliminar os compostos ácidos decorrentes da decomposição parcial do refrigerante com óleo.Intercambiador de calor É um dispositivo para transferir calor refrigerante líquido para o gás de sucção.filtro descartável . Sua instalação deve ser a mais próxima possível da sucção do compressor.3 . Figura 9. Figura 10.5 .Intercambiador de calor 3.

Figura 11. Figura 12.Visor de líquido Indica a presença de refrigerante não condensado antes da VE (borbulhas) e mostra também a presença de umidade.Acumulador de sucção Evita que o compressor aspire refrigerante líquido.7 . a mistura dos dois. Verde – sem umidade Amarelo – com umidade.UTFPR DAMEC 3. evitando assim. 18 LACIT .6 .Aquecedor de óleo 3.8 .Acumulador de sucção 3. O aquecedor de óleo é acionado quando o compressor é desligado.Aquecedor de óleo Mantém o óleo aquecido e o refrigerante na fase de vapor.

UTFPR DAMEC Figura 13-Visor de líquido 3.1 .Válvula solenoide pequena.9 2 . 3. acionada diretamente. Estas válvulas operam independentemente da pressão na linha.9 .Válvula solenoide Frequentemente é usada nas linhas de líquido para controlar o fluxo de refrigerante para o evaporador.Válvula de ação direta O núcleo é diretamente ligado ao obturador e quando a bobina é energizada. Figura 14.9. abrindo a passagem e permitindo o fluxo total do fluido. 3.Válvula de ação indireta 19 LACIT . (Cortesia da Companhia de Válvulas Sporlan). o mesmo é atraído.

Válvula solenoide operada com piloto do tipo pistão flutuante. 3. Quando o solenóide for desenergizado. o orifício piloto será fechado. fechando a válvula totalmente. Figura 15. o núcleo abre o orifício piloto. porém. como por exemplo.Válvula de inspeção Auxilia o carregamento ou transferência de refrigerante num serviço de manutenção. Estas válvulas precisam de uma pressão mínima da linha para operar.10 . fazendo com que a pressão da linha levante o diafragma e abra totalmente a válvula. (Cortesia da Companhia de Válvulas Sporlan). Localiza-se na carcaça do compressor.UTFPR DAMEC Quando o solenóide é energizado. a pressão da linha aplicada na parte superior do diafragma. instalação de manômetro. o suficiente para causar um desbalanceamento de pressão interna na válvula. Pode ser utilizada para outra finalidade. sendo então. `Figura 16-Válvula de inspeção 20 LACIT . permitindo a passagem de um fluxo de fluido mínimo.

Válvula de serviço Tem como finalidade fechar uma determinada parte do ciclo para execução de um serviço de manutenção.Válvula de retenção 3. reservatórios de pressão. Figura 17.11 . 21 LACIT . em um só sentido.13 . processamento de limpeza e vácuo. etc. conexão de manômetros. etc. em circuitos pneumáticos.12 – Válvula de retenção São utilizadas em instalações onde se deseja o movimento do fluido.Registros São utilizados em instalações frigoríficas que trabalham com refrigerante fluorado. como recolhimento e carga de refrigerante.UTFPR DAMEC 3. podendo ser também usados. 3.