Para os materiais cerâmicos temos alumina conformada por dois processos: gelcasting e

prensagem. Apesar de todos os materiais serem biocompatíveis, as diferenças nas densidades
das amostras e consequentemente porosidade caracterizam diferentes interações com as células.
As Figuras 6 e 7 são referentes aos cerâmicos conformados por prensagem em molde. Na
Figura 6 temos o alumina prensada a 0,2 toneladas, formando uma estrutura porosa. Nota-se
que as células na região de interface de modo geral não sofreram apoptose e encontram-se bem
próximas ao biomaterial. Já na Figura 7 temos alumina prensada a 2 ton, um material mais
denso e é possível observar que houve apoptose de pouquíssimas células além da migração
celular para regiões mais distantes do biomaterial, caracterizando uma interação menor entre
célula e biomaterial, levando a concluir que quanto mais poroso o material, melhor a interação
com as células. Esse comportamento também será observado nos materiais conformados por
gelcasting.
Para os materiais cerâmicos temos alumina conformada por dois processos: gelcasting e
prensagem. Apesar de todos os materiais serem biocompatíveis, as diferenças nas densidades
das amostras e consequentemente porosidade caracterizam diferentes interações com as células.
As Figuras 6 e 7 são referentes aos cerâmicos conformados por prensagem em molde. Na
Figura 6 temos o alumina prensada a 0,2 toneladas, formando uma estrutura porosa. Nota-se
que as células na região de interface de modo geral não sofreram apoptose e encontram-se bem
próximas ao biomaterial. Já na Figura 7 temos alumina prensada a 2 ton, um material mais
denso e é possível observar que houve apoptose de pouquíssimas células além da migração
celular para regiões mais distantes do biomaterial, caracterizando uma interação menor entre
célula e biomaterial, levando a concluir que quanto mais poroso o material, melhor a interação
com as células. Esse comportamento também será observado nos materiais conformados por
gelcasting.
Para os materiais cerâmicos temos alumina conformada por dois processos: gelcasting e
prensagem. Apesar de todos os materiais serem biocompatíveis, as diferenças nas densidades
das amostras e consequentemente porosidade caracterizam diferentes interações com as células.
As Figuras 6 e 7 são referentes aos cerâmicos conformados por prensagem em molde. Na
Figura 6 temos o alumina prensada a 0,2 toneladas, formando uma estrutura porosa. Nota-se
que as células na região de interface de modo geral não sofreram apoptose e encontram-se bem
próximas ao biomaterial. Já na Figura 7 temos alumina prensada a 2 ton, um material mais
denso e é possível observar que houve apoptose de pouquíssimas células além da migração
celular para regiões mais distantes do biomaterial, caracterizando uma interação menor entre
célula e biomaterial, levando a concluir que quanto mais poroso o material, melhor a interação
com as células. Esse comportamento também será observado nos materiais conformados por
gelcasting.
Para os materiais cerâmicos temos alumina conformada por dois processos: gelcasting e
prensagem. Apesar de todos os materiais serem biocompatíveis, as diferenças nas densidades
das amostras e consequentemente porosidade caracterizam diferentes interações com as células.
As Figuras 6 e 7 são referentes aos cerâmicos conformados por prensagem em molde. Na
Figura 6 temos o alumina prensada a 0,2 toneladas, formando uma estrutura porosa. Nota-se
que as células na região de interface de modo geral não sofreram apoptose e encontram-se bem
próximas ao biomaterial. Já na Figura 7 temos alumina prensada a 2 ton, um material mais
denso e é possível observar que houve apoptose de pouquíssimas células além da migração
celular para regiões mais distantes do biomaterial, caracterizando uma interação menor entre
célula e biomaterial, levando a concluir que quanto mais poroso o material, melhor a interação
com as células. Esse comportamento também será observado nos materiais conformados por
gelcasting.