DIREITO CIVIL V (FAMÍLIA) - ALUNO

Título SEMANA 1

Número de aulas 1
por semana

Número de 1
semana de aula

Tema Introdução ao Direito de Família

Objetivos 1- Apresentar o Plano de Ensino e o mapa conceitual da disciplina.
2- Apresentar as competências e habilidades que se pretendem
desenvolver, destacando a necessidade de constante articulação
com outras disciplinas como Estatuto da Criança e do Adolescente
e com a Prática Simulada.
3- Apresentar a metodologia dos casos concretos e a forma como
serão cobrados durante o semestre.
4- Comentar e apresentar a bibliografia básica e complementar da
disciplina, destacando os textos que foram encaminhados com o
material didático e eventuais livros que estejam à disposição na
Biblioteca Virtual da Estácio.
5- Destacar a necessidade de trazer para sala de aula o Código Civil
(preferencialmente o que compõe o material didático).
6- Apresentar a importância social e jurídica da disciplina Direito
Civil V.
7- Desmistificar algumas certezas que os alunos já trazem com
relação à disciplina, em especial advertindo que o conteúdo é
muito mais extenso do que se imagina.
8- Introduzir a família como base da sociedade e sua caracterização
na CF/88.
9- Identificar as espécies de família do ordenamento jurídico brasileiro
e as que se apresentam na sociedade brasileira.
10- Discorrer sobre os princípios constitucionais de Direito de Família,
promovendo ao aluno a compreensão de seu significado.

Estrutura de 1. Apresentação do Conteúdo: plano de ensino, metodologia de
conteúdo
ensino e bibliografia.
2. Direito de Família
a. Conceito de Família
i. Evolução do conceito
ii. A família como base da sociedade
iii. A família na CF/88
iv. Espécies de família no ordenamento jurídico brasileiro
b. Localização da matéria no Código Civil
c. Princípios de Direito de Família
i. Da Dignidade da Pessoa Humana (art. 1º., III, CF).

ii. Da Solidariedade Familiar (arts. 227 e 230, CF)
iii. Da Pluralidade das Entidades Familiares (art. 226, §§3º e 4º, CF)
iv. Da Isonomia entre os cônjuges (art. 226, §5º., CF) e da isonomia entre
os filhos (art. 227, §6º., CF)
v. Do Melhor Interesse da Criança e do Adolescente (art. 227, CF)
vi. Da Paternidade Responsável (art. 226, §7º., CF) e do Livre
Planejamento Familiar (art. 227, §§ 3º., 4º., 6º.,
CF)
vii. Da Monogamia (art. 1.521, VI, CC)

Recursos físicos quadro e pincel; datashow.

Aplicação prática Sites indicados:
e teórica
1- Para indicadores sobre a constituição da família brasileira: IBGE.
Disponível no site:
<http://www.ibge.gov.br/home/mapa_site/mapa_site.php#indicad
ores>.
2- Sobre o princípio da dignidade da pessoa humana: SCHAEFER,
Fernanda. A dignidade da pessoa humana como valor-fonte
do sistema constitucional brasileiro. Disponível no site:
<http://www.buscalegis.ufsc.br/revistas/index.php/buscalegis/arti
cle/ viewFile/32504/31718>.
3- LÔBO, Paulo Luiz Netto. Entidades familiares
constitucionalizadas: para além do numerus clausus. Disponível
no site: <http://www1.jus.com.br/doutrina/ texto.asp?id=2552>.

Caso Concreto 1
Afirmam Ana Carlos Matos e Maklea da Cunha Ferst (2009, p. 377) que “o
reconhecimento, pela Constituição de 1988, da igualdade de gênero,
repercutiu no direito de família, em especial na esfera da sociedade
conjugal, pois rompe formalmente com a ‘supremacia’ masculina
reinante”. Como este rompimento pode ser observado e que princípios
constitucionais de Direito de Família podem garantir, ainda que
inicialmente de maneira apenas formal, esta igualdade de gênero na
sociedade familiar? Justifique sua resposta.

Caso Concreto 2
Não há dúvidas de que além de fatores sociais, fatores tecnológicos e
científicos além de serem marcas da sociedade atual influenciam
diretamente o conceito e a compreensão de família. Veja as seguintes
manchetes:

Nasce a habitante 7 bilhões – Revista Época – 05/11/11
Homem terá que indenizar ex-noiva por fim de relação – 04/11/11 –
Gazeta do Povo

STJ reconhece casamento civil homoafetivo – 25/10/11 – www.stj.jus.br
STF reconhece união civil entre pessoas do mesmo sexo – maio de 2011 –
www.stf.jus.br
Justiça de Mato Grosso do Sul manda SUS pagar tratamento de fertilização
para casal – G1 – 10/09/11
Curitiba: nasce bebê concebido em inseminação feita após a morte do pai
– Gazeta do Povo – 21/06/2011
Avó dá à luz a netos gêmeos em Pernambuco – Portal Terra – 27/09/07

Diante dessas manchetes, como se pode conceituar família na atual
sociedade brasileira e que grupos familiares estão protegidos pela
Constituição Federal de 1988?

Questão objetiva
São regras que CORRESPONDEM ao sistema de princípios constitucionais
vigentes para o Direito de Família:
I. A utilização da maternidade de substituição ou barriga de aluguel
é expressamente vedada pelo ordenamento jurídico brasileiro
porque fere o princípio da dignidade de pessoa humana.
II. O domicílio conjugal é determinado pelo marido uma vez que
nele se concentra o que se denomina direção da sociedade
conjugal.
III. O princípio da solidariedade é a superação do individualismo
jurídico que levou à funcionalização dos direitos subjetivos e, por
isso, importante princípio do Direito de Família brasileiro que
perpassa princípios constitucionais como os da afetividade e da
convivência familiar.
IV. Os alimentos são devidos também nas uniões homoafetivas em
face das recentes decisões tomadas pelo STF.
V. A gravação telefônica feita pelo marido que suspeita de traição da
esposa pode ser admitida como prova em processo de reparação
por danos morais, ainda que esta gravação tenha sido feita sem
autorização judicial, pois decorre o direito do marido da quebra do
dever do casamento de respeito e consideração mútuos praticado
pela esposa.

a) Apenas as alternativas I e III correspondem ao sistema de
princípios constitucionais.
b) Apenas as alternativas II e III correspondem ao sistema de
princípios constitucionais.
c) Apenas as alternativas II e IV correspondem ao sistema de
princípios constitucionais.
d) Apenas a alternativa III corresponde ao sistema de princípios
constitucionais.

e) Apenas a alternativa IV corresponde ao sistema de princípios
constitucionais.

Considerações Referências Bibliográficas:
adicionais
Nome do livro: Direito Civil Brasileiro
ISBN 978-85-02-06413-3
Nome do autor: GONÇALVES, Carlos Roberto
Editora: Saraiva
Ano: 2007
Edição: 4ª edição
Nome do capítulo: Direito de Família
Número de páginas do capítulo: 19

Fontes do Direito de Família brasileiro 2. Relações de Parentesco a. Ora.Identificar as espécies de família do ordenamento jurídico brasileiro e as que se apresentam na sociedade brasileira.Importância do Direito de Família b. não parece paradoxal afirmar que a relação familiar diz respeito a interesses particulares mas ser o ramo do Direito Civil que maior número de normas de ordem pública apresenta? O que pode justificar essa intervenção do Estado por meio dessas normas em .Discorrer sobre os objetos de Direito de Família e sobre sua natureza jurídica. p. Conceito de Direito de Família . 4. 3. Por certo. essencialmente. a relação familiar diz respeito a interesses particulares e está incluída na estrutura do Direito Civil porque o interesse fundamentalmente presente diz respeito. Estrutura e Objeto do Direito de Família c. Aplicação prática e Caso Concreto 1 teórica Cristiano Chaves de Farias e Nelson Rosenvald (2009. à pessoa humana”.591 a 1..Retomar a importância social e jurídica do conceito de família e de Direito de Família.Título SEMANA 2 Número de aulas por 1 semana Número de semana de 2 aula Tema Direito de Família e Relações de Parentesco Objetivos 1. 14) referindo-se à família afirmam que “não se pode imaginar uma relação jurídica mais privada do que esta. Linhas e Graus – contagem c. 2. 1.Contextualizar as fontes do Direito de Família brasileiro e sua influência no ordenamento vigente. datashow.Explicar os graus de parentesco e orientar sua aplicação prática. Efeitos jurídicos (arts. Estrutura de conteúdo 1.595. 5. Conceito e espécies (consanguíneo. Direito de Família a.. CC) Recursos físicos quadro e pincel. por afinidade e civil) b.

p. assinale aquelas que se encontram como colaterais em quinto grau: a) Primos. Considerações Referências Bibliográficas: adicionais Nome do livro: Direito das Famílias Nome do autor: FARIAS. Questão objetiva (TJSC – 2003-2004) O parentesco consanguíneo divide-se em linha reta e em linha colateral ou transversal. tiragem Nome do capítulo: Capítulo VI – O parentesco Número de páginas do capítulo: 24 . 2ª. como a adoção e a socioafetividade”. é possível casar civilmente com a ex- sogra? Explique sua resposta. Nelson. c) Morta a esposa. relações consideradas particulares? Explique sua resposta. Pergunta-se: a) À luz do Código Civil. ROSENVALD. 2) “Sogra não é parente. Segundo sua concepção. No entanto. b) Tio-avô e sobrinho-neto. é castigo”. Editora: Lumen Juris Ano: 2009 Edição: 1ª. e) Nenhuma opção é correta. d) Netos de filhos do bisavô. Caso Concreto 2 Dimas Messias de Carvalho (2009. b) Dissolvido o casamento pode-se casar com o ex-cunhado? Explique sua resposta. Cristiano Chaves. esses ditos populares se confirmam? Justifique sua resposta. c) Filhos de bisnetos de outros filhos do bisavô. Edição. 281) afirma que “o vínculo de parentesco é a relação das pessoas vinculadas pelo sangue. ou por outra origem. há dois ditos populares que costumam afirmar: 1) “Cunhado não é parente”. que se originam pela ascendência direta ou de um tronco comum.

Delinear o conceito de casamento. Natureza Jurídica c. Finalidade e.htm> 2.br/resolucoes/CFM/2002/1652_200 2. Sobre o transexualismo: DIAS. Habilitação b. Identificar a natureza jurídica do casamento no ordenamento brasileiro. 8. 3. Estrutura de 1. Estudar os pressupostos de existência do casamento. Delinear a capacidade para o casamento. Esponsais 2.org. Diferenciar o casamento civil do religioso. Pressupostos de existência do casamento Recursos físicos quadro e pincel.652/02. Sobre a cirurgia de transgenitalização. CFM . 1. 5. Descrever as características e finalidades do casamento. conteúdo a.portalmedico. Conceito b. Formalidades preliminares do casamento a. Disponível no site: . Características d. Maria Berenice. Casamento civil e casamento religioso f. 4. 6. 7. 2. Discorrer sobre os esponsais e a possibilidade de indenização pelo seu rompimento. datashow Aplicação prática e Sites indicados teórica 1.Título SEMANA 3 Número de aulas 1 por semana Número de semana 3 de aula Tema Casamento Objetivos 1. Apresentar as formalidades preliminares do casamento e o procedimento de habilitação. Transexualidade e o direito de casar.Resolução n. Casamento. Disponível no site: < http://www.

M.R. revelou ao comerciante que já havia mantido relações sexuais com outro homem. Curso de direito civil brasileiro – direito de família. o arrependimento que não seja fundado em causa justa e ponderosa”.H. dificultando. a pagar indenização (R$ 10 mil) por danos morais à ex-noiva. Em sua resposta. pelas solenidades que o cercam. em consequência da repercussão do fato no município. Ofendida. os esponsais têm por fim assegurar a realização do casamento. a 152 quilômetros de Fortaleza. Laffayte define esponsais como “a promessa que o homem e a mulher reciprocamente se fazem e aceitam de se casarem em um prazo dado.br/uploads/1-_transexualidade _e _o_direito_de_casar. embora inicialmente no Direito brasileiro (Direito pré-codificado) tivesse natureza contratual cujo inadimplemento resolvia-se em perdas e danos foi instituto esquecido pelo Código Civil de 1916 e 2002. Ele não compareceu ao casamento agendado. ao final. partindo da premissa que o não cumprimento da promessa de casamento pode gerar responsabilidade extracontratual. <http://www. A grande maioria dos autores entende que no moderno Direito Civil a promessa esponsalícia não cria nenhum vínculo de parentesco e.S. 2002. 18ª.pdf> Caso Concreto 1 Texto de apoio: DINIZ.mariaberenice. Ed. família e convidados esperando no cartório. ele não compareceu e deixou noiva. quais são os requisitos da responsabilidade pelo descumprimento da promessa. tem unicamente o efeito de acarretar responsabilidade extracontratual com fundamento no art. 186. 
 Às vésperas do matrimônio. na época com 17 anos.10 A 6ª Câmara Cível do TJ do Ceará manteve a sentença que condenou o comerciante D.05. CC. portanto. destacar. se foi correta (com relação aos danos morais alegados pela recorrente). quando descobriu que a futura esposa não era mais virgem. Ato preliminar. 47-51. analise a decisão abaixo e indique (fundamentadamente). . 25 de março de 1998.com. p. na cidade de Palhano. a ex-noiva. No dia do casamento civil. Então. que tipo de responsabilidade pôde ser observada. Notícia veiculada no site Espaço Vital em 21. A promessa de casamento (hoje mais conhecida como “noivado”) tem origem no Direito Romano e. ela entrou com uma ação de reparação de danos morais. se a decisão observou ou não esses requisitos. São Paulo: Saraiva.

b) Aqueles que necessitarem de suprimento judicial da idade deverão averbar a autorização judicial no registro de casamento e não transcrever na escritura antenupcial. como direitos fundamentais. “a inviolabilidade da intimidade. assegurando indenização por dano material ou moral quando esses princípios são violados. Questão objetiva Sobre o procedimento de habilitação para o casamento é incorreto afirmar: a) O procedimento de habilitação para o casamento é indispensável para qualquer espécie de casamento civil. pois as pessoas já conheceriam de antemão o termo resolutivo de seu casamento e se não o renovassem não haveria nenhuma burocracia a ser cumprida para dissolvê-lo. a honra e a imagem das pessoas”. agora. e a alegação do noivo de que deixou de contrair casamento em razão de a noiva mesma não ser virgem”. da decisão. 

Ainda sem o trânsito em julgado. uma das espécies de casamento no país seria válido por dois anos e ao término deste prazo o casal deveria se dirigir ao Cartório para renová-lo por prazo igual período ou por tempo indeterminado. ajudaria a diminuir o trabalho do Judiciário. fato por si só ensejador da reparação. d) A autorização para o casamento dada pelos pais ou representantes legais pode ser revogada a qualquer tempo até a celebração do casamento. a ex-noiva já está com 27 de idade. Para os deputados que apoiam a medida a justificativa encontra-se no alto índice de separações e divórcios nos dois primeiros anos. Pergunta-se: é possível em pactos antenupciais firmados no Brasil apor termos e condições como as discutidas pelo Congresso mexicano? O termo é condizente com o sistema de proteção ao casamento instituído pelo ordenamento civil? Explique sua resposta. pois é neste período que as pessoas se conhecem. Caso Concreto 2 Em novembro de 2011 noticiou-se que o México discute aprovação de uma lei que visa instituir uma espécie de prazo de validade para o casamento. A oposição afirma que esse tipo de medida torna o casamento descartável e não permite que as pessoas tomem o cuidado devido com os seus próprios relacionamentos. então.O relator do processo. lembrou que a Constituição Federal garante. c) A coação física é causa de inexistência da casamento. O acórdão do TJ admitiu que os danos morais foram duplos: "o não comparecimento do noivo à celebração do casamento civil. A medida. desembargador Manoel Cefas Fonteles Tomaz. e) O casamento religioso não levado a registro gera tão-somente . a vida privada. ou seja.

Maria Berenice Editora: Revista dos Tribunais Ano: 2007 Edição: 4ª edição Nome do capítulo: Casamento Número de páginas do capítulo: 18 . Considerações Referências Bibliográficas: adicionais Nome do livro: Manual de direito das famílias ISBN 978-85-203-3101-9 Nome do autor: DIAS. união estável.

Causas suspensivas do casamento e oposição. Impedimentos para o casamento e oposição. nem tão-pouco tinham instrumento particular ou público constituindo entre si união estável. 3. a. Conceituar o casamento putativo e delinear as consequências jurídicas de seu reconhecimento. Leandra e Andrea.Título SEMANA 4 Número de aulas por 1 semana Número de semana de 4 aula Tema Validade do Casamento 1 Objetivos 1. Recursos físicos quadro e pincel. seu irmão e filho de Leôncio. contínua e duradouramente até 2009. Carolina e Leôncio ingressaram com o procedimento de habilitação para o casamento (civil). Identificar as causas suspensivas para o casamento e estudar suas consequências jurídicas. Caso Concreto 2 Juliana era casada pelo regime de comunhão parcial com Sérgio e deste casamento nasceram três filhos: Artur. querendo seguir com sua vida em frente acabou envolvendo-se amorosamente com o pai de Carlos. Identificar os impedimentos matrimoniais e estudar suas consequências jurídicas. 2. c. quando Carlos faleceu. 4. de quem recebeu proposta de casamento. datashow. mas sofreram oposição ao seu pedido por uma das filhas de Leôncio que afirmava que não poderiam se casar uma vez que Carolina havia vivido em união estável com Carlos. Carolina. . O impedimento para o casamento invocado pela filha de Leôncio se justifica? Justifique a sua resposta. Desta união não foram gerados filhos. Diferenciar os pressupostos de existência. validade e eficácia do casamento. Validade do Casamento. Estrutura de conteúdo 1. Existência. Casamento putativo e consequências jurídicas. b. Carlos e Carolina nunca tiveram intenção de levar seu casamento a registro. d. validade e eficácia do casamento. Aplicação prática e Caso Concreto 1 teórica Carlos e Carolina casaram-se apenas no religioso em dezembro de 1999 e assim viveram felizes pública. Leôncio.

b) Poderão casar-se pelo regime da comunhão parcial de bens. agora. com 65 anos de idade. conheceram-se há um ano e. casamento em que optou em pacto antenupcial pelo regime de comunhão universal de bens.3) Mathias. Edição. desde que obtenham autorização judicial. é correto afirmar que Mathias e Tânia: a) Deverão. tiragem Nome do capítulo: Capítulo II – O Casamento Número de páginas do capítulo: 73 . Em fevereiro de 2012 Sérgio contraiu novas núpcias com Camila. Cristiano Chaves. A respeito da situação narrada. Pergunta-se: a) O casamento entre Sérgio e Camila é válido? Justifique sua resposta. solteiro e capaz. Juliana faleceu em julho de 2011. com 60 anos de idade. algum impedimento matrimonial (dirimente)? Questão objetiva (OAB 2010. Nelson. d) Somente poderão se casar pelo regime da separação obrigatória de bens. deixando diversos bens. nos termos do Código Civil de 2002. b) Incide sobre o caso. por força de lei e independentemente da celebração de pacto antenupcial. pretendem se casar. Considerações Referências Bibliográficas: adicionais Nome do livro: Direito das Famílias Nome do autor: FARIAS. e Tânia. necessariamente. O inventário de Juliana foi aberto em 15 de agosto de 2011. ROSENVALD. solteira e capaz. devendo celebrar pacto antenupcial somente se escolherem regime diverso da comunhão parcial de bens. após regular procedimento de habilitação. c) Poderão optar livremente dentre os regimes de bens previstos em lei. Editora: Lumen Juris Ano: 2009 Edição: 1ª. celebrar pacto antenupcial optando expressamente pelo regime da separação de bens. mas ainda não foi finalizado uma vez que instalou-se controvérsia sobre a divisão de alguns bens. mediante prévia demonstração da inexistência de prejuízo para terceiros. 2ª.

validade e eficácia do casamento. Cansado da contínua rejeição João procura seu escritório e pergunta o que pode ser feito. Validade do Casamento. Diferenças entre nulidade absoluta e nulidade relativa. mas entende que o caso não é de anulação do casamento. Identificar os prazos decadenciais para os pedidos de anulação do casamento. pois sua omissão não afeta os planos de existência. a. 3. ouvido. citada para a ação anulatória. c. O Ministério Público. Causas de nulidade do casamento. datashow. 4. Estudar e compreender as causas de nulidade do casamento e a legitimidade para a propositura da ação. O processo está conclusão para sentença e você precisa decidir. Afirma que a causa de fracasso do casamento não é ausência de relacionamento sexual.Título SEMANA 5 Número de aulas por 1 semana Número de semana de 5 aula Tema Validade do Casamento Objetivos 1. Aplicação prática e Caso Concreto 1 teórica Maria e João são casados há pouco mais de um ano mas desde a noite de núpcias Maria se recusa contínua e permanentemente ao relacionamento sexual. mas sim a incompreensão do marido. pois entende ser insuportável a vida com Maria. mas sim de divórcio. Causas de anulação do casamento. afirmou não ter ficado claro a causa da recusa que poderia ter as mais diferentes origens. reconhece sua constante negativa ao relacionamento sexual. mas que independente da justificativa. Você entende que é o caso de pedir a anulação do casamento porque sem dúvida houve erro quanto à identidade psicofísica de Maria. Estudar e compreender as causas de anulação do casamento e a legitimidade para a propositura da ação. Diferenciar nulidade absoluta de nulidade relativa. Recursos físicos quadro e pincel. Maria. o ‘debitum conjugale’ é elemento que integra o casamento e a sua recusa é causa de sua anulação por erro quanto a pessoa do cônjuge. Estrutura de conteúdo 1. Afinal a recusa permanente ao relacionamento sexual pode ou não . 2. b.

Caso Concreto 2 (OAB 2010. a) Na hipótese. IV. II. b) Somente as proposições I e III estão corretas. aponte o(s) remédio(s) processual(is) aplicável(is) in casu. 2ª. d) Somente as proposições II e III estão corretas. III. Edição.3) José iniciou relacionamento afetivo com Tânia em agosto de 2009. a) Somente as proposições I. Questão objetiva (TJSC 2011 – Juiz Substituto) Assinale a alternativa correta: I. No primeiro mês de casados. caracterizar causa de anulação da casamento? Justifique sua resposta. casando-se cinco meses depois. teme que seu cônjuge aplique golpes financeiros valendo-se de sua condição profissional. José busca informações sobre seu passado. tiragem . Considerando que você é o advogado de José. III e IV estão corretas. sentindo-se enganado. Não pode casar o adotante com quem foi cônjuge do adotado e o adotado com quem o foi do adotante. existe alguma medida para reverter o estado de casado? b) Temendo que Tânia aliene a parte do patrimônio que lhe cabe. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. Cristiano Chaves. ROSENVALD. Nelson. decide romper a sociedade conjugal. desconfiado do comportamento de sua esposa. Considerações Referências Bibliográficas: adicionais Nome do livro: Direito das Famílias Nome do autor: FARIAS. Editora: Lumen Juris Ano: 2009 Edição: 1ª. Mesmo o casamento nulo. por ser funcionário de instituição bancária há quinze anos e por ter conduta ilibada. É da essência do ato a certidão. produz efeitos em relação a estes e aos respectivos filhos até a data da sentença anulatória. É nulo o casamento por violação de impedimento e anulável aquele celebrado em desacordo com as regras da idade núbil. se celebrado de boa-fé por ambos os cônjuges. José. mas Tânia. de modo que o casamento somente pode ser provado por ela. c) Somente as proposições I. para provocar José. e) Somente as proposições III e IV estão corretas. inicia a alienação do patrimônio do casal. Toma conhecimento de que Tânia havia cumprido pena privativa de liberdade pela prática de crime de estelionato. II e IV estão corretas. José. responda aos itens a seguir.

Nome do capítulo: Capítulo II – O Casamento Número de páginas do capítulo: 73 .

por isso. 3. para lhe garantir a seriedade e a publicidade necessárias. Determinar os efeitos sociais e pessoais do casamento. nos termos do art. Verificar as exceções às regras de celebração do casamento. Compreender o alcance dos deveres do casamento do art. Efeitos sociais do casamento b. a.566. Formalidades b. 2. Sistema de prova pré-constituída b. conteúdo a. Efeitos pessoais do casamento c. lembrando-se que para realizar este registro é necessário que o casamento religioso tenha observado os mesmos elementos de existência e validade do casamento civil (exceto quando à presença da autoridade celebrante).516.566. 1. No Cartório foram surpreendidos com a informação de que o Espiritismo não é religioso. 1. prova e efeitos do casamento Objetivos 1. 5. 1.CC. Uma das formas de realizar casamento civil válido é registrar o casamento religioso já realizado. Efeitos sociais e pessoais do Casamento. CC. Compreender o sistema probatório do casamento no ordenamento civil. sustenta a doutrina. a. Itamar (38 anos) e Crisitana (30 anos) foram a um Registro Civil da cidade de Salvador para registrar civilmente o seu casamento que havia sido realizado em um centro espírita. datashow. 4. o . Celebração do Casamento. Estrutura de 1. Prova do Casamento. Conhecedores desta regra. mas sim seita e que. Estudar as regras sobre celebração do casamento e determinar o momento a partir do qual passa a produzir efeitos. Deveres do casamento – art.Título SEMANA 6 Número de aulas por 1 semana Número de semana 6 de aula Tema Celebração. Posse do estado de casados 3. CC Recursos físicos quadro e pincel. Momento a partir do qual o casamento passa a produzir efeito 2. Aplicação prática e Caso Concreto 1 teórica É sabido que o casamento é um dos atos mais solenes do Direito Civil e assim o é.

o registro tem natureza meramente probatória. d) De acordo com o Código Civil. desde que por ato escrito. À luz do conceito de casamento adotado pelo ordenamento vigente e pelos deveres decorrentes do casamento o dever de fidelidade recíproco pode ser relativizado ou até mesmo desconsiderado pelos cônjuges como pretende o autor? A banalização da fidelidade recíproca não importa reconhecer a própria banalização da relação marital? Explique sua resposta apontando fundamentos jurídicos. pronunciamento judicial em ação própria. especialmente nos chamados ‘casamentos abertos’ em que os cônjuges não dão à exclusividade sexual a menor importância. visto que ao juiz é vedado declarar de ofício a invalidade. e) No denominado casamento religioso com efeitos civis. p. direito a indenização e direitos hereditários. após o seu encerramento. para a sua invalidação. filiando-se à corrente que defende que atualmente a fidelidade consiste em dever de lealdade entre os cônjuges e que a infidelidade apenas sexual não viola este dever. registro não poderia ser feito. inclusive durante a celebração do casamento. casamento de filho menor de dezoito anos de idade poderão revogar a autorização. Questão objetiva (TJPB 2011 – Juiz Substituto) Considerando as disposições legais e doutrinárias a respeito do direito de família. pois muitos não conseguem se satisfazer sexualmente sem a variação de parceiros. a relação concubinária mantida simultaneamente ao matrimônio gera. b) Os pais que tenham consentido. O que pode ser feito? Caso Concreto 2 Dimas Messias de Carvalho (2009. assinale a opção correta. sendo de exclusiva alçada dos cônjuges. a) Tanto o casamento nulo quanto o anulável requerem. Inconformados com a informação procuram seu escritório para que tome as medidas cabíveis. representando o dever de fidelidade um entrave na busca da felicidade”. independentemente de autorização judicial. Para a sociedade é indiferente se os casados estão sendo infiéis ou não. c) É admitida a alteração de regime de bens entre os cônjuges. leciona que a fidelidade é o menos importante dos deveres conjugais. mediante ato escrito. não constituindo ato essencial para a atribuição dos efeitos civis. devendo a fidelidade ser ignorada pela ordem jurídica também no âmbito civil. Considerações Referências Bibliográficas: adicionais Nome do livro: Direito das Famílias . 96) afirma que: “Fábio Ulhôa Coelho.

Editora: Saraiva Ano: 2010 Edição: 7ª. Carlos Roberto. Nome do capítulo: Capítulos VI. VII e X. Edição. Número de páginas do capítulo: 40 .Nome do autor: GONÇALVES.

§2º. Natureza jurídica dos regimes de bens 2. Da variedade de regimes (art. CC) b. 546. 4. CC). Contextualizar os princípios que se aplicam aos regimes de bens. CC – administração dos bens por um dos cônjuges. Art. Da liberdade de escolha (art.650.642 a 1. 3. d. Recursos físicos quadro e pincel. 1.653 a 1. Compreender o alcance e os efeitos do pacto e das doações antenupciais. 1.651.Título SEMANA 7 Número de aulas por 1 semana Número de semana de 7 aula Tema Introdução aos Regimes de Bens Objetivos 1.657. Arts. CC). 1. Efeitos patrimoniais do casamento. b. CC). Identificar e compreender as limitações patrimoniais impostas às pessoas casadas.647 a 1. 2. Conceituar regime de bens e identificar sua natureza jurídica. Art.639. Princípios aplicáveis aos regimes de bens a. c. a. c. Estrutura de conteúdo 1. 1. 3. Aplicação prática e Caso Concreto 1 teórica Jerônimo é locador de Luciana em imóvel localizado em . 5. 4. Características e efeitos (arts..653. 5. datashow. 1. Arts. CC – atos que independem da anuência do consorte. CC – regime de separação obrigatória de bens. CC – atos que dependem da anuência do consorte. 1.639. 1. Doações antenupciais a.644. CC). Limitações patrimoniais a. Da mutabilidade motivada ou justificada (art. Identificar os principais efeitos patrimoniais do casamento. Conceito (art. 1.639. b. Pacto Antenupcial a. Conceito (art.641. Conceito de regime de bens b. 1. CC) e efeitos.

Neste contrato. Leandra e Érico podem pedir a alteração do regime de seu casamento? Explique sua resposta. Considerando os fatos narrados. Ocorre que sua irmã perdeu e o emprego e logo após deixou de pagar o aluguel. responda: a) Qual o regime de bens adotado entre Érico e Leandra? Justifique sua resposta. 1. b) Após a finalização do inventário do primeiro casamento. Ao ser demandado Luciomar alega em sua defesa que é ineficaz a fiança por ele prestada porque sua esposa deveria ter concordado expressamente com a prorrogação do contrato. Em julho de 2005 o referido contrato de locação foi renovado por prazo indeterminado e a esta renovação Luciomar deu consentimento por escrito mantendo-se como fiador. Caso Concreto 2 Leandra é viúva de Epaminondas com quem teve dois filhos. III. Luciana indicou por fiador seu irmão Luciomar. na constância do casamento. casado pelo regime supletivo de bens com Marília. ainda que só em nome de um dos cônjuges e os decorrentes de doação.647. cada cônjuge possui patrimônio próprio. CC. Se o da comunhão parcial.Florianópolis. Leandra casou-se em 2009 com Érico após regular processo de habilitação. . É nulo o pacto antenupcial feito por escritura pública se não lhe seguir o casamento. desde fevereiro de 2003. a título oneroso. Leandra ainda não havia finalizado o inventário dos bens do primeiro casamento. mas à época da dissolução da sociedade conjugal caber-lhe-á metade dos bens adquiridos pelo casal. herança ou legado em favor de ambos os cônjuges. V. No momento do segundo casamento. devendo ser apurada a procedência das razões invocadas e ressalvados direitos de terceiros. O regime da separação de bens é obrigatório se a mulher for maior de 50 (cinquenta) anos. I. Questão objetiva (Defensoria Pública/MA_2003) Considere as afirmações abaixo sobre o regime de bens entre cônjuges. contrato firmado em julho de 2003 por prazo determinado de dois anos. No regime de participação final nos aquestos. mediante autorização judicial em pedido motivado de ambos os cônjuges. IV. A defesa por ele apresentada é válida? Justifique a sua resposta. II. III. É admissível a alteração do regime de bens. Com a fiança anuiu Marília nos termos do art. incluem-se na comunhão os bens adquiridos na constância do casamento por título oneroso.

c) I. tiragem Nome do capítulo: O Regime de Bens do Casamento Número de páginas do capítulo: 64 . II e IV. d) II. e) III. IV e V. IV e V. III e V. Editora: Lumen Juris Ano: 2009 Edição: 2ª. SOMENTE estão corretas as afirmações: a) I. Considerações Referências Bibliográficas: adicionais Nome do livro: Direito das Famílias Nome do autor: FARIAS. b) I. Cristiano Chaves. Nelson. ROSENVALD. IV e V.

casou-se com Maria em janeiro de 1993. tendo obtido.672 a 1. pelo regime de comunhão parcial de bens. datashow. Separação convencional de bens – conceito e alcance (arts. por sentença transitada em julgado na constância do casamento.688. CC). Compreender o alcance e os efeitos dos regimes de bens. Encontrando-se o casal em processo de separação judicial. Caso Concreto 2 Camila e Carlos são casados pelo regime supletivo de bens. CC). CC). instalou- se controvérsia a respeito de benfeitorias realizadas em um imóvel rural de 50 (cinquenta) hectares do qual João era possuidor desde 1980. Conceituar os regimes de bens previstos no Código Civil.666.658 a 1. enquanto João afirma que o mesmo integra o seu patrimônio particular. Maria postula a meação das benfeitorias feitas neste imóvel na constância do casamento. 1. 1. 2.Título SEMANA 8 Número de aulas por 1 semana Número de semana de 8 aula Tema Regimes de Bens Objetivos 1. Pergunta-se: qual das partes tem razão? A reposta deve ser objetivamente justificada.667 a 1. Comunhão universal – conceito e alcance (arts. que era solteiro. 2. 1.671. 3. Aplicação prática e Caso Concreto 1 teórica (MP/RJ . 4. Camila . Comunhão parcial – conceito e alcance (arts. a procedência do pedido de usucapião formulado em janeiro de 1994. Participação final nos aquestos – conceito e alcance (arts. 1. CC).adaptada) João. Estrutura de conteúdo 1. Recursos físicos quadro e pincel.687 a 1.686.

Cristiano Chaves. Nelson. b) Há presunção ‘juris et de jure’ de que os bens móveis foram adquiridos durante o casamento. deverá ser imputado na data da dissolução do casamento. o valor desse pagamento. Quando da dissolução do casamento instalou-se controvérsia sobre a propriedade dessa ilha. tiragem . Durante a constância do casamento o casal notou que a pouco metros da margem do terreno formou-se por trabalho da corrente do rio uma ilha que passaram a usar como extensão de sua propriedade. alegando ser Carlos ela propriedade comum adquirida por fato eventual e exigindo a partilha. d) O cônjuge pode renunciar e ceder seu direito à meação durante a vigência desse regime matrimonial de bens. utilizando bens de seu patrimônio. Quem tem razão? Fundamente sua resposta. Camila afirmou ser esta forma por acessão incompantível com a noção de fato eventual e pedindo a exclusão da partilha. já antes de seu casamento com Carlos era proprietária de um terreno ribeirinho às margens do Rio Descanso. Questão objetiva (OAB-SP 122o. nenhum dos cônjuges poderá aliená-los sem a anuência do outro./26) No regime de participação final dos aquestos: a) Se um dos cônjuges vier a pagar débito do outro. c) Se não houver convenção antenupcial admitindo a livre disposição dos bens imóveis particulares. sem atualização monetária. Editora: Lumen Juris Ano: 2009 Edição: 2ª. à meação do outro consorte. Considerações Referências Bibliográficas: adicionais Nome do livro: Direito das Famílias Nome do autor: FARIAS. ROSENVALD. uma vez que acréscimo natural realizado a terreno que lhe pertencia antes do casamento.

Nome do capítulo: O Regime de Bens do Casamento Número de páginas do capítulo: 64 .

66/10 – alcance e efeitos. remédio) c) Efeitos d) Separação de corpos 4. sanção. 4. 3. Diferenciar as causas de dissolução da sociedade conjugal das causas de dissolução do vínculo conjugal. EC n. 66/10. Identificar as formas de separação e de divórcio existentes no Brasil e analisar seus requisitos. datashow. Estrutura de conteúdo 1. Divórcio a) Conceito b) Espécies: consensual e litigioso c) Efeitos Recursos físicos quadro e pincel. Dissolução do casamento a) Breve evolução histórica b) Dissolução da sociedade conjugal c) Dissolução do vínculo conjugal 3.Título SEMANA 9 Número de aulas por 1 semana Número de semana de 9 aula Tema Dissolução do Casamento Objetivos 1. . Debater a EC n. 2. 2. Compreender o alcance e os efeitos de cada uma das causas. Separação a) Conceito b) Espécies: consensual e litigiosa (ruptura.

org. Disponível em <http://www. Rodrigo da Cunha. Divórcio Já. alegando que o pedido não poderia ser acolhido. seria facilitada a instituição de nova família. nem foi formado patrimônio comum. Cópia em anexo. Da união não nasceu nenhum filho. Disponível em <http://www. DIAS. cessando a coabitação. 2010. PEREIRA. o ex-casal poderia procurar via alternativa ao Judiciário para atingir o seu objetivo ou nada poderia fazer antes do decurso dos dois anos . João contesta. casada em regime de comunhão parcial de bens com José por 3 anos. Emenda Constitucional n. 66/2010: semelhanças. 66/2010) e separação judicial em andamento – parecer do ministério público. uma vez que ainda não havia transcorrido o prazo de dois anos da separação de fato exigidos pelo artigo 40 da Lei 6. considerando as inovações legislativas.ibdfam. Cópia em anexo.515/77. Após dez meses da separação de fato. Rodrigo da Cunha. diferenças e inutilidades entre separação e divórcio e o direito intertemporal. Acesso em 19 de set. a) Nessa situação é juridicamente possível que o magistrado decrete o divórcio. Após a citação.org. Diante da hipótese apresentada. ao dissolver uma união insustentável. 3. PEREIRA. Acesso em 19 de set. alegando que essa era a visão moderna do Direito de Família. e cada um foi residir em nova moradia.Aplicação prática e Textos de apoio: teórica 1. não obstante não exista comprovação do decurso do prazo de dois anos da separação de fato como pretende Maria. O casal se separou de fato.br/?artigos&artigo=647>. 2. Caso Concreto 1 (OAB 2011 1) Maria. 2010. devendo o processo ser convertido em separação judicial para posterior conversão em divórcio? b) Caso houvesse consenso. 2010. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. que entra com a ação de divórcio direto. ou João está juridicamente correto. pois.ibdfam. descobre que ele não havia lhe sido fiel. responda aos itens a seguir. Maria procura um advogado. Caso Concreto: Emenda do divórcio (EC n. e a vida em comum se torna insuportável. São Paulo: Revista dos Tribunais. M.br/?artigos&artigo=675>.B.

em saber que seu marido. não houve invasão de privacidade porque os e-mails estavam gravados no computador de uso da família e a ex-esposa tinha acesso à senha do acusado. o magistrado desconsiderou a alegação de quebra de sigilo.000. alegando ofensa à sua honra subjetiva e violação de seu direito à privacidade. (Proc. "o adultério foi demonstrado pela troca de fantasias eróticas". A situação ficou ainda mais grave porque. já causa abalo psicológico ao cônjuge traído. Para ele.05.1. o ex-marido alegou "invasão de privacidade" e pediu a desconsideração dos e- mails como prova da infidelidade. . afirma a sentença.08) Um ex-marido infiel foi condenado a pagar reparação por danos morais no valor de R$ 20.com a "outra" . não a respeitava. Ela entrou na Justiça com pedido de reparação por danos morais. As provas foram colhidas pela própria esposa enganada. conclui. A "traição" foi comprovada por meio de e-mails trocados entre o acusado e sua amante.01.00 porque manteve relacionamento com outra mulher durante a vigência do casamento. “Simples arquivos não estão resguardados pelo sigilo conferido às correspondências”. Diz que jamais desconfiou da traição. Ao analisar a questão. só comprovada depois que ele deixou o lar conjugal. tenho que a honra subjetiva da autora foi muito mais agredida. fazendo comentários difamatórios quanto à sua vida íntima. pois acreditava que o marido havia abandonado a família devido a uma crise existencial". por si só. Acrescenta que "precisou passar por tratamento psicológico. nº 2005. A sentença é da 2ª Vara Cível de Brasília e está sujeita a recurso de apelação. afirmando que ela seria uma pessoa “fria” na cama. que descobriu os e- mails arquivados no computador da família. “Se a traição.com informações do TJ-DFT). nessas ocasiões. perante sua amante”.118170-3 .da separação de fato? Caso Concreto 2 Analise a seguinte notícia: Homem vai indenizar ex-esposa porque cometeu “infidelidade virtual” (26.comentários jocosos sobre o desempenho sexual da esposa.Em sua defesa. o ex-marido fazia .

 Para o juiz. além de traí-la. Afirma que não difamou a ex- esposa e que ela mesma denegria sua imagem ao mostrar as correspondências às outras pessoas.

Notícia veiculada no site Espaço Vital: www.00. pertencerá à ex-esposa. de competência do Estado. os ex-cônjuges.00.espacovital. e incidirá sobre a base de cálculo no valor de R$ 10. enquanto o imóvel situado no Município Y. casados em regime de comunhão total de bens. Assinale a alternativa correta quanto à tributação incidente nessa partilha: a) O tributo a ser recolhido será o ITCMD. não há transferência de bens.com. e incidirá sobre a base de cálculo no valor de R$ 10.br Casos como estes são cada vez mais comuns na sociedade atual.Juiz Substituto) Considerando que dois estrangeiros. no valor de R$ 30. algumas questões devem ser debatidas: 1) É possível a reparação por danos morais por rompimento de deveres conjugais (art. no valor de R$ 50.00. sobre ambos os imóveis cada qual para o Município de localização do bem.000. como o regime de casamento era o da comunhão total de bens. No entanto.000. pertencerá ao ex-marido.000. de competência do Município.000.566. pois. 1. 2) Qual o limite das provas a serem utilizadas pelos cônjuges em ações como estas? Por exemplo: os e- mails obtidos pela esposa poderiam ter sido admitidos no caso em análise? 3) Relacionamentos virtuais podem ser caracterizados adultério? Explique sua resposta. b) O tributo a ser recolhido será o ITBI. mas simples repartição do patrimônio comum de cada ex-cônjuge. CC)? Justifique a sua resposta. d) Não há tributo a ser recolhido. Questão objetiva 1 (OAB 2010.3) Nos autos de uma ação de divórcio.00. c) O tributo a ser recolhido será o ITBI. dividiram o patrimônio total existente da seguinte maneira: o imóvel situado no Município X. Questão objetiva 2 (TJPB 2011 . .

por força de litispendência. se posterior. casados em seu país de origem e residentes no Brasil. c) As duas ações tramitarão independentemente. Carlos Roberto Editora: Saraiva Ano: 2010 Edição: 7ª. assinale a opção correta. b) A justiça brasileira não será competente para julgar a ação ajuizada no Brasil. deverá ser extinta. Maria Berenice Editora: RT Ano: 2010 Edição: Nome do capítulo: todo o livro Número de páginas do capítulo: 64 Referências Bibliográficas 2: Nome do livro: Direito Civil Brasileiro Nome do autor: GONÇALVES. e) O julgamento de uma das ações implicará a extinção da segunda. ajuízem ações de divórcio tanto em seu país quanto no Brasil. ed. em razão de coisa julgada. a) A existência de sentença no exterior não afetará a ação ajuizada no Brasil. Considerações Referências Bibliográficas 1: adicionais Nome do livro: Divórcio Já Nome do autor: DIAS. Nome do capítulo: Capítulo XI – Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Número de páginas do capítulo: 79 . d) A ação ajuizada no Brasil.

Dê-lhes as explicações necessárias para que o contrato de convivência não seja considerado inválido com relação ao regime de bens escolhido. Caso Concreto 2 Eduarda e Rafael vivem em união estável há dez anos. Conceito b. Reconhecer a possibilidade de conversão em casamento. 75 anos e Hortência Rubia. Conversão em casamento Recursos físicos quadro e pincel. 73 anos. 4. em 2011. Durante este período não documentaram sua situação. Aplicação prática e Caso Concreto 1 teórica Fernando das Flores.723 a 1. 1. Direitos e Deveres e. Essa alteração de regimes é possível? Como se verificam seus efeitos.Título SEMANA 10 Número de aulas por 1 semana Número de semana de 10 aula Tema União Estável Objetivos 1. Elementos constitutivos d. Agora. Identificar direitos e deveres aplicáveis. 3. assinale a opção correta: a) Aplicam-se à união estável as regras do regime da . mas construíram patrimônio comum. realizaram escritura pública de convivência optando pelo regime de separação de bens. CC).2) A respeito do direito de família.727. Compreender os pressupostos de caracterização da união estável. a. contínua e duradoura e resolveram oficializar documentalmente a união estável que constituíram entre si. em especial nas relações jurídicas em face de terceiros? Questão objetiva (OAB 2009. 2. União Estável (arts. Diferença entre união estável e concubinato c. datashow. Conceituar a união estável e diferenciar do concubinato. Estrutura de conteúdo 1. Regime de Bens f. Pretendem adotar entre si o regime de comunhão universal e querem saber se isso é possível. há dois vivem em união pública.

tendo sido a inseminação artificial previamente autorizada pelo marido de Marida. Maria Berenice. separação de bens. d) Os cunhados. o Código Civil prevê expressamente que a criança é presumidamente considerada. Nome do capítulo: União Estável Número de páginas do capítulo: 27 . b) Não pode ser reconhecida como união estável a relação pública. juridicamente. contínua e duradoura e com ânimo de constituir família. entre uma mulher solteira e um homem casado que esteja separado de fato. c) Suponha que uma criança tenha sido concebida com material genético de Maria e de um terceiro. não podem ser classificados como parentes. salvo contrato escrito em que se estipule o contrário. para todos os efeitos legais. filha de Maria e de seu marido. Editora: Revista dos Tribunais Ano: 2007 Edição: 4ª. Nessa situação hipotética. Considerações Referências Bibliográficas: adicionais Nome do livro: Manual de Direito das Famílias Nome do autor: DIAS.

Título SEMANA 11 Número de aulas por 1 semana Número de semana de 11 aula Tema Filiação sob a ótica civil-constitucional Objetivos 1. Presunção de maternidade Maternidade de substituição Parto Anônimo 4. Estudar o procedimento de reconhecimento judicial dos filhos. 3. Presunção de paternidade Alcance da presunção ‘pater is est’ Contestação de paternidade. Compreender a evolução da filiação no Direito Brasileiro. Reconhecer os efeitos do reconhecimento de filhos. 2. Compreender a influência da Biotecnologia e da Medicina nos conceitos de maternidade e paternidade. Estudar a presunção de maternidade e entender o seu alcance. 8. Prova de filiação Posse do estado de filho 5. Compreender a averiguação oficiosa da paternidade.. Reconhecimento de Filhos Conceito Formas de reconhecimento . 6. 2. Filiação. Estrutura anterior à CF/88. 9. Compreender as formas de reconhecimento de filhos previstas no Código Civil. 5. CF e reflexos no Direito Civil. 4. §5º. 7. 226. Determinar a prova da filiação. Estrutura conforme o art. Estrutura de conteúdo 1. 3. Estudar a presunção de paternidade e entender o seu alcance.

A confissão materna é suficiente para afastar a paternidade? 2. Caso Concreto 2 Cássio e Ludimila são casados há vinte anos e. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Reconhecimento Voluntário (art. à época representado por sua mãe Neuza. no entanto. novamente representado por sua mãe. Inconformado. invocando agora lei do Distrito Federal que determinava que o poder público arcasse com as custas do exame de DNA. CC) Oposição ao reconhecimento voluntário 7. deste relacionamento. 8. julgou o novo processo uma afronta à coisa julgada. Felipe.562/92) Recursos físicos quadro e pincel. 6. datashow. Inconformado com o fato. Após desentendimento. Averiguação oficiosa da paternidade (Lei n. 1. nasceram dois filhos Cassandra (19 anos) e Lucíola (14 anos). Pergunta-se: há afronta a coisa julgada uma vez que da primeira vez o processo foi extinto por insuficiência de provas ou deve prevalecer o direito fundamental à filiação? Justifique a sua resposta. Ludimila confessa a Cássio que sua filha mais velha possivelmente é filha de Plácido com quem manteve relacionamento sexual pouco antes do casamento. Em 1996. Aplicação prática e teórica Caso Concreto 1 Em 1989 a Justiça do Distrito Federal julgou improcedente ação de investigação de paternidade proposta por Felipe. . propôs ação de investigação de paternidade. Efeitos do reconhecimento dos filhos havidos fora do casamento 9. ingressa com ação negatória de paternidade alegando não ser o pai de Cassandra em virtude da confissão materna. Felipe recorreu ao STF. Pergunta-se: 1.609.Se a filiação é ‘um estado afetivo e não puramente técnico’. Cássio além de pedir o divórcio. Naquela ação Neuza foi beneficiária de Justiça gratuita e como Poder Público ainda não era obrigado a arcar com o exame de DNA e as provas por ela apresentadas foram consideradas insuficientes para demonstrar a paternidade de Pedro. o que deve prevalecer: o exame de DNA ou a filiação afetiva por quase vinte anos mantida entre Cassandra e Cássio? Fundamente sua resposta. Reconhecimento Judicial Ação de investigação de paternidade Ação de investigação de maternidade Contestação da paternidade ou da maternidade 8.

Os filhos havidos de relações incestuosas 
têm assegurado o vínculo de paternidade sem qualquer distinção de ordem patrimonial ou extrapatrimonial. Filhos que. as mudanças da tutela jurídica das relações familiares. Estão CORRETAS somente as afirmativas a) I e II. eram socialmente iguais. aos filhos legítimos. assim que se estabeleceram no Brasil. no sistema jurídico brasileiro. Nelson Editora: Lumen Juris Ano: 2009 Edição: 2ª. ou quase iguais. b) I e III. de cor.). III e IV. resultantes de mães índias e também de escravas negras. foram mesmo instruídos na Casa Grande pelos frades ou pelos mesmos capelães que educavam a prole legítima. d) III e IV. quando este incluía em seu testamento os filhos naturais.” FREYRE.. nesses testamentos. o vínculo biológico é o único critério vigente no sistema brasileiro atual para o estabelecimento da filiação. as transformações trazidas pela Constituição de 1988 e os dispositivos e princípios consagrados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. ou ilegítimos. em especial o exame de DNA. os filhos serão diferenciados em legítimos ou ilegítimos. os naturais. Gilberto. e) I. o vínculo jurídico e o vínculo socioafetivo. explicando-se assim a ascensão social de alguns desses mestiços. por pai cristão. Atualmente. Questão objetiva (ENADE 2009) “Os portugueses (. Com base na comparação entre esse texto. permitida pela adoção legal. tiragem . ROSENVALD. Cristiano Chaves. não raras vezes. Aliás. Pelo princípio da isonomia da prole e da dignidade da pessoa humana.. começaram a anexar ao seu sistema de organização agrária de economia e de família uma dissimulada imitação de poligamia. Considerações adicionais Referências Bibliográficas: Nome do livro: Direito das Famílias Nome do autor: FARIAS. c) II e IV. os critérios vigentes para o estabelecimento da filiação são: o vínculo biológico. sendo equiparados para efeitos sucessórios. analise as seguintes afirmativas: Em decorrência dos avanços tecnológicos.

Nome do capítulo: Capítulo VII – A Filiação e o Reconhecimento de Filhos Número de páginas do capítulo: 112 .

Espécies: unilateral e compartilhada 3. Compreender o conceito de poder familiar e sua evolução no ordenamento brasileiro. Conceito b. Estrutura de conteúdo 1. Identificar as espécies de guarda e seus efeitos. Se é certo que o castigo imoderado pode levar à suspensão ou à perda do pátrio poder o excesso de atividades . Conceituar a guarda. Conceituar tutela e curatela e compreender o seu alcance. Breve histórico b. datashow. 5. Por isso. Guarda a. Aplicação prática e Caso Concreto 1 teórica Estudou-se que a noção de poder familiar como poder-sujeição sem dúvida está em crise. afirma-se o poder familiar é um poder-dever dos genitores que tem por finalidade maior a promoção das potencialidades criativas dos filhos. Então. Alcance da tutela c. Causas de destituição 2. 3.Título SEMANA 12 Número de aulas por 1 semana Número de semana de 12 aula Tema Poder familiar e proteção dos filhos Objetivos 1. os genitores assumem hoje mais uma função educativa do que propriamente uma gestão patrimonial. Conceito c. 2. Tutela e Curatela a. Poder Familiar a. Efeitos do poder familiar d. Alcance da curatela Recursos físicos quadro e pincel. Analisar as causas de suspensão e de destituição do poder familiar. Conceito b. Causas de suspensão e. 6. Entender os efeitos do poder familiar. 4. Características c.

II. 17 anos. não pode ser responsabilidade. para ilidir a presunção legal da paternidade do filho. . se o menor tiver 16 (dezesseis) anos completos. IV. III. Caso Concreto 2 Roberto. divorciados. As vítimas propuseram ação em face de ambos os genitores afirmando ser ambos os responsáveis pelo menor. se possível. O Código Civil prevê que. como por exemplo uso abusivo de álcool ou de entorpecentes. pode ser considerada suficiente como meio de prova para a exclusão da paternidade. desrespeitando inclusive seu direito a intervalos de lazer. não tem a guarda judicial do adolescente não podendo responder pelos danos por eles provocados. é filho de Elisamara e Luciano. No entanto. a confissão materna. portanto. Quem tem razão? Questão objetiva (TJSC 2011 – Juiz Substituto) Assinale a alternativa correta: I. Já Luciano.extraclasse (prática de esportes. os avós podem ser obrigados a prestar alimentos aos netos. podem ser caracterizadas abuso da autoridade parental? Justifique sua resposta e. Após homologação judicial. Se houver discordância entre os pais na concessão ou não da emancipação é assegurado o direito de um dos genitores ou de o menor recorrer ao Poder Judiciário. colacione decisão jurisprudencial.) impostas diária e exaustivamente a crianças e adolescentes. afirma que embora o menor estivesse consigo não autorizou a utilização do veículo. a critério do juiz. bem como. cursos de línguas e artes. Elisamara afirma que embora tenha a guarda judicial. se o pai ou a mãe que deve alimentos em primeiro lugar não estiver em condições de suportar totalmente o encargo. Não basta o adultério da mulher. naquele final de semana Roberto não estava sob seus cuidados. Esta obrigação não tem o caráter de solidariedade mas o de subsidiariedade e de complementaridade. Elisamara tem a guarda judicial de Roberto. A perda do poder familiar é uma sanção imposta por sentença judicial ao pai ou à mãe que executar atos que a justificam. No final de semana em que Roberto estava na casa do pai. com quem o marido vivia sob o mesmo teto. furtou o veículo deste e causou grave acidente de trânsito. prática de obscenidades no lar testemunhadas pelo menor ou submissão da criança ou adolescente a abuso sexual. extingue-se o poder familiar pela emancipação derivada da concessão por ambos os pais ou de um deles na falta do outro. etc.

e) Todas as proposições estão corretas. Considerações Referências Bibliográficas: adicionais Nome do livro: Manual de Direito das Famílias Nome do autor: DIAS. b) Somente as proposições III e IV estão corretas. Nome do capítulo: Poder Familiar Número de páginas do capítulo: 35 . c) Somente as proposições II e IV estão corretas. MARIA BERENICE Editora: Revista dos Tribunais Ano: 2009 Edição: 6º. III e IV estão corretas. d) Somente as proposições II e III estão corretas. a) Somente as proposições I.

b. Espécies de Alimentos. Da alternatividade. c. h. 6. Natureza Jurídica. Da preferência. a. g. atuais e futuros. d. Identificar as espécies de alimentos. 4. Conceituar alimentos e identificar suas características. a. Quanto à causa jurídica: legais ou legítimos. Estrutura de conteúdo 1. c. Da mutabilidade. Da reciprocidade. Diferenciar obrigação alimentar de direito a alimentos. Compreender as regras de quantificação dos alimentos. Discorrer sobre os princípios informadores dos alimentos. Quanto à finalidade: definitivos. c. e. Princípios: a. 2. i. b. provisórios e provisionais. Quanto ao momento em que são reclamados: pretéritos. Da irrenunciabilidade. Obrigação alimentar e direito a alimentos. 5. Quanto à natureza: naturais e civis. Da condicionalidade. voluntários e indenizatórios. Características. 5. Da complementaridade. Alimentos. Da transmissibilidade. f.Título SEMANA 13 Número de aulas por 1 semana Número de semana de 13 aula Tema Alimentos Objetivos 1. 4. Quantificação dos alimentos. Conceito. 3. 3. d. . Da divisibilidade. Estudar os pressupostos da obrigação alimentar. b. 2.

Pergunta-se: 1. famoso jogador de futebol. d) Somente os filhos têm o direito de pedir alimentos. ele não mais poderá pleitear ao outro cônjuge a prestação alimentícia. companheiros e parentes. Questão Objetiva 1 (OAB 2010. realizado o exame de DNA. Após o nascimento. 2. c) Os créditos alimentares prescrevem em cinco anos. O pai de Silvia lhe procura afirmando que entende já ter cumprindo todas as obrigações alimentares com relação à filha e que o fato de estar cursando Mestrado não é justificativa suficiente para a continuidade da prestação. Questão objetiva 2 (OAB 2009. aos colaterais até o terceiro grau. Joelson em sua defesa alega que a requerente é conhecida vulgarmente como Taty Pega Todos e que possivelmente não é o pai da criança. bióloga. Aplicação prática e Caso Concreto 1 teórica Joelson. Pressupostos da obrigação alimentar. datashow. Você precisa apresentar a defesa do pai em juízo. O que arguiria benefício de seu cliente? Fundamente juridicamente o seu posicionamento. . exames. b) Após a separação judicial do casal. exame de DNA. Terá ele direito de pedir a repetição dos alimentos pagos? Caso Concreto 2 Silvia. 6. requerendo.1) Assinale a opção correta acerca da prestação de alimentos: a) O direito a alimentos é recíproco entre pais e filhos. tem 26 anos e ingressou com ação de alimentos pleiteando que seu pai pague-lhe alimentos uma vez que está cursando Mestrado e o tempo necessário ao desenvolvimento dos estudos lhe impedem de exercer atividade remunerada suficiente para a própria subsistência. limitando-se neste caso. Recursos físicos quadro e pincel.2) Acerca dos encargos alimentares: a) Alimentos são devidos entre cônjuges. é citado para responder a uma ação de alimentos em que uma mulher grávida afirma estar esperando filho seu e requer auxílio para manter-se durante a gestação (despesas de alimentação. Diante da dúvida suscitada sobre a paternidade é possível fixar alimentos provisionais? Explique sua resposta. por isso. medicamento e parto). verifica-se que Joelson não era o pai. mesmo que o cônjuge venha a necessitar de alimentos.

ROSENVALD. Nelson. c) A transmissão da obrigação alimentícia não ocorre em relação aos herdeiros do devedor. desde que reste comprovado que os alimentos originalmente fixados não atendem integralmente às necessidades do credor. tiragem Nome do capítulo: Os Alimentos Número de páginas do capítulo: 136 . visto que é obrigação personalíssima. d) Admite-se a prestação de alimentos com caráter complementar. b) A fixação dos alimentos privilegia a necessidade em detrimento da possibilidade. Editora: Lumen Juris Ano: 2009 Edição: 2ª. Considerações Referências Bibliográficas: adicionais Nome do livro: Direito das Famílias Nome do autor: FARIAS. Cristiano Chaves.

a. Conceito b. a. Conceito b. Que orientação o advogado deve dar a Manoel? O locador poderá penhorar o bem de família de João? Explique suas respostas. Entender o alcance do bem de família legal. preocupado. Questão objetiva 1 Sobre o bem de família convencional assinale a alternativa correta: a) Não é necessária a outorga do outro cônjuge para a instituição de bem de família voluntária.Título SEMANA 14 Número de aulas por 1 semana Número de semana de 14 aula Tema Bem de Família Objetivos 1. Identificar os efeitos do bem de família convencional. datashow. 2. Requisitos c. d) A ocupação do imóvel pela família é prescindível à constituição do bem de família. Distinguir bem de família legal e bem de família convencional. Compreender o conceito de bem de família. Bem de Família Legal. Bem de Família Convencional. Aplicação prática e Caso Concreto 1 teórica Manoel é fiador de Eleonor em contrato de locação residencial que já dura três anos. Requisitos c. 4. c) Não é condição ‘sine qua non’ para a instituição do bem de família o estado de solvência econômica do instituidor no momento da instituição. Efeitos Recursos físicos quadro e pincel. b) O bem de família voluntário não pode ser instituído por terceiro em benefício dos cônjuges ou companheiros. 3. Manoel. Efeitos 2. procura advogado para receber informações sobre possível penhora do locador sobre imóvel seu em que reside com a família. Estrutura de conteúdo 1. independente se o prédio . Eleonor passa por enormes dificuldades financeiras e há um ano deixou de pagar o aluguel.

desde que quitados. c) A impenhorabilidade do imóvel rural abrange o prédio destinado à sede. e) Publicado o edital para o conhecimento de terceiros. Questão objetiva 2 Sobre o bem de família legal assinale a alternativa incorreta: a) As benfeitorias voluptuárias só estarão abrangidas pela proteção do bem de família legal quando estiverem de certa forma agregadas ao bem principal que sua remoção implique a desfiguração ou alteração da substância do imóvel. tendo escoado o prazo de sessenta dias sem oposição ou reclamação de nenhum credor. caso contrário será considerada penhorável. Considerações Referências Bibliográficas: adicionais Nome do livro: Direito Civil Brasileiro Nome do autor: GONÇALVES. os móveis quitados que a guarnecem. está localizado em zona urbana ou rural. o oficial promoverá o registro da escritura. d) Sendo o devedor proprietário de vários imóveis todos aptos a servir de residência da família a impenhorabilidade. em regra. Carlos Roberto Editora: Saraiva Ano: 2010 Edição: 7º. Nome do capítulo: Título IV – Do bem de família Número de páginas do capítulo: 20 . instituindo o bem de família e gerando efeitos ‘ex nunc’. os utensílios e equipamentos e as plantações. 8. b) Os bens móveis que guarnecem a residência do locatário são em regra considerados impenhoráveis. entendendo-se essa limitada ao módulo rural.009/90 é absoluta. e) A impenhorabilidade instituída pela Lei n. deve recair sobre o de menor valor.

Desistência da adoção e. Procedimento 5. Cadastro Nacional de Adoção b.Título SEMANA 15 Número de aulas por 1 semana Número de semana de 15 aula Tema Adoção Objetivos 1. embora assumisse a tutela da gestão. Questões polêmicas a. Aplicação prática e Site indicado . Adoção conjunta por par homoafetivo b. 12. Santo Agostinho vislumbrava o início da personalidade nos primeiros movimentos do feto. Adoção de nascituro d. Estudar a origem e a natureza jurídica da adoção. Breve histórico. Estágio de Convivência c. bastou que o grande administrador grego soubesse da gravidez da cunhada para reservar ao nascituro as galas do governo. Cadastro Nacional de Adoção: teórica <http://www. e o . o que seria indício de alma. 3. 12. 2. Adoção simulada (à brasileira) Recursos físicos quadro e pincel.br/cna Caso Concreto 1 Leia o texto: A adoção do nascituro A coroa espartana devia pousar na cabeça de Licurgo.cnj.gov. Conceito e características. quando seu irmão faleceu sem deixar filhos. Lei n. 3. datashow.010/09 Estrutura de conteúdo 1. 2. Requisitos da adoção a. Compreender o conceito atual de adoção. Embriões excedentários c.010/09 – objetivos e alcance 4. Identificar as principais alterações produzidas pela Lei n.

Uma ordenação lusitana assegurava à mãe a posse de alguns bens em razão do futuro parto. embora apenas detivessem a guarda Lucas. é possível realizar a adoção ‘post mortem’? Explique sua resposta. Os fatos indicados revelam que a proteção do ser concebido remonta aos vagidos da civilização humana e a legislação anotou sempre a intenção de preservar os direitos de que está ainda submisso ao controle uterino. Ambos. onde o direito à liberdade se estendia ao fruto da escrava gestante. agora que ambos morreram.
O surgimento posterior do diploma que regrou o instituto somente para crianças e adolescentes não afetou dita posição. Questão objetiva . Em janeiro de 2011 Rosa morreu de parada cardíaca e tragicamente em março do mesmo ano Mário falece em acidente de trânsito. há 2 vive com Rosa e Mário que detêm sua guarda. assim ainda o esboço de consolidação das leis civis brasileiras e a prédica do ventre livre.010/09 é possível realizar a adoção de nascituro? Em caso afirmativo.ibdfam. 12.br Pergunta-se: a) Quando tem início a personalidade do nascituro no ordenamento brasileiro? Qual é a teoria adotada? b) No vigente Código e em face das alterações promovidas pela Lei n. qual seria o procedimento? Caso Concreto 2 Lucas. tratavam-no publicamente como se filho fosse e já haviam procurado advogado para se informar sobre a possibilidade de adotá-lo.preceito bíblico condenava à morte quem ferisse mulher grávida. 8 anos. cânone que alguns achavam sem recepção pelo paradigma constitucional.[. Pergunta-se. ou de seu representante quando se tratasse do indivíduo embrionário.. persistindo a possibilidade de perfilhar a quem não se dera à luz.] Autor: Desembargador José Carlos Giorgis Disponível no site: www.. isso até mesmo para pensadores que acreditavam ser o neonato apenas um prolongamento das vísceras maternas. A possibilidade jurídica de adoção do nascituro teve assento implícito no código pretérito quando exigia o consentimento do adotado.org.

Para a adoção conjunta. d) As assertivas III e IV estão incorretas. e) Apenas as assertivas II e IV estão corretas. vedando-se o mero reconhecimento dos efeitos de decisão da autoridade competente do país de origem do adotando. Para o credenciamento perante a Autoridade Central Federal Brasileira. .(MPPR 2011 – Promotor) ANALISANDO AS SEGUINTES ASSERTIVAS: I – Podem adotar apenas as pessoas maiores de 21 (vinte e um) anos. ou inexistindo vaga. e será precedida de estágio de convivência. pelo menos. dispensado em relação à criança ou adolescente cujos pais sejam desconhecidos ou tenham sido destituídos do poder familiar. será colocado em entidade de acolhimento institucional. III – Enquanto não localizada pessoa ou casal interessado em sua adoção. IV – Na adoção internacional. comprovada a estabilidade da família. V – Quando o Brasil for o país de acolhida. Em não havendo entidade adequada na Comarca. independentemente do estado civil. II e V estão corretas. nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente. Tal regra tem como objetivo evitar a formação de laços afetivos que venham a dificultar a adoção. os pedidos de habilitação à adoção podem ser intermediados por organismos credenciados. não suprido pela anterior guarda de fato. desde que a legislação do país de acolhida assim o autorize. é indispensável que os adotantes sejam casados civilmente ou mantenham união estável. 16 (dezesseis) anos de diferença de idade entre adotante e adotado. para fins de resguardar os interesses da criança ou do adolescente. admitindo-se que cobrem valores para a execução de suas atividades. dentre outros. desde que não abusivos e devidamente comprovados. nas adoções internacionais. a criança ou o adolescente será colocado sob a guarda de família cadastrada em programa de acolhimento familiar. válido por 02 (dois) anos. preferencialmente. tais organismos devem ser oriundos de países que ratificaram a Convenção de Haia e cumprirem os requisitos exigidos pelo ordenamento jurídico brasileiro. É POSSÍVEL AFIRMAR: a) Todas as assertivas estão corretas. e desde que haja. II – A adoção depende do consentimento dos pais ou do responsável legal do adotando. b) Todas as assertivas estão incorretas. o processo de adoção seguirá as regras da adoção nacional. a criança ou o adolescente. no entanto. c) Apenas as assertivas I.

Considerações adicionais Referências Bibliográficas 1: Nome do livro: Direito Civil Brasileiro Nome do autor: GONÇALVES. Carlos Roberto Editora: Saraiva Ano: 2010 Edição: 7º. Editora: Revista dos Tribunais Ano: 2010 . LÉPORE. Paulo Eduardo. Luciano Alves. Nome do capítulo: Da adoção Número de páginas do capítulo: Referências Bibliográficas 2: Nome do livro: Comentários à Lei Nacional da Adoção Nome do autor: ROSSATO.