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Nes erspec sobressa e ? ? ?   ?  ?   ? .

ao se or enar para a apreensão do deseado. razendo para o campo da soc oog a ?  ? . de sore que. ? ? ? ? ??. assume um pono de v sa ner or ao fao  erár o.

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ndependenemene de nossas concusões ou nferênc as conce ua s (seam us f ca vas deo g cas ou não). a ? ?? . a s s gn f cações são aqueas de que nos ocupamos como nd v:duos humanos.     ?  ?   ??  ? ? Anes de nos ens nar co sas. Em mane ra nd rea e var ada.

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se conorce. d zendo ser bufão por um an go háb o. o personagem faz careas. Enão. Ouubro. Sarraue sub nha que endo o ohar voado para ee mesmo. são posos em reevo os proced menos de Dosoyevsk para fazer sobressa r os esados ou mov menos su s d f c mene percep:ve s. fug d:c os. conrad ór os. endo em referênc a o personagem do veho Karámazov (F odor Pávov ch) e seu comporameno perane o monge ³sarez Zós ma´. ee se perscrua e se esp a. Desaca-se que F odor Karámazov mene fronamene e quando pego é  ge ro em dar a voa por c ma2 ³não se pode ama s pegá-o despreven do. 2º) ± suas faas rocadas com o sarez. Parecendo saber que ao d m nu r a s própr o d m nu:a ambém os ouros com ee. Mas não é udo. Ta s proced menos compos c ona s dosoyevsk anos são descr os nessa aná se e comenados na segu ne ordem2 1º) ± a apresenação do veho Karámazov por ee mesmo ao enrar em cena perane o sarez Zós ma. a denre ees esava o pr me ro que r a fazê-o remarcar esar men ndo´. evanescenes que á noamos sob o conce o soc oóg co de fanas a . Nessa aná se. mas -po s ee em ad v nhações esranhas. em face do fagrane reage d zendo não só que sab a esar men ndo.d zendo haver pressen do que. ee escarnece confessando haver nvenado odo o d o naquee nsane para fazer ma s p cane. 1947) sobre a fanas a na ação dramá ca em Dosoyevsk . Par s. ee se conroa e. ão ogo começou a faar aos presenes. das pág nas 33 a 37 do seu ensa o cr: co  erár o Naha e Sarraue reproduz as faas em que o veho Karámazov se qua f ca a ee própr o de ³bufão´ e como a se recomenda à aprec ação dos números presenes naquea cena. se ex be em poses groescas. que os de xava av ados. prossegue conando ³com uma feroz e ác da uc dez´ como ee se enconrou em s uações hum hanes empregando ao faar os d m nu vos s mpes e agress vos. descr o no L vro II da Pare I de ³Los Hermanos Karámazov ´ (conforme a ed ção casehana de Agu ar).   ?  os qua s ocupam nossas à    peo menos ano quano podem ens nar -nos aguma co sa. pub cado or g namene n ³Les Temps Modernes´. po s será para  sonear aos . em que pese a u  zação pouco ref nada das ges cuações nveross:me s mposas aos personagens. 1956. Para consaar o neresse da soc oog a da  eraura no esudo das reações humanas basa reer a aná se por Naha e Sarraue (³L¶Ére du Supçon´. Ass m. Ga mard. a esa faa.

para os conc  ar. po s é da: que udo provém´. que a fanas a é um conce o soc oóg co essenc a. ogo após esa faa ee se aoeha e Sarraue nos oferece o comenár o do própr o narrador dosoyevsk ano2 ³mesmo enão é d f:c  saber se ee br nca ou esá emoc onado´. Há porano uma ?  ??    ?. às vezes nem se porque´. bem como os esboços de apeos :m dos e de recuos ama s um e or poder a acançar ao menos uma :nf ma pare do que esa passagem da ação dramá ca em Dosoyevsk reveou. que ee se conors ona. com Sarraue. O sarez em om conf denc a he d z que men r a s mesmo é ofender-se aé exper menar a sa sfação. Enão ee faz ma s p rueas e se sa com uma nova  rada de arequ m2 ³vós credes que eu m no sempre ass m e que faço o bufão? Sa bam que é expresso para esá-os que represene essa coméd a´. mas é beo. em nene monge. Ora. será em face da conesação de F odor Karámazov graceando com o conv e para porar-se ao naura que o sarez chega a compreendê-o bem e percebe er s do para se conformar à dé a que ees se fazem dee. acrescena2 ³não enha vergonha de você mesmo. que sem uma aprec ação de da e cu dadosa em que se recorre à exper ênc a v v da ou à exper ênc a refe da. reconhecendo os pensamenos fug d os. vós so s ma s v s do que eu. exam nando sem nd gnação nem desgoso ³a maér a umuuosa que borbuha e ransborda´ (o veho Karámazov a sua frene).´ Mas a fanas a não pára a:. E Sarraue nos br nda com as segu nes frases seec onadas2 ³« porque me parece quando vou na d reção das genes« que odo o mundo me oma por bufão. Sarraue remarca que o veho Karámazov se aprove a para af rmar haver s do usamene pea esé ca que ee sen ra-se ofend do em oda a sua v da aé o dee e. para que esea como em seu ar. à exper ênc a própr a ou à de ouro. às vezes. E Sarraue encerra sub nhando a frase f na que ee nerroga ao sarez se hav a ugar para a hum dade dee uno do orguho dees. Enão eu me d go2 façamos o bufão« po s odos. E ee mesmo o d z2 ³é para ser ma s amáve que eu faço careas . Nese pono podemos ver enf m. a ás. conrad ór os. esende a poss b  dade aos presenes para refuá-a por ees.presenes. Todav a. não é somene agradáve. ao d zer que um gên o ru m se fosse mporane não poder a nee se hospedar. para engrandecer-se ma s a nda sobre ees. Sarraue compara-o a um ³cown´ que se despe fazendo p rueas e nos mosra como ee é mordaz quando. e s porque eu sou um bufão« é por vergonha. por vergonha. ³um grande dee e´. os sen menos su s e d f c mene percep:ve s. Mas o sarez ambém é perscruador e. aé o ú mo. po s. e acrescena2 ³vós so s um abr go esragado´. para os desarmar que ee se debae dessa mane ra. É enão a vez do monge sarez Zós ma man fesar-se na cena e o faz rogando com ns nc a a F odor Karámazov para não se nqu ear nem se moesar. ron zando ao sarez por haver esquec do de que ser ofend do.

mas. Porano. o obeo  erár o deve ser exam nado como composo não somene de um eemeno de s gn f cação ( neecua). raz um eemeno de ub o. de reação com os e ores. guamene. enend da como noção que dá cona das ??   ?. . de reação com o cr ador.?   que mp ca e urapassa a noção de   ?  ap cada na soc oog a da  eraura por Luc en Godmann. ec. sendo um fao de vaor.

Sobreudo. o nd v:duo-avo das expeca vas de promoções e prem ações sabe de anemão que as reações nas h erarqu as do mundo corpora vo são var áve s e que deve se agarrar às vanagens que consegue. . 238 págs. O MUNDO O0PO0ATIVO E A ONO00<NIA SUBLIMADA. 1964. A ás. Ga mard. desprov das que eram as empresas dos conroes econôm cos e f nance ros que  m aram a n c a va no sécuo V ne. os Bancos enra s e o s sema do Fórum Econôm co de Davos) evam ao desocameno progress vo do que Luc en Godmann chamou coef c ene de rea dade do nd v:duo cua auonom a e a v dade são ransposas para o obeo nere [Ver2 Godmann. quaquer deseo sendo um esado ner or. A oncorrênc a sub mada perde seu efe o de es:muo ou ncen vo de xando em seu ugar as r xas que desgasam as reações nerpessoa s. no anverso do desaparec meno ma s ou menos acenuado do personagem nd v dua com sua busca humana de auorea zação e auen c dade nas reações soc a s. esudaram as reações nerpessoa s coeando a  eraura do nd v dua smo e o mundo da econom a de mercado. Hoe em d a. Observando o romance no sécuo XX consaou-se que. Par s. fo acenuado o reforço da auonom a dos obeos. onsaação esa que ogo faz embrar a observação de que as esruuras auo- reguadoras da econom a de roca (no áp ce das qua s pon f cam os conroes de preços. ßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßß NOTA OMPLEMENTA0 (1) ± Em soc oog a os vaores dea s são doados da caracer:s ca de nsrumenos de comunhão e pr nc:p os de ncessane regeneração da v da esp r ua se af rmando nd spensavemene por me o da afe v dade coe va. A soc edade  bera cáss ca comporava uma nerpeneração do aspeco econôm co e do aspeco ps coóg co. Soc óogos noáve s que aprofundaram as aná ses dos processus ps cossoc oóg cos da re f cação. Há radução em Poruguês]. sabe que o peso espec:f co do nd v:duo nas reações empresar a s não em o acance que eve nas soc edades reamene mov das pea  vre n c a va. um dos aspecos da faa de mo vação é que as recompensas d sr bu:das nas organ zações para es muar a ap cação e o empenho esão refer das a um quadro em que a concorrênc a como vaor á não enconra repercussão na exper ênc a. Luc en2 Pour une Soc oog e du 0oman. Quaquer vaor pressupõe a aprec ação de um sue o em reação com uma sens b  dade ndef n da2 é o deseáve. *** ßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßß c  O INDIVÍDUO.

a re f cação é um processus ps coóg co permanene. (B)-Enreano. a reguação da produção e do consumo em ermos de ofera e demanda se faz por um modo mp:c o e não consc ene. a saber2 udo aqu o que era cons u:do nas formações soc a s pré-cap a sas peos sen menos rans nd v dua s. peas reações com os vaores da afe v dade que urapassam o nd v:duo. ag ndo secuarmene no âmb o da produção para o mercado. aravés da ofera e demanda os obeos neres adqu rem a d ane ra sobre os sen menos rans nd v dua s proeados para fora de s . os qua s. como ranspos ção do coef c ene de rea dade do nd v:duo para o obeo nere. observada no f m do sécuo XIX e. a car dade.hm ßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßß ßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßß ßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßßß . ncu ndo o que s gn f ca a mora. mas ex sem somene por me o do rao que he dão os nd v:duos. a referênc a soc oóg ca pr nc pa é a consaação de que. caracer za-da por maner a nda a função essenc a do nd v:duo na v da econôm ca (e por exensão na v da soc a).com=2007=04=v ew-bog-op-ags.bogspo. Aém d sso. a fé. odo um conuno de eemenos fundamena s da v da ps:qu ca desaparece das consc ênc as nd v dua s no seor econôm co. passam enão a guardar as funções a vas dos homens. por sua vez. noadamene. mpondo-se à consc ênc a dos nd v:duos como a ação mecân ca de uma força exer or.É caro que o soc óogo em em cona que. para deegar suas funções à caegor a preço. Ou sea. que aparece como uma propr edade nova e puramene soc a dos obeos neres. para desenvover o aspeco concreo das esruuras re f cac ona s o soc óogo não de xa escapar o menc onado modeo de soc edade  bera cáss ca como comporando uma nerpeneração do aspeco econôm co e do aspeco ps coóg co. no âmb o da nerpeneração do aspeco econôm co e do aspeco ps coóg co. em modo correa vo à supressão progress va da mporânc a essenc a do nd v:duo. Da: porque no romance cáss co os obeos êm uma mporânc a pr mord a. essa s uação muda na fase dos ruses. ()-Na fase do cap a smo de organ zação. Le a ma s2 O 0omance o Ind v dua smo e a 0e f cação hp2==soc oog a-. A per od zação da soc oog a econôm ca é a segu ne2 (A)-fase da econom a  bera se proongando aé o começo do sécuo XX. não somene a ndependênc a crescene dos obeos. mas a cons u ção desse mundo de obeos em un verso auônomo endo sua própr a esruuração. monopó os e do cap a f nance ro. se consaa. Desa forma. observado depo s dos anos de 1930 pea nervenção esaa mpondo os mecan smos de auo-reguação da produção. Nesa fase. ornando-se acenuada a supressão de oda a mporânc a essenc a do nd v:duo e da v da nd v dua na ner or das esruuras econôm cas. a esé ca. no começo do sécuo XX.

As d f cudades aneposas a uma soc oog a da  eraura  gam-se à or enação neecua do chamado   . ‘ OS 0ITÉ0IOS DO FATO LITE0>0IO E AS ONDIÇÕES DE UMA SOIOLOGIA DA LITE0ATU0A.

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do m sér o da cr ação. o esp:r o burguês pode evar os escr ores a não gosarem de  se ver negrados  pea soc oog a (Ver o Ar go de Aber MEMMI n uado ³3          ´. O rece o de um efe o  eramene ameaçador da ordem orna o fao  erár o negado na sua s gn f cação. Desa a ude provêm duas represenações desfavoráve s à soc oog a da  eraura. pub cado como coaboração no      . é a ?   ? ?  ?.  af rmando a ndependênc a oa da cuura e da are em reação às formas soc a s. de a sore que a nerpreação da are não esar a con da na v da soc a. que nerprea a f gura do auor em ermos do nexp cáve e nesperado no concero das pa xões e dos pensamenos humanos. a chamada ?   . (b) ± oura. segu nes2 (a) ± uma. ec. D s ngue-se uma espéc e de respe o ao fao  erár o envovendo-o em cero m sér o. Aém d sso. Da: surge o obsácuo da nerd ção pea soc edade. refer da à eaboração da obra. comba do como pura fanas a.

ncu ndo os seus coaboradores. pouco favoreceram a soc oog a da  eraura. d r g do por Georges Gurv ch. PUF.. Pode-se observar agumas ena vas de pesqu sa que. não obsane o pensameno obe vo.1960). Umas porque man veram a opac dade nocáve do fao  erár o. resume-se a ena va ma s conhec da que fo a de TAINE. omena-se que TAINE esperava fundamenar uma c ênc a pos  v sa e deerm n sa da  eraura omando como mo vos de exp cação (a) ± a descobera em cada escr or de uma ?.. No segundo caso. ouras porque acenuaram a sua redução. Poro. No pr me ro caso. In c a vas Ed or a s. 1968 ± 1ªed ção em Francês2 Par s. noa-se a ena va marx sa e a ps cana: ca.

omando-o como . (b) ± a gênese dessa facudade mesra a par r das suas rês famosas cond ções2 a raça. O dogma smo de TAINE é fagrane na anaog a com as c ênc as naura s. o me o e o momeno. No prefác o de sua obra ³      ´.?  ?. o pono de v sa naura sa vem a ser ap cado ao homem.

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sobreudo a abordagem ana: ca redu va na qua a obra  erár a. vem a ser reporada a um faor ma s ou menos arb rar amene escoh do. Em reação à ena va marx sa. O pr me ro cr ér o de aná se marx sa da obra  erár a é a f de dade à rea dade soc a.  ? ? ? ? ?  ? (Ib dem). se repee o s mp smo na ap cação do dogma smo de TAINE. por sua vez. Quano aos seus con nuadores. se he reconhece o mér o soc oóg co de empreender a ner-reação do esp:r o e das suas produções com os quadros soc a s. Nada obsane. a ena va marx sa de reduz r a  eraura a um fao de conhec meno med ane a ? ?   . ques onando-se.  da como m sér o nefáve e mpeneráve.

é censurada por ameaçar a espec f c dade do fao  erár o. ensura dên ca se ap ca à ena va ps cana: ca. em cua abordagem necessar amene se em de par r sempre de uma redução mp cando uma negação da espec f c dade.  ar bu:da a Georges Lukacs. . Por conra. as cond ções de uma soc oog a da  eraura mp cam a d s nção enre fao  erár o e fao de conhec meno. Ao raçar um méodo comum a odas as obras de pensameno ornou-se nev áve por conseqüênc a desprezar o que d s ngue prec samene o fao  erár o dos ouros faos .

Aqu o que há na obra  erár a peo qua se chega à af rmação de que             ou sea        é n c amene o eemeno que d fere um  vro de poemas ou um romance de um orna. A d sorção é sempre poss:ve. Da: advem o  que acenua exaamene a espec f c dade do fao  erár o e faz reconhecer no mesmo um fao de vaor não confund:ve com as suas cond ções gené cas nem com as suas cond ções de sobrev vênc a. sea em conseqüênc a de uma reconsrução mag na va.). que ese auor qua f ca como uma soc oog a pr v eg ada d ane do obeo mpresso. nem ampouco com as nenções do seu cr ador. Sem dúv da. nada obsane adm e-se poss:ve nerprear as nformações dadas peos escr ores cons derada a f na dade esé ca da obra  erár a. Quer d zer. ec.c . do que nese não co nc de com oura co sa. á observamos que o fao  erár o é para uma soc edade um modo de ea omar consc ênc a de s própr a. Tano é ass m que. como produo de ransformação. forma esa que por sua vez nfu sobre o coneúdo do d scurso acabando por ransformá-o. No seu d zer. *** Ô   . para Aber MEMMI. ‘ O P0OBLEMA DAS 0ELAÇÕES OM A SOIOLOGIA DO ONHEIMENTO. sem que so mpeça omar-se o vaor  erár o como pono de par da da pesqu sa soc oóg ca. nem enf m com as suas repercussões ps cossoc a s. raa-se da soc oog a do que é adequado ao fao  erár o. A den f cação do fao  erár o sea como romance ou poema ou ensa o se def ne ambém soc amene e não apenas peo méodo. A f na dade de uma obra  erár a não é a mesma de um documeno. enreano de que é sempre poss:ve uma d sorção dos faos2 as nformações dadas peos escr ores não aendem à f na dade de uma enquêe. peo que ees den f cam o fao  erár o.(op. na qua não se raa de represenar a rea dade soc a ± para o que os orna s da época ser am super ores a odos os romances do mesmo per:odo. não é o mesmo para odos os púb cos. a arefa espec:f ca dessa pesqu sa é a soc oog a do fao  erár o. não co nc de com o escr o como mercador a. o soc óogo deve precaver-se. (b) ± embora possa adm  r-se que o auor enha a nenção de ens nar-nos ceras co sas. o qua f ca vo e o vaor que ocorrem med aamene aos e ores. Na busca dessa adequação é que se aprofunda o probema das reações com a soc oog a do conhec meno chegando-se aos segu nes resuados2 (a) ± se um fao  erár o pode nos ens nar ceras co sas e se a  eraura é por sso uma das écn cas de comun cação soc a. O escr or é um fabuador2 não d z a verdade e é sempre a verdade que ee d z« à sua mane ra. O que d z é quase ão mporane quano a forma de d zê-o. as nenções do auor de obra  erár a são evas vas ou mudam de rumo no decurso da a v dade. om efe o. por razões de forma ou s mpesmene por ard  (d ado por razões soc a s).

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