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O crack deriva da planta de coca, é resultante da mistura de cocaína, bicarbonato de sódio ou amônia e água

destilada, resultando em grãos que são fumados em cachimbos.

O surgimento do crack se deu no início da década de 80, o que possibilitou seu fumo foi a criação da base de
coca batizada como livre.

O consumo do crack é maior que o da cocaína, pois é mais barato e seus efeitos duram menos. Por ser
estimulante, ocasiona dependência física e, posteriormente, a morte por sua terrível ação sobre o sistema
nervoso central e cardíaco.

Devido à sua ação sobre o sistema nervoso central, o crack gera aceleração dos batimentos cardíacos, aumento
da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremores, excitação, maior aptidão física e mental. Os
efeitos psicológicos são euforia, sensação de poder e aumento da auto-estima.

A dependência se constitui em pouco tempo no organismo. Se inalado junto com o álcool, o crack aumenta o
ritmo cardíaco e a pressão arterial o que pode levar a resultados letais.

A cocaína é uma droga psicoativa que estimula e vicia, promovendo alterações


cerebrais bastante significativas. A mesma é extraída da folha da coca, e se
consumida por muito tempo, ocasiona danos cerebrais e diversos outros
problemas de saúde.

A droga é originária da planta Erythroxylon coca, nativa da Bolívia e do Peru. A


mesma pode ser utilizada via intranasal, intravenosa e pulmonar, também
podendo, em casos mais raros, ser usada via oral.

Devido aos efeitos de euforia e prazer que a cocaína proporciona, as pessoas


são seduzidas a utilizá-la para vivenciar sensações de poder, entretanto tais
efeitos têm pouca duração. Logo o indivíduo entra em contato com a
realidade, aspecto que desperta uma grande ansiedade em poder utilizá-la
novamente.

Aceleração ou diminuição do ritmo cardíaco, dilatação da pupila, elevação ou


diminuição da pressão sanguínea, calafrios, náuseas, vômitos, perda de peso e
apetite são alguns dos efeitos biológicos da cocaína.

Merla é uma variação da pasta de coca, da qual se originam também a cocaína e o crack.

A merla é um produto grosseiro, obtido das primeiras fases de separação da cocaína, a partir
do processamento das folhas da planta. Tem uma consistência pastosa, cheiro forte e
apresenta uma tonalidade que varia do amarelado até o marrom de acordo com o produtor.
Embora menos potente, tem efeitos destrutivos parecidos ou até maiores que os do crack.
Sua capacidade de causar dependência física e psicológica é muito grande e a abstinência[1]
costuma ser extremamente dificultosa. A merla pode ser fumada sozinha ou adicionada a
cigarros de tabaco ou de maconha. Em sua formulação, é adicionada uma quantidade
significativa de solventes, como o ácido sulfúrico(ácido de bateria), o querosene, a cal
virgem etc. Seu efeito começa muito rapidamente em virtude da forma de uso e da
capacidade do pulmão de absorver a droga. Com o uso contínuo, os efeitos são: queda dos
dentes, depressão, fibrose, alucinações, dificuldade de respiração, coma e óbito.