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NORMA TÉCNICA
17/03/2017 1 de 29

Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão:
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.31.032 01

SUMÁRIO

1 FINALIDADE .......................................................................................................................... 2

2 CAMPO DE APLICAÇÃO ...................................................................................................... 2

3 DEFINIÇÕES .......................................................................................................................... 3

4 REFERÊNCIAS ...................................................................................................................... 5

5 CRITÉRIOS GERAIS .............................................................................................................. 7

5.1 Generalidades ............................................................................................................. 7
5.2 Atendimento ao Cliente ............................................................................................... 8
5.3 Responsabilidades ...................................................................................................... 8
5.4 Etapas do Processo de Adequação do SMF e Instalações Existentes ........................ 9
6 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E CONSTRUTIVAS ........................................................ 11

6.1 Elaboração do Projeto de Adequação das Instalações .............................................. 11
6.2 Equipamentos e Materiais Padronizados .................................................................. 14
6.3 Comissionamento...................................................................................................... 16
6.4 Etapas e Prazos ........................................................................................................ 16
7 ANEXOS .............................................................................................................................. 18

7.1 Desenhos .................................................................................................................. 18
7.2 Formulários ............................................................................................................... 27
8 CONTROLE DE REVISÕES................................................................................................. 29

9 APROVAÇÃO ...................................................................................................................... 29

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Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão:
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.31.032 01

1 FINALIDADE

Esta norma técnica tem a finalidade de estabelece os requisitos mínimos aos clientes que optaram pela
aquisição de energia elétrica no Ambiente de Contratação Livre, em conformidade com os padrões
estabelecidos pelos Procedimentos de Distribuição (PRODIST), Módulos 1 - Procedimentos de
Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional e Módulo 5 – Sistema de Medição, bem
como os Procedimentos de Comercialização, Resoluções Normativas e legislação em vigor, localizado
nas áreas de concessão da Centrais Elétricas do Pará S/A – CELPA e da Companhia Energética do
Maranhão – CEMAR, empresas do Grupo Equatorial Energia, doravante denominadas apenas de
CONCESSIONÁRIA.

2 CAMPO DE APLICAÇÃO

Aplica-se à Gerência de Normas e Padrões, Gerência de Manutenção e Expansão da Rede de
Distribuição (CEMAR), à Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema de MT/BT (CELPA), à Gerência
de Planejamento do Sistema Elétrico, à Gerência de Operação do Sistema Elétrico, à Gerência de
Manutenção do Sistema Elétrico (CELPA), à Gerência de Assuntos Regulatórios, à Gerência de
Serviços de Rede, à Gerência de Recuperação de Energia e à Gerência de Relacionamento com o
Cliente no âmbito da CONCESSIONÁRIA.

Também se aplica a projetistas e empresas que realizam serviços na área de concessão da
CONCESSIONÁRIA.

15 e 16 da Lei no 9. 3. a responsabilidade técnica cabe à concessionária à qual o consumidor livre ou especial está conectado e a responsabilidade financeira ao próprio consumidor livre ou especial. legalmente representada. consumidor livre ou consumidor especial que acessa os ativos do agente conectado. produtor independente de energia. para unidade consumidora ou unidades consumidoras reunidas por comunhão de interesses de fato ou de direito cuja carga seja maior ou igual a 500 kW e que não satisfaçam. os requisitos dispostos nos art. com exceção de quando se trata de consumidor livre ou consumidor especial. da categoria de comercialização.6 Consumidor Especial Agente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . . de transmissão. que solicite o fornecimento. de exportação.427. de 7 de julho de 1995. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 3 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT. segundo disposto nas normas e nos contratos. assumindo as obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s) unidade(s) consumidora(s).5 Consumidor Pessoa física ou jurídica.3 Agente Responsável pelo SMF (Sistema de Medição de Faturamento) O agente responsável pelo SMF é o agente conectante. 3. de geração. de 26 de dezembro de 1996.074. sendo: 3. Nesse caso. doravante denominado “Concessionária”. 26 da Lei no 9. de direito público ou privado. a contratação de energia ou o uso do sistema elétrico à Concessionária. 3.032 01 3 DEFINIÇÕES 3.2 Agente Conectante O agente conectante é o agente de distribuição.31. que adquire energia elétrica proveniente de empreendimentos de geração enquadrados no § 5o do art. 3. autoprodutor.4 Concessionária Agente titular de concessão federal para prestar o serviço público de distribuição de energia elétrica. individualmente. de importação.1 Agente Conectado Entende-se por agente conectado a concessionária de transmissão ou a concessionária ou permissionária de distribuição proprietária do ativo onde ocorre a conexão.CCEE.

nos Ambientes de Contratação Regulada e Contratação Livre. 15 e 16 da Lei no 9. alimentícia. individualmente. entre eles segmentos industriais eletro-intensivos.074.032 01 3. como a automobilística. 15 e 16 da Lei no 9. e pelos sistemas de coleta de dados de medição para faturamento. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 4 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.11 Sistema de Medição de Faturamento (SMF) Esse sistema de medição irá possibilitar a apuração dos Encargos de Uso do Sistema de Distribuição nos pontos de conexão com concessionária. de 1995. pelos transformadores para instrumentos (TI) – transformadores de potencial e de corrente –. distribuidores e consumidores livres.10 Ambiente de Contratação Livre (ACL) O Ambiente de Contratação Livre (ACL) ou Mercado Livre é o segmento do setor elétrico no qual se realizam as operações de compra e venda de energia elétrica por meio de contratos bilaterais com condições. os requisitos dispostos nos arts.31. 3. de Distribuição e de Comercialização de Energia Elétrica que tem por finalidade viabilizar as operações de compra e venda de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional.074. além de grandes plantas industriais.9 Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) Associação civil integrada pelos agentes das categorias de Geração. da categoria de comercialização. siderúrgica e química. e que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . os requisitos dispostos nos art. Sistema composto pelos medidores principal e de retaguarda. importadores e exportadores de energia e consumidores livres convencionais. 3.CCEE faça a contabilização e a liquidação das energias entre os diversos agentes participantes desse mercado.7 Consumidor Livre Agente da CCEE. pelos canais de comunicação entre os agentes e a CCEE. 3. porém não adquirem energia elétrica no ambiente de contratação livre. que adquire energia elétrica no ambiente de contratação livre para unidades consumidoras que satisfaçam. de 1995. individualmente. registrando e administrando contratos firmados entre geradores. . comercializadores. preços e volumes livremente negociados entre geradores. além de efetuar a contabilização e a liquidação financeira das operações realizadas no mercado de curto prazo.8 Consumidor Potencialmente Livre Aquele cujas unidades consumidoras satisfazem. comercializadores. 3.

032 01 4 REFERÊNCIAS 4.SMF para instalações conectadas ao sistema de distribuição. . de 8 de junho de 2004.Estabelece critérios para a composição da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional. 4.Estabelece as condições de acesso ao sistema de distribuição por meio de conexão a instalações de propriedade de Concessionária e dá outras providências.Estabelece as Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica de forma atualizada e consolidada.6 ANEEL (2010).Estabelece as condições para a comercialização de energia elétrica.074.Estabelece as condições de acesso ao sistema de distribuição por meio de conexão a instalações de propriedade de Concessionária e dá outras providências. e dá outras providências.3 ANEEL (2006). 4. 4.5 ANEEL (2009). 4. Lei Nº 9. Resolução Normativa Nº 248 . aos sistemas de transmissão de energia elétrica. 4. 4. e dá outras providências.Altera dispositivos da Resolução Normativa n° 67.11 NR 10 – Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego . Resolução Normativa Nº 281 . Resolução Normativa Nº 281 . de 1º de outubro de 1999. 4.Estabelece procedimentos e requisitos atinentes ao Sistema de Medição para Faturamento . bem como da Resolução nº281. Resolução Normativa Nº 376 .7 ANEEL (2010).2 ANEEL (2004).8 ANEEL (2012). Resolução Normativa Nº 759 . Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST) . 4.Módulo 5: Sistemas de Medição. 4. Resolução Normativa Nº 414 . oriunda de empreendimentos de geração que utilizem fontes primárias incentivadas.4 ANEEL (2007). Resolução Normativa Nº 67 . Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 5 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT. de 07 de Julho de 1995 .Estabelece as condições gerais de contratação do acesso.31. Resolução Normativa Nº 506 .Estabelece normas para outorga e prorrogações das concessões e permissões de serviços públicos e dá outras providências. 4.9 ANEEL (2017).1 ANEEL (1999).Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade.10 BRASIL. compreendendo o uso e a conexão.

Fornecimento De Energia Elétrica Em Média Tensão 15 e 36.14 BRASIL.002 .032 01 4.13 CCEE (2010). 4. bem como a fonte de geração associada.5 e 145 kV. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 6 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.Módulo 2: Medição.427/2006 – Conceituação de clientes livres e especiais. 4.2kV. .Módulo 12: Medição para faturamento.003 – Fornecimento De Energia Elétrica Em Alta Tensão 72. Procedimentos de Comercialização . 4. 4. Lei 9.31. Procedimentos de Rede .16 Norma Técnica NT.31.15 Norma Técnica NT.12 ONS (2011).31.

parcialmente livres e especiais. é necessário ter demanda igual ou superior a 500 kW e adquirir energia elétrica proveniente de empreendimentos de geração de fontes incentivadas. CONDIÇÃO . .000 Qualquer Posterior a LIVRE FONTE CONVENCIONAL/FONTE 07/07/1995 INCENTIVADA Uma vez que um consumidor ESPECIAL tenha optado por migrar para o Ambiente de Contratação Livre - ACL. devem ser observadas no processo de implantação ou de adequação do sistema de medição para faturamento em consumidores livres. desde que notifique a Concessionária a qual está conectado. O consumidor potencialmente livre é aquele cuja demanda é maior ou igual a 3.31.1 Generalidades Esta Norma Técnica compreende as instruções técnicas e condições mínimas que.MERCADO LIVRE CARGA CONEXÃO INSTALAÇÃO CONDIÇÃO FONTE DE ENERGIA (kW) > 500 Grupo “A” . Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 7 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT. este poderá retornar ao Ambiente de Contratação Regulada – ACR. que são responsáveis por unidade consumidora ou conjunto de unidades consumidoras reunidas por comunhão de interesse de fato ou de direito. com 5 anos de antecedência ou em menor prazo. de forma complementar aos padrões da Concessionária. a critério da Concessionária. ESPECIAL FONTE INCENTIVADA > 3.MIGRAÇÃO .032 01 5 CRITÉRIOS GERAIS 5.000 kW e que pode optar por adquirir total ou parcialmente seu suprimento de energia de fonte incentivada. Para o consumidor especial. embora seja atendido somente pela Concessionária. convencional ou da Concessionária.000 > 69 kV Anterior a FONTE CONVENCIONAL/FONTE LIVRE / 07/07/1995 INCENTIVADA PARCIALMENTE LIVRE > 3.

2.31. a critério da Concessionária.br. é responsável por: a) Arcar com as responsabilidades financeiras relacionadas a aquisição de equipamentos e instalação e comunicação do SMF. parcialmente livres e especiais. Ao retornar para o Ambiente de Contratação Regulada – ACR. os consumidores devem seguir as Normas técnicas de Fornecimento da concessionaria para a elaboração do projeto de novas instalações. Redenção.1 Responsabilidades do Cliente O consumidor livre e Especial.2. deve dirigir-se a uma Agência de Atendimento Corporativo da Concessionária. na forma de encargo de conexão. pelas obras civis e adequações das instalações associadas ao SMF. com 5 anos de antecedência ou em menor prazo. devidamente comprovados. Balsas. Santarém e Altamira. para obter todos os esclarecimentos necessários para adequação do sistema de medição para faturamento em consumidores livres.3 O consumidor. quando necessário.3 Responsabilidades 5. 5. Contato com a Central de Atendimento Corporativo através dos telefones 0800 280 2800 / (99) 3529-2110 (para ligações de fora do estado MA) ou por meio do correio eletrônico: corporativo@cemar-ma.ACL. d) Pagar os custos incorridos com operação e manutenção do sistema de comunicação de dados.3. Castanhal. 5.com. Contato com a Central de Atendimento Corporativo através do telefone 0800 280 3216 ou por meio do correio eletrônico: atendimento_corporativo@celpa. Timon e Imperatriz. . tanto para consumidores livres e especiais. este poderá retornar ao Ambiente de Contratação Regulada – ACR.2.br. c) No momento da implantação. necessários para o projeto e instalação do SMF. ou representante legal.com.2 Atendimento Corporativo CELPA presencial nas agências em Belém.2 Atendimento ao Cliente 5. Executar todas as atividades operacionais necessárias para possibilitar a montagem e os serviços do SMF.032 01 Uma vez que um consumidor LIVRE tenha optado por migrar para o Ambiente de Contratação Livre . 5. Bacabal. Marabá.1 Atendimento Corporativo CEMAR presencial nas agências em São Luís. desde que notifique a Concessionária a qual está conectado. as quais estarão condicionadas ao limite de fornecimento da Concessionária. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 8 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT. e) Fornecer ao agente responsável pelo SMF os dados solicitados sobre equipamentos e instalações da sua subestação. 5. b) Ressarcir a Concessionária pelo custo de aquisição e implantação do sistema de comunicação de dados.

31. TC’s. incluindo os custos de eventual substituição ou adequação. inclusive perante CCEE. chaves de aferição. cabo de controle e medidor principal.2 do Operador Nacional do Sistema (NOS). cada um. Os prazos máximos para realização do projeto e do relatório de comissionamento são. k) A Concessionária é responsável tecnicamente por todo o SMF. h) Conexão e testes do sistema de comunicação. o projeto do SMF a ser instalado nas subestações de sua propriedade ou do consumidor livre ou especial. comissionamento e leitura do SMF. de bases para os transformadores de instrumentos (TP’s e TC’s).032 01 f) Aquisição e/ou instalação. dutos e canaletas para os cabos de comunicação e controle da medição.3. caixas e cubículos de medidores. . montagem. e) Elaborar. os procedimentos e requisitos a serem atendidos para a adequação do sistema de medição para faturamento. c) Pela implantação do medidor principal e dos transformadores de instrumentos. o comissionamento e o respectivo relatório serão realizados pela Concessionária. d) Após a implantação. sistema de alimentação auxiliar e ponto de rede ou acessórios do sistema de comunicação. l) Solicitar o cadastro do ponto de medição no SDE em até cinco dias úteis.4 Etapas do Processo de Adequação do SMF e Instalações Existentes São apresentados neste item. g) Ensaios. em conformidade com o estabelecido na Especificação técnica das medições para faturamento – Anexo 1 do submódulo 12. A migração para o ACL (Ambiente de Contratação Livre) estará condicionada à adequação prévia do SMF. 5. quando necessário. pela operação e manutenção de todo o SMF. de dez dias úteis. caixas de passagem. b) O projeto. salvo hipótese. quando necessárias: a) Arcar com as responsabilidades técnicas relativas a projeto.2 Responsabilidades da Concessionária A Concessionária é responsável pelas seguintes atividades. e executar esse projeto. testes e conexão dos circuitos secundários dos TP’s e TC’s. 5. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 9 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT. i) Comissionamento. f) Aquisição dos TP’s. j) Selar os pontos de lacre existentes nos sistemas de medição.

032 01 Na elaboração do projeto de novas instalações. 5. d) Laudo de ensaio do transformador (exclusivo para clientes medidos em baixa tensão). e encaminhar para o atendimento a clientes corporativos em meio eletrônico no endereço informado no item 6. O cliente deve estar com o cadastro técnico atualizado na Concessionária.31.4. reformas ou aumento de carga devem ser observados os padrões das Normas técnicas de fornecimento da concessionaria. c) Formulário de Opção de Faturamento e Cadastro (Anexo XI).002.1 Solicitação de Migração para o ACL O Cliente deve apresentar a seguinte documentação. conforme NT. b) Diagrama Unifilar – até a proteção do transformador. em sua última revisão. .31. bem como as adequações estabelecidas neste documento.2: a) Carta de Solicitação de Migração. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 10 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.

31. relações. cabos de fiação secundária. além da adequação do sistema de medição. TI. Devido às particularidades que podem vir a existir no projeto. etc. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 11 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT. contendo as características nominais e memória de cálculo do dimensionamento dos componentes utilizados. o meio de comunicação a ser usado para a coleta remota e automática dos dados armazenados nos medidores pelo SCDE (Sistema de Coleta de Dados de Energia Elétrica) da CCEE. fator térmico. Deve ser informado o comprimento dos cabos de controle da medição. os requisitos e critérios das normas de fornecimento da Concessionária. painel de medição. . quando necessário.1 Elaboração do Projeto de Adequação das Instalações O agente responsável pelo SMF (Concessionária) solicita. documentos e informações poderão ser solicitados pela Concessionária ao longo do processo. no tocante aos itens de medição. ao proprietário da subestação as informações sobre os equipamentos e instalações da subestação. acessórios e pontos de lacre. O agente responsável pelo SMF (Concessionária) elabora o projeto em conformidade com a especificação técnica das medições para faturamento – Anexo 1 do submódulo 12. apresentando todos os equipamentos. bem como as características do meio de comunicação e suas respectivas rotas. dispositivos e materiais essenciais. exatidão. bitola e comprimento dos condutores.2 da ONS. o agente responsável pelo SMF estabelece a forma de coleta. Havendo outras alterações nas instalações. ou seja. contendo grandezas elétricas. e) Relatório descritivo do sistema de medição. as informações sobre as exigências específicas para as instalações da subestação desse agente. d) Desenho completo dos painéis ou cubículo de medidores. devem ser atendidos ainda. etc. c) Esquema completo dos painéis ou cubículo de medidores. medidores. constantes. como aquelas relativas à montagem e aos equipamentos que não constam na especificação técnica das medições para faturamento – Anexo 1 do submódulo 12.032 01 6 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E CONSTRUTIVAS 6. Na elaboração do projeto. bem como as ligações dos instrumentos de medição. tais como: relações usadas nos transformadores de instrumentos e constantes envolvidas. dispositivos auxiliares e alimentação. b) Diagrama Trifilar completo das instalações do SMF. leituras remota e local.2 da ONS. mostrando a interligação com os circuitos de corrente e de potencial. Este projeto deverá contemplar os seguintes elementos: a) Diagrama Unifilar da subestação e instalação do SMF. bem como outras informações.

1. deve ser prevista a instalação. manutenção ou inspeção dos equipamentos ali instalados.032 01 6. deve ser prevista a instalação. As caixas de passagem a ser instaladas em cada conjunto de TP’s ou TC’s devem abrigar um bloco terminal destinado à execução de testes nos cabos de controle da medição. no barramento de 13. . em sua última versão. A ligação dos terminais secundários de cada um dos TP’s e TC’s ao respectivo bloco terminal deve ser feita por cabos de controle blindados. deve ser empregado para cada circuito de corrente ou de potencial. em função de particularidades que eventualmente existam nas instalações. ou seja. a Concessionária poderá fornecer outras informações ou orientações. Na interligação das caixas de passagem dos TP’s e TC’s ao cubículo de medidores. de 3 (três) transformadores de potencial (TP’s) e 3 (três) transformadores de corrente (TC’s). devem ser observados os requisitos a seguir. ou seja. Devem ser previstos dispositivos de seccionamento que garantam acesso de forma segura ao compartimento dos TP’s e TC’s para execução de serviços de substituição. A blindagem dos cabos deve ser aterrada unicamente no lado da respectiva caixa de passagem.31.5 e 145 kV.2kV. de 3 (três) transformadores de potencial (TP’s) e 3 (três) transformadores de corrente (TC’s). no barramento de 72. em sua última revisão.8 kV por ponto de medição.003 FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM ALTA TENSÃO 72.1 Requisitos Técnicos Na elaboração do projeto de adequação das instalações. b) Medição em Média Tensão No que for aplicável.5 kV por ponto de medição. a) Medição em Alta Tensão A infraestrutura necessária para a instalação de pontos de medição em 69/138 kV deve atender aos requisitos técnicos estabelecidos na Norma Técnica NT.5 e 145 kV.002 - FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 15 e 36. com pelo menos 2 (duas) veias. instalado em canaletas ou dutos conforme especificados na NT. O sistema de medição deve ser a 3 (três) elementos. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 12 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.003 FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM ALTA TENSÃO 72.31.31. Ressalta-se que. devem ser atendidos os requisitos técnicos estabelecidos na NT. Os cabos de controle devem ter comprimento máximo de 60m e sua blindagem deve ser aterrada unicamente no lado da caixa ou cubículo de medidores. O sistema de medição deve ser a 3 (três) elementos. com 4 (quatro) veias.31. em sua última revisão. um cabo de controle blindado.

deve ser prevista a instalação. alimentação auxiliar de 02 pontos em 127/220 Vca (Celpa) ou 220/380 Vca (Cemar) e 01 ponto de alimentação ininterrupta.001 . Não é permitida a determinação dos montantes associados a qualquer das unidades compartilhantes na condição de livre.Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão e NT. Desse modo.002 - FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 15 e 36. rearme automático e autonomia mínima de 5 horas. ou ser alimentado por um no-break próprio do cliente (exemplo: data center).4 Instalações Compartilhadas Havendo atendimento a mais de uma unidade consumidora através de ponto(s) de entrega comum(s). Desse modo. o Cliente poderá colocar selos de lacre adicionais nos mesmos locais. gerenciamento de energia. O no-break inteligente deve possuir as seguintes características: on-line.1. Não devem ser usados transformadores auxiliares nos secundários dos TC’s. devem ser instalados múltiplos pontos de medição. nas caixas de passagem e nos cubículos ou caixas de medidores. o qual deve possuir alimentação exclusiva. devem ser atendidos os requisitos técnicos estabelecidos nas Normas técnicas NT. desde que exista a garantia que o no-break será alimentado initerruptamente. A seu critério. de 3 (três) transformadores de corrente (TC’s). instalado no cubículo de proteção. 6. no compartimento dos TP’s e TC’s de média e de baixa tensão. devem ser previstos dispositivos para colocação de selos de lacre na caixa de ligação dos terminais secundários dos TP’s e TC’s. ou seja. função Strong charger.032 01 c) Medição em Baixa Tensão No que for aplicável. A potência requerida do conjunto de medidores. devem ser instalados sistemas de medição individualizados por compartilhante.3 Acesso ao Sistema de Medição O acesso aos equipamentos e instalações que compõem o sistema de medição para faturamento é restrito a funcionários ou pessoas designadas pela Concessionaria. Como alternativa à alimentação ininterrupta deverá ser instalado um sistema no-break on-line.31.1. havendo múltiplos conjuntos de TC’s no SMF da unidade consumidora.31. de cada ponto de medição a ser considerada no dimensionamento do sistema é 25 W. O no-break deve possuir alimentação exclusiva através de um TP adicional. . 6. por diferença entre os valores obtidos das demais medições.2 Alimentação Auxiliar Deve ser previsto no interior da caixa de medidores. 6.1. por ponto de medição. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 13 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT. O sistema de medição deve ser a 3 (três) elementos.31. principal e de retaguarda e sistema de comunicação. em sua última revisão.2kV.

observando que a opção pela instalação obrigará ao consumidor os custos de eventual substituição ou adequação. Todos os pontos de medição modelados na CCEE devem atender aos requisitos do Módulo 12. d) Cabos de Controle Os cabos de controle devem ser blindados e ter as seguintes características técnicas:  Tensão de isolamento: 0.31. a) Transformadores de Potencial e de Corrente Os TP’s e TC’s serão adquiridos pela Concessionária e devem atender aos requisitos estabelecidos no Módulo 12.  Condutor 4 veias identificado. As adaptações necessárias nas bases e nos condutores e terminais destinados à conexão primária dos TP’s e TC’s são de responsabilidade do Cliente.  Isolação constituída por composto extrudado à base de polietileno termoplástico (PE) ou cloreto de polivinila (PVC). c) Chaves de Aferição Para cada medidor.032 01 Deve ser apresentado o diagrama unifilar com identificação dos pontos de medição. Os medidores devem ser submetidos à nova verificação da calibração com periodicidade definida no Módulo 12.2 dos Procedimento de Rede da ONS. b) Medidores Os medidores serão adquiridos pela Concessionária e devem atender aos requisitos estabelecidos no Módulo 12.2 do Procedimento de Rede.2 dos Procedimentos de Rede da ONS.2 do Procedimento de Rede do ONS.6/1 kV.  Flexibilidade mínima correspondente à classe de encordoamento 5. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 14 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT. a Concessionária deverá instalar no interior da caixa ou cubículo de medidores. os equipamentos e materiais padronizados que devem compor o sistema de medição para faturamento.2 Equipamentos e Materiais Padronizados Estão relacionados abaixo. É facultada aos consumidores livres. parcialmente livre e especiais a instalação do medidor de retaguarda para compor o SMF de novas conexões ao sistema de distribuição. principal ou de retaguarda. 6. . uma chave de aferição.

Deve-se prever a instalação de dois medidores por ponto de medição. rotação: 3060/2920RPM. podendo ser Satélite. o Cliente deve adquirir e instalar os novos cubículos e painéis de medição. exclusivamente. Os medidores devem ser alojados em cubículo único. Havendo necessidade de substituição ou acréscimo.31. frequência: 60 Hz.  01 régua de borne. .  04 pontos de 127/220 Vca (Celpa) ou 220/380 Vca (Cemar) – No-break  01 ponto de alimentação ininterrupta. O compartimento destinado ao sistema de comunicação deve conter filtro nas aletas de ventilação e 02 Coller (microventilador axial com carcaça de alumínio ø 11cm) destinado a refrigeração dos equipamentos. acabamento: pintura eletrostática. Os cubículos e caixas de medidores devem ser aterrados e rigidamente fixados às respectivas bases. f) Sistema de Comunicação Para o sistema de comunicação remota da medição dos Clientes livres para a CCEE fica a critério da concessionária a definição da execução. A blindagem e os condutores não utilizados dos cabos de interligação dos TP’s e TC’s ou da caixa de passagem à caixa ou cubículo de medidores. Os Painéis de medição devem conter obrigatoriamente (diagrama unifilar em anexo):  01 ponto de iluminação. exclusivamente. Os painéis de medição destinam-se a abrigar. carcaça: alumínio.032 01 Os dutos e canaletas destinados à instalação dos cabos de controle da medição devem ser dimensionados em 2 ½’’.  02 pontos de 127/220 Vca (Celpa) ou 220/380 Vca (Cemar). equipamentos e acessórios do sistema de medição para faturamento de responsabilidade da Concessionária. tensão: 127/220V ou 220/380V. com as seguintes características: dimensão: 120x120x39mm. Fibra Par metálico e ou Telefonia Móvel. potência: 18/13 W. vazão: 44 l/s. no caso de consumidores livres. Rádio. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 15 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT. no lado da caixa ou cubículo de medidores. e) Painel de medição Os painéis de medição devem atender a um dos padrões estabelecidos nesta norma técnica da Concessionária. deverão ser aterrados. instalação e monitoramento da melhor tecnologia para utilização.

conforme requisitos estabelecidos no Módulo 12. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 16 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.3 Comissionamento O comissionamento e relatório de comissionamento do sistema de medição para faturamento será executado pela Concessionária. . Realizar a adesão à CCEE. a concessionária terá até 15 dias para entrega do link de comunicação.032 01 Em qualquer condição.31. e Definido pelo 4 apresentar as informações solicitadas pela Consumidor Consumidor Concessionária para requerimento do Parecer de Localização junto à CCEE. cabe ao Cliente a execução de adequações em suas instalações que eventualmente venham a ser necessárias para a instalação dos equipamentos de comunicação. Após a adequação das instalações do cliente pelo mesmo. tais como: Caixa de passagem. caberá ao cliente a responsabilidade financeira das adequações necessárias para a sua implementação. ponto elétrico. Caso seja necessária a substituição da tecnologia adotada. pelos custos incorridos com a operação e manutenção do sistema de comunicação. tubulação. por meio de correspondência 1 Consumidor de antecedência da subscrevida por representante legal do data de migração consumidor. 6. O Cliente deverá ressarcir a Concessionária pelo custo de aquisição e implantação do sistema de comunicação. Realizar primeira vistoria na subestação do consumidor para verificar a necessidade de 3 Concessionária 15 adequações na subestação e nas instalações associadas ao SMF. 6. Celebrar junto à Concessionária o Termo de Consumidor e 2 Pactuação de Implantação ou adequação do 30 Concessionária Sistema de Medição para Faturamento. O Cliente é responsável ainda. em conformidade com os procedimentos e regras de comercialização. climatização.2 do Procedimento de Rede.4 Etapas e Prazos ETAPA DESCRIÇÃO RESPONSÁVEL PRAZO Formalizar à Concessionária o interesse de migrar No mínimo 180 dias para o ACL.

Enviar Orçamento contendo os custos de 6 adequação do SMF e sistema de comunicação de Concessionária 15 dados.032 01 ETAPA DESCRIÇÃO RESPONSÁVEL PRAZO Solicitar à CCEE o Parecer de Localização da 5 Concessionária 15 unidade consumidora. Realizar as adequações apontadas pela Definido pelo 8 Consumidor Concessionária no relatório de vistoria. Agendar junto à Concessionária o desligamento da Consumidor e 11 unidade consumidora para as adequações do SMF 15 Concessionária sob a responsabilidade da Concessionária. Consumidor Informar a Concessionária a conclusão das adequações apontadas no relatório de vistoria e Definido pelo 9 Consumidor enviar o comprovante de pagamento do Consumidor orçamento. 13 Elaborar o relatório de comissionamento. Realizar segunda vistoria na subestação do 10 consumidor para verificar as adequações Concessionária 15 realizadas. . Concessionária 10 úteis Solicitar o cadastro do ponto de medição no Sistema de Coleta de Dados de Energia (SCDE) 14 Concessionária 5 úteis da CCEE e efetuar o teste do canal de comunicação. Realizar as adequações de responsabilidade da 12 distribuidora. Celebrar junto à Concessionária o Contrato de Uso do Sistema de Distribuição (CUSD) e Contrato de Consumidor e 7 15 Compra de Energia Regulada (CCER). Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 17 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT. quando Concessionária aplicável. quando aplicável.31. bem como o comissionamento do Concessionária 30 SMF.

032 01 7 ANEXOS 7.1. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 18 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.1 Desenhos 7.SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO – MÉDIA TENSÃO BATERIA 40Ah NOBREAK T2 T3 T4 T5 H1 FC VISOR EM POLICARBONATO CANALETA 40X40 CANALETA 40X40 PUXADOR DISPOSITIVO PARA LACRE CANALETA 40X40 PRINCIPAL PE TS1 TS2 .31.1 DESENHO I – PAINEL DE MEDIÇÃO .

Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 19 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.31.1. FAT.032 01 7.5MM2 QMF MED.PAINEL DE MEDIÇÃO TODA FIAÇÃO NA BITOLA #2.2 DESENHO II – DIAGRAMA UNIFILAR . .

.5MM2 QMF MED.032 01 7.1. FAT.4 DESENHO IV – DIAGRAMA UNIFILAR – ALIMENTAÇÃO DO NO BREAK QMF MED. FAT. 7.3 DESENHO III – DIAGRAMA UNIFILAR – SAÍDA DO NO BREAK TODA FIAÇÃO NA BITOLA #2.31. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 20 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.1.

032 01 7. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 21 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.5 DESENHO V – DIAGRAMA UNIFILAR – DETALHE DA TOMADA EXCLUSIVA DO NO-BREAK .1.31.

31.1.6 DESENHO VI – DETALHE DE INSTALAÇÃO DO PAINEL DE MEDIÇÃO T2 T3 T4 T5 H1 FC CANALETA 40X40 CANALETA 40X40 CANALETA 40X40 PE TS1 TS2 .032 01 7. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 22 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.

Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 23 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.7 DESENHO VII – PAINEL DE MEDIÇÃO .1.SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO BAIXA TENSÃO A Comunicação A Porta removível Porta removível Parafuso de segurança Visor Visor Nº de entradas variável Medidores Vista Frontal Corte AA Nº de entradas variável Corte BB Vista Lateral Vista Lateral Esquerda Direita .31.032 01 7.

31. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 24 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.1.032 01 7. Nota 2: O compartimento destinado ao sistema de comunicação deverá conter filtro interno as suas aletas de ventilação para evitar a entrada de poeira e 02 cooler para ventilação dos equipamentos de comunicação.002 – (Fornecimento de energia elétrica em Média tensão 15 e 36.8 DESENHO VIII – PAINEL DE MEDIÇÃO – BAIXA TENSÃO – DETALHE INTERNO Fixação do medidor Tampa de proteção Vista Frontal saída Ponto de Aterramento saída Vista Inferior Nota 1: O número de entradas no painel de medição deverá ser conforme especificado na NT.31.2 kV) vigente. .

31.032 01 7.1.9 DESENHO IX – DETALHE DE INSTALAÇÃO EM MURETA ELETRODUTO Comunicação TC'S Medidores Disjutor Vista Frontal . Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 25 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.

10 DESENHO X – DETALHE DE INSTALAÇÃO . Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 26 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.032 01 7.31.1.VISTAS Vista Lateral Direita CORTE AA ELETRODUTO Vista Posterior .

2 Formulários 7.OPÇÃO DE FATURAMENTO . Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 27 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.31.032 01 7.2.FRENTE .1 FORMULÁRIO I .

032 01 7.31.2 FORMULÁRIO II – OPÇÃO DE FATURAMENTO – VERSO . Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 28 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT.2.

032 01 8 CONTROLE DE REVISÕES RE DATA ITEM DESCRIÇÃO DA MODIFICAÇÃO RESPONSÁVEL V Adriane Barbosa de Brito 00 30/09/2016 .31. Revisado em: Página: NORMA TÉCNICA 17/03/2017 29 de 29 Título: CONEXÃO DE CLIENTES LIVRES E ESPECIAIS AO Código: Revisão: SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NT. Emissão Inicial Gabriel José Alves dos Santos Adequação à Resolução Adriane Gilberto Barbosa de Brito Teixeira Carrera 01 17/03/2017 - Normativa ANEEL Nº 759/2017 Gabriel José Alves dos Santos 9 APROVAÇÃO ELABORADOR (ES) / REVISOR (ES) Adriane Barbosa de Brito – Gerência de Normas e Padrões Gabriel José Alves dos Santos – Gerência de Normas e Padrões Gilberto Teixeira Carrera – Gerência de Normas e Padrões APROVADOR (ES) Jorge Alberto Oliveira Tavares – Gerência de Normas e Padrões .