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Propriedades geotécnicas de um solo expansivo de Sergipe

Erinaldo Hilário Cavalcante; Demóstenes de A. Cavalcanti Júnior e Washington José Santos
Universidade Federal de Sergipe, Departamento de Engenharia Civil, Aracaju, Sergipe

João Barbosa Souza Neto
Universidade Federal do Acre, Departamento de Engenharia Civil, Rio Branco, Acre

RESUMO: Patologias em algumas construções situadas na área metropolitana de Aracaju têm dado sinais de
problemas envolvendo fundação sobre solos não saturados, expansivos. Este trabalho apresenta resultados
iniciais de um estudo realizado com um solo não saturado, de comportamento expansivo, localizado no
bairro Olaria, zona oeste da cidade de Aracaju. No terreno se planeja construir um condomínio residencial,
como parte de um programa de habitação popular do governo federal. Ensaios para medição do percentual de
expansão livre de duas amostras coletadas entre 0,60 m e 0,70 m de profundidade evidenciaram expansão
vertical de até 34% para o solo investigado quando este foi saturado, para o qual o índice de vazios variou de
0,50 (natural) a aproximadamente 1,0 (final da expansão). Ensaios realizados com amostras semelhantes,
porém, impedindo-se a sua expansão vertical indicaram valores para a tensão de expansão da ordem de 300
kPa, sugerindo ser o solo de alto potencial expansivo.

PALAVRAS-CHAVE: Solos Não Saturados, Solos Expansivos , Expansão Livre, Tensão de Expansão.

1 INTRODUÇÃO outras, atingiram a cifra de 9 bilhões de dólares
no ano de 1987.
Os solos expansivos são solos não saturados Este trabalho apresenta resultados iniciais de
que sofrem considerável variação volumétrica um estudo realizado com um solo não saturado,
quando sujeitos a variações na umidade. de comportamento expansivo, de ocorrência
Portanto, seu comportamento é bastante comum na área metropolitana da cidade de
dependente da sazonalidade. Durante períodos Aracaju – SE.
de estiagem, se encontram geralmente com
sucção elevada, o que lhes confere resistência 2 BREVE REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
relativamente alta, dificultando sua escavação.
Porém, com o aumento no teor de umidade 2.1 Considerações Iniciais
(períodos chuvosos, infiltração de água
decorrente de vazamentos de tubulações, etc.), Revelando a importância dos solos expansivos
esses solos podem experimentar valores de na engenharia geotécnica, Murthy (2003)
expansão bastante expressivos. posiciona os danos provocados por estes solos
A expansão de um solo de fundação é capaz em terceiro lugar dentre as seis catástrofes
de provocar danos estruturais às edificações naturais mais perigosas do mundo, sendo elas:
sobre ele apoiadas, principalmente as mais i) terremotos; ii) escorregamentos; iii) solos
leves, com custos de recuperação geralmente expansivos; iv) ciclone; v) furacão e vi)
elevados. Segundo Murthy (2003), problemas enchentes.
envolvendo solos expansivos têm sido A literatura revela que grande parte das
detectados em várias partes do mundo. Dentre pesquisas envolvendo estes solos têm sido
os países com maiores ocorrências, estão a desenvolvidas nas Américas do Norte e Central,
Austrália, Estados Unidos, Canadá, China, principalmente na parte Oeste dos Estados
Israel, Índia e Egito. Day (1999) e Jones & Unidos (Chen 1988, Murthy 2003, Puppala et
Jones (1987) relatam que somente nos Estados al. 2006).
Unidos, o custo anual associado a danos No Brasil diversas pesquisas também já
provocados por solos expansivos às obras, tais foram desenvolvidas para estudar o
como edificios, rodovias, aeroportos, dentre comportamento de solos expansivos (Vargas et

devido à contração que sofrem em virtude da perda da umidade. Murthy como é o caso das argilas montoriloníticas 2003) e vermiculitas. principalmente no semi-árido da retorna o período de estiagem. Van Der Merwe 1964. há na literatura diversas propostas (p. Há Sergipe que sofreram os efeitos do mecanismo ocorrência de expansão de solos também em da expansão e contração de solos. uma amostra indeformada é colocada no anel Quando esses solos se encontram não edométrico e em seguida é inundada com água saturados. 1962.2 A Gênese dos Solos Expansivos teor de umidade natural fica próximo da higroscópica. Ferreira et al. cujas áreas próximas ao litoral (Bastos 1994. Quanto à gênese. quando eles se mostram bastante fissurados. 1998b. verticalmente. esmectitas (Chen 1988. esmectitas e vermiculitas. calcários. Na época da seca. Para estimar o potencial de expansão de um com percentual de material passando na peneira solo. É relativamente fácil identificar a presença desses solos quando construções leves sobre eles apoiadas sofrem levantamentos e . margas calcáreas. Como alternativa. o 2. ou de rochas sedimentares avaliação da expansibilidade de um solo segue que contenham argilominerais expansivos. 1998a. tais recomendações da norma americana ASTM como os folhelhos. expansivos podem provir de rochas ígneas Segundo Day (1999). Day 1999.al. aqueles de natureza argilosa ou argilo-siltosa. Justino da diversas naturezas. encontrado em locais de solos expansivos estão em profundidades maiores. Casos de rachaduras em Do ponto de vista de formação. é comum eles se apresentarem entre impedindo-se que a amostra se expanda as tonalidades cinza e preta. os solos residências ocasionadas por expansão e expansivos podem ser encontrados até 6 m de contração de solos têm sido registrados com profundidade em depósitos de solos residuais. da Silva 2001). mais especificamente as argilomineral presente na sua microestrutura. os solos sódicas. também pode-se fazer a amostra retornar à sua altura O reconhecimento desses solos em campo pode inicial depois da expansão livre ter sido ser feito com relativa facilidade. desaprumos em períodos chuvosos. Para região Nordeste. Ferreira et al. Chen argilominerais com maior freqüência em solos 1988). que pode ser obtida coloração. a técnica de básicas. Bastos 1994. argilitos e alguns siltitos. Justino da ocasionando o aparecimento de trincas de Silva 2001. 1989. De acordo com esse método. intrusões de laboratório mais comumente empregada para diabásio e os gabros. alguma freqüência na literatura brasileira (Lew Normalmente o nível do lençol freático e Soares 1998). tais como basaltos. aumentam de volume com a elevação destilada. Geralmente eles percentual de expansão do solo (caso seja possuem elevados valores de limite de liquidez permitida a livre expansão da amostra) quanto (wL) e índice de plasticidade (IP). Justino fundações estão sobre ele assentadas. 200 freqüentemente acima de 80%. O comportamento expansivo de um solo expansivos são pertencentes ao grupo das é governado sobretudo pelo tipo de montmorilonitas. Burgos e Campos 2002. Ferreira 1997. mantendo-se uma sobrecarga de igual valor da tensão que causa a expansão 2.ex. principalmente completada (Chen 1988). durante períodos de estiagens. Na superfície do terreno. Os Seed et al. principalmente quando Silva 2005). nas Figuras 1 e 2 são pluviométricas são baixíssimas na maioria dos mostradas fotos de residências no Estado de meses do ano e elevadas nos demais. onde as precipitações exemplificar isto.3 Diagnóstico de Solos Expansivos sobre a amostra. Em termos de a tensão de expansão. o valor A expansão de solos acontece geralmente com pode ser o do limite de contração do solo (wc). D4546-96 (1998). Neste caso. tanto se pode medir o do teor de umidade (w).

cuja altitude Aracaju e Áreas Periféricas em relação ao nível do mar é bastante pequena. em virtude É comum nessas áreas se encontrar depósitos da história geológica característica da Bacia superficiais (entre 1. úmido e sub- úmido.8 elementos de infraestrutura da cidade. 1998). Localização geográfica de Aracaju (adaptado de Barison et al. oriundos da Formação Barreiras. o que propicia inundações localizadas em a presença de materiais diversificados.2 m apenas (Barison et al. suficiente para causar problemas de A cidade de Aracaju localiza-se a 10°59’06” deformabilidade aos pavimentos. 1998). grande parte da cidade está 3. Figura 2. aluviais (Barison et al. mas argilitos. com temperatura média anual da ordem de 26° C. . classificados como sedimentos clásticos finos a As amostras de solo expansivo foram coletadas grosseiros. propriedades geotécnicas distintas.1 Local do Estudo sedimentos terciários e quaternários. local onde se planeja (Grupo Piaçabuçu). às obras de terra e demais (Figura 3). e abrange uma área de mais de 181. com nível d´água superficial na maior parte do O perfil típico do subsolo de Aracaju evidencia ano. Figura 3. A vegetação predominante são as várzeas e os manguezais. às fundações de latitude Sul e 37°04’24” de longitude Oeste de edifícios. pertencente à Formação Calumbi. as areias quartzosas 3 MATERIAIS E MÉTODOS marinhas e o podzólico. sedimentos de praia e construir um condomínio residencial. com população estimada em O solo utilizado para o presente estudo é do aproximadamente 461. diabásios e margas calcáreas.0 e 6. tipo massapê. Os solos predominantemente encontrados em Aracaju são o mangue.000 habitantes.0 e 4. O período chuvoso geralmente ocorre entre março e agosto. siltitos. zona oeste da solos tipo massapê.8 m) de argilas Sergipe-Alagoas (Barison et al. A cidade assenta-se sobre 3. com moderada deficiência no verão. Inclinação de pilares devido a expansão do solo de fundação – Município de Santo Amaro – SE. Ruptura de um pórtico causada por expansão de solos – Município de Poço Verde – SE. Para estes dados. 1.1. da localidade bairro Olaria. Em Aracaju. às vezes vermelho. com espessuras variando entre predominante solos originários de folhelhos. sendo orgânicas moles. outras vezes amarelo. km2. A precipitação anual média em Aracaju e área metropolitana gira em torno de 1590 mm.Figura 1. da Formação Calumbi cidade de Aracaju. 1998).1 Aspectos Geológico-Geotécnicos de assente sobre planície quaternária. 1998). com períodos de elevada intensidade pluviométrica. o tipo climático é o tropical quente.

enquanto que a amostra realizados ensaios de granulometria F-09.76). teor de De acordo com a proposta de Seed et al.2.2 Ensaios Realizados era da ordem de 17. foram Skempton igual a 0. Em estações de seca. índice de vazios. De acordo com o valor do índice de indeformadas do solo massapê. em zonas de crescente limites de Atterberg.12 17. que de acordo com a classificação trilinear.02 57 31 19. colhidas em consistência (IC). um resumo da granulometria e os Formação Barreiras. da ordem de 40% e percentual de expansão em torno de 30%. determinação 0. ele esses solos situam-se acima da linha “A”. um solo com percentual de argila grau de saturação. colhidas a uma profundidade média de 0. Percebe-se nesta tabela expansão imobiliária. o de cor cinza.4 25. principalmente. do peso específico. e geralmente se apresenta extremamente podem ser classificados como argilas resistente. não saturado. Na Tabela 1 são apresentados os valores dos Tabela 1.2.74 91.30 Bloco F-09 0. da Um programa de investigações geotécnicas foi ordem de 10 MPa. (fração menor igual a 0. propriedades (1953).98 0.528 75.98 98.1 Caracterização Geotécnica microestrutura pode prevalecer o argilomineral ilita ou montmorilonita. umidade. com duas amostras (2004). Atterberg Amostra Argila wL IP w e S γg γd Pedregulho Areia + (%) (kN/m3) (kN/m3) (m) Silte (%) (%) (%) Bloco F-03 0.6%. siltosa. valor médio do teor de umidade das amostras. medida através da técnica do iniciado no Laboratório de Geotecnia e papel de filtro (Marinho 1998) e calculada Pavimentação da Universidade Federal de conforme equações propostas por Oliveira Sergipe (LGP/UFS).53 52 29 15.2 26. Os ensaios iniciais se tratando de atividade da fração argila. obtidos a partir dos ensaios para medida do percentual de expansão livre das amostras.73 3. Para isso. com índice de atividade da ordem de (peneiramento e sedimentação). respectivamente). a possibilidade de atividade normal (índice da atividade de comportamento expansivo. (1962). 3.60 0.65 m. limites de Atterberg.002 mm de diâmetro) expansão livre e tensão de expansão. As fissuras que aparecem na Pelo sistema HRB. Características geotécnicas das amostras de solos analisadas.09 . com mais de 90 % Nas Figuras 4 e 5 são mostrados os gráficos passando na peneira Nº 200. basicamente composto de argila e silte. entre os meses de considerada de consistência dura (IC > 1). sucção pelo método do papel de filtro.98 15. pode ser classificada como inativa. com elevada solo dos blocos F-03 e F-09 seria uma argila plasticidade (wL e IP da ordem de 55 e 30.70 4. manualmente.21 0.2 Expansão Livre e Tensão de Expansão que se trata de material muito fino.698 74. Limites de Granulometria (% que passa) Propriedades de estado das amostras Prof. De acordo com o sistema Unificado. Em dezembro e janeiro de 2006.00 1. dá indicações de que na sua 3. pesos específicos dos grãos do solo (γg) e do geralmente encimados por sedimentos da solo seco (γd). classifica a amostra F-03 com sendo de índices e.25 m de arestas. É um solo argilo-siltoso. essa argila poderia ser blocos de 0. o que conferia ao solo na época uma sucção relativamente elevada. Os ensaios de granulometria por peneiramento e sedimentação (usando defloculante) revelaram 3.que situa-se em áreas mais elevadas da cidade. o tiveram o objetivo de caracterizar o solo sob o índice de atividade proposto por Skempton ponto de vista granulométrico. dificultando a escavação inorgânicas de alta compressibilidade (CH). decorrentes de tensões de contração motivadas Da Tabela 1 ainda se pode observar que o pela redução do teor de umidade.61. os solos são classificados superfície do terreno dão indicações de ações como A-7-6.

considerado também de alto potencial expansivo. a argila em estudo.00065 γ − 0. da amostra. obtidos nesta quando uma camada de 1 metro de espessura pesquisa.6 266. Valores de índice de vazios e grau de 1 10 100 1000 10000 saturação.992 93. que livre das amostras situa-se entre 27% e 34%. Tempo (min) Expansão Livre Tensão de Figura 5. concordando.849 114. sendo impedida a expansão vertical onde k = 3. dos danos causados a uma edificação leve igual a 40 %. estimada 10 5 em aproximadamente 50 kPa. Amostra F-03 0 A partir de uma previsão da tensão de 1 10 100 1000 10000 expansão (ps) feita com base na Equação 2. 35 No que se refere à tensão de expansão.7%. de 20 mm de altura e 50 mm de diâmetro. S vazios ei ef (%) (kPa) Chen (1988) sugere classificar as argilas em Bloco F-03 0. poderia se ter idéia se os valores médios do percentual de argila.44 p (1) nos anéis edométricos e submetidas à inundação.489 0. de alto potencial expansivo. mostrados na Tabela 2. médio. Estes ensaios foram realizados com amostras IP entre 20 e 55%. foi empregando usando- numa extrapolação direta. esse solo pode ser expandisse 0. Os valores da tensão de expansão. Percentual de expansão livre da amostra do Amostra Índice de expansão Bloco F-09. e Ip igual a 30%. Por este critério. Tempo (min) proposta por Komornik & David (1969).0 termos de potencial de expansão com base no ei – índice de vazios inicial.0 Bloco F-09 0.0269w (2) 30 l d Expansão (%) 25 20 Observa-se que os valores previstos estão 15 muito próximos dos respectivos medidos em 10 Expansão Livre laboratório. Por este critério. (baixo. (1962): de expansão. Observa-se das Figuras 4 e 5 que a expansão O critério de Van Der Merwe (1964). com a 40 classificação empírica de Chen (1988). 5 Amostra F-09 0 Tabela 2. Uma previsão para o valor do potencial de colocadas no anel de adensamento e totalmente expansão do solos (Sp) foi sugerida por Seed et saturadas.6x10-5 para % de argila entre 8-65%. com média em torno de 31%. da 30 27% Tabela 2 observa-se que o valor máximo obtido Expansão (%) 25 foi igual a 300 kPa. que S – grau de saturação possui IP da ordem de 30% pode ser classificada como de alto potencial expansivo. o potencial de expansão juntamente com os valores dos índices de seria igual a 8.9 300.454 0. e de tensão de expansão. por estar com . valor que pode ser 20 considerado bastante expressivo.31 m. outras duas amostras dos mesmos blocos foram novamente moldadas e instaladas S p = 60kI 2. respectivamente: 40 35 34% p s = 2. alto e muito alto) o potencial de valor considerado bastante expressivo. foram Figura 4. Neste caso.0208w + 0. pois. se comparado 15 Expansão livre com a tensão admissível do terreno. portanto. expansão de um solo. também permite avaliar em quatro níveis respectivamente. permite também classificar o solo como livre máxima são apresentados na Tabela 2. ef – índice de vazios final valor do IP. na expansão livre. Percentual de expansão livre da amostra do obtidos os valores de 278 kPa e 280 kPa para as Bloco F-03. Para determinação da tensão máxima al. que por estar entre 5% e vazios das amostras antes e depois da expansão 25%. amostras dos blocos F-03 e F-09.132 + 0.

pp. Woodward. J. expansivo. pp.B. tipo uma Argila Expansiva não Saturada. Medições de Ferreira.M. esse solo mais de 90% do material passa na Resistência de uma Argila Expansiva Utilizando o Equipamento de Cisalhamento Direto com Sucção peneira Nº 200. Escola Politécnica da USP. 249 p. Geotechnical and Foundation Engineering: Design and Construction. 12th ICSMFE. pp. R. III ICSMFE. pp. (2004). Proceeds. e Assis.F. Neste trabalho foi feita a caracterização Ferreira. Bastos. D. DEC/UFPE. Prediction of Swelling Potential for Compacted (1998). e Campos. Estudo Sobre a Resistência ao para o desenvolvimento desta pesquisa. S.S. que o solo investigado quando saturado pode Justino da Silva. S. 639-648. 15-20. 1.0. 57-61. Solos Expansivos. Tese de Doutorado.. and David. Vol. 1-6. Trans.J. 1.T (1998b). L. Treating Expansive Soils.E. Stabilized Soils.. indicaram valores da ordem de 10 MPa. Journal of Geotechnical and Dimensional Swell or Settlement Potencial of Geoenvironmental Engineering . V.J. K and Vanapalli. potencial expansivo. W. De acordo com os critérios de Seed et al. (2002). F. X COBRAMSEF. SM1. 88. (1998a).. (1988). impedindo-se a sua Swelling Pressure of Clays.. uma Argila Contráctil-Expansiva Não Saturada Ensaios para medição do percentual de Submetida a Diferentes Condições Climáticas. e Jucá.Vol. COBRAMSEG. Vol.4 CONCLUSÕES Day. (2006). 2. pp 663-669.. R. M. 8. Vol. Punthutaecha. Vol. Estudo sucção do solo em sua condição de umidade de Laboratório e Campo de um Solo Expansivo. and Jones. Geotechnical Engineering: Principles and Practices of Soil Mechanics and AGRADECIMENTOS Foundation Engineering. P. Cavalcanti Jr. McGraw-Hill Companies. R. ASCE.G.N.A.N. Os autores agradecem a todos que contribuíram Oliveira. Rio de Janeiro. (2001). pp-103-107. COBRAMSEG.K. Mechanics. Marinho. E. Estudo do Fraction of Soils. O. (1964). Expansive Soils in Brazil. A. Vol. XI Skempton. Inst. REFERÊNCIAS Puppala. Livro expandir até o valor de 34%. Jucá. The Colloidal Activity of COBRAMSEG. Vol. XI COBRAMSEG. Soil-Wather Characteristic Curves of ASTM D4546-96 (1998). Journal ASCE.P. A.R. Afr. august. 89-94..B. G. B. (2003). from the Plasticity Index and the Percentage Clay Burgos. Nº SM 3. J. Dissertação de massapê. Variação Volumétrica de na faixa de 0. (1994). índice de vazios atingiu valores próximos de 397-418. W. H. Marcel Dekker. 57.N. Calumbi. J.H. ASCE. onde o Nº 8. Gonçalves. (1997). Clays. ABMS-NRNE. Standard Test Method for One. 132. Os resultados mostraram que para Ferreira. D. and Lundgren. Medição de Sucção com o solo em questão foi classificado como de alto Método do Papel de Filtro.(1989). Vol. SMFD. Bastos. M. JSMFD. Van Der Merwe. K.M. N. New York.J. Vol. (1999). Cisalhamento de um Solo Residual Compactado não Saturado. 751. D.A.M. J. desta fração constituída de argila. New York. (1953). M. D. 515-522. R. 736- Cohesive Soils. Aracaju a partir da Análise de Seções Geotécnicas. Chen.. XII COBRAMSEG. empregando-se a técnica do papel de filtro Jones. W.T e Da Silva. S. porém. Annual Book of ASTM Standards. Comportamento Geotécnico de geotécnica de um solo não saturado. H. A. 107p. (1962). 1. Vol. Prediction of semelhantes. Tese expansão livre de duas amostras evidenciaram de Doutorado. Foundations on Expansive Soils. F. M. E. F. 04..E. Van Der Merwe (1964) e Chen (1988). Argila Expansiva do Litoral Norte de Pernambuco. Murthy. pp. Vol. R. Suíça. 2. (1998).45 a 0. (1987). (2005). São Paulo. 152p. DEC/UFPE. Cap. New Contributions by the Brazilian Society for Soil York. Variação Volumétrica de uma pp. com aproximadamente metade Controlada. Suplementary Elsevier Science Publishing Company Inc. pp. M. Seed. The Prediction of Heave Dissertação de mestrado. para o qual o “Geotecnia no Nordeste”. Vargas. A. Caracterização do Subsolo da Cidade de Clays.N. (1969). H. A. M.F. 21-26. índice de vazios das amostras se encontravam Justino da Silva. 6. Santos. 95. Vol.H.C. . expansão vertical indicaram valores para a Lew.49. pp. XI natural (meses de dezembro a janeiro). Ensaios realizados com amostras Komornik. 1. R. 1. (1962). Um Caso Típico de tensão de expansão do solo da ordem de 300 Trincas em Residência Devido a Solo Expansivo. Universidade de São Paulo. J. of Civil Potencial Expansivo de um Solo Saprolítico de Engineering. XI kPa. típico da Formação mestrado. (1998). 1. Barison. pp. Zurich. M. 330p. Granulito. Vol. e Soares. e Marinho.08.. Civil Engineering Magazine. Inc.