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Inspetor de Fabricação

Acessórios Para Tubulação- AT
ABC DA INSPEÇÃO

Bens {Materiais) RQT e NRQT: RQT - Bens (Materiais)
Qualificação Técoka equipamentos cuja performance pode comprom eter a
continuidade, e pode ameaçar a segurança de pessoas, instalações
ambiente. NRQT - Bens (Materiais) qu e 1'-Jão B.:eguerem Q_ualificaçã
materiais ou equipamentos considerados relevantes para a Companhia.

Cadastro Corporativo: O Cadastro de Fornecedores da Petrobras consiste em
um conjunto de informações sobre fornecedores, nacionais e estrangeiros,
habilitados a participarem de licitações na Petrobras . Efetuado em base de dados
única disponível para toda a Companhia (Organização de Compras).

CRCC - Certificado de Registro de Classificação Cadastral: Documento
fornecido à empresa que teve sua inscrição, renovação ou ampliação de escopo
aprovada após análise pela Petrobras.

Unidade Fabril: quando o fabricante possui mais de uma unidade fabril
(endereços distintos) qualificada para fornecer os produtos de sua linha. A
unidade fabril não comercializa diretamente seus rodutos,. fazendo-o através do
fabricante comerciante principa l.

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Inspetor de Fabricação
Acessórios Para Tubulação- AT

não

Vendar List: Relação de Fornecedores mantida por Unidades da Petrobras,
contemplando materiais e/ou serviços de interesse dessas Unidades, utilizada
como referência para contrat ação direta ou através de EPC (Engineering,
Procurement and Construction). Pode conter empresas cadastradas de forma
centralizada ou indicadas por especialistas e usuários.

Petronect: É um portal que disponibiliza ferramentas para aquisição de bens e
serviços atendendo às empresas do Sistema Petrobras e seus fornecedores. Na
sua plataforma de negócios são realizadas diversas transações que vão desde
solicitações de cotação e envio de propostas até a gestão de contratações e
gerenciamento dos pedidos.

Requisitos de Inspeção: são específicos para cada Edital de Licitação, porém
foram confeccionados os chamados "Requisitos de Inspeção Padrão" que podem
ser visualizados pelos órgãos de suprimento da PETROBRAS em
MATERIAIS/INSPEÇÃO/REQUISITOS e inseridos nos processos licita tórios

MATfRIAI~iW rll! lflfA

REQUISITO DE INSPECAO REQUISITO OE INSPECÃO

I} 0009 (Revisjo 6)

M•rço/2007

PADRÃO DEVÁLVULAS
DE BLOQUEIO PADRÃO DE VÁLVULAS
DESLOQUE/O

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Qualificação Técnica: que indica se o fornecedor atende satisfatoriamente aos
requisitos necessários à sua qualificação técnica. Nesse caso consideraremos a
Qualificação Técnica como adequada. O principal requisito de qual ificação técn ica
é a sua adequação às Normas ISO série 9000, constatada através da
apresentação de certificação de t erceira parte emitida por entidade certificadora
reconhecida no país de origem, ou por avaliação técnica efetuada pela própria
PETROBRAS, através do PGQMSA.

GQMSA - Programa de Ga ra ntia da Qualidade de Materiais e Serviços
Associados ou ATF : Avaliação Técnica de Fornecimentos, tem como finalidade
rea lizar auaitoria de zo gaF.Le nos fornec dores onde serão vistos o nível de
atendimento aos requisitos de gestão da qualidade, por meio desta avaliação é
.~ criado um indicador, onde os fornecedores que obtiverem a melhor colocação
terão um diferenciaLreconhecido pela Petrobras .

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os custos do HH despendidos para a execução da reinspeção.Relatório de Inspeção: documento emitido pelo órgão ou empresa inspetora. Seu conteúdo deverá incluir todos os detalhes da inspeção e os resu ltados encontrados. para relata ou e itir parecer técn _ sobre qualquer assunto relacionado com o processo de inspeção em andamento ou registrar fato relevante inerente ao contrato objeto da inspeção. para relatar ou emitir parecer técnico quando o evento for uma reinspeção. ou seus prepostos. RI .conf. Inspeção de Fabricação r/~{. deslocamentos e hospedagens necessárias para a execução da reinspeção. AULA 1 Página 3 de 25 .INF .Relatório de Inspeção Informativo: documento emitido pelo órgão ou empresa inspetora. incluindo os eventuais custos de deslocamento e hospedagem. RI . rejeições de e'ilentos inte eaiá r::i não cobertos por CRM ou registro de qualquer fato relevante ocorrido durante a inspeção.Relatório de Inspeção Reinspeção: documento emitido pelo órgão ou empresa inspetora. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação .ormidaaes apresentadas durante o processo de fabricação. nas suas instalações. Despesas com diárias. .CFM: Documento elaborado pela PETROBRAS que estabelece as condições que regulam o fornecimento de Bens e Servi ços Associados à CIA.REINSP .e.AT Condições de Fornecimento de Material à PETROBRAS . para relatar ou emitir parecer sobre ão. onôe o ornece or eemBc>lsará a PETRO RAS o c s os aã rese ç o losp_eto_r. RI .p z Relatórios de Inspeção. tanto pelos inspetores da PETROBRAS como pelos inspetores da firma contratada.

IL--..S\:•f ~'\V .:.M' ··..... -._ • .-'1"' .-:doéfui.iCP -"M!f:RL'o.:~1 .\11l.."'n!'>t'\.__-rrtN !I~"IU-}!.!..IHI)R "'"O' i:x_r.'l>:t.: U t. ...' -..t.."\.~ ....iO DE MA 11!RIAl I•·'"'.T....\l (}I}RUJ!(.'!cf fJNTCA Dn T>F. ..!.: bS ttr.MAUX!?<AOO AULA 1 Pág ina 4 de 25 .(.'-0 00 RHl.. \ i't:f"ó{.._ h•f'l!'dt:'••-t..u~~---- •tf:!r I.~n l9Q!)....... '.. r-J~ • J:h!1.... tl t:·'"'t :1Q.$PJi*J:t'U.~~ ..tf.:· ·-.~ LIJll":\fSfi{Ç M. .._. ._11 l'l!Yll j ...::>O.~·..\:J(J. 1• .\ .. l.\tl...t..~~ 1 1•' I.tl}A.of M. ~ENP.M ....:.»>l... r.}.....\ i:.ü A'ii-N r-~. t't)~ "'!(":'1.!~.lS"r(IDt... ~ ·Y...>"\"OMI'ti.!~.o.'.:_-11~~7if'f'!ll~~L~<'. ..: "H)\<\ 'PLIÇN.itonorM r-:-~4": " :·~_.a.Jo:~!S f.:_ :rt. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação.. r tU_f>f . . REJEIÇ40 DE M4TERJAL I I I ....l-t. Ol'f.!.o-... tl:r!........HOf . .--ko .l!llJ'U..:{'..t.'!>0.....IUI I1_ ...\·~ (:0\~ ..AT COMU:W CA DO V E 1 "' " U BERA Ç....-..:t.. ·. . )QiJCJf•:. "::l..10-)f'ft\)v.J.-. .. j... -~~~·.~~w\· r " -JQP.s..... ...J!iS. ~ fb....~~~~~t....UH'. p<:..f~)\\...)I:'HAMO...H...Jii!'o'l'~ · ... •l-1·...I(A:-olf_ (JII) \~ üfH I A....\ü r..~ -""i~~'k"'"'"' ·=-. ~ ""~~·--5f0~ &: ~-M:li.. '<t..~ W...."~' •(t'~ir ~.f·.lr. t"~-l-0 \l'Tl. Jli<"..f' • .! •-"- ~~~~~~~~-~~~-~~~{-~!~.... lt!':.:_~.. ~ fi ~-'"''""".llliXrtJ tl~o \UL\.!..rt~i• ..I .....\'.._ f .. II!I<>Y..íU..Tr!U~~.!_l~Yf"l_!!_!~~"!..-.(!.e:t)t.\l. ~x .10..r~~·-."'0(' f.·4i5(:(}"f "<!J"•'Of0ll"i ..SQ l "'t oQ li t T'fl\l\l .-\ltf'-1.()(((. >t~) " .\ f<bt"WtiK'\5 PAFA OI~I..>.rt..~ lli:~.f'!: ~ . i~' ! ..~a·~~c:.. ~-.~•::...> Aet..\i'.tl..:.....J......l 01-llft.. ~t.lo*-~'ht.lo."<lo..• -\1.I!IX....o.U"- '!" _) ·:• .l1~r..l4..(.:.lf}( -u')l..~ -.. \ h-~..l.. ~ PETROIJRAS cn. ~ ..\.'!... fl!tj.\5 ttEFJh..si .:."-SdY >.!l<>fl!.. J~::::~?:~·· ~~<l~WJ.ri\ ~l!H .H.. ::t.oj•: fi.Jl<{~.~ Cf!o>l'J:S l~'EJ:-.."-«'tl.Hn\s F..

empresas de inspeção e usuano. Funcionalidades relacionadas a inspeção: Consulta de pedido. fornecedores. Assumir I Repassar pedido: O evento de inspeção deve ser assumido pelo inspetor o qual deverá finalizar a inspeção dentro de um prazo coerente em função do equipamento a ser inspecionado. cadastrar e consultar atividades de inspeção e análise de relatórios de inspeção. tr<!illilmentoOl . agendar inspeção.AT SISTEMA INSPETRO Objetivo: O Inspetro destina-se gere ci r: as 1ns e-çu-e-s ôe matenais O sistema é composto por: Cadastramentos básicos de pedidos. solicitar e analisar documento. inspecionar material. equipe de inspeção. em função disto não haverá tolerâncias para atrasos.J ~ l 4&oooCM5&z I Materiai• r FORNECEDOR PADRAO I 1\io de JaMiro 1/1} 2.007 14/ 8/2007 Data de 13{12/2007 Yenclmento: Itens Analisados Total Analisado leve Médio {irave Gravíssínto Total Rejeitado Índice de Rejeiçlio EJame Visual Exame Dlmensionat Inspeção Final Documentação Técnica Ensalos/Testes Leve: AULA 1 Página 5 de 25 . Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação .

-w:. **3 .A critério do órgão inspetor **2 ...d.__.PIT. para sua análise e aprovação.lQJ. antes do início da fabricação. * * 1 . ~ proi essos de febricaçJo.:r·ãn ênfase ao groã'""" uc""o ~ --= e=n= g~u= a=nto a lnSI:)eção tigo c aá ênfase ro ess..Conforme definido no Plano de Inspeção e Testes .J~'<TO Inspeção do tipo "C": Além do acompanhamento de eventos finais.. metodn<.AT pela inspeção da âocumentos e/ou Índice de Rejeição: É o índice obtido através da relação entre os eventos de inspeção rejeitados e os eventos de inspeção analisados. Fabricação />f'~)v~ F/d/~ As inspe ões ti o I s~ o .Atividade obrigatória.ternunho de tosa io~ hidrosuucos é/ou pno:::um átlcos ..O Plano de Inspeção e Testes . f~1br tm r. e ens~ i os intE:IYnediiuí os). Te. esse índice afere a confiabilidade do Sistema da Qualidade do fabricante em fornecer Bens (Materiais) em conformidade com a documentação contratual. conllcle. criando pontos de espera obrigatórios ao longo da fabricação. Testemunho de ensn1os funoona i:s e/o -t de desempenho fm.o Os fornecedores tomam conhecimento dos tipos de inspeção de sua linha de fornecimento."So.ã o ( rn._. afere o rocesso groaufivo âo fornecedo [j.' possui característica de uma inspeção final com ênfase no ~~d ~~).. Qu ando aplicável.Y.ABC DA INSPEÇÃO Inspeções do Tipo A: A inspeção do característica de uma inspeção final com ênfase no ~~~:!-9~b. Inspeção de. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação . para sua análise e aprovação. Para verificação pelo órgão inspetor. TIPO DE INSPEÇÕES .ompanhamento fi nal sem fmal com de fabricação testes teste• Vt:rif1V<"lÇl!n dur~1nt e .!M' Inspeção do Tipo B: A inspeção do tipo "J..PIT deverá ser apresentado ao órgão inspetor antes do início da fabricação.O Plano da Qualidade e Plano de Inspeção e Teste deve ser apresentado ao órgão inspetor..!Jbi. quando expresso claramente no documento contratual ou definido no Plano de Inspeção e Testes. 't 'P4 ** . **4 .. Atividades Mínimas Tipo de Inspeçã o A B c Inspeção Ins peção Ar. através do CRCC emitido pelo Cadastro de Fornecedores da PETROBRAS AULA 1 Pág ina 6 de 25 .. independentemente da inspeção da PETROBRAS ou de seu representante...de-ohr'l..

devem sempre ser copiados para os seguintes órgãos envolvid os no acompanhamento do fornecimento: Gerência de Contrato . AULA 1 Página 7 de 25 . porém deve ser desmontada somente uma peça.AT REQUISITO DE INSPEÇÃO VÁLVULAS BLOQUEIO-N. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação.PETROBRAS. Inspeção de Fabricação Documentação Técnica: Todos os documentos técnicos apresentados ou gerados neste fornecimento pe lo fornecedor à PETROBRAS. 0 009/06 Inspeção B Especial: este tipo de inspeção é derivado de um Contrato com inspeção "C". Este tipo de inspeção é aplicável somente para forn ecim ento de válvulas o aaas at " inclusive. Supervisão de Inspeção Contratada pela PETROBRAS .PETROBRAS. Coordenação de Inspeção . devem ser realizados os mesmos eventos de uma inspeção tipo C. com objetivo de solicitar autorização de desvios ou concessões.

RQS.Folhas de Dados Procedimentos do fornecedor Normas Construtivas.Especificações Técnicas FD . requisitos e procedimentos devem estar atualizados. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação. ocorrendo alguma revisão esta deverá ser avaliada pela engenharia. testemunho e parada obrigatória.Méd. Registros gerados na fabricação -Visual. Qualificação do Pessoal envolvido no controle da qualidade Convocação . Matéria-Prima . Os resultados das inspeções devem estar registrados conforme previsto no PIT aprovado. abaixo listamos os documentos necessários para a inspeção. RNC com disposição da engenharia para os desvios de projeto encontrados durante a fabricação.Plano de Inspeção e Testes . A convocação será conforme estabelecido nas Condições Gerais de Fornecimento de Material . para os eventos designados como pontos de monitoramento. Manômetros e outros Plano de Calibração Certificados de Calibraçãojvalidade dos instrumentos utilizados Plano de Soldagem Documentação de Soldagem: EPS. espessura. 0 26774/2010 Convite N° 0648044588 ID: 7000365077.Requisição de Materiais ET . PM. PIT .CFM f Contrato. RQPS. AULA 1 Página 8 de 25 . Preparação da Inspeção: o primeiro passo dentro de uma inspeção de fabricação é o planejamento da inspeção. caso a alteração não afete diretamente o produto.AT Convocação de Inspeção: O fornecedor deve convocar o órgão inspetor designado no PCS somente após ocorrerem todas as inspeções internas e o material estar aprovado. lEIS e RAS.Consumíveis e Requisitos Petrobras Avaliação de Sub-Fornecedores Controle de contra prova: Propriedades químicas/mecânicas e outros. nesse momento o inspetor vai solicitar toda a documentação necessária para a realização da mesma. RM . Nota: A ausência de qualquer um destes documentos.Órgão Inspetor Certificado de Conformidade Certificados de Material para os itens estabelecidos no PIT. Dimensional e Testes de Pressão Certificados de Ensaios Não Destrutivos: LP. Documentação que deve ser analisada pela Inspeção C RCC.PCS Proposta Técnica Comercial N. US e RX e outros. Pedido de Compra . Análise da Documentação de Compra. exceto quando seja acordada estratégia diferente na reunião inicial de inspeção.Aprovado pelo Cliente. poderá acarretar em não conformidade logo no principio da inspeção. lembrando que as normas. a engenharia deve formalizar estas informações através de parecer técnico. Instrumentos:Paquímetro.

uma planilha elou lista de desvios técnicos. RP e SW. verificação ou testemunho de eventos acordados no Plano de Inspeção e Testes.Ponto de Espera (Hold Point): é o evento de inspeção.. onde devem constar no mínimo as seguintes informações: iQO ~áiY:uta. registros emitidos pelo CQ. O fornecedor deve apresentar. nesse momento deve ser verificado a descrição do material no convite (BR) elaborar a proposta comentando os desvios.~L-'pi AULA 1 Página 9 de 25 . e _. critério de aceitação. Estes desvios devem estar formalmente aprovados pela PETROBRAS Plano de Inspeção e Testes . após a emssão do PCS. visando à análise.. Todos os documentos técnicos esclarecedores gerados na fase de pré-venda e fabricação incorporados ao fornecimento do produto devem estar disponíveis à inspeção PETROBRAS.. no ciclo fabril do fornecedor. norma relacionada também devem constar os eventos HP. Nota: Caso existam alterações no planejamento fabril estabelecido no "Plano da Qualidade" aprovado durante o processo de fabricação... Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação. HP . que indique os desvios entre o PCS I contrato I documentação técnica PETROBRAS e o material apresentado. para fornecimento de serviço e de material a PETROBRAS. visando à análise. a análise critica de contrato.PIT: documento elaborado pelo fornecedor. WP._. no ciclo fabril do fornecedor. WP .-~. litoL classe de pressão. no ato da inspeção. Análise Crítica do Contrato: Para evitar conflitos é suma importância.. dentro dos prazos contratuais.. eventos de inspeção e ensaios. dentro dos prazos contratuais. verificação ou testemunho dos mesmos e sem o qua l o processo de fabricação a o o r: estes pontos são definidos no PIT.AT Pedido de Compra . existe um grande indíce de não conformidade geradas pelos órgãos inspetores nesse momento. checar se os devi os foram atendidos ( check-list). també é flll rJdamental a aprovação do mesmo pela PETROBRAS. em ordem cronológica._.. dentro dos padrões estabelecidos pelas Normas ISO de gestão da qualidade.Ponto de Observação (Witness Point): é o evento de inspeção. documentos aplicáveis. em que este notificará o órgão ou empresa inspetora. estas devem ser apresentadas previamente à PETROBRAS. componentes críticos.PCS: contrato assinado entre a PETROBRAS e o fornecedor. em que este notificará o órgão ou empresa inspetora.

MG e ES. Paraná. COMPARTILHADO/RSPS/BS/STEC .it. QUALIFICAÇÃO E HABILITAÇÃO DE PESSOAL Controle da Qualificação e Habilitação de Pessoal: Este requisito determina que as atividades de execução e inspeção de soldagem e ensaios não destrutivos sejam executadas somente por pessoal qualificado.cl:· Bl fllll Pllr 11 o~ POk li ~) Pt>. Wlln•! ar lll' Bl 0:~4! i!G'f.ll w.Ílrul!.A:GAVff AFUI4l10A E BITOlA CL~ BITiJl~ h:':~a!!:"-------.:itM. SC e RS.~•ti.llit.exigidos pela PETROBRAS no Brasil e no exterior nas seguintes modalidades: AULA 1 Página 10 de 25 .fW.. Órgão inspetores da Petrobrás .Estados do RJ.Estados de SP.i.1 FORJADA ISI)eYJ) 2al1 1~)() 2al2 2S(1( il O:õ.df\'1 11 po:~W. ~t VÀLVUI. Abaixo estão descritos os parâmetros mínimos de qualificação de profissionais em fornecedores e subfornecedores.! 11 ~l't<IRI!!OA Ft14l Conflitos Normativos: Os casos de conflitos normativos (se aplicáveis) devem ser esclarecidos via análise con tra tual.é o representante da PETROBRAS responsável pe lo gerenciamento do contrato (Pedidos de Compra) junto ao fornecedor e intername nte a Companhia. devem preferencialme nte contemplar: MATERIAIS/CDBS/IF.MJ~. Gerente do Contrato . COMPARTILHADO/RNNE/BS/SC NTR .para os estados do Nordeste e Norte. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação.ABC da INSPEÇÃO A distribuição dos órgãos inspetores da PETROBRAS que inspecionam o material desses Pedidos de Compras. l it:tt(i:OtU):!).AT I PIANO DE INSPECAO ETESTES PADRÃO (X l ESPECIAL( l I ililtt.l:"Hil P(iro.

Brasil: Nível I e II segundo SEQUI/FBTS.N3 Qualificação para Inspetores de Pintura: O pessoal que executa e avalia as atividades de inspeção de pintura no Brasil deve estar habilitado pela PETROBRAS/ENGENHARIA/SEQUI. Demais países: Profissionais qualificados cujo sistema de qualificação esteja de acordo com ISO/IEC 17024-2003. e as atribuições e responsabilidades para os níveis de inspeção de soldagem estão estabelecidos norma NBR 14842.N1 Procedimento de Soldagem deve ser elaborado pelo Inspetor Soldagem .Inspetor Soldagem . Especia lista de "* SoldaCertificado.Ensaios Não Destrutivos: O pessoal que executa e avalia as atividades de ensaios não destrutivos deve ser certificado por uma entidade independente que desenvolva sua atividade conforme o Sistema Nacional de Qualificação de Pessoal em END da Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos . sendo requerida neste caso aprovação prévia da PETROBRAS.END Ensaios Não Destrutivos Qualificação para Inspetores de END . Atribuições . Estes profissionais devem ser certificados de acordo com a norma ABNT NBR ISO 9712.Inspetor LP .: As atribuições e sistemática para a qualificação certificação de inspetores de soldagem. FBTS.pelo Inspetor Soldagem .N2 EPS.N2 Execução e emissão do relatório de Partícula Magnética . coordenado pela Fundação Brasileira de Tecnologia de Soldagem com a missão de verificação de soldagem. O pessoal que executa e avalia as atividades de Ensaios Não Destrutivos realizados no exterior deve ser certificado por entidade reconhecida do país onde se realizam as atividades.ABENDE e ou PETROBRAS/ENGENHARIA/SEQUI.deve ser elaborado pelo Inspetor END. AULA 1 Pág ina 11 de 25 .Analise e Aprovação Execução e emissão do relatório de Líquido Penetrante . . Qualificação Pessoal . RQS e !EIS deve ser elaborado pelo Inspetor Soldagem . Atribuições .N2 ABNT NBR 14842.. no âmbito nacional.Analise e Aprovação Relatório de Acompanhamento de Soldagem . registros de qualificação dos Inspetores de Soldagem . segundo a norma PETROBRAS N-2004 O pessoal que executa e avalia as atividades no exterior deve ser qualificado ou certificado segundo a norma NACE.AT Qualificação Pessoal para o processo de Soldagem Qualificação para Inspetores de Soldagem Nível I e II Os Inspetores de Soldagem nível I e II: devem ser certificados pelo Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Inspetores de Soldagem (SNQC).Inspetor RX .N2 Procedimento de END. RQPS.N2 Certificados I Consumíveis .N2 Execução e emissão do relatório de Radiografia . Europa: Engenheiro de Solda Certificado. . devendo estar em conformidade com a norma ISO/IEC 17024..Inspetor PM . sendo que neste caso é requerida aprovação prévia da PETROBRAS. segundo ISO/IEC 17024-2003 (IIW/EWF/IIS). que operem em conformidade com a Norma ISO 9712 ou EN473. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação.. no âmbito nacional. Tecnologista de Solda Certificado.!. Inspetor de Sold a Certificado.

-~. "'" ~ · 00 1 DUr.4'1 ..deve ser elabora do pelo I nspetor de Pint ura .0C. AFERIÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO 2008i2009 DATA DA DATA DA I CCDIGOOO INSTAUNENTO IHSTFHJME ilTO Pt. -~ tt:.ã' l.. ~C.:i:OIC 1b'&ZI_l€ :z.VI.V.... 11!11:: ""' ou "'" ~oe~e ~ r-.. Est e Plano deve ser apresenta do pa ra co nhecim ento da inspeção PETROBRAS.!i t WC Zl...:Q)SH>-f.·z:oo <'!.. ferramenta!.II~Wi~ t')$1l't .100. 7. y na" ~ f' ~ ~ ir'ot~ r'"""" ..v:.A 1 CXó.:2(r1C .t. . CAUBflAÇAO ::7. . RLOCO PAI')?Ã(J N'A ! ..íi05• ii.--. I.úUII.ll .0!7-'J..1'1.Analise e Aprovação Acompanhame nto e Relatório de In speção Pint ura .:ço-<ril f XI 6<'"' . ü. "' ~ '4 ...('1 JOGO Df BLO(:OPAOH..:..pelo Inspet or Pintura ....ua~o..Xl't:HHA "iMCCr\tftrnl:} ...'-5!3:00 P$10X.IF. : ..o ...11 . "' "1::! ?..!EiflQ "l~nn I'J· l $(J.)O:.X...t: XXXJxx wti~O OI~ ·~ ""' . _ .ro. barram ento.TRO fXTe:-'.010 15"?/ ((:(lê fr:rntld ·q · \19 :t...t~ C(tird)tCÓD DeUSO:~)~)NMI (} AP~ .0 CAPAC10.TRO CitJ AO iiii.N2 CONTROLE DE INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO Pla no d e Calibração conforme: Controle de Ca libração e Manutenção das Máquinas..IH'I SOfJ~I RESOluc.Q PAO R~O DE OUAfZA . OJs:tõ- ~'f\.~:<J? "t" l !.=-NO 0{} 1 ). JOGO DF.o. ' l tto>-:.. CALIBRAÇAO rr.4.....a:no ?.'1/:0IC l...~io-oe CRITÉRIO DE AC(tTAÇAO ')..W.. .GJ)O 16'&~ o:T.lt..t$TP. O~ JIICERTEZA O! llitEDlÇÁO: s.( O: Ilm ----··------ TR .II!l'A:IOL'l M'I U tO'J'O(Qe~t ~ t.li.3 .":6}10 :l.. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação ..U.. X.SCC<r. . conforme requisitos técnicos dos seu s fabricantes.1:â' :t ! HFC F.. .OUI v.((l~ ~-(:0.NO ~0. O. . 1~-..((l 24' 1::AI1C oti:YlOQ.OCO ~A Di\!...n4ml.\IF.~.rn 24' 1!7. f .. '·" ' ..II. AULA 1 Página 12 de 25 .to'i fP ...OOO ' I'l0-H(. de modo a conhece r os desvi os apresentados e as ações deco rrent es. . PM ..Nl Procedimento de Pi ntura .~ ------------------ TRENA ---· ---~. .:O(Uinun BLOCO PA OR~ De.i i ?' 2110S wa.'f.lto-1 1 juwlro.~fJI Q --------.~ ~ M.()7 õg:). t~fB E>:T...Jollt. -----.X T."1\m .TO l::Xr..\L M'Gf!ó:IJF.201C :..U IM/t.----- !). Rl. m:n 2 .. 1 ~4 1<2010 ::!4'1 2)10 Zl' $~~ :20'~5 ~o.j1 abr~·1C "' f):i ~ r. (1. ~HTO.. 24'1 .:: J()GO ríf.._. medição de três eixos..t:O. I ""' ~ "» ..RilO r-..o~ PAGU r. DP OL:$E:. o: r.l~mT. J.. N'c.U.. 2 1!1 !1\ EXT.ô m. no mm1 mo para as características de : geometria da máqu ina..S3 ! ::i Ht10 EXT.OI!.r--Õ!Q":&~--.N3útt .l!fA~tt·Ç.-.. t (H I } CAUB RAÇAO !Nl.l\f I'N. concentricidade da pla ca versos contra pont o e parte eletrônica (onde aplicável) .r~ MC RÓ.êMU OO DE llANCADA N'A ! .P t.VE"tT.TF. OUADH:ll... PM . O<Ç<>... JlDlua.S!-6 1cc~c ~ mc ~4'1.O~'Zt . " .N2 Certificados das Tinta s deve se r an al isa do pel o Inspetor Solda gem .C " N:o!õ '24'1.AT Atr ibu ições .>:T 6\.'~O.... 1:." ""' '11.'\0E PfRtoOO !N($1 STATUS 24.o~ W · «ôl ~CM.\ 0 WA _. Equipamentos e Ferram enta!.11-li!J Ql.()10 ~a-rooli m 1loç~.r.. ~"'""'' . l"...11'·J " 2-1: !:2:110 2•\:lt.~.:Q!2'~ 4i~V200S f ~I~Gil":...«.oJ.•JY m:uço-09 !.NO DL: GAlHO N'A IOYO!.....IO: Q't ..~~-..DFIIMI!.. O fo rn ecedor deve apre sentar um plano de controle de calibração e manutenção das máquin as operatriz es.()nun 1CO ".. ~ . J.07 I!"TF.OO~A NIA (o1_(1 HP.!friSOUA!.7oillr.

7-f'.v~')T-9.o e?U'71 ) l átomo inteiro . P}i/ :'i ~f/rJ . para o caso específico do aço teremos dois que chamados de reticulado cristalino: Cúbico de Corpo Centrado (CCC) e Cúbico de Face Centrada ( CFC) tf Nl /&-"'~._. u se re ete e t rês · e sõesl ar · o Lg a ~om-é ·c r egular gue e o cr:ista Cada cristal constituído por apenas um grupo de átomos é chamado célula unitária.{!!/1() !Jfl t14>7at9 ·d ().M. geralmente coloca-se sobre o lingote um prolongamento constituído de material refratário.(Uit{ Cúbico de Face Centrada . Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação.51/EA/T~ ·1 /o7'9 E<J7<t /)f'/1(/ 7 W(.CFC //1 #é /IZ 1 n~~ IJ. que conserva por mais tempo o material no estado líquido.-? ' ('i ~ ( . d'. /i51t11/7 vlff (fE/l/l.~§/I.q t.Çõ'i .I! Tfi/'1/1~//.. ou seja os seus átomos que no estado líquido estavam se movimentando e distribuídos a esmo.tttJ7~ -{y4 .A - !v/!4 ll-"?/. é na parte superior que á cortada e descartada."xox/f}-'Jf/-G/5 / .. cristalizam. Chamamos o este prolongamento de ass lo e otJ caoeça g e te Estrutura Cristalina dos Metais: O metais ao se solidificarem.. portando este prolongamento deverá se cortado.. localizando-se ai o vazio. Para diminuir a perda devido ao corte.AT AÇOS E FERROS FUNDIDOS ="""""""o=s_ . localizam-se em posições relativamente definidas e ordenadas..'?é/!4/V/l-"J f /}tv~~ltf u71. / /{ (/7 (//{_.gara fornece r:: para fluidificar as Massalote: Nos lingotes moldados verticalmente o vazio quando ocorre..a a 118 de átOU10 II2 iuorno AULA 1 Página 13 de 25 .r.6 .é{.

Ü)2 1iS I .. ~. •.u~u!ni~ d~t.do quádtw • tim -. " _. 4 3 o AULA 1 Página 14 de 25 .too X ~m~hé(os. 6 4 6 12 .. _. ario ..úmem A. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação..: 96 64' 96 . Nú""'rq..AT Quando um metal se solidifica ..<:rrM 7 f. formam-se células unitárias que crescem pela absorção de outras até formare m uma reg ião denominada "GRÃO" f11Z4CJ f --1tJ. . Nun'lwo dt trios por pol.. ' 8 12 24 16 24 . 1 1. ..5. A ASTM criou um índice de tama nho do grão em relação ao tamanho do austenítico dos aços .a 32 48 .<i' /<§/f/1 J r6#h7:1- grão exerce grande influencia nas propriedades mecânicas dos metais.. ·:a. 3 2 3 .... !'. .

.tf/Cl~Ctl.. nitrogênio e hidrogênio podem se ligar intersticialmente ao ferro e a outros metais... se resfriar..... formando a ~ se (y) A cerca de 9 ° ocorre nova transformação voltando o reticulado a readquirir a forma cúbico de corpo centrado ((:Cl:C} . veremos dois t ipos de soluções como segue.Yo 45CI!J._~~"= AULA 1 Página 15 de 25 . A cerca de 7 ao o ferro começa a comportar-se permanecendo na form a ata até a tempeFat:tJra. formando a fase Cle ( 8) ~ A cerca de 3SFt:°C a cristalização assume a forma de reticulado cúbico de face centrada GCFC .r-.. Esse tipo de solução sólida é chamada intersticial.AT Solução Sólidas: Quando elementos estranhos são adicionados a um metal fazendo parte integrante da fase sólida denominamos de solução sólida. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação. O ferro se solidifica a 53_30 ./7o t?a ~~$'"'-e! ~#/c . Solução Sólida Substitucional: Se os átomos do soluto ocuparem os lugares da rede conforme está mostrado abaixo.. cristalizando de acordo com um reticulado cúbico de corpo centrado [CC_C) .ã(Ja). então o tipo de liga é chamado de solução sólida substitucional... Solução Sólida intersticial: Quando os átomos do soluto forem pequenos em relação aos átomos da matriz então eles podem se local izar (ou se dissolver) nos espaços entre os átomos da matriz sem ocupar sítios da rede cristalina. f!)Cf//74 tJ é7/4fo ?tJ df/7/ltJ ~C(Ç. e é ilustrada abaixo..-e. ou seja o meta l puro dissolve o elemento adicionado..._. Pequenas quantidades de carbono. ç.formando a fase I aU..

60 a 1. t~ltqo.0% a 10. 25% de Carbo no· Médio Carbono 0.25 % a 0.5 0% de Carbo no . Ferramentas para a agricu ltu ra ..-t. tri lhos. Baixo Carbono 0. 17/lfÍ ÇtJt V-1)i/Z9f. ~1~'· 1 1 f l 'í. 0.AT MATERIAIS FERROSOS AÇO : O aço é um dos mais importantes mat eri ais m etálicos usa dos na indústria mecânica. C4tf! t1 // [ft? t:'~ é-ftl-"7() f) f/ /t!#1 {/fV/8#/t/tO /'51}. ferramentas de corte. parafusos. .t'f7/lvtt/lf4 h v ~ TEOR DE MALEABILIOADE E APLICAÇÕES CARBONO (C) SOLOABILIDADE Chapas .d /'f/p(j/!Jo f o1 I 7. Alto Carbono 0.0 0% a 0. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação . cabos ..15% produtos de caldeiraria..05 a 0. 0 . quanto a classifi cação existe diversas instituições normativas. Fácil soldagem. cutelaria. que estabeleceram critérios de designação para os diversos tipos de aço utilizados na indústria. 4 2( lil't [ 1?/l /jtT!Vtl ~ /'/] 47Ell/41 -5't? -9Ct/ c .0% a 5.. encontra m -se as designações ABNT.60% Muito difícil soldagem molas. .li. Peças de grande dureza e resistência . Dentre as mai s importantes. Peças de grande dureza . tubos.30% comuns de mecânica. molas.00% de Carb ono . peças MaleáveL 0 .40% Difícil soldagem._./l/)(.-:J(} &M-v~/5 O /I f() tVJ(}6i. t anto nacio nais quant o in t ern aci onais. ASTM e SAE. fios. "(fiiidij/4 J //-l /IIZ{)I/tJ.50 % a 1. Barras la minadas e perfiladas. T!jltJ ll. 0.30 a 0.50% Não se solda ..()/Hp p. 0 . Peças especiais de máquinas e m otores .0% de Liga Alto Liga 10.ç?l'2-1 "·"" p AULA 1 Página 16 de 25 .40 a 0. . 0% no míni mo de Liga A seguir serão apresentados os el em entos de liga pela indústria e seus efeitos. Soldáve!.. É usado na fabricação de peças em geral.0 % de Liga Média Liga 5.<VI P M 71fll19L é o /é-4/t. Grande maleabilidade. Baixa Liga 0. estirados .4 () (~/1-jóu!C/0 :>' tflt 0/.1 5 a 0 . tubos.

. o cobalto. Enxofre (S): É um elemento prejudicial ao aço. devido aos gases que produz na massa metálica.. =-~--.AT termo-químico o nitrogênio.. aumenta a resistência do aço ao es ~_ste aos cBogues mantendo-o ~ ctil. quando adicionado em quantidade conveniente. eliminá-lo integralmente. sem perda de AULA 1 Página 17 de 25 ._..- ~ Considerado como uma impureza. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação. favorecendo a formação de Cobalto (Co): Influi Além isso..~~J.~ qual deve-se reduzir ao mínimo possível sua quantidade. Manganês (Mn): O manganês. Fósforo (P): Em teores eleva dos ~o':!. Considerado como uma impureza._.!r~ : a~~~_.. dos aços ao calor.

.A·182:G. .::JGrT~ A.1.-. E o maior grupo e o mais resistente à corrosão ..'l -691-387 .. 217 Gr WC i ..:.eLG ..não temperáveis -aços inoxidáveis ferríticos:basicamente ligas Fe-Cr...b .t.·-··-.. A principal aplicação desses aços . ~ 2}.VP 11 A-387Gr1 1 A-335GrP 1 i A-691·387-11 A-23iGrT~1 A-i99GrTi1 A-.1p rasentaçf./A Página 18 de 25 fl!JOtf/fJil/9 • /IM.!. temperáveis Austeníticos : AIS! series 200 e 300.._. A316) : Composição típica = 18% Cr e 8% Ni (18-8) e com estrutura CFC.. -':1 (/ .. · 199GrT~.A ~ 2i7GrC12 A-23!GrWP9 I A-203 Gr O A<3~3 Gr 3 A ·234 Gr 3 A · 35 0 Gc t.Gr WP 22 A-199 G1 T c A·1 2:< Gt ê 5 1<·217 Gt C <5 • 1>·2 34 Gt . fornos e partes de trocadores de L oul!lo...F 3 A·352 Gt LC 3 ._ 4t7cJ C4fJ""!() 6.f....··----· ·-··-·---·-·······-···· .?O G~ V"/?L 3 i A . ( A304.21~ Ci1 T 22 /.L~~ Conc-. Hidrocarbonetos em temperaturas acima do limite aceitável para o aço carbono G28U°C à 3zoo·c) devido a sua boa resistência a corrosão e também em industrias químicas e petroquímicas (principalmente para serviços sulfurosos).4'/..t..oY iifbf/(()~ AULA 1 ~NI.NC6 A· 23-4Gr\VPii A -38 7 Gr 22 A -335 Gr? 22 tv691 · 387·22 A .t~z o Vt ~~ tf . conexões.é "7 C-9...'9 /?->~17 f/~~ C#Ô tl1t Ç0 /Â-.t -2'17Gr\.óU #f cttllfJ Td PrJ /t~~íJ .não temperáveis .-334 Gr S AÇO INOXIDÁVEL: Caracterizam-se.!llúT~ (40 /1#/l4 rJ -9 cJJ cp 4-M 4 (../Vt CtJv7-9TO ~IP-I o ê)y/(Jtfqt'tl //lo.. A-217 Gr F 22 A·/.....aços inoxidáveis austeníticos :basicamente ligas Fe-Cr-Ni. .aços inoxidáveis martensíticos : basicamente ligas Fe-Cr. tubos de troca de calor e equipamentos de pequeno e médio porte em s· erviços com.. Es pecificações ASTM de Aços-Liga Formas d~ .é.353 A-3:i3 Gr 8 C.. f t. 2·1.691-387-12 A-2<3 Gr T ~2 ....tJt{f{ / ...AT Aços com liga acima de 2 1f2 °/o de Cromo: são específicos para serviços em temgeraturas eJ_e.:~i~::> pnrn Tubos p6ro Tubos pf. \?~ '.s permutadore s forjada. t:~j .fp?.11 A-2!~ Gr T : . A· 199 Gr I il 1 A..l-.335 Gr F i l ..<335 Gr F 1Z A .thcs pnrn condução f'ee. fundamentalmente. ..qco IA/Oj_l!]IJ(féL o.·199 Gr T ~?: A ~ ~82: G.-387 Qr 1 1 .···--···-····..vlll.7. t"tJN /4 T() ícJM ~Lift(} I /'ti(jtJ/l P".iS·2 Gr :: "i P.. t'rfo cO.._ ttt"l~ calor. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação.23.s f\J11d!dus costura Com co~ wra A·387 Gr 12 ..liga são para as tubulações..~~--~-.\Laaa com esforços mecânicos moderados e de I corrosão. componentes para ambientes químicos severos..::g .....I ' ! A·:1 36G r ?S .r~ P"Çi'$ Chnpas tllbUI{IÇ:fiO cJldeira. Não magnéticos São susceptíveis a trincas devido à corrosão sob tensão Usados em utensílios de cozinha..or...

instrumentos.80 :? 316 L <t 9 ''.0. ( A405.h. Duplex: têstr ur:ã:Kl sten tta e F:e.. Os aços inoxidáveis tem muitos casos de emprego em equipamentos de processo. i'. Ii '<ª 347 53 ·s.".U Mlli. ro uco 1.c<'O s:gmn a 0:. Baixo carbono e não tem níquel.::o ] . 5% Ni e 3% Mo.u. 1 €!. f't. (A410) Possuem maior teor de carbono do que os ferríticos.o [}í!<.. ferramentas cirúrgicas. Ten~:\o p :uil C1nH!l (minlniõ} !I. hl. São resistentes. Não são temperáveis e são magnéticos. Magnéticos. GO 1?.. 75"'C ptcse:.!JO! /.20 YO ~100 h~<ll :. Stm I ~il(j Nmomc . porém menor do que nos aços austeníticos.c S:fn 5-m 11 1' {t.. Magnéticos Possuem boa resistência à corrosão. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação . " Sun C:fk:J 31ü H ó3 900 í150 i/m10 i -~ ~ jj) I! !í~ '!!Jí) r)r•i) )•'.~Jlé t r. Aplicações em plantas de tratamento de água e componentes de trocadores de calor.:f.0 wo 85G 270 .!XJ ~C -ll ·1D H '?00 ·100 c·:c.qr:fi r~~ · :l1! jJIJ H(!fl J.t<i ~/. ·-····-····---·---·-·-- AULA 1 Página 19 de 25 .•) '!.5 a 30% Cr com estrutura CCC. endurecíveis por trabalho a frio São usados em equipamentos de cozinha e geralmente não são aplicados em equipamentos estruturais.i~IT S•m !1-nng:} . 5 a 18% Cr e não possuem Ni. A446) Possuem entre 11.o 900 oo-o · 25~ Nfiú ~ $m1 f'nt u.·.eil{iv ~l h iitdét!C ü..4 5 s. ~<~ ..! 1 100 G~ O $ :i\l J.1 fl5 '.< .~ 3i6 53 · ~J· 90•} G~ O '95 s.~o· r~3 "T ---------.l(nima $l)l{!j'1 Stnsi.0 900 <HJO I f'rni<.o now:o 5. I 1 $w ~ .-to 70 E50 . 11:-'l!pDl ~ ~ ~ J 700 r-J?t1 M11110 Jl0\1\:fJ I NrHCnic 50 84 :S5() 85 0 $ 1m SHfl N I H')n!l.!.h:t! ~ s~m MH!í1 po\:r. 'V Nt. resistentes à fadiga.liÍS l .AT Ferríticos: AISI serie 400. Martensíticos: AISI series 400 e 500. Tem 11. -..r: i: a4 A composição típica é 22% Cr. I FílSC Fwg iMJde 1 t>n~..J.m rl.:in €-t'n I)!H' p iH:s nnrod· Oh~ilrvocôM ou no m~ I! ::n.mnt:l Jtn . Esses casos podem ser aplicados em três títulos gerais: Llrniw IJe fluún~. 900 Goo :!:2!: $in 1 ---------h-- -.ça de dC i e l flS COi'H cbre tos marto .ü 900 ~!:lO 12~ Nilo ll! lHptl) I Sini \ .. 9 ..llll 1.1 e~~.r..lio Rc~iMênci:) Ccamd'là soh Ccnos!io rn!n! ivc T ttiO 001 tamp 1. t.:. I! ···-·~ I i lj\ I I i 1' hk S11 ~i I ~~ Ni!rtill<C 33 ' I n i.00C hot!lS tncd'ln!cn r. 2 850 G50 I S··"n I f::i fíd í' Sit ~' -~ ~ . Menor ductilidade.:. ' lkghmn 1 . mas não tão resistentes à corrosão quanto os dois outros grupos.·········--··----··'··· . Sua resistência à corrosão é similar à classe 300 e tem melhor resistência à corrosão sob tensão (stress corrosion cracking)..JP·IU"il f:m OxtcJ ~ç.tlB ?.oo 57 I l 10·ClJ<3 ~3 ')ü:) 2:5~ S•lh 5!j ~ú~j !)!J!) ?70 i.bitmto u aso• c l~g.. P" G5 'R N r35 \JSS -18 16-2 2H} ô3 56 B..7~.?O !!. Usados em cutelaria. "' N:Í•) {- 1' ~-.-.<lO I 371 ~3 ' ?. duros. válvulas e molas.t Sn! ll n!lri H r~.:-:::.50 • I' :r: ~ N:io !-{)r I\~ t) ~ .~\ :10·1 H Fd ~ 1 310 53 ~ .

l.• Tcmpch 1ura ftíif..J nv. :.n:.~r<JI:.·1dável Tipo 4M3 l.:_::::.. liH&ith -/ 70 J AULA 1 Página 20 de 25 .AT Serviços em temperaturas elevadas: aços que podem ser recomendadlls. 3·#! OO'J 900 1\ç ::.-..<J lhJI) 1 14 Cr-1 11: Mu !.1i:s t •pos J ttl f Açt íno...)"' t~hh•f.0 t 100 mo ~> ~.l ac eitável 11 carcpas ao ar -----~ ::::::..nonles..: I"t:l Rló!si:sténci ru.: : : ··-==-· . /~ :o ilgd di.V~t:.tipos "L". rnu:.J!JlJ ~:. O~ IOUXi(U. I ím.•dàvel t 1po 4 1O hhO i ~ ti l) _J A1. em função da temperatura e da atmosfera presente.J.-::::_____::-----._ o h!Jd :L~ ·J1 100 9 I.J>is t<pt s 3 04 ...347 . J H5 317 A ·u5 it HH<:kJáv w•· I ÍtJo~ 304 e 3 O Cobre. l iG :J) .:::::::.:::::::..:io -.l 316H oSO 550 I 9<.ço hua '!.>.Q 1'-.:::..::. I !lO 1 . á f lu \ncía Inicio de lounaç.os de menor resistência são os de baixo carbono. ifl'.l r rv1ü 6()0 70Ü t .<lv1.irna l~r it ( 9 CJ ·u l. Aço 1110x t•iáve l t tpo 3 O 600 l fnç IIH I 9-00 . Entre os aços austeníticos convencionais ... 7i 7 -----·.os que apresentam melhor resistência são os que contem molibdênio (tipos 316 e 317) e também os e-s il izaa s (321. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação.:-_:: :-__:::.::::::::..348) .:::=-> 450 530 Aço ltga 1 /2 Mo ~t\0 5~~0 l"'t... çn trHJ>t!dtlve l tlf>(J 40b 501) !~>{) Aço..w.

O aço 304 está sujeito à sensitização e à corrosão intergranular e. No caso de serviços sem cloretos. por exemplo) deve normalmente ser evitado. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação .soldadas usam-se os tipos 405 e 410. para tubos de troca de calor e outras partes não . /1 co. Oxidantes (Sem Cloreto): Para a construção de vasos e outros equipamentos o aço usualmente empregado é o tipo 304. como indicado a seguir. recomendam-se os tipos 405. quando for possível essa forma de corrosão recomenda-se o uso dos aços não .4 o.sensitizáveis.n ddJ f . 3()C Revestimentos Anticorrosivos: Para evestimentos anticorrosivos só devem ser emQregaaos os açes faciiiTTenEe sol áveis. AULA 1 Página 21 de 25 . O uso de aços sujeitos à sensitização e corrosão intergranular (tipos 304 e 316. quando houver pequena quantidade de cloretos (em temperatura ambiente). pode-se usar o tipo 316L.AT Serviços Gerais Mediana mente Corrosivos. por isso. 4105 ou 304L.

AT Efeito das Corrosão nos Aços-Carbono : O contato com a atmosfera ou qualquer outro meio contendo oxigênio e água ou umidade.02 a 0.07 a 1. os dados de corrosão atmosférica são variáveis. e podemos dar os seguintes valores méd ios de taxa de corrosão: Atmosfera Rura l : 0. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação.04 a 0.05 mm/ano Atmosfera Marítima: 0.5 mm/ano Atmosfera Industrial: 0.0 mm/ano AULA 1 Página 22 de 25 . produz no aço-carbono uma forma de corrosão uniforme generalizada(ferrugem).

Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação.AT Ferro Fundido Nodular: Tem uma estrutura par:tícula arLea<:maadas_ isto ocorre quando adicionamos :. também aumenta a resistência ao desgaste superficial. usinabilidade e boa resistência a corrosão. Resiste muito bem aos ácidos diluídos. e. bem como pleos solventes orgânicos e pelos hidrocarbonetos. pelos oxidantes enérgicos. o ozônio e. aos álcalis. A borracha natural sofre uma deterioração quando em contato com oxigênio. tanto líquidos como gases. tenacidade. AULA 1 Pág ina 23 de 25 .ç::g::::n~e::. É um material combustíve l e pode ser empregado em serviços contínuos desde -50°C até sooc..n'":'t-e o estado líquido.s.NR): é um material que se caracteriza pela sua grande elasticidade e baixa histerese. ao realizarmos um tratamento térmico adequado apresenta boa ductilidade. sendo atacado pelos ácidos concentrados. e em serviços intermitentes até 12ooc. A ad ição de negro de fumo melhora a resistência a esse efeito. usados em cubos de rodas e virabrequim ELASTÔMEROS Borracha Natural (Poli-cis-isopreno . com longa exposições a luz solar.:i=-~ d ·"u"""' ra. também.. eas soluções salinas em geral.

AULA 1 Página 24 de 25 . É atacada pelos aditivos anti-detonantes da gasolina. Fluorados (Fiuoroprenos): são materiais permeáveis aos gases que apresentam resistência á te mperatura de até 360°C. anéis de vedaçã o e diafragmas em contato com hidrocarbonetos. desde -170 °C até 290 °C. apresentam excelente resistência à temperatura. Silicones (polissiloxenos): São elastômeros de baixo peso molecular.NBR): é uma borracha muito empregada na fabricação de mangueiras e de peças de vedação . apresentando-se como materiais líquidos viscosos que curam (endurecem) à temperatura ambiente. Boa estabilidade dimensional e alta resistência ao impacto em larga fa ixa de temperatura. São empregados geralmente em peças pequenas onde não se requer grande esforços mecânicos como : Juntas. condutividade e expansão térmica. O mais conhecido destes plásticos são os PTFE (poli-tetra-fluor-eti leno) usualme nte chamado de Teflon de propriedade da E. até 140°C. que pode ser melhorada pela adição de negro de fumo. calor específico. aos óleos e a muitos agentes químicos . resistente a todos os solventes orgânicos até 250°C. ponto de fusão. Ond e teremos á densidade. Policarbonatos: os policarbonatos são materiais desenvolvidos mais recentemente. inerte a quase todas as substânci as químicas.CR): é uma borracha com maior resistência á temperatura. gaxetas. Borracha nitrílica (poli-butadieno-acrinolitrila . Muito empregados para gaxetas. Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação. São os elastómeros de preços mais alto entre os materiais dessa classe de uso corrente. Tem bo a resistência a temperaturas elevadas e resistem a solventes apoiares. porem tem resistência mecânica muito baixa e boa resistência à abrasão e baixo coeficiente de atrito. muito empregada na indu stria de petróleo por boa resistênc ia aos hidrocarbonetos. PROPRIEDADE FÍSICAS: As propriedades físicas dos materiais devem ser consideradas na seleção e processamento dos materiais. tendo entretanto menor resistência mecânica e melhor fl exibilidade.I Du Pont de Nemours . Borracha Clorada ( poli-cloropreno . podendo trabalhar em serviços contínuos. Fluoroplásticos: São matérias excelente resistência qu1m1ca e ampla faixa de resistência a temperaturas.SBR):é um material sintético com propriedades semelhantes á borracha natural. durante duas horas. sede de válvu las e outros. propriedades elétricas e magnéticas e resistência à oxida ção e corrosão.AT Butadieno-estireno (poli-butadieno-estireno . Não afetad os pelo o ozôn io e os raios ultravioletas. também. com boa resistência a chamas e cuja queima se extingue espontan ea mente. resistem. aos óleos minerais e ao ozônio do que a borracha natural.

Inspetor de Fabricação Acessórios Para Tubulação . fornos. conformação a quente requ erem conhecimento dos pontos de fusão dos metais envolvidos. Essas considerações também servem para matrizes e ferramentas. equipamentos em operações de fundição. enquanto materiais cerâmicos e plásticos tem baixa condutividade. medida da facilidade AULA 1 Página 25 de 25 . Os meta is geralmente têm alta condutividade térmica.AT O Ponto de Fusão: ponto de fusão do material depende da e g eg para s_egarar seus omos As ligas possuem possuem uma faixa de temperatura como ponto de fusão. ~ teroper::atura ae r:ecrista ização de u me a est::á relacionaaa co se ponto a usão e operações como tratamentos térmicos. A Condutividade Térmica (J / s mm oC): indica a facilidade que o calor flui dentro e através do material. como componentes de turbinas a jato. A escolha de um material para aplicações em altas temperaturas é óbvia. os quais possuem um definido ponto de fusão. diferentemente dos metais puros.