UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB/EAD UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL – UAB LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

GRUPO 13
Pólo: Paulo Afonso Seminário Integralizador II

Paulo Afonso, 2010

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB/EAD UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL – UAB LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

OFICINAS DE MATEMÁTICA Seminário Integralizador II

Potfólio

de

Oficinas, do Ensino

direcionadas

para I,

professores

Fundamental

apresentada à Universidade do Estado da Bahia (UNEB), pelo alunos do G13 – pólo de Paulo Afonso – BA, como requisito parcial de avaliação na disciplina de Seminário Integralizador II, ministrada pela professora Joseane de Almeida Topázio, e orientado pela professora tutora presencial Solange

Fernandes Maia Pereira, no II Semestre do Curso de Licenciatura em Matemática.

Paulo Afonso, 2010

2

“Uma Matemática que se apóia em reconhecimentos trabalhada com o da em anteriores e correspondência conhecimento criança é

psicogenético

gostoso e fácil de construir”.
(Ernesto Rosa Neto, 1995)

3

Conteúdo
APRESENTAÇÃO ........................................................................................................ 5 GRUPO 1 ..................................................................................................................... 8 GRANDEZAS E MEDIDAS ........................................................................................... 8 OFICINA 1................................................................................................................. 9 OFICINA 2............................................................................................................... 15 OFICINA 3............................................................................................................... 20 OFICINA 4............................................................................................................... 25 OFICINA 5............................................................................................................... 29 GRUPO 2 ................................................................................................................... 34 ESPAÇO E FORMA.................................................................................................... 34 OFICINA 6............................................................................................................... 35 OFICINA 7............................................................................................................... 37 OFICINA 8............................................................................................................... 39 OFICINA 9............................................................................................................... 41 OFICINA 10............................................................................................................. 43 GRUPO 3 ................................................................................................................... 64 NÚMEROS E OPERAÇÕES....................................................................................... 64 OFICINA 11............................................................................................................. 65 OFICINA 12............................................................................................................. 72 OFICINA 13............................................................................................................. 75 OFICINA 14............................................................................................................. 82 OFICINA 15........................................................................................................... 103 GRUPO 4 ................................................................................................................. 108 TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO .......................................................................... 108 OFICINA 16........................................................................................................... 109 OFICINA 17........................................................................................................... 113 Blocos de anotações ............................................................................................. 113 OFICINA 18........................................................................................................... 117 OFICINA 19........................................................................................................... 121 OFICINA 20........................................................................................................... 124

4

APRESENTAÇÃO
A educação, atualmente, constitui uma das metas prioritárias dos países desenvolvidos ou daqueles em vias de desenvolvimento. Apesar das inúmeras variáveis que colaboram ou intervêm diretamente no processo de

desenvolvimento de uma nação, a educação se destaca como uma das forças capazes de provocar o desenvolvimento nacional. Entretanto, apesar da educação no Brasil se constituir, não apenas direito de todos, apoiado no artigo 32 da lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), como também instrumento de promoção social e humano, o Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries ou do 1º ao 9º ano) continua sendo responsável pelo maior índice de reprovação e evasão escolar. Hoje a Matemática está passando por grandes transformações, mas os meios de observações, de coleta de dados e de processamento desses dados, que são essenciais na criação Matemática mudaram profundamente, não que se tenha relaxado no rigor, mas sem dúvida a rigidez científica hoje é de outra natureza, tendo maior flexibilidade. Apesar das mudanças os alunos se encontram desestimulados com as escolas e com o trabalho realizado por elas; é claro, são vários os motivos, entre eles: a repetência sucessiva, a evasão escolar, a formação precária dos professores, assuntos desmotivadores e distantes da realidade etc. E todos esses motivos estão também relacionados com a Matemática ou com as formas de abordagem do conteúdo matemático.
“Além disso, a disciplina Matemática vem sendo utilizada, há muito tempo, como instrumento de seleção. E isto tem a ver, certamente, com o fato do seu ensino ter sido pensado historicamente, pelos/as professores/as como sendo a maneira por excelência de desenvolver o raciocínio, tornando-se, assim, um conhecimento eficaz para destacar os/as aluno/as mais inteligentes. Junto a isso, os/as professores/as têm apontado, como objetivo principal dessa disciplina, o desenvolvimento de habilidades para resolver problemas, o que favoreceria a compreensão do mundo e a formação do pensamento crítico do/a aluno/a, assegurando o seu desenvolvimento individual e a sua inserção na sociedade.”(Lara, 2003: 9).

5

Assim, a disciplina Matemática continua sendo o calvário para vários estudantes brasileiros e está tornando-se comum dizer que o aluno brasileiro está muito aquém do que se considera ideal. São várias as pesquisas e os dados cada vez mais desanimadores. Na mesma proporção que o analfabetismo diminui e a inclusão educacional cresce, a qualidade desaba. E isso não acontece apenas quando se compara a educação brasileira com a de outros países. Então, diante desta dinâmica, apresentamos este Portfólio como uma compilação de atividades que foram construídas ao longo do terceiro semestre, pelos alunos da Universidade do Estado da Bahia/ EaD, pólo Paulo Afonso, grupo 13, sob a orientação da Professora Formadora Joseane de Almeida Topázio e a Professora Tutora presencial Solange Fernandes maia Pereira, na disciplina Seminário Integralizador II que é uma disciplina do curso de

licenciatura em Matemática, na qual o foco principal é construir um portfólio de oficinas envolvendo o conteúdo de matemática estabelecido nos documentos oficiais, voltadas para professores que ensinam matemática do 1º ao 5º ano, como continuidade do trabalho investigativo realizado no Seminário

Integralizador I, num contexto de formação colaborativa, a fim de discutir os blocos de conteúdos de matemática previstos para serem desenvolvidos do 1º ao 5º ano de acordo com os PCNs. Desta forma tem como objetivos organizar oficinas com conteúdos de matemáticos do 1º ao 5º ano, voltadas para professores que ensinam matemática nesses anos, discutir e propor alternativas didáticas pedagógicas, para fortalecer o espírito de pesquisa e a busca de novas idéias para a dinâmica da sala de aula, proporcionar ao licenciando a vivência de diferentes formas de atuação no processo e ensino/aprendizagem visando favorecer ao seu desenvolvimento profissional não só na dimensão da sala de aula, mas ampliar a relação da Universidade do Estado da Bahia com a comunidade. Diante disso este portfólio será apresentado e disponibilizado à Secretaria de Educação ou diretores e diretoras de escolas municipais, como um trabalho de extensão universitária, voltado para a formação continuada dos professores e professoras do 1º ao 5º. Esse referencial curricular reconhece a importância da participação construtiva do aluno e, ao mesmo tempo, da intervenção do professor para a 6

aprendizagem de conteúdos específicos que favoreçam o desenvolvimento das capacidades necessárias à formação do indivíduo. Nessa perspectiva foram desenvolvidas oficinas com todos os blocos de conteúdos: Números e operações, espaço e forma, grandezas e medidas e tratamento da informação.

7

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB/EAD UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL – UAB LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

GRUPO 1
GRANDEZAS E MEDIDAS Seminário Integralizador II

Adriano Ferreira Batista Francisco de Souza Lima Gláucia Lima da Cruz Jorge Ricardo Domingo da Cruz Luciano Santos de Assis Manoel Ricardo Xavier

8

OFICINA 1

DESCOBRINDO MEDIDAS

OBJETIVOS:

 Descobrir a importância de padronizar as unidades de medidas;  Explorar diferentes unidades de medida e instrumentos de uso social para medir comprimento, massa e capacidade;  Identificar a unidade de medida correta para os vários objetos apresentados;  Resolver problemas que envolvam as diferentes unidades de medida;.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

Medidas de:  Comprimento  Massa  Capacidade

SÉRIE:

4º ano do Ensino Fundamental

9

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

 Cadeira;  Figuras de objetos que se encontram no cotidiano dos alunos;  Lápis;  Borracha;  Cópia das atividades;  Fita métrica ou trena;  Garrafa plástica de 1 l;  4 copos plásticos de 250 ml;  Balança doméstica;  1 pacote de sal de 1kg;  2 potes de manteiga de 500g;  1 pacote de biscoito de 250 g.

10

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

A aula começará com um texto, problematizando a forma como as pessoas faziam para medir antigamente. Em seguida, cada aluno medirá a altura de sua cadeira. Cada aluno usará a sua criatividade, usando instrumentos improvisados por eles. Surgiram, então, diferentes unidades de medida, isto fará com que cheguem à conclusão que será necessário padronizar uma unidade de medida, e neste momento será apresentado o metro. Hora de pedir ao aluno que meça sua própria altura, e depois compare com a altura de um lápis, percebendo assim que existem unidades para objetos maiores e unidades para objetos menores (m, cm). No segundo momento, serão apresentadas figuras de outros objetos (feijão, leite, margarina,...) e explorado a unidade mais apropriada para cada um. A partir dessa introdução, a turma será dividida em equipes de acordo com a dinâmica: Cada aluno receberá uma figura; a equipe 1 será formada pelos alunos que pegaram figuras relacionadas ao “m e ao cm”; equipe 2, figuras relacionadas ao “kg e a g”; equipe 3, figuras relacionadas ao “l e ao ml”. Formado os grupos, eles irão trabalhar com o material concreto e responder a atividade proposta (anexo).

CONSIDERAÇÕES FINAIS: Cada grupo vai comparar a massa de no mínimo 10 objetos que se encontram na sala de aula, segurando-os nas mãos; Coloque-os sobre uma mesa em ordem crescente de massa, isto é, do mais leve para o mais pesado; Conferir se os grupos acertaram a ordem, pesando os objetos na A presente oficina tem como objetivo subsidir o professor de matemática das REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: balança; séries iniciais, através de texto, aatividade programada e pequenas Conferir a medida de massa utilizando balança. 4- Discussão Coletiva experiências; possibilitando uma aula mais dinâmica e um processo de ensino O grupo deverá discutir os acertos e os erros da ordem dos objetos; aprendizagem maisoutros grupos fizeram e conversar sobre a diferença Observar o que os solidificado. da massa dos objetos escolhidos; Relacionar o tema grandezas e medidas com situações do cotidiano, fazer uso 5- Registro Escreva os nomes dos e explorar ordem crescente de massa, isto é, do de material concreto objetos em o conhecimento prévio do aluno, são as mais leve para o mais pesado. estratégias usadas para favorecer a construção efetiva do conhecimento. Dessa forma, acredito que essa oficina possa trazer benefícios significativos para o trabalho do professor assim como para a aprendizagem do aluno. 11

ANEXOS DA OFICINA 1:

Medida de massa, comprimento e capacidade.
1- Observe as figuras e separe-as, na tabela abaixo, de acordo com a unidade de medida mais adequada para cada objeto.

LITRO (l)

GRAMA(g)

METRO(m)

2- De acordo com as figuras acima, qual se aproxima mais das medidas abaixo: a) 2 l (litros) _______________ b)200ml ( mililitros) ________ c) 1kg (quilograma) _________ d)100g (gramas) ___________ e) 1km (quilômetro) _________ f)1 m(metro)______________ 3-

12

Agora responda: Quem é o mais alto?________________________ E o mais baixo?____________________________ Qual a diferença da altura entre eles? ________________

4- Para responder as questões abaixo vamos precisar de uma garrafa plástica (vazia) de 1 litro e 4 copos de 250ml com água. Tudo pronto? Então responda:

a) Se cada copo tem 250ml, 2 copos terá ____________. b) Despeje a água de 2 copos na garrafa. Como ficou a garrafa? _________________. c) Podemos concluir que 500ml = __________________. d) Para encher a garrafa que tem capacidade para 1 litro, o que devemos fazer?________________________________. e) Com a água dos 4 copos nós enchemos a garrafa, então podemos concluir que: 4 copos de 250 ml = ______ml = ______l.

5 - Responda usando: 1 Balança doméstica; 1 pacote de sal de 1kg; 2 potes de manteiga de 500g; 1 pacote de biscoito de 250 g;

13

a) Qual o objeto mais pesado? _____________ b) Qual o objeto mais leve? ________________ c) Se um pacote de biscoito tem 250g, 2 pacotes terá ____________. b) Um pote de manteiga pesa igual a ______________pacotes de biscoito. c) Dois potes de manteiga pesam iguais a ______________pacote sal. d) Quantos pacotes de biscoito equivalem ao peso do pacote de sal? e) Podemos concluir que: 2 potes de manteiga = ________g, 4 pacotes de biscoito =________g 1 pacote de sal = _______kg . Referências bibliográficas

http://revistaescola.abril.com.br/matematica/pratica-pedagogica/pesos-volumes429046.shtml . Acesso em: 16 jul. 2010

http://novaescola.abril.uol.com.br/ed/153_jun02/html/erauma_conto.htm . Acesso em: 20 jul. 2010

Milane, Estela; Imenes, Luis Márcio; Lellis, Marcelo. Projeto Conviver: Matemática – 1.ed. – São Paulo: Moderna, 2008.

Bonjorno, José Roberto;Azenha, Regina. Matemática Pode Contar Comigo, 3º e 4º ano.- São Paulo: FTD, 2008.

14

OFICINA 2 ESTUDO DAS MEDIDAS

OBJETIVOS:

Um dos principais objetivos desta oficina é facilitar o aprendizado do aluno, por meio de técnicas que incentivam o desenvolvimento do raciocínio( e, portanto da cognição e metacognição), em relação ao bloco de conteúdo Medidas e grandezas.Sendo assim, a execução desta oficina proporcionará meios para uma melhor compreenção dos atributos dos objetos, conceitos, unidades, sistemas e processos de medidas.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

Unidades de medidas:      Kilômetro Metro Milímetro Centímetro Decímetro

15

SÉRIE:

2º ano do Ensino Fundamental

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

        

Fita Métrica Régua de 30 cm Trena Um livro Um palito de fósforo A figura de um barco A figura de um pé A figura de uma formiga A figura de uma mesa

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

Pretendemos estimular os participantes a fazerem o uso de medidas antropométricas (dedo, mão, pé, passo) medindo objetos e espaços da sala de aula para que o aluno possa determinar as unidades adequadas para cada situação. Em seguida, apresentaremos alguns instrumentos de medidas usados comumente no nosso dia a dia. Apresentaremos o metro como unidade padronizada incentivando o aluno a conhecer algumas unidades de medidas, incluindo o centímetro, decímetro e o metro.

16

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Lecionar a matemática é desenvolver o raciocínio lógico,estimular o pensamento independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas.

Nós, como educadores matemáticos, devemos procurar alternativas REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: para a aprendizagem,desenvolver a para aumentar a motivação autoconfiança, a organização, a concentração, a atenção, o raciocínio lógicodedutivo e o senso cooperativo,desenvolvendo a sociazação e aumentando as interações do indivíduo com outras pessoas.

17

ANEXOS DA OFICINA 2:

Dentre as unidades de medidas citadas (milímetro, centímetro, metro, quilômetro) qual a unidade adequada para medir o tamanho de:

1. Um barco

2. Um palito de fósforo

3. Um pé

18

4. Uma mesa

5. uma formiga

Cada aluno deve analisar cada figura e colocar ao lado qual a unidade de comprimento utilizada para medí-las.

19

OFICINA 3

CÁLCULO DO IMC

OBJETIVOS:

 Cálcular o índice de massa corporal dos alunos – IMC,

usando calculadora e registrando em tabela;  Explorar as unidades de medidas de massa e comprimento.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

Unidades de Medidas:  Metro;  Quilograma;

SÉRIE:

5° Ano do Ensino Fundamental

20

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

   

Balança; Calculadora; Fita métrica: Tabela do IMC.

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

Usando a fita métrica, será medida a altura de cada aluno. Depois, com a balança, será medida a massa correspondente a cada um e registrada em uma tabela. Usando a fórmula do IMC (IMC = P(kg) ÷ H2(m)) e o auxílio da calculadora será calculado o IMC de cada aluno. E, por fim, será feito uma análise desses dados com a tabela do IMC, verificando quem está abaixo do peso, acima do peso, obeso ou com um bom grau de acuidade.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

As crianças da era da internet estão cada vez mais vivendo no sedentarismo frente à tv, computador ou um vídeo game, com isso aumenta o número de doenças ligadas a obesidade como doenças cardiovasculares. Mediante o resultado dos índices encontrados nesta oficina, espera-se que sejam tomadas atitudes que melhorem a vida de cada aluno para que possam crescer saudáveis e inteligentes.

21

ANEXOS DA OFICINA 3:

TABELA DE DADOS PARA CÁLCULO DO IMC
ALUNO (A) MASSA (Kg) ALTURA(m) IMC

22

23

24

OFICINA 4

GRANDEZAS E MEDIDAS

OBJETIVOS:
 Conhecer instrumentos de medição e unidades de medida e as diversas relações entre elas;  Aprofundar o estudo de equivalências entre unidades de medida, usando exemplos práticos do dia-a-dia;  Estimar resultados de problemas que envolvem volume capacidade e massa;  Aprender equivalências entre unidades de medida de volume, massa (gramas e quilo) e capacidade (mililitros e litros).

CONTEÚDOS ABORDADOS

 RELAÇÃO ENTRE UNIDADES DE MEDIDAS;  CAPACIDADE DE MASSA

SÉRIE:

5º ano

25

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:
   

Água Garrafa pet 1lt Recipiente Balança

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

Provar por meio da oficina e usando calculo que 1 dm3 =1 litro= 1kg. “Perguntamos: para que precisamos saber desta relação?”

Pensando nesta relação me veio a cabeça como os policiais pesam os carros tanques que carrega petróleo e água. Então podemos dizer que a balança usada por eles usa este conceito de relação de que 1 litro é igual a 1 kg. Agora explicando como poderiamos provar este cálculo em sala de aula poderiamos comparar o tanque a um litro de água e um recipiente onde calculariamos 1dm3 e usariamos a uma balança normal de 5 kl. Dessa forma convocaríamos os alunos a fazer o experimento onde eles encheriam o litro de água e pegaria outro recipiente e calcularia o volume cúbico dele onde usariamos só 1 dm3 do recipiente. Depois colocaria o litro na balança e comprovaria que 1 litro é igual a 1 kl, pegaria o recipiente onde foi calculado 1dm3 e colocaria um litro de água nele, para comprovação de que corresponde a 1dm3.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

26

As atividades matemáticas devem estar ligadas ao cotidiano dos alunos para que se tornem atrativas e ocasione uma aprendizagem significativa. Nesse contexto, as oficinas matemáticas proporcionam uma forma prática de se trabalhar a matemática, bem como a abordagem de grandezas e medidas através dessa metodologia, possibilitando aos alunos a compreensão dos procedimentos de medida, noções de massa e capacidade, assim como e as diversas relações entre elas.

27

ANEXOS DA OFICINA 4:

ATIVIDADE

Uma indústria importou vinho estrangeiro em 20 barris de 160 litros cada. Calcule o numero necessário de garrafas com capacidade de 0,8dm3 para colocar todo vinho importado? Usar nesta atividade a fórmula 1 dm3 =1 l = kg como foi ensinado na oficina.

(A) 1000

(B) 2000

(C) 3000

(D) 4000 (E) 5000

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

http://alfabetizacaoemmatematica.blogspot.com/2008/11/grandezas-emedids.html?zx=f01d4faae85ccb18 http://www.mathema.com.br/default.asp?url=http://www.mathema.com.br/e_medio/jogo s/poliedros.html

28

OFICINA 5

IMPORTÂNCIA DA FRAÇÃO

OBJETIVOS:

Propiciar concepções diferenciadas sobre fração para os alunos de matemática que cursam nas séries iniciais e a importância do trabalhar com material concreto, bem como, conhecer as várias maneiras de representar um nº fracionário relacionando-o com medidas e quantidades.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

 Experiência I: Conceito de frações usando QUANTIDADES  Experiência II: Conceito de frações usando MEDIDAS

SÉRIE:

4ª série do ensino fundamental

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

 Experiência I: 12 tampinhas(1 inteiro) de garrafa pet  Experiência II: Folhas de papel, cola, régua, lápis de cor

29

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

EXPERIÊNCIA I: DESENVOLVIMENTO: Dividir em 2 grupos iguais. Cada grupo corresponde a ½ das tampas? - Quantas tampas correspondem a ½ do inteiro? - Dividir em 3 grupos, ou seja em 1/3. - Quanto é 1/3 de 12 tampas? - Quanto é 2/3 de 12 tampas? E 3/3 de 12? - Dividir em 4 grupos, ou seja, em ¼. - Dividir em 6 grupos, ou seja, em 1/6. VARIANTE: Fazer a mesma atividade com 15 tampas, 20 tampas, 24 tampas. É importante que o aluno represente as atividades através desenhos fazendo anotações. Neste momento aproveita-se para reforçar os conceitos de divisão e multiplicação. Outras sugestões: 1 – Escrever 3 frações que representam a mesma quantidade do inteiro em nº e por extenso. 2 – Contar os alunos da sala (ex: 24 alunos é o inteiro): Quantos alunos são ½, 1/3, 2/3, ¼, 2/4, ¾, 4/4, 1/6,..., 1/12? 3 – Contar as salas de aula da escola. 4 – Usar dinheiro (ex: R$ 10,00 – 1 inteiro). 5 – Usar 1 litro (1 inteiro) – 1000 ml. TERMOS DA FRAÇÃO 1 – NUMERADOR: nº de partes que eu tomei, pintei ou comi do inteiro 2 – DENOMINADOR: nº de partes que eu divido o inteiro

30

EXPERIÊNCIA II: DESENVOLVIMENTO: Confeccionar uma fita métrica de 1 metro.  Dividi-la em 10 partes iguais (pintando-as de cores diferentes), cada parte 1/10 chama-se decímetro (dm).  Dividi-la em 100 partes iguais 1/100(centímetro(cm)).

Dividi-la em 1000 partes iguais 1/1000(milímetro(mm)).

QUESTIONAMENTOS:

1- Quantos cm tem 1/10 do metro? 2- Quantos cm tem 3/10 do metro? 3- Quantos cm tem ½ do metro? 4- Quantos cm tem 1/5, 2/5, 3/5 do metro? 5- Quantos mm tem 1/10 do metro?

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Por meio deste trabalho que ora realizado com alunos de séries iniciais, podemos observar uma mudança um tanto que progressiva, na estrutura ideológica, nos conceitos matemáticos sobre fração, pois foram realizadas experiências práticas, utilizando objetos e materiais que levassem o aluno a compreender melhor o assunto abordado, e o melhor, aprendendo brincando. Acreditamos na tese que a matemática só surte efeito na vida da criança se for usada uma linguagem própria, dando oportunidade para que ela construa os REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: seus próprios conhecimentos.

31

ANEXOS DA OFICINA 5:

32

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: http://wandarocha.blogspot.com/2009/04/oficina-de-matematica-040409.html

33

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB/EAD UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL – UAB LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

GRUPO 2
ESPAÇO E FORMA Seminário Integralizador II

André José Costa Eliene Pereira de Santana Jeober Marinho da Silva José Pereira da Silva Maria de Lourdes do Nascimento

34

OFICINA 6

O USO DO TANGRAN PARA COMPREENDER OS ESPAÇOS E AS FORMAS

OBJETIVOS:

  

Conhecer o tangran e usá-lo na construção de figuras geométricas

planas; Comparar áreas de figuras geométricas planas (triângulos e

quadrado); Usar o tangran como instrumento de atividade lúdica, montando

figuras diversas.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

 Figuras geométricas planas  Perímetro e Áreas de figuras planas  O tangran como instrumento lúdico

SÉRIE:

4ª série/5º ano

35

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Régua, caneta, papel, cartolina, lápis, tesoura, papel ofício, computador, data-show, retroprojetor, tangran de madeira, emborrachados, jogo da memória com formas geométricas, dominó das formas geométricas.

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

 Apresentação, em cartaz, e uso de jogo da memória e dominó das formas geométricas planas;  Confecção de tangran em papel ofício e cartolina;  Comparação de áreas de figuras planas através das peças do tangran, por exemplo: quantos triângulos pequenos formam um quadrado?  Usar as peças do tangran para montar diversas figuras: retângulos, triângulos maiores, paralelogramos, formas abstratas, formas de animais;  Usar jogos online sobre formas geométricas planas.

36

OFICINA 7

ESPAÇO E FORMA - MAQUETE

OBJETIVOS:

Interpretar informações provenientes de uma representação da sala de aula através de instruções para a localização de lugares conhecidos.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

 Espaço e forma (atividade de localização e orientação)

SÉRIE:

3ª Série/4º ano

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Caixa de fósforos, caixa de papelão, cola tesoura cartolina, papel de seda colorido e figuras para enfeitar a sala.

37

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:  Dividir a sala em cinco grupos, e fazer uma maquete da sala de aula, com a caixa maior fazer a sala, com as caixas de fósforos fazer as cadeiras, as mesas e o birô; com a cartolina fazer o quadro, as estantes e os armários, as figuras para colar na parede da sala.  Cada grupo deverá colar com o auxílio do professor os alunos que representam as seguintes situações:  O que senta mais longe da professora;  O aluno que senta a direita, a esquerda, a sua frente e atrás de cada um do grupo, especificando um ponto de referência;  A gravura deverá seguir o padrão da sala de aula.

38

OFICINA 8 ORIGAMI – A ARTE DA DOBRADURA

OBJETIVOS:

Usar a técnica da dobradura como instrumento lúdico na confecção de

sólidos geométricos (um cudo).

CONTEÚDOS ABORDADOS:

Construindo um cubo

SÉRIE:

4° e 5° anos do Ensino Fundamental I

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Papel ofício de cores diferentes, textos informativos sobre origamis, cartazes, tesoura, cola.

39

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

Distribuirei papel ofício de cores diferentes para construção de um quadrado;

Indagarei sobre as formas adquiridas através das dobraduras (triângulo, quadrado, retângulo) em relação à quantidade de lados, quantos triângulos cabem no quadrado;

Distribuirei papel com os procedimentos das dobraduras.

40

OFICINA 9 CONSTRUINDO OS SÓLIDOS DE PLATÃO
OBJETIVOS:

Contruir os sólidos geométricos de Platão e identificar algumas de suas propriedades (formato das faces, quantidade de faces, vértices, arestas).

CONTEÚDOS ABORDADOS:

 Os sólidos geométricos de Platão

SÉRIE:

4° e 5° anos do Ensino Fundamental I

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Canudos, linha, agulhão, tesoura, régua, caneta para retroprojetor, cópias dos procedimentos para as construções.

41

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

Indagarei sobre as formas adquiridas através dos procedimentos iniciais (triângulo, quadrado, retângulo) em relação à quantidade de lados, quantas faces, vértices e arestas, antes apresentando-as.

 

Distribuirei papel com os procedimentos das dobraduras; Distribuirei os canudinhos, linha, tesoura, régua e agulhão e pedirei que sigam as orientações dos procedimentos que estão na folha.

42

OFICINA 10
CONSTRUINDO BRINQUEDOS COM AS FIGURAS GEOMÉTRICAS PLANAS E ALGUMAS ESPACIAIS

OBJETIVOS:

Conhece algumas formas geométricas planas (triângulo, quadrado, retângulo, círculo) e espaciais (esfera, paralelepípedo, cubo) e usá-las na confecção de brinquedos.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

 Formas geométricas planas e espaciais

SÉRIE:

1º, 2º e 3º anos do Ensino Fundamental I

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Bolas caixas formas

de de

isopor, creme

computador, dental, de planas,

datashow, sapato,

jogos lápis

online, das grafite,

emborrachado

geométricas

cartolina,

hidrocor, cola, tesoura.

43

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

Apresentação das formas geométricas planas e espaciais através de cartazes;

Usar os emborrachados das formas geométricas para desenhá-las (face) em cartolinas, cortá-las e colá-las para montar o boneco, a paisagem e o trenzinho, conforme figuras em anexo;

Explorar as formas geométricas planas desenhadas, indagando sobre sua forma (contornos retos, curvos, quantidade de lados, relacioná-las aos objetos do dia-a-dia, etc)

Confeccionar um boneco com as formas geométricas espaciais estudadas (esfera, paralelepípedo, cubo) e relacionar suas faces às figuras planas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

É nosso dever como futuros professores de Matemática contribuir com ações que possam fazer do seu ensino-aprendizagem uma prática prazerosa e eficiente.

Nesta nova conjuntura as oficinas servem como ferramentas de capacitação e formação continuada da prática docente, despertando nos personagens envolvidos nesse processo um maior compromisso com a qualidade da REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: educação.

44

ANEXOS DA OFICINA 6:

    

Apresentação das formas geométricas planas (quadrado, retângulo, cículo, triângulo, paralelogramo, trapézio, losango), através de cartazes; Aplicação de jogos: jogo da memória com figuras planas, dominó com figuras planas. Confeção de tangran, em cartolina, e indentificação geométrica de suas peças (tiângulos, quadrado e paralelogramo); Uso das peças do tangran para montar figuras diversas e comparar as áreas de algumas; Jogos de computador envolvendo formas geométricas e as peças do tangran.

Jogos:

45

46

Soluções para a atividade acima:

47

21

Tangran emborrachado

Dominó das formas geométricas planas

Jogo da memória das formas geométricas planas

Jogo da memória das formas geométricas planas

Dominó das formas geométricas planas

Jogo de Tangran

48

Jogos online

http://fliperaminha.terra.com.br/games/memoria_formas_geometricas.asp

http://www.jogarjogosonline.com.br/jogos-online-gratis/jogos-infantil/tangran/

http://www.escolagames.com.br/jogos/formasGeometricas/

23

49

ANEXOS DA OFICINA 7:

Representação da sala de aula

Maquete da sala

As maquetes construidas

50

ANEXOS DA OFICINA 8:

51

ORIGAMI MODULAR
Seguem abaixo os símbolos utilizados internacionalmente para compreensão dos desenhos gráficos usados para fazer os diagramas das dobraduras.

Símbolos Gráficos

Fonte: http:://www.nihonsite.com/orig/simb1_index.cfm

52

SUGESTÕES DE ATIVIDADES

Atividade 1:
Nas atividades aqui propostas, utilizaremos papeis quadrados para fazermos nossos origamis modulares. Porém, as folhas que costumamos ter a nosso alcance são de formato retangular. A obtenção do quadrado é o pontapé inicial de nossa aula. A cada passo na montagem do módulo haverá a exploração de conceitos geométricos.
1.Tirando um quadrado de um retângulo

Metodologia: a. Observar as diferenças e semelhanças entre o retângulo e o quadrado formado (medida dos lados, as áreas). b. Com o quadrado formado, observar a linha que o divide (diagonal) e as figuras a partir daí formadas (dois triângulos).
2. Como se fosse um livro

Metodologia:

53

a. Observar que a linha formada é a altura do quadrado (mesma medida do lado);
3. Portas de um armário

Metodologia: a. Observar as linhas formadas; b. Verificar a existência de figuras semelhantes, formadas a partir das linhas marcadas no papel;
4. O de cima desce e o de baixo sobe

5. Embutir as pontas

54

6. Fim da primeira face

Com o fim desse módulo, novas atividades podem ser formadas. Tais atividades saem da geometria plana e passam para geometria espacial ou tridimencional.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES Atividade 2:
Propomos para um segundo momento a montagem de um Cubo Sonobe (hexaedro regular). Serão necessários 6 módulos, que serão encaixados uns aos outros. Observar que todos os módulos deverão estar no mesmo sentido, ou seja, que o trapézio esteja na mesma inclinação e tamanho em todos os 6 módulos antes de encaixá-los.

55

ANEXOS DA OFICINA 9:

30

ATIVIDADE 1: Construção de um tetraedro regular

Tome o fio de linha, passe-o através de três pedaços de canudo, construindo um triângulo e o feche por meio de um nó. Agora, passe o restante da linha por mais dois pedaços de canudo, juntando-os e formando mais um triângulo com um dos lados do primeiro triângulo. Finalmente, passe a linha por um dos lados desse triângulo e pelo pedaço que ainda resta, fechando a estrutura com um nó. Essa estrutura representa as arestas de um tetraedro regular e as etapas intermediárias de sua construção estão representadas na Figura 1.

56

Temos observado que alguns alunos mais habilidosos, ao fazerem essa construção, não dão o nó indicado para a obtenção do primeiro triângulo, utilizando o pedaço de linha sem interrupções para a construção do esqueleto do tetraedro. Isso demonstra que tais alunos perceberam que os nós, apesar de facilitarem a construção, podem ser evitados. Nas construções das estruturas é importante observar que, para sedar firmeza aos vértices de uma estrutura, é necessário reforçá-los, passando o fio de linha mais de uma vez por cada pedaço de canudo,ligando-o aos outros dois. O esquema apresentado na Figura 2 ilustra essa situação. Note-se que, a seguir, nós nos referiremos às estruturas construídas pelo nome dos sólidos geométricos cujas paralelas representam. Para a próxima atividade, são necessários dois metros de linha, doze pedaços de canudo de mesma cor e comprimento (novamente sugerimos a medida de 8 centímetros).

31 ATIVIDADE 2: Construção de um octaedro regular

Com pedaços de canudos e o fio de linha, construa quatro triângulos e os una, dois a dois, conforme o esquema apresentado na Figura 3. Para a atividade a seguir, são necessários três metros de linha, trinta pedaços de canudo de mesma cor e comprimento (sugerimos a medida de 7 centímetros).

57

ATIVIDADE S: Construção de um icosaedro regular Construa quatro triângulos seguindo o esquema da Figura 4a e os una obtendo uma pirâmide regular de base pentagonal, como a desenhada na Figura 4b. Repita essa construção, obtendo mais uma pirâmide. Una cada uma das pirâmides através dos vértices das bases, por meio de pedaços de canudos, de tal forma que em cada vértice se encontrem cinco canudos (Figura 4c).

Também é muito importante que incentivemos o aluno a tentar construir um cubo com pedaços de canudo. Ele observará que a estrutura construída "não permanece em pé" sobre a mesa como acontece com as estruturas anteriores, isto é, a estrutura não tem rigidez própria. Como torná-la rígida é o próximo desafio que o aluno deve enfrentar e é o objetivo da atividade a seguir. Para a realização dessa atividade serão necessários doze pedaços de canudo da 32 mesma cor e medindo 8 cm, seis canudos de outra cor ou de diâmetro menor do que o anterior e mais um canudo de cor diferente das demais.

ATIVIDADE 4: Construção de um cubo e de suas diagonais Com pedaços de canudo da mesma cor construa um cubo de 8 cm de aresta. Para isso, passe o fio através de quatro canudos e passe a linha novamente por dentro do primeiro canudo, construindo um quadrado. 58

Considerando um dos lados desse quadrado e passando a linha por mais três canudos, construa mais um quadrado. Observe que ainda faltam dois canudos para completar as arestas do cubo. Prenda-os de maneira a completá-lo. Se você não conseguir realizar essa tarefa, observe o esquema da Figura 5.

Se o aluno observou que a estrutura construída não tem rigidez própria, pois os seus lados não ficam por si sós perpendiculares à superfície da mesa, então é necessário que o levemos a conjecturar em como tornar essa estrutura rígida. Nesse processo, notamos que mesmo alunos de 12 e 13 anos observam que, se construirmos triângulos nas faces dessa estrutura ou no seu interior, ela se enrijecerá. Dando continuidade a esse raciocínio, sugerimos ao aluno a tarefa seguinte:

Agora, com pedaços de canudo de cor (ou diâmetro) diferente da usada para representar as arestas do cubo, construa uma diagonal em cada face, de modo que em cada vértice que determina a diagonal cheguem mais duas diagonais. Que estrutura você construiu? Observe a Figura 6. Assim procedendo, o aluno construirá um tetraedro formado por seis diagonais das faces do cubo. A seguir, com um pedaço de canudo de cor diferente das anteriores, construa uma diagonal do cubo.

Devemos levar o aluno a observar diagonal que formará, essa com

33

uma das arestas do cubo e com uma das diagonais da face, um triângulo Essa

retângulo.

construção é muito útil para ilustrar aplicações do Teorema de Pitágoras, pois a maioria dos alunos têm problemas para visualizar situações como essa. Observe a Figura 7. Temos verificado que alunos de 13 a 15 anos percebem que, após as atividades anteriores, já construíram quatro dos cinco poliedros regulares de 59

Platão (v. RPM 15, p. 42) e a questão se é possível construir o dodecaedro pode surgir naturalmente. Apesar de ser uma tarefa trabalhosa, os alunos se propõem a construir essa estrutura, porém, preferencialmente, em grupo e não como uma tarefa individual. As atividades que seguem complementam as construções das estruturas dos sólidos regulares mais simples. Elas são interessantes, pois envolvem as estruturas anteriormente construídas e podem ser utilizadas em diversas situações de ensino nas séries mais avançadas.

ATIVIDADE 5: Construção de uma pirâmide de base triangular sobre cada face de um tetraedro Agora, com pedaços de canudo construa um

triângulo equilátero Você seria capaz de construir uma pirâmide regular tendo esse triângulo como base e cujas faces laterais sejam triângulos retângulos isósceles? Observe a pirâmide desenhada na Figura 8. A seguir, com seis pedaços de canudo, construa um tetraedro regular e, tomando cada face desse tetraedro como base, construa uma pirâmide regular cujas faces sejam triângulos retângulos isósceles. Que estrutura você construiu? Observe novamente a Figura 6. O objetivo dessa última atividade é levar o aluno a observar que, como na atividade anterior, ele obteve um cubo com o tetraedro no seu interior, tendo, no entanto, o tetraedro como estrutura de partida para a construção. A seguir, propomos duas situações geométricas que poderão servir como desafio aos alunos mais experientes e habilidosos.

ATIVIDADE 6: Construção de um octaedro regular dentro de um cubo Com pedaços de canudos construa um cubo. Encontre uma. construção adequada para mostrar que os centros de cada face do cubo, isto é, o ponto

60

onde as diagonais da face se encontram, são vértices de um octaedro regular. Observe a representação geométrica dessa situação na Figura 9.

ATIVIDADE 7: Construção de um cubo dentro de um octaedro regular Com pedaços de canudo construa regular. construiria um Como um cubo octaedro você no

interior do octaedro, cujos vértices pertencessem às suas faces? Observe a

representação

geométrica

dessa situação na Figura 10. (Para essa construção sugerimos que sejam construídas as medianas das faces do octaedro com pedaços de linha.)

Por meio das atividades relatadas, buscamos enfatizar a importância de uma abordagem pedagógica que dê oportunidade ao aluno para desenvolver sua coordenação motora, se concentrar numa tarefa, exercitar a sua paciência, criar imagens, interpretar desenhos, conjecturar e intuir soluções para problemas, habilidades essas que são úteis não somente para o

desenvolvimento de idéias matemáticas, mas também para o desenvolvimento integral do ser humano. Além disso, o colorido das estruturas construídas e a beleza das suas formas ajudam o aluno a se interessar pelas aulas de Geometria.

61

ANEXOS DA OFICINA 10:

Boneco das formas

Trenzinho das formas

Paisagem das formas

Boneco das formas espaciais

Sólidos geométricos Objetos

62

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
KALLEF, A.M. Tomando o ensino da Geometria em nossas mios. Educação Matemática em Revista, SBEM, n° 2, pp. 19-25, 1994. LINDQUIST, M. M.; SHULTE, A.P. (ed.)- Aprendendo e ensinando Geometria. São Paulo, Atual Editora, 1994. MULATINHO, Paulo. Origami, 30fold by fold projects. Chartwel Books.Inc. 1995. 76, 77p. A

Sites

http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro03.pdf http://www.escolagames.com.br/jogos/formasGeometricas/ http://www.jogarjogosonline.com.br/jogos-online-gratis/jogos-infantil/tangran/ http://fliperaminha.terra.com.br/games/memoria_formas_geometricas.asp http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm2002/i cm208/images/propostes.gif&imgrefurl=http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm2002/ic m208/8ano.html&usg=__KaeT2sVKTVq1NpSk7TQSnr15EQ=&h=1314&w=814&sz=18&hl=ptBR&start=14&um=1&itbs=1&tbnid=p0wglTdqJ4GWMM:&tbnh=150&tbnw=93&p rev=/images%3Fq%3Dtangrans%2Bfiguras%26um%3D1%26hl%3DptBR%26sa%3DX%26tbs%3Disch:1 http://www.junior.te.pt/servlets/Jardim?P=Jogos&ID=18 http://www.junior.te.pt/servlets/Jardim?P=Jogos http://www.educacaopublica.rj.gov.br/oficinas/matematica/origami/01.html

63

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB/EAD UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL – UAB LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

GRUPO 3
NÚMEROS E OPERAÇÕES Seminário Integralizador II

Adeilson de Jesus Santos Agideon Santos dos Santos Antenor de Carvalho Fábio Júnior Máximo Pimentel Ronivon de Jesus Oliveira

64

OFICINA 11

SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL

OBJETIVOS:

 Compreender o sistema de numeração decimal;  Resolver problemas simples de adição ;  Desenvolver a escrita de números com mais de um algarismo.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

 Contagem periódica de objetos (coleções);  Problemas de adição (agregar) ;  Produção de notações numéricas;  Contagem e sobrecontagem ;  Explicitação, análise e comparação dos procedimentos selecionados.

SÉRIE:

2ª Ano

65

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS: Tampinhas (de refrigerante, suco e outras) Monte um cartaz para registrar a como a coleção vai evoluindo a cada aula. Deixe-o fixado em uma das paredes da sala.

66

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

Inicie a atividade com uma roda de conversa, levar para a sala de aula uma coleção de tampinhas. As tampinhas poderão servir, futuramente, de peças para jogos de percurso ou outros envolvendo a contagem. Organizar as crianças em grupos de quatro e entregue para cada grupo uma certa quantidade de tampinhas para que contem e registrem. Conforme o andamento da atividade, ofereça, para os grupos que precisarem, uma fita métrica, uma cartela da tele-sena ou uma tabela numérica como apoio para a contagem e para o registro das quantidades. Depois que cada grupo anotou sua quantidade de tampinhas, organize a socialização dos registros.  Antecipação dos possíveis registros das crianças:  Faz desenhos ou marcas correspondentes a cada peça da coleção;  Escreve a série numérica, colocando um número para cada peça da coleção;  Anota um único algarismo representando o total de tampinhas;  Organiza as tampinhas em grupos e anota a quantidade de cada grupo (depois soma).  Marcar na lousa quantas tampinhas cada grupo contou.  Compare o estado das coleções, perguntando para os alunos:  Que grupo tem maior quantidade tampinhas?  Que grupo tem a menor quantidade de tampinhas É possível saber sem ter que contá-las novamente?

67

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Esta oficina foi realizado com aluno do 2ª ano, tem com objetivo principal, promover o aprendizado do educando, de uma forma recreativa e dinamica para que os mesmos consigam compreender os princípios básicos do sistems de numeração decimal podendo utilizá-la no seu cotidiano, e colocar em prátiica.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

http://www.pepere.org/jogos-online_2_aa/tampinha-garrafa_v_33.html http://www.youtube.com/watch?v=ZPhV3w96XB0

68

ANEXOS DA OFICINA 11:

Atividades programadas

1. Observe o números abaixo:

  

QUARENTA E UM: 41 SESSENTA E TRÊS: 63 CINQUENTA E OITO: 58

Quantos algarismos tem cada número? _________

2.Escreva outros números que você conhece com dois algarismos:

3. Pinte todos os números de dois algarismos do quadro abaixo: 1 10 20 30 40 50 60 11 21 31 41 51 61 2 12 22 32 42 52 62 3 13 23 33 43 53 63 4 14 24 34 44 54 64 5 15 25 35 45 55 65 6 16 26 36 46 56 66 7 17 27 37 47 57 67 8 18 28 38 48 58 68 9 19 29 39 49 59 69

69

70 80 90 100 110 

71 81 91 101 111

72 82 92 102 112

73 83 93 103 113

74 84 94 104 114

75 85 95 105 115

76 86 96 106 116

77 87 97 107 117

78 88 98 108 118

79 89 99 109 119

Qual é o menor número de dois algarismos? _______  Qual é o maior número de dois algarismos? __________  Há quantos números de dois algarismos começados por: 1 2 3 4 5 6 7 8 9

Para finalizar, organize uma discussão coletiva a partir das perguntas:  Qual é o menor número?  Pinte no quadro (de vermelho) o dia de hoje.  Quais números estão entre o 20 e o 30? Qual número vem depois do 45?  Qual número vem antes de 29?  Recortes de revistas

70

Fotos

71

OFICINA 12

ADIÇÃO

OBJETIVOS:

 Utilizar uma forma convencional para calcular.  Conhecer e re4solver cálculos de adição.  Efetuar cálculos mental por meio de jogos.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

 Conceito de adição.  Adição sem e com reserva.  Bingo com cálculo envolvendo adição.

SÉRIE:

4ª série (5ºAno)

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Papel, lápis, borracha, caneta , giz, lousa, livro didático, cartolina e piloto.

72

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

 Conversação, explicação com cartaz, seguido de acompanhamento no livro didático, após atividade na lousa e correção, calculando o resultado da adição.  Reexplicação sobre conceito, após cartaz mostrando o que é adição com reserva e sem reserva, seguido de atividade escrita na lousa e correção da mesma, conhecendo os cálculos de adição.  Conversação, após distribuir cartelas cálculos de adição, em seguida iniciar o bingo onde o professor dita os cálculos e o educando resolve mentalmente e marca na cartela. Quem preencher primeiro a mesma é o vencedor, efetuando cálculos mental por meio de jogos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS: Esses conteúdos foram trabalhados de maneira lúdicos, para que o aluno posse a compreender e aprender a efetuar cálculos envolvendo adição, melhorando o seu raciocínio lógico e o conhecimentos matemáticos, por meio de atividades em cartaz na lousa e jogos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Bonjorno, José Roberto e Azena, Regina. Matemática. Coleção Pode Contar Comigo .

73

ANEXOS DA OFICINA 12:

74

OFICINA 13

OFICINA DE SUBTRAÇÃO COM ÁBACO CHINÊS

OBJETIVOS:

 Inserir o jogo como forma ludica de trabalhar o conteúdo.  Aprimorar o desenvoltura do raciocinio logico nas operaçoes com subtração.  Definir conceitos matemáticosapartir dos procedimentos realizados durante a atividade com o jogo.  Melhorar a percepção e etender o conceito da subtração  Melhorar as relaçoes atitudinais eprocedimentais entre os colegas de sala.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

Subtração (subtração operação inversa a adição).

SÉRIE: 4ª série (ou 5º ano do ensino fundamental).

75

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

 Ábaco feito de material reutilizável.  Isopor (ou madeira furada).  Tampas de refrigerante (ou pedaços de papelão.  Palitos de churrasco.

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

O professor inicia com uma conversação com a turma onde explica que um aluno bem treinado no ábaco consegue fazer contas mais rápido do que alunos utilizando a maquina de calcular em seguida apresentaram o ábaco mostrando como fusiona e junto com os educando trabalhar cálculos de adição e subtração.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

A oficina tem o objetivo ajuda no aprendizado de maneira dinamica para que os mesmos consigam compreender os principios basicos da subtração.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
http://www.google.com.br/images?hl=ptBR&q=SUBTRA%C3%87%C3%83O&um=1&ie=UTF8&source=univ&ei=aaVHTPreB86RuAfeoIAv&sa=X&oi=image_result_group&ct =title&resnum=4&ved=0CDUQsAQwAw http://criancas.uol.com.br/atividades/ult6124u39.jhtm http://www.a77.com.br/matematica/

76

ANEXOS DA OFICINA 13:

77

78

79

80

81

OFICINA 14

MULTIPLICAÇÃO

OBJETIVOS:

 Aprender a multiplicação de uma forma lúdica, dinâmica e divertida;  Multiplicar quantidades com valores diferentes;  Ler, interpretar e resolver os problemas de multiplicação corretamente;  Completar a lacunas utilizandoos números de emborrachado o adequadamente;  Desenvolver o raciocinio lógico e cálculo mental de forma divertida.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

 Tabuada cantada;  Jogo de dominó com cálculos;  Problemas em fichas;  Memorizando melhor a tabuada;  Bingo de multiplicação.

SÉRIE:

5º ano RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS: 82

 Músicas;  Dominó em fichas;  Cartelas de emborrachado;  Palitos, boliche;  Cartelas de bingo em fichas;  Giz, cola, cartolina, som, material dourado e cartaz; PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

 Distribuir a tabuada cantada, ou seja, as versões das músicas infantis, depois cantar juntos com os educandos e pedir que memorizem a música, para que ao mesmo tempo possam aprender a tabuada, isso será feito durante vários dias da semana;  Colocar os alunos para formarem duplas, em seguida será distribuído um dominó para cada dupla, após isso os alunos irão começar a jogar, um de cada vez, completando o calculo com o resultado, no final vencerá o jogo que ficar sem nem uma carta na mão.  Colocar vários problemas de multiplicação colado nos boliches, depois a turma será dividida em dois grupos e assim começará o jogo, quem derrubar menos boliche irá responder um problema que estará colado no mesmo.  O professor irá colocar os alunos em duas filas, após isso pedirá que os mesmos corram até os números de emborrachado e peguem um número de cada vez e preencha corretamente a cartela que ficará no chão longe dos alunos, depois de preenchida a cartela o outro grupo vai corrigir e ver se realmente está correta, vencerá quem preencher a cartela corretamente.

83

Será distribuída uma ficha para cada aluno, depois eles escolherão números de 0 a 100 e colocarão um número para cada quadrinho da cartela, após isso o professor fará perguntas relacionadas a multiplicação e se os alunos tiverem o resultado na cartela, ou seja, se eles escolheram algum resultado semelhante eles irão marcar, ganhará o jogo e um premio quem preencher primeiro a cartela

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Essa oficina busca, promover o aprendizado do educando, de uma forma lúdica e dinmica para que os mesmos consigam compreender os princípios básicos da multiplicação e possam utilizá-la no seu cotidiano, ou seja, colocar em prátiica o que foi visto na teoria.

84

ANEXOS DA OFICINA 14:

85

Exemplo de problemas utilizado durante a oficina: Um celular novo custa 150 reais. Quanto custa 3 celulares iguais a esse? Marcos tem 5 pocotes de figurinhas, cada pacote contem 26 figurinhas. Quantas figurinhas ele tem nos 5 envelopes?

TABUADA CANTADA: Do 2
Melodia: CIRANDA CIRANDINHA

Do 3
Melodia: A BARATA DIZ QUE TEM

Ciranda , cirandinha Vamos já memorizar A tabuada do dois Que agora vou cantar 1 x 2 resulta dois 2 x 2 dá sempre quatro 3 x 2 lá vem o seis 4 x 2 oito no ato Essa nova tabuada É bem fácil de aprender De um jeitinho bem gostoso É assim que vou dizer ! 5 x 2 lembra o dez 6 x 2 doze tem vez 7 x 2 dá o quatorze 8 x 2 dá dezesseis

A barata diz que sabe A tabuada do três É mentira da barata Ela erra toda vez Há há háHó hó h óEla erra toda vez ( BIS) 1 x 3 dá três 2 x 3 seis tem pose 3 x 3 dá nove 4 x 3 resulta doze há há há hó hó hó 4 x 3 resulta doze ( BIS) 5 x 3 são quinze 6 x 3 dezoito é fato7 x 3 vinte e um

86

Por isso criançada Preste muita atenção Nestes versos bem bonitos Dessa mágica canção 9 x 2 dá o dezoito 10 x 2 pense no vinte E assim cantarolando Tudo fica em sua me

8 x 3 vinte e quatro há há háhó hó hó 8 x 3 vinte e quatro ( BIS ) e como é que termina a tabuada do três 9 x 3 vinte e Sete 10 x 3 quanto é que dá há há há hó hó hó trinta é fácil de lembrar (BIS)

Do 4 Melodia: A carrocinha pegou 6 x 4 dá vinte e quatro 7 x 4 dá vinte e oito A tabuada do quatro Eu vou logo aprender ( BIS) 1 x 4 sempre é quatro 2 x 4 é que dá oito 3 x 4 dá sempre doze 4 x 4 dá dezesseis A tabuada do quatro Eu vou logo aprender( BIS ) 5 x 4 dá vinte
87

8 x 4 dá trinta e dois A tabuada do quatro Eu vou logo aprender( BIS ) 9 x 4 é trinta e seis 10 x 4 é que são quarenta É gostoso cantar Quero ver se você tenta

Do 5
Melodia: Escravos de Jó

Do 6
Melodia: Eu sou pobre, pobre, pobre

De 5 em cinco vamos saltear Pense, cante, deixe rolar É 5, é 10, é 15, é 20 e 25 É 30, é 35, e 40 tem também Depois do quarenta, o que será que tem

A tabuada do seis Vou agora recitar Vamos logo coleguinhas Todos a cantar 2 x 6 resulta doze 3 x 6 dá dezoito

Pense, cante, tenta dizer 4 x 6 vinte e quatro 45 e 50 Bauru está no prato é fácil de aprender. 5 x 6 são trinta 6 x 6 trinta e seis 7 x 6 quarenta e dois Bife com arroz 8 x 6 quarenta e oito 9 x 6 cinqüenta e quatro 10 x 6 são sessenta Queijo com polenta É muito bom amiguinhos Essa música cantar O problema é que agora Fome vai nos dar .

88

Do 7
Melodia: ENTREI NA RODA

Do 8
Melodia: Samba lelê

A tabuada do oito Refrão: Eu vou agora cantar Ai eu entrei aqui Basta pensar um pouquinho Para cantar a lei do Sete Para as frases lembrar Vou mostrar pra todo mundo 1 x 8 sempre dá oito O que eu aprendi neste bimestre 2 x 8 dá dezesseis 2 x 7 são quatorze 3 x 8 é vinte e quatro 3 x 7 vinte e um tem também na tabuada do seis 4 x7 vinte e oito A tabuada do oito Aposto não erro nenhum Não mete medo em ninguém 5 x 7 trinta e cinco Tiro um tempinho e canto 6 x 7 quarenta e dois Vou é me dar muito bem. 7 x 7 quarenta e Nove 4 x 8 trinta e dois O que será que vem depois? 5 x 8 é quarenta, sim 8 x7 cinqüenta e seis 6 x 8 quarenta e oito 9 x 7 sessenta e três Estou chegando perto do fim 10 x 7 são setenta A tabuada do oito Consegui e passo a vez nunca mais vou esquecer este sambinha gostoso Vai me fazer aprender 7 x 8 cinqüenta e seis

89

8 x 8 sessenta e quatro 9 x 8 setenta e dois 10 x 8 oitenta e eu passo !

Do 9
Melodia: Polegares

E tire um, e tire um !

2 x 9 são dezoito 3 x 9 vinte e Sete 4x9,4x9 trinta e seis, trinta e seis 5 x 9 quarenta e cinco 6 x 9 cinqüenta e quatro 7 x 9, 7 x 9 Sessenta e três, sessenta e três 8 x 9 setenta e dois 9 x 9 oitenta e um E 10 x 9, e 10 x 9 É sempre noventa, é sempre noventa A tabuada do vezes Nove Não apresenta problema algum Some sempre dez, some sempre dez

90

Abaixo está disponivel algumas imagens do desenvolvimento das atividades durante a oficina: Jogo do boliche:

91

MINHA TURMINHA!!!

92

Cartela com multiplicação de emborrachado:

93

94

95

Alunos resolvendo problemas de multiplicação:

96

97

Jogo do dominó com multiplicação:

98

Alunos resolvendo cálculos de multiplicação:

99

100

Participação do professor nas atividades desenvolvidas:

101

102

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Livro do aluno; DANTE,Roberto.didática da resolução de problemas.são paulo, ática,1995. Coleção a maneira lúdica de ensinar! Graça Batituci e Celia Maria Melo.
http://3.bp.blogspot.com/_hGGq2Bji6rE/SaAPPXsT7nI/AAAAAAAABzQ/TX u3mUlysx4/s400/TABUADA_COM_RESULTADOS.GIF http://resumododia.com/tabuada-para-imprimir-multiplicacao-edivisao.html http://thays-educar.blogspot.com/2009/08/atividades-de-multiplicacao.html

OFICINA 15

DIVISÃO

OBJETIVOS:

 Resolver problemas de divisão com procedimentos numéricos (sem usar desenhos)  Perceber regularidades nas tabuadas do 2, do 3 e do 4  Relacionar a divisão com a multiplicação CONTEÚDOS ABORDADOS:

Construção progressiva de estratégias de cálculo mental para resolver multiplicações e divisões; 103

SÉRIE:

3º ano

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

 Papel para confeccionar um cartaz e pincel atômico

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO:

Proponha o seguinte problema para ser resolvido individualmente:

Maria ganhou um buquê com 12 flores e colocou-as em 2 vasos. Quantas flores ela colocou em cada vaso?"

Entregue uma folha em branco para cada criança registrar o que for preciso para a resolução do problema. Assim que todos terminarem de resolver o problema, compartilhe os resultados.

Supõe-se que as crianças dividirão as flores de maneira equitativa. Pergunte então, se é possível distribuí-las de maneira não equitativa. Retome o enunciado, discuta as possíveis respostas. Proponha que anotem as respostas possíveis na sua folha.

Releia o enunciado e pergunte o que o enunciado deveria dizer para que cada 104 vaso recebesse a mesma quantidade de flor.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Essa oficina foi realizada com os aunos do 3º ano do ensino fundamental I, tendo uma participação de todos e percebeu-se que atraves de um simples problema de divisão pode se construir uma tabuada de divisão, melhorando ainda mais o aprendizado dos educandos.

105

ANEXOS DA OFICINA 15:

Atividades programadas
1. Construção de tabuada

Fotos:
106

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS: http://revistaescola.abril.com.br/matematica/praticapedagogica/jogo-tabuada-428051.shtml http://www.dm.ufscar.br/~caetano/iae2004/G4/tabuada.htm

107

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB/EAD UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL – UAB LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

GRUPO 4
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Seminário Integralizador II

Edilânia Dias Barbosa Edilza Dias Barbosa Julierme Alves Jailma Maria Domingos da Cruz Telma Carneiro de Moura

108

OFICINA 16

BRINCADEIRAS DE CRIANÇAS

OBJETIVOS:

Identificar as brincadeiras favoritas entre os alunos de uma turma. Organizar uma pesquisa de opinião na sala de aula.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

Organização de gráficos e tabelas.

SÉRIE:

3° Série

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Caixa de fósforos, Cartolina, Indrocor, Fita adesiva, Régua, Papel oficio, Tesoura, cola.

109

Desenvolvimento

1ª etapa Proponha à turma que traga caixa de fósforos cartolina, indrocor, papel oficio, tesoura e cola. Divida os alunos em grupos de quatro. Diga para a sua turma que cada caixa de fósforos representa uma brincadeira Peça que escreva na folha de oficio o nome da brincadeira e cole na caixa de fósforos, usando o indrocor colorido cada nome de uma cor.

2ª etapa Escreva na cartolina uma tabela com os nomes das brincadeiras que saíram no grupo.

3ª etapa Proponha que cada aluno vá e cole a sua caixa no espaço que está escrito o nome da brincadeira.

110

Apresenta o resultado. Futebol Pique Pião Roda

4ª etapa Proponha que o grupo socialize seus cartazes e explicando cada brincadeira colocando ao lado numero de vezes que foi colado à caixa de fósforos. Com este resultado aluno deve fazer outra tabela na folha de papel oficio.

Brincadeir a Futebol

Marcas

Número s 8

Pique

4

Pião

2

111

Roda

6

Total

20

20

E com resultado fazer uma tabela no caderno colocando a resultado da brincadeira que a turma mais gostou.

Brincadeira Futebol Roda Pique Pião Avaliação

Numero de aluno que gostou 10 6 4 2

Proponha à turma um novo exercício, com base nos conhecimentos adquiridos na aula. Peça que diga ao professor de educação física para brincar com a turma a brincadeira que teve mais caixa de fósforos.

112

OFICINA 17 BRINCANDO E APRENDENDO

OBJETIVOS:

 Mostra que a matematica pode estar bem perto do aluno.  Trabalhando a adição e a sutração com jogos de diferentes cores.

CONTEÚDOS ABORDADOS:

Adição

 Sutração  Trabalhando quantidades.  Cálculos entre o maior e menor número.

SÉRIE:

2° Série

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS: Jogos com peças coloridos pega varetas (ludicos). Cartolina colorida Lapis de cores Lapis grafite Regua Palitos grandes Blocos de anotações 113

Desenvolvimento

1ª etapa Pedir aos alunos que tragam os jogos pega varetas para a sala de aula. Formar grupos de 5 alunos.

2ª etapa:

Antes de iniciar a brincadeira explicar as regras da brincadeira cada aluno tem sua vez no jogo, tirando uma vareta e o grupo deve anotar o valor, este participante joga ate tocar com que esta tirando em outra, passando a vez.explicando a regra iniciar a e iniciar a brincadeira.

114

3ª etapa: Pedir que cada participante junte as vareta que conseguir tirar para fazer a somatória do ponto. Peça que cada grupo faça uma tabela usando uma cartolina colorida escrevendo a cor e seu respectivo valor numérico.

Cor

Valor 1 2 3 4 5

4ª etapa:

Com os pontos adquiridos serão anotados no bloco de anotações, para no final fazer a contagem. Peça que cada grupo faça uma tabela e se colocado o nome do participante e sua pontuação.

Crianças

Pontuação 15

Marcos

115

11

Luísa 13

Milena 12

Carlos 16

Silvia

Avaliação

Proponha à turma um novo exercício,pedindo que eles escreva os números da tabela do menor para maior Analise os resultados e certifique-se de que os alunos entenderam o o conteúdo.

116

OFICINA 18

TRANSPORTE MAIS USADO PELOS ALUNOS?

OBJETIVOS:

Ler e interpretar as tabelas e os gráficos que foram elaborados, explorando o máximo as informações obtidas.

CONTEÚDOS ABORDADOS:  Leitura  Interpretação  graficos

SÉRIE:

3° série

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Cartolina Figura de meio de transporte Hidrocor Fita adesiva Hidrocor Pincel para quadro branco Papel oficio 117

DESENVOLVIMENTO

1ª etapa

Proponha à turma que traga figurado meio transporte que cada um utiliza para chegar à escola. Divida a turma em grupo 5 aluno por grupo.

118

2ª etapa Selecione as figuras que cada aluno trouxe, fazendo uma seleção dos meios de transporte colocando toda a figura de ônibus junta depois de carro, depois de moto, depois de bicicleta e depois andando.

3ª etapa Proponha que cada grupo depois que fez a seleção das figuras e com a cartolina faça uma tabela para colar a figura. Nessa tabela cada grupo vai escreve transporte utilizado cole a figura escreva o numero de aluno que utiliza esse meio de transporte.

Transporte Ônibus

Figura

Quantidade de aluno 12

119

Carro

5

Bicicleta

4

Moto

2

Andando

6

4ª etapa De volta à sala proponha que a turma socialize as informações apresentando uma tabela com o nome do meio de transporte mais usado e menos usado.

Meio de transporte mais utilizado Ônibus 12 alunos

Meio de transporte menos utilizado Moto 2 alunos.

Avaliação Proponha à turma um novo exercício, com base nos conhecimentos adquiridos na aula. Peça que escreva o pequeno texto falando como se sente utilizando

120

esse meio de transporte. Se gosta?mesmo aquele que vem andando para escola.

OFICINA 19

TEMPO MÉDIO PARA O NASCIMENTO DE ALGUMAS ESPÉCIES

OBJETIVOS:

 

Identificar o tempo de gestação de algumas espécies. Trabalhar matemática junto com outra disciplina. (interdisplinaridade)

CONTEÚDOS ABORDADOS:

  

Gráficos Tabelas Dados numéricos

SÉRIE: 3° série

121

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Papel quadriculado para construir tabela. Livros de ciências Gráficos de jornais e revista Lápis Régua Gravura Cartolina Lápis colorido

Desenvolvimento 1ª etapa

Proponha que os alunos tragam livros de ciências velhos. Peça que recorte espécies de animais com diferente tempo de gestação. Divida a turma em grupo de cinco pessoas em cada grupo.

122

2ª etapa Peça que separe cinco figuras de animais que tenham tempo de gestação diferente um do outro

3ª etapa Peça que cada grupo pegue a cartolina e faça uma tabela colando a figura do animal e escrevendo o seu tempo de gestação.

Tempo de uma gestação Figura do animal 18 meses

12 meses

15 meses

23 meses

123

9 meses

4ª etapa Pergunte a todos como fizeram para encontrar o tempo de gestação de cada afinal se o livro utilizado forneceu as informações ou se precisou de outra fonte.depois peça para apresentarem seu cartaz. Avaliação Analise o cartaz de cada grupo e peça para cada um escreve no seu caderno o animal que leva mais tempo para nascer e o que leva menos tempo,peça também para escrever o que conseguiu aprender nessa atividade em relação a tempo de gestação de cada animal.

OFICINA 20

QUAL A SUA ALTURA?

OBJETIVOS:

Conceituar média numa situação contextual de medidas de altura dos alunos da sala, coletando informação por meio das medidas dos alunos.

124

CONTEÚDOS ABORDADOS:

 Leitura  Interpretação  Criação de registro

SÉRIE:

2° série

RECURSOS / MATERIAIS NECESSÁRIOS:

Fita métrica Trena Giz Fichas Fitas de jornal de um metro de comprimento Lápis de cor Régua Barbante Papel craft.

PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS / DESENVOLVIMENTO: Proponha que traga fita medrica e cordão. divida a sala em grupo de cinco aluno em cada grupo.

125

2°etapa: peça cada verifique a medida do colega es escreva no caderno.

126

3°etapa Fazer o seguinte questionário:  Qual a medida de sua altura?  O que você usaria para fazer essa medida?  Qual a medida da altura dos seus colegas?  Quem é o mais alto? E o mais baixo?

Logo depois contruir uma tabela com os dados escrevendo o nome do colega que verificou a medida. aluno pedro luisa cauã breno medida 1,20m 1,13m 1,17m 1,00m

127

ialey bianca claudia

1,12m 1,19m 1,21m

Avaliação

Analise a tabela e peça que eles escrevam as dificuldade que tiveram em trabalhar com fita métrica.

128

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful