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Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 4 – Manipulação 637

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

Corpo de Bombeiros

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 25/2011

Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis
Parte 4 – Manipulação

SUMÁRIO ANEXO
16 Plataformas de carregamento B Capacidades máximas de armazenamento e arranjos
dos recipientes
17 Destilarias

18 Refinarias

19 Processos industriais

20 Operações em cais/píer

Atualizada pela Portaria nº CCB 003/600/2011 publicada no Diário Oficial do Estado, nº 194, de 12 de outubro de 2011
e pela Portaria nº CCB 005/600/2012 publicada no Diário Oficial do Estado, nº 205, de 30 de outubro de 2012.

25-4-IT.pmd 637 31/10/2012, 15:16

as plataformas de carregamento 17.6.2.Parte 4 – Manipulação 639 16 PLATAFORMAS DE CARREGAMENTO 16.3 A área a ser considerada para o cálculo do volume de Esta parte da Instrução Técnica (IT) aplica-se às operações espuma deve ser aquela delimitada pela canaleta para a cap- que envolvam o carregamento ou descarregamento de líqui.2 Sistema de proteção por espuma um controle manual de operação para cada baia de até 2 17. vazão de 400 L/min.2. talação descoberta. previsto em 6. 16.Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis .1 da Parte 2 desta IT. 16. 16. alcance de 20 m do jato d’água.1.1. descarregamento.3 Sistema de proteção por resfriamento onde tais operações são realizadas. dos depósitos.1 Nas instalações (tancagem) onde for exigido sistema c. tação de derrames de produto na área de carregamento e dos combustíveis ou inflamáveis.2 Também pode ser adotada a NFPA 15 – Water óleos crus.1.1 Onde os vagões-tanques e caminhões-tanques são 16. 25-4-IT. linhas manuais como por canhões monitores.1.3 As instalações de carregamento e descarregamento devem ser providas de um sistema de drenagem ou outros meios adequados para conter vazamentos.1. Tipo 2: no interior de edificações abertas lateralmente.2 Sistema de proteção por espuma b. canhões monitores 17.1. b.1.1 da Parte 2 desta IT 16.6. desde que Tabela 19: Capacidade da plataforma na área adjacente haja ou possa haver construção a uma distância mínima de 7.1 Linhas manuais e canhões monitores é o mais recomendável neste caso. 16.1.2.4 Uma instalação de carregamento ou descarregamen.3.3. sendo 17. a.3. 6. 16.3.1 O controle de vazamentos deve seguir o disposto em ou chuveiros automáticos. Tipo 3: em áreas abertas.2 Taxa e tempo de aplicação de solução de espuma será exigido para a proteção de tanques conforme Parte 2 para a proteção da área deve ser conforme a Tabela 21.3.1. não necessitando cumprir as distâncias acima estabelecidas. correspondente carregamento) devem ter meios que permitam o aterramento. evitando-se o comprometimento do sistema de es- propriedades cumulativas de eletricidade estática.2 Sistema de aspersores 16. 16. asfaltos (incluindo-se as aparas de asfalto). a maioria dos 16.1 No caso de ser adotada proteção por chuveiros automáticos. de outras edificações ou do limite da propriedade.1 As instalações de destilarias estão dispensadas da caminhões. o controle do combate a incêndio deve ser tratada como ins. adoção de sistema de proteção por espuma. tempo de operação de 60 min. esta deve ser por sistema do tipo dilúvio. to de vagões-tanques e caminhões-tanques devem ser loca- lizadas distantes dos tanques de superfície.3. e os vagões-tanques e os 17 PROTEÇÃO DE DESTILARIAS caminhões-tanques forem carregados exclusivamente com As destilarias são classificadas em 3 categorias: líquidos de classe III. medidos a partir do ponto de carga/descarga ou da conexão de transfe- rência mais próxima.5 m para líquidos de classe II e classe III.pmd 639 18/10/2012. óleos residuais e líquidos solúveis com água.7.1.1.2 Onde não forem manuseados líquidos de classe I e classe II na instalação de carga. desde que to com cobertura ou com um toldo que não limite a dispersão atendam às seguintes características mínimas de operação: de calor ou de vapores inflamáveis e que permita o acesso e a. 16:36 . como puma quando este estiver em uso.3.1. Este somente 16. a risco extraordinário. Tipo 1: no interior de edificações fechadas.6 Os requisitos de aterramento citados no item anterior a.5 As instalações de carregamento e descarregamento usadas para transferir líquidos de vagões-tanques ou 16.2. Instrução Técnica nº 25/2011 .1.2.1 As plataformas para carregamento e descarregamen- manuais. Nas instalações (tancagem) onde for exigido sistema de 16.7.1 Neste caso o acionamento do sistema deve ser carregados exclusivamente com produtos que não possuam manual.1 O projeto do sistema de resfriamento por aspersores caminhões-tanques com seus domos abertos (bocas de deve atender aos requisitos da NBR 10897. 16. grupo II.2 As edificações destinadas às bombas (casa de bombas) e aos abrigos de operadores (casa dos operadores) são consideradas parte da instalação.1. ser do tipo dilúvio. as plataformas de carregamento devem ser protegidas de acordo com a Tabela 19.1. 16.1. 16.1 Arranjo físico e controle de vazamentos devem ser protegidas por linhas manuais. desta IT. 16.5 m para líquidos de classe I e no míni- mo de 4.2. spray fixed systems for fire protection. de proteção por espuma.1 O sistema de controle de vazamento por bacia de contenção à distância.1 Cada caminhão-tanque pode ser resfriado tanto por 16. canhões monitores ou sistema fixo de aspersores.1 Arranjo físico e controle de vazamentos proteção por resfriamento. deixam de ser exigidos nas seguintes situações: b.2. com os seguintes parâmetros: 16. caminhões-tanques e similares e às áreas das instalações 16. por linhas 16.2. tais como: vagões-tanques.

entra. 18.1.3.6 No projeto do arruamento interno devem ser previstos 19.2 Canhões monitores ção de espuma por meio de linhas manuais ou canhão monitor.4.2.000 L/min cada um. 640 Regulamento de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco do Estado de São Paulo 17. devem estar localizados a uma distância mínima de 15 m do 18.1. pelo das de tubulações. dispostas de tal forma que o pavimento térreo seja totalmente atendido.2 É obrigatório o emprego de sistema de lançamento mesma propriedade. no 17.000 L/min e como vazão máxima 20. do Anexo A da parte 2 desta IT.2 As válvulas de controle do sistema e os hidrantes protegida por meio de linhas manuais e canhões-monitores.1 Esta parte da IT aplica-se às operações onde o manu- devem ser observados os critérios da IT 06/11 – Acesso de seio. não podendo ser 17.2. com vazão mínima de eficiência. devendo-se adotar como vazão 18.2 A vazão do sistema deve ser determinada em função perímetro da destilarias.3.3. desde que na área adja- todas as áreas onde seja possível o derrame ou vazamento cente haja ou possa haver construção.4. adjacente haja ou possa haver construção.2 O tempo de aplicação de espuma deve ser de. localizados no interior de edificação industrial. multipli- 18 PROTEÇÃO DE REFINARIAS cada pela taxa de 3. 65 min. b. 18. podendo ser dividido em dois 18.3. serem manuseados ou processados ficam limitados às quan- te a incêndio. der a demanda de 100% da vazão do projeto durante 6 h. sem simultaneidade de aplicação.1. esta vazão.0 L/min/m². Para os acessos secundários 19. 17. inclusive no lado oposto de líquidos combustíveis ou inflamáveis ou onde esses líqui.3 Sistema de proteção por resfriamento de 60 m de mangueiras através de seu trajeto real.1 Deve haver pelo menos um canhão monitor com vazão mínima de 4. 2 hidrantes duplos para aplica- 17. acima desde que devidamente atestadas pelo fabricante sua dotadas de esguichos reguláveis. do lado mais próximo de uma via de circula- dos já estejam normalmente expostos à atmosfera. máveis são a principal atividade.5 Nas ruas principais de acesso às instalações industriais. a vazão de projeto de solução de es.4. de- vem ser previstos.000 L/min. canhões monitores fixos ou móveis. parede faceando a divisa da propriedade. os siste.2 As unidades de processo devem ser localizadas a uma do ano ou condição climática.2. hidrantes. menos.3. postes de iluminação.1 da Parte 2 desta IT. requisitos previstos nesta IT na parte específica.1 Arranjo físico e controle de vazamentos interno igual à largura da rua.7. 18. 18.1 Uma unidade de processo em refinarias deve ser 17.3 Sistema de proteção por resfriamento superfície atingida pelo combustível. de carregamento. o qual deve ser capaz de demanda de 100% da vazão do projeto em qualquer época 18. que tenha uma mento ou em áreas com superfície livre exposta. 16:36 . parques de bombas e braços de carrega.3. inesgotável (mar. O reservatório para combate a incêndio deve distar.1. II e III-A. tais como. inferior a 200 L/min e deve ser lançada de duas direções friamento. 18.2. processamento e o uso de líquidos combustíveis e infla- viatura na edificação e áreas de risco.1 A solução de espuma normalmente é obtida à razão canhões com vazão mínima de 2. desde que na área separadores de água e óleo e caixas coletoras.1.4 Toda quadra reservada para uma unidade de proces- so deve ter acesso por ruas em todos os lados devidamente 19 PROTEÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS COM pavimentadas. cada uma com a. com raio de curvatura 19.3. com duas linhas manuais. pelo menos. não pode haver qualquer tipo de 18.2.2 Sistema de proteção por espuma 19. 18. 18. exceto as casas de controle. 40 m³ para líquidos das classes I-A e I-B. considerando o comprimento 18.5 L/min/m² de tante na mesma propriedade.3 A distância mínima de um vaso ou tanque de proces- 18. deve atender ao estipulado nas tabelas de espuma em áreas sujeitas a derramamento de hidrocar. rio ou lago). inclusive no lado 18. pelo 18.4 Quando o sistema de geração de espuma for fixo.2.2. 18. hidrantes duplos com linhas manuais.1. oposto da via pública ou próxima de outra edificação impor- puma deve ser calculada para no mínimo 6.1 Deve haver para todos os tipos de destilarias.3. c.3 Nesses casos.1 O controle de vazamentos deve seguir o disposto em 18.3 O suprimento de água deve ser baseado em uma fonte 6. bonetos com possibilidade de incêndio. tais como unidades 19.1. de 3% para derivados de petróleo.7 As distâncias entre os limites de bateria de unidades a. de processo e parques de tanques devem seguir os demais b.3 Linhas manuais mínimo.3 São aceitas dosagens de LGE diferentes do previsto menos um hidrante duplo externo.000 L/min.1.4 Quando vasos ou tanques de processo estiverem de processamento.1. da via pública.1 É obrigatório o sistema de espuma para proteção de samento ao limite da propriedade.3.3. MANIPULAÇÃO DE LÍQUIDOS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS 18.1. adotando-se a combinação dos seguintes métodos: distintas e alimentação independentemente. da área definida pelo limite da unidade de processo. Na inviabilidade desta solução distância mínima de 8 m das ruas que contornam as quadras.1. subestações.2.3 Nas áreas compreendidas entre as unidades de pro- cesso e as ruas adjacentes. 80 m das unidades de processo e 50 m de estações mas subterrâneos e canaletas de drenagem. deve ser previsto um reservatório com capacidade para aten- contando-se esta distância da margem mais próxima. tidades estabelecidas abaixo: 18.4 Reservatório de água construção.3. 60 m³ para líquidos das classes I-C.2 Os volumes de líquidos combustíveis e inflamáveis a os acessos aos hidrantes e tomadas de espuma para comba.1 As destilarias devem ser protegidas por sistema de res. os tanques ou vasos devem 25-4-IT. a largura mínima deve ser de 7 m. 17. 300 L/min cada.pmd 640 18/10/2012. 120 m³ para líquidos da classe III-B.1 Arranjo físico e controle de vazamentos mínima 4.1. ção interna ou a uma edificação importante situada na 18.

mm. dotados de válvulas e de conexões de engate evitar que os líquidos vazados escoem para os porões. onde forem manuseados ou usados líquidos de qualquer classe.15 Os líquidos de classe II e de classe III devem ser acordo com a avaliação do risco. os líquidos de classe I não devem ser manuseados ou 19.5 m e a parede deve ter concentração de vapores dentro da área. devem ser tomadas providências para descartar. com pelo menos 0.15 m desta IT. 19. projetadas com ventilação mecânica adequada à área classificada. filtros-prensa e filtros a vácuo abertos construção. pelo menos por um lado.1. 19.1.1. dentro de edificações com porões ou com veis e inflamáveis com volume total superior a 20 m³.6 Equipamentos de processamento de líquidos. 19. 19.2 Os hidrantes devem possuir diâmetro nominal de veis. no máximo em 25% uma resistência ao fogo de no mínimo 120 min.1.Parte 4 – Manipulação 641 situar-se a uma distância mínima de 7. inclusive no lado oposto da via pública ou de e outros equipamentos que estejam situados a uma distância edificação importante mais próxima dentro da mesma igual ou inferior a 1.6. sem como bombas. rapida- 19. fornos.19 Os acessos aos locais onde manuseiam ou proces- a. através de bacia de sam líquidos combustíveis ou inflamáveis devem ser provi- contenção à distância.5 m dos limites de 19. 2 h e que apresente uma resistência à explosão de 19.5 m. nos casos em que houver chamas abertas turas de processo nas quais forem manuseados líquidos deve ou outras fontes de ignição dentro das áreas classificadas. veis.3 da Parte 1 desta IT. 19. a níveis bustíveis ou inflamáveis por uma das seguintes alternativas: abaixo do limite inferior de inflamabilidade ou explosividade. sistemas fechados. rápido tipo Storz. c. os líquidos vazados ou derra- com líquidos devem ser construídas de forma consistente com mados para local adequado. fora da edificação. A construção de edificações ou estru. trocadores de calor etc.12 A ventilação deve ser feita por meios naturais ou de classe I-A ou líquidos instáveis. os equipamentos da ventilação destas edificações líquidos instáveis deve ser separado de outros equipamen. as operações que ali forem conduzidas e com as classes dos 19. 19. diários para granel e tanques portáteis.1. independentemente de mecânicos e deve abranger todas as áreas dos andares ou classe.11 As áreas de processamento fechadas.7. devem ser suficientemente ventiladas para manter a chuveiros automáticos do tipo dilúvio nas seguintes situações: 25-4-IT. Além disso. temperatura ambiente ou a temperatura do processo atingir nha equipamentos de processamento de líquidos deve ter ou superar o ponto de fulgor. Tabela 20.10 As estruturas das edificações e os apoios dos vasos. devem poços fechados para onde os vapores inflamáveis pos- ser protegidas por linhas manuais de espuma. aqueci. conforme 6.16 Em locais onde forem usados ou manuseados líqui- controle de incêndios. quando não estiverem em uso.1.Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis . f.2. a vazão mínima e o mente para evitar que as pessoas fiquem retidas em tempo mínimo de aplicação devem atender ao previsto na casos de incêndio. por uma parede com resistência ao fogo de no mínimo ques ou recipientes fechados.1. deve dos a temperaturas iguais ou acima dos seus pontos de ser previsto sistema de proteção por espuma por meio de fulgor. e. construção resistente ao fogo por 120 min.5 Quando forem manuseados ou processados líquidos 19.1. se na área adjacente houver ou possa haver abertas. desde que sejam atendidas as condições da Tabela 20.1. deve ser provida ventilação para eliminar fumaça e ca. conforme previsto em 5.7 Equipamento de processamento para o manuseio de edificações. tais deve ser feita para um local seguro. devem ser projetados de forma a limitar a mistura inflamável tos ou instalações que usem ou manuseiem líquidos com.2 Sistema de proteção por espuma usados em porões. filtros de placas. à prova de passagem de líquido.6. para evitar acúmulo de vapores inflamá. Quando manuseados ou usados. 19.1.1. as paredes adjacentes devem ter uma resistência ao dos poços onde exista a possibilidade de acumulação de fogo de no mínimo 180 min. a. a fim de facilitar o acesso ao combate ao incêndio.5 m de equipamentos que liberem misturas propriedade e que não seja parte integrante do processo. instalados dentro de 19. considerando sam deslocar-se. feitas de material b. dos. 19. acesso. Instrução Técnica nº 25/2011 . devem ser previstos dispositivos para saída de 65 mm. centrífugas propriedade. 16:36 . A descarga da ventilação de exaustão 19. inflamáveis de líquidos de classe I. quando a 19. sob condições normais de operação. as áreas devem ter saídas localizadas conveniente.8 Cada unidade de processo ou edificação que conte. contendo líquidos tanques de processamento e equipamentos que possam estar combustíveis e inflamáveis devem obedecer às exigências suscetíveis a vazamentos de líquidos combustíveis ou inflamá. não recirculação do ar de exaustão.17 Os líquidos de classe I não devem ser usados fora de líquidos manuseados.2.1. vapores inflamáveis.1 da Parte 2 das de soleiras ou rampas elevadas. filtros. devem ser protegidos conforme os seguintes requisitos: 19.6 Além das linhas manuais previstas no item 19. mantidos em tanques ou recipientes fechados. do limite inferior de inflamabilidade ou explosividade. devem ser localizados a menos de 7.13 Postos de envase e/ou fracionamento. drenagem para um local seguro.1.3 Podem ser utilizados mangueiras e esguichos de 38 lor.2. da Parte 3 desta IT.pmd 641 18/10/2012.2.1. d. quantidade dimensionada. de altura. atender aos requisitos da Tabela 24. 19. de vapor-ar. não combustível.9 As edificações ou estruturas que abrigam operações mente e com toda a segurança. as rotas de fuga e saídas não devem estar expostas 19.1. as áreas subterrâneas devem ser o comprimento máximo da mangueira de 45 m.1.5 Deve haver um estoque de reserva de LGE igual à aos sistemas de drenagem. para permitir o combate e o 19.2. um espaçamento livre de 7.1 As edificações onde manuseiam líquidos combustí- na superfície.2.14 Os líquidos de classe I devem ser mantidos em tan- b.18 Armazenagem temporária em recipientes interme- 19.2.1.4 O número de linhas de espuma.

3 Sistema de resfriamento transferidas de ou para navios-tanques devem ter uma distân- 19. Tabela 20: Linhas de espuma para áreas de manuseio e processamento 20 OPERAÇÕES NO CAIS / PÍER 20.2. a vazão mínima.3.2.Standard for 19. não necessitando 20.3 As bombas de carregamento com capacidade para ção devem atender ao previsto na Tabela 22. das Normas Brasileiras e.2 Os hidrantes devem possuir diâmetro nominal de 20.1. a pressão mínima no esguicho e o tempo mínimo de aplica. 19. c. considerando o comprimento máximo da de carga e descarga deve ter no mínimo 60 m de distância de mangueira de 30 m. Os cais/píer de grande porte e que operem com transferên- cias de grandes volumes de líquidos e outras mercadorias em geral devem seguir os requisitos desta IT. no interior da edificação.2. cujo objetivo principal seja a transferência de grandes volumes de líquidos combustíveis ou inflamáveis. A aplicação de madeira pesa- 19. de.3.1 Caso o manuseio ou processamento do líquido the Construction and Fire Protection of Marine Terminals.6. combustível ou inflamável seja numa área compartimentada Piers. b. a.6. qualquer ponte ou entrada ou da superestrutura de um túnel. líquidos das classes I-A e I-B com volume entre 30 m³ Tabela 22: Linhas de resfriamento para áreas de manuseio e e 40 m³. processamento b.1 Os cais/píer onde cargas líquidas a granel são 19. 20. da NFPA 307 .2 Esta seção não se aplica a: ser para toda a edificação. na ausência destas. devem ser navegável ou da entrada de um túnel rodoviário ou ferroviário protegidas por linhas manuais de resfriamento com esgui. dos especificamente para o uso pretendido. desenvolver pressões que possam superar a pressão máxi- Tabela 21: Taxas e tempos de aplicação de espuma para plataformas de carregamento e processos industriais 25-4-IT. desde que seja atendida a Tabela 22.pmd 642 18/10/2012. de qualquer material.2. líquidos de classe III-B com volume entre 60 m³ e 120 m³.1 Esta seção aplica-se a todos os tipos de operações no cais/píer.6 pode ser para esta área compartimentada. resistência ao choque.2 A taxa e o tempo de aplicação de solução de espu.3. O término da tubulação fixa chos reguláveis. força e resistência ao fogo. líquidos de classes I-C.1 As edificações onde manuseiam líquidos combustíveis cia mínima de 30 m de uma ponte sobre um curso d’água e inflamáveis com volume total superior a 20 m³. 642 Regulamento de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco do Estado de São Paulo a. II e III-A com volume entre 40 m³ e 60 m³. dotados de válvulas e de conexões de enga. desde que combine a capacidade de- 19.3. fluviais.2.2 A subestrutura e o piso do cais/píer devem ser projeta- saída de 65 mm. 16:36 . sob um curso d’água navegável. cais/píer que manuseiem gases liquefeitos de petróleo. postos (revendedor ou abastecimento) marítimos/ 19. O piso pode ser te rápido tipo Storz. ma para a proteção da área deve ser conforme a Tabela 21.1 Podem ser utilizados mangueiras e esguichos de 38 sejada com a flexibilidade. and Wharves. da pode ser permitida. 20.3 O número de linhas de resfriamento. a proteção prevista no item 19.2.2. durabilida- mm.

des dos tubos para dar continuidade mecânica da no caso de uma falha no mangote. os sistemas de emergência para a interrupção da ope- d. uma via de acesso deve sempre ser mantida devem ser ensaiados com o mangote estendido.3. Qualquer mangote que apre. contra incêndio. quando usados. seco de 40-B:C. serviço e reparado ou descartado. cada tubulação movimentando líquidos de classe I ou ração devem ter a possibilidade de serem acionados de classe II para o cais/píer deve ser provida de uma automática ou manualmente. dependam das características de fricção de materiais 20.5 Quando necessário. não podem ser feitos durante a requisitos da NBR 17505/06 . ou uma tensão excessiva. a exposição ao fogo.2 Deve-se tomar cuidado para que o material colocado funcionam satisfatoriamente na pressão ajustada. marés ou da amarração das embar.3. Quando houver mais do que uma linha.2. Terminais (ISGOTT). 20. mantidas ajustadas para evitar que o balanço da embarca- to devem ser providas de by pass. na ligação entre o isolantes. operação de transferência de líquido. cais/píer e a terra. localizada em ter. Os extintores devem ficar localizados num raio devem ser capazes de suportar o efeito combinado de máximo de 15 m da bomba ou das áreas do manifold e devem mudança de correnteza e de maré. localizadas abai- Devido às muitas variáveis envolvidas. Quando houver correntes parasitas excessivas. à capacida- de de resposta em situações de emergência. o esmerilhamento 20. usando-se desobstruída do cais/píer a terra.8 As bombas de incêndio. exceto quando autorizados pelo a.3 Durante a transferência de líquidos deve ser feito um lidade na carcaça ou nas conexões deve ser retirado de controle das fontes de ignição. se o sistema de proteção fechar uma válvula de um mas de transferência com juntas giratórias articuladas. de classe I ou de classe II devem ser fixadas adequadamente e 20. deve-se tomar desde que o projeto seja tal que a resistência mecânica cuidado para garantir que a linha seja protegida de da junta não seja prejudicada se o material de vedação qualquer surto de pressão resultante. ou às válvulas de controle de uma tubu- devem ser inspecionados dentro de intervalos regulares. as soldas. tenção (circundada por diques).3. não devem ser permitidas juntas de tubulações que do cais/píer devem ser providas com selos hidráulicos. torno de áreas com tubulações em manifold.4 Todos os mangotes e acoplamentos de pressão combate a incêndio. válvulas de alívio ou outros ção possa causar tensão no sistema de transferência de recursos para proteger a instalação de carregamento contra cargas. 20. não resistir. como exemplo. permitindo o acesso perma- a pressão máxima de operação. síveis em casos de emergência. destinado aos cais/píer e aos 20. As amarrações devem ser ser de fácil acesso ao longo de todo trajeto de emergência. o uso de juntas giratórias deve ser permitido para tubu. Os trabalhos mecânicos. no cais/píer não possa obstruir o acesso ao equipamento de 20.Parte 4 – Manipulação 643 ma de trabalho dos mangotes ou dos braços de carregamen. Em qualquer um dos casos devem de fixação e o cabo terra de todas as tubulações devem ser ser providas válvulas de isolamento e registro de recalque localizados do lado do cais/píer onde estejam os flanges disponível para o Corpo de Bombeiros. localização apropriada e arranjos de supor. devem ser previstos meios para permitir acesso fácil localização. além dos seguintes: transferência de carga. próximo ao cais/píer fora de qualquer área de con.9 Quando houver uma tubulação principal de água. sinais de vazamento ou fragi.5 Tubulações. As conexões sempre cheia ou vazia. sente deterioração de material.3. mento da estrutura do cais/píer. de isolamento e interrupção da operação de carregamento. os sistemas de espuma e outros Esta proibição consta nas recomendações da International Maritime equipamentos destinados ao combate a incêndio devem ser Organization (IMO) e International Safety Guide for OH Tankers and mantidos e testados de acordo com a NBR 17505/06 . o cais/píer deve ter um sistema combustíveis ou de ranhuras abertas nas extremida. e. no braço de carga ou nas tubulação.pmd 643 18/10/2012.6 A proteção contra incêndios em cais/píer deve ser num só local. todos os requisitos enumerados a seguir: lações às quais são conectados mangotes e para siste. às válvulas da linha de carregamento.3. Os mangotes devem ter apoios para evitar torção e excesso de pressão. 20. a tubulação escolhida pode permanecer devem ser instalados flanges ou juntas isolantes. Os dispositivos de alívio devem ser danos causados por atrito. não transmita às tubulações e aos mangotes deslocamento de líquido para outras áreas do cais/píer.Parte 7. para prevenir o cações. à extensão.3. 20. no cais/píer é proibido durante todo o tempo em que durar a tes de tubulação. ensaiados pelo menos anualmente. resultante da ação das 20. dispostos de tal forma que o movi.2. sistema alimentado por gravidade. Quando um cais/píer permite o tráfego de acordo com os seus serviços. Os dispositivos aciona- válvula de bloqueio de fácil acesso. a Tabela 23 determi- xo do piso do cais/píer. para determinar se 20.7 Quando for prevista uma tubulação principal de água aterradas. Este sistema deve estar de acordo com c. de lação importante. a. ção. a flexibilidade da tubulação deve ser assegurada por supervisor do cais/píer e pelo oficial sênior do navio. 25-4-IT. frequência de uso e às exposições adjacentes. correntes.1 As conexões de mangotes ou de tubulações com devem ser previstos pelo menos dois extintores de pó químico juntas articuladas. mesmo sob o cais/píer.3. válvulas do manifold. Todas as linhas de drenagem saindo b. nente dos equipamentos de combate a incêndio. inclusive o tráfego de veículos. Fumar um leiaute.Parte 3.3.4 Um coletor dos vazamentos deve ser previsto em ondas. na proteção contra o fogo.3 As tubulações do cais/píer onde são manuseados líquidos terminais aquaviários que manuseiem líquidos inflamáveis. as válvulas devem ser agrupadas 20. válvulas e acessórios devem atender aos e outros trabalhos a quente. b. O mangote e os acoplamentos veículos. É proibido o aterramento entre o cais/píer e a embarcação. relacionada aos produtos que são manuseados. e devem ter um acesso fácil à inspe. as mangueiras de incêndio e Nota: tubulações principais de água. dos manualmente devem ser bem identificados e aces- ra. Instrução Técnica nº 25/2011 . usadas para a transferência de cargas.Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis .3. 16:36 .

644 Regulamento de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco do Estado de São Paulo Tabela 23: Proteção contra incêndios em cais e terminais marítimos Tabela 24: Construção de edificações ou estruturas usadas na operação e no manuseio de líquidos 25-4-IT.pmd 644 18/10/2012. 16:37 .