SET 1999 NBR 8160

Sistemas prediais de esgoto sanitário -
Projeto e execução
ABNT-Associação
Brasileira de
Normas Técnicas

Sede:
Rio de Janeiro
Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar
CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680
Rio de Janeiro - RJ
Tel.: PABX (021) 210 -3122
Fax: (021) 220-1762/220-6436
Endereço Telegráfico:
NORMATÉCNICA

Origem: Projeto NBR 8160:1997
CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção Civil
CE-02:146.01 - Comissão de Estudo de Instalações Prediais de Esgoto Sanitário
NBR 8160 - Sewage buildings systems - Design and installation
Descriptors: Sewage. Installation
Copyright © 1999, Esta Norma substitui a NBR 8160:1983
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas Válida a partir de 01.11.1999
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavras-chave: Esgoto sanitário. Instalação 74 páginas
Todos os direitos reservados

Sumário Brasileiros (CB) e dos Organismos de Normalização Se-
Prefácio torial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo
1 Objetivo (CE), formadas por representantes dos setores envol-
2 Referências normativas vidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e
3 Definições neutros (universidades, laboratórios e outros).
4 Requisitos gerais
5 Dimensionamento Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito
6 Execução dos CB e ONS, circulam para Consulta Pública entre os
7 Manutenção associados da ABNT e demais interessados.
8 Qualidade
ANEXOS As modificações técnicas de maior significado, com res-
A Simbologia peito à norma anterior, estão relacionadas tanto à con-
B Dimensionamento das tubulações do subsistema de cepção quanto ao dimensionamento, bem como quanto
coleta e transporte de esgoto sanitário - Método hi- à possibilidade da verificação da necessidade ou não de
dráulico ventilação secundária, e adoção para o dimensionamento
C Modelo para verificação da suficiência de ventilação de um método hidráulico alternativo ao método tradi-
primária em sistemas prediais de esgoto sanitário cionalmente utilizado.
D Dimensionamento do subsistema de ventilação se-
cundária Esta Norma incorpora alguns quesitos básicos referentes
E Procedimentos e cuidados a serem tomados na exe- à qualidade do projeto, execução, uso e manutenção
cução dos sistemas prediais de esgoto sanitário das instalações prediais de esgoto sanitário.
F Procedimentos e cuidados a serem tomados na manu-
tenção dos sistemas prediais de esgoto sanitário Esta Norma contém os anexos B, C, D e G, de caráter
G Procedimentos de ensaios de recebimento dos siste- normativo, e os anexos A, E, F e H, de caráter informativo.
mas de esgoto sanitário
H Referências bibliográficas 1 Objetivo
Índice alfabético
Esta Norma estabelece as exigências e recomendações
Prefácio relativas ao projeto, execução, ensaio e manutenção dos
sistemas prediais de esgoto sanitário, para atenderem
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é às exigências mínimas quanto à higiene, segurança e
o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasi- conforto dos usuários, tendo em vista a qualidade destes
leiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês sistemas.

2 NBR 8160:1999

Esta Norma não se aplica aos sistemas de esgoto indus- 3.11 coletor público: Tubulação da rede coletora que re-
trial ou assemelhado, a não ser para estabelecer as cebe contribuição de esgoto dos coletores prediais em
precauções que devem ser observadas quando, neste qualquer ponto ao longo do seu comprimento.
tipo de construção, estiverem associadas à geração de
esgoto sanitário. 3.12 coluna de ventilação: Tubo ventilador vertical que
se prolonga através de um ou mais andares e cuja ex-
2 Referências normativas tremidade superior é aberta à atmosfera, ou ligada a tubo
As normas relacionadas a seguir contêm disposições ventilador primário ou a barrilete de ventilação.
que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições
para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor 3.13 curva de raio longo: Conexão em forma de curva
no momento desta publicação. Como toda norma está cujo raio médio de curvatura é maior ou igual a duas
sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam vezes o diâmetro interno da peça.
acordos com base nesta que verifiquem a conveniência
de se usarem as edições mais recentes das normas 3.14 desconector: Dispositivo provido de fecho hídrico,
citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas destinado a vedar a passagem de gases no sentido
em vigor em um dado momento. oposto ao deslocamento do esgoto.

NBR 5626:1998 - Instalação predial de água fria 3.15 diâmetro nominal (DN): Simples número que serve
como designação para projeto e para classificar, em di-
NBR 6493:1994 - Emprego de cores para identifi- mensões, os elementos das tubulações, e que corres-
cação de tubulações - Procedimento ponde, aproximadamente, ao diâmetro interno da tubu-
NOTA - As normas não referenciadas no texto, mas pertinentes lação em milímetros.
ao tema em questão, encontram-se relacionadas no anexo H.
3.16 dispositivo de inspeção: Peça ou recipiente para
3 Definições inspeção, limpeza e desobstrução das tubulações.
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes 3.17 dispositivos de tratamento de esgoto: Unidades
definições: destinadas a reter corpos sólidos e outros poluentes con-
3.1 altura do fecho hídrico: Profundidade da camada tidos no esgoto sanitário com o encaminhamento do lí-
líquida, medida entre o nível de saída e o ponto mais bai- quido depurado a um destino final, de modo a não pre-
xo da parede ou colo inferior do desconector, que separa judicar o meio ambiente.
os compartimentos ou ramos de entrada e saída desse
dispositivo. 3.18 esgoto industrial: Despejo líquido resultante dos
processos industriais.
3.2 aparelho sanitário: Aparelho ligado à instalação pre-
dial e destinado ao uso de água para fins higiênicos ou a 3.19 esgoto sanitário: Despejo proveniente do uso da
receber dejetos ou águas servidas. água para fins higiênicos.
3.3 bacia sanitária: Aparelho sanitário destinado a re- 3.20 facilidade de manutenção: Viabilidade prática de
ceber exclusivamente dejetos humanos. manutenção do sistema predial.
3.4 barrilete de ventilação: Tubulação horizontal com
saída para a atmosfera em um ponto, destinada a receber 3.21 fator de falha: Probabilidade de que o número espe-
dois ou mais tubos ventiladores. rado de aparelhos sanitários, em uso simultâneo, seja
ultrapassado.
3.5 caixa coletora: Caixa onde se reúnem os efluentes
líquidos, cuja disposição exija elevação mecânica. 3.22 fecho hídrico: Camada líquida, de nível constante,
que em um desconector veda a passagem dos gases.
3.6 caixa de gordura: Caixa destinada a reter, na sua
parte superior, as gorduras, graxas e óleos contidos no
3.23 instalação primária de esgoto: Conjunto de tubu-
esgoto, formando camadas que devem ser removidas
lações e dispositivos onde têm acesso gases pro-
periodicamente, evitando que estes componentes
venientes do coletor público ou dos dispositivos de tra-
escoem livremente pela rede, obstruindo a mesma.
tamento.
3.7 caixa de inspeção: Caixa destinada a permitir a ins-
peção, limpeza, desobstrução, junção, mudanças de de- 3.24 instalação secundária de esgoto: Conjunto de
clividade e/ou direção das tubulações. tubulações e dispositivos onde não têm acesso os gases
provenientes do coletor público ou dos dispositivos de
3.8 caixa de passagem: Caixa destinada a permitir a tratamento.
junção de tubulações do subsistema de esgoto sanitário.
3.25 intervenientes: Cadeia de participantes que atuam
3.9 caixa sifonada: Caixa provida de desconector, des-
com o objetivo de planejar, projetar, fabricar, executar,
tinada a receber efluentes da instalação secundária de
utilizar e manter o empreendimento.
esgoto.

3.10 coletor predial: Trecho de tubulação compreendido 3.26 manual de uso, operação e manutenção: Conjunto
entre a última inserção de subcoletor, ramal de esgoto de documentos onde constam informações para o ade-
ou de descarga, ou caixa de inspeção geral e o coletor quado uso e operação do sistema predial, bem como
público ou sistema particular. procedimentos claros para sua manutenção.

NBR 8160:1999 3

3.27 projeto “como construído”: Documento cadastral 3.43 tubo ventilador de alívio: Tubo ventilador ligando o
composto do projeto original modificado por alterações tubo de queda ou ramal de esgoto ou de descarga à co-
efetuadas durante a execução do sistema predial de es- luna de ventilação.
goto sanitário.
3.44 tubo ventilador de circuito: Tubo ventilador secun-
3.28 programa de necessidades: Documento contendo dário ligado a um ramal de esgoto e servindo a um grupo
as informações básicas sobre as necessidades dos de aparelhos sem ventilação individual (ver 3.46).
usuários finais do empreendimento.
3.45 tubulação de ventilação primária: Prolongamento
3.29 ralo seco: Recipiente sem proteção hídrica, dotado do tubo de queda acima do ramal mais alto a ele ligado e
de grelha na parte superior, destinado a receber águas com extremidade superior aberta à atmosfera situada
de lavagem de piso ou de chuveiro. acima da cobertura do prédio (ver 3.49).

3.30 ralo sifonado: Recipiente dotado de desconector, 3.46 tubulação de ventilação secundária: Conjunto de
com grelha na parte superior, destinado a receber águas tubos e conexões com a finalidade de promover a venti-
de lavagem de pisos ou de chuveiro. lação secundária do sistema predial de esgoto sanitário
(ver 3.50).
3.31 ramal de descarga: Tubulação que recebe direta-
3.47 unidade autônoma: Parte da edificação vinculada
mente os efluentes de aparelhos sanitários.
a uma fração ideal de terreno, sujeita às limitações da lei,
3.32 ramal de esgoto: Tubulação primária que recebe constituída de dependências e instalações de uso pri-
os efluentes dos ramais de descarga diretamente ou a vativo, destinada a fins residenciais ou não, assinalada
partir de um desconector. por designação especial numérica ou alfabética para
efeitos de identificação e discriminação.
3.33 ramal de ventilação: Tubo ventilador que interliga
3.48 unidade de Hunter de contribuição (UHC): Fator
o desconector, ou ramal de descarga, ou ramal de esgoto
de um ou mais aparelhos sanitários a uma coluna de numérico que representa a contribuição considerada em
função da utilização habitual de cada tipo de aparelho
ventilação ou a um tubo ventilador primário.
sanitário.
3.34 rede pública de esgoto sanitário: Conjunto de tu-
3.49 ventilação primária: Ventilação proporcionada pelo
bulações pertencentes ao sistema urbano de esgoto sani-
ar que escoa pelo núcleo do tubo de queda, o qual é pro-
tário, diretamente controlado pela autoridade pública.
longado até a atmosfera, constituindo a tubulação de
3.35 requisitos de desempenho: Exigências qualitativas ventilação primária.
quanto ao comportamento final esperado para o sistema 3.50 ventilação secundária: Ventilação proporcionada
predial. pelo ar que escoa pelo interior de colunas, ramais ou
barriletes de ventilação, constituindo a tubulação de
3.36 sifão: Desconector destinado a receber efluentes
ventilação secundária.
do sistema predial de esgoto sanitário.
4 Requisitos gerais
3.37 sistema predial de esgoto sanitário: Conjunto de
tubulações e acessórios destinados a coletar e transportar 4.1 Generalidades
o esgoto sanitário, garantir o encaminhamento dos gases
para a atmosfera e evitar o encaminhamento dos mesmos 4.1.1 O sistema de esgoto sanitário tem por funções bá-
para os ambientes sanitários. sicas coletar e conduzir os despejos provenientes do
uso adequado dos aparelhos sanitários a um destino
3.38 subsistema de coleta e transporte: Conjunto de apropriado.
aparelhos sanitários, tubulações e acessórios destinados
4.1.2 Por uso adequado dos aparelhos sanitários
a captar o esgoto sanitário e conduzi-lo a um destino
adequado. pressupõe-se a sua não utilização como destino para re-
síduos outros que não o esgoto.
3.39 subsistema de ventilação: Conjunto de tubulações
4.1.3 O sistema predial de esgoto sanitário deve ser pro-
ou dispositivos destinados a encaminhar os gases para
jetado de modo a:
a atmosfera e evitar que os mesmos se encaminhem para
os ambientes sanitários. a) evitar a contaminação da água, de forma a garantir
a sua qualidade de consumo, tanto no interior dos
NOTA - Pode ser dividido em ventilação primária e secundária. sistemas de suprimento e de equipamentos sani-
tários, como nos ambientes receptores;
3.40 subcoletor: Tubulação que recebe efluentes de um
ou mais tubos de queda ou ramais de esgoto. b) permitir o rápido escoamento da água utilizada e
dos despejos introduzidos, evitando a ocorrência de
3.41 tubo de queda: Tubulação vertical que recebe
vazamentos e a formação de depósitos no interior
efluentes de subcoletores, ramais de esgoto e ramais de
das tubulações;
descarga.
c) impedir que os gases provenientes do interior do
3.42 tubo ventilador: Tubo destinado a possibilitar o es- sistema predial de esgoto sanitário atinjam áreas de
coamento de ar da atmosfera para o sistema de esgoto e utilização;
vice-versa ou a circulação de ar no interior do mesmo,
com a finalidade de proteger o fecho hídrico dos desco- d) impossibilitar o acesso de corpos estranhos ao in-
nectores e encaminhar os gases para atmosfera. terior do sistema;

roupas ou tanques situados em pavimentos sobrepostos cante.2. ser providas de grelhas.2. lidade de utilização.7 Todos os materiais e componentes utilizados nos sistemas prediais de esgoto sanitário devem atender às 4.2.2.1. esgoto em paredes. para isso.2. deve ser concebido de acordo com a norma.3.8 Deve ser evitada a passagem das tubulações de uso propriamente dito (sucção e sobrepressão). segundo recomendações do fabri.2. um sistema de esgoto sanitário deve ser feita: neste caso.2. apresentar uma declividade constante.7 Deve ser assegurada a manutenção do fecho hí- exigências previstas em 4.3 Podem ser utilizadas caixas sifonadas para a coleta pluviais.2. mictórios devem ter tampas cegas e não podem receber contribuições de outros aparelhos sanitários.5 Podem ser utilizadas caixas sifonadas para coleta 4.1 Todos os trechos horizontais previstos no sistema 4. podem ser descarregados em tubos de queda exclusivos.5 O sistema particular de tratamento.1. etc.1. anterior. rebaixos. 4.4 NBR 8160:1999 e) permitir que os seus componentes sejam fa. através do modelo apresentado no anexo C. . devendo as mesmas.1. NOTA . 4.6 Quando da utilização de aparelhos trituradores em 4. mesmo b) em sistema particular de tratamento. de- vendo.Os desconectores podem atender a um aparelho ou a g) permitir a fixação dos aparelhos sanitários so.1.3.4. Caso não seja NOTA . deve ser atentado para a adequabilidade do mesmo ao sistema. forros falsos.2. banheiras e chuveiros de uma mesma unidade autônoma.2. variações de pressão no ambiente) e pelo 4. 4. 4. quando não providos de desconector próprio.4 As caixas sifonadas que coletam despejos de quando ela existir.2. minhados para rede coletora adequada à natureza desses despejos.1 Os aparelhos sanitários a serem instalados no sis- tema de esgoto sanitário devem: 4.2.2.2. drico dos desconectores mediante as solicitações im- postas pelo ambiente (evaporação. ou seja.1.Estas solicitações podem ser determinadas. bientes. de ventilação.2. mente por dispositivos que facilitem a sua remoção para eventuais manutenções. 4.1.1 Aparelhos sanitários de coleta e transporte de esgoto sanitário devem possi- bilitar o escoamento dos efluentes por gravidade. a) em rede pública de coleta de esgoto sanitário. como lavatórios.1 O sistema predial de esgoto sanitário deve ser se- parador absoluto em relação ao sistema predial de águas 4. bidês.6 Os despejos provenientes de máquinas de lavar pias de cozinha. assim como as águas pro- 4.3. tais os dois sistemas.2 Os desconectores devem ser dimensionados de acordo com as diretrizes detalhadas em 5. 4.2. devem ser adotadas medidas no sentido de atenuar a transmissão de ruído para os referidos am. ou superior a 100.2 Desconectores cilmente inspecionáveis. 4.1. houver rede pública de coleta de esgoto sanitário.1 Todos os aparelhos sanitários devem ser prote- f) impossibilitar o acesso de esgoto ao subsistema gidos por desconectores. 4.2. b) 1% para tubulações com diâmetro nominal igual c) oferecer ao usuário um conforto adequado à fina.2. considerado um sistema somente com ventilação primária. não deve existir nenhuma ligação entre dos despejos de conjuntos de aparelhos sanitários.2 Recomendam-se as seguintes declividades mí- nimas: a) impedir a contaminação da água potável (re- trossifonagem e conexão cruzada). b) possibilitar acesso e manutenção adequados. uma vez possível. desde que os despejos das caixas sifonadas sejam enca- lização brasileira pertinente. tiragem térmica e ação do vento. 4.2. a) 2% para tubulações com diâmetro nominal igual ou inferior a 75.2.2 Componentes do subsistema de coleta e transporte de esgoto sanitário 4. um conjunto de aparelhos de uma mesma unidade autônoma. de am- bientes de permanência prolongada.3 Ramais de descarga e de esgoto 4. referido no item de águas provenientes apenas de lavagem de pisos.4 A disposição final do efluente do coletor predial de venientes de lavagem de pisos. 4.1. com caixa sifonada especial instalada no seu final.

respeitando- a) não efetuar ligações de tubulações de esgoto ou se os valores mínimos previstos em 4.3.4.6 O coletor predial e os subcoletores devem ser desvio. 4.2. dimensionados conforme prescreve 5. 4.5.2. de ventilação nas regiões de ocorrência de sobre- pressão.1.4 Devem ser previstos tubos de queda especiais mensionados conforme detalhado em 5.1. A declividade máxima a ser considerada é de 5%.2. tanques.2. máquinas de lavar e inferior a 45°. 4.2.5 É vedada a ligação de ramal de descarga ou ra- mal de esgoto.5.2. ramais de esgoto e subcoletores devem ser feitas através de junções a 45°. a) o trecho.2. através de inspeção existente em joelho ou curva.2.1.3 São considerados zonas de sobrepressão (ver fi- letor predial devem ser feitas mediante o emprego de gura 1): dispositivos de inspeção ou de peças especiais de am- pliação.4. os quais devem descarregar em 4. sendo permitida a inserção de válvula retorno de espuma. b) o trecho de comprimento igual a 10 diâmetros. quando as tubulações forem enterradas.5. dimensionada de acordo com 5. c) o trecho horizontal de comprimento igual a 40 diâ- metros. cessários.2. desvio na horizontal do coletor com comprimento igual a 40 diâmetros ou subcoletor com comprimento igual a 10 diâmetros.3 No coletor predial não devem existir inserções de tal com dispositivos que atenuem a sobrepressão. imediatamente a montante do desvio para hori.5.1 Os tubos de queda devem. 4. ou de caixas de inspeção de cota inferior à do perfil do coletor predial ou subcoletor.1. 4. curva de 90° de raio longo ou duas curvas coamento de despejos. de comprimento igual a 40 diâmetros.NBR 8160:1999 5 4. nos tu- preferência retilíneos. quaisquer dispositivos ou embaraços ao natural es- ou seja. fundo de 45°.2.2.2.2 Para os edifícios de dois ou mais andares. f) o trecho da coluna de ventilação. de prefe- 4.4 As mudanças de direção (horizontal para vertical e vice-versa) podem ser executadas com peças com ân. devem ser feitas com peças com ângulo central igual ou imediatamente a montante da base do tubo de queda. com compri- mento igual a 40 diâmetros.5 Subcoletores e coletor predial rência com curvas de raio longo ou duas curvas de 45°. os desvios devem ser feitos com peças for- mando ângulo central igual ou inferior a 90°. providos de ventilação primária.2. conforme detalhado em 4. 4.5.4.2.3.5 Quando as tubulações forem aparentes. a partir da ligação da 4.5. inferior a 45°. acompanhados de elementos que permitam outros similares.3. 4. bolsas de tubulações dentro de c) instalar dispositivos com a finalidade de evitar o caixas de inspeção. Quando ne- forme prescreve 5.2. tais como: escoamento dos efluentes por gravidade.2. devem ser adotadas soluções no sentido de evitar o retorno de espuma para 4. com dispositivos de inspeção nos trechos adjacentes.3. para pias de cozinha e máquinas de lavar louças. apresentar uma declividade constante.1 O coletor predial e os subcoletores devem ser de 4. ligações de ramais de descarga.3 As mudanças de direção nos trechos horizontais d) o trecho de comprimento igual a 40 diâmetros. . para o caso de sistemas com ventilação secundária. Quando necessário.7 Os ramais de descarga e de esgoto devem ser di. e) os trechos a montante e a jusante do primeiro gulo central igual ou inferior a 90°. as inter- zontal. devem ser feitas através de caixa de inspeção ou poço de visita. provoquem a formação de espuma. b) efetuar o desvio do tubo de queda para a horizon. esgoto. imediatamente a montante do próximo 4.2. devendo. de retenção de esgoto.2. sempre que possível. 4.2. 4.4.4.4.6 Os ramais de descarga e de esgoto devem permitir base da coluna com o tubo de queda ou ramal de fácil acesso para desobstrução e limpeza.2 Todos os trechos horizontais devem possibilitar o os ambientes sanitários. e o trecho do coletor ou subcoletor imediatamente a jusante da mesma base.4. os desvios bos de queda que recebam efluentes de aparelhos devem ser feitos com peças com ângulo central igual ou sanitários tais como pias.3.3.2.2.4 Tubos de queda uma caixa de gordura coletiva.5. imediatamente a jusante do mesmo desvio. onde são utilizados detergentes que a inspeção.2.1. para isso.3.4 As variações de diâmetro dos subcoletores e co- 4. 4.5 Os tubos de queda devem ser dimensionados con- ser instalados em um único alinhamento. ao ramal de descarga de bacia sanitária. tais como desconectores.3.

não deve ser superior a 25. As caixas de gordura devem possibilitar a retenção e b) a distância entre a ligação do coletor predial com posterior remoção da gordura. não devem ser temente projetados para possibilitar que o afluente superiores a 10. poços de visita e caixas de inspeção em tubos de queda exclusivos que conduzam o esgoto devem ser perfeitamente impermeabilizados. Para garantir a acessibilidade aos elementos do sistema.2 Caixas e dispositivos de inspeção É recomendado o uso de caixas de gordura quando os efluentes contiverem resíduos gordurosos. através das seguintes ca. embutidas ou não. As caixas de gordura devem ser dimensionadas de acordo com 5. pequenos animais. providos para caixas de gordura coletivas. e a) capacidade de acumulação da gordura entre cada c) os comprimentos dos trechos dos ramais de des- operação de limpeza. a sua adoção fica a cri. elas.2.00 m.1.1. tamente com o efluente. tubulações enterradas devem ser feitos mediante o em- ter a gordura. tério do projetista. de fecho hermético. possuir tampa caixas de gordura individuais nos andares. medidos entre os mes- b) dispositivos de entrada e de saída convenien.00 m insetos.Zonas de sobrepressão 4.6. Em prédios com mais de dois pavimentos. Os desvios. O interior das tubulações. águas de lavagem de de distância dos tubos de queda que contribuem para pisos ou de águas pluviais. ser devidamente ventilados e cons- tituídos de materiais não atacáveis pelo esgoto. o público e o dispositivo de inspeção mais próximo racterísticas: não deve ser superior a 15.6 Dispositivos complementares As pias de cozinha ou máquinas de lavar louças instaladas em vários pavimentos sobrepostos devem descarregar As caixas de gordura. mos e os dispositivos de inspeção.00 m. as caixas de d) vedação adequada para evitar a penetração de inspeção não devem ser instaladas a menos de 2. 4. deve ser acessível por intermédio de dispositivos de inspeção. carga e de esgoto de bacias sanitárias.2. sendo vedado o uso de de dispositivos adequados para inspeção. Quando o uso de caixa de gordura não for exigido pela autoridade pública competente. etc. .5.00 m. e o efluente escoem normalmente. prego de caixas de inspeção ou poços de visita.2.6 NBR 8160:1999 Figura 1 . devem ser respeitadas no mínimo as seguintes condições: As caixas de gordura devem ser instaladas em locais de a) a distância entre dois dispositivos de inspeção fácil acesso e com boas condições de ventilação. as mudanças de declividade e a junção de c) altura entre a entrada e a saída suficiente para re.6.1 Caixas de gordura 4. evitando-se o arraste do material jun. caixas de gordura e caixas sifonadas.

4 As caixas de gordura ligadas às caixas coletoras devem atender às exigências indicadas na tabela 1 (ver c) deve ser devidamente protegida nos trechos apa- 4. quando os mesmos recebem a contribuição jugadas com chaves de bóia.3. 4. salvo se elevada pelo menos 1.3 Caso a ventilação primária não seja suficiente. através do modelo apresentado no anexo C. meabilizada. sempre que elas forem inatingíveis por dis- positivos de limpeza introduzidos pelas caixas de ins.1.1 O subsistema de ventilação pode ser previsto de às curvas dos tubos de queda. em seguida.7.00 m de a uma caixa coletora. comandado por chaves magnéticas con- autônoma.7.NBR 8160:1999 7 Não devem ser colocadas caixas de inspeção ou poços 4. 4. devidamente posicionados no sistema.7 A tubulação de recalque deve ser ligada à rede de efluentes fecais.11). Os dispositivos de inspeção devem ter as seguintes ca. e tema de coleta e transporte.3.2 Para o caso previsto em 4. b) somente ventilação primária. verificar novamente a suficiência da ventilação pri- c) quando embutidos em paredes no interior de resi.6 A extremidade aberta de um tubo ventilador primário caixas de inspeção.6. devendo essa instalação de despejos de outras unidades autônomas. 4.2. à d) deve ser provida de terminal tipo chaminé.2.00 m inspeção. outros fins além de cobertura. de preferência à montante duas formas: das mesmas.3. outro dispositivo que impeça a entrada das águas quidos viscosos.00 m das vergas dos res- 4.5. ou ser providas de tubulação de ventilação. tulo de ilustração. lação primária ou que são prolongados acima da co- sitivos instalados em nível inferior ao do logradouro bertura. limpeza e ventilação.2. ou dências.5 e 4. disposta de modo a receber o esgoto por gravi.2.3 Componentes do subsistema de ventilação Os dispositivos de inspeção devem ser instalados junto 4. caso contrário. esta altura deve ser no mínimo igual a 0.2. etc. mária. ou diretamente ao mesmo.5 As bombas devem ser de construção especial. escritórios. a tí- letora. provida de dispositivos adequados para b) deve situar-se a uma altura mínima igual a 2.3.2 No caso de esgoto proveniente unicamente da la- vagem de pisos ou de automóveis. ou coluna de ventilação. acordo com 5.8 A instalação de recalque e a caixa coletora devem As caixas de inspeção e os poços de visita devem ser ser dimensionadas conforme 5. ramal de esgoto ligado por gravidade ao coluna de ventilação deve estar situada acima da co- coletor predial.1. dispensa-se o uso de 4.7.7. as quais devem ser ligadas a uma caixa co. pluviais diretamente ao tubo de ventilação. ser instalados com as tampas salientes. ou ao sistema bertura do edifício a uma distância mínima que im- de tratamento de esgoto. não devem b) prover ventilação secundária.3. a qual pode ser ligada diretamente a) não deve estar situada a menos de 4. 4. As caixas de inspeção podem ser usadas para receber 4. a) alterar as características geométricas do subsis- b) tampa hermética removível. . conforme 4.2.7. tê ou prova de obstruções por águas servidas. com a utilização de equipamentos mecânicos de lim- podem ser adotadas as seguintes medidas: peza.7. ou então devem ser descarregados em uma ou mais caixas de pela utilização de dispositivos de admissão de ar (VAA) inspeção.3.3. apresentam-se estes tipos de ventilação dade.3 A caixa coletora deve ser perfeitamente imper- pectivos vãos.7.2. de tampa hermética e acima da cobertura. A partir da caixa coletora. áreas públicas.3. devendo os efluentes ser encami.1 Os efluentes de aparelhos sanitários e de dispo.7 Instalação de recalque basicamente..5. Na figura 2. qualquer janela. em ramais e colunas de ventilação que interligam os ramais de descarga ou de esgoto à venti- 4.5 A extremidade aberta do tubo ventilador primário ou poço de visita). porta ou vão de ventilação. 4.1 b). devem ser recalcados para uma caixa de inspeção (ou 4. devendo-se. deve ser verificada racterísticas: a suficiência da ventilação primária prevista.3. ser equipada com dispositivo de alarme para sinalizar a ocorrência de falhas mecânicas. 4. a) abertura suficiente para permitir as desobstruções 4.4 A ventilação secundária referida em 4. 4.3. esgoto (coletor ou caixa de inspeção) de tal forma que seja impossível o refluxo do esgoto sanitário à caixa co- As caixas de passagem devem ser dimensionadas de letora.30 m. a) ventilação primária e secundária. por meio de bombas.3 b) consiste. 4. conforme detalhados em 4. no caso de laje utilizada para ser constituída de materiais não atacáveis pelo esgoto.6 O funcionamento das bombas deve ser automático de visita em ambientes pertencentes a uma unidade e alternado.2.40 m. neste caso. possibilite o encaminhamento à mesma das águas plu- viais provenientes do telhado ou laje impermeabilizada. conforme mostrado na figura 3: nhados. secundária. massas e lí.2. ou peção ou pelos demais pontos de acesso.3.6.3.2. rentes contra choques ou acidentes que possam da- nificá-la. dimensionados de acordo com 5.3. a uma caixa sifonada de diâmetro mínimo igual a 0.7.1.2.

8 NBR 8160:1999 a) Dispositivos de admissão de ar .

NBR 8160:1999 9 b) Dispositivos de admissão de ar c) Ramais e colunas de ventilação Figura 2 .Exemplos de sistemas prediais de esgoto sanitário com ventilação secundária .

3.Prolongamento do tubo de queda ou coluna de ventilação 4. um acima e outro abaixo do desvio.8 a 4.7 Na concepção da ventilação secundária.11 Em prédios de um só pavimento.2) 1) Refere-se ao tubo de queda mais afastado do coletor predial ou dos dispositivos de tratamento do esgoto. etc.8 O projeto do subsistema de ventilação deve ser feito tubos de queda até a cobertura. 4. deve existir pelo gação do primeiro ramal de esgoto ou de descarga. 2) Entende-se por nível de transbordamento da água do mais alto dos aparelhos sanitários. fica dispensado o prolongamento dos demais 4.3. ou 4. devem ser 4. desde que estejam de modo a impedir o acesso de esgoto sanitário ao inte. queda à coluna de ventilação.3. Não devem ser considerados como pon- tos mais elevados de transbordamento as grelhas dos ralos sifonados de piso. excluindo-se os aparelhos sanitários. 4. 0.3. e com um aclive mínimo c) tenha a coluna de ventilação prolongada até acima de 1%. as mudan. de modo que qualquer líquido indicadas na figura 4: que porventura nela venha a ingressar possa escoar totalmente por gravidade para dentro do ramal de des- a) considerar o tubo de queda como dois tubos inde. pias de cozinha. medida na vertical do referido tubo.12 Nos prédios cujo sistema predial de esgoto sanitário considerados os aspectos detalhados em 4. em ponto situado abaixo da li- 4.13 Toda tubulação de ventilação deve ser instalada ventilação de acordo com uma das seguintes alternativas.3. devendo-se do edifício. conectando o tubo de a) diâmetro uniforme. deve ser prevista 4. tanques de lavar. respeitando-se as distâncias máximas da água do mais elevado aparelho sanitário por ele indicadas na tabela 1. ou ligada a um tubo ventilador primário a prever a ligação de todos os desconectores a um ele. com aclive mínimo de 1%. instalados b) não receba mais de 36 unidades de Hunter de em uma única prumada. já possua pelo menos um tubo ventilador primário de DN 1001).10 NBR 8160:1999 VP VP VP LAJE TERRAÇO TELHADO Figura 3 . da cobertura ou em conexão com outra existente. ou mais. ligado diretamente a uma caixa ou neste ramal de esgoto ou de descarga.20.3. aquele referente aos aparelhos sanitários com seus desconectores ligados à tubulação de esgoto primário (bacias sanitárias. menos um tubo ventilador. .16 b). que despejam em ralos sifonados de piso. b) a extremidade inferior ligada a um subcoletor ou a um tubo de queda.). acima do nível de transbordamento mento ventilado.14 Toda coluna de ventilação deve ter: b) fazer com que a coluna de ventilação acompanhe o desvio do tubo de queda. subcoletor ou ramal de descarga de uma bacia sanitária e prolon. a) o comprimento não exceda 1/4 da altura total do prédio.3.3. carga ou de esgoto em que o ventilador tenha origem.3. acima e abaixo do desvio.10 Nos desvios de tubo de queda que formem um ângulo maior que 45° com a vertical. de inspeção ou em junção ao coletor predial.3.9 O tubo ventilador primário e a coluna de ventilação devem ser verticais e.15 m. respeitados os limites da tabela 2.3. c) a extremidade superior situada acima da cobertura gado até acima da cobertura desse prédio. ças de direção devem ser feitas mediante curvas de ân- gulo central não superior a 90°. preenchidas as seguintes condições: rior do mesmo. quando o ramal a ser ventilado servir também para outros aparelhos não ligados diretamente a eles. pendentes. sempre que possível. excetuando-se os trechos dos ramais de ventilação executados conforme 4. máquinas de lavar. servido. contribuição. através de tubos ven- tiladores de alívio. quando necessárias.

20 75 1.NBR 8160:1999 11 Figura 4 .40 .Distância máxima de um desconector ao tubo ventilador Diâmetro nominal do ramal de descarga Distância máxima DN m 40 1.80 100 2.00 50 1.Desvio de tubo de queda Tabela 1.

. - 150 2 900 . . . . . . . . - 50 12 23 61 .12 NBR 8160:1999 Tabela 2 . . - 150 500 . . 6 46 177 . 5 22 70 152 . . . . . . - 250 4 000 . . . . - 200 3 400 . 5 43 171 . . - 40 10 30 . . . - 75 21 10 33 247 . 7 29 90 219 300 20 000 . 8 61 229 . . - 100 140 . . . . 6 49 186 . . . . - 75 10 13 46 317 . . . - 100 320 . . . . . 18 73 225 - 250 11 000 . . . 16 60 192 - 250 15 000 . . . . . . 10 73 286 . . - 200 1 800 . . . . . . . . 11 76 299 . - 150 2 000 . 6 24 76 186 300 26 000 . 7 57 219 . . . . . . . . . . 7 52 195 . - 200 5 600 . . . - 75 102 8 26 189 . . . . - 100 530 . - 100 43 . . . . . 24 94 293 - 250 7 200 . . . . . . - 150 1 100 . . . - 50 20 15 46 . 8 31 238 . 10 40 305 . 6 23 183 . - 200 7 600 . . 7 26 201 . . . - 75 53 8 29 207 .Dimensionamento de colunas e barriletes de ventilação Diâmetro nominal Diâmetro nominal mínimo do tubo de ventilação do tubo de queda ou Número de do ramal de esgoto unidades de Hunter de contribuição DN 40 50 75 100 150 200 250 300 Comprimento permitido m 40 8 46 . 9 37 116 287 300 13 000 . . 14 55 174 - 300 7 300 .

3.3. acima do nível de transbordamento da água coluna de ventilação ao ramal de esgoto na região entre do mais elevado dos aparelhos sanitários por ele a última e a penúltima bacias sanitárias. outros ramais de deve ser executada por meio de junção a 45°. o tubo de aclive mínimo de 1% até o trecho prolongado. ou esgoto ou de descarga devidamente ventilados. priadas. bacias sanitárias e houver aparelhos em andares supe- 4) a distância entre a saída do aparelho sanitário riores descarregando no tubo de queda. conforme indi- ângulos menores. conforme indi- cado na figura 5.15 m. imediatamente abaixo. é necessária a e a inserção do ramal de ventilação deve ser igual instalação de tubo ventilador suplementar.NBR 8160:1999 13 4. a ligação pavimento. elevando- 4.19 Bacias sanitárias instaladas em bateria. antes de ligar-se a outro tubo ventilador. como a seguir: desde que esse tubo de queda receba. Figura 5 . de ventilação ao tubo de esgoto e a conexão de mudança do trecho horizontal para a vertical deve 4.18 É dispensada a ventilação do ramal de descarga componentes do sistema de ventilação ou do sistema de de uma bacia sanitária ligada através de ramal exclusivo esgoto sanitário devem ser feitas com conexões apro- a um tubo de queda a uma distância máxima de 2. conforme queda deve ser ventilado imediatamente abaixo da 4. b) quando feita em uma tubulação horizontal. podem ser adotados a última e a penúltima bacias sanitárias. 90° em relação ao tubo de esgoto. devem ser se o tubo ventilador de uma distância de até 0.40 m. ver tabela 1). pode ser carga da bacia sanitária ligada diretamente ao tubo de usado um barrilete de ventilação. do mesmo a) quando feita em uma tubulação vertical.5 e 4.3. ventiladas por um tubo ventilador de circuito ligando a ou mais. entre 45° e partir da mais próxima ao tubo de queda. dicado na figura 8.6. ligação do ramal da bacia sanitária (ver figura 6).16 As ligações da coluna de ventilação aos demais 4. respeitando-se o que segue: 1) a ligação ao tubo horizontal deve ser feita por Deve ser previsto um tubo ventilador suplementar a cada meio de tê 90° ou junção 45° com a derivação grupo de no máximo oito bacias sanitárias.Ligação de ramal de ventilação . de preferência. Deve ser previsto um tubo ventilador suplementar a cada grupo de no máximo oito bacias sanitárias.21 Quando o ramal de esgoto servir a mais de três ser a mais curta possível. somente por junção 45° ao respectivo ramal de esgoto e com seu trecho inicial instalado em aclive mínimo de 2%.20 Bacias sanitárias instaladas em bateria devem ser ventiladas por um tubo ventilador de circuito ligando a 2) quando não houver espaço vertical para a coluna de ventilação ao ramal de esgoto na região entre solução apresentada acima. o tubo de queda e a primeira bacia sanitária.3. 4. conforme mostrado na figura 7.3.3.3. contadas a 3) a distância entre o ponto de inserção do ramal partir da mais próxima ao tubo de queda. 4.3.17 Quando não for possível ventilar o ramal de des- cada tubo ventilador até acima da cobertura. contadas a instalada em ângulo. a ser executado com queda (para a distância máxima. ligando o tubo a no mínimo duas vezes o diâmetro do ramal de ventilador de circuito ao ramal de esgoto na região entre descarga.15 Quando não for conveniente o prolongamento de 4. com o tubo ventilador ligado cado na figura 8.3. deve ser executada acima do eixo da tubulação. conforme in- ventilados.

Ligação de ramal de ventilação quando da impossibilidade de ventilação do ramal de descarga da bacia sanitária Figura 7 .14 NBR 8160:1999 Figura 6 .Dispensa de ventilação de ramal de descarga de bacia sanitária .

dos ambientes sanitários. ramais de descarga indicados na tabela 3. queda. 4. in- dicando os componentes do sistema e suas inter.) que se fi- peratura. ramais e desvios.1. apresentado no anexo B. devendo. composto pelos seguintes itens: esgoto sanitário podem ser dimensionadas pelo método hidráulico. e dos esforços zerem necessários para melhor compreensão do ou solicitações mecânicas a que possam ser submetidas sistema.NBR 8160:1999 15 Figura 8 .1. materiais ou componentes não cons- tantes na normalização brasileira. NOTA .Componentes ou materiais ainda não normalizados no âmbito da ABNT podem ser empregados.05 m. esgoto sanitário. com a indicação do encaminhamento 4.1.1 Os materiais a serem empregados nos sistemas das tubulações.1 Desconectores çados e localização dos subcoletores. coletor pre- dial. b) apresentar orifício de saída com diâmetro igual ou ligações. dispositivos em geral.1 Componentes do subsistema de coleta e transporte 4. 5. local de lançamento 5. condições: 3) esquema vertical (ou fluxograma geral) apre- a) ter fecho hídrico com altura mínima de 0. unidades de Hunter de contribuição (UHC). etc. com tra. c) quantificação e orçamento. dos efeitos químicos e físicos. 2) planta baixa do pavimento inferior. sentado em separado ou em conjunto com o sis- tema predial de águas pluviais.4. colunas de ventilação ser respeitados os diâmetros nominais mínimos dos (no caso de sistema com ventilação secundária). com a indicação dos tubos de em 5.5 Documentação básica de projeto de esgoto sanitário A documentação básica do projeto deve contemplar: As tubulações do subsistema de coleta e transporte de a) projeto executivo.Ventilação em circuito 4.1 Todo desconector deve satisfazer às seguintes do esgoto sanitário e suas respectivas cotas. subsolo(s). 5. da sua tem- 5) detalhes (cortes. sem escala. ou pelo método das 1) planta baixa da cobertura.4. andar(es) tipo. .1.1.4 Materiais 4) plantas.2 a 5. prediais de esgoto sanitário devem ser especificados em função do tipo de esgoto a ser conduzido. superior ao do ramal de descarga a ele conectado.4. dispositivos de inspeção. apresentado térreo. em qualquer um dos casos. em escala conveniente. perspectivas. desde que atendam 5 Dimensionamento às normas do país de origem. as instalações.2 Não podem ser utilizados nos sistemas prediais de b) memorial descritivo e especificações técnicas.

20 m.1. 2) Por metro de calha .2. b) quando cilíndricas.30 m e.1.16 NBR 8160:1999 5.considerar como ramal de esgoto (ver tabela 5). quando receberem efluentes de aparelhos sanitários até o limite de 6 UHC.3 As caixas sifonadas especiais devem ter as se. devem ser estimadas as UHC correspondentes e o di- guintes características mínimas: mensionamento deve ser feito com os valores indicados a) fecho hídrico com altura de 0. 5. quando prismáticas de base poligonal. O ramal de esgoto da caixa sifonada deve ser dimen- sionado conforme indicado na tabela 4. devem permitir na base a inscrição de um círculo de diâmetro de 0. Tabela 3 .1. 5. 5.30 m.1 Para os ramais de descarga.2.2 Ramais de descarga e de esgoto c) ser de DN 150. sem necessidade de peça especial de adaptação. 3) Devem ser consideradas as recomendações dos fabricantes.1. b) ser de DN 125.5 40 Bidê 1 40 Chuveiro De residência 2 40 Coletivo 4 40 Lavatório De residência 1 40 De uso geral 2 40 Mictório Válvula de descarga 6 75 Caixa de descarga 5 50 Descarga automática 2 40 De calha 22) 50 Pia de cozinha residencial 3 50 Pia de cozinha industrial Preparação 3 50 Lavagem de panelas 4 50 Tanque de lavar roupas 3 40 Máquina de lavar louças 2 503) Máquina de lavar roupas 3 503) 1) O diâmetro nominal DN mínimo para o ramal de descarga de bacia sanitária pode ser reduzido para DN 75.1. 5.1. quando receberem efluentes de aparelhos sanitários até o limite de 10 UHC. .2 Para os aparelhos não relacionados na tabela 3.2 As caixas sifonadas devem ter as seguintes c) devem ser fechadas hermeticamente com tampa características mínimas: facilmente removível.3 Para os ramais de esgoto. quando receberem efluentes de aparelhos sanitários até o limite de 15 UHC. caso justificado pelo cál- culo de dimensionamento efetuado pelo método hidráulico apresentado no anexo B e somente depois da revisão da NBR 6452:1985 (aparelhos sanitários de material cerâmico).Unidades de Hunter de contribuição dos aparelhos sanitários e diâmetro nominal mínimo dos ramais de descarga Aparelho sanitário Número de unidades de Diâmetro nominal Hunter de contribuição mínimo do ramal de descarga DN Bacia sanitária 6 1001) Banheira de residência 2 40 Bebedouro 0. pela qual os fabricantes devem confeccionar variantes das bacias sanitárias com saída própria para ponto de esgoto de DN 75. d) devem ter orifício de saída com o diâmetro nomi- nal DN 75. bela 5. a) ser de DN 100. devem ter o diâmetro interno 5. deve ser utilizada a ta- de 0.1.1.2. devem ser adotados no mínimo os diâmetros apresentados na tabela 3. na tabela 4.

3.1 O coletor predial e os subcoletores podem ser di- com os valores indicados na tabela 6. carregam neste tubo de queda. O coletor predial deve ter diâmetro b) quando o desvio formar ângulo superior a 45° nominal mínimo DN 100.NBR 8160:1999 17 Tabela 4 .Unidades de Hunter de contribuição para aparelhos não relacionados na tabela 3 Diâmetro nominal mínimo do Número de unidades de Hunter ramal de descarga de contribuição DN UHC 40 2 50 3 75 5 100 6 Tabela 5 .4 Coletor predial e subcoletores a) quando o desvio formar ângulo igual ou inferior a 45° com a vertical.3. os valores da tabela 6. .1 Os tubos de queda podem ser dimensionados pela contribuição de todos os aparelhos que des- somatória das UHC.2 Quando apresentarem desvios da vertical. deve-se dimensionar: 5.3 Tubos de queda 3) a parte do tubo de queda abaixo do desvio. o tubo de queda é dimensionado 5.2 No dimensionamento do coletor predial e dos 1) a parte do tubo de queda acima do desvio como subcoletores em prédios residenciais. Nos demais casos. com base no número de unidades de Hunter de 5. não podendo o diâmetro nomi- nal adotado. com base no siderado apenas o aparelho de maior descarga de cada número de unidades de Hunter de contribuição banheiro para a somatória do número de unidades de dos aparelhos acima do desvio. mensionados pela somatória das UHC conforme os valores da tabela 7. neste caso. ser menor do que o da 5. de acordo com Hunter de contribuição.4.Dimensionamento de ramais de esgoto Diâmetro nominal Número máximo de unidades de mínimo do tubo Hunter de contribuição DN UHC 40 3 50 6 75 20 100 160 5.1. os tubos parte horizontal. de queda devem ser dimensionados da seguinte forma: 5. deve ser con- um tubo de queda independente. valores da tabela 6.4.1.1.1.1. de acordo com os bela 6. conforme valores indicados na ta. devem ser considerados todos os 2) a parte horizontal do desvio de acordo com os aparelhos contribuintes para o cálculo do número de valores da tabela 7. UHC. com a vertical.1.

3 As caixas de gordura podem ser dos seguintes tipos: a) para a coleta de apenas uma cozinha.5.1.5.5.5. deve ser 2) parte submersa do septo: 0. pode ser usada a caixa de gordura pequena (5. .1. d) para a coleta de mais de 12 cozinhas. quartéis. 3) capacidade de retenção: 18 L.5.3 c)).3 a)) ou a caixa de gordura simples (5.5.1. cilíndrica. uma receptora e outra vertedoura.1.2 As caixas de gordura devem ser divididas em duas câmaras.1.3 c)). 5.5.18 NBR 8160:1999 Tabela 6 . a) pequena (CGP). DN 75.5.1.1.30 m.1.1.1.3 d)).3 b)).1.5.1. usada a caixa de gordura dupla (5.1.1. etc.20 m. 700 840 1 000 200 1 400 1 600 1 920 2 300 250 2 500 2 900 3 500 4 200 300 3 900 4 600 5 600 6 700 400 7 000 8 300 10 000 12 000 5. para cozinhas de restaurantes.5 1 2 4 100 ..1 Caixas de gordura radas por um septo não removível.1. devem ser previstas caixas de gordura 4) diâmetro nominal da tubulação de saída: especiais (5.1. escolas. 180 216 250 150 . ou ainda.1.5. pode ser usada a caixa de gordura simples (5. com as seguintes di- mensões mínimas: b) para a coleta de duas cozinhas.1.1.Dimensionamento de subcoletores e coletor predial Diâmetro nominal do tubo Número máximo de unidades de Hunter de contribuição em função das declividades mínimas % DN 0.5 Dispositivos complementares 5. sepa- 5. c) para a coleta de três até 12 cozinhas.1.Dimensionamento de tubos de queda Diâmetro nominal do tubo Número máximo de unidades de Hunter de contribuição DN Prédio de até três pavimentos Prédio com mais de três pavimentos 40 4 8 50 10 24 75 30 70 100 240 500 150 960 1 900 200 2 200 3 600 250 3 800 5 600 300 6 000 8 400 Tabela 7 .1 As caixas de gordura devem ser dimensionadas levando-se em conta o que segue: 5.3 b)) ou a caixa de 1) diâmetro interno: 0. gordura dupla (5. hospitais.

1. . ou cilíndrica com 4) diâmetro nominal da tubulação de saída: diâmetro mínimo igual a 0. do pela fórmula: V = 2 N + 20 e) fundo constituído de modo a assegurar rápido escoamento e evitar formação de sedimentos. 1.60 m. máxima provável de contribuição dos aparelhos e rísticas: dos dispositivos instalados que possam estar em funcionamento simultâneo.35 m 3) capacidade de retenção: 120 L. basicamente. bem d) ter tubulação de saída dimensionada pela tabela como a ocorrência de estado séptico por um volume exa- de dimensionamento de ramais de esgoto.80 m. lada de modo a evitar a freqüência exagerada de partidas e paradas das bombas por um volume insuficiente. b) forma prismática. os seguintes saída: DN 100. ter diâmetro mínimo igual a 0.20 m. 5. cilíndrica.5. sendo o gerado. 1) diâmetro interno: 0. Os poços de visita devem ter: 4) diâmetro nominal da tubulação de saída: a) profundidade maior que 1.1. de base quadrada ou retangular. prismática de base retangular. b) forma prismática de base quadrada ou retangular. de lado interno mínimo de 0. 2) parte submersa do septo: 0. quando prismáticas de base poligonal. DN 75. que deve atender à vazão As caixas de passagem devem ter as seguintes caracte.5. a) profundidade máxima de 1. com as seguintes características: com dimensão mínima de 1. DN 100.10 m. aspectos: 5.20 m.2 Caixas de passagem a) a capacidade da bomba. com as seguintes di. mínimo de 0. com as seguintes 5. d) fundo construído de modo a assegurar rápido escoamento e evitar formação de depósitos.15 m e. onde: f) duas partes. a) quando cilíndricas.6. b) o tempo de detenção do esgoto na caixa. c) tampa facilmente removível. quando a profundidade total for igual N é o número de pessoas servidas pelas co- ou inferior a 1. 5. c) dupla (CGD).10 m. 2) volume da câmara de retenção de gordura obti- d) tampa removível que garanta perfeita vedação. em litros.50 m.3 Dispositivos de inspeção dimensões mínimas: As caixas de inspeção devem ter: 1) diâmetro interno: 0. d) especial (CGE).6.60 m. com diâmetro interno V é o volume.40 m. permitir na base a inscrição de um círculo de diâmetro mínimo igual a 0. c) o intervalo de tempo entre duas partidas conse- b) ser providas de tampa cega.1 O dimensionamento da instalação de recalque 5) diâmetro nominal mínimo da tubulação de deve ser feito considerando-se. instalações de esgoto primário. c) degraus que permitam o acesso ao seu interior. 5.1. permitindo perfeita mensões mínimas: vedação.NBR 8160:1999 19 b) simples (CGS).40 m. ou chaminé de acesso.60 m.15 m. diâmetro mínimo igual a DN 50. cilíndrica. ou cilíndrica com um diâmetro interno mínimo de 1. e a parte superior formada pela câmara de acesso.10 m. 3) altura molhada: 0.1.60 m.2 A caixa coletora deve ter a sua capacidade calcu- c) ter altura mínima igual a 0.00 m.1. 3) capacidade de retenção: 31 L. 1) distância mínima entre o septo e a saída: 0. quando previstas em cutivas do motor. sendo a parte inferior formada zinhas que contribuem para a caixa de gordura pela câmara de trabalho (balão) de altura mínima de no turno em que existe maior afluxo.60 m.00 m.6 Instalação de recalque 4) parte submersa do septo: 0. 2) parte submersa do septo: 0.

considerada como sendo. no mínimo.6.6. em e) barrilete de ventilação: diâmetro nominal de cada metros cúbicos por minuto. devem ser dimensionadas a partir da metodologia apresentada em 5.8 Recomenda-se que o intervalo entre duas partidas dade aberta do barrilete. b) as bombas a serem utilizadas devem permitir a 5. trecho de acordo com a tabela 2.1.11 O tempo de detenção do esgoto na caixa coletora esvaziada completamente. comprimento a considerar é o mais extenso.2.1. NOTA . de maneira que impossibilite 5. o trecho do tubo ração da bomba).1. Inclui-se no com- o nível mínimo de operação da caixa (faixa de ope.9 Recomenda-se que a capacidade da bomba seja sanitárias.6.1. a) a caixa coletora deve possuir uma profundidade 5. até essa extremidade.6.12 O tempo de detenção do esgoto na caixa não deve ultrapassar 30 min.6.6. bacias sanitárias. em metros tubulação de recalque deve ser DN 75.2.60 m. 5.2 Devem ser adotados os seguintes critérios para o o refluxo do esgoto.06 m e o diâmetro nominal mínimo da Vt é o volume total da caixa coletora.1. para funcionamento alternado. as tubulações do 5.5 As tubulações de sucção devem ser previstas de subsistema de ventilação devem ser dimensionadas pelo modo a se ter uma para cada bomba e possuir diâmetro método apresentado no anexo D.018 m e o diâmetro nomi- 5.10 O volume total é obtido pelo volume útil somado mínima igual a 0. igual a duas vezes guintes aspectos: a vazão afluente de esgoto sanitário.6. f) tubo ventilador de alívio: diâmetro nominal igual tido de se preservar os equipamentos eletromecânicos ao diâmetro nominal da coluna de ventilação a que de freqüentes esforços de partida.1. todo hidráulico constante no anexo B. e o cutivas do motor.6 As tubulações de recalque devem atingir um nível superior ao do logradouro.1 Se as tubulações do subsistema de coleta e trans- nal mínimo da tubulação de recalque deve ser porte de esgoto sanitário foram dimensionadas pelo mé- DN 40.6.6. sendo que o número de UHC de cada trecho é a soma das unidades de t é o intervalo de tempo entre duas partidas conse.1.1. pode ser determinado a partir da seguinte equação: b) a caixa coletora deve ser ventilada por um tubo Vt ventilador.6.3 No caso de recebimento de efluentes de bacias 5. as tubulações do subsistema de venti- recalque. devem ser considerados os seguintes aspectos: 5.90 m.Estas bombas devem permitir a passagem de esferas com diâmetro de 0. a) ramal de ventilação: diâmetro nominal não infe- 5. d é o tempo de detenção do esgoto na caixa coletora. . deve ser considerado o atendimento aos se. em metros cúbicos. consecutivas do motor não seja inferior a 10 min. lação. estiver ligado. cúbicos.2 Componentes do subsistema de ventilação passagem de esferas de 0. a contar do nível da geratriz àqueles ocupados pelas bombas (se forem do tipo inferior da tubulação afluente mais baixa. primento da coluna de ventilação. Q é a capacidade da bomba determinada em função da vazão afluente de esgoto à caixa coletora.2.20 NBR 8160:1999 5. em minutos. Q xt Vu = c) tubo ventilador complementar: diâmetro nominal 4 não inferior à metade do diâmetro do ramal de esgoto a que estiver ligado. todos os tubos de queda servidos pelo trecho. em minutos. tubulações e acessórios da instalação que deve ser suficientemente inclinado. preferencialmente independente de d= qualquer outra ventilação utilizada no edifício. nominal uniforme e nunca inferior ao das tubulações de Caso contrário.2. onde: d) coluna de ventilação: diâmetro nominal de acordo Vu é o volume compreendido entre o nível máximo e com as indicações da tabela 2. devendo ser providas de dispositivos dimensionamento do sistema de ventilação secundária: para este fim. em metros 5. para que não haja comprome- a) a profundidade mínima deve ser igual a 0.4 Caso a caixa coletora não receba efluentes de cúbicos por minuto. para impedir a se encontrem no interior da caixa coletora deposição de materiais sólidos quando caixa for 5. q onde: c) devem ser instalados pelo menos dois grupos motobomba. timento das condições de aerobiose do esgoto.1. da base da coluna de ventilação mais distante da extremi- 5. minado através da seguinte expressão: b) tubo ventilador de circuito: diâmetro nominal não inferior aos limites determinados na tabela 2. no sen.7 O volume útil da caixa coletora pode ser deter- rior aos limites determinados na tabela 8. ventilador primário entre o ponto de inserção da coluna e a extremidade aberta do tubo ventilador. o fundo submersível). q é a vazão média de esgoto afluente.1.

operação e manutenção. sistema.8. g) elaborar os manuais de uso.2. cuidados a serem tomados quando da execução dos sistemas prediais de esgoto sanitário. 8. ponsabilidades descritas a seguir: f) registrar e fornecer ao projetista as alterações reali- 8. - 6 Execução 8. bilidades dos intervenientes no processo e estabelecidos os procedimentos básicos para a garantia da qualidade. d) realizar os ensaios de recebimento do sistema. No anexo F são apresentados alguns procedimentos e d) assessorar o executor na elaboração dos manuais cuidados a serem tomados na manutenção dos sistemas de uso.2. de forma a garantir o atendimento aos requisitos de desempenho conforme b) estabelecer os critérios de aceitação do projeto.2.Subprograma Setorial da Qualidade e Produtividade.4 Executor 8 Qualidade3) 8. a) fornecer as diretrizes básicas do empreendimento.2. especificações de projeto e normas pertinentes. 4. uso.2 Contratante Os sistemas prediais de esgoto sanitário devem ser a) definir os requisitos de desempenho.Dimensionamento de ramais de ventilação Grupo de aparelhos sem bacias sanitárias Grupo de aparelhos com bacias sanitárias Número de unidades de Diâmetro nominal do Número de unidades de Diâmetro nominal do Hunter de contribuição ramal de ventilação Hunter de contribuição ramal de ventilação Até 12 40 Até 17 50 13 a 18 50 18 a 60 75 19 a 36 75 . e) orientar os responsáveis na utilização dos manuais de uso. c) elaborar o projeto “como construído”. b) assessorar o executor na elaboração do projeto Dessa forma. material.2 Responsabilidades dos intervenientes rações no projeto que se fizerem necessárias por Para cada interveniente. 3) Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP) . operação e manutenção ao usuário final da edificação. operação e manutenção. o máximo de eficiência. c) estabelecer os critérios de aceitação após a exe- No anexo E são apresentados alguns procedimentos e cução. de 8. 8. 1992. c) exigir dos fornecedores de componentes que os produtos atendam às normas.1 Considerações gerais a) elaborar o projeto para produção. e As tubulações aparentes do sistema predial de esgoto sanitário devem ser pintadas conforme a NBR 6493 f) fornecer o manual de uso. 8. operação e manutenção.2. elaborado pelo sub- comitê da Indústria da Construção Civil. condições de constructibilidade do sistema. tenção. d) gerenciar a qualidade do sistema. limpos e desobstruídos. prediais de esgoto sanitário.NBR 8160:1999 21 Tabela 8 . operação e manu- b) estabelecer as diretrizes orçamentárias. executados de acordo com o projeto. a fim de identificar pontos passíveis de manu- tenção.2.3 Projetista devem ser mantidos estanques ao ar (exceto os terminais das colunas de ventilação ou tubo ventilador primário) e a) elaborar o projeto nas suas diversas fases con- à água. para alte- 8.1. execução.1 Para a obtenção da qualidade do sistema predial b) realizar as atividades de execução conforme as de esgoto sanitário devem ser definidas as responsa.1 Empreendedor zadas no projeto. ao forme contratado. de forma a garantir. e) obter aprovação prévia do projetista. . é recomendada a verificação periódica do para produção. longo do tempo de uso. 7 Manutenção Os componentes do sistema predial de esgoto sanitário 8. de acordo com esta Norma. No anexo G são apresentados os procedimentos de ensaios de recebimento do sistema.1 a 8.1. compreendendo: projeto. cabem as res.2.2 A qualidade do sistema deve ser garantida em todas as fases do sistema.

2. e b) definir as diretrizes construtivas para a ligação com a rede pública.2.2. 8. operação e manutenção do proprietário sistema. a) estudo das alternativas de traçados. e 8. e do usuário.2. do sistema.2 Execução ração e manutenção.1 Controle do processo 8.6 Órgãos públicos c) verificação da adequabilidade do detalhamento a) definir critérios aos quais o sistema deva atender. a) verificação da adequabilidade do detalhamento da documentação e dos elementos gráficos.8 Gestor do sistema a) verificação do atendimento ao projeto. de forma a poder retroalimentar f) verificação da facilidade de execução e de manu. das soluções adotadas. operação e manutenção g) verificação da adequabilidade do detalhamento da documentação e dos elementos gráficos.2 Controle do produto b) verificação do atendimento ao programa de ne- cessidades. Os contratos para a garantia da qualidade dos sistemas prediais de esgoto sanitário devem relacionar cada fase d) registro das alterações efetuadas. d) registro das não-conformidades encontradas e das soluções adotadas.3.2. a) compatibilização com os demais subsistemas. ope.3.1 Verificação do atendimento às prescrições dos em vista as condições de facilidade de execução do manuais de uso.1.1 Projeto e) registro das não-conformidades encontradas e 8.7 Usuário alimentar as diretrizes iniciais.2.3. b) fornecer produtos que atendam às normas. da documentação e dos elementos gráficos. 8. possibilitar a elaboração do projeto “como cons- truído”.3. atividades de execução) dos pontos de controle esta- ração e manutenção.1 Controle do processo das soluções adotadas. de forma a poder retro-ali- mentar as diretrizes iniciais. b) verificação da facilidade de construção e de manu- tenção. de forma a poder retro.3.3.5 Fornecedor de componentes 8.3.3.1 a 8.3. e) análise crítica do dimensionamento.3. diretrizes iniciais de projeto e execução. tendo em vista as exigências de facilidade de execução do sistema.3. a) realizar as intervenções necessárias.3 Procedimentos para garantia da qualidade c) verificação do atendimento às normas.1.22 NBR 8160:1999 8.3. ope.2 Registro das não-conformidades encontradas e das soluções adotadas. /ANEXO A . de modo a mencionada de 8.2 Controle do produto a) fornecer as especificações técnicas dos produtos. tendo em vista as exigências de facilidade de manutenção c) verificação do atendimento às normas.3. h) registro das não-conformidades encontradas.3 Uso. b) realização dos ensaios de recebimento. 8. d) compatibilização com os demais subsistemas. de forma a retroalimentar as alimentar as diretrizes iniciais. 8. as diretrizes iniciais. 8. tendo 8. c) registro das não-conformidades encontradas e das soluções adotadas. 8. belecidos em função das particularidades do sis- tema. tenção. b) verificações periódicas (lista de verificações das b) seguir as recomendações do manual de uso. a) seguir as recomendações do manual de uso. 8. de forma a poder retro- 8.3.

VÁLVULA DE ADMISSÃO DE AR RALO SECO (R) CAIXA SIFONADA (CS) CAIXA RETENTORA DE GORDURA (SIMPLES) (CGS) CAIXA RETENTORA DE GORDURA (DUPLA) (CGD) TANQUE SÉPTICO CAIXA DE PASSAGEM (CPs) VÁLVULA DE RETENÇÃO (VR) /ANEXO B .NBR 8160:1999 23 Anexo A (informativo) Simbologia RALO SIFONADO (RS) CAIXA DE INSPEÇÃO (CI) CAIXA RETENTORA (ESPECIFICAR O TIPO DE CAIXA) VAA .

5 Na tabela B. porte de esgoto sanitário.E. para n = 0. o caso. percentual de falhas que se deseja trabalhar.1.1 Dimensionamento do tubo de queda relhos sanitários de um determinado tipo instalados.4 indica valores médios de vazões QTq é a vazão de projeto no tubo de queda.2. 4) Graça. parâmetro admensional.4 A tabela B. mi é o número de aparelhos sanitários.2 A vazão de projeto no tubo de queda pode ser queda respectivo ao anel de água).1..M. o NOTAS valor de to deve ser inferior a 1/3. assim como a duração média da descarga. (3) STq onde: n é o número de tipos de aparelhos sanitários no onde: trecho considerado. obtém-se mx = 2.1. deve-se considerar que existam 35 apa- B. prioritariamente devem ser considerados os n é o coeficiente de Manning. permitindo a determinação direta do diâmetro do tubo de queda após o cálculo da vazão de projeto e definição da 2 A utilização das referidas tabelas requer o estabelecimento do taxa de ocupação. subcoletor e co.2. Montenegro. o valor de m é obtido em um conjunto de B.3 Tendo-se o número total n de aparelhos sanitários letor predial.2 e B.. O valor de qi é característico para DTq é o diâmetro interno do tubo de queda. valores especificados pelos fabricantes quando este for to é a taxa de ocupação de água durante o escoa. to 5/8 onde: Tal procedimento deve ser repetido para cada tipo de aparelho sanitário. do tipo i. O. B. conforme valores indicados na DTq = .1 Condições geraiss 3 Faz-se necessário. M.2 Roteiro de cálculo Por exemplo. B. 1 Neste somatório. qi é a vazão de contribuição do aparelho sanitário STq é a área da seção transversal do tubo de queda..0%.116 n 3/8 QTq 3/8 Com os dados acima.Método hidráulico4) B. para um dado fator de falha. metros. as quais foram elaboradas através da limites de vazão no tubo de queda. to é a fração da seção transversal do tubo de queda.H.A. cutivas. M. . Se é a área da seção transversal da coroa circular por onde escoa a água no tubo de queda.1 O diâmetro do tubo de queda pode ser determinado 15 min. (2) Se to = . por segundo. em litros por segundo. O valor de to (a fração da seção transversal do tubo de B.. igualmente.2.2.5 são apresentados alguns valores tabelas B.1.3. a duração média de descarga é de 10 s e o fator a partir da seguinte equação: de falha for de 5. definir o tempo de descarga média entre descargas conse- mento das tubulações do subsistema de coleta e trans.010 (tubulação plástica).. em cada tipo de aparelho sanitário. Gonçalves. onde o intervalo de tempo médio entre duas descargas é de B. aplicação da distribuição binomial de probabilidades. em s/m1/3 . quais sejam: ramal de des- carga. em litros por segundo. Uma vez que o escoamento anular deve ser mantido. a serem considerados em uso simultâneo. cujas referências estão indicadas no anexo H.2. tubo de queda.1.. do tipo i. B. Todavia.2. ramal de esgoto.. considerando o escoamento em regime instalados do tipo em questão. B. obtém-se então o valor permanente. em litros unitárias para alguns tipos de aparelhos sanitários.3 c). de m.24 NBR 8160:1999 Anexo B (normativo) Dimensionamento das tubulações do subsistema de coleta e transporte de esgotos sanitários .2 refere-se ao dimensiona. pode ser expresso obtida através da seguinte equação: da seguinte forma: QTq = ∑i = 1 (mi qi ) n . (1) tabela B... em função das características do tipo de aparelho sanitário (freqüência de uso e geometria). O roteiro detalhado em B. 0. mento no tubo de queda.1.

ξ = 1.NBR 8160:1999 25 Tabela B.Número de aparelhos a serem considerados em uso simultâneo .1 . .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.0% a) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 5 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 n=3 1 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3 n=4 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 4 4 n=5 2 2 2 3 3 4 4 5 5 5 5 5 n=6 2 2 3 3 3 4 5 6 6 6 6 6 n=7 2 2 3 3 4 5 5 7 7 7 7 7 n=8 2 3 3 4 4 5 6 8 8 8 8 8 n=9 2 3 3 4 4 5 6 9 9 9 9 9 n = 10 2 3 4 4 5 6 7 10 10 10 10 10 n = 11 2 3 4 4 5 6 7 11 11 11 11 11 n = 12 2 3 4 5 5 7 8 12 12 12 12 12 n = 13 2 3 4 5 6 7 8 13 13 13 13 13 n = 14 3 4 4 5 6 8 9 14 14 14 14 14 n = 15 3 4 5 5 6 8 9 15 15 15 15 15 n = 16 3 4 5 6 7 8 10 16 16 16 16 16 n = 17 3 4 5 6 7 9 10 17 17 17 17 17 n = 18 3 4 5 6 7 9 11 18 18 18 18 18 n = 19 3 4 5 6 7 9 11 19 19 19 19 19 n = 20 3 4 6 7 8 10 12 20 20 20 20 20 n = 25 3 5 6 8 9 12 14 25 25 25 25 25 n = 30 4 6 7 9 10 13 16 30 30 30 30 30 n = 35 4 6 8 10 11 15 18 35 35 35 35 35 n = 40 5 7 9 11 13 17 20 40 40 40 40 40 n = 45 5 7 10 12 14 18 23 45 45 45 45 45 n = 50 5 8 10 13 15 20 25 50 50 50 50 50 NOTA .

n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.26 NBR 8160:1999 b) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 10 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 2 2 2 2 3 3 3 3 3 n=4 1 1 2 2 2 2 3 4 4 4 4 4 n=5 1 2 2 2 2 3 3 5 5 5 5 5 n=6 1 2 2 2 2 3 3 6 6 6 6 6 n=7 1 2 2 2 3 3 4 6 7 7 7 7 n=8 1 2 2 3 3 4 4 7 8 8 8 8 n=9 1 2 2 3 3 4 4 8 8 9 9 9 n = 10 2 2 3 3 3 4 5 9 9 10 10 10 n = 11 2 2 3 3 3 4 5 9 10 11 11 11 n = 12 2 2 3 3 4 5 5 10 11 11 12 12 n = 13 2 2 3 3 4 5 6 11 11 12 13 13 n = 14 2 3 3 4 4 5 6 11 12 13 14 14 n = 15 2 3 3 4 4 5 6 12 13 14 15 15 n = 16 2 3 3 4 4 5 7 13 14 15 16 16 n = 17 2 3 3 4 5 6 7 13 14 15 16 17 n = 18 2 3 4 4 5 6 7 14 15 16 17 18 n = 19 2 3 4 4 5 6 7 14 16 17 18 19 n = 20 2 3 4 4 5 6 8 15 17 18 19 20 n = 25 2 3 4 5 6 7 9 18 20 22 23 25 n = 30 3 4 5 6 7 8 10 21 24 26 28 29 n = 35 3 4 5 6 7 9 11 24 27 29 32 34 n = 40 3 5 6 7 8 10 13 27 30 33 36 38 n = 45 3 5 6 7 9 11 14 30 34 37 40 43 n = 50 3 5 7 8 9 12 15 33 37 41 44 47 NOTA . .

NBR 8160:1999 27 c) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 15 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 3 n=4 1 1 1 2 2 2 2 4 4 4 4 4 n=5 1 1 2 2 2 2 3 4 4 5 5 5 n=6 1 1 2 2 2 2 3 5 5 5 6 6 n=7 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 6 7 n=8 1 2 2 2 2 3 3 6 6 7 7 7 n=9 1 2 2 2 3 3 4 6 7 7 8 8 n = 10 1 2 2 2 3 3 4 7 8 8 9 9 n = 11 1 2 2 3 3 3 4 7 8 9 9 10 n = 12 1 2 2 3 3 4 4 8 9 9 10 10 n = 13 1 2 2 3 3 4 5 8 9 10 11 11 n = 14 2 2 3 3 3 4 5 9 10 11 11 12 n = 15 2 2 3 3 3 4 5 9 10 11 12 13 n = 16 2 2 3 3 4 4 5 10 11 12 13 13 n = 17 2 2 3 3 4 5 5 10 11 12 13 14 n = 18 2 2 3 3 4 5 6 11 12 13 14 15 n = 19 2 2 3 3 4 5 6 11 12 13 14 15 n = 20 2 2 3 4 4 5 6 12 13 14 15 16 n = 25 2 3 3 4 5 6 7 14 15 17 18 19 n = 30 2 3 4 4 5 7 8 16 18 20 21 23 n = 35 2 3 4 5 6 7 9 18 20 22 24 26 n = 40 2 4 5 5 6 8 10 20 23 25 27 29 n = 45 3 4 5 6 7 9 10 23 25 28 30 33 n = 50 3 4 5 6 7 9 11 25 28 30 33 36 NOTA .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto. .

28 NBR 8160:1999 d) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 20 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 3 n=4 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4 n=5 1 1 1 2 2 2 2 4 4 4 4 5 n=6 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5 n=7 1 1 2 2 2 2 3 5 5 5 6 6 n=8 1 1 2 2 2 3 3 5 5 6 6 7 n=9 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7 n = 10 1 2 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8 n = 11 1 2 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8 n = 12 1 2 2 2 3 3 4 7 7 8 8 9 n = 13 1 2 2 2 3 3 4 7 8 8 9 10 n = 14 1 2 2 3 3 3 4 8 8 9 10 10 n = 15 1 2 2 3 3 4 4 8 9 9 10 11 n = 16 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 11 n = 17 1 2 2 3 3 4 5 9 10 10 11 12 n = 18 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 12 n = 19 2 2 3 3 3 4 5 9 10 11 12 13 n = 20 2 2 3 3 3 4 5 10 11 12 13 13 n = 25 2 2 3 3 4 5 6 12 13 14 15 16 n = 30 2 3 3 4 4 5 7 13 15 16 18 19 n = 35 2 3 4 4 5 6 7 15 17 18 20 21 n = 40 2 3 4 5 5 7 8 17 19 20 22 24 n = 45 2 3 4 5 6 7 9 18 20 23 25 27 n = 50 2 3 4 5 6 8 9 20 22 25 27 29 NOTA .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto. .

NBR 8160:1999 29 e) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 25 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 n=4 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 4 n=5 1 1 1 1 2 2 2 3 4 4 4 4 n=6 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5 n=7 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5 n=8 1 1 2 2 2 2 3 5 5 5 6 6 n=9 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 6 n = 10 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7 n = 11 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 7 n = 12 1 2 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8 n = 13 1 2 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8 n = 14 1 2 2 2 3 3 4 7 7 8 8 9 n = 15 1 2 2 2 3 3 4 7 8 8 9 9 n = 16 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10 n = 17 1 2 2 2 3 3 4 8 8 9 10 10 n = 18 1 2 2 3 3 4 4 8 9 9 10 11 n = 19 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 11 n = 20 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 12 n = 25 2 2 3 3 3 4 5 10 11 12 13 14 n = 30 2 2 3 3 4 5 6 11 13 14 15 16 n = 35 2 3 3 4 4 5 6 13 14 16 17 18 n = 40 2 9 9 4 5 6 7 14 16 17 19 20 n = 45 2 3 4 4 5 6 7 16 17 19 21 23 n = 50 2 3 4 5 5 7 8 17 19 21 23 25 NOTA . .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal predial.

n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto. .30 NBR 8160:1999 f) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 30 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 n=4 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 n=5 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4 n=6 1 1 1 1 2 2 2 3 4 4 4 4 n=7 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5 n=8 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5 n=9 1 1 1 2 2 2 3 4 5 5 5 6 n = 10 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 6 n = 11 1 1 2 2 2 2 3 5 6 6 6 7 n = 12 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7 n = 13 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8 n = 14 1 2 2 2 2 3 3 6 6 7 8 8 n = 15 1 2 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8 n = 16 1 2 2 2 2 3 4 7 7 8 8 9 n = 17 1 2 2 2 3 3 4 7 7 8 9 9 n = 18 1 2 2 2 3 3 4 7 8 8 9 10 n = 19 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10 n = 20 1 2 2 2 3 3 4 8 8 9 10 10 n = 25 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 12 n = 30 2 2 3 3 3 4 5 10 11 12 13 14 n = 35 2 2 3 3 4 5 6 11 13 14 15 16 n = 40 2 2 3 4 4 5 6 13 14 15 17 18 n = 45 2 3 3 4 4 6 7 14 15 17 18 20 n = 50 2 3 3 4 5 6 7 15 17 18 20 22 NOTA .

.NBR 8160:1999 31 g) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 40 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=4 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 n=5 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3 n=6 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 4 4 n=7 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4 n=8 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 n=9 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5 n = 10 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5 n = 11 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6 n = 12 1 1 1 2 2 2 3 5 5 5 6 6 n = 13 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 6 n = 14 1 1 2 2 2 2 3 5 6 6 6 7 n = 15 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7 n = 16 1 1 2 2 2 3 3 5 6 7 7 7 n = 17 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 7 n = 18 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8 n = 19 1 2 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8 n = 20 1 2 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9 n = 25 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 10 10 n = 30 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 12 n = 35 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13 n = 40 2 2 3 3 3 4 5 10 11 13 14 15 n = 45 2 2 3 3 4 5 6 11 13 14 15 16 n = 50 2 2 3 3 4 5 6 12 14 15 16 17 NOTA .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

.n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.32 NBR 8160:1999 h) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 50 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3 n=5 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 n=6 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3 n=7 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 4 4 n=8 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4 n=9 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4 n = 10 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 4 5 n = 11 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5 n = 12 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5 n = 13 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6 n = 14 1 1 1 2 2 2 3 4 5 5 6 6 n = 15 1 1 1 2 2 2 3 5 5 5 6 6 n = 16 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 7 n = 17 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 7 n = 18 1 1 2 2 2 2 3 5 6 6 7 7 n = 19 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7 n = 20 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8 n = 25 1 2 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9 n = 30 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10 n = 35 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 11 n = 40 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13 n = 45 2 2 3 3 3 4 5 10 11 12 13 14 n = 50 2 2 3 3 3 4 5 10 12 13 14 15 NOTA .

NBR 8160:1999 33 i) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 60 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 n=6 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 n=7 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3 n=8 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 4 4 n=9 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4 n = 10 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4 n = 11 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5 n = 12 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5 n = 13 1 1 1 1 2 2 2 4 4 5 5 5 n = 14 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5 n = 15 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6 n = 16 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6 n = 17 1 1 1 2 2 2 3 5 5 5 6 6 n = 18 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 6 n = 19 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 7 n = 20 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 7 n = 25 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8 n = 30 1 2 2 2 2 3 3 7 7 8 8 9 n = 35 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10 n = 40 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 10 11 n = 45 1 2 2 3 3 4 4 9 9 10 11 12 n = 50 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13 NOTA . .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

34 NBR 8160:1999

Tabela B.2 - Número de aparelhos a serem considerados em uso simultâneo - ξ = 2,5%

a) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 5 min

Duração média da(s) descarga(s) em segundos

10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

n=2 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2

n=3 1 1 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3

n=4 1 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 4

n=5 1 2 2 2 3 3 4 5 5 5 5 5

n=6 1 2 2 3 3 4 4 6 6 6 6 6

n=7 1 2 3 3 3 4 5 7 7 7 7 7

n=8 2 2 3 3 4 5 5 8 8 8 8 8

n=9 2 2 3 3 4 5 6 9 9 9 9 9

n = 10 2 2 3 4 4 5 6 10 10 10 10 10

n = 11 2 3 3 4 4 6 7 11 11 11 11 11

n = 12 2 3 4 4 5 6 7 12 12 12 12 12

n = 13 2 3 4 4 5 6 8 13 13 13 13 13

n = 14 2 3 4 5 5 7 8 14 14 14 14 14

n = 15 2 3 4 5 6 7 9 15 15 15 15 15

n = 16 2 3 4 5 6 8 9 16 16 16 16 16

n = 17 2 3 4 5 6 8 10 17 17 17 17 17

n = 18 2 4 5 5 6 8 10 18 18 18 18 18

n = 19 2 4 5 6 7 9 10 19 19 19 19 19

n = 20 3 4 5 6 7 9 11 20 20 20 20 20

n = 25 3 4 6 7 8 11 13 25 25 25 25 25

n = 30 3 5 7 8 9 12 15 30 30 30 30 30

n = 35 4 6 7 9 10 14 17 35 35 35 35 35

n = 40 4 6 8 10 12 16 19 40 40 40 40 40

n = 45 4 7 9 11 13 17 21 45 45 45 45 45

n = 50 5 7 9 12 14 19 23 50 50 50 50 50

NOTA - n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

NBR 8160:1999 35

b) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 10 min

Duração média da(s) descarga(s) em segundos

10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

n=2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2

n=3 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 3

n=4 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 4 4

n=5 1 1 1 2 2 2 3 5 5 5 5 5

n=6 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 6 6

n=7 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 7

n=8 1 2 2 2 2 3 4 7 7 8 8 8

n=9 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 9

n = 10 1 2 2 2 3 4 4 8 9 9 10 10

n = 11 1 2 2 3 3 4 4 9 9 10 11 11

n = 12 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 12

n = 13 1 2 2 3 3 4 5 10 11 12 12 13

n = 14 1 2 3 3 3 4 5 11 12 13 13 14

n = 15 2 2 3 3 4 5 6 11 12 13 14 15

n = 16 2 2 3 3 4 5 6 12 13 14 15 16

n = 17 2 2 3 3 4 5 6 12 14 15 16 17

n = 18 2 2 3 4 4 5 6 13 14 16 17 18

n = 19 2 2 3 4 4 5 7 14 15 16 18 19

n = 20 2 3 3 4 4 6 7 14 16 17 18 20

n = 25 2 3 4 4 5 7 8 17 19 21 23 24

n = 30 2 3 4 5 6 8 9 20 23 25 27 29

n = 35 2 4 5 6 6 9 10 23 26 29 31 33

n = 40 3 4 5 6 7 9 12 26 29 32 35 38

n = 45 3 4 5 7 8 10 13 29 33 36 39 42

n = 50 3 5 6 7 8 11 14 32 36 40 43 46

NOTA - n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

36 NBR 8160:1999

c) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 15 min

Duração média da(s) descarga(s) em segundos

10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

n=2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

n=3 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3

n=4 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4

n=5 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5

n=6 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6

n=7 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 6

n=8 1 1 2 2 2 2 3 5 6 6 7 7

n=9 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8

n = 10 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9

n = 11 1 1 2 2 2 3 4 7 7 8 9 9

n = 12 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10

n = 13 1 2 2 2 3 3 4 8 9 9 10 11

n = 14 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 11

n = 15 1 2 2 3 3 4 4 9 10 10 11 12

n = 16 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13

n = 17 1 2 2 3 3 4 5 10 11 12 12 13

n = 18 1 2 2 3 3 4 5 10 11 12 13 14

n = 19 1 2 2 3 3 4 5 10 12 13 14 15

n = 20 1 2 3 3 3 4 5 11 12 13 14 15

n = 25 2 2 3 3 4 5 6 13 15 16 17 19

n = 30 2 3 3 4 4 6 7 15 17 19 20 22

n = 35 2 3 4 4 5 6 8 17 19 21 23 25

n = 40 2 3 4 5 5 7 9 19 22 24 26 28

n = 45 2 3 4 5 6 8 9 21 24 27 29 31

n = 50 2 3 5 5 6 8 10 23 26 29 32 35

NOTA - n é número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

NBR 8160:1999 37 d) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 20 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 n=4 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 4 n=5 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4 n=6 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n=7 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 5 n=8 1 1 1 2 2 2 2 5 5 5 6 6 n=9 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7 n = 10 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7 n = 11 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8 n = 12 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8 n = 13 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9 n = 14 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 9 n = 15 1 2 2 2 2 3 4 7 8 9 9 10 n = 16 1 2 2 2 3 3 4 8 8 9 10 11 n = 17 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 10 11 n = 18 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 12 n = 19 1 2 2 2 3 4 4 9 10 10 11 12 n = 20 1 2 2 3 3 4 4 9 10 11 12 13 n = 25 1 2 2 3 3 4 5 11 12 13 14 15 n = 30 2 2 3 3 4 5 6 12 14 15 17 18 n = 35 2 2 3 4 4 5 6 14 16 17 19 20 n = 40 2 3 3 4 4 6 7 16 17 19 21 23 n = 45 2 3 4 4 5 6 8 17 19 21 23 25 n = 50 2 3 4 5 5 7 8 19 21 23 26 28 NOTA .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto. .

n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.38 NBR 8160:1999 e) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 25 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3 n=4 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3 n=5 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4 n=6 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4 n=7 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n=8 1 1 1 1 2 2 2 4 4 5 5 5 n=9 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6 n = 10 1 1 1 2 2 2 2 5 5 6 6 6 n = 11 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7 n = 12 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7 n = 13 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 7 8 n = 14 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8 n = 15 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9 n = 16 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9 n = 17 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 10 n = 18 1 1 2 2 2 3 4 7 8 9 9 10 n = 19 1 2 2 2 2 3 4 7 8 9 10 10 n = 20 1 2 2 2 3 3 4 8 9 9 10 11 n = 25 1 2 2 3 3 4 4 9 10 11 12 13 n = 30 1 2 2 3 3 4 5 11 12 13 14 15 n = 35 1 2 3 3 4 5 6 12 13 15 16 17 n = 40 2 2 3 3 4 5 6 12 15 16 18 19 n = 45 2 2 3 4 4 5 7 14 16 18 20 21 n = 50 2 3 3 4 5 6 7 16 18 20 22 23 NOTA . .

n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.NBR 8160:1999 39 f) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 30 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=4 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 n=5 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3 n=6 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4 n=7 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4 n=8 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n=9 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5 n = 10 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6 n = 11 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6 n = 12 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7 n = 13 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 6 7 n = 14 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7 n = 15 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 7 8 n = 16 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 8 8 n = 17 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8 n = 18 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9 n = 19 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9 n = 20 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 10 n = 25 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 11 n = 30 1 2 2 3 3 4 4 9 10 11 12 13 n = 35 1 2 2 3 3 4 5 10 12 13 14 15 n = 40 1 2 3 3 3 4 5 12 13 14 16 17 n = 45 2 2 3 3 4 5 6 13 14 16 17 19 n = 50 2 2 3 3 4 5 6 14 15 17 19 20 NOTA . .

n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.40 NBR 8160:1999 g) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 40 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3 n=5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 n=6 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3 n=7 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4 n=8 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4 n=9 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4 n = 10 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n = 11 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n = 12 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5 n = 13 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6 n = 14 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6 n = 15 1 1 1 2 2 2 2 5 5 6 6 6 n = 16 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7 n = 17 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7 n = 18 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7 n = 19 1 1 1 2 2 2 3 5 6 7 7 8 n = 20 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 7 8 n = 25 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9 n = 30 1 2 2 2 2 3 4 8 8 9 10 11 n = 35 1 2 2 2 3 3 4 9 9 10 11 12 n = 40 1 2 2 3 3 4 4 9 10 12 13 14 n = 45 1 2 2 3 3 4 5 10 11 13 14 15 n = 50 1 2 2 3 3 4 5 11 12 14 15 16 NOTA . .

n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto. .NBR 8160:1999 41 h) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 50 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3 n=6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 n=7 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3 n=8 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 4 n=9 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4 n = 10 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4 n = 11 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4 n = 12 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 4 5 n = 13 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n = 14 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5 n = 15 1 1 1 1 2 2 2 4 4 5 5 6 n = 16 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6 n = 17 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6 n = 18 1 1 1 1 2 2 2 5 5 5 6 6 n = 19 1 1 1 2 2 2 2 5 5 6 6 7 n = 20 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7 n = 25 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 8 8 n = 30 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9 n = 35 1 1 2 2 2 3 4 7 8 9 10 10 n = 40 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 10 n = 45 1 2 2 2 3 4 4 9 10 11 12 13 n = 50 1 2 2 3 3 4 5 9 11 12 13 14 NOTA .

n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.42 NBR 8160:1999 i) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 60 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=3 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 n=4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3 n=7 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 n=8 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 n=9 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4 n = 10 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4 n = 11 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4 n = 12 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4 n = 13 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5 n = 14 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5 n = 15 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n = 16 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5 n = 17 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5 n = 18 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6 n = 19 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6 n = 20 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6 n = 25 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7 n = 30 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 8 8 n = 35 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 9 9 n = 40 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10 n = 45 1 2 2 2 2 3 4 8 9 9 10 11 n = 50 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 12 NOTA . .

Número de aparelhos a serem considerados em uso simultâneo .ξ = 5. .0% a) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 5 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 2 2 2 3 3 3 3 3 n=4 1 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 4 n=5 1 1 2 2 2 3 3 5 5 5 5 5 n=6 1 2 2 2 3 3 4 6 6 6 6 6 n=7 1 2 2 3 3 4 4 7 7 7 7 7 n=8 1 2 2 3 3 4 5 8 8 8 8 8 n=9 1 2 3 3 3 4 5 9 9 9 9 9 n = 10 1 2 3 3 4 5 6 10 10 10 10 10 n = 11 2 2 3 3 4 5 6 11 11 11 11 11 n = 12 2 2 3 4 4 6 7 12 12 12 12 12 n = 13 2 3 3 4 5 6 7 13 13 13 13 13 n = 14 2 3 3 4 5 6 8 14 14 14 14 14 n = 15 2 3 4 4 5 7 8 15 15 15 15 15 n = 16 2 3 4 5 5 7 8 16 16 16 16 16 n = 17 2 3 4 5 6 7 9 17 17 17 17 17 n = 18 2 3 4 5 6 8 9 18 18 18 18 18 n = 19 2 3 4 5 6 8 10 19 19 19 19 19 n = 20 2 3 4 5 6 8 10 20 20 20 20 20 n = 25 2 4 5 6 7 10 12 25 25 25 25 25 n = 30 3 4 6 7 9 12 14 30 30 30 30 30 n = 35 3 5 7 8 10 13 16 35 35 35 35 35 n = 40 3 5 7 9 11 15 18 40 40 40 40 40 n = 45 4 6 8 10 12 16 20 45 45 45 45 45 n = 50 4 6 9 11 13 18 22 50 50 50 50 50 NOTA .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.NBR 8160:1999 43 Tabela B3 .

44 NBR 8160:1999 b) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 10 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3 n=4 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 4 4 n=5 1 1 1 1 2 2 1 4 5 5 5 5 n=6 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 6 n=7 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 7 7 n=8 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8 n=9 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 9 n = 10 1 1 2 2 2 3 4 8 8 9 10 10 n = 11 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 10 11 n = 12 1 2 2 2 3 4 4 9 10 11 11 12 n = 13 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13 n = 14 1 2 2 3 3 4 5 10 11 12 13 14 n = 15 1 2 2 3 3 4 5 11 12 13 14 15 n = 16 1 2 2 3 3 4 5 11 12 14 15 16 n = 17 1 2 3 3 3 5 6 12 13 14 16 16 n = 18 1 2 3 3 4 5 6 12 14 15 16 17 n = 19 1 2 3 3 4 5 6 13 15 16 17 18 n = 20 1 2 3 3 4 5 6 14 15 17 18 19 n = 25 2 2 3 4 5 6 7 17 19 20 22 24 n = 30 2 3 4 4 5 7 9 19 22 24 26 26 n = 35 2 3 4 5 6 8 10 22 25 28 30 33 n = 40 2 3 4 5 6 9 11 25 28 31 34 37 n = 45 2 4 5 6 7 9 12 38 32 35 38 41 n = 50 3 4 5 6 8 10 13 31 35 39 42 46 NOTA .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto. .

.n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.NBR 8160:1999 45 c) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 15 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 n=4 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4 n=5 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5 n=6 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5 n=7 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6 n=8 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7 n=9 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7 n = 10 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 8 8 n = 11 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9 n = 12 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9 n = 13 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10 n = 14 1 1 2 2 2 3 4 8 8 9 10 11 n = 15 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 11 n = 16 1 1 2 2 3 3 4 8 9 10 11 12 n = 17 1 2 2 2 3 3 4 9 10 11 12 13 n = 18 1 2 2 2 3 4 4 9 10 11 12 13 n = 19 1 2 2 2 3 4 5 10 11 12 13 14 n = 20 1 2 2 3 3 4 5 10 11 13 14 15 n = 25 1 2 2 3 3 5 6 12 14 15 17 18 n = 30 1 2 3 3 4 5 6 14 16 18 19 20 n = 35 2 2 3 4 4 6 7 16 18 20 22 24 n = 40 2 3 3 4 5 6 8 18 21 23 25 27 n = 45 2 3 4 4 5 7 9 20 23 25 28 30 n = 50 2 3 4 5 6 8 9 22 25 28 31 34 NOTA .

.n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.46 NBR 8160:1999 d) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 20 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3 n=4 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3 n=5 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4 n=6 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 4 n=7 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n=8 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 5 6 n=9 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6 n = 10 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7 n = 11 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7 n = 12 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 7 8 n = 13 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 8 n = 14 1 1 1 2 2 3 3 6 7 8 8 9 n = 15 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9 n = 16 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 10 n = 17 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 10 10 n = 18 1 1 2 2 2 3 4 8 9 9 10 11 n = 19 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 11 n = 20 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 12 n = 25 1 2 2 2 3 4 5 10 11 12 13 14 n = 30 1 2 2 3 3 4 5 12 13 14 16 17 n = 35 1 2 3 3 4 5 6 13 15 16 18 19 n = 40 1 2 3 3 4 5 6 15 16 18 20 22 n = 45 2 2 3 4 4 6 7 16 18 20 22 24 n = 50 2 3 3 4 5 6 8 18 20 22 24 27 NOTA .

NBR 8160:1999 47 e) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 25 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 n=5 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3 n=6 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4 n=7 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 4 n=8 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n=9 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5 n = 10 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 5 6 n = 11 1 1 1 1 2 2 2 5 5 5 6 6 n = 12 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7 n = 13 1 1 1 1 2 2 3 5 6 6 7 7 n = 14 1 1 1 2 2 2 3 5 6 7 7 8 n = 15 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 8 8 n = 16 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 8 n = 17 1 1 1 2 2 3 3 6 7 8 8 9 n = 18 1 1 1 2 2 3 3 7 7 8 9 9 n = 19 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 10 n = 20 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10 n = 25 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 12 n = 30 1 2 2 2 3 4 4 10 11 12 13 14 n = 35 1 2 2 3 3 4 5 11 12 14 15 16 n = 40 1 2 2 3 3 4 5 12 14 15 17 18 n = 45 1 2 3 3 4 5 6 14 15 17 19 20 n = 50 1 2 3 3 4 5 6 15 17 19 20 22 NOTA . .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

48 NBR 8160:1999 f) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 30 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 n=3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3 n=5 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 n=6 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4 n=7 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4 n=8 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 4 n=9 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5 n = 10 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n = 11 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 6 n = 12 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 6 6 n = 13 1 1 1 1 1 2 2 5 5 5 6 6 n = 14 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7 n = 15 1 1 1 1 2 2 2 5 6 6 7 7 n = 16 1 1 1 1 2 2 3 5 6 6 7 7 n = 17 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 7 8 n = 18 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 8 8 n = 19 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 9 n = 20 1 1 1 2 2 2 3 6 7 8 8 9 n = 25 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 10 11 n = 30 1 1 2 2 2 3 4 9 10 11 12 12 n = 35 1 2 2 2 3 4 4 10 11 12 13 14 n = 40 1 2 2 3 3 4 5 11 12 13 15 16 n = 45 1 2 2 3 3 4 5 12 13 15 16 18 n = 50 1 2 3 3 3 5 6 13 14 16 18 19 NOTA .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto. .

NBR 8160:1999 49 g) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 40 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=3 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 n=4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3 n=6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 n=7 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 n=8 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4 n=9 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4 n = 10 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4 n = 11 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 5 n = 12 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n = 13 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5 n = 14 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 6 n = 15 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 5 6 n = 16 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 6 6 n = 17 1 1 1 1 1 2 2 5 5 6 6 6 n = 18 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7 n = 19 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7 n = 20 1 1 1 1 2 2 2 5 6 6 7 7 n = 25 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 9 n = 30 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10 n = 35 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 11 n = 40 1 1 2 2 3 3 4 9 10 11 12 13 n = 45 1 2 2 2 3 4 4 9 11 12 13 14 n = 50 1 2 2 3 3 4 5 10 12 13 14 15 NOTA .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto. .

n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.50 NBR 8160:1999 h) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 50 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=3 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 n=4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3 n=7 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 n=8 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 n=9 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3 n = 10 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4 n = 11 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4 n = 12 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4 n = 13 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 5 n = 14 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 5 n = 15 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n = 16 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5 n = 17 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 6 n = 18 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 5 6 n = 19 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 6 6 n = 20 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 6 6 n = 25 1 1 1 1 2 2 2 5 6 6 7 7 n = 30 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 9 n = 35 1 1 1 2 2 3 3 7 7 8 9 10 n = 40 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 10 11 n = 45 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 12 n = 50 1 1 2 2 3 3 4 9 10 11 12 13 NOTA . .

NBR 8160:1999 51 i) Intervalo de tempo médio entre descargas consecutivas = 60 min Duração média da(s) descarga(s) em segundos 10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500 n=1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n=3 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 n=4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 n=5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 n=7 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3 n=8 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3 n=9 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 n = 10 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 n = 11 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4 n = 12 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 4 4 n = 13 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 4 4 n = 14 1 1 1 1 1 1 2 3 2 4 4 4 n = 15 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 4 n = 16 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 5 n = 17 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 5 5 n = 18 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5 n = 19 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5 n = 20 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5 n = 25 1 1 1 1 1 2 2 5 5 6 6 6 n = 30 1 1 1 1 2 2 2 5 6 6 7 7 n = 35 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 8 8 n = 40 1 1 1 2 2 3 3 6 7 8 9 9 n = 45 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10 n = 50 1 1 2 2 2 3 3 8 8 9 10 11 NOTA .n é o número total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto. .

para n = 0. (4) contidas em 4. que se referem.769 (n = 0. referente a outros materiais.. e de Qe é a vazão no trecho considerado.2.96 Válvula de descarga 1. ramais de I é a declividade do trecho considerado.013).2.Diâmetro do tubo de queda.097 6.50 Mictório sem sifão integrado Caixa de descarga.759 1) Os valores de vazão de projeto no tubo de queda. subcoletores e coletor predial segundo. isto é: de = .772 31.5 .2.050 3.40 Chuveiro ou ducha Misturador (água fria) 0..20 Lavatório Torneira ou misturador (água fria) 0.70 Banheira Misturador (água fria) 0.422 1/3 1.004 8.697 5.. em s/ 3 m . Tabela B.25 1) Adaptado da NBR 5626:1998..001 10. B.52 NBR 8160:1999 Tabela B.. B. registro de pressão 0.2. .32 Qe = qi . tubulação plástica1) Dimensões em litros por segundo to Diâmetro do tubo de queda (DN) 50 75 100 150 1/4 1.30 ou pratos Mictório com sifão integrado Válvula de descarga 0.669 19.1 O diâmetro dos ramais de descarga.90 Bidê Misturador (água fria) 0. em metros. (6) onde: onde: de é o diâmetro do trecho considerado.358 4.. respecti- vamente.623 25.ferro fundido novo: 0.25 Tanque Torneira 0. . ao escoamento à meia seção e 3/4 do diâmetro: NOTAS 3/8 1 A declividade adotada deve obedecer às recomendações n 3/8 Qe I -3/16 de = . em litros por esgoto.2 Dimensionamento dos ramais de descarga. subcoletores e coletor predial pode ser calculado a partir das expressões (4) e (5).012).15 ou válvula de descarga para mictório Pia Torneira ou misturador (água fria) 0. podem ser obtidos multiplicando-se estes valores pelos seguintes coeficientes: . 6. n é o coeficiente de Manning. qi é a vazão de contribuição do aparelho do tipo i.010.4 . (5) 8.ferro fundido usado: 0.15 Máquina de lavar roupas Registro de pressão 0.644 2 A vazão no ramal de descarga é a mesma do aparelho sanitário 3/8 n 3/8 Qe I -3/16 a ele conectado.663 7/24 1.833 (n = 0. esgoto.Vazões unitárias dos aparelhos sanitários1) Aparelho sanitário Ponto de consumo Vazão unitária L/s Bacia sanitária Caixa de descarga 0.

Tabela B.2.010 (tubu. B. (7) 4) Enquanto que a vazão no coletor predial será: onde: ∑ i =1(mi q i ) n Qe = . .2 e B.ferro fundido novo: 0. o valor de mi pode ser obtido nas qi é a vazão de contribuição do aparelho sanitário do tipo i.2.2. uma vez que nestes casos o número de aparelhos sani- ção.012).053 75 .. mi é o número de aparelhos sanitários do tipo i a serem considerados em uso simultâneo.585 50 . para n = 0. lização. 0. B.906 12.824 6..721 150 9.120 100 3. será dada 3) Nos subcoletores.6 indica os valores de vazão máxima 2 Para uso normal. 0. sendo n = 0.704 3.ferro fundido usado: 0.142 14. . 1 Para uso congestionado.6 . a vazão será dada por: por: Qe = QTq . tários instalados é muito pequeno.013).3. escoamento à meia seção. para um dado fator de NOTAS falha. o valor de mi deve ser estipulado pelo projetista do sis- metros nominais e declividades.0 1. (8) Qe = ∑ i =1(mi qi ) n . (9) n é o número de tipos de aparelhos sanitários no tre- cho considerado. considerando-se escoamento à meia se. no caso do ramal de esgoto.160 19.758 5.0 40 . .. .769 (n = 0.5 2.0 4. onde: mi é o número de aparelhos sanitários do tipo i a serem considerados em uso simultâneo. tabelas B. 2.416 0.507 0. devendo ser observada a restrição de ≥ ds ( diâmetro da seção de saída do sifão) a fim de evitar o estrangu- lamento na saída do desconector: .NBR 8160:1999 53 B.010.210 2. Qe. /ANEXO C . em função de diversos diâ..923 1. qi é a vazão de contribuição do aparelho sanitário do tipo i.1.2.. para um n é o número de tipos de aparelhos sanitários no trecho dado fator de falha. tubulação plástica1) Declividade DN % 1. considerado.014 17.0 3.825 1) A vazão de projeto referente a outros materiais pode ser obtida multiplicando-se estes valores pelos seguintes coe- ficientes. tabela.2 A tabela B.3 A vazão..367 4. devido às características peculiares de uti- no ramal de descarga. tema predial de esgoto sanitário e não determinado pela referida lação plástica).121 4.Vazão máxima no ramal de descarga.754 0.833 (n = 0.

cals.1 Variáveis admissíveis Ho.10 -3 mm. A seguir é apresentado o cálculo das variáveis admis. manas.Alguns valores de Ho.73 mm Ha.3 mm. (2) he.s ≥ Dr i. M. em milímetros.i ≥ Hr.i encontram-se na tabela C.27 mm he.m2 / Ce.00 mm C. enquanto que y é característico de vento e das variações da pressão ambiental. é dado pela seguinte expressão: obtém-se: Ha.1 Condições gerais he. Ha. Da.2.i é a altura do fecho hídrico perdida por evapo- ração no desconector i.i = Ho.i = C e. em milímetros.i para diferentes tipos de desconectores.i π (1. . M.y ) ∆t .2 = 34. depressões e sobre. O modelo consta basicamente em verificar se os valores b) o valor da altura do fecho hídrico perdida por de altura dos fechos hídricos.m2/no semana.2= 50.5 semanas como pe- Sr é a sobrepressão máxima no sistema. é obtido pela pressões admissíveis características do sistema. cuja variável é função da geome- tria do desconector e das condições climáticas do ∆t = 4..i é o coeficiente de evaporação do desconector Da.00 mm Ho. cada ambiente.i .1 também são apresentados valores de Ce. em pas- ríodo de não utilização do desconector.1. em Pascals. suponha um síveis e resultantes que constam nas inequações (1).m2 / no semana no semana Esta seqüência deve ser desenvolvida para cada des- conector: π = 2 340 N/m2 y = 0. em milímetros. he..i Ce. O modelo apresentado deve ser aplicado a um sistema predial de esgoto sanitário dotado apenas de ventilação NOTA .2. tiragem térmica e ação do se na tabela C.1 Cálculo da perda de altura do fecho hídrico admissível (Ha. em pascals.7 a) o cálculo de Ha.. y é a umidade relativa do ar ambiente.i . este princípio é traduzido através das seguintes inequações: onde: Ha. em milímetros.i é a perda de altura do fecho hídrico provocada por auto-sifonagem.54 NBR 8160:1999 Anexo C (normativo) Modelo para verificação da suficiência de ventilação primária em sistemas prediais de esgoto sanitário5) C.2= 5.s ≥ Sr . em milímetros. Ha.A.i é a perda de altura do fecho hídrico admissível e. evaporação no desconector. (3) Matematicamente..i . em função da temperatura encontram- de sifonagem induzida.1 = 8.20 mm Ho.1 = 25. conseqüentemente : para o desconector i. Sa. em se- cals.i é perda de altura do fecho hídrico admissível para o desconector i. he. No intuito de ilustrar este equacionamento. d) usualmente. em pas.1 = 29. Montenegro.80 mm onde: Ha. primária.1 = 55.5 semanas ambiente sanitário. Hr.. ração do fecho hídrico do desconector i.2. admen- sional. c) na tabela C. ∆t é a duração máxima da exposição à evapo- Sa. quais sejam. para maiores detalhes ver anexo H. e supondo ainda os seguintes va- C. são seguinte expressão: ultrapassados ou não. cals.i) Ce. Os Dr é a depressão máxima provocada pelos efeitos valores de π . adota-se ∆t = 4.he.2 = 15..i .i é a altura do fecho hídrico inicial do des- conector i. (1) π é a pressão do vapor d’água do ar saturado na onde: temperatura ambiente.10 . 5) Graça.s é depressão admissível no sistema. em pas.H.E. C..1. sistema com apenas dois tipos de desconectores.s é a sobrepressão admissível no sistema.2 Cálculo das variáveis admissíveis e resultantes lores para as variáveis afins. em mm. onde a suficiência desta deve ser avaliada.. tipo 1 e tipo 2.

C. observa-se: Deve ser calculada a depressão admissível para cada tipo i de desconector contido no sistema. o menor a) para o cálculo de Da.s = Sa. (6)  (1+ Rv.89 D as é a depressão admissível no sistema.75 mm 34. em newtons por metro cúbico.55 Pa Da.i < Hs. Hs.s é a sobrepressão admissível no sistema.i é a relação entre os volumes das câmaras de com a unidade.s = mín.00 Rv. deve-se considerar ainda para os des.. tipo i de desconector contido no sistema.20 mm > 25. em Pascals. γ Ho. 539.2 = 490. A seguir é apresentada seqüência de cálculo da sobre- metros.i) Hs.1.75 mm Hs. em milí. tem-se: Rv.i )2 Ha.i  .2 Cálculo da depressão admissível no sistema (Da.i  . Sa..2.i γ  Sa.s) A seguir é apresentada a seqüência de cálculo da de. [1174.1 = mín.00 Rv..2 = 490.1 Ha.i  volvido para cada desconector i : b) quando Rv. considerando H a.02 mm Logo. Rv.2 que todos estejam sujeitos às mesmas ações.s = Da.81 (1 + Rv.i ≥ 1: .i: Assim: 0.i = 9.i γ Ho.i γ  Sa.para Ha.3 cálculo da sobrepressão admissível no sistema (Sa. considerando que todos estejam sujeitos às mesmas ações. sendo que o menor valor encontrado será Da. Deve ser calculada a sobrepressão admissível para cada pressão admissível para cada tipo i de desconector (Da..02 mm Sa.i).1 = 0. conforme demonstrado a seguir: entrada e de saída do desconector i. O cálculo de Sa.i onde: onde: Sa.i: Conseqüentemente: Hs.2 = 1. 81 N/m3 Sa.3. 490.2 = 1.85 Rv.i .i .i = 9. Por exemplo. a) quando Rv. 29.  .i encontram-se na tabela C.  R v.81 (1 + Rv.33 .i depende da comparação do valor de Rv.i > Hs. Por exemplo..55] Sa.73 mm < 29.i .i) Ha.i = mín.. Assim: Da. (10)  R v..i Sa.i .i é necessário inicialmente valor encontrado será Sa. (5) 1 + Rv.00 = 1.i = mín.NBR 8160:1999 55 C.85 < 1..i )2 Ha.i < 1: γ é o peso específico da água. (4) onde: onde: Da..00.2 = mín.00 γ = 9.2. pressão admissível para cada tipo i de desconector (Sa..i . admen- sional. onde tem-se que: sentados para os desconectores tipo 1 e tipo 2.i: Da.i Rv..i é a sobrepressão máxima admissível no c) os valores de Rv.89 Pa Das = min Dai . sifão i.  .s..1 = 0.(8) Hs.i).s.102 γ Ho..1.s) d) comparando estes valores com aqueles já calcu- lados para Ha. (9) b) calculado Hs.i é a perda máxima de altura do fecho hídrico devido à depressão no desconector i.para Ha. [1342.i: Da.1 < H s.i  .50 Pa . calcular a grandeza Hs..  (1+ Rv. o seguinte procedimento é desen.2 > H s.1 = 539.2 = 490. em pascals.i = .1= 29. (7) onde: Sa.50] Calculando Hs.2 = 25. em pascals. considerando os dados anteriormente apre- conectores tipo 1 e tipo 2.

8 .7 29 4003.1 33 5028.3 35 5621.56 NBR 8160:1999 Tabela C.9 32 4752.Altura do fecho hídrico e coeficiente de evaporação de desconectores Desconector Altura do fecho Coeficiente de evaporação (10-3) hídrico inicial mm (mm.0 30 4240.04 Sifão tipo “P” flexível 50 1.3 31 4490.50 Caixa sifonada 100x150x50 mm com grelha 50 4.1 28 3777.2 27 3563.1 38 6623.Pressão do vapor d’água do ar saturado em função da temperatura ambiente Temperatura ambiente Pressão do vapor d’água do ar saturado °C Pa 25 3165.73 Sifão tipo “S” rígido 43 0.m2 / no semana) Caixa sifonada 150x150x50 mm com grelha 47 5.3 40 7372.88 Tabela C.2 .79 Sifão tipo “S” flexível 42 1.3 36 5938.9 26 3359.7 39 6990.00 Sifão tipo garrafa com corpo removível 37 2.1 .1 34 5317.55 Sifão incorporado em bacia sanitária 55 8.5 37 6273.

(12) Qar = α QTq2/5 .00 Sifão tipo “S” rígido 15 25 1.m é a perda de altura do fecho hídrico resultante por auto-sifonagem.2.i = máx. pressão: será desconsiderado o fenômeno da auto-sifonagem. em litros por segundo.2. pode ser calculada pela Dr.2.. resultado da auto-si- fonagem.2.amb] . em pascals.2 Variáveis resultantes onde: C. [ |Dr. em pascals. Qar é a vazão de ar que escoa pelo núcleo do tubo de binada de sifonagem induzida. Hr. . tiragem térmica e ação queda.2. onde: Dr.. conforme premissa de dimensionamento do induzida pode ser calculado a partir da seguinte ex- subsistema de coleta e transporte de esgoto sanitário.i ) sifonagem induzida.si é a depressão resultante do efeito de sifonagem seguinte expressão: induzida.2. Qar.2. Dr..5 QTq ..2. O cálculo da depressão máxima resultante da ação com. na mon... tiragem térmica e ação do vento e das variações da pressão ambiental.m .. e das variações da pressão ambiental pode ser feito através da seguinte expressão: O valor da vazão de ar.00 C.85 Sifão tipo garrafa com corpo removível 32 40 1. A perda de altura do fecho hídrico. (13) Logo: onde: Hr. α é um coeficiente admensional.NBR 8160:1999 57 Tabela C. induzida (Dr. do vento. para o desconector i.2 Depressão máxima resultante (Dr) ar no tubo de queda.2.2. I1 = 1 para ambientes em pressão positiva (ventilação QTq é a vazão de projeto no tubo de queda. para um desconector i.00 Sifão tipo “S” flexível 19 38 1.2.tv| ] + I1 [Dr.tv é a depressão resultante dos efeitos de tiragem térmica e ação do vento.3 .si = kTq Qar2 . em litros ou ar-condicionado). Hr.i é a perda de altura do fecho hídrico resultante pressão ambiental.2. em milímetros. O equacionamento para estas variáveis está descrito em C.2.Relação entre os volumes das câmaras de entrada e saída de desconectores Desconector Diâmetro de entrada Diâmetro de saída R v. (14) com: onde: I1 = 0 para ambientes em pressão negativa (exaus- tão). em pascals. máxima por auto-sifonagem do desconector i.i.amb é a depressão resultante das variações da Hr. em milí- metros.1 e C. é obtido a partir da seguinte expressão: Dr = máx. em pascals.si| |Dr.00 Sifão incorporado em bacia sanitária .si ) Considerando-se que o escoamento nos ramais seja O valor da depressão resultante do efeito de sifonagem livre.1 Perda de altura do fecho hídrico provocada por Dr é a depressão máxima resultante dos efeitos de auto-sifonagem (Hr. C.i.07 Caixa sifonada 150x150x50 mm com grelha 38 45 1.i mm mm adm Caixa sifonada 150x150x50 mm com grelha 38 50 0.2. 0.1. .1 Depressão resultante do efeito de sifonagem tagem. por segundo..2. (11) Dr.72 Sifão tipo “P” flexível 38 50 1.i = 0 kTq é o coeficiente de máxima perda de pressão do C. Hr.

0  R   ∑Qetj  7. onde s é o número de trechos sob estudo.s kj 2 ∑ 4 =B . 3/5 s é o número de trechos do tubo de queda respectivos  R   ∑Qetj  ao número total de ramais em uso simultâneo. et é a espessura da coroa circular no trecho t do tubo de queda.2 seja totalizada.Valores do coeficiente de perda de pressão  Dtq  .4 .. na qual observa-se também que nc = 2.3 150 46.1.35    j=1   D tq  9 Bacia com entrada .   e t = 25  j =1  Tabela C. em metros (ver figura C.1). entre o ramal j e o ramal j + 1.s kj  a) inicialmente admite-se.2et ) 100 24.. conectado ao tubo de queda. relacionados na tabela C. t é dado pela equação: mal j + 1. ls é o comprimento da parte seca do tubo de queda.2.5 40 1. a R. DTq é o diâmetro interno do tubo de queda. como situação mais des- I 1+ 70 Is + 0. são dados na tabela C.0 dado por: 3 40 ≤ 1. a seguir descritas:    R. o mesmo princípio deve ser seguido. em milí- metros. nc é o número de curvas na parte seca do tubo de considerando que há apenas um ramal por andar queda. O coeficiente de máxima perda de pressão de ar no tubo de queda é determinado a partir da seguinte expressão: Já a abordagem da expressão B requer algumas con- siderações. para diferentes diâmetros do tubo de De maneira a elucidar a equação acima.   suave   .4.9 x 10   5 D 4    j=1.0 75 15. kj são os coeficientes de perda de pressão do ramal d) o número de andares contribuindo cresce de j = 1 considerado.1 tem-se R = s = 2. representativo de um trecho. cresce de t = 1 até s.2 et )  4 ... R é o número total de ramais em funcionamento Para situações onde houver dois ou mais ramais por simultâneo.4. cabe salientar queda.Valores de α para o tubo de queda I   1+ 70 Is + 0..... duas expressões nela contidas: Tabela C. Por exemplo.5 .1.5 A variável ls da expressão A encontra-se ilustrada na fi- gura C.4 nc  + 2 ∑ kTq = 4. t =1 (Dtq . (16) Tq4  Tq  mm adm e 50 8.58 NBR 8160:1999 Os valores de α. (18) do ramal     kj dr Qej mm L/s onde o somatório das vazões dos ramais em funciona- mento simultâneo que contribuem ao trecho t do tubo é 2 40 ≤ 1. t=1 (Dtq . (17) j=1. b) o índice t. conforme explicitado na expressão B. que as descargas dos ramais no tubo de  DTq  Tq queda ocorram a partir do último andar até um de- onde: terminado andar onde a vazão calculada conforme B. j é o índice representativo do ramal. O cálculo da espessura da coroa circular em cada trecho t é o trecho do tubo de queda entre o ramal j e o ra.4 nc  = A DTq α D  D  .(15) favorável. c) convém salientar que s é rigorosamente igual ao número de ramais descarregando simultaneamente. andar conectados ao tubo de queda. na figura C.3 R.

todas as vazões simultâneas ocorrentes a montante devem ser consideradas. conforme tabela C. Dr.3 (ver tabela C.6.77  -19.62 hTq ∆θi + ε Ve   2 θ θ θ . o comprimento do mesmo. Logo.2. Para o valor de B: Ve é a velocidade do vento. em tal situação. (19) Desta forma.5.. Considerando k1 = k2 = 9. calcula-se KTq: 2 Quanto ao tubo ventilador primário. Supondo neste caso: Qar = α QTq2/5 . haverá sucção no topo do mesmo e.2. Com os valores de A e B. verifica-se que para calcular et para um onde: determinado trecho.8 onde: Exemplificando agora a expressão B: hTq é a altura do tubo de queda. em kelvins. em kelvins.tv) conforme indicado na figura C. conforme apresentado. e é calculada pela seguinte expressão: DTq = 100 mm nc = 2 ls = 2.NBR 8160:1999 59 Nesta equação.2 Depressão resultante do efeito de tiragem térmica jusante do encontro do ramal j = 2 com o tubo de queda. é em tal região que ocorrem as verifica-se uma sobrepressão e não uma depressão. em metros por segundo.5 QTq hTq = 45.tv resultar maior que zero.0 L/s Qet2 = Q1 + Q2 = 2.. a qual máximas depressões. cujo Qar = 29.2 e1)4 + k2 / (DTq .si = 187. e supondo-se que: ação do vento. Portanto: A máxima perda de pressão ocorre logo a jusante do encontro do ramal mais abaixo com o tubo de queda. e1 = 25 (Qet1/DTq) = 1. ε = .30 m Dr.4) QTq = Qet2 = 2. e ação do vento (Dr. deve ser adicionada às demais parcelas de sobrepressão. α = 24.0.2225090 relação à laje ou ao telhado.06 L/s somatório perfaz Qet.0 L/s .1. A vazão de ar também deve ser calculada para esta mesma região para a qual foi calculado o KTq.91 Pa Neste sentido.39 mm interior do tubo de queda e do ar exterior.2. se este for elevado em KTq = 0. em metros. obtém-se: NOTAS -7 B = 4. na expressão A :  i e e  A = 3 x 10 . B = 2 [ k1 /(DTq . admensional. Logo: θ e é a temperatura do ar exterior. isto é.6 Todavia. 3 Cabe ainda ressaltar que se Dr. Qet1 = Q1 = 1. θ i = 293 K (20oC) Ve = 10 m/s ∆θ i = 15 K DTq = 100 mm . neste ponto é calculado o respectivo coeficiente.2 e2 )4 ] ε é o coeficiente de pressão dinâmica do terminal do tubo de queda. nesta região. na realidade. o valor de KTq é calculado para a região à C. A depressão resultante do efeito de triagem térmica e Ainda acompanhando esta figura.0 L/s θ i é a temperatura do ar no interior do tubo de queda.50 m θe = 278 K (5oC) ε = . já que.0. independe da ocorrência do escoamento. 57 mm 3/5 ∆θ i é a diferença de temperatura entre o ar no e2 = 25 (Q et2 / DTq ) 3/5 = 2.1.2 x 10 1 A altura do tubo de queda é.tv = 176.

amb| . for ultrapassado.3 Verificação da suficiência da ventilação primária Dr. .2..tv = .1. a ventilação primária prevista é suficiente.s = 490. Dr = máx . de sobrepressão e das variações da pressão am- biental.60 NBR 8160:1999 Obtém-se: I2 = 1 para ambientes em pressão negativa (exaus- tão).3. de forma a garantir a não ultrapassagem.2.3 Cálculo da sobrepressão máxima resultante da ação combinada de sobrepressão e das variações da pressão ambiental (Sr) Por exemplo.2 = 34.50 > Sr = 0. devem ser feitas comparações entre os va- Finalmente.3.amb em condições normais seja O sinal negativo indica a ocorrência de depressão.91 Pa| . em Pascals. retomando os valores até aqui trabalhados: O cálculo da sobrepressão máxima resultante da ação a) Ha.64.sb + I2 |Sr.2. logo: C.i e Dr = máx.3 Depressão resultante das variações da pressão eliminando-se portanto tal efeito. Dr.00 mm combinada de sobrepressão e das variações da pressão ambiental é feito a partir de: Ha. em Pascals. |Dr. (20) b) Da.2 Se algum dos valores admissíveis dos parâmetros indicados em C.. se: Ha. C.amb é desprezível em condições normais.14 Pa Considerando-se que Sr.1 = 29. [ |187.si| . ou então prever a I2 = 0 para ambientes em pressão positiva ventilação secundária.2.3.amb] Então. | 67. C.73 mm > Hr.sb é a sobrepressão máxima resultante dos efeitos a alteração dos parâmetros iniciais do sistema (tais como: de sobrepressão no sistema. onde: diâmetros.00 mm Sr = S r. tem-se: ambiental (Dr.2 = 0.89 Pa > Dr = 187.s = 490. pode-se proceder S r.s ≥ Sr. voltando para a expressão de Dr: lores resultantes calculados e os valores máximos admissíveis.2.s ≥ Dr e Dr = 187. [ |Dr. etc.1 = 0. nula e observando as recomendações do item conforme 4. declividades.).91 Pa Sa. C.4.20 mm > Hr.amb = 0 C.2.00 Pa Sr é a sobrepressão máxima resultante dos efeitos conclui-se que a ventilação primária prevista é suficiente.1 Para a verificação da suficiência da ventilação pri- mária.00] Da.2.amb) Sr = 0 O valor de Dr.tv| ] + I1 [Dr.91 Pa onde: c) Sa. o qual apresenta as regiões de sobrepressão no tubo de queda onde os ramais não devem ser conectados. (ventilação e ar condicionado).14 Pa | ] + I1 [ 0. traçados alternativos.i ≥ Hr.

NBR 8160:1999 61 Perda de carga na parte entrada Figura C.Esquema do tubo de queda para estudo das depressões /ANEXO D .1 .

aos ramais e colunas de ventilação.1 Condições gerais onde: Este roteiro de cálculo refere-se à ventilação secundária. Montenegro.2 .1 Dimensionamento do ramal de ventilação secundária f é o coeficiente de perda de carga distribuída. .2. M. assume a seguinte forma: D.2 .037 100 50 100 0..2.2.. D. obtidos a partir da tabela D.06 L/s Qar é a vazão de ar que escoa pelo núcleo de ar no logo: tubo de queda.40 L/min O diâmetro da coluna de ventilação.2 Tabela D.06 [Lv (Q ar’)2]1/5 . pode ser obtido através da seguinte expressão: Dcv ≈ 75 mm Dcv = 4.. em mi- límetros.2 d).1. conhecidos Qar’ e Lv.DN D cv f de d rv DN adm 40 40 40 0. Qar’ = 1162. em litros por segundo. (1) Dcv adotado: DN 100 /ANEXO E 6) Graça.2.E.033 D..1 A vazão de ar na coluna de ventilação é estimada como sendo igual a 2/3 da vazão de ar no interior do tubo Dcv = C x f 0.H. M.2. será determinado o valor do diâmetro da coluna de De onde resulta: ventilação. D. em li- tros por minuto. em função do diâmetro do ramal de Os valores do coeficiente de perda de carga podem ser descarga ou de esgoto ao qual está conectado.1 . A interdependência entre Dcv e f conduz a uma solução QTq é a vazão de projeto no tubo de queda. (2) de queda.2 Dimensionamento da coluna de ventilação secundária A expressão que define o diâmetro da coluna de ven- tilação. onde: A vazão de ar no interior do tubo de queda pode ser determinada pela expressão 14) de C.62 NBR 8160:1999 Anexo D (normativo) Dimensionamento do subsistema de ventilação secundária6) D.. Qar’ = 40 Qar O diâmetro comercial imediatamente superior ao calcu- lado deve ser o diâmetro a ser adotado. em milí- ou seja. a partir da tabela D. onde Por exemplo. Calculando Dcv: derando-se a perda de carga nas singularidades. para maiores detalhes ver anexo H.Quanto ao comprimento de Lv da coluna de ventilação.1. metros.2. Qar = α Q Tq 2/5 . Quando a identidade for atingida.. em litros iterativa da equação. quando este for o caso.Coeficiente de perda de carga distribuída do diâmetro do ramal de descarga ou de esgoto .2. α é o coeficiente admensional. por segundo. a qual é C = 4..06 [f x Lv (Qar’)2]1/5 . Dcv é o diâmetro da coluna de ventilação.2 Roteiro de cálculo Lv é o comprimento da coluna de ventilação. Qar’ é a vazão de ar na coluna de ventilação.5 QTq conforme 5. (3) reproduzida abaixo: NOTA .046 50 40 50 0.1. considerando-se uma perda de carga máxima de 25 mmca e desconsi. Qar = 29. deve ser incluído ao mesmo o trecho do tubo ventilador primário entre o ponto de inserção da coluna e a ex- onde: tremidade aberta do referido tubo ventilador..042 75 50 75 0. ad- O diâmetro do ramal de ventilação pode ser determinado mensional.2.A.Diâmetro do ramal de ventilação em função Tabela D.

e deve ser tal. É vedada a confecção de juntas que deformem ou O intervalo entre os dispositivos fixadores varia conforme venham a deformar fisicamente os tubos ou aparelhos o material da tubulação. Nenhum material utilizado na execução de juntas deve adentrar nas tubulações de forma a diminuir a seção de As tubulações devem ser fixadas de forma que não sofram passagem destas tubulações. tanto da estrutura do possibilite garantir a declividade de projeto das tubu- prédio como do próprio material da instalação. etc. no tocante ao manuseio (carregamento.NBR 8160:1999 63 Anexo E (informativo) Procedimentos e cuidados na execução dos sistemas prediais de esgoto sanitário E. ção mostrarem-se insuficientes para prevenir movimentos longitudinais. cercada de material adequado. cutado por meio de junta elástica (anel “O-ring”) deve-se fixar a tubulação de forma a prevenir a ocorrência de de- A largura da vala deve ser tal que permita a execução flexão nas juntas. Quando a tubulação atravessar paredes e pisos no sen- tido transversal. Partes ou componentes da instalação que permaneçam gados nas instalações devem atender às disposições externamente (instalação aparente) e requeiram proteção contidas nas normas brasileiras relativas ao manuseio contra corrosão atmosférica devem ser fixadas de tal dos mesmos. seu assento e rejuntamento. As instruções dos fabricantes devem ser sempre obser- vadas de forma a se obter uma junta eficaz. E. devem ser projetadas ancoragens de forma Todas as aberturas devem ser devidamente protegidas a resistir às possíveis solicitações do solo. vidades. Pontas de rocha ou outros materiais perfurantes.3 Assentamento em valas E. pisos. de forma a se poder aplicar tinta ou outro tipo de revesti- Além das normas. sendo que todos os fixadores devem cantes. devem ser observadas as instruções dos fabri.5 Proteção durante a obra O fundo das valas deve ser cuidadosamente preparado Todo cuidado deve ser tomado para proteger as tubu- de forma a criar uma superfície firme para suporte das tu. fazer bolsa alargando o diâmetro do tubo por passíveis de acumulação de esgoto e ou contradecli- meio de aquecimento. tráfego externo. sanitários. e armazenamento). prin- cipalmente quando se utiliza tubos ou peças de material Todas as juntas executadas nas tubulações. /ANEXO F . que não provoque. maneira que o acesso seja livre em volta das mesmas. a distância mínima livre ao redor deve cífica. O método de fixação das instalações deve considerar os E. sitivos de inspeção. As juntas e as tubulações devem estar de tal forma arran- jadas que permitam acomodar os movimentos decorren- O método de fixação das tubulações deve ser tal que tes de efeitos de dilatação térmica. como por ao longo do desenvolvimento da mesma. e prevenir a entrada de materiais estranhos para o inte- rior das mesmas.2 Juntas movimentos causados por variação de temperatura. lações. e entre as plástico.1 Manuseio de materiais E. lama. ser igual a 30 mm. mento protetor. dos produtos por eles fabricados. das atividades de montagem das tubulações.4 Proteção e fixação Todas as tubulações. temporária ou permanente. na região de junção entre as partes. tubulações e os aparelhos sanitários devem ser es- tanques ao ar e à água devendo assim permanecer du. É recomendável o não carregamento nas tubulações de qualquer carga externa. fibra de vidro e de cobre. devem ser removidas e substituídas por material de Quando o método de junção entre as tubulações for exe- enchimento. transporte estar alinhados e fixos rigidamente ao corpo da edificação. du- Durante o reaterro das valas. durante toda a execução da obra. por peças ou meios adequados e assim permanecerem entre outras. devem ser protegidos por material que absorva as movimentações. Quando tubos destes materiais atravessam paredes ou rante a vida útil. compactado de forma a resistir a movimentos ocasionados durante o reaterro. componentes e materiais empre. lações e aparelhos sanitários durante execução da obra bulações. as mesmas devem ser protegidas com material inerte. danos causados pela movimentação da estrutura do prédio ou por outras solicitações mecânicas. Todas as tampas dos acessos para inspeção e limpeza devem estar colocadas e fixadas nos respectivos dispo- Exceto quando os métodos de rejuntamento e compacta. e no caso de não existir norma espe. a tubulação deve estar rante ou após a execução da obra. trechos exemplo.

para raspagem do material acumulado no interior da tema predial de esgoto. É recomendado o uso criterioso deste mé- água à pressão elevada. Usualmente são utilizadas substâncias à base de soda podem ser removidos pela ação de vara ou arame. causar danos tanto no operador como nas tubulações. mais próximo ajuda no processo de desentupimento. Estas regiões devem ser protegidas formato de lâminas. 1979 e Plumbing & Water Building Services. do tipo de serviço a ser realizado. desde que Quando da utilização de produtos químicos para a desca. intro.1 Entupimento parcial ou total devido a materiais Este método deve ser utilizado criteriosamente pois pode inadvertidamente lançados no sistema predial de esgoto.1 Cuidados mínimos na manutenção F. de forma a evitar danos nas mesmas. Quando tampas de dispositivos de acesso forem remo. Os ramais adequada para cada tipo de aparelho sanitário. Estas pontas podem ter o nas juntas e desvios. O princípio de mente quais são os materiais das mesmas.5 Raspagem pode ser realizada em tubulações a do sistema predial de esgoto. manual de tubulações devem ser suficientemente fle- xíveis para passar através das tubulações sem danificar as superfícies internas dos tubos e qualquer outra peça F.2. M. F. F. do tipo P ou garrafa possuem sanitárias. é introduzido na tubulação antecipadamente identificadas de forma a se utilizar as uma haste flexível com ferramenta de lâminas cor- ferramentas de desobstrução compatíveis com o mate- tantes. F. que é transmitida pela água até o local de entupimento. impacto gera uma onda de choque. caso necessário. precipitado e outros). relação à resistência a golpes de pressão.2. este tubo devido à ação química.2.7 O sifão geralmente pode ser desentupido por bom- F. Sifões sobstrução de pequenos entupimentos em pias e bacias metálicos ou de plástico. observadas as limitações do método e do funcionamento mação interna de tubulações. componentes de vedação e. cáustica que em contato com a água liberam calor que duzido pelo ponto de acesso. principalmente desobstrução das tubulações. à montante. tais como toalhas de papel e absorventes higiênicos. da tubulação.2 Bombeamento é o método mais simples de de.2.2 Métodos usuais de desentupimentos interior das tubulações de substâncias químicas que reajam com a matéria acumulada na obstrução. do local de entupimento. As tubulações devem também ser No método mecanizado.2. papel saturado.2. beamento ou outro dispositivo pressurizador. Este método é ade- quado para tubos a partir de DN 75 pois é necessária certa flexibilidade na introdução da haste na tubulação.6 Limpeza química consiste no derramamento para o F. tonalidade utilizada para o resto do sistema. onde provocará o Devidas precauções devem ser observadas quando se deslocamento e remoção da obstrução causadora do utiliza métodos de desentupimento que envolvam ar ou entupimento.64 NBR 8160:1999 Anexo F (informativo) Procedimentos e cuidados a serem tomados na manutenção dos sistemas prediais de esgoto sanitário7) F. pois pode danificar partes da todo. Geralmente restringe-se à remoção de obstruções causadas por materiais depositados do tipo gorduras. que despedaçarão as obstruções no interior rial constituinte das tubulações. . Consiste no uso de uma bomba de borracha acesso para limpeza de suas partes interiores. F. A operação pode ser feita manualmente e também há vidas. deve-se identificar clara. antes de realizar a mecanizados devem ser somente operados por pessoal raspagem. As varas ou arames utilizados para desentupimento sabão e outros. No método manual é similarmente introduzida uma haste com lâminas de perfil afilado Quando da renovação de pintura identificadora do sis.4 Martelo pneumático pode ser eficazmente utilizado para remoção de obstruções nas tubulações. tampões ou escovas dependendo por material que iniba esta forma de deterioração. A ação de descarga destes aparelhos podem ser desentupidos da bomba provoca impulsos de pressão que expulsam pela introdução de haste flexível na tubulação. existindo uma grande Tubos em ferro fundido ou aço carbono apresentam ten. a substi- tuição antes do fechamento das tampas. treinado e habilitado. os detritos acumulados na tubulação. observando-se as características da instalação com instalação. 1992.2. partir de DN 100 quando sua seção interna encontra-se muito diminuída devido a incrustações (gordura. recomenda-se proceder avaliação das peças e versões mecanizadas que realizam a rotação da haste. recomenda-se manter a mesma tubulação. de forma a funcionamento consiste na aplicação de um golpe de garantir que o produto utilizado não venha a danificar o pressão (ar comprimido) em uma coluna de água.3 Desbloqueamento com haste flexível é um método tradicional de desentupimento. para promover a dência de corrosão nas partes internas. do martelo pneumático propriamente dito. variedade de pontas para as hastes. Deve-se observar o tipo de mate- Métodos de desentupimento que utilizem equipamentos rial constituinte das tubulações. 7) Chaves.

teto e outras partes da edificação. principalmente quando do uso de substâncias químicas.8 Obstruções em coletores prediais podem ser loca.3. F. /ANEXO G .5 Acabamentos decorativos devem ser protegidos lizadas pelas peças de inspeção. Em tubos de queda existem peças de inspeção os possíveis contragolpes que possam ocorrer e ma- que permitem realizar serviço similar. que é o uso de uma bomba de aparelhos podem não comportar o impacto. F.3. As peças devem ser quando da realização dos serviços de manutenção.1 É recomendado o planejamento de inspeções pe- dade técnica no manuseio de equipamentos e produtos riódicas no sistema predial de esgoto com vistas a detectar de desentupimento e limpeza. mais próxima do local de entupimento.3. F. nos principais pontos críticos do sistema.3.4. Há também hastes suficientemente inspeção aberta.9 Bacias sanitárias podem ser desentupidas pelo meio pode provocar danos nas instalações. cação.4 Inspeção periódica do interior das tubulações e aparelhos sanitários requer compreensão suficiente do problema ocorrido e habili. deve-se precaver contra tubulação.1 O trabalho que envolve a remoção de obstruções F. e neste caso também F. devem ser utilizados pelo pessoal característica de funcionamento do sistema.2.4. F. que realiza serviços de manutenção. visando melhor adaptar a vas e óculos protetores.3 Equipamentos de proteção individual. Quando hou- borracha. F.3 Para cada serviço de manutenção realizado re- comenda-se o preenchimento de uma ficha de manu- F. O contragolpe ocorre quando a obstrução reage à onda de choque. que servirá de subsídio para o planejamento de superfícies expostas dos aparelhos sanitários devem ser futuras manutenções.6 Quando do desentupimento de tubulações utili- se introduzir uma haste flexível para desentupir a zando-se martelo pneumático. a montante da região de entupimento. feita ao longo do tempo.3.2 Todo cuidado deve ser tomado para evitar acidentes envolvendo o operador e também para não causar danos F. poderá ocorrer a expulsão de esgoto. e a correção destes roteiros é F. abertas e a que estiver seca ou parcialmente seca. chucar o operador.NBR 8160:1999 65 F. A limpeza química se aplica quando há atingindo as paredes.3 Segurança na manutenção da edificação.2 Recomenda-se a confecção de roteiros de inspeção aos aparelhos sanitários e ao sistema predial de esgoto.4 Ao final do uso de substâncias químicas. os defeitos que venham a ocorrer em função do uso indevido e ao próprio tempo de uso das instalações. material precipitado junto das paredes internas da bacia. Estas fichas devem ser arquivadas lavadas com detergentes para remover qualquer ácido de forma sistematizada e serem de conhecimento dos ou outra substância química que possa vir a lesar o responsáveis pelos serviços de manutenção na edifi- usuário do aparelho. que podem ser identificados no projeto. todas as tenção.3.2. é aquela pela qual deve. pois os tubos e mais simples e eficaz. sobstruir o ramal. quando do impacto causado pelo martelo pneumático. F. flexíveis para também passar pelo sifão da bacia e de.4. uma peça de desobstrução. Neste caso deve-se proteger esta saída de forma a ga- rantir a saída do esgoto sem danificar as partes interiores F. que pressuriza o sifão da bacia promovendo a ver. tais como lu.

1 Ensaio com água saída de fumaça pelos ventiladores primários. a qual deve deve ser verificado se o sistema se encontra adequa.2 Ensaios A fumaça deve ser introduzida no sistema através da abertura previamente preparada.66 NBR 8160:1999 Anexo G (normativo) Procedimentos de ensaios de recebimento dos sistemas prediais de esgoto G. todos os ensaiada com água ou ar. devendo as demais aberturas ser convenientemente tamponadas. deve ser convenientemente tamponada à exceção da- frido modificações ou acréscimos.2 Após concluída a execução. ser mantida pelo período de 15 min sem a introdução de damente fixado e se existe algum material estranho no ar adicional.2. toda a abertura deve ser conve. por onde deve ser introduzida água até o nível de transbordamento A fumaça deve ser continuamente introduzida.3. incluindo o sis. G.2. e antes dos ensaios. pletamente preenchidos com água.25 kPa.1. Esta pressão deve se observando-se se a carga hidrostática não ultrapassa manter pelo período de 15 min sem que seja introduzida 60 kPa8). fumaça adicional. O ar deve ser introduzido no interior da tubulação até G. deve ser inspecionado quela pela qual o ar será introduzido. . seu interior. toda entrada ou saída da tubulação tema de ventilação.2.1. exceto a mais alta. a tubulação deve ser Para a realização do ensaio final com fumaça. seja novo ou existente que tenha so. que atinja uma pressão uniforme de 35 kPa.1 Condições exigíveis G. /ANEXO H 8) 10 kPa = 1 mca.1 Todo o sistema de esgoto sanitário. até que da mesma e mantida por um período de 15 min. nientemente tamponada. se atinja uma pressão de 0. conforme G. abertura pela qual a fumaça será introduzida.2.3 Ensaio final com fumaça G. tamponada. com ex- G. não fechos hídricos dos aparelhos sanitários devem ser com- devendo apresentar nenhum vazamento. conforme G.2.2. a abertura respectiva de cada ventilador deve ser convenientemente No ensaio com água.1. No ensaio com ar.3 Depois de feita a inspeção final e antes da colocação de qualquer aparelho sanitário.1. G.2.1 e G. quando for notada a G. e ensaiado antes de entrar em funcionamento.4 Após a colocação dos aparelhos sanitários.2 Ensaio com ar G. o ceção das aberturas dos ventiladores primários e da sistema deve ser submetido a ensaio final de fumaça.

construção e operação de sis- Chaves.Sistemas prediais de água pluvial.Tanques sépticos .Requisitos tário. M.1979. águas pluviais de esgoto sanitário e ventilação . . NBR 13969:1997 . elaborado pelo subcomitê da Indústria da .Published by NASH . 1992. E. M. de PVC com junta soldável e junta elástica Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP) .Formulação de modelo para o estabe. es- das condições determinantes da necessidade de venti.Projeto construção e operação /Índice alfabético . 1985. NBR 10844:1989 . M.Procedimento Sanitárias . Dissertação de Mestrado. H. A. O. Tese de Doutorado. Plumbing & Water Building Services .Tubos EPUSP. NBR 7198:1993 . lação secundária em sistemas prediais de esgoto sani. 1986. . M.Sistemas prediais de dimensionamento de instalações prediais de esgoto. tipo DN .Projeto.Operating & Main. quidos .Associates. NBR 7229:1993 . 1992. .Procedimento água fria.Tubos e conexões de PVC.Unidades de trata- tenance Handbook . EPUSP.Projeto e execução de instalações lecimento de vazões de projeto em sistemas prediais de prediais de água quente . EPUSP. United Kingdom.Subprograma Setorial da Qualidade e Produti.NBR 8160:1999 67 Anexo H ( informativo ) Referências bibliográficas Graça.Manual Prático de Instalações Hidráulicas e temas de tanques sépticos .Editora Tecnoprint Ltda. Montenegro. Desempenho de desconectores e NBR 7372: (em Consulta Pública) . 1985.Instalações prediais de águas pluviais vidade. goto sanitário e ventilação . Tese de Doutorado Gonçalves.Procedimento Construção Civil.Formulação de modelo para a avaliação NBR 5688:1999 . mento complementar e disposição final dos efluentes lí- London.

............................................... 3.........2.............1a Cálculo da perda de altura do fecho hídrico admissível . F.......................2.................................................................................................................................1.......................3 e 4...2 Assentamento em valas ..1 Coeficiente de perda de carga ...........................2 Caixas sifonadas .........................................5 Caixa de gordura ...2 ............................................. E............1....................................... 3.................2..... 3.......................................................................................... C..................................................1..1..................................................2.........................1.. 5.......................................................................................... C........2.........................................................................................................3 Bacia sanitária ...........................................................1 e tabela C.....1....................................... 3............1.............................................................1 e 5...............................3 Caixas e Dispositivos de Inspeção ..............1.....................................1...... 3...........................................................................2 Componentes do subsistema de ventilação ........................................................... 3....... C...................................................2.................................................................................1 Caixa coletora ........................ 5....................1............................................. tipos ....................................2.....1 Aparelhos.....9 Barrilete de ventilação ..................................2......... C.......2... C....... 3........6............................................12 Componentes do subsistema de coleta ............. UHC ............................................................................................................ Tabela D..................C........................... 3................................................................2 e 5... 3.............................3 Componentes do subsistema de ventilação .......6........................................................2 Caixas de gordura ..............2....................................................... 5................... 3. 5...............................................1 Aparelho sanitário .............................3 Cálculo da sobrepressão máxima resultante da ação combinada ..................................1............5............................................68 NBR 8160:1999 Índice alfabético Altura do fecho hídrico ....... características .......................................................................... 5................................................2 Caixas sifonadas..................................................2 Cálculo da perda admissível de altura do fecho hídrico ......................................2..........................................................................................................................................8 Caixa sifonada ................5.....................6 Caixa de inspeção ...............4 Bombeamento .....................................10 Coletor público ....... 3....2 e 4............ 3..................................1................... 5...1 Componentes do subsistema de coleta e transporte de esgoto sanitário ...... 4............. Tabela C.........................................1................... 4..................................................................5............3 Cálculo da depressão admissível no sistema ..1 Caixas de gordura.............2.................................................................................2 Coletor predial .......3.................................11 Coluna de ventilação .............................2................... 4.........................................................1....7 Caixa de passagem ......1... 5........................2 Coeficiente de evaporação de desconectores .................................................................................................................................... 4...............................................3 Cálculo das variáveis admissíveis e resultantes ...............................9 e 5.....................1.........................................................1 Cálculo da sobrepressão admissível no sistema .......................................

......13 Definições ..................................................................... Tabela 8 Dimensionamento de subcoletores e coletor predial ..1......... B................................................2..........................................1 Diâmetro do tubo de queda ...........2 Contratos .................................................................................................. F...............................................................................................................................................................2.............3 Depressão máxima resultante ....3 Controle do processo .................... D...................... Tabela 2 Dimensionamento de ramais de esgoto .................................................................................1 Diâmetro do tubo de queda ...................... D...................... Tabela D...................................3 Depressão resultante do efeito de sifonagem induzida ............................................................................... 8..... Tabela 6 Dimensionamento do ramal de ventilação secundária .........................................................2............. D..............................NBR 8160:1999 69 Condições exigíveis para recebimento dos sistemas prediais de esgoto ...1..2............................. Anexo D ..... Figura 4 Diâmetro do ramal de ventilação ....1 Condições gerais.................................3............... Tabela 7 Dimensionamento de tubos de queda .........................................................................................................................................................1 Contratante ............... 4................................. 3...................15 Dimensionamento da coluna de ventilação secundária ......................................... Tabela 5 Dimensionamento de ramais de ventilação .................................... 3...................................................2...........................................................2.............................................................2......................2.................1 Condições gerais para verificação de suficiência da ventilação .......................................2....................................................... 8.....................1 Desvio de tubo de queda .....................................................................................2 Desconector ................................. Anexo B Dimensionamento de colunas e barriletes de ventilação ..............................................1 Curva de raio longo ..........................................................................2...........................................................1.......................1 Dimensionamento do subsistema de ventilação secundária ............................ 8................................................................................. Tabela 3 Diâmetro nominal ........................2 Dimensionamento das tubulações do subsistema de coleta e transporte ....................................................... C....................... 8...................................................................................2...............................................................................................................................................5 Diâmetro nominal mínimo dos ramais de descarga .......................................................................2 Depressão resultante das variáveis da pressão ambiental ..............................1 Depressão resultante do efeito de tiragem térmica e ação do vento ................ C................ B.....................2..........................2............2......2..............................................................................2 e 5................... Tabela B........................... G........................................................................... C................................................1 Considerações gerais sobre qualidade .....................................................2............14 Desconectores ......................................... método hidráulico ........ C....... 8................ C......2 Cuidados mínimos na manutenção ............................................................................ 3.......1 Condições gerais do dimensionamento do subsistema de ventilação secundária ...............1...............................................................1 Controle do produto .....3.....

.. 5.....................3 Ensaio com ar ..................3 Dispositivos de tratamento de esgoto .....................................................................................17 Distância máxima de um desconector ao tubo ventilador ..................................... procedimentos para garantia da qualidade .................................3 Ensaios ............................................................................................................................................................. Figura 2 Exigências e recomendações gerais ................................................................................. G.........................5 Empreendedor ...2 Ensaio final com fumaça .......2..................................................4 Exemplo de cálculo de dimensionamento do tubo de queda ......................................................................... 5 Dispensa de ventilação de ramal de descarga de bacia sanitária ........ 8.........................................1..................................................................3 Exemplos de sistemas prediais de esgoto sanitário .......... B........................1 Ensaio com ar e água ...................................2........................................ 3............2 Dimensionamento subcoletores e coletor predial .............................................................................2..................................... 4.................................................................................................................................................3 Esgoto industrial ................. 3...........................................................................2 Dimensionamento dos ramais de esgoto ............................................................ Figura C................................................ 4................................................................................ 3........................................................... G.................... 3....................................................................1 Dimensionamento dos ramais de descarga ............................................................................................. Figura 2(a)....................................................................19 Esquema do tubo de queda .......................1......................................................................5 Dispositivos de admissão de ar ..........................3............................................... B................. Figura 7 Disposição final do efluente .... G.......70 NBR 8160:1999 Dimensionamento do tubo de perda ...........................................................................3..............................................1.............................................2.....................................................................2..............................................................................1.1 Execução .......................5................................................................ 4..................................16 Dispositivos complementares ................................................................................................................................................................................. Tabela 1 Documentação básica do projeto ...........................2................................... 1 Facilidade de manutenção .2....................................................... 8.............................6 Dispositivos complementares .......................... 2(b) Dispositivos de inspeção ......................................................2...... 6 Execução..............................................................2 Dimensionamento ...................................................................2.................................................. F...................................................2 Executor ...... B.................... 8.........2...................2 Entupimento ...................................................................................................1.... 1 e 3...............................................................................................................4 Dispositivo de inspeção ............................................................1 Equipamento de proteção individual .................................................................................................................... G.........1 Ensaio com água ......................................2............... 5................. B....................2.........20 ........................................... F.......18 Esgoto sanitário .................................. G.... B................

...................................................................................................................................................................... 7 Martelo pneumático .............2...............................................2...................................................................2...........................................26 Manuseio de materiais ........................ Anexo I Inspeção periódica ..........................................................................2..........................25 Juntas ...............................4 Método hidráulico ..................... F................... F.................................................................................................................................................. F...................................................................................................................................... 2 Pressão do vapor d’água do ar saturado ............................................1 e Anexo B Métodos usuais de desentupimentos ....................................... 4............................................................................................................................................................................ 4.............................................................................2 Ligação de ramal de ventilação .................................................................................2........................... 3................................... 8......................................................................................................................................2...............2..... 4......................................................................................1 Prefácio ...................................................................6 Manual de uso............... 3........................................................................................................................ 5...................................................4..........4....................................................3 Índice alfabético ........24 Intervenientes .................................2............ 3.........................................................................2........... 4........................ F...................................1 Manutenção do fecho hídrico ............................2 Modelo para verificação da suficiência da ventilação primária .........6 Instalação primária de esgoto ............. Figura 5 e 6 Limpeza química ....................................... operação e manutenção .......................................................................................................................................... 3.......................................21 Fecho hídrico ............................................8 Haste flexível .................................2.................................................................................................................. 4.........................................................................................................6 Manutenção .....................................................................................................................................6 Percentual de falhas ....... C.........6 Materiais .........................................................................1....................................................................7 e 5...........................................................................................................................................2 .........................5 Funções básicas ................................................................................................. E.................................... Tabela C................. F........................................1... F.................................. 8.............................................................................2......... F.................................................... 3....3......................................................................... 3......................................................................................23 Instalação secundária de esgoto .22 Ficha de manutenção ........ B........NBR 8160:1999 71 Fator de falha ................2 Perda de altura do fecho hídrico por auto-sifonagem ........................................ Prefácio Objetivo ...................2........ 1 Órgãos públicos ................................ 8................ E........................................................................................2...................... Anexo C Modificações técnicas relevantes ....................4 Instalação de recalque ......3 Fornecedor de componentes ...............................................................................1 Generalidades ...............1 Gestor do sistema predial .................................................................

................................................................2 Roteiro de cálculo do dimensionamento do subsistema de ventilação secundária ........................................................................................... 3................................................................. Figura 2(c) Ramal de descarga ............................ Anexo G Procedimentos e cuidados na execução dos sistemas prediais de esgoto sanitário .............................................. 8 Ralo sifonado...................................................................72 NBR 8160:1999 Procedimento de ensaios de recebimento dos sistemas de esgoto ................................ 3................................................................................................................1 Prolongamento da coluna de ventilação ................................................................................................................................................................... Anexo F Procedimentos de ensaios de revestimento de sistemas prediais de esgoto ..................................................... 3...... 8..............................................29 Ramais de descarga e de esgoto ...........................................................2....................................................................................................... E.................... 8.....................31 Ramal de esgoto ...... 8...................................................................................................... F..........30 Ralo seco.................................... 3............................... Anexo E Procedimentos e cuidados na execução .........................................................................................5 Proteção e fixação ...3 Requisitos de desempenho ..............................................2 ..................................................................................................... Figura 3 Proteção durante a obra ..................................................................................................................3 Projeto “como construído”................................ Anexo G Procedimento e cuidados na manutenção ...................32 Ramal de ventilação .........2.....................................1............................................................................................34 Referências bibliográficas ........................................................... 3................................................................................................... 4...........................3 Projeto ............Anexo H Referências normativas ....... 3.................35 Requisitos gerais ...........................................................................................................2 Ramais e colunas de ventilação ................................4 Qualidade ........................................................................................1........................................................................................................................33 Raspagem .............. 3................................. 4......................................... Anexo F Procedimentos para garantia da qualidade .......... 8................................................................................ 4 Responsabilidades dos intervenientes .................................... 3....................................................................................................................................................... Figura 3 Prolongamento do tubo de queda . Tabela C....................................................3 Programa de necessidades ....................................................3.................................................................................................................... E................................................................................................................5 Rede pública de esgoto sanitário .................... 3......... 2 Relação entre os volumes das câmaras ................................................................................................................ Anexo E Procedimentos na manutenção dos sistemas de esgoto sanitário ....3 e 5..................27 Projeto de sistema predial de esgoto sanitário ................................................2....................... D............................................................28 Projetista .................................................................................................................................................................

6 Valores do coeficiente de perda de pressão do ramal ................2...................................................................................................................2 Vazão de projeto do tubo de queda .................................... 3......2...3............... Figura 8 .................................................................................................2.................................................................. B.......................... B...........................................................................................................................2.............................................................................3 Tubulação de ventilação primária ...................................................................... 8. 4..............................................................................................1..........................3...................... Tabelas 3 e 4 Unidade autônoma ..............................................7 Valores de a para o tubo de queda ........1 Sifão ......................... 3..............1 Variáveis resultantes ............................................................................38 Subsistema de ventilação ..............................................................1................................................ B.............45 Tubulação de ventilação secundária ..................................................... Tabela B..................... 3.......1.............................4 Valores de vazão máxima no ramal de descarga ........................................................ C....................4 Subsistema de coleta e transporte .................................................................NBR 8160:1999 73 Roteiro de cálculo do método hidráulico ...................47 Unidade de Hunter de contribuição (UHC) .................................................3 Separador absoluto ......................................................2...............42 Tubo ventilador de alívio ...............................2..2..... Tabela B....................................2 Segurança na manutenção ..... 3................................41 e 4...................37 Subcoletores e coletor predial ..... B..2............. Tabela B...................................5 e 5...................................... 3............................................................................................................................................................................ F.....44 Tubos de queda ........................1 Tubo ventilador ......... 3................................................................................1............6 Vazões unitárias dos aparelhos sanitários .......................2 Valores de vazão máxima para outros materiais ...................46 UHC dos aparelhos sanitários ............43 Tubo ventilador de circuito ................4 Ventilação em circuito .......... 4............................................................................. 5..2.....................................................................................................................................5 Valores limites de vazão no tubo de queda ....................4 e 5.............................. operação e manutenção .....2................................................................................................................................................................................................. Tabela C......................... Tabela C......................... 3...........3 Usuário ............................................................................. 3...............................1...................................................................................................36 Simbologia ................................................................................... B..................................................................................................3 Vazão máxima no ramal de descarga ......................................................2...................................................................................... 8.................... C.................................................................... 4............................................ 3.......................2 Vazão do ramal de esgoto ...........47 Uso.................................................................................................................................................................5 Variáveis admissíveis ...................................................................................... 3.............. Anexo A Sistema predial de esgoto sanitário .............................................................. 3....................39 Transporte de esgoto sanitário ............................

..... 3.............................................6........7 Zonas de sobrepressão ....1............................... C........... 5................................ 3.........50 Verificação da suficiência da ventilação primária ................ caixa coletora ..................1.......................................1..............................74 NBR 8160:1999 Ventilação primária ........................................................................ Figura 1 ...............................................49 Ventilação secundária .........................3 Volume de retenção ....................................................................................................................................3(d)2 Volume útil............................................................................................................................... 5.5.............................................