Ministério do Meio Ambiente

Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental
Departamento de Mudanças Climáticas
Gerência de Qualidade do Ar

1º INVENTÁRIO NACIONAL
DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS
POR VEÍCULOS AUTOMOTORES
RODOVIÁRIOS

Relatório Final

Ministério do Meio Ambiente
Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental
Departamento de Mudanças Climáticas
Gerência de Qualidade do Ar

1º INVENTÁRIO NACIONAL
DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS
POR VEÍCULOS AUTOMOTORES
RODOVIÁRIOS

Relatório Final

Presidente da República
Dilma Rousseff

Ministério do Meio Ambiente
Ministra Izabella Teixeira

Secretária de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental
Branca Bastos Americano

Diretora de Mudanças Climáticas
Thaís Linhares Juvenal

Gerente de Qualidade do Ar
Rudolf Noronha

IBAMA
Presidente Substituto Américo Ribeiro Tunes
Diretor de Qualidade Ambiental Fernando da Costa Marques

ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustiveis
Diretor geral Haroldo Borges Rodrigues Lima
Diretor Allan Kardec Duailibe
Superintendente de Biocombustiveis e de Qualidade do Ar Rosangela Moreira de Araújo
Diretora Magda Maria de Regina Chambriard
Coordenadora de Meio Ambiente Lúcia Maria de Araújo L. Gaudêncio

ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres
Diretor geral Bernardo Figueiredo
Superintendente de Estudos e Pesquisas Fernando Regis dos Reis

CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo
Presidente Fernando Rei
Diretora de Tecnologia, Qualidade e Avaliação Ambiental Ana Cristina Pasini da Costa

PETROBRAS – Petróleo Brasileiro S/A
Presidente José Sergio Gabrielli
Diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa

ANFAVEA – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores
Presidente Cledorvino Belini

Janice Cabús CETESB Carlos Lacava. Jackson Albuquerque ANTT Fernando Regis dos Reis. Olimpio de Melo Álvares Junior PETROBRAS Milton Vasconcellos de Lacerda. Vanderlei Borsari.IEMA – Instituto de Energia e Meio Ambiente Diretor presidente André Luis Ferreira Grupo de Trabalho instituído pela Portaria Ministerial nº 336. Rita de Cássia Pereira. Flávia Lemos Xavier ANP Edson Montez. Nelson da Silva Alves ANFAVEA Henry Joseph. Cristina Nascimento. Kamyla Borges da Cunha. Carmen Araujo. Thiago Karashima. David Shiling Tsai. Ademilson Zamboni Acordo de Cooperação Técnica MMA/IEMA Coordenação Ademilson Zamboni Colaboradora Cláudia Carvalho (Ministério das Cidades – DENATRAN) Janeiro de 2011 . Vicentini. de 22 de setembro de 2009 MMA Rudolf Noronha. Lorenza Alberici da Silva IBAMA Paulo Macedo. Sergio Guillermo H. Roberto Vaz da Silva. Pedro C. Mário Luz Teixeira IEMA André Luis Ferreira. Ana Carolina Alfinito Vieira. João Bosco Dias. Renato Linke. Rodríguez.

dióxido de carbono (CO2) e fragmentada. ainda poderão influenciar as emissões. tério do Meio Ambiente o desafio de lidar com uma deídos (RCHO) e material particulado (MP). e por vezes incompleta ou inadequa- metano (CH4). permitindo que. conhecer da para esse propósito. instituído pela Resolu. al. Tra. constitui informação valiosa também para au- Qualidade do Ar (PRONAR). pelas se- IV | Apresentação . ônibus. dução de combustiveis de melhor qualidade e tecno- sões Atmosféricas por Veículos logias automotivas mais avançadas influenciaram. ros usos. a atuação do poder público e da própria sociedade elaboração do Inventário Nacional é. e Automotores Rodoviários repre. xiliar na avaliação do impacto das emissões sobre a ção CONAMA nº 5 de 1989 que pressupõe. para a melhoria da qualidade dos com- institucional continua de cumprir as demandas do bustiveis. portanto. tocicletas nas emissões. de 22 de setembro de 2009. ou sirva de subsídio a programas de efi- principal marco normativo da gestão da qualidade ciência energética. além dos programas responsáveis desde 1986 pela intro. a elaboração outros. e como as diferentes fases instituiu o Grupo de Trabalho (GT) composto. um ambiente de cooperação técnica entre diferen- MOT: monóxido de carbono (CO). contribua para a definição de novos limites todologia de referência nacional. Apresentação O 1º Inventário Nacional de Emis. ao definir uma me. o Programa Nacional de Controle da local. pois impunha-se ao Minis- nio (NOx). as contribuições relativas das frotas de automóveis. do Ministério do Meio Ambiente (MMA). implantação e acompanhamento iniciativa que extrapola em muito a compilação de de políticas voltadas à melhoria da qualidade am. Meio Ambiente nº 336. informações geradas por diferentes instituições pú- biental e à mitigação das mudanças climáticas. só se fez viável em regulamentados pelos programas PROCONVE e PRO. uma no planejamento. e a avaliação dos Planos de Controle de Poluição por ventários de Fontes Poluidoras do Ar. Quando detalhado para a escala do ar no país. entre seus inúme- ta-se de um instrumento que. O presente documento apresenta as emissões Conceber e executar esse estudo. óxidos de nitrogê. caminhões e mo. Assim. em espe- de 1980 a 2009 e as projeções até 2020 dos poluentes cial sua proposta metodológica. a Portaria Ministerial do Ministério do veículos comerciais leves. restaura a missão de emissão. a implantação do Programa Nacional de In. além dos base de informações oficiais institucionalmente gases de efeito estufa. tes setores e parceiros. senta um subsídio valioso para a Como instrumento de gestão ambiental. blicas e privadas. Veículos em Uso (PCPV). entre saúde humana e para o planejamento. O Inventário permite ainda. hidrocarbonetos não-metano (NMHC).

sendo cumprida da relação entre instituições. assimetrias temáticas na desta iniciativa que congrega Governo. Gás Natural e Biocom. o GT Ministério do Meio Ambiente reafirma sua proati- seguirá sua atuação em duas linhas inter-relacio. a necessidade de estabelecer es- cantes de Veículos Automotores (ANFAVEA). a tarefa de definir todo o escopo con. assim. Ministério do Meio Ambiente V | Apresentação . sendo provavelmente a lição mais re- levante. para a tomada de decisões do setor público e pri- Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). que deem fluidez a essa atividade em Meio Ambiente (IEMA). geiros. aferir a segmentos da sociedade. identificar as blicas e das formas de comunicação com todos os melhores fontes de informação disponíveis. tecnológicas e até Agência Nacional do Petróleo. seus resultados para a formulação de políticas pú- ceitual e metodológico do trabalho. qualidade dos dados hoje existentes e os que devem Ao apresentar esse Relatório Final que traz ser gerados. Associação Nacional dos Fabri. Petró. e sociedade. patamares cada vez mais qualificados. o Em face dos desafios ainda existentes. e indicar os estudos necessários para o o 1º Inventário Nacional de Emissões Atmosfé- aperfeiçoamento de suas próximas edições. seja do ponto A esse grupo foi atribuída. A mesma informação é também preciosa biente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). truturas técnicas e arranjos institucionais e norma- leo Brasileiro S/A (Petrobras) e Instituto de Energia e tivos sólidos. já diz respeito aos direitos básicos dos cidadãos consumidores de bens e serviços de transportes de cargas e passa. bustiveis (ANP). vidade na aproximação entre governos.guintes instituições: Instituto Brasileiro do Meio Am. setores e nadas: (i) estudos que contribuam para a geração uma sociedade cada vez mais atenta à garantia de e apropriação de informações e dados de melhor seu direito pleno à informação ambiental de quali- qualidade e (ii) apoio à elaboração de inventários dade. na sua origem. Segue também no cumprimento de compro- locais e regionais. também se constitui em uma São Paulo (CETESB). São muitas as lições apreendidas a partir procurando corrigir. missos firmados para melhoria da qualidade do ar. mesmo de saúde. lição importante. a de que é imprescindível tornar pública uma informação que. da internalização de com sucesso. Companhia Ambiental do Estado de Adicionalmente. ricas por Veículos Automotores Rodoviários. vado em questões ambientais. empresas política ambiental brasileira.

.................................................. 47 Tabela 17: Quilometragem por litro de combustivel para motocicletas ............................................. 38 Tabela 12: Consumo específico de combustivel de motores Diesel por fase do PROCONVE... 35 Tabela 7: Fatores de emissão de CO..... 36 Tabela 9: Fontes de informação para os fatores de emissão de automóveis e veículos comerciais leves movidos à gasolina C e a etanol hidratado ... NOx................................................................ 32 Tabela 4: Razões CH4/THCescap para a decomposição de THCescap em CH4 e NMHCescap.............................................................................................. NOx e MP para motores Diesel por fase do PROCONVE................76 Tabela 19: Estratégia de implantação do PROCONVE para veículos pesados (Fases “P”) .................................................... 36 Tabela 10: Fatores de emissão de CO............................................. 77 Tabela 21: Evolução da frota estimada de veículos do ciclo Otto..................................................... NOx........................................................ em g/km ...................91 Tabela 24: Preços médios anuais de gasolina C e etanol hidratado ao consumidor a nível nacional (R$/L) ............000km .................................................... RCHO............ NMHC.....40 Tabela 16: Quilometragem por litro de combustivel para automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto (km/L) ..................................................................................................................................... NMHC................................................... em g/80.......77 Tabela 20: Estratégia de implantação do PROMOT (Fases “M”) ................. em g/km .................. NOx e MP para motores Diesel por fase do PROCONVE..................... NMHC e MP para motores Diesel......................34 Tabela 6: Fatores de emissão de CO2 ............................ em gdiesel/kWh ................................ em gpoluente/ kgdiesel .................... NMHC e CH4 para veículos movidos a GNV:.......................................... 20 Tabela 2: Categorização da frota de veículos .............................................. Listas Lista de tabelas Tabela 1: Poluentes considerados no Inventário.......................... NMHC... CH4 e MP para motocicletas............... CH4 e MP para automóveis e veículos comerciais leves movidos a gasolina C e a etanol hidratado... NOx.................. 23 Tabela 3: Fatores de emissões evaporativa de automóveis e veículos comerciais leves movidos à gasolina C e a etanol hidratado .................................94 VI | Listas ......... 39 Tabela 14: Valores médios de quilometragem por litro para veículos do ciclo Diesel.......... em g/km .................................35 Tabela 8: Incremento médio de emissões por acúmulo de rodagem............... em gpoluente/km ........37 Tabela 11: Fatores de emissão de CO. 33 Tabela 5: Fatores de emissão de escapamento zero km de CO... NMHC.................... NOx................................. em gpoluente/kWh.............. RCHO...................................................................38 Tabela 13: Fatores de emissão de CO.................. 48 Tabela 18: Estratégia de implantação do PROCONVE para veículos leves (Fases “L”).............................................................39 Tabela 15: Fatores de emissão de CO................................. 81 Tabela 22: Evolução da frota estimada de veículos do ciclo Diesel ....................................................... 82 Tabela 23: Teor de enxofre no diesel de homologação e fatores de emissão de MP por fase do PROCONVE.............................................................................................94 Tabela 25: Fração dos veículos flex fuel utilizando gasolina C e etanol hidratado a nível nacional por ano......................................

.............................................99 Tabela 31: Emissões de CO por veículos movidos a diesel e GNV (t/ano) .......................102 Tabela 34: Emissões de MP por veículos movidos à gasolina C (t/ano) .................................100 Tabela 32: Emissões de NOx por veículos movidos à gasolina C e etanol hidratado (t/ano) ........................................101 Tabela 33: Emissões de NOx por veículos movidos a diesel e GNV (t/ano) ............................................................108 Tabela 40: Emissões de CO2 de escapamento por veículos do ciclo Otto (mil t/ano) .........................98 Tabela 30: Emissões de CO por veículos movidos à gasolina C e etanol hidratado (t/ano) . 110 VII | Listas ..............................................................Tabela 26: Valores de intensidade de uso de referência adotados no Inventário........... 103 Tabela 35: Emissões de MP por veículos do ciclo Diesel (t/ano) ..........106 Tabela 38: Emissões de NMHC por veículos movidos a diesel e GNV (t/ano) ....................................109 Tabela 41: Emissões de CO2 por veículos do ciclo Diesel (mil t/ano) ........95 Tabela 27: Evolução do consumo anual de gasolina A e GNV por categoria de veículos......................................................................................................................107 Tabela 39: Emissões de CH4 por categoria de veículos e tipo de combustivel (t/ano) ...................................................................................................105 Tabela 37: Emissões de NMHC por veículos movidos à gasolina C e etanol hidratado (t/ano)......... 104 Tabela 36: Emissões de RCHO por categoria de veículos e tipo de combustivel (t/ano)............................................... em km/ano .......96 Tabela 28: Evolução do consumo anual de etanol por categoria de veículos (103 m3) ..................97 Tabela 29: Evolução do consumo anual de diesel por categoria de veículos (103 m3) ......................

........................... 50 Gráfico 21: Evolução do consumo nacional de diesel no transporte rodoviário por categoria de veículos.......................................29 Gráfico 10: Evolução da frota estimada de veículos comerciais leves do ciclo Otto por fase do PROCONVE ...............56 Gráfico 25: Emissões de CO por motocicletas por fase do PROMOT ..................................................................................................................................... .45 Gráfico 15: Quilometragem por litro de combustivel para automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto................................................................................................................................ 49 Gráfico 17: Evolução do consumo nacional de etanol hidratado no transporte rodoviário ... 26 Gráfico 3: Evolução da frota estimada de veículos por categoria ...........................................................................................27 Gráfico 5: Evolução da frota estimada de automóveis por ano de fabricação ..................................................................................................................................................................................................................59 Gráfico 30: Emissões de MP por categoria de veículos ......................................................................... 57 Gráfico 27: Emissões de NOx por tipo de combustivel ...29 Gráfico 9: Evolução da frota estimada de automóveis por fase do PROCONVE .......................... 62 Gráfico 35: Emissões de RCHO por tipo de combustivel .................................................................................................................................................................................................28 Gráfico 8: Evolução da frota estimada de motocicletas por tipo de combustivel ......................................................................................................................................................................49 Gráfico 19: Evolução do consumo nacional de gasolina C no transporte rodoviário por categoria de veículos..... 60 Gráfico 32: Emissõesde MPporveículosdociclo Dieselporfasedo PROCONVE ..........50 Gráfico 20: Evolução do consumo nacional de etanol hidratado no transporte rodoviário por categoria de veículos ..........................................................................................30 Gráfico 11: Evolução da frota estimada de veículos do ciclo Diesel por fase do PROCONVE .......................................................................................61 Gráfico 34: Emissões de RCHO por categoria de veículos .................................................60 Gráfico33:EmissõesdeMPzeroenxofreesulfatosparticuladosporveículosdocicloDiesel.28 Gráfico 7: Evolução da frota estimada de veículos comerciais leves por tipo de combustivel .......................................................... 58 Gráfico 28: Emissões de NOx por veículos do ciclo Diesel por fase do PROCONVE ...........................58 Gráfico 29: Emissões de NOx por automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto por fase do PROCONVE.......................................................................................Lista de gráficos Gráfico 1: Curvas de sucateamento para veículos do ciclo Otto ................. 55 Gráfico 24: Emissões de CO por automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto por fase do PROCONVE.............................44 Gráfico 14: Intensidade de uso de referência para veículos do ciclo Diesel ......................................................................51 Gráfico 22: Emissões de CO por categoria de veículos ...................30 Gráfico 12: Evolução da frota estimada de motocicletas por fase do PROMOT ........................................... 26 Gráfico 4: Evolução da frota estimada de veículos pesados por categoria ........................ 62 VIII | Listas ................................27 Gráfico 6: Evolução da frota estimada de automóveis por tipo de combustivel ............................................................. 56 Gráfico 26: Emissões de NOx por categoria de veículos .....................49 Gráfico 18: Evolução do consumo nacional de diesel no transporte rodoviário ................................................................................................................. 59 Gráfico 31: Emissões de MP por tipo de combustivel ............46 Gráfico 16: Evolução do consumo nacional de gasolina C no transporte rodoviário ..... 55 Gráfico 23: Emissões de CO por tipo de combustivel .................. 25 Gráfico 2: Curvas de sucateamento para veículos do ciclo Diesel ...... 30 Gráfico 13: Intensidade de uso de referência para veículos do ciclo Otto ...........................

....... antes e após a conversão ............................................................................................................................79 Gráfico 48: Evolução das vendas de motocicletas novas no Brasil ................................................................................................................................. antes e após a conversão .............................................................. 78 Gráfico 45: Evolução das vendas de automóveis novos no Brasil por tipo de combustivel ...................................... 83 Gráfico 51: Valores tipicos de emissão de HC para veículos em uso da fase 3 do PROCONVE convertidos para o uso de GNV..............................................86 Gráfico 56: Curvas de emissão para CO de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando etanol hidratado .......78 Gráfico 46: Evolução das vendas de veículos comerciais leves novos no Brasil por tipo de combustivel ................................................................... 63 Gráfico 38: Emissões de NMHC por automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto por fase do PROCONVE.......................................................................................................................................... 67 Gráfico 44: Evoluçãodasvendasdeveículosnovosno Brasilporcategoria ..............................79 Gráfico 47: Evolução das vendas de caminhões e ônibus novos no Brasil........................................................... 79 Gráfico 49: Valores tipicos de emissão de CO para veículos em uso da fase 3 do PROCONVE convertidos para o uso de GNV............................................................................. 84 Gráfico 53: Curvas de emissão para CO de automóveis e veículos comerciais leves dedicados à gasolina C ...........88 Gráfico 62: Curvas de emissão para RCHO de automóveis e veículos comerciais leves dedicados a etanol hidratado ........................ 65 Gráfico 41: Emissões de CH4 por tipo de combustivel ........................................................................................................................ 89 IX | Listas ..................................... 66 Gráfico 43: Emissões de CO2 por tipo de combustivel ............ 84 Gráfico 52: Valores tipicos de emissão de RCHO para veículos em uso da fase 3 do PROCONVE convertidos para o uso de GNV............................................................ antes e após a conversão ............... 66 Gráfico 42: Emissões de CO2 por categoria de veículos ........................................................... antes e após a conversão ............................................................................... 87 Gráfico 59: Curvas de emissão para NOx de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando gasolina C.............................................................................................................................................................................. 86 Gráfico 57: Curvas de emissão para NOx de automóveis e veículos comerciais leves dedicados à gasolina C.................................................................................................................................................................................................................................................................................. 88 Gráfico 64: Curvas de emissão para RCHO de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando etanol hidratado ....87 Gráfico 60: Curvas de emissão para NOx de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando etanol hidratado .............. 88 Gráfico 63: Curvas de emissão para RCHO de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando gasolina C................................... 83 Gráfico 50: Valores tipicos de emissão de NOx para veículos em uso da fase 3 do PROCONVE convertidos para o uso de GNV.Gráfico 36: Emissões de NMHC por categoria de veículos ... 85 Gráfico 55: Curvas de emissão para CO de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando gasolina C........................................................................................... 87 Gráfico 61: Curvas de emissão para RCHO de automóveis e veículos comerciais leves dedicados à gasolina C .............. 63 Gráfico 37: Emissões de NMHC por tipo de combustivel .............................................................85 Gráfico 54: Curvas de emissão para CO de automóveis e veículos comerciais leves dedicados a etanol hidratado ............................................................ 64 Gráfico 39: Emissões de NMHC por automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto por tipo de emissão.....................................................................................................................................................86 Gráfico 58: Curvas de emissão para NOx de automóveis e veículos comerciais leves dedicados a etanol hidratado .....................................................................................................................64 Gráfico 40: Emissões de CH4 por categoria de veículos ..........................................................

.......................... 90 Gráfico 69: Evolução do teor de enxofre médio do diesel comercial no Brasil .................... 93 X | Listas ...........................................................................................92 Gráfico 70: Fraçãodafrotadeveículosflexíveisoperandocom AEHCemfunçãodarelaçãodepreçosentreo AEHC e a gasolina C............................................................................................................................................... em cada unidade da Federação....................................................................................................................Gráfico 65: Curvas de emissão para NMHC de escapamento de automóveis e veículos comerciais leves dedicados à gasolina C....................................... 90 Gráfico 68: Curvas de emissão para NMHC de escapamento de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando etanol hidratado ........................ nos postos............................................... 89 Gráfico 67: Curvas de emissão para NMHC de escapamento de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando gasolina C ........... 89 Gráfico 66: Curvas de emissão para NMHC de escapamento de automóveis e veículos comerciais leves dedicados a etanol hidratado .........................................................................................................................

........................................................................................... 40 XI | Listas ........................................................ 22 Figura 2: Procedimento para estimar a frota de veículos ............................... 24 Figura 3: Procedimentos adotados para estimar os fatores de emissão para veículos do ciclo Diesel.............Lista de figuras Figura 1: Procedimentos adotados para estimar as emissões ......................................... expressos em g/km...............................................................................

Normalização e Qualidade Industrial IPEA Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPT Instituto de Pesquisas Tecnológicas ISSRC International Sustainable Systems Research Center (EUA) XII | Listas . Gás Natural e Biocombustiveis ANTT Agência Nacional de Transportes Terrestres BEN Balanço Energético Nacional BIN Base Índice Nacional cc centimetros cúbicos CEE Comunidade Econômica Europeia CETESB Companhia Ambiental do Estado de São Paulo CH4 metano CO monóxido de carbono CO2 dióxido de carbono CONAMA Conselho Nacional do Meio Ambiente DENATRAN Departamento Nacional de Trânsito DETRAN Departamento Estadual de Trânsito EEA European Environment Agency (UE) Co-operative programme for monitoring and evaluation of the long range transmission of air EMEP pollutants in Europe (UE) EPE Empresa de Pesquisa Energética FTP Federal Test Procedure (EUA) GNV gás natural veicular GT Grupo de Trabalho HC hidrocarbonetos IBAMA Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis IEMA Instituto de Energia e Meio Ambiente INE Instituto Nacional de Ecología (México) INMETRO Instituto Nacional de Metrologia. Motonetas. Ciclomotores. Bicicletas ABRACICLO e Similares ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas ANFAVEA Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores ANP Agência Nacional do Petróleo.Lista de siglas Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas.

MCT Ministério da Ciência e Tecnologia MIC Ministério da Indústria e Comércio MMA Ministério do Meio Ambiente MME Ministério de Minas e Energia MP material particulado NMHC hidrocarbonetos não-metano NMHCescap hidrocarbonetos não-metano referentes à emissão de escapamento N2O óxido nitroso NOx óxidos de nitrogênio O3 ozônio PBT peso bruto total PCPV Plano de Controle de Poluição por Veículos em Uso PECO Programa de Economia de Combustiveis Petrobras Petróleo Brasileiro S/A PNAD Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNE 2030 Plano Nacional de Energia 2030 PROCONVE Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores PROMOT Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Similares PRONACOP Programa Nacional de Controle da Poluição Industrial PRONAR Programa Nacional de Controle da Qualidade do Ar RCHO aldeídos RENAVAM Registro Nacional de Veículos Automotores RNTRC Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga RVEP Relatório de Valores de Emissão da Produção SEMARNAT Secretaría de Medio Ambiente y Recursos Naturales (México) SINDIPEÇAS Sindicato Nacional de Indústria de Componentes para Veículos Automotores STI Secretaria de Tecnologia Industrial THC hidrocarbonetos totais THCescap hidrocarbonetos totais referentes à emissão de escapamento USEPA United States Environmental Protection Agency (EUA) XIII | Listas .

..................................2...................................................................................................................................................2....... Equação para veículos convertidos para o uso de GNV .. VI Lista de gráficos ...................................................2................................................................................................................................................. Metodologia para estimar as emissões de escapamento ................. Curvas de sucateamento ... 26 3................................................... Procedimentosadotadosparaestimarafrotadeveículos ................................................................................................ IV Listas .........2................................................................................ Caracterizaçãodasemissõesveiculares ..................2........................ Evolução da frota de veículos por tipo de combustivel ......................................... 18 1...3................2.............................................................................................1........................................................................................................VI Lista de tabelas ................................28 3............. 23 3....................... Frota de veículos .. 17 1.............. 21 2.......................................... 25 3....................2.................................................... Sumário Apresentação...........................................................................................24 3........2...........1............................................................ XII Sumário......................... 19 1.................................... 19 1...................................... Evolução histórica da frota de veículos ..3............................................................... 25 3........................... Estrutura do documento ............................................. Introdução ............................1................................... Abrangência espacial e temporal .... Vendas de veículos novos .....1..................... Categorização da frota de veículos ......19 1.................... 21 2........................................................... Equação geral .............2.......3....................................... XIV 1...............................................................................................................................................................21 3...........................................................................................................23 3..............................................................3...........................1980 a 2009 ........... Evolução da frota de veículos por fases do PROCONVE e do PROMOT.........................................................................1...................................... Escopo do Inventário ......................................................................... VIII Lista de figuras .........2..................................................................................................................................3.......... XI Lista de siglas ........................................................20 2................................................................................................................. Poluentes inventariados ............................... 29 XIV | Sumário ...................................... 21 2..................................1........ Sistematização dos procedimentos para estimar as emissões .......................................................................................

................31 4.... Intensidade de uso ........................1..2.33 4...................................... Fatores de emissão ...............................1.....53 6......................................31 4.............1..................................................... Resultados .....3..................................................................... Emissões de material particulado (MP) ....... 35 4...... Emissões de metano (CH4) ............. Veículos novos (zero km) movidos à gasolina C e a etanol hidratado .......59 6...... Veículos convertidos para o uso de GNV ....... Intensidade de uso ........................................... 48 5..................1..............................................31 4.........3.......................................... Automóveis.......................... Motocicletas...............................................54 6...2..... Material particulado (MP) ........ 33 4......................2....... Veículos do ciclo Diesel .. Fatores de emissão para automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto .........................4.................2..................................................1.......................5..................................................................................1......... Equações gerais ............. Emissões de aldeídos (RCHO) ..... 43 5......................31 4....................... 54 6...................................................................................1........................................ Fatores de emissão para motocicletas ........................1.............. 53 6.........................................................................................................................................................................................................................3...................1..........1.......... Deterioração de emissões por acúmulo de rodagem ...........4.................................................................... Emissões de monóxido de carbono (CO) ........ Comparação entre consumo de combustivel estimado e observado ... Fatores de emissão para veículos do ciclo Diesel ..............1................................ 31 4.......................43 5..............................................1...3......... Consumo de combustivel por categoria de veículos ...................................................... 45 5...........................................................................61 6.......................................... 62 6......6...............................4.................................4............................7................................................................. Metano (CH4) ....3..............................5......................2...1.............1....1..................................1........... 50 6................................................................................... 38 5............................ Dióxido de carbono (CO2) ............. Emissões de óxidos de nitrogênio (NOx) .....................veículoscomerciaislevesdocicloOttoemotocicletas .......................................2.................1.. Valores de referência para a intensidade de uso de veículos ......................................3................. Emissões de escapamento regulamentadas pelo PROCONVE ..................1............................ Premissas adotadas para a projeção das emissões ....................... 54 6..44 5..........................5.44 5.......................1.................... Quilometragem por litro de combustivel (km/L) ........................33 4..................3............................................45 5.................. Emissões de hidrocarbonetos não-metano (NMHC) ............................................................................................................. 47 5.............................1............... Fatoresdeemissão .. Frota de veículos ...................37 4..........................1...................................................................1................................................2................3.........35 4.................2....................................2...... Emissões evaporativas (NMHCevap) ............................... Automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto .....................3.........57 6.1........3...................................................... 53 6....................2..................65 XV | Sumário .......................................................................... 45 5.......... Veículos do ciclo Diesel ............48 5.............................................................................................................................1............

......... desenvolvimento e implantação de sistema de informações .............................................................. 73 Anexos ..............................5........................................ 69 7.....................................................................1.............................................................................................................. 70 7........................... 91 Anexo H: Frações da frota de veículos flex fuel que utilizam gasolina C e etanol hidratado ........ Arranjoinstitucional ...................................................... 93 Anexo I: Tabela de valores de intensidade de uso de referência ............................... 83 Anexo F: Gráficos de curvas de emissão (deterioração por acúmulo de rodagem) para automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto ........3.....................4.... Infraestrutura.................... 6................................................72 Referências bibliográficas ... 85 Anexo G: Teor de enxofre no diesel e emissões de material particulado (MP) .....................1.............................. 72 7... Emissões de dióxido de carbono (CO2) ........... 70 7....................................................................................................................................................................................................................... Quilometragem por litro de combustivel ......................................................................................................1....................................................................3..........................................................................69 7.......... 80 Anexo D: Tabelas de evolução da frota de veículos ......................................66 7................................................................................................................ 71 7........................... 69 7...................................... Recomendações.................................................................................................. 96 Anexo K: Tabelas de emissões por categoria de veículos e tipo de combustivel ............... Elaboração de inventários locais e regionais ....................................... 71 7.................................. Intensidade de uso ....... 81 Anexo E: Fatores de emissão de veículos convertidos para o uso de GNV .......... 71 7..................... Frota de veículos ...........................1............................................................................................................1. Fatores de emissão .........................1....................................... 75 Anexo A: Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (PROCONVE)..................................................75 Anexo B: Gráficos de vendas de veículos novos no mercado interno ..................................................................4..... 111 XVI | Sumário .99 Anexo L: Portaria Ministerial nº 336 de 22 de setembro de 2009 .......................2............................... Aprimoramento da projeção de emissões ............................. Melhoria da qualidade das informações ......................... 95 Anexo J: Tabelas de evolução do consumo de combustivel por categoria de veículos ... 78 Anexo C: Parametrização das curvas de sucateamento ..........................................................................................8.............2..................................................................1.................................

Não existem dúvidas de que pode apoiar de maneira eficiente muitas atividades de controle e 1 INE-SEMARNAT (2005) regulação de emissões. • identificar os principais poluentes emitidos em mente no transporte por caminhões. das. • identificar medidas potenciais de redução. o inventário pode fornecer fera1 e que demandam. que deveriam ter grande importância na dis. dimensões do Brasil. mam as emissões por fontes de poluição especifica- ência de políticas públicas de transporte em mas. no entanto. além de apontar cenários de forte plantação ou reorientação de quaisquer programas expansão nesses segmentos do transporte de voltados ao melhoramento da qualidade do ar. se baseados 17 | Introdução . jam respeitados. a defici. com auxílio de modelagem. 1. as taxas de emissão. Desta forma. uma passageiros. gem). a partir do melhor conhe. permitam que os padrões de qualidade do ar se- mentos estratégicos de gestão ambiental que esti. numa dada área geográfica e num dado período sa e mesmo os incentivos à produção e consumo de de tempo. são instru. relegando a uma área de interesse. portanto. medidas de controle. subsídios para entender as relações entre as emis- cimento sobre as mesmas. Esse é um quadro que confirma a condição • e determinar tendências de emissões futuras. • identificar e hierarquizar as diferentes fontes cuja frota de veículos pesados reflete assimetrias contribuintes e as emissões totais. os efeitos tribuição de mercadorias e bens em um país com as das emissões atmosféricas na qualidade do ar. quando territorialmente ajustado. dos veículos automotores rodoviários como gran- des fontes emissoras de poluentes para a atmos. • estimar. auxi- Os inventários de emissões de poluentes at. A elaboração desses ins- expressivo da motorização individual (automó. Introdução As crescentes taxas de urbanização. permitindo assim orientar medidas mais veículos no país têm implicado em um aumen. em um aspecto mais geral.to eficientes de intervenção. a adoção de múltiplas sões e as concentrações ambientais resultantes e. planos de menor expressão modais meios como o • avaliar os efeitos das medidas de controle sobre ferroviário e o aquaviário (incluindo o de cabota.veis trumentos é ponto de partida para o sucesso da im- e motocicletas). vez que prestam-se a: O mesmo vale para o transporte de cargas. profundas de uma logística baseada prioritaria. liar no estabelecimento de políticas e ações que mosféricos.

quer pela permea- ritários. dem ser de natureza evaporativa do combustivel. 1. Caracterização das emissões veiculares • a proposição de uma referência metodológica As emissões de um veículo automotor podem nacional a partir da qual outras aplicações po. los hidrocarbonetos (HC) que evaporam do sistema dade do Ar (PRONAR) com vistas a: “permitir o desenvol. das metodologias de cálculo e avalia. ocorrer pelo escapamento (emissões diretas) ou po- derão ser feitas. dos combustiveis pelo motor. seu uso na tomada de decisões pode ar como ação complementar de controle. Fontes e Emissões. quer pela estanqueidade imperfeita de conexões. de estimativas de emissões e identificar pontos São influenciadas por vários fatores. porte e tipo ção no país. dentre os quais onde se deve avançar na qualidade da informa. e Programas aplicação como: Estaduais de Controle da Poluição do Ar. Programa Nacional de Controle da que guarda particularidades relevantes em relação a Poluição Industrial (PRONACOP). trole da Poluição por Veículos Automotores (PROCON- VE). ção de sua aplicabilidade. além de fatores transportes rodoviários. dióxido de carbono (CO2). A Resolução CONAMA nº 5. de 15 de julho de As emissões evaporativas são constituídas pe- 1989. criou o Programa Nacional de Controle da Quali. podemos destacar: tecnologia do motor. Tais emis- vimento econômico e social do país de forma ambiental.em informações incompletas. • o aprofundamento nas discussões sobre meto- dologias de elaboração dessa modalidade de instrumento. destacam-se classificação das áreas segundo o nível desejado de qualidade do ar. de Avaliação da Qualidade do Ar.dendo uma série de substâncias como monóxido de carbono (CO). Para instrumentalizar suas medidas. com vistas combustivel com o veículo em repouso. Programa Nacional outras iniciativas similares territorialmente mais cir. con- metodologias para estimar emissões no setor de dições de manutenção e condução. errôneas ou pouco confiáveis. projeto e mate- • reforçar a capacidade institucional no nível Fe. vide Anexo A. de uso do veículo. riais do sistema de alimentação de combustivel. a para o controle. idade do veículo. reservando o uso de padrões da qualidade do bilidade inerente aos materiais empregados. foi possível identificar oportunidades de de Inventário de Fontes Poluidoras do Ar. • e dar transparência e pleno acesso às informa. de alimentação de combustivel do veículo.1. pela limitação dos níveis de emissão de • Emissões diurnas: são as geradas no sistema de poluentes por fontes de poluição atmosférica. ao atendimento dos pa- mudanças de temperatura ambiente ao longo das drões estabelecidos e o não comprometimento da quali- dade do ar nas áreas consideradas não degradadas”. incorporou os seguintes programas: Programa de Con- mosféricas por veículos Automotores Rodoviários. devido às à melhora da qualidade do ar. Programa Nacional cunscritas. compreen. As emissões de escapamento decorrem da queima ções utilizadas e aos seus resultados. pelo sistema de alimentação. o PRONAR Nesse 1º Inventário Nacional de Emissões At. • trazer à luz as incertezas presentes nos cálculos aparecendo durante o uso e o repouso do veículo. hidrocarbo- netos (HC). sões ocorrem pelos seguintes processos: mente segura. tornando fundamental a adoção implantação da Rede Nacional de Monitoramento da de rotinas que levem à melhoria da qualidade da Qualidade do Ar e a criação do Inventário Nacional de informação. Conforme a temperatura se ele- O PRONAR estabelece limites nacionais para va. 18 | Introdução . 24 horas do dia. tipo deral para fomentar a adequada aplicação de e qualidade do combustivel (pressão de vapor). aumenta o escape de vapores de combustivel emissões por tipologia de fontes e de poluentes prio. aldeídos (RCHO). meteorológicos (pressão e temperatura ambientes). Dentre ou- ter consequências em termos de custos e eficácia tras medidas previstas. óxidos de nitrogênio PRONAR (NOx) e material particulado (MP).

Também é considerado cido devido à circulação no período em que o um gás de efeito estufa expressivo. Abrangência espacial e temporal Emissões tipicas da combustão em veículos automo- Neste 1º Inventário foram estimadas as emis- tores sões atmosféricas por veículos automotores em • Monóxido de carbono (CO): as emissões de CO todo o território nacional. São comportamento das emissões. o Inventário também emissões de NMHC. sões de MP apenas para veículos do ciclo Diesel. Também se devem ao aumento da tem diâmetro menor do que 2. sen- veículo está em circulação pelo sistema de ali- do que grande parte do MP de origem veicular mentação. (O3) no nível troposférico.2. te o funcionamento do automóvel. a depender da ca- 19 | Introdução . o mais simples dos com o motor quente: emissões de vapores de hidrocarbonetos. (C) contido no combustivel. exceto o metano. • Metano (CH4) por veículos do ciclo Otto: O • Material particulado (MP): são particulas de PROCONVE regulamenta as emissões de hi- material sólido ou líquido que podem conter drocarbonetos totais (THC) ou de hidrocarbo- netos não-metano (NMHC). veículo estava em funcionamento e ao calor re- sidual desprendido do motor.2. das as seguintes emissões: mente reativos.2. queima de etanol hidratado. São classificados de acordo com seu tamanho. • Dióxido de carbono (CO2): produto da oxidação caracterizam-se pelo fato do combustivel estar completa do carbono (C) presente no combusti- parado e despressurizado. Para capturar a evolução das emissões decor- • Hidrocarbonetos não metano (NMHC): a quei.5 µm. Juntamente com os hidrocarbo. são contabiliza- • Óxidos de nitrogênio (NOx): grupo de gases alta. ser referido como MP2. • Metano (CH4): o processo de combustão pode le- • Emissões evaporativas do veículo em repouso var também à geração de CH4. Adicionalmente. vel troposférico. sões dos poluentes regulamentados pelo PROCON- ção de ozônio (O3) no nível troposférico. Escopo do Inventário 1. Não há desagregação por resultam da combustão incompleta do carbono unidades da Federação ou regiões metropolitanas. rentes do aumento da frota de veículos e da imple- ma incompleta do combustivel no motor gera mentação do PROCONVE e do PROMOT. VE e pelo PROMOT. bem como subprodutos orgânicos gulações energéticas e ambientais e o histórico do derivados da combustão. os mais comuns são o acetaldeído Neste inventário são contabilizadas as emis- e o formaldeído. Poluentes inventariados levar também à geração de compostos com o ra- dical carbonila.5.1.2. • Aldeídos (RCHO): o processo de combustão pode 1. Não foram consideradas as emissões de MP pela são precursores da formação de ozônio (O3) no ní. É considerado um expressivo gás de efeito estufa. netos não metano (NMHC) e os aldeídos (RCHO). vel durante sua queima. desses compostos abrange toda a gama de substâncias orgânicas presentes in natura nos Tendo como base a conjuntura atual de re- combustiveis. compostos por nitrogênio (N) e • Material particulado (MP) por automóveis.• Perdas em movimento: são as emissões de va- pores de combustivel que ocorrem enquanto o uma variedade de componentes químicos. podendo pressão e da temperatura do combustivel duran. Também participam na forma. 1. ve- oxigênio (O) em quantidades variadas. A classificação apresenta as emissões desde o ano 1980 até 2009. combustivel que ocorrem após o uso do veículo. São forma- ículos comerciais leves e motocicletas movidos dos pela reação de oxigênio (O2) e nitrogênio (N2) presentes no ar sob condições de alta temperatura à gasolina C: O PROCONVE regulamenta as emis- e elevada pressão. foram feitas proje- substâncias precursoras da formação de ozônio ções para o período de 2010 a 2020. porém ainda aque.

rodoviárias. dações quanto à elaboração de inventários locais e ventário e o seu conteúdo básico. na seguinte ordem: Capítulos 3 a 7.3. tais quais as futuras taxas de consideradas desprezíveis. tam maiores detalhes do conteúdo exposto nos das no Capítulo 2. modelagem utilizada. lhorar o armazenamento e aumentar a eficiência do da para a estimativa das emissões de escapamento. mo de combustivel na década de 2010 a 2020. desenvolvimento está organizado da seguinte forma: e implantação de sistema de informações (para me- O Capítulo 2 estabelece a metodologia adota. • Capítulo 4: Fatores de emissão tível e do ano de fabricação (ou fase tecnoló. o Capítulo 8 compila as referências Os Capítulos 3 a 5 detalham os conjuntos de bibliográficas deste trabalho e os Anexos apresen- informações necessárias às estimativas apresenta. As emis. bem como recomen- Definido o contexto em que se insere o 1º In. compõem este capítulo. processamento das informações). quanto à infraestrutura. Também apresentadas desagregadamente2. veículos • Capítulo 3: Frota de veículos pesados ou motocicletas). • Capítulo 5: Intensidade de uso gica) do veículo. este documento regionais. Tabela 1: Poluentes considerados no Inventário Automóveis e comerciais Motocicletas Veículos leves do ciclo Otto Poluentes Veículos do ciclo a GNV Etanol Etanol Diesel Gasolina C Gasolina C hidratado hidratado Emissões de escapamento Monóxido de carbono (CO)       Óxidos de nitrogênio (NOx)       Material particulado (MP) *    Aldeídos (RCHO)    Hidrocarbonetos não-metano (NMHCescap)       Metano (CH4)      Dióxido de carbono (CO2)       Emissões evaporativas (NMHCevap)   *Material particulado total 2 THC = NMHC + CH4 20 | Introdução . tegoria (automóveis comerciais leves. O Capítulo 7 traz as recomendações dos par- ticipantes do GT para o futuro do desenvolvimento A Tabela 1 resume os poluentes considerados de inventários de emissões atmosféricas por fontes neste Inventário. to ao arranjo institucional adequado para atender à mativas. rias de veículos. Por fim. Estrutura do Inventário põem inventários deste tipo. crescimento de vendas de veículos novos e o consu- • Dióxido de carbono (CO2) por todas as catego. de modo que as parcelas são e projetados das estimativas de emissão. bem como a sequência lógica de cálculos da grande demanda existente nesse campo. as premissas adotadas para sões de CH4 por veículos do ciclo Diesel foram a projeção das emissões. do tipo de combus. e também quan- apresenta as principais variáveis envolvidas nas esti. Nele constam recomendações para a melhoria da qualidade das informações que com- 1. As emissões de hidrocarbo- netos totais constituem a soma das emissões O Capítulo 6 apresenta os resultados históricos de NMHC e CH4.

rio.2.  E é a taxa anual de emissão do poluente consi-  Iu é a intensidade de uso do veículo do ano mo. não é possível utilizar a Onde: Equação 1. delo considerado. expresso em termos da massa de poluentes a Equação 2: emitida por km percorrido (gpoluente/km). as derado (g/ano). a partir de uma abordagem top-down. 2. Metodologia para estimar as emissões de escapamento 2. são estimadas a Como não estão disponíveis informações con- partir da seguinte equação: sistentes e detalhadas acerca da frota convertida. utilizando-se do. do para veículos à gasolina C e a etanol hidratado. es- pecialmente no que se refere ao número de conver- sões anuais por ano modelo e o combustivel original ( ) dos veículos convertidos. a frota em circulação é composta apenas por As emissões de escapamento da frota circu.  CGNV é o consumo anual de GNV (m3/ano).  Fe é o fator de emissão do poluente considera- metragem anual percorrida (km/ano). expresso em termos da massa de poluente de uma variável que depende de um conjunto emitida por volume de GNV consumido (g/m3). Equação para veículos convertidos para para estimar as emissões o uso de GNV A Figura 1 ilustra a sequência lógica adotada No Brasil a comercialização de veículos novos nos procedimentos para estimar as emissões da fro- movidos a GNV é muito pouco significativa e. Equação geral mente. Sistematização dos procedimentos 2. expressa em termos de quilo. ( ) do e depende do tipo de combustivel utilizado. É espe- cífico para o ano modelo de veículo considera. veículos convertidos para o uso de GNV a partir da lante num determinado ano calendário. diferentemente do que foi adota-  E é a taxa anual de emissão do poluente consi. 2.3. derado (g/ano).1. basica. são representados pela idade do veículo. ta de veículos em circulação para cada ano calendá- 21 | Metodologia para estimar as emissões de escapamento . Trata-se do. Assim. poluente e ano modelo de veículo.  Fr é a frota circulante de veículos do ano modelo Onde: considerado (número de veículos). neste Inventá. de fatores socioeconômicos que. para cada instalação de kits de conversão. emissões dos veículos movidos a GNV são estimadas  Fe é o fator de emissão do poluente considera.

rio. Conforme mostram as Equações 1 e 2 e a Figura de veículos em circulação, os fatores de emissão de
1, a elaboração do inventário de emissões veiculares poluentes e a intensidade de uso, detalhados, res-
depende de três grandes conjuntos de dados: a frota pectivamente, nos Capítulos 3, 4 e 5.

fator de emissão
zero km
incremento de
teor de enxofre
emissão por
no diesel(ii)
deterioração
consumos de
combustível
calculados para as
outras categorias
fator de emissão usando o mesmo
combustível

consumo de
histórico de consumo de
combustível
combustível
vendas de emissões global observado
global
veículos novos calculado

fator de correção
curva de frota intensidade sobre a
de uso intensidade de
sucateamento circulante uso

consumo de intensidade de
fração flex(i) combustível uso de referência

quilometragem
por L de
combustível

entradas
consumo de
combustível
saídas calculado

(i) Fração flex: para os veículos flex fuel apenas
(ii) Teor de enxofre no diesel: para o cálculo do material particulado por veículos Diesel apenas

Figura 1: Procedimentos adotados para estimar as emissões

22 | Metodologia para estimar as emissões de escapamento

3. Frota de veículos

3.1. Categorização da frota de veículos ser apresentados de forma desagregada por tipo de
De modo a permitir que o Inventário forneça combustivel utilizado, por idade ou geração tecnoló-
subsídios para análises e proposições de ações especí- gica, por tipo de aplicação – transporte de cargas ou
ficas, com vistas à formulação e avaliação de políticas passageiros – bem como por sua capacidade ou por-
públicas relacionadas à qualidade do ar e mudanças te. A Tabela 2 mostra o nível de desagregação da fro-
climáticas, é importante que seus resultados possam ta, por categoria de veículos adotada no Inventário.

Tabela 2: Categorização da frota de veículos
Categorias Motor/Combustível Definição

Otto/Gasolina C Veículo automotor destinado ao
Otto/Etanol Hidratado transporte de passageiros, com
Automóveis
Otto/Flex Fuel capacidade para até oito pessoas,
Otto/GNV exclusive o condutor

Otto/Gasolina C
Veículo automotor destinado ao
Otto/Etanol Hidratado
Veículos Comerciais leves transporte de pessoas ou carga, com
Otto/Flex Fuel
peso bruto total de até 3.500 kg
Diesel

Veículo automotor de duas rodas,
Otto/Gasolina C com ou sem side-car, dirigido em
Motocicletas Otto/Flex Fuel
posição montada
3
Caminhões leves (3,5t < PBT < 10t) Veículo automotor destinado ao
Caminhões médios (10t ≤ PBT < 15t) Diesel transporte de carga, com carroçaria,
Caminhões pesados (PBT ≥ 15t) e PBT superior a 3.500 kg
Ônibus urbanos
Veículo automotor de transporte
Diesel coletivo
Ônibus rodoviários

3
Peso bruto total

23 | Frota de veículos

Para a categorização da frota foram adotadas (BIN), extraída em agosto de 2009, estruturada a par-
as seguintes simplificações: tir do Registro Nacional de Veículos Automotores (RE-
 Não foram considerados os caminhões e ônibus NAVAM). Pela arquitetura definida pelo RENAVAM, a
do ciclo Otto, dado que sua participação na frota BIN permite o acesso a informações detalhadas conti-
não é significativa. das nas bases de dados estaduais dos DETRANs.
 Não foram considerados os automóveis do ciclo Por incluir veículos que já deixaram de circular
Diesel, uma vez que, no Brasil, é proibido o abas- e para os quais não foi cancelado o seu registro, ava-
tecimento com diesel de veículos com capacida- liou-se que a frota informada pelo DENATRAN estaria,
de de carga inferior a 1.000 kg. muito provavelmente, superestimada. Essa informa-
 Os micro-ônibus (veículos para até 20 passageiros) ção pode ser verificada por meio da comparação com
foram contabilizados na categoria ônibus urbanos. as estimativas realizadas pela Associação Nacional
 Os automóveis Otto/GNV correspondem apenas dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA)
aos veículos convertidos para o uso de GNV. Eles e pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componen-
têm suas emissões estimadas a partir de uma me- tes para Veículos Automotores (SINDIPEÇAS), que
todologia top-down (ver Seção 2.2) e seus resulta- mostra que a frota total informada pelo DENATRAN
dos são apresentados separadamente dos auto- é sistematicamente superior. Assim, o GT optou por
móveis movidos à gasolina C e a etanol hidratado. não utilizar a base de dados do DENATRAN.
À semelhança dos procedimentos adotados
3.2. Procedimentos adotados para estimar pela ANFAVEA e pelo SINDIPEÇAS, a frota de veículos
a frota de veículos deste Inventário foi estimada a partir da aplicação de
Primeiramente, foram avaliados os dados dis- taxas de sucateamento dos veículos novos comercia-
ponibilizados pelo Departamento Nacional de Trân- lizados no mercado nacional, conforme ilustram a Fi-
sito (DENATRAN), por meio da Base Índice Nacional gura 2 e a Equação 3.

Histórico de vendas de Informação oficial
veículos novos (ANFAVEA/DENATRAN, ABRACICLO)

Evolução histórica da frota
 por categoria de veículos
Estimativas a partir de dados oficiais
 por tipo de combustível
 por ano de fabricação

Estimativas oficiais
Curvas de sucateamento
(MCT, SINDIPEÇAS)

Figura 2: Procedimento para estimar a frota de veículos

24 | Frota de veículos

caminhões e ônibus4 novos foram de Gases de Efeito Estufa. da Seção cateamento utilizada pelo SINDIPEÇAS (2009). desde o ano 1957 até o ano 2009. Os gráficos das séries históricas de vendas de • Frano-calendário i. 3. portanto. Curvas de sucateamento calendário i (veículos novos vendidos no ano.2. No que se refere  8% do 16º ano em diante. vantamento das mesmas é descrita no Anexo C. 25 | Frota de veículos . veículos comerciais leves. neste Inventário podem ser consultados no Anexo B. às motocicletas. tório de Referência: Emissões de Gases de Efeito Estufa no Setor Energético por Fontes Móveis).1. a fonte de informações foi o website As curvas de sucateamento são ilustradas nos da ABRACICLO (2010). que dispõe de dados para o Gráficos 1 e 2 e a parametrização adotada para o le- período de 1975 a 2009. Gráfico 1: Curvas de sucateamento para veículos do ciclo Otto 100% Automóveis 90% Fração da frota em circulação (1-S) Come rciais Leves Otto 80% Motocicletas 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Anos de uso 4 Os ônibus foram separados em duas categorias – urbanos e ro- doviários – de acordo com as informações de vendas de veículos novos disponíveis para os anos de 2005 a 2009. cami- calendário k) nhões e ônibus foram adotadas as curvas de sucateamen-  S é a fração de veículos do toutilizadas naelaboraçãodo Primeiro Inventário Brasilei- ano .modelo k modelo k que entraram em circulação no ano. Vendas de veículos novos Para motocicletas.modelo k ano-modelo k já sucateados e que. PBT na série histórica). ano . veículos Primeiro Inventário Brasileiro de Emissões Antrópicas comerciais leves. Para automóveis. Estavam disponíveis dados  6% do 11º ao 15º ano. Para os anos an- teriores. assumiu-se a proporção de 10% de ônibus rodoviários e 90% ônibus urbanos. (dados referentes à classificação de caminhões por  5% do 6º ao 10º ano. cujas de Estatisticas do website da ANFAVEA (2010) e de taxas anuais para motocicletas de até 200 cc são: dados fornecidos pela associação no âmbito do GT  4% nos primeiros 5 anos. não havendo referência no Os dados de vendas de automóveis. veículos novos no mercado interno consideradas modelo k no ano-calendário i. MCT (2006).calendário i.  V é o número de veículos do ano- ano .2.2. ro de Emissões Antrópicas de Gases de Efeito Estufa (Rela- não circulam no ano-calendário i. similar à proporção para os demais anos onde há dados. ( ) ( ) Onde. ano-modelo k é a frota circulante do ano. adotou-se a curva de su- originados do Anuário da ANFAVEA (2009). 3.

atingindo partir da segunda metade da década de 1990 até hoje. – 1980 a 2009 com destaque para os automóveis. mais de 85% da frota é constituída por veículos incremento das vendas de motocicletasnovas.3. que ultrapassam a As estimativas da frota brasileira de veículos mos. o um volume entre 35 e 40 milhões de veículos (Gráfico 3). Evolução histórica da frota de veículos do transporte individual (automóveis e motocicletas). Gráfico 2: Curvas de sucateamento para veículos do ciclo Diesel 100% Caminh ões 90% Fração da frota em circulação (1-S) Ônibus 80% Comerciais Leve s Diesel 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Anos de uso 3. A tram um crescimento constante desde 1980. Gráfico 3: Evolução da frota estimada de veículos por categoria 40 2009 (%) Caminhões 35 Ônibus 10 3 30 Comerciais Leves 25 106 veículos 27 59 Motocicletas 20 Automóveis 15 10 5 0 1980 1984 1988 1992 1996 2000 2004 2008 Anos 26 | Frota de veículos . crescimento mais acelerado tem grande contribuição do Em 2009. metade do número de veículos circulantes no país.

Tal decomposição da frota por ano-modelo (ano de frota de veículos por categoria. incluindo ainda as fabricação) é determinante da aplicação dos fatores de projeções de 2010 a 2020. Dentre os ônibus. ário de carga. que pode ser entendido como um var-se a predominância dos caminhões em relação reflexo da busca por eficiência no transporte rodovi- aos ônibus (Gráfico 4).0 33 16 0. é notá. mostram ta de veículos permite acompanhar o perfil de idade dos a evolução das frotas de veículos por categoria.0 1980 1984 1988 1992 1996 2000 2004 2008 Anos O Anexo D mostra as tabelas da evolução da 5. de maior porte. enquadram.2 0. No tocante veículos pesados. emissão. Gráfico 4: Evolução da frota estimada de veículos pesados por categoria 1. a seguir.6 0. sentadas no Capítulo 6. por tipo veículos ao longo dos anos.6 Caminhões Médio s 17 1. Gráfico 5: Evolução da frota estimada de automóveis por ano de fabricação 24 2009 (%) 2006-2009 22 20 2001-2005 8 10 18 35 1996-2000 16 106 veículos 21 14 1991-1995 12 1957-1990 26 10 8 6 4 2 0 1980 1984 1988 1992 1996 2000 2004 2008 Anos 27 | Frota de veículos .8 0. prevalecem os ôni- vel o recente aumento da participação dos veículos bus urbanos.3.2. em grande maioria.1 e 3. que são característicos da categoria de veículo.4 Caminhões Leves 32 2 1. Dentre os caminhões. do tipo de combustivel e da fase tecnológica em que se A metodologia adotada para a estimativa da fro. conforme premissas apre. como exemplifica o Gráfico de combustivel e por fase do PROCONVE e do PROMOT.3. As Seções 3.2 Ônibus Rodoviário s 106 veículos Ônibus Urbanos 1.4 0. é possível obser.8 2009 (%) Caminhões Pesados 1.

Em 2009. no Gráfico 6. denominados veículos flex fuel. dedicados a etanol hidratado (movidos exclu. contrapartida. No entanto. diferentemente dos automóveis. a partir de 2003.0 1980 1984 1988 1992 1996 2000 2004 2008 Anos 28 | Frota de veículos . apresentacomportamentosemelhanteaodafrotade da frota desta categoria de veículos em 2009 (Gráfico 7).5 106 veículos Gasolina C 2. Gráfico 6: Evolução da frota estimada de automóveis por tipo de combustivel 24 2009 (%) Flex Fuel 22 20 Etanol Hidratado 18 37 Gasolina C 16 106 veículos 57 14 6 12 10 8 6 4 2 0 1980 1984 1988 1992 1996 2000 2004 2008 Anos A evolução da frota de veículos comerciais leves do automóveis.5 Flex Fuel 3.0 2009 (%) Diesel 3.3. uma redução nas vendas de ve- solina C).0 28 Etanol Hidratado 42 2. Evolução da frota de veículos por tipo Observa-se que nos últimos anos houve de combustivel uma forte penetração de automóveis e veícu- A frota de automóveis é composta por veículos los comerciais leves flex fuel no mercado e.0 0.5 1. ículos dedicados à gasolina. a frota sivamente a etanol hidratado) e. por de automóveis dedicados à gasolina C ainda é veículos que podem utilizar ambos os combustiveis. representando 28% tivel. Gráfico 7: Evolução da frota estimada de veículos comerciais leves por tipo de combustivel 4.0 26 4 1.1. em majoritária (57%).3.5 0. em dedicados à gasolina C (movidos exclusivamente à ga. ciclo Otto. em relação à participação dos tipos de combus. háaparceladeveículosdociclo Diesel. como pode ser observado qualquer proporção.

Em 2009 foi iniciada a venda de motocicletas dência observada de participação dos veículos flex flex fuel. Gráfico 8: Evolução da frota estimada de motocicletas por tipo de combustivel 11 Flex Fuel 2009 (%) 10 9 Gasolina C 2 8 7 106 veículos 6 5 98 4 3 2 1 0 1980 1984 1988 1992 1996 2000 2004 2008 Anos 3. das para as estimativas de emissões projetadas de Não existindo indicação em contrário. foram consi- veículos comerciais leves) do ciclo Otto é seg. do PROCONVE.1. e a de motocicletas. 2010 a 2020 (ver Seção 6.1. a ten. Evolução da frota de veículos por fa.1). segundo as ses do PROCONVE e do PROMOT fases do PROMOT. Para as estimativas de emis- A frota de veículos leves (automóveis e sões projetadas entre 2010 e 2020. cicletas) no mercado de veículos novos é estendida damente 2% do parque da categoria de veículos em para os próximos anos. veículos comerciais leves e moto- tas novas comercializadas (Gráfico 48) e aproxima. a período. conforme premissas adota- circulação (Gráfico 8). que são as fases L6 e P7 do PROCONVE de veículos do ciclo Diesel. constituindo cerca de 12% das motocicle. segundo as fases “P” (ver Seção 6. fuel (automóveis.2.2).3. deradas as fases já regulamentadas dentro deste mentada segundo as fases “L” do PROCONVE. Gráfico 9: Evolução da frota estimada de automóveis por fase do PROCONVE 24 2009 (%) L5 22 20 L4 10 6 3 18 L3 14 18 16 L2 106 veículos 14 L1 12 49 Pré-PROCONVE 10 8 6 4 2 0 1980 1984 1988 1992 1996 2000 2004 2008 Anos 29 | Frota de veículos .

0 2009 (%) L5 2.0 0.5 L4 12 5 3 L3 13 2.0 0.0 2009 (%) P5 2.0 1980 1984 1988 1992 1996 2000 2004 2008 Anos Gráfico 11: Evolução da frota estimada de veículos do ciclo Diesel por fase do PROCONVE 3.Gráfico 10: Evolução da frota estimada de veículos comerciais leves do ciclo Otto por fase do PROCONVE 3.5 0.0 Pré-PROCONVE + P1 + P2 106 veículos 12 1.0 1980 1984 1988 1992 1996 2000 2004 2008 Anos Gráfico 12: Evolução da frota estimada de motocicletas por fase do PROMOT 11 2009 (%) PROMOT 3 10 9 PROMOT 2 15 23 8 PR OMOT 1 7 106 veículos 12 Pré-PROMOT 6 50 5 4 3 2 1 0 1980 1984 1988 1992 1996 2000 2004 2008 Anos 30 | Frota de veículos .5 26 1.5 Pré-PROCONVE 45 1.5 0.0 L2 22 106 veículos L1 1.5 P4 28 P3 34 2.

1). Para os veículos comerciais leves do ciclo Otto veículos fabricados a partir do referido ano. fase de estabilização e fase quente). Trata-se de fatores de 4. o resultado médio de não seriam representativos de veículos novos (zero km). gasolina C e a etanol hidratado Este Inventário utiliza os fatores de emissão publica- dos no Relatório de qualidade do ar no estado de São Pau- 4. 5 Os ensaios de homologação seguem a norma brasileira ABNT 4.1. Fatores de emissão Este capítulo apresenta os fatores de emissão ado. ponderados ceira quanto aos veículos do ciclo Diesel (Seção 4. NOx. Fatores de emissão para automóveis e fins de homologação de veículos desde 19895. lo 2009. indicando as fontes de informação regulamentados pelo PROCONVE – CO. sendo que esses devem ser homologa- Os fatores de emissão de veículos fabricados antes de 1980 publicados nos relatórios de qualidade do ar da CETESB foram dos conforme metodologia de teste descrita na norma desconsiderados. O ciclo de condução estabelecido nessa norma é A legislação brasileira estabelece limite para idêntico ao procedimento americano de teste USEPA FTP-72 .2. No âmbito do PROCONVE são realizados ensaios para 4.1. Emissões de escapamento regula.1. Divide-se em três grandes se. Para veículos fabricados antes de 1980. CETESB (2010). utilizam- se os dados gerados nestes ensaios para calcular os 4.NBR 11. emissão médios por ano de fabricação. A CETESB manifestou no GT que tais valores ABNT . ocorrem em situações reais de uso dos veículos. con- 31 | Fatores de emissão . foram então adotados os fatores de sui uma correspondência direta com as emissões que emissão dos veículos fabricados entre 1980 e 1983.2) e a ter.1. os fa- tores de emissão utilizados foram acordados pelo GT6.3). mentação de automóveis e veículos comerciais leves 6 do ciclo Otto. cap/NMHCescap e RCHO – para automóveis e veículos ções de acordo com as categorias de veículos e os tipos comerciais leves do ciclo Otto novos (zero km) são de combustivel: a primeira quanto aos veículos leves (au.481. disponibilizados anualmente pela CETESB em seus tomóveis e veículos comerciais leves) do ciclo Otto (Seção Relatórios de qualidade do ar. Emissões evaporativas (NMHCevap) . No entanto.1. a segunda quanto às motocicletas (Seção 4. THCes- e as adaptações adotadas.NBR 6601.1. Veículos novos (zero km) movidos à fatores médios de emissão por ano de fabricação. estando emissões evaporativas obtido desse ensaio não pos- neles embutidos condições de manutenção e acúmulo de roda- gem. que simula as condições urbanas de dirigir e é dividido em três emissões evaporativas provenientes do sistema de ali- fases (fase fria. 4. Para estes veículos. pelo volume de vendas de cada modelo de veículo.1. para os veículos fabricados entre mentadas pelo PROCONVE 1980 e 2009. Os fatores médios de emissão dos poluentes tados neste Inventário.1.

07 0.49 0.41 0.03 Gasolina C 0.11 0.07 1990 Etanol hidratado 0.06 0.11 0.8 0.1 0.03 Gasolina C 0.13 0.1 0.1 0.35 14.04 0.1 0.05 0.1 0.03 Gasolina C 0.34 0.81 Gasolina C 0.25 0.12 0.12 0.07 0.45 1.07 2002 Etanol hidratado nd nd nd nd nd nd nd nd nd Gasolina C 0.03 Gasolina C 0.18 0.28 0.12 0.04 0.07 0.04 0. Tabela 3: Fatores de emissões evaporativa de automóveis e veículos comerciais leves movidos à gasolina C e a etanol hidratado Temperatura: 20−35°C Temperatura: 10−25°C Temperatura: 0−15°C Ano.21 0.16 0.66 6.53 3.07 0.1 0.1 0.52 0.16 0.07 Flex – Etanol hidratado nd nd 0.16 0.16 0.18 0.28 0.03 0.07 2008 Etanol hidratado 0.05 0.08 0.07 Etanol hidratado nd nd nd nd nd nd nd nd nd 2003 Flex – Gasolina C nd nd 0.16 0.42 0.1 0.13 0.28 0.1 0.1 0.35 0.13 0.22 0.03 0.14 0.1 0.1 nd nd 0.18 0.03 Gasolina C 0.42 0.14 0.14 0.1 0.03 Gasolina C 0.07 0.67 2.16 0.61 0.46 0.1 0.24 0.04 0.05 0.25 0.14 0.16 0. nem considera variáveis im- Apesar do ensaio de homologação reprodu.04 nd nd 0.28 0.04 0.08 0.28 0.1 0.07 0. a emissão evaporativa devida ro de viagens diárias.2 0.16 0.12 0.12 0.05 0.05 0.07 0.2 0.07 Flex – Gasolina C 0.12 0.03 Nota: nd – não disponível 32 | Fatores de emissão .12 0.16 0.31 0.06 0.16 0.08 0.11 0.05 0.15 0.07 1997 Etanol hidratado 0.04 0.16 0.06 0.2 0.1 0.2 0.07 0.04 0.04 0.13 0.74 0.26 0.13 0.81 0.12 0.16 0.22 0.13 0.1 0.14 0.07 nd nd 0.07 2006 Etanol hidratado 0. emissões evaporativas desprende após o veículo ser desligado.16 0.29 0.16 0.forme os processos definidos na Seção 1.1 0.07 0.16 0.06 0.03 Gasolina C 0.07 0.24 0.03 0.04 0.05 0.16 0.31 0.07 Etanol hidratado nd nd nd nd nd nd nd nd nd 2005 Flex – Gasolina C nd nd 0.07 1994 Etanol hidratado 0.04 0.21 0.03 Gasolina C 0.61 3.03 Gasolina C 0.05 0.08 0.15 0.68 2.79 0.16 0.08 0.33 0.07 0.35 0.1 0.21 0.16 nd nd 0.29 0.07 0.07 1992 Etanol hidratado 0.1 0.07 0.07 0.16 0.1 0.07 0.22 0.03 Gasolina C 0.25 0.33 2.07 0.07 0.05 0.07 1998 Etanol hidratado 0.04 0.24 0.14 0.07 0.1 0.06 0.04 0.07 0.1 0.18 0.16 0.03 Gasolina C 0.46 7.04 0.55 0.07 2009 Etanol hidratado 0.09 0.07 Flex – Etanol hidratado nd nd 0.1 nd nd 0.16 nd nd 0.39 0.18 0.07 1996 Etanol hidratado 0.38 0.78 0.78 2.07 Flex – Gasolina C 0.04 0.48 0.03 Gasolina C 0.52 7.11 0.07 2001 Etanol hidratado 0.34 0.18 0.03 Gasolina C 0.32 0.08 0.12 0.03 0. está em movimento.18 0.19 0.07 0.18 0.24 0.24 0.08 0.07 1991 Etanol hidratado 0.09 0.12 0.38 0.09 0.1 0.19 0.15 0.16 0.56 0.1.17 0.11 0. perdas em movimento.17 0.05 0.78 0.1 3.56 0.29 0.04 0.16 0.27 0.03 0.1 0.16 0.21 0.54 0.07 nd nd 0.03 Gasolina C 0.07 Flex – Gasolina C 0.49 0.16 0.44 0.25 0.26 0.03 Gasolina C 0.27 0.04 0.25 0.61 0.07 0.68 0.15 0.03 Gasolina C 0.08 0.32 0.16 0.1 0.18 0.46 Até 1989 Etanol hidratado 2.75 1.63 1.37 0.16 0.16 0.07 1995 Etanol hidratado 0.16 nd nd 0.07 1993 Etanol hidratado 0.21 0.07 2007 Etanol hidratado 0.07 0.41 0.07 nd nd 0.46 0.18 0.41 0.12 0.04 nd nd 0.07 Flex – Etanol hidratado nd nd 0.16 0.07 0.16 0.53 0.48 4.42 0.16 0.1 0.07 0.16 0.32 0.08 0.25 0.2 0.09 0.32 0.03 Gasolina C 0.07 0.1 0.1 0.13 0. não con- do veículo em repouso com o motor quente e emissões templa a emissão que ocorre enquanto o veículo evaporativas do veículo em repouso com o motor frio.49 0.49 0.12 0.07 0.04 0.35 1.65 17.1 0.43 0.68 0.27 0.38 0.09 0.54 6.34 0.07 2000 Etanol hidratado 0.1 nd nd 0.1 0.1 0.1 0.82 1.06 0.99 0.15 0.33 0.07 Etanol hidratado nd nd nd nd nd nd nd nd nd 2004 Flex – Gasolina C nd nd 0.56 0.16 0.1 0.1 0.1 0.07 Flex – Gasolina C 0.64 1 0.2: emissões ao aquecimento do veículo por insolação e a que se diurnas.45 1.25 0.69 0.18 0.61 0.25 0.27 0.04 nd nd 0.13 0.03 0.16 0. de certa forma.13 0.21 0.06 0.99 0.13 0.2 0.35 0.03 Gasolina C 0. portantes como a temperatura ambiente e o núme- zir.41 0.04 0.14 0.07 1999 Etanol hidratado 0. Combustível modelo ed es er ed es er ed es er (g/dia) (g/viag) (g/viag) (g/dia) (g/viag) (g/viag) (g/dia) (g/viag) (g/viag) Gasolina C 5.12 0.1 0.41 8.07 0.27 0.67 0.16 0.24 0.4 10.12 0.21 0.1 0.1 0.05 0.

aplicando- te individual.4. foram adotados os fatores de emissão pro. portan. conforme mostra a Tabela 4. o número de via. em g/viagem para g/km. do Guia No que se refere aos veículos do ciclo Europeu para Inventário de Emissões – Emission Inventory Otto (exceto aqueles movidos a GNV). Os valores resultantes estão indi-  Fase L2 e anteriores: 0. emqueaproveitoutambém até 2007. 33 | Fatores de emissão . Dióxido de carbono (CO2) veículo. Tais fatores foram con- postos no Guia Europeu para Inventário de Emissões vertidos da unidade original. sões por categoria de veículos é necessário estimar o consumo de combustivel por cada categoria de 4.9% partir de 1994 (com catalisadores) Etanol hidratado 26.zidos Guidebook.0011 g/km Assim.1. bustivel.5.1. NMHCescap. segundo o Sistema de Informações da se as razões CH 4/THCescap propostas por Borsari Mobilidade Urbana. apenas os fatores de emissões de cujos resultados encontram-se sumarizados na Tabela 3. os fatores de emis- gens anuais por veículo foi calculado dividindo-se a sões de metano foram estimados a partir dos sua quilometragem anual percorrida por 8 km.3. Para estimar as emis- gasolina C e a etanol hidratado utilizados no Inventário. veis apresentados no Balanço Energético Nacional peus e brasileiros: 2010. em kg/TJ. ANTP (2008). Tabela 4: Razões CH4/THCescap para a decomposição de THCescap em CH4 e NMHCescap Tipo de veículo Combustível Razão CH4/THCescap Automóveis e veículos comerciais leves produzidos Gasolina C 15% até 1993 (sem catalisadores) Etanol hidratado 15% Automóveis e veículos comerciais leves produzidos a Gasolina C 24. descritos no Capítulo 5. que é dados de THC escap e NMHC escap obtidos nos en- distância média percorrida por viagem no transpor. (Relatório de Referência: Emissões de Dióxido de to. saios de homologação de veículos. nota-se que o cálculo das emissões de CO2 depende das informações de consumo de com- A Tabela 5 resume os fatores de emissão de es. aplicando-se os fatores de conversão e para veículos utilizando gasolina C. NMHCescap. Para veículos produzidos a partir de 2008 A fim de transformar os fatores de emissão de são disponibilizados os fatores de emis. observando-se os valores de densidade energética dos combusti- a correspondência tecnológica entre veículos euro. o GT estabeleceu um método de 4. o Relatório de qualidade do ar do estado os resultados dos ensaios de homologação nacionais. EPE (2010). não são medidas nos ensaios de homologação. Assim.0024 g/km cados na Tabela 6.1. NOx. Carbono por Queima de Combustiveis: Abordagem Assim. disponibiliza metodologia encontra-se detalhada em Vicentini (2010). MCT (2006).  Fase L3 e posteriores: 0. Metano (CH4) cálculo próprio baseado na metodologia Tier 2. Em função disso. produ. Material particulado (MP) são apresentados no Primeiro Inventário Brasileiro As emissões de MP por veículos do ciclo Otto de Emissões Antrópicas de Gases de Efeito Estufa não são regulamentadas pelo PROCONVE e. para kg/L – Emission Inventory Guidebook. Os procedimentos adotados para realizar Os fatores de emissão de CO2 utilizados nes. THCescap. Top-Down).1.sões de es e er. Essa de São Paulo 2009. (2005). dado que o BEN disponibiliza os valores de capamento de CO. RCHO.6% 4. ou kg/m3. CH4 e MP consumo de combustivel do transporte rodoviário para automóveis e veículos comerciais leves movidos à apenas em sua totalidade. CETESB (2010). EMEP/EEA (2009).1. EMEP/EEA (2009). estas estimativas de consumo de combustivel são te Inventário foram baseados nos fatores de emis.1.

014 0.032 0.14 0.2 1.0024 1984-1985 Etanol hidratado 16.0 0.50 0.3 0.4 0.21 0.012 0.139 0.4 0.088 0.030 0.052 0.510 0.8 0.300 0.5 1.11 1.05 0.048 0.08 0.05 0.037 - Gasolina C 0.083 0.43 0.Tabela 5: Fatores de emissão de escapamento zero km de CO.08 0.47 0.098 0.011 0.125 0.088 0.105 0.032 0.105 0.08 0.22 0.0104 0.0 1.09 0.360 0.240 0.017 0.014 0.027 0.040 1.025 0.82 0.6 0.0024 1996 Etanol hidratado 3.8 0.34 0.3 0.032 0.9 1.8 1.77 0.032 - 2006 e 2007 Flex .083 0.935 0.0014 0.075 0.514 0.0140 0.042 0.360 0.125 0.33 0.04 1.149 0.0024 1988 Etanol hidratado 13.Etanol hidratado 0.014 0.043 - 2003 Flex .016 0.014 0.Gasolina C 0.18 1.013 0.3 1.017 0.060 0.445 0.029 - Gasolina C 0.011 - 34 | Fatores de emissão .036 0.125 0.33 0. CH4 e MP para automóveis e veículos comerciais leves movidos a gasolina C e a etanol hidratado.14 0.043 - Gasolina C 0.510 0.0017 0.04 0.0024 1990 Etanol hidratado 10.0011 Flex .069 0.042 0.360 0.0011 Flex .6 0.019 - Gasolina C 0.360 0.105 - Etanol hidratado Gasolina C 6.79 0.083 0.255 0.019 0.004 0.186 - Gasolina C 4.5 0.39 0.5 1.004 0.2 0.Etanol hidratado 0.Gasolina C 0.0020 0.081 0.56 0.0152 0.48 0.190 0.090 - Gasolina C 6.0011 1999 Etanol hidratado 0.451 0.360 0.2 0.004 0.020 0.2 0.40 0.165 - Gasolina C 6.032 - 2008 Flex .23 0.020 0.110 1.004 0.45 0.0011 Etanol hidratado 0.Gasolina C 0.240 - Etanol hidratado Gasolina C 13.011 0.075 0.445 0.11 1.0024 Até 1983 Etanol hidratado 18.240 - Gasolina C 22.004 0.46 0.12 0.5 0.210 0.048 - Gasolina C 0.012 0.66 0.8 0.0 0.038 0.110 0.Etanol hidratado 0.020 0.039 0.440 0.9 0.045 - Gasolina C 0.014 0.041 0. RCHO.510 0.0011 Etanol hidratado 0.14 0.6 0.700 0.149 0.8 0.05 2.71 0.003 0.0011 Flex .060 0.090 0.0011 1997 Etanol hidratado 0.09 0.550 0.1 0.9 0.8 1.002 0.0011 2002 Etanol hidratado 0.10 0.0011 Etanol hidratado 0.Gasolina C 0.39 0.Etanol hidratado 0.195 - Gasolina C 11.080 - Gasolina C 0.025 0.040 0.023 0.0011 Etanol hidratado 0.040 0.3 0.117 0.0024 1991 Etanol hidratado 8.014 0.09 0.360 0.255 - Gasolina C 15.027 0. NMHC.7 0.82 0.100 0.74 0.Gasolina C 0.67 0.117 0.0011 2009 Flex .0 0.67 0.110 0.0 1.132 0.0011 2001 Etanol hidratado 0.027 0.451 0.035 0.595 0.105 0.160 - Gasolina C 1.16 1.186 - Etanol hidratado Gasolina C 3.48 0.6 0.0024 1986-1987 Etanol hidratado 16.0024 1989 12.4 0.24 0.051 - Gasolina C 0.195 0.240 - Gasolina C 28.12 0.3 0.040 1.6 0.9 0.016 0.050 0.Gasolina C 0.014 0.150 0.020 0.027 0.74 0.083 0.035 0.007 0.040 - Gasolina C 0.300 0.3 1.21 0.6 0.6 0.05 2.05 0.37 0.7 0.040 0.004 0.23 0.040 - Gasolina C 0.2 0.025 0.003 0.103 0. em g/km Ano modelo Combustível CO NOx RCHO NMHCescap CH4 MP Gasolina C 33.083 0.6 0.220 0.022 0.35 0.514 0.045 - 2005 Flex .0011 Etanol hidratado 0.7 0.0011 Flex .05 0.090 0. NOx.0 1.2 0.0024 1994 Etanol hidratado 4.0024 1993 4.60 0.4 1.042 0.105 0.08 0.0024 1992 Etanol hidratado 3.Etanol hidratado 0.030 0.013 0.004 0.30 0.7 0.0011 2000 Etanol hidratado 0.034 0.240 - Gasolina C 18.003 0.0024 1995 4.67 0.63 0.0 1.019 0.08 0.040 1.450 0.004 0.51 0.0011 Flex .027 0.73 0.0024 0.Etanol hidratado 0.7 0.0011 1998 Etanol hidratado 0.050 0.103 0.04 1.045 - 2004 Flex .51 0.004 0.037 - Gasolina C 0.0011 Flex .110 1.07 0.110 0.0 1.035 0.

2. Por insuficiência de dados consis. 8 A partir dos valores obtidos nos ensaios de Conforme condições do ensaio estabelecidas na norma brasi- leira ABNT 5: 17. RCHO. NMHC e CH4 para veículos movidos a GNV:. as emissões dos veícu- destes valores divulgados no Relatório de qualidade los a GNV são calculadas a partir de fatores de emis- do ar no estado de São Paulo 2009. manutenção recomendadas pelos fabricantes8. rio são considerados apenas os valores gerados nos dições de uso. o CH4/THC. de 13 de de uso dos veículos. estabelecidos pelo PROCON- dições ambientais.22 4.1. de quilometragem por m3 igual a 12 km/m3. na elaboração deste inventá- Os fatores de emissão são afetados pelas con. durabilidade e dos fatores de emissão de veículos 35 | Fatores de emissão . ensaios de durabilidade.0038 0. fator médio de emissões para cada poluente a partir Segundo a Equação 2. calculou-se um dos no ANEXO E. conforme proposto por Borsari (2005). Deterioração de emissões por acú. Como visto na Seção 2. pelo estado de manutenção e por con.671 1. são são disponíveis apenas para os kits de conversão Noqueserefereàsemissõesde CO2. considerando-se as condições de dezembro de 1995.026 0. foi adotado o valor médio de todo o período considerado.29 0.1.000km7 7 Conforme estabelecido na Resolução CONAMA nº 14. em g/km CO NOx RCHO NMHC CH4 0. as emissões por ve. Tabela 7 e os fatores de emissão originais são ilustra- Para aplicação no Inventário. Veículos convertidos para o uso de lores tipicos de emissão de veículos da fase L-3 do GNV PROCONVE convertidos para o uso de GNV. Estes ensaios são realizados com o objetivo de verificar se os limites de emissão esta- belecidos são respeitados por no mínimo 80.1. Para a conversão dos fatores de emis- e considerou-se que eles são homogêneos ao longo são em g/km para g/m3. na qual os fa.1. CH4 foram estimados a partir do fator de emissão de tores de emissão em gpoluente/m3 combustivel são aplicados THC.999 4. apresentado no Balanço Energético Nacional 2010.56 0.01-007.178 2. A exemplo do procedimento adotado para ve- ículos convertidos para o uso de GNV são estimadas ículos a gasolina.233 1. são em g/m3. to e o valor adotados já foram mostrados na Seção 4. VE a partir de 2003. CETESB (2010). no caso. considerando-se o valor de 0.269 1. os fatores de emissão de NMHC e segundo uma metodologia top-down. Os fatores de emis. tentes sobre fatores de emissão para os veículos em mulo de rodagem condições reais de uso. Tabela 6: Fatores de emissão de CO2 Gasolina A Etanol Anidro Etanol Hidratado Diesel GNV (kg/L) (kg/L) (kg/L) (kg/L) (kg/m3) 2. NOx.2. Os resultados obtidos são apresentados na EPE (2010).895 para a razão diretamente ao consumo de combustivel. oprocedimen- comercializados a partir de 2002. tratando-se de va.3. Tabela 7: Fatores de emissão de CO.5.

NMHCescape RCHO: deterioração linear para os quais não foram realizados esses ensaios de de 20% em relação ao fator de emissão do ve- acúmulo de rodagem.000. deterioração de emissões obtido nos ensaios reali. calculou-se a diferença entre a média aritmética dos fato- ção para quilometragens superiores a 80. sões por tipo de combustivel apresentados na Tabela 8. ≤ 1993 ≥ 1994.00065 Etanol hidratado 0. fontes de dados consultadas para estimar a deterioração Para os veículos fabricados anteriormente a das emissões por acúmulo de rodagem. 36 | Fatores de emissão . de rodagem de veículos de diferentes anos de fabricação vas considerou-se ainda que o incremento tem um não apresentavam diferenças significativas. Tabela 8: Incremento médio de emissões por acúmulo de rodagem. Por simplificação. Nestas estimati.263 0. foram adotados os à metodologia top-down adotada.030 0. Por absoluta fal- 1995. em g/80. assim. adotadas nestes períodos são similares (injeção ele.020 0.  Para CO.novos. Tabela 9: Fontes de informação para os fatores de emissão de automóveis e veículos comerciais leves movidos à gasolina C e a etanol hidratado Anos-modelos ≤ 1988 ≥ 1989. zados entre 2003 e 2007. cons. de um total de 200 ensaios de durabili- dade. 10 Sabe-se que os catalisadores veiculares foram introduzidos no Brasil em 1992.024 0. Em análise dos resultados de 200 ensaios de du. constituindo um período de transição os anos intermediários. Deste modo. 81 correspondiam a veículos utilizando etanol hidratado e 119 correspondiam a veículos utilizando gasolina C.00276 Para os veículos fabricados entre 1995 e 2002. adotou-se o mesmo fator de ículo novo (zero km) ao atingir os 160.224 0.000km Poluentes Combustível CO NOx NMHC RCHO Gasolina C 0.000km. os valores de incrementos de emis- rabilidade realizados no período de 2003 a 20079. não res de emissão de veículos novos (zero km) e a média arit- cobertos pelos ensaios de durabilidade. quando parcela majoritária dos veículos não ta de informações e pela incompatibilidade em relação era equipada com catalisadores.023 0. dado que as tecnologias  Para NOx: não há deterioração. permanecendo constante a partir daí. estimou-se o incremento médio do fator de tatou-se que os incrementos das emissões por acúmulo emissão por acúmulo de rodagem. méticadosfatoresdeemissãodeveículoscom 80. comportamento linear. fazendo-se uma extrapola. considera-se no presente tra- balho que os veículos anos modelos 1993 e anteriores não são equipados com catalisadores e os anos modelos 1994 e poste- riores são equipados com catalisadores. e passaram a equipar a totalidade dos veículos novos em 1997. A Tabela 9 sintetiza as premissas adotadas e as trônica e catalisador de 3 vias). obtendo-se. ≤ 2008 (Veículos não-equipados (Veículos equipados Tecnologia com catalisadores) com catalisadores) Ensaios de Ensaios de Fonte de durabilidade do GT (CETESB) PROCONVE durabilidade do informação PROCONVE (extrapolação) 9 Nesta análise realizada pelo Instituto de Energia e Meio Am- biente no âmbito do GT.000km. ≤ 2002 ≥ 2003. não foi considerada a seguintes valores propostos pela CETESB10: deterioração de emissões dos veículos a GNV.

18 0.36 0. mulo de rodagem para motos.27 0. EMEP/ nele apresentados são provenientes dos processos EEA (2009). duas rodas. sub.49 0. com motor do tipo 2 tempos representavam 10% do Nos dados reportados do Relatório. Como o PROMOT regulamenta apenas a são de CO. Em relação ao MP. tiu-se que a frota de motocicletas é composta ape. (0.0035 2006 2. Tabela 10: Fatores de emissão de CO.0287 2003 6. Por ausência de informações disponíveis.10 2.03 0.05 0. os fatores de emissões de NMHC veículos comerciais leves movidos à gasolina C e a e CH4 foram estimados utilizando a razão CH4/THC etanol hidratado.014 g/km rísticas. respectivamente.2. optou-se por aplicar os fatores de obtidos a partir do Relatório de qualidade do ar no emissão disponíveis no Guia Europeu para Inventário estado de São Paulo 2009.09 0. NOx. usando-se se chegar a valores de fatores de emissão únicos esses percentuais para ponderar os valores de MP para cada ano modelo é necessário conhecer o perfil que constam no Guia Europeu para motos “Pre ECE” da frota de motocicletas em termos dessas caracte. de 150 a 500 cc e acima de 500 cc.71 0. Os dados de Emissões – Emission Inventory Guidebook.03 0.83 0.16 0. No Anexo F são mostradas as curvas de emis.0035 2007 1.12 0. a fabricação desse tipo de motocicletas cessou.0035 2009 1. An- tir de 2003. com participação foram considerados fatores de deterioração por acú- relativa de 90 e 10%.21 0.12 0.39 0. CH4 e MP para motocicletas.12 0. admi. apurar que as motocicletas nacionais de até 150 cc A Tabela 10 apresenta os fatores de emissão representam em torno de 90% da frota brasileira de para motocicletas adotados neste Inventário. e o restante está distribuído dimento e o valor adotados já foram mostrados na entre as demais categorias.09 0.0140 2005 3. volume de vendas.5. os fatores foram sugeridos pela CETESB da CETESB (1994) considerava que as motocicletas no âmbito do GT.30 0. Para tanto.17 0. pode-se considerar que as motocicle- das e também por faixa de cilindrada: inferior a 150 tas 2 tempos representam 10% das motocicletas an- cc.66 0. para teriores ao PROMOT e 0% após seu início. a metodologia anteriores.o proce- 500 cc são quase 8%.16 0.13 0. porém após o início do progra- sões médias são apresentadas por ano modelo. ainda uma outra característica das motocicletas.0035 2008 1.0140 2004 6. CETESB (2010). estabelecidos pelo PROMOT. Portanto. Seção 4.160 g/km). NMHC e RCHO para automóveis e emissão de THC. NOx.18 0. dividindo as motocicletas entre nacionais e importa. Por simplificação. faz-se necessário conhecer de homologação.70 0. NMHC.05 0. Desta forma.1. em g/km Ano-modelo CO NOx NMHC CH4 MP(*) ≤ 2002 19. de 15%.10 0.14 0.05 0. ma. Dos dados da ABRACICLO (2010) é possível para motos 4 tempos. as emis. poluente não regulamenta- MOT – CO.1.18 0. as nacionais com cilindrada entre 150 e No que se refere às emissões de CO2. a par. para motos 2 tempos e 0. NOx e THC – os fatores de emissão foram do pelo PROMOT.21 0. não nas das duas primeiras categorias. Para as motocicletas ano modelo 2002 e tes do início do PROMOT em 2003. à semelhança do valor adotado para auto- móveis e veículos comerciais leves não equipados 4.02 0.0035 (*) Para motocicletas usando gasolina C apenas 37 | Fatores de emissão . Para os poluentes regulamentados pelo PRO. Fatores de emissão para motocicletas com catalisadores.

660 P4 P3 0.16 1. As emissões são medidas em termos da massa de po- luentes gerados por unidade de trabalho realizado ( ) pelo motor. Tabela 12: Consumo específico de combustível de motores Diesel por fase do PROCONVE. Os valores de consumo específico dos mo- No que se refere aos motores da fase P7. conforme mostrado na Tabela 11.80 0. A par- os mesmos dos motores P6.67 0.85 1. tores (gdiesel/kWh). Os fatores de emissão expressos em gpoluente/ clo Diesel kWh são convertidos para gpoluente/km utilizando fa- Para veículos do ciclo Diesel. cados na Tabela 11. foram vistos para 2012.68 10.078 P7 0.318 P5 0.55 0. expressas em gpoluente/kWh.4. Fatores de emissão para veículos do ci.70 0. assumiu-se que: baseados em ensaios de motores realizados pela  Os fatores deemissões para CO e NMHC mantêm-se Mercedes-Benz e fornecidos pela ANFAVEA. aplicou-se a Equação 5 para  Os fatores de emissões para NOx e MP: corres. mostrados na Tabela 12.83 0. calcular os fatores de emissão.NBR 14489 e ABNT .62 0. NMHC.3.86 0. P1 e P2 1.83 0.54 6. os fatores de emissão tragem por litro (km/Ldiesel) dos veículos. P1 e P2 225 P4 P3 210 218 P5 220 P7 210 38 | Fatores de emissão .120 0. gerados nos ensaios de homo.018 (*) Valor válido para o teor de enxofre no diesel utilizado no ensaio de homologação. tir destes valores e dos fatores de emissão indi- tram abaixo dos limites estabelecidos pela fase P7. pre. mostrados na Tabela 13. CETESB (2010). em (gpoluente/kgdiesel). em gdiesel/kWh Fase do PROCONVE Consumo específico de combustível (gdiesel/kWh) Pré-PROCONVE. pondem a 90% dos limites legais estabelecidos. seguintes equações: logação segundo os ciclos estabelecidos nas normas ( ) técnicas ABNT .NBR 15634. em gpoluente/kWh Fase do PROCONVE CO NMHC NOx MP(*) Pré-PROCONVE. NOx e MP para motores Diesel por fase d PROCONVE. estão relatados tores de conversão que levam em conta o consumo no Relatório de qualidade do ar do estado de São específico de combustivel (gdiesel/kWh) e a quilome- Paulo 2009. Tabela 11: Fatores de emissão de CO. conforme as médios para motores.16 4.16 6.29 0. uma vez que se encon.

pre- vista na Resolução CONAMA nº 315.27 3. Os dados de (Tabela 14). em gpoluente/kgdiesel Fase do PROCONVE CO NMHC NOx MP(*) Pré-PROCONVE. Os resultados finais obtidos.355 P7 3. Tabela 14: Valores médios de quilometragem por litro para veículos do ciclo Diesel Quilometragem por litro Consumo específico de diesel Categoria (km/Ldiesel) (Ldiesel/100 km) Comerciais Leves 9.77 0.00 Caminhões Pesados 3.33 30.95 0. 39 | Fatores de emissão . são mostrados na Tabela 15.73 21.03 33. (referentes ao planejamento do abastecimento de óleo diesel de baixo teor de enxofre) por ocasião da primeira revisão da projeção da demanda de diesel baixo teor de enxofre.56 13.48 29.09 11.02 47. NMHC.933 P4 P3 4. de 2002. de 2009.17 31.43 1.50 Ônibus Rodoviários 3.50 Ônibus Urbanos 2. foi utilizada a Equação 4.05 0.571 1.61 5. Para calcular os fatores de emissão em FAVEA em 200811 e pela Petrobras em 201012 gpoluente/km. quilometragem por litro de combustível (km/Ldiesel) A Figura 3 ilustra de maneira sintética os para veículos do ciclo Diesel utili.086 (*) Valor válido para o teor de enxofre no diesel utilizado no ensaio de homologação.76 8. 12 Os dados levantados pela Petrobras foram apresentados em reunião conjunta dos Grupos de Trabalho instituídos pelas Por- tarias ANP nº 54 e nº 60. NOx e MP para motores Diesel por fase do PROCONVE. P1 e P2 8.56 2.00 11 Os dados levantados pela ANFAVEA foram apresentados por ocasião das negociações da transação judicial firmada com força de ação civil pública com o Ministério Público Federal referente a não entrada em vigor da fase P6 do PROCONVE em 2009.zados neste procedimentos adotados no cálculo dos fatores de Inventário tiveram seus valores baseados em emissão.00 Caminhões Leves Médios 7.23 0.30 43.14 18. Tabela 13: Fatores de emissão de CO.38 2.459 P5 3.57 0. gpoluente/km.05 7. em termos de informações levantadas pela AN.

12 17.85 13.153 P5 1.38 4.095 P7 1.69 0.28 3.11 3.35 0.34 5.31 0.74 0. em gpoluentes/km Categoria Fase do PROCONVE CO NOx NMHC MP (*) Pré-Proconve.15 3.023 Pré-Proconve. NMHC e MP para motores Diesel.14 0.06 0.43 0. P1 e P2 0.08 2.328 P3 0. P1 e P2 1. NOx.30 0.51 10. expressos em g/km Tabela 15: Fatores de emissão de CO.37 0.37 7.409 Ônibus rodoviários P4 1.19 5.84 0.42 0.099 P7 1.38 0.14 0.09 0.73 0.449 P3 1.04 0.06 0.31 0.62 0.75 0.10 0.07 1.80 0. 40 | Fatores de emissão .23 0.131 P7 1.45 0.28 4.21 2.823 P3 2.96 0.223 Caminhões médios P4 0.20 5.60 0.010 Pré-Proconve.163 Caminhões leves P4 0.98 0.69 8.17 0. P1 e P2 2.39 8.21 0.32 0.539 Ônibus urbanos P4 1.92 11.08 0.46 0.27 7. Fonte: Fonte: PROCONVE ANFAVEA/ (homologação) PETROBRAS/GT Fator de Quilometragem por L emissão de combustível (gpoluente/kWh) (km/Ldiesel) Fator de Fator de emissão emissão (gpoluente/gdiesel) (gpoluente/km) Consumo específico Densidade do diesel de diesel (gdiesel/Ldiesel) (gdiesel/kWh) Fonte: Fonte: ANFAVEA BEN (Mercedes-Benz) Figura 3: Procedimentos adotados para estimar os fatores de emissão para veículos do ciclo Diesel.92 0.99 0.95 0.58 0.11 0.23 2.37 0.28 0.84 0.83 0.013 Pré-Proconve.13 2.084 P3 2.28 0.785 P3 1.44 0.274 P3 0.160 P5 1.25 0.064 P5 0.07 0.49 0.50 0.26 0.06 1.053 P5 0.20 2.21 4.36 0.34 0.054 P7 0.77 0.85 0.60 0.08 0.032 Pré-Proconve.40 0.39 0. P1 e P2 0.211 P5 1.46 7.45 0.391 Caminhões pesados P4 1.024 (*) Valor válido para o teor de enxofre no diesel nos testes de homologação.136 Comerciais leves P4 0. P1 e P2 2.12 1.81 0.01 0. P1 e P2 3.033 P7 0.81 12.68 0.040 P7 0.57 1.087 P5 0.28 3.66 8.008 Pré-Proconve.

41 | Fatores de emissão . no entanto. diferente do teor do diesel de referência. Os procedimentos Os veículos em uso. Os fatores de emissão de veículos novos ob. emissões de MP são afetadas pelo teor de enxofre dos utilizando-se o combustivel de referência do do combustivel. estimadas para este poluente. utilizam o combus. Como as tidos nos ensaios de homologação foram levanta. adotados para efetuar estes ajustes estão descritos tivel comercial que pode conter um teor de enxofre no Anexo G. foi feito um ajuste nas emissões momento em que foram realizados esses ensaios.

.

objetos ∑ ( ) do Inventário. informação apresen- uso propostos. são calculados os valores ajus- referência (km/ano) e de quilometragem por litro tados de consumo de combustivel para cada tipo de (km/L) dos veículos baseados nas informações dis. então. poníveis ao GT. Intensidade de uso 5. ônibus. A razão entre o consumo estimado e o combustivel rodoviário verificado no país. Esse consumo de combustivel estimado é. em geral de pouco representatividade ou sumo total de combustivel de toda a frota (Equação abrangência.1. estimado é o consumo anual de combustivel do rência (L/ano). veículo do tipo i (L/ano).estimado é a frota em circulação no ano do veícu- ( ) lo do tipo i (número de veículos). estimado a Onde: partir dos valores de intensidade de uso de refe- • Ci. são escassas as informações referen. optou-se por ajustá-los ao consumo de tada no BEN. partida para as estimativas deste Inventário. motocicletas ou veículos A partir da soma do consumo de combustivel para o transporte de carga. do veículo do tipo i (km/L). expressa em termos de quilo- metragem anual percorrida (km/ano). quer seja de automóveis. Equações gerais  Qli é a quilometragem por litro de combustivel No Brasil. Dadas as comparado com o consumo de combustivel observa- incertezas envolvidas nos valores de intensidade de do para todo o setor rodoviário.  Iui. a partir A partir de valores de intensidade de uso de destes novos valores. 43 | Intensidade de uso . Onde: ( )  Cestimad é o consumo anual total de combustivel (de todas as categorias de veículos).  Fr i. aplicando-se a Equação 6. consumo observado gera um fator de correção para dos no Balanço Energético Nacional 2010. veículo (Equações 8 e 9) e suas emissões (Equação 1). e que serviram apenas como pontos de 7). estima-se o consumo de combustivel de cada categoria e ano modelo de veículos. EPE (2010). referência é a intensidade de uso de referência do veículo do tipo i. Foram identificados pou. das várias categorias de veículos. e apresenta. tes à intensidade de uso da frota de veículos. o ajuste dos valores de intensidade de uso e. 5. estima-se o con- cos estudos.

2. em nível estadual. tem suas emissões esti. dado que seus fatores de emissão dependem do correlação entre a intensidade de uso e a idade do combustivel utilizado. Goldemberg et al. tional Sustainable Systems Research Center) em ículos estão utilizando etanol hidratado ou gasolina parceria com a CETESB. Neste Inventário aplicou-se a esta função estatistica a razão entre os preços médios ( ) anuais de etanol hidratado e de gasolina C. que como visto na Seção 2. forne- cidos pela ANP. Automóveis. ISSRC (2004). a fração da frota de veículos flex  Ci. opta pelo etanol hidratado. fuel que utiliza cada combustivel. apresenta. Um estudo do IPEA intitulado Transporte Gráfico 13: Intensidade de uso de referência para veículos do ciclo Otto 20 Automóveis e Comer ciais Leve s Otto 18 Quilometragem anual percorrida Motocicletas 16 14 (103 km/ano) 12 10 8 6 4 2 0 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Anos de uso 13 Nesse levantamento foram coletados dados de hodômetro de 1. a partir da introdução Para automóveis. relacionam a escolha do combustivel à razão entre  Cobservado é o consumo anual total de combustivel os preços de etanol hidratado e de gasolina C. veículos comerciais le- madas a partir de uma metodologia top-down). 5. ajustada é a intensidade de uso anual ajustada aquela que opta por utilizar gasolina C e aquela que do veículo do tipo .ajustado é o consumo anual de combustivel do ve. de veículos na cidade de São Paulo. ves do ciclo Otto e motocicletas Convém destacar que. (2008) lometragem anual percorrida (km/ano). calculado a partir do seu valor de tos de cálculo estão detalhados no Anexo H. expressa em termos de qui. é um centro de pesquisa baseado nos EUA (Interna- necessário conhecer-se em que proporção estes ve.2. e assim foi estimada. intensidade de uso de referência (L/ano) 5. Estes procedimen- ículo do tipo i . levantados por tração no mercado de vendas de veículos novos.1. veículo13.2. Em termos concretos. Onde: ta de veículos flex fuel deve ser desagregada entre  Iui.427 veículos em estacionamentos da cidade 44 | Intensidade de uso . produ- (de todas as categorias de veículos). a fro. indicam uma C. zindo uma função estatistica a partir de estimativas do no BEN (L/ano). dados sobre a atividade dos veículos flex fuel em 2003 e de sua rápida pene. para cada ano Onde: entre 2003 e 2009. Valores de referência para a intensida- Os procedimentos descritos anteriormente são de de uso de veículos realizados para cada tipo de combustivel (exceto GNV.

2. encon- avanço da idade dos veículos. foram publicados valores médios 45 | Intensidade de uso . foram adotados valores pró- de viagens realizadas pelos extratos de renda mais ximos aos adotados pelo IPT (2001). Gomide (2003).3. na média. No que se é aproximadamente 10 vezes superior ao número refere às motocicletas. e assumindo que tabelados no Anexo I.Urbano e Inclusão Social: Elementos para Políticas as faixas de maior poder aquisitivo detém os veícu- Públicas. em transporte individual motorizado (automóveis Com base nos resultados dos dois estudos. à semelhança dos tram-se disponíveis as seguintes fontes de informação: veículos do ciclo Otto. Veículos do ciclo Diesel 5. pode-se inferir que os Origem e Destino da Região Metropolitana de São veículos mais antigos rodam.3.1. Quilometragem por litro de combusti- Os valores de referência para a intensida. Assim. Automóveis e veículos comerciais le- em informações levantadas pela ANFAVEA em ves do ciclo Otto 2008 e pela Petrobras em 2010. foi e motocicletas) realizadas por pessoas do extrato adotada uma curva de quilometragem anual percor- de renda mais alto (mais de 20 salários mínimos) rida decrescente com a idade do veículo. O Gráfico 14 apresenta as curvas de intensidade de uso de referência  Guias Escolha Certo. ônibus e veículos co- merciais leves do ciclo Diesel foram baseados 5. Essa afirmação é compativel com os na mobilidade urbana: o número de viagens diárias resultados do estudo do ISSRC. tendo apresenta as curvas de intensidade de uso de refe- como hipótese que há uma correlação entre renda rência para veículos do ciclo Otto e seus valores são da população e idade do veículo. O Gráfico 13 baixo (até três salários mínimos). Gráfico 14: Intensidade de uso de referência para veículos do ciclo Diesel 300 Ônibus Rodoviários Quilometragem anual percorrida 250 Caminhões Pesados Ônibus Urbanos 200 (103 km/ano) Caminhões Médios 150 Comerc iais Leves Diesel Caminh ões Leves 100 50 0 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Anos de uso 5. MIC/STI (1983-1986): Por para veículos do ciclo Diesel e seus valores são conta do Programa de Economia de Combusti- tabelados no Anexo I. O GT adotou No que se refere à quilometragem por litro de au- também a hipótese de decaimento de uso com o tomóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto. veis (PECO). baseia-se na Pesquisa de los mais novos e vice-versa. vel (km/L) de de uso de caminhões.2. menos que Paulo e mostra que a renda familiar é determinante os mais novos.

de 2001. os guias trazem as uma vez que os fatores de emissão de poluentes regu- informações dos sete modelos de veículos mais lamentados são levantados neste ciclo. O Gráfico 15 e a Tabela 16 apresentam os ciais leves fabricados entre 2002 e 2008. Os valores de quilometra. alguns fabricantes e importadores informam os valores de quilometragem por litro de combustivel dos seus veículos (e/ou informam fatores de emissão de CO2. Tais valores têm sua ori. a partir dos quais se pode calcular a quilometragem por litro de combustivel por balanço de carbono). 1985. Para os automóveis mação acima expostos. de quilometragem por litro de combustivel gem nos Relatórios de Valores de Emissão da para os automóveis fabricados entre 1983 a Produção (RVEP)14. CETESB (2010): São apresentados ção Técnica nº 01/2010/TDTA. 46 | Intensidade de uso . contendo os valores tipicos de emissão de poluentes das diferentes confi- gurações de veículos em produção ou importados. Para os veícu- vendidos na época. a CETESB forneceu ao GT. considerando o ciclo urbano. mação referente aos veículos fabricados entre 1986 e  Relatório de qualidade do ar no estado de São 2001. das quatro principais montadoras exis- tentes à época – Fiat. utili. Embora não seja obrigatório. adotaram-se os gem por litro de combustivel são apresentados valores divulgados pelo PECO para veículos fabricados para condução em ciclo urbano e em ciclo es. assim como os critérios usados para a obtenção e produção desses valores. por meio da Informa- Paulo 2009. no ciclo para automóveis e veículos comerciais leves do ciclo de condução urbano. los fabricados anteriormente a 1981. Otto utilizados neste Inventário. de 1986. valores selecionados valores médios de quilometragem por litro de dos processos de homologação do PROCONVE. combustivel para automóveis e veículos comer. separadamente. fabricados em 1981 e 1982. valores de quilometragem por litro de combustivel zando gasolina C ou etanol hidratado. Ford. obrigam os fabricantes ou importadores de veículos a apre- sentarem semestralmente ao órgão ambiental competente o Relatório de Valores de Emissão da Produção (RVEP). Gráfico 15: Quilometragem por litro de combustivel para automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto 13 Quilometragem por litro de combustível V eícu los ded icados 12 à gasolin a C 11 10 Veículos flex fuel (km/L) (usando gasolina C) 9 8 Veículo s dedic ado s a etanol hidratado 7 Veícu los flex fuel 6 (usando etanol hidratado) 5 1980 1983 1986 1989 1992 1995 1998 2001 2004 2007 2010 Ano-modelo 14 As Resoluções CONAMA nº 18. Para preencher a lacuna de infor- trada. e nº 229. em 1981 e 1982. General Motors Este Inventário faz uso dos dois grupos de infor- Brasil e Volkswagen Brasil.

2 .82 7. - 1993 10. - 1995 10.65 .NBR 7024: 2006. - 2000 11.3 8.19 9.2.9 7.3.2 7.7 7.5 7.97 6.25 7.65 8.52 . - 1998 11.3 6.1 .70 7. - 1991 11.7 2006 11.38 2009 9.42 8.7 7.04 7.82 8. - 1987 10.82 8.17 . - 1985 10.17 .65 .04 7.8 7.39 8.96 . Motocicletas de CO2 apresentados no Relatório de qualidade do ar no Para motocicletas a quilometragem por litro de estado de São Paulo 2009. - 1984 1983 10. - 1996 11.5 10. - 2002 10.89 6.4 8. - 1989 11.65 .3 6. aplicando-se o combustivel foi calculada a partir dos fatores de emissão método do balanço de carbono. - 1999 11. 47 | Intensidade de uso .54 .54 .54 . CETESB (2010).9 11.8 2007 11. - 2003 11.64 8.74 6.01 . - 1992 10.07 8.8 2008 9. - 1990 11.5 . 12.58 .0 8. - 1997 11.54 .9 11.82 8.9 11.9 7.04 7.3 6.98 8.86 8. - 1994 10. conforme Equação 1015: 15 Conforme Norma ABNT .46 . Tabela 16: Quilometragem por litro de combustível para automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto (km/L) Ano de Flex Fuel Gasolina C Etanol Hidratado fabricação Gasolina C Etanol Hidratado 1957 a 1982 8.9 2004 11. - 2001 11.90 . - 1986 10.04 7.6 10.96 .0 5.98 8.41 .3 2005 11.01 .6 11. - 1988 10.

Os Gráficos 16 a 18 mostram.4. Comparação entre consumo de com. água no combustivel utilizado. considerou-se uma mesma proporção aproximada entre as quilometragens por litro de combustivel Para todas as motocicletas com motores de de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel até 150 cc dos anos . Nacional 2010.3. as comparações entre os consumos bustivel estimado e observado estimados e observados. • Em 2009. o etanol hidratado 5.3. de mesmos valores de quilometragem por litro de com- etanol (anidro) no combustivel utilizado. quilometragem por litro de combustivel das motoci- • mCO2 é a massa de CO2 emitida (g/km). o consumo Os valores de quilometragem por litro de de combustível estimado a partir das Equações combustível para veículos ciclo Diesel adotados 6 e 7 foi ajustado com base no consumo de neste Inventário são apresentados na Tabela 14 combustível publicado no Balanço Energético da Seção 4.modelos apresentados pela utilizando etanol hidratado e utilizando gasolina C. Onde: to próximos de 40 km/L.1. foram introduzidas no mercado as Vgás é a porcentagem. e o diesel. para a gasolina C. aplicaram-se os VTECH é a porcentagem. às motoci- solina (pura) no combustivel utilizado. Tal valor foi adotado no • C é o consumo de combustivel (L/100 km). Veículos do ciclo Diesel Conforme visto na Seção 5. cletas ao longo dos anos. os valores de quilometra- Tabela 17 resume os valores utilizados no Inventário. de as motocicletas flex fuel utilizando etanol hidratado. Para • vH2O é a porcentagem. em volume a 20°C. inventário. de ga- motocicletas flex fuel. em volume a 20°C. Por simplificação. EPE (2010). 48 | Intensidade de uso . • mTHC é a massa de THC emitida (g/km) supondo-se não ter havido melhoria significativa na • mCO é a massa de CO emitida (g/km). inclusive para os demais anos-modelos. bustivel das motocicletas dedicadas à gasolina. A CETESB – 2003 a 2008. • cletas flex fuel utilizando gasolina C. gem por litro de combustivel calculados ficam mui- Tabela 17: Quilometragem por litro de combustível para motocicletas Quilometragem por litro de Motor / Combustível combustível (km/L) Gasolina 40 Flex Fuel (Gasolina C) 40 Flex Fuel (Etanol Hidratado) 25 5. em volume a 20°C.3.

Gráfico 16: Evolução do consumo nacional de gasolina C no transporte rodoviário 30 Consumo observado Consumo de gasolina C (106 m3) 25 Consumo estimado Consumo ajustado 20 15 10 5 0 1980 1983 1986 1989 1992 1995 1998 2001 2004 2007 Anos Gráfico 17: Evolução do consumo nacional de etanol hidratado no transporte rodoviário 18 Consumo obs erv ad o Consumo de etanol hidratado (106 m3) 16 Consumo esti ma do 14 Consumo ajustado 12 10 8 6 4 2 0 1980 1983 1986 1989 1992 1995 1998 2001 2004 2007 Anos Gráfico 18: Evolução do consumo nacional de diesel no transporte rodoviário 40 Consumo observad o 35 Consumo esti mado Consumo de diesel (106 m3) 30 Consumo ajustado 25 20 15 10 5 0 1980 1983 1986 1989 1992 1995 1998 2001 2004 2007 Anos 49 | Intensidade de uso .

5. o consumo de combustivel por categoria de veículos resultante neste Inventário. Consumo de combustivel por categoria de veículos Os Gráficos 19 a 21 mostram. Gráfico 19: Evolução do consumo nacional de gasolina C no transporte rodoviário por categoria de veículos 30 Motoc icle tas f lex fuel Motoc icle tas dedi cad as Consumo de gasolina C (106 m3) 25 Comer ciai s leves flex fuel 20 Comer ciai s leves dedi cados Au tomóve is flex fuel 15 Au tomóve is dedic ado s 10 5 0 1980 1983 1986 1989 1992 1995 1998 2001 2004 2007 Anos Gráfico 20: Evolução do consumo nacional de etanol hidratado no transporte rodoviário por categoria de veículos 18 Motoc icletas flex fuel Consumo de etanol hidratado (106 m3) 16 Comerciais leves f lex fuel 14 Comerciai s leves dedicados 12 Automóveis flex fuel 10 Automóveis dedic ados 8 6 4 2 0 1980 1983 1986 1989 1992 1995 1998 2001 2004 2007 Anos 50 | Intensidade de uso . para gasolina C.5. etanol hidratado e diesel.

Gráfico 21: Evolução do consumo nacional de diesel no transporte rodoviário por categoria de veículos 40 Caminhões Pesados 35 Caminhões Médios Consumo de diesel (106 m3) Caminhões Leves 30 Ônibus Rodoviários 25 Ônibus Urbanos 20 Comerciais Leves Diesel 15 10 5 0 1980 1983 1986 1989 1992 1995 1998 2001 2004 2007 Anos 51 | Intensidade de uso .

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1. NOx.1. já estabelecidas. solina e flex fuel nas vendas de motocicletas los comerciais leves movidos à gasolina C e a etanol hidratado). de 2016 a 202018. Frota de veículos MP.  Vendas de veículos do ciclo Diesel novos em 2010: iguais às vendas em 2008 (valores pro- 18 Fonte: A Closer Look at the GHG Abatement Potential for postos pelo Grupo de Trabalho instituído pelas Selected Sectors of the Brazilian Economy. e 2009.1. por categoria de veículos e tipo de combustivel. 0% e 78%). por combustivel e por fase tecnológica definida definição de evolução da frota no cenário base: pelo PROCONVE e pelo PROMOT.8% sões. do ciclo Otto novos: 4. utilizando 53 | Resultados . 0% cenário de referência tendo como base a conjuntura atual e 96%. além das emissões projetadas até 2020. Premissas adotadas para a projeção na. (fase P7 para veículos pesados e fase L6 plas análises das emissões inventariadas entre 1980 para automóveis e veículos comerciais leves17). e permitir múlti. dedicados a etanol hidratado e flex fuel das emissões nas vendas de automóveis e veículos comer- O cenário base para as projeções de emissões de ciais leves do ciclo Otto novos: mantidas as 2010 a 2020 adotado não tem o objetivo de “acertar” a mesmas proporções observadas em 2009 situação do futuro mais provável. por categoria de veí.  Participação de veículos dedicados a gasoli- 6. Os Gráficos 22 a 43 apresentam as emissões de CO. não existe re- gulamentação aprovada para uma próxima fase do PROMOT. mas sim. respectivamente: 4%. Resultados Os resultados do 1º Inventário Nacional de de regulações energéticas e ambientais. RCHO. apontar um (para automóveis.  Participação de motocicletas dedicadas a ga- 16 NMHC = NMHC escap + NMHCevap (no caso de automóveis e veícu.  Taxa de crescimento anual das vendas de moto- Além das representações gráficas. 6. e previstas as fases do PROCONVE e do PROMOT ferentes combinações dos dados. As seguintes premissas foram consideradas na culo. The ClimateWorks Foundation (2009) portarias ANP nº 54 e nº 60. tóricas. 6. são man- Emissões Atmosféricas por Veículos Automotores tidasaspremissasadotadasnoscálculosdasemissõeshis- Rodoviários estão organizados de modo a cobrir di.8% de 2010 a 2015 e 3. de 2009. CH4 e CO 2. NMHC16. automóveis e veículos comerciais leves as tabelas contendo os resultados numéricos das emis. o Anexo K traz cicletas. Até o momento da conclusão deste Inventário. ou seja. para veículos comerciais leves do ciclo Otto: 22%. novas: mantidas as mesmas proporções obser- 17 vadas em 2009 (respectivamente: 88% e 12%).

A projeção do consumo de diesel em 2020 6. MME (2007). Além disso. los do ciclo Diesel novos de 2011 a 2020: 5. tomóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto. quer perda ou ganho de eficiência energética. as mesmas proporções observadas em 2009 Quanto à quilometragem por litro de combustivel. os fa. terados os valores dos cálculos das séries históricas. a Para a gasolina A e o GNV. madamente. para o diesel. as projeções do con- partir de 2014. Não por acaso. 6. 2. “Pe- lina C foi mantida a mesma adotada para o ano 2009. No caso do etanol. dalinho”.2. 2020 foi ajustado com base nas projeções de consu-  Curvas de sucateamento de veículos: mantidas mo de combustivel apresentados no Plano Nacional as mesmas dos cálculos das séries históricas. ves do ciclo Otto.2% para veículos comerciais do ano modelo 2009 foram adotados para os anos leves do ciclo Diesel e 1. não se considerou qual- nas vendas de ônibus novos: mantidas. na primeira revisão da projeção de demanda de tidos constantes a partir do ano modelo 2009.3. MAPA (2009). foram mantidos inal- caminhões novos: mantidas. utilizado na primeira revisão da projeção de de- manda de diesel baixo teor de enxofre). Para os automóveis e veículos comerciais le. para 1. a partir de 2012. Fatores de emissão coincidiu com o valor apresentado para o cenário Considera-se a entrada das novas fases do “Na Crista da Onda” do PNE 2030. ano modelo 2014. de 2009. (respectivamente: 30%.6 milhões de toneladas em 1991. com a diesel baixo teor de enxofre). “Surfando a Marola” e “Na Crista da Onda” (do mais pessimista para o mais otimista do ponto de vista econômico). aproximadamen. supondo-se que a ausência proposto pelos Grupos de Trabalho instituídos de regulações específicas mantém inalterados os fa- pelas Portarias ANP nº 54 e nº 60.2. condição de que respeitassem a fase L6.1.5 teor de etanol anidro na gasolina C em 25%).7% para ônibus (valores modelos 2010 a 2020. tegoria de veículo. para então ajustar o milhões de toneladas em 2009. ou seja. O cenário “Na Crista da Onda” do PNE 2030 também é utilizado 6. de Energia 203019. a partir do consumo projetado de gasolina A (mantendo-se o cerca de 5. sumo de combustivel em 2020 coincidiram com mé- Para os veículos do ciclo Diesel da fase P7. caminhões Em relação à intensidade de uso de referência médios e caminhões pesados nas vendas de para o período de 2010 a 2020. os fatores de emissão foram man.3. a partir do  Taxa de crescimento anual das vendas de veícu. para o etanol. e tores de emissão. que a fração de veículos 19 O PNE 2030 apresenta projeções de consumo de combusti. a mis- PROCONVE já regulamentadas: fase P7 para veículos tura de biodiesel no diesel comercial foi mantida em do ciclo Diesel. “Náufrago” e “Na Crista da Onda” do PNE 2030. a ga- O Anexo D contém as projeções da frota de solina A e o GNV. Emissões de monóxido de carbono (CO) na primeira revisão da projeção de demanda de diesel baixo teor de enxofre dos Grupos de Trabalho instituídos pelas Portarias O Gráfico 22 mostra as emissões de CO por ca- ANP nº 54 e nº 60. Intensidade de uso  Participação de caminhões leves. flex fuel utilizando etanol hidratado e a utilizando gaso- vel para quatro cenários econômicos no país: “Náufrago”. a re- consumo total de etanol (hidratado e anidro) às projeções oficiais.1. te.0% Para as motocicletas. e fase L6 para au. na escala em que vem ocorrendo desde 200320. foram mantidos os valores adotados para os veículos  Participação de ônibus urbanos e rodoviários ano-modelo 2009. de 2009. veículos para o período de 2010 a 2020. e nas Projeções do Agronegócio. 10% e 60%). passando de Primeiramente calculou-se o consumo projetado de etanol ani- dro. dia aritmética dos valores apresentados nos cenários tores de emissão já foram apresentados na seção 4. 54 | Resultados . os fatores de emissão para caminhões. aproxi. 5% para todo o período entre 2010 e 2020. não se utilizou o PNE 2030. as mesmas proporções observadas O consumo de combustivel projetado até em 2009 (respectivamente: 90% e 10%). É importante destacar também. É de se destacar a acentuada que- 20 da nas emissões de CO a partir de 1991. uma vez que este não previu a penetração de veículos flex fuel.

O mesmo Gráfico 22 porte “individual” de passageiros (automóveis e mo- mostra a contribuição relativa das categorias de veí. evidenciando que os veículos do ciclo como caso de sucesso nos programas de controle de Otto (automóveis. 90% das emissões. cicletas) foram responsáveis por aproximadamente Convém observar. destacando-se os automóveis com nais nas emissões de CO não deverão ocorrer ao lon. veículos comerciais leves e moto- poluição veicular como o PROCONVE e o PROMOT. para 33% em 2020. 48%. ob. Vale notar que a grande participação do trans- go do período de 2010 a 2020. ra do etanol hidratado nas emissões de CO. no entanto. um aumento da contribuição futu- ponto de vista da participação dos combustiveis. 18% em 2009. Gráfico 23: Emissões de CO por tipo de combustível 6 2009 (%) GNV 5 Diesel 10 Etanol Hidrata do 18 4 Gasolina C 71 106 t 3 2 2020 (%) 1 3 17 0 47 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 Anos 33 55 | Resultados . que reduções adicio. para 33% em 2020. passando de continuará acima dos 70%. quando sua participação ainda etanol hidratado nas emissões de CO.dução nas emissões de CO é frequentemente citada culos em 2009. Gráfico 22: Emissões de CO por categoria de veículos 6 GNV 2009 (%) Caminhões Pesados 5 Caminhões Médios 3 5 Caminhões Leves 6 Ônibus Rodoviários 4 Ônibus Urbanos 48 Comerciais Leves Diesel 35 106 t Comerciais Leves Otto 3 Motocicletas Automóveis 2 2020 (%) 1 3 11 0 3 6 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 51 Anos 23 pelo menos até 2020. tocicletas) nas emissões de CO deverá predominar. Quando os resultados são analisados sob o Gráfico 23. passan- serva-se na um aumento da contribuição futura do do de 18% em 2009.

meiras fases do PROMOT (PROMOT 1 e PROMOT 2). os PROCONVE. Como exemplo. desses números com a entrada em vigor das pri. já em 2020. correlacionando-os sultados decorrentes da introdução dos catalisado- com diferentes fases tecnológicas introduzidas res veiculares no país em 1997. responderão por quase 75% das emissões de CO. em cada fase subsequente do vido ao sucateamento dos veículos mais antigos. foram pro. Gráfico 25: Emissões de CO por motocicletas por fase do PROMOT 800 2009 (%) PROM OT 3 700 PROMOT 2 2 19 600 PROMOT 1 Pré-PROMOT 500 14 65 103 t 400 300 200 2020 (%) 100 20 0 6 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 9 65 Anos 56 | Resultados . observou-se um declínio e que se intensificou na terceira fase (PROMOT 3). no Gráfico 24 fica evidente que desde o início da Um ponto a destacar é que. as emissões de CO por automóveis e veículos da fase L5 (atual) e L6 (previstos para 2014) veículos comerciais leves do ciclo Otto. como mostra o Gráfico 25. com destaque para os re- empreendidas. Outras análises dos resultados podem ser gressivamente reduzidas. vigor a fase L3. são observado em 2003. por exemplo. após o pico de emis. Gráfico 24: Emissões de CO por automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto por fase do PROCONVE 6 2009 (%) L6 5 L5 2 9 24 L4 4 L3 25 12 L2 106 t 3 28 L1 2 Pré-PROCONVE 2020 (%) 1 3 4 11 0 46 8 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 Anos 27 Quanto às motocicletas. de- década de 1990 e. quando entrou em pelo PROCONVE e pelo PROMOT.

che- porte de passageiros.4 2009 (%) GNV Caminhões Pesados 1.6. em contrapartida um decréscimo que será mais acentuado a partir de à menor contribuição da parcela oriunda do trans. resultados que deslocam o foco de mantida até 2020. em movidos a diesel. Se as representações anteriores permitem cada de 1980. Além disso. tendência que será linhas gerais. principalmente. em dução na curva de emissões. portanto. A partir da de veículos e por tipo de combustível década de 2000. por conta do dimensionar a magnitude e o comportamento geral sucateamento dos veículos mais antigos. recente preponderância dos caminhões pesados sões de NOx entre 1985 e 1998. trazem desagregações impor.4 2020 (%) Automóveis 0. tanto nas emissões por veículos ticipação do diesel nas emissões de NOx. as projeções indicam veículos transportadores de carga. ao 2009. devido. 2012 com a entrada da fase P7 do PROCONVE. as emis. como nas emissões por todo o período de cobertura do Inventário.2 8 Caminhões Médios 5 1. responderão por mais de 60 % das emissões de NOx. observa-se uma importante re- (Gráficos 26 e 27. por ca. 3% do etanol hidratado e 1% decorrente do ciclo Diesel. Um ponto a destacar é a gran- atenção principalmente para a frota de veículos de importância dos caminhões pesados que. Ao longo de pesados movidos a diesel. já em 2020 das emissões de NOx. que poderá ser bem próximo do observado para a dé- mente. contra 8% da gaso. uma vez inalterada a um crescimento bastante significativo das emis. respectivamente). responderam por 49% das emissões deven- No Gráfico 26 pode-se observar que houve do chegar a 54% em 2020.3. atingindo um pico nas vendas de caminhões novos.0 Caminhões Leves 46 Ônibus Rodoviários 23 0.8 Ônibus Urbanos 106 t 7 35 Comerciais Leves Diesel 0. sões oriundas desse combustivel constituíram as É possível verificar no Gráfico 28 que a introdu- fontes preponderantes desse poluente.0 19 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 54 Anos 2 4 4 Já o Gráfico 27 ressalta a contundência da par. caracterizando uma sutil queda entre os GNV.6 Comerciais Leves Otto Motocicletas 0. 2009.2 2 7 3 4 0. Gráfico 26: Emissões de NOx por categoria de veículos 1. Quanto aos ôni- em torno de 1.tegoria anteriores à entrada do PROCONVE. 57 | Resultados . O ponto a destacar é que. concentradas nos anos 2000 e 2009. Emissões de óxidos de nitrogênio (NOx) crescimento da frota de veículos do ciclo Diesel As estimativas de emissão de NOx. esse cenário não se altera significativa. sendo que ção das fases P4 e P5. a participação passará de 23% em anos 1990.2 milhões de toneladas ao final dos bus urbanos. mostram. ses do PROCONVE. desaceleraram e até impediram em 2009 responderam por 88%. As emissões estão. Ao considerar as estimativas gando a apontar para um nível de emissão em 2020 para 2020. os veículos da fase P5 (atual) e P7 (prevista para 2012) tantes para conhecer a influência da evolução das fa. o crescimento das emissões de NOx por veículos do lina C. para 19% em 2020. automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto.

com perspectivas futuras de que esses níveis de trada em vigor da fase L3 do PROCONVE. carac. emissão comportem-se de maneira re. L6.4 GNV 2009 (%) Diesel 1.3 2020 (%) 0.0 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 Anos 87 Gráfico 28: Emissões de NOx por veículos do ciclo Diesel por fase do PROCONVE 1.8 P4 30 29 P3 0.0 2009 (%) P7 0.0 40 14 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 Anos 34 Quanto aos automóveis e veículos comer.2 2 7 4 0.6 11 106 t 0.6 0. Gráfico 27: Emissões de NOx por tipo de combustível 1. 58 | Resultados .9 P5 0. de três vias. nota-se no Gráfico 29 redução nessas emissões até a segunda metade da que as emissões de NOx tiveram redução muito década de 2010.2 0.1 8 4 0.8 106 t 88 0.4 0. ano da en.lativamente terizada pela utilização plena dos catalisadores constante.0 0.4 2020 (%) 0. Estimativas apontam para uma leve ciais leves do ciclo Otto. quando já estará em vigor a fase expressiva somente a partir de 1997.5 30 0.2 Etanol Hidratado 8 3 Gasolina C 1.7 Pré-PROCONVE + P1 + P2 0.

quando se trata de MP.4. modificação nas estimativas para 2020. Gráfico 30: Emissões de MP por categoria de veículos 80 2009 (%) GNV 70 Camin hõ es Pesados 3 6 Caminhõ es Médios 60 Caminhõ es Leves 45 25 50 Ônibus Rodoviários 103 t 40 Ônibus Urbanos 10 4 6 Comer ciais Leve s Diesel 30 Comer ciais Leve s Otto 20 2020 (%) Motocicletas 10 Auto móveis 2 5 5 0 20 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 53 Anos 3 5 7 59 | Resultados . Em que serve ao transporte de carga. luente. Gráfico 29: Emissões de NOx por automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto por fase do PROCONVE 300 2009 (%) L6 L5 250 8 13 L4 9 200 L3 40 L2 29 103 t 150 L1 Pré-PROCONVE 100 2020 (%) 50 2 5 0 39 19 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 8 Anos 26 6. a participação relativa das categorias de veículos pesados do ciclo Diesel. pois se am- ano em que foram lançadas 69 mil toneladas do po. Essa correlação sofre alguma saltando uma curva crescente que persistiu até 1997. 2009 o segmento de caminhões pesados respondeu cam em quaisquer análises sobre este poluente. plia a participação de caminhões pesados para 53%. MP para a atmosfera. A partir daí teve início uma continua queda ao passo que a dos ônibus urbanos encolhe para 20%. por 45% das emissões. Emissões de material particulado (MP) nas emissões. urbanos. de forma que em 2009 elas correspon- Da mesma forma que o verificado para as deram a menos da metade do observado em 1997. em especial a de veículos não se alterou de forma significativa. também se desta. as frotas Ainda assim. res. emissões de NOx. foi responsável pelo lançamento de 20% do ral das emissões de MP por categoria de veículos. ao passo que a frota de ônibus O Gráfico 30 ilustra o comportamento tempo.

Esse pro- cada vez mais restritivos por parte do PROCONVE. principalmente a partir de 2002. O Gráfico 31 permite observar esses mes. a estimativa é que uma tendência maior de redução fico 32 dá a dimensão das reduções progressivas de emissões só terá impulso a partir de 2012. quando vigorava a fase P4 do programa. patamares que se mantêm nas projeções gação da frota. cesso se acelerou com a fase P5. com a dessas emissões. entrada em vigor da fase P7 do PROCONVE. emissão de MP por veículos do ciclo Diesel. mas em face da não são nitidamente observados quando se trata da implantação de ações projetadas (fase P6 em 2009). verifica-se que 96% de todo feitas para 2020. solina C. contra apenas 4% da ga- combustíveis. Gráfico 32: Emissões de MP por veículos do ciclo Diesel por fase do PROCONVE 80 2009 (%) P7 P5 70 P4 19 60 P3 Pré-P ROC ONVE + P1 + P2 15 50 50 103 t 40 16 30 20 2020 (%) 10 20 24 0 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 10 Anos 34 12 60 | Resultados . Nela. e reforça o observado na desagre. O Grá. Gráfico 31: Emissões de MP por tipo de combustivel 80 2009 (%) Diesel 70 Gasolina C 4 60 50 103 t 40 96 30 20 2020 (%) 10 8 0 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 Anos 92 Os efeitos da adoção de limites de emissão. só que à luz da participação dos doviário vem do diesel. MP emitido em 2009 pelo setor de transporte ro- mos números.

e queda a partir de então. Os procedimentos adotados no gráfico. como se pode observar no Gráfico 34. te pôs em ascensão a curva de emissões de aldeídos. Assim. batendo recordes etanol. e (ii) ou. e apresentada no Gráfico 33. o controle progressivamente mais restriti- aldeídos apresentaram rápido crescimento durante vo para automóveis e veículos comerciais leves do ciclo a década de 1980. e diminuem abruptamente nos anos em que tros compostos.5. o comportamento das emissões desses sul. diz respeito à refletem períodos onde as emissões aumentam de desagregação das emissões de MP por veículos do acordo com o aumento do volume de diesel consu- ciclo Diesel em (i) sulfatos particulados. independentes do teor de enxofre é imposta nova restrição de teor máximo de enxo- no combustivel (MP “zero enxofre”). principalmente daqueles movidos a foi retomado de forma também veloz. até este momento. mido. que tário. históricos de consumo em 2008 e 2009. 61 | Resultados . e primeira metade de 1990. cimento durante a década de 1980 as emissões de No entanto. Emissões de aldeídos (RCHO) Com a introdução dos veículos flex fuel a partir de Os aldeídos são poluentes tipicos dos veículos 2003. sejam redor de 18 mil toneladas anuais até a segunda me. permanência em patamares ao Otto não tem permitido que. Outra informação proporcionada pelo Inven. da de 1980. No referido fre no combustivel. atingidos os mesmos níveis de emissão do final da déca- tade da década de 1990. assumem uma forma “dentada” ou em “serra”. Gráfico 33: Emissões de MPzero enxofre e sulfatos particulados por veículos do ciclo Diesel 70 Material particulado (zero enxofre) 60 Sulfatos particulados 50 40 103 t 30 20 10 0 1980 1983 1986 1989 1992 1995 1998 2001 2004 2007 Anos 6. o que novamen- as emissões de aldeídos apresentaram rápido cres. o consumo de etanol hidratado de uso rodoviário do ciclo Otto. cálculo das emissões de sulfatos particulados estão fatos presentes nos combustiveis comercializados descritos no Anexo G.

A participação relativa das categorias de concentrações nos centros urbanos brasileiros têm veículos revela. em todo o período de cobertura do ultrapassado sistematicamente o padrão nacional Inventário. veículos flex fuel no país. contra 38% 2020. números na década subsequente. observa.6. O Gráfico 36 mostra que em 2009 as emissões mostram uma tendência geral de queda das emis. Nele. 79% do aldeído emitido provirá da queima de da gasolina. Os resultados do Inventário res. em por 60% da emissão total de aldeídos. Emissões de hidrocarbonetos não-me. e 3% do GNV. serem os automóveis os maiores emisso- de qualidade do ar. Gráfico 35: Emissões de RCHO por tipo de combustivel 24 2009 (%) GNV 20 Etanol Hidratado 2 Gasolina C 38 16 60 103 t 12 8 2020 (%) 4 3 18 0 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 Anos 79 6. Gráfico 34: Emissões de RCHO por categoria de veículos 20 2009 (%) GNV Com erci ais Leves Otto 2 16 10 Automóveis 12 103 t 88 8 2020 (%) 4 3 10 0 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 Anos 87 O Gráfico 35 reforça o impacto do etanol hi. se distribuíram da seguinte forma: 49% oriundas de 62 | Resultados . como mostra o mação do ozônio (O3) troposférico poluente. e perspectivas de estabilização desses Os NMHC estão entre os precursores da for. 18% da gasolina C. sões de NMHC desde o início dos anos 1990 até os tano (NMHC) dias de hoje. levando as estimativas de que. uma ampliação da participação do etanol hidratado se que em 2009 este combustivel foi responsável no médio prazo. cujas Gráfico 36. As projeções de aumento da frota de etanol hidratado. também sinalizam para dratado na emissão desse poluente.

É importante destacar ainda que desde o iní. ciclo Otto. Gráfico 36: Emissões de NMHC por categoria de veículos 1.2 0. vide o Gráfico 37.0 2009 (%) GNV 0. 9% de caminhões NMHC por motos tem se acelerado e já ultrapassa pesados e 6% de veículos comerciais leves do ciclo a de caminhões e a de veículos comerciais leves do Otto.automóveis. a contribuição das emissões de servado nos anos 1990. 26% de motocicletas.1 13 0. sobre. observa-se em país.6 Ônibus Urbanos 106 t 26 0. diminuindo. principalmente por mente mais restritivos. apesar Em relação à participação relativa dos combustiveis do sabido crescimento das frotas de veículos no na emissão de NMHC.3 Automóveis 2020 (%) 0.000 2009 (%) GNV 900 Diesel 800 19 Etanol Hidratado 700 Gasolina C 600 22 59 103 t 500 400 300 2020 (%) 200 100 21 0 41 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 Anos 37 63 | Resultados .9 Caminhões Pesados Caminhões Méd ios 9 0. chegando a 41% em 2020.7 6 Ônibus Rodoviários 49 0. mas a sua participação relativa vem tudo em face da adoção de limites progressiva. uma mudança significativa do quadro ob- cio dos anos 2000. terços das emissões. existe uma tendência clara de estabilização 1990 que a gasolina C era responsável por cerca de dois das emissões desses compostos até 2020.8 5 Caminhões Le ves 0.5 Comerciais Leves Diesel Comerciais Leves Ott o 0. causa da crescente competição com o etanol hidratado.4 Motocicletas 0. Gráfico 37: Emissões de NMHC por tipo de combustivel 1.0 4 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 7 53 Anos 18 Ainda no plano geral observa-se que.

da a acentuada queda das emissões na década de 1990. Gráfico 38: Emissões de NMHC por automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto por fase do PROCONVE 900 2009 (%) L6 800 L5 3 13 700 24 L4 600 L3 10 32 500 L2 103 t 18 400 L1 300 Pré-PROCONVE 200 2020 (%) 100 3 3 11 0 8 49 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 Anos 25 O comportamento de queda e estabilização de predominância das emissões relacionadas ao uso também é notado tanto nas emissões de escapa. quanto nas emissões evaporativas. tanto para as emissões de década de 2010. o Gráfico 39 mostra uma gran. partir de 1992. quanto para as emissões evapora- NMHC por automóveis e veículos comerciais le. vê-se esta do ciclo Otto apresentaram uma brusca que. o veículo em movimento.mites década de 2000. uma vez que a década de 1990 uma queda consistente. as emissões evaporativas decor- mento. Quando se observa o Gráfico 38. na caracterizou-se pela rápida evolução de li.ves tivas. Gráfico 39: Emissões de NMHC por automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto por tipo de emissão 900 2009 (%) Emissões eva por ativas 800 diur nas 4 700 Emissões eva por ativas a 600 38 que nte e per das em 58 movimento 500 103 t Emissões de escapamento 400 300 200 2020 (%) 100 5 0 49 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 46 Anos 64 | Resultados . ou seja. do veículo. porém mais lenta. e uma relativa estabilização na mais restritivos. No que rentes do aquecimento do motor e as ocorridas com trata dessas últimas. as emissões de escapamento. Como é possível observar.

16% de por idade de veículos ou procedência dos equipa- etanol hidratado e 17% de GNV.6. 21% de motocicletas (majoritariamente movidas a cia de queda generalizada nas emissões desse gás gasolina C). lado. 4% de veículos comerciais leves do ci- por automóveis e veículos comerciais leves do ciclo clo Otto (movidos a gasolina C e etanol hidratado) e Otto. mais recentemente. dos kits de conver- na. dem estar assim distribuídas: 31% oriundas de au- nal na emissão de CH4. Deste modo. o los movidos a GNV foram estimadas segundo uma Gráfico 41 mostra que. em 2009 elas já representavam 17%. movidos a GNV. 18% de etanol hidratado e 43% do GNV. 44% de veículos movidos a GNV. Dessa forma. em 2009. tampouco. a partir do ano 2000. as esti. Isso aponta drocarbonetos totais (THC) ou hidrocarbonetos para estimativas de que em 2020 as emissões po- não-metânicos (NMHC) trariam redução proporcio. assumiu-se no presente Inventário que vem aumentando significativamente. os cálculos não refletem a evolução ção poderá estar assim constituída: 39% de gasoli. de forma que as melhorias de performance em emissões de hi. mentos de conversão. ou pelo los movidos a GNV para o conjunto das emissões PROMOT. para os veículos mativas para 2020 dão conta de que essa participa. não havendo detalhamento emitido a partir da queima de gasolina C. da frota circulante e.7. os resultados tomóveis (movidos a gasolina C e etanol hidratado). Deve-se são em termos de performance em emissões. Por outro Ainda que o CH4 não constitua um poluen. tomando como foco a participação ressaltar mais uma vez que as emissões por veícu- relativa dos diferentes combustiveis veiculares. Emissões de metano (CH4) e por motocicletas. apresentados no Gráfico 40 mostram uma tendên. a contribuição de veícu- te diretamente regulado pelo PROCONVE. contudo. Gráfico 40: Emissões de CH4 por categoria de veículos 80 2009 (%) GNV 70 Comerciais Leves Otto 17 60 Motoc icletas 5 46 50 Automóveis 103 t 32 40 30 20 2020 (%) 10 31 0 44 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 Anos 21 4 Assim. a partir da segunda metade dos anos 1990. 67% do CH4 foi abordagem top-down. 65 | Resultados .

cluindo os veículos movidos a GNV). e produto da queima dos combustiveis durante o uso dos 14% de ônibus urbanos. em que se destaca a ção. dessas emissões em 2020. 36% virá da frota de cami- Detendo-se no quadro mais recente.8. com intervalos breves de relativa estabiliza. praticamente sentadas são aquelas ocorridas no escapamento. o mesmo percentual originando-se de caminhões. entre 1998 e 2003. Gráfico 41: Emissões de CH4 por tipo de combustivel 80 2009 (%) GNV 70 Etanol Hidra ta do 17 60 Gasolina C 16 50 67 103 t 40 30 20 2020 (%) 10 0 38 44 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 Anos 18 6. redução da participação dos ônibus. rias sofrendo poucas alterações. Gráfico 42: Emissões de CO2 por categoria de veículos 300 2009 (%) GNV Caminhões Pesados 250 Caminhões Médios 3 Caminhões Leves 30 35 Ônibus Rodoviários 200 Ônibus Urbanos Comerciais Leves Diesel 4 3 106 t 3 4 150 Comerciais Leves Otto 14 3 Motocicletas 100 Automóveis 2020 (%) 50 3 0 33 37 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 Anos 2 3 3 10 35 66 | Resultados . No mesmo gráfico pode-se notar as estimativas moções) aolongodetodoociclodevidadoscombustiveis. ou seja. Assim. por curvas de emissão predominantemente ascendentes com percentuais de participação relativa das catego- desde 1980. do total tidas cerca de 130 milhões de toneladas a cada ano. 40% de automóveis (incluindo foram emitidas quase 170 milhões de toneladas de os veículos movidos a GNV). para 2020. por exemplo. categorias de veículos e mostra um cenário geral marcado alcançando cerca de 270 milhões de toneladas de CO2. e 3% de motocicletas. 38% das quais originadas de automóveis (in- As emissões de dióxido de carbono (CO2) aqui apre. quando o setor de transporte rodoviário O Gráfico 42 ilustra a participação das diferentes poderá emitir cerca de 60% a mais do que em 2009. 13% de ônibus. portanto. quando foram emi. em 2009 nhões. não contabilizando. as emissões (ou re. Emissões de dióxido de carbono (CO2) CO2. veículos.

Gráfico 43: Emissões de CO2 por tipo de combustivel 300 2009 (%) GNV 250 Biodiesel 22 26 Diesel de Petr óleo 200 Etan ol Hidr atad o 5 53 12 106 t Etan ol Anidro 150 Gasoli na A 100 2020 (%) 50 3 3 21 0 4 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 49 Anos 20 67 | Resultados . expli. por exemplo. lina. aproximadamente 196 milhões de toneladas. o naquele ano poderão estar assim distribuídas: 49% Gráfico 43 mostra que do total de emissões do setor originadas da queima de diesel fóssil. 17% do etanol e 2% do GNV. quais 131 milhões de toneladas associadas ao die- leração das emissões associadas à gasolina. essa participação re. das lativa poderá se alterar. 24% do etanol e 2% do biodiesel. pela desace. 3% do GNV. 56 milhões de toneladas associadas à gasolina e cada principalmente pela rápida ascensão da frota 9 milhões de toneladas associadas ao GNV. da queima de combustiveis fósseis. Desse modo. 53% veio da quei. Assim. ma de óleo diesel de origem fóssil. 2% do biodiesel. as emissões de CO2 da contribuição relativa dos combustiveis. em 2020 serão Ao projetar para 2020. sel. Os resultados da participação desagregada da de veículos flex fuel e mercado favorável ao etanol frota na emissão de CO2 remetem também à análise em anos recentes. 21% da gaso- de transporte rodoviário em 2009. Consideradas apenas as emissões de CO2 oriundas 26% da gasolina.

.

portanto. de veículos novos. Frota de veículos progressivamente mais sofisticados. podem apresentar um grau de in- aqui elencadas dizem respeito à busca por dados certeza significativo. combustíveis e da um grande número de informações. emissões e fazer estimativas futuras. ferramentas cujas apli. estando. um quer tempo. portanto. que permitam a elaboração de novos inventários 7. Recomendações O 1º Inventário Nacional de Emissões At. idades e a elaboração de estudos específicos. mais preciso do que os dados utilizados em muitos casos. pois se baseou em curvas de suca- cações tenham lastro institucional e se ampliem teamento teóricas aplicadas aos volumes de vendas para múltiplos usos. os métodos tados ao suporte de políticas e programas de me. permite entender o estado atual das avanço importante na oferta de dados oficiais vol. importantes neste inventário. ora reduzindo- qualidade ambiental. combinando-as. os valores de quilo. Melhoria da qualidade das informações mosféricas por Veículos Automotores Rodoviá. sua intensidade de uso. adotados nos inventários exigem a organização de lhoria tecnológica de veículos. aqui elencadas. ou mesmo selecionando as mais Ao longo da elaboração do inventário o GT representativas da realidade em um dado momento. especial atenção no conjunto das recomendações ral.1. a adoção de premissas e simpli. as.1. intensidade de uso de veículos. de modo a e condições operacionais dos veículos. de fato. inclusive do A estimativa da frota nacional é um ponto de ponto de vista de sua resolução espacial e tempo. são. e que se refletem nos cálculos cada vez mais confiáveis sobre a frota de veícu. 7. elementos reduzir ainda mais quaisquer incertezas nos cálcu. deparou-se com lacunas muito significativas nas Em sua totalidade. entre outros. metragem por litro de combustível. çoamento das rotinas de geração de informações Devido à grande diversidade de tipos. o que torna ne- ficações como forma de utilizar os melhores dados cessário adotar premissas claras para sua construção disponíveis no momento. o que requereu. rentes ao conjunto dos dados de base. pontos das recomendações a seguir. 69 | Recomendações . em seus cálculos individualmente. Por constituir um instrumento que. Isso equivale a dizer que e consenso quanto às incertezas e imprecisões ine- serão necessárias atividades futuras para aperfei. 7. composição e Logo. entre os principais los. como fatores de emis- los de emissões. tornando-os. um inventário de emissões nunca informações disponíveis no país.1. em qual- rios representa. em sua escala de aplicação. é. das emissões. as principais recomendações do GT tamanho da frota.

como já explicitado. ou por.3. uma que muitos dos que já não circulam ainda não tiveram vez que inexistem no país. Esses as informações sobre a frota foram insuficientes aspectos ganham importância à medida que se pro- para uma abordagem bottom-up. não se limitando a 80. relacionados às condições de manutenção de mativas de inventários. peças-chave nas esti. tinuado às séries históricas de licenciamentos de  Levantar fatores de emissão para poluentes não veículos novos e de licenciamentos anuais nos regulamentados: material particulado (MP) para DETRANs. talmente baseados nos três primeiros pontos. sendo esses dois o conjunto de informa.  Tipo e características do combustivel utilizado.  Condições de manutenção. Intensidade de uso nicho específico de mercado: o de empresas. Entre as variáveis envolvidas nos cálculos tônomos dedicados ao transporte de carga. atualmente os dados de registro  Condições climáticas e meteorológicas. Este Inventário não utilizou os dados desta fonte por não contabilizar as frotas de deste Inventário. são feitas as seguintes recomen- tas recomendações de caráter mais objetivo: dações sobre os fatores de emissão:  Desenvolver um mecanismo tecnicamente viá. põem inventários de maior resolução espacial e tem- ram calculadas a partir da aplicação de fatores de poral. reside  Tecnologia e equipamentos de controle de emis- na forma de calibração dessas curvas de sucateamen. que permita acesso con. Desse modo. veículos do ciclo Otto.). de catalisadores etc. aldeídos para veículos do  Considerar os dados do Registro Nacional de ciclo Diesel e motocicletas. No entanto. almente pelos Departamentos Estaduais de Trânsito  Condições de operação e condução (velocidade. (DETRAN). existindo assim a demanda estudos que permitam dimensionar os reais impac- pela correção dessas distorções.  Aprimorar informações disponíveis e metodolo- gia de cálculo de emissões evaporativas. são fei. Uma primeira recomendação. da. frequência e intensidade de acelerações. tipo e quantidade ser feito pela comparação dos dados de frota registra. 7. de melhoria da qualidade do ar. condução e manutenção da frota. tos. seus registros cancelados. superestimam o número de veículos em circulação. são empregados (características dos sistemas de to. entre as quais se destacam: emissões de poluentes. de emissão de veículos em condições reais de uso.  Porte e tipo de uso do veículo. de fato. metano (CH4) e óxido Transportadores Rodoviários de Carga (ANTT)21.  Pesquisar curvas de emissão por acúmulo de  Aperfeiçoar as informações sobre conversões de rodagem por toda a vida útil de automóveis e veículos movidos a GNV. veículos comerciais leves do ciclo Otto. ou não são significativos. cooperativas e au. o que nas condições metodológicas ideais deveria alimentação de combustivel. nitroso (N2O) para todas as categorias de veículos.2. com os dados de veículos novos licenciados anu. estaria situada a frota circulante. sobre os fatores de emissão. Fatores de emissão  Definir e hierarquizar os principais parâmetros Os fatores de emissão. são interna dos pneus etc. veículos que possam influenciar os fatores de sas condicionantes. 70 | Recomendações . Em face do anteriormente relatado. mas que o efetuam internamente como parte de seu negócio. portanto. e que possam ser correlacionados com ações emissão aos dados disponíveis de consumo de com. operação.  Elaborar estudo que permita conhecer os fatores vel e institucionalizado. 21 Os dados disponíveis no RNTRC (ANTT) correspondem a um 7. são determinados por diver.). pode-se considerar que a intensi- empresas que não têm por razão social o transporte de carga.1. e as emissões fo.  Atualizar as curvas de sucateamento hoje adotadas. dade de uso é a que incorre em maior incerteza e. seja por possíveis Os fatores aqui aplicados estão fundamen- duplas contagens em localidades diferentes.1. nos órgãos de trânsito estaduais.000km. das condições de No que se refere aos veículos movidos a GNV. bustivel. pres- ções que permitiriam conhecer a faixa provável onde.

71 | Recomendações . Incorporar essa abordagem permitirá. ículo) e taxas de ocupação (passageiros/veículo). fatores que cia de programas ao longo do tempo. passageiros. ocorrer em qualquer local e que. se fazem mais presentes. empregados neste inventário.). perfil de uso e carga transportada. pas. Recomendam-se estudos econométricos para aper- Portanto.km/mês etc. urbana e logística de cargas. já no caso do transporte de carga. Fica.4. alte- sageiros. necessidade de melhorar as informações acerca da A melhoria da qualidade desse tipo de infor- distância rodada por ano pelos veículos.km/ano  Elaborar um estudo que permita ajustar valores ou (ton. nú- te caminhões. tonelada. leiro de Etiquetagem Veicular conduzido pelo geiros. esta produtividade é PROCONVE. dada A incorporação de outros parâmetros de pro. os inventários podem ser desenvolvidos em esca- bustivel para automóveis e veículos comerciais leves las temporais e espaciais bastante distintas. tar ações de reduções de gases de efeito estufa. obtidos em testes com ciclos padrão de ensaio a dos o fator de carregamento (ton/veículo) e a taxa condições reais de tráfego. foi ajustada pelo consumo de combus. No caso  Sistematizar os dados gerados no âmbito do do transporte de passageiros. tanto para o mações é capital para inventários que buscam orien- transporte de carga quanto de passageiros no Brasil. do PROMOT e do Programa Brasi- geralmente dada em passageiros.km/mês). lhoria dos combustiveis. INMETRO.5. uso dos veículos.km/ poração de variáveis econométricas às estimativas ano.km/mês. via de regra. de crescimento nas vendas de veículos novos. km/mês etc.km/ano ou (passa. uma modelagem econômica recomenda-se a incor-  Levantar dados de produtividade (tonelada. Aprimoramento da projeção de emissões das emissões por produtividade entre as diferentes Para aprimorar a elaboração de cenários futu- categorias de veículos. Também são parâmetros associa. quando de combustivel. sua relação direta com o consumo de combustiveis. Elaboração de inventários locais e regionais 7. tornando o inventário uma ros de emissões é necessário ampliar o conhecimento ferramenta que também possibilita avaliar ações acerca dos elementos-chave que influenciam as emis- que envolvam mudanças nos padrões de mobilidade sões e o consumo de energia no setor de transportes. evidente a âmbito do GT.1. por exemplo. dutividade do transporte também seriam bastante Assim. os números adotados existem.1. particularmen. Desse modo.km/ano.km/mês). de- Identificou-se dificuldade de obter números correm de ajustes tecnológicos nos veículos e me- exatos sobre veículos do ciclo Diesel. portanto. de intensidade de uso dos veículos e dações para sua melhoria: de alterações das curvas de sucateamento. foram do formulados para a escala nacional. Eles geram.2. rações nas curvas de sucateamento e intensidade de  Levantar fatores de carregamento (tonelada/ve. a produtividade é expressa em toneladas. de ocupação (passageiros/veículo). Quilometragem por litro de combustivel Dependendo dos objetivos de sua aplicação. principalmente pela indisponibilidade de medidas voltadas a reduzir emissões que poderão dados históricos oficiais em condições reais de uso. no que trata das informações sobre feiçoar as estimativas de crescimento das vendas de intensidade de uso são feitas as seguintes recomen. surgiram de consenso nas discussões realizadas no tivel reportado no BEN. 7.). Quan- do ciclo Otto. portanto. sem particu- impactam diretamente a quilometragem por litro larizar territorialmente onde esses ganhos. a comparação 7. Os valores de quilometragem por litro de com. recomenda-se: úteis ao método de cálculo de emissões. mostram- levantados em testes segundo ciclo de condução se mais apropriados para avaliar os resultados de urbano. veículos novos. nesse caso. que apresentam grande variação de meros que permitem análises da eficiência e eficá- porte.  Elaborar pesquisa de levantamento de dados de Uma vez que o inventário atual não incluiu quilometragem percorrida (km/ano.

perene. Deste modo. articulador do Ministério do Meio Ambiente (MMA). 7. em algum momento. consumo ao Grupo de Trabalho.3. e da ANTT. também é recomendação que seja im- plantado um Grupo de Trabalho Permanente de In- 7. suas futuras atualiza. modelagem de dispersão de poluentes e. rentes instituições participantes. ventários. seja porque poderiam aportar dados natural- mente gerados nas suas áreas de atuação como re- guladoras de setores específicos. idade temporário e que atribui uma finalidade específica e condições de manutenção da frota local. adaptar a metodologia e se aprofundar na coleta de No entanto. um cenário de volume crescente de dados. para garantir que a elaboração desse instrumento se estabeleça como uma atividade perene é fundamental definir uma estrutura técnica mínima responsável pela sua condução no seio das instituições. reforçam a ne. mais do que se afastar. o desenvolvimento de sistemas de infor- mação dimensionados para o gerenciamento de uma base de dados nacional e que permita o acesso públi- co às informações. atores técnicos como o Instituto de Energia e Meio indiretamente. em especial aquelas re. Ambiente (IEMA) e. localizados com o Inventário Nacional. e sua internalização definitiva no processo de avaliação e tomada de decisões. sobretudo em face da grande demanda exis- cessária demanda de harmonização de inventários tente nesse campo. ainda constitui um ins- regional ou local de combustiveis. de caráter uso dos veículos em condições reais de tráfego. Além disso. Infraestrutura.4. dando atribuições específicas às dife- Este 1º Inventário exemplificou a complexida. e definição de fontes de e quantidade de variáveis que devem ser tratadas de recursos para a elaboração dos estudos indicados simultaneamente. neste documento e para cobrir futuras demandas as- ções e aperfeiçoamentos seguramente se darão em sociadas aos inventários regionais e locais. deman- dando ampliar a capacidade de processamento e armazenamento de informações das instituições por ele responsáveis. Além dessas viriam agregar-se ao esforço lacionadas com ações locais voltadas à gestão da qua. à desejada avaliação de efeitos de po. Para tanto. só para citar alguns trumento precário ao desejado arranjo institucional exemplos que. a exemplo da ANP 72 | Recomendações . seja porque são protagonistas de programas como o PROCONVE (a exemplo do IBAMA. Assim. por si. lidade do ar. deve-se Ministério das Cidades. o próprio luentes do ar à saúde é necessário incorporar outros Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) do planos de análise aos inventários. CETESB e ANFA- VEA). Para outras aplicações. Arranjo institucional Avaliações iniciais sobre a base de informa- ções disponíveis no país que seriam necessárias à elaboração deste Inventário. coordenado pelo MMA com o envolvimen- plantação de sistema de informações to dos Estados. davam conta de que uma série de instituições deveriam ser envolvidas. desenvolvimento e im. o arranjo entre tais instituições informações mais detalhadas sobre intensidade de por meio de Portaria Ministerial citada.

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2010. capítulo 3). Metodologia para o Inventário de Emissões Evaporativas Provenientes do Sistema de Alimentação de Combustivel de Veículos do Ciclo Otto: Desempenho de Produtos em Motores. Suani T. 74 | Referências Bibliográficas .. jul. COELHO. Relatório de qualidade do ar no estado de São Paulo 2009. Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB.epe. Francisco E. 2009. VICENTINI. (Séries completas. Associação Nacional de Transportes Públicos – ANTP. 2003. 2008. jul. (Texto Para Discussão no 960). São Paulo. México. Pedro C. José. 1997. GOMIDE.gov/otaq/consumer/05-autos.br/BENSeriesCompletas. Alexandre A.gov. 1994. 2010. Instituto Nacional de Ecologia . São Paulo. 2008.B. 2010. São Paulo. de 07/04/09. Rio de Janeiro. jul. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. São Paulo. Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB. México. Disponível em: http://www. Portaria ANP n° 60. Gás Natural e Biocombustiveis – ANP. 2007. Empresa de Pesquisa Energética – EPE.pdf. Petrobras. Guía metodológica para la estimación de emisiones vehiculares em las ciudades mexicanas. ago.aspx São Paulo. Plano de Abastecimento de Óleo Diesel de Baixo Teor de Enxofre. barreiras e propostas. Brasília. USEPA. Balanço Energético Nacional 2010: Ano base 2009.GOLDEMBERG.INE. Rio de Janeiro. São Paulo. NIGRO. Sistema de Informações da Mobilidade Urbana: Relatório Geral 2007.epa. Secretaría de Medio Ambiente y Recursos Naturales – SEMARNAT. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. perspectivas. Disponível em: https://ben. Agência Nacional de Petróleo. EUA. Inventário de Emissão Veicular – 1992: Metodologia de Cálculo. Transporte Urbano e Inclusão Social: Elementos para Políticas Públicas. Bioenergia no estado de São Paulo: situação atual.

jeto. Tais marcos posicionaram o Brasil apenas sados. Anexos Anexo A: Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (PROCONVE) Em 6 de maio de 1986. limites de emissão para veículos leves e contribuir para A mesma preocupação com as emissões para o atendimento aos padrões de qualidade do ar institu. e cuja entrada em vigor se deu por “L” para veículos leves e “P” para veículos pe. que se encontrava a indústria nacional de motocicle- A homologação de protótipos é. estabelecendo limites EURO bruto total (PBT). O 8. e a gorar a partir de 2003 (equivalentes ao limites EURO proibição da comercialização de modelos de I) levaram em consideração o estágio tecnológico em veículos não homologados. por meio de ensaios padronizados em dinamôme. as inovações são mais visíveis no seg- do pelo IBAMA. o Programa de Contro- tro e com combustíveis de referência (próprios para le da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Simila- os ensaios). Assim surgiu. sendo que os primeiros limites propostos para vi- desconformidade com a produção ou pro. e a Resolução CONAMA saltar é que o controle pelo programa se dá a partir nº 342. a Resolução nº 18 do para o controle da emissão de veículos a diesel. a autorização do IBAMA para legislações vigentes na Europa. principalmente na uso de combustíveis alternativos. sendo que as fases caracterizadas III para os motociclos. a lei nº do um crescimento vertiginoso nos últimos anos. Em 28 de outubro de 1993. muito em razão dos seus ele- sassem a atender aos limites estabelecidos. nômico de prestação de serviços de entregas em re- buindo para induzir o desenvolvimento tecnológico giões urbanas. e faz com que Seguiram-se fases posteriores com reduções as montadoras apliquem conceitos de projetos que significativas nas emissões. de um programa específico para o controle das emis- e permitindo que veículos nacionais e importados pas. Além disso. de 2002. notadamente no segmento eco- de emissão dos poluentes de origem veicular. o qual veio para definir os primeiros mento de veículos pesados (Tabela 19). com o objetivo de complementar o e o acompanhamento estatístico em veí. de Ar por Veículos Automotores (PROCONVE). em 2009. tiva IBAMA nº 17.dos em EC. coordena. de 2003. de 2002. só CONAMA criou o Programa de Controle de Poluição do em 1993. contri. Outro ponto importante a res. por meio da Resolução CONAMA nº 8. O PROMOT foi baseado nas novos produzidos. o tas e veículos similares. o PROCONVE tam.723 endossou a obrigatoriedade de reduzir os níveis perfil de utilização. vados fatores de emissão quando comparados aos O cumprimento dessas exigências é aferido automóveis novos. complementando a Resolução CO- da classificação dos veículos em razão de seu peso NAMA nº 297. e resultaram na redução de 2/3 da emissão de Ainda que a Resolução CONAMA nº 18 de monóxido de carbono (CO). e uma taxa de deterioração das emissões ao Europeia (CEE) (limites EURO II e EURO III). motores e autopeças. 75 | Anexos . maior sustentáculo do PROCONVE. Subse- longo de sua vida útil que garanta o atendimento aos quentemente foram publicadas a Instrução Norma- limites estabelecidos.mento Diretiva das Comunidades Europeias de nº 97/24/ ou reparo de veículos e motores encontra. o recolhi. em relação aos modelos 1986 tenha dado os primeiros encaminhamentos anteriores sem controle de emissão.culos controle do PROCONVE. em 2002. cuja frota vem experimentan- do Ar (PRONAR). vêm sendo implantadas segundo estratégias uma fase de controle atrás da Comunidade Euro- diferenciadas (Tabelas 18 e 19). 31 de agosto. tornou necessário o estabelecimento dos fabricantes de combustiveis. de 2002.gação) nº 297. peia. sões desses veículos. a atmosfera vale para o segmento das motocicletas ídos pelo Programa Nacional de Controle de Qualidade (e veículos similares). de fato. em equivalência aos li- assegurem um baixo potencial poluidor aos veículos mites estabelecidos pela Comunidade Econômica novos.bém res (PROMOT). introduzido pela Resolução CONAMA impõe a certificação de protótipos (homolo.

por exemplo. o sensor de oxigênio (denominado "sonda lambda") L4 2005-2008 Tendo como referência a Resolução CONAMA nº 315 de 2002. as melhores tecnologias disponíveis para a formação de mistura e controle eletrônico do motor como. Tabela 18: Estratégia de implantação do PROCONVE para veículos leves (Fases “L”) Fase Implantação Característica / Inovação L1 1988-1991 Caracterizada pela eliminação dos modelos mais poluentes e aprimoramento dos projetos dos modelos já em produção. se deu o desenvolvimento de motores com novas tecnologias como a otimização da geometria da câmara de combustão e dos bicos de injeção. sobretudo nas grandes cidades brasileiras. De maneira análoga ao PROCONVE. ao aprovar a Resolução nº 415. Ambas as categorias são para uso rodoviário. novos limites máximos para a emissão de escapamento de veículos automotores leves novos de passageiros de massa menor ou igual a 1. Para o futuro ainda está prevista a introdução de catalisadores de oxidação. da mesma forma que na fase L4. Em 1994 iniciou-se o controle de ruído dos veículos L3 1997-2004 Em face da exigência de atender aos limites estabelecidos a partir de 1º de janeiro de 1997 (Resolução CONAMA nº 15 de 1995). em proporção única no mundo. o CONAMA. ocorreram reduções bastante significativas em relação aos limites anteriores. e o fabricante/importador empregou. Para o atendimento desta fase. Outro ponto impor. ções claras entre a definição de suas novas fases tecnológi- bilitam a redução das emissões. As principais inovações tecnológicas que ocorreram nesta fase foram: reciclagem dos gases de escapamento para controle das emissões de óxidos de nitrogênio (NOx). injeção secundária do ar no coletor de exaustão para o controle de monóxido de carbono (CO) e hidrocarbonetos (HC). De maneira análoga à fase L4. Iniciou-se também nesta fase o controle das emissões evaporativas. L6 estabelece. cas e de restrição das emissões com o estado da qualidade tante é que o controle pelo PROMOT é executado a do ar. As principais inovações nos veículos foram a injeção eletrônica. os carburadores assistidos eletronicamente e os conversores catalíticos. a prioridade nesta fase que teve início no ano de 2005 é a redução das emissões de HC e NOx.700 quilogramas. tempo entre a vigência de um determinado limite de A despeito dos sabidos ganhos obtidos com esses emissão dado pela legislação e a entrada em vigor de programas. a prioridade na fase L5 é a redução das emissões de HC e NOx. o aumento da pressão da bomba injetora e a injeção eletrônica L6 A partir de Em 2009. são de. introduziu a 2013 Fase L6 que entrará em vigor em 2013. basicamente. de filtro de particulados e de recirculação de gases 76 | Anexos . o aumento da pressão da bomba injetora e a injeção eletrônica L5 2009-2013 Com os limites de emissão da Resolução CONAMA nº 315 de 2002.700 quilogramas e veículos leves comerciais com massa superior a 1. implantação de amortecedor da borboleta do carburador para controle do HC e otimização do avanço da ignição L2 1992-1996 A partir dos limites verificados na Resolução CONAMA nº 18 de 1986. as inovações tecnológicas se deram na otimização da geometria da câmara de combustão e dos bicos. meioambienteeevoluirparaquesepossamtraçarassocia- cas nas motocicletas e veículos similares que possi. partir da classificação dos ciclomotores em razão de nominadas “fases” do PROMOT os interregnos de seu deslocamento volumétrico (cilindradas/cc). deverá basear-se na identificação dos seus reais ganhos ao Nas fases estão contempladas inovações tecnológi. nessa fase investiu-se na adequação de catalisadores e sistemas de injeção eletrônica para uso com mistura de etanol. a continuidade do PROCONVE e do PROMOT novos limites mais restritivos. conjuntamente. e contemplam tanto veículos do ciclo Otto quanto veículos do ciclo Diesel. fases “M” (Tabela 20). poluentes precursores da formação de ozônio.

Tabela 19: Estratégia de implantação do PROCONVE para veículos pesados (Fases “P”)
Fase Implantação Característica / Inovação
P1 e 1990-1993 Já em 1990 estavam sendo produzidos motores com níveis de
P2 emissão menores que aqueles que seriam requeridos em 1993 (ano
em que teve início o controle de emissão para veículos deste tipo com
a introdução das fases P1 e P2). Nesse período, os limites para
emissão gasosa – fase P1 – e material particulado (MP) – fase P2 –
não foram exigidos legalmente
P3 1994-1997 O desenvolvimento de novos modelos de motores visaram a redução
do consumo de combustível, aumento da potência e redução das
emissões de NOx por meio da adoção de intercooler e motores turbo.
Nesta fase se deu uma redução drástica das emissões de CO (43%) e
HC (50%)
P4 1998-2002 Reduziu ainda mais os limites criados pela fase P3
P5 2003-2008 Teve como objetivo a redução de emissões de MP, NOx e HC
P6 2009-2011 Em janeiro de 2009 deveria ter se dado o início à fase P6, conforme
Resolução CONAMA nº 315 de 2002, e cujo objetivo principal, assim
como na fase P5, era a redução de emissões de MP, NOx e HC
P7 A partir de Resolução CONAMA nº 403 de 2008 introduz uma fase que demanda
2012 sistemas de controle de emissão pós-combustão (catalisadores de
redução de NOx e/ou filtros de MP)

Tabela 20: Estratégia de implantação do PROMOT (Fases “M”)
Fase Implantação Característica / Inovação
M1 2003-2005 Estabeleceu os limites iniciais máximos de emissão de gases de
escapamento para motocicletas e veículos similares
M2 2006-2008 Iniciou a segunda fase com reduções drásticas dos limites de emissão
da primeira fase (redução de 83% em CO; redução de 60% em HC +
NOx)
M3 A partir de Também ocorre uma redução significativa das emissões de poluentes
2009 sendo, em alguns casos, superiores a 50% dos limites previstos na
fase anterior

77 | Anexos

Anexo B: Gráficos de vendas de veículos novos no mercado interno

Gráfico 44: Evolução das vendas de veículos novos no Brasil por categoria

5,0
Caminhões
4,5
Ônib us
4,0
3,5 Comerciais Le ves
Motocicletas
106 veículos

3,0
2,5 Auto móveis

2,0
1,5
1,0
0,5
0,0
1957 1961 1965 1969 1973 1977 1981 1985 1989 1993 1997 2001 2005 2009
Anos

Gráfico 45: Evolução das vendas de automóveis novos no Brasil por tipo de combustivel

2,4
Flex Fuel
2,2
2,0 Etanol Hidratado
1,8 Gasolina C
1,6
106 veículos

1,4
1,2
1,0
0,8
0,6
0,4
0,2
0,0
1957 1961 1965 1969 1973 1977 1981 1985 1989 1993 1997 2001 2005 2009

Anos

78 | Anexos

Gráfico 46: Evolução das vendas de veículos comerciais leves novos no Brasil por tipo de combustivel
500
Flex Fu el
450
Etanol Hidratado
400
350 Gasol ina C
Diesel
103 veículos

300
250
200
150
100
50
0
1957 1961 1965 1969 1973 1977 1981 1985 1989 1993 1997 2001 2005 2009
Anos

Gráfico 47: Evolução das vendas de caminhões e ônibus novos no Brasil
160
Cami nhõ es Pesado s
140
Cami nhõ es M édios
120 Cami nhõ es Leves
100 Ônibus Rodov iários
103 veículos

80 Ônibus Urban os

60

40

20

0
1957 1961 1965 1969 1973 1977 1981 1985 1989 1993 1997 2001 2005 2009
Anos

Gráfico 48: Evolução das vendas de motocicletas novas no Brasil

2,0
Fle x F ue l
1,8
Gasol ina C
1,6
1,4
106 veículos

1,2
1,0
0,8
0,6
0,4
0,2
0,0
1975 1978 1981 1984 1987 1990 1993 1996 1999 2002 2005 2008
Anos

79 | Anexos

as curvas de su- cateamento foram calibradas a partir de dados de idade média e de frota total de 1997 fornecidos pelo DENATRAN.1 para ônibus.137 para automóveis. a = 0. ciclo Diesel. • t é a idade do veículo em anos. Fontes Móveis do Primeiro Inventário Brasileiro de Emissões Antrópicas de Gases de Efeito Estu- fa. as curvas adotadas são as utilizadas pelo Serviço de Planejamento da Petrobras. e a = Gases de Efeito Estufa no Setor Energético por 0. e veículos comerciais leves.10 para caminhões. A função de sucatea- mento resultante é uma função Gompertz e tem as seguintes características: () ( ( ( ))) Onde: • S(t) é a fração de veículos remanescentes. ainda não sucateados. caminhões e ônibus.3 para veículos comerciais leves do 80 | Anexos .0 para caminhões. adotadas neste Inventário foram as apresenta. na idade t.0.798 para automóveis. MCT (2006). • t 0= 15. Para veículos do ciclo Diesel. • a = 0. b = . a = 1. Para automóveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto. ainda não sucateados. • a = 1. A função de sucateamento resultante é uma função logística renormalizada: ( ( )) ( ( )) Onde: • S(t) é a fração de veículos remanescentes. t 0= 17. t0= 19.618 para veícu- los comerciais leves do ciclo Otto. Anexo C: Parametrização das curvas de sucateamento As curvas de sucateamento de automóveis.17 para veículos comerciais leves do das no Relatório de Referência de Emissões de ciclo Diesel. • t é a idade do veículo em anos.16 para ônibus. na idade t. calibra- das pelos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) (1988). • b = .141 para ve- ículos comerciais leves do ciclo Otto.0.

568.524 3.615 2.259 1.015.710 720.185.515 2020 6.488 0 1998 10.588.567.239 4.641.241 0 1.921 39.615 1.855 2012 10.008.040.893.595.414 10.561 1.856.934.606 464.949.676 0 1994 6.499.691 0 728.022.093 3.092.464.995 2.036 0 2009 12.348.874 0 909.412 1.534.757 20.567.169 9.427.519 2.377 1.691.025.267.104 3.539 239.805 0 1996 8.148.542.168 2017 7.039 489.676.723 2.118 0 1988 5.136.039 329.235 0 779.764.845.690 0 2.147 1.645 6.872.331 1.401.103 3.586.812 4.193 141.540 0 1981 7.524 1.076.912 0 2005 14.516 0 1.537 52.893.187 262.294.257 410.743.962 0 1995 7.653 1.729 0 2003 14.156 58.911 33.074.855 1.476 486.253.575.864 76.250.926 6.782 1.832 98.714 1.566.851.469 0 1.522.648 0 707.325.172 3.624.186 0 1.124 903.110.681 3.610 0 1997 9.601.534 1.891.996 15.472.053 87.338 0 835.858 30.370.104.239 1.956 1.134.780 9.749 22.434.681.166 42.118.508 316.003 13.786 2018 7.867 1.442 0 1.754 0 1993 6.687.947 1.760.813.017 0 890.594 0 1.726.738 0 1.710 2.997 25.696 463.005 35.814 0 749.818.215 3.882 3.824.810 1.344 438.734 0 1.124.701 364.679 8.771 0 1.195.692.650.701 2019 6.063 5.329.015 2.320 3.303 0 1990 5.216.648 67.375 2010 12.675.605.399.249. Anexo D: Tabelas de evolução da frota de veículos Tabela 21: Evolução da frota estimada de veículos do ciclo Otto Automóveis Comerciais Leves Motocicletas Ano Etanol Etanol Gasolina C Flex Fuel Gasolina C Flex Fuel Gasolina C Flex Fuel Hidratado Hidratado 1980 6.245 1.880 11.928 83.420.554 0 1.118.750 354.374 27.143.695.082 446.148.259 565.657 1.574 0 1.492.256 0 797.008.366.004.351.561 807.801 0 1.193 1.352 640.598.903 0 1.617 157.822 505.651 1.860 3.984.869 3.770 1.887 2.762.582 1.065 1.064 418.574.591 2014 9.122 0 2008 13.562.509 15.092 485.857.991 1.321.489 1.861.850 209.766.563.868 216.040.574.758 3.534 0 950.062.451 140.117 722.375 143.694 46.302.854.615.920.413.991 2015 8.692.463 16.943.311 10.103 899.488 0 1.131.584 1.294 350.339 0 1999 11.886 2.199.274.169 2.161.431.659 14.718 543.332.019 286.132 15.559 2.990 17.496 0 2007 14.042.001 998.787 111.944.047 0 1.165.031 0 262.324 0 2004 14.112 0 1992 5.220 1.939 310.533.739.611.623 1.422 9.277 737.419 4.193 472.264 3.382.791 0 1989 5.685 183.160 0 2001 13.197.104 0 1.683 18.024 4.012 17.213 4.767.279 465.278 1.982 504.726.798 0 1.525 0 1.399 0 3.782 395.009.168 283.100.294.322 0 1982 7.374.964 81 | Anexos .930 7.415 2016 8.525.932 0 593.097.450 0 402.838 0 761.690.377 1.626.587.731.462.349.138 0 2000 12.781.606.842.688.805.820 0 1983 6.864.032.308 2.702 0 1.421 1.803.213.564.491.365.928 0 2002 13.632 0 1.922 0 2.971.169.424 1.536 504.871 0 1.473 0 865.313 355.760 175.524.973.181.223.993.680.070 0 2.333.960 40.450.629.211.824.476 2011 11.657.171 0 776.887.731 0 3.137.606 2.071 0 1.826 12.945 1.002 1.275 22.879 3.027 569.469 275.829 0 1984 6.575 383.549 1.070 0 1991 5.495.549 0 1985 6.710.099.264 5.191 0 1987 5.761 0 998.447.497 2.132.405 0 2006 14.493.523 195.230 124.344 14.887.955 2.892.386.700.849.592 19.110 12.051 2013 10.497 59.533 0 729.729 0 1.796 228.574 0 1.187 0 1986 6.806.

815 487.619 513.617 235.453 493.276 455.330 22.039 530.388 226.167 190.534 604.504 668.151 281.933 244.120 151.005 17.302 2020 1.905 26.715 758.609 523.475 693.128 173.920 1991 350.094.436 337.916 323.462 138.246.776 23.379 163.885 542.787 40.022.276 15.790 265.147 569.243 157.037 505.652 123.126 446.672 30.574 1981 84.408 952.375 507.831 37.754 502.191 255.372 2003 808.681.992 164.743 1996 510.971 13.315 2011 1.592 43.046 351.802 480.791 130.594 407.073 104.758 15.580 219.308 197.966 81.878 2012 1.492 12.708 18.542.264 255.302 256.667 494.674 2017 1.442 2013 1.232 528.072 502.055 232.147 513.250 85.218 120.505 199.201 321.026 153.173 2008 1.992 291.750 2010 1.805 33.337 261.609 27.274 1.062 264.291 2009 1.413 13.652 2007 969.084 1989 300.634 137.184.305 139.781 32.239 484.528 582.831 82 | Anexos .701 20.326 29.986 379.398 309.820 262.642 2002 788.696 14.014 199.037 254.866 434.886.099 1.397 141.508 21.913 199.306 213.550 147.563 208.407 83.955 135.466 117.190 1994 450.121 2016 1.506 159.300 821.918 481.072 12.251 555.563 2015 1.300 1988 265.440 282.618 1983 151.493 224.376 15.127 22.672 484.795 441.514 353.818.122 184.048.198 25.356 639.092 257.290 493.140 232.344 143.482 236.627 471.381 110.684 18.598 172.379 1986 219.104 217.767 2019 1.820 2005 878.479 184.335 284.158 116.166 1982 125.490 510.112.775 1987 236.705 495.777 748.609 278.727 1993 405.302 258.388 99.257.165 117.204 1998 613.973 256.166 11.510 265.903 2001 756.702 251.831 13.983 1.003 2014 1.358 265.687 410.750.931 497.817 47.348 218.887 2006 920.743 697.647 498.823 38.730 116.715 495.028 244.945 1999 650.836 21.644 272.714 41.147 46.169.304 1.400.373 113.672 256.509 268.098 430.015 624.200 212.612.903 720.301 260.502 393.601 271.522 1997 560.432 86.409 44.001 1992 368.819 168.735 109.685 19.896 128.743 1995 486.522 885.792 423.544 514.912 501.264 254.434 254.384 25.232 255.301 486.087 126.648 380.328 216.868 295.329.224 2018 1.218 213.897 1984 176.663 193.004 121.012 645.601 187.576 586.874 177.546 17.845 255.017 93.133 2004 838.486 1990 327.344 24.333 421.025 104.088 89.865 513.471.559 12.021 206.285 129. Tabela 22: Evolução da frota estimada de veículos do ciclo Diesel Comerciais Caminhões Caminhões Caminhões Ônibus Ano Ônibus Urbanos Leves Leves Médios Pesados Rodoviários 1980 50.876 365.752 30.825 35.148 2000 706.157 236.092 1985 197.

Anexo E: Fatores de emissão de veículos convertidos para o uso de GNV Os fatores de emissão para veículos a GNV GNV.8 0.0 3.0 Álcool Álcool GNV GNV GNV GNV GNV GNV GNV Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após 2002 2003 2004 2005 2006 2007 83 | Anexos .5 0. adotou-se um fator único cos de emissão em g/km. de veículos em uso da para cada poluente calculado pela média simples fase P3 do PROCONVE convertidos para o uso de dos valores apresentados. CETESB (2010). antes e após a conversão 1.0 2.0 0.0 1.5 0.7 0. antes e após a conversão 4. que apresenta valores típi.9 Fator de emissão de NOx (g/km) 0.5 2.3 0.2 0.0 GNV GNV GNV GNV GNV GNV GNV Álcool Álcool Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Gráfico 50: Valores tipicos de emissão de NOx para veículos em uso da fase 3 do PROCONVE conver- tidos para o uso de GNV. e o fato de não se observar uma tendên- latório de qualidade do ar no Estado de São Paulo cia de comportamento das emissões ao longo dos 2009. Dadas as considerações listadas anterior- foram baseados nos valores apresentados no Re.4 0.0 0. mente. Gráfico 49: Valores tipicos de emissão de CO para veículos em uso da fase 3 do PROCONVE converti- dos para o uso de GNV. anos (Gráficos 49 a 52).5 1.1 0.6 0.5 Fator de emissão CO (g/km) 3.

20 0.000 GNV GNV GNV GNV GNV GNV GNV Álcool Álcool Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após 2002 2003 2004 2005 2006 2007 (nd = não determinado) 84 | Anexos .005 0.008 0.05 0.35 0.25 0.30 0.Gráfico 51: Valores tipicos de emissão de HC para veículos em uso da fase 3 do PROCONVE converti- dos para o uso de GNV.006 0.00 GNV GNV GNV GNV GNV GNV GNV Álcool Álcool Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Gasolina C Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após Antes Após 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Gráfico 52: Valores tipicos de emissão de RCHO para veículos em uso da fase 3 do PROCONVE con- vertidos para o uso de GNV. antes e após a conversão 0.007 0.15 0.40 Fator de emissão de HC (g/km) 0.010 Fator de emissão de RCHO (g/km) 0.001 nd nd nd nd nd nd nd nd 0.002 0.003 0. antes e após a conversão 0.10 0.009 0.004 0.45 0.

ção 4. de emissão de automóveis e veículos co.3).1.vas nol hidratado por ano de fabricação para CO. leves movidos à gasolina C e a eta- Gráfico 53: Curvas de emissão para CO de automóveis e veículos comerciais leves dedicados à gasolina C 1957 a 1983 40 1984 e 1985 1986 e 1987 35 1988 1989 Fator de emissão (g/km) 30 1990 1991 1992 25 1993 1994 20 1995 1996 15 1997 1998 10 1999 2000 5 2001 2002 2003 0 2004 0 80 160 240 320 2005 2006 e 2007 Quilometragem acumulada (103 km) 2008 2009 a 2020 Gráfico 54: Curvas de emissão para CO de automóveis e veículos comerciais leves dedicados a etanol hidratado 1979 a 1983 22 1984 e 1985 20 1986 e 1987 1988 18 1989 Fator de emissão (g/km) 16 1990 14 1991 1992 12 1993 10 1994 1995 8 1996 6 1997 1998 4 1999 2 2000 0 2001 2002 0 80 160 240 320 2003 Quilometragem acumulada (103 km) 2004 e 2005 2006 a 2008 85 | Anexos .Anexo F: Gráficos de curvas de emissão (deterioração por acúmulo de rodagem) para auto- móveis e veículos comerciais leves do ciclo Otto Os Gráficos 53 a 68 apresentam as cur.merciais RCHO e NMHCescap (ver descrição na Se. NOx.

0 2004 0 80 160 240 320 2005 2006 e 2007 Quilometragem acumulada (103 km) 2008 2009 a 2020 86 | Anexos .4 2009 a 2020 0.8 1.2 2003 1.8 2005 0.4 2000 2001 0.6 2006 e 2007 2008 0.0 2004 0.6 1.6 1.0 0 80 160 240 320 Quilometragem acumulada (10 3 km) Gráfico 57: Curvas de emissão para NOx de automóveis e veículos comerciais leves dedicados à gasolina C 1957 a 1983 2.2 0.8 2005 0.Gráfico 55: Curvas de emissão para CO de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando gasolina C 1.4 2008 2009 a 2020 0.0 0 80 160 240 320 Quilometragem acumulada (10 3 km) Gráfico 56: Curvasdeemissãopara COdeautomóveiseveículoscomerciaisleves flex fuel usandoetanolhidratado 1.4 Fator de emissão (g/km) 1.8 1997 0.4 Fator de emissão (g/km) 1.0 1995 1996 0.6 2006 e 2007 0.4 1991 1992 1.2 2002 2003 0.0 1984 e 1985 1986 e 1987 1.2 1.2 1993 1994 1.8 1988 1.6 1989 Fator de emissão (g/km) 1990 1.0 2003 2004 0.2 0.6 1998 1999 0.

22 0.0 1992 1993 0.6 1997 0.12 2005 0.02 0.20 Fator de emissão (g/km) 0.2 2000 0.14 2003 e 2004 0.04 0.06 2009 a 2020 0.18 0.4 1998 1999 0.10 2006 e 2007 0.00 0 80 160 240 320 Quilometragem acumulada (10 3 km) Gráfico 60: Curvasdeemissãopara NOx deautomóveiseveículoscomerciaisleves flex fuel usandoetanolhidratado 0.8 1994 a 1996 0.16 0.18 0.04 0.06 2008 2009 a 2020 0.14 Fator de emissão (g/km) 0.8 1986 e 1987 1.12 0.0 1984 e 1985 1.00 0 80 160 240 320 Quilometragem acumulada (10 3 km) 87 | Anexos .4 1990 1.10 2003 0.2 1991 1.0 2001 e 2002 0 80 160 240 320 2003 Quilometragem acumulada (103 km) 2004 e 2005 2006 a 2008 Gráfico 59: Curvas de emissão para NOx de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando gasolina C 0.02 0.Gráfico 58: Curvas de emissão para NOx de automóveis e veículos comerciais leves dedicados a etanol hidratado 1983 2.24 0.08 2004 a 2007 0.08 2008 0.6 1988 Fator de emissão (g/km) 1989 1.16 0.

000 0 80 160 240 320 Quilometragem acumulada (10 3 km) 88 | Anexos .055 1988 Fator de emissão (g/km) 0.020 1995 0.002 2009 a 2020 0.005 0.00 2003 0 80 160 240 320 2004 e 2005 Quilometragem acumulada (103 km) 2006 a 2008 Gráfico 63: Curvas de emissão para RCHO de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando gasolina C 0.006 Fator de emissão (g/km) 0.14 1994 e 1995 0.20 1986 a 1991 0.001 0.025 1994 0.060 e 1991 1986 0.005 1998 a 2005 0.02 2001 e 2002 0.035 1992 0.015 1996 0.050 1989 0.04 2000 0.004 2003 0.003 2004 a 2007 2008 0.16 1993 0.08 1998 0.12 1996 0.18 Fator de emissão (g/km) 1992 0.065 0.10 1997 0.Gráfico 61: Curvas de emissão para RCHO de automóveis e veículos comerciais leves dedicados à gasolina C 1957 a 1985 0.010 1997 0.030 1993 0.007 0.22 1984 e 1985 0.045 1990 0.06 1999 0.000 0 80 160 240 320 2006 e 2007 2008 Quilometragem acumulada (10 3 km) 2009 a 2020 Gráfico 62: Curvasdeemissãopara RCHOdeautomóveiseveículoscomerciaislevesdedicadosaetanolhidratado 1979 a 1983 0.040 1991 0.

Gráfico 64: Curvas de emissão para RCHO de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usan- do etanol hidratado 0.030 Fator de emissão (g/km) 0.2 1991 1.4 1998 1999 0.0 1990 1991 1992 1.5 1993 1994 e 1995 1.5 1988 Fator de emissão (g/km) 1989 2.0 1992 1993 0.4 1989 1990 Fator de emissão (g/km) 1.025 0.0 1984 e 1985 1986 e 1987 2.6 1988 1.000 0 80 160 240 320 Quilometragem acumulada (10 3 km) Gráfico 65: Curvas de emissão para NMHC de escapamento de automóveis e veículos comerciais leves dedica- dos à gasolina C 1957 a 1983 3.010 2009 a 2020 0.035 0.020 2003 0.2 2000 0.015 2004 a 2007 2008 0.0 1996 1997 0.5 1998 e 1999 2000 2001 a 2004 0.8 1994 e 1995 1996 0.005 0.6 1997 0.0 2001 0 80 160 240 320 2002 e 2003 Quilometragem acumulada (103 km) 2004 e 2005 2006 a 2008 89 | Anexos .0 2005 0 80 160 240 320 2006 e 2007 Quilometragem acumulada (103 km) 2008 2009 a 2020 Gráfico 66: Curvasdeemissãopara NMHCdeescapamentodeautomóveiseveículoscomerciaislevesdedicadosa etanolhidratado 1979 a 1987 1.

12 2003 0.06 2008 0.04 2009 a 2020 0.18 0.08 2005 0.06 2006 e 2007 2008 0.16 0.10 2004 e 2005 0.14 Fator de emissão (g/km) 0.Gráfico 67: Curvas de emissão para NMHC de escapamento de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando gasolina C 0.18 0.14 Fator de emissão (g/km) 0.04 2009 a 2020 0.10 2004 0.08 2006 e 2007 0.16 0.00 0 80 160 240 320 Quilometragem acumulada (103 km) 90 | Anexos .02 0.00 0 80 160 240 320 Quilometragem acumulada (10 3 km) Gráfico 68: Curvas de emissão para NMHC de escapamento de automóveis e veículos comerciais leves flex fuel usando etanol hidratado 0.12 2003 0.02 0.

660 0. então.000 500 MPzero enxofre 0. fatos/kWh) mente. forne- tecimento com diesel de baixo teor de enxofre. A fim de evitar elevadas emissões de MP e danos aos sistemas de pós-tratamento. Neste Inven. ção e os valores calculados da porção do material de. apenas fazem uso de MP nos testes de homologação. para as diferentes fa- P7 do PROCONVE (que poderão ser equipados com ses do PROCONVE. médios no diesel utilizado nos testes de homologa- A massa de sulfatos emitida pelo motor depen.629 0. tal efeito é calculado segundo a metodologia versão pode apenas ser predita.070 91 | Anexos . consideram que os veículos do ciclo Diesel da fase A Tabela 23 apresenta. os fatores médios de emissão de sistemas de pós-tratamento).000 2. foram utilizados (i) os valores mé- los equipados com estes sistemas requerem o abas. As cidos pela CETESB. • BSSO4 é a emissão específica de sulfatos (gsul- terial particulado.078 %Shomologação 2. Tipica. Para os cálculos. râmetros mensuráveis. uma vez que ela varia apresentada no Worldwide Fuel Charter (2006). • FSC é o teor de enxofre no diesel No entanto. Por sua vez. parte do SO2 formado pode ser ainda oxidada a sulfatos (SO4). Anexo G: Teor de enxofre no diesel e emissões de material particulado (MP) O teor de enxofre (S) no combustivel tem uma taxa de conversão de enxofre a sulfatos. a aplicação de sistemas de pós. que é o composto sulfuroso primário emitido pelo motor. A seguinte fórmula expressa o O enxofre do combustivel é oxidado durante impacto do enxofre no diesel nas emissões de MP: a combustão para formar dióxido de enxofre (SO2).000 2. • PCSC é o percentual de conversão de enxofre tratamento de emissões contendo catalisadores de para sulfatos (tipicamente 1%) oxidação aumenta dramaticamente a taxa de con.091 0. Tabela 23: Teor de enxofre no diesel de homologação e fatores de emissão de MP por fase do PROCONVE Pré-PROCONVE. e (ii) a evolução ao longo do tempo do estimativas de emissão realizadas neste Inventário teor de enxofre médio do diesel comercial no país. de enxofre como o consumo de combustivel são pa- ticulado por motores do ciclo Diesel. de motor para motor. de três parâmetros: o consumo de combus.318 0. dios de teor de enxofre no diesel de homologação. Sulfatos e água se Onde: aglutinam ao redor de núcleos de carbono do ma. os veícu. enquanto que a taxa de con- tário. Tanto o teor influência significativa nas emissões de material par.287 0. o teor de enxofre no combustivel e a combustivel (MPzero enxofre). a taxa de conversão de enxofre a sulfatos é • BSFC é o consumo específico (gdiesel/kWh) de cerca de 1%. dependendo da eficiência do de água de enxofre para (SO4 + água) catalisador. particulado que independe do teor de enxofre no tivel do motor.120 0. os teores de enxofre diesel de baixo teor de enxofre. MP / %S P3 P4 P5 P1 e P2 MPhomologação 0. aumentando a sua massa. • 7 é o fator de aumento de peso pela adsorção versão para até 100%.

000 0 1980 1983 1986 1989 1992 1995 1998 2001 2004 2007 Anos 92 | Anexos .000 6. máximo permitido. dados fornecidos pela ANP.000 10.000 8.000 Teor de enxofre no diesel (ppm) 12. informações mais detalhadas. considerou-se o teor dos a partir do consumo relativo de diesel nos de enxofre no diesel comercial como o limite municípios. Por ausência de diesel comercial em nível nacional foram estima.000 4.000 2. e do es. Gráfico 69: Evolução do teor de enxofre médio do diesel comercial no Brasil 14. tados desta estimativa. Os valores médios de teor de enxofre no xofre no diesel por localidade. O Gráfico 69 mostra os resul- tabelecimento de limites máximos de teor de en.

Anexo H: Frações da frota de veículos flex fuel que utilizam gasolina C e etanol hidratado Com a forte penetração dos automóveis e No referido estudo. foi utilizar gasolina C e aquela que opta por etanol obtido assumindo-se a manutenção do comporta- hidratado. fo- gimento das motocicletas flex fuel em 2009. em cada unidade da Federação Fonte: Goldemberg et al. e o sur. para determinar a fração veículos comerciais leves flex fuel no mercado de efetiva da frota de veículos flex fuel operando com vendas de veículos novos a partir de 2003. ro de veículos. (2008). Goldemberg et al. e os dados de frota obtidos junto ao DENATRAN. etanol hidratado em cada unidade da federação. o estu- alternativa. O tado e em que proporção utilizam gasolina C. nos postos. O Gráfico 70 resume esses resultados. deve ram utilizados os dados de consumo de etanol hidra- ser equacionada no Inventário a questão de em que tado por unidade da federação. hidratado e gasolina C. (2008) 22 Álcool etilico hidratado carburante 93 | Anexos . proporção os veículos flex fuel utilizam etanol hidra. sendo identificada uma curva média (em vermelho). ponderada pelo núme- apresentada no Caderno de Bioenergia no esta. com a razão média dos preços dos combustiveis ao culos flex fuel e a razão de preços entre etanol consumidor. consumo de etanol hidratado pela frota existente de Assume-se que a frota de veículos flex fuel veículos dedicados a álcool. levantados pela ANP. Gráfico 70: Fração da frota de veículos flexíveis operando com AEHC em função da relação de pre- ços entre o AEHC22 e a gasolina C. veículos flex fuel. bem como sua redução pode ser desagregada entre aquela que opta por pelo envelhecimento e sucateamento dessa frota. da frota de veículos flex fuel operando do de São Paulo. A partir dos levantamentos mensais da no preço por quilômetro percorrido de cada de preços da ANP no período de 2005 a 2007. Adotou-se neste trabalho a curva do comparou a fração média. Considera-se também que a escolha mento observado no período anterior à existência dos do combustível pelos consumidores está basea. que com etanol hidratado em cada unidade da federação relacionam o consumo de combustível em veí.

484 1. Tabela 24: Preços médios anuais de gasolina C e etanol hidratado ao consumidor a nível nacional (R$/L) Anos Combustível 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Gasolina C 2.492 1.082 2.072 2.676 1. obtendo-se assim as frações nacionais ções nacionais dos veículos flex fuel.377 1. A Tabela 24 apresenta as razões hidratado a partir de 2003.504 2.541 2.312 2.502 Etanol hidratado 1. Aplica-se a essa função as razões anuais entre dos veículos flex fuel que optam pela gasolina C e pelo os preços médios nacionais da gasolina C e do etanol etanol hidratado.52 Razão Etanol hidratado/Gasolina C 65% 58% 60% 66% 60% 59% 61% Tabela 25: Fração dos veículos flex fuel utilizando gasolina C e etanol hidratado a nível nacional por ano Anos Combustível 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Gasolina C 67% 40% 45% 70% 45% 43% 47% Etanol hidratado 33% 60% 55% 30% 55% 57% 53% 94 | Anexos . fornecidos pela ANP no anuais entre os preços e a Tabela 25 apresenta as fra- âmbito do GT.212 1.347 1.501 2.

000 8.000 81.200 5.000 10.200 116.000 8.000 2.000 12.400 8.000 10.000 10.600 43 2.400 39 2.800 230.800 17 9.000 10.100 28 3.200 18.400 11.600 7.500 1 19.200 35 2.400 97.000 16.000 67.400 73.600 10.000 10.000 10.800 126.000 2.000 72.876 63.200 10.600 60.800 4.000 95 | Anexos .000 12.000 15.000 10.200 75.600 10.200 86.000 10.400 65.600 88.000 39.600 3 18.600 3.400 6.400 4.000 36.000 10.000 27.000 10.600 118.800 99.570 49.800 48.600 79.000 10.000 10.000 10.000 10.400 17.200 14.000 10.000 14.000 10.400 115.000 12.200 50.000 18.000 10.000 36.000 49 2.000 2.000 10.200 59.884 58.800 80.000 45.700 30 2.000 50 2.000 10.000 10.207 64.300 12 12.300 32 2.000 10.562 53.200 45.000 14.000 31 2.000 10.000 2.000 15.000 108.600 91.200 35.000 10.000 21 7.000 23.000 10.700 40 2.000 2.400 13.200 5 17.400 70.000 27.000 67.800 72.000 10.800 30.000 21.000 33.000 10.000 10.000 13.000 20.000 125.400 240.600 105.000 2.000 2.800 37 2.500 26 4.600 210.000 10.000 26.000 2.400 215.500 46 2.000 10.400 110.900 34 2.900 14 11.200 145.600 14.000 10.800 7 15.000 14.000 225.000 10.600 132.200 25 5.000 10.400 83.000 42.200 120.200 70.600 23 6.000 22.000 21.600 37.200 77.000 35.500 6 16.200 10.000 18.000 2.240 47.000 10.600 35.554 57.200 62.000 175.000 11 13.223 56.600 185.000 30.000 4.000 16.900 44 2.800 59.200 48.600 12.000 28.000 18.000 15.000 121.800 75.000 18.800 180.000 10.000 10.000 2.000 23.000 32.800 13. em km/ano Anos Automóveis Comerciais Ônibus Ônibus Caminhões Caminhões Caminhões de e Comerciais Motocicletas Leves Diesel Urbanos Rodoviários Leves Médios Pesados uso Leves Otto 0 10.500 16 10.000 10.546 61.800 47 2.800 19.800 57.000 2.000 81.100 18 9.000 2.868 67.000 37.800 10.800 105.000 2.400 19.000 10.000 10.000 16.215 60.000 10.000 10.000 10.000 10.000 10.000 19.200 95.000 14.000 10.200 220.000 10.800 45.000 10.000 10.000 13.800 155.200 12.600 85.893 54.000 2.800 84.000 10.600 11.000 19.000 16.000 2.000 45.000 10.000 10.200 170.200 3.600 18.600 160.600 61.400 124.000 16.500 36 2.000 150.000 10.400 46.200 195.400 82.000 43.000 48 2.000 94.000 10.000 15.000 63.400 9 14.400 165.800 27 3.000 75.000 10.600 13 12.000 39.900 24 5.000 2.000 11.200 89.400 19 8.600 135.000 2.400 55.800 11.000 11.600 52.200 245.600 16.000 10.200 129.600 64.000 10.800 66.000 10.600 70.000 54.400 90.400 43.400 56.000 10.200 45 2.400 2.800 10.000 11.000 10.000 13.000 40.000 2.300 2 18.200 15 11.000 28.400 140.000 34.000 54.000 50.600 51.000 41 2.000 12.400 15.000 10.700 10 14.000 2.199 68.000 6.000 10.600 33 2.537 65.000 2.800 15.000 10.000 10.000 10.000 2.000 25.232 51.800 86.000 15.200 102.600 9.000 200.000 10. Anexo I: Tabela de valores de intensidade de uso de referência Tabela 26: Valores de intensidade de uso de referência adotados no Inventário.000 10.800 55.000 10.000 29.000 41.600 110.600 5.000 10.800 8.000 100.700 20 8.800 32.200 21.400 64.000 40.400 190.400 10.000 10.000 25.000 2.000 13.200 68.901 50.800 6.800 2.000 25.300 22 6.900 4 17.000 125.000 37.000 10.600 24.000 10.200 7.000 30.579 44.000 10.000 10.300 42 2.200 11.000 10.000 2.400 29.100 8 15.000 14.800 17.000 6.000 14.000 2.000 10.000 2.000 32.000 11.000 10.400 10.800 130.600 78.000 10.200 16.000 2.400 40.000 10.200 9.909 46.248 43.000 10.600 235.100 38 2.800 205.265 35.400 29 2.800 113.000 10.000 10.000 12.000 10.000 12.

495 0 1.487 19 1.369 0 1.323 2012 8.255 0 98 0 0 1983 7.874 0 615 0 572 2002 13.191 1.614 11.274 0 1.582 2014 6.698 0 1.249 1.982 1.722 0 657 0 980 2003 14.127 13.741 1.398 0 1.562 1.517 396 1.671 0 810 0 222 0 0 1988 6.323 0 359 0 46 1995 12.121 0 405 0 0 1992 8.815 1.618 215 1.054 0 1.712 8.359 101 3.243 0 519 0 132 1999 15.318 2.101 2018 4.716 9 2.208 2.424 856 2.502 1.411 976 2.580 2005 14.822 0 863 0 163 0 0 1986 7.759 14.756 19 885 0 1.714 2.583 0 379 0 49 1996 14.676 0 949 0 216 0 0 1987 6.506 477 1.525 2.944 9.850 0 1.584 0 2.366 3.557 13.052 12.703 58 982 0 1.471 606 1.094 2.718 1.279 0 2.307 2007 13.679 2.826 27 3.940 0 1.464 114 3.047 1.749 4 773 0 1.444 732 1.029 0 118 0 0 1984 6.767 147 4.559 2008 12.041 59 3.499 1.328 2004 14.518 0 45 0 0 1981 9.453 2013 7.621 2.150 1.194 2011 9.417 1.434 6.577 324 1.512 0 780 0 252 0 0 1989 7.746 0 1.431 1.971 2017 5.408 1.245 10.386 0 69 0 0 1982 9.106 2010 10.842 2016 5.230 1.866 157 4.388 0 1.962 0 562 0 313 2001 14.291 0 870 0 316 0 0 1990 8.934 43 3.902 0 416 0 36 1997 15.311 0 1.148 73 3.377 5.141 0 387 0 0 1993 9.758 0 1.712 2015 6.Anexo J: Tabelas de evolução do consumo de combustivel por categoria de veículos Tabela 27: Evolução do consumo anual de gasolina A e GNV por categoria de veículos 3 3 Gasolina A (10 m ) Autom óveis Comerciais Leves Motocicletas GNV Ano 6 3 Dedicados à Dedicados à Dedicadas à (10 m ) Flex Fuel Flex Fuel Flex Fuel Gasolina C Gasolina C Gasolina C 1980 9.360 2020 3.134 1.064 1.791 0 2.423 0 2.132 0 461 0 47 1998 16.453 2009 11.230 2019 4.945 2006 14.543 7.406 1.345 0 2.474 1.892 0 1.852 99 1.450 1.910 1.253 88 3.250 1.490 96 | Anexos .567 125 4.074 0 530 0 159 2000 14.249 1.678 185 1.142 0 2.218 1.667 137 4.471 0 1.424 2.939 0 899 0 137 0 0 1985 6.214 0 373 0 25 1994 10.007 0 376 0 0 1991 8.

890 299 1.805 89 2011 3.105 141 2012 2.166 103 2.584 0 1.663 236 2014 2.120 0 262 0 60 0 7.395 0 166 0 60 0 9.315 3.585 22 4.519 43 3.397 475 285 680 20 1.586 0 574 0 219 0 5.114 0 0 1992 1.301 487 284 0 2007 4.455 342 763 0 2008 4.110 0 0 1995 2.850 6.563 0 521 0 0 1986 2.516 10. Tabela 28: Evolução do consumo anual de etanol por categoria de veículos (10 3 m3) Etanol Anidro Etanol Hidratado Moto- Automóveis Comerciais Leves Motocicletas Automóveis Comerciais Leves Ano cicletas Dedicados a Dedicados a Dedicados à Dedicados à Dedicados à Gasolina C Flex Fuel Gasolina C Flex Fuel Gasolina C Flex Fuel Etanol Flex Fuel Etanol Flex Fuel Flex Fuel Hidratado Hidratado 1980 1.944 0 300 0 9 0 401 0 28 0 0 1981 993 0 145 0 7 0 1.083 469 365 751 29 759 27.739 472 439 821 38 507 33.839 132 568 19 327 0 4.306 0 582 0 126 0 7.045 0 868 0 0 1988 1.345 0 955 0 0 1998 4.844 0 233 0 44 0 5.684 4.407 0 176 0 64 0 9.899 0 244 0 83 0 8.843 589 271 0 2006 3.416 469 403 786 34 621 30.868 0 650 0 186 0 4.391 190 2013 2.745 0 1.571 2.043 0 127 0 47 0 9.145 2.519 4.913 0 254 0 29 0 2.630 0 762 0 0 1987 1.951 12.850 0 225 0 61 0 8.881 0 1.307 0 84 0 0 1982 1.969 443 2020 1.125 22.253 4.492 31 2010 3.045 481 244 645 14 1.180 0 0 1990 1.131 0 1.234 128 2.521 605 539 72 448 0 2.697 0 203 0 66 0 8.577 0 721 0 0 2003 4.829 6 583 1 258 0 4.023 2.568 0 624 0 144 0 6.848 2.082 3.972 83 2.920 278 2015 2.827 0 885 0 0 1999 5.562 0 111 0 0 1983 1.788 1.327 502 159 572 3 1.763 28 618 7 0 2004 4.359 19.163 317 2016 1.278 0 811 0 0 2000 4.184 156 2.951 33 585 6 295 0 5.651 0 1.390 353 2017 1.758 0 244 0 19 0 1.127 0 0 1997 4.914 501 571 955 52 228 41.218 0 354 0 0 1985 1.687 0 345 0 94 0 8.911 0 372 0 89 0 8.797 0 1.125 0 529 0 0 2002 4.170 53 3.743 470 325 716 24 925 25.093 0 691 0 177 0 6.648 67 3.025 190 1.951 416 465 51 317 0 4.143 0 0 1996 3.811 0 235 0 36 0 4.376 4.035 0 0 1993 2.740 0 208 0 0 1984 1.085 0 0 1994 2.190 540 658 102 0 2005 4.226 906 526 108 528 0 2.103 0 0 1991 1.599 386 2018 1.644 0 1.346 0 1.796 0 625 0 205 0 4.495 0 459 0 100 0 8.078 0 269 0 83 0 8.791 416 2019 1.103 0 1.009 0 0 1989 1.299 0 2009 3.820 0 619 0 0 2001 4.700 34 3.637 491 540 922 49 277 39.132 468 97 | Anexos .871 3.459 1.633 16.789 1.349 483 508 889 46 339 37.768 229 1.719 27 3.050 477 475 856 42 415 35.688 490 202 609 9 1.

283 2.703 1.879 8.302 3.751 2.147 871 1.921 8. Tabela 29: Evolução do consumo anual de diesel por categoria de veículos (10 3 m3) Diesel de Petróleo Biodiesel Ano Comerciais Ônibus Ônibus Caminhões Caminhões Caminhões Comerciais Ônibus Ônibus Caminhões Caminhões Caminhões Leves Urbanos Rodoviários Leves Médios Pesados Leves Urbanos Rodoviários Leves Médios Pesados 1980 125 4.155 2.398 1.977 1.604 0 0 0 0 0 0 2000 1.048 21.139 3.231 7.110 925 2.147 1.613 1.366 9.313 2.175 4.904 8.277 2.227 126 509 118 47 101 1.041 1.605 8.869 1.106 863 2.472 1.076 2012 2.886 1.771 2.118 3.186 0 0 0 0 0 0 1988 712 5.290 8.161 1.789 2.863 8.472 1.145 1.402 9.092 0 0 0 0 0 0 1993 1.726 1.003 8.779 2.182 881 1.947 1.071 2.141 1.914 0 0 0 0 0 0 2007 1.043 125 504 116 47 102 1.603 2020 2.222 2014 2.563 10.084 0 0 0 0 0 0 1986 618 5.359 2016 2.962 8.871 0 0 0 0 0 0 1987 672 5.105 1.869 2.148 7.123 3.033 1.935 0 0 0 0 0 0 1985 496 4.958 856 2.881 1.412 0 0 0 0 0 0 1999 1.091 20.959 2.012 23.099 1.163 1.101 3.996 8.741 2.451 1.996 105 448 103 44 113 1.781 0 0 0 0 0 0 1991 938 6.053 1.529 9.653 4.015 3.176 5.089 13.274 937 1.709 51 227 54 24 64 454 2009 1.941 27.471 9.143 6.450 109 461 106 45 110 1.211 891 1.922 4.260 7.827 14.254 913 1.978 3.695 1.100 1.029 943 2.192 0 0 0 0 0 0 2006 1.214 9.438 1.960 0 0 0 0 0 0 1995 1.850 0 0 0 0 0 0 1998 1.915 30.977 1.678 2.272 9.965 71 307 71 31 81 652 2010 1.619 10.892 5.010 0 0 0 0 0 0 1992 972 6.546 2019 2.238 17.292 2015 2.697 8.378 1.418 8.136 3.077 8.697 0 0 0 0 0 0 1996 1.331 7.107 1.106 1.096 2.056 1.486 11.966 2.000 2011 2.458 129 515 119 49 101 1.461 2.815 122 498 115 46 103 1.503 130 516 120 49 101 1.813 2.547 1.311 0 0 0 0 0 0 1989 811 6.320 2.814 8.455 9.549 2.159 1.928 28.322 9.511 1.787 0 0 0 0 0 0 1984 436 4.970 4.117 3.161 3.150 2013 2.860 0 0 0 0 0 0 2004 1.487 17.007 848 2.886 1.541 120 491 113 46 104 1.267 925 1.202 3.983 24.175 5.671 2.129 6.060 855 2.283 1.919 29.284 1.432 9.374 0 0 0 0 0 0 1994 1.729 0 0 0 0 0 0 2002 1.625 16.992 5.658 98 | Anexos .222 117 482 111 45 106 1.103 6.298 0 0 0 0 0 0 2008 2.914 31.145 11.969 1.165 0 0 0 0 0 0 1981 192 4.059 0 0 0 0 0 0 2001 1.958 1.195 0 0 0 0 0 0 1997 1.365 128 513 119 48 101 1.949 843 2.038 7.578 2.235 902 1.334 1.091 1.486 2018 2.457 2.092 1.762 2.272 1.625 1.099 3.072 3.677 14.057 4.496 0 0 0 0 0 0 2005 1.606 1.106 2.869 1.989 2.423 2017 2.456 8.167 2.786 1.965 1.141 18.024 3.030 968 2.108 950 2.029 0 0 0 0 0 0 1982 294 4.149 8.948 8.701 0 0 0 0 0 0 2003 1.209 6.545 9.095 3.667 0 0 0 0 0 0 1990 874 6.981 9.093 3.867 8.925 2.959 25.249 3.015 0 0 0 0 0 0 1983 362 4.858 113 472 108 45 108 1.262 3.661 1.

940 0 0 2001 1.057 11.462 57.125 599.582 0 0 42.974 0 0 2005 687.235 11.551 12.587 130.127 3.802 7.122 93.680 385.898 23.217 58.648 518.477 8.152 9.932 174.441 81.000 0 0 136.940.747 0 0 2006 598.898.656 0 0 163.706 29.148 3.144.925.750 0 0 556.096 135.878 0 0 522.311.484 71.417 59.459 32 25 744.723 1.276 1.945 67.123 0 0 1989 2.374.830.808.009 11.882 25.053 0 0 223.569 16.823 9.795 0 0 368.096 2017 140.490 14.053 131.260 632.927. Anexo K: Tabelas de emissões por categoria de veículos e tipo de combustivel Tabela 30: Emissões de CO por veículos movidos à gasolina C e etanol hidratado (t/ano) Automóveis Comerciais Leves Otto Motocicletas Flex Fuel Flex Fuel Flex Fuel Ano Etanol Etanol Gasolina C Etanol Gasolina C Etanol Gasolina C Etanol Hidratado Gasolina C hidratado Gasolina C Gasolina C Hidratado Hidratado Hidratado 1980 3.932 0 0 337.311 32.660 0 0 1994 2.017 6.911 321.394 295.877 3.645 649 2.090 7.288 82.131.824 12.721 5.285 8.335 0 0 357.156.800 5.560 794.088 0 0 1985 2.681 18.041 653.048 4.748 284.278 2011 331.037 140.758 43.572 0 0 349.039 99 | Anexos .543 1.814 1.815 18.089 125 402 731.692 9.575 0 0 1983 3.467 0 0 462.964.132 19.911 0 0 356.457 2.794 512 808 2010 378.546 427 1.033 15.981 0 0 1991 3.787 24.754 0 0 296.536 11.955 149.348.280 45.163.697 54.606 0 0 417.385 0 0 1997 2.477.169 0 0 1984 2.205 11.249 38.607 0 0 169.213 29.218 14.963 0 0 92.798 103.015 0 0 335.169.226 0 0 386.052 29.285 17.210 0 0 59.537 146.228.619 0 0 1992 3.594.823 140.594 0 0 645.475 0 0 349.198 100.889 0 0 376.144 161.747 274.433 10.203 0 0 2003 864.914 0 0 1982 3.031 0 0 142.487 8.764 0 0 250.032 76.065 94.410 2020 86.268 0 0 2004 781.042 1.398 2.828 138 108 105.197 40.449 1.520 139.885 153.236 113.750 0 0 2000 1.760 7.646 0 0 1981 3.943 2018 119.464.255 61.081 1.193 4.233 8.011 0 0 116.018 16.523 63.992 0 0 516.904 162.328 1.706 67.635 0 0 358.039 228.107 94.817 0 0 379.368 0 0 333.383 1.794 6.222 13.708 0 0 2007 561.916 133.151 2.310 0 0 507.852 1.091.711 2019 102.516 1.662 164.689 0 0 1990 3.946.348 0 0 589.625 0 0 406.663 0 0 1998 1.111 689.299 469.100 49.774 583.942 257.303 52.368.318.882 51.948 75.725 14.694 0 0 204.678 1.823 37.769 0 0 2009 429.234 28.363.476 143.051 0 0 1986 3.216.881 3.634 78.201 211.601 122.946 71.367 70.963 207.402 30.956 15.042 172.995 6.683 0 0 217.893 29.192 113.728 163.696 0 0 283.082 0 0 1988 2.675 6.899 2013 253.334 8.721 17.143 2.795 112.528 32.529 21.908 0 0 2008 500.609 34.968 242.971 0 0 308.982 530.646 0 0 318.304 0 0 1993 2.404 383.922 104.936 260.203.771 47.074 476.916 28.527 0 0 1999 1.070 2014 220.660 4.607 0 0 1987 2.581 1.903 5.030 0 0 1995 2.159 6.495 10.812 185.655.169 2016 163.665.891 25.153 18.994 15.026 26.258 144.988.823 231.060.422 3.362 0 0 115.544.556 625.325 547.907 248.224.732 1.811 875.927 1.185 1.639 2012 290.450 0 0 1996 2.494 267.076 0 0 612.897 7.690 21.157 821.422 63.010 9.773 3.208.991 425.975 51.595 609.938 0 0 690.721 0 0 436.310 36.173 0 0 370.224 117.791 13.847 4.765 0 0 2002 947.046 502.343 56.508 222.838 0 0 244.311 23.932 1.349 3.320 0 0 360.955 0 0 368.128 221.711 0 0 369.331 350.006 951.315 89.725 25.175 9.605 11.517 1.269 19.160 2015 190.504 382.638 299.

382 41.544 33.821 11.337 8.985 48.138 0 1992 6.091 57.138 22.004 36.323 36.880 9.010 58.747 69.353 7.509 14.234 67.238 15.279 0 1988 5.384 65.233 3.125 10.794 13.589 3.010 36.085 42.898 37.549 57.990 36.333 2012 8.248 8.998 21.727 71.598 12.056 57.702 54.237 28.842 28.909 9.935 16.741 13.298 13.796 44.074 10.719 41.402 3.452 8. Tabela 31: Emissões de CO por veículos movidos a diesel e GNV (t/ano) Diesel Ano Comerciais Leves Ônibus Caminhões Caminhões GNV Ônibus Urbanos Caminhões Leves Diesel Rodoviários Médios Pesados 1980 880 34.143 44.154 21.781 8.736 24.169 10.838 8.309 6.319 8.335 66.763 7.284 28.755 14.718 13.316 10.160 10.463 24.967 36.505 28.854 37.647 4.756 8.196 2008 9.964 23.650 21.510 0 1986 4.755 7.451 27.855 6.766 37.803 37.744 37.436 22.069 34.169 100 | Anexos .039 329 1996 9.671 8.435 103.097 14.869 8.528 65.699 44.030 5.559 16.280 9.065 50.006 41.725 168 1994 8.583 2003 10.964 9.862 75.142 7.702 4.890 24.061 34.151 2010 8.362 8.729 0 1993 7.498 25.817 113.443 3.162 13.428 2019 9.950 8.311 40.181 23.511 3.547 7.836 23.457 68.531 8.355 3.885 30.974 22.462 2011 8.886 54.764 7.192 107.844 23.021 8.103 2001 11.932 9.900 0 1981 1.068 2000 11.675 8.943 0 1983 2.347 34.883 81.343 39.338 9.556 6.148 7.139 7.509 77.860 9.410 7.372 11.939 56.854 52.229 19.799 53.975 5.479 3.757 887 1999 11.803 61.470 5.909 13.423 92.203 2013 8.207 22.842 2002 11.317 39.908 11.616 29.676 48.411 64.451 9.074 2014 8.974 22.110 7.088 18.427 42.924 2004 10.712 13.752 38.816 2016 8.945 2015 8.339 41.798 8.706 11.977 12.567 24.686 2017 8.897 26.850 88.286 11.991 7.593 46.618 2005 9.936 36.215 74.484 34.555 48.643 34.396 10.905 4.791 2.089 8.410 6.482 2009 8.818 9.805 8.852 309 1995 8.273 8.047 96.753 27.299 2020 9.383 0 1984 3.752 68.907 15.783 8.157 7.670 9.175 68.129 10.301 242 1997 10.926 7.477 10.753 7.789 7.963 18.799 8.860 22.341 8.539 3.756 17.332 84.430 12.068 2006 9.010 12.557 2018 9.987 110.592 12.683 14.500 2007 9.172 26.219 8.296 49.634 8.332 8.386 8.770 22.006 36.551 42.007 21.828 48.687 1.831 13.027 37.444 0 1985 3.718 100.817 4.029 7.887 7.123 7.997 9.565 3.362 316 1998 11.698 0 1990 6.771 24.009 0 1982 2.215 20.276 11.610 4.804 44.045 0 1987 4.180 0 1989 5.313 55.562 27.002 13.687 15.520 0 1991 6.

993 1.772 6.178 11 28 11.152 14.443 334 1.983 3.812 1.349 7.250 8.245 0 0 13.330 72.383 9.393 2.416 7.646 13.490 15.836 0 0 1.068 6.701 21.028 0 0 2006 73.879 0 0 691 0 0 1985 108.097 1.336 47.251 1.726 13.010 109.105 0 0 1987 107.547 7.884 8.064 1.772 161 245 8.222 96.373 1.283 0 0 19.093 12.029 0 0 19.880 0 0 1993 145.504 0 0 2003 94.995 0 0 2001 112.546 0 0 1.059 0 0 2.307 389 1.348 90.961 313 480 2013 34.089 3.953 73.247 12.873 39.819 0 0 1.066 4.615 2.910 51.527 5.293 0 0 2.660 0 0 1.783 4.513 0 0 12.536 0 0 2008 64.085 14.057 1.495 5.606 19.292 43.507 18.754 46.630 13.278 0 0 2002 97.597 0 0 828 0 0 1986 122.775 8.112 2.362 143 223 2011 44.270 0 0 1989 112.904 87.060 681 1.446 2.796 2.598 11.291 1.089 0 0 18.617 7.267 11.019 14.727 3.080 729 1.414 11.528 0 0 590 0 0 1984 109.351 0 0 1.544 0 0 2.207 312 892 11.917 0 0 1.853 0 0 2.143 0 0 15.946 13.582 13.506 0 0 1990 123.876 0 0 1992 144.430 100.702 669 975 2018 16.239 0 0 15.414 0 0 14.374 0 0 13.751 1.567 2.572 100.050 2019 13.402 0 0 3.066 11.290 0 0 14.829 11.684 2.720 4. Tabela 32: Emissões de NOx por veículos movidos à gasolina C e etanol hidratado (t/ano) Automóveis Comerciais Leves Otto Motocicletas Flex Fuel Flex Fuel Flex Fuel Ano Etanol Etanol Gasolina C Etanol Gasolina C Etanol Gasolina C Etanol Hidratado Gasolina C hidratado Gasolina C Gasolina C Hidratado Hidratado Hidratado 1980 146.964 11.246 0 0 2007 71.649 449 939 12.728 506 1.583 0 0 16.055 4.983 85.353 10.704 18.616 31.848 0 0 22.913 5.252 12.999 3.595 1.652 0 0 1999 141.672 20.907 0 0 3.911 0 0 2009 56.488 0 0 13.646 196 0 0 216 0 0 1981 130.275 15.147 143 1.610 6.204 0 0 15.193 1.388 15.328 4.415 61.635 11.758 837 806 1.752 0 0 2.616 0 0 20.571 13.130 5.750 10.812 0 0 1995 160.127 4.180 101 | Anexos .474 785 1.498 89.723 9.225 33.354 2.631 229 1.301 0 0 1.951 2.494 85.063 0 0 1997 169.139 9.924 87.821 0 0 1994 152.454 11.916 7.419 1.763 7.690 49 268 7.613 467 702 2015 25.356 2.851 0 0 20.814 2.147 2.487 12.737 38.861 75 569 11.132 0 0 1988 104.321 2.301 0 0 18.235 16.887 838 1.328 562 1.342 0 0 18.090 15.216 3 7 4.851 0 0 22.139 0 0 21.876 13.367 179 1.763 2.656 230 357 2012 39.815 2.772 1.510 0 0 1.411 20.775 3.065 11.714 11.325 14.967 116 1.517 0 0 19.045 12.381 17.119 2020 11.870 0 0 1996 169.674 788 0 0 470 0 0 1983 120.323 9.284 67.826 0 0 2000 125.713 4.279 392 595 2014 30.731 8.826 0 0 1.648 9.586 204 586 10.243 7.277 42.967 538 801 2016 22.669 5.349 0 0 1998 158.777 0 0 1.929 5.910 4.079 594 0 0 304 0 0 1982 134.526 0 0 2004 89.107 6.563 0 0 22.943 297 1.471 0 0 12.084 50 79 2010 50.894 0 0 2005 81.760 10.055 21.412 12.331 605 892 2017 19.621 2.390 14 108 5.695 0 0 1991 140.211 655 934 1.

949 125.532 399.750 196.277 107.291 409.549 50.361 234.024 41.408 14.143 170 1996 52.707 164.818 50.063 200.692 14.959 214.249 0 1993 41.923 51.709 412.924 8.041 200.608 155.556 52.709 55.570 134.467 44.730 64.195 41.930 132.699 47.917 71.933 295.729 242.877 120.498 129.852 11.436 22.570 30.573 356.358 0 1981 7.698 0 1991 37.515 440.665 87 1994 46.988 46.686 53.388 25.104 12.751 306.708 83.829 4.173 2020 31.280 8.409 2003 58.912 209.089 2001 63.048 272.458 13.016 2013 45.325 35.488 1.645 250.563 455.623 102 | Anexos .670 67.353 160 1995 50.918 310.740 432.369 2016 38.358 20.652 146.595 311.966 59.024 128.337 253.360 363.803 3.067 474.062 0 1985 20.161 131.588 68.692 8.574 71.354 420.750 69.629 162.193 67.807 17.070 0 1984 17.918 2015 40.795 47.097 44.147 237.179 32.577 127.217 125 1997 55.270 43.027 2007 53.258 24.406 13.384 229.678 12.946 49.946 153.395 290.726 56.996 553 2000 62.615 236.431 257.969 35.172 163 1998 59.607 197.455 44.491 59.783 254.969 286.563 459.507 52.328 2010 49.819 295.707 40.471 281.138 35.525 28.756 42.285 56.282 45.079 116.756 44.969 33.361 56.823 21.630 128.915 194.037 38.577 72.906 130.688 69.636 191.946 44.651 341.805 30.990 2002 63.621 2004 59.750 15.272 48.484 133.700 30.910 0 1987 27.956 57.767 2006 53.826 63.280 278.041 475.009 62.929 0 1992 39.726 273.583 428.353 65.089 15.955 173.983 230.406 29.277 83.963 24.038 19.291 0 1983 14.988 300.505 82.355 183.071 63.736 39.051 44.614 7.911 34.467 2014 43.114 2011 50.468 79.155 46.474 11.906 131.876 238.346 233. Tabela 33: Emissões de NOx por veículos movidos a diesel e GNV (t/ano) Diesel Ano Comerciais Leves Ônibus Caminhões Caminhões GNV Ônibus Urbanos Caminhões Leves Diesel Rodoviários Médios Pesados 1980 5.471 55.185 53.278 39.022 59.065 79.221 131.106 459 1999 60.231 37.731 69.887 16.738 371.975 1.820 2017 36.400 46.248 196.856 18.980 46.899 126.016 44.461 12.068 0 1986 24.087 121.437 5.050 126.681 0 1989 32.498 2005 55.940 73.639 107.879 0 1982 11.569 14.639 0 1988 28.207 48.494 51.285 297.048 246.849 382.838 139.136 32.818 41.927 165.670 414.058 390.722 2019 32.271 2018 34.111 44.772 159.738 450.025 61.847 104.991 216.755 70.200 6.469 445.769 15.835 46.604 352.133 162.849 44.779 42.905 2008 53.642 326.693 303.110 93.286 350.904 199.535 2009 49.795 241.206 407.315 33.936 213.690 168.275 313.384 380.523 51.495 48.074 0 1990 35.347 86.291 87.380 77.042 212.518 46.565 2012 48.930 267.647 77.543 43.638 205.

138 0 2005 318 6 38 1 1.108 0 2004 334 2 40 0 1.088 0 2006 293 24 35 3 992 0 2007 287 31 35 4 988 0 2008 264 46 33 6 948 0 2009 233 68 30 8 876 2 2010 210 87 28 10 823 5 2011 188 106 27 13 777 8 2012 168 125 26 15 738 11 2013 150 143 25 17 704 14 2014 133 161 24 19 677 16 2015 117 179 23 21 655 19 2016 103 196 23 23 640 21 2017 91 213 22 25 629 23 2018 81 229 22 27 622 26 2019 72 244 22 28 619 27 2020 64 259 22 30 619 29 103 | Anexos . Tabela 34: Emissões de MP por veículos movidos à gasolina C (t/ano) Automóveis Comerciais Leves Otto Motocicletas Ano Dedicados Flex Fuel Dedicados Flex Fuel Dedicadas Flex Fuel 1980 252 0 39 0 62 0 1981 224 0 33 0 87 0 1982 231 0 32 0 135 0 1983 206 0 27 0 169 0 1984 187 0 24 0 198 0 1985 185 0 23 0 238 0 1986 210 0 26 0 317 0 1987 183 0 22 0 325 0 1988 177 0 21 0 364 0 1989 188 0 23 0 432 0 1990 207 0 26 0 487 0 1991 237 0 31 0 538 0 1992 253 0 33 0 539 0 1993 275 0 37 0 523 0 1994 316 0 41 0 520 0 1995 373 0 48 0 537 0 1996 443 0 59 0 592 0 1997 474 0 64 0 674 0 1998 458 0 63 0 761 0 1999 423 0 57 0 811 0 2000 389 0 52 0 859 0 2001 365 0 48 0 941 0 2002 333 0 42 0 1.006 0 2003 337 0 42 0 1.

561 15.155 5.340 20.457 2.684 1982 927 15.478 24.199 1991 2.314 819 2.420 16.847 12.242 18.913 2008 1.147 1.081 9.932 10.176 1993 3.485 3.946 17.956 8.920 1984 1.790 4.140 14.878 3.629 3.697 1999 4.972 2004 2.894 5.998 17.381 2.572 2.372 3.401 22.251 19.338 8.591 3.283 5.603 3.398 1996 3.804 21.387 1985 1.020 1.262 1998 4.892 3.477 6.108 11.814 2002 3.859 5.817 12.806 2.423 6.749 867 571 1.164 963 625 1.037 701 476 1.636 4.888 19.633 3.102 13.010 3.784 1.454 896 2.685 10.276 6.503 2000 4.673 2.954 20.080 9.325 1988 2.529 2.834 3.336 4.709 8.226 11.974 21.029 18.059 3.995 4.385 5.511 4.103 18.179 9.609 4.249 3.782 4.129 3.777 4.343 15.078 3.434 3.573 968 2.315 9.298 2011 1.038 4.634 4.637 18.973 9.104 20. Tabela 35: Emissões de MP por veículos do ciclo Diesel (t/ano) Comerciais Leves Ônibus Caminhões Caminhões Ano Ônibus Urbanos Caminhões Leves Diesel Rodoviários Médios Pesados 1980 394 15.351 12.452 2017 839 3.463 6.124 1.646 14.621 1.374 779 522 1.984 14.098 2005 2.005 2006 2.449 6.191 2019 678 3.676 5.883 3.701 2013 1.223 20.839 1990 2.548 1994 3.894 19.422 1997 3.656 3.553 19.967 17.606 3.483 16.021 20.305 9.482 6.787 1.450 2.107 3.460 23.529 24.277 3.574 3.380 9.674 1.947 2015 1.078 24.868 9.361 2001 4.789 2014 1.137 4.114 18.059 21.139 104 | Anexos .075 1.995 18.201 12.147 21.382 3.816 2003 2.523 4.328 3.190 8.594 13.229 9.597 5.370 6.033 2.524 11.828 2.529 23.951 17.949 4.199 4.111 1981 604 15.274 24.069 684 1.734 2009 1.667 1.335 10.640 2020 611 2.217 1.661 3.734 631 435 940 7.937 13.524 12.099 9.191 1.484 2010 1.474 12.488 1.794 2018 754 3.021 8.169 2016 933 4.104 16.638 1983 1.752 19.925 4.871 3.662 1.696 1.944 5.402 4.502 9.334 1987 2.666 21.040 9.886 10.277 2007 2.844 4.352 15.223 6.133 9.371 15.956 9.058 7.537 6.836 13.657 4.918 1992 3.186 749 1.793 4.253 1995 3.952 3.854 1986 1.713 7.275 1.648 3.718 1989 2.050 13.619 7.783 9.217 2012 1.119 18.

494 81 19 76 521 492 2019 417 155 703 4.481 8.057 2014 916 470 449 3. Tabela 36: Emissões de RCHO por categoria de veículos e tipo de combustível (t/ano) Automóveis Comerciais Leves Otto Flex Fuel Flex Fuel Ano Etanol Etanol GNV Gasolina C Etanol Gasolina C Etanol Hidratado Gasolina C hidratado Gasolina C Hidratado Hidratado 1980 5.965 0 0 591 1.607 0 0 587 477 0 0 0 1985 4.577 213 170 22 189 96 2010 1.066 0 0 674 1.628 107 40 59 425 790 2016 677 293 555 3.805 0 0 416 672 0 0 45 2003 3.304 119 52 53 389 916 2015 790 369 502 3.649 0 0 517 1.935 4.289 19 215 325 489 3 32 89 2006 2.419 0 0 846 995 0 0 2 1998 5.034 0 0 662 824 0 0 7 2000 4.734 1 4 389 547 0 1 61 2004 2.953 0 0 543 1.411 0 0 661 258 0 0 0 1984 4.250 1.384 970 288 2.907 463 0 0 928 32 0 0 0 1981 5.080 0 0 0 1987 4.276 2.213 767 342 2.420 12.412 0 0 0 1992 5.452 10.897 0 0 571 752 0 0 0 1986 5.070 7.748 10.968 70 13 86 572 353 105 | Anexos .835 4.213 2013 1.275 168 109 34 271 1.011 0 0 854 1.215 236 1.289 0 0 791 1.158 0 0 0 1988 4.936 97 31 65 459 677 2017 578 234 606 4.777 1.979 0 0 544 1.450 0 0 493 516 0 0 26 2002 3.572 1.223 0 0 2 1996 6.338 0 0 727 1.511 184 1.741 75 15 81 547 417 2020 353 128 749 4.572 2011 1.281 5.385 3.460 7.023 131 1.123 4.188 0 0 2 1997 6.625 149 86 40 311 1.489 0 0 0 1990 4.227 0 0 2 1995 6.314 11.892 3.369 10.750 0 0 767 912 0 0 6 1999 5.687 0 0 682 1.371 91 790 273 268 11 94 117 2008 2.458 70 277 288 392 9 35 105 2007 2.855 7.774 0 0 634 1.907 5 63 361 563 1 12 72 2005 2.672 4.391 0 0 0 1991 5.466 5.893 11.050 2.878 0 0 769 133 0 0 0 1983 4.555 0 0 782 100 0 0 0 1982 5.573 12.310 0 0 568 619 0 0 14 2001 3.838 0 0 689 1.374 5.384 2012 1.085 10.057 600 395 2.969 133 67 47 351 1.446 1.640 10.925 189 136 28 230 1.364 245 228 16 163 112 2009 1.453 10.225 88 24 71 491 578 2018 492 189 655 4.297 0 0 0 1989 4.277 0 0 0 1993 5.264 0 0 1 1994 5.258 10.

616 2020 13.552 119 488 78.330 35.310 3.259 23.135 1.737 0 0 42.750 11.385 0 0 1983 530.400 324 2.817 4.865 0 0 37.793 92.369 0 0 56.409 2018 18.457 0 0 13.402 3.780 6.903 0 0 1998 270.207 0 0 2009 61.036 179.465 0 0 1992 477.598 3.041 1.517 2019 15.159 1.190 9.053 0 0 1995 380.893 1.431 14.053 1.950 20.264 51.520 0 0 41.887 2.692 0 0 60.331 11.489 1.137 15.849 0 0 33.658 127.484 3.634 6.825 0 0 22.051 82.210 4.904 16.165 0 0 72.681 33.784 0 0 1981 573.198 6.193 24.946 0 0 84.334 0 0 1996 353.547 28 48 14.709 47.429 674 1.974 0 0 66.238 262 2.450 41.620 6 11 83.041 178.909 26.765 0 0 2008 71.011 18.066 0 0 52.671 21.658 85.837 0 0 41.516 51.771 10.556 40.175 9.059 0 0 1989 476.283 0 0 1990 491.014 2015 28.752 77.088 0 0 2006 85.079 27.454 0 0 28.987 209.325 58.592 191.001 0 0 24.201 57.001 20.406 26.065 0 0 57.366 72.140 43.724 0 0 6.329 0 0 38.235 0 0 1994 412.179 219.450 146.086 0 0 45.872 33 177 82.830 4.353 62.940 23.016 0 0 40.164 69.467 0 0 1991 503.172 21.577 18.024 3.142 24.138 19.679 134.063 0 0 66.694 486 1.412 0 0 1987 468.167 5.879 180.645 0 0 51.438 0 0 58.658 4.137 10.853 391 514 72.576 8.858 530 2.052 22.118 0 0 40.362 5.346 0 0 99.399 875 1.000 4.811 56.471 1.429 0 0 2003 120.506 6.267 0 0 1985 476. Tabela 37: Emissões de NMHC por veículos movidos à gasolina C e etanol hidratado (t/ano) Automóveis Comerciais Leves Otto Motocicletas Flex Fuel Flex Fuel Flex Fuel Ano Etanol Gasolina Etanol Gasolina C Etanol Etanol Gasolina C Etanol Hidratado Gasolina C C hidratado Gasolina C Gasolina C Hidratado Hidratado Hidratado 1980 644.876 0 0 49.721 0 0 1982 592.542 0 0 2007 80.610 6.465 832 3.059 0 0 18.497 0 0 2004 109.610 22.233 2.181 0 0 2001 157.955 37.761 0 0 70.965 1.107 48.430 0 0 27.700 0 0 62.274 0 0 60.142 4.161 8.120 35.253 8.120 17.790 1.985 712 2.235 73 114 2010 54.880 54.458 0 0 2000 186.153 6.087 173.943 0 0 15.388 188.440 12.125 32.328 5.601 74.067 0 0 54.884 1.733 3.579 29.886 11.872 333 515 2012 42.643 60.383 101.594 31.519 967 1.300 3.334 238.091 21.654 45.157 2016 24.163 42.135 190.618 0 0 1999 224.380 9.532 895 1.406 13.444 0 0 2002 130.706 106 | Anexos .585 3.304 30.571 0 0 62.026 0 0 1988 450.281 176 934 13.342 17.993 1.897 3.382 1.059 1.543 8.137 2.589 0 0 1997 315.418 14.246 26.236 21.775 35.992 0 0 19.972 967 2.951 26.343 8.034 0 0 2005 97.848 3.032 0 0 1984 481.165 689 2.289 2017 21.136 11.119 217 2.213 16.557 4.966 122.499 0 0 41.715 7.299 0 0 10.037 0 0 45.501 9.697 566 860 2014 32.521 93.344 6.990 28.589 23.319 0 0 82.602 4.779 206 323 2011 48.542 0 0 1993 443.734 2.971 18.302 4.484 6.753 2.687 777 1.611 4.533 452 694 2013 37.754 0 0 32.836 0 0 77.005 31.110 3.292 0 0 1986 537.221 10.122 0 0 15.646 38.049 9.211 1.334 12.361 4.990 0 0 57.440 573 0 0 4.605 411 2.514 2.143 0 0 58.515 7.152 216.779 0 0 25.

748 17.427 3.445 1.952 24.001 2.997 21.690 4.442 22.640 22.394 19.128 2014 2.292 2018 2.233 19.833 5.219 15 1998 3.196 19.522 2.107 3.821 8. Tabela 38: Emissões de NMHC por veículos movidos a diesel e GNV (t/ano) Diesel Ano Comerciais Leves Ônibus Caminhões Caminhões GNV Ônibus Urbanos Caminhões Leves Diesel Rodoviários Médios Pesados 1980 322 12.161 9.564 4.475 2.821 613 2006 3.880 14 1995 3.608 22.710 2.274 12.140 3.375 8 1994 2.351 0 1982 756 12.757 21.815 5.123 2.737 8.642 11.414 107 | Anexos .830 15.087 8.668 2.750 5.026 806 2008 2.221 9.037 17.027 3.210 2016 2.781 3.200 13.642 2.930 2.128 4.282 6.166 23.529 1.923 2.755 2.857 8.174 2.937 10.927 8.421 3.082 23.119 12.305 4.006 2011 2.060 2.863 8.713 23.984 7.575 663 2010 2.268 2.074 15.286 4.296 23.403 15.171 1.443 10.837 1.753 3.237 19.299 19.142 2.034 1.968 8.334 3.047 2012 2.988 2.361 10.065 21.536 10.243 1.837 4.752 1.774 15 1996 3.490 0 1986 1.588 14.539 3.477 21.317 309 2003 3.427 2.777 1.974 1.673 5.504 1.355 498 2005 3.592 3.159 14.948 18.077 13.498 2.643 4.747 5.081 9.910 2.971 16.246 16.371 2.902 24.426 1.449 2.918 969 2.410 16.941 12.699 0 1981 493 12.410 20.009 8.820 915 1.736 2.941 2.249 1.115 20.687 13.314 0 1983 930 12.499 7.520 1.200 4.668 1.209 8.650 0 1993 2.728 0 1984 1.373 7.983 2.333 2019 1.941 3.243 8.855 2.117 1.820 3.513 50 2000 4.244 15.510 1.537 1.037 2.155 727 2007 3.044 1.012 2.345 8.660 24.218 4.816 12.867 940 2.143 3.558 0 1990 2.157 14.649 20.061 10.844 2.725 15.917 8.927 4.416 23.588 1.841 5.052 23.251 2017 2.367 3.514 0 1987 1.752 2.977 2.948 23.123 1.070 2.509 2.969 3.948 20.010 418 2004 3.897 4.643 0 1989 2.975 3.055 8.667 18.295 3.764 23.805 99 2001 4.296 23.430 13.228 6.323 0 1988 1.972 5.105 8.496 17.449 4.283 10.324 10.895 11 1997 3.588 10.924 2.288 9.152 18.929 23.109 0 1985 1.144 3.847 180 2002 4.697 16.930 7.553 2.225 21.295 1.332 1.815 23.707 2.581 8.774 2.700 23.077 2.852 0 1991 2.792 22.987 1.438 0 1992 2.177 1.726 4.691 8.814 1.088 2013 2.024 1.231 3.169 2015 2.267 1.373 2020 1.629 3.043 773 2009 2.782 3.100 1.297 7.349 2.296 42 1999 4.083 16.959 4.172 6.826 5.816 4.

716 0 0 4.703 4. Tabela 39: Emissões de CH4 por categoria de veículos e tipo de combustível (t/ano) Automóveis Comerciais Leves Otto Motocicletas Flex Fuel Flex Fuel Flex Fuel Ano Etanol Etanol GNV Gasolina C Gasolina C Gasolina C Hidratado Etanol hidratado Etanol Etanol Gasolina C Gasolina C Gasolina C Hidratado Hidratado Hidratado 1980 47.247 154 227 10.044 1.719 852 19 75 13.654 2010 8.967 2015 3.228 0 0 6.315 2016 3.242 2005 14.038 15.583 987 244 179 307 10.135 119 179 9.006 0 0 7.679 0 0 840 2001 20.231 2.199 19.699 17.763 4.153 1.222 0 0 3.217 1.661 2.552 3.920 8.308 0 0 0 1987 34.400 1.385 2.068 0 0 3.612 0 0 0 1991 37.713 435 44 282 429 5.926 642 2.666 3 8 2.156 0 0 4.074 7.941 3.141 367 0 0 2.045 0 0 97 1997 35.515 2.535 2002 17.932 363 27 306 453 5.585 820 2.556 1.139 682 121 227 368 7.619 2014 4.960 697 1.709 0 0 4.795 11.587 483 56 269 416 6.533 0 0 4.358 2019 2.375 1.834 0 0 5.323 1.433 200 285 11.450 539 73 256 401 6.020 257 2.997 3.119 0 0 4.193 2007 11.201 3.887 0 0 4.520 0 0 10.409 0 0 3.011 2018 2.364 2.864 15.662 5.923 2012 6.022 0 0 427 2000 23.663 1.477 0 0 4.301 2.231 0 0 6.312 15.699 211 2.028 337 22 318 463 5.802 0 0 6.913 977 5 28 14.711 100 152 9.300 0 0 0 1984 35.095 0 0 2.103 0 0 4.585 2009 9.224 2.100 0 0 67 1994 34.228 0 0 0 1986 39.387 0 0 5.073 3.154 59 91 8.830 18.646 186 268 11.778 8.728 3.324 3.056 0 0 4.552 1.866 7.844 1.722 10.518 687 65 75 12.483 0 0 4.630 0 0 4.149 0 0 13.542 654 0 0 2.781 872 195 196 329 9.221 2006 12.952 0 0 0 1989 34.331 0 0 0 1993 35.002 189 0 0 1.833 0 0 0 1983 38.630 2003 16.838 399 2.827 396 34 295 441 5.124 1.661 0 0 6.706 2020 1.009 0 0 7.978 0 0 7.816 13.735 0 0 3.898 7.234 684 0 0 7.068 0 0 123 1995 36.266 1.129 0 0 4.694 0 0 0 1985 34.566 2004 15.896 2.274 214 301 12.326 0 0 2.601 18.664 0 0 2.871 2008 10.662 0 0 4.020 36 57 8.385 1.475 0 0 4.890 16.097 2.398 317 2.679 0 0 4.966 771 155 212 349 8.018 0 0 4.186 0 0 0 1982 43.390 993 0 0 3.740 545 602 1.030 2.043 0 0 11.188 0 0 4.159 0 0 126 1998 32.804 2.232 0 0 7.036 2.542 1.584 1.780 0 0 5.202 14.279 47 0 0 844 0 0 0 1981 41.346 504 2.294 0 0 132 1996 37.983 13 20 5.762 0 0 4.226 1.291 404 121 285 12.054 108 | Anexos .575 2011 7.565 2.040 15.874 0 0 0 1990 35.964 0 0 8.651 137 204 10.115 1.640 1.663 2017 2.070 1.440 3.061 16.909 2.213 0 0 6.117 302 162 283 10.326 1.344 0 0 354 1999 27.076 1.317 0 0 0 1992 36.300 605 94 242 385 7.652 0 0 9.282 7.132 143 0 0 1.487 2.213 12.388 80 122 9.437 472 81 189 12.416 0 0 0 1988 32.796 9.271 2013 5.070 942 1 2 14.999 0 0 7.659 3.915 171 249 11.014 26 147 1.784 0 0 1.380 0 0 11.045 1.069 139 516 1.640 876 0 0 12.841 0 0 6.

335 268 2.644 735 0 2.159 2005 33.278 0 50 1994 23.780 1.013 0 3.011 36.203 6.263 2.766 6.027 37 4.916 6.804 4.594 859 3.160 3.228 245 0 0 1984 15.663 167 6.611 2007 34. Tabela 40: Emissões de CO2 de escapamento por veículos do ciclo Otto (mil t/ano) Gasolina A Etanol Anidro Etanol Hidratado Ano Comerciais Comerciais Comerciais GNV Automóveis Motocicletas Automóveis Motocicletas Automóveis Motocicletas Leves Leves Leves 1980 22.882 0 4.476 1.501 3.589 879 2.421 2.431 5.041 6.360 313 36 3.578 2.850 6.179 5.331 4.348 854 762 20.199 6.350 104 6.055 416 7.022 0 0 1988 14.653 4.831 1.984 7.219 0 0 1993 21.987 897 0 0 1987 15.892 551 8.780 1.146 730 364 6.934 7.314 3.043 4.207 5.039 6.090 1.958 370 2.228 2.346 0 98 1996 32.919 1.093 251 81 10.125 0 94 1998 37.039 311 2.168 301 24 1.836 4.791 1.276 6.769 571 2.614 323 74 8.722 1.281 853 218 7.449 908 0 4.321 754 553 10.328 0 72 1997 35.952 6.644 2012 35.963 721 318 5.897 4.198 2018 39.310 566 124 10.491 5.848 223 2.445 103 2.845 3.613 7.281 277 76 9.592 5.544 920 1.174 1.651 1.287 157 59 10.250 4.583 6.478 6.357 4.833 4.325 4.514 2.173 4.415 1.980 1.590 459 110 10.538 328 7.920 3.317 943 4.494 3.707 5.506 490 8.554 981 913 30.896 4.676 4.311 717 155 8.706 522 8.398 370 11 473 32 0 0 1981 21.107 42.190 1.076 1.298 6.042 0 264 1999 34.903 2009 34.707 1.716 2020 41.838 503 2.830 3.272 1.756 845 2.153 44.605 1.739 4.655 2004 33.028 2.751 6.274 288 54 6.177 5.386 637 391 7.958 2003 32.111 1.002 816 3.198 47.072 1.859 623 0 1.937 5.041 1.656 708 270 6.131 724 403 7.968 417 0 0 1985 15.140 1.457 2019 40.418 5.482 1.300 1.197 2.540 99 0 0 1982 20.798 2.941 4.888 2006 35.468 937 863 27.634 769 178 8.752 5.289 455 8.998 2.307 0 92 1995 28.748 2.162 2014 36.051 6.336 2.667 4.137 3.310 815 709 17.804 374 7.488 6.967 224 6.394 955 0 318 2000 33.400 894 813 24.288 2.234 289 44 4.562 332 102 10.204 6.680 2016 38.678 729 0 626 2001 32.179 2.840 131 0 0 1983 17.547 2.024 6.110 7.028 962 33.008 6.915 770 253 4.939 2017 39.299 0 0 1991 20.143 2002 31.252 1.322 1.909 1.302 0 5.749 896 0 3.714 4.259 278 7.932 4.841 3.735 218 79 10.225 179 9 1.110 4.361 1.594 6.353 3.060 39.223 1.390 0 0 1990 18.938 4.673 5.861 7.720 205 75 11.342 301 102 9.975 717 1.638 1.314 425 116 10.237 1.811 1.777 2.364 7.903 2013 36.312 6.732 3.960 1.453 1.124 1.004 801 230 5.227 6.145 156 1.401 3.840 1.329 782 651 15.224 3.047 5.421 2015 37.976 109 | Anexos .547 1.181 1.243 49.753 5.154 491 2.385 2011 35.657 1.210 2010 35.569 850 0 1.553 613 0 0 1986 17.312 0 0 1992 20.286 854 1.116 2008 34.755 1.395 5.272 5.188 0 0 1989 16.

113 84.252 5.977 22.150 75.586 54.358 18.205 2.066 19.988 23.131 23.280 3.213 2009 5.954 5.450 2015 6.563 3.890 22.103 8.377 5.148 6.032 311 1.327 5.764 0 0 0 0 0 0 1982 787 13.908 0 0 0 0 0 0 1986 1.602 26.780 5.557 26.932 3.502 2.536 10.131 23.134 3.470 25.606 2.107 2.262 10.737 8.429 110 | Anexos .409 5.470 5.985 9.596 18.547 23.350 23.058 2.087 24.555 21.369 4.735 2.932 3.425 4.838 0 0 0 0 0 0 2007 5.243 3.050 0 0 0 0 0 0 2005 4.736 2.266 5.405 5.116 0 0 0 0 0 0 1984 1.790 21.508 7.585 5.936 9.829 2.424 2.944 4.742 281 1.660 0 0 0 0 0 0 2002 5.376 319 130 269 4.366 20.054 0 0 0 0 0 0 1992 2.456 5.591 5.519 7.552 37.304 5.562 0 0 0 0 0 0 1996 3.834 5.347 311 125 273 3.450 5.532 23.115 81.741 23.538 7.310 302 122 279 3.012 43.772 3.719 50.487 5.337 8.073 2013 5.573 16.794 15.043 8.774 18.034 8.927 5.860 5.216 3.307 137 607 145 63 170 1.166 16.690 5.273 0 0 0 0 0 0 1993 2.907 2.986 8.993 14.636 2.517 28.202 22.055 2.370 317 128 270 4.020 22.626 292 1.494 10.013 0 0 0 0 0 0 1987 1.380 320 132 269 4.020 2.897 5.875 2012 5.291 24.402 31.585 7.945 3.656 0 0 0 0 0 0 2000 4.555 319 1.540 5.969 2018 6.712 8.150 39.075 2.645 4.001 9.932 5.725 0 0 0 0 0 0 1983 967 12.726 13.204 25.925 9.182 5.681 0 0 0 0 0 0 2004 5.312 31.233 68.482 15.143 0 0 0 0 0 0 1999 4.630 20.870 0 0 0 0 0 0 2001 5.472 58.372 8.287 296 121 283 3.910 0 0 0 0 0 0 2006 5.629 2016 6.360 314 127 271 3.576 5.286 5.197 274 119 301 2.854 0 0 0 0 0 0 1988 1.402 338 1.284 5.741 2010 5.164 13.396 16.915 24.483 2.502 5.431 2.958 327 1.651 15.507 17.484 15.096 2.626 2.478 8.416 25.273 5.992 2.641 0 0 0 0 0 0 1998 4.989 189 819 190 83 217 1.625 2.444 0 0 0 0 0 0 1991 2.087 13.380 5.840 5.439 5.836 5.428 7.395 4.265 2014 6.252 36.537 0 0 0 0 0 0 2008 5.352 5.671 2011 5.950 5.289 17.047 2.240 333 1.787 3.389 302 1.210 8.319 25.129 2019 6.138 0 0 0 0 0 0 1990 2.919 9.420 2.376 62.263 3.811 10.978 47.443 342 1.256 0 0 0 0 0 0 2003 4.185 72.069 24.939 5.783 3.958 2.413 7.134 11.431 5.512 0 0 0 0 0 0 1985 1.642 47.309 4.736 5.971 2.331 22.493 2.903 15.102 2.335 16.309 3.845 23.550 3.625 2.426 25.028 0 0 0 0 0 0 1994 3.630 2.330 307 124 275 3.438 3.187 0 0 0 0 0 0 1989 2.240 23.324 13.287 23.214 6.941 9.230 282 119 294 2.021 6.283 10.585 2.261 290 120 288 3.297 65.126 0 0 0 0 0 0 1981 512 13.011 5. Tabela 41: Emissões de CO2 por veículos do ciclo Diesel (mil t/ano) Diesel de Petróleo Biodiesel Ano Comerciais Ônibus Ônibus Caminhões Caminhões Caminhões Comerciais Ônibus Ônibus Caminhões Caminhões Caminhões Leves Urbanos Rodoviários Leves Médios Pesados Leves Urbanos Rodoviários Leves Médios Pesados 1980 335 13.735 3.361 345 1.802 2017 6.471 6.231 2.667 26.362 2.495 26.282 2020 6.008 3.212 3.593 0 0 0 0 0 0 1995 3.950 5.053 3.153 347 1.680 3.890 0 0 0 0 0 0 1997 3.709 3.127 78.

Anexo L: Portaria Ministerial nº 336 de 22 de setembro de 2009 111 | Anexos .

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