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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

GERALDO ALCKMIN
Governador do Estado de São Paulo

SECRETARIA DO EMPREGO E RELAÇÕES DO TRABALHO

JOSÉ LUIZ RIBEIRO
Secretário de Estado do Emprego e Relações do Trabalho

EUFROZINO PEREIRA DA SILVA
Secretário adjunto de Estado do Emprego e Relações do Trabalho

LUCIANO MARTINS LOURENÇO
Chefe de Gabinete

MARCOS AKAMINE WOLFF
Coordenador de Políticas de Empreendedorismo
Diretor-Executivo do Banco do Povo Paulista

ANTÔNIO SÉRGIO TORQUATO
Coordenador de Políticas de Inserção no Mercado de Trabalho

HELDER BOVO
Coordenador de Operações

PEDRO NEPOMUCENO FILHO
Coordenador de Políticas de Emprego e Renda

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Sumário

Sumário .............................................................................................................................3
Introdução ..........................................................................................................................6
1. Implantação do programa ............................................................................................7
2. Estrutura operacional do Banco do Povo Paulista ..........................................................9
2.1. Conselho de Orientação do Fundo – COF ................................................................... 10
2.2. Agente financeiro: Banco do Brasil ............................................................................. 10
2.3. Prefeituras ................................................................................................................... 10
2.4. Unidade de Crédito Municipal – UCM ........................................................................ 10
2.5. Comitê de Crédito Municipal – CCM ........................................................................... 10
2.6. Gestor Municipal ......................................................................................................... 11
2.7. Agente de Crédito ....................................................................................................... 11
Atendente: .......................................................................................................................... 11
3. Agente de Crédito ...................................................................................................... 12
3.1. Perfil do Agente de Crédito ......................................................................................... 13
3.2. Treinamento e seleção ................................................................................................ 13
3.2.1. Prova de seleção.................................................................................................. 13
3.2.2. Avaliação final ..................................................................................................... 14
4. Bônus por Participação nos Resultados – BPR ............................................................. 14
5. Funcionamento da unidade de crédito ........................................................................ 15
5.1. Espaço físico ................................................................................................................ 15
5.2. Comunicação visual ..................................................................................................... 15
5.3. Organização dos arquivos ........................................................................................... 15
Documentos que devem ser arquivados............................................................................. 15
6. Público-alvo do programa........................................................................................... 16
6.1. Requisitos .................................................................................................................... 16
6.2. Garantias ..................................................................................................................... 17
6.3. Tipos de financiamentos ............................................................................................. 17
6.4. Taxa de juros e encargos ............................................................................................. 17
7. Caracterização dos clientes ......................................................................................... 17
7.1. Informal - pessoa física................................................................................................ 17
7.1.1. Documentação necessária .................................................................................. 18
8.2. Formal - pessoa jurídica .............................................................................................. 18

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.................................. 20 8....................1..............................................................2....................... 31 16... 20 9... Carência ......................1..2.. 24 11...... Recuperação de crédito ....................... 27 12.................. Documentação necessária ....................................................3............................2....... Capital de Giro .......................2.1.............................. Dispensa de devedor solidário .. Renegociação ...... 26 12.......................... 19 8.............................................. 22 10............................................................................................................................ Associações e cooperativas produtivas ou de trabalho: ....................................1.........................................2............................... Análise de crédito ....................... 25 12.......................................... Cobrança de inadimplementos ...................2.................1.................................. Constatação da utilização de recursos ...............................................................................2...... Solicitação aprovada ...........2................................................................. 21 9............................................................................................ Documentação necessária ............................................................................... Requisitos ............................................................................. 26 12............................................................................................................................... Com alienação fiduciária ...1..1.......... 26 12........................3....... 23 11....................1.......... Pós-crédito................................................. Concessão de crédito.......................1...............1...............................1........................................................................................ Requisitos ................................................. 26 12........................................................... 22 10...................... 8............................................... 27 12.......................... 22 10......................... Renegociações especiais .................................1.......2...................... Devedor solidário .............................................................................................................................................................................. 18 8................................ 28 14.........................2.............................................................2...............................................1........ 30 16.....................1.... Linhas Especiais ...................................................... 22 10.. 30 15................ 30 15............ 31 17........2............................................................................................................................................. 28 15............. Solicitação não aprovada .................................................................................................... Documentação necessária ..... 31 4 ......................... Valores e prazos ...............................................................2............ Valores e prazos ................................................................................. 23 11.. Sem alienação fiduciária................................. Bens financiáveis ......... 21 9......2........................... 26 12.... Bens não financiáveis ............................................ Documentação complementar .... Mototaxista .................................................. Investimento Fixo ...... 24 11....... 21 8.3.........1.............................1............................... Linhas de crédito e prazos .... Via sistema ..... 23 11........................................ Documentação necessária ..... Motofretista ..............................................2.......................2...1. 27 12.............................................. 27 13....................

....................... 32 18...... 56 Anexo X – Cartas de cobrança ......................Conteúdo programático......................3............... 45 Anexo II – Minuta do plano de trabalho .......................................................................................................................................................................................2................................................... 46 Anexo III – CRMC .............................................................................. 52 Anexo VI – Modelo de Ata ......... 57 Devedor Solidário ................................................... 48 Anexo IV – Minuta do projeto de lei municipal ...................... 42 Anexo I – Minuta do ofício da prefeitura à SERT ....... Suporte ..................................................................................................... de 30 de abril de 1997...1................................................................................................................................ 37 19............................................ 54 Anexo VIII – Modelo de orçamento ........................................ 60 5 ................................................................................................................................................................... 34 19......................Solicitação de renegociação...................................... de 12 de abril de 2013 .............. 34 19.. de 03 de julho de 1998 ............................................. 57 Cliente ....................1............................... Decreto nº 43....... 33 18................................................................... 49 Limites para composição do Fundo Municipal.............................. Lei nº 9............................ 58 Anexo XI...................................................... Passo a passo .... 55 Anexo IX – Termo de ciência da utilização dos recursos ..........1................. 33 19............................................................................................533................................................................. Resolução COF nº 01........................................................................................................... 50 Justificativas do projeto de Lei ....... Legislação .................................................................................. Dúvidas frequentes ............................................................................283................................................................ 50 Anexo V – Termo de abertura ou encerramento de Ata ..... 17.... 53 Anexo VII – Modelo de declaração de residência .................... 59 Anexo XII ................................................................................................................

conforme disposições previstas na Lei Estadual nº 9. Conselho da Comunidade Solidária: Brasília. o conceito de microcrédito. é o programa de microcrédito1 produtivo desenvolvido pelo Governo do Estado de São Paulo. No curto prazo. que “[.. dessa forma.533. O presente manual. contribui para a geração de renda e. de 03 de julho de 1998.283.Introdução O Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo. de 30 de abril de 1997 e no Decreto Estadual nº 43. 6 . et al. 2002. aumentando.” In: BARONE. a arrecadação do Estado.. Introdução ao Microcrédito.] é a concessão de empréstimos de baixo valor a pequenos empreendedores informais e microempresas sem acesso ao sistema financeiro tradicional. o Banco do Povo Paulista. principalmente por não terem como oferecer garantias reais. elaborado em conformidade com o Conselho de Orientação do Fundo de Investimento de Crédito Produtivo Popular de São Paulo. 1 BARONE. estimula a formalização de novos empreendedores. por meio da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. objetiva normatizar os procedimentos para implantação do programa nos município. com a finalidade de gerar emprego e renda através da concessão de linhas de microcrédito para o desenvolvimento de pequenos empreendimentos. É um crédito destinado à produção e é concedido com o uso de metodologia específica. para seleção e treinamento de candidatos às vagas de agente de crédito e também orientar quanto às regras do Banco do Povo Paulista. em parceria com as prefeituras. no médio e longo prazo. et al. definem em “Introdução ao Microcrédito”. A concessão dessas linhas a micro e pequenos empreendedores de baixa renda tem efeito bastante positivo na economia e nas condições sociais nos municípios contemplados com o programa.

nas páginas 46 e 47. devendo ser enviada a página inteira da publicação para a SERT. a Lei deverá ser publicada em jornal de circulação no município ou na região. Uma sugestão de minuta da Lei Municipal está no anexo IV. 1. nas quais o Estado participa com 90% dos recursos financeiros para a constituição de um Fundo de Investimento municipal. a infraestrutura. 2º passo: O Senhor Prefeito ou a Senhora Prefeita deverá encaminhar Projeto de Lei à Câmara Municipal solicitando autorização para celebrar convênio com o Governo do Estado de São Paulo. conforme modelo no anexo III. conforme normas estabelecidas pela Comissão Estadual de Emprego. Caso seja do interesse da administração municipal a implantação do programa. os recursos humanos e a manutenção da unidade local. à página 48. pela Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão. 7 . c) Certificado de Regularidade do Município para Celebrar Convênios (CRMC) expedido via internet. além de supervisionar e dar suporte às atividades operacionais da unidade a ser implantada. conforme modelo no anexo I. solicitando a implantação do programa no município. endereçado ao Secretário do Emprego e Relações do Trabalho. na página 46. É de responsabilidade dos municípios disponibilizarem o espaço físico. além da participação financeira de 10% do Fundo de Investimento municipal. em papel timbrado da prefeitura. assinado pelo prefeito ou prefeita. na página 49. Após a aprovação pela Câmara Municipal. seleciona e treina os agentes de crédito. 3º passo: Implantar e/ou regularizar a Comissão Municipal de Emprego. regulamentando a participação do município no programa Banco do Povo Paulista. é preciso seguir as seguintes instruções: 1º passo: O Senhor Prefeito ou a Senhora Prefeita deverá encaminhar os seguintes documentos à Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho: a) Ofício em papel timbrado da Prefeitura. conforme perfil definido pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho na página 13 deste manual. conforme modelo no anexo II. b) Plano de Trabalho. Implantação do programa A implantação do Banco do Povo Paulista é feita por meio de parcerias com as prefeituras. 4º passo: A prefeitura deverá indicar um candidato ou candidata para a vaga de agente de crédito. assinado pelo prefeito ou prefeita.

entrar em contato no número 11 3241. por meio de seus diretores regionais ou outros funcionários. mobiliários.gov. 10 – Estrutura Operacional do Banco do Povo Paulista: Conselho de Orientação do Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo .COF 8 . 6º passo: A Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. 7º passo: Desenvolver as atividades pertinentes à unidade de crédito municipal. equipamentos e materiais de escritório necessários. O candidato ou candidata deverão passar pelo processo de seleção e treinamento definidos na página 13 deste manual.sp.7309 ou no e-mail administrativo@bancodopovo. mobiliários e equipamentos disponibilizados pela prefeitura antes da inauguração da unidade de crédito municipal. 2 Ver p. deverá vistoriar o espaço físico. de acordo com as normas e procedimentos estabelecidos pelo Conselho de Orientação do Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo2 presentes neste manual. Para mais informações sobre a implantação do programa.br. Recomenda-se que a cada 50 mil habitantes haja pelo menos um agente de crédito. 5º passo: Disponibilizar o espaço físico. A data a ser agendada será de comum acordo.

2. CCO . 3. Estrutura operacional do Banco do Povo Paulista A Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho é a responsável pela administração e operacionalização das medidas necessárias para a implementação das ações do Fundo. o BPP organiza-se em setores. Convênios: faz a gestão dos convênios do BPP firmados entre o Governo do Estado e as Prefeituras.Comitê de Crédito Operacional: responsável pela emissão de parecer conclusivo sobre a concessão ou não das solicitações de financiamentos e refinanciamentos. 2. formam o Grupo Executivo de Crédito. Bonificação: responsável pelo controle e pagamento do Bônus por Participação nos Resultados – BPR – aos agentes de crédito. Conforme demonstrado no organograma. Controladoria: exerce a supervisão e acompanhamento das unidades. 5. os quais. Treinamento: setor responsável pela seleção e treinamento dos agentes de crédito. juntos. 4. conduzido por seu Diretor Executivo: 1. 9 . de acordo com as normas do programa. cujas propostas são apresentadas diretamente pelos proponentes e agentes de crédito. E é por meio da Coordenação de Políticas de Empreendedorismo que essas ações são executadas. incluindo a verificação dos documentos necessários para instrução do processo de concessão de crédito. Suporte: responsável pelo apoio aos agentes de crédito. Financeiro: realiza e dá suporte aos agentes de crédito sobre renegociações de créditos inadimplentes. 6. 7.

um representante da Comissão Municipal de Emprego. 10 . As reuniões serão realizadas com a presença de representantes de. 2.2. orientando-os em como conduzir da melhor maneira o Banco do Povo Paulista localmente. Presidido pelo Secretário da Fazenda. pelos agentes de crédito e pelos atendentes. um suplente. é integrado. no mínimo. 2. O agente de crédito secretaria as reuniões. além de contar com o apoio do Comitê de Crédito Municipal. liberar recursos. Agente financeiro: Banco do Brasil Atualmente.1. 2. mantendo-os em conta específica em nome do Fundo. tendo como vice-presidente o Secretário do Emprego e Relações do Trabalho. o agente financeiro do Fundo é o Banco do Brasil. Cabe também ao agente financeiro. o qual herdou as funções do Banco Nossa Caixa.3. Conselho de Orientação do Fundo – COF O Conselho de Orientação do Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo é o órgão responsável por estabelecer critérios e fixar limites globais e individuais para a concessão dos financiamentos do Banco do Povo Paulista. deve funcionar como um braço direito do gestor e agente de crédito. representado pela SERT. que devem acontecer uma vez por bimestre e.5. por um representante da Secretaria de Planejamento e Gestão. É composta pelo gestor do convênio. ainda. ainda. sempre que necessário. Unidade de Crédito Municipal – UCM Local destinado ao atendimento dos empreendedores do município. 2. receber os juros e amortizações. desde que um deles seja o do Banco do Brasil. e realizar cobranças administrativa ou judicial. um representante do Sebrae/SP. Comitê de Crédito Municipal – CCM Responsável pelo acompanhamento e avaliação da unidade de crédito do município. extraordinariamente. formalizar as operações de crédito devidamente aprovadas pelo CCO.4. É composto por quatro bancadas: um representante da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. dois órgãos. responsáveis pela implementação e manutenção da unidade de crédito de seu município. e um representante do Banco do Brasil. Cada membro deve indicar. por meio de suas agências. 2. um representante da Prefeitura. um representante do SIMPI – Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias e pelo presidente da Comissão Estadual de Emprego. observadas as disponibilidades do Fundo. efetuar a gestão da carteira de operações. Prefeituras Parceiras do programa por meio de adesão a um convênio celebrado com o governo do Estado de São Paulo. É ele o responsável por administrar os recursos do BPP. um representante do agente financeiro do Fundo.

predominantemente. O trabalho desempenhado pelos agentes de crédito. dimensionando a viabilidade do crédito a ser concedido. o agente faz o diagnóstico da situação financeira e dos aspectos gerenciais do negócio. O Gestor Municipal deverá ser indicado formalmente pelo chefe do executivo local à Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. exige uma sensibilidade social singular porque o público-alvo do microcrédito constitui-se. 2. de clientes de baixo nível de renda e escolaridade. Nesse diálogo. 11 .7. Seu trabalho. sobretudo. dando todo o suporte necessário para o bom desempenho da unidade. Ele também é o responsável por todo o processo de liberação e recebimento do crédito. sem acesso ao sistema financeiro tradicional. podendo ser reconduzido. auxiliando o agente de crédito na execução de suas funções. já que é ele o elo entre a instituição de microcrédito e o tomador do empréstimo. resumidamente. a cogestão da carteira de créditos. realizando. começa com uma entrevista com o pretendente ao microcrédito.No caso de ausência do representante do Banco do Brasil. o papel do agente de crédito é fundamental. o qual fica responsável pelas atividades da unidade não relacionadas à concessão do crédito.6. a unidade pode indicar um atendente. Atendente: Para auxiliar o agente de crédito e o gestor na execução de suas funções. além da qualificação técnica. 2. sendo o responsável pelo estabelecimento de uma relação profissional e de confiança. O mandato de cada um dos representantes é de um ano. faz-se necessária a participação de todos os demais representantes. Agente de Crédito Na concessão de microcrédito. Gestor Municipal Responsável pelo cumprimento do convênio firmado entre o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura.

Captar e atender clientes. 6. de acordo com as instruções no contrato. Agente de Crédito O agente de crédito é o agente público responsável pelo atendimento dos empreendedores em cada município. pela SERT. 8. Verificar a legitimidade dos documentos. antes. Comunicar à SERT no caso de afastamento por férias. Efetuar o pós-crédito das operações. Fornecer informações requeridas pela SERT. É ele quem percorre a comunidade em busca de empreendedores. zelando pela qualidade das operações e pelo retorno dos recursos emprestados. 13. seus sócios. As obrigações dos agentes de crédito. Caso o devedor solidário seja casado. seminários. workshops etc. 4. vistar todas as vias. reciclagens. e gerar os boletos. assinando as cópias e utilizando-se dos carimbos “Confere com o original”. 5. licença médica. Encaminhar ao Banco do Brasil o contrato gerado e assinado por todos os partícipes.. em suma. Atender as convocações da SERT para encontros. 15. Reunir o Comitê de Crédito Municipal bimestralmente e registrar em ata. licença maternidade etc. 7. 12 . Assumir total responsabilidade pela gestão dos contratos contidos em sua carteira.. 2. Gerar o contrato na unidade. quais sejam o cliente. além de seu carimbo próprio. a fim de lhes oferecer as linhas de crédito. com nome e CPF. Todas as solicitações de entrevistas. Acatar todas as normas. 3. cônjuge e devedor solidário. desta forma. expressamente proibida a divulgação e a retirada de processos da unidade sem autorização da SERT. bem como realizar as constatações necessárias para a deliberação das solicitações demandadas e efetuar o monitoramento da sua carteira de crédito com as ações de pós-crédito. dados e informações referentes ao Banco do Povo Paulista devem ser autorizados. sendo. Manter total sigilo sobre os dados pessoais dos tomadores de financiamento com recursos do Fundo de Investimento de Crédito Produtivo Popular de São Paulo. entregando-os ao tomador. sendo proibida a cessão para terceiros. realizando a boa gestão da carteira de créditos da unidade. 3. 9. também o cônjuge deve assinar. 11. colher os vistos de todos os envolvidos no processo. procedimentos e instruções emitidas pela SERT. são as seguintes: 1. 12. Utilizar de forma exclusiva o usuário e a senha do sistema. Constatar o empreendimento e as informações prestadas pelos empreendedores do município e emitir parecer conclusivo sobre a viabilidade ou não das solicitações de financiamento. 14. 10.

Nas questões serão abordados conteúdos relacionados à língua portuguesa. contabilidade. Ter disponibilidade para trabalhar na unidade de crédito do Banco do Povo Paulista em tempo integral. Constitui-se o treinamento de uma prova de seleção prévia. uma hora e meia. conforme convênio celebrado. não podendo exercer outra atividade enquanto exerce a função de agente. matemática. bem como disponibilidade para realizar atividades externas. 13 . 2. Conhecimentos em matemática. aulas práticas sobre o sistema informatizado e. Serão classificados os candidatos que obtiverem a nota mínima de seis pontos (60%). 5. Dez questões sobre matemática. bem como do papel da prefeitura. Ser funcionário público municipal (comissionado ou efetivo).2. O tempo mínimo de realização do treinamento é de três dias. Treinamento e seleção O treinamento deve prover ao candidato as informações teóricas e práticas necessárias para o desempenho da função de agente de crédito. ao final. e de aulas expositivas sobre o programa. 3. todos os custos de deslocamento. subdivididos da seguinte forma: 1. 3. também de caráter classificatório.1. suas regras e procedimentos. e conhecimentos gerais. 3. avaliadas de zero a dez pontos.1. de caráter classificatório. hospedagem e alimentação. 6. 4. sem tempo adicional para preenchimento do gabarito. terá caráter classificatório e duração de. 2. Perfil do Agente de Crédito Para exercer a função de Agente de Crédito é preciso: 1. economia e informática (pacote Office e Internet). Dez questões sobre língua portuguesa e conhecimentos gerais. Cursar ou ter concluído o ensino superior ou ter concluído curso técnico de nível médio. Prova de seleção A prova de seleção será composta por vinte questões de múltipla escolha. uma avaliação. Não exercer cargo político eletivo. 3.2. tanto para a seleção quanto para o treinamento. as quais terão maior peso na somatória da nota. Ficam a cargo da prefeitura. do Estado e de outros órgãos no funcionamento da agência de crédito. no máximo. Ter mais de 18 anos.

será aplicada uma avaliação com. Avaliação final Ao final do treinamento. nos mesmos moldes da anterior. 3. O conteúdo programático exigido na prova de seleção está anexo à página 60.501 a 15. o qual define também as metas individuais de contratos por agente de crédito: População do município Meta Até 7. a prefeitura deverá indicar um novo funcionário para passar pelo processo de seleção. Se. caso solicitado pela prefeitura. o candidato não for aprovado. de modo a verificar se o conteúdo ministrado foi assimilado e o candidato está apto para desempenhar as funções de agente de crédito do programa Banco do Povo Paulista. A avaliação valerá de zero a cem pontos. será possível.2.500 habitantes 4 De 7.000 habitantes 8 De 30.001 a 100. de peso maior. Além dessas. Quando o candidato não atingir a nota mínima de sessenta pontos. e não haverá tempo adicional para preenchimento do gabarito. no qual o candidato deverá redigir um texto de acordo com o enunciado. ainda assim. acima descrita. nos mesmos moldes da anterior. Quando o candidato não atingir a nota mínima de seis pontos.000 habitantes 12 De 100.001 a 50. Serão classificados os candidatos que obtiverem a nota mínima de sessenta pontos (60%). será possível. de 12 de abril de 2013) 14 . de caráter classificatório.000 habitantes 6 De 15. Bônus por Participação nos Resultados – BPR Foi instituído pela lei Estadual nº 14. no máximo. 4. e visa estimular a boa gestão da carteira de créditos por meio do pagamento de um bônus aos servidores dos municípios designados para atuarem como agentes de crédito.922.001 a 30. ainda assim. ocasionalmente. a prefeitura deverá indicar um novo funcionário para passar pelo processo de seleção e treinamento. vinte questões de múltipla escolha que versarão sobre o programa e. Se. de 28 de dezembro de 2012.000 habitantes 10 De 50.2. o candidato não for aprovado.000 habitantes 14 Acima de 300. a realização de nova avaliação. Seu funcionamento e pagamento são estabelecidos por meio de Resolução do Conselho de Orientação do Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo.001 a 300. de matemática. a avaliação conterá uma questão dissertativa. caso solicitado pela prefeitura.000 habitantes 16 (Resolução COF nº 001. a realização de nova prova.

Apresentação dos Fornecedores e. no caso de veículos. Cópia da nota fiscal ou recibo. Os processos deverão ser arquivados nessas pastas suspensas. Documentos que devem ser arquivados Processos sistema informatizado (atual) 1. 7. independente do número de agentes de crédito da unidade. Espaço físico O espaço físico no qual está instalado o Banco do Povo Paulista deve atender as exigências estabelecidas no convênio firmado entre Governo do Estado de São Paulo e as Prefeituras. Informações A unidade deve dispor em locais visíveis placas. 5. Parecer. 6. bem como o brasão e identidades visuais do Estado de São Paulo e das Prefeituras. modelo com quatro gavetas para pastas suspensas.1.2. telefone e contato da ouvidoria (0800-770-7133) para reclamações de clientes. Checklist dos documentos. Via do contrato Banco do Brasil.3. 4. banners ou cartazes com informações como taxa de juros do programa. 5. 15 . sendo uma para cada processo. 5. 10. Termo de ciência da utilização dos recursos. Formulário Dados da Solicitação. A ordem alfabética dos processos é única. Pesquisa Socioeconômica (Informal) e cópias dos documentos (Formal). Funcionamento da unidade de crédito As unidades de crédito do Banco do Povo Paulista deverão manter o padrão de organização orientado pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. Organização dos arquivos As unidades do Banco do Povo Paulista deverão ter arquivos de aço. Alienação Fiduciária. Orçamento. 9. 5. inclusive com a disponibilização de mobiliário e equipamentos. horário de funcionamento. 3. 5. Autorização de financiamento. 2. Ficha Cadastral do Fiador/Cônjuge e cópias dos documentos. Comunicação visual A comunicação visual do espaço onde funciona o Banco do Povo Paulista respeitar as logomarcas do programa. Ficha Cadastral do Empreendimento (Informações do Negócio). fornecidos pela Prefeitura. 8. Fotos. Ficha Cadastral do Cliente/Sócios/Cônjuge e cópia dos documentos.

haverá a necessidade de inserir na primeira folha numerada o “Termo de abertura da ata”. 3. Relatórios de Cobrança (em caso de inadimplência). cópias das notas fiscais ou recibos. 16 . Processos LVE São os processos de levantamento de viabilidade econômica. pelo prazo de cinco anos após a quitação total do débito. valor do crédito etc. produtores rurais. As demais reuniões deverão ser registradas conforme modelo presente no anexo VI (pág. Após esse período. LVE devidamente preenchido e assinado pelo agente de crédito e rubricado pelos membros do CCM. 6. não informatizados. separados dos demais contratos ativos. residir ou possuir um empreendimento há mais de dois anos em município contemplado pelo BPP. Na sua primeira reunião. seu livro com as atas de reuniões do Comitê de Crédito Operacional. CPF e comprovante de endereço do vendedor. Se houver. Arquivo Morto Os processos deverão ser arquivados em pastas específicas. Público-alvo do programa Empreendedores formais ou informais. documentos referentes à renegociação. Requisitos 1. da autorização. anteriores a 2010. Ter faturamento bruto de até R$ 360 mil nos últimos 12 meses. Livro de Atas A unidade de crédito deverá possuir. Não possuir restrições cadastrais no SCPC. 11. Devem apresentar: fichas cadastrais do cliente. devedores solidários e sócios. Se pessoa física. cópia da autorização de financiamento devidamente preenchida e assinada pelos membros do CCM. SERASA ou CADIN Estadual. nome e endereço do cliente. conforme modelo presente no anexo V (pág. relacionando-os em planilha eletrônica com todos os dados pertinentes ao contrato. obrigatoriamente. documentos comprobatórios da utilização dos recursos devidamente assinado pelo cliente. 4. da operação. 12. orçamento. autorização para exceção. identificadas por “arquivo morto”. MEIs. protocolo de visita de constatação. 6. os processos deverão ser eliminados. sempre acompanhados por cópias do RG. 2. Desenvolver atividade produtiva nos municípios contemplados pelo BPP. Formulário com o histórico de pós-crédito. 53). 52). cooperativas e associações produtivas formalmente constituídas. identificado com nome e RG. como: número do processo.1.

1. Comissão de permanência de 2. obtendo. assim. 6. Caracterização dos clientes 7. Alienação fiduciária para veículos e semelhantes. podendo ser parente de 1º grau). TAC: Isenta. sem restrição cadastral. 3. b) Analfabetos ou pessoas com deficiências que as impeçam de assinar devem apresentar procuração pública outorgando poderes a terceiros para assinatura do contrato. Taxa de juros e encargos 1. 7. Juros pré-fixados de 0. Devedor solidário (pessoa física. 4. 6. Confeccionar documento com o texto “Tomador com deficiência visual ou cego capacitado e não constituído procurador”. Investimento fixo. c) Pessoas com deficiência visual ou cegas devem assinar o contrato após a leitura na presença de duas testemunhas. inclusive analfabetos e deficientes físicos. Tipos de financiamentos 1. 6. 3. Misto (capital de giro e investimento fixo).2. 2. plenamente capaz de responder por seus atos. a) Maior de 18 anos de idade ou menor emancipado.4. um CNPJ como contribuinte individual. naturalizado ou legalizado. O documento deverá ser lavrado em cartório local. 2. IOF: Isento. as quais devem ser maiores de 18 anos ou menor emancipado e não podem ser funcionários do Banco do Povo Paulista ou Banco do Brasil. Informal . 17 . conforme disposto na Constituição Brasileira. Capital de giro.3.5% ao mês sobre parcela em atraso.35% ao mês. 2.pessoa física O cliente do Banco do Povo Paulista deve ser brasileiro nato. Garantias 1. d) Produtor rural legalizado junto à Casa da Agricultura de sua região.

Documentação necessária Duas cópias simples dos seguintes documentos: 18 .1. b) em nome do cônjuge: constatar na certidão de casamento. podem ser aceitas cópias das notas fiscais de compras dos últimos três meses. 9. Nos casos de separação ou viuvez. obrigatoriamente.). 4. serviços ou mercadorias a serem financiadas e a forma de pagamento à vista. em substituição ao orçamento.1. 8.pessoa jurídica O cliente pessoa jurídica é aquele formalmente constituído conforme os preceitos legais e que se enquadra como Empresa Individual. apresentar documento que a comprove. RG e CPF do cliente.1. Para capital de giro. dos sócios e dos cônjuges ou documento oficial com foto. Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli). em caso de estrangeiro. Caso seja imóvel alugado.2. Pescadores: apresentar o Registro Geral da Atividade Pesqueira – RGP – o qual deve ser consultado no site do Ministério da Agricultura. Orçamento do bem a ser financiado que conste o nome do fornecedor ou da razão social. observar o que segue: a) em nome dos pais: constatar no documento RG. Sociedade Limitada (Ltda.2. 5. Cartão de conta bancária ou extrato em nome do tomador. deverá ser o mesmo cadastrado no CNPJ. Caso o imóvel seja alugado ou a conta estiver em nome de outra pessoa. RNE. em substituição. respondendo oficialmente pelo negócio. caso declare união estável. Microempreendedor Individual (MEI). 3. Certidão de casamento do cliente e dos sócios. Motociclistas: apresentar Carteira Nacional de Habilitação na devida categoria. apresentar devidas certidões e. 54). além da descrição detalhada dos bens. endereço e telefone. 9. o número do CPF ou CNPJ. 9. 6. deverá apresentar contrato de locação reconhecido em cartório. apresentar comprovante de pagamento do Imposto sobre propriedade territorial rural – ITR – do exercício anterior. Taxista: apresentar alvará de funcionamento emitido pela Prefeitura municipal e o cadastro de condutor. Associação Produtiva ou Cooperativa. 2. 7. Pecuária e Abastecimento. d) em caso de produtor rural sem comprovação de endereço. Comprovante recente de endereço em nome do cliente (água. Formal . luz ou telefone). 7. semelhante ao modelo à página 56. c) em nome de outra pessoa: deverá apresentar declaração com firma reconhecida em cartório (anexo VII – pág. Documentação necessária 1. O solicitante.

4. quando houver. Empresa Sociedade Limitada – Ltda. do responsável (água. 2. em substituição ao orçamento. apresentar inscrição municipal. o número do CPF ou CNPJ. de acordo com a Lei 19 . Procuração pública. podem ser aceitas cópias das notas fiscais de compras dos últimos três meses. Documentação complementar Duas cópias simples dos seguintes documentos: Empresário individual 1. Microempreendedor Individual – MEI 1. Procuração pública. caso declare união estável. 1.2. 1. RNE. Contrato Social e alterações. Quando comércio ou indústria. RG e CPF do cliente. Estarão enquadradas dentro dos critérios de acesso do programa. Empresa Individual de Responsabilidade Limitada . na ausência. em caso de estrangeiro. Documento comprobatório de registro como Microempreendedor Individual - MEI. dos sócios e dos cônjuges ou documento oficial com foto. 7. 9. luz ou telefone). somente a empresas com menos de um ano de atividade. além da descrição detalhada dos bens. A documentação exigida é a mesma da Empresa Sociedade Limitada. 5. outorgando poderes a terceiros para adquirir financiamento junto ao programa. apresentar inscrição estadual. Orçamento do bem a ser financiado que conste o nome do fornecedor ou da razão social. apresentar documento que a comprove. 8.Eireli 1. Comprovante recente de endereço em nome da empresa ou. 6. consultar site JUCESP. apresentar devidas certidões e. endereço e telefone.2. Cartão de conta bancária ou extrato em nome da empresa. Declaração de Empresário individual. conforme modelo à página 56. Para capital de giro. 2. em substituição. Nos casos de separação ou viuvez. outorgando poderes a terceiros para adquirir financiamento junto ao programa. já que. Empresa de Pequeno Porte 1. 2. 9. quando houver. Inscrição CNPJ – consultar no site da Receita Federal. serviços ou mercadorias a serem financiadas e a forma de pagamento à vista. 3. Certidão de casamento do cliente e dos sócios. Quando serviços.

não pode estar restrito junto a órgãos como SCPC. Em caso de alteração na constituição dos representantes da associação/cooperativa. na ausência. maior de 18 anos de idade ou menor emancipado. Certidão de casamento dos representantes legais. 12. 20 . conforme disposto na Constituição Brasileira. 6.000. desde que não participe diretamente do empreendimento com sócio ou empregado. o número do CPF ou CNPJ. naturalizado ou legalizado. luz ou telefone). em substituição ao orçamento. Poderá ser devedor solidário o brasileiro nato. em substituição. Para capital de giro. deverá ser apresentada ata de reunião da Assembleia Geral autorizando a Diretoria a contrair financiamento junto ao programa. endereço e telefone. 3. Inscrição CNPJ – consultar no site da Receita Federal.3. Devedor solidário O devedor solidário assume a responsabilidade pelo pagamento total da dívida contraída pelo tomador de crédito e deverá ser incluído em todos os créditos solicitados. 9. 13. podem ser aceitas cópias das notas fiscais de compras dos últimos três meses. 9.00 e igual ou inferior a R$ 3. RNE.000. RG e CPF dos representantes legais e cônjuges. apresentar documento que a comprove. SERASA e CADIN Estadual. Além disso. do responsável legal (água. O devedor solidário pode ser parente de primeiro grau do tomador. Estatuto e alterações se houver. Cartão de conta bancária ou extrato em nome da associação/cooperativa. 4. 11. inclusive analfabetos e pessoas com deficiência. Associações e cooperativas produtivas ou de trabalho: 1. Regimento interno. 5. serviços ou mercadorias a serem financiadas e a forma de pagamento à vista. Cônjuges não são aceitos como devedores solidários. caso declare união estável. Ata de constituição. Se no estatuto não houver cláusula autorizando obtenção de financiamento. 10. Comprovante recente de endereço em nome da empresa ou. Nos casos de separação ou viuvez. Último balanço.600. essa modalidade de empresa obtém o faturamento bruto anual superior a R$ 360. Complementar 123 de 14/12/2006. 8. 7. plenamente capaz de responder por seus atos. além da descrição detalhada dos bens. Orçamento do bem a ser financiado que conste o nome do fornecedor ou da razão social. 10. semelhante ao modelo à página 56. apresentar devidas certidões e.00. ou documento oficial com foto. em caso de estrangeiro. A documentação exigida é a mesma da Sociedade Limitada. deverá ser apresentada a ata da Assembleia que nomeia os novos representantes. 2.

2. observar o que segue: a) em nome dos pais: constatar no documento RG. Documentação necessária 1.00 1° crédito até R$ 7.00 Informal (pessoa física) 2° crédito até R$ 4. Comprovante recente de endereço em nome do devedor solidário (água.2. Nos casos de separação ou viuvez. RG e CPF do devedor solidário e cônjuge. luz ou telefone). apresentar devidas certidões e. bem como os prazos para pagamento dos financiamentos estão reproduzidos nas tabelas abaixo: Linhas de crédito Cliente Tipo de crédito Limite de crédito 1° crédito até R$ 3. 10. ou documento oficial com foto.000. deverá apresentar contrato de locação reconhecido em cartório. 5. ou declaração atualizada do IR ou extrato bancário dos últimos noventa dias.00 4° crédito ou posterior até R$ 20. Caso o imóvel seja alugado ou a conta estiver em nome de outra pessoa. Linhas de crédito e prazos As linhas de crédito atualmente ofertadas pelo Banco do Povo Paulista. caso declare união estável. 9. RNE. b) O valor máximo permitido para a concessão de crédito sem devedor solidário será de até R$ 7. b) em nome do cônjuge: constatar na certidão de casamento.00 21 .00 Pessoa Jurídica .000. o cliente pessoa física ou jurídica. LTDA. 9.MEI. Dispensa de devedor solidário Ficará isento de apresentação de devedor solidário. depois de quitado o último crédito. 54). 3.00.000.00 Associações e cooperativas produtivas ou de trabalho 1° crédito ou posterior até R$ 25.1.500. c) em nome de outra pessoa: deverá apresentar declaração com firma reconhecida em cartório (anexo VII – pág.00 Produtor rural com CNPJ 3° crédito até R$ 15. EIRELI 2° crédito até R$ 10. ME. Certidão de casamento. Caso seja imóvel alugado. que: a) Efetuou o pagamento das parcelas do último contrato sem apresentar atraso superior a dez dias durante a sua vigência. apresentar documento que a comprove.000.000. em caso de estrangeiro.500. Apresentar holerite dos últimos três meses junto com a CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social.000.00 Produtor rural sem CNPJ 3° crédito ou posterior até R$ 5. 4.000.

MEI.1. o valor da solicitação deverá ser composto de no mínimo 60% de Investimento Fixo. com um novo parcelamento do saldo devedor. Nesses casos. considerar o prazo máximo para financiamento o mesmo prazo estabelecido para investimento fixo. 11.1. a proposta será analisada pelo CCO. é permitido que seja realizado um novo contrato. Uma vez solicitada a renegociação no sistema. ao qual caberá autorizar ou não a proposta apresentada. Nesse caso. 10. LTDA. Carência Para todos os processos. no mínimo. Caso a solicitação não atingir o percentual mínimo. caso seja solicitado pelo cliente. 22 .1. Além disso. R$ 200. EIRELI Investimento Fixo até 36 meses Produtor rural com CNPJ Misto até 36 meses* Capital de Giro até 24 meses Associações e cooperativas produtivas ou de Investimento Fixo até 36 meses trabalho Misto até 36 meses* *Quando se tratar de financiamento na modalidade misto (investimento fixo + capital de giro). mediante interesse do cliente.1. Renegociação Solicitação destinada a clientes inadimplentes com parcelas em atraso a partir de 60 dias. 11. Recuperação de crédito 11.00. é possível conceder a carência de até 90 dias para o pagamento da primeira parcela. ME. O saldo devedor deve ser de. a data do vencimento da primeira parcela é de 30 dias após a assinatura do contrato. Prazos de financiamento Cliente Tipo de crédito Prazo Capital de Giro até 12 meses Informal (pessoa física) Investimento Fixo até 24 meses Produtor rural sem CNPJ Misto até 24 meses* Capital de Giro até 24 meses Pessoa Jurídica . considerar o prazo máximo da modalidade capital de giro. Via sistema O processo de renegociação é todo realizado por meio do sistema informatizado do Banco do Povo Paulista. em 24 vezes para os clientes informais e 36 para os formais.

11. quantidade de parcelas em que será renegociado o saldo remanescente da operação original).  A validade da autorização para renegociação é de 30 dias a contar da data de emissão.gov.sp.1. devedor solidário e respectivos cônjuges. 23 . se houver. assinará o contrato e devolverá duas vias para o agente de crédito. c) No caso de abertura de regularização de empresas. A solicitação deve ser preenchida eletronicamente – ou seja. uma via da autorização de financiamento. 12.br. renegociação de operações ajuizadas ou com mudança de titularidade. após aprovação. conforme anexo XI. Abertura e regularização de empresas a) Despesas de registro de marcas e patentes e de taxas de avaliação da conformidade de produtos junto ao INMETRO. das quais uma deverá ser entregue ao cliente e a última.  O agente de crédito deverá imprimir os boletos.1. página 59. digitada. o agente de crédito irá gerar 2 vias do processo completo e autorização de renegociação e 3 vias do contrato com o Banco do Brasil.  O agente de crédito deverá entregar e protocolar na agência do Banco do Brasil o “dossiê do cliente” (uma via do processo completo. as taxas e mão de obra deverão constar no orçamento do contador.  O agente de crédito deverá colher as assinaturas do cliente.  Após a entrega do comprovante de pagamento.  O cliente poderá. como recursos para manter estoques e recursos para pagamento aos fornecedores (compras de matéria-prima ou mercadorias de revenda) e demais custos e despesas operacionais. três vias do contrato do Banco do Brasil e cópias atualizadas dos documentos dos partícipes do contrato) no prazo máximo de 2 dias úteis.2. efetuar o pagamento da primeira parcela via boleto. Renegociações especiais Para quitação total da dívida com desconto. nessa modalidade. No Banco do Povo Paulista.Se aprovada:  A autorização de renegociação conterá as condições da nova operação renegociada (valor da entrada. Capital de Giro Considera-se capital de giro o crédito necessário para financiar a continuidade das operações da empresa. o agente de crédito deverá encaminhar a solicitação de renegociação para o e-mail financeiro@bancodopovo. b) Taxas de franquia.  O responsável do Banco do Brasil efetuará o registro das garantias. Bens financiáveis 12. pode ser financiado: 1. arquivada.

caso o veículo esteja em nome de outra pessoa.1. b) Para caminhoneiros. inclusive pneus novos. mediante comprovação dos serviços realizados através de nota fiscal e/ou recibos. No Banco do Povo Paulista. 8. Animais para comercialização a) Todos os animais financiados deverão obedecer à legislação vigente (o produtor rural deverá. vacinas. motos. Sem alienação fiduciária 1. mão de obra para o ciclo produtivo agrícola. veículos. fertilizantes etc. equipamentos. incluindo sêmen. recauchutados etc.2. apresentar CNPJ). Aluguel de máquinas. 3. obrigatoriamente. Quando veículo. móveis. 10. embalagens e frete. IR etc. ferramentas. topografia. o bem deve estar em nome do tomador ou do empreendimento e o RENAVAM deve ser informado. Produtos para comercialização e manutenção de estoque. 6. como equipamentos. Preparação de solo. obrigatoriamente. 7. d) Não será financiado o pagamento de impostos (ISS. acompanhados de nota fiscal e do certificado de licença de uso. Investimento Fixo O investimento fixo corresponde a todos os bens que devem ser adquiridos para que o negócio possa funcionar.2. medicamentos. 24 . 12. tratores. incluindo mão de obra e peças de máquinas. 5. embriões. nessa modalidade.). Matéria prima. Materiais para construção e mão de obra para MEIs e clientes formalizados – a mão de obra fica limitada a 50% do valor do material.. Insumos e sementes. apresentar CNPJ). ICMS. 4. 2. remoldados. utensílios e veículos. o qual não deverá possuir restrições nos órgãos de proteção ao crédito. 9. cadastrá-lo como devedor solidário. Consertos em geral. incluindo serviços de website. a) O bem a ser consertado deve ser utilizado no empreendimento. ração. Divulgação. agrimensor. pode ser financiado: 12. terraplanagem. 2. Aplicativos de informática (software). Animais para tração e produção a) Todos os animais financiados pelo BPP deverão obedecer rigorosamente à legislação vigente (produtor rural deverá.

7. 2. nesse caso. O cliente deverá. incluindo microcomputadores. Equipamentos de informática (hardware). 1.2. notebooks. 9. e) Se a motocicleta financiada for usada. o cliente deve ter ciência que o bem alienado não pode ser vendido enquanto o financiado não estiver quitado. impressoras. como utilitários. 12. Após a assinatura do 25 . c) O empreendimento deve ser de transporte ou entrega rápida. 10. Após a assinatura do contrato junto à unidade. 6. Tratores e implementos agrícolas mediante comprovação de venda através de nota fiscal ou recibo. deverá ser solicitada via original do Certificado de Registro de Veículos – CRV – para verificar se consta reserva de domínio ou alienação a favor de terceiros e pendência junto aos órgãos competentes. será registrado o GRAVAME no Banco do Brasil para que o cliente possa providenciar o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos em seu nome. apresentar uma declaração assumindo a responsabilidade. Construção de poços artesianos. desde que utilizados no empreendimento. deverá ser solicitada via original do Certificado de Registro de Veículos – CRV – para verificar se consta reserva de domínio ou alienação a favor de terceiros e pendência junto aos órgãos competentes. 3. Máquinas. como instalação de kit gás em oficinas credenciadas pelo INMETRO.2. equipamentos e ferramentas destinados exclusivamente ao empreendimento. 8. Equipamentos para veículos. Veículos rodoviários. c) Tomador deverá possuir a Carteira Nacional de Habilitação – CNH – ou informar custos de funcionário responsável por conduzir veículo.. 4. plotters etc. Deverão ser atendidas as exigências abaixo: a) Placa do Estado de São Paulo. Veículos aquáticos mediante comprovação de venda e registro na capitania dos portos ou outras autoridades competentes. 5. caminhonetas e caminhões. Com alienação fiduciária Para os itens abaixo. Ciclomotores e motocicletas: a) Placa do Estado de São Paulo. com reserva a favor do BB. Bicicletas. d) Clientes informais e MEIs devem possuir CNH na devida categoria. Utensílios para eventos. b) Limite de até 250 cilindradas. b) Se o veículo financiado for usado.

00.1.1. 4. rastreador/bloqueador. 3. Aquisição de moto branca na categoria aluguel. DTP e documentação. espécie carga. a qual ficará alienada ao Banco do Brasil até a liquidação do financiamento. Não possuir restrições cadastrais no SCPC. 3.1. 3. protetor. 26 . 13. colete de segurança com INMETRO. Ter registro em carteira com a CBO 5191-10 (Motociclista no transporte de documentos e pequenos volumes). carrocerias e trailers. marcação indelével das peças. b) Não é necessário o seguro do bem financiado. Requisitos 1. será registrado o GRAVAME no Banco do Brasil para que o cliente possa providenciar o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos em seu nome. com reserva a favor do BB. Limite de crédito de até R$ 6.Certificado de conclusão. Valores e prazos 1. do devedor solidário e dos cônjuges ou documento oficial com foto. como carretas. SERASA ou CADIN Estadual. apresentar documento que a comprove.contrato junto à unidade. Duas cópias simples dos seguintes documentos: a) RG e CPF do cliente.000. nem do veículo no qual está sendo instalado. Taxas do Detran. 13. faixas refletivas. 13. Consertos. caso declare união estável.2. com o limite de até 20% do valor da motocicleta. f) Não há necessidade de seguro. Documentação necessária 1.1. b) Certidão de casamento do cliente e do devedor solidário. Ter concluído o curso de 30 horas . c) Carteira Nacional de Habilitação do cliente. Motofretista 1. incluindo mão de obra e peças. a) Todos os equipamentos devem obedecer à legislação vigente. Kit motofrete: capacete com faixa. Equipamentos para veículos. 2.3. Nos casos de separação ou viuvez. antena cerol. 13.1. baú com faixa. apresentar devidas certidões e. 2. Linhas Especiais 13. 2. Prazo de até 24 meses.

caso declare união estável. Nos casos de separação ou viuvez. g) O cliente e o devedor solidário devem apresentar. 13. SERASA ou CADIN Estadual. com o limite de até 20% do valor da motocicleta.2. d) Cadastro de condutor emitido pela Prefeitura municipal. ainda. Limite de crédito de até R$ 6. 13. deve.1.000. obrigatoriamente. DTP e documentação da motocicleta. Duas cópias simples dos seguintes documentos: a) RG e CPF do cliente. Aquisição de motocicleta nova ou usada.2. holerite dos últimos três meses e CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social (dados pessoais e contrato de trabalho). possuir emplacamento vermelho. c) Carteira Nacional de Habilitação do cliente. h) Orçamento do bem a ser financiado. O bem ficará alienado ao Banco do Brasil até a liquidação do financiamento. 3. Ter concluído o curso de 30 horas. Consertos. Valores e prazos 1. f) Cartão de conta bancária ou extrato em nome do cliente e do devedor solidário. Acessórios. coletes e capacetes. espécie passageiro. Requisitos 1. Documentação necessária 1. 4. Caso seja usada. 3. do devedor solidário e dos cônjuges ou documento oficial com foto. 2. apresentar documento que a comprove. d) Cadastro de condutor emitido pela Prefeitura municipal. comprovando por meio de certificado. protetor de pernas. como antena corta pipa. expedida pelas prefeituras municipais. 2. Mototaxista 1. é obrigatório o registro do GRAVAME. análise de crédito e fluxo seguirá o mesmo modelo dos demais clientes.3.2. apresentar devidas certidões e. bem como dos demais veículos. luz ou telefone).00. 13. O cadastro da solicitação. Possuir licença para condução de mototaxi. Taxas do Detran.2. 13. No caso de financiamento de motocicletas. b) Certidão de casamento do cliente e do devedor solidário. na categoria aluguel.2. 2. Não possuir restrições cadastrais no SCPC. 27 . incluindo mão de obra e peças. Prazo de até 24 meses. e) Comprovante recente de endereço em nome do cliente e do devedor solidário (água.

Nos casos de empresas de mototáxi. Declaração de Firma Individual (ME) ou documento comprobatório de registro com Microempreendedor Individual (MEI). Inscrição CNPJ. Mão de obra e encargos sociais do empreendimento. 4. o Comitê de Crédito Operacional do Banco do Povo Paulista utiliza de diretrizes tradicionais e subjetivas. 6. luz ou telefone). São os 5C’s do crédito o caráter. h) Orçamento do bem a ser financiado. e) Comprovante recente de endereço em nome do cliente e do devedor solidário (água. Aquisição de ponto e locação de imóvel. f) Cartão de conta bancária ou extrato em nome do cliente e do devedor solidário. 14. por meio do Banco do Povo Paulista: 1. 15. Aquisição e transformação de mercadoria proveniente do exterior sem a devida documentação de legalização de sua entrada no país. Inscrição Municipal. análise de crédito e fluxo seguirá o mesmo modelo dos demais clientes. O cadastro da solicitação. Pagamento de dívidas. Cursos. 9. Bens não financiáveis Não é financiado. Aquisição de participação societária em empreendimento formal. 2. exceto veículos e equipamentos agrícolas. Combustível. a capacidade. o colateral e as condições. holerite dos últimos três meses e CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social (dados pessoais e contrato de trabalho). Análise de crédito Para fazer a análise da concessão de crédito. ainda: 1. é obrigatório o registro do GRAVAME. 1972). bem como dos demais veículos. 3. 7. 2. 8. 3. Equipamentos usados financiados diretamente de pessoa física. apresentar. Aquisição de veículo de passeio para locomoção diária. ainda. 28 . como folha de pagamento. conhecidas como os 5C’s do crédito (Weston e Brigham. g) O cliente e o devedor solidário devem apresentar. o capital. 5. No caso de financiamento de motocicletas.

29 .Caráter Elemento básico para concessão do crédito. São Paulo: Harbra. 3 GITMAN. o qual. No geral. o caráter é. “a capacidade considera se os ganhos ou o desempenho operacional e financeiro do cliente permitirão a geração de recursos para efetuar o pagamento do compromisso pretendido. constituem um fator complementar à operação de crédito. . Paraná: Unioeste. na falta de pagamento do financiamento por parte do cliente. Administração financeira: princípios. devem ser observadas a rentabilidade e o endividamento do negócio. As fontes de pesquisa são o SCPC. Lawrence J.ed. 4 LEMES JUNIOR. Além dos itens acima. fundamentos e práticas brasileiras. verificar a estrutura do empreendimento e seu funcionamento. Princípios de administração financeira. além do levantamento de informações. as quais. além do compromisso. o Comitê analisará. o devedor solidário é um importante fator de pressão em caso de atraso no pagamento. et. 2002. Geysler R. o crédito que desfruta no mercado e o histórico das operações de crédito nas instituições. F. ainda: 1. As características empreendedoras do cliente. Colateral/Garantia O fator colateral refere-se às garantias. No caso de pessoas jurídicas. Fabricio. Os fatores para análise do caráter são a idoneidade. Condições do Negócio De acordo com o Portal Educação. Além disso. BERTOLINI. são também importantes as comprovações de rendimentos e compromissos assumidos”. Disponível on-line. Análise de crédito nos serviços. contratuais e morais.al. 7. a garantia é composta pela alienação fiduciária nos financiamentos de veículos e na apresentação do devedor solidário. de acordo com Gitman3 (2002). Capacidade de Pagamento De acordo com como Lemes Junior4. de acordo com estudo de Wazilewski e Bertolini5. assume o compromisso. os demonstrativos financeiros são de extrema utilidade para o cálculo dos índices de liquidez e do endividamento. definido como sendo o histórico do solicitante quanto ao cumprimento de suas obrigações financeiras. o Serasa e o Cadin Estadual. 2002. 5 WAZILEWSKI. Nesse Item. Rio de Janeiro: Campus. Antônio Barbosa. deve-se avaliar o momento a empresa está vivendo: queda ou ascensão. Já para a análise de pessoas físicas. nesse item. Capital Humano Abrange a análise financeira e patrimonial do tomador de recursos por meio da análise do patrimônio da empresa. No Banco do Povo Paulista.

Os analistas de crédito poderão solicitar quaisquer documentações que comprovem as informações cadastradas na solicitação de crédito. 5. 2. com firmas reconhecidas. deverá: 1. Solicitação aprovada O agente de crédito. nesse caso. Entregar e protocolar na agência do Banco do Brasil o “dossiê do cliente” (uma via do processo completo. podendo sugerir. a redução do valor do crédito. 16. b) Duas vias do Termo de Ciência da Utilização dos Recursos. 2. Concessão de crédito Após a análise da solicitação de crédito pelo CCO. dentro das normas do decreto 58. Imprimir: a) Duas vias do processo completo e autorização de financiamento do BPP e coletar assinaturas nos campos indicados. conforme página XX c) Três vias do contrato do Banco do Brasil e coletar as assinaturas nos campos indicados. das quais uma deverá ser entregue ao cliente e a última.2. O responsável do Banco do Brasil efetuará o registro das garantias. 16. encaminhar o documento do veículo assinado pelo vendedor e comprador. o agente de crédito deverá adotar as seguintes providências: 16. arquivada. Solicitação não aprovada O agente de crédito deverá contatar o cliente e informar sobre o indeferimento do pedido de financiamento. inclusive. três vias do contrato do Banco do Brasil e cópias atualizadas dos documentos dos partícipes do contrato) no prazo máximo de 2 dias úteis. os motivos do indeferimento devem ser apresentados ao cliente. incluindo cônjuges. 4. Quando houver alienação fiduciária.052/2012. Histórico financeiro no Banco do Povo Paulista. Efetuar a liberação dos recursos e imprimir os boletos. 3. assinará o contrato e devolverá duas vias para o agente de crédito. O parecer do agente de crédito.1. 3. valores e pontualidade nos pagamentos. como o número de empréstimos concedidos. para liberação do GRAVAME. uma via da autorização de financiamento. Se solicitados. se houver. 30 . e vistar as demais páginas.

17. 18. Constatação da utilização de recursos Após a liberação do crédito. o agente de crédito deverá constatar a utilização dos recursos por meio de visita ao empreendimento. Cobrança de inadimplementos A concessão de crédito não se resume apenas à liberação do financiamento ao cliente. sugere-se seguir o passo a passo abaixo proposto. 56) devidamente assinado pelo cliente. for constatado desvio na aplicação do crédito liberado ou não apresentação das notas. quando o cliente não pagar alguma das parcelas de seu financiamento. o acompanhamento e o monitoramento desses clientes e adoção de medidas para cobrança dos inadimplentes. no novo documento. Quando houver alienação fiduciária. definindo ações de cobrança e fidelizando seus clientes. o agente mantém sua carteira saudável. Diariamente. fotografando o produto financiado. o agente de crédito deverá efetuar uma visita ao empreendimento.”. disponíveis assim que realizar o login no sistema e também no relatório “Produção Carteira Ativa”. o cliente e os documentos recebidos. 31 . Esse procedimento deverá ser registrado no sistema informatizado do Banco do Povo Paulista. que deve efetuar a transferência ou pagamento ao fornecedor.gov. o agente de crédito deverá controlar o recebimento das parcelas de cada contrato de sua carteira ativa. 17. na visita. Importante lembrar. o recurso ficará disponível na agência do Banco do Brasil pelo período de 7 dias corridos da liberação. ainda.1. O financiamento será liberado integralmente na conta corrente do cliente. 6. o agente de crédito é responsável pelo gerenciamento e acompanhamento da carteira de clientes da sua unidade após a concessão do crédito. recebendo as notas fiscais ou recibos no prazo máximo de 30 dias corridos para capital de giro e 60 dias para investimento fixo. Caso haja inconsistência na liberação. caso necessário.sp. Nesses casos. Caso o tomador não apresente as notas fiscais ou recibos dentro do prazo estipulado. Envolve. será registrada a expressão “alienado fiduciariamente ao Banco do Brasil S. O setor da Controladoria instruirá o agente de crédito em como proceder em cada situação. 7. ou seja.br através do envio do Anexo IX (pág. a SERT deverá ser comunicada pelo e-mail controladoria@bancodopovo. Importante lembrar que o registro do novo documento só poderá ser realizado após o GRAVAME. Pós-crédito Dentre outras atribuições.A. retirar também o GRAVAME para transferência de documentos e entregar ao cliente. que cada ação de cobrança deve ser registrada no sistema do BPP. prevenindo perdas. Se. No caso de inadimplemento. também. Por meio deste gerenciamento.

entrar em contato por telefone com o cliente solicitando o pagamento da parcela em atraso. no SCPC. automaticamente. automaticamente. enviar também. Antes de qualquer procedimento. conforme Lei Federal N° 8078. mensagem eletrônica do e-mail oficial da unidade. que dispõe sobre a proteção do consumidor. Emitir e enviar. imediatamente. No Art. Deve ser emitido também termo de notificação para o fiador e informando a inclusão do cadastro nos órgãos creditícios. o agente deve. conforme acordado em contrato. Cada ação de cobrança deve ser registrada no sistema do BPP.1. é citado: “Na cobrança de débitos. o cliente e o devedor solidário são inseridos. 42 desta lei. diariamente. Caso não haja sucesso nessa cobrança. o agente deverá visitar o empreendimento do cliente e informar que a cobrança ao fiador será iniciada. solicitando. A partir do 5° dia em atraso. A partir do 20° dia em atraso. no entanto. Passo a passo O primeiro passo para que seja feita a cobrança das dívidas é o levantamento de relatório da carteira ativa inadimplente. entre outras providências. é preciso levar em consideração a Lei Federal N° 8078. Esse procedimento regulariza o nome do cliente. Serasa e comunicado sobre a inclusão no Cadin Estadual. oferecer a renegociação ou quitação da dívida. Importante lembrar que a cobrança de uma dívida é algo delicado. No 90° dia de vencimento. o agente de crédito deve tentar mais uma vez o contato telefônico. sócios e devedores solidários dos órgãos de proteção ao crédito. Esgotadas todas as tentativas anteriores. No 31° dia de vencimento. o pagamento da parcela em atraso. ao notar que o contrato está inadimplente. solicitando o pagamento da fatura. depois do 60° dia de atraso. de preferência. visitar mais uma vez o empreendimento do cliente para cobrá-lo. evitando arquivos anexos.” 18. o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo. É importante que o agente de crédito possua sempre esse relatório atualizado – ele pode ser extraído a qualquer momento. termo de notificação – carta de cobrança – acompanhado do boleto de cobrança e informando a inclusão do cadastro nos órgãos de defesa do consumidor. e nos termos legais. no Cadin Estadual. A partir do 10° dia em atraso. mais uma vez. para que a cobrança seja feita da melhor forma. automaticamente. ou entregar pessoalmente. o cliente e o devedor solidário são inseridos. nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça. 32 . o devedor solidário já deve ser informado da pendência no contrato e cobrado. no sistema do Banco do Povo Paulista. então é necessário que seja evitado tom jocoso ou de ameaça. No segundo passo.

apresentamos as dúvidas e questionamentos mais frequentes apresentados pelos agentes de crédito. cônjuge e parentes de primeiro grau. ou ocupar uma dessas funções. 5. 7. deverá solicitar o financiamento como 1º crédito para pessoa jurídica. Não é permitida a concessão de crédito aos que exercem cargo público eletivo. ao formalizar-se. 4. 3. não poderá solicitar crédito como pessoa jurídica até quitar a operação. Quando se tratar de segundo crédito ou posterior. O agente de crédito que se candidatar a mandato parlamentar ou executivo. deverá se desligar de suas funções de acordo com a legislação vigente. O devedor solidário que assumir o compromisso em mais de um contrato deverá apresentar obrigatoriamente a comprovação de renda necessária para assumir os compromissos. limitando-se aos limites impostos pelo programa. poderá beneficiar-se do crédito do BPP. a menos que a solicitação seja para outro empreendimento ou atividade. É proibida a concessão de mais de um financiamento para o mesmo negócio ou endereço. 2. mesmo que exerçam mais de uma atividade. 3. Uma nova solicitação de crédito só poderá ser realizada 90 dias após a assinatura do contrato anterior. Solicitações de crédito 1. O agente de crédito não poderá desenvolver outra atividade dentro do horário de expediente da unidade de crédito. Dúvidas frequentes Agentes de crédito 1. Devedor solidário 1. Cliente formal com mais de um empreendimento poderá solicitar crédito para cada atividade. em hipótese nenhuma. será necessário informar a situação no parecer. Clientes informais não podem solicitar mais de um crédito simultaneamente. gestores e prefeitos ao suporte do Banco do Povo Paulista. Cliente informal com contrato ativo. Cliente informal com contrato inativo. 19. 6. 33 . ao formalizar-se. 4. Em caso de financiamento para parente de 1º grau do agente de crédito. O agente de crédito. 5.1. 19. O valor da soma das prestações não poderá exceder 30% da renda líquida/mês. 2. a concessão do novo crédito ficará limitada a no máximo 100% acima do maior empréstimo contraído pelo tomador. Suporte Neste item.

amortizações de empréstimos concedidos. Institui o Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo e dá outras providências O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei: Artigo 1º . consignados nos orçamentos do Estado e dos Municípios participantes. 2.Fica instituído. forem feitas com instituições financeiras. do Decreto-lei Complementar nº 18. no âmbito do Programa BNDES TRABALHADOR. públicas ou privadas.O Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo será constituído pelos seguintes recursos: I . o Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo. de 30 de abril de 1997. (inciso IV alterado pela Lei nº 16.aplicações realizadas pelo BNDES. O fornecedor é de livre escolha do tomador.A. 20. visando criar alternativas de crédito popular para geração de emprego e renda. estrangeiras ou internacionais. III . Fornecedor 1. serão destinados a: 34 . de 17 de abril de 1970.Os recursos do Fundo. Artigo 2º .533.1. levando em consideração seus objetivos. e VI .dotações ou créditos específicos. Lei nº 9. nacionais. destinado a propiciar recursos para aplicação em microempreendimentos e micro e pequenas empresas. (NR) V .o produto de operações que.juros e quaisquer outros rendimentos eventuais.371. Parágrafo único . será o agente financeiro do Fundo e atuará como mandatário do Estado na contratação e cobrança dos financiamentos previstos nesta lei. nos termos do Título IV. Não é permitida a apresentação de devedor solidário por meio de procuração pública.A Nossa Caixa-Nosso Banco S. IV – aportes e doações de pessoas físicas e jurídicas. Legislação 20. sendo proibido fornecedor cônjuge ou parentes de primeiro grau. em subconta especificamente criada para essa finalidade. por sua conta. nacionais. estrangeiras ou internacionais. II . de 12 de janeiro de 2017) Artigo 3º .

mediante a constituição de Agentes de Crédito. de 28/12/2012) Artigo 4º . bem como para introduzir serviços de concessão de crédito junto às comunidades. para financiar cursos de capacitação técnico-gerencial e profissional e assistência técnica.I .concessão de empréstimos a micro e pequenas empresas. nos termos de convênios celebrados com os Municípios. Artigo 5º . III . na forma estabelecida por decreto. VI – custear o pagamento. de que trata o artigo 5º desta lei. II . na Secretaria dos Negócios da Fazenda. tendo em vista elevar a produtividade dos empreendimentos apoiados. Parágrafo único .922. municípios.Por deliberação do Conselho de Orientação do Fundo. passíveis de mobilização para esse fim. sindicatos e instituições oficiais.concessão de empréstimos a microempreendedores urbanos e rurais. na forma da lei. o Conselho de Orientação do Fundo. bem como despesas de operacionalização com os recursos provenientes dos incisos I. V .A Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho será responsável pela operacionalização e administração das medidas necessárias à implementação das ações estabelecidas nos incisos I a III do artigo 3º. contratar serviços. IV e V do artigo 2º. fazendo uso das suas dotações orçamentárias correntes e extraordinárias.O Fundo poderá conceder aos seus mutuários subvenções econômicas nos empréstimos. poderá contar com os recursos do Fundo para contratação ou convênio com órgãos não governamentais. através de incentivo ao investimento fixo associado à capacidade técnico-gerencial do empreendedor. estabelecer parcerias e adotar as iniciativas indispensáveis ao bom cumprimento dos objetivos compreendidos por tais ações. firmar convênios. o qual compete: 35 . mediante proposta devidamente fundamentada.Fica instituído. IV . inclusive aos do setor informal. para a prestação de serviços nas áreas de capacitação técnico-gerencial.prestação de assistência financeira a projetos de modernização e reorganização de micro e pequenas empresas. possibilitar o seu crescimento e estimular a formalização das Micro e Pequenas Empresas. bem como dos seus recursos institucionais e daqueles disponíveis no âmbito do Governo Estadual. de quantia voltada a estimular a eficiência na gestão dos recursos do Fundo.concessão de empréstimos a Cooperativas ou formas associativas de produção ou de trabalho. Parágrafo único .prestação de assistência financeira aos projetos de capacitação profissionais e ao treinamento técnico-gerencial dos empreendedores. a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. de forma a minimizar o risco do negócio. de acordo com os limites fixados pelo seu Conselho de Orientação. para tanto. aos servidores designados pelos Municípios para atuarem como agentes de crédito. podendo. (NR) (inciso VI acrescentado pela Lei nº 14.

fixar prazos de amortização e carência. por meio de balancetes.elaborar o seu Regimento Interno.As operações de assistência financeira e ou empréstimos capitulados pelos incisos I a III do artigo 3º. III . e V .1 (um) representante da Secretaria de Economia e Planejamento. cabendo a gestão das subcontas referentes aos incisos I a III a um Comitê de Crédito presidido pelo Secretário do Emprego e Relações do Trabalho e integrado por um representante da Nossa Caixa-Nosso Banco e pelo Presidente da Comissão Estadual de Emprego. cada uma delas pelas finalidades designadas pelos incisos I a IV do artigo 3º.O Conselho de Orientação. as contas referentes ao Fundo. será integrado pelos seguintes membros: I . III .I . composta obrigatoriamente pela contrapartida do Estado e Municípios. IV . tendo por objeto recursos ao Fundo.1 (um) representante da Nossa Caixa-Nosso Banco.1 (um) representante do SEBRAE/SP. bem como os encargos dos mutuários e multas por eventual inadimplemento contratual. mensalmente.Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias. por um representante da Comissão Municipal de Emprego. a ser operacionalizada e administrada nos termos do Artigo 4º.manifestar-se previamente sobre ajustes a serem celebrados com terceiros.estabelecer critérios e fixar limites globais e individuais para a concessão de financiamentos e subvenções.Para atender às despesas decorrentes desta lei. nominadas. Artigo 7º . presidido pelo Secretário dos Negócios da Fazenda. integrado por um representante da Prefeitura Municipal. Artigo 6º . serão geridos por um Comitê de Crédito.Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo.examinar e aprovar. por um representante da Nossa Caixa-Nosso Banco. avaliando resultados e propondo medidas. tendo como vice-presidente o Secretário do Emprego e Relações do Trabalho.Para a implementação do Programa BNDES TRABALHADOR. IV . e serão objeto de homologação pelo Comitê de Crédito Estadual de que trata o inciso II deste artigo. II . V . II . e por um representante da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. § 1º . fica o Poder Executivo autorizado a 36 . quando realizados através de fundos municipais com a participação de recursos provenientes do Fundo instituído por esta lei. e VI .criar subcontas para gerência.o Presidente da Comissão Estadual de Emprego. observadas as disponibilidades do Fundo. às aplicações do BNDES previstas no inciso III do artigo 2º. § 2º . dos respectivos recursos.1 (um) representante do SIMPI . observados os critérios fixados no aludido Programa. caberá ao Conselho de Orientação do Fundo criar subconta específica.

por sua conta. que instituiu o Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo e dá providências correlatas. nos termos de Convênio a ser celebrado entre o BNDES e a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. de 30 de abril de 1997. no uso de suas atribuições legais. nacionais. de 03 de julho de 1998 Regulamenta a Lei nº 9. V . sujeitando-se à observância das disposições da Lei nº 9. Decreto nº 43.amortizações de empréstimos concedidos. das normas deste decreto e das deliberações do Conselho de Orientação do FUNDO.Os créditos de que trata este artigo serão cobertos nos termos do § 1º do artigo 43 da Lei Federal nº 4. 37 .533.2.Constituem recursos do FUNDO: I . Governador do Estado de São Paulo.533.o produto de operações que.aplicações realizadas pelo BNDES no âmbito do Programa BNDES TRABALHADOR.dotações ou créditos específicos consignados nos orçamentos do Estado e dos Municípios participantes. públicas ou privadas. MÁRIO COVAS. Parágrafo único . em subconta especificamente criada para essa finalidade. estrangeiras ou internacionais.000. Artigo 8º .doações de pessoas físicas e jurídicas. III . estrangeiras ou internacionais. como alternativa de crédito popular para geração de emprego e renda. II .000. de 17 de março de 1964. em micro e pequenas empresas.00 (cinco milhões de reais) com a inclusão das devidas classificações orçamentárias. VI .abrir na Secretaria da Fazenda créditos especiais até o limite de R$ 5.Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação. de 30 de abril de 1997. Decreta: Artigo 1º .juros e quaisquer outros rendimentos eventuais. IV .320.FUNDO tem por finalidade financiar e investir em microempreendimentos. Artigo 2º . forem feitas com instituições financeiras nacionais. cooperativas ou formas associativas de produção ou de trabalho.283. Palácio dos Bandeirantes.O Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo . aos 30 de abril de 1997 MÁRIO COVAS Governador do Estado de São Paulo 20.

Artigo 3º . II . prestada pela Nossa Caixa .Os recursos do FUNDO serão destinados a: I .concessão de empréstimos a micro e pequenas empresas.Nosso Banco S. Parágrafo único . de 30 de abril de 1997.prestação de assistência financeira a projetos de modernização e reorganização de micro e pequenas empresas. IV e V do artigo 2º da Lei nº 9.pela remuneração e demais despesas decorrentes da administração do FUNDO.533. tendo em vista elevar a produtividade dos empreendimentos apoiados.A Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho.pela complementação da rentabilidade se exigida pelos participantes do FUNDO. para gerência dos respectivos recursos. através de incentivo ao investimento fixo associado à capacidade técnico-gerencial do empreendedor. Artigo 4º ..Serão criadas subcontas para cada participante do FUNDO junto ao agente financeiro. após prévia manifestação do Conselho de Orientação do FUNDO. ou seja. através dos recursos existentes em sua (s) subconta (s).prestação de assistência financeira aos projetos de capacitação profissional e ao treinamento técnico gerencial dos empreendedores. de acordo com os limites fixados pelo Conselho de Orientação do FUNDO.O FUNDO poderá. inclusive aquelas oriundas da cobrança nos casos de inadimplemento.A. integral e exclusivamente: I . inclusive aos do setor informal. firmará Convênio com a Nossa Caixa . na administração dos recursos do FUNDO. com os recursos provenientes dos incisos I.concessão de empréstimos a cooperativas ou formas associativas de produção ou de trabalho. estabelecendo a forma. Artigo 5º .O FUNDO.Nosso Banco S. pelas perdas decorrentes do inadimplemento dos mutuários.Nosso Banco S.A Nossa Caixa .pelo risco de crédito. abrangência e as demais condições necessárias à administração dos recursos do FUNDO. IV .Parágrafo único . para financiar cursos de capacitação técnico-gerencial e profissional e de assistência técnica.A. Parágrafo único . ou mediante novas dotações orçamentárias. possibilitar seu crescimento e estimular a formalização das micro e pequenas empresas. III . conceder aos seus mutuários subvenções econômicas nos empréstimos. V . é responsável.. 38 . II . III . ainda. de forma a minimizar o risco do negócio.concessão de empréstimos a microempreendedores urbanos e rurais. no que se refere aos financiamentos amparados com recursos do FUNDO. vinculado à Secretaria da Fazenda. será o agente financeiro do FUNDO e atuará como mandatária do Governo do Estado de São Paulo.A.

IV - pelo resgate, por parte dos participantes, de recursos já incorporados ao FUNDO,
respeitados os acordos formalizados entre as partes;

V - pelas demais despesas e encargos decorrentes da operacionalização do Programa instituído
nos termos da Lei nº 9.533, de 30 de abril de 1997.

Artigo 6º - O Conselho de Orientação do FUNDO, instituído na Secretaria da Fazenda, é
composto dos seguintes membros:

I - o Secretário da Fazenda, que será seu Presidente;

II - o Secretário do Emprego e Relações do Trabalho, que será seu Vice-Presidente;

III - um representante da Secretaria de Economia e Planejamento, indicado pelo Titular da
Pasta;

IV - um representante da Nossa Caixa - Nosso Banco S.A., indicado pelo seu Diretor-Presidente;

V - o Presidente da Comissão Estadual de Emprego;

VI - um representante do SEBRAE - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São
Paulo, indicado pelo seu Diretor-Presidente;

VII - um representante do SIMPI - Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias de São Paulo,
indicado pelo seu Presidente.

§ 1º - Os membros referidos nos incisos III a VII deste artigo serão designados pelo Governador
do Estado.

§ 2º - O Presidente do Conselho de Orientação do FUNDO será substituído, em seus
impedimentos, pelo Vice-Presidente.

§ 3º - Os demais membros do Conselho de Orientação do FUNDO serão substituídos em seus
impedimentos, pelos respectivos suplentes indicados concomitantemente com os titulares.

§ 4º - Os integrantes do Conselho de Orientação do FUNDO terão mandato de 2 (dois) anos,
permitida uma recondução.

§ 5º - As funções de membro do Conselho de Orientação do FUNDO não serão remuneradas,
sendo consideradas de relevante interesse público.

Artigo 7º - Compete ao Conselho de Orientação do FUNDO:

I - estabelecer critérios e fixar limites globais e individuais para a concessão dos
financiamentos e subvenções, observadas as disponibilidades do FUNDO;

II - fixar prazos de amortização e de carência, bem como os encargos dos mutuários;

III - fixar critérios para aplicação de multas por eventual inadimplemento contratual, bem
como quanto à adoção de medidas judiciais para cobrança de créditos inadimplidos;

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IV - criar subcontas para gerência dos respectivos recursos, nominadas, cada uma delas, pelas
finalidades designadas pelos incisos I a IV do artigo 3º da Lei nº 9.533, de 30 de abril de 1997,
cabendo a gestão das subcontas referentes aos incisos I a III do mencionado dispositivo a um
Comitê de Crédito, presidido pelo Secretário do Emprego e Relações do Trabalho e integrado
por um representante da Nossa Caixa - Nosso Banco S.A. e pelo Presidente da Comissão
Estadual de Emprego;

V - criar subconta específica para implementação do Programa BNDES TRABALHADOR, a ser
operacionalizada e administrada nos termos do artigo 4º da Lei nº 9.533, de 30 de abril de
1997, composta obrigatoriamente pela contrapartida do Estado e Municípios às aplicações do
BNDES, previstas no inciso III do artigo 2º da referida Lei, observados os critérios fixados no
aludido Programa;

VI - deliberar, mediante proposta devidamente fundamentada da Secretaria do Emprego e
Relações do Trabalho, sobre a utilização de recursos do FUNDO para a celebração de contratos
ou convênios com órgãos não-governamentais, municípios, sindicatos e instituições oficiais,
para a prestação de serviços na área da capacitação técnico-gerencial, bem como para
introduzir serviços de concessão de crédito junto às comunidades, mediante a constituição de
agentes de crédito;

VII - manifestar-se previamente sobre ajustes a serem celebrados com terceiros, para
prestação de serviços de apoio ao desenvolvimento do FUNDO, tendo por objeto recursos ao
mesmo;

VIII - editar normas específicas destinadas a reger a constituição e instalação dos Comitês de
Créditos Municipais de que trata o § 2º do artigo 5º da Lei nº 9.533, de 30 de abril de 1997,
mormente no tocante ao mandato de seus integrantes, atribuições do Comitê e normas de
funcionamento;

IX - fixar critérios de adesão e exigências de contrapartidas que deverão reger o
estabelecimento de vínculos e/ou parcerias com municípios, organizações governamentais e
não governamentais;

X - fixar normas de recrutamento, seleção e treinamento de Agentes de Crédito que,
integrantes dos quadros das administrações municipais ou das instituições não
governamentais compreendidas nos programas patrocinados pelo FUNDO, responderão pelo
desenvolvimento das ações decorrentes da realização dos objetivos apontados nos incisos I a
III do artigo 3º da Lei nº 9.533, de 30 de abril de 1997;

XI - examinar e aprovar, mensalmente, as contas referentes ao FUNDO, por meio de
balancetes, avaliando resultados e propondo medidas;

XII - elaborar e aprovar seu Regimento Interno.

Artigo 8º - O Conselho de Orientação do FUNDO contará com uma Secretaria Executiva,
dirigida por um Secretário Executivo.

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§ 1º - O Secretário Executivo será designado pelo Secretário da Fazenda, escolhido dentre
servidores da administração direta ou indireta do Estado.

§ 2º - Compete à Secretaria Executiva prestar o necessário suporte técnico-administrativo ao
Conselho de Orientação do FUNDO.

§ 3º - O Secretário Executivo participará das reuniões do Conselho de Orientação do FUNDO,
sem direito a voto.

Artigo 9º - O Conselho de Orientação do FUNDO contará com um Comitê de Crédito Estadual,
nos termos do artigo 5º, inciso II da Lei nº 9.533, de 30 de abril de 1997, presidido pelo
Secretário do Emprego e Relações do Trabalho, integrado pelo representante da Nossa Caixa -
Nosso Banco S.A. e pelo Presidente da Comissão Estadual de Emprego, com as seguintes
atribuições:

I - propor ao Conselho de Orientação do FUNDO parâmetros e critérios para a determinação
de limites para a concessão de financiamentos e subvenções, bem como prazos, taxas e
condições correspondentes;

II - apresentar proposta devidamente fundamentada ao Conselho de Orientação do FUNDO, no
sentido de estabelecer, no âmbito da programação dos recursos destinados às aplicações
previstas nos incisos I a III do artigo 3º da Lei nº 9.533, de 30 de abril de 1997, a definição das
normas a serem praticadas, bem como dos montantes que estarão previamente reservados à
concessão de crédito para capital de giro;

III - analisar e encaminhar a prestação de contas para o Conselho de Orientação do FUNDO;

IV - contemplar as demandas individuais, de cooperativas ou originárias de outras formas
associativas de produção ou trabalho, com o fornecimento de assistência financeira através da
concessão de capital de giro, sempre que esta modalidade de crédito representar a forma mais
adequada de estímulo ao desenvolvimento do empreendimento a ser apoiado;

V - homologar a instalação do Comitê de Crédito Municipal.

Parágrafo único - As operações de assistência financeira e/ou empréstimos previstos nos
incisos I a III do artigo 3º da Lei nº 9.533, de 30 de abril de 1997, quando realizadas através de
fundos municipais, com participação de recursos do FUNDO, serão geridas por Comitê (s) de
Crédito Municipal (is), integrado por um representante da Prefeitura, por um representante da
Nossa Caixa - Nosso Banco S.A., por um representante da Comissão Municipal de Emprego e
por um representante da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho.

Artigo 10 - A Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho será responsável pela
operacionalização e administração das medidas necessárias à implementação das ações
estabelecidas nos incisos I a III do artigo 3º da Lei nº 9.533, de 30 de abril de 1997, podendo:

I - firmar convênios, contratar serviços, estabelecer parcerias com órgãos não governamentais,
municípios, sindicatos e instituições oficiais;

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Artigo 2º .Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. de 30 de abril de 1997. Considerando as disposições da Lei Estadual nº 9. de 30 de abril de 1997. Artigo 12 . § 1º . reportar-se-á diretamente ao Titular da Pasta. 3 de julho de 1998 MÁRIO COVAS Governador do Estado de São Paulo 20. Palácio dos Bandeirantes.A Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho contará com um Grupo Executivo de Crédito para implementar as ações previstas no artigo 4º da Lei nº 9. proporcionando assim um estímulo à eficiência dos agentes. legalmente afastados. 42 . de 28 de dezembro de 2012.O Bônus por Participação nos Resultados – BPR. Artigo 11 . de 12 de abril de 2013 Dispõe sobre a definição de metas e dos indicadores globais.922. de 28 de dezembro de 2012. de que trata a Lei Estadual nº 14.922. § 2º . no uso de suas atribuições legais. O Conselho de Orientação do Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo. para fins de pagamento de Bônus por Participação nos Resultados . em benefício do próprio programa de microcrédito. instituído pela Lei Estadual nº 14. que instituiu o Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo.II . de 28 de dezembro de 2012. Resolução COF nº 01.contar com recursos do FUNDO para a prestação de serviços nas áreas de capacitação técnico-gerencial e de serviços de concessão de créditos.O Grupo Executivo de Crédito será integrado por servidores da administração direta ou indireta do Estado.O Bônus por Participação nos Resultados – BPR. além de um maior controle das atividades dos agentes de crédito. nos termos dos convênios celebrados entre a Secretaria de Estado do Emprego e Relações do Trabalho e os municípios participantes do programa Banco do Povo Paulista. estabelece que: Artigo 1º . será devido individualmente aos servidores designados pelos municípios para atuarem como agentes de crédito.BPR. que autoriza o Poder Executivo a instituir o Bônus por Participação nos Resultados – BPR. tem por finalidade a implementação de um sistema de gestão eficiente da carteira de crédito do Banco do Povo Paulista.533.O dirigente do Grupo Executivo de Crédito. escolhido dentre seus membros e designado pelo Secretário do Emprego e Relações do Trabalho. Considerando as disposições da Lei Estadual nº 14. seus critérios de apuração e avaliação.922.3.533.

tendo como origem contratos 5 Variável inadimplentes. 5. 1.001 a 50. Variável Artigo 5º .000 habitantes 12 6 De 100.000 habitantes 10 5 De 50.A produção de cada unidade do Banco do Povo Paulista será estabelecida a partir do número de agentes de crédito disponibilizados pelos municípios. multiplicando-se o resultado final pelo valor equivalente a 1(uma) UFESP.000 habitantes 6 3 De 15.5 Variável inadimplentes com atraso entre 90 e 179 dias. 43 . Número de operações recuperadas/mês. Número de operações recuperadas/mês.001 a 30.000 habitantes 8 4 De 30. conforme quadro abaixo: Tabela 1: Produção por faixa populacional – meta individual Grupo População do município Meta mensal 1 Até 7. com atraso entre 180 e 364 dias. Número de refinanciamentos realizados/ mês.5 Variável 3. Número de novas operações realizadas/mês.5 Variável 4. com -1 Variável atraso entre 31 e 365 dias. com base no cumprimento das metas estabelecidas no item anterior e na efetiva consecução dos indicadores globais constantes na Tabela abaixo: Tabela 2: Indicadores globais Pontuação Referência por contrato Forma Cálculo produzido 1.001 a 300.500 habitantes 4 2 De 7. 7. tendo como origem contratos 2. .501 a 15.000 habitantes 14 7 Acima de 300.001 a 100. Número de operações recuperadas/mês. Cumprimento da meta mensal.O valor do bônus a ser concedido será obtido mediante a soma algébrica dos resultados efetivamente apurados a cada mês. com atraso acima de 365 dias. tendo como origem contratos 4 Variável inadimplentes.000 habitantes 16 Artigo 4º . 5 Fixo 2. subdivididos de acordo com a faixa populacional. Resultado Final/mês. 2.O cálculo do bônus será efetuado mensalmente. 6. Número de operações inadimplentes constantes na carteira ativa de responsabilidade do agente de crédito no último dia útil de cada mês.Artigo 3º .

a Secretaria de Estado do Emprego e Relações do Trabalho e os municípios participantes do Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo deverão celebrar Termo de Aditamento aos convênios existentes.922 de 28 de dezembro de 2012.Os municípios participantes do Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo deverão apresentar comprovação da efetivação da transferência dos recursos aos servidores designados para atuarem como agentes de crédito. fica limitado ao equivalente a 2% (dois por cento) dos recursos do Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo. Artigo 11º . Artigo 8º .Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo deverão celebrar convênio de acordo com as disposições previstas na minuta constante no Anexo II. Artigo 10º .O Bônus por Participação nos Resultados – BPR passa a vigorar a partir do dia 01 de junho de 2013. Artigo 9º . de que trata a Lei nº 14. de 28 de dezembro de 2012. Artigo 12º . no prazo de 30(trinta) dias a partir da data da efetiva transferência dos recursos realizadas pelo Fundo na conta indicada pelo município. 44 .O pagamento será realizado trimestralmente por meio de transferência de recursos financeiros aos municípios participantes. cabendo a estes a efetivação do pagamento aos agentes de crédito.Para fins de transferência dos recursos financeiros de que trata a Lei Estadual nº 14. conforme minuta constante no Anexo I.922.Artigo 6º . com base na apuração dos resultados individuais apurados. Artigo 7º .A Secretaria de Estado do Emprego e Relações do Trabalho e os municípios interessados na implantação e operacionalização de novas unidades do Banco do Povo Paulista .O desembolso anual com o pagamento do bônus de que trata a Lei Estadual nº 14.A Secretaria de Estado do Emprego e Relações do Trabalho fica responsável pela adoção das medidas necessárias para implementação e operacionalização do Bônus por Participação por Resultados – BPR.922 de 28 de dezembro de 2012.

(município). o número da demanda por microcrédito produtivo no município corresponde a (quantidade de empreendedores) e estimamos atender (quantidade estimada de atendimento) empreendedores por ano.Anexo I – Minuta do ofício da prefeitura à SERT Enviar apenas uma via em papel timbrado. 170 – Intermediário – Centro 01014-000 . Aproveito a oportunidade para externar meus votos de alta estima e distinta consideração. encaminho o Plano de Trabalho elaborado para orientação das ações. por meio de sua Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. visando à instalação de unidade do Banco do Povo Paulista. Esclareço que a população de (município) é de (quantidade) habitantes e necessita de um programa como o Banco do Povo Paulista a fim de fomentar seus microempreendimentos e incrementar a renda do município. Conforme estudos realizados. __________________________________________ (nome do prefeito ou prefeita) Prefeito(a) Municipal de (município) Excelentíssimo Senhor XXXXXXXXXXXXXXX Secretário de Estado do Emprego e Relações do Trabalho Rua Boa Vista. Tenho a honra de cumprimentar Vossa Excelência para solicitar a celebração de convênio entre este município de (município) e o governo do Estado de São Paulo. Para tanto.São Paulo – SP 45 . o que justifica o pleito em questão. (dia) de (mês) de (ano) Ofício n° XXX/XX Senhor Secretário.

rotativamente. IV . Tais recursos. mais as parcelas dos rendimentos dos empréstimos realizados. II . através dos pagamentos das parcelas dos empréstimos concedidos. na medida da demanda das aprovações dos créditos efetuadas pela unidade local de crédito. também passarão a fazer parte do mesmo Fundo. destacando o desempenho do microempreendedorismo na região. de acordo com o estabelecido na Lei nº 9. e com as diretrizes do Conselho de Orientação do Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo. e serão utilizados nos financiamentos dos empreendedores. por sua vez. atividades desenvolvidas e perfil do Município.Anexo II – Minuta do plano de trabalho Enviar apenas uma via em papel timbrado. ficando sucessivamente à disposição da unidade local de crédito.CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES As considerações preliminares deverão expor os motivos pelos quais a Prefeitura considera importante e necessária a instalação de uma unidade do Banco do Povo Paulista e também as informações essenciais quanto ao município interessado. de 03 de julho de 1998. PLANO DE TRABALHO I . de 30 de abril de 1997.OBJETO O presente PLANO DE TRABALHO tem por objeto a instalação da unidade do BANCO DO POVO PAULISTA no município de (município). para novos financiamentos.PLANO DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS Os recursos financeiros destinados à composição do Fundo de Investimentos ficarão depositados na agência local do agente financeiro do município.533. 46 . aplicados a juros de mercado. como a população. os quais. retornarão ao Fundo de Investimentos mencionado. no Decreto nº 43. Deverá ser exposto o quadro atual da economia do município. a estimativa de valores a serem concedidos e o impacto na economia local que se espera.283. renda per capita. Dentre as metas visadas deverá conter o público que será beneficiado. economia.METAS A SEREM ATINGIDAS As metas deverão ser apresentadas com a previsão de demanda a ser atingida bem como todos os benefícios que contemplarão a região. III .

(dia) de (mês) de (ano) __________________________________________ (nome do prefeito ou prefeita) Prefeito(a) Municipal de (município) 47 .V . dentro dos limites estabelecidos pelo Conselho de Orientação do Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo e pela respectiva Lei Municipal. de comum acordo com essa Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho. atendendo todas as exigências estipuladas que visam tão somente à fiel execução do Programa e a realização de suas metas.CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO Caso haja necessidade de suplementação de recursos financeiros inicialmente empregados junto ao Fundo de Investimentos. a fim de instalar uma Unidade do Banco do Povo Paulista no Município. através da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. será cumprido na sua integralidade. poderá ser feita através de parcelamento. VI – CUMPRIMENTO DO CONVÊNIO O convênio celebrado entre esta Prefeitura Municipal e o Governo do Estado de São Paulo. (município).

Anexo III – CRMC Certificado de Regularidade do Município para celebrar Convênios. conforme modelo: 48 .

... a ser disponibilizado nos prazos estabelecidos de comum acordo com a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. Autoriza o Executivo Municipal a celebrar convênio com o Governo do Estado de São Paulo. parágrafo 1º. (dia) de (mês) de (ano) 49 . devendo ser enviada a página inteira para a SERT/BPP. de 17 de março de 1964.. instalados no Município.Anexo IV – Minuta do projeto de lei municipal Esta lei.Serão deslocados os recursos previstos no elemento XXXXXX para fazer face às despesas citadas no artigo anterior...533. Prefeitura Municipal de (município). destinado à concessão de créditos a micro empreendimentos do setor formal ou informal instalados no Município. ARTIGO 2º .. de 03 de julho de 1998. Projeto de Lei Nº . a ser coberto com recursos previstos no artigo 43..283. nos termos do estabelecido na Lei nº 9. depois de aprovada.. deverá ser publicada em um jornal local ou regional. aqui atuando como órgão gestor do Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo. fica autorizada a abertura na Contabilidade Municipal. inciso III. ARTIGO 3º ... ARTIGO 4º . regulamentando a participação do Município no Programa do BANCO DO POVO PAULISTA. destinado à concessão de créditos a microempreendimentos do setor formal ou informal.Para fazer face às despesas desta Lei. preencher também o valor por extenso).....SERT.. através de sua Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho . e no Decreto nº 43. de 30 de abril de 1997. da Lei Federal nº 4320.Fica o Executivo Municipal autorizado a celebrar convênio com o Governo do Estado. ARTIGO 1º .. de um crédito adicional especial de R$ XXXXXX (ver valor abaixo..Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação..

501 a 15.001 a 300.000. o Fundo de Investimentos de Crédito Produtivo Popular de São Paulo. através da sua Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. mediante a assinatura de convênio com o Governo do Estado.00 R$ 30.00 R$ 900.000. portanto.000. a participação de no mínimo R$ (ver valor acima.000.00 R$ 15.000.COF.00 15.00 R$ 40. bem como para a economia do Município como um todo.00 50.00 R$ 90. a importância deste Programa na manutenção e ampliação dos empreendimentos do Município. devendo ser efetuados tantos aportes quantos forem necessários: Composição do Fundo Limite inicial para o Número de habitantes Prefeitura Municipal Governo de São Paulo Fundo Municipal 10% 90% Até 7.000.000 R$ 500.500 R$ 100.000.000. em especial àqueles empreendedores de baixa renda que não têm acesso ao sistema financeiro estabelecido. para a Prefeitura Municipal.000 R$ 300.00 R$ 270.00 R$ 135. e seus reflexos na geração de emprego e renda.000.000.000.001 a 100.001 a 50. preencher também o valor por extenso). do total dos recursos do Fundo de Investimentos a ser aplicado no Município.000. Há de se considerar.000 R$ 400.00 R$ 100. de no mínimo 10% (dez por cento).00 Acima de 300. de 30 de abril de 1997.Limites para composição do Fundo Municipal Os limites para composição inicial do Fundo Municipal foram estabelecidos pelo Conselho de Orientação do BPP levando-se em conta o número de habitantes do município. foi estruturado o Programa denominado BANCO DO POVO PAULISTA. a quantia de R$ (ver valor acima.000 R$ 200. de 03 de julho de 1998.00 Justificativas do projeto de Lei Com a promulgação da Lei nº 9. conforme tabela abaixo.00 R$ 360.000.000. cabendo à Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho a implementação e a operacionalização das medidas destinadas a esse objetivo. destinado à concessão de créditos a microempreendimentos do setor formal ou informal. Tal convênio estabelece a participação financeira da Prefeitura Municipal. preencher também o valor por extenso).000 R$ 1.00 7.001 a 30.000. foi instituído pelo Governo do Estado de São Paulo. a ser implantado em parceria com os Municípios que aderirem ao Programa. cabendo.533.00 R$ 20.000. Em consequência.283. ainda.00 R$ 180. para as aplicações no Município.000 R$ 150.000.000. Foi estabelecido pelo Conselho de Orientação do Fundo de Investimentos .000.000.00 100.00 R$ 50.00 R$ 10.00 30. regulamentada pelo Decreto nº 43.000.000. 50 .00 R$ 450.

Finalmente. cada real investido pela municipalidade. fazendo com que os investimentos realizados pela Prefeitura Municipal revertam multiplicados por dez em benefício dos seus cidadãos. acarretará no investimento de outros nove reais por parte do Governo do Estado de São Paulo. cabe salientar que. 51 .

(dia) de (mês) de (ano). OU Encerrou-se nesta data o presente volume de Atas das reuniões do Comitê de Crédito Municipal de (município). (município).Anexo V – Termo de abertura ou encerramento de Ata Ata de reunião do Comitê de Crédito Municipal do Banco do Povo Paulista de (município) Termo de abertura/encerramento de Ata Este livro de nº XXX destina-se ao registro das Atas das reuniões do Comitê de Crédito Municipal de (município) com folhas numeradas de XXX a XXX. _____________________________ (nome do agente de crédito) Agente de Crédito 52 .

é lavrada e aprovada a presente ata que é assinada pelos presentes. Ratificar os processos realizados no período xx/xx/xxxx a xx/xx/xxxx. 3.Anexo VI – Modelo de Ata Ata número: 000 Ata de reunião do Comitê de Crédito Municipal do Banco do Povo Paulista de (município) Aos (ex: quinze) dias do mês de (mês) do ano dois mil e (nove). Outros assuntos. Apresentar os resultados e a situação da carteira ativa. reuniram-se os membros abaixo assinados para tratar dos seguintes assuntos: 1. dos seguintes clientes: Nome CPF/CNPJ Atividade do cliente Valor 2. na sala de reuniões do Banco do Povo Paulista. _______________________ Banco do Brasil S/A ______________________ SERT ______________________ Prefeitura Municipal ______________________ Com-Emprego _______________________ Agente de Crédito 53 . Nada mais a ser tratado. em conformidade com o regulamento da unidade de crédito municipal e do Comitê de Crédito Municipal. na (endereço) na cidade de (município).

(dia) de (mês) de (ano) Declaro. município. informando bairro. ____________________________ (nome do declarante) 54 . reside à (endereço completo.Anexo VII – Modelo de declaração de residência Declaração de residência (município).). que (nome do declarante). CPF (número do CPF). para os devidos fins. Estado e CEP. desde XXXXXXX.

ano de fabricação. (marca.) Total Prazo de entrega: Prazo de garantia: Validade da proposta: Forma de pagamento: à vista Por ser verdade. _______________________________. _______________________ Assinatura e carimbo com CNPJ Válido para e-commerce. modelo. afirmo o presente. Preço unitário Preço total voltagem etc.Anexo VIII – Modelo de orçamento Modelo de Orçamento Fornecedor/Razão Social: CNPJ: IE: Endereço: Nº Bairro: Cidade: CEP: Telefone: Orçamento Nome do Comprador: CPF: RG: Endereço: Nº Bairro: Cidade: CEP: Telefone: Descrição do bem Qtd. sem assinatura do fornecedor. 55 . ____ de ________________ de 20___.

com as respectivas notas fiscais. Data Assinatura do cliente 56 . ou outras medidas que se fizerem necessárias. Estou ciente que em caso de não cumprimento da orientação acima. ou seja. o Banco do Povo Paulista poderá solicitar a liquidação antecipada do contrato.Anexo IX – Termo de ciência da utilização dos recursos Termo de ciência da utilização dos recursos Unidade BPP Agente de crédito Nome cliente CPF/CNPJ Nº contrato BB Valor Contrato Comprometo-me a apresentar a comprovação da utilização do recurso conforme orçamento apresentado. o pagamento integral do valor do financiamento.

Caso o contrato em questão tenha sido regularizado. Solicitamos. solicitamos desconsiderar este aviso. em caráter de urgência. dessa forma. Informamos que a não regularização do referido contrato ensejará na adoção das providências legais cabíveis.Anexo X – Cartas de cobrança Cliente TERMO DE NOTIFICAÇÃO Prezado(a) (nome) Servimo-nos do presente para NOTIFICAR Vossa Senhoria que consta em nossos registros pendência relativa à operação de crédito nº (número). na unidade local do Banco do Povo Paulista. o seu comparecimento. Atenciosamente. realizada em XX/XX/XXXX. número e bairro) (Cidade. Estado e CEP) Telefones: (00) 0000-0000 | (00) 0000-0000 57 . NOME DO AGENTE Banco do Povo Paulista de (município) Endereço: (rua.

Estado e CEP) Telefones: (00) 0000-0000 | (00) 0000-0000 58 . o seu comparecimento. em caráter de urgência. NOME DO AGENTE Banco do Povo Paulista de (município) Endereço: (rua. na qual você figura como fiador(a). na unidade local do Banco do Povo Paulista.Devedor Solidário TERMO DE NOTIFICAÇÃO Prezado(a) (nome) Servimo-nos do presente para NOTIFICAR Vossa Senhoria que consta em nossos registros pendência relativa à operação de crédito nº (número). solicitamos desconsiderar este aviso. dessa forma. Atenciosamente. número e bairro) (Cidade. Solicitamos. realizada em XX/XX/XXXX. Informamos que a não regularização do referido contrato ensejará na adoção das providências legais cabíveis. Caso o contrato em questão tenha sido regularizado.

como a troca de titularidade. parcelas Dias em atraso Proposta do cliente Neste campo. Solicitação de renegociação Unidade Agente de crédito Dados do cliente Nome do cliente CPF ou CNPJ CPF Nome do fiador/ CPF devedor solidário CPF Dados do contrato Nº Contrato BB Valor do contrato Saldo devedor Parcelas em atraso Qtd. obrigatoriamente. de forma eletrônica.Solicitação de renegociação O formulário abaixo deverá ser preenchido. deve ser inserida a proposta do cliente ou quaisquer alterações que venham a ser feitas no contrato. Parecer do Agente de Crédito Data Cliente Agente de crédito 59 .Anexo XI.

Moderna. IV – Classificação e separação silábica. BECHARA. 3. SP: Companhia Editora Nacional. VISSOTO & LAUREANO. H. IV – Média aritmética. Marcelo. José & LELLIS. Douglas. III – Acentuação gráfica. ANDRÉ. 2. 4. VI – Classes das palavras: identificação e flexão (gênero e número). Ed. Gramática . 2001. Evanildo. II – Significação das palavras. JAKUBOVIC. V – Pontuação. Matemática na Medida Certa. Aurélio B. sinônimos e antônimos. Hildebrando A. Moderna Gramática Portuguesa. III – Equações do 1º grau e problemas. de.Anexo XII .Conteúdo programático Para a prova de seleção. FERREIRA. Matemática I – Regra de três simples. Ed. Ed.Português Fundamental. 60 . Bibliografia: 1. Scipione. Gramática Ilustrada. podem ser exigidos os seguintes conteúdos: Língua Portuguesa I – Compreensão de texto. TUFANO. Bibliografia: 1. II – Porcentagem e juros Simples. BONGIOVANNI. Ática. Matemática e Vida (de 5ª a 8ª séries). Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Nova Fronteira. 2.Moderna.

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