Universidade de Pernambuco - UPE

Escola Politécnica de Pernambuco

Curso de Pós-Graduação em
Gestão da Manutenção - GEMAN

MODELO DE DECISÃO PARA AQUISIÇÃO DE UM
SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA O
GERENCIAMENTO DA MANUTENÇÃO (SIGEMAN): O
CASO USINA PUMATY

Monografia apresentada para obtenção do título de especialista em Gestão da Manutenção,
no Curso de Pós-Graduação Lato-Sensu em Gestão da Manutenção - GEMAN, sob
orientação do Professor Luis Cordeiro de Barros Filho – M.Sc.

Monografia

Marcos Antônio de Araújo Bastos

Recife - Pernambuco
2004

Marcos Antônio de Araújo Bastos

MODELO DE DECISÃO PARA AQUISIÇÃO DE UM SISTEMA DE
INFORMAÇÃO PARA O GERENCIAMENTO DA MANUTENÇÃO
(SIGEMAN): O CASO USINA PUMATY

Monografia apresentada como parte dos requisitos necessários à
obtenção do Título de Especialista em Gestão da Manutenção
no Curso de Pós-Graduação de Gestão da Manutenção –
GEMAN da Escola Politécnica de Pernambuco - Universidade
de Pernambuco - UPE.

Orientador

M. Sc. Luis Cordeiro de Barros Filho

RECIFE - PERNAMBUCO
2004

MODELO DE DECISÃO PARA AQUISIÇÃO DE UM
SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA O
GERENCIAMENTO DA MANUTENÇÃO (SIGEMAN): O
CASO USINA PUMATY
Esta monografia foi julgada e aprovada para a obtenção do Título de
Especialista em Gestão da Manutenção, no Curso de Pós-Graduação em Gestão
da Manutenção – GEMAN da Escola Politécnica da Universidade de
Pernambuco - UPE.

Recife, 6 de Julho de 2004

Prof. Luís Cordeiro de Barros Filho, M. Sc.
Coordenador do Curso

Banca Examinadora:

____________________________________
Prof. Luís Cordeiro de Barros Filho, M. Sc.
Orientador

____________________________________
Prof. Alcides Codeiceira Neto, Ph. D.

____________________________________
Prof. Domingos Vanderlei Filho, M. Sc.

____________________________________
Prof. Fernando Antônio Rijo Rossiter, Esp.

Arthemizia. À minha mulher. pois sem eles nada seria. Alair. Maria do Carmo. Artur.Aos meus pais. “in memoriam” e minha tia-avó. com amor. “in memoriam” que sempre torceram por mim. minha fonte de inspiração. À Minha avó. Antônio e Jacira. . Ao meu filho.

AGRADECIMENTOS Inicialmente a Deus. . Ao Professor e orientador Luis Cordeiro. por ter me dado saúde. Aos colegas de trabalho que colaboraram direta e indiretamente nesta monografia. pelo apoio necessário para o meu aperfeiçoamento profissional. forças. À Usina Pumaty e Silvanisa Araújo Rodrigues. sabedoria e principalmente vontade para superar todos os obstáculos que encontrei ao longo da minha vida. por terem compartilhado seus conhecimentos ao longo do curso. que com sua visão sistêmica contribuiu significativamente para a realização deste trabalho. Aos professores do IV GEMAN.

A curiosidade tem a sua própria justificativa racional para existir. Não perca nunca essa sacrossanta curiosidade.O importante é não parar de questionar.. Albert Einstein ..

principalmente detectados pela elevação da capacitação dos gerentes da Usina. Palavras-chave: sistema de informação. Foram levantados os principais problemas constantes no SIGEMAN da Usina Pumaty. em particular a disciplina SIGEMAN. que juntamente com a análise de investimento e o custo anual de manutenção desenvolvesse um modelo de decisão de escolha do software de melhor Custo X Benefício. Tomou como base e estímulo o curso de pós-graduação de Gestão da Manutenção (GEMAN) da Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco. Ao longo da monografia foram relatados a história das Usinas de Açúcar e em particular a da Usina Pumaty. Foram criados e melhorados requisitos que possibilitassem avaliar a amplitude de entendimento das atividades de manutenção. a importância do SIGEMAN para a organização em seus diversos níveis. gerenciamento da manutenção. . além do software da Usina Pumaty. Custo X Benefício. usina de açúcar. bem como o atual SIGEMAN Pumaty. RESUMO Este trabalho teve como objetivo definir um método de decisão para aquisição de um Sistema de Informação para o Gerenciamento da Manutenção (SIGEMAN). o que possibilitou mostrar a eficácia do modelo decisório estabelecido. Por fim foram pesquisados. a descrição de um modelo de SIGEMAN. a abordagem de Engenharia de Requisitos e Elicitação. 06 (seis) fornecedores de software do Mercado Brasileiro. contribuindo de forma significativa para que a Usina Pumaty escolhesse o fornecedor que proporcionasse o melhor Custo X Benefício. modelo de decisão. engenharia de requisitos e elicitação. em que se verificou a necessidade de uma possível troca do SIGEMAN atual.

The main problems of the Pumaty Sugar Factory were brought up. . Throughout this monograph it has been mentioned the history of the Sugar Factories. the importance of the SIGEMAN to organize its divers levels. Cost vs. it has been studied. as well as the actual Pumaty SIGEMAN. It is based on and encouraged by the Maintenance Management postgraduate course (GEMAN) of the Pernambuco State University Technical School. in a significative way. the requisits and Elicitation Engineering approach. of which was noticed the probable needs for changing the actual SIGEMAN. Gain. maintenance management. besides the software of the Pumaty Sugar Factory. were created and improved. 06 (six) other software suppliers of the Brazilian Market. ABSTRATC The aim of this work is to define a decision procedure to acquire a Maintenance Management Information System (SIGEMAN). the description of a SIGEMAN model. Finally. leading to develop a choice decision model to choose the software with the best Cost vs Gain . decision model. that the Pumaty Sugar factory chose the supplier that would provide the best Cost vs. sugar factory or refinery. Gain. especially SIGEMAN subject. Requirements that allow to evaluate the amplitude of understanding the maintenence activities with the investment analysis and with the annual cost of maintenance. contributing then. especially those detected by increasing the managers’ capability. especially the history of the Pumaty Sugar Factory. requisits and Elicitation Engineering. Key words: Information System. which enabled to show how effective the estabilished decision model is.

......................................... 72 Figura 20 O............................................................................................ 42 Figura 2 Evolução Sistemas de Informação Computadorizados............................................................................................................................... 69 Figura 16 Cadastro de posição ....................................................................................................................Importância Relativa .................................................................................................................... 74 Figura 23 Exemplo de O................. Permanente ........................................................................ 48 Figura 5 Atributos de um EIS...... 52 Figura 11 Componentes da Elicitação de Requisitos ............................................................................................................ 73 Figura 21 Exemplo de O................................ 70 Figura 17 Cadastro de pessoal .S................... ................................. 50 Figura 8 Matriz de correlação dos tipos de decisão.... 51 Figura 10 Business Intelligence – Compreensão.......................71 Figura 18 Cadastro de sugestão ................................................................................................................ 51 Figura 9 Atuação dos MIS/DSS/EIS ...................................................................................................................................... 58 Figura 12 Menu principal .............................74 ...........S.................................................................................................................................................................................... 67 Figura 13 Dados gerais .......S.................................................................. 47 Figura 4 Executivos – o que buscam? ..... LISTA DE FIGURAS Figura 1 Sistemas de Informação ....... 48 Figura 6 Requisitos Técnicos Desejáveis / Características ................................................ não planejada .............................................................................. permanente ......... 69 Figura 15 Cadastro de tarefas ........... 71 Figura 19 Cadastro de controle de arquivos ..................................................................S..... não planejada .. 49 Figura 7 Diagrama típico de um EIS .....43 Figura 3 Motivos de Seleção ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ 68 Figura 14 Cadastro de peças......................73 Figura 22 O.......................................................

......................... 84 Figura 37 Relatório apresentado do histórico da mão de obra e materiais de ordens abertas e fechadas .................. 79 Figura 30 Relatórios de Ordens abertas........................................................... 79 Figura 29 O...................................Figura 24 Retorno de O................... 80 Figura 31 Exemplo relatório de Ordens abertas ...............................................................................................................................................................................................................................................................................S.................................................................... 85 Figura 38 Relatório de desempenho de mão de obra ................................................................................................................................................... 91 Figura 47 Integração com o MS-Project ...................................................................................................................................... 92 ............S.............................................. 90 Figura 45 Cadastro de mascara........S........... 77 Figura 27 Devolução de material requisitado.....S........ 87 Figura 41 Exemplo de relatório de materiais por O...´s abertas e fechadas ..........................................´s abertas ...83 Figura 36 Histórico da mão de obra e materiais de ordens abertas e fechadas ...................... 88 Figura 42 Histórico técnico por equipamento ...............................................................................................................78 Figura 28 Transferência de material.... 76 Figura 26 Arquivo de exportação do almoxarifado para o PCM .................................................................. 75 Figura 25 Correção de histórico ................................................................................................................ 88 Figura 43 Relatório histórico técnico por equipamento ........................................................................................ 90 Figura 46 Manutenção no instalado da posição ........................................................................ 82 Figura 34 Relatório de programação de Ordens de Serviços .......................................81 Figura 32 Custo de Ordens abertas.....85 Figura 39 Exemplo de relatório de desempenho de mão de obra......................... 81 Figura 33 Relatório de Custo de Ordens abertas ................................................ 83 Figura 35 Relatório apresentado de programação de Ordens de Serviços ................... .......................................... 89 Figura 44 Cadastro de equipamento .............................................. 86 Figura 40 Relatório de materiais por O.................................................................................................´s abertas e fechadas ...............

........................................ 129 ....................................................................................................................................................... 101 Figura 52 Requisitos módulo 4...................................... 100 Figura 51 Requisitos módulo 3...................................................................128 Figura 61 Custo anual de manutenção................................................ 118 Figura 57 Requisitos módulo 9............................................................. 93 Figura 49 Requisitos módulo 1............................................................................................................................... 120 Figura 58 Requisitos módulo 10........................... 121 Figura 59 Totalização dos módulos............................................. 122 Figura 60 Investimento de implantação ........................................................................................................................................................................................................................................................................ 114 Figura 55 Requisitos módulo 7................................ 96 Figura 50 Requisitos módulo 2................................................................................................................................................................................................................................................................... 116 Figura 56 Requisitos módulo 8.................................Figura 48 Analisa a integridade dos arquivos .. 112 Figura 54 Requisitos módulo 6.................................. 105 Figura 53 Requisitos módulo 5..................................................

.......... 123 Tabela 5: Implantação Sistema A .............................. 127 Tabela 12: Resumo investimento de implantação....................................... LISTA DE TABELAS Tabela 1: Cadastro de equipamentos .......... .................................................................................................................................................................................................................................... 125 Tabela 8: Implantação Sistema C ............. 128 Tabela 14: Correlação com todos os Sistemas........................................................... 127 Tabela 13: Comparativos dos SIGEMAN’s nos requisitos ................................. 38 Tabela 3: Pontuação Módulo 1 ............................................................................ 129 ........................................... 37 Tabela 2: Colaboradores por especialidades..................................................... 95 Tabela 4: Integração Sstema A ......................................... 126 Tabela 11: Implantação Sistema F................................................................................................................ 124 Tabela 6: Implantação Sistema B .........................................129 Tabela 15: Correlação sem o Sistema A.................................................................................................................................................................. 125 Tabela 9: Implantação Sistema D .................. 126 Tabela 10: Implantação Sistema E .......................................................................... 124 Tabela 7: Integração Sistema C ............................................ custos de integração e manutenção anual dos SIGEMAN’s ................................................................................................................................................................................................................

................... 32 6............2 Plano de Amostragem.......................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................1 Pesquisa Exploratória .....................1......... 18 5 OBJETIVOS DA PESQUISA .... 19 5.....................................................................................3 Visão Sistêmica dos Sistemas de Informação .....................................3 Execução da Coleta .......20 6..... 53 7 METODOLOGIA.....................................2 Pesquisa Descritiva................................ 51 6............................................1 Histórias das Usinas de Açúcar ....17 4 HIPÓTESE ................ 15 3 DEFINIÇÃO DO PROBLEMA ...............................................62 7..................3.................................. 1 LISTA DE TABELAS .............................................................................................................................................................................................................................................................39 6........................................................ 63 ........................................................................................................................................................................1...... 62 7.................................................................................................62 7.........................2 Objetivos específicos..........3...19 5......................................... 62 7..... 19 6 REFERENCIAL TEÓRICO..........................................3 Sistema de Informação para Gerenciamento ................................................................................... 42 6.........1 Plano de Pesquisa ............................................3.......................................4 Engenharia de Requisitos e Elicitação do SIGEMAN ............................................. 63 7..........................................1 Processo Decisório ........................................................................................................................................................2 A Usina Pumaty...................... 20 6...........................................1 Objetivo geral ................................................................................................................................................................. 39 6..................................11 SUMÁRIO............... 14 2 JUSTIFICATIVA ...................................2 Sistemas de Informações .......................... 12 1 INTRODUÇÃO.............................................................................................................................................................. SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS ...............................................

.................................................2 Análise de Custo X Benefício .....................................................133 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................4 Análise de Dados ...................................................................................... 134 ...........................1 Avaliação dos Sistemas de Informação para o Gerenciamento da Manutenção (SIGEMAN) ......................................................................................................................................................... 131 10 RECOMENDAÇÃO ...............................2 Resultados........................ 64 8................................................64 8....................................................... 94 8........................................... 63 8 APLICAÇÃO E RESULTADOS................1 O SIGEMAN Pumaty.................. 123 9 CONCLUSÕES ...........................2........................................................... 7.......................................... 94 8...............................................................................2..........................................................................................

da qualidade das informações disponíveis. À medida que o trabalho foi sendo executado. Entende-se como informação todo conteúdo que produz e/ou subsidia uma escolha de ação (decisão). 14 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho de pesquisa visa avaliar o atual SIGEMAN da Usina Pumaty e o aperfeiçoamento do processo de decisão para definição deste Sistema. sendo resultante da transformação de dados organizados de forma sistemática. sendo ainda importante considerar a agilidade na transmissão das mesmas. ou seja. viabilizando as decisões corretas no tempo exato. A efetividade das decisões depende. Para efetividade das decisões é necessária a compra de um software que atenda os requisitos sob o ponto de vista de completeza. de forma fundamental. levantando os requisitos necessários baseados em conhecimentos fundamentais e específicos em Gestão da Manutenção. Este trabalho dará subsídios para avaliação de diversas empresas de software de gerenciamento da manutenção através dos “Requisitos Necessários a um Sistema de Informação para Manutenção”. no processo de decisão. produtividade e redução de custos da empresa e do crescimento das pessoas como fator competitivo diferenciado. pelas pessoas. provocou discursões em torno de novos recursos e tecnologias dos Sistemas de Informação para o Gerenciamento da Manutenção que estão disponíveis neste trabalho para acesso por aqueles que desejam conhecer estes aspectos. que abranja todas as atividades da manutenção. . buscando contribuir para a melhoria da qualidade. de modo a permitir sua utilização.

contribuindo para elevação da produtividade empresarial e conseqüentemente para a sua competitividade. eficácia e efetividade. aumento da confiabilidade e mantenabilidade dos equipamentos e sistemas. quando se começou a identificar as deficiências no SIGEMAN da Empresa. que são tratados para gerar informações que não só possibilitem o planejamento. Desta forma surge perguntas que devem ser respondidas. garantia da qualidade de serviço funcional e de capacidade. A partir do momento que a manutenção migrar de “função” (operacional) para “processo” (estratégico). As dificuldades de avaliação e a inexistência de indicadores da manutenção levam muitas vezes a corporação a formar conceitos errôneos sobre a importância da manutenção. Com a evolução tecnológica dos SIGEMAN’s. Buscou-se desenvolver este trabalho a partir do momento atual. 15 2 JUSTIFICATIVA O que se espera de um SIGEMAN? Um SIGEMAN visa armazenar dados inerentes aos processos de manutenção. semi-estruturadas e não-estruturadas nos níveis operacionais. estimulando-os ao crescimento profissional e provocará motivação e estímulo para a realização dos trabalhos com mais eficiência. aumento de produtividade. contribuirá para uma melhor formação dos funcionários. adequando-se à nova realidade da manutenção como uma função estratégica que contribui. para a competitividade através da busca de redução de custos. de forma significativa e diferencial. definindo-se as necessidades de melhoria do mesmo. necessita-se avaliar o atual software para identificar as suas deficiências e aperfeiçoar o mesmo contribuindo-se para o processo de decisão. como também apoiem as tomadas de decisões estruturadas. programação e controle do gerenciamento eficaz da manutenção. como por exemplo: . táticos e estratégicos com agilidade.

16 Como avaliar e aperfeiçoar o processo de decisão para definição de requisitos que possam avaliar o SIGEMAN atual e contribuir para analisar os disponíveis no mercado? Quais os requisitos existentes nos SIGEMAN’s que podem contribuir para melhorar a tomada de decisão sistematizada que definirá qual o software que trará melhor Custo X Benefício? .

táticos e operacionais. o que acarreta dados diferentes que levam às tomadas de decisões à base do bom senso. não existindo um processo de melhoria sistematizado. Informações divergentes: a empresa dispõe de informações diferentes sobre um mesmo assunto. . 17 3 DEFINIÇÃO DO PROBLEMA Em virtude do aumento da competitividade. devido ao sistema não ser integrado. Informações desatualizadas: o atraso no processo da emissão/distribuição/recepção da informação torna-a irrelevante e sem confiabilidade. levando à tomada de decisões meramente pragmáticas e impossibilitando a análise das conseqüências. fazendo com que as interpretações fiquem baseadas em questões subjetivas de cada gerente. . acarretando efeitos como a existência de dados que não contribuem para tomada de decisão. mas é de difícil recuperação. . São informações sem qualidade. Indicadores de desempenho: não há indicadores para avaliar o nível da Gestão da Manutenção na Empresa. Na Usina Pumaty o SIGEMAN não está gerando subsídios para o planejamento da manutenção. Informação dispersa: a informação existe na empresa. . . as informações devem ser geradas com qualidade e confiabilidade para auxiliarem nas tomadas de decisões e na elaboração de planejamentos estratégicos. Avaliações sobre pontos de vista de paradigmas diferentes. Informações excessivas: existe na empresa um excesso de informação que muitas vezes não subsidia na tomada de decisão. Algumas disfunções no SIGEMAN atual da Pumaty foram identificadas: .

. 18 4 HIPÓTESE “A avaliação e o aperfeiçoamento do processo de decisão para definição do Sistema de Informação para o Gerenciamento da Manutenção possibilitará analisar o SIGEMAN atual da Empresa e identificar no mercado o Sistema com o melhor Custo X Benefício que atenda aos requisitos necessários para otimização do processo de gerenciamento da manutenção da Usina Pumaty”.

5. . com o melhor Custo X Benefício. possibilitando apoio para tomada de decisão para escolha do novo SIGEMAN com requisitos completos que contribuem para o aumento da produtividade e redução de custo. c) Levantar e criar requisitos que permitam avaliar o atual SIGEMAN da Pumaty e os principais Softwares no Mercado Brasileiro. 19 5 OBJETIVOS DA PESQUISA 5. quanto ao atendimento aos requisitos necessários a um Software para a Usina Pumaty. b) Identificar os pontos fortes e as oportunidades de melhoria do atual SIGEMAN da Empresa. d) Analisar os novos recursos e tecnologias dos SIGEMAN’s do mercado e comparar com o da Empresa. g) Identificar qual o software que oferece o melhor Custo X Benefício. f) Analisar os níveis dos SIGEMAN’s pesquisados no mercado.2 Objetivos específicos a) Avaliar o atual SIGEMAN da Empresa e a necessidade de substituí-lo.1 Objetivo geral Avaliar e aperfeiçoar o processo de decisão para definição do SIGEMAN Pumaty. e) Analisar as não conformidades e deficiências dos SIGEMAN’s do mercado em comparação com o da Empresa.

Credita-se aos egípcios. Nessa época o açúcar era consumido exclusivamente por reis e nobres na Europa. pelo uso de cinzas e compostos de origem vegetal e animal e o desenvolvimento dos métodos de cozimento. Os árabes em sua trajetória de conquistas introduziram seu cultivo no Egito no séc. no séc. em 327 a. que resultavam em um açúcar de alta qualidade para a época. que forneciam a substância em grãos para a recuperação ou alívio dos moribundos. Dessa maneira não era de se estranhar que quantidades de açúcar . como fonte de energia para o organismo. que era a fonte de abastecimento do açúcar.1 Histórias das Usinas de Açúcar De acordo com Machado (2003). onde há registros de comercialização ou troca de açúcar por quantias que hoje seriam equivalentes a cerca de R$ 200. X e pelo Mar Mediterrâneo. em Chipre. 20 6 REFERÊNCIAL TEÓRICO 6. De lá foi levada para a Índia. o desenvolvimento do processo de clarificação do caldo da cana.C e mais tarde. Esse era o retrato do açúcar no início do século XIV. Desconhecida no Ocidente. na Sicília e na Espanha. pois mantinham relações comerciais desde a época do Império Romano com o oriente. foi na Nova Guiné o primeiro contato com uma planta que seria associada intimamente com a essência da doçura. dedicados que eram à química. durante as Cruzadas. XI. a cana-de-açúcar foi observada por alguns generais de Alexandre. seu comércio era prerrogativa dos médicos.00 por quilograma. que a adquiriam de mercadores Venezianos e Genoveses que detinham o monopólio de seu comércio. o Grande. à região do Golfo de Bengala. Graças à escassez e importância. de onde se tem os mais antigos registros sobre a sua existência. As informações e evidências dessas técnicas são quase inexistentes pois a produção de açúcar era um grande segredo. a cana-de-açúcar.

Além disso seus reis mantinham bom relacionamento com os comerciantes e financistas. Na Europa. Essa preocupação comercial também estimulou a introdução da cana-de-açúcar na Ilha da Madeira. motivado pelo lucro do comércio das especiarias. Foi ele também que em sua segunda viagem à América (1493) introduziu a cana-de-açúcar na região onde hoje é a República Dominicana. 21 fossem mencionadas como patrimônio em testamento por reis e nobres e se caracterizasse como presente faustoso em forma de estátuas por ocasião de coroamentos de Reis e PAPAS. o renascimento. financiado pela Rainha Isabel da Espanha. quando não incentivavam abertamente o saque de mercadorias. navegador genovês e genro de um grande produtor de açúcar na Madeira. entre eles o açúcar. pois não haviam estradas nem veículos adequados. as Américas. que em outras partes não eram bem vistos. Portugal. o laboratório do modelo de cultura de cana e de produção de açúcar que mais tarde se expandiria com a descoberta do Novo Mundo. através dos artigos vindos do Oriente. por sua obsessão pelos lucros. Desta maneira todo o comércio se efetuava por via marítima. naquela época. Nessa época era praticamente impossível transportar mercadorias por via terrestre. Nesse contexto é que um pequeno Reino da Península Ibérica. das artes e da visão humanista. se aventurou aos descobrimentos. Além disso. Mas com a descoberta do ouro e prata das civilizações Azteca e Inca pelos . nos limites do domínio árabe e contornava a Europa chegando até ao Porto de Antuérpia e Bruges ao Norte. em uma rota que se originava no Mediterrâneo. com a ascensão do comércio. Coube a Cristóvão Colombo. Portugal. taxando pesadamente o comércio do açúcar feito pelos Venezianos. era passagem obrigatória para as naus carregadas de mercadorias. A importância do cultivo de cana na Madeira se acentuou quando em 1453 os árabes tomaram Constantinopla. conhecia uma nova realidade de vida e estava rumando para uma nova fase histórica. por sua posição geográfica. a primazia da descoberta da América em 1492. enquanto procurava uma nova rota para as Índias. os senhores feudais cobravam pesados tributos pela passagem por suas terras.

ao verem as novas terras ameaçadas pelas invasões cada vez mais freqüentes de Ingleses e Franceses na costa Brasileira é que os Portugueses finalmente decidiram tomar posse efetivamente da terra. novamente voltaram sua atenção à Índia e à rentável comercialização de seus artigos e especiarias. mão de obra escrava e uso extensivo dos recursos naturais existentes. imprescindíveis para a produção de açúcar com a tecnologia disponível na época. e assim. Era o início de uma indústria que encontrou no Brasil. mas tão somente uma exuberante terra. Esse modelo estava baseado em largas extensões de terra. dentre todas as nações que mais tarde também se tornariam produtoras. como madeira e água. geraria recursos para a manutenção da posse da Colônia. que devido ao seu alto valor. Mas foi efetivamente no Nordeste do Brasil. seu campo mais fértil para uma rápida expansão e perpetuação por quase quinhentos anos sem interrupção. o cultivo e a produção de açúcar foram praticamente esquecidos. principalmente nas Capitanias de Pernambuco e da Bahia que os engenhos de açúcar se multiplicaram. se seguiram aos espanhóis no intuito de também se beneficiarem de tão rendosa descoberta e chegaram ao Brasil com Cabral em 1500. 22 espanhóis no início do séc. atual Rio de Janeiro. no entanto não lograram encontrar metais preciosos. Somente cerca de trinta anos depois. XVI. No entanto. Oficialmente. Foi assim que se implantou o modelo de ocupação que os Portugueses já haviam experimentado com êxito na Ilha da Madeira. isso era demasiadamente oneroso para uma nação tão pequena e com recursos escassos para tal empreitada. denominado de "Governador" e depois "São Jorge dos Erasmos". a produção de açúcar. Os Portugueses. que já se beneficiavam do conhecimento da rota das Índias a leste. foi Martim Affonso de Souza que em 1532 trouxe a primeira muda de cana ao Brasil e iniciou seu cultivo na Capitania de São Vicente. . Lá ele próprio construiu o primeiro engenho de açúcar.

As dificuldades de abastecimento aos comerciantes holandeses não tardaram e estes decididos a não perderem os lucros da comercialização do açúcar acabaram por invadir o Brasil em 1630. XVII nas Minas Gerais retira do açúcar o primeiro lugar na geração de riquezas. como exemplifica o fato das autoridades de Lisboa terem proibido a construção de novas refinarias em 1559. assim como. Esses fatos fizeram com que os Holandeses dessem início à produção açucareira no Caribe e mais tarde os próprios Ingleses e Franceses. na mal sucedida Batalha de Alcazar possibilitou a Felipe II. uma elevada lucratividade. ossos e gordura de galinha. acabando com o monopólio do açúcar do Brasil. um fato em 1578 iria mudar o rumo dos acontecimentos. Nesse intervalo Portugal assinou vários acordos secretos com os Ingleses para assegurarem a proteção da Marinha Britânica enquanto travavam uma luta para se libertarem dos Espanhóis. anexar Portugal. Rei de Portugal. A Europa enriquecida pelo ouro e prata oriundos do Novo Mundo demandavam cada vez mais açúcar. As regiões produtoras. . assegurando a Portugal e também aos holandeses que comercializavam o açúcar. Embora não se preocupasse com as atividades açucareiras no Brasil. quando foram expulsos. A descoberta do ouro no final do séc. Felipe II. esta usada como clarificante do caldo.Sebastião. No entanto. 23 Após um início repleto de dificuldades e tentativas frustradas. que hoje compreendem desde a Bahia até os estados do Nordeste se beneficiaram e cidades como Salvador e Olinda rapidamente prosperaram. pelo excessivo consumo de lenha e clara de ovos. católico fervoroso se opunha ferozmente aos Holandeses e aos Ingleses. a produção de açúcar prosperou e passados menos de cinqüenta anos o Brasil já detinha o monopólio mundial da produção. a inesperada morte de D. protestantes. permanecendo em Pernambuco até 1654. Na Europa as refinarias se multiplicavam. Rei de Espanha. cuja produção se retrai até o final do séc. XIX. sangue de boi.

lutam com dificuldade.. Inglaterra e França disputam em suas colônias os primeiros lugares na produção. madeiras. 24 Não obstante este fato. Esse comércio crescente é ignorado pelos Ingleses e concorrem para o fortalecimento econômico das colônias americanas e foram fatores decisivos não só para sua posterior independência. A partir do início do séc. Colônia Francesa no Caribe é o maior produtor mundial. que fornecem para a Marinha Inglesa. Os Ingleses tomam Cuba dos espanhóis em 1760 e em um período inferior a um ano em que ocupam a Ilha antes de devolvê-la. animais e madeira. A Inglaterra já é uma grande potência naval e domina os mares.000 de libras esterlinas. dobram o número de escravos e tornam Cuba um dos maiores produtores mundiais de açúcar. tais como café. matéria prima para o Rum. etc.000. materiais escassos nas ilhas já devastadas por anos contínuos de exploração desenfreada de seus recursos. no período do Brasil Império de (1500-1822) a renda obtida pelo comércio do açúcar tenha atingido quase duas vezes à do ouro e quase cinco vezes à de todos os outros produtos agrícolas juntos. uma violenta revolução de escravos no Haiti aniquila completamente sua produção de açúcar e os Franceses expulsos vão para a Louisiana. . dando início a indústria açucareira Norte-Americana. Os Holandeses perdem pontos estratégicos no comércio de açúcar. como para o surgimento da grande nação da América do Norte. perfazendo um total aproximado de 300. XVIII a produção de cana de açúcar nas ilhas do Caribe e nas Antilhas cresce e o Brasil perde sucessivamente posições em importância na produção mundial. algodão. O Haiti. apesar de um comércio crescente com as colônias produtoras de açúcar no Caribe e nas Antilhas. Em contrapartida compram melaço. Em 1791. As treze colônias americanas que mais tarde vão dar origem aos EUA. fornecendo tecidos.

o cozedor a vácuo (Charles Howard-1812) e as centrífugas para separação do açúcar (Penzoldt-1837). Francesas ou Holandesas. como de cana. o uso do motor a vapor acionando as moendas construídas em aço (John Stewart-1770). em 1747. promovem o bloqueio continental em 1806. um novo patamar tecnológico de produção e eficiência. notadamente em Colônias Inglesas. Seus inimigos. tachos de cozimento abertos. em plena revolução industrial. químico prussiano. XIX. No Brasil os engenhos tradicionais ainda persistiam. Somente na metade do século XIX é que medidas para reverter essa situação começaram a ser tomadas. Por outro lado. trágica história de milhões de negros africanos. os Ingleses. D. finalmente a Europa não dependeria mais da importação de açúcar de cana de outros continentes. graças ao seu maior poder naval. Assim. o fim da escravatura. impossível de ser atingido pelos engenhos de açúcar de cana tradicionais. O imperador do Brasil. possibilitaram às novas indústrias tanto de beterraba. como a África do Sul. Austrália e diversas outras. a evaporação múltiplo-efeito (Norbert Rillieux-1846). Aliado a esses fatores. No início do séc. Napoleão incentiva a produção de açúcar a partir da beterraba. aquecidos a fogo direto e purga de méis por gravidade.Pedro II era um entusiasta das novas tecnologias e em 1857 foi elaborado um Programa de Modernização da Produção de Açúcar baseado em um novo . Enquanto as modernas fábricas se multiplicavam e novas regiões produtoras surgiam. Ilhas Maurício e Reunião. Impedido de receber o açúcar de suas colônias ou de outros lugares além mar. baseados em moendas de madeira movidas por animais ou rodas d`água. sepultava definitivamente o modelo de produção vigente por quatro séculos. ainda que agonizantes. 25 O Brasil não está no centro dos acontecimentos mas continua entre os cinco maiores produtores. graças à técnica desenvolvida por Andrés Marggraf. Napoleão domina a Europa.

localizado na região de Campos. além de um custo excessivo representado pela aquisição de lenha para as caldeiras. que preferiam produzir aguardente ou mesmo açúcar pelos velhos métodos. Porto Feliz. ficando o cultivo de cana exclusivamente por conta dos fornecedores. O primeiro deles. O Brasil contribuía com apenas 5% de um total de 2. tanto no Nordeste. surgindo assim logo no início do séc. não foi possível fazer frente à expansão do açúcar de beterraba. Sucrerie que rapidamente se tornou a maior produtora de açúcar de São Paulo. adquiridos pelos próprios franceses que os montaram. Quissamã. . que muitas vezes era consumida em volume quase que equivalente à da cana moída. tornando-as mais independentes de fornecedores. que concentrava o grosso da produção brasileira. que deveriam somente moer a cana e processar o açúcar.000 t de açúcar em 1874. Raffard e Lorena. As novas indústrias assim constituídas também tinham canas próprias. A essas novas unidades somaram-se outras. Mesmo com as novas usinas em operação. que por volta de 1900 ultrapassava mais de 50% da produção mundial. Foram aprovados 87 Engenhos Centrais e efetivamente implantados 12 projetos. como aconteceu com os Engenhos Central de Piracicaba. Nessa época Cuba liderava a produção mundial de açúcar de cana com 25% do total e o açúcar de beterraba produzido na Europa e EUA significava 36% da produção mundial. entrou em operação em 1877 e está em atividade até os dias de hoje. Assim surgiram os Engenhos Centrais.640. Essas novas unidades foram denominadas de "usinas de açúcar". de iniciativa privada. O desconhecimento operacional dos novos equipamentos. contribuíram decisivamente para a derrocada do modelo proposto para os Engenhos Centrais. a falta de interesse dos fornecedores. 26 conceito produtivo. Em sua maioria acabaram sendo arrematados pelos próprios fornecedores de equipamentos ou por seus prepostos. como em São Paulo. XX a Cia. Mas a grande maioria não teve a mesma sorte.

União dos Refinadores. 1910. rapidamente se tornou o maior centro produtor de açúcar de São Paulo. principalmente a do norte da França. Piracicaba. em sua maioria de origem italiana. 27 Mas novamente um fato histórico iria alterar esse panorama. com terras menos adequadas ao café. Após a abolição da escravatura o Governo Brasileiro incentivou a vinda de imigrantes europeus com a finalidade de suprir a mão de obra necessária às fazendas de café. a eclosão da I Guerra Mundial em 1914. novos Engenhos também se formaram. Itu. nas vizinhanças de Ribeirão Preto. Foi nessa época. Na virada do século. uma das primeiras refinarias de grande porte do Brasil. Inúmeros Engenhos então se concentraram na região compreendida no quadrilátero formado entre Campinas. Esses imigrantes foram com o passar do tempo adquirindo glebas de terra e assim podiam eles próprios desenvolver sua própria atividade agrícola. que também já possuía em sua região três dos maiores Engenhos Centrais do estado e usinas de porte como a Ester. optou então pela produção de aguardente a partir da cana-de-açúcar. . Moji-Guaçú e Piracicaba. Esse fato provocou um aumento do preço do açúcar no mercado mundial e incentivou a construção de novas usinas no Brasil. Grande parte deles. juntamente com os irmãos Carbone e outros pequenos refinadores de açúcar formaram a Cia. Mais ao norte do estado. No final do séc. nada menos de 70% da produção mundial estavam concentrados em suas terras. notadamente em São Paulo. a Santa Bárbara e a Monte Alegre. produto de comércio fácil e de boa rentabilidade. dando origem aos grupos produtores mais tradicionais do estado na atualidade. os Engenhos de aguardente foram rapidamente se transformando em usinas de açúcar. impulsionadas pelo crescimento da economia Paulista. que Pedro Morganti. XIX o Brasil vivia a euforia do café. que provocou a devastação da indústria de açúcar européia. A partir da década de 1910. que na época já se concentravam no interior paulista. onde muitos fazendeiros de café desejavam diversificar seu perfil de produção.

também um dos pioneiros da indústria paulista. O mecanismo de controle adotado pelo IAA foi o regime de cotas. Modernas usinas como a Central Leão em Alagoas e a Central Barreiros em Pernambuco haviam sido integralmente importadas. acabou indo para a Usina Santa Bárbara. Essa expansão da produção também ocorria no Nordeste. As Usinas Nordestinas eram responsáveis por toda a Exportação Brasileira e ainda complementavam a demanda dos estados do sul. Lá tomou uma iniciativa que se tornaria fundamental para o desenvolvimento da Indústria Açucareira Brasileira. criado pelo Governo Vargas em 1933. juntamente com a infra-estrutura ferroviária e mesmo o material para os edifícios. com o risco representado pelos submarinos Alemães à navegação na Costa Brasileira. que originalmente viria trabalhar na Usina Amália. cuja produção ainda não era suficiente para atender o consumo. Foi com o intuito de controlar a produção que surge então o Instituto do Açúcar e Álcool (IAA). de Francisco Matarazzo. um imigrante italiano com experiência em usinas de açúcar. tudo em regime Aturn-key@. A solicitação foi aceita e as Usinas Paulistas nos dez anos subsequentes multiplicaram por quase seis vezes sua produção e no início da década de 50 ultrapassaram a produção do . Por ocasião da II Guerra Mundial. concentrada nos Estados de Pernambuco e Alagoas. 28 Em 1920. a superprodução. as Usinas Paulistas reivindicaram o aumento da produção para que não houvesse o desabastecimento dos Estados do sul. onde se atribuía à cada Usina Brasileira uma determinada quantidade de cana a ser moída. A aquisição de novos equipamentos ou a modificação dos existentes também tinha de ser autorizado pelo IAA. fundou em Piracicaba uma oficina mecânica que logo depois se transformaria na primeira fábrica de equipamentos para a produção de açúcar no Brasil. A produção do Nordeste somada à de Campos no norte fluminense e a rápida expansão das usinas paulistas acenavam para um risco eminente. a produção de açúcar e também a de álcool. Esse pioneiro era Mario Dedini.

forçaram a uma mudança de atitude para a manutenção da rentabilidade. por ocasião da infestação dos canaviais pelo mosaico. As constantes alterações na cotação do açúcar no mercado internacional e a obsolescência que já se fazia sentir em usinas que haviam sido montadas e mantidas quase que nos mesmos padrões do início do séc. até sua extinção em 1990. Foi nesse período que surgiram em São Paulo aquelas que até hoje são as maiores unidades produtoras brasileiras e estão entre as maiores do mundo. iniciada em 1926. Entidades como a própria COPERSUCAR. o desfibrador. Desde a II Guerra Mundial os esforços da Indústria Açucareira Brasileira se concentraram na multiplicação da capacidade produtiva. a principal iniciativa de buscar novas tecnologias para o setor. encerrando assim um período de mais de quatrocentos anos de hegemonia produtiva da região que foi o berço para o desenvolvimento da produção açucareira no Brasil. assim como teve início o controle biológico de pragas. foi também intensificada. entre outras. Costa Pinto. Iracema. XX. Na agricultura a busca por novas variedades de cana mais produtivas e ao mesmo tempo mais resistentes às pragas e doenças. Santa Elisa. Coube à COPERSUCAR. pois amparada por uma ampla extensão territorial e condições climáticas largamente vantajosas em relação às outras regiões produtoras mundiais. Esse foi apenas um episódio das disputas sobre o aumento de cotas de produção que marcaram todo o período de existência do Instituto. a eficiência produtiva foi relegada a um segundo plano. o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e o IAA- PLANALÇUCAR foram responsáveis por esses formidáveis avanços. 29 Nordeste. como a Usina Da Barra. A indústria açucareira de países como a Austrália e a África do Sul representavam o modelo de modernidade que as usinas brasileiras desejavam e foi principalmente deste último que vieram novidades como a moenda de quatro rolos com alimentação por Donelly. Esse período de . uma cooperativa formada em 1959 por mais de uma centena de produtores paulistas para a defesa de seus preços de comercialização. entre outras. São Martinho.

procurando realçar as vantagens desses produtos não calóricos para a manutenção da estética e do padrão de saúde de seus usuários. Mato Grosso do Sul e Mato Grosso do Norte. economizando mais de US$ 30 bilhões em divisas. para uso industrial. desenvolve-se a produção de xaropes de frutose. surgem novos obstáculos ao mercado açucareiro. em detrimento do açúcar. Nos dias de hoje. que também é o maior produtor mundial desse cereal. voltadas aos consumidores de países de maior renda. caracterizando o PROÁLCOOL como o maior programa de energia renovável já estabelecido em termos mundiais. HFCS. As indústrias químicas e farmacêuticas desenvolvem adoçantes sintéticos e para concorrer com o açúcar desenvolvem campanhas publicitárias de largo alcance. elevando os EUA à condição de segundo maior produtor . o principal mercado consumidor de açúcar no mundo. Esses fatos foram de importância fundamental para o próprio Brasil enfrentar as Crises do Petróleo que se seguiram a partir de 1973. 30 renovação culminou com a elevação dos preços do açúcar no Mercado Internacional que atingiram a marca histórica de mais de US$ 1. obtidos a partir do milho. praticamente 70% do milho produzido nos EUA. Com os recursos decorrentes desse aumento do preço do açúcar foi criado pelo IAA o FUNPROÇUCAR que financiou em 1973 a modernização das indústrias e a maioria das usinas foi totalmente remodelada.000. em suas diversas formulações ocupou mais de 50% do mercado que originalmente era do açúcar. No início da década de 80. No final da década de 70. Em menos de cinco anos a produção de pouco mais de 300 milhões de litros ultrapassou a cifra de 11 bilhões de litros. Paralelamente nos EUA. é destinado à produção de xarope de frutose e álcool combustível. De modo semelhante ao que ocorreu em São Paulo a partir do início do século.00 a tonelada. substituindo o açúcar em alimentos e refrigerantes. esse programa de incentivo à produção e uso do álcool como combustível em substituição à gasolina criado em 1975 alavancou o desenvolvimento de novas regiões produtoras como o Paraná. em menos de cinco anos o xarope de frutose. Goiás. através do PROÁLCOOL.

As usinas do Brasil se beneficiam de terem o álcool como salvaguarda. destinado que foi a ser a fonte desse produto que mesmo sendo farto e barato nos dias de hoje. apesar das dificuldades. Ainda assim. sempre abaixo da elevação dos níveis de produção forçam inexoravelmente seu preço para baixo. A procura por diferenciação e produtos com maior valor agregado é constante. 17 milhões de toneladas de açúcar e 13 bilhões de litros de álcool produzidos. 31 mundial de álcool (7 bilhões de litros) após o Brasil. suas campanhas e o pequeno incremento na demanda mundial de açúcar. Suas unidades produtoras são modernas. aumentando não só a eficiência. proporciona maior recuperação do total dos açúcares contidos no caldo da cana. são mais de 300. Sua liderança na produção açucareira mundial neste final de milênio é inconteste. atingindo os menores patamares da história recente. da rápida mudança de paradigmas a que está submetida. . Novos sistemas de administração e participação no mercado são rapidamente incorporados. tanto na agricultura como na indústria. É a verdadeira reafirmação histórica de uma nação e de um setor que se mantém altivo. da globalização. pois sendo produzido diretamente a partir da fermentação do caldo de cana ou pela diluição de méis resultantes da produção de açúcar. busca por novas alternativas como a cogeração de energia elétrica. enfrentando os mais diversos desafios nestes quase cinco séculos de atividade. não perde a nobreza e o fascínio que desde tempos remotos exerce sobre a humanidade. Esses novos produtos. a indústria açucareira brasileira continua crescendo a largos passos. mas também possibilitando a simplificação da produção de um açúcar de melhor qualidade e consequentemente aumentando a rentabilidade relativa.000.000 de toneladas de cana moídas anualmente em pouco mais de 300 unidades produtoras. O setor não mais se acomoda à resignação do passado. o uso de tecnologias de ponta como a automação e a informática são intensivas e crescentes.

. quando o seu proprietário era Manoel José da Costa Filho. produziu 2. foi fundada entre 1888 e 1889. gerando 3. cuja sua primeira moagem foi em 1921/1922.000 de litros de álcool. Os principais clientes são: .Industria Alimentícia. a usina foi reconstruída e seus proprietários. um cearense de Barbalha. .2 A Usina Pumaty Situada no município de Joaquim Nabuco a 117 Km de Recife. Simas Industrial de Alimentos S.Com.000 toneladas de cana ao dia. No Mercado Externo de Álcool: exportações feitas através de um pool de Usinas de Alagoas. João Davi Madeira e João Oliveira. 32 6.A. No Mercado Externo de Açúcar: S/A Fluxo . Mais Sabor Refrigerantes Ltda e Sococo S. com a denominação de Usina Central Bom Gosto.213. Petrobrás Distribuidora S. passou a ser Usina Pumaty. Em 1916. no local do antigo engenho central do mesmo nome. os herdeiros de José Alves. na safra 2003/2004 moeu 1. Assessoria Internacional e Candura Brasil Com Imp e Exp Ltda.485 toneladas de cana. Esso Brasileira de Petróleo Ltda e S Distribuidora de Combustíveis Ltda.851 empregos diretos distribuídos no campo e na industria. . No Mercado Interno de Álcool: Shell do Brasil Ltda.489.A. Fundaj (1998).814 sacos de açúcar e 27. pelo senhor de engenho José Alves da Silva. . .A. . mudaram seu nome para Usina Rio Preto. No Mercado Interno de açúcar: Cia de Bebidas das Americas (Ambev)..104. Atualmente a Usina Pumaty é dirigida por Manoel José da Costa Neto e Ivan Gesteira Costa que tomaram posse em janeiro de 1999. Só em 1920. Com uma capacidade de moagem de 10.

na erradicação do trabalho infantil. educação. O Programa Empresa Amiga da Criança reconhece através da concessão de um selo social. saúde. uma iniciativa da fundação ABRINQ (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos) pelos direitos da criança. laboratórios de sacarose (análises da cana pré e pós-colheita) e setor de transporte. e principalmente diminuindo os custos da TAH e aumentando o rendimento agrícola. no que se refere aos temas do combate ao trabalho infantil. As ações no PCL são tomadas a partir do planejamento e podem ser modificadas de um dia para o outro. para que com isso seja competitiva. . melhorando com isso o rendimento industrial. direito civil e investimento social na criança e no adolescente. tudo isso em tempo real e no máximo 24 horas do término das atividades que se estendem desde o preparo da área para plantio até aplicações de insumos e levantamentos fitossanitários. sendo norteado por técnicas e estratégias de ação que iniciam no preparo da área para plantio. empresas que assumem 10 compromissos com a criança Brasileira. O PCL tem como objetivo fornecer para a indústria uma matéria prima de qualidade. As estratégias são traçadas através de informações vindas do campo e processadas no Sistema PIMS. escolha da variedade a ser plantada até a entrega da matéria prima na indústria para extração do açúcar. Com a utilização do PIMS. dependendo dos fatores ambientais. aumentando a Tonelada de Açúcar por Hectare (TAH). Nesta etapa do PCL buscam-se também informações sobre previsões do tempo (precipitação pluviométrica). Possui também o Programa Cana Limpa (PCL) que foi criado pela Gerencia Agrícola e o Departamento Técnico da Usina Pumaty S/A na safra 2003/2004. houve uma melhoria no gerenciamento das atividades desenvolvidas no campo. 33 A Usina Pumaty possui o selo Empresa Amiga da Criança.

. uma Bacharel em Direito. três de tratos culturais e apoio técnico. composto por um conjunto de princípios e regras para o correto manuseio de alimentos. estabelecem o "Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Produtores de Alimentos". números de produtos contaminados ou. . e as portarias 326/97 e 368/97. o controle da qualidade dos produtos que fabrica. Seu principal objetivo é garantir a integridade do alimento e a saúde do consumidor. a Usina Pumaty possuí uma equipe de campo composta por três engenheiros agrônomos (um gerente agrícola. um de RH. de uma forma mais efetiva. Sua implantação foi devido à tendência do mercado para a aliança do preço à qualidade dos produtos fazendo com que a Indústria de Alimentos busque. A metodologia proposta pela Usina Pumaty S. Remoção de microrganismos indesejáveis e materiais estranhos. O BPF é fundamentado em quatro práticas: . números de devolução de produtos. e três de produção). pesquisa e desenvolvimento). como chefe do RH.A. números de superfícies . um de produção e irrigação e um de produção. a portaria 1428/93 do Ministério da Saúde estabelece um rigoroso controle dos estabelecimentos ligados à cadeia produtiva de alimentos. . permite à empresa efetuar levantamento de indicadores de desempenho fundamentais para o gerenciamento do negócio. Destruição de microrganismos indesejáveis. e um encarregado do tráfego. Os indicadores de qualidade são estruturados nos números de reclamações de clientes. Exclusão de microrganismos indesejáveis e materiais estranhos. que abrange desde as matérias-primas até o produto final. ainda. Por outro lado. Inibição de microrganismos indesejáveis. Recentemente foi implantado o Programa de Boas Práticas de Fabricação (BPF). 34 Para que o PCL aconteça de forma satisfatória e rentável. oito técnicos agrícolas (um de irrigação.

tais como: . horas ociosas de Fábrica. . monitorar e ajustar). Pedidos. Vendas. . Atualmente a Usina Pumaty possui 01 (um) Sistema Corporativo e 04 (quatro) Sistemas para Gerenciamento: 1. 35 contaminadas. Linguagem e Banco de dados Progress. Aproveitamento de oportunidades de ampliação do mercado. Almoxarifado) com 32 usuários e Recursos Humanos e Pagamento de Pessoal. . Redução de retrabalhos e o que consideramos como grande ganho. por exemplo. e acompanhados ao longo da execução dos trabalhos. reclamações de clientes. Redução de desperdícios. Oferta de produtos nos padrões de qualidade estabelecidas em contrato de comercialização ou exigências de Portarias Ministeriais. Financeiro. Contas-a-Receber. Fiscal. com 10 usuários. Redução de custos operacionais oriundos de. Sistema Corporativo Datasul com os módulos: Administrativos Financeiros (Contabilidade. Caixa e Bancos. executar. energia elétrica e horas trabalhadas. Faturamento. matéria-prima. No início da implantação são estabelecidos os indicadores de qualidade e produtividade. Contas-a-Pagar. Estoque. Outro indicador importante no processo é o de produtividade que pode ser formado a partir de dados de recursos como números de funcionários. A análise destes índices permite ao empresário visualizar o impacto do programa em pilares fundamentais para a sobrevivência das empresas no atual mercado. . na medida que o mercado já exige a implantação do programa pelas empresas fornecedoras de produto alimentício. Patrimônio. a sensibilização das empresas para a mudança comportamental e de gestão das fábricas (planejar. . O SIGEMAN é de fundamental importância para este processo. reprogramação de fabricação.

que será analisado. Controle de Colheita. 5. irrigação. Linguagem Centura e Banco de dados Oracle. Linguagem e Banco de dados Progress. OS a Terceiro. 3. escritório Recife e armazéns). Recepção. conforme Tabela 1: . Manutenção Preventiva. Oficina Mecânica. Pneus e Custos Operacionais.887 equipamentos para manutenção divididos em 87 grupos. Equipamentos e Smp X Ms Project. 4. garagem. Atual Sistema de Informação para o Gerenciamento da Manutenção (SIGEMAN). Licenciamento e Seguros. Programação. Controle de Lubrificantes e Combustíveis. Controle. engenhos. Gerenciamento. Sistema PIMS com os módulos de Planejamento Agrícola. Implementos. com módulos de Cadastro. Sistema Integrado de Manutenção Automotiva (SISMA) para Manutenção Automotiva com os módulos de Manutenção Básica. Análise de Matéria Prima. Linguagem Clipper e Banco de dados SIX. Mão-de-obra e Custos. os demais trocam informações com o Sistema Corporativo através de arquivos no formato TXT. Linguagem: Delphi e Banco de dados: Paradox. com 5 usuários. Medicina do Trabalho (Medtrab) para Medicina e Segurança do Trabalho. com 10 usuários. com 20 usuários. Planejamento. 36 2. O Departamento de Manutenção atua em toda a estrutura da Usina Pumaty (fabrica. Os Sistemas Datasul e SISMA estão totalmente integrados. com três usuários. possui um cadastro de 2.

887 Redutor 281 Elevador de caçamba 4 Retifica 2 Empacotadeira de 3 Rodete 33 . 37 Tabela 1: Cadastro de equipamentos Grupo Quantidade açúcar Rolo alimentador 4 Agitador 3 Ensacadeira de açúcar 5 Rolo socador 5 Alimentador de Esteira de cana 3 Secador de açúcar 2 bagaço 18 Esteira intermediária 4 Sementeira 4 Balança rodoviária 2 Evaporador 5 Separador centrífuga Bomba BMK 8 Exaustor 18 açúcar 26 Bomba centrifuga 232 Excitatriz 3 Separador centrífuga Bomba de Filtro de areia 2 álcool 5 engrenagem 73 Filtro rotativo 3 Serra elétrica 1 Bomba de filtro de Forno de enxofre 2 Soprador de fuligem 34 óleo 1 Forrageira 3 Taco gerador 16 Bomba de massa 7 Furadeira 2 Tanque 98 Bomba de vácuo 18 Garra hidráulica 3 Tombador 2 Bomba diafragma 24 Gerador diesel Torno mecânico 11 3 Bomba pistão 15 Torre de resfriamento 2 Lixadeira/esmerilhade Caldeira aquatubular 4 ira 10 Transformador 28 Central de Comandos Malaxeur 8 Transportador de de Motores (CCM) 188 bagaço 5 Máquina de costura 5 Central de Bombas 6 Transportador de Máquina de solda 11 Coluna de destilação 4 correia 14 Mesa alimentadora 2 Compressor 9 Transportador Motor a diesel 2 Condicionador de ar 40 vibratório 5 Motor elétrico 1123 Cristalizador 23 Trocador de calor 32 Navalha 2 Cush-cush 1 Turbina à vapor 16 Nivelador 1 Decantador de caldo 3 Turbo gerador 3 Peneira estática 8 Desfibrador 1 Vácuo 10 Peneira rotativa 1 Disjuntor 8 Válvula de controle Peneira vibratória 4 Dissolvedor de açúcar 6 pneumática 54 Plaina/limador 4 Distribuidor de Válvula de segurança 13 Ponte rolante 6 bagaço 1 Variador de Pré-fermentador 3 Dornas 11 velocidade 25 Prensa hidráulica 1 Eixo de moenda 28 Ventilador 20 Purgador 168 Elevador de bagaço 1 Total 2.

Tabela 2: Colaboradores por especialidades Especialidade Colaboradores Oficina Mecânica 9 Alvenaria 4 Manutenção Elétrica 12 Oficina Instrumentação 6 Oficina Serralharia 12 Oficina Caldeiraria 17 Total 60 . 38 A manutenção é feita por 60 colaboradores divididos nas especialidades citadas na Tabela 2.

organizar. Pesquisas recentes indicam que o comportamento dos gerentes é menos sistemático.3 Sistema de Informação para Gerenciamento 6. E as atividades das Funções Gerenciais.Representação da empresa como lideres. controle. 39 6. . Bom controle de sua própria agenda . específicos e ad-hoc . Grande variedade. pouco reflexivo. . a definição clássica de gerência. segundo Henri Fayol. Grande preferência por mídia verbal (não escrita) . . etc.3. menor esforço e resposta mais rápida.1 Processo Decisório De acordo com Domingos (2003). informação de ultima hora. como elemento de conexão entre vários níveis de gerencia da organização. mais informal. decidir e controlar. aconselhar ou apoio ao subordinado. Preferência por trabalhar assuntos correntes. segundo Mintzberg: . O gerente faz diversas ações durante o trabalho que é difícil de distinguir se é planejamento. fragmentada e breve . encarregado de motivar. boato. e bastante não-estruturado (Domingos. é a atividade executiva de planejar. segundo Mintzberg: . apresenta o Modelo comportamental da gerência. . . Estudos indicam mais de seiscentas atividades diferentes por dia. . Grande volume e alta velocidade de trabalho .permanente e intenso.não há tempo para se envolver em profundidade. mais reativo. coordenar. 2003). Interpessoal .sistema de informação informal. Complexa rede de contatos pessoais e interação .gerentes bem sucedidos mostram bom controle do que escolhe para fazer no dia-a-dia. Domingos (2003).promove maior flexibilidade. Pouco interesse por informação histórica e de rotina.prefere especulação.

pode comandar qualquer recurso que se fizerem necessários. e acima de tudo podem decidir o que querem. . A tarefa do gerente de topo consiste em realizar planejamento de longo prazo. Gastam muito tempo e energia envolvidos em problemas e decisões operacionais . A vida é menos complicada no topo da organização. mediador de conflitos entre grupos da organização. 40 . . portanto como disseminador e porta voz da empresa. Discrição e um objetivo de cada vez são o foco. .Empreendedor promove novas iniciativas. A alta gerência sabe tudo.Raramente fazem claras e diretas declarações definitivas sobre a política da organização. negocia conflitos. Domingos (2003). Informação . dissipa problemas na organização. Oferecem Senso de Direção . . . recebe e distribui as informações mais atuais e concretas para aqueles que necessitam estar alerta. . Decisão . Mitos sobre a Alta Gerência: . São sensíveis as estruturas de poder. pois qualquer proposta de maior envergadura vai necessitar de apoio de vários setores.Implementam soluções abrangentes e sistemáticas normalmente provocam impacto no ambiente organizacional e criam oposição. segundo Wrapp: . Com isto evita entrar em camisa de força. Agem.Para se manter informado. O principal trabalho do gerente estratégico (Diretores) é meditar acerca do papel da empresa e sua contribuição à sociedade. . e também poder inferir sucessivamente. alocação de recursos para o staff.Age como centro nervoso da organização. mostra como os gerentes atuais decidem. Decisões tomadas com um objetivo apenas .

Este processo geralmente envolve um pequeno grupo do alto escalão que lida com problemas complexos e não rotineiros.Repetitivas. Define como realizar as tarefas e controle da realização do programa de trabalho e uso dos recursos. Tipos de Decisões – Quanto à Organização: . . . e política da organização. Não-Estruturadas . e sem clareza ou definição de como tomá-las. Também chamadas de Decisões Planejadas. Estruturadas .São aquelas cujo decisor tem que fazer julgamento. de rotina. avaliar e se posicionar na definição do problema. Decisão Operacional . Estratégico. necessitando de análise formal da decisão. recursos. não-rotineiras. . Semi-Estruturadas .Está intimamente ligada ao controle operacional. e envolve procedimentos definidos de forma que não necessitam ser tratada como se fossem novas decisões.Determina os objetivos. Decisão Tática . Algumas vezes necessitando-se de análise formal da decisão. . Decisão Estratégica . São decisões importantes. Um problema típico deste nível de decisão envolve o futuro da organização. 41 A Tomada de Decisão – Níveis: .Afeta principalmente a eficiência e efetividade do uso dos recursos e assegura boa performance das unidades operacionais.Apenas parte dela tem procedimentos definidos. . Cumprimento dos planos/projetos determinados pelo Planejamento.

3. A seguir a descrição deste Histórico.2 Sistemas de Informações Toda e qualquer decisão deve estar baseada em informações subjetivas e/ou objetivas. . 42 6. Informa- ção 1 Feedback Decisão Ação 2 3 Figura 1 Sistemas de Informação A Figura 2 mostra a evolução dos Sistemas de Informação.razão pelo qual os Sistemas de Informação (SI) variam. A qualidade da decisão é diretamente proporcional a qualidade da informação objetiva disponível. Figura 1. A Qualidade de Informação varia com o nível e tipo do decisor .

Do ponto de vista da empresa. estes são fundamentais porém elementares e operacionais para a organização. 43 Figura 2 Evolução Sistemas de Informação Computadorizados. Usado por vários setores da empresa ou outras organizações. Sistemas Transacionais (Transaction Processing Systems .MIS): Captura os dados dos TPS e da base de dados (data warehouse) para produzir pré- formatados e rotineiros relatórios ao gerente operacional. 2. Isto permite qualquer nível de agregação. Bases de dados corporativas são criadas com grande nível de detalhes. Fonte: Domingos (2003). Ex: entrada de dados de nova conta a pagar ou pagamento de um cliente com a devida validação dos campos.TPS): Captura os dados necessários para atualizar os registros relativos a operação do negócio da organização. Normalmente estas bases de dados são específicas para determinada área (exemplo: financeira). Principais modelos dos Sistemas de Informação 1. Estes relatórios podem ser usados para identificar necessidades de alteração do procedimento e/ou ajudar a determinar cursos de ação alternativa. o preenchimento de uma Ordem de Serviço da Manutenção. Sistemas de Informação Gerencial (Management Information Systems . .

previsão de vendas. • Em muitos casos. • Busca padronizar os hábitos (formais. • Normalmente inicia com um modesto e pequeno conjunto de módulos de informações gerenciais. 3. além de reduzir redundâncias. backup. • Data Base Management System (DBMS): ferramenta importante na interface do MIS com a coordenação e integração dos arquivos físicos da base de dados. • Módulos típicos dos MIS’s: inventário. manutenção. ou até mesmo o incremento de módulos de Sistemas de Apoio à Decisão . Sistemas de Apoio à Decisão (Decision Support Systems . Gradualmente mais e mais módulos são acrescentados ao sistema. 44 Características do MIS: • Os dados são geralmente armazenados ao nível elementar (row transaction) nos arquivos ou grandes bases de dados corporativas (Data Warehouse). semi-formais e até informais) do gerente na busca de informação para o auxílio da tomada de decisão. e segurança à base de dados. modelos matemáticos e . contas a pagar e receber. acesso.DSS): Consiste na construção de uma base de dados aplicativa (data warehouse). Facilita a criação.Decision Support Systems (DSS) quando simulações ou inferências são necessárias. • Alguns módulos armazenam os dados sumarizados para redução de dados a serem armazenados. gerentes táticos solicitam a inclusão de um DSS no MIS que usam para que possam fazer simulações de cenários tipo “what if”. Quase sempre alcança um número demasiado de módulos e aí necessitam ser integrados para serem úteis. Quase sempre causa problemas quando necessita voltar a trabalhar o dado elementar para produzir uma nova informação. planejamento e controle da manutenção.

• Principais usuários (na prática) . De vários níveis da organização. • Busca incremento da eficácia da tomada de decisão (acuidade. construindo novos modelos de situação de negócio e permita os gerentes simularem o que deve acontecer em diferentes condições. O usuário deve se sentir confortável. produzindo meros relatórios que sejam úteis ao gerente. • Construído com flexibilidade e adaptabilidade suficiente para permitir rápida modificação para atender o estilo de decisão do usuário. • Interface amigável. Os sistemas de apoio a decisão podem ser relativamente simples e direto. Por outro lado. telas de fácil manipulação. Características do DSS: • Usualmente orientado aos níveis de gerência que envolvem decisão semi- estruturada ou não estruturada. . • Processo de simulação é um dos fortes requisitos. informações chaves que ajude na interpretação e simulação de decisões a serem tomadas. • Destinado ao apoio de grupos de usuários ou individual. • Fortemente baseado em sofisticadas técnicas quantitativas de modelagem matemática. 45 telas de apresentação (front-end) que permita manipular fatos. • Total controle de todos os estágios da tomada de decisão na busca de solução de um problema.analistas financeiros e assistentes técnicos de diretoria. em tempo hábil. • Uso de análise estatística para coleta de dados e antecipar tendências. qualidade). podem ser extremamente complexos.

Sistemas de Informação Executiva (Executive Information Systems . 46 Aplicabilidade do DSS: • Quando existe uma base de dados muito grande a ponto do gerente (usuário) ter dificuldade de acesso ou disponibilidade da informação necessária. 4. Correio eletrônico (importante devido a geografia). • Facilidades de agregação de dados e informação. • Quando há necessidade de manipulação ou computação de processos que implicam em uma solução de algum problema. Não há necessidade de exposição do dado elementar. A informação tem que ser entregue de forma rápida. Exige a construção de base de dados executiva com informações internas e externas. concisa. • Indicadores de performance do setor apresentados por gráficos (podem ser superpostos para facilitar). • Na existência de pressão por tempo para resposta final. Foco nas tendências. • Conexão entre bases de dados (internas e externas). • Interface amigável e veloz. • Possui recursos para permanente avaliação dos Indicadores de Performance e manter os Fatores Críticos de Sucesso (FCS) sob controle: DRILL-DOWN: acesso a . telas de apresentação extremamente amigável que permita o executivo construir seus relatórios e informação ad-hoc (feito pelo próprio usuário).EIS): Consiste na construção de um sistema orientado para usuários não familiarizado com computadores e que não tem tempo nem motivo para se tornar expert. confiável e com altíssimo nível de agregação. Características do EIS: • Base de dados executiva exclusiva da alta gerência.

sazonais. A Figura 3 mostra os fatores mais importantes para escolha dos Sistemas de Informação Executivo – EIS. . etc). 47 telas de sub-níveis menos agregados para obter mais detalhes. planejamento empresarial. geográficos. Relatórios de Exceção: contrários de drill-down. quando o Sistema de Indicadores Chave – Key Performance Indication (KPI) apresenta bom ou mau resultado todos os detalhes são logo exibidos. Fatores mais importantes Custo do Sistema 46 Conectividade 69 Tipo do Hardware 74 Facilidade Manut. 75 Facilidade Desenv. Facilita identificação de áreas que necessitam atenção e Análise de Tendências: que direções estão tomando alguns indicadores (comparado com valores projetados. 81 Facilidade de Uso 91 Funcionalidade 93 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Figura 3 Motivos de Seleção .Importância Relativa Fonte: Domingos (2003).

Assegura as Reduzir tempo dedicado pelos tarefas de acompanhamento. Atributos de um EIS (Figura 5) Não se limita ao apoio à decisão.essência dos atuais problemas de informação Figura 5 Atributos de um EIS Fonte: Domingos (2003). executivos para análises controle e comunicação Executivos incorporar Informações estes recursos de informação preparadas para o sem alterar o estilo executivo . . Estratégico) da operação e ambiente do negócio Identificar oportunidades Melhor transmitir informações e tendências para os demais gerentes Executivos não buscam EIS/DSS/MIS para adotar decisão ótima Figura 4 Executivos – o que buscam? Fonte: Domingos (2003). 48 O que os executivos buscam? (Figura 4) Tudo segue conforme planejado? Compreensão intuitiva (Planej.

d) Revisão de outras ações alternativas. Chaves Agenda Drill Down eletrônica Rel. Gráficos colorido Apoio Escritório Apoio Analítico Figura 6 Requisitos Técnicos Desejáveis / Características Fonte: Domingos (2003). c) Maior tempo para análise da situação. e) Tomada de decisão mais imediata. 49 Requisitos Técnicos Desejáveis / Características (Figura 6) Sistemas Sistemasde deInformação InformaçãoExecutiva Executiva--EIS EIS Electronic Relatórios Menus Questões Mail não Estrut. e Ind. . obter informações mais detalhadas. Exceç. Por que EIS? EIS pode reduzir o tempo dedicado pelos executivos para análises: a) Ganhar mais tempo para a tomada de decisões. Apoio à Noticiário Decisão Gráfico Processador Texto EIS Tend. b) Se necessário.

Ministério Gerencial . .EIS Sistema Informação . Sistema de Informação Executiva . 50 Diagrama típico de um EIS (Figura 7) Fontes Externas Fontes Externas EXECUTIVOS computadorizadas não computad.Bases Eletrobrás.MIS .TPS Figura 7 Diagrama típico de um EIS Fonte: Domingos (2003).Serviços de Informação e bases de dados comercial Sistema Informação Transacional .

3. . simulação Semi- Estruturada DSS EIS Não."What Is" .3 Visão Sistêmica dos Sistemas de Informação A Figura 8 mostra a Matriz de correlação dos tipos de decisão Tipo de Decisão Nível organizacional Operacional Tático Estratégico Contas a pagar/receber Controle de Custos/produção/ Estruturada Mannutenção TPS MIS Solução problemas. complexos.O que está acontecendo Futuro Futuro DSS . 51 6. Novos produtos.Por que acontece Business BusinessIntelligence Intelligence Turban --compreensão compreensão-- Display Display DSS Análise EIS Análiseee ee Diagnóstico Diagnóstico Relatório Relatório MIS Passado Passado Figura 9 Atuação dos MIS/DSS/EIS Fonte: Domingos (2003)."What If". A Figura 9 mostra a atuação dos MIS/DSS/EIS EIS . Estruturada Explorar novos ambientes Figura 8 Matriz de correlação dos tipos de decisão Fonte: Domingos (2003).

. 52 A Figura 10 mostra Business Intelligence (BI) – Compreensão DECISÃO: Identificação Problemas --> Estratégico Solução Problemas --> Tático e Operacional EIS Decisão Estratégica/Tática DSS MIS/DSS Decisão operacional TPS Nível Operacional Base de Dados corporativa Pirâmide PirâmideGerencial GerencialxxInformação Informação Figura 10 Business Intelligence – Compreensão Fonte: Domingos (2003).

Explicar a necessidade de diferentes níveis de detalhes. Dificuldades reais: • Falta de dados históricos para estimativas. 53 6. Introduzir noções de Engenharia de Requisitos. • Pouco conhecimento das necessidades dos clientes. Por que não descobrimos todos os erros antes de entregarmos o software? . Rossiter (2003) consta que estudo recente mostra a performance em relação aos softwares produzidos: .4 Engenharia de Requisitos e Elicitação do SIGEMAN De acordo com Rossiter (2003). Esses objetivos visam uma evolução do software para responder as seguintes perguntas: . Manifestações mais visíveis: • Estimativas de prazos e custos são imprecisas. Por que os custos são tão elevados? . 2% Funcionava. • Comunicação clientes-desenvolvedores fraca. Por que demora tanto para a construção dos sistemas? . Discutir porque os requisitos evoluem durante o tempo de vida de um sistema. . . • Produtividade não acompanha a demanda. . • Falta de testes da qualidade do software. Por que temos tanta dificuldade em medir o progresso de desenvolvimento? No desenvolvimento do software acontecem alguns fatores como: . • Qualidade não é adequada. . • Falta de critérios na manutenção. os objetivos da Engenharia de Requisitos e Elicitação são: .

. . Usa princípios de engenharia ao invés de arte. A Engenharia de Software trata do desenvolvimento de software de forma eficaz. Os Softwares custam mais para manter do que para desenvolver. Métodos: como fazer. Rossiter (2003) apresenta a seguinte definição de Engenharia de Software. . 20% Usados. Ferramentas: CASE. 54 . segundo Fritz Bauer: “estabelecimento e uso de sólidos princípios de engenharia para que se possa obter economicamente um software que seja confiável e que funcione eficientemente em máquinas reais”. Refere-se a software (sistemas) de porte. . .Procedimentos: Processo de Software. Inclui tanto aspectos técnicos quanto não técnicos. . 3% Funcionava com poucas correções. A Engenharia de Software envolve: . Para sistemas com uma longa vida. o custo de manutenção é várias vezes maior que o de desenvolvimento. . Refere-se a software desenvolvido por grupos ao invés de indivíduos. Alguns problemas ocorrem devido a dedicar-se pouco tempo à coleta de dados (requisitos dos clientes): • Normalmente apenas um subconjunto das necessidades do cliente são levadas em conta. 30% Pagos. • Os profissionais estão sempre com muita pressa para começar a programar. mas nunca terminados e/ou entregues. . mas altamente modificados ou abandonados. . 45% Entregues. mas nunca foram usados com sucesso.

São criados: .portanto. . deve ser definido em detalhe. Não-funcionais: são limitações do sistema ou do processo de desenvolvimento. Rossiter (2003) mostra os Princípios de Especificação segundo Balzer e Goldman: 1. modelagem e especificação.portanto. Cliente pode não estar seguro do que realmente quer. Combinação das duas situações. . O processo de estabelecer os serviços que um cliente requer de um sistema e os limites sob os quais ele será desenvolvido e funcionará. Base para uma concorrência pública . Especificação é “o que” e não “o como”. Separe funcionalidade de implementação. Comportamento operacional. pois: . . Refina objetivos e escopo trabalhados no planejamento (foco no “que”). A Engenharia de Requisitos é um processo de descoberta. Funcionais: descrevem os serviços ou funções do sistema. O que é um requisito? Um requisito pode variar desde uma definição de um serviço ou limitação do sistema até uma especificação funcional matemática. Base para o contrato . Controles exigidos. refinamento. Analista pode não estar seguro de que uma abordagem específica atenderá. Nessa etapa ainda não é hora dos detalhes. Podem servir para vários usos: . . Modelos do fluxo de informações (quais dados o sistema receberá e quais produzirá ?). pode originar várias interpretações (propostas). . Todo resultado deve ser uma função matemática da entrada. . . Os tipos de requisitos são: . 55 A Engenharia de Requisitos ajuda a entender e estabelecer o que o cliente requer de um software.

O que acontece quando os requisitos estão errados? Os sistemas atrasam. Na conclusão da revisão. . as especificações dos requisitos tornam-se um “contrato” de desenvolvimento. explicitar. da forma mais correta e completo. e será sempre incompleta. ficam não confiáveis e não satisfazem as necessidades dos clientes. Deve ser tolerante com a não-inteireza e ser expansível. É imprescindível controlar os requisitos. O que é um documento de requisitos? Uma descrição formal dos requisitos do sistema. Mudanças posteriores são extensões ao contrato. . domínio da aplicação). Partes possam ser facilmente acrescentadas ou removidas. O que são stakeholders do sistema? . quando surgirem alterações. . Perguntas Freqüentes sobre Requisitos: . obter o máximo de informações para o conhecimento do objeto em questão. Somente uma parte necessite ser modificada. O ambiente é um sistema composto de objetos que interagem com o software. 3. A especificação deve abranger o ambiente no qual o sistema opera. Uma especificação é sempre um modelo (abstração) de alguma situação real ou imaginária. Existe processo de engenharia de requisitos ideal? Não. Cabe à elicitação identificar os fatos. sem repercutir em toda a especificação. 4. 56 2. cultura. Depende da organização (maturidade. Elicitação de Requitos (ER) Elicitar significa descobrir. Deve ser localizada e fracamente acoplada.

57

Qualquer pessoa que de alguma forma é afetada pelo sistema. São os clientes, fornecedores,

funcionários, parceiros, acionistas e a sociedade.

Fatores que influenciam os requisitos:

- Personalidade e status dos stakeholders (peso do gerente, diretor,...).

- Objetivos pessoais dos indivíduos da empresa.

- O grau de influência política dentro da organização.

- Habilidades para negociar e priorizar.

O que gerenciar em requisitos:

- Identificação.

- Texto.

- Prioridade.

- Lógica.

- Fonte que requisitou.

- Comentário.

- Link entre requisitos.

Problemas do Processo de ER:

- Baixo envolvimento dos stakeholders.

- Necessidades do negócio não consideradas.

- Falta de definição de responsabilidades no projeto.

- Problemas de comunicação.

- Planejamento longo demais.

- Baixa qualidade dos documentos de requisitos.

Modelo de Maturidade do Processo de ER

Nível Inicial (nível 1):

- Processo não definido.

58

- Problemas de: volatilidade dos requisitos, stakeholders não satisfeitos e alto custo de

alterações dos sistemas.

- Depende de habilidades e experiências individuais.

Nível Repetível (nível 2):

- Padrões definidos para os documentos de requisitos.

- Políticas e procedimentos para o gerenciamento de requisitos bem definidos.

Nível Definido (nível 3):

- Um processo definido de ER, baseado em boas práticas e técnicas.

- Em funcionamento um processo de melhoria contínua.

Componentes da Elicitação de Requisitos (Figura 11).

Componentes da Elicitação de
Requisitos
Domínio do Entendimento do
negócio problema

Contexto da
Necessidades e
organização
restrições dos
stakeholders
Figura 11 Componentes da Elicitação de Requisitos
Fonte: Rossiter (2003)

59

As dificuldades na Elicitação de Requisitos são:

- Usuários podem não ter uma idéia precisa do sistema requerido;

- Usuários têm dificuldades para descrever seu conhecimento do problema;

- Usuários e analistas têm diferentes pontos de vista do problema (formações são

diferentes);

- Usuários podem antipatizar-se com o novo sistema e se negarem a participar da

elicitação (ou mesmo boicotarem);

- Especialistas não estão disponíveis;

- Fatores políticos e organizacionais influenciam.

Técnicas de Elicitação:

- Entrevista;

- Estudo de documentos;

- Questionários;

- Análise de protocolos(depoimentos);

- Participação ativa dos usuários;

- Cenários;

- Observações e análise sociais(etnógrafo);

- Reuso de requisitos.

Entrevista:

Recomendações:

- Relação 1:1 ou 1:n entrevistador x entrevistado;

- Iniciar pelo top para conhecer requisitos estratégicos;

- Iniciar pelo middle se tiver pouca familiaridades com o assunto;

- Fazer reunião de Kickoff do projeto (escopo, expectativas, nivelamento,...):

- Usar paráfrase;

Análise de Protocolos: . . “o que se diz é diferente do que se faz”. Vantagens: possibilidade de elicitar fatos não facilmente observáveis e permitir melhor entendimento dos fatos. especificação por dinâmica de grupo (Joint Application Design - JAD). Riscos/Desvantagens: • Baixo comprometimento/interação. Incorporação dos usuários ao grupo de ER. Participação Ativa dos Usuários: . se for o caso. Vantagens: • Compreensão do “como”. Desvantagens: dependência do desempenho do entrevistado. Análise do trabalho dos clientes por depoimentos. . . O ciclo de entrevistas se encerra quando começam as repetições. . Usar sessão facilitada. • Uso do etnógrafo (muito detalhe!). • Possibilita falsas percepções. • Visão completa do contexto/mesma do cliente. . • Muito tempo. 60 . • Confronto realidade x informações prestadas. • Linguagem e objetividade prejudicadas. • Requer coleta complementar. tendência a se dizer que faz mais do que a realidade. Nunca se pergunta: O que você deseja no sistema? . • Inibe a rotina normal de trabalho. .

1. O referido questionário encontra-se detalhado na subseção 8. . Vantagens: envolvimento dos usuários. . . Desvantagens: tempo para treinamento dos usuários e acomodação/falsa impressão da eficácia do processo. . 61 . Recomendável para sistemas grandes.2. Baseado nas premissas anteriores foi elaborado o questionário de ER para o levantamento da pesquisa e estudo de caso aqui proposto. Treinamento dos usuários nas linguagens de modelagem utilizadas.

Buscou-se uma visão aproximada dos Diretores das Empresas fornecedoras dos Softwares pesquisados. 62 7 METODOLOGIA 7. . 7. documental e estudo de caso.1 Plano de Pesquisa O trabalho foi formulado a partir de estudos exploratórios através do processo de utilização dos Requisitos e Elicitação. através do atendimento aos requisitos e custos de investimento e de manutenção anual.1.1. onde foram avaliados o SIGEMAN da Usina Pumaty. 7. os principais Softwares de manutenção do Mercado Brasileiro e a necessidade de migrar para um novo sistema.1 Pesquisa Exploratória A análise do SIGEMAN Pumaty foi feita pelo desenvolvedor e reavaliada pelos usuários do Sistema.2 Pesquisa Descritiva Foi aplicado questionário padronizado com requisitos para avaliação do SIGEMAN da Pumaty e dos principais SIGEMAN´s existentes no Mercado Brasileiro. levantamento bibliográfico. gestores do planejamento da manutenção.

3 Execução da Coleta O material foi coletado através de questionário (ver subseção 8.2 Plano de Amostragem A pesquisa foi feita com a Usina Pumaty e os principais fornecedores de SIGEMAN atuantes no Mercado Brasileiro.4 Análise de Dados Os dados foram analisados quantitativa e qualitativamente. 63 7.2. .1) enviado às empresas fornecedoras de SIGEMAN e a Usina Pumaty. 7. 7. Quantitativamente através de tabelas e gráficos e qualitativamente através de análise e conteúdo.

3 Cadastro de Tarefas.’s Planejadas.S. 1. Módulo 2 – Planejamento: (fora de operação) 2. (não tem utilidade) 1. 64 8 APLICAÇÃO E RESULTADOS 8.12 Cadastro de Controle de Arquivos. 1.4 Cadastro de O. que são subdivididos em sub-módulos: Módulo 1 – Cadastro: 1. 1.10 Cadastro de Moedas.11 Cadastro de Usuário. (não é utilizado.S.1 Associação de O. .5 Cadastro de Posição. (não estás sendo utilizado devido a O.7 Cadastro de Sugestão. 1.S.’s a Posição.8 Cadastro de Fornecedores.1 O SIGEMAN Pumaty O atual SIGEMAN da Usina Pumaty foi desenvolvido sobre um gerenciador de banco de dados PARADOX e utilizando-se a linguagem de programação Delphi. O sistema é composto por 10 módulos.6 Cadastro de Pessoal. 1. (fora de operação) 1.9 Cadastro de Projetos.2 Cadastro de Peças. de terceiro não está subsidiando as informações) 1. pois atualmente utiliza-se o cadastro do módulo de controle de acesso) 1. 1.1 Dados Gerais. (não é utilizado) 1.

S.2 Cadastro de Pontos de Inspeção. 4.’s. 2.S.2 O.1 Abertura de O. (fora de operação) 3. Módulo 3 – Programação: 3.’s pelo Instalado. (fora de operação) 3.3 Atualização de Registro.2 O.’s não Planejadas.S.’s pelo Instalado. (fora de operação) Módulo 4 – O. 3.5 Programação para Lançamento Automático. 2. 2.7 Automação de Lançamento de Tarefas. 4.3 O.’s Permanentes.S’s Planejadas. (não está ativo) 3.6 Geração de Lançamento Automático. 4. 5. (fora de operação) 3. 4. .4 Lançamento de O. 65 2.1 Lançamento de Tarefas e Fechamento de O. 3.2 Correção de Histórico. 2.1 Solicitação de Serviços a Terceiro.3 Cadastro de Garantia de Serviços.S.S.5 Programação para Lançamento Automático.S.’s a Terceiro: (não atende aos objetivos) 4.6 Máscara (especificações) de Cadastro de Ponto de Inspeção.5 Inspeção. Módulo 5 – Controle: 5.S.4 Lançamento de O.’s a Terceiro.4 Planejamento.

2 O. (no momento não é utilizado. Esta rotina foi usada para fazer lançamentos dos materiais que não foram apropriados ante do fechamento das O. Módulo 8– SMP X MS Project: 8.S.’s Abertas.6 Inclusão de Materiais Diretamente em O.3 Máscara de Inspeção.S. não é amigavel.S.4 Devolução de Materiais.5 O. 7.7 Reabertura de O.1 Integração com o MS Project. 6.1 O. (não funciona) 7. (não está sendo utilizado.3 Relatórios de Safras.´s Fechadas.S. 6.4 Manutenção no Instalado da Posição.´s Abertas. .5 Transferência de Material.4 Relatórios Operacionais. Módulo 7 – Equipamentos: 7.3 Consulta de O. 66 5.2 Cadastro de Peças.S.S.S. pois o lançamento é feito através de exportação do almoxarifado) 5.’s Fechadas.’s Abertas. 5.´s a Terceiros. A consulta das O. 6. 5.´s) Módulo 6 – Gerenciamento: 6. 6. 7.S´s abertas são feitas no módulo de gerenciamento) 5.1 Cadastro de Itens. (não é utilizado devido às dificuldades de consulta.

3 Cadastro de Usuários do Sistema.1 Cadastro de Rotina do Sistema. Figura 12 Menu principal . 9.4 Acerto no WSMP.’s Abertas para Integração. 10. (não usa) 10.5 Reindexação dos Arquivos.7 Importação Integrada.3 Cadastro de Arquivos para Efeito de Migração do Sistema.2 Cadastro de Grupo de Usuários. 10.2 Importação do Cadastro de Peças. 10.1 Parâmetro do Sistema.6 Exportação da O.S. 67 Módulo 9 – Controle de Acesso: 9.9 Conversão de Dados do SMP – Clipper para SMP – Windows.8 Analisa a Integridade dos Arquivos. 9. (não usa) 10. Módulo 10 – Utilitários: 10. 10. (não usa) A Figura 12 mostra o menu principal onde são apresentados os módulos do sistema e nos submenus os respectivos ícones dos sub-módulos. (não usa) 10. (não usa) 10.

S.Cadastro : . Caso haja exclusão de algum item não aparecerá a descrição em nenhuma situação das O. 68 Principais Funções do Módulo 1 . . Figura 13 Dados gerais . Figura 14.S. Dados gerais: A Figura 13 mostra como é feito o cadastramento das informações utilizadas nas aberturas das O. Cadastro de peças: Utilizado apenas para consulta de materiais que são importados do Sistema Corporativo.´s.´s.

Figura 15 Cadastro de tarefas . Cadastro de tarefas: Utilizado para cadastramento das tarefas que são utilizadas nas O.S.´s. 69 Figura 14 Cadastro de peças . Figura 15.

Figura 16 Cadastro de posição . Figura 17. . Figura 19. Elas são redigitadas e deletadas manualmente do cadastro. Essas sugestões não são transformadas automaticamente em O. . Figura 18. Cadastro de Sugestão: Utilizado para cadastrar sugestões de serviços por agrupamento executante em uma determinada data.S. 70 . Cadastro de controle de arquivos: Compila os dados de um determinado período. Cadastro de Pessoal: Utilizado para cadastrar novo funcionário e consulta de pessoal que são importados do Sistema Corporativo. Figura 16. Caso haja exclusão de algum item não aparecerá o nome em nenhuma situação das O.´s.´s. Cadastro de posição: utilizado para cadastrar as posições dos equipamentos nas áreas.S. .

71 Figura 17 Cadastro de pessoal Figura 18 Cadastro de sugestão .

S. pois a geração da O.S´s permanentes: É utilizado apenas para cadastrar um número de O. O. A Figura 23 mostra exemplo de O. Toda O. Na Figura 21 é mostrado um exemplo desse tipo de O.´s.S. Permanente. permanente. Figura 22. .S. só é feita no sub-módulo de abertura de O. .Programação: . O código de sugestão e a qualificação da O.S. Abertura de O.S. Figura 20.S. para inserir a tarefa e complementar os dados. não funcionam.S´s não planejadas.´s não planejadas: Utilizada para abertura das O. está associada a uma posição.S. 72 Figura 19 Cadastro de controle de arquivos Principais funções do Módulo 3 .S.

S. não planejada Figura 21 Exemplo de O. 73 Figura 20 O.S. não planejada .

Permanente .S. permanente Figura 23 Exemplo de O. 74 Figura 22 O.S.

S.Controle: . Figura 24. data e hora de início e data e hora final. Correção de histórico: usado para exclusão de algum dado informado incorretamente no sub-módulo de retorno de O.S. Os tipos de O.´s (retorno de O.S. . número da O.S. .´s.´s não estão funcionando.S´s e informar os dados novamente. 75 Principais funções do Módulo 5 . voltar ao sub-módulo de retorno de O. chapa. Após exclusão.´s): Onde são lançadas as informações do cartão de controle de mão de obra. Lançamento de tarefas e fechamento de O. tarefa.S´s.S. Figura 24 Retorno de O. Figura 25.

76

Figura 25 Correção de histórico

- Devolução de materiais: Tanto as devoluções como as requisisões dos materiais feitas

ao almoxarifado são exportados diariamente do almoxarifado para o Planejamento e

Controle da Manutenção (PCM) no formato de bloco de notas, a partir do Sistema

Corporativo. Antes da exportação desse arquivo para o WSMP, deve se identificar as

devoluções (marcadas com “D”) para serem excluidas das O.S.’s. Os dados nesse

arquivo são: código do material; data do lançamento; número da O.S., código do

coordenador; número da requisição; quantidade do material; valor total e “D”, quando

for devolução. A Figura 26 mostra o formato desse arquivo.

77

Figura 26 Arquivo de exportação do almoxarifado para o PCM

Nesse sub-módulo tem que ser informado o número da O.S. identificar o material a ser

devolvido, informar a quantidade a ser devolvida e o número da devolução. Como mostra a

Figura 27.

78

Figura 27 Devolução de material requisitado

- Transferência de material: Caso queira transferir material de uma O.S. para outra, deve

informar o número da O.S. de origem, identificar o material ou parte dele a ser

transferido, informar o número da O.S. de destino, quantidade a ser transferida e

número da ordem de transferência, se houver, Figura 28.

S.S.S. esse sub-módulo possui as seguintes subdivisões: Relatórios de Ordens Abertas. relação analítica de O. Figura 29 O. Relatório de programação de Ordens de Serviços. O.´s abertas . Custo de Ordens abertas.´s abertas: como mostra a Figura 29.S.´s abertas. Relatório de custo da obra para O. .Gerenciamento. 79 Figura 28 Transferência de material Principais funções do Módulo 6 .´s abertas.

80 • Relatórios de Ordens Abertas: Seleciona o tipo de O. Figura 30 Relatórios de Ordens abertas . permanente (identificada por três dígitos) e as demais não planejadas. Figura 30.S.S. o período e o agrupamento executante para a emissão do relatório. onde aparece uma O. permanente ou todas). (não planejada. A Figura 31 mostra o exemplo desse relatório.

em um período determinado. Figura 32. 81 Figura 31 Exemplo relatório de Ordens abertas • Custo de Ordens abertas: Apresenta os custos (mão de obra e material) das ordens abertas por posição ou pelo número da O. Figura 32 Custo de Ordens abertas .S.

após 4 minutos. Figura 34. a área ou a linha. . 82 A Figura 33 mostra o relatório emitido. Figura 33 Relatório de Custo de Ordens abertas • Relatório de programação de Ordens de Serviços: Para solicitar esse relatório é necessário informar o agrupamento executante.

´s fechadas: esse sub-módulo possui as seguinte subdivisões: Histórico de ordens de serviços. 83 Figura 34 Relatório de programação de Ordens de Serviços A Figura 35 apresenta um tipo de relatório. histórico da mão de obra e . Histórico detalhado de ordens de serviços. O.S. Figura 35 Relatório apresentado de programação de Ordens de Serviços .

Figura 36 Histórico da mão de obra e materiais de ordens abertas e fechadas A Figura 37 apresenta o relatório. relatório de OS´s abertas e fechadas com detalhamento totalizando cada tarefa. relatório de desempenho de mão de obra. relatório de materiais por OS abertas e fechadas. relatório por grupo de equipamento. . Figura 36. acompanhamento de custo da manutenção do período. histórico técnico por equipamento. 84 materiais de ordens abertas e fechadas. relatório por centro de custo. • Histórico da mão de obra e materiais de ordens abertas e fechadas: verifica o custo dos serviços executados dentro de um determinado período. relatório de OS´s abertas e fechadas.

´s que foram trabalhadas em um determinado período.S. Figura 38 Relatório de desempenho de mão de obra . Figura 38. 85 Figura 37 Relatório apresentado do histórico da mão de obra e materiais de ordens abertas e fechadas • Relatório de desempenho de mão de obra: indica todas as O.

5 minutos. Figura 39 Exemplo de relatório de desempenho de mão de obra . após 3. 86 A Figura 39 mostra o relatório.

´s abertas e fechadas: indica os materiais utilizados nas O.´s em um determinado período.S.S. Figura 40 Relatório de materiais por O. Figura 40.S.´s abertas e fechadas . 87 • Relatório de materiais por O.

S. 88 A Figura 41 mostra o relatório. Figura 42. após 8 minutos. Figura 41 Exemplo de relatório de materiais por O.´s abertas e fechadas • Histórico técnico por equipamento: apresenta os dados técnicos do cadastro do equipamento e as informações digitadas em seu histórico. Figura 42 Histórico técnico por equipamento .

Figura 43 Relatório histórico técnico por equipamento Principais funções do Módulo 7 .Equipamentos. . Cadastro de equipamento: localiza e cadastra equipamentos. Permite informar dados em seu histórico técnico. 89 A Figura 43 mostra o relatório. Figura 44. .

Cadastro de máscara: permite cadastrar dez campos para identificar os dados do equipamento. Esses campos se repetirão para os mesmos equipamentos. Figura 45 Cadastro de mascara . 90 Figura 44 Cadastro de equipamento . Figura 45.

SMP X MS Project.´s. O MS-Project é alimentado através de impoortação do arquivo gerado a partir do projeto no SMP. . As informações são atualizadas por projetos e duram aproximadadmente uns 40 minutos. . Manutenção no instalado da posição: utilizado quando um equipamento é substisuído ou mudado de uma posição para outra.S. que são enviadas para o projeto e atualizadas após qualquer informação. Figura 46 Manutenção no instalado da posição Principais funções do Módulo 8 . 91 . Figura 47. Figura 46. Integração com o MS-Project: o projeto é feito no Sistema de Manutenção Programado (SMP) e logo após abre-se as respectivas O.

. Essa atualização é necessária para emissão de relatórios de materiais. 92 Figura 47 Integração com o MS-Project Principais funções do Módulo 10 . após serem importados do almoxarifado.Utilitários O objetivo principal desse módulo é atualizar os arquivos de materiais através do sub-módulo “Analisa a integridade dos arquivos”. Figura 48. O tempo médio da integração é aproximadamente 30 minutos.

93 Figura 48 Analisa a integridade dos arquivos .

O fornecedor possui equipe de suporte técnico num raio de 150 km do local onde o sistema será implantado? (Essencial). .2. Cada prioridade recebeu um peso para avaliação do resultado em cada módulo: . . deixando-se livre os resultados apresentados. Essencial: 6. Importante: 3. Os requisitos atendidos por módulos foram totalizados e os resultados apresentados em percentual do total de requisitos. O fornecedor possui os programas "fontes"? (Essencial). 01 (um) da Pumaty e 06 (seis) Fornecedores Nacionais. .: Os nomes dos fabricantes foram omitidos para preservar qualquer juízo de valor e conflito de interesse.1. Obs. 94 8. importantes e desejáveis). Módulo 1: Fabricante e Fornecedor Trata de características inerentes ao fabricante e fornecedor do software. divididos em 10 (dez) módulos e comparados ao SIGEMAN de uso atualmente na Usina Pumaty. Desejável: 1.2 Resultados 8. nos requisitos necessários para a manutenção e suas respectivas prioridades (essenciais. 1. 1.1 Avaliação dos Sistemas de Informação para o Gerenciamento da Manutenção (SIGEMAN) Foram avaliados 7 (sete) Sistemas de Informação para o Gerenciamento da Manutenção.2.

8. O fornecedor possui experiência de venda do sistema já implementado em mais de 10 clientes no Brasil? (Essencial).12.11. 1. 1.13.1 0 0 TOTAL 13 75 Cálculo do atendimento = __Σ Pontos Módulo_ X 100 (1) Total Pontos Módulo Exemplo: Índice Sistema Pumaty = 27 X 100 = 36% 75 A Figura 49 mostra o resultado desse módulo.4.O fabricante possui corpo técnico de engenheiros de manutenção? (Essencial).10. conforme Tabela 3. O fabricante pode prestar suporte técnico pela internet? (Essencial). O fornecedor concorda em contrato que os programas "fontes" sejam colocados à disposição dos clientes em caso de descontinuidade da empresa ou de sua área de desenvolvimento de sistemas? (Essencial).Fornece relatório detalhado de novidades de versões recém-lançadas? (Essencial).6. 1. Oferece relação de clientes para referência de desempenho? (Essencial). 1. 1.9.Fornece dicionário de dados das tabelas? (Essencial). 95 1.Fornece diagrama de entidade e relacionamento das tabelas? (Essencial). 1.3. Pontuação deste módulo. O fabricante oferece garantia quanto às falhas operacionais do sistema? (Essencial). 1.7. Tabela 3: Pontuação Módulo 1 PRIORIDADE – PESO Nº ITENS PONTUAÇÃO ESSENCIAL – 6 12 72 IMPORTANTE – 3 1 3 DESEJÁVEL .5. . 1. O fabricante pode prestar suporte técnico no local de instalação? (Essencial). O software foi desenvolvido no Brasil? (Importante). 1. 1.

00 100.2.00 84. 2.00 60.Os terminais fazem acesso nativo aos bancos de dados sem ser necessário a utilização mecanismos de conexão como "BDE"? (Essencial).O sistema opera em multiplataforma browser-based? (Desejável).FABRICANTE E FORNECEDOR 120.6.00 36. 2. 2. .O sistema opera na plataforma delphi client-server? (Desejável).1.3.00 40. 2.00 20.00 0.O sistema é multifilial? (Essencial).00 SISTEMAS SISTEMA PUMATY SISTEMA A SISTEMA B SISTEMA C SISTEMA D SISTEMA E SISTEMA F Figura 49 Requisitos módulo 1 Módulo 2: Hardware e Software Trata da operação do sistema.7. 2. 2. 2.00 REQUISITOS ATENDIDOS (%) 100.00 100. 96 MÓDULO 1 .4.00 92.O sistema é multiempresa? (Essencial).00 100.O sistema é multiusuário? (Esencial).Os terminais podem conectar remotamente ao servidor via TCP/IP? (Importante).00 80.5.00 100.

a ser definido pelo cliente? (Importante).O usuário pode criar novos campos de dados? (Desejável).Possui ferramenta que permita a importação de dados (migração) de arquivos já existentes na empresa? (Essencial). 2. (Desejável).13. 2.12. 2.Permite criar help personalizado pelo usuário? (Importante) 2.O sistema está previamente configurado para operação imediata nos seguintes bancos de dados: ORACLE.14. 2.O sistema possui telas de ajuda ("help") relacionadas com o módulo em operação? (Essencial). . a qualquer momento. 2.O usuário pode alterar a terminologia adotada no sistema na descrição de campos e menus? (Importante). 2.16. 2.15.Existem níveis de acesso para restringir operações a usuários credenciados? (Essencial).21.18.11. planos de manutenção.9. 2.O usuário pode criar conjunto de campos relacionados a um tipo específico de tabela: equipamento. 97 2.19. 2.8.O usuário pode criar campos de cálculos automáticos relacionados a outros já existentes? (Essencial).Exibe e permite alterar o help rápido para cada campo do sistema? (Importante).20.O usuário pode criar novas telas de operação? (Desejável).O usuário pode alterar o layout das telas? (Desejável). materiais. etc.17. SQL-SERVER OU INTERBASE. tipo de equipamento. 2.O sistema é de fácil operação não exigindo. 2.22.O usuário pode eliminar dados antigos do sistema sem necessidade de especialistas em informática? (Essencial). 2.Permite interface para alimentação de dados através de código de barras? (Essencial). 2. a participação de engenheiros ou técnicos especializados na suas tarefas cotidianas? (Essencial).10.

PDF. 98 2.Permite interface de entrada distinta através de atalhos para cada módulo? (Essencial). 2.Dispõe ferramenta para criação de KPI (Key Performance Indicator)? (Essencial).30.33. 2.Possui módulo gerador de relatórios de fácil aplicabilidade? (Essencial). 2.Possui ferramenta que permita integração automática com base de dados de outros aplicativos em múltiplos bancos de dados simultaneamente? (Essencial).Possui ferramenta para criar regras de processamento personalizadas para integração de dados e rotinas operacionais? (Essencial). . 2.Permite integração com sistemas supervisórios para coleta de dados de condições do equipamento? (Essencial). 2.Permite converter relatórios para formatos RTF. JPG? (Essencial).38.Permite criar níveis de acesso aos relatórios por usuário? (Essencial).31.27.24.Possui ferramenta que permite ao usuário configurar filtros dos relatórios? (Essencial).Informa quais usuários estão logados no momento? (Importante). 2.39. 2.Possui ferramentas próprias para backup e restore do banco de dados? (Importante).Possui ferramenta para enviar relatórios diretamente no corpo do e-mail sem perda de formatação? (Essencial).26. 2.O sistema estará disponível aos usuários (24x7) vinte e quatro horas ao dia e sete dias por semana. 2. GIF. 2. 2.37.25.Permite iniciar outros aplicativos a partir de acionador interno? (Importante).Possui gerenciador de e-mail interno? (Essencial).34. 2.36.35. 2. 2. 2.23.40.32. 2.28. 2. para o que deverá ser possível gerar o back up com o sistema em disponibilidade? (Importante).Dispõe ferramenta para criação de novos relatórios além dos pré-formatados? (Essencial). XLS.Possui controle histórico de login por usuário? (Essencial).Permite a criação de relatórios ad hoc (feito pelo próprio usuário)? (Essencial).29.

dependendo do aplicativo? (Essencial). tais como: planilhas eletrônicas. 2.48. mantendo as customizações realizadas quando o mesmo sofrer um “up-to-date“ de versão (garantir compatibilidade com novas versões. por ferramentas.Permite manter no cadastro. 2. no formato tradicional (impressão gráfica) e em formato eletrônico. . 2. 99 2. de/para o ambiente externo ao sistema. preservando as customizações realizadas na versão atual)? (Essencial). processadores de texto.49.O software . 2.46. 2. correio eletrônico? (Essencial). para efeito de responsabilidade e qualidade das informações? (Essencial). a data e o responsável pelos dados lançados no sistema.Permite a utilização de recursos multimídia? (Essencial). a depender do processo.Possui facilidades para importação e exportação de dados.Permite total configurabilidade da interface gráfica com o usuário. além daquelas nativas do software? (Essencial).47. 2. e acessos específicos via internet? (Essencial).41. 2.Permite acesso total via intranet. 2.43.44.42.45.Permite a passagem de um módulo para outro sem a necessidade de navegar em menus? (Essencial). A Figura 50 mostra o resultado desse módulo.Permite navegação gráfica através de imagens? (Essencial).Permite a introdução de regras de validação pelo usuário. bem como toda a documentação (funcional e técnica) é fornecida em português.

.00 83. 3.98 60. 3. Módulo 3: Tabelas e Codificação 3.4 A codificação pode ser alterada pelo usuário mesmo após o sistema estar em funcionamento. 3. 100 MÓDULO 2 . 3.31 64. sem que haja perda de integridade referencial do banco de dados? (Essencial). 3.6 O conteúdo de todas as tabelas utilizadas no sistema é estabelecido pelos próprios usuários? (Essencial).97 80.00 71.00 REQUISITOS ATENDIDOS (%) 100.5 Permite acesso a campos na tela conforme perfil do usuário? (Importante).85 40.17 80. 3.HARDWARE E SOFTWARE 120.00 100.1 Permite adequação do menu conforme perfil do usuário? (Importante).00 SISTEMAS SISTEMA PUMATY SISTEMA A SISTEMA B SISTEMA C SISTEMA D SISTEMA E SISTEMA F Figura 50 Requisitos módulo 2.00 54.00 27.00 0.2 Permite cadastramento sem limite quantitativo de registros? (Essencial).7 Utiliza relacionamento de tabelas em vez de códigos estruturados? (Essencial).8 Permite correlacionamento de equipamentos fundamentais ao processo com os respectivos componentes através da composição ordenada de tabelas? (Essencial).85 20.3 A estrutura dos códigos é definida pelo usuário? (Essencial). 3.

101 3.00 20. Módulo 4: Gestão de Ativos 4.36 80.91 86.1. A Figura 51 mostra o resultado desse módulo. 3. 3.00 45.00 90. 3.12 Permite a criação de tabelas pelo próprio usuário? (Essencial).00 0.11 Permite acionar histórico de manutenções com filtros a partir de telas de cadastramento de entidades relacionadas com a manutenção? (Essencial).00 REQUISITOS ATENDIDOS (%) 100.00 68.91 90.00 SISTEMAS SISTEMA PUMATY SISTEMA A SISTEMA B SISTEMA C SISTEMA D SISTEMA E SISTEMA F Figura 51 Requisitos módulo 3.10 Permite acionar relatórios rápidos com campos configuráveis a partir de uma tela de cadastramento? (Essencial).9 Permite associar os centros de custos à tabela correspondente de acordo com os padrões da empresa? (Essencial). MÓDULO 3 .00 100.Permite efetuar pesquisa por nome de equipamento ou dados considerados importantes pelo usuário? (Essencial).TABELAS E CODIFICAÇÃO 120.64 60. .18 63.45 40.

5.10.8.Permite relacionar pontos de monitoramento de condições do equipamento? (Essencial). . 4.Relaciona dados cadastrais do fornecedor/fabricante ao equipamento? (Essencial).7.17.4.Permite controlar histórico de movimentação física de equipamentos entre máquinas- mãe? (Essencial).Permite calcular lucro cessante de equipamentos em cascata? (Importante).11. 4.Relaciona equipamento com suas respectivas peças de reposição.Registra data de vencimento de garantias de equipamentos? (Essencial).3. indicando ainda a quantidade instalada? (Essencial).Existe possibilidade de adicionar texto de forma ilimitada? (Essencial). 102 4.9.Permite associar componentes a equipamento mesmo quando é feita a troca deles? (Essencial).Permite geração de um novo cadastro a partir de outro existente de forma a aproveitar alguns de seus dados? (Essencial). 4. 4.Permite acessar biblioteca técnica do equipamento on-line via internet? (Desejável).14.15.16.2.12.Permite diagramar hierarquicamente o equipamento através de fotos ou desenhos? (Essencial).Pode diagramar o conjunto de equipamentos inter-relacionados? (Essencial). 4. 4. 4. 4. 4. 4. 4.13. 4.6.Existe possibilidade de armazenar ou possuir interface de busca de dados scanneados ou importados de outros arquivos? (Essencial).Permite controlar histórico de movimentação física de equipamentos entre localidades diferenciadas? (Essencial). 4. 4. 4.Permite visualizar e localizar equipamentos através da hierarquia entre os mesmos? (Essencial).Permite identificar equipamentos com as mesmas características construtivas? (Essencial).

Permite a criação/elaboração de catálogos de equipamentos e componentes? (Essencial). 4.19.Permite controlar consumo de combustíveis ou outros insumos por equipamento? (Essencial).Permite visualizar um mesmo equipamento em várias hierarquias diferentes (composição.Permite a codificação dos equipamentos com número do patrimônio.Controla equipamento ativo ou inativo? (Essencial).32.22.20.21.30. função.FTA) e Análise dos Modos e Efeitos das Falhas (Failure Mode and Effects Analisys – FMEA) nos equipamentos e processos? (Essencial).Calcula Tempo Médio de Reparo (TMR) por equipamento? (Essencial).28. 4.29.Permite a utilização das técnicas de análise de falhas: Análise de Árvore de Falha (Fault Tree Analisys. 4. movimentações. 4. 4.26.31. sistema)? (Essencial). 103 4.24. código de material ou número de série? (Essencial). históricos de falhas. modificadores) e agrupamentos. 4.23. 4.Permite gerenciar o ciclo de vida dos equipamentos.25.27.Permite a setorização da planta com o mesmo centro de custo da conta contábil? (Essencial).Possibilita desativar programação de manutenção por equipamento? (Essencial). 4. retendo toda a história à medida que este equipamento vai sendo movimentado para outra planta ou local de trabalho? (Essencial).Permite a criação de árvore de falhas dos equipamentos? (Essencial). 4. disponibilizando de forma otimizada sua visualização? (Essencial). famílias.Permite visualizar indicadores de desempenho "KPI" para cada equipamento? (Essencial). 4. localização. custos associados. . 4. 4. reformas.18. 4. 4.Possibilita desativar planos de manutenção por equipamento? (Essencial).Calcula Tempo Médio entre Falhas (TMEF) por equipamento? (Essencial).Permite a classificação dos itens usando atributos comuns (substantivos.

introduzido pelos órgãos de operação.33. inativo. 4. data e custo. máquinas e equipamentos? (Essencial). como: fabricante.Permite estabelecer uma hierarquia de códigos de falhas para registrar problemas de equipamentos e permitir análises? (Essencial). através de formulários padronizados que possibilitem o acesso rápido a qualquer informação.34. ativo. 4. centro de custo e posição física ou geográfica na área de produção? (Essencial).43.Permite cadastramento de dados inerentes aos equipamentos. e deve permitir o compartilhamento pelos processos de gerenciamento de tais informações? (Essencial). condições para armazenamento. documento de origem.41. 4. 4. dados para transporte e armazenamento. 4. ferramentas.39. alienado. fornecedor.Permite estabelecer pontos de medições. contabilidade e outros? (Essencial).44.37. realizar estudos de tendências e análises de defeitos por intermédio de um monitoramento de condições? (Essencial).Permite indicar equipamento similar contingente? (Essencial).42.Permite controlar o status do equipamento (fabricação. 4. data da instalação. 4. instalação.Permite registrar e acompanhar as ocorrências nos equipamentos? o registro deve ser único. equipamentos e localizações? (Essencial). 4. comparar e analisar condições operativas.36.Permite dimensionar sobressalentes dos equipamentos e processos? (Essencial). outros)? (Essencial). necessária para manter. 4. 4.Permite que a alienação dos equipamentos interfaceie com o sistema de patrimônio.35. projeto.40.38. 4. 104 4.Permite especificação de atributos e capacidade de pesquisa por atributo de itens. outros? (Essencial). . função.Permite inventariar instrumentos.Permite correlacionar cada equipamento com suas respectivas áreas de atuação.Permite o registro de maior número de dados possíveis dos equipamentos. sem que seja necessário recorrer a fontes diversificadas de consulta? (Essencial).

47.Permite que uma vez riscos e precauções sejam introduzidos no sistema.00 17.00 SISTEMAS SISTEMA PUMATY SISTEMA A SISTEMA B SISTEMA C SISTEMA D SISTEMA E SISTEMA F Figura 52 Requisitos módulo 4 Módulo 5: Programação da Manutenção 5. 4.Permite definir etiquetas de identificação para equipamentos e localizações específicos? (Importante). 105 4.GESTÃO DE ATIVOS 120.28 60.00 0. . uma lista instantânea conveniente deverá ficar disponível para referência e registro de dados? (Importante). MÓDULO 4 .91 20.00 REQUISITOS ATENDIDOS (%) 100.1.Permite identificar e analisar riscos para múltiplos equipamentos e localizações.45.00 40.Permite a composição de arquivo de tarefas (instruções de manutenção) para atividades programadas? (Essencial). 5.Permite parametrizar o planejamento de manutenção para comparação com o realizado? (Essencial). adotando procedimentos de segurança? (Importante). A Figura 52 mostra o resultado desse módulo.91 80.Permite associar múltiplas precauções para um risco? (Importante).00 100.48.00 89.46. 4.00 96. 4.55 92.00 68.2.64 100.

Permite programação automática baseada em calendários? (Essencial). 5.Permite selecionar a mão-de-obra qualificada para cada atividade programada? (Essencial).4.10. 5.Permite relacionar ferramentas e procedimentos de segurança no plano de manutenção? (Essencial). 106 5.6.13.3.11. 5.12.Permite estabelecer múltiplas especialidades de mão-de-obra por tarefa? (Essencial). 5.16. 5.Permite programação automática baseada em taxas acumuladas de produção ou utilização do equipamento? (Importante).Permite estabelecer os recursos humanos necessários a cada atividade programada? (Essencial). 5.Permite programação automática baseada em monitoração contínua do processo calculando a data de acordo com as tendências das variáveis? (Importante).15.7.9. 5.Permite estabelecer "tempo padrão" para execução de tarefas de uma instrução de manutenção? (Essencial). 5. 5. 5. . 5.Permite programação automática baseada em monitoração contínua do processo calculando a data de acordo níveis de alarme e quantidade de eventos? (Importante).14.Permite correlacionar atividades programadas por período (ex: periodicidades maiores englobam as menores para mesma equipe e mesmo equipamento)? (Importante).Permite estabelecer os recursos materiais necessários a cada atividade programada? (Essencial).Permite programação automática por periodicidade em dias? (Essencial).Controla periodicidades correlacionadas levando em consideração o horário inicial dos serviços? (Importante).5.Permite programação automática de acordo com uma periodicidade com ciclos variados de acordo com eventos cadastrados? (Importante). 5. 5.8.

107 5.25.S. 5.27. 5.17. . 5.Indica nas O. 5. 5.Permite que sejam feitas solicitações de serviços pelos próprios clientes da manutenção para sistemas que operam em rede? (Essencial).Permite seleção para a emissão de O.Permite imprimir a lista de materiais necessários nas O.S.24.Imprime ordens de serviços a partir da programação automática? (Essencial).26.S.Gera alarmes a partir da programação automática? (Essencial).18. 5. de serviços planejados? (Essencial).S.20.Permite hierarquizar as atividades planejadas através de subitens? (Essencial). para serviços planejados com o nome dos executantes? (Essencial).Permite seleção para a emissão de O.S. 5. de atividade programada emitida? (Essencial).Incorpora as tarefas correspondentes (instruções de manutenção) nas O.Permite compor. 5. emitir e controlar O. 5.30.Incorpora as recomendações de segurança em destaque nas O.S.21. programadas a relação de ferramentas necessárias? (Importante). de atividades programadas emitidas? (Essencial).S.22. 5. de atividades não-programadas? (Essencial).19.23. 5. 5.Permite estabelecer prazo para execução de serviços solicitados por outros departamentos? (Essencial).Permite impressão de O.Permite estabelecer o tempo estimado para execução dos serviços para atividades não- programadas? (Essencial). 5. de atividades programadas por tipo de manutenção? (Essencial).28.Permite vincular arquivos externos ou via internet com os planos de manutenção? (Desejável).29. 5.S. e atividades programadas por departamento de manutenção? (Essencial).31.

Permite integração da programação de O. com MS-PROJECT? (Essencial).S.38.36. 5. 5. 5. 5. 5.44.S.Permite emissão de documentos vinculados aos planos de manutenção relacionados na ocasião de impressão de uma O.Permite definir prioridades na emissão de O. programada e não-programada para atividades desenvolvidas por terceiros? (Essencial). programadas e não programadas nos centros de custos? (Essencial). de acordo com a necessidade operacional do equipamento? (Essencial). não programada permitindo que o usuário antecipe o serviço aproveitando a parada? (Essencial).41.Permite efetuar automaticamente a solicitação de materiais necessários à manutenção e integrar ao sistema de compras da empresa? (Desejável). 5.Efetua o nivelamento de recursos financeiros? (Essencial).S.S.42.S.47.S. 5.S. 5.S.Permite emissão de O.40.Permite planos de manutenção diferentes de acordo com a sazonalidade? (Essencial). 5.Efetua o nivelamento de recursos materiais? (Essencial).34.Permite emissão antecipada de serviços programados para envio automático à operação para avaliação da viabilidade de desligamento dos equipamentos? (Essencial). 5. montagens e reformas? (Essencial).Permite imprimir diagramas ou fotos junto com as ordens de serviços relacionadas? (Essencial). para projetos.46. relacionada? (Essencial).37. 5.Permite planejar e emitir O. 108 5. programada próxima da emissão de O.32.Avisa da existência de O. 5.33.45.Contabiliza automaticamente as O.39.43. 5.35. 5. .Permite integração com sistemas de coletas de dados de variáveis do processo para controle preditivo? (Importante). 5.Permite exibição da ordem de serviço em tela antes da sua impressão? (Essencial).Efetua o nivelamento de recursos humanos? (Essencial).

5.50.60. 5. agrupadas ou automaticamente? (Essencial). 5.55.Permite programação e liberação de intervenção? (Essencial). 5.51. 5.Permite que as OS’S gerem novas OS’S e permita rastrear a seqüência de OS’S a partir de qualquer ponto dela. reparo. 5.Permite programação semanal de OS’S? (Essencial). análises de falhas e outros documentos relacionados à ordem de serviço? (Essencial). 5. 5.53.59. preditiva e proativa? (Essencial). ordens de serviços anteriores. 5.Permite gerar ordens de serviço MP (Manutenção Programada) individualmente.planos de trabalho.Permite abertura de diversos tipos de OS’S: corretiva.Permite gerar ordens de serviço por equipamento e/ou locais de operação? (Essencial).58. programação.Permite a geração de diversos tipos de gráficos para analise de planejamento? (Essencial). mão de obra. 5. .As ocorrências podem gerar OS`S corretivas? (Essencial).Permite registrar informações detalhadas de planejamento .48.49.Permite consulta às solicitações de serviços? (Essencial). tarefas diversas. materiais.56. 5.Permite abertura de ordem de serviço a partir do cadastro (patrimônio).Permite a criação de rotas para preditiva? (Essencial). 109 5. bem como existir OS’S permanentemente abertas? (Essencial). 5. tag ou plaqueta de identificação do equipamento? (Essencial).52.61. preventiva. custos.57.54.Permite comparar orçamentos ou estimativas em tempo real com valores atuais e históricos de ordens de serviços? (Essencial). 5.Permite solicitação de serviço através de uma central de atendimento? (Essencial). equipamentos.

anos. 5. quadrimestral) para efeito de controle e avaliação. 5. bem como na fixação da data limite para efeito de cronograma? (Essencial). 5.72.Possui planos de lubrificação e inspeção. 5. vibração.Permite alteração na periodicidade de fechamento do ciclo (trimestral. 5.66. estabelecendo uma seqüência de planos de trabalho e consolidando os procedimentos em um plano mestre de manutenção preventiva para a geração de ordens de serviço? (Essencial).64.69. horas de operação ou números de operação? (Essencial). 5.Permite ajustar os múltiplos critérios.68.Permite interface com sistemas específicos de técnicas preditivas? (Importante).Permite gerar ordens de serviços para manutenção programada em paralisações sazonais planejadas? (Essencial).70.Permite agrupar ordens de serviço de manutenção preventiva.65. 5.Permite registrar informações de inspeções / preditivas permitindo desta forma auditoria de requerimentos obrigatórios? (Essencial). 5.Permite que os intervalos entre preventivas possam ser contados em meses. permitindo compatibilização dos planos de trabalho dos diversos segmentos.Permite criação de planos de manutenção preventiva para os equipamentos? (Essencial).67.Permite analisar dados das inspeções / preditivas para suportar a engenharia de manutenção? (Essencial). 5.Permite definir planos e programas de inspeção / preditiva? (Essencial). 110 5.62. termografia. 5. possibilitando otimização quanto aos diversos aspectos da intervenção? (Essencial). para aproveitar o tempo de paralisação não planejada.63. .71. ensaios não destrutivos (ultra-som e líquido penetrante)? (Importante).

(Essencial).Permite que as solicitações de serviços de terceiros sejam integradas com o sistema de informação DATASUL? (Essencial). 111 5. A Figura 53 mostra o resultado desse módulo.74.Permite que os usuários criem e revisem solicitações de serviço (manutenção)? a tela de registro de dados deve ser simples de usar e ser projetada para mínima introdução de dados. 5. atendidos e em garantia? (Essencial).Permite controle dos serviços de terceiros.73.76.78.Permite o controle das ordens de serviços dos equipamentos recuperados: pendentes. 5. de acordo com sua natureza: recuperação de materiais / equipamentos.Permite definir procedimentos de sinalização e segurança? (Importante). assistência técnica.75.Permite que os planos de segurança sejam construídos “ad-hoc” para serviços especiais? 5. prestação de serviços / locação de mão de obra? (Essencial).77. locação de máquinas / equipamentos. 5. 5. . consultoria / assessoria / treinamento.

6.6.00 20.00 12.Identifica o solicitante do serviço? (Essencial).4.PROGRAMAÇÃO DA MANUTENÇÃO 120.18 80.00 82. 112 MÓDULO 5 .5.Calcula perda de produção de acordo com o produto que estava sendo produzido? (Importante). associadas ao serviço realizado? (Essencial).00 SISTEMAS SISTEMA PUMATY SISTEMA A SISTEMA B SISTEMA C SISTEMA D SISTEMA E SISTEMA F Figura 53 Requisitos módulo 5.Permite registros de ocorrências codificadas.82 83. 6.12 60.2 Permite a complementação da relação de tarefas em função da experiência obtida na intervenção? (Essencial).Calcula perda de produção em unidade financeira? (Importante). .8.71 0.06 85.00 40.35 100.1 Permite reprogramação e cancelamentos com indicação de motivos? (Essencial). 6. associadas a causa? (Essencial).00 74.00 98. 6. Módulo 6: Coleta de Dados (Realimentação – Arquivos e Históricos) 6.3 Permite registros de ocorrências codificadas.00 REQUISITOS ATENDIDOS (%) 100. 6.7. 6. 6.Permite registros de ocorrência causadora de outras ocorrências em cascata? (Essencial).

14.Permite a emissão de ordens de serviço sem solicitações cadastradas? (Essencial).Permite coleta de dados simplificada para materiais e mão-de-obra? (Essencial). 6.Permite complementação de sobressalentes e materiais de consumo não previstos para atividades previstas? (Essencial). 6.É possível listar OS`S selecionadas por seu status ( abertas. 6. 113 6.S.Permite a apuração de disponibilidade de mão de obra? (Essencial).10. 6.S. 6.13. fechadas. 6.Permite que a solicitação de serviços seja realizada via internet ou intranet? (Importante).22. 6.21.Permite distinguir tempo de equipamento parado com o tempo de perda de produção? (Essencial).20.Permite controle de horas extras? (Essencial).Permite complementação de ferramentas especiais nas ordens de serviço não previstas para atividades preventivas? (Essencial). 6.Permite que os clientes avaliem os serviços de manutenção? (Essencial). 6. 6.Identifica o setor responsável pela execução do serviço? (Essencial). 6. em execução.27.16. etc)? (Essencial).24.Permite a apuração do tempo de indisponibilidade do equipamento? (Essencial).19. 6. e solicitação de serviços? (Essencial). atrasadas.15.17.Permite filtrar solicitações de serviços por prioridade? (Essencial).11.9.Identifica o responsável pela execução do serviço? (Essencial).Permite realizar coleta de dados de serviços via palmtop? (Importante). 6. 6. . 6. 6.18. 6.25.Compara o tempo previsto com o planejado por O.Existe identificação visual de status de O.Permite filtrar solicitações de serviços por solicitante? (Essencial).23.? (Essencial).26.Permite emissão de relatórios de pendências de serviços? (Essencial). 6.12.

00 20.Permite elaborar relatórios de falhas humanas e de equipamentos? (Importante).30. MÓDULO 6 .00 REQUISITOS ATENDIDOS (%) 100. 6.28 100.00 SISTEMAS SISTEMA PUMATY SISTEMA A SISTEMA B SISTEMA C SISTEMA D SISTEMA E SISTEMA F Figura 54 Requisitos módulo 6 Módulo 7: Gestão de Custos 7. A Figura 54 mostra o resultado desse módulo. 6.76 82.S.32.28.COLETA DE DADOS 120.00 60. . de acordo com usuário autorizado? (Essencial).34 0.55 98.29.1 Permite acompanhar através de tabelas e gráficos o valor da perda de faturamento devido a manutenção por equipamento e período selecionado pelo usuário? (Importante).10 82.Permite registrar leituras de parâmetros operacionais coletados a partir de instalações não automatizadas? (Essencial).76 80.00 96. 6.Permite configurar parâmetros de alarmes para detecção automática de atrasos na execução de ordens de serviços? (Importante).31.00 40.Permite registrar e encerrar ordens de serviço diretamente das instalações? (Essencial).00 93. 114 6.Controla cancelamentos de O.00 10. 6.

Permite inter-relação com o sistema de contabilidade. 7. 7.Permitir o acompanhamento dos custos dia a dia? (Essencial).Permite relatório de custo por área? (Essencial).Permite avaliar custos de manutenção por setor executante? (Essencial).9.4. 115 7.15.8. 7. 7.14.13. 7. 7. RH. 7.10.Permite relatório de custo por especialidade? (Essencial).Permite relatórios de custo de manutenção sintético e analítico por equipamento? (Essencial). 7.5.12. 7.6.Pode apresentar tabelas e gráficos compostos de alguns índices de custo definidos pelos usuários (exemplo: custo de manutenção por faturamento relacionado com custo de mão-de-obra pelo custo total)? (Essencial). 7.Permite relatório de custo por tipo de manutenção por especialidade por área? (Essencial).3. 7. . perda de produção e serviços extras? (Essencial).16.Permite obter custos de mão-de-obra própria por equipamentos e períodos selecionados pelo usuário? (Essencial).11.Permite apropriação dos custos através de custeio ABC (custo baseado na atividade)? (Importante). 7.2.Permite obter custos de mão de obra contratada por equipamentos e períodos selecionados pelo usuário? (Essencial). apropriando custos por contas e/ou centro de custos? (Desejável).7.Permite relatórios de custo comparativo de materiais. 7.Permite obter custos de material por equipamentos e períodos selecionados pelo usuário? (Essencial). 7.Permite avaliar custos de manutenção por atividade? (Essencial).Permite conversão de moedas? (Importante).

operação e administrativo)? (Essencial).Permite separar gastos com materiais? (Essencial).Permite separar gastos com serviços de terceiros? (Essencial). 7. A Figura 55 mostra o resultado desse módulo.00 99.73 80.00 SISTEMAS SISTEMA PUMATY SISTEMA A SISTEMA B SISTEMA C SISTEMA D SISTEMA E SISTEMA F Figura 55 Requisitos módulo 7. .00 88.Permite obter lucro cessante: tempo de indisponibilidade dos equipamentos? (Desejável). 116 7. 7.22.00 11. 7.08 100.07 80.GESTÃO DE CUSTOS 120.00 REQUISITOS ATENDIDOS (%) 100.18.17.Permite acompanhar gasto com ferramentaria? (Essencial). despesas e investimentos? (Desejável). 7.21.19.00 60.00 40.Permite separação dos custos diretos e indiretos? (Desejável).Permite separação dos custos. 7.01 0.00 20.00 100. 7.23.20.99 88.Permite separar custos de materiais e mão de obra (manutenção. MÓDULO 7 .

15. manutenções corretivas e em outras atividades para período definido pelo usuário com a apresentação dos valores sob forma de tabelas e gráficos? (Essencial).Permite controlar a qualificação técnica do pessoal associando-a na programação de serviços? (Essencial).O sistema de manutenção pode ser integrado com o sistema de administração de pessoal da empresa? (Essencial). 8.16. 8.Permite acompanhar a produtividade do pessoal próprio? (Essencial). 8.Permite avaliar a produtividade das equipes de manutenção? (Essencial). 8.Permite controlar a movimentação horária de diária do pessoal? (Essencial). 117 Módulo 8: Gestão de Mão de Obra 8.17.4.Permite separar horas normais de horas extras? (Essencial). . 8. 8.Pode efetuar cálculos de outros índices de mão de obra definidos pelo usuário com a apresentação dos valores sob forma de tabelas e gráficos? (Essencial).Permite controlar escala de trabalho em turnos de revezamento? (Essencial).7.14.Permite transferência de funcionários de um setor para o outro para otimização da função (entre-safra)? (Essencial). aplicado em manutenções preventivas. especialista ou empreiteiro? (Essencial).Permite identificação de pessoal de manutenção em turnos? (Essencial).13.12.Efetua cálculo dos índices de M.10.6. 8.Permite associar a tabela de mão-de-obra aos respectivos custos de Hh? (Essencial). 8.9.Permite armazenar informação por funcionário.3. 8.O. 8. 8. 8. 8.11.Permite comparar Hh previsto do realizado? (Essencial).Permite avaliar a disponibilidade de pessoal em relação ao efetivo inscrito? (Essencial).1.5.Permite controle de banco de mão de obra? (Essencial). 8. 8.2.8.Efetua cálculo de backlog para setores e meses selecionados pelo usuário com a apresentação dos valores sob forma de tabelas e gráficos? (Essencial). 8.

8. 8.Permite criar registros de especialistas.Permite exibir calendários por mês ou dia.00 100. feriados e férias? (Essencial). 8.21.00 20.00 90. mostrando as horas de trabalho total disponíveis? (Essencial).00 13.00 100. MÓDULO 8 .Permite associar registros de mão de obra com registros de especialista.00 40. 118 8. para planejar o trabalho com base na disponibilidade de equipamentos e de mão de obra? (Essencial).00 100.Permite associar calendários aos registros de mão de obra e especialidade.18 60. turnos.GESTÃO DA MÃO DE OBRA 120.00 REQUISITOS ATENDIDOS (%) 100.91 77.20.22.00 68. para organizar a mão de obra por especialidades? (Essencial).19. 8. incluindo taxas de pagamento regulares e de hora extra? (Essencial).64 0.00 SISTEMAS SISTEMA PUMATY SISTEMA A SISTEMA B SISTEMA C SISTEMA D SISTEMA E SISTEMA F Figura 56 Requisitos módulo 8 .Permite exibir calendários mostrando datas de início/final.18. A Figura 56 mostra o resultado desse módulo.27 80.

Permite identificar a localização física de sobressalentes no almoxarifado? (Essencial).Permite controlar estoque de materiais para manutenção em múltiplos almoxarifados? (Desejável).4.Permite identificar a utilização de sobressalentes recuperados? (Essencial). 9.6.Possui facilidades na identificação e referência de peças dos equipamentos? (Essencial). 9. 9. 9. 9. requisição. 9.7. 9. .9.10.Permite a obtenção de relatório de sobressalentes aplicados em cada equipamento? (Essencial).Permite identificar devoluções de material ao almoxarifado? (Essencial). 119 Módulo 9: Gestão de Materiais e Compras 9. 9.O sistema de manutenção pode ser integrado com o sistema de gestão de material da empresa? (Essencial).11.14.Permite identificar múltiplos fornecedores para a mesma peça? (Essencial). 9.5. 9.Permite controlar todo processo de movimentação de ferramentaria .13.3. 9.2. avisando ao usuário a inexistência de algum sobressalente ou material de consumo antes da emissão da respectiva ordem de serviço? (Importante).O sistema de manutenção aciona o sistema de materiais no processo de reposição de estoque através da verificação do nível mínimo de estoque? (Desejável).12.1.8. 9.O sistema de manutenção pode obter diretamente do sistema de material os custos de sobressalentes e materiais de uso comum associado às ordens de serviço? (Essencial). devolução e novas aquisições? (Essencial).O sistema de manutenção verifica no sistema de materiais as necessidades para os serviços programáveis.Permite automaticamente requisições de compra em função da inexistência de material em estoque para uma intervenção? (Desejável). 9.Permite classificar sobressalentes de acordo com sua criticidade? (Essencial).estoque.

00 100. tanto através de contratos permanentes e globais como através de serviços eventuais? (Essencial).Permite interação com sistema de gerenciamento de contratos da empresa? (Essencial).É possível monitorar serviços de terceiros.06 60.3. 10.00 0.00 SISTEMAS SISTEMA PUMATY SISTEMA A SISTEMA B SISTEMA C SISTEMA D SISTEMA E SISTEMA F Figura 57 Requisitos módulo 9 Módulo 10: Gestão de Contratos 10.00 56. 120 A Figura 57 mostra o resultado desse módulo.00 20.00 100.82 80. 10.00 0.00 REQUISITOS ATENDIDOS (%) 100.Calcula e alerta as datas de vencimentos de contratos de manutenção de sistemas e equipamentos da empresa? (Essencial).Permite o acompanhamento de produtividade de serviços efetuados por terceiros? (Essencial). MÓDULO 9 . .2.00 40.Pemite avisos de serviços programados para a execução por terceiros com antecedência? (Essencial).00 100.GESTÃO DE MATERIAIS E COMPRAS 120.88 81. 10.00 87. 10.1.4.5.

00 0.00 0.00 100.Permite alertar sobre os limites (padrões da empresa) excedidos por serviços de terceiros? (Essencial).8.00 20.00 REQUISITOS ATENDIDOS (%) 100.00 75.50 60.GESTÃO DE CONTRATOS 120.00 100.Permite alertar serviços de terceiros por ordem de serviço? (Essencial).00 SISTEMAS SISTEMA PUMATY SISTEMA A SISTEMA B SISTEMA C SISTEMA D SISTEMA E SISTEMA F Figura 58 Requisitos módulo 10 . 10.00 80. A Figura 58 mostra o resultado desse módulo.00 50. MÓDULO 10 .7.6.00 40.00 62. 121 10.00 100. 10.Permite estabelecer critérios de avaliação de serviços de terceiros? (Essencial).

122

A Totalização dos módulos é apresentada na Figura 59:

TOTALIZAÇÃO

120,00
REQUISITOS ATENDIDOS (%)

100,00
100,00 89,00 87,69 91,63
78,56 77,63
80,00

60,00

40,00
17,06
20,00

0,00
SISTEMAS

SISTEMA PUMATY SISTEMA A SISTEMA B
SISTEMA C SISTEMA D SISTEMA E
SISTEMA F

Figura 59 Totalização dos módulos

Sob o ponto de vista da totalização de pontos em relação ao atendimento dos requisitos,

verifica-se que o Sistema Pumaty não atende as novas exigências do Departamento de

Manutenção da Empresa. Portanto uma decisão já definida é a necessidade iminente da

compra de um novo SIGEMAN que atenda as necessidades da Usina Pumaty.

No presente momento, somente com base na totalização de pontos, comprar-se-ia o Sistema

A, seguido do Sistema E, entretanto, necessita-se verificar duas variáveis necessárias para

otimização do processo decisório da escolha do SIGEMAN que traga o melhor Custo X

Benefício.

A subseção 8.2.2 a seguir, através dos gráficos de correlação entre a totalidade da pontuação e

os investimentos de aquisição e os custos de manutenção anual do novo SIGEMAN,

consolidará o método aqui proposto, consolidando um processo decisório adequado que

possibilita de forma completa uma base para tomada de decisão da compra do Sistema.

123

8.2.2 Análise de Custo X Benefício

A partir das propostas para aquisição do SIGEMAN foram relacionados os investimentos de

implantação, custos de integração e manutenção dos Sistemas e apresentados em termos dos

requisitos atendidos. Os nomes dos fornecedores dos softwares não foram publicados devido a

questão de ética.

Para conversão da moeda considerar DÓLAR/R$ = 3,00 (18/07/2004).

Sistema A:

Licenças: 3 (três) versões plenas e 5 (cinco) versões básicas

Tempo estimado para implantação: 60 dias

Contrato mensal de manutenção: R$ 1.025,00 (90 dias após aquisição)

Integração (juntar-se a um outro Sistema compartilhando uma mesma base de dados):

conforme Tabela 4.

Tabela 4: Integração Sistema A

INTEGRAÇÃO QUANTIDADE (h) VALOR UNITÁRIO (R$) VALOR TOTAL (R$)

Estoque, Compras e Requisição 60 60,00 3.600,00

de Material

Recursos Humanos 40 60,00 2.400,00

Software de Registro de 24 60,00 1.440,00

Funcionários

Coleta de Dados 60 60,00 3.600,00

TOTAL 11.040,00

Implantação: conforme Tabela 5.

124

Tabela 5: Implantação Sistema A

DESCRIÇÃO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO (R$) VALOR TOTAL (R$)

Licenças de uso – Versão plena 3 3.500,00 10.500,00

Licenças de uso – Versão básica 5 2.000,00 10.000,00

Assessoria Técnica 88 horas 60,00 5.280,00

Treinamento Técnico - Versão plena 32 horas 60,00 1.920,00

para 5 participante

Treinamento Técnico/Versão básica 12 horas 60,00 720,00

para 5 participante

TOTAL 28.420,00

Sistema B:

Licenças: Não há limite de usuários

Tempo estimado para implantação: 60 dias

Contrato mensal de manutenção: R$ 550,00

Integração e Customização (personalizar um Sistema para satisfazer os requerimentos do

cliente): R$ 550,00 (consultor técnico), R$ 300,00 (programador) por visita.

Implantação: conforme Tabela 6.

Tabela 6: Implantação Sistema B

DESCRIÇÃO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO (R$) VALOR TOTAL (R$)

Licenciamento e Instalação 1 15.000,00 15.000,00

Treinamento e suporte durante 1 8.000,00 8.000,00

implamentação

TOTAL 23.000,00

00 3. Tabela 7: Integração Sistema C INTEGRAÇÃO QUANTIDADE (h) VALOR UNITÁRIO (R$) VALOR TOTAL (R$) Consultor/Analista de Sistemas 40 80. 125 Sistema C: Licenças: 6 (seis) versões plenas e não há limite para solicitação de serviços Tempo estimado para implantação: 90 dias Contrato mensal de manutenção: R$ 960.00 3.800.200.00 Assessoria Técnica 160 horas 80. Tabela 8: Implantação Sistema C DESCRIÇÃO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO (R$) VALOR TOTAL (R$) Licenças de uso – Versão plena 6 8.00 Implantação: conforme Tabela 8.00 Sistema D: Licenças: 5 (cinco) usuários para atualização e 15 (quinze) para consultas Tempo estimado para implantação: 6 (seis) meses Contrato mensal de manutenção: R$ 600.00 Programador/Analista 120 60.00 Treinamento 40 horas 80.000.00 48.000.000.00 7.400.00 TOTAL 64. .00 12.200.200.00 Integração: conforme Tabela 7.00 TOTAL 10.00 (30 dias após entrada em operação) Integração: não incluído Implantação: conforme Tabela 9.

480.560.000.000.000.00 16.00 Assessoria Técnica 180 horas 92.00 horas) Customização. 126 Tabela 9: Implantação Sistema D DESCRIÇÃO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO (R$) VALOR TOTAL (R$) Instalação e treinamento inicial (16 1 22. suporte durante 120 horas 79.560.00 56.00 18.000.00 (30 dias após assinatura do contrato) Integração e customização: não incluídos Implantação: conforme Tabela 10.00 22.00 9.480.600.000.00 TOTAL 72.00 .00 Sistema E: Licenças: não há limite de usuários Tempo estimado para implantação: 90 dias Contrato mensal de manutenção: R$ 1.00 implementação e treinamento de usuários finais Implantação (consultoria em 200 horas 90.00 manutenção) TOTAL 49.00 Sistema F: Licenças: de 4 (quatro) a 16 (dezesseis) Tempo estimado para implantação: não informado Contrato mensal de manutenção: R$ 725. Tabela 10: Implantação Sistema E DESCRIÇÃO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO (R$) VALOR TOTAL (R$) Licença de uso – 4 (quatro) módulos 1 56.

00 Resumo: Tabela 12: Resumo investimento de implantação.00 (184 HORAS) 12.300.00 implantação do Módulo Gerador de Relatórios TOTAL 10. Tabela 11: Implantação Sistema F DESCRIÇÃO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO (R$) VALOR TOTAL (R$) Licença de uso Módulo Central 1 3.000.800.00 11.700.280.00 Satisfação do Usuário Treinamento e acompanhamento da 40 horas 70.00 Relatórios Licença de uso Módulo Pesquisa de 1 1.400.240.00 1.520.00 1.280.00 F 10.00 (160 HORAS) 11.040.00 NÃO COTOU 8.240.00 B 23. 127 Integração e customização: não incluídas Implantação: conforme Tabela 11.680.00 E 72.700.00 C 64.00 550.00 implantação do Módulo Central Treinamento e acompanhamento da 24 horas 70. custos de integração e manutenção anual dos SIGEMAN’s SISTEMAS IMPLANTAÇÃO (R$) INTEGRAÇÃO (R$) MANUTENÇÃO ANUAL (R$) A 28.200.200.00 10.000.00 .00 Licença de uso Módulo Gerador de 1 1.00 / VISITA 6.00 3.600.00 NÃO COTOU 19.420.00 D 49.480.00 2.00 NÃO COTOU 7.560.00 1.700.700.700.

00 19.000.00 C 89.00 11.000.00 (SISTEMA E) 64.00 80.560.420.400. Tabela 13: Comparativos dos SIGEMAN’s nos requisitos SISTEMAS REQUISITOS INVESTIMENTO CUSTO ANUAL VALOR TOTAL ATENDIDOS (%) IMPLANTAÇÃO (R$) MANUTENÇÃO (R$) 1º ANO (R$) A 100.00 REQUISITOS ATENDIDOS(%) Figura 60 Investimento de implantação .000.000.00 (SISTEMA C) 50.520.00 7.00 (SISTEMA F) 0.56 23.560.480.000.00 10.00 12.00 D 87.00 70.000.00 90.200.760.00 91.00 64.00 IMPLANTAÇÃO (R$) 60.00 100.00 6.700.00 B 78.00 56. INVESTIMENTO DE IMPLANTAÇÃO X REQUISITOS ATENDIDOS 80.00 40.00 F 77.00 29.00 10.00 75.520.00 8.63 10.000.000.00 28.00 (SISTEMA D) 23.00 30.00 E 91.00 110.63 72. Tabela 13 com os comparativos dos SIGEMAN´s.680.00 (SISTEMA B) (SISTEMA A) 20.480.00 60.00 28.000.720.69 49.00 72. para análise de Custos X Benefício.00 70. respectivamente.000.300.200.00 49.00 40. 128 Abaixo.420.000.00 19.600.700.00 As Figuras 60 e 61 mostram o Investimento de Implantação e o Custo Anual de Manutenção.000.700.600.

00 80.00 105.00 (SISTEMA A) 8. REQUISITOS INVESTIMENTO ATENDIDOS (%) IMPLANTAÇÃO (R$) REQUISITOS ATENDIDOS (%) 1 INVESTIMENTO IMPLANTAÇÃO (R$) 0.00 85.00 95.200.700.200.00 75.00 (SISTEMA D) 5.00 7.000. 129 CUSTO ANUAL DE MANUTENÇÃO X REQUISITOS ATENDIDOS 25.00 90.984920403 1 .000.00 20.300.00 (SISTEMA C) (SISTEMA F) 10.000.00 6.456433469 1 Tabela 15: Correlação sem o Sistema A.00 60. REQUISITOS INVESTIMENTO ATENDIDOS (%) IMPLANTAÇÃO (R$) REQUISITOS ATENDIDOS (%) 1 INVESTIMENTO IMPLANTAÇÃO (R$) 0.520.00 (SISTEMA E) MANUTENÇÃO (R$) 12.00 REQUISITOS ATENDIDOS (%) Figura 61 Custo anual de manutenção A seguir as Tabelas 14 e 15 de correlação: Tabela 14: Correlação com todos os Sistemas.00 19.00 70.000.00 100.00 11.00 15.600.00 65.00 (SISTEMA B) 0.000.

Notadamente pelo gráfico de dispersão da Figura 60 e pelas Tabelas 14 e 15 de correlação verifica-se que o Sistema A é um ponto fora da curva em relação aos outros no que se refere a investimento e requisitos. mostrando que os Sistemas pesquisados cobram o valor do investimento de implantação praticamente baseado em atendimento aos requisitos. sai de 0. bem como se encontra na média dos custos anual de manutenção.456 para praticamente 1. O Sistema A foge desta categoria. Ver-se pela tabela de correlação 2 que quando é retirado o Sistema A. . 130 Pelo diagrama de dispersão das Figuras 60 e 61. portanto a decisão seria pela escolha do mesmo. verifica-se que o Sistema A atende ao item de pontuação máxima e investimento. ficando no quadrante inferior à direita que representa o de melhor Custo X Benefício.

que se encontra no quadrante inferior direito com o melhor Custo X Benefício. não fornecendo os subsídios suficientes e necessários para o gerenciamento da manutenção. O custo de manutenção anual do Sistema A comparado com os demais não inviabiliza o investimento. eficaz e completo para otimizar o processo de decisão do Gestor de Manutenção. respectivamente. tornando-se um sistema obsoleto em comparação ao que temos hoje no mercado. Portanto é inviável investir no atual software. O modelo de decisão aqui proposto. com os requisitos. Dos softwares pesquisados o que obteve o melhor resultado foi o Sistema “A”. Verifica-se que o atendimento aos requisitos somente não é suficiente para apoiar o Gestor de Manutenção para tomada de decisão. em todos os módulos. conclui-se que o atual Sistema de Informação para o Gerenciamento da Manutenção da Usina Pumaty está muito abaixo da média apresentada pelos Sistemas pesquisados. . tendo em vista que este é um fator normalmente utilizado para o investimento necessário para a instalação do software.19% maiores e com uma percentagem menor na totalização dos requisitos atendidos. Tendo em vista o resultado da pesquisa. dado os valores de investimento para implantação dos Sistemas “D” e “C” serem. 131 9 CONCLUSÕES . O modelo implantado e os diagramas de dispersão e as correlações mostram que são de fundamental importância a inclusão dos valores de investimento de implantação e o custo anual de manutenção que completam e otimizam. para definição de aquisição do SIGEMAN mostrou o aperfeiçoamento de um processo prático. . o modelo decisório aqui proposto. Contudo deve ser negociado. . não levando em conta aspectos importantes da engenharia da manutenção. 74. .10% e 125.

Deve-se levar em consideração na negociação da compra do SIGEMAN um contrato de manutenção anual decrescente ao longo do tempo. O curso de pós-graduação GEMAN da Escola Politécnica permitiu uma capacitação que possibilitou a realização deste trabalho. Os requisitos estratificados por módulos dão uma melhor visão sistêmica do conteúdo de um SIGEMAN permitindo-se avaliar os resultados por partes. não obstante aplicado na Usina Pumaty pode- se usar em qualquer empresa que queira tomar uma decisão de um SIGEMAN. 132 . . . ao passar o tempo de uso e adaptações iniciais. visto que. primeiro ano. O modelo apresentado mostrou-se eficaz. A elevação do nível de exigência para os requisitos e em particular a cadeira SIGEMAN nos estimulou e nos capacitou para possibilitar a realização deste trabalho. . . o fabricante praticamente será chamado quando de uma necessidade de manutenção corretiva. . Empresas podem mudar a pontuação e o critério de pontuação (essencial. importante e desejável) de acordo com a sua necessidade para cada módulo.

Uma pesquisa que pode ser continuada a partir desse trabalho é expandir o mesmo para um maior número de empresas fornecedoras e verificar se as causas de correlação dos Sistemas com a alta pontuação são adequadas com o tempo de vida no mercado. . 133 10 RECOMENDAÇÃO . etc. números de clientes.

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