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LEI COMPLEMENTAR Nº 296, DE 11 DE OUTUBRO DE 2005.

CONSOLIDA A LEI
COMPLEMENTAR Nº 31, DE 28 DE
DEZEMBRO DE 1999, QUE DISPÕE
SOBRE O REGIME JURÍDICO DOS
SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE
SANTA CRUZ DO SUL E DÁ OUTRAS
PROVIDÊNCIAS.

JOSÉ ALBERTO WENZEL, PREFEITO MUNICIPAL DE SANTA CRUZ SUL. FAÇO SABER, em
cumprimento ao disposto no inciso V, do artigo 61, da Lei Orgânica do Município, que o Poder Legislativo
aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei Complementar:

TÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Esta Lei institui o regime jurídico dos servidores do Município de Santa Cruz do Sul.

Art. 2º Para efeitos desta lei, servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público.

Art. 3º Cargo público é o criado em lei, em número certo, com denominação própria, remunerado pelos
cofres municipais, ao qual corresponde um conjunto de atribuições e responsabilidades cometidas a
servidor público.

Art. 4ºA investidura em cargo público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de
provas e títulos, ressalvadas as nomeações para cargos em comissão declarados em lei, de livre nomeação
e exoneração.

§ 1º A investidura em cargo do magistério municipal será por concurso de provas e títulos.

§ 2º Somente poderão ser criados cargos de provimento em comissão para atender encargos de direção,
chefia ou assessoramento.

Art. 5º Função gratificada é a instituída por lei para atender a encargos de direção, chefia ou
assessoramento, sendo privativa de detentor de cargo de provimento efetivo, observados os requisitos para
o exercício.

Art. 6º É vedado cometer ao servidor atribuições diversas das de seu cargo, exceto encargos de direção,
chefia ou assessoramento e comissões legais.

Parágrafo Único - A chefia imediata ou mediata responderá civil e administrativamente, pela omissão ou
contribuição para a consecução do caput deste artigo.

Art. 6º A - Excepcionalmente, atendendo a conveniência da Administração, o Prefeito Municipal, através de
Portaria, poderá autorizar servidores do Município, que atuem na Guarda Municipal, Fiscalização de obras e
tributos, bem como nas áreas de Posturas, Vigilância Sanitária, Trânsito, Meio Ambiente e Procuradoria
Geral, a dirigir veículos leves para o desempenho de suas atividades.

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§ 1º Somente poderão ser autorizados a dirigir veículos leves de propriedade do Município, servidores que
comprovem estar devidamente habilitados, nos termos da legislação específica.

§ 2º Os servidores, quando na direção de veículo do Município, mesmo que autorizados, serão
responsáveis por qualquer dano causado a terceiros e/ou ao erário público.

§ 3º Quando estes servidores estiverem na condução de veículo do Município, devidamente autorizados por
portaria, estarão integralmente sujeitos as disposições do Decreto nº 5.464, de 05 de junho de 2002.

TÍTULO II
DO PROVIMENTO E DA VACÂNCIA

Capítulo I
DO PROVIMENTO

SEÇÃO I
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 7º São requisitos básicos para ingresso no serviço público municipal:

I - ser brasileiro ou estrangeiro com visto permanente no Brasil;

II - ter idade mínima de dezoito anos;

III - estar quite com as obrigações militares e eleitorais;

IV - gozar de boa saúde física e mental, comprovada mediante exame médico realizado por profissional do
Município;

V - ter boa conduta, comprovada por certidão negativa de antecedentes criminais dos últimos 05 (cinco)
anos;

VI - ter atendido as condições especiais, prescritas em lei, para o cargo.

Art. 8º Os cargos públicos serão providos por:

I - nomeação;

II - recondução;

III - readaptação;

IV - reversão;

V - reintegração;

VI - aproveitamento.

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SEÇÃO II
DO CONCURSO PÚBLICO

Art. 9ºAlém das normas gerais, cada concurso terá sua regulamentação especial, que deverá ser
expedida pelo órgão competente, com ampla publicidade.

Do número de vagas do concurso, cinco por cento, ou no mínimo uma vaga, serão reservadas
Art. 10 -
para candidatos portadores de deficiência que seja compatível com as atribuições do cargo.

Os limites de idade para participar em concurso público serão fixados de acordo com a natureza
Art. 11 -
de cada cargo.

Parágrafo Único - O candidato deverá comprovar que na data da posse, atingiu a idade mínima e não
ultrapassou a idade máxima fixada para o recrutamento.

Art. 12 -O prazo de validade do concurso será de até dois anos, a contar da publicação do resultado final,
devidamente homologado pelo Prefeito Municipal, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual
período.

§ 1º O prazo de validade do concurso e as condições de sua realização serão fixados em edital, que será
publicado em jornal diário de grande circulação.

§ 2º Não se abrirá novo concurso enquanto houver candidato aprovado para o cargo, em concurso anterior
com prazo de validade não expirado.

SEÇÃO III
DA NOMEAÇÃO

Art. 13 - A nomeação será feita:

I - em comissão, quando se tratar de cargo que, em virtude de lei, assim deva ser provido, sendo de livre
nomeação e exoneração;

II - em caráter efetivo, nos demais casos.

Art. 14 - A nomeação em caráter efetivo depende de prévia aprovação em concurso público de provas ou
de provas e títulos, obedecidos a ordem de classificação dos candidatos no concurso público e o prazo de
sua validade.

Parágrafo Único - Caberá ao Departamento de Recursos Humanos proceder, juntamente com a Secretaria
proponente, a regulamentação específica do Concurso para seleção a cargos de difícil provimento.

SEÇÃO IV
DA POSSE E DO EXERCÍCIO

Art. 15 - Posse é a aceitação expressa das atribuições, deveres e responsabilidades inerentes ao cargo

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público, com o compromisso de bem servir, formalizada com a assinatura de termo pela autoridade
competente e pelo empossado.

§ 1º A posse dar-se-á no prazo de até 20(vinte) dias contados da data de publicação do Edital que noticia a
nomeação, podendo, a pedido, ser prorrogado por igual período.

§ 2º Até o ato da posse o servidor apresentará, obrigatoriamente, declaração sobre o exercício de outro
cargo, emprego ou função pública e declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio.

Art. 16 - Exercício é o desempenho das atribuições do cargo pelo servidor.

§ 1º É de cinco dias o prazo para o servidor entrar em exercício, contados da data da posse.

§ 2º Será tornado sem efeito o ato de nomeação, se não ocorrer a posse ou exercício, nos prazos legais.

§ 3º O exercício deve ser informado ao Departamento de Recursos Humanos, pelo chefe do setor para qual
o servidor for designado, no prazo de 05 dias.

Art. 17 - Nos casos de reintegração, reversão e aproveitamento, o prazo de que trata o artigo anterior será
contado da data da publicação do ato.

Art. 18 - A promoção, a readaptação e a recondução, não interrompem o exercício.

Art. 19 - O início, a interrupção e o reinício do exercício são registrados no assentamento individual do
servidor.

Parágrafo Único - Somente estará apto para tomar posse o servidor que tiver apresentado ao
Departamento de Recursos Humanos todos os elementos necessários ao seu assentamento individual,
inclusive atestado de capacitação física e mental emitido por médico do Município ou por este indicado.

SEÇÃO V
DA ESTABILIDADE

Art. 20 - Adquire a estabilidade, após três anos de efetivo exercício, o servidor nomeado por concurso
público.

Parágrafo Único - A avaliação de desempenho durante o período de estágio probatório, em conformidade
com o disposto no artigo 22 e seguintes, é condição essencial para a aquisição da estabilidade.

Art. 21 - O servidor estável só perderá o cargo:

I - em virtude de sentença judicial transitada em julgado.

II - mediante processo administrativo em que lhe seja asssegurada ampla defesa.

III - mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma da lei, assegurada a ampla
defesa.

IV - quando lhe for aplicada pena privativa de liberdade por tempo igual ou superior a 1 (um) ano, nos
crimes praticados com abuso de poder ou violação de dever para com a Administração Pública.

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relacionamento.eficiência. Art.disciplina. 24 . retomando-se a contagem do tempo anterior para efeito do trimestre. DO ESTÁGIO PROBATÓRIO Ao entrar em exercício. retomando-se a contagem do tempo anterior para efeitos do trimestre. superiores a trinta dias. o Boletim de Avaliação de Estágio Probatório de seus servidores. suspenderão a avaliação do estágio a contar do primeiro dia de afastamento.iniciativa. durante o qual a sua aptidão e capacidade para o desempenho do cargo serão objeto de avaliação trimestral. 23 .responsabilidade. poderá a Comissão de Avaliação solicitar diligências ou explicações sobre os boletins recebidos. 25 - meses. observados os seguintes quesitos: I .com. da última.produtividade.O Poder Executivo designará uma Comissão composta por 03(três) membros e igual número de suplentes.quando lhe for aplicada pena privativa de liberdade por tempo superior a 4 (quatro) anos nos demais casos. VI . até o retorno da servidora às suas atribuições. LeisMunicipais. 5/40 V . para acompanhamento e avaliação do Estágio Probatório dos servidores nomeados para cargos de provimento efetivo. 26 - do boletim. inclusive para o exercício de cargo em comissão. sem prejuízo da continuidade da avaliação dos quesitos.Lei Complementar 296/2005 . ou desatendido algum requisito legal. VIII . 22 - estágio probatório por um período de 36 (trinta e seis) meses. para que a chefia mediata e imediata do servidor estagiário prestem as informações necessárias e remetam o formulário à Comissão de Avaliação até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao período avaliado. Será distribuído para as Secretarias e demais órgãos da Administração Municipal. § 2º O período de Licença Gestante suspenderá a avaliação do estágio.assiduidade. II . esta será de competência da chefia perante a qual esteve subordinado por mais tempo ou. em caso de igualdade. a cada três Art. Art.A avaliação será efetuada através de 11 (onze) boletins trimestrais. o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a Art. § 1º Os afastamentos das atribuições do cargo. VII . IV . Verificando-se a hipótese de o servidor ter tido mais de uma subordinação no período de avaliação Art.Em caso de dúvida.br . Parágrafo Único . III . V .pontualidade. ficando o período dos últimos 03 (três) meses destinado à Administração para julgamento e confirmação ou não do servidor no cargo.

28 . observado o disposto no artigo 33 da presente lei. para que inicie de imediato o processo de exoneração. o servidor estagiário terá a sua responsabilidade apurada através de sindicância ou processo administrativo disciplinar. § 2º A hipótese de recondução de que trata a alínea "a" do parágrafo anterior. b) reintegração do ocupante anterior do cargo. O Poder Executivo poderá. assegurados os direitos e vantagens decorrentes. contados da sua intimação. Art. assim caracterizadas por pontuação inferior a 160 pontos em cada uma. Parágrafo Único .br . Art.Será confirmado no cargo o servidor estagiário que obtiver. para apresentar defesa no prazo de 10 (dez) dias. Recondução é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado.com. 27 . 30 . podendo.O servidor não aprovado no estágio probatório será exonerado ou. a Comissão de Avaliação comunicará o ocorrido à Secretaria Municipal de Administração.760. 33 . SEÇÃO VII DA READAPTAÇÃO LeisMunicipais. na aferição final. será apurada nos termos dos parágrafos do art. § 4º Para fins da recondução de que trata a alínea "c" do parágrafo primeiro. regulamentar atos complementares à Art. será designada uma Comissão para apresentar relatório conclusivo.Iniciado o processo de exoneração. será dado vistas da documentação ao servidor. em qualquer fase do estágio probatório. 32 - execução da avaliação do estágio probatório. se estável. para esse fim. através de Lei Específica. reconduzido ao cargo anteriormente ocupado. § 3º Inexistindo vaga. Art. serão cometidas ao servidor as atribuições do cargo de origem.Após o prazo de defesa estabelecido no artigo anterior.Não atingindo o servidor a pontuação do artigo anterior ou. SEÇÃO VI DA RECONDUÇÃO Art. § 1º A recondução decorrerá de: a) constatada a falta de capacidade e eficiência no exercício de outro cargo de provimento efetivo. fica garantida a vaga anteriormente ocupada pelo servidor. 6/40 Art. inclusive durante o primeiro e o último trimestres. 29 . Art.Lei Complementar 296/2005 . 22 e somente poderá ocorrer no prazo de três anos a contar do exercício em outro cargo. determinar diligências e ouvir as pessoas indicadas. apresentar três avaliações insatisfatórias. observadas as normas legais. total de pontos igual ou superior a 1. consecutivas ou não. 31 -Nos casos de cometimento de falta disciplinar. considerado satisfatório. ou c) exoneração do cargo em comissão. até o regular provimento.

§ 1º A readaptação será efetivada em cargo de igual padrão de vencimento ou inferior. Art. Art. no resultante da transformação. Não poderá reverter o servidor que contar setenta anos de idade. LeisMunicipais. e não sendo possível o imediato aproveitamento do servidor estável. mediante inspeção médica. até o regular provimento.Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental. 7/40 Art. 40 . § 2º Realizando-se a readaptação em cargo de padrão inferior. se transformado. ficará assegurado ao servidor vencimento correspondente ao cargo que ocupava. se verificado pelo órgão concessor do benefício.br . devidamente comprovado.O retorno à atividade do servidor em disponibilidade far-se-á mediante aproveitamento em cargo equivalente por sua natureza e retribuição àquele de que era titular. que não subsistem os motivos determinantes da aposentadoria. SEÇÃO VIII DA REVERSÃO Art. não entrar no exercício do cargo para o qual haja sido revertido. 35 -Reversão é o retorno do servidor aposentado por invalidez à atividade no serviço público municipal. 39 -Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade. SEÇÃO X DA DISPONIBILIDADE E DO APROVEITAMENTO Art.Reintegrado o servidor e não existindo vaga.Somente poderá ocorrer reversão para cargo anteriormente ocupado ou. SEÇÃO IX DA REINTEGRAÇÃO Art. salvo motivo de força maior.Reintegração é a investidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado. quando invalidada a sua demissão por decisão judicial. dentro do prazo legal. 36 -Será tornada sem efeito a reversão do servidor que. a este reconduzido. verificada em inspeção médica oficial.Lei Complementar 296/2005 . com remuneração proporcional ao tempo de serviço. este será colocado em disponibilidade. regulamentada por lei específica. sem direito à indenização. § 3º Inexistindo vaga serão cometidas ao servidor atribuições do cargo indicado. 37 . aquele que houver ocupado o cargo será exonerado ou.com. se ocupava outro cargo. 34 . 38 . Parágrafo Único . Art. Parágrafo Único .

8/40 Parágrafo Único . Art. 44 . 43 - remuneração dos servidores e do magistério municipal.aposentadoria. se o servidor não entrar em Art.de ofício.a pedido. SEÇÃO XI DA PROMOÇÃO As promoções obedecerão ao disposto em Lei Municipal que institui o plano de carreira e Art. 45 . LeisMunicipais.br . o servidor em disponibilidade será encaminhado ao órgão competente. IV . quando: a) se tratar de cargo em comissão. o que contar mais tempo de serviço público. contado da publicação do ato de aproveitamento.recondução. b) de servidor não estável nas hipóteses do art.com. Parágrafo Único .No interesse público a Administração Municipal exigirá o cumprimento de trinta dias de Aviso Prévio. salvo doença comprovada por inspeção médica oficial. 30 e do artigo 38.falecimento. por junta médica oficial. 42 - exercício no prazo legal. II .Lei Complementar 296/2005 .exoneração. O aproveitamento do servidor que se encontre em disponibilidade há mais de doze meses Art. para aposentadoria. no caso de empate. Parágrafo Único . Dar-se-á a exoneração: I . Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade.No aproveitamento terá preferência o que estiver há mais tempo em disponibilidade e.readaptação. A vacância do cargo decorrerá de: I . III . desta Lei. V . VI . Capítulo II DA VACÂNCIA Art.demissão. parágrafo único. 41 - dependerá de prévia comprovação de sua capacidade física e mental.Verificada a incapacidade definitiva. II . c) quando ocorrer acumulação proibida de cargos públicos.

outros afastamentos que gerem suspensão do termo de posse. automaticamente. 49 -O substituto.a pedido. III . se a substituição ocorrer por período superior a sete dias. designado mediante portaria. TÍTULO III DAS MUTAÇÕES FUNCIONAIS Capítulo I DA SUBSTITUIÇÃO Dar-se-á a substituição de titular de cargo em comissão ou de função gratificada durante o seu Art. dispensado da função para a qual foi designado. neste caso. 52 - LeisMunicipais. Em caso excepcional. § 2º A destituição será aplicada como penalidade. em face das necessidades de serviço. atendendo a conveniência da Administração. 44. ao afastar-se de suas funções para: I . II . 48 - impedimento legal. poderá ser designado servidor Art. A vacância de função gratificada dar-se-á por dispensa. IV . atendida a conveniência do serviço. II .cessão para outro órgão.br . Art. 46 . com ou sem ônus para a Prefeitura.com.Lei Complementar 296/2005 . cumulativamente.A transferência poderá ocorrer: I . conforme o caso.A abertura de vaga ocorrerá na data indicada na lei que criar o cargo ou com o ato que formalizar qualquer das hipóteses previstas no art. Art. no interesse da administração. § 1º O servidor ocupante de função gratificada será. Transferência é o deslocamento do servidor de uma para outra repartição. Art. nos casos previstos nesta Lei. ou por destituição. quando se tornar indispensável tal providência. 51 . 9/40 Art. fará jus ao vencimento do cargo em comissão ou do valor da função gratificada. 50 - para ocupar cargos de chefia da mesma natureza.licença para tratar de interesses particulares. somente perceberá o vencimento correspondente a um cargo em comissão ou a uma função gratificada. a pedido ou de ofício. Parágrafo Único . 47 .de ofício.treinamento superior a 03 (três) meses. até que se verifique a nomeação ou designação do titular e. Capítulo II DA TRANSFERÊNCIA Art.

e firmado pela parte ou Secretaria interessada.Funções Gratificadas são aquelas de estrita confiança da Prefeitura. sendo seu ocupante. quando indicado para o exercício de chefia. Art. 58 . TÍTULO IV DO REGIME DO TRABALHO Capítulo I DO HORÁRIO E DO PONTO LeisMunicipais. estiver ausente em virtude de férias.O valor da função gratificada continuará a integrar os vencimentos do servidor que. durante os primeiros quinze dias da licença para tratamento de saúde. 52 . 53 -A transferência será precedida de requerimento. Art.A função gratificada poderá também ser criada em paralelo com o cargo em comissão. como alternativa de provimento da posição de confiança. será feita por ato expresso da autoridade competente. 56 - comissão. licença paternidade. assessoramento ou direção. licença gestante. optar pelo provimento sob a forma de cargo em comissão ou função gratificada correspondente.br . dirigido ao Secretário Municipal de Administração.Lei Complementar 296/2005 . Art. implicando a perda automática da gratificação de função correspondente. 61 - ou assessoramento. 55 . serviços obrigatórios por lei ou atribuições decorrentes de seu cargo ou função.com. 57 -O valor da função gratificada será percebido em rubrica própria. dos quais seus ocupantes poderão ser exonerados a qualquer tempo pela autoridade competente. A designação para o exercício da função gratificada. Art. 54 . direção Art. que nunca será cumulativa com o cargo em Art. Art. Art. casamento. 62 -A lei indicará os casos e condições em que os cargos em comissão serão exercidos preferencialmente por servidores ocupantes de cargos de provimento efetivo. instituídas por lei. sem prejuízo de seus vencimentos. A transferência será feita por ato da autoridade competente. O servidor entrará no exercício da função gratificada a partir da data indicada no ato de investidura. para exercício transitório em nível de chefia.O exercício de função de confiança pelo servidor público efetivo. É facultado ao servidor efetivo do Município. 59 . 10/40 Art. Capítulo III DO EXERCÍCIO DE FUNÇÃO DE CONFIANÇA Art. acrescido ao vencimento do cargo de provimento efetivo. 60 -O provimento de função gratificada poderá recair também em servidor de outra entidade pública posto à disposição do Município. poderá ocorrer sob a forma de função gratificada. Parágrafo Único . Art.

sem motivo comprovado e. 66 - para atender à realização ou conclusão de serviços inadiáveis. Homeopatia. desde que seja cumprido o número de horas semanais estabelecido. devendo considerar falta ao serviço neste turno. A comprovação da presença será efetuada: I . Cardiologia. quanto aos servidores não sujeitos ao ponto. no máximo. 68 . de acordo com a tabela de equivalência abaixo. observada sempre a jornada máxima semanal. por motivo justificado. fica a critério da chefia imediata permitir que o servidor inicie sua jornada de trabalho. é vedado dispensar o servidor do registro do ponto. diariamente. LeisMunicipais. a critério da autoridade competente. 63 . conforme a respectiva área de atuação. § 2º Quando o servidor chegar atrasado para o início do expediente. uma vez constatado pela chefia que o atraso ultrapassa o limite referido no caput deste artigo.pela forma determinada.registro mecânico ou não. para determinadas atividades ou mesmo para um servidor. Traumatologia. Art. § 1º O servidor cujo registro de ponto se mostrar prejudicado. § 1º Quando for ultrapassado o limite diário. ser comprovado em relatório. 64 Em caráter de excepcionalidade. visado pela chefia imediata. prestar contas do cumprimento da carga horária mediante relatório. 65 - circunstâncias especiais. Medicina do Trabalho. A jornada normal de trabalho de cada cargo ou função é a estabelecida na legislação específica. mediante prévia autorização da autoridade competente. cargos em comissão e funções gratificadas. 67 . sendo o excesso de horas compensado pela correspondente diminuição em outro dia.pelo ponto . § 3º O cumprimento da carga horária de trabalho dos profissionais médicos em Clínica Geral. II . Acupuntura. que assinala o comparecimento do servidor ao serviço e pelo qual se verifica. Otorrinolaringologia. Dermatologia. é fixada em. poderá. § 2º Salvo nos casos previstos no presente artigo. O Prefeito e os Secretários Municipais. seja para fazer face a motivo de força maior ou Art. Atendendo à necessidade imperiosa do serviço. 15 (quinze) minutos a tolerância de atraso no início de cada expediente da jornada diária de trabalho. Art. em virtude da realização de serviços externos.Lei Complementar 296/2005 . 11/40 Art.br . exceto os ocupantes de cargos eletivos.O registro de freqüência é obrigatório para todos os servidores. a jornada diária poderá ser superior a oito horas. fixado acima. Art. ela poderá não permitir que o servidor inicie suas atividades. a sua entrada e saída. Pediatria. poderão autorizar horário de trabalho diferente do normal para um dado órgão.com. Oftalmologia e Ginecologia poderá. atendendo à natureza de determinados serviços ou em Art.

Lei Complementar 296/2005 . sem prejuízo de sua remuneração. § 3º O motivo da ausência deverá ser registrado no cartão ponto do servidor.no período de tempo em que tiver de cumprir as exigências do serviço militar.br . no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas. Art. desde que a duração da viagem a serviço ultrapasse 30 (trinta) dias. III . com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas. | |____________________|__________|______________________________________| § 4º Na hipótese do número de consultas efetuadas ser superior ao da tabela de equivalência. sendo o respectivo comprovante mais o requerimento com aceite do Secretário enviados à área competente. às expensas da Prefeitura. § 5º Não se aplicará a tabela de equivalência. LeisMunicipais. 12/40 ______________________________________________________________________ | Especialidade |Carga ho-| Nº mínimo de Cirurgias ou Consultas | | |rária | Disponibilizadas | |====================|==========|======================================| |Clínica Geral |01 hora |04 consultas | |Pediatria | | | |Dermatologia | | | |Medicina do Trabalho| | | |Homeopatia | | | |Cardiologia | | | |Otorrinolaringologia| | | |Traumatologia | | | |Acupuntura | | | |Oftalmologia | | | |--------------------|----------|--------------------------------------| |Ginecologia |01 hora |03 consultas | |--------------------|----------|--------------------------------------| |Cirurgia Geral |01 hora |04 consultas ou 02 cirurgias porte "0"| | |----------|--------------------------------------| | |05 horas |01 cirurgia porte "1" a "3" e seu| | | |seguimento | | |----------|--------------------------------------| | |10 horas |01 cirurgia porte "4" ou superior. contadas a partir da ausência. e| | | |seu seguimento. por 1 (um) dia em cada 12 (doze) meses de trabalho.com. § 2º É assegurado ao servidor a liberação do ponto visando a participação em Assembléias. 69 .nos dias em que estiver convocado pela Justiça. nos seguintes casos: I .O servidor poderá ausentar-se do serviço. § 1º É assegurado ao servidor o retorno ao Município por 2 (dois) dias úteis. mediante solicitação fundamentada do chefe da repartição. desde que a convocação seja comunicada pela Entidade Sindical representativa dos servidores ao Secretário Municipal da área. ao regime de plantão. ou de ofício. férias e tempo de serviço. a qual se refere o parágrafo terceiro deste artigo.doação voluntária de sangue. Capítulo II DO SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO Art.A prestação de serviços extraordinários só poderá ocorrer por expressa determinação da autoridade competente. não caberá o pagamento de horas extraordinárias. II . 70 . mas a carga horária semanal do servidor não for ultrapassada.

br . devendo haver um descanso de 15 (quinze) minutos. Parágrafo Único . § 3º O disposto no § 1º não se aplica nos casos de substituição de servidor afastado por motivo de Licença Gestante. Capítulo IV DO REPOUSO SEMANAL REMUNERADO Art. por ato formal do Poder Executivo. sendo que nesse caso não será remunerado. IX. ou compensado com a diminuição de horário em outro dia. bem como o que propuser ou permitir gratificação sob este título por serviço não realizado.com. 72 - Funções Gratificadas. § 2º Salvo nos casos excepcionais. Licença Saúde. o servidor perceberá remuneração proporcional às horas suplementares trabalhadas. 71 - assegurar o funcionamento dos serviços municipais ininterruptos. Capítulo III DA CONVOCAÇÃO PARA REGIME SUPLEMENTAR Art. exceder a 02 (duas) horas da jornada normal. 74 . Acidente de Trabalho ou Licença por Motivo de Doença em Pessoa da Família. nos termos do inciso XVI. com acréscimo de cinqüenta por cento em relação à hora normal. 73 . 75 . § 1º A convocação de que trata este artigo terá duração de. do artigo 37. no mínimo. § 3º Será responsabilizado. não farão jus à remuneração pelas horas excedentes à jornada de trabalho. Cargo em Comissão e seus substitutos no exercício da substituição.Lei Complementar 296/2005 . nos termos do artigo 122. e punido. o servidor que atestar falsamente a prestação de plantão ou serviço extraordinário. no máximo. mas igualmente acrescido de 50% (cinqüenta por cento). os profissionais da área de saúde. antes do início do período extraordinário de trabalho. 13/40 § 1º O serviço extraordinário será remunerado por hora de trabalho que exceda à jornada normal semanal.Em casos excepcionais e havendo compatibilidade de horários. e os titulares de Art. no prazo máximo de 06 (seis) meses. da Constituição Federal. 06(seis) meses. § 2º Pela convocação. com profissões regulamentadas e os membros do magistério público municipal. Art. devidamente justificados. num dia de cada semana. preferencialmente aos LeisMunicipais. prorrogáveis por igual período. Os servidores que executam serviços externos. não poderá o trabalho em horário extraordinário. poderão ser convocados para jornada suplementar de trabalho. O serviço extraordinário. excepcionalmente. O servidor tem direito a repouso remunerado. não subordinados a horário.O plantão extraordinário visa a substituição do plantonista titular legalmente afastado ou em falta ao serviço.O exercício de Cargo em Comissão ou de Função Gratificada exclui a remuneração por serviço extraordinário. poderá ser realizado sob a forma de plantões para Art.

ausência e saídas antecipadas. A lei fixará a relação de valores entre a maior e a menor remuneração dos servidores municipais.Mediante autorização do servidor. sem prejuízo da penalidade disciplinar cabível. § 1º A remuneração do dia de repouso corresponderá a um dia normal de trabalho. 83 . ao serviço durante a semana. 88. como se em exercício estivesse. ou concedido outro dia de folga compensatória.Vencimento é a retribuição paga ao servidor pelo efetivo exercício do cargo. nas quais o servidor continua com direito ao vencimento normal. licenças e afastamentos previstos em lei. importância superior a Art. nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou provento. Art. Art. 76 . incisos I a IV. Parágrafo Único . III . a título de remuneração. 77 .a parcela da remuneração diária. mesmo que em apenas um turno.Lei Complementar 296/2005 . a remuneração por serviço extraordinário e o acréscimo de um terço por férias.metade da remuneração na hipótese prevista no parágrafo único do art. 14/40 domingos. Art. Art. sem prejuízo da penalidade disciplinar cabível. poderá haver consignação em folha de pagamento de LeisMunicipais.a remuneração dos dias que faltar ao serviço. civis e religiosos. hipótese em que as horas trabalhadas serão pagas com acréscimos de cinqüenta por cento. 82 . sem motivo justificado.Perderá a remuneração do repouso o servidor que tiver faltado. 81 . a qualquer título. iguais ou superiores a quinze minutos. Remuneração é o vencimento acrescido das vantagens permanentes.Nos serviços públicos ininterruptos poderá ser exigido o trabalho nos domingos e feriados. para o Prefeito Municipal. 134.br . ou mandado judicial. 78 . estabelecidas em lei. TÍTULO V DOS DIREITOS E VANTAGENS Capítulo I DO VENCIMENTO E DA REMUNERAÇÃO Art. correspondente ao valor fixado em lei. Art. O servidor perderá: I .Salvo por imposição legal. II . mensalmente. § 2º Consideram-se já remunerados os dias de repouso semanal do servidores municipais. proporcional aos atrasos. 84 . bem como nos dias feriados civis e religiosos. cujo vencimento remunera trinta dias. em espécie. Parágrafo Único . 79 .São motivos justificados as concessões. Art. 80 - soma dos valores fixados como remuneração.com.Excluem-se dos tetos de remuneração estabelecidos nos artigos precedentes as vantagens previstas no artigo. Nenhum servidor poderá perceber. Art.

II . a importância do prejuízo causado à Fazenda Municipal em virtude de alcance.gratificação de função-GF de motorista de ambulância. Art. 87 - percebidas a título de pagamento de despesas de viagem. Não integrarão os vencimentos ou proventos do servidor para qualquer efeito. Parágrafo Único .auxílio transporte. III . corrigidas Art.gratificação de função-GF de médico.adicional de risco de vida para vigia/guarda municipal. até o limite de trinta por cento da remuneração.Lei Complementar 296/2005 . DOS ADICIONAIS E DOS AUXÍLIOS Art. Capítulo II DAS VANTAGENS SEÇÃO I DAS GRATIFICAÇÕES.br . § 1º O valor de cada parcela não poderá exceder a vinte por cento da remuneração do servidor. e mediante desconto em folha de pagamento. sem prejuízo do disposto no artigo anterior: I . As reposições devidas à Fazenda Municipal poderão ser feitas em parcelas mensais. de uma só vez. desfalque. que for demitido. adicional e auxílios para determinadas categorias funcionais.O servidor em débito com o Erário. adicional e auxílios dos servidores municipais: I . Art. 88A .auxílio alimentação. as parcelas Art.com. SUBSEÇÃO I DA GRATIFICAÇÃO NATALINA LeisMunicipais. 86 .adicional noturno. 88 .Constituem gratificação. exonerado ou que tiver a sua disponibilidade cassada. terá de repor a quantia de uma só vez. regulamentadas em Lei própria. Constituem gratificação. 15/40 terceiros. III .gratificação natalina. a critério da administração e com reposição de custos. § 2º O servidor será obrigado a repor.A não quitação de débito implicará em sua inscrição em dívida ativa e cobrança judicial. IV . ou omissão de efetuar o recolhimento ou entradas nos prazos legais. II . 85 - monetariamente.

Art. § 2º A fração igual ou superior a quinze dias de exercício no mesmo mês será considerada como mês integral. assim entendidos os que abrangem períodos diurnos e noturno.br .com. 92 . § 1º O adicional noturno. em cada mês do exercício. conforme descrições sintéticas e analíticas. o adicional será pago proporcionalmente às horas de trabalho noturno. aposentadoria ou falecimento.Em caso de exoneração. 16/40 A gratificação natalina corresponde a um doze avos da remuneração a que o servidor fizer jus no Art. de uma só vez. aplicado às horas de trabalho noturno efetivamente trabalhadas. SUBSEÇÃO III DOS AUXÍLIOS TRANSPORTE E ALIMENTAÇÃO LeisMunicipais. por mês de exercício. como adiantamento da gratificação referida. A gratificação natalina será paga até o dia vinte do mês de dezembro de cada ano. o executado entre as 22 horas de um dia e as 05 horas do dia seguinte. serão computados na razão de 1/12 de seu valor vigente em dezembro. calculada sobre a remuneração do mês da exoneração ou falecimento. 90 .Entre os meses de fevereiro e novembro de cada ano. a gratificação natalina será devida proporcionalmente aos meses de efetivo exercício. nos termos da Lei Complementar que dispõe sobre os quadros de cargos e funções públicas do Município. no ano correspondente. § 2º Nos horários mistos. A gratificação natalina não será considerada para cálculo de qualquer vantagem pecuniária. 93 -O servidor que prestar trabalho noturno fará jus a um adicional de 20% sobre o valor da hora diurna. que estiverem exercendo efetivamente as atribuições do cargo. Parágrafo Único . para efeito deste artigo. a remuneração por horas extraordinárias. Art. por mês de exercício em que o servidor percebeu a vantagem. metade da remuneração percebida no mês anterior. SUBSEÇÃO II DO ADICIONAL NOTURNO Art.Lei Complementar 296/2005 . o Município poderá pagar. a remuneração da Gratificação Natalina do servidor será proporcional à carga horária efetivamente cumprida. 91 . Art. DO ADICIONAL DE RISCO DE VIDA Art. e estabelece o plano de carreira dos servidores. § 3º Em caso de redução de carga horária. no respectivo ano fiscal. 89 - mês de dezembro. as gratificações de função e o valor da função gratificada. respectivamente. 93-A O adicional de risco de vida é devido aos servidores ocupantes de cargo efetivo de Vigia/Guarda Municipal e de Inspetor da Guarda. § 1º Considera-se trabalho noturno. o adicional de risco de vida.

Iniciar-se-á o decurso de novo período aquisitivo quando o servidor. por acidente em serviço ou por motivo de doença em pessoa da família. § 2º Aos membros profissionais da educação. após o implemento de condição prevista neste artigo.tiver ficado afastado. auxílio transporte. quando houver tido de 15 (quinze) a 23 (vinte e três) faltas injustificadas ao serviço. regulamentados em lei própria. 95 . § 1º As férias serão concedidas nos doze meses subseqüentes à data em que o servidor tiver adquirido o direito. por mais de 06 (seis) meses. bem como.Após cada período de doze meses de vigência da relação entre o Município e o servidor. quando não houver faltado ao serviço. 97 -Não serão consideradas faltas ao serviço as concessões.12 (doze) dias corridos. sem prejuízo da remuneração. Perderá o direito a férias o servidor que. mais de 05 (cinco) dias. embora descontínuos. 96 . no curso do período aquisitivo: I . injustificadamente. 99 . IV . por qualquer prazo. mensalmente. Capítulo III DAS FÉRIAS SEÇÃO I DO DIREITO A FÉRIAS E DA SUA DURAÇÃO Art. Parágrafo Único . o gozo de férias deverá coincidir com o período de recesso escolar. Art. 98 -O tempo de serviço anterior será somado ao posterior para fins de aquisição do período aquisitivo de férias nos casos de licenças previstas nos incisos II e III do art. terá este direito a férias. III . para gozo de licença para tratamento de saúde. 17/40 Fica assegurado o direito do servidor receber. auxílio alimentação.com. 105.apresentar mais de trinta faltas injustificadas ao serviço.br .30 (trinta) dias corridos. quando houver tido de seis a quatorze faltas injustificadas ao serviço. II .Lei Complementar 296/2005 . Art. Art. O servidor terá direito anualmente ao gozo de um período de férias. retornar ao trabalho. na seguinte proporção: I . quando houver tido de 24 (vinte e quatro) a 30 (trinta) faltas injustificadas ao serviço.24 (vinte e quatro) dias corridos.18 (dezoito) dias corridos. III . Art. 94 - atendidos os requisitos legais. como se em exercício estivesse. nos quais o servidor continua com direito ao vencimento normal. Art. licenças e afastamentos previstos em lei. II .tiver concessão de licença para tratar de interesses particulares. LeisMunicipais.

o servidor também fará jus ao recebimento de 1/12 (um doze avos) do valor LeisMunicipais. o servidor poderá ajuizar ação. acrescidos de 1/3 (um terço). mencionado o período de gozo. Vencido o prazo mencionado no artigo 100. o Secretário terá de despachá-lo no prazo de quinze dias. O servidor perceberá durante as férias a remuneração integral. será disponibilizado dentro dos 5 (cinco) dias anteriores ao início do gozo. Art.com. SEÇÃO III DA REMUNERAÇÃO DAS FÉRIAS Art. A concessão das férias. requerer ao Secretário do órgão onde está lotado. § 1º Recebido o requerimento. por solicitação do servidor. observados os valores atuais. Parágrafo Único . § 3º No caso do parágrafo anterior. observados os valores atuais. § 4º Em caso de redução de carga horária. incumbe ao servidor. § 1º Os adicionais e o valor de Função Gratificada-FG ou Gratificação por Função-GF percebidos por ocasião da concessão das férias. o servidor fará jus apenas à convocação percebida durante o período aquisitivo. comoção interna ou por motivo de superior interesse público. no mínimo. 100 - subseqüentes à data em que o servidor tiver adquirido o direito. acrescida de 1/3 (um terço). Art. nos doze meses Art. dentro dos sessenta dias seguintes. cabendo a este assinar a respectiva notificação. 102 . § 5º Quando do gozo de férias. § 2º A convocação ficará suspensa durante o gozo de férias. serão pagos integralmente. da época do gozo de férias. § 3º O pagamento da remuneração das férias. a remuneração será devida em dobro. 30 dias.Lei Complementar 296/2005 . caso contrário serão computados proporcionalmente.As férias somente poderão ser interrompidas por motivo de calamidade pública. 103 . 18/40 SEÇÃO II DA CONCESSÃO E DO GOZO DAS FÉRIAS É obrigatória a concessão de férias em um só período de trinta dias. Neste período. sem que a Administração Municipal tenha concedido as férias. a qual será recolhida ao erário. por escrito. marcando o período de gozo de férias. sendo de responsabilidade da autoridade infratora a quantia relativa a metade do valor devido.br . será participada. no prazo de cinco dias a contar da concessão das férias nestas condições ao servidor. § 2º Não atendido o requerimento pelo Secretário no prazo legal. 101 - com antecedência de. por sentença. computada proporcionalmente. a remuneração das férias do servidor será proporcional à carga horária efetivamente cumprida durante o período aquisitivo. pedindo a fixação. se percebidos durante todo o período aquisitivo. o gozo de férias. no prazo de 10 (dez) dias. ao servidor.

para tratar de interesses particulares V .Lei Complementar 296/2005 . 105 .No caso de exoneração. antes de transcorridos doze meses de serviço.paternidade. na proporção de um doze avos por mês de serviço ou fração superior a quatorze dias. § 1º O servidor exonerado. observados os valores atuais da remuneração. salvo nos casos dos incisos II. II . será devida a remuneração correspondente ao período de férias e à gratificação natalina cujo direito o servidor tenha adquirido. IV . SEÇÃO IV DOS EFEITOS NA EXONERAÇÃO. Capítulo IV DAS LICENÇAS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 104 . 106 - LeisMunicipais. aposentado ou falecido após doze meses de serviço. § 2º A licença concedida dentro de sessenta dias do término de outra da mesma espécie será considerada como prorrogação.por motivo de doença em pessoa da família.para o serviço militar.para concorrer a cargo eletivo. VI . terá direito também à remuneração relativa ao período incompleto de férias. falecimento ou aposentadoria. acrescido de 1/3 (um terço). III e V.br .com. 19/40 das horas extraordinárias recebidas durante o período aquisitivo. SEÇÃO II DA LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA Art. § 2º O servidor exonerado. NO FALECIMENTO E NA APOSENTADORIA Art. perderá o direito à remuneração relativa ao período incompleto de férias. § 1º O servidor não poderá permanecer em licença da mesma espécie por período superior a vinte e quatro meses. Conceder-se-á licença ao servidor: I .para desempenho de mandato classista. a pedido. III .

§ 1º A licença será concedida à vista de documento oficial que comprove a convocação. SEÇÃO V DA LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSES PARTICULARES Art. arrecadação ou fiscalização. até um mês. durante o período que mediar entre a sua escolha. o servidor terá direito à licença. § 1º A licença somente será deferida se a assistência direta do servidor for indispensável e não puder ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo. por motivo de doença do cônjuge ou Art. dele será afastado.Lei Complementar 296/2005 . o que deverá ser apurado. III . a requerimento da parte interessada e mediante comprovação médica oficial do Município.de 2/3 (dois terços). até o dia seguinte ao pleito. com os seguintes descontos: I . quando exceder a um mês e até dois meses.com. a partir do dia imediato ao registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. o prazo será de quinze dias. 20/40 Poderá ser concedida licença ao servidor estável. SEÇÃO III DA LICENÇA PARA O SERVIÇO MILITAR Art. e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. se a desincorporação ocorrer dentro do Estado. 108 . § 2º A partir do registro da candidatura e até o dia seguinte ao da eleição. o servidor ocupante de cargo efetivo fará jus a licença remunerada. após. § 2º A licença será concedida sem prejuízo da remuneração. 106 - companheiro. 107 .sem remuneração. e. do pai ou da mãe. através de acompanhamento pela Administração Municipal. sem remuneração. 109 - LeisMunicipais. como se em efetivo exercício estivesse. § 1º O servidor candidato a cargo eletivo no próprio Município e que exerça cargo ou função de direção. II . em convenção partidária. chefia.Salvo prescrição diversa em lei federal. § 2º O servidor desincorporado em outro Estado da Federação deverá reassumir o exercício do cargo dentro do prazo de trinta dias. e do filho ou enteado. SEÇÃO IV DA LICENÇA PARA CONCORRER A CARGO ELETIVO Art.br .de 1/3 (um terço). a partir do sexto mês até o máximo de dois anos. como candidato a cargo eletivo.Ao servidor que for convocado para o serviço militar ou outros encargos de segurança nacional. será concedida licença sem remuneração. quando exceder a dois meses até cinco meses.

dos Estados e dos Municípios. § 2º A licença terá duração igual a do mandato. 111 . salvo em caso de imperiosa necessidade. Parágrafo Único . 110 . observados o interesse e a necessidade da Administração Municipal. 21/40 Art. poderá ser concedida ao servidor estável licença para tratar de assuntos particulares. federação ou sindicato representativo da categoria municipária. a pedido do servidor. § 2º Não se concederá nova licença antes de decorridos dois anos do término ou interrupção da anterior. observado o disposto no § 4º. nas seguintes hipóteses: I .em casos previstos em leis específicas. da Lei Complementar nº 294.O servidor estável poderá ser cedido para ter exercício em outro órgão ou entidade dos Poderes da União. de 11 de outubro de 2005 e no § 4º.br . II . e III . do artigo 49. de 11 de outubro de 2005. se a licença não for concedida.É assegurado ao servidor estável o direito à licença para desempenho de mandato em confederação. da Lei Complementar nº 295. § 1º A licença poderá ser interrompida a qualquer tempo. 109 -A critério da administração. sem remuneração. Capítulo V DO AFASTAMENTO PARA SERVIR A OUTRO ÓRGÃO OU ENTIDADE Art. devidamente comprovada.com. por entidade. podendo ser prorrogada no caso de reeleição e por uma única vez. § 3º O servidor deve aguardar em exercício a concessão da licença em questão. LeisMunicipais. SEÇÃO VI DA LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO CLASSISTA Art. SEÇÃO VII DA LICENÇA PATERNIDADE Art.para exercício de função de confiança.A licença será computada a contar do dia subseqüente ao do nascimento da criança. a contar do nascimento do(a) filho(a).Lei Complementar 296/2005 . § 1º Somente poderão ser licenciados servidores eleitos para cargos de direção ou representação nas referidas entidades. até o máximo de três. quando este ocorrer após o término da jornada de trabalho do servidor. pelo prazo de até dois anos consecutivos. do artigo 11.para cumprimento de convênio. sendo considerados como faltas não justificadas os dias de ausência ao trabalho. 110-A Conceder-se-á ao pai licença paternidade de cinco dias consecutivos.

III .até oito dias consecutivos. II . 22/40 § 1º Na hipótese do inciso I deste artigo. A apuração do tempo de serviço será feita em dias.até dois dias consecutivos por motivo de falecimento de avós ou sogros. companheiro. poderá o servidor ausentar-se do serviço: I . b) licença para tratamento de saúde de pessoa da família. 114 .licenças: a) maternidade e paternidade. conforme dispuser a lei ou o convênio. LeisMunicipais. 112. IV . por motivo de: a) casamento. Parágrafo Único . nos demais casos. § 2º Para cedência dos servidores membros do Magistério Municipal serão observadas. são considerados como de efetivo exercício os afastamentos em virtude de: I . filhos ou enteados e irmãos. 112 .br .O número de dias será convertido em anos. VI . a cedência será sem ônus para o Município e. cujo ônus será mantido pelos municípios de origem. da carga horária e das demais disposições da lei municipal local. no Município. deverá observar a equivalência das atribuições do cargo. madrasta ou padrasto. V . b) falecimento do cônjuge. quando remunerada integralmente.tratamento de saúde. as disposições próprias do Plano de Carreira do Magistério.júri e outros serviços obrigatórios por lei.férias.Lei Complementar 296/2005 . Capítulo VI DAS CONCESSÕES Art. considerados de 365 dias. Capítulo VII DO TEMPO DE SERVIÇO Art.Além das ausências ao serviço previstas no art. § 3º A cedência por permuta. inclusive por acidente em serviço ou moléstia profissional. pais. ainda.convocação para o serviço militar. Art. Sem qualquer prejuízo. 113 . II .com.exercícios de cargos em comissão.

dentro do prazo de cinco anos. a contar da publicação ou da ciência pelo interessado. § 2º O pedido de reconsideração e o recurso interrompem a prescrição administrativa. como última instância administrativa.br . pedir reconsideração. dirigi-la direta e sucessivamente às chefias superiores. a decisão ou o ato. Parágrafo Único . sendo indelegável sua decisão. proferido a decisão ou praticado o ato. Caberá recurso ao Prefeito. 121 . 116 . § 1º O prazo para interposição de pedido de reconsideração ou recurso é de 30 dias.Lei Complementar 296/2005 .As petições. Parágrafo Único . salvo disposição legal em contrário. § 1º O prazo prescricional terá início na data da publicação do ato impugnado ou data da ciência. em Art. poderá o servidor. será submetido à autoridade que houver prolatado o despacho. 120 . Art. pelo interessado. Parágrafo Único .com.O pedido de reconsideração deverá conter novos argumentos ou provas suscetíveis de reformar o despacho. Art. em um ano a contar do ato ou fato do qual originar. 117 . 118 -O direito de reclamação administrativa prescreve. 115 - defesa de direito ou de interesse legítimo. Art. a encaminhará a quem de direito. se a solução não for de sua alçada. serão dirigidas ao Prefeito Municipal e deverão ter decisão final no prazo de trinta dias. que não poderá ser renovado.Se não for dado andamento à representação.O pedido de reconsideração. É assegurado o direito do processo ao servidor ou representante v TÍTULO VI DO REGIME DISCIPLINAR Capítulo I DOS DEVERES Art. recorrer e representar. 23/40 Capítulo VIII DO DIREITO DE PETIÇÃO É assegurado ao servidor o direito de requerer. Art. salvo determinação expressa em lei ou regulamento. 119 -A apresentação será dirigida ao chefe imediato do servidor que. decisão ou ato houver sido o Prefeito. São deveres do servidor: I . quando o ato não for publicado. § 2º Terá caráter de recurso o pedido de reconsideração quando o prolator do despacho. Art. da decisão.exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo: LeisMunicipais.

Parágrafo Único .levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo que ocupa. ressalvadas as protegidas por sigilo.manter espírito de cooperação e solidariedade com os colegas de trabalho.manter conduta compatível com a moralidade administrativa. III . bem como o uso obrigatório dos equipamento de proteção individual que lhe forem fornecidos. Capítulo II DAS PROIBIÇÕES Art. XV . 122 - LeisMunicipais.cumprimento às ordens superiores.apresentar relatórios ou resumos de suas atividades nas hipóteses e prazos previstos em lei ou regulamento.sugerir providências tendentes a melhoria ou aperfeiçoamento do serviço. XIII .atender com presteza: a) ao público em geral. seu subordinado.representar contra ilegalidade ou abuso de poder. XVIII . 24/40 II . XI . XII . XIV . V .Será considerado como co-autor o superior hierárquico que.tratar com urbanidade as pessoas. c) às requisições para defesa da Fazenda Pública. exceto quando manifestamente ilegais.observância das normas legais e regulamentares.lealdade às instituições a que servir.ser assíduo e pontual ao serviço. VIII .apresentar-se ao serviço em boas condições de asseio e convenientemente trajado ou com uniforme que for determinado. b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal. X .br . prestando as informações requeridas.Lei Complementar 296/2005 . recebendo denúncia ou representação a respeito de irregularidade no serviço ou falta cometida por servidor. IX .com. IV . VII . ou quando determinado pela autoridade competente.zelar pela economia do material e conservação do patrimônio público. VI . deixar de tomar as providências necessárias à sua apuração. XVI .freqüentar cursos e treinamentos instituídos para seu aperfeiçoamento e especialização. XVII .guardar sigilo sobre assuntos da repartição.observar as normas de segurança e medicina do trabalho estabelecidas.

ou a partido político. fora dos casos previstos em lei.Lei Complementar 296/2005 .compelir ou aliciar outro servidor no sentido de filiação a associação profissional ou sindical.retirar. sem prévia autorização do chefe imediato. X . exceto em situações de emergência e transitórias. 123 - LeisMunicipais. especialmente: I . ferir a disciplina e hierarquia. II .promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição. em razão de suas atribuições. junto a repartições públicas. 25/40 É proibido ao servidor qualquer ação ou omissão capaz de comprometer a dignidade e o decoro Art. VI . XVII . o desempenho de encargo que seja de sua competência ou de seu subordinado.cometer a pessoa estranha à repartição. como procurador ou intermediário. qualquer documento ou objeto da repartição. IX . XIV .praticar usura sob qualquer de suas formas. VIII .opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo. XVIII . XIII .recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado.aceitar comissão. emprego ou pensão de Estado estrangeiro.ausentar-se do serviço durante o expediente. Capítulo III DA ACUMULAÇÃO Art. prejudicar a eficiência do serviço ou causar dano à Administração Pública. em detrimento da dignidade da função pública. sem licença prévia nos termos da lei. XV .exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho. 122 - da função pública. sem prévia anuência da autoridade competente. III . XI . XII . salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau. mediante manifestação escrita ou oral. presente ou vantagem de qualquer espécie.atuar. comissão. V .receber propina. IV .cometer a outro servidor atribuições estranhas às do cargo que ocupa.proceder de forma desidiosa no desempenho das funções.recusar a fé documentos públicos. ou execução de serviço. e de cônjuges ou companheiro. VII . XVI .utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares.com.br .referir-se de modo depreciativo ou desrespeitoso às autoridades públicas ou aos atos do Poder Público.valer-se do cargo que ocupa para lograr proveito pessoal ou de outrem.

em ação regressiva. Capítulo IV DAS RESPONSABILIDADES Art. 129 - criminal que negue a existência do fato ou a sua autoria. responderá o servidor perante a Fazenda Pública. As sanções civis. Capítulo V DAS PENALIDADES Art. II . 123 . 125 . III . Art.br . que resulte em prejuízo ao Erário ou a terceiros. fundações públicas. § 1º A indenização de prejuízo causado ao Erário poderá ser liquidada de forma prevista no artigo 85. empregos e funções em autarquias. dos Territórios e dos Municípios. doloso ou culposo. nessa qualidade. 130 . sociedades de economia mista da União. 126 . § 1º Excetuam-se da regra deste artigo os casos previstos na Constituição Federal. até o limite do valor da herança recebida. 26/40 Art.advertência.cassação de disponibilidade. do Distrito Federal.suspensão. É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos.Lei Complementar 296/2005 . mediante comprovação escrita da compatibilidade de horários. penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições.A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo. § 2º A proibição de acumular estende-se a cargos. Art.com. 128 . 127 .demissão. § 3º A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada. 124 . LeisMunicipais.A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputados ao servidor. § 2º Tratando-se de dano causado a terceiros. Art. São penalidades disciplinares: I . A responsabilidade civil ou administrativa do servidor será afastada no caso de absolvição Art. sendo independentes entre si. penais e administrativas poderão cumular-se. O servidor responde civil. dos Estados.A responsabilidade administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo praticado no desempenho do cargo ou função. IV . Art. empresas públicas.

a maior absorve as demais. 135 .br . a critério da autoridade competente.lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio municipal.ofensa física contra qualquer pessoa. sendo contado sempre o prazo.incontinência pública e conduta escandalosa na repartição. VI . nesse período. Art. por escrito. IX . V . III .indisciplina ou insubordinação graves ou reiteradas. 134 . praticado nova infração disciplinar. a penalidade de suspensão poderá ser convertida em multa. II .No caso de infrações simultâneas. 131 - os danos que dela provierem para o serviço público. Art.com. Parágrafo Único . LeisMunicipais. VIII . as circunstâncias agravantes e/ou atenuantes e os antecedentes. se o servidor não houver.Observado o disposto nos artigos precedentes. Na aplicação das penalidades serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida.O ato de imposição de penalidade mencionará sempre o fundamento legal e a causa da sanção disciplinar. respectivamente. da última penalidade aplicada. IV . XI . Art. na inobservância de dever funcional previsto em lei.corrupção. Art. Parágrafo Único . cometida em serviço.crime contra a administração pública.destituição de cargo ou função de confiança. ficando o servidor obrigado a permanecer em serviço.inassiduidade ou impontualidade habituais. Não poderá ser aplicada mais de uma pena disciplinar pela mesma infração. 132 . a pena de advertência ou suspensão será aplicada. X . regulamento ou norma interna nos casos de violação de proibição que não tipifique infração sujeita à penalidade de demissão.abandono de cargo. Parágrafo Único . 133 . Parágrafo Único .Quando houver conveniência para o serviço.aplicação irregular de dinheiro público. funcionando estas como agravantes na gradação da penalidade. emprego ou função. após o decurso de 3 (três) e 5 (cinco) anos de efetivo exercício. Será aplicada ao servidor a pena de demissão nos casos de: I . VII . salvo em legítima defesa.revelação de segredo apropriado em razão do cargo.improbidade administrativa.As penalidades de advertência e de suspensão terão seus registros cancelados. A pena de suspensão não poderá ultrapassar a sessenta dias.Lei Complementar 296/2005 . 27/40 V . Art. na base de cinqüenta por cento da remuneração.

§ 1º Na apuração de inassiduidade habitual será adotado o procedimento sumário regulado no artigo 149.Na apuração de abandono de cargo. Art. por sessenta dias. Art. VIII e X do art. empregos ou funções exercido na União. II . incisos XI e XVI. falta punível com a pena de demissão. assegurada a ampla defesa ao servidor. 28/40 XII . A acumulação de que trata o inciso XII do artigo anterior acarreta a demissão de um dos cargos Art. em qualquer das suas formas. sem prejuízo da ação penal cabível. 139 . a ausência intencional ao serviço por mais de trinta dias consecutivos. durante o período de doze meses. I . dando-se ao servidor o prazo de cinco dias para opção.A demissão por inassiduidade ou impontualidade somente será aplicada quando caracterizada a habitualidade. Será cassada a disponibilidade se ficar provado que o servidor: I .a aplicação da penalidade deste artigo não implicará em perda do cargo efetivo. Art. de modo a representar séria violação dos deveres e obrigações do servidor. o servidor contribuiu para que não se apurasse.aceitou ilegalmente cargo ou função pública. A pena de destituição de função de confiança será aplicada. assegurada a ampla defesa ao servidor. no devido tempo. a demissão será comunicada ao outro órgão ou entidade onde ocorre acumulação. Art. 140 . após anteriores punições por advertência ou suspensão. para aplicação da determinação do parágrafo anterior.br . na atividade. III. sendo um dos cargos.quando for verificado que.acumulação ilegal de cargos. no Distrito Federal ou em outro Município. as faltas ao serviço sem justificativas.com. 136 - ou funções. III . XIII . Parágrafo Único . Parágrafo Único . LeisMunicipais.quando se verificar falta de exação no seu desempenho. o servidor será demitido de ambos os cargos e obrigado a devolver o que houver recebido irregularmente dos cofres públicos. irregularidade no serviço. Art. III.praticou.transgressão do art. § 1º Se comprovado que a acumulação se deu por má fé. II .A demissão nos casos dos incisos V. 122. § 2º Na hipótese do parágrafo anterior.praticou usura.Configura abandono de cargo. emprego ou função. 141 . Art. sendo respeitado o disposto no caput deste artigo. O ato de imposição de penalidade mencionará sempre o fundamento legal. 137 . nos Estados. § 2º Considera-se inassiduidade habitual. por negligência ou benevolência. empregos ou funções públicas. 138 . emprego ou função. 135 implica em indisponibilidade de bens e ressarcimento ao erário. será adotado o procedimento sumário regulado no artigo 149. 142 .Lei Complementar 296/2005 . intercaladas.

pelo prazo de cinco anos. ou destituição de função de confiança. 135 incisos I. não podendo retornar ao serviço público municipal. não configurar infração disciplinar ou ilícito penal. 143 . a contar da publicação da penalidade. § 1º As denúncias sobre irregularidades serão objeto de apuração. Art.A pena de destituição de função de confiança implica na impossibilidade de ser investido em funções dessa natureza durante o período de dois anos a contar do ato de punição. 144 - nova investidura em cargo ou função pública do Município. A ação disciplinar prescreverá: I .em dois anos. 145 . Art. As penalidades aplicadas ao servidor serão registradas em sua ficha funcional. 146 . quanto à suspensão. X e XI. § 1º A falta também prevista na lei penal como crime prescreverá juntamente com este. 149 .em cento e oitenta dias. Art. Art. II . de modo evidente. cassação de disponibilidade. por falta de objeto. § 2º O prazo de prescrição começa a correr da data em que a autoridade tomar conhecimento da existência da falta. § 2º Quando do fato narrado. Parágrafo Único . § 3º A abertura de sindicância ou instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição. e III .Lei Complementar 296/2005 .br .com. todo o prazo começa a correr novamente.em cinco anos. 29/40 Art. 148 - apuração imediata. incompatibiliza o ex-servidor para Art. mediante sindicância ou Processo Administrativo Disciplinar. quanto às infrações puníveis com demissão. A demissão por infringência ao art. § 4º Na hipótese do parágrafo anterior.Poderá ser delegada competência ao Secretário Municipal de Administração para aplicação da pena de suspensão ou advertência. VIII. 147 . a denúncia será arquivada. assegurada a ampla defesa. V. quanto à advertência. desde que contenham a identificação do denunciante e sejam formuladas por escrito. no dia da interrupção. O ato de aplicação de penalidade é de competência do Prefeito Municipal. As irregularidades e faltas funcionais serão apuradas por meio de: LeisMunicipais. Capítulo VI DO PROCESSO DISCIPLINAR EM GERAL SEÇÃO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua Art.

consoante os artigos 152 a 154. a função sindicante poderá ser atribuida a uma comissão de servidores estáveis. as diligências necessárias ao esclarecimento da ocorrência e indicação do responsável. relatório a respeito. 153 . podendo este ser dispensado de suas atribuições normais até a apresentação do relatório. até sessenta dias. emprego ou função ou inassiduidade habitual. a ser composta por três servidores estáveis.A autoridade competente poderá determinar a suspensão preventiva do servidor. quando do processo não resultar punição ou esta se limitar a pena de advertência. até o máximo de três. a critério da autoridade competente e LeisMunicipais.processo administrativo disciplinar. Art. fundamentadamente. do presente estatuto.Lei Complementar 296/2005 . no prazo de dez dias úteis. considerando o fato a ser apurado. ou configure falta passível de advertência disciplinar. Art. 30/40 I . apresentando. b) instrução sumária. de forma sumária. prorrogáveis por mais trinta se. O servidor terá direito: I . 150 .A sindicância será cometida a servidor.com.br . § 1º O processo administrativo disciplinar sumário se desenvolverá nas seguintes fases: a) instauração. defesa e relatório. II . 151 . c) julgamento.sindicância.O sindicante ou comissão efetuará. SEÇÃO III DA SINDICÂNCIA Art.processo administrativo disciplinar sumário. com a publicação do ato que constituir a comissão. quando for caracterizado o abandono de cargo. utilizando-se para tanto o procedimento que trata da sindicância. que compreende indicação. II . demissão ou cassação da disponibilidade. e simultaneamente indicar a autoria e a materialidade do abandono de cargo.A critério da autoridade competente. Parágrafo Único . SEÇÃO II DA SUSPENSÃO PREVENTIVA Art. III . § 2º O rito do processo será sumário nos casos previstos no inciso III. quando a gravidade da ação ou omissão torne o servidor passível de suspensão. podendo ser prorrogado por igual período.à remuneração e à contagem do tempo de serviço correspondente ao período de afastamento excedente ao prazo de suspensão efetivamente aplicada. houver necessidade de seu afastamento para apuração de falta a ele imputada. 152 . constantes nos artigos 138 e 139 respectivamente.à remuneração e à contagem do tempo de serviço relativo ao período de suspensão preventiva. emprego ou função ou inassiduidade habitual. quando não houver dados suficientes para a sua determinação ou para apontar o servidor faltoso.

§ 1º Preliminarmente. se for o caso de processo administrativo disciplinar sumário. inclusive na indicação do possível culpado. no prazo de cinco dias úteis: I . dedicará todo o tempo aos trabalhos do processo. o seu presidente. decidirá.br . servidor designado pelo presidente. Art. o sindicante ou comissão traduzirá no relatório as suas conclusões. podendo a designação recair em um dos seus membros.com. não superior a cinco (05) dias úteis. acompanhado dos elementos que instruíram o processo. 149. ou III .pela aplicação de penalidade de advertência ou demissão por abandono de cargo. do artigo 149. em tal caso. Parágrafo Único . § 4º Será observado para o processo administrativo disciplinar sumário constante no art. § 2º Reunidos os elementos apurados. § 3º Se o sindicante ou comissão entender que a penalidade cabível é de advertência.A comissão processante. § 1º Entendendo a autoridade competente que os fatos não foram devidamente elucidados. antes de elaborar o relatório. sempre que necessário e expressamente determinado no ato de designação. 157 -O processo administrativo será contraditório.Lei Complementar 296/2005 . ou de mesmo nível. § 2º De posse do novo relatório e elementos complementares. Art. o procedimento adotado nesta seção. em prazo certo. para ulteriores diligências. devolverá o processo ao sindicante ou comissão. classe ou padrão ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do indiciado. nos termos do inciso III. Art. Art. emprego ou função ou inassiduidade habitual. com a utilização dos meios e recursos admitidos em direito. III. de posse do relatório. Art. 155 - designada pelo Prefeito Municipal que indicará.A comissão terá como secretário. 158 - LeisMunicipais. qual a irregularidade ou transgressão e o seu enquadramento nas disposições estatutárias. a autoridade decidirá no prazo e nos termos deste artigo. dispensados dos serviços normais da repartição. II . SEÇÃO IV DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR O processo administrativo disciplinar será conduzido por comissão de três servidores estáveis. 156 . dentre eles. se houver. indicando o possível culpado. ficando os membros da comissão. que deverá ser preferencialmente ocupante de cargo efetivo hierarquicamente superior. deverá ser ouvido o autor da representação e o servidor implicado. 154 -A autoridade. abrirá o prazo de cinco (05) dias para o sindicado apresentar defesa.pela instauração de processo administrativo disciplinar. assegurada ampla defesa ao acusado.arquivamento do processo. 31/40 devidamente justificado.

investigações e diligências cabíveis. quando a comprovação do fato independer de conhecimento LeisMunicipais. no mínimo. um defensor. As reuniões da comissão serão registradas em atas que deverão detalhar as deliberações adotadas. o relatório desta integrará os autos. § 2º Será indeferido o pedido de prova pericial. contados a partir da tomada de declaração do último deles. quando necessário. meramente protelatórios ou de nenhum interesse para o esclarecimento dos fatos. quarenta e oito horas de antecedência em relação à audiência e conterá dia. Art.Na audiência marcada. juntando-se ao processo o comprovante do registro e o aviso do recebimento. Parágrafo Único . 159 . hora e local para primeira audiência e a citação do indiciado. requerendo as medidas que julgar convenientes. assistir aos atos probatórios que se realizarem perante a comissão. se conhecido seu endereço. 164 . O indiciado poderá constituir procurador para fazer a sua defesa. deverá o fato ser certificado. § 3º Achando-se o indiciado em lugar incerto e não sabido. 166 . para abertura de inquérito. 160 . como peça informativa da instituição. o prazo será comum e de seis dias.com. hora e local e qualificação do indiciado e a falta que lhe é imputada.O indiciado tem o direito de.A comissão promoverá a tomada de depoimentos. requerer provas e arrolar testemunhas.O prazo para conclusão do processo não excederá sessenta dias. objetivando a coleta de prova. com vista do processo na repartição. mediante autorização da autoridade que determinou a sua instauração. a técnicos e peritos de modo a permitir a completa elucidação dos fatos. Art. 165 . sua citação será por via postal. a autoridade competente oficiará à autoridade policial. com. 32/40 Art. para oferecer alegações escritas. concedendo-lhe. 161 -Ao instalar os trabalhos da comissão. com prazo de quinze dias. independente da imediata instauração do processo administrativo disciplinar.Lei Complementar 296/2005 . Art. o Presidente determinará a autuação da portaria e demais peças existentes e designará o dia. até o máximo de cinco. acareações. recorrendo. de ofício. contados da data da publicação do ato que constituir a comissão. em seguida. o prazo de três dias. 158 -Quando o processo administrativo disciplinar resultar de prévia sindicância.A citação do indiciado deverá ser feita pessoalmente e contra. pelo menos. § 1º Caso o indiciado se recuse a receber a citação.br . Art. Parágrafo Único . será citado por edital.Na hipótese do relatório da sindicância concluir pela prática de crime. § 2º Estando o indiciado ausente do Município. admitida a prorrogação por igual período. o presidente da comissão processante designará. 163 . pessoalmente ou por intermédio de procurador. Art. § 1º O presidente da comissão poderá indeferir pedidos considerados impertinentes. a vista de.recibo. Art. divulgado como os demais atos oficiais do Município. Art. quando as circunstâncias o exigirem. 162 . duas testemunhas.Havendo mais de um indiciado. a comissão promoverá o interrogatório do indiciado. em carta registrada. Art.Em caso de revelia. Parágrafo Único .

O depoimento será prestado oralmente e reduzido a termo. apresentando relatório. reinterrogar o indiciado. com prévia intimação do indiciado ou seu procurador. Parágrafo Único . Recebidos os autos. § 2º Na hipótese de depoimentos contraditórios ou que se infirmem. marcando- lhe prazo. não sendo lícito a testemunha trazê- lo por escrito. apresentada a defesa ou não. se julgar útil ao esclarecimento dos fatos. Parágrafo Único . § 1º As testemunhas serão ouvidas separadamente.Lei Complementar 296/2005 . sendo suspenso o processo disciplinar até a conclusão e expedição do referido laudo. à comissão processante.Ultimada a instrução do processo. as irregularidades de que foi acusado. LeisMunicipais.O relatório e todos os elementos dos autos serão remetidos à autoridade que determinou a instauração do processo.dentro de cinco dias: a) pedirá esclarecimentos ou providências que entender necessários. poderá a comissão processante. se entender que a pena cabível escapa à sua competência. propondo.Concluída a inquirição de testemunhas. as provas que instruíram o processo e as razões de defesa. sendo pelo menos um médico psiquiatra. separadamente. proceder-se-á a acareação entre os depoentes. no prazo de dez dias. dentro de dez dias. Art. 169 . b) encaminhará os autos. até a decisão final do processo. ser anexada nos autos. devendo a segunda via. 171 . o indiciado será intimado por mandado pelo presidente da comissão para apresentar defesa escrita. no qual constará em relação a cada indiciado. acolhendo ou não as conclusões da comissão processante. contados do término do prazo para apresentação da defesa. Art. a comissão apreciará a todos os elementos do processo. § 3º Quando houver dúvida sobre a sanidade mental do indiciado.despachará o processo dentro de dez dias. assegurando-lhe a vista do processo na repartição. a autoridade que determinou a instauração do processo: I . da qual participe três profissionais de saúde. com o ciente do intimado. à autoridade superior. Art.br . Art. 33/40 especial de perito. 167 . 172 - prestar esclarecimento ou providência julgada necessária. II . 168 . e indicando a pena cabível e seu fundamento legal.Após o decurso do prazo. Art.com. justificadamente. 173 . a absolvição ou punição do indiciado. § 4º O incidente de sanidade mental será processado em auto apartado e apenso ao processo principal após a expedição do laudo médico. a comissão proporá à autoridade competente que este seja submetido a avaliação clínica efetuada por junta médica oficial. fundamentando o seu despacho se concluir diferentemente do proposto.O prazo de defesa será comum e de quinze dias se forem dois ou mais os indiciados. A comissão ficará à disposição da autoridade competente. para Art.As testemunhas serão intimadas a depor mediante mandado expedido pelo presidente da comissão. Art. 170 .

As conclusões da comissão serão encaminhadas à autoridade competente. são admitidos os recursos previstos em Lei Complementar. suscetíveis de atestar a inocência do interessado ou de autorizar diminuição da pena. devidamente fundamentada. 177 - única vez. restabelecendo-se os direitos decorrentes dessa decisão. a partir do retorno ou recebimento dos autos. 180 . SEÇÃO V DA REVISÃO DO PROCESSO A revisão do processo administrativo disciplinar poderá ser requerida a qualquer tempo.A simples alegação de injustiça da penalidade não constitui fundamento para a revisão do processo. o ônus da prova cabe ao requerente. II .Nos casos do inciso I deste artigo.br . dentro de dez dias. Art. quando poderá haver exoneração a pedido.a decisão for contrária ao texto de lei ou à evidência dos autos.com.a decisão se fundar em depoimentos.Excetua-se o caso de processo administrativo instaurado apenas para apurar o abandono de cargo. após deferida a petição pela autoridade competente. acaso aplicada. 182 - condições da legislação federal vigente. TÍTULO VII DA SEGURIDADE SOCIAL DO SERVIDOR Os Servidores Municipais ficam vinculados ao regime Geral da Previdência Social. Art. será tornada insubsistente ou atenuada a penalidade imposta. Da decisão final. nos termos e Art. 174 . Art. O processo de revisão. dentro de trinta dias. 34/40 Parágrafo Único . Parágrafo Único . uma Art. o prazo para decisão final será contado. O servidor que estiver respondendo a processo administrativo disciplinar só poderá ser Art. exames ou documentos falsos ou viciados. após a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade. suscetíveis de influírem na apuração da verdade ou na decisão do processo. não lhe determinarão a nulidade. LeisMunicipais. será realizado por Art. respectivamente. a juízo da autoridade competente.Lei Complementar 296/2005 . Art. No processo revisional. Parágrafo Único . 176 - exonerado a pedido do cargo. 179 - comissão designada segundo os moldes das comissões de processo administrativo e correrá em apenso aos autos do processo originário.forem aduzidas novas provas. 178 . 175 -As irregularidades processuais que não constituam vícios substanciais insanáveis. devendo a decisão ser proferida. 181 .Julgada procedente a revisão. quando: I . Art. III .

serviço extraordinário. nos termos desta Lei.atender outras situações de emergência que vierem a ser definidas em lei específica. 184 . Art. salvo necessidade comprovada e autorização legal específica. na forma deste título. 187 . Parágrafo Único .Para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. repouso semanal remunerado. sob pena de nulidade do contrato e responsabilidade administrativa e civil da autoridade contratante. poderá ser instituído o Regime de Previdência Complementar de que trata o artigo 40. Art. § 2º Após regulamentação por lei federal.dos servidores municipais.br . 185 . Art. Art.combater epidêmicos. 186 . ficando assegurados os seguintes direitos ao contratado: I . II . II . 35/40 Art. as contratações que visam a: I . inclusive Câmara Municipal.jornada de trabalho.É vedado o desvio de função de pessoa contratada.Lei Complementar 296/2005 . prorrogáveis por até igual período. 183 .Consideram-se como de necessidade temporária de excepcional interesse público. parágrafos 14. adicional noturno e gratificação natalina proporcional. 188 -Os contratos serão de natureza administrativa. por lei local. II . 15 e 16. da Constituição Federal.As contratações previstas neste artigo serão autorizadas por lei específica. poderão ser efetuadas contratações de pessoal por tempo determinado. LeisMunicipais. auxílio alimentação e transporte. bem como sua recontratação. § 1º Os percentuais de contribuição serão fixados em lei federal e. III .As contratações de que trata este capítulo terão dotação orçamentária específica e não poderão ultrapassar o prazo de seis meses.atender a situações de calamidade pública.vencimento básico equivalente ao percebido pelos servidores de igual ou assemelhada função no quadro de provimento efetivo do Município.A seguridade social será custeada com o produto da arrecadação de contribuições sociais obrigatórias: I .do Município. Capítulo IV TÍTULO VIII DA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE EXCEPCIONAL INTERESSE PÚBLICO Art. antes de decorridos seis meses do término do contrato anterior. no caso do parágrafo segundo.com.

193-AToda vez que houver revisão da remuneração dos servidores em atividade.br . TÍTULO IX DAS DISPOSIÇÕES GERAIS.Do exercício de encargos ou serviços diferentes dos definidos em lei ou regulamento. em recebê-las no termo de quitação do contrato ou pela continuidade da contagem do tempo de serviço para posterior gozo no novo regime.com. passam a ser Art. ficando prorrogado.Lei Complementar 296/2005 . não decorre nenhum direito ao servidor. 192 . LeisMunicipais. regido pela CLT. 191 . além do cônjuge e filhos. para o primeiro dia útil seguinte. excluindo-se o dia do começo e Art.inscrição em sistema oficial de previdência social. IV . 36/40 III . Os prazos previstos nesta Lei serão contados em dias corridos. no caso dos profissionais da educação. quaisquer pessoas que vivam às suas expensas e constem de seu assentamento individual. § 1º Nos contratos de professores. ao término do contrato. 194 - regidos por esta lei. 190 - incluindo-se o do vencimento. estes terão asseguradas ainda as gratificações previstas no Plano de Carreira do Magistério. TRANSITÓRIAS E FINAIS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Art. Art. Capítulo II DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art.férias proporcionais. O Dia do Servidor Público será comemorado em vinte e oito de outubro. § 2º No que pertine às férias e à gratificação natalina. o servidor poderá optar. além dos direitos acima. 193 . poderão optar por fazer parte de quadro em extinção. Art. 189 . mediante termo escrito. sendo aproveitados em cargos equivalentes ou. o prazo vencido em dia em que não haja expediente. conforme dispõe o plano de carreira dos servidores e do magistério municipal. Os atuais servidores municipais. § 1º Os contratos individuais de trabalho se extinguem automaticamente pela transformação do emprego. § 2º O servidor que solicitar exoneração antes do término do contrato perderá o direito à remuneração de férias proporcionais. admitidos mediante prévio concurso público. como próprios de seu cargo ou função gratificada. deverá também haver a revisão dos proventos e pensões. As disposições desta Lei aplicam-se aos servidores dos Poderes Executivo e Legislativo.Consideram-se da família do servidor. asseguradas as verbas rescisórias cabíveis.

38 e 39. 24. 22. 26. 17. 19 das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988. 106. de 09-09-2003. 30. 37. 12. 23.Ao servidor estabilizado de que trata este artigo é assegurada a recondução à situação de contratado estável. 118. da Lei 197. JOSÉ ALBERTO WENZEL Prefeito Municipal Registre-se. excepcionalmente regido pela CLT.com. 11.br . 29. 20. 279. de 28-12-99. 19. 18. 31. 37/40 Art. 197 . LeisMunicipais. 14. Art. constituirão quadro especial em extinção. 16. de 15-05-2002. 11 de outubro de 2005. publique-se e cumpra-se BRUNO CESAR FALLER Secretário Municipal de Administração ANEXO I PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CRUZ DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO BOLETIM DE ESTÁGIO PROBATÓRIO ______________________________________________________________________________ |NOME: | | | |---------------------------|-----------------------------| | |CARGO: |ÓRGÃO DE LOTAÇÃO: | | |---------------------------|-----------------------------| | |DATA DA ADMISSÃO: |PERÍODO DE ESTÁGIO: | | |---------------------------|-----------------------------|--------------------| |BOLETIM Nº |PERÍODO: |A | |___________________________|_____________________________|____________________| OBSERVAÇÕES: a) este boletim deve ser preenchido pelas chefias imediata e mediata do estagiário. de 26-04-2005. 32. 21. d) utilize os espaços reservados para informações e sugestões dos avaliadores e considerações do avaliado e) o quesito pontuado de 0 a 20 pontos deverá ser justificado pelos avaliadores. 196 .Os servidores celetistas não concursados e estáveis nos termos do art. devendo ser assinalada com x. garantidas a sua remuneração e vantagens. até o ingresso por concurso em cargo sob regime desta Lei ou a aposentadoria. c) cada quesito comporta uma única alternativa. 28. em caso de não satisfazer as exigências do estágio probatório em cargo no qual venha a ser investido por concurso público. 195 . Parágrafo Único . 33. 15. 36. Santa Cruz do Sul. b) todos os quesitos devem ser respondidos.Ficam revogadas as Leis Complementares nºs 31. 25.Lei Complementar 296/2005 . Art. 35. de 05-02-2002. 27. 10. 34. 13. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. e artigos 9º.

AVALIAÇÃO as para avaliar o servidor em estágio probatório. 38/40 ___________________________________________________________________________________ | | 30 pontos | 20 pontos | 10 pontos | 0 ponto | |=================+================+================+===============+===============| |AVALIE A SITUAÇÃO DO ESTAGIÁRIO COM RELAÇÃO AOS SEGUINTES QUESITOS | |-----------------+----------------+----------------+---------------+---------------| |ASSIDUIDADE |É assíduo |Excepcionalmente|Falta ou se|Falta ou se| |Avaliar a| |falta ou se|ausenta algumas|ausenta muitas| |freqüência do| |ausenta |vezes |vezes | |servidor ao local| | | | | |de trabalho | | | | | |-----------------|----------------|----------------|---------------|---------------| |PONTUALIDADE |É pontual |Excepcionalmente|Algumas vezes|Muitas vezes| |Informar como o| |deixa de cumprir|deixa de|deixa de| |servidor cumpre| |os horários|cumprir os|cumprir os| |horários | |estabelecidos |horários |horários | |estabelecidos | | |estabelecidos |estabelecidos | |-----------------|----------------|----------------|---------------|---------------| |DISCIPLINA |Integra-se |Boa integração|Regular |É | |Avaliar o grau de|perfeitamente |às regras e|integração com|indisciplinado | |integração com as|com as regras e|normas |as normas e| | |regras e normas|normas |estabelecidas |regras | | |estabelecidas |estabelecidas | |estabelecidas | | |-----------------|----------------|----------------|---------------|---------------| |INICIATIVA |Possui espírito|Compromete-se |Seguidamente |Não possui| |Avaliar o|empreendedor |com as tarefas e|precisa de|nenhuma | |servidor quanto a|comprometendo-se|resoluções de|auxílio para|iniciativa. satisfatório. |trabalho e|necessitando |do cargo | |trabalhos no|executando |atribuições do|constante | | |exercício das|corretamente os|cargo |supervisão na| | |atribuições do|trabalhos | |execução do| | |cargo | | |trabalho | | |-----------------|----------------|----------------|---------------|---------------| |PRODUTIVIDADE |Cumpre com todas|Raramente deixa|Com freqüência|Não executa as| |Avaliar a|as tarefas|de cumprir as|deixa de|tarefas | |agilidade com que|correspondentes |tarefas e os|realizar |correspondentes| |o servidor|à função em|prazos |tarefas |ao cargo nos| |desempenha suas|tempo hábil |estabelecidos |referente ao|prazos | |tarefas | | |cargo.br .com. segundo os critérios excelentes.|as tarefas e|pertinentes a|questões |dependente da| |resolver |soluções de|sua área de|referentes a|chefia. VALORAÇÃO DOS CRITÉRIOS LeisMunicipais. nos|estabelecidos | | | | |prazos devidos | | |-----------------|----------------|----------------|---------------|---------------| |RESPONSABILIDADE |É inteiramente|Raramente preci-|Seguidamente |Deixa de cum-| |Considerar o grau|responsável |sa ser lembrado|tem que ser|prir suas obri-| |com que o servi-| |de suas obriga-|lembrado de|gações ainda| |dor assume suas| |ções |suas obrigações|que lembrado | |obrigações | | | | | |-----------------|----------------|----------------|---------------|---------------| |RELACIONAMENTO |Estabelece |Consegue estabe-|Apresenta di-|O modo como se| |Avaliar a forma|relações |lecer um rela-|ficuldades de|relaciona traz| |como estabelece|plenamente |cionamento ade-|relacionamento |prejuízos ao| |relações com as|adequadas |quado | |ambiente de| |pessoas em geral | | | |trabalho | |_________________|________________|________________|_______________|_______________| TOTAL DE PONTOS: PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CRUZ DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO ESTÁGIO PROBATÓRIO .Lei Complementar 296/2005 . insuficiente e ruim. | |problemas e|problemas |atuação |sua área | | |sugerir melhorias| | | | | |-----------------|----------------|----------------|---------------|---------------| |EFICIÊNCIA |Conhece |Revela bom|Revela regular|Revela pouco| |Avaliar o grau de|perfeitamente as|conhecimento na|conhecimento |conhecimento | |conhecimento e de|atribuições do|execução do|das atribuições|das atribuições| |execução dos|cargo. | |iniciativa de|totalmente com|problemas |resolver |Totalmente | |realizar tarefas.

Satisfatório............ 2 ..... 4 .760 Satisfeitos os requisitos do Estágio Probatório........ Total Final: 11 (onze) boletins Satisfatório .com...br .Ruim.....640 a 1.. ____ de _____ de______..20 pontos... o servidor será considerado apto e confirmado no cargo......... 39/40 1 . _________________ Assinatura _________________ Assinatura LeisMunicipais.....Insuficiente..10 pontos.................30 pontos.........menos de 1.. 3 ..Excelente..... PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CRUZ DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FICHA DE CONTROLE DO ESTÁGIO PROBATÓRIO NOME DO SERVIDOR: __________________________ ÓRGÃO DE LOTAÇÃO: __________________________ DATA DA ADMISSÃO: __________________________ PERÍODO DO ESTÁGIO: ________________________ _________________________________________________________________________________________ |BOLETIM |QUESITO: PONTUAÇÃO: | | |--------+---------+------+----------+---------+--------+--------+-------+-------| | |ASSIDUI-|PONTUALI-|DISCI-|EFICIÊNCIA|RESPONSA-|RELACIO-|PRODUTI-|INICIA-| SUB | | |DADE |DADE |PLINA | |BILIDADE |NAMENTO |VIDADE |TIVA | TOTAL | |========|========|=========|======|==========|=========|========|========|=======|=======| | 1º| | | | | | | | | | |--------|--------|---------|------|----------|---------|--------|--------|-------|-------| | 2º| | | | | | | | | | |--------|--------|---------|------|----------|---------|--------|--------|-------|-------| | 3º| | | | | | | | | | |--------|--------|---------|------|----------|---------|--------|--------|-------|-------| | 4º| | | | | | | | | | |--------|--------|---------|------|----------|---------|--------|--------|-------|-------| | 5º| | | | | | | | | | |--------|--------|---------|------|----------|---------|--------|--------|-------|-------| | 6º| | | | | | | | | | |--------|--------|---------|------|----------|---------|--------|--------|-------|-------| | 7º| | | | | | | | | | |--------|--------|---------|------|----------|---------|--------|--------|-------|-------| | 8º| | | | | | | | | | |--------|--------|---------|------|----------|---------|--------|--------|-------|-------| | 9º| | | | | | | | | | |--------|--------|---------|------|----------|---------|--------|--------|-------|-------| | 10º| | | | | | | | | | |--------|--------|---------|------|----------|---------|--------|--------|-------|-------| | 11º| | | | | | | | | | |--------+--------+---------+------+----------+---------+--------+--------+-------+-------| |TOTAL GERAL: _______ CONFIRMADO NO CARGO: ________ NÃO CONFIRMADO NO CARGO: _________ | |_________________________________________________________________________________________| Santa Cruz do Sul......760 Insuficiente .de 2...0 ponto...Lei Complementar 296/2005 ......

br .Lei Complementar 296/2005 .com. 40/40 _________________ Assinatura LeisMunicipais.