UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ

CENTRO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS EXATAS

CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA

DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA INDUSTRIAL

CORROSÃO MICROBIOLÓGICA

Toledo - PR
Agosto, 2015

Profº: Dra. Monica Fiorese Toledo .UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CENTRO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA INDUSTRIAL Isabella Cristina Dall’ Oglio CORROSÃO MICROBIOLÓGICA Trabalho acadêmico apresentado como método de avaliação parcial da disciplina de Microbiologia Industrial do curso de Engenharia Química da instituição de ensino UNIOESTE .Universidade Estadual do Oeste do Paraná. 2015 .PR Agosto.

CORROSÃO MICROBIOLÓGICA Ao longo dos tempos os microrganismos tiveram que desenvolver formas de vida que lhes proporcionassem maior segurança e proteção. também chamada corrosão microbiológica ou biocorrosão. Originando pilhas de aeração diferencial por efeito de um consumo desigual de oxigênio em zonas localizadas. Na corrosão induzida por microrganismos. sulfetos e sulfitos. 3. os microrganismos participam do processo de corrosão de forma ativa. sendo que estas substâncias podem ser ácidos orgânicos. porém sem modificar a natureza eletroquímica da corrosão. 2009). 2. pois neste caso também se encontra uma zona anódica onde ocorre a reação de . mas sem modificar a natureza eletroquímica do fenômeno. Produzindo substâncias corrosivas originadas em seu crescimento ou metabolismo. As bactérias participam desse processo de forma ativa. aliada ou não a esforços mecânicos. A corrosão é um fenômeno que ocorre com vários tipos de materiais. sejam eles quais forem. Diretamente utilizando algum elemento contido na liga metálica que seja essencial para a continuação do metabolismo destes microrganismos.. que ocorre quando microrganismos veiculados por sistemas aquosos aderem às superfícies sólidas (BEZERRA et al. para sua permanência nas superfícies colonizadas. este mecanismo de corrosão se dá pela formação de biofilmes na superfície do metal. Logo se observou que nos ambientes naturais a maioria das bactérias eram encontradas sob a forma de micro colônias aderidas a superfícies sólidas (desenvolvimento séssil). ácido sulfúrico. formando regiões com pouca concentração de oxigênio. O mecanismo da biocorrosão envolve a formação do biofilme. Os microrganismos podem participar no processo de corrosão de pelo menos três diferentes formas: 1. e é definida como a deterioração de um material por ação química ou eletroquímica do meio ambiente. 2009). e não mais suspensas e dispensas num ambiente aquático (desenvolvimento planctônico) (MORAES. 1.

O biofilme tem como principais finalidades:  Proteger os microrganismos das ações exteriores. seletiva. frestas. oxidação do metal (corrosão). areia. puntiforme (pite). valores de pH entre 0. Com exceção dos metais nobres a maioria dos metais em contato com atmosfera forma um sistema termodinamicamente instável. matéria orgânica e produtos de corrosão). além disso. partículas sólidas (argila. estas tendem a se associar formando colônias com outros microrganismos. ainda. A grande capacidade de resistência e adaptação a condições ambientais extremas tais como: temperaturas entre -12 oC e 110 oC. galvânica. substâncias poliméricas extracelulares excretadas pelos microrganismos.  Proporcionar suporte físico e aderência às superfícies colonizadas. Estima-se que mais de 90% dos microrganismos vivem no planeta Terra sob a forma de biofilme. logo estes reagirão . álcool e alimentício.  Estabelecer e colonizar nichos ecológicos. sendo os mais comuns: corrosão generalizada. erosão. sabe-se que as bactérias não vivem de maneira isolada. enquanto que a reação catódica transcorre simultaneamente. fungos. físicos e mecânicos. cuja composição microbiana na sua maioria é de bactérias (98%) e o restante são algas. são características que favorecem a presença das bactérias em muitos processos fabris. água e. dando origem ao biofilme. Vários são tipos de corrosão existentes no âmbito industrial.  Auxiliar na captura e transporte de nutrientes por difusão. protozoários. petroquímico. intragranular. a acumulação de biofilmes pode acelerar a deterioração dos materiais metálicos.  Estabelecer uma relação de simbiose. resultando em sérios prejuízos associados à corrosão de natureza microbiológica. tais como: papel e celulose. Estes processos industriais têm condições ótimas para o desenvolvimento de bactérias e. corrente de fuga e sob tensão. Na indústria.5 e 13 e pressões entre 0 e 1400 bar. tais como: ataques químicos. intergranular.

Além dos metais a corrosão por microrganismos afeta materiais não metálicos como o concreto. certos tipos de borracha e de plástico (MORAES. no qual o processo de corrosão decorrente da atividade vital de microrganismos é denominado por alguns autores de biocorrosão. Em embarcações a ação microbiana também causa danos como os processos de fouling (incrustações). pois se sabe que a corrosão causa prejuízos estimados de 1. Daí a necessidade de se investigar a propriedade de alguns metais a fim de desenvolver ligas resistentes aos ambientes industriais nos quais estes são aplicados. Portanto. sendo 98% bactérias e o restante são fungos. pressão e pH influenciarem na cinética de corrosão do ferro e suas ligas. a deterioração dos metais pela ação do meio circundante em que estes são expostos acarreta em um grande interesse prático. O termo biofilme descreve a forma de vida séssil. corrosão microbiologicamente influenciada ou simplesmente de corrosão microbiológica. a presença de microrganismos é um fator a mais que acelera a deterioração dos materiais metálicos. Além das condições de temperatura. Microrganismos relacionados com o Enxofre ou seus Compostos .5 a 3. 1. A definição mais usual de biofilme é a de uma matriz polimérica gelatinosa constituída por microrganismos.com elementos presentes no ar e no meio industrial resultando na formação de óxidos. pois existe uma grande variedade de casos e ás vezes o microrganismo é a causa indireta do processo de corrosão. 2009). que se caracteriza pela adesão de bactérias a suportes sólidos. Os danos causados pela ação microbiana em metais são de difícil avaliação.1. com consequente produção de substâncias poliméricas extracelulares. hidróxidos e outros compostos semelhantes. microalgas e protozoários.5 % do PIB dos países industrializados. O primeiro passo para que ocorra a corrosão microbiológica é a formação do biofilme.

Para o gênero Desulfotomaculum apenas duas estão associadas ao processo de corrosão.  Desulfotomaculum orientis: mesófila e tem temperatura de crescimento entre 30°C e 37°C e esporula. Estão de alguma forma relacionadas com o ciclo de enxofre na natureza. Todos os microrganismos redutores de sulfatos requerem uma fonte orgânica de carbono (heterótrofos). Os gêneros Desulfovibrio e Desulfotomaculum são bactérias anaeróbicas (redutoras). 1. Microrganismos que Oxidam Ferro . Dentre desta classe temos três espécies mais importantes nos processos de corrosão:  Thiobacillus thioparus. Já o gênero Desulfovibrio tem temperatura ótima de desenvolvimento entre 25°C e 44°C e pH entre 5. Dentro deste grupo temos bactérias oxidantes (aeróbias) e as redutoras (anaeróbias). Outra característica marcante deste gênero e que seu crescimento requer condições redutoras bastante severas e não esporulam.  Thiobacillus thio-oxidans. Essas bactérias se caracterizam por participar do processo de respiração denominado “Redução de Sulfatos Desassimilatória” onde o íon sulfato atua como receptor terminal de elétrons em lugar do oxigênio. Para as bactérias aeróbias encontramos a do gênero Thiobacillus que são autótrofas.  Thiobacillus concretivorus.:  Desulfotomaculum nigrificans: termófila e tem temperatura ótima de crescimento de 55°C e esporula.2 e são capazes de suportar pressões de até 1000 atm. com a capacidade de se desenvolverem numa alta concentração salina.5 a 9 com um pH ótimo em 7. por isso são encontradas em poços de água salgada.2. não apresentam esporulação e geralmente se encontram como células isoladas e se desenvolvem numa temperatura ótima entre 25°C e 30°C.

 Criando diferenças de concentração de oxigênio dentre de células localizadas. Outros Grupos de Microrganismos Relacionados com a Corrosão  Numa simbiose o gênero Pseudonomas com fungos do gênero Cladosporium e bactérias redutoras de sulfatos encontrados em tanques de combustível de aviões (querosene) e graves casos de corrosão do alumínio e suas ligas. um exemplo é a espécie Ferrobacillus ferro-oxidans que catalisa a oxidação da pirita (FeS2) a sulfato férrico e ácido sulfúrico. 1. como seria como da despolarização catódica atribuída ás bactérias sulfatos-redutores. Classificação dos Casos de Corrosão Microbiológica Os casos de corrosão microbiológica classificam-se seguindo critérios distintos: i.4.3. Relação do processo de corrosão com a presença de oxigênio ou seu gradiente de concentração. O gênero mais comum associado a este tipo de corrosão é o Ferrobacillus.  Participando diretamente da cinética do processo de corrosão. Os tipos de mecanismos pelos qual o microrganismo produz ou participa do processo de corrosão podem ser:  Por produção e substâncias corrosivas como produtos do metabolismo (caso de ácidos e álcalis).  Bactérias do gênero Hidrogenomonas que atuariam possivelmente em casos de corrosão que empregaria hidrogênio. 1. Essas bactérias são autótrofas. ii.  Bactérias redutoras de nitratos. que pode ser: . obtém energia necessária para seus processos vitais á partir desta oxidação. ou seja. tal como ocupe em alguns tubérculos.

que produzem em condições aeróbicas e a partir de diversos componentes de enxofre (sulfossulfatos.  Corrosão bacteriana em presença de oxigênio. polissulfonatos. Mecanismos gerais de corrosão  Produção metabólica de substâncias corrosivas: neste caso o microrganismo produz como resultado final ou parcial do seu próprio metabolismo uma substancia de natureza agressiva. vi. Exemplo: produção de acido sulfúrico pelas bactérias do gênero Thiobacillus. outros).  Casos de corrosão por outras bactérias ou fungos.  Corrosão de materiais não metálicos (concreto. iii.  Corrosão bacteriana em ausência de oxigênio. Pelo meio no qual se desenvolve o processo:  Corrosão por microrganismos no caso de material enterrados no solo.  Corrosão por microrganismos no caso de matérias em água do mar em água doce. por exemplo). v. Por tipo de microrganismo envolvido no processo de corrosão:  Casos de corrosão por bactérias que transformam o enxofre ou seus componentes. . Mais comumente encontrado refere-se à produção de ácidos orgânicos ou inorgânicos. Segundo a natureza do material corroído:  Corrosão microbiológica do ferro e suas ligas.  Corrosão devido a casos de aeração diferencial criadas pela bactéria. iv.  Casos de corrosão por microrganismos em tubulação e recipientes (como acontece com os tubérculos).  Casos de corrosão por bactérias que transformam o ferro (bactérias oxidantes).  Corrosão de outros metais não ferrosos (alumínio. sulfatos). níquel.

0 solução Septotrix.5 – 7. água do 0. pirita. lodo. 4. Ferro e ligas. Produto Materiais Meio Microrganismo pH corrosivo afetados ambiente Sulfetos. Gênero Lactobacillus Ácidos orgânicos Aço ---. Ferro e ligas. Depósitos de Ferro e ligas 1. Gênero sulfatos. originando células de concentração de oxigênio localizadas. Efluentes. mar. minas. 5. alumínio. É comum este tipo de corrosão no interior de tubulações de redes de distribuição de água. Ação corrosiva dos microrganismos pela produção metabólica de substâncias agressivas. origina com frequência o estabelecimento de condições de aeração diferencial em que a ação combinada dos microrganismos aeróbicos cria condições adequadas ao desenvolvimento de espécies anaeróbicas. têm-se isolado bactérias do gênero Desulfovibrio que criam condições propícias para a corrosão localizada na base do tubérculo que se encontram geralmente casos de corrosão por pitting. As bactérias geralmente envolvidas são ferrobactérias e sulfobactérias que participam da formação de incrustações por meio dos produtos provenientes do seu metabolismo.Tabela 1. rios.9 Desulfovibrio sulfetos.5 – 5. nas quais. lodos.4 – 7. solos. ácido sulfúrico. Gênero Íons férrico.8 Thiobacillus sulfossulfatos e concreto. No interior dessas formações. especialmente no que se refere a sua necessidade de oxigênio. água do mar ou rio. Gênero Águas com Gallionella.0 Ferrobacillus ácido sulfúrico.  Criação de situações de aeração diferencial com o estabelecimento de células de concentração na superfície metálica: a associação de distintas espécies de microrganismos. Gênero Ácido sulfídrico. 10. Refinarias Efluentes. Este tipo de corrosão é muito comum em cascos de barcos onde têm sido encontradas .0 – Hidróxido férrico Ferro ferro em Chrenothix. se formam incrustações ou tubérculos. por ação bacteriana. solos.

juntamente com o da corrosão de ferro pelas bactérias sulfato-redutoras. sem aeração. bactérias redutoras de sulfatos associadas a processos de incrustações.  Participação direta do microrganismo na relação que conduz do processo de corrosão. as possibilidades de que se produza à reação de oxidação direta do hidrogênio gasoso ou dissolvido não é . começam a ser frequentes os casos de entupimentos e tubos. Nos tanques de combustível de aviões a jato. Corrosão de metais não-ferrosos  Alumínio e suas ligas A corrosão do alumínio e suas ligas por microrganismos contaminantes de combustível derivados de petróleo que contenha querosene é por sua importância tecnológica e econômica o caso de corrosão microbiológica que mais estudos têm originado. as bactérias redutoras de sulfatos aparecem associadas a fungos do gênero Cladosporium e bactérias do gênero Pseudomonas. Corrosão do ferro e suas ligas  Na ausência de oxigênio Os casos mais frequentes de corrosão anaeróbica do ferro se desenvolvem em condições tais que não seriam possíveis do ponto de vista puramente eletroquímico. Assim. 1. 1. A partir da década de 60. são encontradas bactérias dos gêneros Pseudomonas e Coryne bacterium. mal funcionamento de manômetros e fundamentalmente corrosão de tanques inteiros de aviões a jato.5.6. Por meio de isolamentos efetuados em sedimentos de tanques de armazenagem. com o advento dos aviões a retropropulsão que utilizam combustíveis contendo hidrocarbonetos de maior número de átomos de carbono que as gasolinas.

Por outro lado à reação catódica alternativa de desprendimento de hidrogênio dificilmente pode ocorrer em um pH próximo a neutralidade. bactérias precipitantes de ferro.7. Os microrganismos usualmente encontrados nos sistemas de óleo podem ser bactérias. Na indústria do Petróleo. Archaea. 1. quantificação e controle desses microrganismos em seus sistemas. na qual a diferença de potencial entre o metal e o eletrólito será demasiado pequena para superar a sobtensão do hidrogênio (VIDELA. no processo corrosivo naqueles sistemas. das condições ambientais e da natureza e do tipo de microrganismos presentes. Indústria do petróleo A importância dos microrganismos para a indústria de óleo e gás tem sido reconhecida e a cada ano que passa. uma vez que a formação de um consórcio bacteriano facilita a interação e o crescimento de outros grupos de microrganismos e sua permanência nos diferentes sistemas sob a forma de biofilmes. 1993). A predominância de um ou outro microrganismo dependerá do sistema operacional. observam-se falhas frequentes. Estudos demonstraram que microrganismos anaeróbios. facultativos e aeróbios participaram. Alguns exemplos de bactérias presentes nos sistemas de transporte de óleo são: bactérias oxidantes de enxofre. fungos e/ou algas. Estas observações iniciais foram a base para que as indústrias de petróleo procurassem por métodos de detecção. Bacillus spp. Em geral. especialmente nos sistemas de transporte de óleo cru. a preocupação com os impactos causados por eles são mais evidentes. Corrosão na indústria i.factível. sob a forma de biofilme. bactérias produtoras de . O primeiro relato foi na década de 30 pelos cientistas Von Wolzogen Kuhr e Van der Klugt que observaram a causa da aceleração da corrosão anaeróbia externa sobre dutos não protegidos em solos úmidos com a ação das bactérias redutoras de sulfato (BRS). maior ênfase é dada às bactérias. bactérias produtoras de ácido.

tais como: farmacêuticos. Entre as possíveis corrosões pode ocorrer a microbiológica. Esses setores têm um ambiente propício à proliferação de microrganismos que causam a corrosão microbiológica do aço inoxidável austenítico 316. sendo esta última a mais conhecida e estudada nos processos de biocorrosão (ALBUQUERQUE et al.. dependendo do meio em que o aço 316 se encontrar. como principais elementos de composição. Corrosão microbiológica do aço inoxidável austenítico 316 O aço inoxidável austenítico 316. pois a E. coli tem mais facilidade de se adaptar e formar colônias em ambientes com pH próximo de 7. Pode-se definir que. o cromo e o níquel. ele sofrerá corrosão. formam o biofilme que tem suporte físico e boa aderência à superfície do metal (MORAES. em certos ambientes agressivos. possui. Nas indústrias citadas no primeiro parágrafo. A corrosão microbiológica do aço 316 tem sido comum nas indústrias de papéis e celulose e nas companhias de saneamento básico. fungos e microalgas. que. e em temperaturas de 33 oC à 38 oC (PADHYE. pigmentos. petrolíferos. têxteis. Dessa forma. papéis e celulose. unidos. o aço inoxidável sofrerá corrosão. além de ferro. apesar do nome inoxidável aplicado a esse aço. 2009). ii. tintas.EPS e bactérias redutoras de sulfato (BRS). 2014). O fluxo de água e de nutrientes geram o suporte ao desenvolvimento de bactérias. porém o meio encontrado em estações de tratamento d’água e saneamento básico é ainda maior. O aço 316 é aplicável em diversos setores industriais. . há condições ótimas para o desenvolvimento da Esterichia coli. 1992).

M. and Methods for Detection in Food.. Biotecnologia: Corrosão microbiológica. Ed. M. XVII Congresso de Iniciação Científica e I Congresso de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação.UNICENTRO –PR. DOYLE. A. J. Pernambuco. Pathogenesis. C. 1992. .2. n. G. LIMA. 2009. Escherichia coli O157H7: Epidemiology. BEZERRA. R. 1993. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS PADHYE. 2009 VIDELA H. Guarapuava. Dissertação de Mestrado . V. E. 55.7. P. São Paulo – SP.5 mol L-1. Edgard Blücher Ltda. MORAES.A. Estudo da corrosão microbiológica no aço inoxidável 316 em Na2SO4 0. A.. Journal of Food Protection.. v. 555-565. Avaliação da corrosão induzida por microrganismos em cupons de aço carbono SAE 1008 imersos em água do mar. N. V. p. UFPE.