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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

GABINETE DO MINISTRO

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 45, DE 17 DE SETEMBRO DE 2013(*)

O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das
atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo em vista o disposto
na Lei nº 10.711, de 05 de agosto de 2003, no Decreto nº 5.153, de 23 de julho de 2004, na Instrução
Normativa nº 09, de 2 de junho de 2005, e o que consta do Processo nº 21000.006198/2012-57, resolve:

Art. 1º Estabelecer os padrões de identidade e qualidade para a produção e a comercialização de sementes
de algodão, amendoim, arroz, arroz preto, arroz vermelho, aveia branca e amarela, canola, centeio,
cevada, ervilha, feijão, feijão caupi, gergelim, girassol variedades, girassol cultivares híbridas, juta, linho,
mamona variedades, mamona cultivares híbridas, milho variedades, milho cultivares híbridas, painço,
soja, sorgo variedades, sorgo cultivares híbridas, tabaco, trigo, trigo duro, triticale e de espécies de
grandes culturas inscritas no Registro Nacional de Cultivares - RNC e não contempladas com padrão
específico, a partir do início da safra 2013/2014, na forma dos Anexos I a XXX desta Instrução
Normativa.

Art. 2º Além das exigências estabelecidas nesta Instrução Normativa a produção e a comercialização de
sementes das espécies referidas no art. 1º deverão atender aos requisitos fitossanitários estabelecidos pela
legislação específica.

Art. 3º A garantia da ausência ou da presença de semente adventícia de Organismo Geneticamente
Modificado (OGM) em lote de semente de cultivar convencional é de exclusiva responsabilidade do
produtor.

Art. 4º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 5º Ficam revogados, a partir do início da safra 2013/2014, os Anexos I, II, III, V, VI, VII, VIII, IX, X
, XII, XIII, XIV da Instrução Normativa nº 25, de 16 de dezembro de 2005, e a Instrução Normativa no
60, de 10 de dezembro de 2009.

ANTÔNIO ANDRADE

ANEXO I

PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE ALGODÃO

(Gossypium hirsutum L.)

1. Semente certificada de primeira geração.

2. Semente certificada de segunda geração.

3. Semente de primeira geração.

4. Semente de segunda geração.

5. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do
certificador, nas fases de floração e de pré-colheita.

6. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. No caso de mudança de
cultivar, na mesma área, devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou
remanescentes do ciclo anterior.

7. Com barreiras naturais ou outro cultivo de maior altura que o algodão, o isolamento deverá ser de, no
mínimo, 50 metros.

8. Número máximo permitido de plantas, da mesma espécie, que apresentem quaisquer características que
não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria.

9. É obrigatória a eliminação de plantas de outras espécies de algodão e esta prática deverá ser realizada
antes da floração.

10 Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante
na produção e na qualidade da semente a ser produzida. As técnicas empregadas deverão ser registradas
nos Laudos de Vistoria.

11. Na vistoria, caso haja a ocorrência de Murcha de Fusarium ou Fusariose (Fusarium oxysporum f. sp.
vasinfectum), Ramulose (Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides), Mancha Angular
(Xanthomonas axonopoides pv malvacearum) é obrigatório o arranquio e queima das plantas doentes
visando o atendimento ao Padrão estabelecido.

12 Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes.

13 As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes
por Número serão verificadas em Teste Reduzido - Limitado em conjunto com a análise de pureza.

14. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza, observada a relação de
sementes nocivas vigente.

15. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 pontos percentuais
abaixo do padrão, desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento
formal deste.

16. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído.

ANEXO II

PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE AMENDOIM

(Arachis hypogaea L.)

1. Semente certificada de primeira geração.

2. Semente certificada de segunda geração.

3. Semente de primeira geração.

4. Semente de segunda geração.

5. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do
certificador, nas fases de floração e de pré-colheita.

6. Para semente básica, deve-se deixar a faixa de 10 metros livres ou uma bordadura de 20 (vinte) metros,
cuja produção deve ser desprezada.

7. Número máximo permitido de plantas, da mesma espécie, que apresentem quaisquer características que
não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria.

8 Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante
na produção e na qualidade da semente a ser produzida. As técnicas empregadas deverão ser registradas
nos Laudos de Vistoria.

9. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes.

10. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes
por Número serão verificadas em Teste Reduzido - Limitado em conjunto com a análise de pureza.

11. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza, observada a relação de
sementes nocivas vigente.

12. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 pontos percentuais
abaixo do padrão, desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento
formal deste.

13. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído.

11. 3. 7. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. Semente de segunda geração. 2. . 8. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. No caso de mudança de cultivar. Semente de primeira geração. 9. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido-Limitado em conjunto com a análise de pureza. na mesma área. Número máximo permitido de plantas. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar.ANEXO III PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE ARROZ (Oryza sativa L. 5. até o limite determinado em cada categoria. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. É obrigatória a eliminação de plantas de Arroz Vermelho e de Arroz Preto no campo de produção de sementes. nas fases de floração e de pré-colheita. 10. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. Semente certificada de primeira geração. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria.) 1. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. 6. 4. Semente certificada de segunda geração. da mesma espécie.

Semente de segunda geração. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. na mesma área. 14. da mesma espécie. ANEXO IV PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE ARROZ PRETO (Oryza sativa L. Esta determinação deverá ser realizada no peso total da amostra de trabalho para a Determinação de Outras Sementes por Número. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. Semente de primeira geração. 3. 13. . Número máximo permitido de plantas. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. 2. No caso de mudança de cultivar. Semente certificada de segunda geração. Semente certificada de primeira geração. observada a relação de sementes nocivas vigente. 7. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. 5. nas fases de floração e de pré-colheita. 4.12. 6.) 1. 15. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador.

8 Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza.) 1. . 2. observada a relação de sementes nocivas vigente. Semente certificada de primeira geração. 11. 12. Semente certificada de segunda geração. ANEXO V PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE ARROZ VERMELHO (Oryza sativa L. Esta determinação deverá ser realizada no peso total da amostra de trabalho para a Determinação de Outras Sementes por Número. 9. 15. 13. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 pontos percentuais abaixo do padrão. 14. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido-Limitado em conjunto com a análise de pureza. 3. no campo de produção de sementes. até o limite determinado em cada categoria. Semente de primeira geração. 10. É obrigatória a eliminação de plantas de Arroz e de Arroz Vermelho.

observada a relação de sementes nocivas vigente. 5. 9. 13. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido-Limitado em conjunto com a análise de pureza. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. ANEXO VI PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE AVEIA BRANCA e AVEIA AMARELA (Avena sativa L. 12. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. 7. da mesma espécie.. 15. 6. Semente de segunda geração. Koch) . que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. Esta determinação será realizada no peso total da amostra de trabalho para a Determinação de Outras Sementes por Número. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. É obrigatória a eliminação de plantas de Arroz e de Arroz Preto no campo de produção de sementes até o limite determinado em cada categoria. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. 11. Número máximo permitido de plantas.4. nas fases de floração e de pré-colheita. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. 8 Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. No caso de mudança de cultivar. byzantina K. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. 14. na mesma área. incluindo A. 10.

Semente de segunda geração. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. 7. da mesma espécie. Semente de primeira geração. 8. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. 4. 3. ANEXO VII . nas fases de floração e de pré-colheita. Número máximo permitido de plantas. 13. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. 12. No caso de mudança de espécie e cultivar na mesma área. 2. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria.Limitado em conjunto com a análise de pureza. observada a relação de sementes nocivas vigente. 5. 9. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte. 11. 10. quando se tratar da mesma espécie e cultivar. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . 6. Semente certificada de primeira geração. Semente certificada de segunda geração.1.

3.Limitado em conjunto com a análise de pureza. Número máximo permitido de plantas. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. var. 12. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. 6. Semente de primeira geração. 9. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. 11. . que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. 7. No caso de mudança de cultivar. 5. 8. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. na mesma área. 10. 4. nas fases de floração e de pré-colheita. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. Semente certificada de segunda geração. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . observada a relação de sementes nocivas vigente. Semente certificada de primeira geração. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador.PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE CANOLA (Brassica napus L. Semente de segunda geração. 2. da mesma espécie. oleifera) 1.

13. Semente certificada de primeira geração. quando presentes no campo. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. Semente de segunda geração. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. observada a relação de .Limitado em conjunto com a análise de pureza. nas fases de floração e de pré-colheita. 8. 3. da mesma espécie. ANEXO VIII PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE CENTEIO (Secale cereale L. 4. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. Semente de primeira geração. 10. 2. cevada. deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. No caso de mudança de cultivar. trigo. no limite determinado em cada categoria e para as demais espécies. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. É permitida a presença de: Aveia. 7. 11. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. Semente certificada de segunda geração. 6. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. trigo sarraceno e triticale. na mesma área.) 1. Número máximo permitido de plantas. 9. 5. trigo duro.

que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. na mesma área. Número máximo permitido de plantas. Semente de primeira geração. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 pontos percentuais abaixo do padrão. centeio. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. 12. 6. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. nas fases de floração e de pré-colheita. no limite determinado em cada categoria e as demais espécies quando presentes no campo deverão ser empregadas . devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. trigo sarraceno e triticale. 7. Semente de segunda geração. 3. Semente certificada de primeira geração. No caso de mudança de cultivar. trigo duro. 5. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. da mesma espécie.) 1. 13. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. trigo. 4. 8.sementes nocivas vigente. Semente certificada de segunda geração. É permitida a presença de: Aveia. ANEXO IX PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE CEVADA (Hordeum vulgare L. 2.

. 6. 5. na mesma área. 11. Semente de segunda geração. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 pontos percentuais abaixo do padrão.) 1. 4. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria 9. nas fases de floração e de pré-colheita. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. No caso de mudança de cultivar. Semente certificada de primeira geração. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído.Limitado em conjunto com a análise de pureza. Semente certificada de segunda geração. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. observada a relação de sementes nocivas vigente. 10. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. Semente de primeira geração. 13. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . 2.técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. 3. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. ANEXO X PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE ERVILHA (Pisum sativum L. 12.

Número máximo permitido de plantas. 5. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. .) 1. 13.7. Semente certificada de segunda geração. 9. 8 Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. 4. 11. Semente de segunda geração. Semente de primeira geração. nas fases de floração e de pré-colheita. 10. 2. da mesma espécie. observada a relação de sementes nocivas vigente. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido .Limitado em conjunto com a análise de pureza. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. 3. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. 12. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 pontos percentuais abaixo do padrão. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. ANEXO XI PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE FEIJÃO (Phaseolus vulgaris L. Semente certificada de primeira geração.

Número máximo permitido de plantas. também. 9. na mesma área. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido .6. 10. no mínimo.Limitado em conjunto com a análise de pureza. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. da mesma espécie. eliminá-las com uma faixa de segurança de. 13. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. 7. 11. 5 metros circundantes. Na reanálise além do teste de germinação deverá ser realizado. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. ANEXO XII PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE FEIJÃO CAUPI (Vigna unguiculata) . 12. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. 8. 14. 15. a ocorrência em reboleiras. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. o teste de sementes infestadas. No caso de mudança de cultivar. observada a relação de sementes nocivas vigente. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria.

As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. Número máximo permitido de plantas. Semente certificada de segunda geração. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. Na ocorrência em índices superiores aos parâmetros será permitida a remoção das plantas com sintomas. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. da mesma espécie. Semente certificada de primeira geração. 9. o teste de sementes infestadas. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria.Limitado em conjunto com a análise de pureza. Semente de segunda geração. 16. também. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. na mesma área. 7. 13. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. 12. observada a relação de sementes nocivas vigente. Na reanálise além do teste de germinação deverá ser realizado. 15. 6. . nas fases de floração e de pré-colheita. A população da amostra de plantas para a avaliação de Pragas está determinada em um universo diferente do utilizado para Plantas Atípicas e esta avaliação deverá. As outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . 14. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. 11.1.As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. 3. ser distribuída em 6 (seis) subamostras. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. também. 5. 10. 4. 8. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. No caso de mudança de cultivar. Semente de primeira geração. 2.

2. No caso de mudança de cultivar.) 1. Semente de primeira geração. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. nas fases de floração e de pré-colheita. da mesma espécie. 3. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. Semente de segunda geração. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. . 10. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. observada a relação de sementes nocivas vigente. 8 Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . 11. 12. na mesma área. 6. Número máximo permitido de plantas. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. Semente certificada de primeira geração. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. 5. 7.Limitado em conjunto com a análise de pureza. 4.ANEXO XIII PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE GERGELIM (Sesamum indicum L. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. 9. Semente certificada de segunda geração. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza.

Variedades 1. 7. Semente de primeira geração. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. nas fases de floração e de pré-colheita. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. Número máximo permitido de plantas. 11. 5. eliminá-las com uma faixa de segurança de. na mesma área. 5 metros circundantes. No caso de mudança de cultivar. Semente de segunda geração. a floração deverá ocorrer com uma diferença mínima de 45 dias entre os campos. Semente certificada de segunda geração.) . 2. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. ANEXO XIV PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE GIRASSOL (Helianthus annuus L. . 9 Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. 8. 10 Na ocorrência em reboleiras. Semente certificada de primeira geração. no mínimo. Para isolamento por época de plantio. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes.13. da mesma espécie. 3. 6. 4. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador.

No caso de mudança de cultivar na mesma área. 3. 13.A amostragem deverá ser efetuada tanto nas fileiras de plantas polinizadoras e nas fileiras receptoras 4.) . c) fica previsto a possibilidade do reenquadramento na categoria inferior. quando sob Classe Certificada e na S1.Limitado em conjunto com a análise de pureza. os híbridos produzidos na categoria S1. e d) não se admite como parentais de novos híbridos. b) as categorias não representam um controle de gerações nessas multiplicações. observada a relação de sementes nocivas vigente. tecnicamente. nas fases de floração e de pré-colheita. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. 2. quando o lote não atingir o padrão para a categoria na qual foi inscrito. quando se tratar da mesma cultivar. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. Na produção de sementes de girassol híbrido: a) por ser inaplicável.Cultivares híbridas 1. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 pontos percentuais abaixo do padrão. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . 14. quando sob Classe Não Certificada. 15 excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. ANEXO XV PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE GIRASSOL (Helianthus annuus L. deve-se atender ao ciclo agrícola mínimo estabelecido e empregar técnicas que .12. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. a seqüência de gerações fica estabelecida a possibilidade de inscrição na categoria Básica e na C1.

10. . Semente certificada de segunda geração. 11. Para isolamento por época de plantio. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores dos progenitores do híbrido em vistoria. e C. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . 2. Número máximo permitido de plantas. 13. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. da mesma espécie. a floração deverá ocorrer com uma diferença mínima de 45 (quarenta e cinco) dias entre os campos. eliminá-las com uma faixa de segurança de. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. 12. Semente certificada de primeira geração. 6. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. ANEXO XVI PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE JUTA (Corchorus capsularis L. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. 9.) 1. 5. no mínimo. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. Na ocorrência em reboleiras. 7. observada a relação de sementes nocivas vigente.eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo an t e r i o r. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. 5 (cinco) metros circundantes.Limitado em conjunto com a análise de pureza. olitorious L. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. 8.

As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . 10. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. 5.) .3. 4. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. Semente de segunda geração. 6. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar.Limitado em conjunto com a análise de pureza. Semente de primeira geração. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. 13. 8. observada a relação de sementes nocivas vigente. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. Número máximo permitido de plantas da mesma espécie que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. floração e de pré-colheita. 12. 7. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. No caso de mudança de cultivar. 9. nas fases de desbaste. 11. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. ANEXO XVII PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE LINHO (Linum usitatissimum L. na mesma área. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria.

2. nas fases de floração e de pré-colheita. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido .1. 3. 12. 6. Número máximo permitido de plantas. Semente certificada de primeira geração.) .Limitado em conjunto com a análise de pureza. Semente certificada de segunda geração. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. na mesma área. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. Semente de primeira geração. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. ANEXO XVIII PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE MAMONA (Ricinus communis L. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. observada a relação de sementes nocivas vigente.Variedades . As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. No caso de mudança de cultivar. 10. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. 5. 4. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. 8. 13. 7. 9. da mesma espécie. Semente de segunda geração. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. 11.

Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. nas fases de floração e de pré-colheita. Semente certificada de primeira geração. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. No caso de mudança de cultivar. na mesma área. da mesma espécie. 4. Semente de segunda geração. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. observada a relação de sementes nocivas vigente. 8. 3. 14. 9. 7. Número máximo permitido de plantas. 10. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. 11. Semente de primeira geração. 12. 5. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. 13. 2. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . 6. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. . Não é permitida a instalação de campos de produção de sementes em áreas condenadas na safra anterior por Fusariose ou Murcha Bacteriana. Semente certificada de segunda geração. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído.1.Limitado em conjunto com a análise de pureza. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão.

) . devem-se atender ao ciclo agrícola mínimo estabelecido e empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. Número máximo permitido de plantas. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. 2. 5. 4. b) as categorias não representam um controle de gerações nessas multiplicações. da mesma espécie. No caso de mudança de cultivar. na mesma área. tecnicamente. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida.ANEXO XIX PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE MAMONA (Ricinus communis L. . c) fica previsto a possibilidade do reenquadramento na categoria inferior. 6. 3. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. a sequência de gerações fica estabelecida a possibilidade de inscrição na categoria Básica e na C1. quando sob Classe Não Certificada. quando sob Classe Certificada e na S1.Cultivares híbridas 1. os híbridos produzidos na categoria S1. na produção de sementes de mamona híbrida: a) por se inaplicável. e d) não se admite como parentais de novos híbridos. nas fases de floração e de pré-colheita. 7. A amostragem deverá ser efetuada tanto nas fileiras de plantas polinizadoras e nas fileiras receptoras. Não é permitida a instalação de campos de produção de sementes em áreas condenadas na safra anterior por Fusariose ou Murcha Bacteriana. quando o lote não atingir o padrão para a categoria na qual foi inscrito. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador.

. nas fases de floração e de pré-colheita. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador.Limitado em conjunto com a análise de pureza. na mesma área. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. ANEXO XX PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE MILHO (Zea mays L. 11. 12. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão.) Variedades 1. 2. Semente de primeira geração.8. Semente de segunda geração. 6. observada a relação de sementes nocivas vigente. 9. 4. 10. 3. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. Semente certificada de primeira geração. 5. No caso de mudança de cultivar. Semente certificada de segunda geração. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido .

farináceo.Limitado em conjunto com a análise de pureza. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído.2. 11. 10.Cultivares híbridas. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. 12. ceroso e outros. Variedades especiais: 9. Na reanálise além do teste de germinação deverá ser realizado. ANEXO XXI PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE MILHO (Zea mays L. observada a relação de sementes nocivas vigente. da mesma espécie. 17. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. 15. 16. 13. Variedades especiais: pipoca.1. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. Variedades: 8. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. Pode-se aplicar a Tabela de Fileiras de Bordadura quando não for possível o atendimento da distancia mínima estabelecida para o isolamento da fonte de pólen de contaminante Tabela de Fileiras de Bordadura: 8. QPM (Qualidade Protética Melhorada). doce. 8. 14. Número máximo permitido de plantas. o teste de sementes infestadas.7.) . também. branco. As semeaduras de campos de diferentes cultivares deverão ser realizadas em épocas que proporcionem um período mínimo de 30 dias entre o florescimento de um campo e do outro. .

a seqüência de gerações fica estabelecida a possibilidade de inscrição na categoria Básica e na C1. na mesma área. Na produção de sementes de milho híbrido: a) por ser inaplicável. e d) não se admite como parentais de novos híbridos. os híbridos produzidos na categoria S1. c) fica previsto a possibilidade do reenquadramento na categoria inferior. super doce. quando sob Classe Certificada e na S1. 2. quando o lote não atingir o padrão para a categoria na qual foi inscrito.A amostragem deverá ser efetuada tanto nas fileiras de plantas polinizadoras e nas fileiras receptoras. nas fases de floração e de pré-colheita. ceroso e outros. Tabela de Fileiras de Bordadura: 5. 4. branco. quando sob Classe Não Certificada. QPM (Qualidade Protéica Melhorada). Pode-se aplicar a seguinte Tabela de Fileiras de Bordadura quando não for possível o atendimento da distancia mínima estabelecida para isolamento da fonte de pólen de contaminante. 6. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar.1 Híbridos: .1. farináceo. tecnicamente. No caso de mudança de cultivar. b) as categorias não representam um controle de gerações nessas multiplicações. 5. Híbridos especiais: pipoca. doce. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. 3.

ou espigas quando for o caso. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. 9 Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 pontos percentuais abaixo do padrão. 10.) .5. Na reanálise além do teste de germinação deverá ser realizado. 13. As semeaduras de campos de diferentes cultivares deverão ser realizadas em épocas que proporcionem um período mínimo de 30 dias entre o florescimento de um campo e do outro. também. o teste de sementes infestadas. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores dos progenitores do híbrido em vistoria. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. ANEXO XXII PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE PAINÇO (Panicum miliaceum L.Limitado em conjunto com a análise de pureza. 14. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . observada a relação de sementes nocivas vigente. 12. 15. Número máximo permitido de plantas da mesma espécie. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. 11. sendo obrigatória a prática do "roguing".2 Híbridos especiais 7. 8.

A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. da mesma espécie. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. Semente certificada de primeira geração. 13. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído.Limitado em conjunto com a análise de pureza. observada a relação de sementes nocivas vigente. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. 2. 8. 10. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . Semente de segunda geração. nas fases de floração e de pré-colheita. 9. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. 6. Semente certificada de segunda geração.1. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. 3. 12. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. No caso de mudança de cultivar. 7. Número máximo permitido de plantas. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. na mesma área. 11. Semente de primeira geração. 5. . 4.

As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria.) 1. na mesma área. 11. 5. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. 6. Semente certificada de primeira geração. Número máximo permitido de plantas. 8. 12. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. Esta determinação deverá ser realizada no peso total da amostra de trabalho para a Determinação de Outras Sementes por Número.ANEXO XXIII PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE SOJA (Glycine max L. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. Semente de primeira geração. 4. Semente certificada de segunda geração. 9. observada a relação de . 2. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. da mesma espécie. 13. 7.Limitado em conjunto com a análise de pureza. Semente de segunda geração. 3. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. nas fases de floração e de pré-colheita. Entre campos de cultivares ou de categorias diferentes. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. No caso de mudança de cultivar. 10.

14. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. na mesma área. Semente certificada de segunda geração. No caso de mudança de cultivar. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. 2. Semente de segunda geração. 6. 4.) Moench x Sorghum sudanense (Piper) Stapf)] VARIEDADES 1. Semente de primeira geração. 5. nas fases de floração e de pré-colheita. ANEXO XXIV PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE SORGO [Sorghum bicolor (L. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou . Sorghum bicolor (L. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador.sementes nocivas vigente.) Moench . 15. 3. Semente certificada de primeira geração. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído.

da mesma espécie. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão.Limitado em conjunto com a análise de pureza. 12 Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida.) Moench . 9. 14.1. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. Grupos: Cultivar Granífero. Tabela de Fileiras de Bordadura: 7. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. 16. ANEXO XXV PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE SORGO [Sorghum bicolor (L. 8. Sorghum bicolor (L. 15. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. Número máximo permitido de plantas. 7. Entre áreas de mesmo grupo (graníferos ou forrageiros) de cultivares de sorgo: 7. 17.2. esta prática deverá ser realizada antes da floração. Forrageiro e Vassoura. não se admite uso de bordaduras para redução da distância de isolamento. 13. Entre áreas de grupos diferentes.remanescentes do ciclo anterior. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . 10. de 30 dias entre o florescimento de um campo e do outro. As semeaduras de campos de diferentes cultivares deverão ser realizadas em épocas que proporcionem um espaço de tempo. É obrigatória a eliminação de plantas de outras espécies de sorgo e. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. observada a relação de sementes nocivas vigente. no mínimo. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. 11.) Moench x Sorghum sudanense (Piper) Stapf)] CULTIVARES HÍBRIDAS .Pode-se aplicar a Tabela de Fileiras de Bordadura quando não for possível o atendimento da distancia mínima estabelecida para o isolamento entre áreas de mesmo grupo de cultivares de sorgo.

nas fases de pré-floração e de pré-colheita. c) fica previsto a possibilidade do reenquadramento na categoria inferior.Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte. quando sob Classe Certificada e na S1. 4. deve-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. e d) não se admite como parentais de novos híbridos. No caso de mudança de cultivar na mesma área. a seqüência de gerações fica estabelecida a possibilidade de inscrição na categoria Básica e na C1. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador.A amostragem deverá ser efetuada tanto nas fileiras de plantas polinizadoras e nas fileiras receptoras. quando se tratar da mesma cultivar. os híbridos produzidos na categoria S1 2. quando sob Classe Não Certificada. b) as categorias não representam um controle de gerações nessas multiplicações. 3.1. tecnicamente. quando o lote não atingir o padrão para a categoria na qual foi inscrito. Pode-se aplicar a Tabela de Fileiras de Bordadura quando não for possível o atendimento da distancia mínima estabelecida para o isolamento entre áreas de mesmo grupo de cultivares de sorgo. Tabela de Fileiras de Bordadura 4. 5. Na produção de sementes de sorgo híbrido: a) por ser inaplicável.1 Entre áreas de mesmo grupo (graníferos ou forrageiros) de cultivares de sorgo : .

desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. Grupos: Cultivar Granífero. 9 No caso de ocorrência de Plantas Atípicas de Grupo Diferente não foram consideradas as 3(três) repetições desse evento. 12. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria.4. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. não se admite uso de bordaduras para redução da distância de isolamento. da mesma espécie. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. 13.) . 10.2 Entre áreas de grupos diferentes. Número máximo permitido de plantas. 15. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . de 30 dias entre o florescimento de um campo e do outro. 14.Limitado em conjunto com a análise de pureza. 8. As semeaduras de campos de diferentes cultivares deverão ser realizadas em épocas que proporcionem um espaço de tempo. ANEXO XXVI PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE TABACO (Nicotiana tabacum L. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. 11. Forrageiro e Vassoura. observada a relação de sementes nocivas vigente. 6. 7. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. no mínimo.

da mesma espécie. ANEXO XXVII PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE TRIGO (Triticum aestivum L. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. 10. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. Semente de segunda geração. Número máximo permitido de plantas. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. 13. 11. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. 14. 2. 5. 4. Semente certificada de segunda geração. Plantas atípicas do mesmo tipo ou de tipo diferente de fumo devem ser eliminadas antes do florescimento. Semente de primeira geração. na mesma área. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. 3. Semente certificada de primeira geração. 9. É obrigatória a eliminação das plantas com sintoma do vírus TMV. observada a relação de sementes nocivas vigente. 6. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria.) . As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . considerando o arranquio e queima em um raio de. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. No caso de mudança de cultivar. 7. 12. no mínimo.1. 8. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. nas fases de floração e de pré-colheita. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. 1m a partir da ultima planta com sintoma.Limitado em conjunto com a análise de pureza. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior.

observada a relação de sementes nocivas vigente. no limite determinado em cada categoria e as demais espécies quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. No caso de mudança de cultivar. cevada. nas fases de floração e de pré-colheita. Semente de primeira geração. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. Semente certificada de segunda geração. centeio. Semente de segunda geração. 12.1. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. É permitida a presença de: Aveia. . As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria 9. 6. trigo duro e triticale. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. 4. 5. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. 10. 2. 13. Semente certificada de primeira geração. Na amostragem para Outras Espécies não foi considerado as 3(três) repetições desse evento. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. 7. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. 11. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. na mesma área.Limitado em conjunto com a análise de pureza. 3. Número máximo permitido de plantas. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. 8. da mesma espécie.

cevada. 5. 2. Na amostragem para Outras Espécies não foi considerado as 3(três) repetições desse evento. centeio. No caso de mudança de cultivar. da mesma espécie. trigo e triticale. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. Número máximo permitido de plantas. ANEXO XXVIII PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE TRIGO DURO (Triticum durum L. 10. . 3. Semente de primeira geração. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. Semente certificada de primeira geração. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes.) 1. 11. 8. na mesma área. Semente de segunda geração. no limite determinado em cada categoria e as demais espécies quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. É permitida a presença de: Aveia. 7. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. 9. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido .14.Limitado em conjunto com a análise de pureza. 4. nas fases de floração e de pré-colheita. Semente certificada de segunda geração. 6. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior.

4. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. trigo e trigo duro. Semente de primeira geração. 2. As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. observada a relação de sementes nocivas vigente. 14. nas fases de floração e de pré-colheita. Camus) 1. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. ANEXO XXIX PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE TRITICALE x ( Triticosecale Wittm. centeio. . 5.A. 7. no limite determinado em cada categoria e as demais espécies quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida. Semente certificada de primeira geração. 13. No caso de mudança de cultivar. 3. Número máximo permitido de plantas. Semente de segunda geração.12. ex. da mesma espécie. cevada. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste. 8. As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. 6. na mesma área. Semente certificada de segunda geração. É permitida a presença de: Aveia. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão.

3. 5. nas fases de floração e de pré-colheita. devem-se empregar técnicas que eliminem totalmente as plantas voluntárias ou remanescentes do ciclo anterior. Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. observada a relação de sementes nocivas vigente.9. Na amostragem para Outras Espécies não foi considerado as 3(três) repetições desse evento. na mesma área. As sementes de outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. ANEXO XXX PADRÕES PARA A PRODUÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE ESPECIES DE GRANDES CULTURAS INSCRITAS NO REGISTRO NACIONAL DE CULTIVARES (RNC) NÃO CONTEMPLADOS COM PADRÃO ESPECIFICO 1. Semente de primeira geração. No caso de mudança de cultivar. Semente certificada de primeira geração. em vigo r. Semente de segunda geração. 12. 6. 13. Observar os Pesos estabelecidos nas Regras para Análise de Sementes. 2. 11. 4.Limitado em conjunto com a análise de pureza. Pode-se repetir o plantio no ciclo seguinte quando se tratar da mesma cultivar. 7.As vistorias obrigatórias deverão ser realizadas pelo Responsável Técnico do produtor ou do certificador. Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído. Semente certificada de segunda geração. 14. 10. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. . desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste.

As outras espécies cultivadas e sementes silvestres na Determinação de Outras Sementes por Número serão verificadas em Teste Reduzido . desde que efetuada diretamente entre o produtor e o usuário e com o consentimento formal deste.Seção 1 . (*) Republicada por ter saído no DOU de 18-9-2013. 18/09/2013 . As técnicas empregadas deverão ser registradas nos Laudos de Vistoria 10.8. observada a relação de sementes nocivas vigente.P. 13.. Seção 1. pág. 20/09/2013 . Relatar o percentual encontrado e a sua composição no Boletim de Análise de Sementes. D. Número máximo permitido de plantas.U. A comercialização de semente básica poderá ser realizada com germinação até 10 (dez) pontos percentuais abaixo do padrão. da mesma espécie. 12. 9. com incorreção do original.Seção 1 R.. 11. que apresentem quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em vistoria. 14 Excluído o mês em que o teste de germinação foi concluído.16. Esta determinação será realizada em complementação à análise de pureza. Quando presentes no campo deverão ser empregadas técnicas que eliminem os efeitos do contaminante na produção e na qualidade da semente a ser produzida.Limitado em conjunto com a análise de pureza.E.O.