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SIMULADO PAEBES – 8ª SÉRIE

Questão 1
Eu sou Clara

Sabe, toda a vez que me olho no espelho, ultimamente, vejo o quanto eu mudei por fora.
Tudo cresceu: minha altura, meus cabelos lisos e pretos, meus seios. Meu corpo tomou
novas formas: cintura, coxas, bumbum. Meus olhos (grandes e pretos) estão com um ar
mais ousado. Um brilho diferente. Eu gosto dos meus olhos. São bonitos. Também gosto
dos meus dentes, da minha franja... Meu grande problema são as orelhas. Acho orelha
uma coisa horrorosa, não sei por que (nunca vi ninguém com uma orelha bonitona, bem-
feita). Ainda bem que cabelo cobre orelha!
Chego à conclusão de que tenho mais coisas que gosto do que desgosto em mim. Isso é
bom, muito bom. Se a gente não gostar da gente, quem é que vai gostar? (Ouvi isso em
algum lugar...) Pra eu me gostar assim, tenho que me esforçar um monte.
Tomo o maior cuidado com a pele por causa das malditas espinhas (babo quando vejo
um chocolate!). Não como gordura (é claro que maionese não falta no meu sanduíche
com batata frita, mas tudo light...) nem tomo muito refri (celulite!!!). Procuro manter a
forma. Às vezes sinto vontade de fazer tudo ao contrário: comer, comer, comer... Sair da
aula de ginástica, suando, e tomar três garrafas de refrigerante geladinho. Pedir cheese
bacon com um mundo de maionese.
Engraçado isso. As pessoas exigem que a gente faça um tipo e o pior é que a gente
acaba fazendo. Que droga! Será que o mundo feminino inteiro tem que ser igual? Parecer
com a Luíza Brunet ou com a Bruna Lombardi ou sei lá com quem? Será que tem que ser
assim mesmo?
Por que um monte de garotas que eu conheço vivem cheias de complexos? Umas porque
são mais gordinhas. Outras porque os cabelos são crespos ou porque são um pouquinho
narigudas.
Eu não sei como me sentiria se fosse gorda, ou magricela, ou nariguda, ou dentuça, ou
tudo junto. Talvez sofresse, odiasse comprar roupas, não fosse a festas... Não mesmo!
Bobagem! Minha mãe sempre diz que beleza é “um conceito muito relativo”. O que pode
ser bonito pra uns, pode não ser pra outros. Ela também fala sempre que existem coisas
muito mais importantes que tornam uma mulher atraente: inteligência e charme, por
exemplo. Acho que minha mãe está coberta de razão!
Pois bem, eu sou Clara. Com um pouco de tudo e muito de nada.
RODRIGUES, Juciara. Difícil decisão. São Paulo: Atual, 1996.

No trecho “... nem tomo muito refri (celulite!!!).” (ℓ.14), a repetição do “ponto de
exclamação” sugere que a personagem tem
(A) incerteza quanto às causas da celulite.
(B) medo da ação do refrigerante.
(C) horror ao aparecimento da celulite.
(D) preconceito contra os efeitos da celulite.

Questão 2

Como opera a máfia que transformou o Brasil num dos campeões da fraude de medicamentos É um dos piores crimes que se podem cometer. o remédio é compulsório. 1998. Essas águas brotam das nascentes de brejos ou despencam de paredões de pedra. 40-41. (B) à tarde. Segundo a autora. Às vítimas dos que falsificam remédios não é dada oportunidade de escolha. o cerrado é o berço das águas. PASTORE. mulheres e crianças doentes — presas fáceis. Para o doente. Os cerrados. Ou ele toma o que o médico lhe receitou ou passará a correr risco de piorar ou até morrer. 2000. As vítimas são homens. nº 27. Nunca como hoje os brasileiros entraram numa farmácia com tanta reserva. Quando alguém decide cheirar cocaína. (B) a falsificação dos remédios. Veja. (C) de madrugada. rios e cachoeiras. Na verdade. (D) a venda abusiva de remédios. 8 jul. . “um dos piores crimes que se podem cometer” é (A) a venda de narcóticos. p. O Paraíso dos Remédios Falsificados. tem absoluta consciência do que coloca no corpo adentro. Karina. Questão 4 Texto I Os cerrados Essas terras planas do planalto central escondem muitos riachos. A máfia dos medicamentos falsos é mais cruel do que as quadrilhas de narcotraficantes. Rio de Janeiro: Ediouro. capturadas na esperança de recuperar a saúde perdida. Em várias partes do cerrado brasileiro existem canyons com cachoeiras de mais de cem metros de altura! SALDANHA. Questão 3 O passageiro vai iniciar a viagem (A) à noite. (C) a receita de remédios falsos. (D) pela manhã. São Paulo: Abril. P.

10). tinha caído chuva muita. E não é pra menos: além das paisagens e do mais lindo pôr-do- sol do Brasil Central. no meio da noite.” (C) “e se tomava café tarde da noite!” . vinham subindo o quintal. Os dois textos descrevem (A) belezas naturais do Brasil Central. anunciava águas nas cabeceiras. entrava pelo nosso porão. mas eu invejava os que moravam do outro lado da rua. (B) animais que habitam os pantanais. mal saltando da cama.. As águas barrentas subiam primeiro até a altura da cerca dos fundos. (C) problemas que afetam os cerrados. Rubem.. Isso para nós era uma festa. e me lembro que nós. para cima do Castelo. depois às bananeiras. verde. Então vinham todos dormir em nossa casa. A expressão que revela uma opinião sobre o fato “. entravam pelo porão. Ai de ti. exclamou: “O Pantanal parece com o mundo no primeiro dia da criação. 1995. torcíamos para ele subir mais e mais. Rio de Janeiro: Ediouro. aquela intimidade improvisada e alegre. Muitos moradores não pretendem sair da região.” SALDANHA. ficávamos tristes de manhãzinha quando. riam muito. voando sobre veados e capivaras.. que depois foi dos Medeiros. Sim. Um morador do Pantanal do rio Cuiabá. éramos a favor da enchente. casa com varanda fresquinha dando para o rio. Os pantanais. Copacabana. BRAGA. íamos correndo para ver que o rio baixara um palmo – aquilo era uma traição. vinham todos dormir em nossa casa” (ℓ. aquela faina de arrumar camas nas salas. 3. o Pantanal é um santuário de animais selvagens. Quando começavam as chuvas a gente ia toda manhã lá no quintal deles ver até onde chegara a enchente. Mais de uma vez. Como a casa dos Martins. os meninos. p. depois de nossa tia. onde as casas dão fundos para o rio. como se fazia café e se tomava café tarde da noite! E às vezes o rio atravessava a rua. então dormíamos sonhando que a enchente ia outra vez crescer.” (B) “E às vezes o rio atravessava a rua. 157. o volume do rio cresceu tanto que a família defronte teve medo. Parecia que as pessoas ficavam todas contentes. 1962. Questão 5 As enchentes de minha infância Sim.. olhando para um bando de aves.. queríamos sempre que aquela fosse a maior de todas as enchentes. nossa casa era muito bonita. com uma tamareira junto à varanda. uma fraqueza do Itapemirim.Texto II Os Pantanais O homem pantaneiro é muito ligado à terra em que vive. é (A) “Às vezes chegava alguém a cavalo. Rio de Janeiro: Editora do Autor. (D) rios e cachoeiras de duas regiões. como a casa dos Leão. P. Às vezes chegava alguém a cavalo. ed. dizia que lá..

indo visitar a mais jovem. Dono de uma obra literária extensa. (B) criativo e inconseqüente. ambas as esposas acharam-no horrível e ambas o abandonaram. Muito atento às situações-limite que desagradam à vida humana. 3. Aurélio Buarque de Holanda. (orgs. (C) a vaidade dos homens.. (D) “Isso para nós era uma festa. RÓNAI. arranque. v. A expressão sublinhada em “é ainda um biógrafo de mão cheia” (ℓ. os cabelos pretos que tem. do cotidiano da medicina e do mundo da mídia. Ática. 1978.) Mar de histórias. o gaúcho Moacyr Scliar é um homem versátil: médico e escritor. 2) e (ℓ. a cabeça tornou-se-lhe inteiramente calva. A convivência entre realismo e fantasia é harmoniosa e dela nascem os desfechos surpreendentes das histórias. pois.. Então o homem arrancou os cabelos pretos para ficar de cabeça branca. 1999. acontece no conto “O dia em que matamos James Cagney”. quando foi visitar a esposa mais velha. por sua vez: — Eu sou velha e tenho a cabeça branca. . Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Paulo. Mas. são freqüentes questões de identidade judaica. o homem arrancou da cabeça os cabelos brancos. A idéia central do texto é (A) o problema da calvície masculina. FERREIRA. Scliar combina em seus textos indícios de uma realidade bastante concreta com cenas absolutamente fantásticas. como. Para Gostar de Ler. 1. ed. A essa altura. Questão 7 Realidade com muita fantasia Nascido em 1937. (D) a insegurança na meia-idade. volume 27. Seus livros para jovens e adultos são sucesso de público e de crítica e alguns já foram pu-blicados no exterior.Para poder ficar. esta lhe disse. (B) a impossibilidade de agradar a todos. por exemplo. esta lhe disse: — Eu sou moça e você é velho. p. 119. não gosto de morar com você. Em sua obra. Vá habitar com sua esposa mais velha. igualmente atuante nas duas áreas. é ainda um biógrafo de mão cheia e colaborador assíduo de diversos jornais brasileiros. Histórias sobre Ética. Como repetisse sem tréguas tal procedimento. 3) significa que Scliar é (A) crítico e detalhista. Um dia.” Questão 6 O Ouro da biotecnologia Homem de Meia-Idade (Lenda chinesa) Havia outrora um homem de meia-idade que tinha duas esposas.

E. A chuva derramou-se. A chuva e seu brilho prateado. A menina se cansou. A chuva derrubando raios. A chuva açoitando as plantas. A chuva de pingos pretos. uma água límpida. A chuva amarelou os livros. (D) inteligente e ultrapassado Questão 8 O Homem que Entrou pelo Cano Abriu a torneira e entrou pelo cano. A chuva empenou os móveis. A chuva de retas paralelas sobre a terra curva. Aqui e ali ouvia barulhos familiares. A chuva regou o gramado. A chuva e seu ruído de vidro. Andou quilômetros. A chuva apagou o incêndio. A chuva tocou a sirene. A chuva mijou no telhado. A chuva corroeu as cercas. A chuva inchou o brejo. . A chuva ligou o pára-brisa. entrou.foi seguindo. A chuva sobre os varais. A princípio incomodava-o a estreiteza do tubo. A chuva molhou os cigarros. A chuva fez muitas poças. A chuva acendeu os faróis. A chuva senhora da lama. No primeiro desvio. A chuva enfureceu as marés. a olhá-lo interessada. A chuva molhou os transeuntes. À sua volta era branco imenso. A chuva multiplicando insetos. uma marca de: A) registro oral formal B) registro oral informal C) falar regional D) falar caipira Questão 9 A Chuva A chuva derrubou as pontes. A chuva anoiteceu de tarde. A chuva enferrujou as máquinas. Uma criança brincava. A chuva esburacou as pedras. A chuva acabou a luz. Ela gritou: “Mamãe. Vez ou outra um desvio. Não obteve resposta. tudo quieto. Vários dias foi rodando. O cano por dentro não era interessante. no contexto. A chuva durou muitos dias. A chuva com as gotas grossas. A chuva e seu baque seco. Ignácio de Loyola Na frase "Mamãe. Depois se acostumou. Esperou. A chuva murmurou meu nome. A chuva de canivetes. E a cara da menina aparecia redonda e grande. A chuva encharcou as praças. A chuva secou ao sol. A chuva pingou pelo teto. com a água. até que tudo se tornou monótono. A chuva encheu a piscina. A chuva arrepiou os poros. Então percebeu que as engrenagens giravam e caiu numa pia. A chuva com a sua crina.(C) habilidoso e talentoso. abriu o tampão e ele desceu pelo esgoto. A chuva sem pena. tem um homem dentro da pia”. Vozes de mulher. A chuva transbordou os rios. A chuva enxugou a sede. Brandão. A chuva apenas. tem um homem dentro da pia". A chuva com sua cabeleira. A chuva destroçou os guarda-chuvas. A chuva alagou a favela. o verbo empregado representa. A chuva caiu. era uma seção que terminava em torneira. A chuva e seu cheiro de terra.

derruba as árvores. e ele achou bem melhor assim. Por isso ele estava tão feliz. a cidade só foi encontrada em 1748.. E poluição também. vai destruindo.. meio neurótica. Agora o Nan havia entendido por que uma ou outra árvore tinha parede por dentro. suja. Por ironia. Esse recurso é utilizado para (A) provocar a percepção do ritmo e da sonoridade. Então as árvores foram chegando. São Paulo: Iluminuras. Elas estão lá e então o homem chega. (C) reproduzir exatamente os sons repetitivos da chuva. casas. Questão 10 A FLORESTA DO CONTRÁRIO Todas as florestas existem antes dos homens. Algumas árvores chegaram a engolir casas inteiras. dessas bem poluídas. ANTUNES. As coisas. beijocando todas as flores. precisava partir sem demora. Para quem já esteve lá.000 habitantes de Pompéia. ele já sapecava um beijão. só dois escaparam da fulminante erupção do vulcão Vesúvio em 24 de agosto de 79 d. a palavra destacada refere-se a (A) flores (B) casas (C) florestas (D) árvores Questão 11 A antiga Roma ressurge em cada detalhe Dos 20. a visita é inesquecível. com apoio do instituto Americano de Arqueologia. A profusão de dados sobre a cidade permitiu ao Laboratório de Realidade Virtual Avançada da Universidade Carnegie Mellon. São Paulo: FTD. um colibri bem assanhado. era melhor não atrapalhar. O que havia antes era uma cidade dos homens. tudo com muito tijolo e concreto. criar imagens minuciosas. É o que poderia se chamar de vingança da natureza. passava flor por ali. Ricardo da Cunha.. ocupando novamente o espaço. (B) provocar uma sensação de relaxamento dos sentidos.foi assim que terminou o seu relato o amigo beija-flor. a catástrofe salvou Pompéia dos conquistadores e preservou-a para o futuro. Milhares de detalhes arquitetônicos tornaram-se visíveis. 1996. conseguiram explusar toda aquela sujeira e se instalaram no lugar. Foi se despedir do colibri. As imagens mostram até que nas casas dos ricos se . gostoso de se ficar. (D) sugerir a intensidade e a continuidade da chuva. Em busca do tesouro de Magrite.2).C.” (l. 1988 No trecho: “Elas estão lá e então o homem chega. debaixo de 6 metros de cinzas. Varrida do mapa em horas. como uma jóia arqueológica. mas ele já estava namorando apertado a uma outra florzinha. Era um lugar muito bonito. Só que o Nan não podia. nos Estados Unidos. Mas esta floresta aconteceu o contrário. começa a construir prédios.aliás. Arnaldo. Lima. feia. Todas as frases do texto começam com "a chuva”.

no século XV a. monumentos. E ver com os próprios olhos tudo aquilo que a literatura esforçou-se para contar com palavras. Dona Aranha tomou da fita métrica e. Era uma aranha de Paris. que sabia fazer vestidos lindos. A finalidade principal do texto é (A) convencer. MONTEIRO LOBATO. ajudada por seis aranhinhas muito espertas. Vou dar uma grande festa em sua honra e quero vê-la deslumbrar a corte. Teceu também peças de fita e peças de renda e de entremeio – até carretéis de linha de seda fabricou. (D) Narizinho. da Universidade da Califórnia. 63. (C) descrever.!” A expressão vê-la se refere à: (A) Fada. desde os primeiros habitantes. Revista Superinteressante. (B) relatar. uma fazenda cor-de-rosa com estrelinhas douradas. (C) Dona Aranha. Outro megaprojeto. Edifícios. no século V. trata da restauração virtual da história de Roma. aquedutos. Será possível percorrer vinte séculos da história num dia. o príncipe levou Narizinho à casa da melhor costureira do reino. de centeio. ela mesma inventava as modas. até a decadência. – Dona Aranha – disse o príncipe – quero que faça para esta ilustre dama o vestido mais bonito do mundo. enquanto na dos pobres comia-se pão preto. Depois teceu depressa. a coisa mais linda que se possa imaginar. principiou a tomar as medidas. Disse e retirou-se. São Paulo: Brasiliense. (D) informar. (B) Cinderela. Questão 13 Bula de remédio VITAMIN COMPRIMIDOS – embalagens com 50 comprimidos . lindos até não poder mais! Ela mesma tecia a fazenda. Vou dar uma grande festa em sua honra e quero vê-la deslumbrar a corte. de farinha de trigo. termas e sepulturas desfilarão. interativamente. “— Dona Aranha — disse o príncipe — quero que faça para esta ilustre dama o ves- tido mais bonito do mundo. p. Reinações de Narizinho. para ser concluído em 2020. José Bento. Questão 12 A Costureira das Fadas (Fragmento) Depois do jantar.comia pão branco. Guias turísticos virtuais conduzirão o visitante por paisagens animadas por figurantes. ruas..1973. dezembro de 1998.C.

........ 150 mg Vitamina A1 ... Marco Antônio.. R...A....... 27/06/2006.... CONTRA-INDICAÇÕES Não deve ser tomado durante a gravidez... INDICAÇÕES No tratamento das anemias. eles voltam a atacar..... Quando removemos o chumbo da gasolina. nº 1927. Alp Novo: análise. Quando o mundo pensa ter descoberto tudo o que é preciso para controlá-los. EFEITOS COLATERAIS Pode causar vômito e tontura em pacientes sensíveis ao ácido fólico da fórmula.. 184.. 1999. Mas o mercúrio é famoso pela capacidade de passar despercebido........ v. 0.. Quando toxinas e resíduos são enterrados em aterros sanitários.. Uma série de estudos recentes sugere que o metal potencialmente mortífero está em toda parte — e é mais perigoso do que a maioria das pessoas acredita.... No texto... ele ressurge nos encanamentos envelhecidos.. contaminam o lençol freático... 114-115 . São Paulo: FTD...... Maria Fernandes. quando conservado em locais frescos e bem ventilados........ 280 mg INFORMAÇÕES AO PACIENTE O produto.... Questão 14 O mercúrio onipresente (Fragmento) Os venenos ambientais nunca seguem regras... linguagem e pensamento.COMPOSIÇÃO Sulfato ferroso ..... Jeffrey Kluger........... (D) os produtos que causam anemias..2 mg Vitamina B1 . 400 mg Ácido fólico . p..... Responsável .]... Isto É.... desde que evitássemos determinadas espécies de peixes nas quais o nível de contaminação é particularmente elevado... Apesar de todo o seu poder tóxico. (C) os elementos que formam o remédio.... É conveniente que o médico seja avisado de qualquer efeito colateral.Dr.. 280 mg Cálcio F .. HAILER.... a palavra COMPOSIÇÃO indica (A) as situações contra-indicadas do remédio. Dias Fonseca CÓCCO. Crianças: um comprimido uma vez ao dia.. LABORATÓRIO INFARMA S. tem validade de 12 meses.. 2... estaríamos bem. (B) as vitaminas que fazem falta ao homem..... p....... POSOLOGIA Adultos: um comprimido duas vezes ao dia.... [... Mas ao menos acreditávamos conhecer bem o mercúrio....

fazendo ela se sentir mais competente. Podem ser criados recursos próprios para lidar com seus medos e inseguranças. Já não ria. Tem a ver com comodismo – é mais rápido atender ao pedido dos filhos que agüentar birra no meio da madrugada. tudo bem. ou sente que tem poucas oportunidades de contato com os pais. (B) gostava de festas.A tese defendida no texto está expressa no trecho (A) as substâncias tóxicas. Por vezes. Não brincava mais de nada. (D) o total controle dos venenos ambientais é impossível Questão 15 Os filhos podem dormir com os pais? (Fragmento) Maria Tereza – Se é eventual. Quando é sistemático. porque tinha medo de sombra. Ouvia conto de fada e estremecia. Minhoca. O que falta são limites claros e concretos. ISTOÉ. a criança está com medo. Não falava nada pra não engasgar Não estava resfriada. aquela Chapeuzinho. nem amarelinha. Amarelada de medo. (C) subia e descia escadas. Não ia pra fora pra não se sujar. mas sem dormir. In: Literatura comentada. Tinha medo de tudo. (B) o chumbo da gasolina ressurge com a ação do tempo. São Paulo: Abril Cultural. Não ficava em pé com medo de cair. contaminam o lençol freático. A criança que “sacaneia” os pais para dormir também o faz para comer. Não subia escada Não tomava banho pra não descolar. eu saio quando ainda dorme e volto quando já está dormindo”. nem descia. Posternak – Este hábito é bem freqüente. 1980. pra ela. setembro de 2003 -1772. HOLLANDA. De qualquer forma. Chapeuzinho Amarelo Era a Chapeuzinho amarelo Tinha medo de trovão. Em festa não aparecia. Deitada. e com culpa – “coitadinho. (C) o mercúrio apresenta alto teor de periculosidade para a natureza. é importante perceber as motivações subjacentes ao pedido e descobrir outras maneiras aceitáveis de atendê-las. prejudica a intimidade do casal. Então vivia parada. em aterros. Questão 16 . escolher roupa ou aceitar as saídas familiares. (D) tinha medo de tudo. Com medo de pesadelo. era cobra. O texto trata de uma menina que (A) brincava de amarelinha. insegura. Chico Buarque de. E nunca apanhava sol. mas tossia.

– Ah. (... pelo que vejo o amigo não aprova as pessoas que gostam de usar uma camiseta limpinha. (D) alguém comentar que a camiseta. Rio de Janeiro: Record. (B) muitas pessoas não assumirem sua responsabilidade cívica. apreensivo. – É secreto. Ainda há gente neste país que não assume a sua responsabilidade cívica. não é secreta.). DRUMMOND. – Ou o cidadão manifesta sua preferência política ou é um sabotador do processo de abertura democrática. muito pelo contrário. 1987. ao contrário do voto. se esconde feito avestruz e. (C) um senhor comentar que o cidadão goza de total liberdade. na cor natural em que saiu da fábrica. O conflito em torno do qual se desenvolveu a narrativa foi o fato de (A) alguém aparecer com uma camiseta sem nenhuma inscrição. O que dizem as camisetas (Fragmento) Apareceram tantas camisetas com inscrições. 38-40. nunca – retrucou o outro. que a gente estranha ao deparar com uma que não tem nada escrito. sem inscrição. – Que é que ele está anunciando? – indagou o cabo eleitoral. mas a camiseta não é. – Em tempo de eleição. – O voto é secreto. – Será que faz propaganda do voto em branco? Devia ser proibido! – O cidadão é livre de usar a camiseta que quiser – ponderou um senhor moderado.. Moça deitada na grama. p.. . Carlos.