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Copílulo2

Pilhos
Conceilo
Pilrr é a denominaçàodada ao djspo
sìlj!o que aproveilaa tÍansferênciade eÌé-
trons,em umâreaçãode oÍjdação,r€dução,
para propiciar, assim, o aparecimeniode
umâ correnteeléÌricaatravésde um condu-
ffiltr'l
tor. D$sa maneira,a pilha convertee,1er-
gra química em eneryi.Ì elét ca.
Entãol

Pìlha ë o disposííivo que conterte
eneryia quimis em energia elét .a.

Em 1800,o fisico italiaÌìo AìessandÍo
Volta (1715-182'7) construiuâ primeìrapi
Ìha. gssa pjlha ó constitujdapor um con
junlo de placasde zinco e cobre,eÌÌÌpiÌha
dasalteÍnadamente e separadaspor cartões
embebidosem soluçàode ácìdo sulfúrico.
As placasde zincoconsritucmo pólo nega-
rivo e !ìs de cobre,o pólo positivo.
A "Royal SocieÌy" de Londres cons-
truiu ma dessaspilhascom dojs Ìnil pares
de pÌdc...qL( permiriua Humthr) Dd\) e
\,ÍirhaelI d-adr) r(Jli,,arem.ua.p(.qu.iì,.

Vamosconstruíruma pilha?

Pilha é. cnião, um sistemaenr que umâ reaçãoquimìcaé âpÍoleiÌada paìâ produzi|
encÍgiaeÌéúica.
vocè podcIno-r" uma fil_J dd .eguìnte mrn<ira.
l:) Mergulheuma barra de zincoenÌ uma soÌuçãode sulfarode zjnco(ZnSOr)e uma barre
de cobreem ulna soluçàodc sulfarode cobÍc (CuSOa).O conjunroque compreende .
barra me!áÌjcae a soluçàodc seusioÌÌs recebeo .loÍte óe etetrodol
znt

eldfodo
derncolzro/Zn"ì eleÍodo
d! cobre
iC!oiCu,'ì

25O u'idd" 6 Er.Í"q,-"â

29) Em seguida,instaÌeum ciÍcuito exteÍnoconstituídode um fio condutor,uma lâmpâda
indicadorae um amperimetroideaÌ(resistência inleÍna desprezivel):

Vocêvai perceberque o ampeÍimetronão acusapâssagem
de coÍÍente,Conseqúente
mente, a Ìâmpâda permaneceapagada-
3:) Finalmente,complet€o circuitocom um tubo de vidro contendogelâtinasatuÍadacom
um sal(por exemplo,KNO,). Essetubo de vidÌo em forma de U recebeo nomedeporF

Agora, você perceberáqÌdea lãmpada se acende.Então, está conslruída uma pilha.
Uma pilha com eletrodosde zi\co (Znu/Znz') e de cobre(Cuo/Cu':.) foi idealizadâe
construidapelaprimeiravezpelo químicoinglêsJohn F. Daniel; por isso,ela ó conhecida
poÍ pílha de Da ie .

Mas, o que ocote com a pilha em íuncìonamento?

ao passoque a de cobretorna_ semajor (fica com massamaior). umâ vez em contato com a barra de co- bre..Issoexplicao aparecimenÌo do fl xo de eléÌronsacusadopeloam- perímelro. Âpós certo tempo.notaremoso seguinie: A lâmpadaseacende. Os elétronsquechegamà barrade cobre. enquantoa barrade cobreau- menÌ4. lsso explicapor quea barrade zincoper- de massae a soluçãode íons Znr* fica Esseprocessoé chamadode semíreação de oxidação e pode ser expressopela equação: Zí' pasa pâra ficam na .o que prova a exis!êncjade correnÌeeÌótrjca.dabarra de zincoparaa Como explicar tüdo isso? Todos €ssesfatos podemser explicadosda seguinteforma: Osátomosdezincodabarrametálicapas samparaa soluçãona formadeionsZn'?l. deixadois elétronsna bârrâ.e é essefluxo que làz com que â Ìâmpadase acenda. ou seja.Os ionsCur. A soluçâode zinco fìcamaisconcenrradâ. ao pâssaÍpâra a solução.a barra de zincodiminui de tamanho. Cada átomo.que sede posilamna barra. recebemesseselétronse se conver- tem em átomosde cobreCuo. âtraem os ions Cui* da solução.maispobre em ions Cuu . enquanroa soluçàode cobÍefica majsdiluida. . Os elétronsdeixâdosnâ barrâ pelosátomosde zincopercorremo circuitoexternoe che gamà barrad€ cobre. EssepÍocessoé chamadode semi rcação de reduÇãoe pode ser exprcssopcla equação: Cu!* + 2e Cuo . lsso explicapor que a soluçãode cobre fica mais diluida. Fazcndoa observaçAo c uma aÌráiisequimicadassoluções. O amperimetroacusaum fluxo de eléúonspelocircüiroexrerno. provenientesda barra de zinco.

bonetos (emitidos por motoÌes aÌimentados riâs usadaspara âlimentar o motor elétÍico poÌ combustiveisfósseis). . çu]\ zi. Tais bâterias contêm um ácido tâm a poÌuìção por dióxido de ca$ono.é que esses Pittsburgh(EUA).252 uniaaa. essageraçãotem suaspróprias emissõesde poluentedos caÌros elétricos.por outro aumen- do carro. 18/6/1995. se por üm Ìado os carros elétricos diminuem a veículos convencioÌÌais".membro da equiperesponsável emissãode poÌuentesbaseadosern carbono. e térmicas(a carvão). PaútÒ.] Em um paíscomo os EstadosUni- centementena revista cìentífica Scterce. estudaremosapenâsâspilhas de oxirredução. óxi baseâdono elemento químico. A polui$odocoÍroeléfÍico Uma pesquisarealizada no Depafiâ.] Ele acrescentaque "um fator im mento de Engenharia Civil e Ambiental portante. [-.nos estudossobre impactos âm- da Universidade Cârnegie Mellon. Os dois eletmdosde umâ pilhâ sãochamadosde á odo e cátodo: . com a maior frotâ âutomobilísticado modeÌos elétricos são tão poluentes quâÍto mundo e onde â geraçãode eletdcidade de- as versõeseqüvalentes tradicionâis.. [. os dos.* + 2e semi-reâçãode Ìedução: Cü2* + 2e --> Cu! 7no+ 1.constituio pólo posítbo da prrna. como o monóxido de cmbono e hidrocar- O chumbo a que se refere é o das bate. Folha de S. câusarproblemâsde saúdepúblicamais si- gdficativos do que os poÌuentesemitidospor Estudos independentesmostram qüe. Neste Ìirro. árodd é o eletÍodo que emiíe eÌérrons para o ciÍcuito exiemo.. . Adaptado de: Pãulo Fernândo Sitvestre Jr cessode produçãoe rcciclagem dâsbatedâs. em bientaisde veícuÌoseÌétricos. prcduziriâm âpenaspaü aÌìmenta.6 treÌ.disseà -Folra Chis Hendrickson. que foi publicado re. constitui o pólo negaíiro dr pxrÌ4. cáíodoé o eletrodoquerecebeelétronsdo clrcuito externo. â poluição que elas "Nós âüeditâmos qÌre o chumbo liberâ.. Segundoo estudo.oqurm ca A somadas equaçõescorrespondentes às semi-reaçõesforneceráa equaçãoquímìca globalda piÌha: semi-reaçãodë oxidação: ZÍf > Z. que pode dos nítricos e súlturicos oontaminar o meio ambiente durante pro. + crf - As pilhâs qüe possuemreaçõesglobais de oxirÌeduçãosão denominadaspìthas dc oxine. pende mâjoritúamente de usinas nucÌearcs sionadospelos motorcs a combustão.ras bâte- do no ambientepeloscarroselétricospode rias não pode ser desprezada. Denominoções doselefrodos Vocêjá sabeque o conjuntoque comprcendea barrâmetálicae â soluçãode seusions rccebeo noÍne de ektrodo. imp!ìl.lução oü píÌhas re|eó1v"ts (â piÌha secanão é reversível). apÌesentouconclusões veícuÌosexigem geraçãode eÌetricidadee que podemjogar por terra a aum de não.

1ïl:l -rq*l dapilha: indÌcaDão zn0En. ffi ExercÍclosde oprcndizagem W EÁ5) obsre aoìado0 esquena deuM piÌha.) QualeletrodocoÍs1ì1üi o âiodo? d) Quâleletodocoisriruio úrodo? e) Qualé a indicaçãodessapíha? rì EÍrelaa equaçào da MçàoslobaldsM pilha.revero que ocorre.'tcu0 -+ doetstrcdo eúsoÍpamo eFprordeetélíons ObserÌaçâo: Cada eletrodo de uma pilha recebetambém o rome de semicela. b) QueÌâ6inâvai aüneirâ'? . anteÍiormente. â) Qüeìârninâvâì dininuir? h. EAó) ObseÌveao lad0o esquenadeuna pilha.agoracom majsdetajhes: .e o conjÌrto complero que constituia pilha é chamadode celaeletrcquímico. Agorâ.rqDonda: a) Quesoluçáo seconcenlÌa? b) QüesoluÉosediìui? c) QüãÌé a indicaÉode$apilhâ? d) Oblmhaa equação piÌha da EaÉo slobaldessa Polenciol de olefÍodo Vimos.. capÍtuto2 pirhõ 253 tï:*?ii:ff:l:l -r'i?""1i:lxiiliJJ.o funcionâmentoda pilha de Daniell.erÌtão. Vamos.//Cu.

um fluxo de elétronsno fio condutor: C u!= -C u" + 2e \_ r Est$elérÍons I I I chosado alÍavé6| L o "' :. Surge.átomosde cobre deixamdois de seuseÌétronsna lâminae passampara a so luçãocomo Cu'z*. ou seja.assim. 1 .ou seja.ou seja. átomos de zinco deixam dois de seuselétronsna lâmìnae passampara a soluçãoco- mo Zn'*.uma correnteelétrica. ondeos ions de cobreII (Cu'*) receberão esseselétrons.o equilibdo: O mesmoocore quandoa Ìâmìnade cobÌe é mergulhada na soluçãode sulfatode cobÍelÌ. o zin- co (2n0) perdeÌá eletrons que fluirão através do fio condutor e chegarãoao eletrodo de co- bÌe.cadaequiìíbrioé deslocadono sentidodo processo(oxidaçãoou redução) quepossuia maioÍ tendênciaa ocorrer.no eletrodode cobreo equiìibrioseÍáde\locadono \enridoda reduçáo.Dess€modo. então.Assim. tâmbém. No eletrodode zincohaverádeslocamento no sentidoda oxidação.estabelecendo.háum pÍincípio de ionização.254 unidôde6 Frerôquífrrcâ Quandoalâmina de zincoé mergulhadana solução.o equilíbrio: Estabelecendo a conexãoentreasduasÌâminâsatravésde um fio condutoÌecolocando a ponte salina. estabelecendo.

devido ao efeitodo ion comum. o equili brìo se deslocano sentidoda oxidação. ou seja. .Dentreeles.o desìocamenlo do equìÌibriono sentidoda redÌrcão. em solucãoI molaÍ e à pressãode I atm.opotenciaÌ norìfialde eleírodo. dopofenciol A medido Devido à influênciada lemperarürae da concentração no poÌenciâlde eletrodo.simbolizadopoÍ E.coú- vencionou-se quea suamedidaseriaeferuadaà temperaturade 25oC. T€mosassim. câDiruro 2 PrhN 255 A tendênciaa desÌocaro equilibrionunl dos sentjdosfoj denominadapotenciatde ele /r. . I 9 Íotor:tempeÍofuro Um aumentona remperarurado elerrodofâvorecea perdade elétrons.Enrão. Zn'z' + 2e 29Íoïor:concsnfÍoçto Um aumentoda conceÌrúação dos ions na soluçãofâvoreceo recebimenro de elérrons por paÍte d€ssesions. Alguns falorespodeminfluenciaro potencialde eleÌrodo. Ocorreum âumenrodo porenciaÌde Íeduçàoou uma diminuição do potencialde oridação.simboÌizadopor 80.odo.havendoum aumentodo porencialde oxida.vejâmosa rem_ peraíura e a concentraçõodos íoì1s. poíencialde oxidàÇõo(E.d): indicaa lendênciamaìoÌ a deslocaro equjìibriono sentido da oxidação.âo. pote cìalde reduÇão(E"d): indicaa tendênciamaior a deslocaro equjljbriono seniidoda reclução. O potencìaldeeletrodopodescÍ: .

po\s hil saidade eìétrons. de gáshidrogê njo.25oC r. escolheu-secomo padrão o e1eÍrcdode hidro' gánio e como unidadede medidao tolÍ (v).alémde propiciaro contatodo eletrodocom o circuitoexleÌ- no.256 unldadê6 Eetoquimicá Então: . Concluimos. €scolherum pa drão e uma unidadede medìd4.paramedirmoso potencialde um eletrodo!usamoso eletrodo-padrão gênio.devemos.25'C . A lâminade plaÌina. Vamoí então.Essaddp medidaé o potenciâlnormal de oxidaçãodo eletro do Zn.poisadsorve o gásem suasup€rfícìe. E3.então.acoplando-oàquelecujo potencialdesejamosconheceÍ.antesdetudo. r d+ 2 H ' + 2 e foi associadoo valor de potencialnulo: eletÍodopaúão dshidogânio: E' = zerc. poiselemostramaior ten dênciaa oxidar-se.= + 0. à pres- são constantede I atm.) PaJâ^ medida do potencial de eletrcdo. O eletrodo-padrào de hidÍogênioé cons- lHl = 1 r\4 tituido por uma solução1 M de ácido. medir o potencial nomal do eletrodo de zinco? observe: O voltímetroacusauma ddp (diferença de potenciaì)de 0. . Eo .76 V - Eletrodo-padrão E3-id= 0V - lzn"l . também faciÌita a reaçàode oxida- ção-redüção do hidrogênio. ELd:potenciaÌnormal de redução.lzn?'. ELü: poÌenciaìnormal de oxidação. que no eìetrodode zinco está ocoÍÍendo oxidação.I M lH'l-1M r . Eleúodo Zno/Zr1. estandoo sislemana temperalura de 25"C.em uma montagemseme- lhanteà pilha de Daniell.76 V e indica que o movimento dos €létronsé do el€trodo Zno/Zn'* paÍ^ o eletrodo-padÍao.o de hidro- Assim. na qual fazemospassarum fluxo. PaÍa qualquermedidaquedesejamos ÌeaÌizar.A esseel€trodo H. que é a unidadeconvencionalpara polenciâl elétrico.

0.l-1 M Eletrodo'pâdrào + E9.Veja: Zno + Znl* + 2e' Hr(g) + 2H'+2e cuo + cu" + 2 e .poderíamosaté começaÌa-conÍruir uma tabelade poten ciaisnormaisde eÌetÍodo.25"C i -2 5 " C Como a tendênciaa reduzir-s€é maior no eÌetÍodoCuo/Cuz* (dai o sinaÌ + parao seu potencial).P i rh* 257 Comoa rendència è majorno elerrodo7n0 7n' (dâìo sinal.seÍámenora suatendênciaa reduziÍ-se..76 V Eld = -0. o potencialde reduçãote- rá o mesmovaloÍ absoluiodo potencialde oxidação.paÍao \eu a o\rdar-se potencial).34V lHl-rlr lcu.dessemo- do. a medidada ddp obtida é o po tencial normal de reduçâodo eletrodo cuo/cuu*.entào. Logo.Dessemodo. Assim. ElerrodoCuo/Cu" + E:d = +0.Dessemodo. pois eÌe mostra maior ten- dênciaa reduzir-se.34V ein' dica qu€ o fluxo de eletronsocorre do ele trodo-padÍãopaÍa o eÌetrodoCuo/Cu'?+. o potencialde oxidaçãot€ rá o mesmovalor absolutodo potenciâlde redução.porémcom sinalcontrário: E!-d = + 0. vamosmedir o potencialnormal do eletrodode cobre: O voltim€tro acìrsaumaddp de 0. Concluimos.34 V Com baseno que foi feiúo.d= 0V l . no eÌe- lÍodo Cüo/Cu':* é maior a tendênciaà redüçõo.que no eÌetrodo-pa- drão estáocorrendooxidação. câprbro.serámenoÌa suatendênciaa oxìdaÍ-se. a tendênciaa ocorrer oxidação é maior no eletrodo-padrão.76 V Agora.porém com sinalcontÍário: Eo"d= +0'34V E3"td= ..

09 Z B t ê Brr+ 2 e -1.37 M q + Mg r' + 2 t + 7. + 0.3{v Elí.7. + 2s.34 i.85 +1.57 2 t = F .?. = 2H'+ 2e 0.00 H. 0.66 1.48 0.l 1 +0.74 c Í+ c l ' + 3 e + 0.+ 2 e 0.{ 0 +0.23 Ni+Ni"+2e + 0.23 -0.+ 2e -1.18 0.28 c o = C o ' ?+' 2e + 0.ôE Àl +Á1"*3e + 1.83 H ? + 2 í0 H ì+ 2 H ro + 2 e.85 H q + H g r' + 2 e -0.i.j .1I M n = Ív l n :' + Ze + 1.31 -1.3ô +2. . El.76 v E:.83 -0.* 0.92 K= K ' + e + 2.i.258 unaaaeo e etoquimca E lbi exatamentedessâmanejÍa(isto é.23 +1.0.52 -2.52 +0.71 Na+Na'+e + 2. 1 alm) 3.q4antomaioréoErEd.44 + 0. moìot è a !endènciaa ocoüeÌ.76V Eld-*034V QuantomaioréoEtkd.i é maior.' + e + 0. experimenralmenle) quc a rabelade potcnciais de eletrodofoi obtidâ: Porcncitisdo or lomrolts.oms0lü0ã0 aqu0$| M.74 0. a 25"C .í.80 + 0.15 c u ' = c u .poisoE:ndémaior.0+ 1 / 20.1.77 I.11 -2.40 2 (0 H ) = H .76 + 0.13 0.90 -2.9t B a + Ba " + 2 e + 2.81 .34 c u = c f' + 2 e 0.48 S' = S+ 2 e + 0.{4 0.2.l + 0.04 Li =li +e + 3.80 -0.54 2 l + i .09 + 1.0 ê 2 H ' + 1 /20.-0.23 H . +0.81 Ca+Ca"+2e + 2. e no eletrodoCuo/Cu" ocorre Íedução.00 + 0.naioféatehalênciaaocoffetoxidaçAo.28 -0.3ô 2 C l ê C l r+ 2 e .7ô -t.8I .poìso E:.eduçòo.89 S í + S Í' + 2e + 2.52 0.54 .+ 2 e - No eÌetrodoZnolZnr* ocor íe oxidação.13 Pb+ Pb ? ' *2e + 0.04 .

pois + 1.Â7) Un eleÍodoBeDérico Elid = + 0.Então.28V o.ou seja. :. Qüalo valordo Eh desse A0/A" âprÉsenta eld'odo? DÀE) Un elelÌodosenédco B0/8" apremo rl = + 1.20v.. Nlio> Ni.poi s .düzmahrâcilnc e? d) Qualo melhorasenleredüto'? EAr0) Con bâ$ nospolerciaìrdeondaçãodd kniÌeaçõetabaixo.ou seìa. os íons de co- balt o ll { Co z + )s € r€ d u z e mmã i s râ c i l me nteque os íons de al umíni ol l l (A l 3+ }. d) O melhor asente redutor é aquel€qu€ se oxidâ mâis Íacilmento. câpít.' + 2e + 0.6 6 V.14v + 0.o Al.21V -0. Então.Sgi. íôcilidade quem apresenta maior Egd. Qualo valordo E3ú d€sse cìetodo? EÂ9) Dadaa râbolâ: SOrio"çeo EL: rÍ" ' .I + 1.ilmedt€? d) Qualo nelhorasenteEdütol? . 28 V > 1 .l l Y a) Quanpsd.2a V. bÌ Reduz-secom mâio.21Y 0.0.zav €) Ouem se oxida mais facilmont6? b) Ouem se rcduz mais facilmente? c) Ouâl o melhor âgentê oxidanteT d) Ouâlo melhor âsente redutor? a) Oxida se com maaorfãcilidadsquem spresentamaior Egnó. c) O melhor asente oxidanteé aquelequê se rêduz mais Íacilmente.elponda: + Z.20v.Èg. elélroNmis hciìffllr? c) Qualo ÍÌelhora$nteondante? b) QuemftetÉ clalonsnaìi h.r"2 Pirhas 259 ffi Exercíclorcsolvido ER3) Observêâ tâbela: . .Yv a) Quenseoijdâ nais laciln€!&? c) Qualo nelho!aseft ondanret b) Qü€nseÌ.66 V Co=Co'z*+2€ + 0..$v + 0 . o alumínìo(At) sê oxida m€is lacilmente que o cobalto {Co}.66V 1.. o Cor+.66 V > + O. W ExercÍcr'os de aprendizogern |Wffif f.

do pilho 0 Íunclonomento De acordocom o qüejá estudamos.pois.permitimoso es.a cargaglobalem cadasemicelaconlinu:r nula.Com isso.ocorrea reaçãode oxidação: Zni ' Znz'+2e Enquantoisso. Em lugaÌ da ponte salina. turada com um saÌ. A medidaquea pilha vai funcionando. do eletrodo de maior para o de ìnenot potencial de oxiddçaío.verifica-sea tendênciade seformar um excesso de ions Zn'?-no eletrodode zinco.a ponte salinaconsisrenum tubo de vidro que conrémgelatìnasâ. por eÍemplo./Cur_). ou sela. .Com isso. pols ocoÍre a r€açãode reduçãodos íons Cu'*.como o KNOr. a fim de mantersua neutralidadeelé trica. A ponte salinaservepara permitiÍ o er- coamento aleíons de Dma semicelapara a outra. tirando os da soluçào: Cu" + 2e * Cu' Essesexcessos de cargabloqu€ariama piÌha senão exisrisse a pontesalina. como vocêsabe.no eietrodode cobrehá â tendènciade lìcar um excesso de ions SOI . Vamosadmitir a pilha de Daniell (eletrodosde zincoe de cobre). podemos usar uma paredeporosa para separaras duas soluções. pod€mosdizerquena pilha deDaniello fluxo deelé- tronsseestabelece do eleúodode zinco(Zno/ Zn'1* ) parao eÌerÍododecobre(Cuo.quepermire um escoamento dos ions em excesso. coamentoclosions de uma paraoutra soÌu ção.260 Unidade6 ElêÍoquÌmica doponlesolino A Íunçõo Como vocêjá sabe.

2e' (mântida) - Cuz* +-2e" (invertida) . Então.34 -AF'- . (r M) // cr'1. para obtermosa equaçàoglobal de uma piÌha. devemospÌocederda seguinre 19) Manter a equaçãode maioÍ E:nd. 39) Senecessário. 29) lnv€rtera equaçãode menor Eld. quesetransformamem áromos de cobre(Cuu). por númerosadequados. 0cdrercduqào Como os átomosde zinco(Zn") setransformamem íons de zinco(Zn'-) por peÍdade elétrons.34 V) Cuo :2" (/ poqúeap'e. muÌtiplicarâs equações para igualaro nú- mero de elétronsperdidoscom o númerode elétronsganhos..os quajssãoÍecebidospelosions de cobre(Cuz*).u" Assim.7ó + 0. cãpilro. P|hõ 261 eletÌodode zinco (E8.jd= + 0.Cuo zn.ü= -0.34 ÀE'= -0. 4:) Somarmembroa m€mbro.n _ zn.76 eÌerrodocuo/cu':*: E3.temos: Zno Zn!+ +. para a piiha de Daniell. + cuo (equaçãoglobal) O cáÌculodâ dilereÌrçade potencial(indicadapor ddp ou o'.76 V) zn'1* + ir.rfoÍça eletromorriz fem) pode ser feito com a fóÌmula: ^Eü Assim.a piÌha de DanielÌé Íepresentadapela seguinlesimbologia: zno/zn'.d = +0.\ _::: ll eleÌrododecobre(E3^d= 0.76 -( 0..temos: ele:lodozia / zn'* | E3.(rM'r/c. para a piÌha de Daniell.341 10.+ cu.

Os âtomos Zno da lâmina perdem €Ìé.é denomi nado ânodo e constitui o póÌo negativo da nado cátodoe constituio pólo positivoda pilha. LoEo. Aumentaa concentraçãodos íons Znz* e dosions Cu:* e a Diminui a concentração a Ìâminade zinco sedissolve.de modo que um cedaelétronse o Nâ montagemde umâ pilha. ou seja.Feitâa escolhado par de metais.preparamosassoÌuções dosíonsdos Íespectivosmeíaise mergulhamosn€lasas lâminas. .vamosfazerum esqÌÌemageralda pilha de Daniell: + 0. onde ocorre umâ oxi. líbÍio do sist€ma.262 untaoe o aen"q.outrasmontagenspoclemser feitas.bastandopara isso escolherum par d€ metais. Logo. lâmina de cobÍe aumenta. lâmina de cobr€. sa ou a ponte salina para manter o equì- líbrio do sistema. Znz* + 2e cu'*+2e--Cuu Os catioÍrsZn2* foÍmadospassampam a Os átomosCu' formadospassampara a solução. Os cationsCü:* da soÌuçãorecebemelé' Ocoííe íedução: zna . cótodo é o pólo onde chegam os e/átrors. atravessam a paÌedeporo' rosaou a pontesalinaparamanteÍoequi.76V E3"t= -0'34 v Saemelétronspara o circuito.poÍ convenção. a escolhado par de metaisdeveserfeitaatravésdeconsuÌ- ta àtabela de potenciaisnormais.é denomi Este eletrodo.por convenção. os anionsSO. ânodo é o pólo de onde saem pilh^. os catíonsznz* atravessama paredepo. Observaçío: Além da pilha de Daniell(€l€úodosde zincoe de cobre). Chegamelétronsdo circuito.onde ocorreuma re- dâção. ou seja.imica Concluindo.numa montagemidênlica à da pilha de Daniell. dução. or elétord. Este eÌetíodo.

37.34 V câlculârâ ddo de uma oilhâ com eletrodosde alumÍnioe de cobre.1 3 V Mgo Mg2+ +.bsresofuidosW EB4ì Dâr â êquâçãoglobãl € calculara diterençade potencialde uma pilhâ com elêtrodosde mâgnésíoe chumbo.Pilhâs 263 wg ExeÍcÍc.13 ^Eo {maion (menoÍ) ^Ea - aE9::.çáorMgo tMg" // Pb" lPbÍ Dadasâs semir€açõos: Ato + A t 3+ + 3 e .2. fazer um esquemada montagemd€ssa pilhâ.r. ' - Ph2+ +. A segun.{. E3 .6 7 V cuo+cu2*+2e E.M g r+ + Pbo-(equâçãoglobat) = E. capltulo2.O.consultamosa tabela de potenciaisnormâis.+ 2.3 7 V (potênci ãl mai od P bo+ P b' z *+ 2 e E:.o + .i d= + o .O.6 7 .67 + o.t = + 1 .E o rrd + a E o = + 1 .t E3.(-o.+ Pba (â M go+ P b2+ .37 .d= -O.o.procurândoas semi-equaçóes das semi rcãçóesdo mâgnésioe do chumbo: M go+ M g' z + + 2 e E3 d = + 2 .i E&d= -o.o t V Rosposta: ddp = + 2. lnicialmente.2e-.+1.34ì = aE o= + ' 1.34 V Não se esqueçaque o ânodo é sêmprco dê msior E8d.Ol V.24V - hô!.o.34 + lânodo) (cátodoì + A E o= + 2 . ato-at3++3e- cuo-cu2++2ê i:iç. . Então: À E o= E S x d .t3r .

. E 3 . idêntificaro ãnodo 6 o cátodo.66-0.2 2 v Pârsobtermosa êquaçãodârêâçãoslobal. zr = 2 Ato = 2A t3* + 6e- - F eo .de modo que o número de elétronsse igualel aro .74 = {ânodo) (cátodo) - = A E o= + 0 .66-{+0.A l3+ + 3 e . A seg!ìr.onde encontrãmos: A lo+ A l3*+ 3 e c r o+ c r 3*+ 3e E3"d= +o74V ehhdoÂtotAÌr'detmúcl/cr3' Iârodd lcllodo) aEo= E3"a. A lo+ A l3*+ 3e F €o= F er *+ 2 e Eg'd= + O.9 2 V A lo. descobrirã equaçãoda reaçãoglobal e exp. F ê.66 (+O.44 lénodoì lcátodoì .+ c ro at o+ c Í 3+ @ + A t3 + + Cro -(equação dâ reã9ãoglobâl) ERT} Dsdas as semi reações: alo .44V determinaÍa ddp e descobrira equsçãodã rcaçãoglobal da pilha coÍespondente.6ê: + 3Fso 2A t 0+ 3F er + > 2 A 3 + + 3 F e o @ .6ê' 3Fê'z+ +.Quãndo isto não ocorre. + + i 2 i e -{ 3) = 3 Feo + 3Fe.Arr+* p]" r.t + 6e 2{to + 2At3+ +.66-0.êssarsim bolicamentea pilha.r + aEo: +'1. Inicìalmente. essâsequaçõesdevem ser multíplìcadaspoÍ númeÍos aproprìados.A l3*+ ?é c r 3+ + 3é. E8 " d AEo= +1. - + LE a = + 1 . dèvemosternas duãsequaçõesdassemi-fêã- çóes o mesmo númerode elétrons. e3.consultãmosã tãbela de potenciâisnormâis. calcularã ddp.6 6 v F eo= F e2t + 2 e E&a= + 0.74) AEo: + 1.44v aE o= E S n d.d = + 1 .264 Unidâde6 EletoquÍmica ER6) Fazero 6squemade uma pilha com €letfodosde ãlumínioe crômio.441 AEa= +1.

dÈ Ìigaa! placas oselólÌons dezincoe cobre.3 7 V Ni' z * + 2e = Nio EP"d : -O.itodo e qüaloânodo dapilhadeDaDieu? uÍnad$ placa!múlicd s dilsoìve.Â17)Consultandoa tabelade poteDciâii normair.osíoN circulampeloiio que f. a tBk secuinle: E^ü) CoÌÌija.' | 2 e ii_.enquanlo temire a eqüaçãoda ÌeâÉoslobale o AE'dâs cúcìlan p€lapãÌedeporosa".3 7 \+ 0.------ I -i Nio + Ni'z*+ 2e Eg^d: + 0. d E Sx i d = a E o = + 2 .descübra a eqüaçao dâmçãoslobaÌ 0 Qüaiso$ienôneÍosqúmhosqueocolEr pfla e expresse simbolicanenre a pilhâconstiluída por Dmvo€!osfãtosdescdt$? a) masnerioe zidcoi daparcde f. 2 P./Aso .durârleo seutuncìonâÌneÍlo. xA15)Qualoc. :..37 O.23v des c obr ir aeq u â ç ã og l o b â l ec a l c u l a rad i fe re nçade potênci al deuma pi l hacom ei eúodos de magnésioê níquel. M o . b) E6 queeletÌodocadaun delâsselocalizâ? cahúea ddp. pilhasl a) AÌVAìr'//cur.._--.'Mcr b) QuenÌsebeelélÌo ? c)coorcor'//Pbr'/Pbo c) QuÂlíonten a suacoftentlaÉoauÌnentada? ü Fe\Feb//cthtcl0o d) Qualjon ren a su concenhaÉo díniiúda? e) CuqC\"//Ac. Ms' HlPY"q*"-á./cuo xÁ14)CoÌnrelação à pilhadeDanieìì. .r::-. f. sl"b"D AÉo = E g.-. il:.23v Então: MSÕ MS2* + 2aa . Como são dados os potenciair de rcducão.231 = + 2.senece.enquanloa oÌrta lema süama$aaunentáda.rhas 265 caprturo EF8) Dadãsãs s€mÊreacões: M s 2* + 2e + Íú s o E ? " d : 2 .Esponda: a) Quen perde eìétons? v cüycú1'//Hs.idertfiqüeo ânodoe o cátodo.23 = (mâion (menon {W#Exercíciosde oprendizogem ffiHffi&WWW EA1r) Nã piìhâdeDaniell.Arz) Quala finalidade poÌosâoudâponlesa- lina? c) cÌônioe niquel.lsário.Â10 CoDslllândoa lâbeladepoleiciaisn0rÌnais.lâçâo a) Quaissãoosnerahdessâs placar? esquena da pilha. E6 visladisso. /- Ni'z+ +2 Nio Àilqo Ni . vãmos convertè los em potenciaisde oxi- M o o. "Na pilhâdeDaniel.

manlemo\a primeiíaequaçào (Elüdmaiorr.d Ni" Ni" +-2é' (rnantida) - Sn" +2{ (inverrida) . Nessesentido. Ì 4 ) ^ Eo : (majoo (nenôr) ^E o= .inveíemosa . guardeo següinre: lsso pode ser facilmented€monsrradoatravésde um exemDlo: Sáo dadosos eletrodosde níqüele estanho: Ni0 Ni'.. Agora.s3". A pilhoe o ospontonsidode Sãoconsiderados "espontâneos"os processos queocorremna Naturezasemiúterven ção direta do cienrista.d . + 2e.trÀtE)Dadoo Bquenadapìlha: a) Qüalo sentidodemoviDeitodoseÌelrons petô ctcuito extmo?I o da conenteelélÌì€? Simbolìzeo elelÌodoqueconíilui o cátodoe o Quaisd reaçôes queocoüemio cátodoe no o qüeocoÌecon aslâninasdèMgoe d) Verifique Nì"e comâsconcentraços datsoluçõs. = +0.25V Sno E3"ü= + 0.25 (+ 0 . pois basra montar a aparelhagem pâra que o pÌocessose efetuepoÍ sj próprio.Sno o_ Nio+Sn':*-Ni?'+Sno Esteprocessoapresentaum pode sercalcuìadodo seguintemodo: ^E"que E:.14V Como!ocèjá sabe.nd= +0.egunda " menoí)e somamosmembroa membro (Ij. E. e) Qualé â equagãoda reaçãoslobalda piÌha? 1) Qüalé a dileÍença depotencialdapilha? 8) Dêa sinboìogiada piìha. os rc1lçõesque se realizam em uma pilha são esporlârear.

id Fe2++2e-+Feo = Egd -o. E3"ü= +0.44V Pafaconsegunmosâ. Rssposta:A reaçãonãoé êspontànea.+9:. de qualqueÍmodo.34v F€o-Fer++2ê ESnd= + O.78V ^Eo O valorrêgarvo signìficãquêo processo em quêstãorão ocoÍe.verteía segundâequâção.44v Somandomembro 3 mêmbro.Nilt +ré. vocêconsegue: Enrão.Pirh$ 267 Vocêtambémpode calcularo fazendoo seguinte: ^8" Nio . +J<' . obs€ruamosquê: cuo-cu2++2e É8.d= '-O. câpírulo2.nãoé espon_ .25 0. .. Observeque. EP.pois quore' mos cuoe Fe2* no primeirom€mbro: cuo+cur++2e = -o.78V poisAEo = -O.25v (mantìda) Sn':.["r.44 = aEo=-O..E3-.14 V (mudoudesinal.Sno ELd = -0.poisfoi invertida) -@ Nio+Sn']n*Ni':*+Sno ESnd+ E:d = +0.14 ^Eo: t ' .ar.34v E3.au.todo processode oxirreduçàoesponláneoapresenta positivo..78 V < o. ou seia. àra"s" c uo+ F e r+ ? c u 2 + + F € o o.êsçõo desejada.ra= o.' Pt" AE t.34-O. l . =.devemosi. obÌemos: c uo+ F er + ?c u 2 + + F e o ÀEô. ^[0de oxirredução lsso nos permite fazer pÍevisõessobre a ocorrênciâ de reações re Exercíciosreso/vrdos ER9ì Verìficarse ocorê â ssguìntsreação: cuo+Fe2+ + cu2++F€o Rssolução: Natabelade potênci€ìs.

28V Fs' + 2e.sor . c) Znr' + M8o Me* + zno h) Mn" + cd Àfto + cÌr . E&d= + 2.. ffi Exercíciosde oqendizogern $W$ f.44v 6\ _ Coo + F er + + C o r+ + F ê o = _O. ERl1) Verificãr sê é esponréneaa r€ação rêpresentãdâporCoo + FeSOa CoSOa+ Fêo.SOa+ Cuo i) 2Àclr + 3Ba!+ 3BaCl? + 2Alo - !q cuÜ| A8. somamosmemb. - Coo + FeSOa * CoSOa + Fêo Fe'z++ síZ co'z* + sPï A equ8çãodo problêmaé: c oo+ F êr + + c o r+ + F e o A tabêla de potenciaisnormâisnos fornece: Coo-çou**ru.25V Agora.oa msmb.34V - Ni.id. E&a= + o.d= + O.1. â) sÌo + CaSOa SdOa+ Câo i) HSo+ 248' Hg" + 2ACo .-o. coo. somamosmembroa membroessasequações.pois AEo = -O.de modo a obters equacãodo pro. _ N i 'z't vgo . + + 2 8 Eg. Ni" Eg.poía: A rêâçãoó espontânea.poisAEo = + 2.'cor++2ê E&d= +O.o* Y nr' aE o= t 2 .t6V v ^Eo R$posta: A reaçãonão é espontãnêa. - b) 2Nâr + Feü Ieh + 2Nao s) 3Lú'+ + 2Alo 2Alr' + SMno .419) DcscubÌã !€ sãoespontârcar a! íeâçõdrepeentadas pur: .28v F._ _o.44V Agor8. - d) CüSO4 + 2A8u Ag.+ 2.temos: M go. o 9 V v- B€..a= + O.o.oessas equâçóes. E8.09 V > O.16 V < O. - . doscobdrse a rcação corespondênte é Consultandos rabela d€ potênciaisnormâis. ERIO| DÊdôa equação Ni2+ + Mgo ì Nio + Mgr+.de modo a obtera equâçãodo pro Msa Ms2* +*.M g.cusoa+ 2Aeo j) teo + CuSOa IeSOa+ cüo - .-2í .eo+ Fe2++ 2e E.34v Nio + Ni2 + + 2 e .F e o E g d .

cu! E P . e quea lãmina o potmcial. Pihas 269 EA20)A FâÌtiÌdassenireações apftsenladas a ssüiÌ. .2 5v .2.34V: c!' .{21) vedfiques osprocessos abaixosãoou nãosponúreosl . demodo quDa s0luçã0 denilEtodenhuel o o corgodeumopilho A descorgo Quando uma pilha esú funcionando normalmente.-0.L a + 2 e .a) 8ao+ IC' * Ba" + Feo b) K ' + A s o A g ' + K o - . então.78V.44 V) tanqus B: conslruíd0 dechumbo (Ph"/Pb!" Eld. ObseÍe.o que ocorrena descargae na carga. ela podeÍâ seÍ caÌegada novamente. lar um gerador extemo com uma diferença de poteícial supetior à da pílha. compoihâa equâ9ão globaìqueocoÍa esponraneâ- deumâreação Br. Nl' + Zio - . Ge D: tanqueÀ: c0nÍruido delero lFs.S& bsndo queo potencial-paddo dercdução dd íoNCuu' á ds+0. E9í.14 vl Sahendo qm 0 FolencialpadÉo deíedu9ão dosionsNi?'éisuâia-0.25 V: l' + 2e Nio E l d ..76 v) tsnque 0: FNtruídodeestanho (Sn. d) Alo+ C/' + .- 'o.'e Cu01Cu.padião descubn dereduqâo dosíonsFd'..'iznÍ Eld.Pãuiss elâdispõE lNi(N0rl.776 V f. e) Feo + zAs' * Feh + 2A8o E0ll Á pilh!Íomadapel6eletmdos Fo0lFe.) dostanoues À-8.13V} tanqu.0 . .'if00 El"í.'lsn!.065 V F rL [+ e -' F e í.Atrr + CÌ0 e) Cuo+ Mg" CDF + Mgo - ì Nio + Zn.' spÍc!enta unìâ dEpot0nciatigu!ta dilercnça +0. Fe. bastando para isso ìnsta. Sea pilha for reversível.0. - delcubn qual(is) podêÍá(ãoì lanquelsl seÍusado(s) naeslDcagem. capíturo.r{v defeío (Fe!)sedÌss0he.t+ 2a.0.+ Far t[. dlzemosq]ueela estâdescanegando.C: consiruído deínco0n.-0.0 Cur' + 2Nao 2Nâ' + cuo .? E02ì llmaindúslÍisnêcÊssits AtoEr soluções denìErodeníquel 1 molala25"C.da pilhade Dâniell .q ) + 1.. O gerador externo deveser ligado de tal modo que o seupólo negativo estejaern cone- xão com o póio neÈativo da piìhâ.2 Ìr.poÌ ex€mplo.i ] + 0.

a lâmina de zincose recompõeenquantoa de cobrediminui.ou seja.à medidaque a pilha funciona. Equaçãoglobal: ln' cu': . ..devidoà ocorÌênciaalarcaçãocontráriaà da descar- ga.oÍa ir da baÍa de cobre Dara a de zinco.". I Znb +2e Znn C ur C u" + 2e . Equaçãoglobal: Z n ' : *+ c u o . é À medidaquea pilhaé caregada.El€tôqulnica l!) Descarsa da pilha de Daníeu: Znn-Znu+2e Cu.10V :. a lâmina de zinco sedesgasta enquantoa de cobreaumenta.zn o +cu " ^E0<0 o proc€fso Como AEoé negâtivo.zn') cu' aÈo + I. - Note que os elétrons sâoforÇddos pelo geraó. 2:) Carga da pilha de Daniell: voltagêm enem > 1.270 Unidâdô6 .+20-*Coo Note que os elétÍons vão espontaneamenteda barra de zinco para a de cobre.se descarrega.l0 v - Como você sabe.

i Como cadã quìlocâloi€ equival€a aprcximadamente4 'l80 J. têmos: 2 t2300 4l ao ) .temos: { z ^a + z ^2+ + :2 ê i = +0. câDít.portanto. = -'t:*-'{T"t _' _:--- .o = cu.nF AE v -A G --2 9 6 5 0 0 . .34V - zno+cur++znr++cuo + 1 . o trabalho realizadopelo sistema. por ocasiãoda de- ) teminação da equaçãoglobal 96 500couÌombs(1 faÍaday) IaB'= ddp normaÌda piÌhâ Exercíciorcsolvido EF12l Câlcul€ra v€ ação de enersia livre AG para o procêssoque ocoÍe na pilha de Daniell. O trabalhoeìétÍicoÍealizadopor uma piÌha pode sermedidopela variaçãoda energia livre ocorrida na pilha e é dado peÌaequação: n9 de eléúon\ Lran\Íeridosde uma semi-reaçào Paraa outra. A variaçãode energialivÍe (^c) mede.1o Dâi: A G . 1 ov ^E o: ln=2 ÌaEo= + 1.1 .+ + tã--ì E9a + O.76V Egnd :Ò..rô 2 Pirhas 271 0 lrobolhoelãlÍicodo pilho A eneÌgiaqueé diretamenteresponsável peÌarcalização de um trabalhoquímicorecebe o nome de eneryia liyre (G). Na pilha de Daniell.

haveriãã iiberccáode 50.+ SO? + 4H* + 2e PbSO4+ 2H.7 k c â l /m o l . + 2H.272 unioaoe o ertoqutmca Assim. .O As caracteÍisticas do acumuÌadorde chumboou bateÍiasão: Cada pilha ou elementoapresentaum AEod€ aproximadamente 2 V.SOi = 2PbSO4+ 2H. Então: Zn" >0 <o <0 >o = -5 0 . e umade seiselemen_ tos. Pbsoa + 2e- - PbO.7 tcat mot.l5 g/cmr aproximadamente. com densidadede I.ffi4tr{1.Alr' + cro c) Mgo+ Ni?' MgA + Nìo - próficos Aplicoçôes dospilhos Vejamosduesaplicaçõespráticasque vocêconhece: l:) Acümúlador de chumbo: O acumuÌadorou bateria(usadoem veícu- los automotores)é uma pilha constituidapor eletrodosde chumbo(ânodooü pólo O ) e de óxido de chumbo lV impresnadode ihumbo (cátodoou pólo @ ). se a energiãelétricageradana piths de Daniel fosse totatmênteusadâDaraaoue cer água âtravésd€ um rcsistor.O - equacãoda rcsçâo global: Pb'+ PbO.2Alr' + 3cuo b) Alo+ CÌ3' . ^G ffi fxercíclo de op rc ndizog em ÈfçaBtr. imersos€m uma soÌu ção de H.SO1 (ácido sulfúrico). uma associaçãoem sériede trêselemenros nosdá uma "bareria" de 6 V. a 20q0. uma "bateria" de 12 V.Ítr4.'Srffiffiffi. Reaçõesque ocorrem: Pb'+ Soi.4{ pÌocessos EÁ22)CaÌmleo AC dosseBìintes sDontânús: â) 2AÌo+ 3CìF . Dessemodo.

.5 V e nâo pode ser recarregada. .pois há necessidade de se formar o PbSOainsolúvel.Ademais.). queconstituio pólo positivo.para que possam. que funcionacomo "soluçâo" ele- trolitica. Zn'z. lii$ir'ifiÍ Fxercíciosde Íixoçõo iiiiïiiiÌi. + Mg o + Sn 2 + C ur+ + N ao + N a+ + C uo .Assim. .feita automaticamente pelo gera- dor ou alternadordo motor do veiculo.Por essemotivo.ïÍtlirjiiiíirÊlËírïÍiiffi EFI) Com bas€ na séíe de rcât'vidadequlmicã dos metâis.ou pilha seca. rod€adopor dióxido de mânga nês(MnO. -d ) .que constituio póÌo negâtivo. Tudo isso está contido em um cilindro de zinco metáÌico.mas durantea recarga.des€ansar!!. equaçAodo reaçãoglobal: Zn' + 2NHa..quardo o equipamenroqüeutiliza pilhassecasnão esrá em funcionamento. cótodo (p6lo @ )l 2NHa'+ 2MnOz+2e 2MnO(OH) + 2NH3 - . ve fique sê ocoÍem ss rcâçóes ea) B ao + F 6' z ++ Ba 2 ++ F e o c) K + + A go + A g+ + K ô b) S no+ I \ r s .outÌo âcidoqüe formasseLrmpÌoduro solúveliÍja corroeras 2:) A pìlha de Leclanché: A pilha de LecÌanché.Dentreas qüe podemocorrer.pois auareação pÍoduzgás(NHr) e água. A descargaconsomeo HrSOa. O uso contínuoda piÌhâ secaprovocavazamentos que podemestragaÍos equipamentos.iq!ÌjÌiililii. + 2MnO(OH) + 2NHr - As câracterístìcas da pilha secasão: .elasdevemserretiradas. Ess€svazameiÌtosocorremporque a pilha secanão é rotalmenteseca. O H:SO4não pode ser substituidopor outro ácìdo.Esse eletrodoestáimemo em üma pastaconsrituida por cloÍerode amónio(NHaCUe cloretode .in- co (ZnCl. Essapilha é formadapor um eletrodocen- tral d€ grafite. Comoo Pb.. A pilha secafomeceuma ddp de aproximadamente1. o PbO.o HrSOaé Íegeneradoe o PbSO! volta à condi ção de Pb e PbO.as mais importantese que mâis contribuemparâ a ddp são: .. . As Ìeaçõesnessapilha sãoum tanto complexas.e o PbSOrsáosôlidos. o AE0doacumulador depende erctu'ivamen te da concentúçàodo HrSOa. ânodo (p6lo A )l Zno-Znz'+2e . pois suareaçãoglobalnão é reversivel.). + 2MnO. devemosmanterconstanteo volumede água.é a pÍecursoradas modeÍnâspilhas secasde uso tão diveÍsificado.

8 v c ) Co ê C3 + + 3 e = -1 . .icâ. b) a tendênciaE gânhãreléÍons.concentraçãoepressãoéÍeitaa medìdãconvencìonal do pot enc ia l n o ma d l e e l e tro d o ? a) CNT P .83 + + 3 e . EF11) Ìemos dois eletíodos. c) elêÍodo convencionãldeplatina e hÌdrogènio. na escala de potenciaisnormais. ÊF8l Em que condiçõesde temperatuÌa. d) eleÍodo íefsíêncialde hidrogênio. acopladosao eletrodo padrão. 1 atm. b) voìumeda solugãoe fomato da placa- \c) lemperaturae concentÍação. b) 273V. 1 ã tm .a = -1 . . cì 0ÔC . d) 25" C . bì ânodo.4 v blB o= B + + e E Br= 0 .5 v EF4l Em umã cela eleÍoquímica. EFsl Uma láminade zinco.é: a) 1lO V . EFg) O eleÍodo constituÍdopor uma solugão 1 M de ácido.estandotodo o sistemaa 25o C.3 v E .A/A+ e B/B+. d) O coreto é potenciãlde oxirredução. 1âtm. b) â s oluc ã o . d) concêntmçãoe pressãoatmoslé. constitui um: aì cátodo. c) eleÍodo-padrão. r b) êìêtrodo-padrãode hidrogênio. = + o .podemoscitaÍ: a) t€mperaturae massada placa. EFlOì O potencialdo eletrodo-padÌãofoi arbitrsdo êm um determinadovalor. c) o êquilíbrioíon-eléúon.a c ) c o= c 2*+ 2 e EP " d :+ 1 . é chamadode: a) eletrodonormalde hidÍogênio. O .indicaramas se- guintes leituras: ao/a' = +xv E3-È B o/ B * E B a= + y V .o . eteÍodo. -d ) Ef6ì Potencialde oxidãgãoindical 4a) a tendênciaa pedêr eléÍons. d) â pâíede porosa ou a pontê salinã. b) 25' C. nã qualfazemos pâssarumã cots rente de 9ás hidfogênìosobre uma lâmina de platina. 1 M . cr a lâminãmetálicae a soluçãoem conjunto. 1M.8 V E 3 " rd EF3) Descub'ao ESnddãs segurntessêmi-reações: ã) A o+ A + + e E P.274 unidadô6 EretÍôqurmica EF2ì Descubrao Efudas sesuintessemi-reaçôes: aÌ A o + A ? + + 2 e . pois é impossÍvel deteminêr o potencialabsolutode um eleÍodo. 1 M. E &a = + 1 . d) 1V . e c) oV . mergulhãdaêm uma soluçãode sulÍato de zinco. que. Essevalor arbiÍâdo como reÍeÉncb. eletrodoé: ar â làm inam e rá l i c à .OV bi B o . EF7) Denúe os fatores que influenciamo potenciãlde êlêtrodo.

6 3 V . . d) -3. 63 V .r + F e o e s a bendoqúepãía oC oo/C or* oE gd= + O. .- do em Íuncionâmento . d) dissolugãoda lâminâdo pólo positivo e deposiçãona lâminado pólo nêgãtivo. c) os êlétronssaem de Ìúso/lús2* e vão pâÉ cro/cr3*.76V } d} + 0. " b) ocore oxidação no cátodo.+. EFl4l Dada a pilha Ìúso/Ms.++ C o .d= + o . { + 0. d) o potencialde reduçãodo ânodo é maior que o do cátodo. cì PbO2é o cátodo. EF16ì Sabemosque: z na + Z Í 2+ + 2 e E 8 .o ÀÊo paíã a pilhâ é dê: a) 1. b) lúgo/Mg'?t é o pólo positivo.* // cr3*/Cro e sêbendoque: Mgo/Mg'z* Eg*d= + 2.3 8 V c ) 2. b) A equação representaumã reação espontânês. 52V b ) + O.mss ^Eoé não é uma pilhã.28V e pam Feo/Fê'z*o E3.) + 1 . pois os Egndsão ambos posativos.76V EF1 7) Dãdãã êquãç ã o C o+o F e . b) Bo/B* pãra Ao/A*. EFl a ) F m um ac um u l a d odr e c h u mb oo u b a l e ri a .16 V. caDnüo 2 Pirh. nos eletÍodosocorrcm: a) somentêdissoluções.pois. ^E0 4c) A êquaçãorepresentauma reagãonão-espontãnea. . d) os elétronssaem de Cro/Cr3+e vão p6rc Mgo/M9. oA Eo é n e g a ti v o . pois os potenciaisnormaìssão positivos. EFl5l Com felâçãoà questãoanterior.' l ' l V .o : .7 4 v podêmosaÍÌmaÌ que: a) M go/ M g2+é o c á to d o .c) dissoluçãoda lãminado pólo negâtivoe deposiçãona lâminado pólo positivo. identifiquea alternativacoÍets: a) A equaçãorepresêntâa rcação de uma pilha cujo de + O. no sentidoemque está indi c ada. bl som€nte d€posìções.37 v c r o/ c r 3+ E g .d = + O. S O aéoá n o d o . c) Não há Íluxo dê êléÍons. c ) + 3. dì Nada podemosconclun. d) P b.e 275 Se montamos uma pilha com €ssesdois êletrodos.7 6 V O ualo E & ü pa ra2 z n o 2zn2* + 4e ? - a) + 1. EF'121Dadâuma cela eletroquímicaconstituídâpelãssemicelôsZnolzn2+ ê Cuo/Cur+ . a) A o/ A + paraBo /B + . b) H. EF13l Em umâ pilhâ el€troquímica: a) o pólo positivo é o cátodo.o fluxo de elétronsserá de: . pois o é ne93tivo.quêÍ.S Oaéo ãnodo.' 11V .i o= + 0 .44 V. c) o potencialde oxidaçãodo cátodo é maior qu€ o do ànodo. d) Os dadossão insulicientesparâô conclusão.ê isso não permiteuma avaliação. b .poisforam fomêcidossom€nteo porcn- cial ds oxidaçãos o de redução.

EF2O) Na pilha seca. b) Na rcação repres€ntãda. c) a grafite.61 sn4++2e-ìsn2+ + 0. que é o pólo positivo.indiquea espécieque age como oxidantee a que ase como . b) o M nO . d) Não pode ser substituído. EF21l (PUCSP) Na célulâ eleúoquÍmicãAlalÁJ3+//Fe2+lFeÕ. EF22) (Fuv€st-SP)Considsroos s€suintespotenciaispadrãode rcducão: Semi-'esçcore. sohção aquosal i Ce4+ + 1e + Ce 3 + + 1.15 â) Bêpresênteâ rcâção q!íe ocoíe numa solução aquosaque contênhã essasespéciês auímicâsno êstado-oâdéo. . c) água destilada. pelo circuito externo. b) ácìdo acético. c) os eléÍons íluem. o ãnodo é: ' a) o Zn'. do alumÍniopara o Íero. d) oN H aC l . qu€ é o pólo negatìvo. / N H a C l .276 unidade6 EbrÌoquÍnicá EF19) Em um acumuladoíd€ chumbo.podemosafúmaÍ que: ã) o €lumíniosoÍrc rcdução. o ácido sultúrico pode ser substituídopor: a) ácido cloíídíco. bì of eÍ oéoá n o d o . " d) a soluçãod€ Al3* irá se dìluif.