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Caracterização do Trabalho

Pode falar do trabalho formal e informal; reconhecimento do trabalho entre outros aspectos
relacionado diretamente ao trabalho.
O trabalho ocupa um lugar central na vida do sujeito que o realiza, por ser um meio de
sobrevivência, ou pelo tempo da vida que se ocupa com ele, ou por ser um meio de realização
profissional e pessoal. O trabalho é um dos principais instrumentos utilizados pelo homem,
que através dele mantem um diálogo com seu meio social e com seu tempo. (DRUMOND,
2002)
O trabalho é considerado essencial na vida das pessoas, como grande influenciador de
formação de identidade e a inserção das pessoas no meio social, sendo também um fator de
mudanças da realidade, possibilitando a sobrevivência e a realização do ser humano
(AREIAS; COMANDULE, 2006).
Por isso é necessário uma relação de satisfação com o trabalho, o que possibilita a
promoção de diversas áreas da vida humana. Essa relação depende de suportes afetivos e
sociais recebidos ao longo do trabalho, sendo que o suporte afetivo é caracterizado pelo
relacionamento com pessoas das quais se pode compartilhar seus sentimentos e se sentir
seguro, confortável e ter confiança. O suporte social é caracterizado pelas relações gerais que
se mantém no dia a dia e que ocorre de maneira natural, como vizinhos, colegas de trabalho, e
a depender da relação pode se tornar um suporte afetivo (ABREU et al, 2002).

Formas de adoecimento pelo trabalho
Burnout é um termo do inglês, em que burn tem o significado de queimar e out
significa fora que ao traduzir-se tem-se “queimar por completo”. A Síndrome de de Bournt
está classificada no CID-10. Ela foi descrita em 1974 por um médico americano que tinha a
abordagem psicanalista, Freudenberger. (BARROS, SOBROSA, 2013).
De acordo com Gazzotti e Vasques-Menezes (1999 apud ABREU et al, 2002) a falta
de suporte afetivo e social pode provocar uma fragilidade emocional, trazendo sofrimento
para o trabalhador que não tem com quem compartilhar seus sentimentos, como as
dificuldades, angústias, fazendo com que aumente sua tensão emocional o que pode levar ao
surgimento da síndrome de burnout.
Além dos fatores intrínsecos da personalidade que podem favorecer o aparecimento
da Síndrome de Burnout, como por exemplo, a motivação e a dedicação ao trabalho, também
podem influenciar o aparecimento da Síndrome, aspectos envolvidos com a organização do
trabalho, como por exemplo, o significado atribuído pelo trabalhador acerca da atividade que

2002. al 2002). em que estamos constantemente expostos a correria dia-a-dia e ao estresse. de forma que as coisas não lhe importam mais e qualquer esforço lhe parece inútil. 2015) Os tipos de Bournaut trazidos pelas psicólogas Sobrosa e Barros (2013) são caracterizados. é considerada uma síndrome da desistência. 1999 citado por ABREU et.SCHMITZ. . Finalmente. al 2002). performance e satisfação no trabalho. é consequência de uma tentativa de adaptação própria das pessoas que não dispõem de recursos para lidar com o estresse no trabalho. bem como as condições de trabalho. Burnout é o resultado de um prolongado processo de tentativas de lidar com determinadas condições de estresse (Rabin. Cabe fazer uma distinção entre burnout e estresse ocupacional. pois a pessoa deixa de investir suas energias no trabalho. Essa falta de habilidade para enfrentar o estresse é determinada tanto por fatores pessoais como por variáveis relativas ao trabalho em si e à organização. a síndrome de burnout tem sido negativamente relacionada com saúde. que são coisas distintas. Feldman. & Kaplan. que causa o tédio por não ter oportunidade de crescimento e pela indiferença no âmbito laboral. assim como nas relações afetivas perpassadas por ele. Trata-se de uma síndrome na qual o trabalhador perde o sentido da sua relação com o trabalho. Portanto. entre outros que podem trazer sentimentos de insatisfação para o trabalhador (SOUZA e SILVA. colocando-os sob grande pressão psicológica no intuito de produção. Síndrome de Burnout A Síndrome de Burnout segundo Codo e Vasques-Menezes (1999). Desgastado. qualidade de vida e bem-estar psicológico (Rabin. deixando de se envolver emocionalmente. quando não se tem mais controle sobre o sue sucesso profissional ou por não se sentir valorizado quando esta “dando o máximo de si”. 1999 citado por ABREU et. Frenético. & Kaplan. Burnout é uma forma de adaptação que pode resultar em efeitos negativos tanto para a própria pessoa quanto para seu local de trabalho. a remuneração. As dinâmicas de trabalho atual também adoecem seus funcionários. Muito se fala dessa Síndrome como sendo resultado do modelo de vida atual. como o ambiente. planos de carreira.ele executa. Feldman. que é ocasionado pela exaustão por sacrificar a vida pelo trabalho que adoece. Subdesafiado.

2004). No ambiente de trabalho a produtividade é algo dominante para se chegar ao lucro. sensação de impotência. 1999). 1999). e engloba três componentes: 1 – Exaustão Emocional – Esgotamento em nível afetivo. demonstram falta de motivação para o trabalho. Esse sujeito passa a ter uma posição de frieza com os clientes. E nesse sentido. Através de uma combinação do nível de cada um irá se obter o nível do Burnout de uma pessoa. a instabilidade. Mesmo um nível moderado já deve ser preocupante do ponto de vista epidemiológico. pois o processo já está existente (CODO. SOBROSA. mas não coincide com o mesmo. a política predominante. remédios e álcool. mas do estresse não mediado. 2013). deve existir uma intervenção. . “coisificação da relação”. Já o estresse pode ser visto como seu determinante. diminuição da tolerância a uma possível frustração. a insegurança (BOCK. O burnout tem características parecidas com o estresse ocupacional que é de esgotamento emocional e escassa realização pessoal. proveniente do contato diário com problemas. Explora a ideia de que burnout não resulta só do estresse em si (que pode ser inevitável em profissões assistenciais). sentimento de derrota e queda na produtividade. É notório que quando o sujeito encontra-se neste estado necessitem de maior consumo de cafeína. As faltas no trabalho passam a ser recorrentes. sem possibilidade de solução. como se ele apenas estivesse em contato com objetos (CODO. não se envolvedo com seus problemas e dificuldades. mas os dois se diferem pelo fator despersonalização (ABREU et. vontade de abandonar o trabalho. um período de tempo limitado. tendo suas obrigações. 2 – Falta de envolvimento pessoal no trabalho – Afeta a habilidade para realização do trabalho. Esses componentes devem ser analisados separadamente. paranoias começam a surgir (BARROS. acometendo profissionais em ambientes muito competitivos e globalizados. al 2002). As relações interpessoais são deixadas de lado. O Bournout se refere à "Síndrome da nova economia". devido ao trabalho. Os profissionais atingidos pela síndrome passam a não mais se importar com essas relações. 3 – Despersonalização – Vínculo afetivo substituído por um racional. o mercado financeiro. Segundo Codo (1999) o Burnout é uma síndrome que pode ser entendida como uma categoria multidimensional. ele não contribui para engrandecer o homem. As pessoas que sofrem da Síndrome. O Burnout também se expressa em problemas de relações inter-pessoais no trabalho. impaciência. falta de concentração. do estresse não moderado. Bock (2004) aponta que alguns autores definem o burnout como a parte final das tentativas malsucedidas do sujeito em lidar com o estresse. acaba o aprisionando.

quando o trabalhador tem tendência ao isolamento. Os sintomas aparecem devido ao esgotamento físico e emocional. competitividade. idealismo quanto a profissão. sendo: física. Tem-se também relatos de pensamentos negativos. sentimento de injustiça. incapacidade para se concentrar. irritabilidade. Os fatores laborais que servem de gatilho são: demandas excessivas que ultrapassam a capacidade de realização. isolamento. p. (CODO. cumprimento ir regular do horário de trabalho. comportamental. A alienação diminui a liberdade do sujeito para levar a cabo sua tarefa. mudanças de humor. sendo quando a pessoa exige muito de si mesma para a excelência. sudorese. desconfiança e paranóia. cansaço. respiratórios e cardiovasculares. alterações da memória. da ansiedade e tristeza Cherniss alerta para a diferença entre Burnout e alienação. A síndrome de burnout manifesta-se através de quatro classes sintomatológicas. Sintomas A síndrome é facilmente confundida com a depressão. mas acaba se frustrando quando não atendida. aumento das relações conflitivas com os colegas. pressão alta. sentimento de onipotência. quando o trabalhador apresenta fadiga constante. palpitação. Em mulheres. distúrbio do sono. necessidade exagerada de controlar as situações e dificuldade para tolerar frustração. dores musculares. com irritabilidade ocasional ou instantânea. é comum alterações no ciclo menstrual. deposita-se uma grande expectativa. psíquica observada pela falta de atenção. delegar tarefas e trabalhar em grupo. longas pausas para o descanso. conflitos com colegas e isolamento. Causas da Síndrome Dentre as causas estão o perfeccionismo. falta de apetite e dores musculares. e defensiva. insônia. ansiedade e frustração. impaciência. a situação se inverte um pouco. 1999.241) Os sintomas físicos são: dores de cabeça. empobrecimento da qualidade do trabalho . por isso é importante um diagnóstico detalhado. impossibilidade de promoção. sendo refletido através de comportamentos como: agressividade. no caso de Burnout. identificada quando o indivíduo apresenta-se negligente no trabalho. enxaqueca. dificuldade de concentração. baixa autoestima. crises de asma e distúrbios gastrointestinais. baixo nível de autonomia e de participação nas decisões. etc. . além é claro. falta de apoio das chefias. o sujeito tem liberdade para agir mas sobre uma tarefa impossível de realizar.

formação e capacitação dentro da sua profissão. População Alvo Em geral. Alonso (2014) aponta outras estratégias individuais como: gestão de tempo. mas cabe ao profissional que o diagnosticou observar se os episódios acontecem no ambiente profissional. se estas estão interferindo na sua qualidade de vida prejudicando ou não sua saúde física e mental. conforme aponta Alonso (2014). É importante que o individuo avalie as condições de trabalho que está inserido. alimentando esse o lado criativo a partir de inovações. policiais. Tratamento O tratamento inclui terapia e medicamentos. praticar exercícios e manter uma vida social ativa. ou ajuda para que não se intensifique e ajude na recuperação. saúde. a síndrome atinge profissionais que tem seu trabalho pautado no contato com pessoas e influenciam suas vidas. isso inclui cuidar da saúde. Ex: áreas de educação. com atividades físicas regulares e exercícios de relaxamento como rotina. como antidepressivos. recursos humanos. Prevenção A qualidade de vida é uma das armas para prevenir a Síndrome de Burnout. pelo nível de intensidade que está em sofrimento. pois a síndrome diz de um esgotamento. bombeiros. autores apontam que o apoio oferecido pela chefia e outros colegas podem ajudar no não aparecimento da síndrome. A criatividade é vista como um poderoso antídoto para a síndrome. Com isso estabelecer limites para não se sobrecarregar demais com o trabalho e buscar sempre fazer uma pausa diária para si mesmo. advogados e jornalistas. assistência social. Além disso. passatempos. estabelecer objetivos e parâmetros. para auxiliar nas mudanças de humor. um nível de sobrecarga grande vivida pelo profissional. os fatores que influenciou. No entanto. Para além disso. qualquer profissão pode estar sujeita a isso. dormir e alimentar-se bem. Alguns casos podem exigir um afastamento temporário do trabalhador. . Faz-se necessária uma mudança no estilo de vida. pois os contextos variam e tentar modificar a partir das possibilidades existentes no ambiente de trabalho.

mudanças no estilo de vida previnem uma série de doenças físicas e psicológicas. que precisam ficar atentos ao modo de adoecimento que os mesmos produzem. Também é de grande interesse que os modos de trabalho sejam repensados. As organizações de trabalho são de grande importância para se pensar o problema. assim como também as condutas das organizações.escolhendo fazer atividades diferentes das que realiza no trabalho é uma forma de exercer melhor esse lado e criar condições melhores para evitar o estresse. um trabalho conjunto com seu meio de trabalho. (ALONSO. podemos entender que a prevenção a Síndrome de Burnout pode ser sim prevenida ou mesmo minimizada ao máximo. Essas estratégias devem ser pensadas a partir de melhoras do clima organizacional. por diversas vezes. como aquele que deve ser responsável unicamente pela prevenção e cuidado de si próprio. reconhecendo as necessidades dos trabalhadores e investir no aperfeiçoamento profissional dos mesmos. mas também pensemos que este adoecimento vem do seu meio de trabalho. As condições de trabalho que a organização deve proporcionar para os seus trabalhadores devem ser atrativas e gratificante. já que o mesmo está no contexto laboral. 2014) Aliado a mudanças do modo de vida do sujeito e também. é indispensável que a qualidade de vida seja um setor de grande importância e pró-atividade destes meios. Exatamente para que não depositemos a culpa deste adoecimento no próprio funcionário/trabalhador. Para este pensar. instituições ou corpos públicos. . Outro aspecto importante que as organizações devem adotar é de dar suporte social aos trabalhadores e proporcionar com que eles participem nas decisões da empresa. adotadas dentro do próprio ambiente de trabalho. Recomendações Deve-se praticar exercícios físicos regularmente. com programas de prevenção. com modo de operar que exprima a exaustão extrema do mesmo. As estratégias individuais apontadas acima devem ser conciliada com as estratégias grupais. Sendo contribuída pela organização afim de proporcionar melhores condições de trabalho para seus trabalhadores e também pelo próprio individuo que poderá buscar seus direitos e compreender a relevância da situação se conscientizando do problema e estabelecendo medidas para se prevenir.

e as contingências que controlam os comportamentos desejados para o ambiente organizacional. como o salário. Na realização de um trabalho individual. é possível trabalhar ações visando a melhoria da comunicação e do trabalho em equipe. Sendo assim. podem compreender.al (2010) intervenções tanto focadas no indivíduo como na organização. Proponha novas formas de realizar suas atividades. as intervenções cabíveis à Psicologia. Como a psicologia pode contribuir com isso? Sabe-se que nem sempre a atividade laboral é tida pelos trabalhadores como fonte de prazer e/ou realização pessoal. os planos de carreiras. As condições de trabalho devem favorecer um bem estar. pode-se favorecer uma melhor adaptação do homem ao seu contexto de trabalho. Evite o uso de drogas na esperança de diminuir a ansiedade ou depressão. complementar a isso Schimitz (2015) diz que a atuação do psicólogo tem por objetivo melhorar a relação homem-trabalho. ao organizar o ambiente de trabalho e manejar o comportamento dos trabalhadores. No âmbito da relação entre o indivíduo e a organização. até os demais aspectos envolvidos com o contexto de trabalho do sujeito. estresse e sensação de ser improdutivo. visto que. as hierarquias. ser um ambiente que provoca sentimentos negativos para o sujeito. não prejudicar sua saúde física. além da avaliação sobre o ambiente laboral. produzindo . prejudicando sua saúde mental. pode-se basear em habilidades comportamentais e cognitivas de coping. educação em saúde. promover melhorias nas condições físico-ambientais bem como propor intervenções combinadas que associem dois ou mais tipos de intervenções. Neste sentido. Dessa forma. sendo capaz inclusive de gerar adoecimentos para os trabalhadores. como insatisfação. o psicólogo em meio a essa problemática deve considerar o repertório comportamental do trabalhador. como a Síndrome de Burnout (SCHMITZ. 2015). Avalie sempre suas condições de trabalho e veja se estão interferindo em sua vida social. então avalia-se desde o processo de seleção do trabalhador para determinada função e estruturas físicas do ambiente. meditação e também atividades físicas. No que diz respeito à contribuição do campo da psicologia. você pode se sobressair e ainda contribuir para a saúde dos demais. de acordo com Moreno et. podendo na contramão disso. é possível abordar que as estratégias de enfrentamento da Síndrome de Burnout podem variar de acordo com o objetivo desejado. outras maneiras podem te auxiliar sem causar danos a sua saúde.

2015). a mudança deve ser pensada pelos psicólogos a partir da realidade de cada organização e dos trabalhadores envolvidos. levantando os pontos a serem mantidos ou modificados. seguindo a cada intervenção com uma avaliação de seus efeitos (SCHMITZ. é válido ressaltar que a Psicologia considera que as propostas de enfrentamento da Síndrome de Burnout devem ser elaboradas de acordo com a necessidade de cada indivíduo acometido pela síndrome. visando a melhora da resposta do indivíduo em relação ao ambiente de trabalho. assim como devem ser pensados ajustes ambientais para redução de eventos adversos.sentimentos de satisfação pessoal ao mesmo passo que colabora com a organização (SCHMITZ. Ainda de acordo com Moreno et al (2010). contando com a participação ativa dos trabalhadores que contribuíram com os relatos de suas experiências acerca da dinâmica da instituição. 2015). Portanto. .

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