Analista de Negócio 2.

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Analista de Negócio
Melhores Práticas, Ferramentas e Técnicas de Análise de Negócio
AN V 43 | Rildo F Santos | 2009 e 2010 © Direitos Reservados | rildo.santos@etecnologia.com.br |

Rildo F Santos
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Introdução:

Analista de Negócio 2.0

Saber somente tecnologia já não é o bastante, é necessário conhecer também os processos e as funções de negócio. A cada dia o negócio se torna mais complexo, por conta de consolidação, por conta de redução de custo, por conta da competição e por conta de regulamentação. E você está preparado ? Para encontrar as soluções de negócio para sua organização ? Esta apresentação versa sobre o Analista de Negócio, que é um papel tem como objetivo conhecer a empresa, visão, missão e a operação, para encontrar, recomendar, validar soluções que resolvam de forma efetiva os problemas do negócio.
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Objetivo:

Analista de Negócio 2.0

Analista de Negócio

O objetivo deste treinamento é apresentar, discutir e prover informações sobre a necessidade do Analista de Negócio nas empresas, técnicas e competências (conhecimentos e habilidades) necessárias para desempenhar o papel de Analista de Negócio. O Guia BABok®, é apresentado de forma simples, clara e objetiva, como uma referência para as práticas de Análise de Negócio, entretanto, não temos como finalidade esgotar todo o assunto do Guia. Também serão demonstradas técnicas tais como: Modelagem de Processo, Análise de Regra de Negócio e outras técnicas de gestão.
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Conteúdo:

Analista de Negócio 2.0

Analista de Negócio
- Por que as empresa necessitam do Analista de Negócio - BABok® 2.0 – Guia de referência para as práticas de Análise de Negócios - BABok® 2.0 - Áreas de conhecimento - Competências do Analista de Negócio (Conhecimentos e Habilidades) - Visão Estratégica - Regras de Negócio - Modelagem de Processo de Negócio - Transformação: Requisitos de Negócio em Requisitos de Software - Extra: Técnicas de Gestão - Respostas dos exercícios - Referências
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Por que as empresas precisam do Analista de Negócio ?
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Falta de integração entre as Unidades de Negócio
Os departamentos trabalham isolados, como se fossem empresas independentes, são os silos.

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Falhas de Comunicação

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Demanda: Falta de capacidade para atender as demandas de negócio Como promover a alinhamento entre o Negócio e a TI ?

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Fazer o alinhamento entre as NECESSIDADES do Negócio e a CAPACIDADE de TI é um eterno desafio

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Por que as empresas precisam do Analista de Negócio ?
Integração – Necessidade de integração entre as unidade de negócio, por exemplo: Unidades de negócio e TI, Marketing e Vendas...

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Comunicação - Dificuldade de comunicação entre as unidades de negócio: -Stakeholders – dificuldade em externar suas necessidades ; - Desenvolvedores (técnicos) - não sabem ou não querem elicitar requisitos -Demanda – Incapacidade de atender as demandas de negócio

Para enfrentar estes desafios: Nasce um ―novo‖ profissional que tem Conhecimento do Negócio e Competências suficientes para atuar como ―Analista de Negócio”.

BABok®, Um Guia de Referência
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Perfil do Analista de Negócio:
Segundo Howard (autor do Livro UML for IT Business Analyst) existem dois perfis de Analista de Negócio: The IT and Non-IT BA There are two types of Business Analysts. Just to clear up any possible confusion: - A Business Analyst (BA) is someone who works within the context of the business. This person is involved in process improvement, cost-cutting, and so on. - An Information Technology Business Analyst (IT BA) works within the context of IT projects—projects to buy, purchase, or modify some software.

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Segundo um relatório da Forrester Research aponta uma descrição e menos precisa, o papel de Analista de Negócio pode variar de acordo com a empresa. Uma coisa é clara: a maioria dos analistas de negócio bem-sucedidos mescla o temperamento e a habilidade de comunicação de um diplomata com o talento analítico de um oficial do serviço secreto. Por isso que bons analistas de negócio, valem ouro.
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Comparação:
Analista Funcional vs Analista de Negócio vs Analista Requisitos (Software) :
Para Analisar um negócio o Analista de Negócio deve compreender: • Como a empresa trabalha; • Qual é a razão de sua existência; • Seus objetivos e metas; • Como ela busca esses objetivos; • O que ela precisa mudar para melhor atender esses objetivos; • Para ajudar a definir uma solução para um problema/necessidade de negócio.

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O Analista Funcional tem conhecimento da perspectiva funcional (módulo) de um ERP (SAP R/3, por exemplo), de uma Aplicação de CRM (Siebel, por exemplo) e etc. Neste exemplo o Analista Funcional é especialista nos módulos FI/CO ou especialista em Siebel/CRM.

Análise de Requisitos de Software. Analista de Requisitos de Software deve identificar todos os requisitos necessários para desenvolvimento de produto (software). Obtém um visão dos requisitos de negócio limitada ao escopo do produto ou serviço

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BABok® 2.0, O Guia de Referência
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O que é o IIBA ?
IIBA (International Institute of Business Analysis)
O IIBA é uma associação sem fins lucrativos que tem como objetivo facilitar o trabalho de profissionais que atuam na área de análise de negócio. A análise do negócio possibilita entender a estrutura, as políticas e operações de uma organização e recomendar soluções para que uma organização atinja seus objetivos. O analista de negócio age como elo entre os integrantes de uma organização para obter, analisar, comunicar e validar necessidades de alterações em processos, políticas ou sistemas de informação. Ele entende os problemas e as oportunidades e recomenda soluções. Seja qual for a sua responsabilidade – levantamento de requerimentos, análise de sistemas, análise de negócio, gerenciamento de projeto, melhoria de processos – o IIBA tem como objetivo facilitar o seu trabalho.
Sobre IIBA O IIBA foi fundado em Toronto em 2003, tem aproximadamente 6000 membros e 90 capítulos em diversas cidades do mundo.

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http://www.theiiba.org/
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http://www.iiba.org.br/capitulo.php 13

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O que é o BABok® ? O BABok® (Business Analysis Body of Knowledge), é um guia publicado e mantido pelo IIBA, reconhecido como padrão para as práticas de Análise de Negócio. O guia BABok® descreve as áreas de conhecimentos da Análise de Negócios, suas respectivas atividades, tarefas e habilidades necessárias para ser eficaz na sua execução. O guia está relacionado/alinhado com as praticas descritas no PMBok®, SWEBOK® , CMMI®, TOGAF (Arquitetura Corporativa), ITIL, COBIT, BPM, SCRUM (Método Ágil) e etc.

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*Tradução livre

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O que é Análise de Negócio (segundo o Guia BABok) ?
―Análise de Negócio é o conjunto de tarefas e técnicas utilizadas para o trabalho, como um elo de ligação entre todas as partes interessadas (stakeholders), a fim de compreender a estrutura, as políticas e operações de uma empresa, para recomendar soluções que permitam a empresa alcançar seus objetivos‖. Análise de Negócio envolve entendimento de como as organizações realizam os seus propósitos e como definem as capacidades que uma empresa requer para fornecer produtos e serviços para seus os clientes (ou stakeholders externos). Inclui a definição de metas, o modo como esses objetivos conectam com objetivos mais específicos, a determinação dos planos de ação que uma organização tem de comprometer-se para atingir esses objetivos e metas, estabelece uma forma como as diferentes unidades de negócio e as partes interessadas internas e externas (stakeholders internos e externos), se interagem. Análise de Negócio pode ser feita para entender o cenário atual de uma empresa ou servir como base para identificação das necessidades de negócio. Em muitas casos, porém, Análise de Negócio, é feita para definir e validar as soluções que satisfaçam as necessidades de negócio, metas ou objetivos.

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*Tradução livre

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O que é Análise de Negócio (segundo o Guia BABok) ?
Análise de Negócio deve avaliar e sintetizar as informações que são fornecidas por todas as pessoas que interagem com o negócio, tais como clientes, pessoal de apoio, fornecedores, pessoal de TI, executivos e etc.

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O Analista de Negócio é responsável por obter as reais necessidades das partes interessadas, não apenas os seus desejos expressos. Em muitos casos, o Analista de Negócio atuará como facilitador da comunicação entre as unidades de negócio. Um exemplo de atuação do Analista de Negócio como facilitar, é no alinhamento das necessidades das unidades de negócio com os serviços entregues pela TI (Tecnologia da Informação).

*Tradução livre

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Quem é o Analista de Negócio (segundo o Guia BABok) ?
Um Analista Negócio é qualquer pessoa que exerça atividades de Análise de Negócio, não importando qual seja seu cargo, função ou papel.

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O objetivo primário do Guia BABOK ® é definir a profissão de Analista de Negócio

A Análise de Negócio profissional não incluem apenas as pessoas com o cargo Analista de Negócio, ela também pode incluir outros profissionais, tais como: Analista de Sistemas, Analista de Requisitos, Engenheiro de Sistemas Corporativo, Analista de Processo, Analista de Produto, Gerente de Produto, Product Owner (SCRUM), Arquiteto de Solução Corporativa, Consultores de Gestão ou qualquer outra pessoa que execute as tarefas descritas no Guia BABok® , incluindo aqueles que exercem também disciplinas relacionadas, tais como Gerenciamento de Projeto, Desenvolvimento de Software, Garantia de Qualidade e etc.

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*Tradução livre

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As Áreas de Conhecimento do BABok®
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BABok®, Áreas de Conhecimento*:
Corpo de Conhecimento de Análise de Negócios
Planejamento e Monitoramento de Análise de Negócio

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Análise Corporativa Elicitação

Avaliação e Validação da Solução

Gerenciamento e Comunicação de Requisitos

Análise de Requisitos

Competências Fundamentais

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BABok®, Áreas de Conhecimento:
Planejamento e Monitoramento da Análise de Negócio É a área que abrange conhecimento de como o Analista Negócio determinar que atividades que são necessárias, para concluir um esforço de Análise de Negócio. Ela abrange identificação das partes interessadas (stakeholders), a seleção de técnicas de Análise de Negócio, o processo que será usada para gerenciar requisitos e para avaliar o progresso do trabalhos. As tarefas nesta área conhecimento governam o desempenho de todas as outras tarefas de Análise de Negócio. Análise Corporativa Descreve como Analista de Negócio identifica as necessidades de negócio, refina , esclarece a definição da necessidade e determina o escopo da solução que será implementada. Esta área de conhecimento especifica a definição do problema, análise, desenvolvimento do caso de negócio, estudo viabilidade e definição do escopo da solução.

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Elicitação
Descreve como o Analista de Negócio trabalha com as partes interessadas (stakeholders) para identificar e compreender as suas necessidades, preocupações e compreender o ambiente que eles trabalham. O objetivo da Elicitação é garantir que as necessidades reais dos stakeholders sejam completamente compreendidas.

Gerenciamento e Comunicação dos Requisitos
Descreve a forma como o Analista de Negócio devem gerenciar os conflitos, problemas e mudanças. Com objetivo de assegurar que as partes interessadas e a equipe (do projeto) permanecem em um comum acordo sobre a escopo da solução e como os requisitos são comunicados aos stakeholders, bem como conhecimentos adquiridos pelo Analista de Negócio é mantido para uso futuro.
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BABok®, Áreas de Conhecimento:
Análise de Requisitos Descreve como o Analista de Negócio deve priorizar e elaborar solução de forma incremental para os requisitos, de modo a permitir que a equipe (do projeto) implemente uma solução que atenda as necessidades da organização patrocinadora e das partes interessadas. Isto envolve analisar as necessidades dos stakeholders para definir as soluções que satisfaçam essas necessidades, avaliar o estado atual da empresa para identificar e recomendar melhorias, bem como a verificação e validação dos requisitos resultantes. Avaliação e Validação da Solução Descreve como Analista de Negócio deve avaliar as propostas de soluções para determinar qual a solução melhor atende as necessidades, identificar as lacunas , soluções insuficiências e determinar soluções ou alterações necessárias. Ela também detalha como os Analista de Negócio avalia e distribui as soluções para ver quão bem eles se atendem as necessidades e para que a organização patrocinadora avalie o desempenho e a eficácia da solução. Competências Fundamentais Descreve como o comportamento, conhecimento e outras características que dão suporte ao desempenho efetivo da Análise de Negócio.

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BABok®, Técnicas:

Técnicas
- 34 técnicas de elicitação e análise

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- Todas as técnicas descritas são utilizadas por analistas de negócios
- Cobrem a maioria das situações que um analista de negócios encontrará em seu dia-a-dia.

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Um Framework para Análise de Negócio (BABok®):
O BABok 2.0® pode ser utilizado como um framework descrevendo tarefas que devem ser feitas:

Área de Conhecimento Entrada Saída

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Documentos/artefatos
Tarefas

Documentos/artefatos

Técnicas
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Áreas de Conhecimento do BABok®:
Planejamento e Monitoramento da Análise de Negócio

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Técnica: Modelagem de Processo pode ser utilizada para modelar, definir e documentar a abordagem de Análise de Negócio.

Detalhes Objetivo: Identificar tarefas e partes interessadas. Responde: O que eu preciso fazer? Valor: Compreender quem precisa ser envolvido e o que precisa ser feito; monitorar progresso; coordenar ações de Análise de Negócios com as demais ações do projeto.
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Áreas de Conhecimento do BABok®:
Elicitação

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Técnicas: Brainstorming, Análise de Documento, Entrevistas, Observação de Campo, Protótipo, Workshop de Requisitos e Questionários

Detalhes Objetivo: Elicitar requisitos de partes interessadas (stakeholders). Responde: Do que as partes interessadas (stakeholders) precisam? Valor: Descreve as várias técnicas utilizadas para elicitar requisitos.

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Áreas de Conhecimento do BABok®:
Gerenciamento e Comunicação dos Requisitos

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Técnicas: Análise de Problema (Trace), Matriz de Rastreabilidade, Workshop de Requisitos e Baseline.

Detalhes Objetivo: Comunicar resultados; identificar e gerenciar mudanças. Responde: Todo mundo entende e concorda? Valor: Gerar um entendimento comum entre as partes interessadas; formalizar o que foi acordado;

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Áreas de Conhecimento do BABok®:
Analise Corporativa

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Técnicas: Benchmarking, Brainstorming, Análise de Regra de Negócio, Grupo de Foco, Decomposição Funcional e Análise de Causa Raiz.

Detalhes Objetivo: Entender o contexto Responde: Porque estamos fazendo isso ? Valor: Fornece um contexto e/ou uma base que permita avaliar todos os desafios e questões futuras

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Áreas de Conhecimento do BABok®:
Análise de Requisitos

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Técnicas: Análise de Decisão, Análise de Risco, Análise MoSCoW, Análise de Regra de Negócio, Decomposição Funcional, Modelagem de Processo, Casos de Uso e Estória do Usuário (User Stories)

Detalhes Objetivo: Analisar os dados. Responde: O que a solução deve ser capaz de fazer? Valor: Transforma a necessidade do negócio em capacidades claramente descritas.

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Áreas de Conhecimento do BABok®:
Avaliação e Validação da Solução

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Técnicas: Análise de Decisão, Análise de Regra de Negócio, Decomposição Funcional, Modelagem de Processo, e Casos de Uso.

Detalhes Objetivo: Assegurar que a melhor solução será escolhida. Responde: A solução faz o que deveria fazer ? Valor: Avaliar e escolher entre as alternativas; avaliar opções.

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Sobre a certificação CBAP® (Certified Business Analysis Professional):
Critérios mínimos para certificação: Ter 7.500 horas (equivalente a 5 anos) de trabalho em atividades de análise de negócios nos últimos 10 anos. Demonstrar experiência e conhecimento em pelo menos 4 das 6 áreas de conhecimento definidas no BABOK® Segundo grau completo 21 horas de cursos relacionados à análise de negócios nos últimos 4 anos 2 cartas de referência de chefes, clientes (internos ou externos) ou CBAP®. Sobre o exame: • Exame composto por 150 questões de múltipla escola • Duração do exame de certificação: 3 horas • Principal material para estudo o Guia BABOK® • Valor do voucher do exame de certificação: U$ 450,00

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Local do Exame: Podem ser feitos nos capítulos locais do IIBA: São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro e Brasilia.

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BABok 2.0® na web:
O BABok 2.0 é guia de práticas para Análise de Negócio.

Por que conhecer o BABok 2.0 é importante:
1 - Para conhecer as práticas de análise de negócio, o framework e as técnicas;

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2 - É leitura recomendada para pessoas que desempenham qualquer papel de negócio e/ou os Analistas de Negócio;
3 - Também é uma leitura obrigatória para a Certificação Profissional de Analista de Negócio (CBAP). Veja o Guia BABok 2.0 no Google Books: http://bit.ly/akAjoU

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Para que as empresas precisam do Analista de Negócio ? Analista de Negócio 2.0

Analista de Negócio 2.0

Para facilitar a comunicação entre as Unidades de Negócio ou Departamentos

Para melhorar o entendimento das necessidades dos stakeholders

Alerta: Complexo de Super Homem

Para buscar boas soluções para os problemas do negócio
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Atuar como elo de ligação entre o negócio e a TI
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Exercício 1:
Descrever Área de Conhecimento: Análise de Requisitos (inclusive escreva pelo menos três técnicas, qual é o valor desta área e o quê ela responde)

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Competências (conhecimentos e habilidades) do Analista de Negócio
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Quais são as competências de um Analista de Negócio ?

Analista de Negócio
Conhecimentos Habilidades
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Competências do Analista de Negócio (segundo o Guia BABok®):
Capacidade Analítica e Solução de Problemas Características Comportamentais Conhecimento do negócio Habilidades de comunicação Habilidades de relacionamento Software e Aplicação

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Pensamento Criativo Tomada de decisão Aprendizagem Solucionar problemas

Ética

Princípios e Práticas de Negócio
Conhecimento do segmento de mercado Conhecimento da Organização

Comunicação oral

Facilitação e negociação

Aplicativos Genéricos

Organização pessoal

Saber ensinar

Liderança

Aplicativos especialista

Pensamento Sistêmico

Confiabilidade

Conhecimento da Solução

Comunicação escrita

Trabalhar em equipe

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Conhecimento do Negócio: Visões do Analista de Negócio
Conhecimento do negócio

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Princípios e Práticas de Negócio Conhecimento do segmento de mercado Conhecimento da Organização Conhecimento da Solução

Para conhecer o negócio o Analista de Negócio precisa ter: - Visão de Negócio (Estratégia) - Visão de Processos (Operação) - Visão Pragmática de Tecnologia
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Visão de Negócio: Visão Holística do Negócio

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Concorrência

Sociedade

Visão interna Visão Externa

Clientes

Governo

Empresa

Fornecedores

Força de trabalho

Para conhecer a negócio, é preciso ter uma Visão Holística do Negócio
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Visão de Processos: Processos da Cadeia de Valor:
Fornecedores

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Cliente

Infra-estrutura empresarial Gerenciamento de Recursos Humanos Desenvolvimento de Tecnologia Compras / Aquisição de insumos

Cadeia de Valor (processos de Negócio)

Conhecer todos os processo da cadeia de valor
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Visão Pragmática da Tecnologia (da informação):
Deve conhecer banco de dados Não deve saber como escrever queries SQL entender pilha de protocolos TCP/IP

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entender que a conectividade de rede é fundamental para interligar as unidades de de negócio conhecer Internet e seus recursos e oportunidades

conhecer tags HTML, XML ou CSS, e muito menos ―escrever‖ um Web Services

ter visão executiva dos processos da Gestão de Serviços de TI
saber da importância da Segurança da da Informação saber como usar as informações de forma inteligente para identificar oportunidades, fazer análise de tendências... conhecer quais são os benefícios para negócio com implementação de um ERP saber quais são value drivers do SOA para o negócio
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ter visão operacional dos processo da ITIL

saber como configurar um firewall...

conhecer qual é a melhor ferramenta de ETL...

conhecer a linguagem ABAP, J2EE ou Netweaver... saber como implementar um serviço
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Principais Competências (Conhecimentos e Habilidades):
Saber ser Líder Conhecer o negócio

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Liderança Comunicação

Negócio
Capacidade para resolver problemas

Saber se comunicar com facilidade
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Saber solucionar problemas
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Como Atua o Analista de Negócio:
Aumento de Demanda Novos Produtos/ Serviços Mudanças (regras de negócio)

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Metodologia
(métodos e técnicas)

Técnicas Modelagem de Regra de Negócio

Modelagem de Processo de Negócio

Projeto

Estratégia
Necessidades

Demanda

Analista de Negócio

Equipe de Projeto

Oportunidades

Stakeholders

Solução: Produto ou Serviço
Traduzir as necessidades (requisitos) do negócio Ajudar a definir o escopo do projeto Ser o moderador da comunicação entre o negócio e a TI Ser mentor para equipe do projeto Representar os "stakeholders‖

Desejos

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Exercício 2:
Quais são as principais habilidades do Analista de Negócio ?

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Analista de Negócio 2.0

Visão da Estratégia
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A estratégia: Negócio
Estratégia é executada através de processos de negócio e projetos Ciclo PDCA de Melhoria Contínua

Processos & Cadeia de Valor

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Infra-estrutura empresarial Gerenciamento de Recursos Humanos

Ciclo PDCA

negócio
Para alcançar resultado (valor) o negócio requer uma estratégia

Desenvolvimento de Tecnologia Compras / Aquisição de insumos

Monitoramento dos resultados Portfólio de Projetos

Metas e Indicadores

Estratégia
Projetos

A estratégia define a visão, a missão, valores, metas e os objetivos BSC é uma ferramenta de Planejamento Estratégico Processos de Negócio e Portfólio de Projetos PDCA ajuda a implementar o ciclo de melhoria contínua

A estratégia é considerada a arte de gerar valor e os processos são responsáveis pela execução da estratégia.
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Visão da Estratégia:
Posicionamento:

Analista de Negócio 2.0

O cliente, cada vez mais, possui mais opções, meios e facilidades para comprar. As empresas, em busca de sobrevivência, devem estabelecer um posição bem clara para se diferenciar das demais (concorrência). Exemplos de Posicionamento: - Posicionamento por Preço Baixo: Vender por um preço muito baixo; Para sobreviver é necessário ter volume; - Posicionamento por Conveniência: Proporcionar conveniência/comodidade para o cliente. Serviço leva e traz de oficinas de automóvel; - Posicionamento por Qualidade do Produto/Serviço: Oferecer produto/serviço com qualidade superior. Exemplo um produto tenha durabilidade; - Posicionamento por Branding (marca): Fazer que a marca represente algo para cliente (um coisa boa: uma emoção ou estilo de vida) - Posicionamento por Serviço de Valor Agregado: Oferecer serviço a mais, além do que os concorrentes estão dispostos a fazer; - Posicionamento por Experiência do Cliente: Exceder a expectativa do cliente (encantar o cliente).
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Visão da Estratégia:
Stakeholders:

Analista de Negócio 2.0

O termo Stakeholder foi utilizado pela primeira vez por R. Edward Freeman no livro: ―Strategic Management: A Stakeholder Approach‖, (Pitman, 1984), para referir-se àqueles que possam afetar ou são afetados pelas atividades de uma empresa. Estes grupos ou indivíduos são o público interessado (stakeholders), que segundo Freeman deve ser considerado como um elemento essencial no planejamento estratégico do negócio. Stakeholders de uma empresa:
- Acionistas - Proprietário (dono), Sócios - Investidores - Empregados - Clientes - Fornecedores - Sindicatos - Associações empresariais, industriais ou profissionais - Comunidades (onde a empresa tem operações: Associações de vizinhos) - Governo (municipal, estadual e federal) - Agência Reguladoras - ONGs - Etc.
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Exemplo: “Stakeholders”

Stakeholders pode ser pessoas ou entidades que influenciam a construção do software. Os usuários são stakeholders porque definem os requisitos e Gerentes, Diretores, Patrocinadores são stakeholders porque influenciam através de tomada de decisão.

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Visão da Estratégia:
BSC
www.bscol.com

BSC
Surgimento: Desenvolvido por Robert Kaplan e David Norton de Havard, o balanced scorecard é um método pratico e inovador de gestão do desempenho das empresas e organizações.

Analista de Negócio 2.0

Harvard Business Review, 1992 ―The Balanced Scorecard Measures that Drive Performance‖.

O objetivo da sua implementação é permitir uma gestão eficaz do desempenho organizacional, baseando-se na visão estratégica da empresa e traduzindo-a em indicadores de desempenho. É uma abordagem estratégica de longo prazo, sustentada por sistema de gestão, comunicação e medição do desempenho, cuja implementação permite criar um visão compartilhada dos objetivos em todos os níveis da organização

O Balanced Scorecard, segundo Kaplan e Norton:

O Balanced Scorecard é uma ferramenta (ou metodologia) que ―traduz a missão e a visão das empresas em um conjunto abrangente de medidas de desempenho que serve de base para um sistema de medição e gestão estratégica‖.

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Visão da Estratégia:
BSC

As Perspectivas de Valor:

Analista de Negócio 2.0

Para alcançarmos nossa visão, que resultados devemos gerar para nossos acionistas e demais stakeholders ?

Financeira

Para alcançarmos nossa visão, que valor percebido devemos gerar para os clientes ?

Processos Internos
Para satisfazermos nossos acionistas e clientes, em que processo de negócio deveremos alcançar e excelência operacional ?

Estratégia (Visão e Missão)

Clientes

Aprendizagem e crescimento

Para alcançarmos nossa visão, que novos conhecimentos, competências e talentos deveremos desenvolver ?

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Visão da Estratégia:
BSC

Exemplo de Mapa Estratégico do BSC:

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Perspectiva Financeira

Retorno Total do Negócio

Valor de Mercado da Empresa

Valor para o Acionista
Valor da Retenção

Perspectiva do Cliente Perspectiva dos Processos Internos Perspectiva de Aprendizagem e Crescimento

Valor percebido pelo cliente

Valor do cliente Valor da Marca

Inovação Valor dos Processos

Gestão de cliente
Valor do Colaborador Comportamento Empreendedor Reter Talentos

Produção e Operações Aprendizagem e Gestão do Conhecimento

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Visão da Estratégia:
BSC

Exemplo: Visão, Missão e Valores

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Visão: SER LÍDER NAS ÁREAS DE CONHECIMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO DO NEGÓCIO DAS EMPRESAS PT
Missão: PROMOVER O PROCESSO DE INOVAÇÃO AO NÍVEL DOS SERVIÇOS, TECNOLOGIAS E OPERAÇÕES Valores: - Criatividade e Inovação - Saber e Fazer - Espírito de Equipe - Dedicação - Orientação para o Cliente

Fonte: http://www.ptinovacao.pt/empresa/v_missao.htm AN V 43 | Rildo F Santos | 2009 e 2010 © Direitos Reservados | rildo.santos@etecnologia.com.br |

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Visão da Estratégia:
BSC Os objetivos Estratégicos derivam dos Temas Estratégicos:

Analista de Negócio 2.0

Perspectivas:

Objetivos Estratégicos:

Financeira
Temas Estratégicos:

- Retorno sobre o patrimônio liquido - Aumento do valor de mercado - Valor econômico agregado - Retorno sobre os investimentos
- Valor percebido pelo cliente - Fidelidade dos clientes - Lucro gerado pelo ciclo de vida do cliente - Tempo de resposta aos requisitos do clientes - Introdução de novos produtos - Inovação de produtos e processos - Identificação de novos clientes - Qualidade dos serviços de pós-venda - Velocidade de introdução de competências - Motivação e alinhamento dos empregados - Produtividade dos talentos - Gestão do conhecimento

- Contribuir para os lucros do cliente - Produção flexível - Ser a melhor alternativa de investimento para os acionistas

Clientes

Processos

- Inovar o modelo de negócio
- Ser a melhor alternativa para autorealização de talentos

Aprendizagem e Crescimento

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Visão da Estratégia:
Construindo o BSC:
Se a estratégia é considerada a arte de criar valor, o maior desafio da alta gestão e da equipe do projeto do BSC é identificar os processos de negócio críticos que mais contribuem para execução da estratégia.
Os principais Processos de Negócio na Perspectiva do BSC: Se o valor percebido pelo clientes, o aumento do valor de mercado da empresa e a geração de riqueza para os acionistas são criados meio dos processos internos, então, antes de sua identificação, é obrigatório examinar a cadeia de valor1 do negócio.
Visão e Estratégia

Analista de Negócio 2.0

Proposição de Valor para os clientes

Ao descrever os processos sem considerar a cadeia de valor do negócio, corre-se o risco de definir os objetivos dessa perspectiva desassociada da estratégia competitiva. É pela análise da cadeia de valor da empresa que descobrimos os processos críticos do negócio.

Principais Processos de Negócio
Inovação Produção Gestão de Clientes

Os Processos da Cadeia de Valor

1 - A cadeia de valor foi desenvolvida pelo Michael Porter, em seu livro Vantagem Competitiva AN V 43 | Rildo F Santos | 2009 e 2010 © Direitos Reservados | rildo.santos@etecnologia.com.br |

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Visão da Estratégia:
Cadeia de Valor (Michael Porter): A cadeia de valor define uma série de atividades relacionadas e desenvolvidas pela empresa a fim de satisfazer as necessidades dos clientes, desde as relações com os fornecedores, ciclos de produção e venda até a fase da distribuição para o consumidor final.

Analista de Negócio 2.0

Processos de Suporte

Infra-estrutura empresarial Gerenciamento de Recursos Humanos
Desenvolvimento de Tecnologia Compras / Aquisição de insumos

Processos de Negócio

Agregar valor nessa cadeia de forma mais significativa que os concorrentes torna a empresa mais competitiva
1 - A cadeia de valor foi desenvolvida pelo Michael Porter, em seu livro Vantagem Competitiva
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Visão da Estratégia:
BSC

Mapa Estratégico

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BSC Corporativo:
Perspectiva Financeira Objetivo
Aumentar as receita de vendas

Indicador
Receita originarias das vendas

Meta
Aumentar o volume de vendas em 3% ao ano

Iniciativa
Criar política de comissão agressiva

Cliente

Manter elevado o nível de satisfação do cliente
Reduzir o tempo de Ciclo da Cadeia de Valor dos produtos chaves Desenvolver competências estratégicas

Número total clientes / Número de satisfeitos
Tempo Ciclo da Cadeia de Valor

90% de satisfação do cliente

Criar plano de Comunicação e Pesquisa de satisfação
Melhorar os processos críticos do Ciclo da Cadeia de Valor

Processos Internos

Reduzir o Tempo Ciclo da Cadeia de Valor em 20%

Aprendizagem e Crescimento

Profissionais treinados / Quantidade de profissionais

100 % dos profissionais treinados

Criar programa de Treinamento e Desenvolvimento

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Visão da Estratégia:

Analista de Negócio 2.0

BSC Mudanças externas Análise da Concorrência Análise do ambiente competitivo Posicionamento da empresa Visão de futuro Financeiro

Processos Internos

Direcionamento da empresa
Análise das oportunidades Análise das ameaças Missão da empresa Valores da empresa Estratégia da empresa Clientes

Aprendizagem e Crescimento Perspectivas

BSC é uma ferramenta de planejamento estratégico, que ajuda definir a visão de longo prazo, missão e valores...
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Visão da Estratégia:
Por que os Analistas de Negócio se importariam com a estratégia?

Analista de Negócio 2.0

―Os Analistas de Negócio devem compreender com mais clareza a importância da estratégia e entender como ela se integra aos processos de negócio e ao portfólio de projetos‖.

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Exercício:
Qual é a declaração da visão da empresa que você trabalha ?

Analista de Negócio 2.0

Qual é a declaração da missão da empresa que você trabalha ?

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Analista de Negócio 2.0

Regras de Negócio (business rules)
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Regra de Negócio & BRM
Por quê necessitamos das (Gerenciamento de) Regras de Negócio ?

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Fatores externos tais como: - Para acompanhar ritmo das mudanças; - Por pressão da concorrência; - Para fazer relacionamento individualizado com os clientes; - Para entender a melhor as demandas do negócio; - Para atender a conformidade com leis e regulações externas;

Fatores internos, tais como: - Inabilidade em localizar as regras de negócio; - Dificuldade em entender as regras atuais e seus objetivos; - Regras de negócio inconsistentes e/ou em conflito; - Conhecimento crítico sobre o negócio dependendo de colaboradores chave que podem ser ―deixar‖ a empresa, causando perda de conhecimento de negócio; - Dificuldade em avaliar impacto nos processos fusão e aquisição; - Dificuldade em identificar novas oportunidades de negócio; - Dificuldade em atender ao aumento da demanda.

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Regra de Negócio & BRM
Definição de Regra de Negócio: "Uma regra de negócio é uma declaração que define ou restringe algum aspecto do negócio. Destinase a afirmação da estrutura empresarial, para controlar ou influenciar o comportamento dos negócio.―
Segundo a Business Rules Group (1993)

Analista de Negócio 2.0

―Regra de Negócio: É uma declaração que define ou restringe algum aspecto de um negócio e representa conhecimento de negócio. Ela governa como o negócio deve ser realizado (como o processo deve executar as regras de negócio)‖
Segundo o Livro: Business Modeling with UML dos autores: Hans-Erik Eriksson e Magnus Penker, editora Wiley / 2000

Taxonomia da Regra de Negócio: Regra de Negócio

Termo

Fato

Restrição

Derivação

Importância de conhecer as Regras de Negócio: - Facilidade e maior flexibilidade em fazer mudanças das regras; - Para criar e manter uma base de conhecimento de negócio; - Para buscar as melhores práticas de Gestão do Negócio; - Compartilhamento e Reuso, as regras de negócio podem ser compartilhada se utilizadas por diversos projetos, componentes ou sistemas.
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Regra de Negócio & BRM
Taxonomia da Regra de Negócio: Regra = Termo + Fato + Restrição + Derivação
Termo: Um termo é um substantivo ou expressão substantiva com uma definição que tenha relevância para o entendimento do negócio. Um substantivo ou frase usada pelo negócio para referenciar um conceito em particular . Exemplo: Um conceito: cliente ƒUma propriedade de um conceito: cliente vip ƒUm valor sexo: feminino ƒUm conjunto de valores: Dias úteis (Seg, Ter, Qua, Qui, Sex) Fato: Fato é uma declaração (afirmação) que liga os termos, através de preposições e locuções verbais (verbos) em relevância com o negócio. Representa o relacionamento existente entre dois ou mais termos. Exemplo: Cliente pode fazer pedido. ƒUm pedido têm produtos. ƒCliente é uma pessoa física que fez pelo menos uma compra conosco. Restrição: Um declaração (completa) que expressa uma condição que deve ser satisfeita ou não, para que o evento de negócio se complete com integridade. Geralmente está ligada aos aspectos comportamentais (dinâmicos) do negócio. Exemplo: Empréstimo somente deve ser concedido para clientes com Score Credit >= (maior ou igual) 700 pontos. Um pedido deve ter somente um endereço de entrega Derivação: É quando uma regra utiliza o conhecimento de outra regra. É como conhecimento em uma forma é transformado em outro conhecimento. Exemplo: - Utilização de formulas (onde parte da formula de calculo foi definida em outra regra) utilizada para se obter um resultado; - Podemos ter uma regra (especialista) que sabe fazer cálculo de valores de imposto a pagar. Esta regra poderá ser utilizada por qualquer regra que necessite fazer o cálculo de imposto.
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Regra de Negócio & BRM
Entendendo Regras de Negócio:

- Uma regra de negócio podem estar associadas a outra regra de negócio;

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- Utilizar uma linguagem declarativa para definir as regras de negócio permite que as mesmas sejam convertidas para uma representação em lógica, o que irá facilmente permitir que incongruências sejam identificadas; - A regra de negócio deve fornecer conhecimento explicito para que o negócio opere mais efetivamente;

- Define restrição: - Uma ―instance‖ de uma regra é uma declaração sobre um fato, geralmente abrangendo ―deve‖ (restrição), ―pode‖ (opção) ou ―convém‖ (recomendação) – veja os verbos: dever, poder e convir.
- Regra de negócio é uma frase composta de termos, fatos, restrições e derivação. - Identificar Regras Atômicas: Aquelas regras que não pode ser divididas ou decompostas. - Reusar (reaproveitar) Regras: Aplicar a mesma regra em diferente processos/projetos.

- As regras podem ser agrupadas/aplicadas para: Processo de negócio; Domínio de negócio; Linha de negócio; Política; Procedimento.
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Regra de Negócio & BRM
Os verbos: Dever, Poder e Convir são os mais indicados para expressar requisitos

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DEVER

Forma de exprimir os requisitos a serem seguidos obrigatoriamente. Não é permitido desvios

A licença será iniciada em dia útil do mês
A licença deve iniciar em dia útil do mês

PODER

Forma de expressar os requisitos para quais exista a possibilidade de escolha.

A critério da empresa, admitir-se-á a participação de terceiros em eventos promovidos pela empresa

A empresa pode admitir-se-á a participação de terceiros em eventos promovidos pela empresa.

CONVIR

Forma de indicar que certa forma de proceder é preferível, entretanto, não necessariamente exigível.

O corpo docente será composto, preferencialmente, por funcionários mais antigos Convém que corpo docente seja composto por funcionários mais antigos

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Regra de Negócio & BRM
Técnica: Tabela de Decisão É uma maneira de expressar, em forma de tabela, qual o conjunto de condições que é necessário ocorrer para que um determinado conjunto de ações deva ser executado. Veja exemplo abaixo:

Analista de Negócio 2.0

Suponha que você indague ao seu usuário sobre o programa de ação quanto à cobrança de passageiros de vôo ―charter‖ por determinados serviços de bordo e ele responde algo assim:

- ―Se vôo estiver com mais da metade de seus lugares ocupados e um lugar custa de R$ 550,00, nós servimos bebidas de graça, a não ser que seja um vôo doméstico. Cobramos pelas bebidas em todos os vôos domésticos..., isto é, para todos aqueles a quem servimos bebidas. (Bebidas são servidas somente em vôos com mais da metade de lugares)‖
Condições: 1 Vôo Doméstico 2 Mais da metade de assentos ocupados 3 Valor do bilhete acima de R$ 500,00 Ações: 1 Bebida servidas 2 De graça

Tabela de Decisão:
Condições: Regras: 1 Vôo Domestico S N S 2 Mais da metade de assentos ocupados S S N 3 Valor do bilhete acima de R$ 500,00 S S S Ações: 1 Bebida servidas S S N 2 De graça N S N N S N S S N S N N S N S N S N N N N N N N

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Regra de Negócio & BRM
Técnica: Tabela de Decisão Comentários: As condições foram escritas sob a forma de perguntas, de modo que as respostas sejam ―Sim‖ ou ―Não‖, e assim, poderemos colocar todas as possíveis combinações exibindo uma configuração de ―Ss‖ e ―Ns‖.

Analista de Negócio 2.0

Condições: Regras: 1 Vôo Domestico S N S 2 Mais da metade de assentos ocupados S S N 3 Valor do bilhete acima de R$ 500,00 S S S Ações: 1 Bebida servidas S S N 2 De graça N S

N N S N

S S N S N

N S N S N

S N N N

N N N N

Análise da condição ―destacada‖: Se vôo não é doméstico E tem mais da metade dos assentos ocupados E O valor do bilhete acima de R$ 500,00

Bebida servidas de graça

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Regra de Negócio & BRM
Técnica: Tabela de Decisão e Árvore de Decisão: Uma Árvore de Decisão pode ser considerada uma simples variação da Tabela de Decisão, ou seja, é uma representação gráfica. A árvore de decisão pode ser útil para ser apresentada a usuários que não sejam familiar a Tabela de Decisão. Veja o exemplo abaixo:
Regra: ―Clientes que gerem mais de um milhão em negócio por ano e, em adição, ou possuem um bom histórico de pagamentos ou tenham estado conosco há mais de vinte anos, devem receber tratamento especial‖ A estrutura de uma árvore de decisão é baseada em condições e ações. Veja o exemplo abaixo: Tabela de Decisão:
Condições: 1 Mais de um milhão por ano ? 2 Bom histórico de pagamentos ? 3 Cliente há mais de 20 anos Ações: 1 Tratamento Especial 2 Tratamento Normal Regras: S S S S S N S N S S S S S S N N N S S S N S S S S S N N S N N N

Analista de Negócio 2.0

Árvore de Decisão:
Mais de um milhão por ano

Condição 1
Mau histórico de pagamentos

Cliente há mais de 20 anos

Tratamento Especial

Condição 2

Cliente há menos de 20 anos

Tratamento Normal

Condição 3

ação

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Regra de Negócio & BRM

Para um total entendimento dos requisitos do negócio e suas regras é necessário utilizar diversas técnicas.

Analista de Negócio 2.0

Técnicas de Coleta de Requisitos: Existem várias forma para coletar requisitos, todas elas possuem seus próprios conceitos, vantagens e desvantagens:
- Reuniões; - Entrevistas; - Questionários; - Workshop; - Brainstorming; - JAD (Join Application Development)* - Fast*; - Leitura de Documentos; - Observação de campo.

*Técnicas ultrapassadas AN V 43 | Rildo F Santos | 2009 e 2010 © Direitos Reservados | rildo.santos@etecnologia.com.br |

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Regra de Negócio & BRM Gerenciamento de Regras de Negócio (Business Rule Management)

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Business Application

Business Application

Business Application

Business Application

Aplicação

Serviços / Aplicação
Business Rule Management

Aplicação
Aplicação
Transaction Processing Data Management Operating System Operating System Data Management Operating System

Transaction Processing Data Management Operating System

Sistemas Proprietários

Banco de Dados

Cliente Servidor

SOA

1970
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1980

1990

2000
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BRM (Gerenciamento de Regras de Negócio) Gerenciamento de Regras de Negócio (Business Rule Management)

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Ferramenta de BRM

Analista de Negócio

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Regra de Negócio & BRM
Melhores Práticas para Regras de Negócio:
- Regras complexas devem ser decomposta em parte menores; - As regras devem ser concisas e completas (bem definidas);

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- Vá além das palavras, para facilitar o entendimento da regra de negócio, use gráficos, diagramas, planilhas e outros recursos; - Criar e manter uma base de conhecimento de negócio (As regras devem ser parte da base de conhecimento do negócio); - As regras devem ser flexíveis;

- Se as regras são muitas e elas mudam freqüentemente, utilize uma ferramenta de gerenciamento de regras de negócio (BRM);
- As regras deve atender as necessidades dos requisitos negócio, legais ou/e regulatórios; - Expressar as restrições de forma clara e objetiva; - As regras devem ser alinhadas com os objetivos e diretrizes do negócio; - As regras de negócio devem ser (necessariamente) simples; - As regras de negócio devem facilitar o entendimento do negócio; - As regras de negócio devem ter sua implementação automatizadas (sempre que possível); - Evite que a descrição da regra de negócio seja vaga ou ambígua.
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Modelagem da Regra de Negócio:
Fluxo da Modelagem da Regra de Negócio:

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Entradas

Analista de Negócio

Atividades

Saída

Solicitação da Demanda do Cliente

Entender os requisitos de negócio Identificar as regras de negócio

Documento de Visão e Caso de Negócio*

Entrevistas com Stakeholders

Lista de Regras de Negócio

Especificar (descrever) as regras de negócio
Base de Conhecimento Especificação de Regras de Negócio Políticas, procedimentos e instruções

Modelar (desenhar) os fluxos das regras de negócio

Políticas, procedimentos e instruções

Validar as regras de negócio
Especificação de Regras de Negócio [validadas]

Reunião com Stakeholders AN V 43 | Rildo F Santos | 2009 e 2010 © Direitos Reservados | rildo.santos@etecnologia.com.br |

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Exercício 4:
Porque necessitamos Conhecer as Regras de Negócio ? Cite três fatores externos e três internos.

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Analista de Negócio 2.0

Modelagem de Processo de Negócio
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Modelagem de Negócio

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Por que devemos fazer a modelagem do processo de negócio ?
A modelagem deve ajudar a melhorar o entendimento do negócio e as respectivas regras: - Auxiliar na descoberta de novas regras; - Ajudar na identificação de recursos necessários para atender os requisitos de negócio; - Facilitar a comunicação; - ―Forçar‖ a padronização; Geralmente a modelagem de negócio é representada através do desenho do Processo de Negócio(1), para representar o processo, é necessário uma linguagem de modelagem visual (também conhecida como notação).

(1) O que é um processo de negócio ? Uma definição simples e objetiva: Processo é um conjunto de atividades relacionadas com o objetivo de atingir um resultado.
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Modelagem de Negócio Processo de Negócio:
Um processo de negócio é composto por: entrada, saída, regras, recursos e pessoas:
- Entrada: evento que inicia o processo, pode ser interno ou externo, por exemplo, um Pedido de Compra, Requisição de Material, Ordem de Produção, Solicitação de Contratação de Pessoal ou uma Requisição de Serviço. - Transformação: É o conjunto de atividades e tarefas que fazem uma transformação - Saída: É o resultado produzido pela transformação. A saída pode ser o evento de entrada para outro processo. - Regras: As regras de negócio são utilizadas para orientar (guiar) a execução das atividades e tarefas do processo

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Regras...
Orientar a realização das atividades/tarefas

Indicadores e Metas

Processo
Entrada (evento) (atividades e tarefas)

- Recursos e Pessoas: São os todos os recursos requeridos para realizar as Avaliar a atividades e tarefas do performance processo, eles podem ser: do processo - Financeiro (dinheiro) - Materiais (máquinas, equipamentos, software Saída e etc) (resultado) Pessoas que desempenham papéis
Indicadores e Metas: Possibilitam a mensuração (medição) do desempenho do processo
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Permitir a realização das atividades/tarefas

Recursos e Pessoas
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Modelagem de Negócio Introdução a notação:
A notação permite fazer representação gráfico das atividades, regras de negócio, tarefas, papéis responsabilidades e fluxo de trabalho do processo.

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A Notação do processo geralmente também define os seguintes elementos: - Objetivo o processo; - Especifica as entradas; - Especifica as saídas; - Recursos consumidos; - Regras de Negócio - Atividades feitas em alguma ordem (Fluxo de trabalho) e - Eventos que conduz o processo. O que é notação ?
1 ato de notar, de representar algo por meio de símbolos ou caracteres 2 sistema de representação gráfica de elementos de determinado campo de conhecimento (por exemplo: música, lógica, matemática, química etc.) 3 símbolo ou conjunto de símbolos ou caracteres com que é feita essa representação
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Alguns exemplos de notações: - EPC; - Fluxograma; - BPMN; - UML e - UML + Eriksson-Penker Business Extensions*.

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Modelagem de Negócio
UML: Exemplo:
A UML (Linguagem de Modelagem Unificada) é uma linguagem-padrão (OMG) para elaboração da estrutura de projetos de software. A UML poderá ser usada para: • Visualização; • Especificação; • Construção de modelos e diagramas; • Documentação. A UML é adequada para a modelagem de sistemas, cuja a abrangência poderá incluir sistemas de informação corporativos a serem distribuídos a aplicação baseadas em Web e até sistemas complexos embutidos de tempo real. A UML é apenas uma linguagem e, portanto, é somente uma parte de um método para desenvolvimento de software. Ela é independente do processo, apesar de ser perfeitamente utilizada em processo orientado a casos de usos, centrado na arquitetura, iterativo e incremental.

Check IN
Recepção Solicita o TKT ao passageiro Transporte e Despacho

Analista de Negócio 2.0

Verifica o TKT

Solicita bagagem

Entrega o TKT

Pesa, coloca a etiqueta e despacha a bagagem

Recebe a Bagagem

Verifica Etiqueta

Despacha a bagagem para embarque

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Modelagem de Negócio
UML: Diagrama de Atividades deve ser utilizado para facilitar o entendimento das as regras de negócio (principalmente para regras complexas):

Analista de Negócio 2.0

Cliente

Vendas

Estoque

Fazer Pedido

atividade

Processar Pedido

separação

Separar Produtos Enviar Pedido

Receber Pedido Pagar Fatura

Cobrar Cliente

Fechar Pedido

raias
Elementos do Diagrama de Atividades: Atividade atividade
AN V 43

junção

transição

decisão

Barras de sincronização
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Modelagem de Negócio
UML:
Um business case (caso de negócio) tem foco em modelar o processo de negócio. Ele modela os processos.. Por exemplo, um business case para um processo de ―Check IN‖ pode incluir os seguintes passos: 1 - Solicita o TKT do passageiro; 2 - Verifica o TKT, nome, destino e nº do vôo; 3 - Solicitar a bagagem; 3 - Pesar e coloca a etiqueta de identificação na bagagem; 4 - Entregar o TKT ao passageiro e 5 - Despachar a bagagem.

Analista de Negócio 2.0

Ator
Check IN Individual Atendente Para fazer detalhamento das regras podemos utilizar o diagrama de atividades

Passageiro

<<include>> Business Case

<<include>>
Despachar Bagagem

Guia

Check IN Grupo Apoio Operacional

AN V 43

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EPC (Event-Driven Process Chain), que pertence à arquitetura ARIS (Architecture of Integrated Information Systems).

Analista de Negócio 2.0

EPC habilita a modelagem de processo como uma seqüência lógica de funções. Considerando EPC como um processo que pode ser entendido como a quantidade de funções que são disparadas por um ou mais eventos.

Exemplos:
Falha identificada Investigar soluções Escolher método de resolução

Implanta a solução

Solicitar aprovação do orçamento

Determinar recursos necessários

Falha corrigida

A EPC foi desenvolvida em uma colaboração da empresa IDS (que desenvolveu a ARIS Toolset) com a SAP AG, sendo o componente chave de modelagem de business process do SAP R/3. A principal crítica com relação a este tipo de ferramenta é sobre seu alto custo, a complexidade de utilização e a barreira que este tipo de ferramenta impõe à participação de todos os membros da equipe. Ela dificulta a atividade de "mão na massa", distanciando um pouco as pessoas do modelo gerado.
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Modelagem de Negócio
Fluxograma
Descrição:

Exemplos:
início

Analista de Negócio 2.0

- O fluxograma é muito simples. Uma retângulo é usado para indicar um passo de processamento. Um losango representa uma condição e as setas mostram a orientação do fluxo de controle. Exemplos:

Efetivar Pedido

Primeira tarefa
verdadeira Segunda Tarefa Segunda tarefa

Primeira tarefa falsa Condição Terceira tarefa Não

Planeja a Produção

Solicita a compra de material

Material suficiente ?
Sim

Produzir o Produto

Entregar o Produto

fim

AN V 43

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Fluxograma: Neste exemplo é apresentado o processo as suas regras de negócio:

Processo: Recebimento de Compras
início

Analista de Negócio 2.0

Iniciar o Recebimento de Compras

Identificar o Pedido de Compras

[regra] Toda a Solicitação de Compra autorizada deverá ter um Pedido de Compras
[regra] Validar os dados da NF vs Pedido de Compras Fazer conferência física da mercadoria/produto, ativo ou material, no que diz respeito a quantidade, marca, peso, embalagem, qualidade e outras especificações técnicas descritas no Pedido de Compras. Validação do local entrega.
[regra] Registrar no Sistema de Suprimentos

Pedido de Compras
Nota Fiscal de Entrada
[regra] Este registro deve ficar anexo ao Pedido de Compras

Validar o Recebimento de Compras

Registrar as divergências encontradas

não

Validação ok ?

sim

Registrar NF (Baixar Pedido e atualizar NF/Duplicata)

[regra] Se for item de estoque, o sistema faz atualização automaticamente do Controle de Estoque

É possível recebimento parcial ? não

sim

Registrar o recebimento de compras parcial
[regra] Este registro deve ficar anexo a NF para que as áreas de Compras, Financeiro e Contabilidade, tome as providencias.

Enviar os documentos para Controladoria

Registrar a devolução

fim

AN V 43

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IDEF0
Integration Definition Function Modelling (IDEFØ), é um padrão desenvolvido nos anos 70. Tem grande aceitação pelo mercado. IDEFØ é um método projetado para modelar decisões, ações e atividades de organização ou um sistema. IDEFØ foi derivada de outra linguagem gráfica chamada SADT (Structured Analysis and Design Technique). Os modelos IDEFØ ajudam a organizar a análise de sistemas e promove a comunicação entre os analistas e os clientes. Principais Características: - promove a comunicação; - Simplicidade e - Diagramas são baseado caixa (box) e setas; Modelo:
controle

Exemplo:

Analista de Negócio 2.0

entradas
Atividade

saídas

mecanismo
AN V 43

A linguagem IDEF0 pressupõe a explosão em níveis de abstração, do maior nível de abstração ao menor nível, ou seja, o mais detalhado.
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Modelagem de Negócio
Eriksson-Penker Business Extensions (EPBE) Introdução: Eriksson-Penker Business Extensions são um poderoso conjunto de conceitos que pode ajudar na modelagem de negócio. A extensão é composta por: visões, diagramas, ―constraints‖, ―tagged values‖ e estereotipo.
Notação: O processo de negócio é uma coleção de atividade que tem como objetivo produzir um resultado (saída). A notação usada para representar um processo de negócio é apresentada ao lado. O processo implica em fluxo de atividades que começa da esquerda para direita. Geralmente um elemento que representa um evento é colocado à esquerda do processo e saídas são colocadas à direita. Para demonstrar atividades internas do processo um diagrama de atividades (UML) pode ser colocado dentro do elemento do processo de negócio é uma coleção de atividade que tem como objetivo produzir um resultado (saída).

Analista de Negócio 2.0

Exemplos:
Informação <<supply>> <<process>> Business Process evento <<process>> Business Process Saída <<output>> Recurso <<input>> Objetivo <<goal>>

AN V 43

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Modelagem de Negócio
Eriksson-Penker Business Extensions

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Exemplo: Apresenta o processo de negócio: Processamento de Pedidos. O evento Confirmação de Pedido inicia o processo que usa as informações do cliente e dos produtos. O processo é controlado pelo sistema de venda. O resultado produzido (saída) é ―romaneio‖ de entrega do pedido
Dados do Cliente <<supply>> Confirmação do Pedido <<input>> Dados do Produtos <<supply>> <<process>> Processamento de Pedido <<control>> Sistema de Vendas <<output>> Romaneio de entrega

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Modelagem de Negócio
O BPMN fornece uma notação para expressar os processos de negócio em um único diagrama de processo de negócio (Business Process Diagram – BPD). Fornece uma notação que compreensível por todos os usuários, analistas e técnicos. Garante que linguagens projetadas para a execução de processos de negócio, tais como o BPEL4WS e o BPML sejam visualmente expressas com uma notação comum.
http://www.bpmn.org/

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BPMN, quer dizer: Business Process Modeling Notation (BPMN) O BPMN é uma notação gráfica, padrão OMG (www.omg.org), que tem por objetivo prover recursos e elementos para modelar (desenhar) os processos de negócio; O BPMN pode e deve ser compreendido por analistas de negócio, técnicos, usuários e todos os envolvidos com o processo; Os modelos (diagrama) BPMN podem ser usado como um novo ―contrato‖ entre as áreas técnicas e os usuários;

O BPMN pode ser utilizado para modelar (desenhar) processos internos e externos (B2B)...

Um dos objetivos da BPMN é criar um mecanismo simples para o desenvolvimento dos modelos processos de negócio e facilitar o entendimento de todas as pessoas envolvidas com o processo.
Especificação BPMN v 1.2 http://www.omg.org/spec/BPMN/1.2/ AN V 43 | Rildo F Santos | 2009 e 2010 © Direitos Reservados | rildo.santos@etecnologia.com.br |

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Modelagem de Negócio
BPMN. Um exemplo comentado do desenho do ―Processo: Confirmar Reserva‖

subprocesso

Analista de Negócio 2.0

Verificar novamente Não Início atividade Verificar pagamento

Pago ?

+
Sim

condição
Confirmar Reserva Receive Verificar a reserva do hotel

+
grupo junção

Confirmação da reserva

exceção

Verificar a reserva do vôo

Tratar a falha
final

Reply

Você podem pode começar a desenhar os processos utilizando os elementos básicos do BPMN, eles também são conhecidas como ―core elements‖, e depois e evoluir para elementos mais complexos.
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Modelagem de Negócio

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Business Process Diagram (BPD) O BPMN fornece uma notação para expressar os processos de negócio em um único diagrama de processo de negócio (Business Process Diagram – BPD).

Processo:
• Para o BPMN, processo é uma atividade realizada por uma empresa e composta por uma série de etapas e controles que permitem o fluxo de informações; • O conceito de processo é extremamente hierárquico, iniciando ―macro-processos‖ e indo até o nível de tarefa (menor nível dentro de processo); • Processo de Negócio (business process) é conceituado como uma série de atividades que são realizadas por uma ou mais empresas; Um BPD, portanto, é o local para modelar processo de negócio que, pode ser formado por um ou mais processos; Estes processos dentro do processo de negócio podem ser formados por sub-processos;
Processo de Negócio

BPD

Processo 1

Processo 2

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Modelagem de Negócio

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Processo: O BPMN pode modelar os tipos de processo: – Processo interno (Private (Internal) Business Process) – Processo abstrato (Abstract (Public) Process) – Processo de colaboração (Collaboration (Global) Process)

Processo Interno:
É o tipo de processo mais comum, composto por uma série de atividades que são realizadas unicamente dentro de uma empresa. O fluxo da sequência do processo é contido dentro do Pool e não pode cruzar os limites do Pool. Fábrica 1
Receber Ordem de Serviço Fazer o Setup de máquina Executar Ordem de Serviço

Fábrica 1

Processos Abstratos:
Muitas vezes, o processo inclui atividades que são realizadas fora da empresa (realizado por terceiros, por exemplo) e não temos gerencia sobre a execução desta atividades Utilizamos um modelo abstrato para representar uma ―entidade‖ independente, com processos próprios, mas que não podemos modelar (por não conhecer o processo) ou não nos interessa modelá-lo; No exemplo ao lado o Fornecedor faz o beneficiamento da matéria prima, entretanto, é um processo interno do fornecedor, o qual não é conhecido, ele deve ser modelado como um processo abstrato.
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Receber Ordem de Serviço

Fazer o Setup de máquina

Executar Ordem de Serviço

Fornecedor

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Processo: O BPMN pode modelar os tipos de processo: – Processo interno (Private (Internal) Business Process) – Processo abstrato (Abstract (Public) Process) – Processo de colaboração (Collaboration (Global) Process)

Processos de Colaboração:
Descrevem processos B2B e as interações entre duas ou mais entidades de negócio. Os diagramas processos são geralmente de um ponto de vista global. As interações são descritas como as seqüências de atividades e as trocas de mensagens entre os participantes. No exemplo ao lado o Autorizador (Administradora de Cartão de Crédito) faz a autorização de pagamento por cartão de crédito, neste caso este processo interessa a Empresa 1 (que realiza a venda), logo ele deverá ser modelado (desenhado) explicitamente. Empresa 1

Processar transação de venda

Solicitar autorização de pagamento

Fazer Entrega

Autorizador

Processar autorização

+

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Modelagem de Negócio

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Elementos do BPMN: A especificação BPMN é divida em três áreas: – Core Elements – Full Elements – Atributtes
• Core Elements: – Conjunto de elementos comuns e simplificados, capazes de modelarem a maior parte dos processos das empresas. • Full Elements: – Conjunto de todos os elementos da especificação, inclusive ―Core Elements‖, capazes de modelarem qualquer processo de negócio. • Atributtes (Atributos): – Conjunto de propriedades e informações de cada elemento (informações no formato texto) Exemplo: • Nome • Descrição • Escopo • Métricas • Indicadores • Dono (Process Owner) • Patrocinador (Sponsor) • Freqüência • Papéis etc...

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Modelagem de Negócio
BPMN. Categoria dos Elementos: São quadro categorias: – Objetos de Fluxo; – Objetos de Conexão; – Swimlanes; – Artefatos;

Analista de Negócio 2.0

Quatro categorias básicas de elementos: • Objetos de Fluxo: • Eventos • Atividades • Gateways • Objetos de Conexão: • Fluxo de Sequência (Sequence Flow) • Fluxo de Mensagem (Message Flow) • Associação

• Swimlanes: • Pools • Lanes • Artefatos: • Objeto de Dados (Data Object) • Grupo • Anotação

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Notação. BPMN
Objetos de Fluxo:

Objeto
Evento

Descrição
É algo que acontece durante um processo do negócio. Estes eventos afetam o fluxo do processo e têm geralmente uma causa (trigger) ou um impacto (result). Existem 3 tipos de eventos (baseados sobre quando afetam o fluxo): inicio (start), intermediário (intermediate) e fim (end). Este evento não possui trigger. É um termo genérico para um trabalho executado. Os tipos de atividades são: tarefa[1] e sub-processo [2]. O sub-processo é distinguido por uma pequena cruz no centro inferior da figura. Principais Atributos: Tipo de atividade (sub-processo ou tarefa), Status (Ativo, Inativo,Cancelado, Pronto, Completado e etc.) e Performers (0-n) : Performers (executantes) um ou mais executantes podem ser inscritos. O atributo performer (executante) define o recurso que irá executar ou serão responsáveis pela a atividade. A entrada do Performer poderia ser na forma de um Indivíduo, um grupo, uma papel funcional ou uma posição ou uma empresa. É usado para controlar a divergência e/ou a convergência da seqüência de um fluxo. Assim, determinará decisões tradicionais, como unir ou dividir trajetos.

Figura

Analista de Negócio 2.0

Atividade1,2

tarefa

sub-processo

Gateway

1 – Tarefa: A tarefa é a menor unidade de um processo, geralmente atômica (não pode ser dividida em mais objetos); 2 – sub-processo: Um sub-processo, dentro de um BPD, é como uma atividade composta por um série de outras atividades, formando um novo fluxo; O sub-processo pode exibido de duas forma: ―aberta‖ ou ―fechada‖;
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Notação. BPMN
Objetos de Fluxo: Atividade e sub-processo
sub-processo, exemplo forma ―fechada‖: Entrega
Processar Ticket

Receber Ticket

Fazer a Entrega

Fechar Ticket

Analista de Negócio 2.0

+

O desenho completo de um sub-processo fechado pode estar ou não dentro do mesmo Pool do processo-pai; – Pode ser um processo modelador em outro BPD; – Pode estar no mesmo BPD em outra página, por exemplo. sub-processo, exemplo forma ―aberta‖:

Processar Ticket

Planejar Entrega Fazer a Entrega Fechar Ticket

Entrega

Receber Ticket Validar Ticket Registrar Ticket
Ticket Registrado

No caso de um sub-processo aberto, o desenho completo deverá estar sempre no mesmo Pool

Dependente X Independente: • Os sub-processos podem ser do tipo Dependente (Embedded), quando são totalmente dependente do processo-pai e devem ser desenhados dentro do mesmo Pool; • Ou podem ser do tipo Independente, quando são reutilizáveis através de diferentes processos e possuem um BPD próprio (e até mesmo Pools diferentes)
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Notação. BPMN
Objetos de Conexão:

Objeto
Fluxo de seqüência

Descrição
É usado para mostrar a ordem (seqüência) com que as atividades serão executadas em um processo. É usado para mostrar o fluxo das mensagens entre dois participantes diferentes que os enviam e recebem mensagens. É usada para associar dados, texto e outros artefatos com os objetos de fluxo. As associações são usadas para mostrar as entradas e as saídas das atividades.

Figura

Analista de Negócio 2.0

Fluxo de mensagem

Associação

Exemplo:
Processar Pagamento
Receber Conta

Solicitar Autorização Pagamento

Nota Fiscal impressa

Imprimir Nota Fiscal

+

Autorizador

Processar autorização

+
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Notação. BPMN
Objetos de Conexão. Fluxo de Sequência:
Existem diversas regras de uso do fluxo de seqüência, um característica interessante é que o uso destas conexões podem, muitas vezes, substituir o uso de gateways, veja o exemplo:

Analista de Negócio 2.0

Processar Ticket

Processar Ticket

Receber Ticket

Fazer entrega

Aprovar Ticket

Aprovar Ticket

Quando não utilizamos ―gateway‖ para convergir ou divergir processos, podemos dizer que o processo é ―não controlado‖, ou seja, não existe controle absoluto sobre o fluxo de informações ao longo do processo.
Além do fluxo de seqüência, existem duas variâncias: – Condicional: existe uma condição lógica intrinsecamente relacionada à conexão;

– Default: trata-se de um fluxo de seqüência padrão cujo uma condição deverá ser sempre verdadeira;

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Notação. BPMN
Swimlanes: Funcionam como um mecanismo de organização das atividades em categorias visuais separadas.

Analista de Negócio 2.0

Objeto
Pool

Descrição
Representa um participante em um processo. Um participante pode ser uma entidade de negócio (exemplo: uma empresa) ou pode ser um papel (de negócio), como por exemplo: vendedor, comprador ou fabricante. Graficamente, o Pool é um container para partição do processo de um de outros Pools, geralmente no contexto de situações de B2B.

Figura

Lane

Nome Nome

Nome

Lane é uma subdivisão dentro de um Pool usado para organizar e categorizar as atividades.

Nome

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Notação. BPMN
Swimlanes – pools: • Pools são utilizados quando o diagrama envolve duas entidades de negócio ou participantes que estão separados fisicamente no diagrama. • Especifica o "quem faz o que" colocando os eventos e os processos em áreas protegidas, chamados de pools Exemplo: Swimlanes (Pools)
Cliente Fazer pedido Enviar o pedido

Analista de Negócio 2.0

Receber email

Receber produto

Receber o pedido Vendas

Registrar

Pedido

Enviar Ordem de Entrega

Enviar e-mail de confirmação

Receber comprovante de entrega

Processar pedido Pedido
+

Entregador

Receber Ordem de Entrega

Gerar ticket de entrega

Fazer entrega
+

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Notação. BPMN
Swimlanes – lanes: • Os objetos do tipo Lane são utilizados para separar as atividades associadas para uma função de negócio ou papel específico • Um Pool representa uma entidade de negócio ou um papel de negócio e uma Lane representa uma função de negócio ou um papel. Exemplo:

Analista de Negócio 2.0

Pool
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Lane
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Notação. BPMN
Artefatos: Ilustram as entradas e as saídas das atividades no processo
Objeto Descrição Objeto de Dados é considerado como artefato e não com fluxo de objeto. Ele é Considerado como um artefato porque não afeta a fluxo de mensagem e nem fluxo de seqüência de um processo, mas ele fornece informação sobre o que processo faz. Ele pode ser utilizado para representar documentos tais como: fatura, nota fiscal, ordem de serviço, requisição, e-mail e etc. Um grupo é representado por um retângulo usado para agrupamento de atividades e tarefas, também pode ser usado com objetivo de documentação ou de análise. As anotações fornecer informações adicionais e comentários para o ―leitor‖ de um diagrama BPMN.
Comentários

Figura

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Objetos de dados

Nome [estado]

Grupo

Anotações

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Notação. BPMN
Exemplo: Swimlanes (lanes):
Administração

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Processar Requisição

+

+
Notificar solicitante

Processar Requisição

Gerenciamento

Aprovar a requisição
Requisição aprovada

Servidor Web

Iniciar toda terça-feira

Solicitar aprovação da requisição

Exemplo de agrupamento funcional

Comentários: ―Lanes‖ podem representar uma função de negócio ou um papel
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Modelagem de Negócio Fluxo da Modelagem do Processo de Negócio:

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Entradas

Analista de Negócio

Atividades

Saída

Solicitação da Demanda do Cliente

Identificar as regras do processo

Regras de Negócio do processo

Entrevistas com Stakeholders

Identificar os participantes do processo
Lista dos Participantes

Identificar as principais atividades de negócios
Base de Conhecimento Listas das Atividades de Negócio Modelo de Processo (diagrama de documentação)

Modelar (desenhar) o processo (visão de alto nível)
Políticas, Procedimentos e instruções Modelo

Validar o modelo (processo)

Reunião com Stakeholders

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Exercício 5:
Encontre os erros (são 6) no diagrama abaixo:

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Cliente

Fazer pedido

Enviar o pedido

Receber email

Receber produto

Receber o pedido Vendas

Registrar Pedido

Enviar Ordem de Entrega

Enviar e-mail de confirmação

Receber comprovante de entrega

Processar pedido

Pedido

+

Receber Ordem de Entrega

Gerar ticket de entrega

Fazer entrega
+

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104

Analista de Negócio 2.0

Transformando Requisitos de Negócio em Requisitos de Software
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Análise de Requisitos de Software:
Um ―entendimento‖ completo dos requisitos de software é essencial para um o sucesso do desenvolvimento do software. Não importa quão bem projetado ou quão bem codificado seja, uma vez encontrado problemas de requisitos frustrara o usuário. Análise de requisitos é um processo de descoberta, análise e especificação de requisitos.

Analista de Negócio 2.0

A análise e especificação de requisitos pode parecer uma tarefa relativamente simples, mas as aparências enganam. O grau comunicação é elevado. Daí, abundam as oportunidades de interpretações errôneas e informações falsas. A ambigüidade é provável.

O dilema com o qual se depara um analista pode ser mais bem entendido repetindo-se a declaração de um cliente anônimo: “Sei que você acredita que entendeu o que acha que eu disse, mas não estou certo que percebe que aquilo que ouviu não é o que eu pretendia dizer...”
“Requisitos: Condição necessária para a obtenção de certo objetivo, ou para o preenchimento de certo objetivo.“

O Documento de Visão é um artefato na Análise de Requisitos, destacamos algumas razões: - Da perspectiva da engenharia de software, a elicitação de requisitos é talvez a mais parte mais critica do processo de desenvolvimento de software.
Estudos indicam que requisitos, só detectados depois do software foi implementado ou erros na análise de requisitos, são até 20 vezes mais caros de se corrigir que qualquer outro tipo de erro.
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Requisitos. Problemas...

Analista de Negócio 2.0

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Fluxo da Demanda: do Negócio até a TI:
Visão geral:
Stakeholders
Business Case

Analista de Negócio 2.0

Documento de Solicitação de Demanda

Requisitos de Negócio
Política, procedimento e instruções

Analista de Negócio

Modelos e Diagrama

Processo de negócio

Políticas e procedimentos
QoS1 Modelo diagrama do processo e documentação

Requisitos Funcionais

Requisitos Não Funcionais
Casos de Uso / Modelo de Arquitetura

1 – Qualidade do Serviço
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Visão de TI
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Analista de Requisitos

Visão de Negócio

Demanda

Analista de Negócio

Requisitos Software vs Requisitos de Negócio:
Política de Reserva de Apartamentos
Nome do Projeto

Serviço de Atendimento e Reserva de Apartamento
Descrever todas as regras de negócio para o serviço de atendimento e reserva de apartamentos.

Objetivo

Analista de Negócio 2.0

id

Nome da Regra

Descrição da Regra de Negócio A confirmação do registro de reserva de apartamento deve ocorrer após o pagamento de 25% do valor da estadia. Os clientes AA (pessoas que hospedaram no hotel mais de 10 dias por ano) tem preferência de data e tipo de apartamento. No período de baixa a estação (de mar a jun e ago a nov) o valor da diária tem um desconto de 40%. Para agilizar o atendimento manter a satisfação do cliente as consultas de reserva devem ser feitas em no máximo 30 segundos.
Data 01/01/08 RFS Nome / Equipe Versão 2.1 Status Vigente

RN01

Registrar Reserva de Apartamento

Requisitos Funcional
ID
UC01

Nome
Registrar Reserva de Apartamento

Descrição Esta funcionalidade deverá permitir o usuário (funcionário) a fazer reserva de apartamentos, as ações que estarão disponíveis são: criar, cancelar, alterar e consultar reservas.

Requisitos funcionais: São funcionalidades que software deve saber fazer:
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Requisitos Software vs Requisitos de Negócio:
Política de Reserva de Apartamentos
Nome do Projeto

Serviço de Atendimento e Reserva de Apartamento
Descrever todas as regras de negócio para o serviço de atendimento e reserva de apartamentos.

Objetivo

Analista de Negócio 2.0

id

Nome da Regra

Descrição da Regra de Negócio A confirmação do registro de reserva de apartamento deve ocorrer após o pagamento de 25% do valor da estadia. Os clientes AA (pessoas que hospedaram no hotel mais de 10 dias por ano) tem preferência de data e tipo de apartamento. No período de baixa a estação (de mar a jun e ago a nov) o valor da diária tem um desconto de 40%. Para que agilizar o atendimento manter a satisfação do cliente as consultas de reserva devem ser feitas em no máximo 30 segundos.
Data 01/01/08 RFS Nome / Equipe Versão 2.1 Status Vigente

RN01

Registrar Reserva de Apartamento

Requisitos Não Funcional ID RF / Aplicação
Tempo de Resposta da Consulta de Reserva

Descrição As consultas que serão realizadas pelo cliente não poderão exceder ao tempo de resposta de 15 segundos

RNFP1

Os requisitos não funcionais dizem respeito a qualidade do serviço (QoS) que o software deve ter para atender uma regra de negócio e/ou um requisito de negócio, neste exemplo é o item de qualidade é a performance (também chamado de tempo de resposta).
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Requisitos Software vs Requisitos de Negócio:
Formulário de Descrição do Caso de Uso:
Regra de Negócio

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realiza

UC01 Registrar Reserva de Apartamento

Agente de reserva

Caso de Uso

Habilita a rastreabilidade da regras de negócio, que é útil para a gestão de mudança

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Requisitos: Mitos e Lendas:
O que é dito: - Usuários não entendem o negócio... - Requisitos são estáticos... - Achar que tem a solução, mesmo antes de conhecer todo o problema... Entretanto, a realidade é outra...

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- Requisitos não são estáticos, eles mudam constantemente... - Fazer amplas discussões que envolvam o maior número de pessoas que conheçam o negócio, antes de apresentar uma a solução

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Extra: Técnicas de Gestão
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Técnica: Análise SWOT
Análise SWOT (strenghts, weaknesses, opportunities and threats)

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A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário, sendo usado como base para gestão e planejamento estratégico, ela pode ser utilizada para análise de cenários complexos, mas devido a sua simplicidade, também pode ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um ―site‖ ao lançamento de novo produto.
Ponto Forte É a diferenciação conseguida pela empresa que lhe proporciona uma vantagem operacional e competitiva no ambiente empresarial. É controlável. Oportunidades Ponto Fraco É uma situação inadequada da empresa que lhe proporciona uma desvantagem operacional e competitiva no ambiente empresarial. É controlável. Ameaças São forças ambientais incontroláveis pela empresa que criam obstáculos e/ou dificuldades à sua ação estratégica, mas que podem ou não ser evitadas desde que conhecidas a tempo.

Externo

Interno

São forças ambientais controláveis pela empresa que podem favorecer a sua ação estratégica, desde que conhecidas e aproveitadas enquanto perdurarem.

conselho de Sun Tzu (Arte da Guerra: ―Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças ‖ (SUN TZU, 500 a.C.)

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Técnica: Benchmarking
Introdução: Quando a empresa tem o objetivo a líder do seu segmento ela também tem que se preocupar com o desempenho dos concorrentes. Como saber se desempenho dos processos da minha empresa são os melhores ? Qual será o desempenho dos meus concorrentes ? O benchmarking é a ferramenta que me ajuda a responder estas questões. Definição: Benchmarking: O benchmarking é definido com um ―processo contínuo e sistemático de avaliação de produtos, serviços e métodos em comparação aos concorrentes mais sérios e aos das empresas reconhecidas como líderes‖(1) Benchmark: É uma medida. uma referência ou medida-padrão para a comparação; nível de performance reconhecido como padrão de excelência para um processo de negócio específico
Benchmarking interno: É a comparação entre as operações ou serviços similares dentro da própria empresa, não necessariamente no mesmo local. Exemplo: Comparação entre plataformas, Unidades Regionais e etc Benchmarking competitivo: É a comparação com os melhores concorrente (exemplo: líder do segmento) externos.
1 – D. T. Kearns, Xerox Corporatiob

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Tipos

Benchmarking Funcional: É a comparação entre empresas com processos semelhantes em uma função ou atividade do mesmo segmento. Exemplo: Serviços de distribuição e logística. Benchamarking Genérico: É a comparação de processos com empresas de classe mundial. As empresas podem estar em segmento diferentes mas devem possuírem processos similares
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Técnica: Brainstorming
O Brainstorming (ou "tempestade de idéias"), foi criada por Alex Osborn é uma técnica ou ferramenta que a ajudar desenvolver, explorar a capacidade criativa das pessoas. Brainstorming propõe que um grupo de pessoas se reúnam e se utilizem das diferenças em seus pensamentos e idéias para que possam chegar a um denominador comum.

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O brainstorming pode ser utilizado para diversas finalidades como: Desenvolvimento de novos produtos - obter idéias para novos produtos e efetuar melhoramentos aos produtos existentes. Publicidade - desenvolver idéias para campanhas de publicidade. Resolução de problemas - conseqüências, soluções alternativas, análise de impacto, avaliação. Gestão de Processos - encontrar formas de melhorar os processos comerciais e de produção. Gestão de Projetos - identificar objetivos dos clientes, riscos, entregas, pacotes de trabalho, recursos, tarefas e responsabilidades. Formação de Equipes - geração de partilha e discussão de idéias enquanto se estimulam os participantes a raciocinar. Há 3 principais partes no brainstorming: Encontrar os fatos, Geração da idéia, Encontrar a solução.

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Técnica: Brainstorming
Da busca dos fatos na resolução de um problema existem duas sub partes: Definição do problema e Preparação. Inicialmente, identifica-se o problema. O Brainstorming funciona para problemas que têm muitas soluções possíveis tal como a geração de idéias para o produtos com baixa aceitação no mercado. Depois é necessário colher toda a informação que pode relacionar-se com o problema.

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Geração de idéias por brainstorming. Busca da solução: Avaliar e selecionar as melhores idéias. Regras. Quatro principais regras do brainstorming são: - Críticas são rejeitadas; - Criatividade é bem-vinda; - Quantidade é necessária; - Combinação e aperfeiçoamento são necessários (O objetivo desta regra é encorajar a geração de idéias adicionais para a construção e reconstrução sobre as idéias dos outros)

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Técnica: PDCA

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O PDCA (conhecido também como ciclo de Deming) tem por objetivo a aplicação do ciclo de melhoria continua de um processo.

O PDCA é dividindo-a em quatro principais fases: PLAN: (planejar) Planejar e estabelecer qual são os objetivos, procedimentos e atividades necessárias para o alcançar os resultados (as metas). DO: (Executar) Realizar, execução das atividades. CHECK: (Verificar) Monitorar e avaliar os resultados, periodicamente comparando-os com os resultados planejado. ACT: (Agir ou Ação) Agir para que o resultados sejam alcançados, para que os processos sejam melhorados. Elaborar novos planos de ação, de forma a melhorar a qualidade, eficiência e eficácia. Aprimorando a execução e corrigindo eventuais falhas.

Planejar Executar Plan DO
Agir Act Verificar Check

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Técnica: 5W2H

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O 5W2H é uma técnica/ferramenta simples, porém eficiente para o planejamento, formado por um conjunto de sete colunas (uma planilha ou relatório por colunas), cada uma delas encabeçada por um título (em inglês, na sua origem):
Inglês What? Português O quê? Comentário O que é a atividade ? O que é assunto? assunto? O que deve ser medido?

Who

Quem?

Quem executa a atividade ou operação? Quem a equipe responsável? Quem depende da execução da atividade? A atividade depende de quem para ser iniciada?
Onde a atividade será realizada? Em que lugar? Onde serão feitas as reuniões presenciais da equipe? Por que a atividade é necessária? Ela pode ser omitida? Por que A, B e C foram escolhidos para executar essa atividade? Quando será feito (data)? Quando será o início da atividade? Quando será o término? Quando serão as reuniões presenciais? Como atividade será executada? De que maneira? Como acompanhar o desenvolvimento dessa atividade? Como A, B e C vão interagir para executar essa atividade?

Where Why When How

Onde (local) Por quê? Quando Como

How much

Quanto (Quanto custa)

Quanto custa a execução da atividade ? Quanto custa a operação atual? Qual é a relação custo x benefício?

A 5W2H é uma ferramenta prática que permite, a qualquer momento, saber os dados mais importantes de um projeto. Os pontos importantes sobre o projeto e cada atividade teremos que definir.
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Técnica: 5W2H

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Exemplo:
O Quê?
Construir o mapa de relacionamento

Quem?
Facilitadores e Analista de Negócio

Onde?
Sala de reuniões

Por Quê?
Entendimento do negócio

Quando?
12/02/2008

Como?
Realização de Workshops

Quanto?
R$ 1800,00

Comprar uma ferramenta de gestão de projetos
Gerenciamento do processo

Compras

Projetos Solutions (fornecedor)

Melhorar o controle e produtividade da equipe de gestão
Mensurar a efetividade do processo

Solicitação de Compras
10/02/2008 R$ 14.000,00

Coordenador

Sala de reuniões

Reuniões semanais

Acompanhamento semanal

0

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Diagrama de Causa-Efeito
O Diagrama de Ishikawa (Diagrama de Causa-Efeito ) é utilizado quando necessitamos identificar, explorar e ressaltar todas as causas possíveis de um problema ou de uma situação específica. Podemos usá-lo na classificação de um processo, na identificação de causas de um problema, na identificação de recursos de um processo, etc.

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Embora possa ser utilizada individualmente, a principal qualidade do Diagrama de Causa-Efeito é sua capacidade de orientar a discussão em grupo, estimulando a participação de todos e conduzindo os participantes a identificar as causas ou os fatores responsáveis por um problema ou situação (efeito). Permite a organização das idéias e sua visualização agrupada, destacando as áreas mais significativas.

Matéria Prima
Matéria-Prima de baixo custo Problemas com Fornecedor Falta de Capacitação

Recursos Humanos

Desmotivação

Falhas no PCP Equipamento com problema Falha na inspeção e ensaios

Produto com Baixa Qualidade

Produção

Inspeção e Ensaios

Causas
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Efeito
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Respostas:
[Exercício 1] Descrever Área de Conhecimento: Análise de Requisitos (inclusive escreva pelo menos três técnicas, qual é o valor desta área, o quê ela responde e qual é seu valor): Resposta: Área de Conhecimento de Análise de Requisitos: Descrição: Descreve como o Analista de Negócio deve priorizar e elaborar solução de forma incremental para os requisitos, de modo a permitir que a equipe (do projeto) implemente uma solução que atenda as necessidades da organização patrocinadora e das partes interessadas. Isto envolve analisar as necessidades dos stakeholders para definir as soluções que satisfaçam essas necessidades, avaliar o estado atual da empresa para identificar e recomendar melhorias, bem como a verificação e validação dos requisitos resultantes. Técnicas: Análise de Regra de Negócio, Decomposição Funcional, Modelagem de Processo, Casos de Uso e Estória do Usuário (User Stories) e etc Objetivo: Analisar os dados. Responde: O que a solução deve ser capaz de fazer? Valor: Transforma a necessidade do negócio em capacidades claramente descritas.
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Respostas:
[Exercício 2] - Quais são as principais habilidade do Analista de Negócio ? Resposta: - Liderança - Conhecimento do Negócio - Comunicação - Saber se comunicar - Capacidade de resolver problemas [Exercício 3] Porque o Analista de Negócio deve compreender a estratégia ? Resposta: ―O Analista de Negócio deve compreender com mais clareza a importância da estratégia e entender como ela se integra aos processos de negócio e ao portfólio de projetos‖.

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[Exercício 4] Porque necessitamos Conhecer as Regras de Negócio ? Cite três fatores externos e três internos.
Resposta: Fatores externos: - Para acompanhar ritmo das mudanças; - Para entender a melhor as demandas do negócio; - Para atender a conformidade com leis e regulações;
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Respostas:
[Exercício 4 - continuação] Porque necessitamos Conhecer as Regras de Negócio ? Cite três fatores externos e três internos.

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Resposta: Fatores internos: - Inabilidade em localizar as regras de negócio; - Dificuldade em entender as regras atuais e seus objetivos; - Conhecimento crítico sobre o negócio dependendo de colaboradores chave que podem ser ―deixar‖ a empresa, causando perda de conhecimento de negócio;

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Respostas:
[Exercício 5] Os erros estão no diagrama abaixo:

Cliente

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Fazer pedido

Enviar o pedido

Receber email

Receber produto

1
Receber comprovante de entrega

Receber o pedido Vendas

Registrar

Pedido

Enviar Ordem de Entrega

5

Enviar e-mail de confirmação

3
Processar pedido

6

Pedido

+

4

Entregador

2

Receber Ordem de Entrega

Gerar ticket de entrega

Fazer entrega
+

Erros: 1 – Evento iniciar 2 – Nome da Pool 3 – Associação (entre uma atividade e um objeto de dado) 4 – Fluxo de mensagem 5 – Fluxo de mensagem entre as atividades Enviar Ordem de Entrega e Enviar e-mail de confirmação 6 – Evento fim (na Pool de Vendas)
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Referências:
- Analista de Negócio é desejado pelo mercado de TI (http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=4782) Pesquisa recente realizada pela TI Mídia revelou que o analista de negócio é o profissional mais desejado pelo mercado de tecnologia da informação. - Analistas de Negócio valem ouro (http://cio.uol.com.br/gestao/2008/05/19/analistas-de-negocio-valem-ouro/) Estudo do Forrester aponta a valorização desses profissionais e ensina os CIOs a prepará-los para o futuro

Analista de Negócio 2.0

- Os segredos dos bons Analistas de Negócio (http://cio.uol.com.br/gestao/2008/05/27/os-segredos-dos-bons-analistas-de-negocio/) Para ter projetos bem-sucedidos, é preciso ter um analista de negócio. Leia como selecionar um funcionário para o cargo Rethinking the Role of Business Analysts: Towards Agile Business Analysts? http://www.agilemodeling.com/essays/businessAnalysts.htm#WhyHaveAnalysts The focus of this discussion is on business system analysts (BSAs) even though many of the issues (or flavors thereof) are pertinent to the other analyst types. BSAs typically have experience in a wide range of techniques, including interviewing, structured meeting approaches such as Joint Application Development (JAD), modeling sessions, and model reviews. Good BSAs have a good understanding of the business domain and are typically “people persons”.

BABok® (Business Analysis Body of Knowledge), versão 2.0

UML For The IT Business Analyst (Segunda edição) Autor: Howard Podeswa Editora: Course Technology PTR; 2 Edição: 18/Jun/2009) ISBN-10: 1598638688

The Business Analyst's Handbook Autor: Howard Podeswa Editora: Course Technology PTR; 2 Edição: 8/Dez/2008) ISBN-10: 1598635654

Seven Steps to Mastering Business Analysis Autor: Barbara A. Carkenord Editora: J. Ross Publishing Edição: Outubro/2008 ISBN: 9781604270075 126

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Referências: Para ir além
Planejamento Estratégico com BSC http://www.slideshare.net/Ridlo/planejamento-estratregico-com-bsc-v2

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Gestão por Processo (BPM) http://www.slideshare.net/Ridlo/gesto-por-processo

Mapeamento e Modelagem de Processos de Negócio com BPMN http://www.slideshare.net/Ridlo/mapeamento-e-modelagem-de-processos-de-negcio-com-bpmn

Técnicas de Gestão para Análise de Negócio http://www.slideshare.net/Ridlo/tcnicas-de-gesto-para-anlise-de-negcio

Analise de Requisitos Software http://www.slideshare.net/Ridlo/analise-de-requisitos-software

Soa Fundamentos http://www.slideshare.net/Ridlo/soa-fundamentos

http://www.slideshare.net/Ridlo
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Sobre o autor:
Coach e Consultor de Gestão de Negócios, Inovação e Tecnologia para a Gestão 2.0, a Gestão Ágil. A Gestão Ágil ajuda as empresas a responder mais rápido as demandas de negócio e mudanças. A Gestão 2.0, abrange Planejamento Estratégico, Gestão por Processos Ágeis, Gestão de Projetos Ágeis, Tecnologia da Informação (Métodos Ágeis), Inovação e Liderança.

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Rildo

Experiência: Tem mais de 10.000 horas de experiência em Gestão de Negócios, Gestão de Inovação, Governança e Engenharia de Santos Software. Formado em Administração de Empresas, Pós-Graduado em Didática do Ensino Superior e Mestre em Engenharia de Software pela Universidade Mackenzie. Foi instrutor de Tecnologia de Orientação a Objetos, UML e Linguagem Java na Sun Microsystems e na IBM.

Conhece Métodos Ágeis (SCRUM, Lead, FDD e XP), Arquitetura de Software, SOA (Arquitetura Orientado a Serviço), RUP/UP - Processo Unificado, Business Intelligence, Gestão de Risco de TI entre outras tecnologias.
É professor de curso de MBA da Fiap, ESEG e foi professor de pós-graduação da Fasp e IBTA.

Possui fortes conhecimentos de Gestão de Negócio (Inteligência de Negócio, Gestão por Processo, Inovação, Gestão de Projetos e GRC - Governance, Risk and Compliance), SOX, Basel II e PCI; Experiência na implementação de Governança de TI e Gerenciamento de Serviços de TI. Conhecimento dos principais frameworks e padrões: ITIL, Cobit, ISO 27001 e ISO 15999; Desempenhou diversos papéis como: Estrategista de Negócio, Gerente de Negócio, Gerente de Projeto, Arquiteto de Software, Projetista de Software e Analista de Sistema em diversos segmentos: Financeiro, Telecomunicações, Seguro, Saúde, Comunicação, Segurança Pública, Fazenda, Tecnologia, Varejo, Distribuição, Energia e Petróleo e Gás.
Possui as certificações: CSM - Certified SCRUM Master, CSPO - Certified SCRUM Product Owner , SUN Java Certified Instrutor, ITIL Foundation e Instrutor Oficial de Cobit Foundation e Cobit Games; É membro do IIBA-International Institute of Business Analysis (Canadá), SCRUM Alliance, ISACA e PMI Onde ele está: Twitter: @rildosan Blog: http://rildosan.blogspot.com/ Comunidade: http://etecnologia.ning.com Site: www.etecnologia.com.br
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Nossos Treinamentos

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Treinamentos: - Formação de Analista de Negócio 20. com estudo de caso (24 horas) - Preparatório para CBAP (Certificação Profissional de Analista de Negócio) - Workshop de Analista de Negócio 2.0 (16 horas) Mais informações entre em contato: treinamento@etecnologia.com.br
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