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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA __ª VARA DO

TRABALHO DO FORO REGIONAL DA ZONA OESTE DA
COMARCA DE SÃO PAULO DO ESTADO SÃO PAULO – 2ª
REGIÃO

EDIVALDO AZEVEDO DA COSTA,
brasileiro, casado, maior, capaz, “MOTORISTA ”, portador da Cédula de
Identidade Tipo Rg. nº. 19.710.872-6 SSP/SP, inscrito no Cadastro de
Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda – CPF/MF sob nº 111.416.108-09,
portador da Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS 19786 – Série
00170/SP, nascido em 02 de novembro de 1968, filho de Edelsuita
Pereira de Azevedo, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo do
Estado de São Paulo, na Rua Felisberto Caldeira, nº. 34 Jardim
Margarida – CEP: 08191-030, vem respeitosamente a esta elevada
jurisdição exercida por VOSSA EXCELÊNCIA, por intermédio de seu advogado
e bastante procurador, Instrumento de Mandato em anexo, com
endereço profissional consignado no Mandato acostado, em atendimento aos
ditames contidos no art. 39, inciso I do Código de Ritos, que esta subscreve,
ajuizar a presente

RECLAMAÇÃO TRABALHISTA

SÃO PAULO
Rua Do Bosque, nº. 1.589 – 8º Andar – Sala 811 - Barra Funda – Edifício Lex Office - CEP: 01136-001
TEL.: (11) 3392-1312
1
Site: www.pelegrinoadvogados.com
E-mail: pelegrinoadvogados@gmail.com

(RITO ORDINÁRIO)

Em face de:

TRANSPPASS TRANSPORTE DE PASSAGEIROS LTDA ., pessoa
jurídica de direito privado, inscrito no Cadastro de Pessoas
Jurídicas do Ministério da Fazenda – CNPJ/MF sob nº.
06.268.099/0001-93, sediada na Cidade de São Paulo do
Estado de São Paulo, na Avenida Torres de Oliveira, nº. 435, -
Bloco I - Bairro Jaguaré, CEP: 05347-020.

O que se faz pelos motivos de fatos e de direito,
abaixo aduzidos:

PREÂMBULO

O Obreiro foi contratado pela reclamada em 06 de
janeiro de 2016, com registro na Carteira de Trabalho e Previdência Social –
CTPS, para exercer a função de “MOTORISTA ”, tendo pedido demissão em
10 de maio de 2016.

Percebeu como último salário-hora o valor de R$
11.21 (ONZE REAIS E VINTE E UM CENTAVOS ), recebendo valores inferiores ao seu real
direito no ato do desligamento.

DA COMISSÃO DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA

O Reclamante deixou de socorrer da CPP (Comissão
de Conciliação Prévia), por entender que tal exigência é inconstitucional, eis
que viola o art. 5°, XXXV da Constituição Federal, da mesma forma como já
se pronunciou o STF recentemente a este respeito.

DA COMPETÊNCIA TERRITORIAL

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É de saber notório que a Competência Territorial da
Justiça do Trabalho, está explicitada no artigo 651 da Consolidação das Leis
do Trabalho:

Art. 651 - A competência das Juntas de Conciliação e Julgamento é
determinada pela localidade onde o empregado, reclamante
ou reclamado, prestar serviços ao empregador, ainda que
tenha sido contratado noutro local ou no estrangeiro.
§ 1º - Quando for parte de dissídio agente ou viajante comercial, a
competência será da Junta da localidade em que a empresa tenha
agência ou filial e a está o empregado esteja subordinado e, na
falta, será competente a Junta da localização em que o empregado
tenha domicílio ou a localidade mais próxima.
§ 2º - A competência das Juntas de Conciliação e Julgamento,
estabelecida neste artigo, estende-se aos dissídios ocorridos em
agência ou filial no estrangeiro, desde que o empregado seja
brasileiro e não haja convenção internacional dispondo em
contrário.
§ 3º - Em se tratando de empregador que promova realização de
atividades fora do lugar do contrato de trabalho, é assegurado ao
empregado apresentar reclamação no foro da celebração do
contrato ou no da prestação dos respectivos serviços.

Segundo Sérgio Pinto Martins a ação trabalhista
deve ser proposta no último local da prestação de serviços do
empregado, ainda que o empregado tenha sido contratado em outra
localidade ou no estrangeiro.

O Reclamante informa que sempre PRESTOU
SERVIÇOS no endereço: Cidade de São Paulo do Estado de São
Paulo, na Avenida Torres de Oliveira, nº. 435, - Bloco I - Bairro Jaguaré,
CEP: 05347-020.

De acordo com a PORTARIA GP Nº 88/2013, no
anexo 2, determina quais são os Códigos de Endereçamento Postal – CEP, que
são de competência FÓRUM RUY BARBOSA DE SÃO PAULO

Dessa forma, verifica-se que o Código de
Endereçamento Postal – CEP, está está no rol dos CEPs de competência do
FÓRUM RUY BARBOSA DE SÃO PAULO.

1. CONVERSÃO DO PEDIDO DE DEMISSÃO EM RESCISÃO
INDIRETA – VERBAS RESCISÓRIAS

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juros de mora de 1% ao mês e multa de 10%. Com efeito. entre todos os empregados da sua equipe o reclamante sempre se destacou. bem como suprimia o intervalo intrajornada. Desde o início do vínculo empregatício estabelecido entre as partes. comissões e média das horas extras). c) Exigia o cumprimento de jornada extensas. forçando o reclamante a pedir sua demissão. pois não havia pagamento correto pelas horas extras laboradas. Com fundamento na alínea “d” e § 3º do artigo 483 da CLT. o Reclamante trabalhava para a Reclamada de forma exemplar. em verbas vencidas e vincendas. devendo responder pela incidência da taxa referencial – TR sobre a importância correspondente. porque a reclamada não cumpriu com suas obrigações contratuais. incidirão ainda. b) Não concedia o horário de almoço. Recolhimentos de FGTS durante todo o pacto laboral. b. a rescisão indireta se justifica. o reclamante requer a declaração de nulidade e o cancelamento do pedido de demissão. com base na remuneração do reclamante (salários. da Lei 8. Com todos esses fatos. Multa de 40% sobre a totalidade do FGTS. 4 . e) Não remunerou corretamente o adicional de insalubridade. acrescidos da TR. também as obrigações e sanções previstas no Decreto Lei nº 368/68 (artigo 22. a Reclamada estava descumprindo diversas obrigações do contrato de trabalho. abaixo elencadas: a. a saber: a) Não pagou corretamente as horas extras laboradas pelo reclamante. d) Não efetuou o pagamento do PLR. e habitualmente atingia todas as metas estabelecidas pela reclamada. convertendo-o em rescisão indireta do contrato de trabalho por culpa do empregador e condenando a reclamada ao pagamento das diferenças de verbas rescisórias.036/90). Sobre o valor dos depósitos. sujeitando-se. Aviso Prévio Indenizado e integração nas demais verbas. Ocorre que no decorrer do contrato de trabalho a reclamada não o remunerava adequadamente. c.

pois não retratam a realidade dos fatos. da CLT. em desacordo a PRIMAZIA DA REALIDADE LABORAL. em total desacordo com a jornada laboral. conforme o entendimento consubstanciado na Súmula nº 389. d. 74. nas respectivas marcações através de máquinas do início do labor. eram determinados pelo FISCAL DO TERMINAL. e. g. do C. 338. ÔNUS DA PROVA. Multa do artigo 477. no início da jornada em branco. I .JORNADA DE TRABALHO. a qual pode ser elidida por prova em contrário. A não-apresentação injustificada dos controles de frequência gera presunção relativa de veracidade da jornada de trabalho. a britâneidade. NULIDADE DA FICHA DE HORÁRIOS DE TRABALHO EXTERNO/CARTÃO DE PONTO As Fichas de Horários de Trabalho Externo/Registros de ponto não refletem a realidade fática. sendo inclusive preenchido pelo próprio FISCAL DO TERMINAL. f. h. Recolhimento do INSS. Multa do artigo 467 da CLT. para o Reclamante efetuar o saque dos valores depositados na sua conta vinculada. segundo seus interesses. por determinação da Reclamada. 5 . Ainda os supostos horários de encerramento da jornada. REGISTRO. conforme informada na inicial: SÚMULA Nº 338 DO TST . devendo prevalecer a jornada efetivamente laborada.É ônus do empregador que conta com mais de 10 (dez) empregados o registro da jornada de trabalho na forma do art. 2. § 2º. pois costumeiramente eram preenchidas pela Reclamada ( supostos horários de inicio do labor). Entrega das guias do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho – TRCT. Certo é que o Reclamante era obrigado a assinar as referidas Fichas de Horários de Trabalho Externo. devendo ser declaradas nulas. Entrega das guias do Seguro Desemprego devidamente preenchidas. sob pena de arcar com a indenização compensatória.TST. nos termos da Súmula nº. §8 da CLT. Tribunal Superior do Trabalho e do artigo 9º da CLT. do C. e ainda denota-se. Tais anotações não são meio de prova hábeis.

pode ser elidida por prova em contrário. trata-se de um documento extremamente importante e esclarecedor. possui as informações referente ao número do ônibus dirigido pelo obreiro. o qual deverá ser juntado aos autos pela Reclamada. Importante que da análise desses Relatórios de Bordo. quantidade de passageiros que utilizaram do veículo. 9º da CLT e reconhecida a jornada declarada na presente peça. ainda que prevista em instrumento normativo. relativo às horas extras. e não possuía do período previsto em lei para a fruição do intervalo intrajornada. através dos horários consignados de forma manuscrita. 6 . facilmente constata-se que o obreiro possuía no máximo 5 ( CINCO) minutos entre uma viagem e outra.A presunção de veracidade da jornada de trabalho. requer que sejam declarados nulos todos os controles de jornada. RELATÓRIOS DE BORDO – OFÍCIO SPTRANS O Reclamante durante todo o Contrato de Trabalho.Os cartões de ponto que demonstram horários de entrada e saída uniformes são inválidos como meio de prova. Dessa forma. Face às diversas fraudes nos horários anotados. Tribunal Superior do Trabalho. Os referidos Relatórios de Bordo que são atrelados aos dados funcionais do obreiro. Importante mencionar que a Reclamada mantém em seus arquivos uma cópia do aludido documento. o qual após preenchido é enviado para a SPTRANS. que passa a ser do empregador. 338 do C. II . nos termos do art. numeral da catraca. e teor da Súmula nº. preenchia diariamente um documento denominado de Relatório de Bordo. bem como os horários de início e encerramento de cada viagem e código de linha. prevalecendo a jornada da inicial se dele não se desincumbir. invertendo- se o ônus da prova. III . 3.

ocasião em que permanecia na reserva.Dupla Pegada/Jornada 1º Pegada/Jornada: Em média das 05h20 às 12h00. Posto isto. A jornada obreira era a seguinte:  JORNADA REALIZADA Escala 6x1 . cumpre salientar que no regime de "dupla pegada". sem nunca ter sido remunerado por estas horas em que permaneceu à disposição. neste intervalo. Ademais. DAS HORAS EXTRAS. o fato do empregado desempenhar ou não algum serviço para o empregador durante estas horas à disposição. ou então era direcionado ao plantão da Reclamada. o intervalo entre o final da primeira e o início da segunda "pegada". atrelado aos dados funcionais do Reclamante nos termos do artigo 400 do Novo Código de Processo Civil. não é condição "sine qua" para o reconhecimento das horas extras. Na ausência de cumprimento. Excelência. prestava informações aos usuários. Se assim não fosse. requer a determinação à Reclamada para a juntada aos autos dos Relatórios de Bordo. Neste diapasão. permanecia ligado ao serviço. Excelência. durante o período entre a 1ª Pegada e a 2ª Pegada. só é válido se amparado em norma ou acordo coletivo. evidencia que o empregado permaneceu à disposição do empregador. já que o empregado. 2º Pegada/Jornada: Em média das 16h00 às 23h15. auxiliando/realizando manobras de ônibus. sendo superior a 2h00h ( DUAS HORAS). visto que o excesso ilegal deste intervalo constitui ato de flagrante lesão ao artigo 71. e não recebia por este tempo. tendo em vista a inviabilidade temporal de o obreiro ir embora para sua residência e posteriormente retornar. o que lhe acarreta inúmeros prejuízos. devendo estas horas à disposição serem remuneradas à título de horas extraordinárias. sempre à disposição da Reclamada. 7 . requer a determinação de ofício à SPTRANS para a juntada aos autos dos referidos documentos. não havendo previsão normativa que autorize esse sistema. o empregado. 4. da CLT. permanecia no terminal.

em seguida. será obtido dividindo-se o salário mensal correspondente à duração do trabalho. 118 C. a fórmula é a seguinte: Divisor = (limite de duração semanal : dias de trabalho na semana) x 30 Jornada de 6h30 → Divisor = (37 : 6) x 30 → Divisor = 6. para. no caso de empregado mensalista. a partir de um parâmetro semanal.16 x 30 → Divisor = 185 Por todo exposto. requer o reconhecimento do tempo à disposição (PERÍODO ENTRE AS JORNADAS) e a condenação ao pagamento das horas extraordinárias excedentes à 6h30ª diária. remunerados como serviço extraordinário. não previstos em lei. Tribunal Superior do Trabalho que: SÚMULA Nº. sendo este o resultado do limite semanal dividido pelo número de dias em que efetivamente se trabalha na semana. HORAS EXTRAS. 118 do C. Assim. Os intervalos concedidos pelo empregador na jornada de trabalho. Daí foi estabelecida a metodologia. o qual prevê que: “O salário-hora normal. Esta média de horas-dia a ser multiplicada por 30 seria estabelecida. A previsão do divisor a ser utilizado se encontra no artigo 64 da CLT. Nesse sentido é o entendimento da Súmula nº. ” Porém. portanto. que assegurou o repouso semanal remunerado e o limite de 44hrs semanais para os empregados em geral. utilizando a globalidade salarial nos termos das 8 . TST JORNADA DE TRABALHO. após a CF/88. multiplicar por 30. por 30 (trinta) vezes o número de horas dessa duração. se acrescidos ao final da jornada. 37ª semanal e divisor 185. representam tempo à disposição da empresa. segundo a qual seria preciso apurar o número médio de horas por dia de uma semana de trabalho. a que se refere o artigo 58.

O tempo. 7º c/c Súm. no mínimo. caso esse não seja o posicionamento de VOSSA EXCELÊNCIA. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. majorados pelo adicional de 50%. após. cuja duração exceda de 6 (seis) horas. Temos que a expressão jornada de trabalho em sentido restrito compreende-se o tempo em que o empregado tem de se colocar em disponibilidade perante seu empregador. sem que haja acordo escrito ou contrato coletivo em contrário. além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. I e 264 do TST. 71) determina que em qualquer trabalho contínuo. 66 DA CLT. I e 264 do TST. A legislação (CLT. conforme Convenções Coletivas Do Trabalho. em decorrência do contrato. requer o reconhecimento do tempo à disposição (PERÍODO ENTRE AS JORNADAS) e a condenação ao pagamento das horas extraordinárias excedentes à 7ª diária. em que o empregador pode dispor da força de trabalho de seu empregado.súmulas 132. em suma. 487. aviso prévio (art. art. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. visto o excesso ilegal deste intervalo constitui ato de flagrante lesão ao artigo 71. 63 TST). 5. 172 TST). conforme Convenções Coletivas Do Trabalho. Dessa forma. Sucessivamente. majorados pelo adicional de 50%. após. além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. 45 TST). §5º CLT) E DO TOTAL. da CLT.C. por conseguinte a observação do intervalo mínimo interjornadas. 7º c/c Súm. §5º CLT) E DO TOTAL. utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. 45 TST). 40ª semanal e divisor 200 (Súmula 431 . 487. de 1 (uma) hora e. 13ºs salários (Súm. 63 TST). 13ºs salários (Súm. 172 TST). em um período delimitado. o qual será. art. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. Sendo que tal período não será computado na duração do trabalho. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. justo se da o reconhecimento de jornadas laborais autônoma e. aviso prévio (art. INTERVALO INTERJORNADA – ART. art. não poderá exceder de 2 (duas) horas. sendo o período superior à 2 (duas) horas. TST). 9 . é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação.

após. §5º CLT) E DO TOTAL. requer a condenação ao pagamento das horas extras pela não concessão do intervalo legal de 11 (ONZE) horas entre duas jornadas de trabalho consecutivas. conforme estabelecido no artigo 66 da CLT. acarreta. 13ºs salários (Súm. como tempo a disposição. 110 do C. utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. com prejuízo das 11 (onze) horas consecutivas legais. inclusive entre a 1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada (em caso de não reconhecimento como tempo a disposição). O desrespeito ao intervalo mínimo interjornadas. INTERVALO INTERSEMANAL – ART. justo se faz a aplicação do artigo 66 da Consolidação das Leis do Trabalho. 66 da CLT resulta no pagamento de horas extras pelo tempo suprimido. 45 TST). TRT-2ª Região Intervalo entre jornadas. os mesmos efeitos previstos no § 4º. 7º c/c Súm. Tribunal Regional do Trabalho – 2ª Região consolidou o entendimento com a edição da Súmula nº. majorados pelo adicional de 50% conforme Convenções Coletivas Do Trabalho. para o descanso entre jornadas. Tribunal Superior do Trabalho. Tribunal Superior do Trabalho e Orientação Jurisprudencial nº 355 da SBDI-1 do C. Artigo 66 da Consolidação das Leis do Trabalho. além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. Súmula nº. E recentemente o E. Horas extras. Por todo exposto. I e 264 do TST. A inobservância do intervalo mínimo de 11 horas previsto no art. 10 . 172 TST). inclusive com o respectivo adicional. do artigo 71 da CLT. 6. Inobservância. 63 TST). Neste diapasão. art. aviso prévio (art. na remota hipótese de não ser reconhecida o período entre a 1ª Pegada/Jornada e a 2ª Pegada/Jornada. 487. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. 26: SÚMULA 26 – E. por analogia. devendo ser remunerado com o pagamento da integralidade das horas subtraídas do intervalo. 67 DA CLT.

por analogia. TST e Orientação Jurisprudencial nº 355 da SBDI-1 do C. 7. §5º CLT) E DO TOTAL. pois somente tomava um rápido lanche no interregno de 15 a 20 minutos . ante ao excesso ilegal desse período. Por todo exposto. INTERVALO INTRAJORNADA – ART. Em sendo reconhecido o período entre a 1ª Pegada/Jornada e a 2ª Pegada/Jornada. do período entre a 1ª Pegada/Jornada e a 2ª Pegada/Jornada. 487. Na hipótese de não reconhecimento como tempo à disposição. art. aviso prévio (art. 172 TST). como tempo a disposição. Súmula 110 do C. requer a condenação ao pagamento das horas extras pela não concessão do intervalo mínimo semanal de 35 (TRINTA E CINCO) horas. conforme estabelecido no artigo 67 da CLT. inclusive com o respectivo adicional. majorados pelo adicional de 50% conforme Convenções Coletivas Do Trabalho. 71 DA CLT NULIDADE DA CLÁUSULA 50ª CCT. não havendo. os mesmos efeitos previstos no § 4º. do artigo 71 da CLT. devendo ser remunerado com o pagamento da integralidade das horas subtraídas do intervalo. O Reclamante foi contratado para atuar na jornada supra descrita. nunca usufrui do referido período. inclusive. 45 TST). 7º c/c Súm. acarreta. sem ter recebido corretamente as horas excedentes dessa jornada. 13ºs salários (Súm. o obreiro faz jus a 01 hora de intervalo intrajornada. justo é o 11 . para o descanso entre jornadas. após. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. nem sequer recebeu pela supressão deste intervalo. TST. entretanto. utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. pagamento das horas suprimidas do intervalo intersemanal mínimo de 35 (trinta e cinco) horas O desrespeito ao intervalo intersemanal mínimo de 35 (trinta e cinco) horas. I e 264 do TST. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. em condições totalmente inadequadas. sempre extrapolou sua jornada. entretanto. 63 TST). além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49.

in verbis: INTERVALO INTRAJORNADA PARA REPOUSO E ALIMENTAÇÃO. garantido por norma de ordem pública (art. infenso à negociação coletiva.É inválida cláusula de acordo ou convenção coletiva de trabalho contemplando a supressão ou redução do intervalo intrajornada porque este constitui medida de higiene. A redução do intervalo intrajornada afronta diretamente a Súmula nº. III . no cálculo de outras parcelas salariais. repercutindo. caput e § 4º da CLT. 12 . II. II .923. sem prejuízo do cômputo da efetiva jornada de labor para efeito de remuneração. C. 2013/2014 E 2014/2015 E CLÁUSULA 51ª DAS 2015/2016 ). Tribunal Superior do Trabalho. 437 do C. de 27 de julho de 1994. da CF/1988).Após a edição da Lei nº 8.Ultrapassada habitualmente a jornada de seis horas de trabalho.923/94. com redação introduzida pela Lei nº 8. assim. sendo. saúde e segurança do trabalho. é devido o gozo do intervalo intrajornada mínimo de uma hora. com acréscimo de. na forma prevista no art.reconhecimento de jornadas laborais autônomas. requer-se a declaração de nulidade das cláusulas das CCT´s que estabelecem a possibilidade de redução do intervalo pois esta previsão não traz contrapartida ao empregado e desvirtua o estabelecido na norma imperativa.Possui natureza salarial a parcela prevista no art. 71. direito do obreiro. Apesar das CCT´s preverem 30 minutos de intervalo (CLÁUSULA 51ª DAS 2010/2011. que visa restabelecer a saúde física e mental do trabalhador ao obrigar a concessão da pausa de uma hora (Súmula 437. XXII. implica o pagamento total do período correspondente. CLÁUSULA 50ª DA CCT 2012/2013. 7º. a empregados urbanos e rurais. Em sendo superior o labor 6ª (SEXTA) hora justo a concessão de um intervalo de 01 hora para repouso ou alimentação. portanto. 71. a concessão 15 minutos para repouso ou alimentação quando a jornada exceder a 4ª ( QUARTA) hora e for inferior a 6ª (SEXTA) hora. 71 da CLT e art. no mínimo. quando não concedido ou reduzido pelo empregador o intervalo mínimo intrajornada para repouso e alimentação. a não concessão ou a concessão parcial do intervalo intrajornada mínimo. da CLT. § 4º. para repouso e alimentação. 71 da CLT). 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho (art. obrigando o empregador a remunerar o período para descanso e alimentação não usufruído como extra. e não apenas daquele suprimido. APLICAÇÃO DO ART. IV . acrescido do respectivo adicional. do TST). 71 DA CLT I .

Tribunal Superior do Trabalho a não concessão do intervalo intrajornada mínimo. conforme Convenções Coletivas Do Trabalho. 7º c/c Súm. 63 TST). Ainda prevê a Súmula nº. requer a condenação ao pagamento de 01 hora extra diária pela ausência do intervalo não usufruído na totalidade e em condições inadequadas ( caso reconhecido como tempo a disposição o intervalo entre a 1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada ). TST. o reclamante laborava em jornada extraordinária. aplicando-se o parágrafo 4º. sobre o valor da remuneração da hora normal do trabalho. e 100% para os domingos e feriados. majorados pelo adicional de 50%. aviso prévio (art. sem prejuízo do cômputo da efetiva jornada de labor para efeito de remuneração. 437 do C. Outrossim. art. 13ºs salários (Súm. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. quando a jornada laboral exceder a 4ª (QUARTA) hora e for inferior a 6ª ( SEXTA) hora. implica no pagamento total do período correspondente. majorados pelo adicional de 50%. §4º da CLT. conforme 13 . Sucessivamente. do artigo 71 da CLT e Súmula 437 do C. aplicando-se o parágrafo 4º. I e 264 do TST. 50%. com acréscimo de no mínimo. sem prejuízo do recebimento dos minutos laborados durante o período do intervalo. o que por si só já impossibilita a redução do intervalo intrajornada. além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. após. TST. do artigo 71 da CLT e Súmula 437 do C. caso venha a ser essa a tese da reclamada. 172 TST). reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. Ademais prevê que possui natureza salarial a parcela prevista no artigo 71. requer o reconhecimento de jornadas laborais autônomas (1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada) e a condenação ao pagamento de 01 hora extra diária quando a jornada laboral exceder a 6ª (SEXTA) hora ou 15 minutos extra diários. 45 TST). Pelo exposto. I e 264 do TST. §5º CLT) E DO TOTAL. utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. sem prejuízo do recebimento dos minutos laborados durante o período do intervalo. na hipótese de não reconhecimento como tempo a disposição do intervalo entre a 1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada. 487.

pois o DSR integra o salário do obreiro para todos os fins. aviso prévio (art. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. 13ºs salários (Súm. conforme Convenções Coletivas Do Trabalho. fazendo jus às diferenças devidamente corrigidas e acrescidas de juros legais (súmula n° 172 do E. 7º c/c Súm. e 100% para os domingos e feriados. 13ºs salários (Súm. sem prejuízo do recebimento dos minutos laborados durante o período do intervalo. DOS REFLEXOS DAS HORAS EXTRAS E ADICIONAL NOTURNO NOS DSR`S. 13º salários e depósitos fundiários. além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. 14 . O Reclamante recebia os reflexos das horas extras e adicional noturno pagas nos DSR's de forma errônea. 63 TST). 487. 8. 7º c/c Súm. TST). reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. aplicando-se o parágrafo 4º. TST. após. §5º CLT) E DO TOTAL. requer a condenação de 01 hora extra diária pela ausência do intervalo não usufruído na totalidade e em condições inadequadas . além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. 487. §5º CLT) E DO TOTAL. 172 TST).Convenções Coletivas Do Trabalho. Vale ressaltar que a simples análise dos recibos de pagamento nos permite a conferência das diferenças. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. e 100% para os domingos e feriados. após. utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. do artigo 71 da CLT e Súmula 437 do C. 45 TST). I e 264 do TST. eis que em valores menores aos efetivamente devidos. 172 TST). 63 TST). art. Sucessivamente na remota hipótese de VOSSA EXCELÊNCIA entender inaplicáveis os entendimentos supra. art. 45 TST). fazendo jus às diferenças. majorados pelo adicional de 50%. aviso prévio (art. Por não receber os corretos reflexos das horas extras e adicional noturno nos DSR`s o Reclamante ficou prejudicado quanto ao recebimento das férias.

Carnaval  Fevereiro – Quarta-Feira de Cinzas  Data Móvel – Paixão de Cristo  21 de Abril – Tiradentes  01 de Maio .  Divide-se o total de horas pelo número de dias úteis do mês. sendo que o artigo 67 da CLT estabelece escala de revezamento. Contudo. assegurando a todo empregado que possa gozar periodicamente o descanso em domingo. Nesse sentido. 13ºs salários (Súm. o obreiro não gozava do benefício legal. 63 TST). conforme descritos. calcula-se da seguinte forma:  Somam-se as horas extras e adicional noturno do mês. 45 TST). I e 264 do TST. DOS DSR`S. além de seus respectivos reflexos em férias + 1/3.  17 de Fevereiro . que laborou em todos os feriados. Desta forma. 487. inclusive os Municipais da Cidade de São Paulo:  …  25 de Janeiro – Aniversario São Paulo. em afronta à legislação aplicável à espécie Esclarece. FOLGAS TRABALHADAS E FERIADOS EM DOBRO Esclarece o Reclamante que laborou aos domingos e feriados durante o pacto laboral. 417/66 exige que cada empregado usufrua ao menos um domingo por mês. para melhor entendimento. 9. a integração das horas extras e adicional noturno no descanso semanal remunerado.  Multiplica-se pelo número de domingos e feriados do mês. §5º CLT) E DO TOTAL. aviso prévio (art. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. considerando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. a Portaria MT nº.Dia do Trabalho  … 15 . Desta forma requer a condenação ao pagamento das diferenças dos reflexos das horas extras e adicional noturno que não repercutiram no DSR`S.

de todo o pacto laboral. 16 . visuais. O reclamante requer a condenação das horas trabalhadas em dobro e as diferenças do adicional legal em dobro das horas trabalhadas nos domingos. uma vez que a Reclamada apenas pagava esses de forma singela. sendo que não recebeu corretamente. bem como que os ônibus se utilizam de "eixo de caminhão". sempre que coincidiam com a escala laboral. 172 TST). 7º c/c Súm. de forma dobrada. o que pode acarretar a invalidez do trabalhador. Tribunal Superior do Trabalho. ADICIONAL DE PERICULOSIDADE E DIFERENÇAS DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE O reclamante executava a função de “MOTORISTA ”. 13ºs salários (Súm. de acordo com o Enunciado nº. aviso prévio (art. neurológicos. dentre outros. 487. 10. Insta mencionar que as VCI se dão em razão das más condições das pistas da cidade. §5º CLT) E DO TOTAL. laborou em diversas folgas e não recebeu de forma dobrada nos termos do Enunciado nº. Esclarece. ainda que. Tribunal Superior do Trabalho. permanecendo exposto permanentemente com o agente “VCI – Vibrações no Corpo Inteiro (Físico) ” afetando o seu conforto. BRAÇOS E OUTROS) e as de corpo inteiro. e em caso de exposição intensa. podendo resultar no aparecimento de enfermidades – ISO 2631/1978 – Zona B e ISO 5349/1979. tais horas trabalhadas nesses dias. art. podendo ocasionar problemas ortopédicos. após. 63 TST). 45 TST). podendo reduzir a sua produtividade. musculoesqueléticos. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. cardíacos. feriados e folgas trabalhadas e seus reflexos das horas extras em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. que faz com que o veículo trepide de modo a aumentar as vibrações localizadas (MÃOS. 146 do C. 146 do C. vasculares. ter transtornos nas funções fisiológicas.

Ainda realização das obrigações funcionais o Reclamante executou atividades consideradas em condição de periculosidade.214/78 do MTE. 17 . “calor – Anexo 3” e “monóxido de carbono – Anexo 13”. o sinistro não escolhe hora para acontecer e a integridade física é o bem mais precioso do trabalhador. em grau máximo.16 da Portaria 3. da Lei 7. Na execução das atividades o reclamante se expunha de forma habitual e permanente à líquidos inflamáveis (óleo diesel). Além da exposição a agentes insalubres. entretanto. seja efetivamente trabalhando ou mesmo ali permanecendo apenas aguardando ordens.214/78 do MTE. a reclamada nunca lhe pagou o adicional de periculosidade.369/85. Mesmo tendo conhecimento dessas condições agressivas de trabalho. Vale ressaltar que o contato com “vibração – Anexo 8”. Ainda permanecia exposto a elevado e contínuo ruídos e calor (físico). além da exposição diária ao monóxido de carbono (químicos). a despeito da previsão legal de fazê-lo. Anexo 2. o reclamante também estava exposto à periculosidade. Importante informar que o trabalhador não recebeu/usou nenhum Equipamento de Proteção adequado. nos termos dos artigos 189 e 192. em total afronta aos ditames do artigo 1º. a reclamada nunca lhe pagou o adicional de periculosidade ou adicional de insalubridade. Portaria 3. “ruídos – Anexo 1”. o reclamante faz jus ao recebimento do adicional de insalubridade. que ali se fazia presente pelo ingresso em tais locais. Como se sabe. ambos da CLT. permanecendo habitualmente em áreas classificadas e/ou caracterizadas como de RISCO ACENTUADO com base nos termos da Legislação Federal vigente. NR . ao longo da jornada laboral está Norma Regulamentar 15 – Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho. razão pela qual.

) diferentemente ocorre com a periculosidade. da CLT. cujo adicional é devido simplesmente pelo risco/perigo potencial da ocorrência de acidente de trabalho. O adicional de insalubridade tem por fim indenizar o trabalhador pelos males causados à saúde do mesmo pelo contato continuado com os respectivos agentes agressivos ao organismo humano (. ” Quanto à base de cálculo dos adicionais de insalubridade e periculosidade. inciso XXIII. sempre que o trabalhador se ativar concomitantemente em atividade insalubre e perigosa.. editora LTR. se os dois adicionais têm causas e razões diferentes. que disciplinou o tema de forma diversa. no livro “DIREITO AMBIENTAL DO TRABALHO E A SAÚDE DO TRABALHADOR”. assegurando dessa forma uma indenização proporcional ao dano. existindo diferenças nas causas que levam a percepção de cada um dos adicionais. quando tiverem a mesma natureza jurídica. em seu art. Consequentemente. tomar todas as medidas que conduzem à diminuição ou eliminação da nocividade das atividades do reclamante. é o entendimento do Professor Raimundo Simão de Melo. Cabia à reclamada. restando revogados os artigos 192 e § 3º. Isso porque a Carta Magna. edição nov. dentre as quais as relativas ao fornecimento adequado dos equipamentos de proteção individual. garantido aos trabalhadores "adicional de remuneração para as atividades penosas. esta deve ser a remuneração do empregado. cujo fundamento maior está no já mencionado inciso V do artigo 5º da Constituição Federal. conforme estabelece o artigo 5º inciso V. O adicional de periculosidade e o adicional de insalubridade são requeridos cumulativamente uma vez que não possuem a mesma natureza jurídica. o que não ocorreu. insalubres ou perigosas". pela Constituição da República. Neste sentido. Absolutamente não é o caso. da Constituição Federal. 7º.. bem como a fiscalização do seu uso (Súmula 289 do C.. ambos da CLT 193.2004. que assegura indenização proporcional ao dano. que dispõe o seguinte: “Em Direito duas ou mais verbas somente não se cumulam.TST). tratou do tema. logicamente devem ser pagos cumulativamente. do 193. 18 . em 1988.

equivalente a 30% sobre sua remuneração e o adicional de insalubridade em grau máximo. ou o salário base do reclamante. O reclamante requer a condenação ao pagamento do adicional de periculosidade. requer a condenação na obrigação de fazer. o salário mínimo não pode ser usado como indexador de base de cálculo de vantagem de servidor público ou de empregado. com base no art. 13os salários. mais 1/3 de abono. o Supremo Tribunal Federal decidiu. conforme restar comprovado através da perícia técnica a ser realizada. não entenda dessa forma requer a aplicação da base de cálculo sobre o piso salarial. nem ser substituído por decisão judicial. Salvo nos casos previstos na constituição.TST.º 191 do C. recentemente. fazendo com que o C. férias. TST. constantes das Súmulas nºs 17 e 288 do C. que a base de cálculo do adicional de insalubridade não pode ser vinculado ao salário mínimo. tornando inconstitucional parte do artigo 192 da CLT. em FGTS multa de 40%. para determinar como base de cálculo do adicional de insalubridade a remuneração do empregado. Caso Vossa Excelência. Tribunal Superior do Trabalho aplicasse por analogia a Súmula n. de todas as parcelas salariais mencionadas. consistente na entrega do documento denominado 19 . Vale ressaltar que. por analogia à súmula 191 do TST e seus reflexos nas horas extras. considerando a orientação da jurisprudência dos Tribunais. fixando como parâmetro de cálculo do adicional de insalubridade a remuneração do reclamante. determinando ao Perito nomeado informe o dia da perícia para o patrono do reclamante e seu assistente por fax ou e-mail. Finalmente. previsto na convenção coletiva do trabalho da categoria. O reclamante requer a designação de perícia técnica para apuração da periculosidade e insalubridade. conforme Súmula Vinculante nº 4 do Supremo Tribunal Federal: Súmula 04 – STF. bem como o deferimento para acompanhamento do reclamante. 7º. aviso prévio e. inciso XXIII da Constituição Federal.

entretanto. que o reclamante esteve exposto aos agentes nocivos e perigosos durante todo o pacto laboral. DIFERENÇAS DO ADICIONAL NOTURNO . conforme o entendimento contido na Súmula nº 60. O adicional noturno e a redução da hora noturna são devidas ao empregado urbano que trabalha no período entre as 22 horas de um dia e às 5 horas do dia seguinte. Na jornada noturna do empregado também permanece em condição de risco. do C. o adicional respectivo deverá integrar o cálculo do salário do reclamante para todos os efeitos legais. devido é também o adicional quanto às horas prorrogadas. motivo pelo qual deve o adicional de periculosidade integrar a base de cálculo do adicional noturno. a reclamada não pagou corretamente o adicional noturno à reclamante. Diante do caráter habitual do trabalho em horário noturno. § 5º. 73. conforme exegese do art. porque o disposto no § 4º. cumprida integralmente a jornada no período noturno e antecipada e prorrogada esta. conforme disposto na Orientação Jurisprudencial n.PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO – PPP e do LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCA.º 259 da SDI-1 do C.ANTECIPAÇÃO E PRORROGAÇÃO DA HORA NOTURNA – HORA NOTURNA REDUZIDA O reclamante laborou no período noturno. não ocasional e nem intermitente. da Lei 8. Entretanto. artigo 58. 11. Tribunal Superior do Trabalho.213/1991 e 178 da Instrução Normativa INSS/DC nº 11 de 20/09/32006 obriga o empregador a fornecer tais documentos ao empregado que trabalha em condições insalubres ou perigosas. da CLT e item II. de forma habitual e permanente. TST. sob pena de multa e astreintes. TST. 20 . da Súmula nº 60 do C. devendo constar nos documentos.

art. sendo. restando caracterizada a dupla pegada/jornada. aviso prévio (art. prefere-se sobrecarregar um empregado. entretanto a empregadora só paga por um benefício. portanto. 7º c/c Súm. como tempo a disposição. Baseando-se na CCT. 12. o obreiro acaba por fazer o trabalho em que dois empregados fariam. I e 264 do TST. conforme artigo 8º da CLT c. gratificações. a concessão de um vale refeição por cada jornada laboral. logo. observando-se a redução da hora noturna e os reflexos em horas extras. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. DO VALE REFEIÇÃO Em sendo reconhecido o período entre a 1ª Pegada/Jornada e a 2ª Pegada/Jornada. após. descansos semanais remunerados (Lei 605/49. justo é o reconhecimento de jornadas laborais autônomas.c com os Artigos 4º e 5º da Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro e artigos 186. 187 e 927 do Código Civil. verifica-se que a Reclamada exigia uma jornada muito superior à prevista na Convenção Coletiva do Trabalho. §5º CLT) E DO TOTAL. majorados pelo adicional noturno de 20% conforme Convenção Coletiva Do Trabalho. o fato do obreiro executar tarefas de um outro empregado lhe assegura a receber estes benefícios. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. economia de custos. do período entre a 1ª Pegada/Jornada e a 2ª Pegada/Jornada. Dessa forma. Na hipótese de não reconhecimento como tempo à disposição. 487. requer a condenação ao pagamento do adicional noturno sobre a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. quando o certo seria a empregadora contratar mais empregados. bem como nos princípios e normas gerais do Direito. 21 . 63 TST). 172 TST). 45 TST). entretanto. direito do obreiro. além da antecipação e prorrogação da jornada noturna. 13ºs salários (Súm. gerando assim. sendo superior a 12 horas por dia ou mais.

bem como a condenação ao pagamento de mais 22 . A norma coletiva prevê que: VALE REFEIÇÃO – CCT 2010/2011 Parágrafo 1°: O valor facial do vale-refeição a vigorar a partir de 1° de maio de 2010 é de R$ 11. em caso reconhecimento como tempo a disposição o intervalo entre a 1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada.CCT 2015/2016 Parágrafo 1°: O valor facial do vale-refeição a vigorar a partir de 1° de maio de 2015 é de R$ 19. na hipótese de não reconhecimento como tempo a disposição do intervalo entre a 1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada. VALE REFEIÇÃO .30 (QUINZE REAIS E TRINTA CENTAVOS).50 ( DEZESSEIS REAIS E CINQUENTA CENTAVOS). VALE REFEIÇÃO . visto que sempre pagos a menores.CCT 2012/2013 Parágrafo 1°: O valor facial do vale-refeição a vigorar a partir de 1° de maio de 2012 é de R$ 14.00 (DEZENOVE REAIS).00 (QUATROZE REAIS). justo a condenação ao pagamento de mais um vale-refeição nos dias em que o obreiro laborou em dupla jornada/pegada e dois vale-refeição nos dias em que o obreiro laborou em domingos e feriados.CCT 2011/2012 Parágrafo 1°: O valor facial do vale-refeição a vigorar a partir de 1° de maio de 2011 é de R$ 13. bem como.00 (TREZE REAIS). a Reclamada não fornecia o vale refeição para os dias trabalhados em domingos e feriados. VALE REFEIÇÃO . pagava de forma incorreta. E ainda que assim não fosse. VALE REFEIÇÃO . Sucessivamente. e nos dias pagos. requer o reconhecimento de jornadas laborais autônomas (1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada) e a condenação ao pagamento das diferenças do vale-refeição.00 (ONZE REAIS).CCT 2014/2015 Parágrafo 1°: O valor facial do vale-refeição a vigorar a partir de 1° de maio de 2014 é de R$ 16. VALE REFEIÇÃO . requer a condenação ao pagamento das diferenças do vale-refeição. Isto posto.CCT 2013/2014 Parágrafo 1°: O valor facial do vale-refeição a vigorar a partir de 1° de maio de 2013 é de R$ 15. visto que sempre pagos a menores.

os banheiros os quais o Reclamante utilizava para fazer suas necessidades eram inadequados e sem a mínima higiene. 23 . em suas Cláusulas 26ª ou 27ª dispõe sobre as instalações sanitárias. cláusulas estas violadas pela Reclamada. A atitude da Reclamada causava ao Reclamante humilhação e sentimento de revolta. a angústia. conforme disposição convencional . Diante do exposto. Inclusive. a redução da qualidade de vida e da capacidade laborativa. de modo que lhes propicie ambiente de trabalho digno e salutar. Sucessivamente. cuidando da higiene e limpeza do local. pelas más/precariedade condições do ambiente de trabalho. o empregador tem por obrigação zelar pela saúde de seus funcionários. dentre outros. Inclusive. DO DANO MORAL DECORRENTE DAS MÁS CONDIÇÕES DO AMBIENTE DE TRABALHO Nos terminais de ônibus. Tais sentimentos e fatos concretos não se apagam com o tempo. na remota hipótese de VOSSA EXCELÊNCIA entender inaplicáveis os entendimentos supra.um vale-refeição e dois vale-refeição nos dias em que o obreiro laborou em domingos e feriados. 13. visto que sempre pagos a menores. higienização e limpeza. colocando em risco a saúde do trabalhador. a própria Convenção Coletiva. Ora. o receio.Cláusula 31ª ou 32ª da Convenção Coletiva do Trabalho. a vergonha. requer a condenação ao pagamento de dano moral na importância de 20 (VINTE) salários do reclamante. a reclamada não fornecia água potável ao Reclamante nos pontos finais. Os danos morais se relacionam com o sofrimento. requer a condenação ao pagamento das diferenças do vale-refeição. por não ser concedido o mínimo de dignidade no local onde desempenha as suas funções. Excelência.

24 .14. O Reclamante requer a condenação ao pagamento da Participação nos Lucros e Resultados.CCT`s . referente aos anos 2016. iv.00 Entretanto tal verba não foi quitada pela Reclamada na vigência do Contrato de Trabalho.PLR. 15.E. inclusive vedada pela Carta Magna de 1988 a obrigatoriedade de filiação profissional ou sindical em seu parágrafo 8º. O item 7 das Cláusulas Econômicas estabeleceu a Participação nos Resultados nos seguintes importes: 2015-2016 . DEVOLUÇÃO DOS DESCONTOS DA CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL O Reclamante nunca autorizou nenhum desconto referente a Contribuições Assistenciais que a reclamada procedia automaticamente em sua folha de pagamento. Tribunal Regional do Trabalho – 2ª Região editou a Tese Jurídica Prevalecente nº. O Programa de Participação nos Resultados (PPR) foi instituído entre os Sindicatos Patronais e dos Trabalhadores. sendo.. além da Súmula nº 666 do STF dispor que “a contribuição confederativa de que trata o art. 10 . E recentemente o E. só é exigível dos filiados ao sindicato respectivo”. Sendo ilícito o desconto realizado em folha de pagamento a título de contribuição assistencial em relação ao trabalhador não filiado ao sindicato. 8º. TRT-2ª Região Contribuição assistencial..000. PROGRAMA DE PARTICIPAÇÃO NOS RESULTADOS . inciso V (“. Trabalhador não sindicalizado. Desconto ilícito. ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado). 10: Tese Jurídica Prevalecente nº. conforme estabelecido nas Convenções Coletiva do Trabalho. da constituição.item 7 – Clausulas Econômicas: PLR = R$ 1. é devida a devolução pelo empregador.

17. No entanto. requer a devolução de todos os descontos efetuados a título de Contribuições Assistenciais na vigência do contrato de trabalho. a ser paga ao reclamante. 16. “ex vi”: CCT 2015/2016 Multa Convencional Cláusula 04 – Horas Extras 4% Cláusula 07 – Participação nos Resultados 4% Cláusula 50 – Jornada de Trabalho 4% As infrações se repetem nas Convenções Coletivas anteriores. ressalvadas as cláusulas que já tem cominação específica. das Convenções Coletivas do Trabalho. ante a ilegalidade constitucional apontada. por empregado e por infração no caso de descumprimento de qualquer cláusula deste contrato deste acordo. conforme se percebe. O reclamante requer a condenação ao pagamento da multa de 4% (QUATRO POR CENTO) do menor salário normativo por infração cometida e contagem mensal. Assim. MULTA CONVENCIONAL – CLÁUSULA 71ª DA CONVENÇÃO COLETIVA DO TRABALHO Prevê a Cláusula 37/38 da Convenção Coletiva do Trabalho uma multa de 4% ( QUATRO POR CENTO) mensal e por cláusula/infração. a reclamada. revertendo seu valor para a parte prejudicada. deixou de cumprir as cláusulas. do menor salário normativo: CLÁUSULA SEPTUAGÉSIMO PRIMEIRO . EXPEDIÇÃO DE OFÍCIOS 25 .MULTA. conforme Cláusula 71ª da Convenção Coletiva do Trabalho. por todo o Contrato de Trabalho. Fica estipulada a multa de 4% (quatro por cento) do menor piso salarial à época do pagamento da multa.

769 CLT. Ministério Publico do Trabalho. informe nos autos o valor devido. devendo os custos da referida inscrição imputados a(s) reclamada(s). tendo que pagar o percentual de trinta por cento das verbas aferidas ao seu patrono (DOC. Receita Federal. INDENIZAÇÃO PELAS DESPESAS COM A CONTRATAÇÃO DE ADVOGADO Não obstante ser incontroverso que o Obreiro poderia ajuizar a presente reclamatória de forma pessoal através do jus postulandi. sobre os bens da(s) Reclamada(s) existentes e devidamente registrados. 19.br/ (Convênios > Convênios do TRT 2ª Região > ARISP ) para realização da hipoteca judiciária no Cartório de Imóvel competente. requer a VOSSA EXCELÊNCIA. optou por buscar um profissional habilitado para reclamar seus direitos perante esta Justiça Especializada. requer a expedição de ofícios para a: Delegacia Regional do Trabalho. Caixa Econômica Federal e Polícia Federal. Sentença seja inscrita. não encontrará. Tendo em vistas as inúmeras irregularidades. devendo a Reclamada ser responsabilizada por não cumprir 26 . informadas nesta Reclamação Trabalhista. que será cobrado da(s) reclamada(s) em regular fase de execução. 18. HIPOTECA JUDICIÁRIA Em havendo condenação da(s) reclamada(s). como dispenderá desse percentual. nos termos da condenação. 02 – Contrato de Honorários). no final. Para tanto. o ressarcimento de tudo que lhe é devido com este prejuízo material. nos termos dos artigos 466 do CPC c/c art. Instituto Nacional do Seguro Social. requer a expedição de ofício para a ARISP (Fonte: http://www. se digne ordenar a expedição de ofício ao Cartório de Imóveis de São Paulo/SP.jus. para que a r. Assim. na forma de hipoteca judiciária. independentemente do trânsito em julgado.trtsp.

nos termos do art.036/90). sujeitando-se. (DOC. requer a condenação ao pagamento de uma indenização de. 21. comissões e média das horas extras).com sua obrigação durante o pacto laboral. 944 do Código Civil). acrescidos da TR. BENEFÍCIOS DA JUSTIÇA GRATUITA O reclamante declara sob as penas da lei não ter condições financeiras para pagamento de eventuais despesas processuais. no mínimo. Aviso Prévio Indenizado e integração nas demais verbas. circunstância esta que não se confunde com os honorários advocatícios – de raízes processuais. nos termos dos artigos 389. 20. devendo responder pela incidência da taxa referencial – TR sobre a importância correspondente. convertendo-o em rescisão indireta do contrato de trabalho por culpa do empregador e condenando a reclamada ao pagamento das diferenças de verbas rescisórias. 27 . pedido de demissão. pois tem natureza material e destina-se a empregado. abaixo elencadas: a. 30% sobre o valor total apurado nesta reclamatória. também as obrigações e sanções previstas no Decreto Lei nº 368/68 (artigo 22. por despesas e gastos com honorários advocatícios contratuais. 03 – Declaração de Hipossuficiência). § 3º da CLT. requer a concessão dos benefícios da Justiça Gratuita. Requer a declaração de nulidade e o cancelamento do a apurar. Portanto é plenamente devida a indenização ora pretendida com base no princípio da reparação integral (art. juros de mora de 1% ao mês e multa de 10%. Sobre o valor dos depósitos. incidirão ainda. b. em verbas vencidas e vincendas. Assim sendo. Por todo o exposto. da Lei 8. 395 e 404 do Diploma Civil de 2002. 790. com base na remuneração do reclamante (salários. RESUMO DOS PEDIDOS 1. sem prejuízo de seu próprio sustento e de seus familiares. Recolhimentos de FGTS durante todo o pacto laboral.

Requer a condenação ao pagamento das horas extras a apurar. art. Requer a determinação à Reclamada para a juntada aos autos dos Relatórios de Bordo. §5º CLT) E DO TOTAL. 172 TST). Na ausência de cumprimento. h. conforme Convenções Coletivas Do Trabalho. 4. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. após. aviso prévio (art. caso esse não seja o posicionamento de a apurar. g. aviso prévio (art. majorados pelo adicional de 50%. 3. pela não concessão do intervalo legal de 11 ( ONZE) horas entre duas jornadas de trabalho consecutivas. nos termos do art. 2. conforme o entendimento consubstanciado na Súmula nº 389. Entrega das guias do Seguro Desemprego devidamente preenchidas. I e 264 do TST. Multa do artigo 467 da CLT. Código de Processo Civil. Requer o reconhecimento do tempo à disposição (PERÍODO ENTRE AS JORNADAS) e a condenação ao pagamento das horas extraordinárias excedentes à 6h30ª diária. art. 7º c/c Súm. após. Multa de 40% sobre a totalidade do FGTS. do C. Sucessivamente. 45 TST). 487. para o Reclamante efetuar o saque dos valores depositados na sua conta vinculada.C. utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. TST). §5º CLT) E DO TOTAL. 63 TST).TST. 5. majorados pelo adicional de 50%. 37ª semanal e divisor 185. após. §8 da CLT. 7º c/c Súm. 487. 9º da CLT e reconhecida a jornada l declarada na presente peça. 7º c/c Súm. art. Entrega das guias do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho – TRCT. I e 264 do TST. majorados pelo adicional de 50% conforme Convenções Coletivas Do Trabalho. 45 TST). 13ºs salários (Súm. requer a determinação de ofício à SPTRANS para a juntada aos autos dos referidos documentos. além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. e. além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. I e 264 do TST. utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. atrelado aos dados funcionais do Reclamante nos termos do artigo 400 do Novo a apurar. Recolhimento do INSS. c. 487. §5º CLT) E DO TOTAL. sob pena de arcar com a indenização compensatória. 13ºs salários (Súm. VOSSA EXCELÊNCIA. além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. 40ª semanal e divisor 200 (Súmula 431 . Multa do artigo 477. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. aviso prévio (art. Requer que sejam declarados nulos todos os controles de Inestimáve jornada. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. f. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. 13ºs salários (Súm. reflexos em FGTS com a multa de 40% 28 . requer o reconhecimento do tempo à disposição (PERÍODO ENTRE AS JORNADAS) e a condenação ao pagamento das horas extraordinárias excedentes à 7ª diária. d. 172 TST). conforme Convenções Coletivas Do Trabalho. 45 TST). 63 TST). 172 TST). inclusive entre a 1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada (em caso de não reconhecimento como tempo a disposição ). reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm.

TST. 45 TST). utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. após. aviso prévio (art. I e 264 do TST. TST. além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. 45 TST). requer a condenação de 01 hora extra diária pela ausência do intervalo não usufruído na totalidade e em condições inadequadas . reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. e 100% para os domingos e feriados. aviso prévio (art. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. I e 264 do TST. 13ºs salários (Súm. aplicando-se o parágrafo 4º. art. após. e 100% para os domingos e feriados. §5º CLT) E DO TOTAL. 13ºs salários (Súm. conforme 29 . 487. 172 TST). do artigo 71 da CLT e Súmula 437 do C. 63 TST). 7º c/c Súm. majorados pelo adicional de 50%. aplicando-se o parágrafo 4º. I e 264 do TST. art. aviso prévio (art. 7º c/c Súm. 172 TST). conforme Convenções Coletivas Do Trabalho. §5º CLT) E DO TOTAL. do artigo 71 da CLT e Súmula 437 do C. Requer a condenação ao pagamento das horas extras pela não concessão do intervalo mínimo semanal de 35 (TRINTA E CINCO) horas. utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. 487. requer o reconhecimento de jornadas laborais autônomas (1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada) e a condenação ao pagamento de 01 hora extra diária quando a jornada laboral exceder a 6ª (SEXTA) hora ou 15 minutos extra diários. aplicando-se o parágrafo 4º. 63 TST). reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. Sucessivamente na remota hipótese de VOSSA EXCELÊNCIA entender inaplicáveis os entendimentos supra. Sucessivamente. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. conforme Convenções Coletivas Do Trabalho. 63 TST). na hipótese de não reconhecimento como tempo a disposição do intervalo entre a 1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada. 172 TST). majorados pelo adicional de 50%. 45 TST). utilizando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. do artigo 71 da CLT e Súmula 437 do C. Requer a condenação ao pagamento de 01 hora extra a apurar diária pela ausência do intervalo não usufruído na totalidade e em condições inadequadas ( caso reconhecido como tempo a disposição o intervalo entre a 1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada ). quando a jornada laboral exceder a 4ª (QUARTA) hora e for inferior a 6ª ( SEXTA) hora. além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. majorados pelo adicional de 50%. (Súm. majorados pelo adicional de 50% conforme Convenções Coletivas Do a apurar. I e 264 do TST. art. §5º CLT) E DO TOTAL. além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. sem prejuízo do recebimento dos minutos laborados durante o período do intervalo. 63 TST). TST. 7. 13ºs salários (Súm. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. 6. 7º c/c Súm. Trabalho. após. sem prejuízo do recebimento dos minutos laborados durante o período do intervalo. 487. sem prejuízo do recebimento dos minutos laborados durante o período do intervalo.

além de seus a apurar respectivos reflexos em férias + 1/3. majorados pelo adicional noturno de 20% conforme Convenção Coletiva Do Trabalho. 9. aviso prévio (art. aviso prévio (art. 13 os salários. 487. I e 264 do TST. 45 TST). em FGTS multa de 40%. Requer a condenação ao pagamento das diferenças dos reflexos das horas extras e adicional noturno que não repercutiram no DSR`S. 7º c/c Súm. férias. não ocasional e nem intermitente. além de seus respectivos reflexos em descansos semanais remunerados (Lei 605/49. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. consistente na entrega do documento denominado PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO – PPP e do LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCA. 13ºs salários (Súm. 7º. devendo constar nos documentos. §5º CLT) E DO TOTAL. 11. 172 TST). 45 TST).213/1991 e 178 da Instrução Normativa INSS/DC nº 11 de 20/09/32006 obriga o empregador a fornecer tais documentos ao empregado que trabalha em condições insalubres ou perigosas. fixando como parâmetro de cálculo do adicional de insalubridade a remuneração do reclamante. da Lei 8. Requer a condenação das horas trabalhadas em dobro e as diferenças do adicional legal em dobro das horas trabalhadas nos domingos. considerando a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. feriados e folgas trabalhadas e seus reflexos das horas extras em descansos semanais a apurar remunerados (Lei 605/49. art. I e 264 do TST. 8. 7º c/c Súm. sob pena de multa e astreintes. equivalente a 30% sobre sua remuneração e o adicional de insalubridade em grau máximo. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. determinando ao Perito nomeado informe o dia da perícia para o patrono do a apurar reclamante e seu assistente por fax ou e-mail. mais 1/3 de abono. 487. 63 TST). 45 TST). Convenções Coletivas Do Trabalho. e 100% para os domingos e feriados. 487. porque o disposto no § 4º. após. 13ºs salários (Súm. 13ºs salários (Súm. §5º CLT) E DO TOTAL. Requer a condenação ao pagamento do adicional a apurar noturno sobre a globalidade salarial nos termos das súmulas 132. aviso prévio e. 172 TST). §5º CLT) E DO TOTAL. com base no art. por analogia à súmula 191 do TST e seus reflexos nas horas extras. conforme restar comprovado através da perícia técnica a ser realizada. inciso XXIII da Constituição Federal. aviso prévio (art. após. Requer a condenação na obrigação de fazer. Requer a designação de perícia técnica para apuração da periculosidade e insalubridade. art. bem como o deferimento para acompanhamento do reclamante. de forma habitual e permanente. artigo 58. Requer a condenação ao pagamento do adicional de periculosidade. que o reclamante esteve exposto aos agentes nocivos e perigosos durante todo o pacto laboral. 10. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. de todas as parcelas salariais mencionadas. 63 TST). ou o salário base do reclamante. além da 30 . 63 TST). reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm.

14. 16. Instituto Nacional do Seguro Social. 19. antecipação e prorrogação da jornada noturna. reflexos em FGTS com a multa de 40% (Súm. 15. no mínimo. aviso prévio (art. Receita Federal. Requer a condenação ao pagamento de dano moral na importância de 20 (VINTE) salários do reclamante. referente aos anos 2016. Requer a condenação ao pagamento de uma a apurar. na remota hipótese de VOSSA EXCELÊNCIA entender inaplicáveis os entendimentos supra. justo a condenação ao pagamento de mais um vale-refeição nos dias em que o obreiro laborou em dupla jornada/pegada e dois vale-refeição nos dias em que o obreiro laborou em domingos e feriados. ante a ilegalidade constitucional apontada. 45 TST). §5º CLT) E DO TOTAL. Requer a condenação da reclamada ao pagamento da multa de 4% (QUATRO POR CENTO) do menor salário normativo por infração cometida e contagem mensal. descansos semanais remunerados (Lei 605/49. 18. Requer a condenação ao pagamento das diferenças do vale-refeição. Caixa Econômica Federal e Polícia Federal. pelas a apurar más/precariedade condições do ambiente de trabalho.br/ (Convênios > Convênios do TRT 2ª Região > ARISP) para realização da hipoteca judiciária no - Cartório de Imóvel competente. que será cobrado da(s) reclamada(s) em regular fase de execução. conforme estabelecido nas Convenções a apurar Coletiva do Trabalho. requer a condenação ao pagamento das diferenças do vale- refeição. gratificações. art.jus. 13. 13ºs salários (Súm. indenização de. após.trtsp. visto que sempre pagos a menores. bem como a condenação ao pagamento de mais um vale-refeição e dois vale-refeição nos dias em que o obreiro laborou em domingos e feriados. 172 TST). Ministério Publico do Trabalho. por despesas e gastos com honorários 31 . requer o reconhecimento de jornadas a apurar laborais autônomas (1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada) e a condenação ao pagamento das diferenças do vale- refeição. 17. a a apurar ser paga ao reclamante. reflexos destes (HE+DSR) em férias + 1/3. visto que sempre pagos a menores. visto que sempre pagos a menores. a apurar. Requer a devolução de todos os descontos efetuados a título de Contribuições Assistenciais na vigência do contrato a apurar de trabalho. 63 TST). Sucessivamente. Sucessivamente. 12. 487. 7º c/c Súm. bem como. observando-se a redução da hora noturna e os reflexos em horas extras. informe nos autos o valor devido. 30% sobre o valor total apurado nesta reclamatória. Requer a expedição de ofício para a ARISP (Fonte: http://www. na hipótese de não reconhecimento como tempo a disposição do intervalo entre a 1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada. Requer a expedição de ofícios para a: Delegacia Regional do Trabalho. em caso reconhecimento como tempo a disposição o intervalo entre a 1ªPegada/Jornada e 2ªPegada/Jornada. conforme Cláusula 71 da Convenção Coletiva do Trabalho. Requer a condenação ao pagamento da Participação nos Lucros e Resultados.

pelo Supremo Tribunal Federal. Requer a concessão dos benefícios da Justiça Gratuita. na alteração procedida ao artigo 100 da CF. o índice de correção dos débitos ora pleiteados pelo Reclamante. por inconstitucional. João Ghisleni Filho – Órgão Julgador: Seção Especializada em Execução Agravante: LISSANDRA ANGÉLICA MARQUES .2011. A inadequação do índice TR decorre do fato de ele ser definido de forma arbitrária pelo banco central e não refletir a variação inflacionária. deverá ser aquele previsto pelo INPC para a atualização monetária dos débitos trabalhistas. E mais: Acórdão nº: 0000479-60. trazendo prejuízos de grande monta para o Reclamante.0231 AP Relator Des.Adv. DÉBITOS TRABALHISTAS. a TR como indexador da atualização monetária. 790. afastando-se dessa forma. em razão da declaração de inconstitucionalidade. quando do julgamento das ADIs 4357 e 4425. Tal dispositivo teve a sua redação declarada inconstitucional por arrastamento. considerando a busca em ser mantido o poder de compra do Reclamante. A partir de 14 de março de 2013. o índice a ser utilizado para atualização monetária dos débitos trabalhistas deve ser o INPC. interpostas especificamente contra dispositivos da Emenda Constitucional 62/2009. Inestimáve nos termos do art.04. Não se pode mais aplicar o artigo 39 da Lei 8177. 20. Bruno Júlio Kahle Filho Agravado: MUNICÍPIO DE GRAVATAÍ – Adv Carlos Eduardo Martins Miller Origem: 1ª Vara do Trabalho de Gravataí Tramitação 3ª Vara do Trabalho de Gravataí Prolatora da Decisão: JUÍZA NADIR FÁTIMA ZANOTELLI COIMBRA EMENTA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA. na 32 . § 3º da CLT l DOS REQUERIMENTOS FINAIS: CORREÇÃO MONETÁRIA Em razão de o crédito trabalhista ser de natureza alimentar.5. advocatícios contratuais.

da TR como fator de atualização monetária. a utilização monetária dos débitos trabalhistas. deixar de reconhecer a inconstitucionalidade da norma atacada. ADI 4357. Uma afronta à garantia da coisa julgada e. portanto. do inciso II do parágrafo 1º e do parágrafo 16. ” E adiante: “38. em parte. já que o fundamento da inconstitucionalidade é a não recomposição do crédito. seja afastando a TR como indexador da atualização monetária e DETERMINADO por meio de sentença. ”. constante do parágrafo 12 do artigo 100 da Constituição Federal. extraído do site do STF: “36: Não há como. por arrastamento. Com estes fundamentos. A TR é atributo da remuneração do capital não se prestando a corrigir a moeda. Consta do voto. como índice de correção dos débitos trabalhistas. Luiz Fux que também estava sendo declarada a inconstitucionalidade. na medida em que a fixação da remuneração básica da caderneta de poupança como índice de correção monetária dos valores inscritos em precatórios implica indevida e intolerável constrição à eficácia da atividade jurisdicional. a aplicação do INPC. ACORDAM os magistrados integrantes da Seção Especializada em Execução do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região: por unanimidade. Referiu o Min. pelo fato do crédito trabalhista ser de natureza alimentar. a partir de 14-03-2013. ambos do artigo 97. Diante do exposto. dar provimento parcial ao agravo de petição da exequente para determinar. 33 . do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. ao protoprincípio da separação de Poderes. E o mesmo raciocínio deve ser atribuído para a correção monetária dos créditos trabalhistas. REQUER. tenho por inconstitucional a expressão “índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança”. do artigo 1º – F da Lei 9494/97. por reverberação. Concluiu-se pela inconstitucionalidade do índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança.

do mesmo artigo citado. 39. devendo a Autarquia comprovar o cumprimento do mandado. da Lei 8177/91. além da exclusão dos juros na sua base de cálculo (OJ 400 da SDi-1 do TST). § 1º. Na hipótese do não comparecimento. e Súmula nº 368 do TST.preservando-se dessa forma o poder de comprar do Reclamante. da CLT e Súmula nº 200. TST) além da correção monetária devida.F.B. declara a autenticidade dos documentos endossados na presente demanda.. DOS DEMAIS REQUERIMENTOS Requer a incidência de juros de mora até a data do efetivo pagamento (art. Requer que os tributos previdenciários sejam recolhidos mês a mês. sendo apurado mês a mês. O reclamante informa que suas testemunhas comparecerão à audiência a ser designada. CNPJ da Reclamada e cópia das guias de recolhimentos da contribuição previdenciária ou do ofício de transferência de valores ao INSS. 883. do C. Nos termos do artigo 830 do Diploma Consolidado. expedindo- se ao final da reclamatória. Protesta pela designação de audiência com a intimação das reclamadas para depoimento pessoal. Requer a apuração do imposto de renda nos termos da Instrução Normativa nº 1127/2011 e 1145/11 da R. mandado de averbação. dirigido ao diretor regional do INSS. art. instruído com cópia da sentença de liquidação (relativamente à apuração de crédito previdenciário). informando o número de inscrição do autor (NIT/PIS). sob pena de revelia e 34 . para que tal órgão proceda a averbação no CNIS do Reclamante em relação aos salários de contribuição pagos mês a mês em decorrência desta sentença. preservando ainda dos efeitos inflacionários. requer sejam intimadas na forma do parágrafo único. de forma a permitir a correta observância da média remuneratória para cálculo futuro de benefício previdenciário. na forma do artigo 825 da CLT. sob pena de crime de desobediência.

07 de outubro de 2016. protestando por fim pela produção de todas as provas admitidas em direito. 379. Pede deferimento. Dá-se à causa o valor de R$ 35.201.00. para efeito de alçada.confissão. DIEGO PELEGRINO PEREZ – OAB/SP Nº.885 35 . requerendo ao fim a procedência da presente reclamatória trabalhista. São Paulo.