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Número 116

BRAZIL AUTOMATION ISA 2009
Prévia

ENTREVISTA
Aluizio de Barros Fagundes,
Presidente do Instituto
de Engenharia.

REPORTAGEM
O BNDES é acessível para as
pequenas e médias empresas?

mes (manufacturing execution system)
comparativo entre redes
otimizaçÃO de processos

.

Número 116   5 .

org .6   InTech | www.isadistrito4.

Augusto Passos artigos assinados.br Avenida Ibirapuera. e pela qualidade de imagens enviadas através de meio eletrônico para a publicação em páginas editoriais.com. Incontestáveis. João Miguel Vice-presidente Eleito – José Jorge de Albuquerque Ramos Bassa (Rhodia Brasil). Desfrute do conhecimento oferecido em mais esta edição da InTech América do Sul e boa leitura! No Brasil. Constantino Seixas Filho (Accenture Automation & Copyright 1997 pela ISA Services Inc.capelladesign. e Vitor S. necessárias – que devem ser avaliadas muito em Recursos Humanos. agricultura. Mas existe No início deste mês recebi o resultado de Pesquisa de Expectativa um componente nesta relação que pode não ser mensurável: o de Emprego (Manpower Employement Outlook Survey – MEOS) conhecimento. João Batista Gonçalves (Consultor).com.br IMPRESSÃO Copypress FOTOS/ILUSTRAÇÕES EDITORA CHEFE www. De acordo com a mente? Nada mais nada menos do que o conhecimento! pesquisa. Guilherme Rocha Lovisi (Bayer Material Vice-presidente – José Otávio Mattiazzo Science). Marco Antonio Ribeiro (T&C Treinamento e Consultoria).br) Diretor de Feiras e Congressos – José Otávio Mattiazzo COMERCIALIZAÇÃO Diretor de Cursos e Treinamento – José Jorge de Albuquerque Ramos Nominator – Stéfano Angioletti Maria Helena Pires (helena@isadistrito4. seriamente. Jim Aliperti (Honeywell). de transportes e serviços públicos (22%). com apenas 7%. ISA e ISA logomarca são marcas registradas de Industrial Solutions).org.br) Simone Araújo (simone@isadistrito4. Em pers. do Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos. Stéfano Angioletti (Mine- Diretor de Integração Sul-americana – Carlos Behrends ração MSOL).br) InTech América do Sul PRODUÇÃO é uma publicação do Distrito 4 (América do Sul) da ISA (International Society of Automation) Capella Design – www. tive que mudar o tom deste Editorial. foco dos esforços da sua entidade para resolver a questão rapida- pectiva mundial. Em segundo lu. membro do Conselho Editorial da InTech (22%). que contou com a participação de 984 empregadores E o conhecimento também está nas páginas do artigo de capa brasileiros. SP. números são sempre números. o setor de serviços.org. Diretor de Seções – Enio José Viana Diretor de Publicações – José Jorge de Albuquerque Ramos GERÊNCIA EXECUTIVA Diretor de Seções Estudantis – Enio José Viana Maria Helena Pires (helena@isadistrito4. sobre o prazo de validade do conhecimento e. 5936 Filiada à CONSELHO EDITORIAL A Revista InTech América do Sul não se responsabiliza por conceitos emitidos em matérias e Membros – Ary de Souza Siqueira Jr. O índice resulta da diferença entre a mação. InTech América do Sul gar estão os empregadores da área de finanças (31%).intechamericadosul. desta edição. Claro. 2. Sidney Puosso da Cunha (UTC Engenharia).com.org. indústria (17%). que trata da certificação de profissionais de auto- trado no País foi de 21%. com 33%.M.hu .International Society of Automation / District 4 (South America) e-mail: info@isadistrito4.sxc. Luiz Henrique Diretor Secretário – Enio José Viana Lamarque (Consultor). Ronaldo Ribeiro (Celulose Nipo-Brasileira – Cenibra). confesso. pesca e mineração (20%) e América do Sul. o índice que mede a expectativa de emprego encon. E aí o Jim levanta questões. Pedro E.shutterstock. contratações e a porcentagem dos entrevistados que prevêem uma diminuição nas contratações. Diretor Tesoureiro – Augusto Passos Pereira Mário Hermes Rezende (Gerdau Açominas). E sabe qual é o quarto trimestre de 2009 entre os países das Américas. Como se isto não bastasse. de certa forma. Lourival Salles Filho (Technip Brasil). (Promin Engenharia). perde somente para a Índia. Rüdiger Röpke Diretor de Membros – Enio José Viana (Consultor). David Jugend (Jugend Engenharia de Automação). des- desenvolvida pela Manpower. profissionais e o País.br ISSN 1518-6024 www. é o que apresenta maior Expectativa Líquida de contratação entre os oito setores anali- sados.org DIRETORIA Livingstone Vilar Rodrigues (Consultor). o presidente do Instituto de Engenha- O estudo indicou que os empresários brasileiros têm a expectativa ria. enquanto construção civil é o que tem o menor índice Sílvia Bruin Pereira de perspectiva de contratação. as.065 . que garante ganhos para todos os envolvidos em toda porcentagem dos entrevistados que prevêem um aumento nas relação capital e trabalho: empresas. que atua no segmento de serviços confortáveis – mas.S. comércio (21%). em penúltimo lugar. InTech. David International Society of Automation.org.br – site: www. que entrevistou mais de 72 mil emprega.120 – 16º andar – sala 165 São Paulo. seguido silviapereira@intechamericadosul. Aluizio de Barros Fagundes.isadistrito4. Número 116   7 . dores e acaba de incluir o Brasil entre os 35 países pesquisados.com Sílvia Bruin Pereira (silviapereira@intechamericadosul. Editorial EMPREGO E CONHECIMENTO Acabei de fazer a revisão final do texto da Seção “Opinião”.br) MTb 11. José Roberto Vice-presidente Passado – Marcus Coester Costa de Lacerda (Consultor). Finkel (Finkel Engenharia). administração pública sinado pelo Jim Aliperti.com. Cohn (IME Instrumentos de Diretor de Relações Institucionais – Marcus Coester Medição). José Jorge de Albuquerque Ramos (Consultor).www. Pereira (Pepperl+Fuchs). exaltando a falta de engenheiros. também toca na ferida na Seção mais positiva em termos de contratação de funcionários para o “Entrevista”. Brasil – CEP 04028-001 Telefone/Fax: 55 (11) 5053-7400 ISA .

ARTIGO ENTREVISTA 62 ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES 48 OTIMIZAÇÃO O USO DE SIMULADORES PARA OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS PRESIDENTE DO INSTITUTO DE ENGENHARIA Joaquim Ferreira Guimarães Neto e Mário Luiz do Nascimento. Número 116 10 CAPA 10 CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL CERTIFICAÇÃO: UM SELO DE QUALIDADE PARA OS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO Caio Henrique Vidigal. Marcos Lacroce e Mônica Santana. Op2B Otimização para Negócios. InTech América do Sul. SENAI-ES e UCL.FUNCIONALIDADES Constantino Seixas Filho. Pepperl+Fuchs. SISTEMAS E INSTRUMENTAÇÃO 8   InTech | www. André Famula e Augusto Pereira. 55 ARTIGO 20 MES MES . PNQC/ABRAMAN. SEÇÕES OPINIÃO 09 ARTIGO NEWSLETTER 70 EMPRESAS 75 40 REDES PROFIBUS PA E FOUNDATION FIELDBUS: OS DOIS LADOS PRODUTOS 76 DE UMA MESMA MOEDA? Carlos Fernando Albuquerque. ARTIGO 30 REDES 62 PROTOCOLOS DIGITAIS DE COMUNICAÇÃO: NÃO SE ENGANE À PRIMEIRA VISTA.org . Siemens. EXPOSIÇÃO DE AUTOMAÇÃO. CPM Engenharia. Fábio da Costa Gomes. Revista InTech América do Sul e Accenture Automation and Industrial Solutions. Siemens. Sílvia Bruin Pereira. jornalista free-lance. ArcelorMittal Tubarão. ARTIGO 26 MES MOM .isadistrito4. e Fernando Tadeu Rios Dias.A TERCEIRA GERAÇÃO DE SISTEMAS MES Fábio Henrique Elias e Pablo Fava. REPORTAGEM BRAZIL AUTOMATION ISA 2009 66 BNDES O BNDES É ACESSÍVEL PARA AS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS? 55 EXPOSIÇÃO Nilson Hernandes. e Maurício Kerche Nunes. Op2B Otimização Industrial.

ele tenha mais qualificação de falar sobre al- trinta e muitos anos de experiência no mercado. Portanto. o que não ne- assim. é ca- ultrapassada. os mais experientes não podem com isto. Chama-se educação. os planos de aposentadoria foram extintos riência (e daí. Do outro lado. não importância dessa tecnologia e os impactos que terá no merca. Quanto é que vale a ex. Qual é o prazo de validade do conhecimento? Para sempre? Afi. pois é provável que. o meu conhe. mas creio que chutar o que esta abreviação significa. conhecimento? culiar sistema econômico. bem. Eis a vantagem de experiência! Por outro lado. um curso que as- cimento tem um prazo de validade associado sim. me vi confu. Eu explico. isso se passou logo após a descoberta da luz elétri- bada. certamente precisaria uma loooonnngga explicação. quando foi lançado pelo Chubby Checker (para os leitores mais riente? Apesar de ter uma auto-estima talvez um tanto exacer. como os dinossauros – ou seja. Tem que aliar a experiência de anos e anos com paz de deixá-lo “boiando”. Hoje em dia Diria. há uma de. a constante atualização tecnológica. volto à minha pergunta inicial. como é sos recursos humanos que não podem ser facilmente repostos.. vou descobrir que perdi o contato com rem disso e encontrarem uma forma de fazê-lo. então. Diferentemente de muitos dos meus eterno aprendiz”) e não achar que dá para sobreviver baseado colegas de trabalho mais novos. A tecnologia sume que ele tem familiaridade com as novas formas de comu- evolui muito rápido e. etc. digamos. sempre aprendendo junto com eles também. Número 116   9 . opinião O PRAZO DE VALIDADE DO CONHECIMENTO Jim Aliperti. descobrirão que o conhecimento das tecnologias atuais que me permitirá fazer têm uma nova arma de competitividade que seus concorrentes uso dos meus anos de experiência. pois os métodos de educação que temos são voltados para fasagem enorme entre os “experientes” e os mais novos. por quanto tempo vale nos. ca). Eu tenho que estar você morra ou fique debilitado mentalmente. oportunidade para as instituições de educação (formais e infor- cia e a convivência com o mercado o suficiente para enxergar a mais) de oferecer algo que atenda a um público. não vi nenhuma espécie de treinamento es- so e perdido perante à sopa de letrinhas associada à tecnologia. anos de vida profissional. portanto. Isto levanta uma questão bastante intrigante: se a expectati- Quanto vale isto? va de vida é cada vez mais longa. se você sabe alguma coisa. e as empresas não podem se Muito tem se falado do envelhecimento da força de trabalho es. não dizer mais velho. se você não a acompanha. subentende-se. blogs. não precisei de ninguém para apenas nos seus anos de estrada. Estão aposentando as pessoas com muita expe. acho que vale muito menos do que pensamos. alguém da minha faixa etária assimilar... o pessoal com mais anos de estrada tem que Talvez uma das mais palpitantes novidades em nossa área é o reconhecer que cabe a eles manter a fagulha da curiosidade surgimento da tecnologia wireless como uma realidade e não tecnológica acesa (algo como a música que fala sobre ser “um mais como uma promessa. Em profissional que tenham acumulado ao longo dos seus muitos quanto tempo? Acho que o prazo de validade do meu conheci. iPods. muita sabedoria profissional) e.3 an. tenho riência e o puro saber técnico? Comecei a trabalhar no ramo de certeza que tenho que aprender o que é Twitter. de modo a estender esse prazo de validade do seu os que estão aí para tomar os seus lugares. Tenho a experiên. convencional. Porque esse público não pode participar tes? E se tinha. nários mais experientes. começar a usar oras! Complicado para alguém que tempo de vida profissional do que alguns dos meus colegas de ainda não assimilou podcasts. Um curso bási- se.15.15. empresa têm de vida. que vamos manter o pessoal mais experiente atualizado tecno- porque existe uma brecha grande de experiência entre estes e logicamente. há uma enorme me explicar o que essa revolução significava. necessariamente se dar ao luxo de parar de trabalhar). Mesmo aprimorar as mentes maleáveis dos mais jovens. as suas necessidades são um tanto diferentes. especificamente. portanto. as empresas vão perdendo o conhecimento de valio. Se não me atualizar lhar isto com os mais novos.4? Será que tinha um IEEE 802. agora com a “crise”. e encontrar uma forma de comparti- mento tecnológico não passa de dois anos. Não tem jeito. Diretor da Honeywell do Brasil. Até o momento. dar ao luxo de perder os seus funcionários mais experientes (e pecializada. enquanto extrai destes a sabedoria ência” – e. que o grande desafio que o nosso setor encara no diria que o profissional que não acompanha a evolução tecno. qual é a diferença? E o DSSS? Não dá nem para dos mesmos cursos dos demais? De fato pode. tenho mais e . Certo? Mas. a não ser que periência aos mais jovens. do seu valor no mercado – é obsoleta. do. e se alguém me disses. Twitters. você sempre sa. Por outro lado. momento é de estender o “prazo de validade” dos seus funcio- lógica vai acabar descobrindo que grande parte da sua “experi. ao longo dos anos não se estimulou Certamente isto representa um desafio educacional inusita- os estudantes a entrarem em nossa área e. como usar automação quase quarenta anos atrás. não sou eu que tenho que passar a minha ex- nal. mesmo com alguns aspectos. cessariamente vai funcionar com alguém que dançava o twist periência? Qual é o real impacto de perder alguém muito expe. Às vezes apren- berá. Assim sendo. dendo coisas e conceitos que são mais complicados para so conhecimento técnico? Qual é a medida certa entre a expe. De um lado. As empresas que se conscientiza- em dois anos ou menos. em O que quero dizer com isto? Quero mostrar que. você sabe – e. pecificamente voltado para um público mais experiente – para Que raio é IEEE 802. acaba sendo nicação do mundo de Orkut’s. Por exemplo. guns assuntos que o professor. não têm. do. co demais corre o risco de entediá-lo. Devido ao nosso pe. Isto não basta. novos.

vidigal@arcelor. Engenheiro de Qualificação e Certificação do PNQC/ABRAMAN – Formação: Engenharia Elétrica.isadistrito4.com. Fernando Tadeu Rios Dias (cpmeng@ebrnet. Fábio da Costa Gomes (fabio.org .br). Caio Henrique Vidigal (caio. 10   InTech | www.capa  CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL CERTIFICAÇÃO: UM SELO DE QUALIDADE PARA OS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO Arte sobre ilustração: Brent Walker • www.org.br). Engenheiro Especialista em Instrumentação Industrial da CPM Engenharia e Professor das Cadeiras de Instrumentação do SENAI-ES e da UCL.com.pnqc@abraman.shutterstock.com.br). Engenheiro de Controle e Automação e Especialista de Manutenção Eletroeletrônica da ArcelorMittal Tubarão.

implantação de um programa de preparação e certificação de Um dos fatores desse sucesso é a participação de profissio. a ABRAMAN. confiabilidade. este artigo apresenta o PNQC. em 1999 foi inaugurado o primeiro Centro de pertinentes ao profissional. plenamente eficiente. implementou a cessidade de novos posicionamentos na gestão empresarial partir da década de 90 diversos Centros de Exames de qua- brasileira exigindo o melhor das organizações e de seus lificação – CEQUAL com os seguintes objetivos: colaboradores. por uma maior • Qualificar e certificar os profissionais da área de disponibilidade. Duas ocupações relacionadas à área de Ins. dos para executar as tarefas especializadas demandadas pe- penho profissional e os resultados têm se mostrado excelentes. que a especifica e mantêm. al para formação de Comitês Técnicos para a implantação de vidas revisões para atender a evolução do mercado. • Contribuir para melhoria da qualidade e para o aumen- Nessa mesma época surgiu a política de terceirização de to da produtividade dos serviços de manutenção indus- mão de obra nas empresas brasileiras com o objetivo. las empresas. 3. através do PNQC. cipalmente. e do fortalecimento de sua responsabilidade social. resultando na criação. a requerer das empresas. pois não havia Brasil. sistemas. Foi neste contexto que. e certificação de pessoal da área de manutenção na me- lhoria de qualidade do planejamento e execução de tarefas Dessa forma. durante um congres- No Brasil. sas no Brasil que passaram a disponibilizar recursos e pesso- te para acompanhar a execução do programa e efetuar as de. prin. é possível avaliar e identificar os Número 116   11 . pela ABRAMAN. cionais e desenvolverem metodologias de avaliação a serem a certificação de produtos. serviços e de pessoas. as de Instrumentista de Manutenção e em 2008. qualidade e segurança manutenção. Através do PNQC. ambos nas instala- Instrumentação. Exame de Qualificação para profissionais que atuam nas áre- explorando em maior profundidade as certificações de Instru. ções do SENAI/CETEC de Vitória-ES. com a abertura do mercado brasileiro A ABRAMAN em parceria com o SENAI. além da preservação do meio ambiente • Contribuir para o desenvolvimento do trabalhador. necessariamente. o PNQC. utilizadas em conformidade com a realidade da indústria na. demandada pe- e conseqüentemente com sua inclusão no mundo globaliza- las principais indústrias do Brasil e em atendimento ao do. e vem obtendo excelentes resultados. CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL  capa 1. trial no país. INTRODUÇÃO MANUTENÇÃO A partir dos anos 90. Diversas áreas de manutenção lançam mão dessa po. centros de avaliação. Controle e Automação de processos industriais. de deixar a cargo das especializadas em manu. o país passou a ser parte integrante de um mercado de Programa Nacional de Qualificação e Certificação de economia aberta e altamente competitivo. operacional das plantas industriais e de pessoal. Assim. do Programa Nacional de Qualificação e Certificação de Pes- Ao descrever a importância dos processos de qualificação soal na área de Manutenção. ocorrido em meado dos anos 90. RESUMO tenção essa atividade e passar a focar suas estratégicas na Este artigo objetiva demonstrar a importância do processo produção e prospecção de mercado. Esses comitês permanentes se reúnem periodicamen. inicialmente. a maioria em (ABRAMAN). tem implementa. so de manutenção da Associação Brasileira de Manutenção do diversos Centros de Exame de Qualificação. Políticas e estratégias nais de empresas como colaboradores e membros dos Comitês globais de qualidade e produtividade estabelecidas passaram Técnicos que são os responsáveis por definirem perfis ocupa. trumentação. no mercado um número suficiente de profissionais prepara- derosa ferramenta como estratégia para melhoria do desem. Isso passa. essa discussão ganhou o apoio de grandes empre- cional. o de Inspe- mentista de Manutenção e de Inspetores de Manutenção em tores de Manutenção em Instrumentação. o qual impôs a ne- Pessoal na Área de Manutenção – PNQC. foi discutido a parceria com o SENAI. profissionais de manutenção no Brasil. O PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL DA ÁREA DE 2. Essa estratégia não se de certificação de profissionais da área de manutenção no mostrou. de forma cada vez mais crescente.

o PNQC certifica profissionais nas áreas de mitindo o seu desenvolvimento contínuo na função. através dos atualizado até julho de 2009.9 de inscrições e certificações do PNQC. senvolvimento sustentável”.5 julho de 2009. elaboradas especificamente para obra existente nas empresas. MG.2 al. ado- como a melhoria da qualidade e da produtividade dos ser. com o objetivo de divulgar os resultados da avaliação e 15 Samarco Mineração 152 1. responsabilidade social e de. liação que possui aplicação aos diversos setores da indústria nutenção desde seu início.9 9 Mendes Jr. lizadas do País (SP.4 Construtora Norberto 7 Odebrecht Serviço 322 2. eletricidade. os can- didatos passam por uma entrevista pedagógica individu- 14 SIEMENS Serviço 165 1. O PNQC se caracteriza por utilizar uma sistemática de ava- Tendo como clientes alvos profissionais e empresas de ma.4 Os candidatos à qualificação são avaliados pelos CEQUAL 13 Anglogold Ashanti Mineração 169 1. tendo como base de sustentação um processo de dores e implementadores. 11 Potencial Engenharia Serviço 231 1. A Tabela 1 mostra o ranking das avaliação transparente e objetivo. Atualmen- te.9 10 MANSERV Serviço 248 1. e instalados em unidades do SENAI e na NUCLEP. grupos de trabalho constituídos por represen- contribuindo assim para a elevação do nível de desempe- tantes do governo e/ou instituições de ensino. segurança operacional. através da capacitação da mão de certificação de pessoas.5 5 Vale Mineração 330 2.isadistrito4. com a valorização dos conhecimentos teóricos e práticos do madoras e prestadoras de serviços seus maiores incentiva. A avaliação dos candidatos é descentralizada. isto é. per. 4. empresas que mais certificaram profissionais pelo PNQC. 3 PETROBRAS Energia 613 4. BA. Atualmente. Centros de Exames de Qualificação – CEQUAL.6 Vallourec & 4 Mannesmann Siderurgia 474 3.capa  CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL conhecimentos e as habilidades dos profissionais. O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO são de “Fomentar o desenvolvimento dos profissionais da A ABRAMAN/PNQC desenvolve as metodologias de avalia- área de manutenção mediante o reconhecimento de suas ção em conjunto com suas respectivas Comissões Técnicas competências.7 12 Aços Villares Siderurgia 189 1. Serviço 252 1. Posteriormente. acumulados de 1998 a 2 Magnesita Serviço 873 6. bem instrumentação. RN. MA e AM) nais pelo PNQC. Setoriais. tando em sua metodologia normas técnicas brasileiras de viços de manutenção.5 6 Gerdau Açominas Siderurgia 328 2.org . RJ. RS. mecânica e caldeiraria.4 8 NM Engenharia Serviço 258 1. avaliadas por processo justo e confiável. senvolver uma ocupação.3 através de exames escrito e prático. trabalhadores nho das empresas em termos de produtividade. este fim. profissional. ES. PR. têm nas grandes empresas to. O PNQC é Organismo de Certificação de Pessoal da Área de Manutenção acreditado pelo INMETRO e possui a mis. existindo Grupo empresarial / ainda Centros móveis para ampliar a capacidade de atendi- Empresa Setor TOTAL % mento do Programa. O gráfico 1 mostra a evolução do número 1 ArcelorMittal Siderurgia 1459 10.8 Gráfico 1 – Evolução do número de inscrições e certificações do PNQC.1 indicar os pontos fortes e as necessidades de melhoria do 12   InTech | www. qualida- e do sistema empresarial que tem como responsabilidade de- de. estes estão localizados nas principais regiões industria- Tabela 1 – Ranking das Empresas que mais certificaram Profissio.

Nível I 5. automação e contro- mações destinadas a este nível de certificação estão detalhadas na Norma ABNT le de processo.150 – Qualificação e certificação de instrumentistas de manutenção – Re. a capacidade de apurar os dados coletos e armazenados nos sistemas. assim como outras infor.1. Aos que não atingirem este rendimento. Possui maior capacidade sensitiva e.2. possibilitando análise mais acura- da. Aos que atingirem o rendimento mínimo definido por Norma. Figura 4 – CEQUAL ABRAMAN SENAI DR BA – Instrumentação. instrumentação. ponsável pela performance e controle operacional dos diversos equipamen- tos e processos de sua área. os itens de conhecimentos tecnológicos. Nas figuras 2 a 5 são mostradas fotos de alguns dos CEQUAL de Instru. A Certificação de Instrumentistas de Manutenção DR MG – Instrumentação. ins- Inspetores de Manutenção talação e manutenção em instrumentação. instalações e sistemas de As atividades. mizar o processo e a utilização dos Número 116   13 . Este profissional atua no campo e em oficinas/labo- Esta certificação é voltada para profis- ratórios sob supervisão Técnica. Esta análise lhe permite antever. Figura 1 – Fluxograma do Processo de Avaliação da Qualificação e Certificação Profissional. são conferidas as certificações. A figura 1 mostra o fluxograma do processo de avaliação da qualificação e certificação profissional do PNQC. tenção ou Técnico de Inspeção é res- mentistas de Manutenção. A empresa tam- bém recebe o diagnóstico. 5. à segurança e à organização do trabalho. à sionais que realizam inspeção em equi- utilização de recursos. sobre- tudo. um instrumento para o gestor identificar necessida- des e planejar o desenvolvimento dos seus profissionais. assim como em sistemas de automa- em Instrumentação ção e controle de processos. CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL  capa profissional. Entende-se que o Inspetor de Manu- quisitos. pamentos. A Certificação de Esta certificação é voltada para os executantes dos serviços de especificação. A CERIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA ÁREA DE INSTRUMENTAÇÃO Figura 5 – CEQUAL ABRAMAN SENAI 5. predizer e programar as intervenções de manutenção com o objetivo de oti- Figuras 2 e 3 – CEQUAL ABRAMAN SENAI DR SP – Móvel de Instrumentação. devendo demonstrar conhecimento e habilidade nos requisitos relacionados aos procedimentos operacionais de suas atividades. NBR 15. são ofere- cidos diagnósticos que lhes permitem elaborar um programa de treinamento específico para cobrir os pontos que precisam ser melhorados.

ES. tanto para os Profissionais quan- níveis no mercado. Competência. assim como outras in- formações destinadas a esta certificação estão detalhadas na Norma PNQC. peratura e Especificação de Instrumento). assim como a preservação do meio ambiente. uma norma interna da ABRAMAN adota- mentos e das suas habilidades.Norma de Requisitos para Qualificação e Certificação de Inspetor • Reconhecimento formal dos conheci- de Manutenção em Instrumentação. ele deve conhecer com profundidade Nos itens a seguir são listados os prin- cipais benefícios do processo de Certifi- tanto a sua área de atuação quanto as ferramentas de análise e predição dispo- cação. RETORNO DA CERTIFICAÇÃO Além disso.capa  CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL equipamentos em busca do ponto ótimo operacional. habilidades e atitudes. te da certificação de Inspetores de Manutenção em Instrumentação.1. As figuras • Geração de emprego e renda. 6. sendo este profissional o responsável direto pelos resultados dos equipamentos de uma área operacional. to para as Empresas envolvidas. nacional ou internacional. • Desenvolvimento do raciocínio abs- trato e visão holística. segurança e meio ambiente. da por não haver outra norma reconhecida. Instrumentação. viabilizando a otimiza- Controle Seqüencial de Nível. Controle de Vazão com Inversor de Freqüência e Medição de Temperatura e Controle de Tem. As atividades. enfim. • Maior competitividade com o au- mento da disponibilidade. que tra- • Inclusão social. Para as Empresas: • Aumento da produtividade e qua- lidade dos seus produtos e servi- ços com a melhor capacitação dos trabalhadores.org . os itens de conhecimentos tecnológicos. confiabi- lidade e segurança dos processos. 14   InTech | www. • Possibilidade de Implementação de novas técnicas e métodos de ma- Figura 8 – Medição de Peso e Figura 9 – Válvulas de Controle. equipe e desenvolvimento de habili- C E Q UA L A B R A M A N S E N A I D R E S – I n s p e t o r d e M a n u t e n ç ã o e m dades interpessoais. • Desenvolvimento de conhecimentos. • Desenvolvimento do Autogerencia- mento e da capacidade organizacional. • Atuação mais eficaz e eficiente. nutenção. • Atuação de forma responsável em relação à saúde.isadistrito4. Figuras 6 e 7 – Planta Piloto (Controle de Nível em Cascata com Vazão e Tanque Pressuriza.2. Para os Profissionais: PR-CS-013 . ção e melhoria dos seus processos. de sua do. localizado no SENAI em Vitória. 6 a 9 mostram elementos do primeiro CEQUAL de inspetores de Instrumentação • Maior capacidade de atuação em inaugurado. 6. 6.

150 – Qualificação e certificação de estímulo ao desenvolvimento do profissional e. Consultada em 12/08/09. a busca pela certificação profissional é um processo 7. cito: www. Norma ABNT NBR 15. com o aumento da produtivida- presas que buscam garantir a excelência nos seus proces- de e qualidade dos seus produtos e serviços. sos produtivos e a eficiência operacional do trabalhador que. ao mesmo instrumentistas de manutenção – Requisitos. mas também 1.abraman. dia após dia. 2. CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL  capa • Mudança Cultural em relação à metodologia e qualidade tempo. a certificação de pessoas configura-se não só como uma tendência ou atendimento a preceitos da legisla. como fator de sobrevivência e de mo. • Ganha o PAÍS. mais qualificado. PNQC-MG-P1-01 – Manual do Sistema de Gestão do como forma de valorizar o trabalhador e ampliar as suas PNQC. como garantia da qualificação da mão de obra que de atuação de sua mão de obra.  . pelo reconhecimento for- tências profissionais.org. Certificação de Inspetor de Manutenção em Instrumentação. tivação em um mercado altamente competitivo.br. às 14h00min. possibilidades de inserção no mundo produtivo. pelo fortalecimento do seu setor produtivo. Assim. sen. do cada vez mais reconhecida e valorizada como forma de 4. A Certificação dos profissionais da área de Instrumenta- 3. atua no setor. Revisão 3. vê-se reconhecido em suas compe. Norma PNQC-PR-CS-013 – Norma de Requisitos para Qualificação e ção está inserida neste contexto e vem. BIBLIOGRAFIA ção ou de processos de gestão da qualidade. mal dos seus conhecimentos e habilidades. CONCLUSÃO onde todos ganham: A certificação profissional é hoje indispensável para as em- • Ganham as EMPRESAS. 8. Página da ABRAMAN na Internet. • Ganham os PROFISSIONAIS. Enfim.

org .Certified Automation • ele demonstra competência no cam. demais certificados. utilitários. • é diferente de “certificados” Professional). tem várias carac. geralmente o pro. híbridos e indús- to que você obteria com um curso ou O que é o CAP? Por que você deve se uma série de cursos) trias específicas. automa- tornar um CAP? Como você pode se ção predial e aplicativos de pesquisa • requer um exame bastante difícil tornar um CAP? relacionados a estes campos. mas pode não saber muito sobre de conhecimentos sobre automação • baseia-se em conhecimento acumu- ele. O CAP é uma credencial de capacida- O QUE É O CAP? fissional o mantém por toda a sua des reconhecida internacionalmente O CAP é um “certificado” e. vamos tratar das três em todos os tipos de aplicativos re- lado (não apenas no conhecimen- grandes perguntas que você pode ter: lativos a processos.isadistrito4. • requer aprendizado contínuo • uma vez obtido. • é diferente de um diploma universitário dencial Profissional de Automação Cer. Talvez você até tenha • é usado para contratações e em ava- mação conforme definida pelo corpo pensado em se inscrever para obter um liações de empregos CAP.capa  CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL PROFISSIONAL DE AUTOMAÇÃO CERTIFICADO Você talvez já tenha ouvido falar da cre. terísticas especiais: • é diferente de uma licença legal tificado (CAP . como os carreira e portátil que demonstra conhecimen- 16   InTech | www. especialmente se for um po que abrange O escopo do CAP inclui toda a auto- membro da ISA. Neste artigo.

anterior. tão usando o CAP para melhor avaliar Em geral. tos por que situações de concorrência caso da avaliação para o Nível II. tificação. genharia. fluxo e outras variáveis de proces- TORNAR UM CAP? CAP: basta dizer que você tem prefe. A maioria dos can. O Certified Control System Technician para serviços de engenharia de auto- Clientes de serviços de engenharia (CCST . uma impressão positiva na empresa COMO VOCÊ PODE SE TORNAR didatos precisa estudar para a prova. sa ter. fique se está qualificado para o CAP. so. resolvem pro- CAP para que possa ser provido a cer- tes trabalhando em seus projetos. espe. (A credencial de Técnico Certifica- Grupos de engenharia gostam do CAP do em Sistemas de Controle (Certified licitações de empregos que incluem por que ele mostra aos clientes. é o CAP (e você pode lhes explicar).) tram em alguns pedidos de cotação é competente. Muitos se tornaram CAPs simplesmen. veri- ção. cinco anos de expe- a promoções mais rápidas. mentação de sistemas que medem e lham para você a solicitarem que seus controlam o nível. Isso faz com que melho. Caso esteja citar CAPs não deve aumentar os cus. em alguns casos.ou seja. Atender ao requisi. sete anos de Número 116   17 . rem seu conhecimento sobre automa. É fá. experiência sem um diploma. Cada nível tem um grau de Em seu emprego atual. tanto Control System Technician . o que resulta na atualização de petência que desejavam demonstrá-la. você é um profissional. miliarizados. no mínimo. liação para o Nível I. externos. pendentes sobre a direção de seu tra- como profissão. pres- POR QUE VOCÊ DEVE SE funcionários obtenham o certificado são. No se candidatando a um novo emprego. cil encorajar empreiteiros que traba. riência e/ou aprendizado na área. E. balho . os gerentes es. O CAP também aju. o exame do CAP é feito por Houve 75% mais candidatos em 2008 as capacidades das pessoas que fazer profissionais que trabalham com en- do que em 2007. temperatura. no mínimo. UM CAP? especialmente quando se trata da. um técnico preci- de sua competência. O Programa tem três níveis de cer- O CAP pode ajudar em sua carreira.CCST) uma preferência por CAPs. Antes de iniciar estas etapas. E soli. Isto não lhe obriga a escolher uma experiência/aprendizado mais eleva- com que seu supervisor e os clientes de empresa com CAPs em favor de outra do que o anterior. quanto visa técnicos de processo e também sobre profissionais CAP já se encon. ele deverá fazer ção. o que pode levar são composta de muitos fatores. documentam. blemas e reparam/substituem instru- tos níveis. um CAP: candidate-se. mas isso não é um requisito. prepare-se. como parte de um programa geral de um cargo onde tomou decisões inde- da no reconhecimento da automação desenvolvimento para cada pessoa. agende o teste e faça o teste.Técnico Certificado em Siste- mação e algumas empresas estão exi- gostam do CAP por que ele pode lhes mas de Controle) é oferecido aos que gindo que o profissional se torne um ajudar a ter pessoas mais competen. e 10 anos de média de 15 horas por ano também e através do aprendizado contínuo. te por que se orgulhavam de sua com. dentro da empresa. na qual você está interessado. A fim de fazer a ava- seu trabalho se tornem mais cônscios que não os tenha por que é uma deci. rência por CAPs em pedidos de cota. O CAP é respeitado e está crescendo. calibram. cialmente se eles entenderem o que Há quatro etapas para você se tornar quelas áreas com que estão menos fa. são o certificado certamente vai causar tende a mantê-los sob controle. CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL  capa to em automação. mais ajuda a manter o profissional em dia Gerentes também estão usando o CAP comprovação de ter trabalhado em com a tecnologia. experiência trabalhando como pro- ele encoraja as pessoas a aprende- fissional de automação caso tenha to de aprendizado contínuo com uma rem mais estudando para a prova um diploma de técnico. seus conhecimentos pessoais na área O requisito básico são cinco anos de Gerentes gostam do CAP por que de automação. que o pessoal de engenharia é uma certificação de alta qualidade. que foi o melhor ano parte de seu grupo. Estão começando a surgir so. perguntas internos. necessários.

Você pode fazer isto usando cur. 13 anos espanhol. quer fuso horário ou hora do dia e em de experiência e/ou aprendizado. dias. cíficos. você Outra opção é o Sistema de Aprendi. o certificado não teria gran. Há janelas de teste tos sobre automação. O site da ral de todos os tópicos no seu esco. A prova consta de 175 questões de Guide” (Guia de estudos do CAP) com te responde e sobre as quais pode tro. sobre as quais deveria estudar mais. nalmente. Etapa 2: Prepare-se para a desconto. lio de um instrutor é ministrado in. A pro. ISA ou outros. Além disso.org . há perguntas Etapa 4: Fazer a prova. to-didático eficiente com materiais para a prova no horário e local que lhe va abrange o corpo de conhecimen. online em arquivo sobre tópicos espe- o CAP. ponível em muitos outros idiomas qualquer lugar. tas ao instrutor quando desejarem. ser respondida com base em seu co- me difícil. uma boa idéia fazer uma revisão ge. usar para se inscrever o formato e escopo do teste. Cada questão pode fícil e abrangente (se não fosse um exa. presencial de revisão do CAP de três curta duração sobre a área ou tópico ra significativa e muitos candida. que precisam ser respondidas sema- plos de questões no site da ISA e tam. internet da ISA tem maiores detalhes po. é os tópicos no escopo do exame. em breve. Após fazer uma revisão geral de todos O Nível II pode estar disponível em Depois de se preparar para a prova. A prova está disponível em inglês e é possível fazer as atividades em qual- são necessários. os diversos seminários Etapa 1: Candidate-se para mação que desejar. no A taxa de aprovação tem sido de 2/3. Não é necessário fazer de valor). A prova é di. (AutoBoK)” no site da ISA. sulte o site da ISA para maiores infor- Automation Body of Knowledge na e um grupo de questões práticas mações a respeito.capa  CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL experiência e/ou aprendizado. um número de identificação que po- deve primeiro se familiarizar com zado CAP. ISA e o mesmo pode ser oferecido nas Etapa 3: Agendar a dependências de uma empresa com avaliação. oferecidos gratuitamente pela po da prova. Con- índice do livro ”A Guide to the há uma tarefa de leitura a cada sema. E. tão. o processo de can- didatura foi simplificado de manei. sos específicos de CAP e materiais da um dos muitos livros publicados pela ISA ou qualquer material sobre auto. pode decidir que há algumas áreas dendo de sua necessidade. mas esperamos tê-la dis. está disponível em inglês. Você pode na Internet. ministrado em vários locais ao específico para o qual precisa de um tos agora preenchem um pedido de longo do ano. múltipla escolha a serem respondidas 50 exemplos de questões. A ISA oferece um Curso ISA para seus membros. nhecimento.isadistrito4. dependendo de quando revisar este conteúdo usando o com instrutor de nove semanas. você pode usar qualquer sobre estes requisitos. car idéias com outros participantes. este curso só Quando a ISA o notificar de que apro- prova. aplicação online em apenas alguns têm “co-patrocinado” o curso com a minutos. e cursos de Recentemente. Algumas Seções da ISA estudo mais aprofundado. você meio eletrônico em espanhol. cálculos para responder a uma ques- automação conseguem ser aprovados. depen. Há também uma versão específicas. O AutoBoK ofe. caso da avaliação para o Nível III. E os estudantes podem fazer pergun. teiramente por email e pela internet. Atualmente. vou sua candidatura. Para isso. impressos e 500 perguntas práticas for conveniente. no mínimo. então. rece uma boa revisão de todo o esco. bém um livreto chamado “CAP Study para discussão que cada participan. O Nível I está disponível em espanhol. onde sua aplicação foi apresentada. você receberá Ao se preparar para a prova. derá. portanto há tempo bastante para 18   InTech | www. organizado para estudo au. Há exem. mas muitos profissionais de Uma vez que este curso com o auxí. em quatro horas.

te ao seu supervisor e discuta com ele não teria muito valor). vimento de cada funcionário que é um A maioria dos profissionais de auto- mação que compreendem o CAP quer 2. O Brasil registra ape- o valor do CAP. se você ti.  . conseguirá passar na prova. Arábia Saudita. quase 10. ocupando a segun- É fácil se candidatar à prova e fazê-la. A prova é feita assinatura de email e. O CAP foi lançado no final de 2004 e que torna fácil marcar uma questão à o Logotipo do CAP sempre que surgir possui cerca de 700 profissionais de qual você deseja voltar depois e tor. CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL  capa responder a todas elas. de outros países. mundo. CAP.000 técnicos (96% dos os clientes internos e externos de sua preendem o CAP gosta dele e o CAP Estados Unidos e 4% de outros pa- empresa saibam que você é um CAP e vai se tornar cada vez mais valioso à ajude-os a entender o que isso signi. Deixe que tê-lo. a prova não é fácil (se fosse. mas. onde você usar NOTAS em computador usando um software seu nome profissionalmente. uma oportunidade. O CCST começou em 1985 e profissional de automação. recebe EM RESUMO o resultado imediatamente. sendo Canadá e México se- medida que o número de profissionais fica. da e terceira colocação Canadá e Contudo. íses. automação certificados em todo o na fácil mudar respostas caso queira. Acrescente o CAP depois de seu certificados pelo CAP atingir massa gundo e terceiro colocados) estão nome em seus cartões de visita e sua crítica. mostre 1. ótimo! Con. Caso tenha sido aprovado. certificados atualmente. 81% são americanos e 19% Quando você termina a prova. a maioria dos gerentes que com. ver bons conhecimentos sobre auto. mação. Sugira que sua empre. nas um profissional certificado pelo sa insira o CAP no plano de desenvol.

artigo  MES MES .FUNCIONALIDADES Constantino Seixas Filho (constantino. entre as diversas 3 de Produção unidades de produção e se adapta às necessidades de atender novos pedidos e cancelamentos. número do lote ou número de série. cumprimentos de escalas de turno. INTRODUÇÃO um sistema de gestão de manufatura serão abordados. Rastreabilidade do Proporciona visibilidade sobre o estado corrente do trabalho. otimizar atendimento a pedidos. etc.White Paper 2.Manufacturing Operations Management sur- funcionais de uma aplicação de gerenciamento de operações de giu com a norma ISA-95. etc. documentos. Realizar a análise das necessidades e especificar os requisitos O termo MOM . etc. 20   InTech | www. qualificação necessárias à realização de determinada função. Controle de Registra e controla toda a documentação de produção incluindo gerenciamento de receitas. etc. instruções de 4 Documentação trabalho. Evidentemente as aplicação. Tabela 1 – Funcionalidades MES segundo MESA . etc. diminuir lead-time ou atender outro critério de otimização.org . Manufacturing Execution Systems. Gerenciamento do Gerencia todos os trabalhadores quanto à presença. Fornece resultados quantitativos do andamento da produção incluindo KPIs. Realiza o seqüenciamento detalhado de operações (bateladas. Gerenciamento do Monitora atividades de produção e auxiliam na tomada de decisão para corrigir o rumo da produção de forma 8 Processo a atender objetivos de negócio. como uma alternativa ao termo MES - manufatura é o primeiro passo quando se pensa em se desen.seixas@accenture. envolvendo quem faz a operação. 11 Análise de Performance ritmo. Gerenciamento da Fornece análise em tempo real de amostras retiradas da produção. cores. Não se concebe hoje em dia ini. Muitas outras análises marketing superior ao termo MOM. usada de forma genérica abrangendo tanto a manufatura discre- lução e resolver os principais dilemas envolvidos nesse tipo de ta como processos em bateladas e contínuo. Electronic Batch Records. qualidade e inventário.isadistrito4. Pode incluir funções de SPC/SPQ e interface 7 Qualidade com sistemas LIMS e/ou equipamentos de ensaio em linha. e outras fontes 5 Aquisição de dados de informação como leitores de código de barras e RFIds. American Manufacturing Research em 1988. Embora esse artigo se concentre no assunto análise primeiras aplicações dependem mais de um sistema MES que de funcionalidades. ordens de produção. Manufatura neste caso é são necessárias para se estabelecer a arquitetura técnica da so. MOM enfatiza que ciar um processo de implantação de MES sem um estudo de. Despacho de Unidades Gerencia o fluxo de unidades de produção na forma de ordens de produção. Nós iremos usar termo é mais geral. para reduzir tempo de set-up. materiais. uma vez que não basta especificar as fun. mas em quatro categorias de operações: pro- tudo MES Blueprint ou especificação de requisitos. mensalista. perdas e retrabalhos.) levando em Seqüenciamento 2 detalhado da produção considerações uma ordenação ideal de sabores. outros aspectos gerais da especificação de as da indústria de processo. Denominamos esse es. 1 Recursos qualificações de trabalhadores. Consiste nas atividades de coleta dos dados do nível 2 como os dados de CLPs/SCADA. Mantém histórico das 9 Manutenção operações de manutenção. O primeiro dução. membro do Conselho Editorial da Revista InTech América do Sul e CTO da Accenture Automation and Industrial Solutions.com). etc. etc. instruções de set-up.). e regimes de trabalho 6 Trabalho (horista. receitas. etc. Gerenciamento da Direciona e acompanha as atividades de manutenção de equipamentos de produção. custo de mão de obra. etc. Funcionalidade Descrição Alocação e Status de Gerencia todos os recursos necessários à produção como máquinas. Inclui o gerenciamento do status dos recursos em tempo real. reconhecendo o seu valor de cionalidades desejadas para a aplicação. cunhado pela AMR - volver uma aplicação de MES. gerenciar as operações de manufatura consiste não apenas no talhado das necessidades da aplicação. sobre utilização de recursos. SDCDs. manutenção. preferencialmente o termo MES. material e 10 Produto e Genealogia componentes utilizados com identificação do fornecedor. foco produção. bateladas.

segundo MESA Batch Records e aderência ao documento 21 CFR Part11 do Fonte: MESA . Considere que cada tipo de manufatura exige um con- junto de funcionalidades específicas diferente. No anexo E da parte I da ISA- No início havia muita dúvida quanto ao papel que os siste. b. Elas constituem um bom começo de entendimento. mas não é raro chegar- mos a mais 40 funcionalidades quando estudamos um caso Figura 2 – Modelo Funcional Empresa – Controle. Nascia no white paper número 2 as chamadas 11 funcionalidades dos sistemas MES. explicadas com mais detalhes na ta- bela 1. entender quais as ope- rações realizadas em cada etapa. Construa o modelo de processos da unidade. Essas funcionalidades. Cada segmento de mercado tem necessidades e exigências práticas e le- gais diferentes. Um MES para uma usina de açúcar e álcool é completamente dife- rente de um MES para uma indústria de siderúrgica ou de uma indústria de bebidas carbonatadas. FDA . 95 é mostrada a correspondência entre o modelo funcional da mas MES iriam desempenhar e quais seriam suas funciona. na indústria farmacêutica é fundamental prover recursos tais como EBR . A MESA através dos seus famosos white papers de 1 a 6 (são 28 hoje) tratou de esclarecer qual seria o espaço ocu- pado por esses sistemas. prático e descemos a um nível de granularidade adequado a Fonte: ISA-95 Part I. É fundamen- tal mapear o processo de negócio. serviram de ponto de partida a esse entendimento. uma implementação real. MES  artigo PRIMEIRAS DEFINIÇÕES DE FUNCIONALIDADE O modelo funcional da norma ISA-95 é muito mais abrangen- – O TRABALHO DA MESA te e é mostrado na Figura 2. várias considerações são importantes. DETERMINANDO AS FUNCIONALIDADES EM UMA APLICAÇÃO REAL Para se determinar o mapa de funcionalidades de uma apli- cação MES em uma situação real. e fornecem uma visão ma- cro de grandes grupos de atividades. O problema é que muitos anos já se passaram desde a publica- ção dessa referência e até hoje é comum ver pessoas que es- tão se iniciando no assunto e que recebem a incumbência de especificar um sistema MES de tomar essas funcionalidades como a verdade absoluta e única referência. tempos de processamen- to. Por exemplo. a. Para sistemas de manufatura é normal se construir o mapa da cadeia de valor (value stream map) para se detectar todos os atrasos. lidades. etc. MESA e da ISA. que define o uso de Número 116   21 . gargalos. depois ilus- tradas no white paper 6 (ver Figura 1).Food and Drug Administration.Electronic Figura 1 – Modelo Funcional de MES .White paper 6. o que deve ser medido e acompanhado.

trutura que obedece ou não os modelos de dados da norma tes da aplicação. ser mais complexos que processos de fabricação para es- ção de mineração. cionalidade de OEE. Empresas submeti- das à lei Sarbannes Oxley têm que buscar aderência às ses- sões 404 e 302 que falam sobre transparência corporativa. ISA-95. de cada unidade. O que a norma diz é que quanto mais com- ou aos principais processos e o fator como uma atividade plexa for a manufatura. o uso de lean-six sigma é quase obrigatório em empresas de ma- nufatura e se alastra para outros segmentos industriais. Deve ser analisado em cada caso onde essa fun- sempre uma boa idéia. O White Paper 17 (refe- jável que ela fosse geral e abrangente de forma que a ár. Considere que muitas vezes um sistema MES pode atraves- sar toda a cadeia de suprimentos ou de produção e não ape- nas uma unidade fabril. Figura 3 – Mapa de Funcionalidades. Um sistema MES de uma empresa que produz suco de laranja começa na área agrícola e vai até o porto com a exportação do suco concentrado. Por exemplo. c. Esse é outro erro que freqüentemente se funções cross para cada pilar da norma ISA-95. não como mais um KPI. Entretanto quando se dese- ários deve ser geral e um funcionário deve poder usar a ja um controle quase tempo real dos estoques com alta dis- mesma senha quer esteja na planta A ou B da corporação ponibilidade (24 x 7) é aconselhável implementar essa fun- para acessar seus dados de produção. o gerenciamento de paradas (downtime sos de fabricação sob demanda (Make to Order) tendem a management) é uma função comum na cadeia de produ.isadistrito4. executada no nível 3 (MES) e não no nível 4 (ERP). toque (Make to Stock) e processos discretos são mais com- Ao invés de estar replicada em cada unidade.artigo  MES registros e assinaturas eletrônicas. Esse mapa observa. Determine que funcionalidade é um fator comum a todos sa escolha. Proces- Por exemplo. seria dese. A norma ISA-95 volta a nos ajudar nes- e. Um grande erro é implan. Considere os conflitos que possam acontecer na localiza- tar um sistema MES em cima de uma operação ineficiente. de autenticação e autorização de usuários baseado na sua função deve ser prevista (role based access). g. d. mas como uma funcionalidade especial. Empresas que operam sistemas em bateladas necessitam sistemas que geren- ciam a execução das bateladas e que produzam visão ana- lítica dos resultados dessa execução. Exigir que a aplicação seja aderente à norma já é o 22   InTech | www. Seria absurdo um sistema MES que não destacasse a fun. As funcionalidades para cumprimento de exigências legais são imprescindíveis. Fonte: Figura do autor. ção de cada função. Por exemplo. rência 3) discute melhor esse assunto. Contemple todos os programas de melhoria em execução ou que devessem ser considerados. A função de gerenciamento de estoques é na maior par- ta de forma centralizada. Entenda que gerar o mapa de funcionalidades não impli- f. A gerencia de master data deve ser fei.org . h. maior a tendência da função ser cross. Cada produto de mercado possui sua própria es- deve ser continuamente refinado e consistido com os clien. toque de produtos tanto pode ser uma função do ERP como Envolver uma analista de lean-six sigma nessa revisão é do MES. ção será realizada. Essa funcionalidade ção no MES. Represen. Por exemplo: o gerenciamento do es- A revisão de processos acompanha a implantação do MES. plexos que processos contínuos. ca em detalhar cada função a ponto de definir suas estru- te para cada processo as suas funções e indique quais as turas de dados. o cadastro de usu- te das vezes realizada no ERP. Aqui é muito impor- vore de ativos de toda a organização fosse visível a partir tante “pensar fora da caixa” e deixar preconceitos de lado. isto é uma atividade que atravessa toda a cadeia. Construa o mapa funcional da organização. Ela existe desde a mina até o porto.

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o país. Existe o conceito de ordem de produ- ção naquela organização? Se não houver é melhor manter a aplicação independente por um certo tempo. Construa o mapa de interface do MES com o ERP.artigo  MES Figura 4 – Linha de integração técnica entre ERP-MES. qual o produto mais aderente? Caso o desenvolvimento seja aconselha- Figura 5 – Exemplo de mensagens entre ERP e MES. Fonte: ISA-95 Part 3. com hot backup em algum data center? cou faltando para tratar cada fluxo de dados. O MES se comunicará com as demais aplicações utilizan- do um ESB? (Enterprise Service Bus)? Qual? Ele se co- municará com as aplicações de chão de fábrica usan- do OPC-DA? Há necessidade de uma fila de mensagens (message queue) para assegurar entrega garantida? Caso se opte por um produto de mercado. mas requer que os módulos de produção do ERP tenham sido implementados e não apenas os módu- los de BackOffice. dor central. Devemos utilizar servidores reais para cada apli- tas nesse tipo de aplicação podem oferecer. mas porque O sistema deve ser centralizado ou distribuído? Conside- certamente a estrutura de dados gerada em tempo de espe. não devem ser tomadas. suficiente. Especificar em excesso leva apenas à não con.org . mapa represente todos os fluxos de envio e recebimento de Devemos ter servidores em cada site ou apenas um servi- dados. muitas outras decisões to sob medida. do qual a deve ser a plataforma de desenvolvimento ado- 24   InTech | www. O MAPA DE FUNCIONALIDADES NÃO É TUDO formidade dos produtos de mercado com relação à especifi- Uma vez conhecidas as necessidades da aplicação e ge- cação e conduz a implementação para um desenvolvimen- rado o mapa de funcionalidades.isadistrito4. Fonte: Isa-95 parte 4. cação ou aderir à tendência de virtualizar os servidores? i. Isso irá reduzir as chances de sucesso. às vezes eles são a melhor alternativa. O MES será uma aplicação independente ou atuará sin- cronizado com o ERP? Parece óbvio que a segunda opção é a correta. porque desenvolvimentos sob medida não sejam recomen- dados. Verifique se nenhuma processo/funcionalidade fi. Nesse A referência 7 fornece uma ótima introdução ao assunto. re que a empresa tem diversos sites espalhados em todo cificação é muito inferior ao que os fornecedores especialis.

White Paper number 2 .White Paper 17 . IT Assets.03—2005 Enterprise Control System Integration des da aplicação.Approved 6 June 2005.MES Functionalities Deve-se adotar um acelerador de desenvolvimento como & MRP to MES Data Flow Possibilities .Updated & Revised um MES framework? Neste caso qual o framework a ser March 1997. Número 116   25 . durante a elaboração do MES Blueprint. 1. naquele determinado segmento de mercado.04 .Enterprise . Level Vision .Enterprise-Control System Integration decisões fundamentais de projeto é que se deve realizar a es. Server virtualization Gets the Most from Operations assegurado grandes chances de sucesso na implementação. Mesa International . 2009. as facilidades de 6.00. Bob Mick. ANSI/ISA—95. MES  artigo tada? . colha do produto de MES que melhor se encaixe às necessida. 3. 5. Part 1: Models and Terminology . ARC INSIGHT# 2009-13EMPH. meça meses antes da implantação.Approved 15 July 2000. A análise de aderência é um capitulo a par. O ponto chave 4: Object Models and Attributes of Manufacturing Operations da implantação de um MES é uma boa engenharia. ISA Draft 95. Mesa International .01–2000 .ISA-95 Business Case CONCLUSÃO Evolves Through Applications and Methodologies.00. Somente após o estudo detalhado das funcionalidades e das 4.September 1997.White Paper 6 .Control System Integration Part customização do produto. ANSI/ISA–95. Part 3: Activity Models of Manufacturing Operations Management te e deve levar em consideração a experiência do fornecedor . utilizado? 2.NET e J2EE são dois fortes candidatos e existem REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS considerações que favorecem uma ou outra plataforma. MARCH 5. Mesa International . entre outros fatores. Garanta que não irá falhar nesse conceito e terá 7.MES Explained: A High Essas são apenas algumas das decisões a serem tomadas.00. o que co- Management.

TA e Gestão das Operações Primeira: Escalabilidade – Uma abordagem Na seqüência serão detalhados os quatro principais desafios baseada em plataforma de solução. rização do Retorno do Investimento (ROI). e Pablo Fava (pablo. a grande maioria mente as expectativas e tendências do mercado.isadistrito4. Gerente Geral de Automação. dos investimentos em implementações de MES são feitas de 26   InTech | www.Collaborative Manufacturing Model). é o de pla. além de propiciar a convergência das prin- cipais tecnologias. e que representam clara. conectividade e cobertura funcional baseado AS QUATRO TENDÊNCIAS no padrão ISA-95. ambos da Siemens.artigo  MES MOM .org . taforma de solução.com).fava@siemens. que uma solução moderna de Gerenciamento de Operações Com o objetivo de atender demandas críticas ou mesmo a prio- (MOM) deve ser capaz de atender. que pode ser considerada a evolução do conceito de MES.elias@siemens. INTRODUÇÃO Com o passar do tempo e com a evolução contínua de solu- ções que suportem as grandes transformações que ocorre- ram na indústria nos últimos anos.A TERCEIRA GERAÇÃO DE SISTEMAS MES Fábio Henrique Elias (fabio. a qual chama- mos de Manufacturing Operations Management (MOM).com). de TI. ou apenas Operations Management (OM) como definido pelo ARC Advisory Group. Hoje testemunhamos uma nova geração de soluções. (Fonte: ARC . a definição do termo MES (Manufacturing Execution System) acabou ficando com um escopo limitado se comparado com a capacidade e abrangên- cia das soluções disponíveis no mercado atualmente. Este conceito visa criar um ambiente de infra-estrutura. Um outro conceito fundamental definido pelo ARC e que é a Figura 1 – As três gerações do MES base para a implementação de uma solução MOM. Gerente de Produtos SIMATIC IT.

e conferirá às Hoje existe a necessidade de se endereçar as particulari. tegrar com sistemas existentes. Número 116   27 . aspectos que adquirirão relevância no futuro. Processos de Negócios. Architecture) permitem atender estes requisitos. sem levar em tividade/interoperabilidade são características fundamen- conta as possibilidades e necessidades de implementações tais em uma ferramenta de Gestão de Operações (MOM). As soluções de mercado que utilizam as tecnologias BPM Neste cenário sempre existe o risco de se tomar a decisão por (Business Process Management) e SOA (Service Oriented uma ou outra solução. desenha-se uma solu. que apesar de interessante para o contex. derão trocar dados como também disponibilizar ou consumir “serviços” de outras aplicações Segunda: Flexibilidade . Figura 2 – Visão geral de uma plataforma de solução baseada em BPM e SOA. Porém. Nesta ferramenta os processos são expansão física da empresa. Uma arquitetura basea- vez que proporciona uma infra-estrutura de suporte à aplicação da em serviços é cada vez mais comum nas soluções de TI. BPM: Business Process Management – Modelagem de sos pelos motivos mais diversos: aumento do escopo funcional. Neste sentido a flexibili- mento de longo prazo. MES  artigo forma gradual. uma um ambiente de colaboração. e inevitavelmente terá uma forte influência nas soluções para tir a escalabilidade necessária em expansões. SOA: Service Oriented Architecture – o suporte a uma ar- Uma solução MOM baseada em plataforma de solução reduz os quitetura orientada a serviços (SOA) é essencial para criar riscos de projeto e garante a preservação do investimento. etc. agilidade e flexibilidade da solução. não o contrário. baseada em uma plataforma tecnológica preparada para garan. pode se tornar inviável ou inadequada para os próximos pas. em muitos casos. tes demandas de mercado. sejam estas fun.Convergência de Esta proposição é muito mais efetiva e integrada do que a TI e TA no contexto da Manufatura. dade de adequação às características do processo e conec- ção que atende apenas a necessidade imediata. to. futuras. organizações a agilidade necessária para atender as diferen- dades de cada processo. manufatura. proposição tradicional de módulos funcionais. bem como a capacidade de se in. Uma abordagem orientada a processos pro- da em plataforma antecipa e prepara a aplicação para suportar move integração. por falta de conhecimento ou planeja. Através do SOA as aplicações não somente po- cionais ou de tamanho (rollouts). modelados de forma que o sistema se adapte ao negócio e São por estes motivos que uma solução com abordagem basea.

Automotiva) podem À medida que as operações de manufatura precisam cada não ter nenhuma aplicação em uma indústria típica de pro- vez mais estar integradas e sincronizadas por toda a ca- cesso (ex. mada rápida de decisão são fatores imprescindíveis na sidade de encontrar soluções específicas/customizadas busca pela excelência operacional. do segmento industrial reduz bastante o gap entre produ. pode ser encarada como uma evolução dentro do conceito Principalmente indústrias com grande cadeia de valores MES de terceira geração (MOM). desde a alta administração (CEO. camada operacional possam tomar decisões rápidas para zação de bibliotecas para atender segmentos específicos manutenção da eficiência global das operações. indústria de manufatura discreta (ex.isadistrito4. Os requisitos de negócios diferem muito em cada tipo de Visibilidade das operações é um aspecto chave para uma indústria. CMMS). informação precisa e em tempo real para to- Mesmo com a proposição de plataforma. Um approach orientado a uma As soluções de EMI (Enterprise Manufacturing Intelligen- ce). em diferentes níveis fun- implementação.Soluções Quarta: Inteligência Operacional - focadas por indústria. histórico (PIMS) ou relacional (ERPs. Desta forma é possível gerar um con- to e aplicação. sejam elas em tempo-real (DCSs. deia de valor. diretores) até a Neste cenário pode-se complementar que a disponibili. Química). ou também conhecida como ferramentas para Inteli- aplicação/segmento específico proporciona um alto valor gência Operacional. e isto se traduz em redução dos custos de texto informacional completo e centralizado para que os diferentes perfis de profissionais. PLCs. como Mineração e O&G (commodities) são usuários típicos Figura 3 – Plataforma MOM orientada a segmentos industriais. Funcionalidades típicas e essenciais para uma gestão eficiente para a indústria de maneira em geral. companhia. entre outros.artigo  MES Terceira: Especialização . cionais. existe a neces. permitem um outro nível de integra- agregado ao usuário final. 28   InTech | www. para cada tipo de indústria. sem perder a flexibilidade de ção e agregação de dados de diferentes fontes de dados da uma solução aberta e customizável. Enterprise Manufacturing Intelligence (EMI). SCM.org . MES. DAs). SCA- Uma solução de MOM especializada em um determina.

2.03-2005. visualização e gestão integrada. Industries”. MES  artigo deste tipo de solução. além de garantir a manutenção da compe- titividade baseada em uma melhoria constante de desempe- nho e otimização dos processos. Uma visão em tempo-real e completa de toda usuário uma implementação que permita uma integração to- a cadeia permite uma gestão mais pró-ativa. As soluções MES evoluíram no sentido de proporcionar ao des grupos. ARC White Paper – Maio/2009.00. bem como indústrias que possuem CONCLUSÃO uma manufatura globalmente distribuída como em gran. dade de expansão e atendimento às particularidades de cada aplicação. Enterprise-Control System Integration Part 3: Activity Models of Manufacturing Operations Management.  . Valentijn de Leeuw. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Cabe ao usuário no momento da definição da solução se atentar a pontos chaves que irão garantir a redução do custo total e tempo da implementação. dentre outros. ANSI/ISA-95. com impacto tal dos processos. flexibili- significativo no desempenho da corporação. Isto tudo permitirá às empresas alcançar um outro patamar de integração para suportar suas atividades e necessidades atuais e futuras. “SIMATIC IT for the Process and the Hybrid Figura 4 – Exemplo de interface “cockpit operacional”.

pepperl-fuchs. Engenheiro de Aplicações. Se eu precisar carre- gar uma grande quantidade de pessoas escolherei o ônibus. INTRODUÇÃO móveis. nível. ao passo em que um projeto desen.isadistrito4. Gerente de Marketing. as pessoas envolvidas Também precisamos levar em consideração a velocidade de geralmente se deixam levar pela emoção ou até mesmo por atuação requerida pelos processos.) superior ao qualquer protocolo digital e não mais somente o protoco- número de variáveis discretas (botoeiras. uma van ou até mesmo um ônibus. e Augusto Pereira (apereira@br. nos afastar da análise de bits e bytes par- teresse numa comparação entre protocolos está nos benefí. Vamos fazer uma comparação com a escolha de um veículo de transporte. devemos esclarecer que nos dias de hoje ções e controle de variáveis ditas analógicas (pressão. o termo “fieldbus” é usado de maneira geral para designar ratura. Esta escolha deve ser feita sempre levando-se em consideração o tipo de aplicação. Em geral. por exemplo. na indústria de interesses comerciais. André Famula (afamula@br. como Figura 1 – Classificação de Protocolos Fieldbus [1]. medida do possível.) apresenta um número Há mais de 15 anos que quando se fala na comparação en. tempe. vou escolher o carro. tindo para uma análise sob os aspectos de aplicação destes cios que este protocolo pode trazer ao projeto. óleo e gás. papel e ce- lulose. o motivo para se desenvolver um projeto baseado em proto- volvido em processos de manufatura (montadoras de auto.com). escolherei a van.). lo Fieldbus Foundation. pois o grande in. É igualmente importante entender sensores de posição etc. automação de máquinas etc. química e petroquímica.org . que pode ser um carro. Um projeto numa indústria de processo “molhado”. não podemos correr o risco de cometermos um engano. tre protocolos digitais de comunicação. No gráfico abaixo podemos analisar alguns dos protocolos di- tais existentes no mercado. na indústria de manufatura. ambos da Pepperl+Fuchs. cial vantagens e implicações dos principais protocolos digi. gitais que serão discutidos. válvulas de controle ph etc. vazão.artigo  REDES PROTOCOLOS DIGITAIS DE COMUNICAÇÃO: NÃO SE ENGANE À PRIMEIRA VISTA. Primeiramente.com). No entanto. lembramos que tentaremos. protocolos em relação aos projetos. Se eu quiser chegar mais rápido a um local. Os protocolos digitais de comunicação são sempre desenvol- vidos tomando-se como base um determinado tipo de aplica- ção. A reposta imediata é sempre 30   InTech | www. cimento ou alimentos. Na seqüência deste artigo tentaremos processo “molhado” estes tempos são bem mais lentos do que nos afastar destes dois aspectos para discutir de modo impar. 1.pepperl-fuchs. O mesmo acontece com a escolha do protocolo digital. se eu precisar tanto de velocidade quanto uma capacidade maior de transporte de passageiros. colos digitais de comunicação. na A análise começa logo pelo título do artigo. maior de controle e monitoração de variáveis discretas. e nesse sentido. apresenta um número de medi. válvulas ON-OFF.

que serão deta- foram desenvolvidos para utilização com sensores e atuado- lhados mais adiante. controle de fluxo de informações e processos. Na seqüência do gráfico aparecem os protocolos para apli- cações mais complexas. analógico. suportes. Os equipa- mentos acoplados à rede possuem inteligência para desem- penhar funções específicas de controle tais como loops PID. Os equipamentos conectados a esta rede terão mais pontos tas reduções de custo nos projetos são efêmeras. são os benefícios econômicos que estarão presentes durante como por exemplo. estados aberto ou fechado. os Devicebus. enge- Figura 2 – Benefícios do Fieldbus [1]. programas e informações do usuário). Este tipo de protocolo digital oferece alta velocidade de varredu- 2. entretanto es. Os tempos de transferência podem ser longos e a rede deve ser capaz de comunicar-se com vários tipos de dados (discreto. vazão. o grande foco é o controle regulatório de processos. e que ainda necessi- tam transportar uma quantidade maior de informações de Figura 3 – Hierarquia das Redes [1]. componentes como inversores de freqüência e partidas ele- trônicas de motores. como Device Net. como por exemplo. Modbus e Profibus DP. bam quando o projeto parte. temperatura. estações de operação. isto é. nharia e manutenção. cujo desenvolvimento foi baseado nas aplicações que requerem alta velocidade. na ordem de milissegundos. em redes de automação. nível. sua principal preocupação é manter os custos de conexão tão baixos quanto possível. Os equipamentos deste tipo de rede necessitam de comuni- cação rápida em níveis discretos e são tipicamente sensores e atuadores de baixo custo. utiliza-se xos. Nesse tipo de medição. botoeiras etc. como por exemplo.. protocolos foram desenvolvidos para aplicações que utilizam A disponibilidade e a correta utilização destas informações é transmissores de pressão. e que ao mesmo tempo aceitem pontos A figura anterior mostra a classificação tradicional empregada discretos como válvulas ON-OFF. parâmetros. onde a quantidade de informações e a Vamos começar pelos protocolos digitais menos comple- alta velocidade são pontos de grande importância. discretos. posicionadores e indo para um tipo de aplicação como a inter- ligação de sistemas de controle. e neste caso os tempos de varredura podem chegar até 1 segundo. já saindo do nível de sensores como transmissores. As redes Fieldbus interligam os equipamentos de I/O mais inteligentes e podem cobrir distâncias maiores. ASI-bus e Seriplex. alguns dados analógicos ou uma mistura de ambos. res mais simples e em aplicações de controle discreto. PROTOCOLOS cLASSIFICADOS PELOS NÍVEIS ra. Sensorbus e Fieldbus e podem cobrir distâncias de até 500 m. custos de instalação e comissionamento. e com uma quantidade de in- DE ATUAÇÃO HIERÁRQUICA DAS REDES formações bem limitada. Na realidade. Depois. Todos estes argumentos são corretos e válidos. Foundation Fieldbus e Profibus PA. através do uso correto e constan- te das informações fornecidas pelos componentes de campo. Estas redes não almejam cobrir grandes distâncias. de acordo com os níveis de atuação: Número 116   31 . REDES  artigo a diminuição da quantidade de cabos e respectivamente de Os protocolos Devicebus preenchem o espaço entre redes bandejas. aca. tempo de varredura na ordem de milissegundos. analisa- o tema que nos guiará na seqüência deste artigo. Esses protocolos protocolos como Ethernet ou Modbus TC/IP. dores online etc. isto é. Esses toda a vida útil da planta. o motivo principal Os protocolos seguintes são os que chamamos de Fieldbus.

Quadro 1 – Características da rede ASi [1]. conhecidos como link devices. dado que o desenvol- vimento de interfaces de comunica- ção entre protocolos digitais é muito comum. Neste nível temos os protocolos uti- lizados pelas redes corporativas. pois as informações de vários instrumentos de engenharia. • Nível H2 – Rede de Processo – Res- ponsável pelo controle em tempo real. dada a • Nível H3 . Quadro 2 – Características da rede DeviceNet [1]. inversores de freqüência.Nes. PROTOCOLOS DIGITAIS: A DIFERENÇA DO ”POSSO” E DO “DEVO”.artigo  REDES • Nível H1 – Redes de Campo . 32   InTech | www. estaremos num nível de aplicação adequa- usar este protocolo no meu projeto? do para qualquer um dos dois protocolos. suporte das empresas fornecedoras de grande importância para o início de componentes para a solução etc. geralmente utilizados em aplica- ções como pontos discretos.isadistrito4. e na verdade a grande preocu. que são as responsáveis pelo con- trole. planejamento e supervisão do negócio como um todo. do projeto. pação deve se concentrar na compatibilidade de velocidades e a quantidade de te nível estão localizados os diver. milares.Redes Corporativas - alta capacidade de transferência desse protocolo. esta- Uma rede ASI conectada a um segmento Profibus-DP é um ótimo exemplo de ções de operação. histórico mântica. que pode ser realizada através de duas perguntas Se analisarmos a utilização de protocolos desenvolvidos para aplicações si- muito comuns: Posso usar este proto. Aqui cabe uma análise. Quadro 3 – Características da rede Profibus DP [1]. Neste caso. sos protocolos de campo.org . devo Inteligentes-CCM’s etc. de manutenção e conexão coerente entre duas redes. respon- sáveis pela aquisição de dados e atuação sobre instrumentos. devemos entender que a pos- sibilidade de comunicação é somente um dos aspectos que devem ser anali- sados. na realidade são perguntas anterior de aplicações no local do projeto.. 3. Acomoda os protocolos res- ponsáveis pela comunicação entre sistemas de controle de processo. a escolha pode ser fei- Embora pareça uma questão de se- ta a partir da análise de detalhes como: tipo de sistema de controle. como Profibus DP e Device Net. Controle de Motores colo no meu projeto? Ou ainda. dados que podem ser transportados. Por que essa preocupação? Porque nos dias de hoje. ASI poderão ser agrupados em apenas um byte de dados do Profibus DP.

Roberto Menna Barreto Usando a Norma IEC 61131 PACS.Associação Sul-Americana de Automação .brazilautomation.br ISA DISTRITO 4 .Fone +55 (11) 5053-7400 .Norma ISA . Ibirapuera.Marcos de Oliveira Fonseca . 2120 .Instrumentos • Wireless . SDCDS e SCADAS .Monica Levy Hochleitner Tecnologia . andar. .Larissa Severo PROFIBUS DP/PA de Aplicação em Projetos de Automação • SIS .Paulo Roberto Teixeira de Segurança SP 100 e Utilização da .br www.com. cj.Av. BRAZIL ISA 2009 10 a 12 de novembro AUTOMATION São Paulo/Brasil VOCÊ QUER MELHORAR E APERFEIÇOAR OS SEUS CONHECIMENTOS EM AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO? VOCÊ QUER UM TREINAMENTO TÉCNICO E IDÔNEO BASEADO NAS MELHORES TÉCNICAS EM AUTOMAÇÃO? VOCÊ QUER UM TREINAMENTO MINISTRADO POR EXPERIENTES PROFISSIONAIS DO MERCADO QUE CONHECEM PROFUNDAMENTE AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO? Você Não Pode Perder Esta Oportunidade! VEJA OS CURSOS QUE ACONTECEM NESTE ANO DURANTE O BRAZIL AUTOMATION ISA 2009! 10 DE NOVEMBRO DE 2009 11 DE NOVEMBRO DE 2009 12 DE NOVEMBRO DE 2009 • Aterramento e Blindagem para • Desenvolvimento de • Fundamentos de o Controle de Interferência em Projetos de Aplicações para Controladores Modernos: Sistemas de Automação Controladores Programáveis CLPS.Constantino Seixas com o Protocolo Digital Foundation Avaliações e Modificações no .SP . .Jim Aliperti INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: LOCAL: REVISTA OFICIAL: REALIZAÇÃO: +55 (11) 5053-7400 isa2009@brazilautomation.Bernardo Torres Fieldbus Sistema de Alarmes seguindo .Vitor Finkel • Gerenciamento de Desempenho.16º.com. 164/165 .São Paulo . Sistemas Híbridos. Depuração e • Noções de Projetos • Gerenciamento de Alarmes: Melhoria Operacional de Processos e Configurações de Instrumentos Técnicas de Gerenciamento.04028-001 .02 • Noções de Aplicação de .Paulo Roberto Teixeira .Brasil .Augusto Pereira EEMUA 191 e ISA -18.Dennis Brandão .

org . receber as in- formações de atuação. cabo. podemos colocar gentes”. Porém. Por operar em um am- utiliza a inteligência disponível nos instrumentos. mas é verdade. isto é. logia focada na produção. ditos “instrumentos inteli- biente de fábrica. pois foram desen. como escritórios ou Quadro 4 – Características das redes Profibus PA e Foundation Fieldbus [1]. vibração. residências. como no caso do posicionamento de uma válvula de controle. os dois protocolos são totalmen- te diferentes quando se analisam os aspectos de software. processo Se estivéssemos numa palestra. das pelos sistemas de controle. tipo de pressão. por exemplo. Ela é responsável por ge- pergunta para a platéia e o mais interessante seria a nossa resposta: as duas renciar todo o processo de produção afirmações estão corretas! Pode parecer incrível.artigo  REDES No caso da comparação entre Foundation Fieldbus e Profibus PA. que é focada no usuário. PH. 34   InTech | www. torque etc. Ao contrário da Ethernet conven- cional. para deslocar grande parte as seguintes afirmações: das funções que antes eram executa- • Os dois protocolos FF e PA são iguais. e após o processamento ser executado no sistema de controle. ETHERNET INDUSTRIAL Ethernet Industrial é o nome dado à utilização do protocolo Ethernet em um ambiente industrial.isadistrito4. Os dois pro. o campo. 4. onde a maioria dos dispositivos é fabri- cada para uso em ambientes me- nos agressivos. temperatura. este seria aquele momento de fazermos esta e controle. Já o Profibus PA utiliza os instrumentos quase que exclusiva- mente como fornecedores das infor- mações das variáveis de processo. próximo a gran- des fontes de interferência eletro- magnética e ambientes agressivos. O Foundation Fieldbus convencional. fontes e taxa de transferência. A Ethernet Industrial não é apenas uma versão mais robusta da Ethernet volvidos adotando-se premissas totalmente diferentes. a Ethernet Industrial requer nor- mas muito mais severas e rígidas que a Ethernet Convencional. para • Os dois protocolos FF e PA são diferentes. a Ethernet Industrial é uma tecno- FIgura 4 – Benefícios do Fieldbus [1]. enquanto monitora variáveis como tocolos digitais são idênticos quando abordamos o nível físico.

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agora são vistos como informações do negócio e.isadistrito4. sabemos que os projetos de automação industrial possuem características e necessidades amplamen- CONCLUSÕES te diferentes. os dados provenientes do processo. Mas qual deles escolher? Conectores RJ-45 45 e Fibra Ótica A resposta não inclui apenas ques- Redundância Não Sim tões de desempenho. Do ponto de vista atual. e seria muito difícil desenvolver um protocolo que se encaixasse Como observamos ao longo desse ar- em todos os cenários. vantagem considerável em relação • Grandes distâncias suportadas. o que irá demandar uma quantidade Produtos para Produtos para Atributo Ethernet Ethernet muito grande de recursos durante o Convencional Industrial desenvolvimento. são duas as perguntas-chave na Na tabela 2 (página 38) podem ser vistas algumas das tentativas de padroni. o que é uma • Possibilidade de uso de fibra óptica. A resposta é não! Ao contrário. Temperatura de Operação 5ºC a 40ºC 0ºC a 60ºC Fabricantes focados em mercados re- Placa Multi Layer para gionais poderão escolher entre um Não Sim imunidade a ruído dos protocolos da Internet Industrial. DB9. mas também Encapsulamento Industrial Não Sim questões geográficas. futuro da Ethernet Industrial. escolha de um protocolo digital de zação da Ethernet Industrial: comunicação: Os fabricantes de equipamentos que tem como alvo o Mercado internacional te. • Interoperabilidade. a pergunta que se fazia era se have. por exemplo. vistos de forma isolada.org . a Ethernet Quando os protocolos Fieldbus surgiram. Sim- Podemos citar algumas vantagens dessa Tecnologia: plesmente pelo fato de que a maio- ria dos protocolos da Ethernet • Popularidade da tecnologia. Industrial utiliza a mesma tecno- • Taxas de comunicação extremamente elevadas. A mesma pergunta se sistemas Fieldbus convencionais. redução com custos de desenvolvimento e produção. ela vai abrir possibili- Embora a existência de apenas um protocolo faça sentido do ponto de vista da dades para novas aplicações. RJ. Industrial não deve substituir os ria uma padronização e adoção de um protocolo único. por.artigo  REDES A tabela a seguir ilustra algumas das principais diferenças entre a Ethernet rão que implementar todos as diferen- Convencional e a Ethernet Industrial. logia de transmissão. temos o Profinet como Na Ethernet Industrial. Os usuários têm bons motivos para tanto. que antes eram carro-chefe. Parafuso. a automação industrial deve estender a sua abrangência para a gestão ficarem otimistas em relação ao dos processos de produção. faz com a Ethernet Industrial. 1) Como podemos implementar a in- 36   InTech | www. tes protocolos em seus dispositivos. a Ethernet/ até 10 anos IP está amplamente estabelecida Tabela 1 – Diferenças entre Ethernet Convencional e Ethernet Industrial [1]. Onde que- Alimentação 110Vac 24Vdc ro vender meu produto? Nos Estados Compatibilidade de Não Sim Unidos. ao Fieldbus. tigo. e na Europa.

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sempre mento de ativos não são satisfeitos. Até mesmo detalhes que foram mandatórios na fase de A segunda pergunta tem como resposta outra pergun. a nossa experiência mostra que mui- sideração que esta interligação deverá respeitar sem. como a condição de facilidade de con- ta: “Qual é a aplicação?”. Ao longo dos anos. Por exemplo. Suporta todas as funcionalidades Utilização de Fieldbus. Não existe uma resposta sim. discretas e híbridas. tas vezes as pessoas envolvidas num projeto não possuem pre a condição de largura de banda do protocolo que conhecimento mencionado acima e acabam fazendo es- será ocupada no transporte de informações. velocidade e quantidade de sam ser feitos para não prejudicarmos os tempos de varre. com boa performance Praticamente PROFINET International baseado em em tempo-real. devemos levar em con. engenharia básica. qual o mais adequado a cada projeto. figuração dos componentes dos barramentos e até mesmo ples e genérica. por exemplo. informações trafegadas não condizentes com a aplicação. configuração avançada. em tempo real. Sistema de comunicação baseado com Open as camadas 1 a 4 baseadas em Ethernet- Rede Ethernet Ethernet/ DeviceNet User TCP/IP e UDP e com a camada 7 Praticamente com protocolo de IP Organization baseada em CIP.535 protocolo consegue processar 1000 I/Os Group mestre-escravo em 30µs. ilimitado aplicação CIP (ODVA) Acoplamento transparente com DeviceNet e ControlNet. para aplicações de processos. uma vez que esse EtherCAT Technology comunicação 65. vários cálculos preci.org . Isso leva a resultados com um quando se interliga um barramento Profibus PA via um desempenho muito aquém das necessidades iniciais do Coupler a um segmento Profibus DP. 38   InTech | www. colhas não tão adequadas. pois sempre precisamos verificar o tipo a dificuldade de se implementar os sistemas de gerencia- de projeto que vamos desenvolver. ilimitado Ethernet diagnóstico e alarmes.isadistrito4. dura do Profibus DP. Rede EtherCAT é otimizado para transmissões EtherCAT Ethernet para em tempo-real. Iniciando pela primeira pergunta. Praticamente Fieldbus Fieldbus as camadas de assim como blocos de função específicos ilimitado HSE enlace Ethernet da aplicação (FFBs). Organizações Número de Protocolo Tipo Características Patrocinadoras estações Sistema de Sistema de comunicação baseado em Profibus comunicação Fast Ethernet. dentre os vários pro- 2) Qual é o melhor protocolo? tocolos existentes.artigo  REDES tegração e/ou a interligação entre dois protocolos? temos que levar em conta o que precisamos conectar e e onde para depois podermos analisar. projeto como. Além disso. Tabela 2 – Iniciativas de padronização da Ethernet Industrial [5]. incluindo blocos de função Foundation Foundation UDP/IP sobre padrões e Device Descriptions (DDs).

Estas informações alimentam os softwares de operacionais.2. de forma a fazer com que os de implementarmos um projeto com protocolos digitais de ganhos previstos sejam alcançados. 2.008 . Livro: Foundation Fieldbus .3ª. Edição .org/. ção. Website Fieldbus Foundation: http://www. A verdadeira razão de se utilizar um A mensagem final de artigo é chamar a atenção para es- protocolo digital num projeto é proporcionar acesso às tes dois importantes aspectos: a escolha do protocolo informações disponibilizadas pelos componentes de mais adequado ao tipo de projeto e a utilização dos re- campo que hoje em dia funcionam como verdadeiros com.industrial-networking. na maioria dos projetos aonde se tomam os 3.casos em que temos mais de um protoco. Entretanto. após http://ethernet. termos os diversos departamentos como opera- cio do texto que nos ajudará a compreender a importân.org/.a grande dificuldade está em. manutenção e engenharia de processo utilizando es- cia da escolha adequada de um protocolo: “Qual o motivo tes recursos no seu dia-a-dia. gerenciamento de ativos e de gerenciamento de alarmes e proporcionam uma melhora sensível na qualidade do con. Website Profibus International: http://www. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS trole e conseqüentemente nos ganhos operacionais que 1. 5. vamos voltar à pergunta colocada no iní.Editado pela ISA.Ian Verhappen e Augusto serão traduzidos em aumento nos lucros das Plantas.fieldbus. cursos disponibilizados. cuidados aqui descritos para a escolha do protocolo ou 4. REDES  artigo Para finalizar. visando o aumento nos ganhos putadores. a partida. Website: The Industrial Ethernet Book: lo no mesmo projeto . Pereira . dos protocolos . Materiais de treinamento Pepperl+Fuchs.profibus.com. comunicação?”.  Número 116   39 .

o de pos- Vamos iniciá-lo revendo a tecnologia HART. A&A.com). acesso através do sinal digital às variáveis secundárias e serão abordadas neste artigo.com). e Mônica Santana (monica. o HART 40   InTech | www.santana@siemens. e utili- za um sinal em freqüência variante (entre 1200 e 2200 Hz) O que muitos desconhecem é que estes protocolos compar- sobreposta ao sinal analógico 4-20 mA.com).org . UMA OPÇÃO DE REDE DE CAMPO? Os protocolos de campo Profibus PA e Foundation Fieldbus Vale à pena citar o HART como uma tecnologia a ser consi- têm experimentado um crescimento bastante significativo derada desde que se mencionem as limitações de sua uti- nos mais variados segmentos da indústria de processo.isadistrito4. Gerente Técnica do Centro de Competência de Química. Engenheiro de Aplicação do Centro de Competência de Química. lização. INTRODUÇÃO HART.artigo  REDES PROFIBUS PA E fOUNDATION FIELDBUS: OS DOIS LADOS DE UMA MESMA MOEDA? Carlos Fernando Albuquerque (carlos.lacroce@siemens.fernando@siemens. A&A. todos da Siemens. De fato. expandir o consagrado padrão 4~20 mA. Os principais ob- tilham a mesma origem e possuem uma série de caracte- jetivos da criação deste protocolo foram o de permitir o rísticas comuns que. Marcos Lacroce (marcos. terciárias existentes nos instrumentos de campo. Gerente de Marketing Regional América do Sul. O HART foi baseado no padrão BELL 202. juntamente com algumas diferenças. precursora de sibilitar a parametrização remota e o de disponibilizar diag- algumas das principais funcionalidades hoje disponíveis nósticos dos instrumentos microprocessados de forma a nestes protocolos.

a tecnologia HART foi concebida de forma a também tipos de dispositivos de campo digitais que estavam possibilitar a sua utilização na topologia Multiponto. o mercado para soluções de interligação para instrumentos qual possui a velocidade de 1200 bps. quando se utiliza o HART Multiponto temos disponível somente o sinal digital e a sua utilização em con- trole de processo é bastante restrita por conta de sua baixa velocidade (1200 bps). (French National Standard) formaram o comitê IEC/ Usualmente encontramos o HART na topologia Ponto a Pon. e as variáveis trans- drão fieldbus denominado Profibus PA.25 Kbps. surgindo na época. Por outro lado. ISA SP50 . com o objetivo de definir um padrão to. não só por pertencerem à mesma categoria estes dois protocolos têm muitas semelhanças. mitindo a conexão de até 15 instrumentos de campo a um o ISP (Interoperable Systems Project) e o WorldFIP mesmo par de fios. quando a ISA (International Society of Automation). Em 1997. como. conforme terísticas como. comunicação bidirecional. primentos máximos. Com a Fieldbus Foundation lançou o padrão denominado a utilização adequada de um software de gerenciamento de Foundation Fieldbus. figura 1. o sinal 4-20 mA do sensor (PV) é usa- minhar para a unificação. demos perceber que algumas delas. com- o IEC (International Electrotechnical Commission). São elas: Na realidade. à forma como foram estruturadas e implementadas. alimentação no cabo de sinal (modulação Número 116   41 . per. um outro grupo lançou um pa- do efetivamente no controle da malha. A Camada Física define carac- Tudo começou em meados da década de 80. de campo. ativos. O uso do HART Ponto a Ponto ainda é bastan- te comum em várias indústrias. onde cada instrumento é conectado a um par de fios. o fato é que Camada Física a origem deles é a mesma. as quais se relacionam os principais são o Profibus PA e o Foundation Fieldbus. que lideravam o desaparece. são iguais ou bastante semelhantes. a Or. REDES  artigo pode ser considerado a primeira tecnologia que permitiu a ganização Profibus (German National Standard) e o FIP implementação do conceito de gerenciamento de ativos. de automação industrial que integrasse os vários Porém. Figura 1 – História das Redes de Campo. e é daí que advêm algumas des- A definição da Camada Física dos dois protocolos se ba- tas características comuns/semelhantes. REDES DE CAMPO VOLTADAS PARA CONTROLE DE PROCESSO PRINCIPAIS SEMELHANÇAS ENTRE O PROFIBUS PA E O FOUNDATION FIELDBUS As redes de campo mais adequadas a este tipo de aplica- ção são as da categoria Fieldbus. o qual reúne ca- mitidas através do sinal digital podem (ou não) ser usadas racterísticas tanto do ISP quanto do WorldFIP. Na seqüência . temperatura e nível. e é substituído pelo sinal digital/freqüência. velocidade de transmissão de 31. Na topologia Multiponto o sinal 4-20 mA (World Factory Instrumentation Protocol). em uma instalação Fieldbus. para fins de diagnóstico dos instrumentos de campo.   Em 1994 dois grandes grupos. em 1995. A sua aplicação é aceitável na moni- toração de variáveis lentas. topologias. seou na norma IEC61158-2. Analisando características chave das duas tecnologias po- poníveis hoje na indústria vários protocolos consolidados.Fieldbus. e neste sentido temos dis. possuindo uma ampla base instalada. tipo de cabo. juntaram-se e criaram a Fieldbus Foundation com o objetivo de acelerar o processo de normalização das redes Considerando uma malha de controle. quando tudo parecia ca- HART Ponto a Ponto. todo esse diagnóstico pode ser revertido em ganhos ao processo.

Os testes são o ITK Assim sendo todo instrumento. seja ele Profibus PA ou Foundation (Interoperability Test Kit).artigo  REDES Manchester). A primeira versão do ITK é informações de diagnóstico detalhadas que podem ser aces. O acesso às informações de diagnóstico em tempo real dos Ainda falando sobre diagnóstico. Uncertain. Conforme mostra a figura 2. com o objetivo de desen- instrumentos de campo é definitivamente o maior bene- volver um mecanismo para extrair e facilitar o acesso à fício da utilização de um protocolo da categoria Fieldbus. a base da comunicação do protocolo. Vale ressaltar que o Profibus PA e para acesso às informações de parametrização e diagnósti- o Foundation Fieldbus possuem a mesma capacidade de im- co dos instrumentos. e etc. Os protocolos Profibus cia da manutenção e também minimizar o TCO (Total Cost PA e Foundation Fieldbus já suportam ambos os padrões of Ownership) da empresa. aplicação em atmosferas explosivas (FISCO). Quando bem trabalhadas estas informações se gráfico. colos é que eles conseguem disponibilizar. Somente os fabrican- 42   InTech | www.org . envia a informação da variável medida mais o byte tação de campo. funcionalidade. 4 bytes um dado fornecedor de interagir com dispositivos de forne- são para a medição da variável de processo (PV) e 1 byte é cedores diferentes em uma rede Fieldbus sem a perda de para o diagnóstico da qualidade do sinal medido (Good. a grande van- Para garantir a interoperabilidade de instrumentos de tagem é que o sinal de qualidade é enviado ao sistema campo e sistemas de controle a Fieldbus Foundation de- de controle juntamente com a variável de processo (PV) senvolveu uma série de testes cuja função é atestar a tro- aumentando a visibilidade do operador e dando maior con- ca de informações entre os blocos funcionais. a 4. que um projeto de detalhamento de uma instalação com Profibus PA e outro com Foundation Fieldbus são ab- solutamente iguais. acessórios. e também disponibiliza cífico para sistemas de controle. O grupo ECT desenvolveu o padrão EDDL e o gru- tornam uma ferramenta poderosa para aumentar a eficiên- po FDT desenvolveu o padrão DTM. etc. bilidade pode realmente ser garantida. a partir das in- formações de diagnóstico dos instrumentos. casamento de impedância. Bad.1 a interopera- sadas via software de Gerenciamento de Ativos. e o HIST (Host Interoperability Test). que é específico para a instrumen- Fieldbus. que são fiabilidade ao valor lido. duas organização padronizaram arquivos de Ativos que se tem acesso às informações de diagnóstico de- descrição de dispositivos que permitem um acesso fácil e talhadas.). cabendo ao fabricante do instrumento a deci- a mesma capacidade de implementação de diagnósticos nos são de como implementá-las.isadistrito4. um byte com Interoperabilidade a qualidade do sinal medido. porém somente a partir da versão ITK 4.0. polaridade. Com isto podemos afirmar que em termos de requisitos de instalação no campo os dois protocolos são idênticos. grande quantidade de informações disponibilizadas pelos É através do uso de uma ferramenta de Gerenciamento de instrumentos. e o acesso às informações em tempo real atra- Outra característica bastante diferenciada dos dois proto- vés dos mesmos padrões de mercado (EDDL e DTM). o Profibus PA e o Foundation Fieldbus garantem tos de campo. espe- de qualidade ao sistema de controle. instrumentos. plementação de informações de diagnóstico nos instrumen- Concluindo. ou ainda. Considerando que o tama- Interoperabilidade é a capacidade que tem o dispositi- nho/estrutura da palavra de comunicação é de 5 bytes tan- vo (instrumentação de campo ou sistema de controle) de to no Profibus PA quanto no Foundation Fieldbus. Informações de Diagnóstico Figura 2 – Estrutura da palavra de comunicação.

como tempo de varredura. na Norma EN 45000. que é uma característica interes. Como veremos mais acordo com o Foundation Fieldbus – System Engineering Número 116   43 . comunicação em ambos os barramentos. to. o tempo de varredura é trumentos de campo. O certificado é válido por 3 anos. como o instrumento disponibilize todas as suas variáveis de por exemplo. O tempo de varredura de um barramento é o tempo tificado da Organização de Usuários PROFIBUS. a publicação da PV (mais o byte de qualidade) de um encontradas no site oficial de cada uma das organizações. como por exemplo. REDES  artigo tes que submetem seus instrumentos e ou sistemas de con. dados de diagnóstico e opera- Cíclica/Acíclica e tempo de leitura/escrita do instrumen- ção mista). A possibilidade de executar funções de controle nos ins. A tecnologia Foundation Fieldbus permite a execução de O tempo de leitura/escrita é o tempo necessário para que funções de controle nos instrumentos de campo. denominada Comunicação Cíclica. méticos e etc. a simples possibilidade de executar funções nos trole aos Testes de Interoperabilidade. 2061 (Especifi- cação de teste para dispositivos de campo PA) e No. independente de serem efeti- têm o direito de utilizar o selo da Fieldbus Foundation. comunicação falha. endereçabilidade. Durante os testes necessário compreender o mecanismo de funcionamento/ de interoperabilidade o dispositivo é testado em um am. Todo dis. comportamento em caso de que são comuns. e os procedimentos de teste e certi- Para se entender melhor o impacto da descentralização ficação são definidos nos documentos No. teste de conformidade. Uma delas. e a recomendação (de sante. Após a aprovação do dispositivo em todos os procedimentos de teste. A certificação é baseada Foundation Fieldbus. tem algumas conseqüências. como por exem- dispositivos certificados e requisitos dos testes podem ser plo. A partir deste ponto vamos analisar como cada protocolo logias Foundation Fieldbus e Profibus PA. denominada Comunicação Acíclica. os testes são executados mentos que poderão ser conectados em um barramento por especialistas independentes. posta do processo. o fabricante pode solicitar um cer. cálculos arit. No Foundation Fieldbus. adiante. implementa os conceitos acima. 2071 de funções de controle nos instrumentos de campo se faz (Especificação de teste para mestres DP). As informações sobre as lista de entre instrumentos e sistemas de controle. biente multi-fabricante (teste de hardware. transmissor com o propósito de monitoração ou controle. o algoritmo PID. denominado de macrociclo. necessário para que todos os nós do barramento sejam li- positivo certificado recebe um número de certificação como dos e/ou escritos. é PRINCIPAL DIFERENÇA ENTRE O PROFIBUS PA utilizada para parametrização dos instrumentos de cam- E O FOUNDATION FIELDBUS po e disponibilização de informações de diagnóstico deta- lhadas. um barramento deve ser compatível com o tempo de res- mas pode ser prolongado mediante um teste adicional. teste de fun- Os dois protocolos de comunicação tem alguns conceitos ção. split range. instrumentos de campo. é o usuário possa selecionar dispositivos de vários fornece- utilizada para troca de dados periódicas e pré-configuradas dores para construir um sistema Fieldbus integrado e com todas as funcionalidades. O tempo de varredura selecionado para referência (Ident Number). Esta é a principal diferença entre as tecno. o acesso à diagnósticos dispo- Descentralização das funções de controle nibilizados pelos instrumentos. vamente utilizadas. irá impactar no número de instru- No caso da Organização Profibus. processo para leitura (PV´s) ou escrita no barramento. Como pode ser observado ambos os protocolos atestam a in- O tempo de varredura do barramento é dividido em duas teroperabilidade de equipamentos de forma a assegurar que porções. A outra porção. e que são aprovados.

segundos (macrociclo de 1000 milissegundos). (vide figura 3). O tempo de atualização de cada um dos 16 instrumentos tre 50% ~70% do macrociclo e a Cíclica entre 30%~50% será da ordem de 1000 milissegundos. através de uma análise simplificada. milissegundos (macrociclo de 1000 milissegundos). um transmissor No caso em que o algoritmo PID é executado no sistema de temperatura que suporta 2 termopares e disponibiliza de controle. ordem de 2200 milissegundos. o número máximo de ins. Os instrumentos Foundation Fieldbus têm o tempo de lei- tura/escrita de 30 milissegundos em média por cada PV. Assim sendo.org . resposta de cada uma das 5 malhas de controle será da lissegundos (macrociclo de 1000 milissegundos). dia irá consumir 90 milissegundos do macrociclo (3 PV´s). em um barramento com ma- crociclo de 1000 milissegundos (tempo usualmente uti- lizado para configuração do macrociclo) teremos 500 milissegundos disponíveis para a troca de dados Cíclica (leitura/escrita das PV´s do barramento) entre instrumen- tos e sistema de controle. somente o valor da pressão diferencial consome 30 milis- segundos do macrociclo. O tempo de resposta de cada uma das 4 malhas de controle será da ordem de 1000 milissegundos. e por outro lado. através de uma análise simplificada. O mecanismo de comunicação Figura 4 – Número de instrumentos de monitoração por barramento FF. tempo de processamento da CPU de 200 milissegundos.isadistrito4. O tempo de com 1 PV. e de do com as considerações acima.artigo  REDES Guidelines) é que a comunicação Acíclica ocupe en. é de 16. Os outros 500 milissegundos do macrociclo estarão dis. a quantidade é de 8 instru- Client/Server). com os valores das duas temperaturas mais a temperatura mé. considerando um tempo de comunicação cíclica de 500 Assim sendo. fazendo uma análise simplificada. e um tempo de comunicação cíclica de 500 mi. considerando somente instrumentos de monitoração 10 instrumentos (5 malhas) por barramento. e de forma trização dos instrumentos (o mecanismo de comunicação a garantir atualização cíclica das informações de processo utilizado para a escrita nos instrumentos é chamado de para fins de armazenamento. consi- (o mecanismo de comunicação utilizado para o acesso derando um tempo de comunicação cíclica de 500 milis- aos diagnósticos é chamado de Sink/Source) e parame. No caso em que o algoritmo PID é executado no instrumen- poníveis para o acesso aos diagnósticos detalhados to de campo. utilizado nestes casos é chamado de Publisher/Subscriber. e de acor. mentos (4 malhas) por barramento. Figura 3 – Macrociclo (tempo de varredura) em um barramento FF. um transmissor de pressão que disponibiliza Figura 5 – Número de malhas de controle (PID no campo) por barramento FF. 44   InTech | www. forma a garantir atualização cíclica das informações de trumentos que poderão ser conectados num barramento processo para fins de armazenamento. a quantidade é de FF. Por exemplo.

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Foundation Fieldbus – System Engineering Guidelines. se considerarmos um barramento so- mente de malhas de controle. e da opção de utilização (ou não) de instrumentos será da ordem de 350 milissegundos. Fieldbuses for Process Control: Engineering. Foundation.org . com tempo de processamento da CPU de 200 BIBLIOGRAFIA milissegundos. com as tecnologias Profibus PA e Foundation Fieldbus. Conforme figura 7.artigo  REDES trumentos de campo por barramento. operação e Figura 7 – Tempo de varredura em um barramento Profibus PA. utilizando uma janela de comunicação fixa de 20 milissegundos. Operation. Bangemann.  46   InTech | www. Associação PROFIBUS. no sistema. and Maintenance. A comunicação Cíclica utiliza o mecanismo de comunicação Mestre-Escravo. que é 31. do Link device e do meio físico. a comunicação Acíclica ocupa uma pequena parcela do tempo de varredura total. Jonas Berge. com o PID sendo executado nição de qual a melhor opção para cada projeto. No Profibus PA o tempo de varredura é determinado pelo número total de dispositivos no barramento. e o tempo de resposta Ch. será da ordem de 900 milissegundos. de cada uma das 15 malhas de controle (30 instrumentos) 2. Fieldbus barramento Profibus PA devido ao número elevado de ins. existe a possibili- dade do uso da topologia em anel (vide figura 8). comissionamento.isadistrito4. Os ganhos na instalação. que em caso de rompimento do cabo se dividirá em 2 barramentos lineares e operacionais. O tempo de atualização de cada um dos 31 nizações existentes. a indústria de processo possui duas excelentes opções para implementar barramentos de campo no con- trole do processo para aplicações em larga escala. e consi- por um grande número de indústrias. 3. onde cada dispositivo necessita de 10 milissegundos para pu- blicar a sua PV (e mais 2 milissegundos para cada PV adicio- nal). teremos que o tempo de varredura continu- 1. manutenção (através do uso de ferramentas de Gerencia- Considerando-se um barramento Profibus PA com o nú- mento de Ativos) são incontestáveis e já são vivenciados mero máximo de dispositivos permitido. derando somente instrumentos de monitoração com 1 PV. ará na ordem de 350 milissegundos. Profibus – Descrição Técnica 2006. Figura 8 – Topologia do barramento Profibus PA em anel. Profibus PA – Instrumentation Technology for the Process Control. com re- dundância da fonte de alimentação. independe do número de dispositivos no barramento. A análise detalhada dos requisitos do processo e padro- neste caso o tempo total de varredura será da ordem de 350 milissegundos. Diedrich / Th. Figura 6 – Número de malhas de controle (PID na CPU) por barramento FF. Caso seja necessário garantir a disponibilidade do 4. um único protocolo para instrumentação e acionamentos (CCM´s) são alguns dos critérios fundamentais para a defi- Da mesma forma. CONCLUSÃO Hoje. do condicionador de sinal.

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condições diversos tipos de perturbações. levadas em conta no projeto da planta. Serão trata- mização. tempo e a solução válida agora não necessariamente o será guês – junta a palavra “ótimo” ao sufixo “izar”. ou transformar no melhor possível. Raramente se podem to em que são usadas. O sentido matemático de “buscar o valor planta a operar de forma contínua e estável nos pontos de máximo ou mínimo de uma função com diversas variáveis maior retorno. Ou seja. e Mário Luiz do Nascimento (mario. a operação da planta estará sujeita a restrições variantes no Otimização – palavra que é quase um neologismo em portu. Em função disso. ganhando no século seguinte a conotação de mente as restrições e fornecer soluções viáveis que levem a “busca do ótimo”. Simulador é definido (no conceito que nos interessa) como Processos químicos industriais são complexos e sujeitos a algo que simula. dependendo do contex- se as condições de melhor resultado. de operação o cenário já teria mudado.nunes@op2b. os resultados que se podem esperar. quando se trata de processos industriais.artigo  OTIMIZAÇÃO O USO DE SIMULADORES PARA OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS Joaquim Ferreira Guimarães Neto (joaquim@op2b. Simuladores de Processos para sua Otimização. INTRODUÇÃO ponto ótimo. zes.org . inicialmente com o sentido de ramentas de auxílio à operação possam conhecer continua- “ser otimista”. exigindo nova busca. sujeita a um conjunto de restrições” é bastante adequado Neste artigo serão abordados alguns aspectos do uso de para o que se busca no que se convencionou chamar de oti.isadistrito4.nascimento@op2b. Diretor de Gestão de Competências. descobrir na própria planta as condições que levariam ao 1. quando se pudessem determinar as melhores condições facilitados pelas nossas fontes de sabedoria instantânea. e Maurício Kerche Nunes (mauricio. É uma imitação de determinado am.br). que nem sempre podem ser aproximadas da real. O uso de simuladores permite prever os resultados sem a ne- ções interessantes. A complexidade de uma planta desse tipo é tal que “tornar. A palavra existe momento a melhor solução. cessidade de tais manobras. que significa amanhã. transformar em”. Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Op2B Otimização para Negócios. biente para propósitos de treinamento ou experimentação.br). que fer- em inglês desde o século 18. ambos da Op2B Otimização Industrial.com. estamos falando de “tornar é virtualmente impossível ao Operador enxergar a todo o ótimo”. em condições de teste. finge.br). Variações não são bem toleradas e muitas ve- Uma rápida busca aos dicionários (apenas aqueles on-line. portanto. É necessário. Diretor de Controle de Processos. também chamados de buscadores) nos traz algumas defini.com. 48   InTech | www. descobrindo.com. as técnicas utilizadas para essa busca e processo a variáveis que se possa manipular. dos os tipos de simuladores que se usam para obter os me- O processo de otimização envolve testar a sensibilidade do lhores resultados.

Começava neste pe- de maquetes eletrônicas possibilitando inclusive o treinamen- ríodo a utilização de computadores para desenvolvimento de to integrado de operações de console e campo. alavancando ainda mais a área de simulação dinâmica. Marca também a Em 1929 Edwin Link desenvolveu o Dispositivo de Treinamen- consolidação do uso de equipamentos digitais para contro- to de Pilotos Link. processados principalmente em computadores analógicos. reproduzindo fielmente a forma de operação real da rida das duas grandes potências pela hegemonia foi o motor do planta. a dé- so estrategista chinês Sun Tzu tenha introduzido o “Wei Hai”. A cor- mulação. com o uso anos 1950s até o início dos anos 1970s. prin- dores. Um pequeno histórico çaram a surgir os primeiros simuladores estáticos.1.C.C. cada de 1980 trouxe o início da utilização de simulação di- nâmica para treinamento de Operadores. consolidando seu uso na década seguinte. por su- mérios e egípcios. A simulação com fins de utilização em artifícios Figura 1 – A evolução dos simuladores de vôo. com os do piloto. uma aeronave que respondia aos comandos do piloto através Ao tempo em que o uso de simuladores para o treinamento de dos mecanismos pneumáticos. PLC. Consolidando-se a indústria de computadores pessoais. com diversas empresas especializa- aviação comercial. juntando os modelos matemáticos de diversos tipos de equipamentos. no fim da década. Tratava-se de uma reprodução do cockpit de le de processos (SDCD.2. área da computação permitiu uma mudança substancial na ci- ência de modelagem e simulação. modelos matemáticos dos mais diversos fenômenos. o famo. Na década de 1970. de Guerra) seja considerado como o nascimento da ciência de Verificaram-se os primeiros esforços para desenvolvimento de modelagem e simulação. entre eles os relacionados às indústrias de processos químicos e centrais nucleares. sistemas supervisórios e outros). com o desenvolvimento da eletrônica di- gital. propiciando treinamento com o máximo grau de realis- desenvolvimento de modelagem e simulação desde o fim dos mo. Em 1937 começou a ser usado na tos já eram uma realidade. os fornecedores de sistemas digitais de controle têm disponibilizado softwares que emulam os seus A Guerra Fria trouxe o desenvolvimento acelerado da utiliza- sistemas e que podem se comunicar com os programas de si- ção de computadores para simular as viagens espaciais. dos modelos. sua utilização trais elétricas nucleares. estimulando-os com modelos matemáticos processados • Simuladores em Estado Estacionário (Estáticos) em computadores. Depois do acidente de Three Mile Island Possui as relações matemáticas que representam os equipa- entidades governamentais forçaram o desenvolvimento de mentos do processo somente em Estado Estacionário. do primeiro simulador eletrônico de vôo. O desenvolvimento da de aeronaves. militares. Seu grande desenvolvimento começou du- das disponibilizando equipamentos para os mais diversos tipos rante a II Guerra Mundial (1939-1945). marcada pelo lançamento. A tendência é a utilização de realidade virtual. aeroespaciais e de treinamento de pilotos teve uma expansão proporcional. Nos últimos anos o que se tem experimentado é a sofisticação em 1950. Na área de processos químicos come- 2. SIMULADORES DE PROCESSOS novas formas de treinamento. O Usu- Número 116   49 . OTIMIZAÇÃO  artigo 2. Apareceram simulações de modelos dinâmicos vol- tados a controle de processos. há evidências de uso de bonecos re- modelos dinâmicos rigorosos. No início dos anos 1970s foi elaborado 2. deu-se o início da multiplicação da capacidade de pro- cessamento. presentando elementos de uma guerra desde 2500 a. Acredita-se que em torno de 500 a. Replicavam os equipamentos de con- trole. Nessa época os simuladores para treinamento de pilo- cipalmente no meio militar. Tipos de Simuladores. primeiros simuladores comerciais para treinamento de opera- O dispositivo teve uso comercial durante os anos 1930s. seus requisitos e o primeiro simulador para treinamento de operadores de cen. a indústria de çava em um mapa a rota desenvolvida em função das ações processos químicos passava a contar. Embora o desenvolvimento pelos alemães nos anos 1600 de Esses simuladores passaram a ser usados largamente em pro- uma espécie de “Xadrez Militar” chamado “Kriegspiel” (Jogo jetos e verificações. Além disso. ao mesmo tempo em que tra- operadores de centrais nucleares se consolidava.

Já a capacidade de uma válvula tem sen- tido nos níveis de controle (regulatório e avançado). é utilizado off-line para representar a variável controla- pode ter seu desempenho verificado ao longo do tempo com- da de um controlador em função da sua variável manipulada e parando-se os resultados da planta com os dados de projeto. Dependendo da finalidade da otimização (controle avan- Modelos Rigorosos – representam os equipamentos de uma çado. temperaturas. Possuem modelos que levam em conta as relações en- Inicialmente é usado no projeto. morto). modelos de rea- jamento de produção) o modelo (simulador) será mais ou ção. ções termodinâmicas entre suas variáveis. Um trocador de calor. desde a fase conceitual até o tre as variáveis do processo ao longo do tempo.1. Real” (RTO – Real Time Optimization). planta. Após a entre a entrada e a saída de um controlador PID.org . Alguns A constatação de desempenho insuficiente pode determinar sistemas digitais já trazem ferramentas de identificação dos a limpeza do equipamento. de função de trans- Estacionário podem ser usados para verificações de desem- ferência (digamos um modelo de primeira ordem com tempo penho dos equipamentos. por exemplo. das instalações. mas é controle. 3. Essa ferramenta de- (múltiplas entradas e saídas). minimizando os possíveis erros devidos a de operação. não sendo 3. programação e controle da produção (PCP) ou plane- planta através das relações termodinâmicas. Os exemplos acima se referem à utilização off-line do simula- Modelos Internos – alguns controladores usam modelos dor. Quando se fala em Otimização para processos industriais. sujeita a restrições). Os targets das variá- veis.artigo  OTIMIZAÇÃO ário pode estabelecer valores (metas ou targets) para algumas çado recebeu a denominação de “Otimização em Tempo das variáveis e o simulador calcula os valores das demais variá. Verificações em relação pla variedade de modelos e de diferentes utilizações para a vazões. • Simuladores Dinâmicos Sua utilização envolve todo o ciclo de vida da planta. Estamos falando desde tes são obtidas para diversas condições. A camada de controle avançado é responsável por atingir essas de modo a representar o mais fielmente possível o conjunto da metas sem violar as restrições. os simuladores em Estado Modelos Simples – um simulador simples. Em geral são modelos paramé- termina valores dos set points das variáveis manipuladas em tricos que não são adaptados. tamos nos referindo à busca do melhor ponto para a utilização do os set points das variáveis manipuladas do controle avan. variações do processo. Há uma am- dimensionamento dos equipamentos. A utilização de Simulador Rigoroso em Estado Estacio. 50   InTech | www. dadas as restrições existentes no momento. envolvendo diferentes modelos simples como o modelo de funções de transferência campanhas (objetivos de produção) e vazões de carga. até modelos ri- partida da planta. treinamento de operadores. Podem ser otimização (busca de um ponto de máximo ou de mínimo de monovariáveis (uma entrada e uma saída) ou multivariáveis uma função objetivo. São menos detalhado em sua representatividade no tempo e na utilizados para análises de risco e operabilidade. OTIMIZAÇÃO importante no nível de PCP e planejamento da produção. tomaticamente pelo sistema ou quando solicitado pelo usuário. pressões e composições das corren- Simuladores Dinâmicos de Processo. respeitando os graus de liberdade existentes. a hipótese de parâmetros do modelo do processo para adaptação dos parâ- desbandejamento de uma torre de destilação pode ser testada metros do PID. Durante a operação da planta. comparando-se com os de projeto. testes de estratégias de armazenamento não é necessária no nível de controle. muito importante para programação de produção e planeja- mento operacional. Uma informação relacionada à capacidade de mento de procedimentos operacionais. Conceituação nário (abrangendo a planta como um todo ou apenas par. desenvolvi- fenomenologia. Sua utilização on-line é associada a uma ferramenta de internos para o cálculo das ações de controle. Deve ser formado por modelos rigorosos dos equipamentos. deve ser calibrado utilizando-se os dados de gorosos que englobam toda a planta e levam em conta as rela- operação. de equipamentos de escoamento de fluidos e outros. A adaptação dos parâmetros pode ser feita au- usando-se o simulador.isadistrito4. assim conseguir uma boa sintonia para aquela malha. Os controladores possuem reali- Estado Estacionário que levem a planta ao seu melhor ponto mentação do modelo. es- te dela) associada à ferramenta de otimização e determinan. veis manipuladas são determinados pela camada otimização. Em outro exemplo. sintonia de controladores.

buscar o valor máximo ou mínimo de uma função com diversas variáveis sujeita a um conjunto de restrições” Temos aí. nam o balanço de pressões da unidade. utilizado na regene- segurança. antever alguns fenômenos. o que seria “acompanhamento” acaba se tor- Catalítico – produz gasolina e GLP a partir de uma corrente nado “perseguição”. não nos limitando a ferramentas on-line. das ações exercidas nas variáveis manipuladas (livres). com o objetivo de levando em conta todas as restrições. tendência de atolamen- do seu conhecimento e/ou de algumas ferramentas de análi. a designação da atividade de busca dos melhores carga.3. o calor fornecido no refervedor e a vazão de No Brasil. Vol- mento Operacional” e em muitas plantas ainda é assim que é tando à torre de destilação. ções inadequadas do processo depois que a situação já se con- figurou. produtos). Veremos tam. ção de produtos em fase vapor e a quantidade de ar dispo- nível para a regeneração. utilidades (água de refrigeração. São esses equipamentos que determi- ge do ponto ótimo econômico). em que a determinação de As variáveis livres são aquelas que se podem manipular para pontos ótimos pode passar pela ação humana. usaremos “Otimização” em seu sentido mais aumento tão grande de custos. capacidade de troca térmica do refervedor e do con- se. No exemplo da torre de des- sensibilidade e experiência. de análise de alterar o valor da Função Objetivo. por exemplo. a podem auxiliar nessa tarefa. limitando a circula- co de se ultrapassar limites. carga. essa função (em geral chamada de “Função Objetivo”) deve envolver os resultados econômicos da planta em questão. enfatizando como os simuladores tilação as variáveis livres podem ser a temperatura de topo. pressão da torre. ração do catalisador. Uma melhor separação pode significar um Figura 2 – Região Viável e Ponto Ótimo na Janela de Operação. As restrições são em geral variáveis dependentes. resultados vidade costumava receber a denominação de “Acompanha. a função da qual se bus- ca o ponto ótimo (máximo ou mínimo). “acompanhar” o desempenho de um reator observando a con- versão e determinar a melhor ocasião para proceder à regene- 3. a quantidade de carga bombeada. Nestes casos o ponto ótimo de operação raramente é Esta unidade depende de duas grandes máquinas. distantes das restrições (e conseqüentemente lon. vinda da unidade de destilação do pelas tarefas do dia-a-dia que só consegue verificar condi- – vamos caracterizar o problema de Otimização. de va- o desempenho da planta ao longo do tempo e pode.2. bém formas de otimização off-line. densador de topo devem ser levadas em conta como restrições. traz os elementos necessários para entender a natureza do problema: A figura 2 fornece uma idéia de como é a operação sem oti- mização e como esta consegue melhorar os resultados. O profissional está de tal forma absorvi- mais pesada que o óleo diesel. Exemplificando: em uma torre de destilação a função objetivo levará em conta os custos de carga. energia elétrica nas bom- bas e air-coolers. a conversão mínima. a capacidade do forno pré-aquecedor de carga e a Uma ampliação da definição de otimizar em matemática nos carga mínima. Variáveis de catalisador. Outras restrições são a circulação 3. to da torre. Número 116   51 . “Atuar nas variáveis livres do sistema. variáveis como as capacidades das conhecida. fique o esforço. Esta ati. resultados como “Otimização” é relativamente nova. No nosso contexto. vapor para o refervedor) e os ganhos relacionados às quantidades e qualida- des dos produtos. O Problema de Otimização ração do catalisador. porém representando menor ris. que o resultado final não justi- amplo. um com- atingido. vazões de refluxo de topo. Tipicamente pode. O Engenheiro de Processo costuma “acompanhar” válvulas de controle (pressão. Usando o exemplo de uma unidade de Craqueamento Em muitos casos. em primeiro lugar. e o que se observa é a operação em regiões de maior pressor de gases e um soprador de ar. OTIMIZAÇÃO  artigo Nesse contexto. através por para o refervedor.

Real Time Optimization). 3. Em geral possui um nível vai trabalhar em um ponto de segurança. alguma otimização pode ser feita. em modelos mais sofisticados e completos que no contro- Um incremento na margem de ganho de U$ 0. sazonais. com vistas a demandas Figura 3 – Níveis de Otimização no Elo Produtivo. demandas de pro- dutos. • Controle no nível da Planta: é o responsável pela manuten. • Programação e Controle da Produção (PCP): é a progra- 3. ocorre no encontro de duas ou mais RTO (ver no item a seguir).4. um ponto ótimo. apóia a decisão dos Gestores de fechamento/abertu- periores. baseado em modelos simples e levando O “ponto de operação ótimo”. que propicia uma quantidade variáveis manipuladas em estado estacionário com base maior de produtos de maior valor. Raramente faz uso de mo. Níveis de Otimização mação diária da produção das plantas. Em geral usa modelos dinâmicos sim. mas o melhor dentro das 52   InTech | www. em conta as restrições. Quando utilizado em conjunto com menta de otimização. estoques. controladores. das nessa camada costumam trazer benefícios às Empre- priamente dito (levar as variáveis aos set points determina. se busca não é o melhor absoluto. visto que qualquer de próprio de otimização levando as variáveis manipula- perturbação pode levar a uma violação. determinado por um ferra. das em estado estacionário para valores que representam dades que exigem manobras para retorno à condição normal. por facilidade de visualização). safras. negócio e não apenas de uma planta ou de uma unidade cida. armazéns/centro de distri- • Regulatório (SDCD): buscam-se as respostas mais rápidas buição e políticas/estratégias comerciais.artigo  OTIMIZAÇÃO A operação sem otimização (na figura. utilizando modelos simples para sintonia de Otimizar envolve testar variáveis. O que diversas variáveis. produtos leves produzida em relação à carga) menor. negociações com fornecedores e clientes. externamente e o modelo de otimização não é utilizado na Note-se que o ponto ótimo leva a uma conversão (fração de camada de controle avançado. processado representa aproximadamente U$ 1 milhão em um É o que se chama de Otimização em Tempo Real (RTO – ano de operação de uma unidade que processa 10. mas • Otimização em Tempo Real (RTO): calcula os set points das com uma vazão de carga maior. escolher as condições e. mini- mizando consumos de energia. • Controle Avançado (APC): leva em conta interações entre implementá-las para obtenção do melhor resultado. Decisões acerta- possíveis das variáveis da planta. bem como os horizontes de tempo em que cada nível e determina o que se deve comprar processar. • Planejamento Estratégico: considerando horizontes pluria- ção da planta nos pontos determinados pelas camadas su. unidades. sas na ordem de milhões/bilhões anuais.isadistrito4. Além do controle pro. e vender. É a otimização no nível do A figura 3 ilustra os níveis em que a otimização pode ser exer. levando em con- ta disponibilidade de matéria prima. Formas de Otimizar delos on-line.000 m³/dia. esses valores são determinados restrições (neste caso duas. causando instabili. O operador resolver o problema de controle. armazenar ocorre. finalmente.5. logística de escoamento da produção. verificar resultados. “ponto de operação ples e rápidos (executados tipicamente a cada minuto) para normal”) mantém certa distância das restrições. nuais. Ocorre em três camadas: ra de novas plantas. • Planejamento Operacional: olhando as demandas do mer- cado em uma perspectiva mais ampla. por exemplo. faz previsões e de- terminações de prazo mais longo.org . experimentar cenários. Determina quando e como se deve processar e produzir nos próximos dias.05 por barril le avançado. podendo levar em conta diversas restrições. dos). paradas para manutenção etc.

cial. demandas comerciais. do (tendendo ao tempo real). tas as modificações na planta para que o nível de con- Em cada um dos níveis (desde o planejamento do negócio até trole local leve a unidade a operar nas condições deseja- o controle regulatório) é possível se determinar os valores que das. com o ne na determinação dos set points da solução ótima. riências é necessário para se buscar uma nova solução. seja na compra de matéria-pri- As restrições dinâmicas podem fazer com que não se consi- ma. Algumas ferramentas se propõem • Otimização off-line: determina-se o ponto ótimo (conjun- ao uso de simulação para buscar essa melhor solução. que su- bordinam a operação. restrições lo- gísticas. Essas restrições estão em nível superior (Planejamento e Programação). a solução mais adequa- ário. O uso to de set points das variáveis independentes) através de combinado de simulador com ferramentas de busca do pon- um simulador/modelo matemático. Nem sempre é possível se aplicar todos os set points. Isto é decorrente da dinâmica lenta dos processos e da o devido grau de granularidade e representatividade no tempo interação entre as variáveis. Ambas usam algoritmos de resolução que varia de uma tando as restrições locais. conseqüente encurtamento do horizonte de tempo representa- O que muda é que a implementação da solução fica a car. O nível de detalhes requeri- • Otimização on-line: semelhante à otimização off-li. e um novo ciclo de expe. usando desde técnicas de otimização baseada em equa- veis recebem (da camada superior – otimização baseada em ções abertas e simultâneas passando pela modular seqüen- modelos) os valores ótimos em estado estacionário e. Os tempos envolvidos na obtenção de resultados podem ser 4. Um ou mais controladores multivariá. Alguns simples programação linear (LP – Linear Programming) até set points podem ser dados diretamente da otimização para uma sofisticada abordagem mista-inteira não linear (MINLP – o controle regulatório. OTIMIZAÇÃO  artigo condições que a planta apresenta no momento. Figura 4 – Hierarquia da Otimização das Camadas Regulatória. Otimizar é buscar a melhor solução. CONCLUSÕES tão grandes que inviabilizam a determinação. A busca de soluções pode envol- go do sistema de controle. A seguir. do é tão maior quanto mais nos aproximamos da planta. Número 116   53 . De posse dos set points são fei- pre com a máxima lucratividade. demandas por produtos. Controle Avançado e RTO. as restrições locais. Há que se levar em conta variações. utilizando uma fer- to de máximo ou mínimo de uma função objetivo que leve ao ramenta de otimização matemática e levando em conta melhor resultado econômico faz com que a planta opere sem- as restrições de momento. usando os modelos com dos. implementando a solução da forma mais rápida e segura possível. algumas formas de se otimizar: • Manual: testam-se na própria planta as condições que le- variam ao melhor resultado. quando se determinam as melhores condições de operação o cenário já é outro. Exige o “passeio” da unida- de por diferentes pontos até se atingir o ótimo. Mixed Integer Non Liner). entre outras. levem aos melhores resultados. disponibilidade de matéria prima. na operação da planta. Sempre que alguma mudança for reque- rida da planta. no escoamen- ga chegar com todas as variáveis livres nos pontos deseja- to da produção ou na comercialidade. mudanças devem ocorrer até o nível do contro- le regulatório para que a planta responda adequadamente à demanda. no armazenamento. respei. Muitas ve- zes. principalmente na camada de ver diferentes técnicas de otimização entre as tantas disponí- Controle Avançado. As plantas trabalham em função de campanhas. e na representação do fenômeno. veis. Na prática o que determina a direção deste ótimo é a experiência do Usu. implementam a solução. O que é difícil é “acertar a mão” nas amplitudes das da para a planta naquele momento.

F. mação. siste- Novamente o simulador dinâmico é de sistemas de Otimização e Controle mas de apoio a decisão à otimização da uma ferramenta valiosa. sistemas de otimi- rico. L acerda. to de Petróleo pela PETROBRAS/UFRJ de 10 anos no mercado de soluções (sis- Como vimos. M. Controle Avançado. ais e utilização de tecnologia de Redes de 1ª e 2ª gerações. Enge- turbações a que a planta é submetida.  54   InTech | www. Atuação téc- se garantir a implementação das so. sistemas de conta- to de procedimentos operacionais. configuração de controle em nível local faz com que as va. bilidade e prevenção de perdas para a tes de estratégias de controle. Mario Luiz do Nascimento. A. use ela ou não qualquer téc. Maio/Junho 2008 Mauricio Kerche Nunes. pela Esco- 1.F. anos em Operação.. BIBLIOGRAFIA tica.J. 6. auto- mento e Certificação de Operadores – bertas desta forma.Revista Controle & Auto. o uso de técnicas avan. treinamento de ope. ter os parâmetros de sintonia em valores mização. de controladores. M. sistemas de in- camada de controle regulatório ade. A observação con.L./dez. Nunes. o desempenho de equipamentos e da la Politécnica da USP. M. atuando em cios confinam-se somente ao plano teó. SOBRE OS AUTORES mestrado (2002) pela Escola Politécnica le é essencial para o bom desempenho Joaquim Ferreira Guimarães Neto da USP na área de simulação. projeto e análise de Virtuais de Alta Fidelidade no Treina- ganhos significativos podem ser desco.F. Análises de Preditivo (MPC). indústria de processos. nheiro Químico com graduação (1995) e A otimização dessa camada de contro. O..org . lador preditivo multivariável com oti- nico da Petrobras. sistema MES. V. nica (sistemas de informação de Plan- luções encontradas na camada de oti. sistemas de quada e funcionando perfeitamente. lista em TI pela FGV. 2007 Outro exemplo é a sintonia de malhas de Atuações em: desenvolvimento de pro- 2. de Processos e 15 anos em Automação de empresa transnacional). no desenvolvimento e implementação informação laboratorial (LIMS). A boa sintonia do mação de processos. ficando ao sabor das per. Neuronais e Lógica Nebulosa em Con. 3. Moro. Análise e Projetos sos) e gerencial (operações brasileiras dos nas camadas de decisão de negó. Oportunidade de anos em operação.artigo  OTIMIZAÇÃO Em um conceito amplo de Otimização. Araújo. coordena- Vale lembrar que um porcentual alto de uma Unidade de Craqueamento ção de automação industrial e projetos das malhas de controle são mantidas Catalítico . em manual. – Engenheiro químico pela UFRJ em le e otimização de processos. um Tempo Real (RTO) no Conversor treinamento de operadores. J. temas de informação e serviços) focado çadas de controle é necessário para tica Industrial pela PUC/PR em 1987. projetos de controle e auto- abr. Experiência: 10 Guimarães. não podemos desprezar a utilização de radores podem ser executados nesta Engenheiro químico pela UFRGS e es- simulação off-line. desen- trole e Otimização Integrada de Pro- modelo (simulador) simples pode-se co. SDCD. Larga experiência formação de planta (PIMS). N ascimento.Q. ferramenta. Implantação de um Otimizador ados em simuladores de processo para o mais próximo possível dos set points.Sc. implantação de es- Medeiros. pecialista em Processamento de Petró- tínua dos resultados da planta compa. Utilização de Plantas planta como um todo. K. Estratégia para o Con- função de transferência. Zanin. contro- da planta. Através de um trutura de controle da produção. Essas técnicas dependem de uma Instrutor e Consultor em Otimização e zação em tempo real. Pós-graduação em Informá. em 1975. 1975 e especialista em Processamen. contribuindo para a opera.. implantação de sistemas base- riáveis da planta se mantenham sempre A.. Revista InTech Brasil – Março. especialização em Controle de Proces. Especia- nica de controle avançado e/ou otimiza. sintonia trole de Processos. Analisadores Virtu. volvimento e implantação de contro- cessos Químicos – Boletim Téc- nhecer a resposta do processo e man.Sc. controle regulatório usando modelos de jetos de processo. mação e otimização na PETROBRAS. J. tes. simulação de proces- mização senão os planos ótimos gera. controle avançado.isadistrito4. leo pela PETROBRAS/UFRGS em 1980. na Indústria de Processos. Simulação e Controle de Proces- pode fornecer dados importantes sobre sos (1989) e Mestre (1994). 2004 que minimizem o erro. rados aos resultados fornecidos por um Especialista em Modelagem Matemá- simulador calibrado adequadamente 5. de processo... Experiência: 10 ta. M.C. Camolesi.L. L.. cadeia de valores para petroquímicas risco e operabilidade. e Controle de Processos na Petrobras.I. sos pela USP em 1989. ção otimizada da planta. processos e 15 anos em controle. Experiência: mais ção on-line. desenvolvimen. Rio de Janeiro.

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org . durante o seu discurso de posse como mestre em Engenharia pela Escola Politécnica presidente do Instituto de Engenharia em 23 de da USP. 62   InTech | www. por- vive um momento muito especial. Temos que intervir”. Faltam engenheiros com vivência intermediária.br). quando termina. Sabemos que isto é cícli. Significa que a crise está a falha venha das Escolas. Conheça o que este Engenheiro Civil Sílvia Bruin Pereira formado pela Escola de Engenharia de São (silviapereira@intechamericadosul. É uma pena que seja assim. É uma pena que seja assim. Presidente do Instituto de Engenharia. continuam atuais. Estas são algumas das palavras de Aluizio de Barros Fagundes. Seis meses depois. é o primeiro a ser descartado. ria no Brasil em 2009. Faltam engenheiros juniores. a atração para a Engenharia não é feita pelas Escolas. depois de um ano de crise é de maneira súbita. que isto acontece? Existe um desinteresse pela se é a primeira a ser descartada e. Este é o melhor termômetro. O que na realidade acontece é o boca a boca. um marketing pelo aspecto institucional. experientes. é Engenharia? O problema está nas Escolas de a primeira a ser chamada. ciona. o engenheiro é o primeiro a ser chamado. “Faltam engenheiros plenos.isadistrito4. É interessante como esse processo fun. Carlos da Universidade de São Paulo (USP) e Intech América do Sul.com. Em época de crise. abril deste ano. O ensino da Engenharia no fim. econômica mundial? ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES – A Engenharia INTECH AMÉRICA DO SUL – Na sua avaliação. mamentos como “Venha estudar Engenharia” e.entrevista  ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES Aluizio Foto: Sílvia Bruin Pereira. cação descendente da Engenharia. sim. E. Em época de desenvolvimento. ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES – Eu não creio que nheiros em todos os setores. ou seja. Não costumamos ver cha- estão com dificuldades de contratação e recrutamen. e começa uma apli. Mas as empresas é menos propagandístico. to de pessoal qualificado. Tudo pela pouca atração que a Engenharia exerce nos tempos de crise. Engenharia? co e a verdade é que hoje estamos com falta de enge. Quando vem a cri. A crise vem se anunciando. está realizando pela Engenharia e seus profissionais no Brasil. de Barros Fagundes. INTECH AMÉRICA DO SUL – Como vai a Engenha. no solavanco. quanto retoma. Portanto.

mas. por exemplo. poucos estudantes INTECH AMÉRICA DO SUL – E. intenção das Escolas de Engenharia no sentido de di- tos por vaga. ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES  entrevista o engenheiro se forma. Engenharia capitaneou recentemente um traba- cia gigantesca. por exemplo. eu era didas de curto prazo para mais esta crise na Enge- Diretor de Consultoria da Geotécnica e. porque têm um raciocínio lhos! É uma situação preocupante mesmo! cartesiano. também o Institu- no nível do ensino. o Pré-Sal. e conseguem fazer um bom trabalho téc- nico. é uma con. nharia brasileira? co mês. Instituto de Engenharia abarcou para si no sen- corrência desleal. não existe algum plano es- sa forma. grosseira evidentemente. principalmente pelo grande número de vocações para a Engenharia. a Engenharia hoje conta com uma demanda repri- Escolas de Engenharia um programa para descobrir mida enorme. eu demiti 800 pessoas da área de Engenha- ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES – Está havendo ria. vai demandar algo da ordem so para quem não está acostumado. Os números não assustam o engenheiro. enquanto poderiam Engenheiros? estar aposentados há muito tempo. com mais de mil en. quem sabe de 100 mil engenheiros. hoje não existe aquela emulação da dispu. Veja. pela facilidade de comunicação. de língua espanhola. as empresas de tudo na vice-presidente de atividades técnicas do Ins- projetos de Engenharia estão importando engenhei- tituto de Engenharia. e a Escola Politécnica da USP de 1200/1. Escolas de Engenharia. nheiros por ano! O Estado de São Paulo com a sua pu- gócios. Foi nessa época que sur- nharia. recapaci- tos engenheiros. está havendo uma inflação salarial para cima e quem tra emprego e anuncia esta condição. tido de contribuir para a solução da falta de maneceram todos empregados. e o Brasil forma 20 mil enge- fazer potenciação sabe fazer análise financeira de ne. Em 1986. Para se ter uma idéia. vai para o mercado. visan- giu a famosa história do “engenheiro que virou suco”. Mas eu não vejo isso como to que aconteceu na segunda metade da década de um problema instransponível. e é neste nicho que estou co- contratos. Com aquela crise. Quem lucrou com nanceiro a voltarem a praticar a Engenharia. Com isso. lho junto ao Ministério da Educação (MEC). Mas. INTECH AMÉRICA DO SUL – Quais têm sido as me- genheiros empregados. por meio do oferecimento de cursos. Ficou um vazio de 20 anos. não encon. existe uma Engenharia de São Carlos a relação ara de 29 candida. como se fosse um teste investimentos que estão sendo feitos em inúmeros se- vocacional para a área. Nessa época existiam grandes empresas de con- sultoria. Engenheiro não tem medo algum de tá-los a praticar a Engenharia. os um chamamento para cursos de capacitação ou reca- contratos foram cancelados. resultando em uma queda vocação predominante. to de Engenharia está começando a oferecer para as ma. esta não é a sua preencher todas as vagas. mas não é fora da realidade: Eles sabem fazer potenciação. com muita rapidez. num úni. porque os velhos engenheiros per. como disse anteriormente. De qualquer for. está lucrando é a classe. mas infelizmente não é tão rápi- ros de fora do País. e fazem o trabalho ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES – O Instituto de de um engenheiro recém-formado com uma eficiên. tratégico para este momento? ta – quando prestei vestibular em 1963 para Escola de ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES – Sim. do incentivar os “engenheiros que viraram suco” e os um engenheiro que abriu uma casa de sucos naturais profissionais que foram para o sistema bancário e fi- na Avenida Paulista em São Paulo. é uma estimativa fazer contas. não se conseguia novos pacitação profissional. 80. que empregaram mui. Isto tem o desemprego da Engenharia nessa ocasião foram os setores bancário e financeiro. des. e houve um enxugamento enorme em todas locando as Divisões Técnicas do Instituto de Enge- as empresas de Engenharia. sendo uns 300 Engenheiros. E foi muito dis. por parte das passaram a procurar os Cursos de Engenharia e. um assunto misterio. Por isso. Engenheiros são bons gerentes para qualquer jança tem 200 mil engenheiros entre os novos e os ve- tipo de empreendimento. vulgarem mais fortemente as suas atividades no mer- O resultado é que hoje as faculdades não conseguem cado. particu- Número 116   63 . preferindo profissionais de países do colocar um plano desse em prática na mídia. Esta é a realidade. objetivo e claro. De certa forma. como objetivo procurar. Com isso. Esse programa já está em es- tores no Brasil. pelo menos umas dez. E os novos engenheiros estão enfrentando grande competitividade nas colocações e disputando vagas INTECH AMÉRICA DO SUL – Quais outras ações o com engenheiros antigos.

onde tive o privi- para mim que 10% dos alunos descobrem que podem légio de chegar ao cargo de Coordenador de Projetos. setor que estava em grande desenvol- Politécnica da USP na Cadeira de Construção Pesada. INTECH AMÉRICA DO SUL – Qual é a sua forma- nharia. O MEC fez uma audiência pública. Curiosidade: são 98 as especia. Comparei o 64   InTech | www. etc. de São Carlos era a época do milagre brasileiro. para aquele mesmo trabalho físico (motores elétricos. justamente com sional professor. INTECH AMÉRICA DO SUL – Um parêntese: conte detalhes sobre essa questão de usar a máquina do que a mão-de-obra? ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES – Existe um viés em países não desenvolvidos ou subdesenvolvidos como eram chamados naquela época. Arquitetura e Agronomia.org . ordenei grandes projetos. propondo a redução dessas 258 denomi- ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES – Sou formado nações para 38 Entregaremos esse trabalho ao MEC em Engenharia Civil pela Escola de Engenharia de como uma peça de colaboração da classe. a Construção Civil é um grande ma- nancial para a mão-de-obra não qualificada. ensinando os alunos a planejar can- teiro de obra. va comprador e pagando muito bem. do homem mais mal remunerado custa 300 mil vezes lidades registradas no Confea – Conselho Federal de mais caro do que a energia mecânica! Engenharia. ser professores nas Escolas de Engenharia. São Carlos da Universidade de São Paulo e mestre em Engenharia pela Politécnica da USP. te o registro de 258 cursos diferentes em Engenharia petróleo. depois de vários contatos com o professora. Embora não existam estatísticas oficiais. Fui professor universitário ainda no Instituto Mauá de Tecnologia e na Escola de Engenharia da Universida- de Paulista. preferível usar a máquina que a mão-de-obra. O resultado foi que a energia humana oferecidos pelo País. fundei Eu não era um professor profissional. decidir quando era Foto: Sílvia Bruin Pereira. não estão faltando também professores isso montei uma construtora e fiz obras públicas du- de Engenharia? rante quatro anos. estão.). fui trabalhar na rado. E a melhor maneira de comparar é com a energia despendida. Quando voltei a São Paulo. o MEC possui precisamen. Esta quena empresa. a Infra Engenharia. mas um profis- a minha empresa. por nharia. tenho Promon.isadistrito4. vimento na época. mas chegou um momento em que é também uma grande dificuldade do aluno durante não conseguia mais crescer. dei aulas durante 19 anos na Escola mento básico. E. por exemplo. para a custo da energia humana gasta com o trabalho físico e definição das denominações de Cursos de Engenha. ou tam- que era a quinta maior projetista do País. de usar um grande contingente de mão-de-obra na Construção Civil. de fato. Como o mercado esta- o Curso de Engenharia com vocação para o professo. ção e quais são as atividades profissionais exerceu do. com o custo (em quilowatt/hora) da energia mecânica ria. na qual o Instituto de Enge. especialmente em sanea- Eu. Conclui que a única forma de comparar o homem com a má- quina é com a unidade de medida comum a todas as coisas do mundo: o dinheiro. Logo que sai INTECH AMÉRICA DO SUL – Nesta crise da Enge.entrevista  ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES larmente na Secretaria de Educação Superior. escolher máquina. onde fiquei por oito anos. na qual co- bém atuar no mercado profissional e na academia. está concluindo um estudo a ser entregue em 26 até hoje? de setembro. Para se ter uma idéia. etc. Depois fui convidado para ser Diretor da Geotécnica. Aprendi muito com a minha pe- ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES – Sim.

Para os que “viraram suco”: a nação pede des- informações e o desenvolvimento da qualidade e da culpas. sou Instituto de Engenharia dirige diversas ações para a membro do Conselho Deliberativo e do Conselho Con. Anteriormente chamado de Acampa- Engenharia em 2016. qual é o seu recado para os estudan- Engenharia é uma sociedade civil sem fins lucrativos tes que acabaram de se graduar e para todos os fundada em 1916.  Número 116   65 . como conse. em São Paulo. Participei de diversas gestões. espaço náutico. engenheiros: retornem para as atividades das associa- nharia e o avanço científico e tecnológico do País. Seu quadro de associados é cons. não-governamentais e empresas de vários ramos de lheiro. ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES  entrevista atuação em projetos de obras de infra-estrutura e que TVEngenharia. como centro so- e estou completando os primeiros seis meses de um cial e de lazer. o Instituto de Engenharia possui uma gar ao topo. da. Sede de Campo de 25 alqueires às margens da Represa Billings. mentais e da elaboração de estudos. mesas redondas e fóruns sobre zador e primeiro diretor Geral da Câmara de Mediação problemas de interesse público. eventos não se restringe apenas aos engenheiros. diretor-secretário. ções classistas. palestras e organizadas vi. e a voz ativa para a sua dos por meio de transmissão ao vivo. de Engenharia hoje e quais atividades oferece aos associados? INTECH AMÉRICA DO SUL – Encerrando a nossa ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES – O Instituto de entrevista. O terreno foi doado. hípica. você pode investigar cos. Não vou dizer que não queria ser presidente do Ins. pela manifestação. que trazem artigos técni- como o Instituto de Engenharia. possui instalações modernas que in- mandato de dois anos. para a sua atu- tos podem ser assistidos por associados e não associa. são sempre extremamente bem-vindos e estão che- versos eventos. cursos. pelas quais o vício insuportável! No Instituto de Engenharia. futebol INTECH AMÉRICA DO SUL – Com está o Instituto de salão e poliesportiva. tação sobre políticas. organizações sultivo. alização de conhecimentos. é claro que se busca che. piscinas. pois à medida que se vai traba. Ou vão para a política pura ou para menta valorosa. via internet. Mas eu não pretendia que fosse tão cedo. cluem restaurante. Aqui na sede. cos e propostas para o poder público e iniciativa priva- lhando e gostando da casa. comunidade em geral. é constituído por um quadro associa- a política classista. de programas e ações governa- so. mas voltem para a profissão. organi. gando num momento em que precisamos muito de sitas técnicas com o objetivo de promover a troca de vocês. Pro- fissionais de nível superior em geral e estudantes de engenharia também podem usufruir dessa troca de INTECH AMÉRICA DO SUL – E como o senhor se conhecimentos. à sua presidência? a newsletter semanal. te para o seu crescimento profissional. trilhas. pareceres técni- tituto de Engenharia. O Corpo Técnico também é uma ferra- ca da faculdade. órgãos públicos. no bair- ro da Vila Mariana. porque é lá onde encontram o ambien- lorizamos os meios de comunicação e hoje vários even. distribuídos gratuita- que você conversar com um presidente de entidade mente para os associados. diretor Regional do Rio de Janeiro. vice-presidente de Relações atividade. são realizados di. firmando-se como uma das mais conceituadas acabaram de concluir o curso de Engenharia: vocês entidades do ramo no Brasil. como o website. toda vez nal do Instituto de Engenharia. pela Um segredo: meu sonho era ser presidente do Instituto de antiga Light. outros assuntos. quanto completará seu cente- mento do IE – pelo fato de os engenheiros levarem nário. hoje. Finalizando. E para todos os credibilidade dos profissionais. entrevistas e matérias com dicas culturais. Vale destacar que a participação nos já completou 21 anos. Va. Disponibilizamos vários meios de envolveu com o Instituto de Engenharia e chegou comunicação impressos e digitais. de análise e manifes- e Arbitragem. Essa prestação de serviços é feita por meio Externas. na década de 30. É um tivo especializado e 23 divisões técnicas. Mas antecipei este sonho pelas circunstâncias suas barracas para acampar –. de visitas técnicas. e a Revista Engenharia e o Jor- ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES – Olha. entre outros espaços. E comigo não foi diferente. a valorização da enge. entre que quase todos fizeram política acadêmica na épo. engenheiros? tituído por personalidades importantes da engenha- ALUIZIO DE BARROS FAGUNDES – Para os que ria. campos de futebol e quadras de tênis. Meu trabalho sempre foi despretensio.

rocracia. uma linha de crédito para capital de giro bem recebidas pelo setor”. tablóide semanal da Universidade Bandeirante de São Paulo (Uniban) destinado à comunidade acadêmica. que foram foram bem recebidas pelo setor”. E o Brasil. “Em 2007. No ano se. a fim (ABINEE) mostram que 80% do univer.5% ao ano. Outra últimos dois anos o BNDES criou linhas vantagem.reportagem  BNDES O BNDES é acessível para as pequenas e médias empresas? Após doze meses da quebra do banco de investimentos norte-americano Lehman Brothers. as MPMEs têm um presas de bens de consumo com juros perfil mais conservador quando o assun. números absolutos cerca de 450 plan. o cartão de crédito BNDES. MEs. 15% das MPMEs utiliza. o sistema financeiro mundial finalmente começa a dar sinais de recuperação. a reportagem da Revista InTech América do Sul ouviu entidades de classe. com uma linha de crédito para as em- to ABINEE/ BNDES. em guinte. que funcionam como uma espécie de termômetro de crise.org . Isto porque nos juros muito acessíveis”.com (Editoria de Esportes). disse. to por Rochel. MPMEs. mais presas é utilizar cada vez mais as linhas de 90% utilizaram recursos próprios em de financiamento como. classificou-se em 1998 entre os finalistas do prêmio oferecido pelo Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo sobre os “10 anos da morte de Chico Mendes”. cobrindo as eleições municipais brasileiras na editoria Brasil e pelo Jornal Destak. atestou. pequenas e médias empresas (MPMEs). Segundo Luiz Cezar Rochel. Para aferir a temperatura atual da economia brasileira. pela companhia Bull TI e pelo site estadao. o seus investimentos. “Isto Dados atuais da Associação Brasilei. e sem pressão inflacionária. vem recebendo elogios pelo mundo afora por ter passado pela crise sem grandes percalços. Foi editor da “Folha Universitária”. de desenvolverem novos produtos e ser- so de seus associados são MPMEs. facilita a contratação. pois dependem basicamente do mercado interno e empregam boa parte da mão de obra brasileira. de acordo com o gerente de Rochel. Contudo. por parte das MP- ra da Indústria Elétrica e Eletrônica ram recursos oriundos de financiamen. e outra para pesquisa e inovação. o número subiu para 31%. Passou pelo Portal Terra. que antes de setembro de 2008 experimentou um ciclo de crescimento durante 12 trimestres consecutivos – fato este que não acontecia desde os anos 1970. geren. grandes indústrias e o BNDES sobre como está a concessão de linhas de crédito nesse momento no país. pois o BNDES tem facilitado a te de economia da entidade de classe e tomada de crédito por parte das MPMEs responsável pelo posto de atendimen. “Os viços para serem vendidos ao mercado”. Abinee: “O BNDES criou linhas de de créditos direcionadas às MPMEs. No ano seguinte. que economia da ABINEE. de instituições de pesquisa. A tendência dessas em- to é a tomada de crédito.isadistrito4. o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) divulgou no mês de setembro que a economia brasileira crescerá 5% ou mais no ano que vem acima da média internacional. que está com número caiu para 58%. Foto: Divulgação. Por Nilson Hernandes (*) ABINEE De acordo com um levantamento fei. por exemplo. empréstimos são acessíveis e sem bu- tas. é preciso saber exatamente como o banco público vem tratando as micro. foi a criação de créditos direcionadas às MPMEs. de 4. não basta o BNDES alardear previsões otimistas. 66   InTech | www. Com passagens pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. to do banco público em 2007. E neste ambiente de otimismo. (*) Formado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

retomada da economia. Carreiro acrescentou que os anualmente com suas vendas. vos investimentos”. “Existem dificul- Número 116   67 . ras – a bandeira Visa estampa 95% dos soluções de automação de controles de Todavia a mesma reivindicação das cartões – e elas disseram que repassam seguranças de plataformas de Petróleo MPMEs. BNDES  reportagem ABIMAQ janeiro e fevereiro deste ano caíram em BNDES para comprar ativos como equi- Outra entidade de classe representativa média 43%. alguns projetos es. nhias confiam na instituição financeira do no momento. mas os bancos não estão dan. que para e o último que volta. pamentos de informática. Dessas. ção seria melhor se todos os bancos ti- da de associados que querem tomar em. e pequenas. E de olho na retomada da economia bra- danças com relação às taxas cobradas. mas essas empresas & Gás. “O tíquete médio do e acredito que as demais empresas das transações é de R$ 30 mil. ciamento da ABIMAQ. Unicontrol – Atuante no segmento de engenharia. Nogueira assegu. compra das ção das linhas de crédito do BNDES. usado para a compra de ativos. na média.5 milhões. com faturamen. vessem o padrão BNDES. matéria-prima e acima de tudo para a “Contudo. a PSI. Abimaq: “O BNDES ajuda. O BNDES Sobre sua relação comercial utilizan- to anual de R$ 2. em relação ao mesmo pe. além do que nós não conse- to junto ao BNDES. ajuda. Nosso limite do da pelas duas empresas administrado. sinto ficou mais fácil investir. a queda plo. Pleiteamos junto ao BNDES mu. “Nós utilizamos o cartão do nanceiro da Unicontrol. ainda não é o ideal para as MPMEs”. por parte da ABIMAQ. em momentos de crise. sileira. Isto demonstra que há espaço para no. com relação ao trabalho feito 1. Foto: Divulgação. automação duas novas fábricas e ampliar setores de Também conversamos com as operado. “Infelizmente. que em um primeiro momento da cri- Sobre o uso do cartão de crédito do se aqui no Brasil houve uma retração de BNDES. asseverou. “A idade média guiríamos conquistar espaço. O BNDES que os agentes financeiros não se inte. sendo que estão percebendo que o terceiro trimes- a margem de lucro chega a ser no máxi. dos melhores produtos do banco”. des companhias. 90% de um tor de bens de capital é o que mais sofre Jairo Carreiro. al. pois as compa- préstimos. instituições bancárias cobrarem em tor. de uns quatro meses para cá venda da produção. clientes da Unicontrol consideram fun- Segundo Carlos Nogueira. Conforme Nogueira. pois é o primeiro nanceiro da companhia. MPMEs utilizando o cartão de crédito relatada pelo diretor administrativo e fi- tem uma sólida razão: as vendas entre do BNDES. disse (ABIMAQ). em julho deste ano pelo BNDES. foi Tal inquietação. afirmou Carreiro. bancos. “Hoje. por exem- das MPMEs é a Associação Brasileira da ríodo do ano passado. Nogueira. O se. Em seus quadros. co público. e mais: o escoamento da produ- timento.8% aos bancos. damental a participação do BNDES. vice-presi. a Unicontrol já está buscando mas de acordo com as regras do jogo as A VISÃO DAS EMPRESAS de empréstimo junto ao BNDES para criar administradoras podem cobrar até 3%. mas mo 6%. cartão de crédito do BNDES foi triplica- ras (Visa e Mastercard). empresas e BNDES. 60% são micro. dente e diretor de financiamento da tão sendo desengavetados neste mo. mas ainda não é o ideal para as do as demais linhas de crédito do ban- com R$ 10 milhões de ganhos faturados MPMEs”. o executivo da Unicontrol relatou plicata”. pamentos. E com a linha de crédito lançada guiriam adquirir nossos serviços e equi- opção quando o assunto é tomar crédi. Contudo. “Sem isso. esta linha de crédito é um Indústria de Máquinas e Equipamentos está em torno de 24%. é um padrão a ser seguido pelos outros ressam em liberar dinheiro para inves. do maquinário brasileiro é de 15 anos. a Unicontrol vende para gran. os compradores não conse- ABIMAQ. A respeito do momento econômico atu- no de 3% ao mês para descontar uma du. Por sinal. Chegou-se ao ponto das pública”. diretor administrativo e fi- total de 1500 companhias são MPMEs. sentenciou o diretor de finan. aumentou a busca por financiamento rou que o grande problema é a taxa de simplesmente porque está ocorrendo a 3% sobre cada operação de venda cobra. o investimento é a primeira mento. Existe uma demanda reprimi. ambas as partes. tre vai ser generoso”. pelos agentes financeiros para a libera- são de propriedade dos bancos”.

máquinas e equipamentos. até dez anos para amortização. Biocombustível (Etanol) e Açúcar & Álcool e Petróleo & Gás”.00 FIESP até R$ 50. se enga. Wika: “O BNDES é a maior instituição de fomento da América Latina”.isadistrito4. entre outros. diretor titular do disse. porém li- 68   InTech | www. Têm com. tofinanciamento”. condição excepcional de 4. as vendas. 85% dos produtos da Bray foram vendidos mento junto ao BNDES. “o BNDES é a maior instituição tos para processos industriais. afirmou Guapyassu gerente geral de operações da Bray panhias que contratam empresas para acrescentando que tem sentido isso for. sos clientes nunca tivemos nenhum pro. sencial para financiar a indústria. perdendo apenas para o au. ou seja. rização do crédito para a sustentação da veis ao fluxo de caixa da empresa”. Bogus afirmou jando fortemente nos investimentos in. Isso demonstra que o go. pequena e média las. e instalações de fábricas. verno teve uma resposta ofensiva contra financeiros de menor custo. brasileira. o BNDES é a principal didos de empréstimos. “O banco nos Foto: Divulgação. pois o montante las. a empre- pelas empresas durante o ápice da cri. para os segmentos de máquinas agríco. lido até dezembro de 2009). quadas às necessidades. adquirir produtos via cartão de crédito do BNDES. sistiram de buscar financiamento tam. asseverou José Alfeu Arruda Cabral. com re- de dados chega a 800 folhas”. todavia re. sem o enfrentamento de exigências “Os outros bancos públicos responderam para as indústrias. apresenta uma Podemos dizer que o banco público fi. inclusive alguns clientes já de. nanciamento via BNDES. disse te para uma operação bem-sucedida”. Controls no Brasil. quanto à aquisição de absurdas ou complicadoras. o BNDES oferece dito oriundas do BNDES para a amplia- Brasil salientou que o BNDES respondeu às MPMEs linhas de crédito mais ade- ção de sua planta industrial. pois existem variações de taxas a crise econômica no sentido da regula. que 70% delas são para dois setores: gia Elétrica. Com isso. por 48%. por to que está cadastrada no site do BN. do de São Paulo (FIESP). a Bray Sobre as vantagens e condições de fi- de fomento da América Latina. Uma operação de aquisição exemplo. Nes- cânicos e eletrônicos para medição de te ano. Wika do Brasil – A Wika do Brasil pro. por exemplo. fonte de financiamento da indústria lação boa com o BNDES desde 2005”. em comparação a 2007. Ener. temperatura e nível. com prazo de tos em máquinas e equipamentos no blema com relação à burocracia em pe. “Quando por 32% do crédito bancário no Brasil. condições de mento. pre foram considerados. até o momento. se relacio- na comercialmente com as MPMEs e as Para a Federação das Indústrias do Esta- grandes companhias.5 % ao ano (vá- nancia mais de 20% dos investimen. não tivemos ne- pressão. o diretor geral da Wika do de bens. Tan. MEs e companhias de grande porte. departamento e micro. em energia (Etanol. Máquinas e Equipamentos. para o setor de Açúcar & Álcool. banco público. financeiro. entre outros. atuadores e demais equipamen. Na aquisição sa confia na utilização de linhas de cré- se econômica. Em 2008 triplicamos duz e comercializa instrumentos me. nossa experiência foi positi- va. Setor Elé. ainda que “não há similar no mercado dustriais e de infra-estrutura como.000. diretor geral da sos pleitos para melhorias das condições Wika do Brasil.reportagem  BNDES dades impostas pelos agentes do banco Brasil.org . impulsionou muito. vendidos nhum problema com as vendas até por- para os segmentos de Óleo & Gás. Milton Antônio Bogus. DES como fornecedora para quem deseja de equipamento pela linha FINAME do trico e Petróleo & Gás) e Saneamento. com preços unitários variando de R$ 5. construção comendamos a pesquisa e seleção crite. já as instituições privadas ape. nas com 20%. apesar de uma contínua Sobre os momentos difíceis enfrentados do financiamento para MPMEs sem- aplicação de recursos próprios. cursos oriundos do BNDES. “Nos- Para Carlos Guapyassu. o BNDES é es- Guapyassu. Controls também faz negócios com MP. atividade econômica”. elaborar a documentação e as informa. bém por conta da burocracia. com encargos riosa do agente no processo de financia. indústria (DEMPI/FIESP). Temos uma re- público. temente no comportamento das vendas Ainda segundo Cabral. principalmente utilizamos. Conforme o executivo da Wika do Brasil. Bray Controls – Fabricante de válvu. prazo de amortização e carência favorá- e na qualidade do atendimento e supor. no ano passado ções necessárias para obter o financia. “Tanto a Bray como nos. por exemplo.00.

en- rações indiretas do BNDES. riar de uma para outra”. de uma linha ao mesmo tempo. Bernardo admite que o é de até 48 meses. Número 116   69 . do ano passado. pois o As condições são muito vantajosas visto acesso depende da demanda e da apre- que a taxa de juros (setembro) é de 0. Mas. que disponibiliza FIESP foi o aporte feito pelo Tesouro Na. “Cada uma dessas instituições xa). “A respeito do total de quase R$ 1. empresa”. num tos por meio das linhas FINAME e BN. Conforme Cláudio Bernardo.gov. o que dá um DES Automático com taxas de juros da or. o banco instituiu operações indiretas do BNDES.br. rias para cada operação. sos de R$ 75. BNDES: destaque para o Programa Outro ponto elogiado pelo executivo da quanto à obtenção de linhas de crédito. ta de liquidez decorrente da crise finan. sinaliza ceiro. gamento da empresa”. CEF. que ros mais baixas do mercado. “Com a retomada da timento de longo prazo. salientou Bogus. vigorará até o fim da amortização. ro até julho (os dados consolidados mais melhorando gradativamente. “Ele está tas do BNDES. de 1. tem o seu modus operandi e o tempo de- Bogus. nômicos melhoraram e com o PIB positi. fornecedores cadastrados que disponibi- ro semestre de 2009. tou desempenho recorde. FIESP: As vantagens e as condições de financiamento via BNDES não têm similar no tal do produto: www.1 bilhões. capital de giro. BNDES. “não existe limite para disponível para as empresas com fatu. concluiu. valor 65% supe- O sucesso do cartão de crédito do rior ao mesmo período do ano passado. assim como não há para gran- ramento anual inferior a R$ 60 milhões.são realizadas na modalidade dos quatro agentes financeiros creden. no final lizam quase 115 mil produtos para ven- atividade econômica. Bernardo. que cerca de 220 mil cartões emitidos.5%”. Outra vantagem é a BNDES tem uma baixa capilaridade. superin- O cartão de crédito do BNDES é outra li. Conforme o superintendente da área de vo do segundo trimestre. MPMEs. pois se trata de um crédito ro- isso que as operações de até R$ 10 mi- tativo pré-aprovado de até R$ 500 mil lhões . E não houve alteração significativa da taxa de inadimplência nesse período. ceiros.97 sentação de bons projetos por parte dos % ao mês. da”. Esse programa tem vi. corrido para análise de crédito pode va- mercado financeiro. Outro ponto destacado por Bernardo. costuma operar com projetos de inves. essa não é uma frente tíquete médio de cerca de R$ 15 mil. 11 mil abrupta da demanda ocorrida no primei. sem burocracia”. que apresente as garantias necessá- ram realizadas 115 mil operações.18%. no início deste ano. para fazer frente à fal. O BNDES Foto: Divulgação. tendente da área de operações indire- nha de crédito sem precedentes. “é que uma quanto no sistema financeiro nacional foi vez realizada a compra. atestou. O aporte de R$ 100 te entre 3 e 48 meses. com desembol- Foto: Divulgação. até setembro deste ano já fo- vestimentos em máquinas e equipamen. ao mercado que há recursos”. que opera com as taxas de ju. bilhões ao banco por parte do Tesouro rar o cartão é definido pelo agente finan.9 %.5 % ao ano. Bradesco e Nossa Cai. São dem de 4. salientou. os indicadores eco. que disponibiliza giro para empresas de recentes do banco). por conta da queda de atuação tradicional do BNDES. “de janei- dições de crédito para as empresas estão o Programa Especial de Crédito (PEC). operadas pelos agentes finan- ciados: BB.8 bilhão. O limite para ope. por agilidade. a taxa de juro de 3. Nacional. empreendedores.onde se enquadram a maioria das por cartão (que pode ser emitido por um MPMEs . que Por outro lado. des empresas pleitear recursos. é que uma empresa pode acessar mais giro para empresas de qualquer porte. a instituição apresen- qualquer porte. assegurou Bernardo. e as transações são feitas pelo por. ceira internacional. que considera a capacidade de pa. cional ao BNDES para a retomada de in. gência até o fim deste ano”. Especial de Crédito (PEC). desde “Além disso. BNDES  reportagem mitado a capacidade de pagamento da COM A PALAVRA. as con. com o superintendente da área de ope- No primeiro semestre foi de 0. com prazo escolhido pelo clien. indireta.cartaobndes. de acordo se mantém em patamares muito baixos.

a capacitação no ISA SHOW ES ocor. lugar. de autoria de Sanderson do Espírito Santo da ISA Seção ES. um Aspecto da exposição do ISA Show Espírito Santo 2009. Todas as pesquisas realizadas por alunos da Faculdade do Centro Leste (UCL). disse. em seu discurso durante o coquetel de confraternização. capixaba. ministrou uma pa. que destacou que o ISA SHOW ES é. ficou maior e melhorou a quali- com 26 palestras gratuitas. José Otávio Mattiazzo. “O trabalho da ISA no Espírito Santo é um indica. A placa foi entregue pelo vice-presidente da ISA Distrito 4 (América do Sul). A programação do ISA SHOW ES também contou com o 2º em um coquetel de confraternização com profissionais e em. Ele foi sucesso de público e de qualidade dos estandes. divididas em apresentações de 12 dade das empresas participantes. Segundo o presidente da ISA . Com organização dos estandes.org .300 pessoas ao Centro de Conven. concluiu.Seção ES. tendo como critérios da oportunidade de network que o evento provoca. em 2º lugar ficou “Sistema de dor do maior capital social que nós temos”.NEWSLETTER OITAVA EDIÇÃO DO ISA SHOW ES É SUCESSO DE PARTICIPAÇÃO O ISA SHOW ES 2009 – 8º Seminário e Exposição de Instru. A empresa vencedora foi a capixaba tigiada por cerca de 120 pessoas. Wireless”. de autoria de Ewerton de Almeida Dutra e Raphael Rocha Induzzi e orientação de Felipe Foto: Eberton Amaral. o evento reuniu 35 expositores e contou “A feira está mais focada. trabalhos e pesquisas de estudantes para solução de proble- dito e fomento do Banco de Desenvolvimento do Espírito mas de automação industrial. Nascimento Martins. Helder Antonio Medina Ávila. diretor de cré. foi homena. Paulo Ruy Valim. Pitomba e Mauro Antonio Bergantini e orientação de André geado com uma placa comemorativa pelo segundo prêmio Edmundo de Almeida Pereira. O presidente da Seção ES. em par- sidente da Companhia Espírito Santense de Saneamento ceria com as empresas Emerson Process e Fluke. seu primeiro ISA SHOW ES à frente da entidade serviços da empresa. Segurança de Bloqueio Automático de Translação de Má- Ainda durante o coquetel de confraternização. dentre os vários eventos regionais da ISA. Na ocasião. 70   InTech | www. 12 palestras técnico-comerciais e duas pa. que contemplou os três melhores presários dos setores envolvidos. Prêmio ISA ES Educação. Carlos Robério Garcia Sobral. O aquecimento para o evento ocorreu no dia 25 de agosto. de avaliação a estética. Sistemas. “Fiquei surpreso com o resultado do evento. Manipulador Didático”. Ricardo Marreco Vasconcelos. Helder Antonio Medina Ávila. É um ambiente importan- trabalhos técnicos. que atualizaram 45 profissionais. ressaltaram a melhoria na representatividade e na produção ções de Vitória. feira. e em 3º lugar o “Projeto de internacional recebido pela seção capixaba. de autoria de André lestra abordando a evolução e as perspectivas da economia Luiz Del Puppo e Pablo Vinícius Duarte e orientação do Prof.Seção ES.isadistrito4. já temos propostas de melhorias. Sistema de Controle de Posição de Motores de Robô mance Awards Winner World Class. falou como a adoção de novas tec. foi muito elogiado pelos visitantes que tativas e levou mais de 2. além ES 2009. dos mais bem organizados e de maior reconhecimento. a atratividade e a adoção das normas A abertura oficial do evento. o “Sistema de Impressão Braille”. comentários dos expositores. foi pres. jetos de Automação da Vale. da ISA . te para o nosso network”. o Section Perfor. foi gratificante. destacou o engenheiro de pro- lestras convidadas. do manual do expositor. realizada no dia 26. o presidente quinas Móveis”. o pre. Em apresentação. A expectativa é que seja ainda damentos de automação industrial” e “Instrumentação melhor”. José Antônio Bof Buffon. (Cesan). Elétrica e Automação superou as expec. Insaut. Foto: Eberton Amaral. O espaço da mentação. que participa do ISA SHOW ES há oito anos. Os vencedores foram: em 1º Santo (Bandes). Além das palestras. próximo ano. prin- cipalmente pela forte presença dos usuários consumidores Outro destaque do evento foi o Prêmio Expositor ISA SHOW das tecnologias apresentadas na feira e no seminário. com 800 m². “Fun. Foram analisados 35 estandes. Helder Antonio nologias está melhorando os rendimentos e qualidade dos Medina Ávila. nos dias 26 e 27 de agosto. baseadas em ção ao estudo de proteção de motores de indução”. Para o reu por meio de minicursos com os temas “Uma introdu.

rior Paulista. como Usina Cosan (Unidades: Costa seada em computadores” (Engecamp). – Paulo Correa. no na saída do multi reboiler (condensado de escape) em cen- sal (Universidade Salesiana). O encontro e “Quebrando barreiras com wireless” (Emerson). o evento está mais organizado. a ISA Seção Campinas realizou o 29º sos. Especialista de Automação da Samarco Mineração. O evento já é espe- rado por todos eles”. e Válvulas termoplásticas au- quinas e processos através de análise de vibrações” (National tomáticas – Eduardo Amaral. no Ginásio Poli Esportivo da Uni. na sede da Prefeitura Mu- micos da área de automação industrial e controle de proces. registrou 700 inscritos. contando com a parti- de Comércio. é significativa a aproximação de clientes e fornecedores”. Aqui temos a oportunidade de rever pessoas com as quais já tivemos um relacionamento profissional e trocar informações sobre o setor. principalmente. Válvulas treinamento sobre “Conceitos Básicos para Projeto de Instru. Supervisor de Instrumentação da Vale.CLPs . estudantes e acadê. Vidigal. São Francisco e Bom Retiro). Me surpreendi com o tamanho e as várias empresas de diferentes ramos no ISA SHOW ES 2009. na qual as empresas pu- po” (Smar). O evento reuniu profissionais Instruments). Além das palestras “WirelessHART: tecnologia wireless para instrumento de cam. de empresas da região. vejo um crescimento exponencial no ISA SHOW ES 2009. técnicas. – Caio H. tro palestras técnicas: Roteiro para seleção de válvulas de con- apresentadas por 20 expositores e. É importante para conhecer as tecnolo- gias e. – Vinícius Bravin. a fim de suprir as necessidades do dia a dia de trabalho. o 2º Road Show Automation Inte. conhecendo novos produtos. através da Secretária diversos tipos de válvulas e atuadores“. pois o crescimento aqui é forte. tecnologias e equipamentos”. As representações também melhoraram muito e. “Conjunto PAC + Scada: a nova automação ba. – André Nunes Lírio. Especialista de Manutenção em Instrumentação da ArcelorMittal Tubarão. solenóides: evolução tecnológica de suas aplicações – Fernando mentação Industrial sem fio”. Votorantim Papel. trazendo gente nova e empresas novas. Piracicaba – Já em 27 de agosto. houve uma pequena mostra. Indústria. O público compareceu e o evento vai se fortificando. Encontro Técnico. Técnico de Automa- ção da Petrobras. Platéia durante uma das palestras do 2º Road Show Automation Uma das palestras do Encontro Técnico promovido em Interior Paulista Piracicaba. NG Metalúrgica. Contou com o apoio de importantes entidades. O QUE DISSERAM OS PARTICIPANTES: “A instrumentação ganhou força no Espírito Santo. “No Espírito Santo já há uma cultura de participação no ISA SHOW ES. por um trole e condicionadoras de vapor – Carlos Banzatto. mente junto aos participantes. – José Carlos Borim. CAMPINAS SEDIA ROAD SHOW DE AUTOMAÇÃO Aconteceu em 29 de julho. com o tema “Soluções e aplicações dos cial da Prefeitura Municipal de Campinas. Isso reflete a tendência dos mercados de automação e instrumentação do Estado. entre profissionais. Santa Helena. “A verdadeira analise do teor de carbo.técnicas Klabin. Segurança de tanques de estocagem de fluídos in- sobre: “Aumente a disponibilidade e a produtividade de má. Em 2009. tral termelétrica para usina de álcool & açúcar” (Use Ultraflux). “Nos três anos que participo do evento. nicipal de Piracicaba. “Problemas com re. organizado pela ISA Seção Campinas. “O ISA SHOW ES tornou-se um momento de encontro dos profissionais da indústria. Os profissionais aproveitam para encontrar os fornecedo- res. “A cada ano o ISA SHOW ES cresce. Metals. Número 116   71 . Rhodia Poliamidas dentre outras. des Profibus? Saiba por quê?” (Westcon). durante o evento. Dedini. Foto: Divulgação. A programação contemplou qua- O evento foi marcado pela exposição das novas tecnologias. em espe. criar laços e conhecer de perto os novos produtos. além de oito palestras técnicas Verdu. Encontrei pessoas com as quais tenho contato diariamente no mercado. paralelamente. Pinto. flamáveis – Alexandre Gaziola. Serviço e Turismo de Campinas. “. cipação de 150 profissionais. Gerente de Auto- mação da Diretoria de Pelotização da Vale. Villares avançadas de comunicação e transmissão de dados (Dakol). para ter contato com os conhecedores dessas tecnologias”. maior e mais gostoso de participar. Foto: Divulgação. Todas interessadas em conhecer ino- vação e as empresas que trabalham trazendo novidades”. Rafard. “A importância do backbone em comunicação deram expor seus produtos e abordar sua tecnologias direta- wireless” (Honeywell).

tados de Segurança (SIS).org . dimensionamento. na ISA Venezuela Seção Metropolitana. po real (OSIsoft). em 16 foi a Engenheira Anneliese Hofmayr. promovem seus PLCs certificados para serem utilizados em sistemas fogo & gás. um encontro técnico nas instalações do ta com Menção Industrial. pontuou temas importan- tes. pelo que se tende a confundir os sistemas fogo & gás com Sis- temas Instrumentados de Segurança (SIS). e Novas ferramentas para manufatu- ra enxuta e produção inteligente (Aquarius). da Costa Neto. principalmente do significativo papel que a ISA exerce Diretoria e palestrantes do ETM da ISA Seção Vale do Paraíba. Os vendedores de várias marcas. Com a presença de 90 conhecer os laboratórios da entidade e.NEWSLETTER VALE DO PARAÍBA REALIZA EVENTO EM JACAREÍ A ISA Seção Vale do Paraíba promoveu. mediante a exposição das dife- renças entre uma camada de mitigação e uma camada de Quadro resumido da apresentação sobre camadas de mitigação e camadas de proteção. SEÇÃO VENEZUELA DISCUTE SIS EM ENCONTRO A ISA Venezuela Seção Metropolitana promoveu. “A maioria das aplicações industriais para sistemas fogo & gás são especificadas para que seu hardware PLC cum- pra com um nível integral de segurança o nível SIL. para economia de energia Guaratinguetá. na Basf. comen- tou Anneliese. de acordo com as normas da ISA”. Ao final do evento. aplica. agendado para 29 de outubro. apresentado por O próximo encontro da ISA Seção Vale do Paraíba está cinco empresas: Inversores de freqüência na indústria. Diretor da Unidade do SENAI Luiz Simon que. em seguida. graduada com honras pela UCV “Colegio de Ingenieros de Venezuela”. Gerenciamento de performance operacional em tem- Foto: Divulgação. com ênfase em Sistemas Instrumen- Foto: Divulgação. os participantes puderam do SENAI Luiz Simon. (Altus). interessados em vender equipamentos mais sofisticados. O ETM contou com a presença de Domingos G. Sua vida profissional tem sido focada na área de automação industrial. proteção. aplicadas às indústrias do Vale do Paraíba”. recebi- profissionais. ria pela Universidade de Soest-Westfalen da Alemanha teção. Tecnologia digital para instrumentação ana- lítica – gerenciamento inteligente do sensor (Mettler Toledo). 72   InTech | www. tendo a oportunidade de tra- balhar com engenheira em projetos de companhias. tais como: MCL Control. unidade de ções. em Caracas. sem dúvida. Engenheira Eletricis- de setembro. startup. duran- te sua apresentação na abertura. desta vez nas instalações trumentação. A palestrante (2007). cabe uma pergunta: realmente é necessário que o hardwa- re cumpra com um nível integral de segurança?”. Novas tecnologias para aplicações industriais e embarcadas (National Instruments). em 10 de setembro. que em 2001 e com pós-graduação em Gerência de Engenha- tratou do tema “Camadas de mitigação x camadas de pro.isadistrito4. em Jacareí. na formação dos profissionais das áreas de automação e ins- mais um Encontro Técnico Mensal. SP. o tema foi “Novas tecnologias em automação dos para um coquetel de confraternização. mas. PDVSA-Intevep e Siemens Caracas. cuja apresentação teve como base a respos- ta a este questionamento.

ISA EXPO CURITIBA 2009 REPETE SUCESSO
A ISA Seção Curitiba realizou a 14° edição do mais ex- A diversidade de temas das palestras técnicas foi destina-
pressivo evento regional do setor, o ISA EXPO CURITIBA da a atender a demanda por novas tecnologias e auxiliar
2009 - 14º SEMINÁRIO TÉCNICO E EXPOSIÇÃO DE na capacitação dos profissionais da região. O treinamen-
INSTRUMENTAÇÃO, SISTEMAS E AUTOMAÇÃO, nos dias to contou com dois mini-cursos básicos de 8 horas cada,
16 e 17 de Setembro. Projeto de Instrumentação – Recomendações Práticas de
Mesmo com os reflexos da crise econômica mundial, os Instalação e Instrumentação Analítica para Tratamen-
resultados superaram as expectativas dos 810 participan- to de Água e Efluentes Líquidos. Em paralelo as palestras
tes e expositores, tendo mais uma vez como destaque a ocorreu a Exposição de Produtos & Serviços das empresas
intensa programação do Seminário Técnico, com mais de patrocinadoras.
28 horas entre cursos e palestras. O evento mais uma vez O ISA EXPO Curitiba 2009 contou com a expressiva a
alcançou seu objetivo principal que é proporcionar o inter- participação das empresas Emerson Process, Rockwell
cambio técnico e comercial, capacitação, treinamento téc- Automation, Comercial Elétrica DW, Sense, Schneider
nico e viabilização de negócios durante a Exposição. Electric, National Instruments, Sick, Ifm Electronic, Altus,
O novo local do evento também foi um ponto de desta- Coester, Innotec e Wika, esta última também como pa-
que, acrescentando qualidade na estrutura e serviços ofe- trocinadora do Jantar de Confraternização. O apoio ins-
recidos. O Estação Embratel Convention Center, propor- titucional foi do CREA-PR, Associação das Empresas da
cionou ao Expositor e visitantes um dos mais completos e Cidade Industrial de Curitiba – AECIC, e Revista Intech
modernos Centros de Convenções da América Latina, com América do Sul.
excelente localização, próximo de bons hotéis, restauran-

Foto: Divulgação.
tes e Shopping Center e fácil estacionamento no local.

A solenidade mais aguardada pelos participantes foi rea-
lizada durante o tradicional Jantar de Confraternização
da ISA Curitiba, que contou com a presença de 140 con-
vidados. Participaram da abertura o Presidente da Seção,
o Eng. Alcides do Nascimento Júnior, o Presidente da ISA
Distrito 4 – América do Sul, o Eng. José Otávio Mattiazzo,
o Presidente eleito da ISA Mundial, o Eng. Nelson Ninin e
o Presidente eleito do Distrito 4, o eng. Jorge Ramos. Tam-
bém estiveram representadas oficialmente a Universida-
de Federal do Paraná através do Vice-Reitor, Sr. Rogério
Mulinari e as principais empresas que apóiam os eventos
Entrada concorrida para uma das palestras técnicas do ISA
da Seção, Petrobras/REPAR e Companhia de Saneamento EXPO CURITIBA 2009.
do Paraná – Sanepar.
A 15° edição do ISA EXPO Curitiba já esta programada
para o Embratel Convention Center de 28 a 30 de setem-
Foto: Divulgação.

bro de 2010. Os eventos ISA Curitiba têm presença quali-
ficada dos profissionais de automação e instrumentação,
manutenção, engenharia, consultoria e suprimentos das
empresas de refino e distribuição de petróleo/gás, papel
& celulose, energia, alimentos, fertilizantes, construção e
montagem, saneamento & meio ambiente e automobilís-
tico dentre outros.
Aspecto da exposição do ISA EXPO CURITIBA 2009.

Número 116   73

NEWSLETTER
CALENDÁRIO CURSOS DA ISA/DISTRITO 4
Data Curso Data Curso

Outubro   Novembro  

ISA S95 – Integrações de Sistemas Brazil Automation ISA 2009 - Exposição
12 a 14 10 a 12
Industriais e Congresso

ISA S99 – Segurança Eletrônica para 24 a 27 Simbologia de Fluxograma
15 a 16
Sistemas de Manufatura e Controle
26 e 27 NR 10
Proteção de Equipamentos Eletrônicos
contra Interferências Eletromagnéticas - Dezembro  
21 a 23
Aterramento Descargas Atmosféricas e
Harmônicas 1a4 Controle de Processo

27 a 30 Medição de Vazão de Gases e Líquidos Governança Integrada para Tecnologia da
9 e 10
Automação (TA) e da Informação (TI)
Configuração de uma Malha de Controle
27 a 29
com a Tecnologia Foundation Fieldbus 14 a 18 Instrumentação Básica

Informações detalhadas com Michelle Ferreira, pelo telefone (11) 5053-7404, e-mail michelle@isadistrito4.org.br ou site
www.isadistrito4.org.br.

EMPRESAS
YOKOGAWA TRAZ ESPECIALISTAS INTERNACIONAIS
PARA VIGILANTDAY
www.yokogawa.com.br

Há quase dez anos a Yokogawa deu início a um programa de- desta 8ª edição do evento foi a inclusão de um dia inteiro de-
nominado Vigilance, que contemplava estar atento ao mer- dicado a clientes e usuários das soluções da Yokogawa, que
cado e às tecnologias, e que evoluiu ao que hoje é chama- tiveram a oportunidade de, ao final do encontro, fazerem su-
do de VigilantPlant. “O conceito básico do VigilantPlant é ver, gestões que traduzem as suas necessidades reais nas plantas.
conhecer e agir. Ver com clareza, conhecer profundamente o O VigilantDay Workshop V7 foi encerrado com um coque-
que estamos fazendo (necessidades dos clientes, aplicações tel de confraternização entre os cerca de 200 colaboradores,
e tecnologias), e agir com presteza e agilidade”, explicou clientes e usuários da Yokogawa América do Sul.
Nelson Ninin, presidente da Yokogawa América do Sul.

Foto: Divulgação.
Com o objetivo de proporcionar uma atualização das prin-
cipais novidades e tendências mundiais, como POR (Real-
time Production Organizer), TruePeak TDLS, Wireless e outras
soluções de automação industrial, a empresa promoveu,
durante todo o dia 27 de agosto, em sua sede em Barueri, SP,
o VigilantDay Workshop V7, no qual foram apresentados as
últimas tendências e desenvolvimentos que viabilizam esse
conceito tecnológico.
O destaque foi a presença de Kenji Hasegawa, Gerente
Geral de Marketing de Automação Industrial da
Yokogawa Electric Corporation, e dos especialistas japone-
ses Koichi Oya, Hiroaki Tanaka e Wataru Nakagawa, além de Kenji Hasegawa, da Yokogawa Electric Corporation, e
Nelson Ninin, Presidente da Yokogawa América do Sul.
Neil Hankey (Europa) e Donald Wyatt (Estados Unidos).
Em entrevista à InTech América do Sul, Hasegawa destacou
ERRATA ANÚNCIO YOKOGAWA - INTECH AMÉRICA
que a empresa desenvolve e investe muito em tecnologia.
DO SUL EDIÇÃO 114
“Investimos, no mínimo, 8% do nosso faturamento anual,
com ou sem lucro, com ou sem crise, em tecnologia, visando Na edição 114 da Intech América do Sul, na propagan-
da da página 13, o modelo do Analisador de Oxigênio por
atender à essa visão de futuro que a Yokogawa estabeleceu e
óxido de Zircônia fornecido pela Yokogawa fora identifi-
mantém”, explicou o executivo.
cado incorretamente, devendo-se considerar a seguin-
Todas as subsidiárias da Yokogawa no mundo realizam anu- te correção. Onde se lê ZR202G/S, leia-se ZR22G/S. Onde
almente o VigilantDay Workshop, com o objetivo de atua- se lê ZR22G/S, leia-se ZR402G. Lamentamos a falha e es-
lizar o seu corpo técnico, clientes e usuários nas novas tec- tendemos nossos cumprimentos ao leitor que identificou
nologias. Na versão interna do Workshop realizado no Brasil o equívoco. Departamento de Marketing e Comunicação
participaram técnicos brasileiros, além dos profissionais que e Departamento de Engenharia de Aplicação Analítica da
Yokogawa América do Sul.
atuam nas filiais da Argentina Chile e Colômbia. A inovação

ELIPSE SOFTWARE PROMOVE ROADSHOW PELO PAÍS
www.elipse.com.br

A Elipse Software promoverá, nas principais cidades do rante os encontros:
País, um RoadShow sobre detalhes de seus dois novos • O E3 versão 3.2 apresenta várias melhorias em pra-
produtos, o Elipse Plant Manager e o E3 Power, além da
ticamente todos os componentes que integram o
versão 3.2 do E3 e o E3 Playback. Em outubro, as cidades
software. Novas implementações que podem ser
de Belo Horizonte (6), Rio de Janeiro (7), Joinville (14),
observadas no E3 Playback, E3Alarm, aba Penas, E3
Curitiba (15), Recife (27), São Paulo (28) e Campinas (29)
Studio, E3 Viewer, IODriver/ IOServer, entre outros.
foram escolhidas para sediar os encontros. Em novem-
bro, Caxias do Sul (24) e Porto Alegre (25) completam o • O E3 Playback é um módulo do E3 que permite a in-
circuito. terpretação de ocorrências passadas de qualquer tipo
A entrada é gratuita. Para participar, basta efetuar a ins- de processo. Para isto, a tecnologia utiliza as mesmas
crição na seção de Cursos/RoadShow do site www.elip- telas de supervisão já existentes no E3, exibindo valo-
se.com.br, lembrando que as vagas são limitadas. A se- res, animações, estados e gráficos antigos, como se
guir, um resumo do que os participantes conhecerão du- estivessem acontecendo naquele exato momento.

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português. em um único ambiente. Elipse E3. onde o valor de um tag selecionado é mostrado diretamente na Linha de Tempo. O módulo E3 Playback. o software integra. Versão 3. verde. com uma série completa de ferramentas de inspeção e software em nove idio- mas. ou de 1280 x 1024 para inspecionar áreas maiores em mais detalhes. consolidar e armazenar dados pro. A aba “Penas” foi remodelada. auxiliando na tomada de decisões e na me. Sensor de visão BANNER ENGINEERING www. (11) 3061-2828 lhoria da performance produtiva. o usuário também pode editar a cor do texto. permitindo que o usuário iden- tifique determinados pontos na Linha de Tempo e defina marcas para ressaltar esses pontos. 76   InTech | www. além de configurar cores para alarmes inati- vos e reconhecidos. como também copiar e colar penas. chinês simplifi- cado e chinês tradicional. reconhecimento/verificação óptica de caracteres (OCR/OCV) e inspeção de esferas.org . de e a lucratividade das empresas usuárias. ção de redes de distribuição de energia elétrica. den- tro do mesmo E3Chart ou em E3Charts diferentes.com.br PRODUTOS O sensor de visão vedado PresencePLUS P4 OMNI para ambientes rigorosos possui invólucro IP68 Foto: Divulgação. a solução permite de. Com lança.elipse. automotiva. per- mitindo sua visualização em uma tabela que mostra as principais propriedades da pena criada. O invólucro resistente de alumínio com revestimento de níquel tolera choques e vibrações. A ferramenta também possui marcadores. bilidade. Além da nova visualização da aba “Penas”. As ferramentas de posição. O sensor foi projetado para uti- lização em várias indústrias. sendo possível selecionar mais de uma pena. e oferece durabilidade em rigorosas condições industriais e de lavagem. A interface intuitiva para o usuário assegura a facilidade de instalação e operação. ou (31) 3555-3366. italiano. Através dela. qualidade e eficiência ao processo de opera- venientes de várias fontes de tempo real ou históricas. é possível editar estas propriedades. francês. Entre as opções funcionais destacam-se a leitura de códigos de barra 2D e 1D. vermelho. • O Elipse Plant Manager é um historiador de processos • O E3 Power é a plataforma criada para garantir confia- capaz de coletar. o usu- ário pode utilizar a ferramenta Procurar/Substituir nas propriedades das penas. Agora. branco ou azul. japonês.bannerengineering. todas as informações necessárias para o processo de mento previsto para novembro. Os modelos estão disponíveis com resolução de 640 x 480. São oferecidos como acessórios tampas de lente e anéis de luzes LED com classificação IP68 em infra-vermelho. O E3 3. (41) 3342-0120. (51) 3346-4699.2 já está disponível para download no site da empresa. manuseio de materiais e gráfica.isadistrito4. que permite o acompanhamento e a avaliação de eventos passados.com. todos os componentes que integram o software. análise e geometria do sensor permitem realizar a inspeção simultânea de múltiplos itens para abranger aplicações complexas. A unidade auto-contida não requer um controlador à parte. Estão disponí- veis nove idiomas: inglês. como as de alimentos e bebidas. de fundo e a opção de piscar texto e fundo de acordo com cada severidade. além de aumentar a produtivida. alemão. Há modelos disponíveis em cores e escala de cinzas. operação de redes de distribuição de energia elétrica. A opção “cores” do ob- jeto E3Alarm foi reformulada para permitir novas configu- rações.2 do E3 ELIPSE www. senvolver aplicações de inteligência industrial e análise Mais informações podem ser obtidas pelos telefones de dados. passou a apresentar uma ferramenta de gráfico instantâneo. farmacêutica. embala- gens. Base- proporcionando uma plataforma para a integração dos ado no framework do sistema de supervisão e controle universos de TI e TA.br A nova versão do E3 traz várias novidades em praticamente Foto: Divulgação. espanhol.